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    <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
    <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
    <title><![CDATA[Pense Nisso]]></title>
    <copyright>2026 Centro América FM Cáceres - Hits</copyright>
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      <title><![CDATA[ESPINHOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O QUE É VIRTUAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ATITUDE É TUDO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FEITO REVOADA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno coração de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus. Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispensável. Para a humanidade, bastavam a razão e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfatória. E, porque a ousadia do homem não tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos. Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores. Chegar. Perguntou curioso porque estavam ali com tantas ferramentas. Um dos indivíduos lhe respondeu com ousadia: “Viemos aqui para apagar de vez os sinais de Deus da face da terra”. O jardineiro olhou admirado para o grupo e perguntou: “E onde estão as escadas?”. O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: “Mas para que precisamos de escadas?”. O jardineiro complementou: “Se vocês querem apagar os sinais de Deus, precisarão de uma escada, e de uma escada muito, muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas”. Muitos homens, quando adentram o campo das ciências sem entendê-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mistérios do universo. Já os homens que penetram profundamente as ciências com. Entendem os mecanismos que regem a vida. Reconhecem a necessidade lógica da existência de uma inteligência que em tudo pensa e a tudo coordena no universo. Um conceituado biólogo escreveu um livro fantástico que intitulou O Homem Não Está Só. Nesse livro, cita vários motivos pelos quais ele crê em Deus. Um deles é o fato de a distância que medeia entre Sol e Terra estar matematicamente calculada, o que não poderia ser obra do acaso. Se o Sol não estivesse a 150 milhões de quilômetros da Terra, mas apenas a metade dessa distância, não haveria possibilidade de vida, porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam. E, se a distância fosse 50% a mais, a vida também seria impossível devido à falta de luz e calor. Se o movimento de rotação da Terra não tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao invés de. De 1600 km por hora fosse dez vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas, e a vida seria impossível. O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam. Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo está matematicamente calculado. Há uma inteligência suprema por trás de cada fenômeno da natureza, e é a essa inteligência que chamamos de Deus. Após apuradas pesquisas nas áreas da astrofísica, da biologia, da embriogenia, entre outras, os homens chegaram à conclusão de que o universo é um grande pensamento. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno coração de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus. Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispensável. Para a humanidade, bastavam a razão e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfatória. E, porque a ousadia do homem não tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos. Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores. Chegar. Perguntou curioso porque estavam ali com tantas ferramentas. Um dos indivíduos lhe respondeu com ousadia: “Viemos aqui para apagar de vez os sinais de Deus da face da terra”. O jardineiro olhou admirado para o grupo e perguntou: “E onde estão as escadas?”. O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: “Mas para que precisamos de escadas?”. O jardineiro complementou: “Se vocês querem apagar os sinais de Deus, precisarão de uma escada, e de uma escada muito, muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas”. Muitos homens, quando adentram o campo das ciências sem entendê-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mistérios do universo. Já os homens que penetram profundamente as ciências com. Entendem os mecanismos que regem a vida. Reconhecem a necessidade lógica da existência de uma inteligência que em tudo pensa e a tudo coordena no universo. Um conceituado biólogo escreveu um livro fantástico que intitulou O Homem Não Está Só. Nesse livro, cita vários motivos pelos quais ele crê em Deus. Um deles é o fato de a distância que medeia entre Sol e Terra estar matematicamente calculada, o que não poderia ser obra do acaso. Se o Sol não estivesse a 150 milhões de quilômetros da Terra, mas apenas a metade dessa distância, não haveria possibilidade de vida, porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam. E, se a distância fosse 50% a mais, a vida também seria impossível devido à falta de luz e calor. Se o movimento de rotação da Terra não tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao invés de. De 1600 km por hora fosse dez vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas, e a vida seria impossível. O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam. Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo está matematicamente calculado. Há uma inteligência suprema por trás de cada fenômeno da natureza, e é a essa inteligência que chamamos de Deus. Após apuradas pesquisas nas áreas da astrofísica, da biologia, da embriogenia, entre outras, os homens chegaram à conclusão de que o universo é um grande pensamento. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno coração de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus. Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispensável. Para a humanidade, bastavam a razão e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfatória. E, porque a ousadia do homem não tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos. Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores. Chegar. Perguntou curioso porque estavam ali com tantas ferramentas. Um dos indivíduos lhe respondeu com ousadia: “Viemos aqui para apagar de vez os sinais de Deus da face da terra”. O jardineiro olhou admirado para o grupo e perguntou: “E onde estão as escadas?”. O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: “Mas para que precisamos de escadas?”. O jardineiro complementou: “Se vocês querem apagar os sinais de Deus, precisarão de uma escada, e de uma escada muito, muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas”. Muitos homens, quando adentram o campo das ciências sem entendê-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mistérios do universo. Já os homens que penetram profundamente as ciências com. Entendem os mecanismos que regem a vida. Reconhecem a necessidade lógica da existência de uma inteligência que em tudo pensa e a tudo coordena no universo. Um conceituado biólogo escreveu um livro fantástico que intitulou O Homem Não Está Só. Nesse livro, cita vários motivos pelos quais ele crê em Deus. Um deles é o fato de a distância que medeia entre Sol e Terra estar matematicamente calculada, o que não poderia ser obra do acaso. Se o Sol não estivesse a 150 milhões de quilômetros da Terra, mas apenas a metade dessa distância, não haveria possibilidade de vida, porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam. E, se a distância fosse 50% a mais, a vida também seria impossível devido à falta de luz e calor. Se o movimento de rotação da Terra não tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao invés de. De 1600 km por hora fosse dez vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas, e a vida seria impossível. O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam. Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo está matematicamente calculado. Há uma inteligência suprema por trás de cada fenômeno da natureza, e é a essa inteligência que chamamos de Deus. Após apuradas pesquisas nas áreas da astrofísica, da biologia, da embriogenia, entre outras, os homens chegaram à conclusão de que o universo é um grande pensamento. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno coração de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus. Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispensável. Para a humanidade, bastavam a razão e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfatória. E, porque a ousadia do homem não tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos. Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores. Chegar. Perguntou curioso porque estavam ali com tantas ferramentas. Um dos indivíduos lhe respondeu com ousadia: “Viemos aqui para apagar de vez os sinais de Deus da face da terra”. O jardineiro olhou admirado para o grupo e perguntou: “E onde estão as escadas?”. O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: “Mas para que precisamos de escadas?”. O jardineiro complementou: “Se vocês querem apagar os sinais de Deus, precisarão de uma escada, e de uma escada muito, muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas”. Muitos homens, quando adentram o campo das ciências sem entendê-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mistérios do universo. Já os homens que penetram profundamente as ciências com. Entendem os mecanismos que regem a vida. Reconhecem a necessidade lógica da existência de uma inteligência que em tudo pensa e a tudo coordena no universo. Um conceituado biólogo escreveu um livro fantástico que intitulou O Homem Não Está Só. Nesse livro, cita vários motivos pelos quais ele crê em Deus. Um deles é o fato de a distância que medeia entre Sol e Terra estar matematicamente calculada, o que não poderia ser obra do acaso. Se o Sol não estivesse a 150 milhões de quilômetros da Terra, mas apenas a metade dessa distância, não haveria possibilidade de vida, porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam. E, se a distância fosse 50% a mais, a vida também seria impossível devido à falta de luz e calor. Se o movimento de rotação da Terra não tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao invés de. De 1600 km por hora fosse dez vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas, e a vida seria impossível. O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam. Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo está matematicamente calculado. Há uma inteligência suprema por trás de cada fenômeno da natureza, e é a essa inteligência que chamamos de Deus. Após apuradas pesquisas nas áreas da astrofísica, da biologia, da embriogenia, entre outras, os homens chegaram à conclusão de que o universo é um grande pensamento. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O UNIVERSO É UM GRANDE PENSAMENTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SÍNDROME DO ELEFANTE PRESO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VALORES E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis? A história nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos. Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer. E como fazia isso? A resposta é simples: todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede. Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima. O ensaísta e, outrora, professor de literatura de Universidade Yale, William Lyon Phelps, aprendeu cedo esta lição. Narra a seguinte experiência: “Quando tinha oito anos de idade, estava passando o final de semana com minha tia. Certa noite, chegou um homem de meia-idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim. Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto de tal modo que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo. Depois que ele saiu, falei, vibrante: ‘Que homem!’ Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto. — Mas então, por que ele falou todo o tempo sobre barcos? — Porque ele é um cavaleiro. Viu que você estava interessado em barcos e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável.” Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros? Será que encontramos neste mundo cavaleiros com tais características de altruísmo e polidez? São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude. Se desejamos ser amados, obviamente precisamos nos esforçar para sermos amáveis. A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição: é ser polido, cortês, afável; é agir com complacência. Desta forma, concluímos que a benevolência para conselhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo, e a maldade sorri na vingança. Não será porque espares teus corpos, óculos com os outros, que edificarás o teu santuário de carinho. Judas Iscariotes, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo. Por outro lado, não é porque apregoas a verdade com rigor que te farás abençoado na vida. Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade. Cultiva a brandura sem afetação e a sinceridade sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis? A história nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos. Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer. E como fazia isso? A resposta é simples: todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede. Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima. O ensaísta e, outrora, professor de literatura de Universidade Yale, William Lyon Phelps, aprendeu cedo esta lição. Narra a seguinte experiência: “Quando tinha oito anos de idade, estava passando o final de semana com minha tia. Certa noite, chegou um homem de meia-idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim. Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto de tal modo que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo. Depois que ele saiu, falei, vibrante: ‘Que homem!’ Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto. — Mas então, por que ele falou todo o tempo sobre barcos? — Porque ele é um cavaleiro. Viu que você estava interessado em barcos e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável.” Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros? Será que encontramos neste mundo cavaleiros com tais características de altruísmo e polidez? São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude. Se desejamos ser amados, obviamente precisamos nos esforçar para sermos amáveis. A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição: é ser polido, cortês, afável; é agir com complacência. Desta forma, concluímos que a benevolência para conselhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo, e a maldade sorri na vingança. Não será porque espares teus corpos, óculos com os outros, que edificarás o teu santuário de carinho. Judas Iscariotes, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo. Por outro lado, não é porque apregoas a verdade com rigor que te farás abençoado na vida. Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade. Cultiva a brandura sem afetação e a sinceridade sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis? A história nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos. Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer. E como fazia isso? A resposta é simples: todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede. Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima. O ensaísta e, outrora, professor de literatura de Universidade Yale, William Lyon Phelps, aprendeu cedo esta lição. Narra a seguinte experiência: “Quando tinha oito anos de idade, estava passando o final de semana com minha tia. Certa noite, chegou um homem de meia-idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim. Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto de tal modo que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo. Depois que ele saiu, falei, vibrante: ‘Que homem!’ Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto. — Mas então, por que ele falou todo o tempo sobre barcos? — Porque ele é um cavaleiro. Viu que você estava interessado em barcos e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável.” Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros? Será que encontramos neste mundo cavaleiros com tais características de altruísmo e polidez? São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude. Se desejamos ser amados, obviamente precisamos nos esforçar para sermos amáveis. A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição: é ser polido, cortês, afável; é agir com complacência. Desta forma, concluímos que a benevolência para conselhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo, e a maldade sorri na vingança. Não será porque espares teus corpos, óculos com os outros, que edificarás o teu santuário de carinho. Judas Iscariotes, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo. Por outro lado, não é porque apregoas a verdade com rigor que te farás abençoado na vida. Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade. Cultiva a brandura sem afetação e a sinceridade sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis? A história nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos. Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer. E como fazia isso? A resposta é simples: todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede. Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima. O ensaísta e, outrora, professor de literatura de Universidade Yale, William Lyon Phelps, aprendeu cedo esta lição. Narra a seguinte experiência: “Quando tinha oito anos de idade, estava passando o final de semana com minha tia. Certa noite, chegou um homem de meia-idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim. Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto de tal modo que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo. Depois que ele saiu, falei, vibrante: ‘Que homem!’ Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto. — Mas então, por que ele falou todo o tempo sobre barcos? — Porque ele é um cavaleiro. Viu que você estava interessado em barcos e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável.” Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros? Será que encontramos neste mundo cavaleiros com tais características de altruísmo e polidez? São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude. Se desejamos ser amados, obviamente precisamos nos esforçar para sermos amáveis. A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição: é ser polido, cortês, afável; é agir com complacência. Desta forma, concluímos que a benevolência para conselhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo, e a maldade sorri na vingança. Não será porque espares teus corpos, óculos com os outros, que edificarás o teu santuário de carinho. Judas Iscariotes, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo. Por outro lado, não é porque apregoas a verdade com rigor que te farás abençoado na vida. Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade. Cultiva a brandura sem afetação e a sinceridade sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ AFABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência. Nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha. Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência. Nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha. Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência. Nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha. Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência. Nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha. Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMPARAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA FORA DO MUNDO DIGITAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ÁRVORE CONFUSA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam, muitas vezes, surpresos com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas 11 anos, deu uma grande demonstração a respeito disso. Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir. Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar, ela precisava estar calçando tênis. Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Boulos estava determinada. Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida. Ela estava equipada para a disputa. Não era um tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de 400, 800 e 1500 metros. Venceu em todas as modalidades e conquistou três medalhas de ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória. Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los. Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor. Com persistência, podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas. Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos na direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências. Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé, para superar as dificuldades, é buscar nossa própria superação. Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracteriza. A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar. Tudo o que nos exija determinação, esforço, persistência e suor, tudo o que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução. A confiança na nossa própria força e fé nos permite executar grandes feitos. Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo. Sim, os desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam, muitas vezes, surpresos com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas 11 anos, deu uma grande demonstração a respeito disso. Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir. Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar, ela precisava estar calçando tênis. Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Boulos estava determinada. Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida. Ela estava equipada para a disputa. Não era um tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de 400, 800 e 1500 metros. Venceu em todas as modalidades e conquistou três medalhas de ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória. Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los. Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor. Com persistência, podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas. Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos na direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências. Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé, para superar as dificuldades, é buscar nossa própria superação. Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracteriza. A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar. Tudo o que nos exija determinação, esforço, persistência e suor, tudo o que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução. A confiança na nossa própria força e fé nos permite executar grandes feitos. Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo. Sim, os desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam, muitas vezes, surpresos com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas 11 anos, deu uma grande demonstração a respeito disso. Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir. Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar, ela precisava estar calçando tênis. Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Boulos estava determinada. Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida. Ela estava equipada para a disputa. Não era um tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de 400, 800 e 1500 metros. Venceu em todas as modalidades e conquistou três medalhas de ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória. Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los. Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor. Com persistência, podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas. Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos na direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências. Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé, para superar as dificuldades, é buscar nossa própria superação. Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracteriza. A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar. Tudo o que nos exija determinação, esforço, persistência e suor, tudo o que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução. A confiança na nossa própria força e fé nos permite executar grandes feitos. Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo. Sim, os desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam, muitas vezes, surpresos com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas 11 anos, deu uma grande demonstração a respeito disso. Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir. Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar, ela precisava estar calçando tênis. Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Boulos estava determinada. Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida. Ela estava equipada para a disputa. Não era um tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de 400, 800 e 1500 metros. Venceu em todas as modalidades e conquistou três medalhas de ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória. Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los. Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor. Com persistência, podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas. Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos na direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências. Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé, para superar as dificuldades, é buscar nossa própria superação. Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracteriza. A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar. Tudo o que nos exija determinação, esforço, persistência e suor, tudo o que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução. A confiança na nossa própria força e fé nos permite executar grandes feitos. Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo. Sim, os desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DETERMINAÇÃO E FÉ ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Conta uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera, então ele começou a temer os caçadores, a essa altura o mágico desistiu, transformou em camundongo novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajuda-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para iniciar um projeto ou meta de vida, mas saiba que coragem, não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele, caminhar e enfrentar as adversidades. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Conta uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera, então ele começou a temer os caçadores, a essa altura o mágico desistiu, transformou em camundongo novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajuda-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para iniciar um projeto ou meta de vida, mas saiba que coragem, não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele, caminhar e enfrentar as adversidades. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.
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      <itunes:summary><![CDATA[Conta uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera, então ele começou a temer os caçadores, a essa altura o mágico desistiu, transformou em camundongo novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajuda-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para iniciar um projeto ou meta de vida, mas saiba que coragem, não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele, caminhar e enfrentar as adversidades. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.
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      <content:encoded><![CDATA[Conta uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera, então ele começou a temer os caçadores, a essa altura o mágico desistiu, transformou em camundongo novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajuda-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para iniciar um projeto ou meta de vida, mas saiba que coragem, não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele, caminhar e enfrentar as adversidades. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.
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      <title><![CDATA[SUPERE-SE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Você já ouviu falar sobre o essencialismo? É uma teoria do escritor norte-americano Greg Mc Quinn, que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida. Talvez você seja uma dessas pessoas que tem tentado desesperadamente fazer de tudo ao mesmo tempo e que diz sim para tudo e todos. É igual àquele armário de roupas que está com superlotação. Não cabe mais nada, mas 80% das roupas que estão nele só estão ali ocupando um espaço. São aquelas peças que não são necessárias e que não deveriam estar mais ali. Nossa vida, muitas vezes, é esse armário de roupas cheio. Tentamos colocar a nossa rotina, os estudos, o trabalho, os afazeres da casa, uma atividade, aquela outra tarefa ali, mais uma outra aqui. Temos que responder os e-mails, as mensagens nos aplicativos, ir treinar, aquele projeto que tem que sair do papel, a outra reunião importante e, quando vemos, não temos tempo para mais nada. Mesmo assim, seguimos enchendo o armário de roupa. Ou melhor, enchendo a nossa agenda e vida de coisas para fazer. Aliás, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam: a produtividade excessiva e totalmente tóxica. E você sabe o que deve fazer quando o armário está cheio de roupas consideradas sem serventia? Escolher. Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar e se desfazer delas para que o armário tenha somente o que realmente é útil e necessário. Precisamos escolher quais atividades nos levam para a frente, as que nos levam para o nosso objetivo principal. Às vezes, tentamos dividir a nossa energia para tentarmos ser bons em várias coisas e dar conta de tudo, enquanto poderíamos focar nossa energia em apenas uma coisa, uma por vez, no que, de fato, é essencial, ter mais foco para podermos colher um resultado melhor. Por isso, precisamos eliminar as outras atividades que estão apenas nos sugando a energia, fazendo com que o único resultado seja o esgotamento e o cansaço. Só conseguiremos chegar nessa lista de prioridade quando aprendermos a dizer não. Estamos acostumados a dizer sim para tudo, até porque, dizem, não ainda é visto culturalmente como falta de educação. Mas dizer não não tem nada a ver com isso. É assim, sobretudo: entender o que é importante fazer hoje, agora. O essencialismo ensina a disciplina de buscar por menos. Mas não há falta de produtividade, mas o que de fato é essencial que você produza e gaste sua energia. Se você está cheio de coisas não essenciais para fazer, pense no que realmente é essencial agora na sua vida. O que tem apenas gastado sua energia e não tem te levado a lugar nenhum? É hora de vivermos mais o essencialismo para podermos desfrutar e aproveitar a vida. De que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente é importante? O que é importante que você realize hoje? Pense nisso. Pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já ouviu falar sobre o essencialismo? É uma teoria do escritor norte-americano Greg Mc Quinn, que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida. Talvez você seja uma dessas pessoas que tem tentado desesperadamente fazer de tudo ao mesmo tempo e que diz sim para tudo e todos. É igual àquele armário de roupas que está com superlotação. Não cabe mais nada, mas 80% das roupas que estão nele só estão ali ocupando um espaço. São aquelas peças que não são necessárias e que não deveriam estar mais ali. Nossa vida, muitas vezes, é esse armário de roupas cheio. Tentamos colocar a nossa rotina, os estudos, o trabalho, os afazeres da casa, uma atividade, aquela outra tarefa ali, mais uma outra aqui. Temos que responder os e-mails, as mensagens nos aplicativos, ir treinar, aquele projeto que tem que sair do papel, a outra reunião importante e, quando vemos, não temos tempo para mais nada. Mesmo assim, seguimos enchendo o armário de roupa. Ou melhor, enchendo a nossa agenda e vida de coisas para fazer. Aliás, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam: a produtividade excessiva e totalmente tóxica. E você sabe o que deve fazer quando o armário está cheio de roupas consideradas sem serventia? Escolher. Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar e se desfazer delas para que o armário tenha somente o que realmente é útil e necessário. Precisamos escolher quais atividades nos levam para a frente, as que nos levam para o nosso objetivo principal. Às vezes, tentamos dividir a nossa energia para tentarmos ser bons em várias coisas e dar conta de tudo, enquanto poderíamos focar nossa energia em apenas uma coisa, uma por vez, no que, de fato, é essencial, ter mais foco para podermos colher um resultado melhor. Por isso, precisamos eliminar as outras atividades que estão apenas nos sugando a energia, fazendo com que o único resultado seja o esgotamento e o cansaço. Só conseguiremos chegar nessa lista de prioridade quando aprendermos a dizer não. Estamos acostumados a dizer sim para tudo, até porque, dizem, não ainda é visto culturalmente como falta de educação. Mas dizer não não tem nada a ver com isso. É assim, sobretudo: entender o que é importante fazer hoje, agora. O essencialismo ensina a disciplina de buscar por menos. Mas não há falta de produtividade, mas o que de fato é essencial que você produza e gaste sua energia. Se você está cheio de coisas não essenciais para fazer, pense no que realmente é essencial agora na sua vida. O que tem apenas gastado sua energia e não tem te levado a lugar nenhum? É hora de vivermos mais o essencialismo para podermos desfrutar e aproveitar a vida. De que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente é importante? O que é importante que você realize hoje? Pense nisso. Pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já ouviu falar sobre o essencialismo? É uma teoria do escritor norte-americano Greg Mc Quinn, que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida. Talvez você seja uma dessas pessoas que tem tentado desesperadamente fazer de tudo ao mesmo tempo e que diz sim para tudo e todos. É igual àquele armário de roupas que está com superlotação. Não cabe mais nada, mas 80% das roupas que estão nele só estão ali ocupando um espaço. São aquelas peças que não são necessárias e que não deveriam estar mais ali. Nossa vida, muitas vezes, é esse armário de roupas cheio. Tentamos colocar a nossa rotina, os estudos, o trabalho, os afazeres da casa, uma atividade, aquela outra tarefa ali, mais uma outra aqui. Temos que responder os e-mails, as mensagens nos aplicativos, ir treinar, aquele projeto que tem que sair do papel, a outra reunião importante e, quando vemos, não temos tempo para mais nada. Mesmo assim, seguimos enchendo o armário de roupa. Ou melhor, enchendo a nossa agenda e vida de coisas para fazer. Aliás, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam: a produtividade excessiva e totalmente tóxica. E você sabe o que deve fazer quando o armário está cheio de roupas consideradas sem serventia? Escolher. Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar e se desfazer delas para que o armário tenha somente o que realmente é útil e necessário. Precisamos escolher quais atividades nos levam para a frente, as que nos levam para o nosso objetivo principal. Às vezes, tentamos dividir a nossa energia para tentarmos ser bons em várias coisas e dar conta de tudo, enquanto poderíamos focar nossa energia em apenas uma coisa, uma por vez, no que, de fato, é essencial, ter mais foco para podermos colher um resultado melhor. Por isso, precisamos eliminar as outras atividades que estão apenas nos sugando a energia, fazendo com que o único resultado seja o esgotamento e o cansaço. Só conseguiremos chegar nessa lista de prioridade quando aprendermos a dizer não. Estamos acostumados a dizer sim para tudo, até porque, dizem, não ainda é visto culturalmente como falta de educação. Mas dizer não não tem nada a ver com isso. É assim, sobretudo: entender o que é importante fazer hoje, agora. O essencialismo ensina a disciplina de buscar por menos. Mas não há falta de produtividade, mas o que de fato é essencial que você produza e gaste sua energia. Se você está cheio de coisas não essenciais para fazer, pense no que realmente é essencial agora na sua vida. O que tem apenas gastado sua energia e não tem te levado a lugar nenhum? É hora de vivermos mais o essencialismo para podermos desfrutar e aproveitar a vida. De que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente é importante? O que é importante que você realize hoje? Pense nisso. Pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já ouviu falar sobre o essencialismo? É uma teoria do escritor norte-americano Greg Mc Quinn, que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida. Talvez você seja uma dessas pessoas que tem tentado desesperadamente fazer de tudo ao mesmo tempo e que diz sim para tudo e todos. É igual àquele armário de roupas que está com superlotação. Não cabe mais nada, mas 80% das roupas que estão nele só estão ali ocupando um espaço. São aquelas peças que não são necessárias e que não deveriam estar mais ali. Nossa vida, muitas vezes, é esse armário de roupas cheio. Tentamos colocar a nossa rotina, os estudos, o trabalho, os afazeres da casa, uma atividade, aquela outra tarefa ali, mais uma outra aqui. Temos que responder os e-mails, as mensagens nos aplicativos, ir treinar, aquele projeto que tem que sair do papel, a outra reunião importante e, quando vemos, não temos tempo para mais nada. Mesmo assim, seguimos enchendo o armário de roupa. Ou melhor, enchendo a nossa agenda e vida de coisas para fazer. Aliás, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam: a produtividade excessiva e totalmente tóxica. E você sabe o que deve fazer quando o armário está cheio de roupas consideradas sem serventia? Escolher. Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar e se desfazer delas para que o armário tenha somente o que realmente é útil e necessário. Precisamos escolher quais atividades nos levam para a frente, as que nos levam para o nosso objetivo principal. Às vezes, tentamos dividir a nossa energia para tentarmos ser bons em várias coisas e dar conta de tudo, enquanto poderíamos focar nossa energia em apenas uma coisa, uma por vez, no que, de fato, é essencial, ter mais foco para podermos colher um resultado melhor. Por isso, precisamos eliminar as outras atividades que estão apenas nos sugando a energia, fazendo com que o único resultado seja o esgotamento e o cansaço. Só conseguiremos chegar nessa lista de prioridade quando aprendermos a dizer não. Estamos acostumados a dizer sim para tudo, até porque, dizem, não ainda é visto culturalmente como falta de educação. Mas dizer não não tem nada a ver com isso. É assim, sobretudo: entender o que é importante fazer hoje, agora. O essencialismo ensina a disciplina de buscar por menos. Mas não há falta de produtividade, mas o que de fato é essencial que você produza e gaste sua energia. Se você está cheio de coisas não essenciais para fazer, pense no que realmente é essencial agora na sua vida. O que tem apenas gastado sua energia e não tem te levado a lugar nenhum? É hora de vivermos mais o essencialismo para podermos desfrutar e aproveitar a vida. De que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente é importante? O que é importante que você realize hoje? Pense nisso. Pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ESSENCIALISMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslováquia. O jovem Arão precisava sustentar a esposa e o filho recém-nascido. Ele trabalhava em uma pequena loja com a mãe, mas o lucro não era suficiente para sustentar as duas famílias. Por isso, decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela época, havia muita escassez em todos os setores. A indústria de calçados era uma delas. Era muito difícil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papelão e pano e não duravam muito. O jovem Arão logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. O empreendimento no setor de calçados lhe permitiria sustentar, com dignidade, a família. Tomou emprestada uma quantia muito grande de dinheiro com amigos, vizinhos e parentes. Foi até a cidade grande e voltou com 500 pares de calçados militares, fortes e resistentes. Enorme foi o seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil pés direitos. Retornou à cidade, procurou o negociante e não o encontrou. Parecia que ele nunca tinha existido. Arão voltou para sua casa e começou a chorar. A esposa o abraçou e disse:
 — Não desista! Por fim, ele procurou um homem sábio, que lhe falou para ir ao templo, orar, recitar salmos e ter fé. Deus o ajudaria. Arão obedeceu. Durante vários dias, chorou e orou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa vinham vê-lo, traziam-lhe alimento, que ele engolia sem prestar atenção, e continuava a orar e a chorar. Até que um estranho entrou no templo e também começou a soluçar. Depois, passou a gritar, tão grande era o seu desespero. Arão pareceu despertar da sua própria dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.
— Bem-vindo, disse. 
— Sinto compaixão pelo seu sofrimento. Posso ajudar? 
— Ninguém pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para começar um negócio. Pobre de mim! O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o pé esquerdo. O estranho pousou os olhos vermelhos de tanto chorar nos olhos de Arão e viu que um brilho alegre dançava neles. 
— Ah, meu querido amigo, disse Arão, tenho ótimas notícias para você! O estranho e Arão juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho. Venderam todos e ganharam uma grande quantidade de dinheiro. O conselho somente terá valor se você estiver disposto a segui-lo. Quando estiver em dificuldade em qualquer assunto, recorra a uma pessoa mais experiente, melhor preparada, pedindo-lhe ajuda e orientação. Todavia, não leve a sua própria opinião tentando provar que ela é a verdadeira. Ouça com atenção. Reflita. Depois, tome a decisão que lhe pareça mais acertada. "Examinem tudo. Retenham o que é bom." Pense nisso... mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslováquia. O jovem Arão precisava sustentar a esposa e o filho recém-nascido. Ele trabalhava em uma pequena loja com a mãe, mas o lucro não era suficiente para sustentar as duas famílias. Por isso, decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela época, havia muita escassez em todos os setores. A indústria de calçados era uma delas. Era muito difícil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papelão e pano e não duravam muito. O jovem Arão logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. O empreendimento no setor de calçados lhe permitiria sustentar, com dignidade, a família. Tomou emprestada uma quantia muito grande de dinheiro com amigos, vizinhos e parentes. Foi até a cidade grande e voltou com 500 pares de calçados militares, fortes e resistentes. Enorme foi o seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil pés direitos. Retornou à cidade, procurou o negociante e não o encontrou. Parecia que ele nunca tinha existido. Arão voltou para sua casa e começou a chorar. A esposa o abraçou e disse:
 — Não desista! Por fim, ele procurou um homem sábio, que lhe falou para ir ao templo, orar, recitar salmos e ter fé. Deus o ajudaria. Arão obedeceu. Durante vários dias, chorou e orou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa vinham vê-lo, traziam-lhe alimento, que ele engolia sem prestar atenção, e continuava a orar e a chorar. Até que um estranho entrou no templo e também começou a soluçar. Depois, passou a gritar, tão grande era o seu desespero. Arão pareceu despertar da sua própria dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.
— Bem-vindo, disse. 
— Sinto compaixão pelo seu sofrimento. Posso ajudar? 
— Ninguém pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para começar um negócio. Pobre de mim! O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o pé esquerdo. O estranho pousou os olhos vermelhos de tanto chorar nos olhos de Arão e viu que um brilho alegre dançava neles. 
— Ah, meu querido amigo, disse Arão, tenho ótimas notícias para você! O estranho e Arão juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho. Venderam todos e ganharam uma grande quantidade de dinheiro. O conselho somente terá valor se você estiver disposto a segui-lo. Quando estiver em dificuldade em qualquer assunto, recorra a uma pessoa mais experiente, melhor preparada, pedindo-lhe ajuda e orientação. Todavia, não leve a sua própria opinião tentando provar que ela é a verdadeira. Ouça com atenção. Reflita. Depois, tome a decisão que lhe pareça mais acertada. "Examinem tudo. Retenham o que é bom." Pense nisso... mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslováquia. O jovem Arão precisava sustentar a esposa e o filho recém-nascido. Ele trabalhava em uma pequena loja com a mãe, mas o lucro não era suficiente para sustentar as duas famílias. Por isso, decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela época, havia muita escassez em todos os setores. A indústria de calçados era uma delas. Era muito difícil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papelão e pano e não duravam muito. O jovem Arão logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. O empreendimento no setor de calçados lhe permitiria sustentar, com dignidade, a família. Tomou emprestada uma quantia muito grande de dinheiro com amigos, vizinhos e parentes. Foi até a cidade grande e voltou com 500 pares de calçados militares, fortes e resistentes. Enorme foi o seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil pés direitos. Retornou à cidade, procurou o negociante e não o encontrou. Parecia que ele nunca tinha existido. Arão voltou para sua casa e começou a chorar. A esposa o abraçou e disse:
 — Não desista! Por fim, ele procurou um homem sábio, que lhe falou para ir ao templo, orar, recitar salmos e ter fé. Deus o ajudaria. Arão obedeceu. Durante vários dias, chorou e orou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa vinham vê-lo, traziam-lhe alimento, que ele engolia sem prestar atenção, e continuava a orar e a chorar. Até que um estranho entrou no templo e também começou a soluçar. Depois, passou a gritar, tão grande era o seu desespero. Arão pareceu despertar da sua própria dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.
— Bem-vindo, disse. 
— Sinto compaixão pelo seu sofrimento. Posso ajudar? 
— Ninguém pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para começar um negócio. Pobre de mim! O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o pé esquerdo. O estranho pousou os olhos vermelhos de tanto chorar nos olhos de Arão e viu que um brilho alegre dançava neles. 
— Ah, meu querido amigo, disse Arão, tenho ótimas notícias para você! O estranho e Arão juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho. Venderam todos e ganharam uma grande quantidade de dinheiro. O conselho somente terá valor se você estiver disposto a segui-lo. Quando estiver em dificuldade em qualquer assunto, recorra a uma pessoa mais experiente, melhor preparada, pedindo-lhe ajuda e orientação. Todavia, não leve a sua própria opinião tentando provar que ela é a verdadeira. Ouça com atenção. Reflita. Depois, tome a decisão que lhe pareça mais acertada. "Examinem tudo. Retenham o que é bom." Pense nisso... mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslováquia. O jovem Arão precisava sustentar a esposa e o filho recém-nascido. Ele trabalhava em uma pequena loja com a mãe, mas o lucro não era suficiente para sustentar as duas famílias. Por isso, decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela época, havia muita escassez em todos os setores. A indústria de calçados era uma delas. Era muito difícil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papelão e pano e não duravam muito. O jovem Arão logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. O empreendimento no setor de calçados lhe permitiria sustentar, com dignidade, a família. Tomou emprestada uma quantia muito grande de dinheiro com amigos, vizinhos e parentes. Foi até a cidade grande e voltou com 500 pares de calçados militares, fortes e resistentes. Enorme foi o seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil pés direitos. Retornou à cidade, procurou o negociante e não o encontrou. Parecia que ele nunca tinha existido. Arão voltou para sua casa e começou a chorar. A esposa o abraçou e disse:
 — Não desista! Por fim, ele procurou um homem sábio, que lhe falou para ir ao templo, orar, recitar salmos e ter fé. Deus o ajudaria. Arão obedeceu. Durante vários dias, chorou e orou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa vinham vê-lo, traziam-lhe alimento, que ele engolia sem prestar atenção, e continuava a orar e a chorar. Até que um estranho entrou no templo e também começou a soluçar. Depois, passou a gritar, tão grande era o seu desespero. Arão pareceu despertar da sua própria dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.
— Bem-vindo, disse. 
— Sinto compaixão pelo seu sofrimento. Posso ajudar? 
— Ninguém pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para começar um negócio. Pobre de mim! O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o pé esquerdo. O estranho pousou os olhos vermelhos de tanto chorar nos olhos de Arão e viu que um brilho alegre dançava neles. 
— Ah, meu querido amigo, disse Arão, tenho ótimas notícias para você! O estranho e Arão juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho. Venderam todos e ganharam uma grande quantidade de dinheiro. O conselho somente terá valor se você estiver disposto a segui-lo. Quando estiver em dificuldade em qualquer assunto, recorra a uma pessoa mais experiente, melhor preparada, pedindo-lhe ajuda e orientação. Todavia, não leve a sua própria opinião tentando provar que ela é a verdadeira. Ouça com atenção. Reflita. Depois, tome a decisão que lhe pareça mais acertada. "Examinem tudo. Retenham o que é bom." Pense nisso... mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ RESPOSTA DIVINA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM PAI EM NOSSAS VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Conta-se que Frey Bartolomeu dos Mártires viveu para servir.  Era português, da cidade de Braga.  Certa a feita, na comunidade em que oferecia seu trabalho,  resolveram construir uma catedral monumental.  Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.  Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.  Começou a construção.  Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.  Foi então que Frey Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo.  Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.  Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado,  cuja administração lhe competia.  Especialmente, é claro, para a construção da catedral.  Naquele ano, ele deixou a catedral parada.  Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.  Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas.  No segundo ano, a construção continuou parada.  Também no terceiro, no quarto, no quinto.  No quinto.  Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito.  Nada de ficar pronta.  Embora confiassem em Frey Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão  e seis deles foram conversar com o Frey.  Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou.  Por fim, respondeu.  De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade.  Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome.  Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.  Um deles disse, mas Frey, está certo que o senhor ajude essas criaturas.  Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos?  O velho Frey suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu.  Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa.  Vejam bem, lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.  Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente ao contrário.  Que eu transforme pães em pedras.  Tinha razão o pastor daquelas almas.  A vida humana nos merece todo o respeito.  Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.  Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos,  se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para conseguir mão.  Toda moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.  No que diz respeito à caridade e a que não importa se você tem ou não uma crença religiosa,  o Evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade.  Vinde, benditos de meu Pai.  Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.  Porque tive fome e me destes de comer.  Tive sede e me destes de beber.  Era estrangeiro e me hospedastes.  Estava nu e me vestistes.  Adoeci e me visitastes.  Estive na prisão e me fostes ver.  Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.  E sintetizando a lição, Jesus recomendou,  Amai-vos uns aos outros.  Praticai o bem sem ostentação.  Fazei aos outros o que quererias que vos fizessem.  Pense nisso.  Pense nisso.  Mas, pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Conta-se que Frey Bartolomeu dos Mártires viveu para servir.  Era português, da cidade de Braga.  Certa a feita, na comunidade em que oferecia seu trabalho,  resolveram construir uma catedral monumental.  Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.  Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.  Começou a construção.  Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.  Foi então que Frey Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo.  Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.  Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado,  cuja administração lhe competia.  Especialmente, é claro, para a construção da catedral.  Naquele ano, ele deixou a catedral parada.  Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.  Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas.  No segundo ano, a construção continuou parada.  Também no terceiro, no quarto, no quinto.  No quinto.  Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito.  Nada de ficar pronta.  Embora confiassem em Frey Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão  e seis deles foram conversar com o Frey.  Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou.  Por fim, respondeu.  De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade.  Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome.  Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.  Um deles disse, mas Frey, está certo que o senhor ajude essas criaturas.  Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos?  O velho Frey suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu.  Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa.  Vejam bem, lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.  Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente ao contrário.  Que eu transforme pães em pedras.  Tinha razão o pastor daquelas almas.  A vida humana nos merece todo o respeito.  Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.  Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos,  se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para conseguir mão.  Toda moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.  No que diz respeito à caridade e a que não importa se você tem ou não uma crença religiosa,  o Evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade.  Vinde, benditos de meu Pai.  Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.  Porque tive fome e me destes de comer.  Tive sede e me destes de beber.  Era estrangeiro e me hospedastes.  Estava nu e me vestistes.  Adoeci e me visitastes.  Estive na prisão e me fostes ver.  Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.  E sintetizando a lição, Jesus recomendou,  Amai-vos uns aos outros.  Praticai o bem sem ostentação.  Fazei aos outros o que quererias que vos fizessem.  Pense nisso.  Pense nisso.  Mas, pense agora.
