Pense Nisso | Centro América FM Cuiabá - Easy | Cadena

Episódios

Haverá sempre um amanhã

HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ Por mais que os abismos sejam fundos, sobre eles sempre haverá um firmamento; não te desorientes se muitos são os gritos: um dia far-se-á de novo silêncio e conseguirás refletir melhor; também não te afoites se o silêncio perdura; quando chegar sua vez, a palavras surgirão de novo e entenderás a mensagem que te trarão... Não temas a escuridão que se faz quando passam nuvens de corvos, eles terão de sair do céu ou terão de descer à terra e o sol voltará radioso a brilhar... Não penses que a mentira dominará de todo: ela mentirá até mesmo sobre si própria, e seu descrédito tornará indispensável que a verdade volte a ser reconhecida... Nenhuma escuridão, por mais densa que seja, conseguirá apagar a luz do vaga-lume; não te entristeças se sentes frio: sempre encontrarás a mão amiga na qual aquecerás as tuas que, assim, não se enregelarão... Não receies o tropel dos animais: um dia, e não está longe este dia, ouvirás de novo a maciez de pés descalços pisando sobre a relva... A chuva voltará a cair e o verde voltará ser verde, por isto tua sede será aplacada um dia, podes esperá-lo confiante... Não temas sequer a morte: ainda não se descobriu um cemitério de almas, já que estas vivem para sempre... Não penses que o infinito não te fale: talvez ele esteja atento a ouvir-te e não queira perder uma só de tuas palavras... Não penses que estás irremediavelmente condenado: o perdão existe exatamente para quem erra, mas que deseja voltar ao caminho, Se teus pés fraquejam, busca quem te auxilie: reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar... Não chores de amargura se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo: Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações. Nelas, você e eu descansamos. Redação do Pense Nisso. Em 02.8.2015.

14/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:16

Tempo e oportunidade

Tempo e oportunidade Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida. * * * O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. * * * Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso. Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo, ano 1998. Em 24.5.2013.

12/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:22

Fugindo da verdade

Fugindo da Verdade A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19. Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia. A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!" A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo. Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ” A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa. Elas se despiram e começaram a tomar banho. De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge. A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta. O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva. A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha. Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua." Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.” Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos. Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”. A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva. O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade. E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira. Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida. Pense nisso, mas pense agora. Redação do Pense Nisso. Em 03.12.2018.

11/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:49

Nova visão

NOVA VISÃO Era uma manhã de um dia de semana, desses de céu aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho. Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos últimos lugares, bem ao fundo. Ali se pôs a fazer sua oração cheia de vida. Ouviu, então, em meio ao silêncio, uma voz de alguém, cuja presença não tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa. Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez: Venha ver a rosa. Embora sem entender, ele se dirigiu até a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa. Parou e começou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa. Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita. Mas o homem não se conformou e tornou a dizer: Não, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa. Diante da insistência, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite? Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as próprias resistências, e se sentou ao lado do homem. Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho. De fato, era um espetáculo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele ângulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-íris. Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-íris. E o trabalhador, extasiado, exclamou: É a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-íris. Mas, se eu não tivesse me sentado onde estou, se não tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espetáculo tão maravilhoso. * * * É preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso. O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo. Há uma rosa escondida em toda pessoa, que não estamos sendo capazes de enxergar. Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver as rosas do outro, de um ângulo diverso. Realizemos essa experiência, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para nós, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores. Pense nisso e rompa com os preconceitos e rótulos. COMPARTILHE Compartilhar via WhatsApp Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter

10/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:34

Envelheça bem

Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos, que assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali, naquela idade. Rindo, ela respondeu: “Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.” “Eu falo sério”, disse seu jovem colega. “Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.” Gentilmente respondeu: “Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.” Os anos passaram e durante o curso, ela se fez muito popular na Universidade, fazia amizades onde quer que fosse e todos gostava muito dela. Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcou muito aquele jovem, que foram: “Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar. Há alguns segredos para manter-se jovem: ser feliz e triunfar. Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias. Temos que ter um ideal. Porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer. **************************** Só envelhece quem deixa de viver a vida. Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. O envelhecer é a mera passagem de tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós. Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo. O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferece. É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações, é a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento podemos viver livres, fleumáticos, e sem medos. Muitas das vezes o medo de envelhecer nos impedem de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade. As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares. E como o poeta José Saramago deixou no texto Quantos anos tenho?: Isso a quem importa! Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto. Não importa a idade que esteja seja cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre se com o seu amadurecimento e viva intensamente. Redação Centro América Fm: Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de envelhecer Quantos anos tenho? - José Saramago

