NOTAS DO EPISÓDIO
<span style=''font-size: small;''>PENSANDO NA MORTE<br /> <br /> Nós, seres humanos, somos de raças e cores diferentes. Temos múltiplas formas de nos expressar, através da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em matéria de crença religiosa, filiamo-nos àquela que melhor nos fale ao coração.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posição social e sentimentos.<br /> Mas, se há um verdadeiro ponto comum para todos nós, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, é com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desavenças com pessoas e nações, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficará aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito além da conta, para encher cofres e contas bancárias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcançar.<br /> Para quase todos, aliás, falar em morte equivale a algo lúgubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade Média, com suas superstições e fanatismo, envolveu a morte em terríveis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerimônias macabras, tudo dava a impressão de horror e desalento em referência à morte.<br /> É hora de retornar às fontes primitivas. Com a certeza da continuação da vida, a morte passará a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixará de ser tragédia. Será, sim, o mecanismo que facilitará o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> Sigamos, pois, na sua direção, com tranquilidade e sem temor.<br /> Redação do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Espírito Joanna de<br /> Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 2.11.2012.<br /> </span><br />
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