Pense Nisso | Centro América FM Cuiabá - Easy | Cadena

Episódios

A vida...segundo a Morte.

Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da história. Imaginemos como seria a visão desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito. Imagino que morte teria o seguinte diálogo: “Um fato simples: você vai morrer. Apesar de todos os esforços, a vida física não é para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer. O meu conselho é: quando a sua hora chegar, não se apavore, isso não vai ajudar. Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia você vai me conhecer. Não antes da sua hora , é claro. Tenho como política evitar os vivos. Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro. Quando eu vou ao encontro de alguém, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Então, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambições...egoísmos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de não fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso não importa. Eu sigo a lei e não a transgrido...ninguém, por mais rico que seja, poderá negociar comigo. Algumas almas, deslizam suavemente para os meus braços; são tão leves...tão afáveis... No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles têm de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas? Eu já vi inúmeras coisas: Presenciei as piores desgraças do mundo, e trabalhei para os piores vilões e tiranos. Vi também grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda é como eu mencionei no início desse dialogo: NINGUÉM VIVE PRA SEMPRE. Quando vou buscar alguém que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como é de fato...viver! Você que tem esse privilegio, como tem vivido? Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferença na sua vida. Não desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas. E não se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar: Sereis sempre vivo, pois que eu, a tão temida morte, nada mais sou do que uma transformação, e não um aniquilamento. *********** Espero que você tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido útil. Texto elaborado com base no livro “A Menina que roubava Livros” - do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2005 pela editora Picador. No Brasil e em Portugal, foi lançado pela Intrínseca Presença

26/08/2020 16:02 | DURAÇÃO 3:29

Vontade

VONTADE A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma. Sua ação é comparável a de um imã. A vontade de viver desenvolve em nós a vida. Atrai-nos novos recursos vitais. A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso. O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos. É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados. Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar. Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade. É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações. A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília. Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida. Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem. Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado. Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco. Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro. O poder da vontade é ilimitado. O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços. Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se. É consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade. Conheço a grandeza e a força que existem em mim. Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades. Vencerei até mesmo o mal que existe em mim. Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes. Para frente, sempre para frente. Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida. Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus. Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me. Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.” É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve. É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento. Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades. Compete-nos utilizá-las. Não nos entreguemos ao desespero. Não nos julguemos fracos. Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas. Creiamos em nossos destinos imortais. Creiamos em Deus. Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos. Texto elaborado com base na terceira parte, item XX, do livro “O problema do ser, do destino e da dor”, de Léon Denis.

25/08/2020 15:56 | DURAÇÃO 3:53

Não é Uma Tragédia

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24/08/2020 09:00 | DURAÇÃO 3:15

Questão de Escolha

QUESTÃO DE ESCOLHA Você já se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclamações? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcionário, da mercadoria, do restaurante, do serviço público, da crise, da concorrência, do governo. Naturalmente, a época é de conscientização e as pessoas estão sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidadão, do ser humano. Cobrar direitos está correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. Contudo, em síntese, todas as reclamações devem ser feitas primeiro a nós mesmos. Sim, porque fomos nós que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. Com relação aos que nos governam consideremos que, se eles não estão agindo como esperávamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. Ao utilizarmos o nosso direito de cidadão, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emoção do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? Será que se tivéssemos mais atenção, examinado a vida do candidato como cidadão, profissional e político, teríamos votado nele? E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esforço, com criatividade. Os grandes descobridores não se deixaram abater pela crise econômica, pela ironia dos seus pares, pela descrença das suas épocas ou pelas perseguições da ignorância. Acreditaram em si, nas suas idéias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. Concorrência? Que bom que existe. Deve nos servir de estímulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atendê-lo, para lhe oferecer o melhor produto. Equipe irresponsável? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos nós. Nós contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. Eles são nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organização, se tornam relapsos. Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas mãos. Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida só tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente. Pense nisso “O amor que você quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de você.” O diálogo, base de toda a convivência, também depende de você. O caminho para a renovação depende de você. A realização que você julga especial depende de você. A organização que tanto apregoa depende de você. Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo é uma questão de escolha. E essa escolha depende unicamente de você.” Texto elaborado com base no livro: “A Revolução dos Campeões”, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida é conseqüência do que você é.

22/08/2020 09:00 | DURAÇÃO 4:24

Reverenciando a Vida

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21/08/2020 09:00 | DURAÇÃO 4:05

