NOTAS DO EPISÓDIO
<strong> "Crianças não lêem horóscopos!"</strong><br /> <br /> O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?<br /> É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.<br /> É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos são almas infantis. E aqui fazemos uma ressalva: quando falamos “almas infantis” não queremos dizer “crianças”.<br /> Porque as crianças não acreditam nessas superstições. <br /> Essa problemática é exclusiva dos adultos.<br /> Com isso, não me preocupo com as crianças serem supersticiosas, e sim com os adultos. Por que eles são supersticiosos e não as crianças.<br /> São os adultos que dizem que “o mundo vai acabar em 2012!”. Crianças não dizem isso, os adultos sim.<br /> Preocupo-me com os adultos quando dizem –“leia o meu horoscopo. Diga-me se ganharei dinheiro amanhã”. Crianças não leem horóscopos!<br /> Elas são perfeitamente felizes quando conseguem contar até 13.<br /> A criança não tem medo de passar debaixo de uma escada. Um gato preto cruza o caminho dela e ela diz –“olha o gatinho!” - Tenha certeza ouvinte; ela vai querer adota-lo e não correr dele.<br /> As crianças não são os problemas aqui. Fora que elas nasceram curiosas. Sempre explorado.<br /> Nós os pais, gastamos o primeiro ano da vida delas ensinando-as a falar e andar, e o resto de suas vidas que fiquem quietas e sentadas ouvindo as nossas superstições.<br /> Definitivamente, as crianças não são supersticiosas. Mas nós adultos incutimos nas cabecinhas delas todos os tipos de crendices. E o pior, muitas vezes, fazenda delas, adultos amedrontados e presas fáceis de charlatões de plantão.<br /> <br /> Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.<br /> Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores, que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.<br /> <br /> Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se..<br /> Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.<br /> As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.<br /> Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.<br /> Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase tem mais de 40 séculos de existência. Reconfirmada 20 século mais tarde por um outro sábio da humanidade. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Isso sim é libertar-se.<br /> <br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Redação do Momento Espírita, com base nas palavras do cientista <br /> Neil deGrasse Tyson.<br /> Em 13.10.2014</em></div>
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