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PODCAST · 3184 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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POR QUE OS CÃES VIVEM MENOS?
6 Nov 20203:38EP 1352

POR QUE OS CÃES VIVEM MENOS?

<p><strong>Por que os cães vivem menos?</strong></p> <p>Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho, quando conheceu Pedro, um garotinho de seis anos de idade.</p> <p>Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre.</p> <p>O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito&hellip;</p> <p>O cão foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez.</p> <p>Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.</p> <p>O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava:</p> <p>&ldquo;Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?&rdquo;</p> <p>Pedro disse: &ldquo;Eu sei por quê&rdquo;</p> <p>A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta.</p> <p>Ele disse: &ldquo;A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós. Entendeu?&rdquo;</p> <p>Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade. Faz todo sentido.</p> <p>Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles:</p> <p>Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada.</p> <p>Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos.</p> <p>Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!</p> <p>Tire cochilos. E alongue-se antes de se levantar.</p> <p>Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso.</p> <p>Aprenda com os cães.</p> <p>Evite &ldquo;morder&rdquo; quando apenas um &ldquo;rosnado&rdquo; seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores, e deixar marcas.</p> <p>Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore.</p> <p>Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.</p> <p>Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está &ldquo;enterrado&rdquo;&hellip; cave até encontrar.</p> <p>Ah, e Seja fiel, independente da situação.</p> <p>Quando alguém estiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, sua companhia fará toda a diferença.</p> <p>Pense Nisso, mas... pense agora</p> <p>(*) Pense Nisso adaptado do texto &ldquo;Por que os cães vivem menos que as pessoas?&rdquo; (Autoria desconhecida).</p>

CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE
5 Nov 20204:30EP 1351

CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

<strong>CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas áreas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da própria linguagem que se fala. Usam-se gírias ou expressões chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente à formação cultural.<br /> Ignoram-se os fatos históricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> Não se cogita de penetrar as razões desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e vândalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destroçar ou poluir de modo drástico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das preferências.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao revés, um quadro enorme dos que procuram os exercícios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no âmbito das conquistas do Espírito.<br /> Encontram-se, com maior frequência, muitos que se ajustam a espetáculos pornográficos, do palco ou da tela, em franco deboche à sensibilizante arte.<br /> * * *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urgência de educação e de boas referências.<br /> O bom gosto se forma pela contemplação do excelente e não do sofrível, dizia Goethe, compreendendo com perfeição a construção do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas referências desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e útil.<br /> As crianças, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favoreça o desenvolvimento de uma massa crítica, que proporcione a contemplação do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes mídias estão repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque nós, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Aliás, a palavra consumo é uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo áreas em que não há como se conjugar o verbo consumir, na essência, pois o que não é material, o que não é tangível, não se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando é instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela música.<br /> É tempo de retirar as cascas e máscaras que criamos através de nossos vícios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente é.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? Não sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem já esteve aqui, com a História do meu povo, com os grandes, com os missionários, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais sábio, não o sábio de Biblioteca apenas, mas o que tem condições de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urgência.</span><br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em><span font-size:="" style="">Redação do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura,<br /> do livro Cântico da juventude, pelo Espírito Ivan de Albuquerque,<br /> psicografia de José Raul Teixeira, ed. Fráter.<br /> Em 31.3.2015</span></em></div>

UM MUNDO MELHOR
3 Nov 20204:09EP 1350

UM MUNDO MELHOR

<p><strong>Um mundo melhor</strong></p> <p>Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.</p> <p>Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.</p> <p>Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?</p> <p>O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro &ldquo;Utopia para realistas&rdquo;, alguns dados interessantes.</p> <p>Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.</p> <p>Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.</p> <p>A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.</p> <p>A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.</p> <p>Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;</p> <p>Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.</p> <p>Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.</p> <p>São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.</p> <p>Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;</p> <p>Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.</p> <p>Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.</p> <p>Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.</p> <p>Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;</p> <p>Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!</p> <p>Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.</p> <p>Pense nisso... mas, pense agora.</p> <p>(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.</p>

APRENDENDO COM A MORTE
2 Nov 20204:02EP 1349

APRENDENDO COM A MORTE

<strong>APRENDENDO COM A MORTE</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que é o outro quem vai morrer, não nós. Mas, todos vamos morrer. É o que existe de mais preciso.<br /> Não importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.<br /> Não importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuportável, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.<br /> Mas, se isso é o que há de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?<br /> Segundo Léo Buscaglia, só tememos a morte quando não estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, não vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, nós as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de nós.<br /> A morte é um processo contínuo e belo da vida. É uma boa amiga, pois nos diz que não temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto é precioso. E temos que viver conforme esta verdade.<br /> Quando alguém está falando conosco, escutemos e não olhemos por cima do ombro para ver o que mais está acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ouçamos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu último contato conosco.<br /> E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa memória. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos amenizá-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.<br /> A morte nos ensina que o momento é sempre agora. É este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. É este o momento de atender o chamado do filho e observá-lo enquanto ele se balança no galho mais alto da árvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu faço?<br /> É o momento de pararmos de ler o jornal e almoçarmos com a família, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho está com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.<br /> A morte nos ensina que não temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que não há nada a que nos possamos agarrar, senão aos sentimentos que nos acompanharão aonde formos.<br /> A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o pôr do sol, reconhecendo que este pôr do sol, com estas tonalidades, jamais se repetirá.<br /> Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ninguém pode ter a certeza de que ele existirá para nós.<br /> Este é um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.<br /> * * *<br /> <br /> A vida é como um delicioso picolé de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. É é por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Redação do Pense Nisso, com base no cap.<br /> As crianças de amanhã, do livro Vivendo, amando e aprendendo,<br /> de Léo Buscaglia, ed. Nova Era.</span>