Objetivos da Vida

Objetivos da vida Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo. Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de nós é um convite à nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas. E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, é a força propulsora para o progresso. Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambições, terá em sua vida um sentido maior. Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcançar será sempre a mola propulsora. Afinal, quando se tem o porquê viver, a forma como se vive, até que se atinja o objetivo desejado, torna-se secundária. Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os suplícios dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando saísse de lá. Ele tinha três razões para viver: sua fé, sua vocação e a esperança de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou não somente a vida, mas algo maior. Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suicídio, nos dias de confinamento, ele superou as dores físicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se propôs alcançar. Thomas Alva Edison, após mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo ânimo na busca de soluções para a criação da lâmpada elétrica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da criação. Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se através do serviço ao próximo, da autodoação à comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuniário, reinventando razões e motivos para serem úteis, assim rompendo o refúgio sombrio da perda do sentido existencial. Sem meta não se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ninguém pode oferecer e que é particular a cada qual. Não por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depressão. Assim, cabe a cada um de nós não se esquecer do significado maior da vida. Se os parâmetros externos modificam-se, se a vida se altera, é natural que nossos objetivos também sigam curso semelhante. Porém, não esqueçamos que será sempre objetivo de todos nós a busca da construção íntima através do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais. Será a conjugação desses dois valores que proporcionarão bem-estar interior e plenitude. Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgotável de progresso e conquistas, jamais deixará de possuir objetivos, pois terá como meta maior a construção da plenitude existencial na intimidade da alma. Texto elaborado com base no cap. 5, do livro "Amor, imbatível amor", pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

20/08/2020 19:11 | DURAÇÃO 3:54

Afabilidade

Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis? A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos. Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer. E como fazia isso? A resposta é simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede. Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima. O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição. Narra a seguinte experiência: Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia. Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim. Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo. Depois que ele saiu, falei vibrante: “Que homem!” Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto. “Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?” “Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!” * * * Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: Será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros? Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez? São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude. Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis! A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição. É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência. Desta forma, concluímos que: A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. * * * Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança. Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo. Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida. Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade. Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável. Texto elaborado com base no cap. 6, pt. 2, do livro "Como fazer amigos e influenciar pessoas", de Dalle Carnegie, ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro "O Evangelho segundo o Espiritismo", de Allan Kardec, ed. FEB e no cap. "Afabilidade e doçura", do livro Escrínio de luz, de Francisco Cândido Xavier, ed. O CLARIM.

19/08/2020 19:06 | DURAÇÃO 4:28

Relacionamento de um Só

RELACIONAMENTO DE UM SÓ Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos então manter uma relação unilateral, que pende somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado, esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos a atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decisão de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência, nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. *** Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha. Pensemos nesses detalhes.

18/08/2020 19:04 | DURAÇÃO 4:43

Começando O Dia

COMEÇANDO O DIA O homem acordou pela manhã e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da oração. O amor de Deus nunca falha. E então decidiu orar: Senhor, hoje, até o momento, me comportei bem. Não fofoquei. Não me zanguei. Não fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou egoísta. Estou realmente satisfeito com isso. Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e daí em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado. * * * Assim mesmo é a prece. Um diálogo franco com a Divindade, onde o ser expõe a própria alma. Não há necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. É o que a alma sente e deixa transbordar. Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas deficiências morais. Um exame de consciência e um pedido de socorro. A resposta é exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades íntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz. Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a comentá-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional. Não se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquietação, os problemas vão sendo solucionados um a um, na medida em que surjam. Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega às lutas do cotidiano, sereno e confiante. Não se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no trânsito, um defeito mecânico no carro, um funcionário que não atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre. Sem precipitação, ouve o seu semelhante até o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja. Deixando de lado o egoísmo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa. Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura. Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intrínsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos. Portanto, compartilhemos a nossa certeza da existência de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem fé, sem rumo, sem objetivos. E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estará conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas diárias, que somente redundarão em felicidade para nós mesmos. * * * Cada dia é um presente especial que Deus concede aos homens. Cada dia é de tal forma único, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manhã radiante, sempre com um novo colorido. As flores de ontem não estão exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abundância não são aquelas que rolaram em dias anteriores. Tudo é novo a cada dia. Essa é a grande mensagem de Deus para os homens: a renovação da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.

17/08/2020 09:00 | DURAÇÃO 4:21

Amor Sem Fim

AMOR SEM FIM Vivemos o Terceiro Milênio. Anunciado e intensamente aguardado. Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifestações de afeto. As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana. Declarações como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, são frases escritas, gravadas, que emocionam. No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem. Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem. No dia das mães, no dia dos pais, no dia do seu aniversário, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que têm de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no portão de entrada. A qualquer momento, dizem, o filho amado entrará por ali e os virá abraçar. Ano após ano a esperança persiste. Até que a chama interior morre e eles fenecem, roídos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abraça. Doença, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido. Por isso, quando somos pródigos nas nossas declarações de amor é bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa? Ou somente a digo amar porque ela é útil para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar? Ela é alguém que está sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o braço para servir de apoio, a mão para me conduzir no rumo das minhas conquistas. Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei? Meu amor é verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora? Se essa pessoa deixar de ser útil, se sofrer algum problema físico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e então serei eu a lhe ser útil, até o final dos seus dias? E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presença física? Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o remédio nas horas certas... Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem já não pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, então nosso amor é verdadeiro. E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e mães que somaram muitos anos, e continuam a ser amados. Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Cristã. Gamaliel já idoso, se retirara para um oásis de propriedade de seu irmão Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus. Abandonara as práticas religiosas do judaísmo, e a família, embora não o entendesse, o tratava com muito amor. O diagnóstico médico afirmava que padecia de singular astenia orgânica, que lhe consumia as últimas forças vitais. Respeitado, amado, atendido. Oxalá amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, não por nossa utilidade em sua vida, mas por nós mesmos. Texto elaborado com dados do cap. 26, do livro "Personagens da Boa Nova," de Maria Helena Marcon, ed. FEP.