09/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:33

Cidadania e respeito ao próximo

Cidadania e respeito ao próximo Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas? Clara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas. Todos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava. Há poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto. Mas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção. Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada. Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos! E, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto... Ela pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte! Ela continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal. * * * Muito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado. Falar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente. Mas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos. Em um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos. Temos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho. * * * E você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres? Como você se comporta diariamente? Reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam. Pense Nisso… Mas… pense agora. Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21

08/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:14

Profecias

PROFECIAS Ninguém é tão ingênuo a ponto de achar que o mundo seja um paraíso. Ninguém é tão tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas. Às vezes, porém, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a tragédia esteja à espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar. Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente alguém mais esperto chegará primeiro e ocupará o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: “Que desgraça estará por me acontecer, para que a vida esteja já me consolando por antecipação?...” Para alguém assim, negativo, todas as pessoas são falsas e traiçoeiras; todas as manifestações de bondade são disfarces para intenções secretas e perversas; toda a felicidade, prenúncio de uma desgraça inevitável. E o pior é que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperança, também as previsões sombrias tendem a atrair os meios necessários à sua materialização. Não foi pensando em desgraças que o homem inventou o avião, tampouco mentalizando tragédias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador. Quem se permite visualizar o que é positivo e ocupar a mente com o que é bom acaba atraindo condições de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prevê sempre o pior e só consegue enxergar o que existe de ruim – esse está, estúpida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua própria infelicidade... Redação do Pense Nisso. Em 23.08.2013.

07/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:03

Casar e morar junto

CASAR E MORAR JUNTO O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção! Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama… Vocês podem ter se casado – mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir “A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a “pira” dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada. Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos. É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano. Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento. A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade. Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro. Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga. Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta. Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante... O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem. E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se. E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências. Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências. Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção. Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram. Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos. Redação do Pense Nisso 16.4..2015.

04/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 6:05

Os invisíveis

OS INVISIVEIS Você acredita no invisível? Há aqueles que afirmam depositar sua confiança somente naquilo que enxergam os olhos, que as mãos tocam e que ouvem os ouvidos. Todavia, são irrefutáveis as provas científicas de que há uma gama de seres em nosso entorno, invisível aos nossos olhos e sentidos primários mas que, em relação constante conosco, exerce pleno exercício de influenciação sobre o nosso cotidiano. Tal é o caso, por exemplo, do universo microscópico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, são responsáveis por uma série de reações bioquímicas em nosso organismo. A verdade é que o invisível existe. Todavia, se aperfeiçoarmos nosso olhar, ele pode tornar-se visível. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem... * * * Somos todos invisíveis. Nossa presença não faz diferença para ninguém, apenas para aqueles que passam por nós e sentem medo ou raiva. Acham que todos somos ociosos, mas estão enganados. Eu sou um homem de bem, de família, estou aqui de passagem. Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso periódico de circulação nacional, por um homem que vive nas ruas há dois anos, em mendicância. Por vergonha, ele preferiu não se identificar. Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da família e até mesmo do poder público. São os invisíveis sociais. São moradores de rua, catadores de papel. São garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros. Irmãos nossos, espíritos em evolução, seres humanos com histórias de vida, sentimentos, fragilidades, aspirações, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, são simplesmente ignorados, como se não existissem. Durante seu doutorado, como parte do estágio de uma das disciplinas que cursava, o psicólogo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de São Paulo. Em sua experiência, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, não conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso. Isto não significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psicólogo. Era pior: simplesmente eu não estava lá. As pessoas não me viam, não olhavam para mim. Era como não ser. * * * Você acredita no invisível? Acredita que existem milhões de pessoas, em todo o mundo, que são invisíveis? Um bom dia, um sorriso, um aperto de mão, um olá, tudo bem? são formas de materializá-las e torná-las tangíveis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e egoísmo. Pensemos nisso . Redação do Pense Nisso, com base em reportagem do site http://g1.globo.com e experiência relatada no http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos acessados em 4.11.2015. Em 07.3.2016.