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      <itunes:summary><![CDATA[Conta-se que Frey Bartolomeu dos Mártires viveu para servir.  Era português, da cidade de Braga.  Certa a feita, na comunidade em que oferecia seu trabalho,  resolveram construir uma catedral monumental.  Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.  Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.  Começou a construção.  Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.  Foi então que Frey Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo.  Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.  Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado,  cuja administração lhe competia.  Especialmente, é claro, para a construção da catedral.  Naquele ano, ele deixou a catedral parada.  Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.  Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas.  No segundo ano, a construção continuou parada.  Também no terceiro, no quarto, no quinto.  No quinto.  Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito.  Nada de ficar pronta.  Embora confiassem em Frey Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão  e seis deles foram conversar com o Frey.  Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou.  Por fim, respondeu.  De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade.  Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome.  Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.  Um deles disse, mas Frey, está certo que o senhor ajude essas criaturas.  Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos?  O velho Frey suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu.  Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa.  Vejam bem, lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.  Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente ao contrário.  Que eu transforme pães em pedras.  Tinha razão o pastor daquelas almas.  A vida humana nos merece todo o respeito.  Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.  Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos,  se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para conseguir mão.  Toda moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.  No que diz respeito à caridade e a que não importa se você tem ou não uma crença religiosa,  o Evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade.  Vinde, benditos de meu Pai.  Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.  Porque tive fome e me destes de comer.  Tive sede e me destes de beber.  Era estrangeiro e me hospedastes.  Estava nu e me vestistes.  Adoeci e me visitastes.  Estive na prisão e me fostes ver.  Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.  E sintetizando a lição, Jesus recomendou,  Amai-vos uns aos outros.  Praticai o bem sem ostentação.  Fazei aos outros o que quererias que vos fizessem.  Pense nisso.  Pense nisso.  Mas, pense agora.
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      <content:encoded><![CDATA[Conta-se que Frey Bartolomeu dos Mártires viveu para servir.  Era português, da cidade de Braga.  Certa a feita, na comunidade em que oferecia seu trabalho,  resolveram construir uma catedral monumental.  Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.  Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.  Começou a construção.  Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.  Foi então que Frey Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo.  Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.  Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado,  cuja administração lhe competia.  Especialmente, é claro, para a construção da catedral.  Naquele ano, ele deixou a catedral parada.  Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.  Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas.  No segundo ano, a construção continuou parada.  Também no terceiro, no quarto, no quinto.  No quinto.  Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito.  Nada de ficar pronta.  Embora confiassem em Frey Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão  e seis deles foram conversar com o Frey.  Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou.  Por fim, respondeu.  De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade.  Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome.  Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.  Um deles disse, mas Frey, está certo que o senhor ajude essas criaturas.  Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos?  O velho Frey suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu.  Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa.  Vejam bem, lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.  Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente ao contrário.  Que eu transforme pães em pedras.  Tinha razão o pastor daquelas almas.  A vida humana nos merece todo o respeito.  Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.  Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos,  se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para conseguir mão.  Toda moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.  No que diz respeito à caridade e a que não importa se você tem ou não uma crença religiosa,  o Evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade.  Vinde, benditos de meu Pai.  Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.  Porque tive fome e me destes de comer.  Tive sede e me destes de beber.  Era estrangeiro e me hospedastes.  Estava nu e me vestistes.  Adoeci e me visitastes.  Estive na prisão e me fostes ver.  Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.  E sintetizando a lição, Jesus recomendou,  Amai-vos uns aos outros.  Praticai o bem sem ostentação.  Fazei aos outros o que quererias que vos fizessem.  Pense nisso.  Pense nisso.  Mas, pense agora.
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      <title><![CDATA[PEDRAS E PÃES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Certo dia li uma poesia cujo versos se referiam a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana "Se eu fosse Deus" escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão. Na qualidade de Deus chamaria o meu anjo secretario e ditaria um artigo da minha lei. 
Artigo 1° A partir deste instante, fica abolidos o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte. Certamente muitos de nós como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte, mas se observamos bem, veremos que Deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso na suas soberanas leis, é só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade, isso porque o criador que é a sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio dos seus filhos, impondo uma perfeição que estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição, onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existentes entre as criaturas, é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos ser humanos é único, tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada  um de nós tem emissões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução  em que nos encontramos. Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que um dia a terra seja um planeta ideal. Onde reine a paz, e a felicidade.  Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos temos o destino final, a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui as buscas das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas . A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nos mesmo.  Portando, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento. Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense Nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certo dia li uma poesia cujo versos se referiam a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana "Se eu fosse Deus" escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão. Na qualidade de Deus chamaria o meu anjo secretario e ditaria um artigo da minha lei. 
Artigo 1° A partir deste instante, fica abolidos o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte. Certamente muitos de nós como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte, mas se observamos bem, veremos que Deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso na suas soberanas leis, é só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade, isso porque o criador que é a sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio dos seus filhos, impondo uma perfeição que estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição, onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existentes entre as criaturas, é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos ser humanos é único, tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada  um de nós tem emissões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução  em que nos encontramos. Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que um dia a terra seja um planeta ideal. Onde reine a paz, e a felicidade.  Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos temos o destino final, a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui as buscas das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas . A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nos mesmo.  Portando, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento. Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certo dia li uma poesia cujo versos se referiam a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana "Se eu fosse Deus" escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão. Na qualidade de Deus chamaria o meu anjo secretario e ditaria um artigo da minha lei. 
Artigo 1° A partir deste instante, fica abolidos o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte. Certamente muitos de nós como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte, mas se observamos bem, veremos que Deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso na suas soberanas leis, é só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade, isso porque o criador que é a sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio dos seus filhos, impondo uma perfeição que estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição, onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existentes entre as criaturas, é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos ser humanos é único, tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada  um de nós tem emissões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução  em que nos encontramos. Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que um dia a terra seja um planeta ideal. Onde reine a paz, e a felicidade.  Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos temos o destino final, a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui as buscas das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas . A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nos mesmo.  Portando, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento. Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certo dia li uma poesia cujo versos se referiam a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana "Se eu fosse Deus" escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão. Na qualidade de Deus chamaria o meu anjo secretario e ditaria um artigo da minha lei. 
Artigo 1° A partir deste instante, fica abolidos o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte. Certamente muitos de nós como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte, mas se observamos bem, veremos que Deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso na suas soberanas leis, é só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade, isso porque o criador que é a sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio dos seus filhos, impondo uma perfeição que estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição, onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existentes entre as criaturas, é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos ser humanos é único, tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada  um de nós tem emissões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução  em que nos encontramos. Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que um dia a terra seja um planeta ideal. Onde reine a paz, e a felicidade.  Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos temos o destino final, a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui as buscas das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas . A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nos mesmo.  Portando, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento. Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense Nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IGREDIENTES PARA O ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COM AFETO E FIRMEZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ BRUNO GIORDANO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DOR QUE CAUSAMOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e problemas da vida?  Parece estranho, não é mesmo?  Afinal, as coisas tem que dar certo pra gente.  Tudo deve ocorrer bem e sair como planejado.  A resposta é não.  Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado.  E sabe o que devemos fazer muitas vezes?  Aceitá-las.  O autor do bestseller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro de Subtle Art of Nottingham.  A sutil arte de não dar a mínima.  Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição.  Assim, focar naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado.  A vida é repleta de desafios e adversidades.  Muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir.  Só que para podermos seguir de fato é necessário aceitar as adversidades.  Aceitar que não deu certo e talvez nem dê.  É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para depois disso, sim, poder seguir em frente.  Hoje ouvimos muito se falar de sucesso, alta performance, ganhar, ganhar, ganhar.  Não que isso seja um problema.  Na verdade seria uma maravilha se a vida fosse somente isso.  E ela de fato não é assim.  Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida.  Encare a vida como uma montanha-russa.  Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo.  E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa?  Aceita o trajeto.  Na vida é assim.  Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo.  Mas assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e em outra situação as coisas podem fluir.  Ainda no livro de Mark é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e a encontrar significado na simplicidade da vida.  Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar.  Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição.  Mas na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.  Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro que as coisas precisam dar certo para a gente.  Que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento.  Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo.  Às vezes não vai dar certo. E o mais saudável é aceitar isso.  Só entendendo isso, conseguiremos de fato prosseguir em meio ao caos que pode aparecer na nossa jornada.  Estamos todos na montanha russa da vida, cheios de altos e baixos.  Não se compare. Se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito, a vida não é assim.  Como você tem encarado a vida e lidado com os problemas?  Você os tem negado? Persistindo neles? Ou tem aprendido e deixando ir?  Pense nisso. Mas, pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e problemas da vida?  Parece estranho, não é mesmo?  Afinal, as coisas tem que dar certo pra gente.  Tudo deve ocorrer bem e sair como planejado.  A resposta é não.  Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado.  E sabe o que devemos fazer muitas vezes?  Aceitá-las.  O autor do bestseller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro de Subtle Art of Nottingham.  A sutil arte de não dar a mínima.  Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição.  Assim, focar naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado.  A vida é repleta de desafios e adversidades.  Muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir.  Só que para podermos seguir de fato é necessário aceitar as adversidades.  Aceitar que não deu certo e talvez nem dê.  É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para depois disso, sim, poder seguir em frente.  Hoje ouvimos muito se falar de sucesso, alta performance, ganhar, ganhar, ganhar.  Não que isso seja um problema.  Na verdade seria uma maravilha se a vida fosse somente isso.  E ela de fato não é assim.  Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida.  Encare a vida como uma montanha-russa.  Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo.  E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa?  Aceita o trajeto.  Na vida é assim.  Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo.  Mas assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e em outra situação as coisas podem fluir.  Ainda no livro de Mark é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e a encontrar significado na simplicidade da vida.  Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar.  Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição.  Mas na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.  Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro que as coisas precisam dar certo para a gente.  Que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento.  Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo.  Às vezes não vai dar certo. E o mais saudável é aceitar isso.  Só entendendo isso, conseguiremos de fato prosseguir em meio ao caos que pode aparecer na nossa jornada.  Estamos todos na montanha russa da vida, cheios de altos e baixos.  