15/08/2020 09:00 | DURAÇÃO 4:41

Morreu A Pessoa Que Atrapalhava A Sua Vida

Morreu a pessoa que atrapalhava a sua vida. Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito: "Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes". No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava: - Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ? - Ainda bem que esse infeliz morreu ! Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles. A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"? No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA." O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda". Pense Nisso, mas pense agora! Texto elaborado com parte do artigo de Luis Fernando Verissimo.

14/08/2020 09:00 | DURAÇÃO 2:54

Toda Conquista Possui Uma História

Era uma tarde de domingo, quando um escultor recebeu a visita de um amigo. O escultor estava ocupado, fazendo o que gostava, trabalhando na produção de uma estátua. Os dois conversaram um pouco e, para não tomar tanto tempo, logo o amigo foi embora. Dias depois, esse mesmo amigo voltou a visitar o escultor, que continuava trabalhando. Olhando a estátua, o amigo disse: “mas você não fez nada nessa estátua desde a última vez que eu te vi?”. Ele respondeu: “Rapaz, eu trabalhei muito! Retoquei o lado esquerdo, poli o lado direito, ajustei as afeições, e esculpi um músculo. Dei mais expressão ao lábio e mais força aos braços, veja!”, disse ele apontando para a estátua. O amigo disse: “Ah, mas foi pouca coisa!”. O escultor então falou: “Sim, talvez tenha sido pouca coisa, mas lembre-se que são as pequenas coisas, juntas, que levam algo à excelência”. O escultor desta história era alguém seguro nas suas convicções. Ele entendia que a pressa não o levaria ao resultado desejado e que os detalhes fariam toda a diferença. Defendia ações bem empregadas, zelo em cada processo, e o exercício da paciência. O escultor sabia exatamente o que fez, e o porquê fez. Entendia que a dedicação poderia trazer bons resultados. A inconveniência do amigo não o entristeceu; pelo contrário, foi uma oportunidade para que o escultor, com sabedoria, pudesse lhe transmitir um ensinamento. Até aquela hora, aquele rapaz tinha uma visão limitada sobre a estátua, mas depois da conversa, a visão foi ampliada. Ele entendeu que a estátua tinha um alto valor, não só pelo produto físico que se formava diante dos seus olhos, mas pela motivação com que ela era idealizada... fruto de maturidade. É fato que a maturidade não se consolida em apenas um, dois dias, uma semana ou um mês. Leva tempo, preparação, entrega. Esta é uma recompensa para quem se permite viver uma série de etapas, no campo intelectual, profissional, ou mesmo no relacionamento com as pessoas. A verdade é que o amadurecimento é resultado de experiências, erros, acertos, renúncias, aprendizados... É como um atleta que, antes, se prepara durante meses e anos, pra vencer um campeonato.. São raríssimas as conquistas que se consolidam da noite para o dia. Uma pessoa bem-sucedida provavelmente pagou um alto preço pra isso... Talvez, por causa da correria do dia a dia, você não tenha se dado conta que todo mundo, cada um na sua realidade, enfrenta uma grande batalha para conquistar seus objetivos. As batalhas podem ser práticas ou até mesmo interiores, como traumas vividos em alguma época da vida, problemas na família, dificuldade financeira, ou um problema de saúde... A verdade é que não conhecemos o que as pessoas passaram na vida até alcançarem seus objetivos; Não conhecemos os sonhos que elas carregam. Muitas, apesar dos seus gigantes, não desistiram, persistiram, conseguiram com fé e determinação romper as limitações, tiveram ideias criativas, e hoje se destacam de alguma maneira. Outras, levaram um longo período trabalhando num projeto, num produto, colocaram em prática o conhecimento, receberam críticas, e continuam em busca de um lugar ao sol... São inúmeras as pessoas que passam um longo período se preparando, estudando, se atualizando... porque entendem a importância de cada processo... Quando foi a última vez que você admirou os talentos e a dedicação de outras pessoas? Você conhece quais foram os desafios que elas enfrentaram até aqui? Converse mais, admire mais, permita-se aprender mais. Toda conquista possui uma história... PENSE NISSO, MAS... PENSE AGORA.