03/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:20

COMO DEFINIR A SAUDADE

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02/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:59

A felicidade e a riqueza

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01/11/2022 06:30 | DURAÇÃO 5:23

Não fuja de você

Muitas das vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho, e neste momento começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessa e então: Fugimos de nós mesmo. Deixamos de ser aquele Eu cheio de sonhos, cheios de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas, ou fazendo o nosso trabalho apenas por fazer, nada nos interessa, nada nos empolga. Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos. Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E quando isso acontecer, tenha Paciência! Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a diligência, a disciplina e tantas outras virtudes que, só o tempo e a paciência, pode nos oferecer. Viver bons momentos é fácil, tudo se torna agradável, nos sentimos confiantes.  Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a sua vontade. Lembremo-nos sempre de que na Terra não vivemos apenas de momentos bons nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir, apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida, reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembrando-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo. Tudo passa. E assim vamos evoluindo, um pouco a cada dia, e no final da jornada veremos a recompensa das nossas batalhas, e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência. Pense Nisso, mas pense agora. Redação Centro América Fm: Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Não se deixe desestimular

31/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:36

Leve vantagem você também

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29/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:01

Feito revoada

FEITO REVOADA Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos? As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres; A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida. A árvore nunca foi tão exuberante. Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo. Outro belíssimo espetáculo de se ver. Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam... Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação. Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos. A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta. Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore. * * * Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo. As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente. Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana... E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia. Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços. Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos... É de se compreender a tristeza da árvore. Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas. São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim. Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos? A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas. Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ... Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação. Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista. Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram. Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante... Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade... Façamos isso, todos os dias... Pense nisso, mas… pense agora! (*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.

28/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 5:09

O mundo das mulheres

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27/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:55

Colaboração

Colaboração Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos. O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo. As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas. A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel... Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias. É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua. São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida... Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar. Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins. É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam. Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave. Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual. Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade. * * * A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós. Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade. Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa. Pense Nisso, Mas... pense agora! (*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. COMPARTILHE Compartilhar via WhatsApp Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter

26/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:35

A arte de envelhecer

A ARTE DE ENVELHECER Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada. Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos. Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço. Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias. Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer. Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense. Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso. Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia. Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio! Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha. Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo. Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes. O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir. * * * Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos. Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter. Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás. Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde. Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros. Que belas lições! Pensemos a respeito. Redação do Pense Nisso, com base em dados biográficos de Cora Coralina. Em 16.6.2019.

25/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 5:01

Música - A voz do mundo

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24/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:57

Questão de escolha

QUESTÃO DE ESCOLHA Você já se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclamações? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcionário, da mercadoria, do restaurante, do serviço público, da crise, da concorrência, do governo. Naturalmente, a época é de conscientização e as pessoas estão sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidadão, do ser humano. Cobrar direitos está correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. Contudo, em síntese, todas as reclamações devem ser feitas primeiro a nós mesmos. Sim, porque fomos nós que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. Com relação aos que nos governam consideremos que, se eles não estão agindo como esperávamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. Ao utilizarmos o nosso direito de cidadão, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emoção do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? Será que se tivéssemos mais atenção, examinado a vida do candidato como cidadão, profissional e político, teríamos votado nele? E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esforço, com criatividade. Os grandes descobridores não se deixaram abater pela crise econômica, pela ironia dos seus pares, pela descrença das suas épocas ou pelas perseguições da ignorância. Acreditaram em si, nas suas idéias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. Concorrência? Que bom que existe. Deve nos servir de estímulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atendê-lo, para lhe oferecer o melhor produto. Equipe irresponsável? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos nós. Nós contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. Eles são nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organização, se tornam relapsos. Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas mãos. Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida só tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente. Pense nisso “O amor que você quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de você.” O diálogo, base de toda a convivência, também depende de você. O caminho para a renovação depende de você. A realização que você julga especial depende de você. A organização que tanto apregoa depende de você. Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo é uma questão de escolha. E essa escolha depende unicamente de você.” Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro: “A Revolução dos Campeões”, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida é conseqüência do que você é.