Não se compare. Se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito, a vida não é assim.  Como você tem encarado a vida e lidado com os problemas?  Você os tem negado? Persistindo neles? Ou tem aprendido e deixando ir?  Pense nisso. Mas, pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e problemas da vida?  Parece estranho, não é mesmo?  Afinal, as coisas tem que dar certo pra gente.  Tudo deve ocorrer bem e sair como planejado.  A resposta é não.  Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado.  E sabe o que devemos fazer muitas vezes?  Aceitá-las.  O autor do bestseller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro de Subtle Art of Nottingham.  A sutil arte de não dar a mínima.  Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição.  Assim, focar naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado.  A vida é repleta de desafios e adversidades.  Muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir.  Só que para podermos seguir de fato é necessário aceitar as adversidades.  Aceitar que não deu certo e talvez nem dê.  É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para depois disso, sim, poder seguir em frente.  Hoje ouvimos muito se falar de sucesso, alta performance, ganhar, ganhar, ganhar.  Não que isso seja um problema.  Na verdade seria uma maravilha se a vida fosse somente isso.  E ela de fato não é assim.  Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida.  Encare a vida como uma montanha-russa.  Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo.  E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa?  Aceita o trajeto.  Na vida é assim.  Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo.  Mas assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e em outra situação as coisas podem fluir.  Ainda no livro de Mark é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e a encontrar significado na simplicidade da vida.  Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar.  Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição.  Mas na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.  Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro que as coisas precisam dar certo para a gente.  Que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento.  Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo.  Às vezes não vai dar certo. E o mais saudável é aceitar isso.  Só entendendo isso, conseguiremos de fato prosseguir em meio ao caos que pode aparecer na nossa jornada.  Estamos todos na montanha russa da vida, cheios de altos e baixos.  Não se compare. Se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito, a vida não é assim.  Como você tem encarado a vida e lidado com os problemas?  Você os tem negado? Persistindo neles? Ou tem aprendido e deixando ir?  Pense nisso. Mas, pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e problemas da vida?  Parece estranho, não é mesmo?  Afinal, as coisas tem que dar certo pra gente.  Tudo deve ocorrer bem e sair como planejado.  A resposta é não.  Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado.  E sabe o que devemos fazer muitas vezes?  Aceitá-las.  O autor do bestseller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro de Subtle Art of Nottingham.  A sutil arte de não dar a mínima.  Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição.  Assim, focar naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado.  A vida é repleta de desafios e adversidades.  Muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir.  Só que para podermos seguir de fato é necessário aceitar as adversidades.  Aceitar que não deu certo e talvez nem dê.  É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para depois disso, sim, poder seguir em frente.  Hoje ouvimos muito se falar de sucesso, alta performance, ganhar, ganhar, ganhar.  Não que isso seja um problema.  Na verdade seria uma maravilha se a vida fosse somente isso.  E ela de fato não é assim.  Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida.  Encare a vida como uma montanha-russa.  Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo.  E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa?  Aceita o trajeto.  Na vida é assim.  Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo.  Mas assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e em outra situação as coisas podem fluir.  Ainda no livro de Mark é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e a encontrar significado na simplicidade da vida.  Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar.  Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição.  Mas na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.  Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro que as coisas precisam dar certo para a gente.  Que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento.  Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo.  Às vezes não vai dar certo. E o mais saudável é aceitar isso.  Só entendendo isso, conseguiremos de fato prosseguir em meio ao caos que pode aparecer na nossa jornada.  Estamos todos na montanha russa da vida, cheios de altos e baixos.  Não se compare. Se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito, a vida não é assim.  Como você tem encarado a vida e lidado com os problemas?  Você os tem negado? Persistindo neles? Ou tem aprendido e deixando ir?  Pense nisso. Mas, pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SUTIL ARTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ O VALOR DE UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[
Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos,  que assim como ele, estava em seu primeiro dia.  Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali naquela idade.  Rindo ela respondeu, estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.  Eu falo sério, disse seu jovem colega.  Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.  Gentilmente ela respondeu, sempre sonhei em ter uma educação universitária, e agora vou ter.  Os anos passaram, e durante o curso, ela se fez muito popular na universidade.  Fazia amizades onde quer que fosse, e todos gostavam muito dela.  Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou, marcaram muito aquele jovem.  Ela disse, não deixamos de brincar porque estamos velhos, ficamos velhos porque deixamos de brincar.  Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar.  Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.  Temos que ter um ideal, porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.  Só envelhece quem deixa de viver a vida.  Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer.  O envelhecer é a mera passagem do tempo, é algo natural e inevitável.  É o destino de todos nós.  Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo.  O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem.  É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações é a graduação na escola da vida.  Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento, podemos viver livres, fleumáticos e sem medos.  Muitas vezes o medo de envelhecer nos impede de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade.  As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.  E como o poeta José Saramago deixou no texto. Quantos anos tenho?  Isso a quem importa.  Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.  Não importa a idade que você tenha, cinquenta, sessenta ou até mais.  Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos.  Alegre-se com seu amadurecimento e viva intensamente.  Pense nisso, mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos,  que assim como ele, estava em seu primeiro dia.  Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali naquela idade.  Rindo ela respondeu, estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.  Eu falo sério, disse seu jovem colega.  Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.  Gentilmente ela respondeu, sempre sonhei em ter uma educação universitária, e agora vou ter.  Os anos passaram, e durante o curso, ela se fez muito popular na universidade.  Fazia amizades onde quer que fosse, e todos gostavam muito dela.  Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou, marcaram muito aquele jovem.  Ela disse, não deixamos de brincar porque estamos velhos, ficamos velhos porque deixamos de brincar.  Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar.  Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.  Temos que ter um ideal, porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.  Só envelhece quem deixa de viver a vida.  Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer.  O envelhecer é a mera passagem do tempo, é algo natural e inevitável.  É o destino de todos nós.  Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo.  O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem.  É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações é a graduação na escola da vida.  Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento, podemos viver livres, fleumáticos e sem medos.  Muitas vezes o medo de envelhecer nos impede de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade.  As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.  E como o poeta José Saramago deixou no texto. Quantos anos tenho?  Isso a quem importa.  Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.  Não importa a idade que você tenha, cinquenta, sessenta ou até mais.  Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos.  Alegre-se com seu amadurecimento e viva intensamente.  Pense nisso, mas pense agora.
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      <itunes:summary><![CDATA[
Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos,  que assim como ele, estava em seu primeiro dia.  Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali naquela idade.  Rindo ela respondeu, estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.  Eu falo sério, disse seu jovem colega.  Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.  Gentilmente ela respondeu, sempre sonhei em ter uma educação universitária, e agora vou ter.  Os anos passaram, e durante o curso, ela se fez muito popular na universidade.  Fazia amizades onde quer que fosse, e todos gostavam muito dela.  Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou, marcaram muito aquele jovem.  Ela disse, não deixamos de brincar porque estamos velhos, ficamos velhos porque deixamos de brincar.  Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar.  Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.  Temos que ter um ideal, porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.  Só envelhece quem deixa de viver a vida.  Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer.  O envelhecer é a mera passagem do tempo, é algo natural e inevitável.  É o destino de todos nós.  Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo.  O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem.  É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações é a graduação na escola da vida.  Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento, podemos viver livres, fleumáticos e sem medos.  Muitas vezes o medo de envelhecer nos impede de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade.  As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.  E como o poeta José Saramago deixou no texto. Quantos anos tenho?  Isso a quem importa.  Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.  Não importa a idade que você tenha, cinquenta, sessenta ou até mais.  Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos.  Alegre-se com seu amadurecimento e viva intensamente.  Pense nisso, mas pense agora.
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      <content:encoded><![CDATA[
Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos,  que assim como ele, estava em seu primeiro dia.  Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali naquela idade.  Rindo ela respondeu, estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.  Eu falo sério, disse seu jovem colega.  Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.  Gentilmente ela respondeu, sempre sonhei em ter uma educação universitária, e agora vou ter.  Os anos passaram, e durante o curso, ela se fez muito popular na universidade.  Fazia amizades onde quer que fosse, e todos gostavam muito dela.  Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou, marcaram muito aquele jovem.  Ela disse, não deixamos de brincar porque estamos velhos, ficamos velhos porque deixamos de brincar.  Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar.  Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.  Temos que ter um ideal, porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.  Só envelhece quem deixa de viver a vida.  Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer.  O envelhecer é a mera passagem do tempo, é algo natural e inevitável.  É o destino de todos nós.  Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo.  O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem.  É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações é a graduação na escola da vida.  Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento, podemos viver livres, fleumáticos e sem medos.  Muitas vezes o medo de envelhecer nos impede de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade.  As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.  E como o poeta José Saramago deixou no texto. Quantos anos tenho?  Isso a quem importa.  Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.  Não importa a idade que você tenha, cinquenta, sessenta ou até mais.  Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos.  Alegre-se com seu amadurecimento e viva intensamente.  Pense nisso, mas pense agora.
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      <title><![CDATA[ENVELHEÇA BEM]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Com o passar do tempo, nós perdemos a nossa essência, o nosso lado lúdico. Perdemos a nossa singularidade, isto é, deixamos de ser criativos por não usarmos a nossa imaginação. Albert Einstein disse que, enquanto a ciência é limitada, a imaginação abrange o mundo inteiro. A imaginação é a mãe de toda criação, pode ter certeza disso. Em certo momento, nos perguntamos: quem éramos quando crianças? Com o passar do tempo, a vida nos carrega feito um rio, e nos esquecemos da nossa essência mais pura. A nossa curiosidade sobre as coisas vão diminuindo, e passamos a dar preferência por fórmulas e situações mágicas, seguras, que não exigem de nós uma busca dos porquês da vida. Passamos a não ter mais tempo para as coisas simples e buscamos somente o acúmulo de dinheiro, poder e status. Entramos no que chamamos de zona de conforto, que no bem da verdade deveria se chamar de a zona da morte, da morte do nosso criativo, a morte dos sonhos, a morte da nossa imaginação. Os primeiros sintomas, quando você está entrando nessa zona da morte, é a ansiedade e melancolia, e a sua criatividade vai aos poucos murchando, e com ela a sua luz vai se apagando. Quem éramos quando criança? Éramos ávidos por coisas novas, enlouquecidos para desvendar mistérios, éramos cheios de ósseos. Sim, o ócio, tão mal compreendido, pode ser o grande motivador de novas ideias e soluções para muitos problemas que estamos enfrentando. Existem estudos que comprovam que o ócio te leva a fazer muito mais. Foram em momentos do mais puro ócio que grandes obras musicais foram compostas. Foi no momento de ócio que Albert Einstein começou a desenvolver a teoria da relatividade, que iria transformar a humanidade. Quando éramos crianças, as nossas tardes duravam para sempre. E hoje, elas duram uma fração de segundo. Por isso, pare o tempo para voltar a ser você mesmo. Pare um pouco de focar somente nas metas, no objetivo, no resultado, na meta final. Isso é um grande erro que estamos cometendo contra nós mesmos. Porque o processo é que é fundamental. É no ato da busca que se encontram os melhores resultados. Por isso, a importância do ócio. O sociólogo italiano Domenico Di Masi, que revolucionou o conceito de trabalho, dizendo que as pessoas devem incluir no seu dia a dia um momento que tenham atividades para descansar, momentos de lazer, e conciliar isso com o trabalho e a aprendizagem. Levar a vida em loop pode parecer glamoroso, mas traz muitos perigos. Para a psicanálise, os momentos de relaxamento são fundamentais, pois é nessas horas que o cérebro começa a devanear. Essa divagação não é tempo jogado fora, pelo contrário. Devagar é caminhar pelo inconsciente e, porventura, encontrar, ter insights interessantes e preparar os circuitos para ter novas ideias. Você deve lembrar que, quando éramos crianças, nós tínhamos soluções para todos os problemas. Porque tínhamos o ócio, tínhamos tempo para a imaginação. Então, pare um pouco. Deixe espaço para a sua imaginação. Você vai ver que, como por encanto, muitas soluções para os seus problemas surgirão. Pense nisso e não se sinta culpado pelo seu próprio ócio.