Pense Nisso | Centro América FM Cuiabá - Easy | Cadena

Episódios

PROVOCAÇÕES

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22/02/2023 06:39 | DURAÇÃO 4:46

TELHA DE VIDRO

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21/02/2023 06:38 | DURAÇÃO 5:09

SER ÉTICO

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20/02/2023 06:35 | DURAÇÃO 4:15

DE VOLTA PRA CASA

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18/02/2023 06:34 | DURAÇÃO 5:03

A vaidade

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17/02/2023 15:40 | DURAÇÃO 4:07

Pato ou águia?

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16/02/2023 06:38 | DURAÇÃO 4:36

O semeador

Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho. Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso. Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar. Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar. Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família. Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora. - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador - Não esse foi eu – respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. – A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse “ a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela” colocando uma semente em minha mão continuou “seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo”. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família. Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas. ************************************ Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render – lhe, frutos, seja eles bons ou ruins. Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado. Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando. Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém. Pense Nisso, mas pense agora. Redação Centro América Fm: Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.

15/02/2023 06:37 | DURAÇÃO 5:08

Resiliência

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14/02/2023 15:37 | DURAÇÃO 4:40

O zelador da fonte

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13/02/2023 15:35 | DURAÇÃO 4:55

A sabedoria do samurai

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11/02/2023 15:34 | DURAÇÃO 2:55

Exemplos, lições e experiências

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10/02/2023 15:33 | DURAÇÃO 4:59

Vozes amigas

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09/02/2023 15:32 | DURAÇÃO 4:54

A caridade do respeito

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08/02/2023 15:56 | DURAÇÃO 5:20

Deixe o outro falar

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07/02/2023 15:55 | DURAÇÃO 5:34

Um pai em nossas vidas

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06/02/2023 15:54 | DURAÇÃO 4:57

Não venha roubar a minha solidão

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04/02/2023 15:51 | DURAÇÃO 5:25

Solidariedade entre as gerações

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03/02/2023 16:20 | DURAÇÃO 3:32

Renovação inteligente

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02/02/2023 16:18 | DURAÇÃO 4:38

As voltas que a vida dá

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01/02/2023 16:16 | DURAÇÃO 4:45

A RIQUEZA MAIOR

Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos. Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse. Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem. Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las. Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre. Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência. Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros. Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir. Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta. Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo. O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens. Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros. O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo: Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis. Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário. Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio. Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram. Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas. Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma. O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes. * * * De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento. *Esse texto, é do momento Espírita Redação Centro América Fm: Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC, de novembro/1998.

31/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:01

O silêncio que orienta

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30/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:53

Aceitação

ACEITAÇÃO Vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade. Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais? Que estamos mais limitados fisicamente? A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça. O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual? A resposta chave é: aceitação. Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz. Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres. Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado. Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir. Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência. Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação. Se alguém lhe falar que você está velho, aceite. E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém. Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida. Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz! E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.” Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela. Pense Nisso, mas pense agora. Redação do Pense Nisso Em 17.03.2017.

28/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:22

Solidão numa multidão

SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo. Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida. Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos. Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco. Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais. E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável. Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade. Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos. Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade. Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos. Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento. Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates. Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional. Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer. * * * Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar. Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão. Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações. Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. * * * A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.

27/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 6:30

O bom exemplo nasce no lar

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26/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:44

Dois mundos num mesmo mundo

Dois mundos num mesmo mundo O canal televisivo mostra bombas explodindo, mísseis sendo lançados e centenas de corpos pelo chão. Não se trata de um filme. São cenas reais e atuais. A tristeza nos envolve, num misto de compaixão e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade? A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem. Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as três largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro. Alguns motoristas, ao vê-lo, desaceleram e desviam, a fim de não matá-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante. Então, na pista da direita, um caminhão estaciona, o motorista salta rápido e, num único e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu veículo. Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela não o consegue retirar. Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas. Com extremo cuidado resgatam o filhote que, tão logo se vê liberto, corre para a mãe que o acaricia com sua tromba. E, numa cena comovente, o bebê elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome. Em outro local, gélido, diferente resgate ocorre. Vários homens se esmeram para retirar de águas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, até que demonstre possibilidade de se movimentar. E, antes que se erga nas próprias patas, recebe um caloroso abraço de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irmão, você está salvo! E, quando as notícias começam a tecer o panorama nacional, uma tragédia é anunciada. Quatro pessoas de uma mesma família estão soterradas sob um edifício de quatro andares que ruiu. Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avançam, o cansaço os abraça, as forças parecem lhes faltar. Entre lágrimas, exclama um deles: Daqui não me afastarei até o resgate final. Trinta e quatro horas passadas, é resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o bebê de poucos meses. Esse apresenta problemas respiratórios e recebe massagem específica, no próprio local. Finalmente, a mãe é retirada dos escombros. Enquanto a ambulância abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente. Braços entrelaçados, cabeças baixas, eles oram, em gratidão , pelo êxito alcançado. Que religião professam? Ou mesmo, que não professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo. * * * Ante quadros tão diversos, concluímos que, no abençoado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade. Entretanto, um número bem mais expressivo já elegeu o amor como seu roteiro de vida. São esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, além do dever, convocando energias sobrehumanas. E nós? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem? Pensemos nisso. Redação do Pense Nisso. Em 15.9.2014.

25/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:36