13/08/2020 08:00 | DURAÇÃO 5:04

Hábito

Hábito O hábito é o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indução à rotina. A maioria de nós que estamos na Terra vem de incontáveis séculos nos quais viveu sem muita reflexão e nem resistência moral. Há a tendência generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles. Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria fácil viver em paz. Porque são muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas. Para assegurar o que entende ser um mínimo necessário, o homem se torna egoísta e cruel. Dando vazão ao instinto da posse, cria reflexos de egoísmo, orgulho, vaidade e medo. Caminha ao sabor das influências mundanas, suscetível à opinião alheia, aos ditames da moda e da mídia. Por não refletir detidamente sobre os propósitos superiores da existência, engana-se depois do berço para se desenganar depois do túmulo. Aprisiona-se no binômio ilusão-desilusão, no qual gasta longos séculos, começando e recomeçando a senda em que lhe cabe avançar. Não é lícito desprezar a rotina construtiva. É por ela que o ser se levanta no espaço e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida. Contudo, a evolução impõe a instituição de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de fórmulas inferiores. . Ainda hoje, no mundo, a justiça cheira a vingança e o amor tem laivos de egoísmo. Tal se dá pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas há milênios. Entretanto, a ciência da vida que jamais se esgota precisa induzir reflexões que rompam com esses automatismos infelizes. Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o próprio íntimo. Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias. A automatização de hábitos dignos, pela repetição constante, liberta da dor e da decepção. Pense nisso. Texto elaborado, com base no cap. XX do livro "Pensamento e vida", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.

12/08/2020 18:30 | DURAÇÃO 2:48

Nossos Pesos

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11/08/2020 18:25 | DURAÇÃO 3:38

Alguém Melhor

Alguém Melhor Qual foi a experiência de vida que transformou você em alguém melhor? Não responda essa pergunta agora.Espere até o final desta edição do pense nisso. * * * A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece alguém que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas direções. A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o além tumulo de um ente amado. Às vezes, é uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma. É a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros. Pode ser uma soneca no ônibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte. O que importa é olhar para essas experiências e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes. Sem pedir nada em troca, são pequenas graças plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres. Então, quando olhamos para trás e enxergamos o caminho percorrido, só nos resta agradecer, do fundo do coração, à vida, que nos faz uma versão melhor de nós mesmos. * * * Todas as forças da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevitável. Progresso da alma, que vai se tornando mais sensível, mais amorosa, mais madura. Progresso também da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decisões com mais segurança. Aproveite esses momentos de reflexão, onde você estiver, para lembrar que experiências fizeram de você alguém melhor, e se você soube ou está sabendo aprender com os acontecimentos da vida. Todos eles, julgados como bons ou maus por nós, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Espírito aprendiz. Bem, agora você pode responder a pergunta para si mesmo. Qual foi a experiência de vida que transformou você em alguém melhor? Tenha um dia de luz e não desperdice mais um dia de aprendizado. Pense nisso. (Tarde)Que a sua tarde seja abençoada e repleta de novos aprendizados. Nesta noite, não importa onde você esteja, seja uma noite de reflexões e que você possa dizer: “ O dia foi bom, mesmo não sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento”. Pense Nisso e tenha uma boa noite. Texto elaborado com base em matéria da revista Sorria nº 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li, Jéssica Martineli, Karina Sérgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola, Tissiane Vicentin e Valéria Mendonça.

10/08/2020 18:33 | DURAÇÃO 2:45

Seguir com fé

SEGUIR COM FÉ Dia 29 de agosto de 2005. Uma tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da América. Os ventos do furacão, que recebeu o nome de Katrina, atingiram 280 quilômetros por hora, e devastaram a histórica cidade de Nova Orleans. Mais de um milhão de pessoas foram evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram destruídas. Um dos furacões mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos mortos. Muitos relatos se misturam ao do senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem automóvel, cartão de crédito ou dinheiro poupado. Ouvira pelo rádio, três dias antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupação era fortemente recomendada. Mas, sem ter para onde ir, e com a esposa numa cadeira de rodas, a saída era quase impossível. O Sr. J.R. decide permanecer e enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de comida e água, a família se sentia preparada. Porém, na segunda-feira, a ruptura dos diques inundou em poucas horas aquela área, uma das regiões mais baixas de Nova Orleans. A subida rápida da água forçou J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consideráveis 1 metro e 90 centímetros não foram suficientes para evitar a tragédia. Escapando de seus braços, sua amada morre submersa. * * * Como seguir adiante depois de acontecimentos como este? Como lidar com essas tragédias do cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir? Certamente, cada um deverá encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem, mesmo que sem perceber, por um maior: a confiança em Deus. Não falamos desse deus, com d minúsculo, que criamos ao longo do tempo, à nossa imagem e semelhança. Não, esse deus está desgastado, cansado, e talvez em seus últimos dias... Referimo-nos à Inteligência Suprema, o Criador, onipresente, bom e justo. Referimo-nos ao Deus das Leis perfeitas, que não se vinga, que não é tomado pela ira em circunstância alguma, e que ama todas as Suas criaturas, não preterindo ninguém. E neste amor supremo, que ainda escapa de nossa compreensão, estão desígnios, experiências, ensinamentos que, por vezes, ainda temos dificuldades em entender. Esta inteligência está no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis permitam. Deus não Se esquece, nada deixa de lado, não privilegia. Ele nos dá o que precisamos neste ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual rumo à felicidade. Seus desígnios, por vezes ainda nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas, vislumbraremos suas razões logo adiante. Veremos que Ele apenas atendia nossa necessidade íntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho, mesmo este ainda não compreendendo Suas ações. * * * Adiante... É forçoso seguir adiante. Estagnados no agora, sem horizonte, perde-se a razão de ir, de continuar. Não esmoreças... Dá mais uma chance à vida e verás que ela e o Criador te reservam dias melhores... Confia... E segue sempre... Adiante...com fé.