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Com o passar do tempo, nós perdemos a nossa essência, o nosso lado lúdico. Perdemos a nossa singularidade, isto é, deixamos de ser criativos por não usarmos a nossa imaginação. Albert Einstein disse que, enquanto a ciência é limitada, a imaginação abrange o mundo inteiro. A imaginação é a mãe de toda criação, pode ter certeza disso. Em certo momento, nos perguntamos: quem éramos quando crianças? Com o passar do tempo, a vida nos carrega feito um rio, e nos esquecemos da nossa essência mais pura. A nossa curiosidade sobre as coisas vão diminuindo, e passamos a dar preferência por fórmulas e situações mágicas, seguras, que não exigem de nós uma busca dos porquês da vida. Passamos a não ter mais tempo para as coisas simples e buscamos somente o acúmulo de dinheiro, poder e status. Entramos no que chamamos de zona de conforto, que no bem da verdade deveria se chamar de a zona da morte, da morte do nosso criativo, a morte dos sonhos, a morte da nossa imaginação. Os primeiros sintomas, quando você está entrando nessa zona da morte, é a ansiedade e melancolia, e a sua criatividade vai aos poucos murchando, e com ela a sua luz vai se apagando. Quem éramos quando criança? Éramos ávidos por coisas novas, enlouquecidos para desvendar mistérios, éramos cheios de ósseos. Sim, o ócio, tão mal compreendido, pode ser o grande motivador de novas ideias e soluções para muitos problemas que estamos enfrentando. Existem estudos que comprovam que o ócio te leva a fazer muito mais. Foram em momentos do mais puro ócio que grandes obras musicais foram compostas. Foi no momento de ócio que Albert Einstein começou a desenvolver a teoria da relatividade, que iria transformar a humanidade. Quando éramos crianças, as nossas tardes duravam para sempre. E hoje, elas duram uma fração de segundo. Por isso, pare o tempo para voltar a ser você mesmo. Pare um pouco de focar somente nas metas, no objetivo, no resultado, na meta final. Isso é um grande erro que estamos cometendo contra nós mesmos. Porque o processo é que é fundamental. É no ato da busca que se encontram os melhores resultados. Por isso, a importância do ócio. O sociólogo italiano Domenico Di Masi, que revolucionou o conceito de trabalho, dizendo que as pessoas devem incluir no seu dia a dia um momento que tenham atividades para descansar, momentos de lazer, e conciliar isso com o trabalho e a aprendizagem. Levar a vida em loop pode parecer glamoroso, mas traz muitos perigos. Para a psicanálise, os momentos de relaxamento são fundamentais, pois é nessas horas que o cérebro começa a devanear. Essa divagação não é tempo jogado fora, pelo contrário. Devagar é caminhar pelo inconsciente e, porventura, encontrar, ter insights interessantes e preparar os circuitos para ter novas ideias. Você deve lembrar que, quando éramos crianças, nós tínhamos soluções para todos os problemas. Porque tínhamos o ócio, tínhamos tempo para a imaginação. Então, pare um pouco. Deixe espaço para a sua imaginação. Você vai ver que, como por encanto, muitas soluções para os seus problemas surgirão. Pense nisso e não se sinta culpado pelo seu próprio ócio.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Com o passar do tempo, nós perdemos a nossa essência, o nosso lado lúdico. Perdemos a nossa singularidade, isto é, deixamos de ser criativos por não usarmos a nossa imaginação. Albert Einstein disse que, enquanto a ciência é limitada, a imaginação abrange o mundo inteiro. A imaginação é a mãe de toda criação, pode ter certeza disso. Em certo momento, nos perguntamos: quem éramos quando crianças? Com o passar do tempo, a vida nos carrega feito um rio, e nos esquecemos da nossa essência mais pura. A nossa curiosidade sobre as coisas vão diminuindo, e passamos a dar preferência por fórmulas e situações mágicas, seguras, que não exigem de nós uma busca dos porquês da vida. Passamos a não ter mais tempo para as coisas simples e buscamos somente o acúmulo de dinheiro, poder e status. Entramos no que chamamos de zona de conforto, que no bem da verdade deveria se chamar de a zona da morte, da morte do nosso criativo, a morte dos sonhos, a morte da nossa imaginação. Os primeiros sintomas, quando você está entrando nessa zona da morte, é a ansiedade e melancolia, e a sua criatividade vai aos poucos murchando, e com ela a sua luz vai se apagando. Quem éramos quando criança? Éramos ávidos por coisas novas, enlouquecidos para desvendar mistérios, éramos cheios de ósseos. Sim, o ócio, tão mal compreendido, pode ser o grande motivador de novas ideias e soluções para muitos problemas que estamos enfrentando. Existem estudos que comprovam que o ócio te leva a fazer muito mais. Foram em momentos do mais puro ócio que grandes obras musicais foram compostas. Foi no momento de ócio que Albert Einstein começou a desenvolver a teoria da relatividade, que iria transformar a humanidade. Quando éramos crianças, as nossas tardes duravam para sempre. E hoje, elas duram uma fração de segundo. Por isso, pare o tempo para voltar a ser você mesmo. Pare um pouco de focar somente nas metas, no objetivo, no resultado, na meta final. Isso é um grande erro que estamos cometendo contra nós mesmos. Porque o processo é que é fundamental. É no ato da busca que se encontram os melhores resultados. Por isso, a importância do ócio. O sociólogo italiano Domenico Di Masi, que revolucionou o conceito de trabalho, dizendo que as pessoas devem incluir no seu dia a dia um momento que tenham atividades para descansar, momentos de lazer, e conciliar isso com o trabalho e a aprendizagem. Levar a vida em loop pode parecer glamoroso, mas traz muitos perigos. Para a psicanálise, os momentos de relaxamento são fundamentais, pois é nessas horas que o cérebro começa a devanear. Essa divagação não é tempo jogado fora, pelo contrário. Devagar é caminhar pelo inconsciente e, porventura, encontrar, ter insights interessantes e preparar os circuitos para ter novas ideias. Você deve lembrar que, quando éramos crianças, nós tínhamos soluções para todos os problemas. Porque tínhamos o ócio, tínhamos tempo para a imaginação. Então, pare um pouco. Deixe espaço para a sua imaginação. Você vai ver que, como por encanto, muitas soluções para os seus problemas surgirão. Pense nisso e não se sinta culpado pelo seu próprio ócio.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Com o passar do tempo, nós perdemos a nossa essência, o nosso lado lúdico. Perdemos a nossa singularidade, isto é, deixamos de ser criativos por não usarmos a nossa imaginação. Albert Einstein disse que, enquanto a ciência é limitada, a imaginação abrange o mundo inteiro. A imaginação é a mãe de toda criação, pode ter certeza disso. Em certo momento, nos perguntamos: quem éramos quando crianças? Com o passar do tempo, a vida nos carrega feito um rio, e nos esquecemos da nossa essência mais pura. A nossa curiosidade sobre as coisas vão diminuindo, e passamos a dar preferência por fórmulas e situações mágicas, seguras, que não exigem de nós uma busca dos porquês da vida. Passamos a não ter mais tempo para as coisas simples e buscamos somente o acúmulo de dinheiro, poder e status. Entramos no que chamamos de zona de conforto, que no bem da verdade deveria se chamar de a zona da morte, da morte do nosso criativo, a morte dos sonhos, a morte da nossa imaginação. Os primeiros sintomas, quando você está entrando nessa zona da morte, é a ansiedade e melancolia, e a sua criatividade vai aos poucos murchando, e com ela a sua luz vai se apagando. Quem éramos quando criança? Éramos ávidos por coisas novas, enlouquecidos para desvendar mistérios, éramos cheios de ósseos. Sim, o ócio, tão mal compreendido, pode ser o grande motivador de novas ideias e soluções para muitos problemas que estamos enfrentando. Existem estudos que comprovam que o ócio te leva a fazer muito mais. Foram em momentos do mais puro ócio que grandes obras musicais foram compostas. Foi no momento de ócio que Albert Einstein começou a desenvolver a teoria da relatividade, que iria transformar a humanidade. Quando éramos crianças, as nossas tardes duravam para sempre. E hoje, elas duram uma fração de segundo. Por isso, pare o tempo para voltar a ser você mesmo. Pare um pouco de focar somente nas metas, no objetivo, no resultado, na meta final. Isso é um grande erro que estamos cometendo contra nós mesmos. Porque o processo é que é fundamental. É no ato da busca que se encontram os melhores resultados. Por isso, a importância do ócio. O sociólogo italiano Domenico Di Masi, que revolucionou o conceito de trabalho, dizendo que as pessoas devem incluir no seu dia a dia um momento que tenham atividades para descansar, momentos de lazer, e conciliar isso com o trabalho e a aprendizagem. Levar a vida em loop pode parecer glamoroso, mas traz muitos perigos. Para a psicanálise, os momentos de relaxamento são fundamentais, pois é nessas horas que o cérebro começa a devanear. Essa divagação não é tempo jogado fora, pelo contrário. Devagar é caminhar pelo inconsciente e, porventura, encontrar, ter insights interessantes e preparar os circuitos para ter novas ideias. Você deve lembrar que, quando éramos crianças, nós tínhamos soluções para todos os problemas. Porque tínhamos o ócio, tínhamos tempo para a imaginação. Então, pare um pouco. Deixe espaço para a sua imaginação. Você vai ver que, como por encanto, muitas soluções para os seus problemas surgirão. Pense nisso e não se sinta culpado pelo seu próprio ócio.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A IMPORTÂNCIA DO ÓCIO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[O sociólogo polonês Sigmund Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos. Um tempo líquido, em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há observação pausada daquilo que experimentamos. É preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade. Reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega. O que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo. Em tempos de Facebook, Instagram, WhatsApp, não há desagrados. Se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações. Perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos. As discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida. Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado. Tudo é desvendado. O que se come, o que se compra, o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente, a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações. Tudo se torna vacilante. Tudo pode ser deletado. O mundo, o amor e os amigos. Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco. Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos. Não poucas vezes vazios e sem significados reais. E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos. Nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável. Assim, fugimos de nós mesmos. Mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa atividade. Por isso, se faz necessário que busquemos a nós mesmos de tempos em tempos. Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco em um reencontro com a própria alma. De maneira tranquila e serena. Sabendo que guardamos em nossa atividade a chave para a nossa felicidade. Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos. Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno. Intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento. Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações. Repensar nossos atos. Ponderar valores e atitudes para os próximos embates. Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional. Dessa forma, a solidão será oportuna, companheira, a ser buscada. Para que possamos nos encontrar e conhecer. Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo. Buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar. Aproveitemo-nos para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão. Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros em idênticas situações. Se nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber por que, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos. Como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O sociólogo polonês Sigmund Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos. Um tempo líquido, em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há observação pausada daquilo que experimentamos. É preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade. Reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega. O que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo. Em tempos de Facebook, Instagram, WhatsApp, não há desagrados. Se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações. Perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos. As discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida. Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado. Tudo é desvendado. O que se come, o que se compra, o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente, a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações. Tudo se torna vacilante. Tudo pode ser deletado. O mundo, o amor e os amigos. Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco. Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos. Não poucas vezes vazios e sem significados reais. E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos. Nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável. Assim, fugimos de nós mesmos. Mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa atividade. Por isso, se faz necessário que busquemos a nós mesmos de tempos em tempos. Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco em um reencontro com a própria alma. De maneira tranquila e serena. Sabendo que guardamos em nossa atividade a chave para a nossa felicidade. Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos. Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno. Intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento. Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações. Repensar nossos atos. Ponderar valores e atitudes para os próximos embates. Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional. Dessa forma, a solidão será oportuna, companheira, a ser buscada. Para que possamos nos encontrar e conhecer. Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo. Buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar. Aproveitemo-nos para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão. Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros em idênticas situações. Se nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber por que, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos. Como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O sociólogo polonês Sigmund Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos. Um tempo líquido, em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há observação pausada daquilo que experimentamos. É preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade. Reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega. O que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo. Em tempos de Facebook, Instagram, WhatsApp, não há desagrados. Se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações. Perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos. As discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida. Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado. Tudo é desvendado. O que se come, o que se compra, o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente, a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações. Tudo se torna vacilante. Tudo pode ser deletado. O mundo, o amor e os amigos. Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco. Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos. Não poucas vezes vazios e sem significados reais. E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos. Nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável. Assim, fugimos de nós mesmos. Mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa atividade. Por isso, se faz necessário que busquemos a nós mesmos de tempos em tempos. Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco em um reencontro com a própria alma. De maneira tranquila e serena. Sabendo que guardamos em nossa atividade a chave para a nossa felicidade. Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos. Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno. Intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento. Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações. Repensar nossos atos. Ponderar valores e atitudes para os próximos embates. Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional. Dessa forma, a solidão será oportuna, companheira, a ser buscada. Para que possamos nos encontrar e conhecer. Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo. Buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar. Aproveitemo-nos para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão. Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros em idênticas situações. Se nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber por que, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos. Como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O sociólogo polonês Sigmund Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos. Um tempo líquido, em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há observação pausada daquilo que experimentamos. É preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade. Reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega. O que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo. Em tempos de Facebook, Instagram, WhatsApp, não há desagrados. Se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações. Perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos. As discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida. Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado. Tudo é desvendado. O que se come, o que se compra, o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente, a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações. Tudo se torna vacilante. Tudo pode ser deletado. O mundo, o amor e os amigos. Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco. Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos. Não poucas vezes vazios e sem significados reais. E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos. Nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável. Assim, fugimos de nós mesmos. Mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa atividade. Por isso, se faz necessário que busquemos a nós mesmos de tempos em tempos. Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco em um reencontro com a própria alma. De maneira tranquila e serena. Sabendo que guardamos em nossa atividade a chave para a nossa felicidade. Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos. Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno. Intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento. Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações. Repensar nossos atos. Ponderar valores e atitudes para os próximos embates. Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional. Dessa forma, a solidão será oportuna, companheira, a ser buscada. Para que possamos nos encontrar e conhecer. Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo. Buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar. Aproveitemo-nos para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão. Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros em idênticas situações. Se nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber por que, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos. Como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SERVIR SEMPRE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Sinto dizer que, sem esforço, nada vai acontecer. Não adianta reza forte, nem macumba com kit de velas. Se você não se decidir pelo primeiro passo, se você não sair desse quarto, nem os anjos, nem Jesus poderão te ajudar, se você não se ajudar.