ESCOLAS OU PRESIDIOS
26 Out 20204:20EP 1348

ESCOLAS OU PRESIDIOS

<p><strong>Escolas ou presídios?</strong></p> <p>A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.</p> <p>Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.</p> <p>O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e &ldquo;chinelo de&nbsp;dedo&rdquo;.</p> <p>Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.</p> <p>Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.</p> <p>Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.</p> <p>Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.</p> <p>O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.</p> <p>O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: &ldquo;Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?&rdquo;</p> <p>E a resposta do jovem:&nbsp;&ldquo;Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.&rdquo;</p> <p>Não havia dúvida...</p> <p>Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.</p> <p>Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.</p> <p>Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.</p> <p>Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.</p> <p>Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.</p> <p>No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.</p> <p>E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.</p> <p>Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.</p> <p>Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.</p> <p>Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria&nbsp;vida.</p> <p>Talvez você esteja se perguntando: &ldquo;E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.&rdquo;</p> <p>Mas a própria consciência lhe pergunta: &ldquo;E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?&rdquo;</p> <p>É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.</p> <p>Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...</p> <p>E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.</p> <p>Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das&nbsp;alternativas.</p> <p>E a decisão, como sempre, é nossa.</p> <p>Pensemos nisso!</p> <p>Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso com base em fatos reais.</p> <p><br /> &nbsp;</p>

ABORRECIMENTOS
24 Out 20203:23EP 1347

ABORRECIMENTOS

ABORRECIMENTOS<br /> <br /> <span font-size:="" style="">Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.<br /> Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.<br /> Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.<br /> Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.<br /> Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.<br /> Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.<br /> Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.<br /> Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.<br /> Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.<br /> * * *<br /> Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.</span>

A PROBLEMÁTICA DA CORRUPÇÃO
23 Out 20204:11EP 1346

A PROBLEMÁTICA DA CORRUPÇÃO

<p><strong>A problemática da corrupção</strong></p> <p>Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.</p> <p>Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.</p> <p>Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.</p> <p>Vejamos alguns exemplos.</p> <p>Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.</p> <p>Ao burlarmos o fisco, não pedindo ou não emitindo nota fiscal, estamos nos permitindo a corrupção.</p> <p>Isso tem sido comum, não é mesmo? É como se houvesse, entre todos, um contrato secretamente assinado no sentido de eu faço, todos fazem e ninguém conta para ninguém.</p> <p>Com a desculpa de protegermos pessoas que poderão vir a perder seus empregos, não denunciamos atos lesivos a organizações que desejam ser sérias.</p> <p>Atos como o do funcionário que se oferece para fazer, em seus dias de folga, o mesmo serviço, a preço menor, do que aquele que a empresa a que está vinculado estabelece.</p> <p>Esquece que tem seu salário pago pelos donos da empresa para quem deveria estar trabalhando, de verdade.</p> <p>Corrupção é sermos pagos para trabalhar oito horas e chegarmos atrasados, ou sairmos antes, usando de inverdades para ser abonado.</p> <p>É conseguir atestados falsos, de profissionais igualmente corruptos, para justificar nossa ausência do local de trabalho, em dias que antecedem feriados.</p> <p>Desvio de finalidade: deveríamos estar trabalhando, mas vamos viajar ou passear.</p> <p>É promovermos a quebra ou avaria de algum equipamento na empresa, a fim de termos algumas horas de folga.</p> <p>É mentirmos perante as autoridades, desejando favorecer a uns e outros em processos litigiosos. Naturalmente, para ser agradáveis a ditos amigos que, dizem, quando precisarmos, farão o mesmo por nós.</p> <p>Corrupção é aplaudir nosso filho que nos apresenta notas altas nas matérias, mesmo sabendo que ele as adquiriu à custa de desavergonhada cola.</p> <p>E que dizer dos que nos oferecemos para fazer prova no lugar do outro? Ou realizar toda a pesquisa que a ele caberia fazer?</p> <p>Sério, não?</p> <p>Assim, a partir de agora, passemos a examinar com mais vagar tudo que fazemos.</p> <p>Mesmo porque, nossos filhos têm os olhos postos sobre nós e nossos exemplos sempre falarão mais alto do que nossas palavras.</p> <p>Desejamos, acaso, que a situação que vivemos em nosso país tenha prosseguimento?</p> <p>Ou almejamos uma nação forte, unida pelo bem, disposta a trabalhar para progredir, crescer em intelecto e moralidade?</p> <p>Em nossas mãos, repousa a decisão.</p> <p>Se desejarmos, podemos iniciar a poda da corrupção hoje mesmo, agora.</p> <p>E se acreditamos que somente um de nós fazendo, tudo continuará igual, não é verdade. Os exemplos arrastam.</p> <p>Se começarmos a campanha da honestidade, da integridade, logo mais os corruptos sentirão vergonha.</p> <p>Receberão admoestações e punições, em vez de aplausos.</p> <p>E, convenhamos, se não houver quem aceite a corrupção, ela morrerá por si mesma.</p> <p>Pensemos nisso. E não percamos tempo.</p> <p>&nbsp;</p>

OS BONS SÃO MAIORIA
19 Out 20202:29EP 1345

OS BONS SÃO MAIORIA

<strong>&nbsp;OS BONS SÃO MAIORIA </strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.<br /> Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.<br /> Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.<br /> <br /> <br /> Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins &ndash; pois dizem que são essas que vendem &ndash; não podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc.<br /> O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.<br /> Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FAÇA ISSO, MAS FAÇA AGORA.</span>

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