08/08/2020 18:32 | DURAÇÃO 4:51

Driblando a Dor

DRIBLANDO A DOR Mais de uma vez me recordo. Na infância, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para não cumprir alguma tarefa, escutava a história outra vez. Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crianças, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo. A dor gostou do lugar e se aninhou no dedão do pé direito daquele pai de família. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita atenção para a tal da dor porque o cansaço era maior do que ela. Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e começou a se preparar para sair. Não desejando despertar as crianças e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o dedão num brinquedo esquecido no chão. Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor! Acariciou o dedo dolorido com a mão calosa e enfiou o pé no calçado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela não estava gostando nada de ficar ali, apertada. O homem, responsável, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o pé do calçado, no trajeto que fez de ônibus. Contudo, logo mais chegou ao destino. Calçou o sapato e andou. Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. Não posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim. E tudo acontecia. Ora o dedão topava na quina de um móvel, ora o sapato apertava mais, ora... A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor já não aguentava mais. E, quando ao ir para casa, o dedão topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem não sabe me tratar bem. E lá se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confortável e entrou. Um homem estava largado no sofá da sala, assistindo televisão. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no dedão do pé. Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terrível! Já providenciou uma almofada para acomodar o pé. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso. E no outro, e no outro. A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolução: Não saio mais daqui! * * * Quando a história terminava, eu já sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades. Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para não se cumprir as obrigações. Essa atitude serviu para me tornar alguém com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades. Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da história da dor. E retomava a luta. * * * A dor física é sempre sinal de que algo não está bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar auxílio médico para a adequada verificação do que seja, antes que o mal avance. No entanto, pequenos incômodos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por ausências na atividade profissional e descumprimento de suas obrigações. São desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever. Pensemos nisso e não nos permitamos entregar por pequenas coisas. Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas questões físicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades orgânicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar. Pensemos nisso. Texto elaborado com base na obra de Og Mandino

07/08/2020 09:00 | DURAÇÃO 5:01

A Vida, Coragem, Beleza, Magia e Romantismo

A vida: coragem, beleza, magia e romantismo. “A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.” Com essa pequena citação de um dos maiores clássicos da literatura brasileira; Grande Sertão Veredas de Guimarães Rosa, damos início com a mensagem do Pense Nisso de hoje. Sempre me pego pensando sobre o sentido da vida. Pergunto-me se cumprimos um destino ou se fazemos o nosso próprio destino, se há um sentido maior para tudo que fazemos ou se estamos apenas flutuando na brisa, se a vida vale à pena ou se é uma causa perdida. Estamos sempre com pressa, correndo aqui e acolá, em tentativas desesperadas de encontrar um lugar para nos encaixar, de sermos mais amados, de prolongar os instantes de eternidade que escoam pelas nossas mãos. A complexidade da vida não permite que consigamos defini-la em um único sentido, já que somos precários e finitos, de tal modo que nunca conseguiremos ter a totalidade do que a define. Assim como, nunca estivemos do outro lado para saber o que de fato na espera. Dessa maneira, a única certeza que possuímos é que estamos vivos e que enquanto estamos vivos, devemos impor à vida, que por ora possuímos, a grandeza que ela necessita. Se devemos ter uma vida grandiosa, consequentemente, algo, a meu ver, nós podemos concluir: a vida não é uma causa perdida. Por mais que na maior parte do tempo encontremos um mundo duro e seco, que vai aos poucos minando o nosso interesse e, sobretudo, a nossa capacidade de sentir; a vida está cheia de belezas e magia. O grande problema é que estamos sempre ocupados demais para perceber as alegrias que a vida nos proporciona. Possuímos uma cegueira seletiva, a qual não nos permite enxergar o que é essencial na vida. As nossas vidas burocráticas e automatizadas retiram a sensibilidade e a poesia que possibilitam o olhar lúdico sobre as coisas e que nos permite reparar nos pequenos prazeres da vida, os quais escondem a verdadeira beleza e felicidades que esta possui. Por que uma criança fica encantada com a chuva, com uma flor ou com um pássaro? Por que as crianças se divertem fazendo desenhos ou comendo um biscoito? Porque em tudo isso há beleza, no entanto, conforme vamos “crescendo”, vamos deixando a criança que há em nós morrer e, assim, deixamos de enxergar o mundo de forma poética, isto é, com o coração, para tão somente vê-lo com os olhos. É por esse motivo que Saint-Exupéry dedicou “O Pequeno Príncipe” à criança que seu amigo Léon Werth foi um dia, já que para enxergar o que há de belo no mundo, deve-se necessariamente se olhar com o coração. Até mesmo para aqueles que somos gestores, e vivemos o competetivo mundo corporativo, devemos colocar o encantamento, a paixão, o romantismo para que de fato, consigamos melhores resultados financeiros. O olhar poético não torna o mundo mais belo por ser mais ingênuo, e sim por ser mais lúcido, uma vez que percebe todas as tristezas que retiram nossa potência e nossa vontade de viver, bem como, enxerga as verdadeiras belezas da vida, desvinculadas das mentiras disfarçadas de felicidade que nós adultos compramos para preencher o nosso vazio. Sendo assim, é preciso coragem para ser criança e explorar a vida, com curiosidade para descobrir o que ela esconde, permitindo-se estar sem a padronização da vida adulta, apenas brincando de forma distraída, já que como bem atenta Guimarães Rosa: “Alegria só em raros momentos de distração”. Até que o ciclo se encerre e os sinos toquem, a vida é como uma noite fria puxando o nosso cobertor, cheia de dor e penúria. É o abismo que olha profundamente nossos olhos numa tentativa de sedução. É tristeza, porque há tanto para se fazer em apenas uma vida. Todavia, a vida é também um desafio que está repleto de alegria. É a aurora que vem sobre as colinas toda manhã, é o canto dos pássaros, é o cheiro da chuva, é a conversa gostosa, é o abraço apertado, é o riso demorado. Até a morte a vida pode não ter um sentido maior, mas ela não é uma causa perdida, porque o que é essencial está a nossa espera em raros momentos de distração se estivermos atentos observando com os olhos poéticos do coração. Até que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou até a morte, a vida é cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do poço, que tornam nosso coração tão seco e quebradiço que perdemos a capacidade de sentir. Mas é também uma experiência maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possuímos. Até a morte a vida é sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instrução, mas, como dito, para quem sabe prestar atenção, ela está repleta de alegria e é isso que a torna bela e grande. Assim, a grandeza da vida consiste em ter a coragem de nunca deixar a criança que existe em nós morrer para que sempre consigamos ter poesia nos olhos e enxergar as felicidades, pois lembrando mais uma vez Guimarães Rosa: “A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.” Texto elaborado com citação do livro “Grande Sertão: Veredas” de Guimarães Ros. Base no artigo de Erick Morães, “A Vida precisa é de Coragem”.