22/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:30

Solidão virtual

SOLIDÃO VIRTUAL Houve um tempo onde só podíamos conversar com alguém se estivéssemos fisicamente próximos. Nessa época, havia uma única possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, horários para se reunir, para se conhecer. E se não estivéssemos com alguém, se não houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solidão. O sentir-se sozinho não era, muitas vezes, uma opção, mas uma contingência, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma opção de um relacionamento familiar ou social. Porém, desde os fins do século XX, a tecnologia vem transformando nossas relações sociais. Avançando em uma velocidade difícil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes. Desde então, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emoções. Passamos a ter a possibilidade de conversar, trocar mensagens, vídeos, fotos, não importando o local, o horário, a distância, conectando-nos todos a tudo. Passamos a resgatar amizades que se perderam no tempo, a reencontrar familiares que a distância afastou e refazer relacionamentos que se perderam pelos caminhos. E ainda, são inúmeros os sites de relacionamento que permitem, não só o reencontro, mas o fazer novas amizades, iniciar novos amores, outros colegas. Agregamo-nos virtualmente pelo estilo de vida, pelos valores, pelas atividades de lazer, pelo gosto musical. Passamos a ter centenas ou até milhares de amigos que se agregam às nossas redes de relacionamento, que nos seguem virtualmente. Passamos a estar cercados, envolvidos com muitas pessoas, o tempo todo. Poderia se pensar que jamais alguém, agregado nessa rede virtual, poderia se queixar de solidão. Somos tantos, vinculados a tantos outros, que já não haveria espaço para a solidão. Porém, a alma humana ainda é a mesma. E a tecnologia que nos cerca externamente, nada preenche intimamente. Somos inúmeros os agregados aos sites e às redes de relacionamento, contudo, tão poucos aqueles que cultivamos afeições que nos preencham as necessidades íntimas. Passamos a viver e conviver com a solidão virtual. Essa dos que tanto têm virtualmente, mas nada se preocupam em cultivar realmente. A solidão somente desaparece quando passa a ser substituída pela preocupação com o próximo, pela dedicação ao semelhante, pelo importar-se com o outro. Assim, não será a tecnologia que nos afastará da solidão. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque não vivenciamos os valores da solidariedade, da compaixão, da fraternidade. E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofereça, jamais eliminará a solidão de dentro de nós. Poderá, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes Sociais. Porém, para preencher as necessidades de nosso coração, para que nele não haja mais espaço para a solidão, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode até se iniciar no mundo virtual, mas terá que inevitavelmente, migrar para a realidade das ações de nosso coração. Redação do Pense Nisso. Em 12.05.2014.

21/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:37

Amigos

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20/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:11

No reino das borboletas

À beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crepúsculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequenas lagartas, confusas: Não temam! Sou sua irmã de raça! Venho para lhes trazer esperança. Nem sempre permanecerão coladas às ervas do pântano! Tenham calma, fortaleza e paciência. Esforcem-se para não sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem. Esperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordarão com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar... Então, não mais se arrastarão, presas ao solo úmido e triste. Adquirirão preciosa visão da vida, pois poderão subir muito alto e seu alimento será o néctar das flores... Viajarão deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma! Observarão o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destrói, e verão a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem. Enquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclamações admiradas: Ah, não posso crer no que vejo! Que misteriosa criatura! Será uma fada milagrosa? Nada possui de comum conosco... Irradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou: Não se iludam! Não sou uma fada celeste! Minhas asas são parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva. Ontem, eu vivia com vocês; amanhã viverão comigo! Flutuarão no imenso espaço, em voos sublimes em plena luz. Libertas do lodaçal, se elevarão felizes. Conhecerão a beleza das copas floridas e o saboroso néctar das pétalas perfumadas. Contemplarão a altura e a amplitude do firmamento... Logo após, lançando carinhoso olhar à família alvoroçada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul. Nisso, chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os comentários empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada: Calem-se e escutem! Tudo isso é insensatez, mentiras, divagações... Não nos iludamos! Nunca teremos asas! Ninguém deve filosofar... Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos práticas, no imediatismo da própria vida. Esqueçam-se de pretensos seres alados que não existem. Precisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais... As lagartas calaram-se, desencantadas. Caiu a noite e, em meio à sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente imóvel. As irmãs, preocupadas, observavam curiosas o fenômeno... Depois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar... * * * À semelhança da formosa borboleta que desceu às faixas escuras onde rastejavam suas irmãs lagartas, um dia a Humanidade também recebeu a visita de sublime anjo, que veio trazer consolo e esperança. Falou da vida estuante, além do casulo físico. E para provar que o que dizia é realidade, Ele próprio, após desvencilhar-se do corpo físico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes. Subiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensidão azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galiléia... E, mais de dois milênios depois, ainda existem aqueles que preferem acreditar que o que precisamos fazer é comer, comer, dormir e esperar o nada... Nada mais... Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei. Pense Nisso. Redação do Pense Nisso, com base no cap. 29 do livro Contos e apólogos, pelo Espírito Irmão X, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb. Em 26.06.2012.