Quer emagrecer? Caminhe todos os dias. Pare de dizer que não tem dinheiro para academia. A rua é livre, de graça, e está te esperando, seja noite, seja dia.

Quer um novo emprego? Estude algo novo. Aprenda um pouco mais sobre o seu ofício, faça a diferença, e as empresas virão atrás de você.

Quer um novo amor? Saia para lugares diferentes, assista a um bom filme, leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos, e o amor vai te encontrar no metrô, no ônibus, na calçada ou em qualquer lugar. Afinal, você será alguém de admirar, uma pessoa que encanta só de olhar.

Quer esquecer alguém que te magoou? Enterre as lembranças e o infeliz. Valorize-se, criatura!

Se você se valoriza, sabe o quanto vale. Sabendo o quanto vale, não se troca por qualquer coisa. Se alguém te deixou, é porque não soube reconhecer o seu valor. Logo, enterre essa criatura no lago dos esquecidos e siga rumo ao novo. O novo é sempre mais gostoso.

Quer deixar de dever? Pare de comprar. Não faça dívidas para pagar dívidas. Nunca! Jamais! Faça uma poupança e peça para o povo esperar. Devo, não nego; pago quando puder. Assim, a cabeça fica livre e você consegue trabalhar. Em breve, não terá mais nada para pagar.

Quer esquecer uma mágoa? Limpe o seu coração, esvazie-se. Quem tem equilíbrio emocional não guarda mágoas. Só as pessoas com problemas emocionais vivem ressentidas, guardando uma dor e alimentando-a como se fosse um animal de estimação. Busque o equilíbrio emocional, doe-se, ame mais, e tudo passa.

Quer viver bem? Ame-se. A felicidade é gratuita, não custa nada. É fazer tudo com alegria, até nos mínimos detalhes. Pergunte-se e, se não encontrar respostas que o satisfaçam, comece tudo de novo.

Para que dois celulares? Um para cada orelha? Para que três computadores, se você não tem uma empresa? Quatro carros? Seis quartos, se moram apenas você e mais uma ou duas pessoas? Quarenta pares de sapatos, se você tem apenas dois pés?

A vida pede muito pouco, e nós precisamos de menos ainda.

Acorde enquanto é tempo e comece a mudança, antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo. Espero que você tenha, pelo menos, vencido a partida.

Pense nisso e seja feliz!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Sinto dizer que, sem esforço, nada vai acontecer. Não adianta reza forte, nem macumba com kit de velas. Se você não se decidir pelo primeiro passo, se você não sair desse quarto, nem os anjos, nem Jesus poderão te ajudar, se você não se ajudar.

Quer emagrecer? Caminhe todos os dias. Pare de dizer que não tem dinheiro para academia. A rua é livre, de graça, e está te esperando, seja noite, seja dia.

Quer um novo emprego? Estude algo novo. Aprenda um pouco mais sobre o seu ofício, faça a diferença, e as empresas virão atrás de você.

Quer um novo amor? Saia para lugares diferentes, assista a um bom filme, leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos, e o amor vai te encontrar no metrô, no ônibus, na calçada ou em qualquer lugar. Afinal, você será alguém de admirar, uma pessoa que encanta só de olhar.

Quer esquecer alguém que te magoou? Enterre as lembranças e o infeliz. Valorize-se, criatura!

Se você se valoriza, sabe o quanto vale. Sabendo o quanto vale, não se troca por qualquer coisa. Se alguém te deixou, é porque não soube reconhecer o seu valor. Logo, enterre essa criatura no lago dos esquecidos e siga rumo ao novo. O novo é sempre mais gostoso.

Quer deixar de dever? Pare de comprar. Não faça dívidas para pagar dívidas. Nunca! Jamais! Faça uma poupança e peça para o povo esperar. Devo, não nego; pago quando puder. Assim, a cabeça fica livre e você consegue trabalhar. Em breve, não terá mais nada para pagar.

Quer esquecer uma mágoa? Limpe o seu coração, esvazie-se. Quem tem equilíbrio emocional não guarda mágoas. Só as pessoas com problemas emocionais vivem ressentidas, guardando uma dor e alimentando-a como se fosse um animal de estimação. Busque o equilíbrio emocional, doe-se, ame mais, e tudo passa.