06/08/2020 18:38 | DURAÇÃO 6:43

Depreciação

Um texto, que pode não ser tão novo, está circulando pela internet e sendo compartilhado aos montes. Nele, uma mulher bonita envia uma carta para uma central de relacionamentos em busca de um homem milionário. O anuncio da jovem diz assim: “Olá! Antes de começar, posso afirmar que sou uma pessoa muito bonita (eu diria linda, de verdade), 25 anos, bem educada e eu tenho classe. Quero me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Existe algum homem assim aí, que ganhe US$ 500.000 ou mais? Quem sabe a esposa de alguém que ganhe acima desse valor pudesse me dar alguns conselhos. Eu estive envolvida com homens que ganhavam até US$ 250 mil. E US$ 250 mil não vai me fazer morar no Central Park West. Conheci uma mulher, na minha classe de yoga, que se casou com um banqueiro e hoje ela vive em Tribeca. E ela não é tão bonita ou inteligente quanto eu. Então, o que ela tem que eu não tenho? Como posso chegar ao nível dela? Rafaela S.” A resposta veio rapidamente, com uma surpresa. Quem respondeu o anúncio foi, na verdade, um milionário interessado, mas provavelmente não do jeito que a jovem esperava. Com muita ousadia, o homem usou seu conhecimento nos negócios para oferecer a jovem um contrato, que segundo ele, seria bom para ambos. Veja a carta enviada pelo milionário: “Olá, querida Rafaela. Eu li sua carta com grande interesse, pensei cuidadosamente em seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiro, eu não posso ficar perdendo tempo, já que eu trabalho bastante e ganho mais de US$ 500 mil por ano. Dito isto, considero os fatos da seguinte forma: O que você oferece, visto da perspectiva de um homem como você quer, é simplesmente um péssimo negócio. Aqui está o motivo: Deixando de lado rodeios, o que propomos é um negócio simples: você coloca sua beleza física e eu coloco o dinheiro. Proposta clara, sem recessos. No entanto, há um problema. Certamente, sua beleza vai desaparecer e, um dia, isso vai acabar e, muito provavelmente, o meu dinheiro vai continuar crescendo. Assim, em termos econômicos, você é um ativo que sofre depreciação e eu sou um ativo que paga dividendos. Esclarecendo ainda mais, você tem hoje 25 anos e vai continuar a ser bonita durante os próximos 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano e, de repente, quando for você comparar com uma foto de hoje, verás que já não estas tão bela. Isto significa que agora você está “up” no momento ideal para ser vendida, não para ser comprada. Usando a linguagem de Wall Street, agora você está em “posição de negociação” (posição para comercializar), não de “buy and hold” (comprar e manter), que é o que você está oferecendo. Portanto, ainda em termos comerciais, o casamento (que para você é um “comprar e manter”) não é um bom negócio a médio e longo prazo, mas o aluguel pode ser comercialmente, um negocio razoável para nós dois discutirmos. Acho que, por auto certificar como “bem educada, elegante e maravilhosamente bonita”, gostaria de ser um provável futuro locatário dessa “máquina”. Porém, como é uma prática comum nos negócios, gostaria também de fazer um teste ou como você preferir um “test drive …” para concretizar o negócio. Em suma: Já que seu negócio pode ter uma desvalorização crescente, então, eu sugiro alugá-la no momento em que o material está em bom uso. Espero notícias suas. Me despeço cordialmente. Atenciosamente: Um milionário” Caros ouvintes, o relato que acabamos de ouvir, nos convida para uma reflexão mais profunda sobre a auto depreciação. Será isso uma vida boa? Vale a pena trocar a tranquilidade de uma vida simples pelo conforto que custa a paz íntima? Será esse o nosso ideal de vida? Valerá a pena? Certamente que não. Não há riqueza que possa pagar por sentimentos reais, pelas pequenas alegrias da família. Não. A felicidade, definitivamente, não está no dinheiro. Ela está, gloriosa, na consciência tranquila, nos pequenos prazeres que são fruto do amor, numa vida feita de trabalho e de sonhos. Pense nisso.