19/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:55

Atitudes

É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática: A atitude A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito, e uma intenção. Às vezes é difícil, há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tanto os nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro. São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino. E somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente porque o amanhã não saberemos se vai existir e caso ele exista não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje, perdoa hoje, abraçar seu filho, tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã a Deus proverá... Não seja daquelas pessoas que não tomam iniciativa para progredir, e ficam sentados esperando que algo bom aconteça em sua vida para enfim progredir, e caso não acontece reclama que a vida é injusta. O mundo não se importa com os seus problemas, todos estão imersos nos seus próprios infortúnios, então não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes. Levante, corre atrás saia das suas comodidades. Se a razão aponta uma necessidade, avalie os seus anseios e não se negue a modificar velhas atitudes e antigas opiniões, porque apenas os sábios amadurecem com a vida. Todas as nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizemos para alcançar os nossos propósitos, e todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro. Mantenha o coração aberto e alimenta – o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor, para uma reconstrução pessoal melhor, e assim a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter. A Felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A Simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude. Pense nisso...Mas pense agora. Redação Centro América Fm: Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de agir.

18/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:46

Superstições

SUPERTIÇÕES O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer? Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal? É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância. É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos. Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer. Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança. Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios. Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo? Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo. Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se. Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida. As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito. Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade. Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião. Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir? Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos? Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”. Pense nisso e libertar-se. Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade. Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires. Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos do filosofo inglês Bertrand Russel. Em 07.01.2014

15/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:11

Brinquedo quebrado, criança feliz

BRINQUEDO QUEBRADO: CRIANÇA FELIZ Na qualidade de pais, nos preocupamos em ensinar aos filhos a cuidar dos seus pertences. Contudo, por vezes, vamos a extremos. Principalmente, quando se trata de brinquedos. Esquecemos que tudo se desgasta com o uso e brinquedos são feitos para brincar. Nunca para ficarem guardados em prateleiras e armários, intocáveis, aguardando o passar dos anos. Não são troféus, são brinquedos. A prudência e o zelo têm seu lugar. Também a experiência e a curiosidade e, grande sabedoria é saber a diferença entre uns e outras. Um jovem pai aprendeu isso quando, certo dia, após passar a tarde de verão brincando no parque e nadando na piscina do clube, seu filho de cinco anos apareceu com o corpo coberto de pintas vermelhas. A esposa pensou ser sarampo e como tinham agendado consulta com o pediatra, para o dia seguinte, não se preocuparam. Durante a consulta, os pais notaram vários hematomas nas pernas do menino. A médica os encaminhou ao hospital para exames mais detalhados. O medo invadiu o coração de pai e mãe. O diagnóstico foi púrpura trombocitopênica idiopática, uma doença que faz com que o baço destrua as plaquetas responsáveis pela coagulação do sangue. Se piorasse, o garoto poderia sangrar internamente até a morte. Só o tempo diria se ele conseguiria superar a crise. Três dias depois da internação hospitalar, o pai decidiu ir comprar um brinquedo para o filho. Sabendo do seu gosto por carros, escolheu um conversível amarelo. Ao se encaminhar para o caixa, a fim de pagá-lo, pensou que nas mãos de um garoto de cinco anos, não duraria muito. Logo, concluiu: E daí, se as portas se quebrarem e as rodas caírem? Se isso acontecer, é porque ele está vivo e saudável. O carrinho amenizou os longos dias de internação do menino. A crise foi superada. O conversível amarelo está na prateleira do quarto dele. As rodas caíram, as portas estão quebradas e o cromado todo descascado. O pai olha para o brinquedo e sorri. Nos últimos anos seu filho tem passado bem. Sua doença misteriosa se foi. E ele aprendeu que há objetos que podem ser substituídos, se necessário. Hoje, se um dos seus três filhos quebra alguma coisa ou gasta de tanto brincar, não o repreende. Prefere comemorar a sua infância. O esqueleto do que foi um lindo carrinho, o pneu careca da bicicleta, as peças perdidas do jogo, tudo isso demonstra que naquela casa vivem meninos sadios e felizes. Aquele pai aprendeu que o seu relacionamento com seus filhos e sua mulher é o que deve durar para sempre. Com pequenas perdas, por excesso de uso, ele pode muito bem conviver. * * * Aprendamos, nas lides cotidianas, a prezar mais o convívio com os seres amados, o diálogo, a sadia troca de ideias. Utilizemo-nos dos tempinhos que sobram em um e outro momento para estar um pouco mais com nossos amores. Nada há tão gratificante quanto observar uma criança crescer, dia a dia. Nada tão compensador quanto lhe observar as conquistas diárias. E, de todos os prêmios da Terra, o maior de todos será chegar ao final do dia, em casa, e ouvir uma voz gritar: Papai chegou! Mamãe chegou!, enquanto dois braços se enrolam em seu pescoço, apertando forte. Isso se chama viver em abundância. Redação do Pense Nisso, com base no artigo Infância e equilíbrio, de Elliott Van Egmond, da revista Seleções Reader’s Digest, de agosto de 2003. Em 30.3.2015.

14/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:33