05/08/2020 09:00 | DURAÇÃO 5:08

Pesos e Medidas

Pesos e medidas Segundo os dicionários, justiça quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que é seu. Todavia, nós que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justiça, se analisarmos profundamente, não estamos verdadeiramente com sede de justiça, no real sentido do termo. No convívio diário, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta. O trato com as pessoas que nos rodeiam é diferenciado conforme a posição social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida. Se nos dirigimos à serviçal que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e atenção distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, são mais importantes. Se a pessoa que nos procura está vestida com trajes elegantes, mesmo que não saibamos de quem se trate, a nossa deferência é imediata. Mas, se está envolta de farrapos, bem diferente é a nossa atenção. Outro exemplo, é quando nosso veículo começa a demonstrar sinais de que em breve terá o motor fundido. Qual a primeira idéia que nos vem à mente? Se fôssemos pessoas justas, certamente faríamos uma boa revisão reparando os danos e, ao ofertá-lo a alguém, no caso de venda, falaríamos a verdade ao comprador. Mas o que normalmente ocorre é a idéia de passá-lo adiante o mais rápido possível. E quem comprá-lo que fique com o prejuízo. E pensamos:” me dei bem, sou muito esperto.” Mas nos achamos pessoas justas. Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como pôde alguém nos vender um veículo prestes a fundir o motor? Que injustiça! Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos públicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justiça. Mas, quantos de nós compramos atestados falsos para ludibriar o patrão e receber o salário integral? No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do já confuso transito. Usamos, nos vários momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais são as nossas verdadeiras intenções. Assim, podemos nos perguntar: Será que temos mesmo sede de justiça? Ou será que nos pesos e medidas só temos pensado em nós mesmos? A justiça Divina é real e se cumprirá quando efetivamente tivermos sede de justiça, usando um único peso e uma única medida, com imparcialidade. * * * Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos dúvidas quanto ao procedimento que devamos adotar com alguém, que nos coloquemos no lugar desse alguém e façamos exatamente o que desejaríamos que nos fosse feito. Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para nós mesmos. Pensemos nisso!

04/08/2020 18:54 | DURAÇÃO 3:48

Os 13 Passos Para o Bem

OS 13 PASSOS PARA O BEM Caros ouvintes do pense nisso; Durante a nossa existência deparamos com vários manuais e livros de auto-ajuda , que nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir 13 passos para o bem. Não é fácil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver: 1- por mais que lhe falem da tristeza . . . . . . Prossiga sorrindo ! 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . . . . . Prossiga perdoando ! 3- por mais que lhe tragam decepções . . . . . . Prossiga confiando ! 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . . . . . Prossiga apostando na vitória ! 5- por mais que lhe apontem erros . . . . . . Prossiga com os seus acertos ! 6- por mais que discursem sobre a ingratidão . . . . . . Prossiga ajudando ! 7- por mais que noticiem a miséria . . . . . . Prossiga crendo na prosperidade ! 8- por mais que lhe mostrem destruições . . . . . . Prossiga na construção ! 9- por mais que acenem doenças . . . . . . Prossiga vibrando saúde ! 10- por mais que exibam ignorância . . . . . . Prossiga exercitando sua inteligência ! 11- por mais que o assustem com a velhice . . . . . . Prossiga sentindo-se jovem ! 12- por mais que plantem o mal . . . . . . Prossiga semeando o bem ! 13- por mais que contem mentiras . . . . . . Prossiga na sua verdade ! Por mais difícil que lhe pareçam essas 13 tarefas . . . . . . Prossiga acreditando na capacidade que deus lhe deu para cumprí-las ! Pense nisso, e construa uma vida melhor pra você e para a sua família.

03/08/2020 09:00 | DURAÇÃO 2:29

Deserto Florido

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01/08/2020 14:30 | DURAÇÃO 4:29

Servidores da Humanidade

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31/07/2020 18:17 | DURAÇÃO 4:41

Síndrome do Elefante Preso

Síndrome do Elefante Preso Você já pensou porque o elefante, um animal enorme, fica preso a uma corda frágil que, com poucos esforços ele arrebentaria? Isso ocorre porque o homem usa um meio eficaz de submetê-lo, quando o elefante ainda é um bebê e desconhece a força que tem. Preso a uma corda, o bebê elefante tenta escapar. Faz esforços, se debate, se machuca, mas não consegue arrebentar as amarras. A cena se repete por alguns anos. As tentativas de libertar-se são inúteis. O elefante desiste. Vencido pelas amarras, ele acredita que todos os seus esforços serão inúteis, para sempre. Assim é que, depois de adulto, o gigante fica preso a uma fina corda que ele poderia romper com esforços insignificantes. Fazendo um paralelo com o ser humano, poderíamos indagar: Por que um ser tão grandioso, com tantos talentos, se deixa vencer por amarras tão sutis e sem fundamento? São cordas invisíveis que vão imobilizando um gigante e, por fim, ele se conforma e se submete, sem questionamentos. Desde a tenra idade até a adolescência somos amarrados com cordas ou correntes - conceitos, doutrinas, costumes, escala social, ensinamentos de obediência, subordinação - e crescemos carregando estas fictícias amarras na mente e não importa a cultura ou o país em que se vive. E mais, tudo isso em nome da tradição e do bem-estar social! Quem não segue a tradição é considerado um desajustado! Se teimar em continuar a desobedecer é tido como subversivo - em relação a governos -, herege - em relação a igrejas -, ou um louco ou demente -, pela sociedade. Fugir do padrão imposto incomoda aos líderes; pais, governantes e religiosos, ninguém gosta de ser desobedecido e adoram impor normas! Claro, quando somos pequenos é necessário que alguém cuide de nós, nos eduque, nos proteja, nos encaminhe para a vida, porém, toda esta didática emprega o medo! Desde a mais inocente história nos contada tem fundo de submissão; o Bicho papão, a Cuca vem pegar, Saci-Pererê, Mula sem cabeça, o medo do escuro, a religião dominante onde se reside é que a correta, o pecado, Deus castiga... Todos elogiam e gostam de pessoas humildes, mas poucos desejam possuir esta “virtude”. Entretanto, os costumes mudam, mesmo sem a anuência dos que tentam manter as rédeas de tudo. Surgem novas religiões, novos meios de comunicações, o saber se espalha via livros, jornais, rádios, televisão, internet, a ciência desmente boa parte de mitos e lendas, e, mesmo assim, muitos ainda continuam presos às correntes fictícias que os aprisionam a vida inteira. Surge nova safra dos donos do poder entupindo-nos e massacrando-nos de “verdades” e conceitos, e, tudo volta a ser como antes, mas com uma nova metodologia de se fazer a mesma coisa: obedecer, submissão! Todos pregam a liberdade, mas para propagar livremente sua causa, criticam ou rebaixam outras doutrinas ou qualquer outro estilo de pensamento para se sentiram por cima, mas se está no mesmo lugar, pois foi o outro que foi rebaixo e não a sua organização que subiu. Não é por ter mais torcedores que um time de futebol é o melhor time ou sempre é o campeão. Portanto, ter ou pertencer à maioria não significa possuir a “verdade”. Ser livre é não pertencer a nenhuma causa, mas ter a sua própria causa, é ter conhecimento de todas para não ser engessado, criar sua própria base de ensinamentos para orientar-se na vida. Quem pertence a uma determinada causa não é livre o bastante para falar em liberdade, a causa o torna preso a determinados conceitos, sua visão é míope e distorcida para poder opinar sem paixões sobre outros assuntos. Jamais devemos nos ater a um só princípio ou causa. Quanto mais se sabe sobre outras coisas melhor entendemos e respeitamos nossos semelhantes. Devemos sempre dar uma peneirada em tudo que nos falam e ensinam e toda doutrina tem seu ponto fraco, então, exclua-os, assim, sempre se terá a parte mais benéfica e saudável, e se cria por si só um compêndio de boas coisas. Sempre veja os dois lados de tudo. * * Você é um ser especial. Seu destino lhe pertence. Não se permita prender pelas cordas invisíveis que outras mentes desejam impor a você. Você tem um sol interior e sua força é muito maior do que possa imaginar. Rompa com todas as amarras e busque as alturas... Você é filho da luz e herdeiro das estrelas. Pense Nisso, mas pense agora.

30/07/2020 08:00 | DURAÇÃO 5:59

Como se pode definir a saudade?

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29/07/2020 08:00 | DURAÇÃO 4:35