Quer viver bem? Ame-se. A felicidade é gratuita, não custa nada. É fazer tudo com alegria, até nos mínimos detalhes. Pergunte-se e, se não encontrar respostas que o satisfaçam, comece tudo de novo.

Para que dois celulares? Um para cada orelha? Para que três computadores, se você não tem uma empresa? Quatro carros? Seis quartos, se moram apenas você e mais uma ou duas pessoas? Quarenta pares de sapatos, se você tem apenas dois pés?

A vida pede muito pouco, e nós precisamos de menos ainda.

Acorde enquanto é tempo e comece a mudança, antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo. Espero que você tenha, pelo menos, vencido a partida.

Pense nisso e seja feliz!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Sinto dizer que, sem esforço, nada vai acontecer. Não adianta reza forte, nem macumba com kit de velas. Se você não se decidir pelo primeiro passo, se você não sair desse quarto, nem os anjos, nem Jesus poderão te ajudar, se você não se ajudar.

Quer emagrecer? Caminhe todos os dias. Pare de dizer que não tem dinheiro para academia. A rua é livre, de graça, e está te esperando, seja noite, seja dia.

Quer um novo emprego? Estude algo novo. Aprenda um pouco mais sobre o seu ofício, faça a diferença, e as empresas virão atrás de você.

Quer um novo amor? Saia para lugares diferentes, assista a um bom filme, leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos, e o amor vai te encontrar no metrô, no ônibus, na calçada ou em qualquer lugar. Afinal, você será alguém de admirar, uma pessoa que encanta só de olhar.

Quer esquecer alguém que te magoou? Enterre as lembranças e o infeliz. Valorize-se, criatura!

Se você se valoriza, sabe o quanto vale. Sabendo o quanto vale, não se troca por qualquer coisa. Se alguém te deixou, é porque não soube reconhecer o seu valor. Logo, enterre essa criatura no lago dos esquecidos e siga rumo ao novo. O novo é sempre mais gostoso.

Quer deixar de dever? Pare de comprar. Não faça dívidas para pagar dívidas. Nunca! Jamais! Faça uma poupança e peça para o povo esperar. Devo, não nego; pago quando puder. Assim, a cabeça fica livre e você consegue trabalhar. Em breve, não terá mais nada para pagar.

Quer esquecer uma mágoa? Limpe o seu coração, esvazie-se. Quem tem equilíbrio emocional não guarda mágoas. Só as pessoas com problemas emocionais vivem ressentidas, guardando uma dor e alimentando-a como se fosse um animal de estimação. Busque o equilíbrio emocional, doe-se, ame mais, e tudo passa.

Quer viver bem? Ame-se. A felicidade é gratuita, não custa nada. É fazer tudo com alegria, até nos mínimos detalhes. Pergunte-se e, se não encontrar respostas que o satisfaçam, comece tudo de novo.

Para que dois celulares? Um para cada orelha? Para que três computadores, se você não tem uma empresa? Quatro carros? Seis quartos, se moram apenas você e mais uma ou duas pessoas? Quarenta pares de sapatos, se você tem apenas dois pés?

A vida pede muito pouco, e nós precisamos de menos ainda.

Acorde enquanto é tempo e comece a mudança, antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo. Espero que você tenha, pelo menos, vencido a partida.

Pense nisso e seja feliz!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Sinto dizer que, sem esforço, nada vai acontecer. Não adianta reza forte, nem macumba com kit de velas. Se você não se decidir pelo primeiro passo, se você não sair desse quarto, nem os anjos, nem Jesus poderão te ajudar, se você não se ajudar.

Quer emagrecer? Caminhe todos os dias. Pare de dizer que não tem dinheiro para academia. A rua é livre, de graça, e está te esperando, seja noite, seja dia.

Quer um novo emprego? Estude algo novo. Aprenda um pouco mais sobre o seu ofício, faça a diferença, e as empresas virão atrás de você.

Quer um novo amor? Saia para lugares diferentes, assista a um bom filme, leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos, e o amor vai te encontrar no metrô, no ônibus, na calçada ou em qualquer lugar. Afinal, você será alguém de admirar, uma pessoa que encanta só de olhar.

Quer esquecer alguém que te magoou? Enterre as lembranças e o infeliz. Valorize-se, criatura!

Se você se valoriza, sabe o quanto vale. Sabendo o quanto vale, não se troca por qualquer coisa. Se alguém te deixou, é porque não soube reconhecer o seu valor. Logo, enterre essa criatura no lago dos esquecidos e siga rumo ao novo. O novo é sempre mais gostoso.

Quer deixar de dever? Pare de comprar. Não faça dívidas para pagar dívidas. Nunca! Jamais! Faça uma poupança e peça para o povo esperar. Devo, não nego; pago quando puder. Assim, a cabeça fica livre e você consegue trabalhar. Em breve, não terá mais nada para pagar.

Quer esquecer uma mágoa? Limpe o seu coração, esvazie-se. Quem tem equilíbrio emocional não guarda mágoas. Só as pessoas com problemas emocionais vivem ressentidas, guardando uma dor e alimentando-a como se fosse um animal de estimação. Busque o equilíbrio emocional, doe-se, ame mais, e tudo passa.

Quer viver bem? Ame-se. A felicidade é gratuita, não custa nada. É fazer tudo com alegria, até nos mínimos detalhes. Pergunte-se e, se não encontrar respostas que o satisfaçam, comece tudo de novo.

Para que dois celulares? Um para cada orelha? Para que três computadores, se você não tem uma empresa? Quatro carros? Seis quartos, se moram apenas você e mais uma ou duas pessoas? Quarenta pares de sapatos, se você tem apenas dois pés?

A vida pede muito pouco, e nós precisamos de menos ainda.

Acorde enquanto é tempo e comece a mudança, antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo. Espero que você tenha, pelo menos, vencido a partida.

Pense nisso e seja feliz!
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      <title><![CDATA[ATITUDE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TEMPO PARA TUDO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BOA LEITURA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal.  Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão.  Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros.  Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol.  Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder.  Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha.  No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.  Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto.  Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho.  Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato.  Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas.  Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar.  O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando,  que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai.  Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados,  ainda se desdobram com as tarefas domésticas.  Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida,  sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.  Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.  Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.  Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família.  Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.  Família é o que há de mais importante na vida.  Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho.  Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.  Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim.  Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando.  Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação.  Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família,  enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar.  Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida.  E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente.  Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.  Família é um, é auxílio.  Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado,  descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.  Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção.  Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.  Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.  Pense nisso.  Mas, pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal.  Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão.  Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros.  Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol.  Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder.  Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha.  No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.  Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto.  Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho.  Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato.  Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas.  Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar.  O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando,  que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai.  Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados,  ainda se desdobram com as tarefas domésticas.  Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida,  sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.  Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.  Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.  Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família.  Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.  Família é o que há de mais importante na vida.  Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho.  Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.  Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim.  Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando.  Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação.  Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família,  enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar.  Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida.  E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente.  Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.  Família é um, é auxílio.  Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado,  descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.  Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção.  Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.  Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.  Pense nisso.  Mas, pense agora.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VÁ AO OESTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <pubDate>Sun, 17 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ SOLIDARIEDADE ENTRE AS GERAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Mariana era uma menina curiosa e sensível. Caminhava com seu pai pelas ruas da pequena cidade, quando viu um menino, magro, mal trapinho, rodeando algumas latas de lixo. Seus olhos, fundos e tristes, encontraram os da menina por um breve instante, antes que ele se escondesse numa densa mata que margeava a estrada. Mariana, sem pensar, chamou a atenção do seu pai. Aquele homem justo e compassivo não hesitou, chamou as autoridades para a averiguar, e logo descobriu que o menino havia fugido de uma casa em guerra, onde era constantemente maltratado por seus cuidadores. Mariana aproximou-se do menino e perguntou, por que você não pediu ajuda? Assustado, o menino respondeu, A floresta é melhor que os humanos. Elas não machucam. O pai de Mariana ajoelhou em frente do garoto e disse, Algumas pessoas podem ser cruéis sim, e a natureza é boa. Mas você precisa de cuidados humanos para crescer e se tornar uma pessoa maravilhosa. E lembre-se, não é porque você veio de uma família infeliz que sua história precisa ser triste. Agarre essa nova oportunidade que a vida te dá, e viva grandemente. Anos depois, Mariana soube que o menino havia sido adotado, cresceu o restante da sua vida com amor, e agora um médico pediátrico e voluntário no orfanato que o abrigou nos seus dias difíceis. Em um mundo onde as sombras do egoísmo e da indiferença se estendem, a luz da empatia brilha como um farol de esperança. Empatia não é apenas sentir o que o outro sente, é a ponte que conecta corações e mentes, permitindo que as pessoas vejam além de si mesmas e estendam a mão para ajudar quem precisa. Cada ato de compreensão é uma semente plantada no solo fértil da humanidade, e cada gesto de bondade nutre essa semente, incentivando-a a crescer e florescer. A história é um testemunho de que, quando regadas com empatia, amor e compreensão, as sementes da mudança podem romper o concreto da apatia, a dor e a desilusão. A mudança no rumo da história começa com a escolha que cada indivíduo tem ao agir com compaixão e altruísmo, bem como a escolha que cada um faz diariamente diante das dificuldades e da dor. Não devemos guardar rancor, nem pensar que o mundo é culpado pelo nosso sofrimento, pois isso só aprisiona o coração, impedindo que ele se desenvolva para a vitória. A compreensão é como um eco que se propaga, um simples ato de bondade tem o poder de iniciar uma onda de mudanças positivas, transformando a narrativa de uma era. O Evangelho nos ensina que não devemos ser prisioneiros do ciclo da retaliação, mas sim libertadores da graça. Romanos capítulo 12, verso 21, diz Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. Este versículo ressoa como um chamado para quebrar as correntes do rancor e retribuir o mal com o bem, iluminando o caminho para um futuro em que a empatia é a chave para desbloquear o potencial ilimitado da história humana. Pense nisso, mas pense agora.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Mariana era uma menina curiosa e sensível. Caminhava com seu pai pelas ruas da pequena cidade, quando viu um menino, magro, mal trapinho, rodeando algumas latas de lixo. Seus olhos, fundos e tristes, encontraram os da menina por um breve instante, antes que ele se escondesse numa densa mata que margeava a estrada. Mariana, sem pensar, chamou a atenção do seu pai. Aquele homem justo e compassivo não hesitou, chamou as autoridades para a averiguar, e logo descobriu que o menino havia fugido de uma casa em guerra, onde era constantemente maltratado por seus cuidadores. Mariana aproximou-se do menino e perguntou, por que você não pediu ajuda? Assustado, o menino respondeu, A floresta é melhor que os humanos. Elas não machucam. O pai de Mariana ajoelhou em frente do garoto e disse, Algumas pessoas podem ser cruéis sim, e a natureza é boa. Mas você precisa de cuidados humanos para crescer e se tornar uma pessoa maravilhosa. E lembre-se, não é porque você veio de uma família infeliz que sua história precisa ser triste. Agarre essa nova oportunidade que a vida te dá, e viva grandemente. Anos depois, Mariana soube que o menino havia sido adotado, cresceu o restante da sua vida com amor, e agora um médico pediátrico e voluntário no orfanato que o abrigou nos seus dias difíceis. Em um mundo onde as sombras do egoísmo e da indiferença se estendem, a luz da empatia brilha como um farol de esperança. Empatia não é apenas sentir o que o outro sente, é a ponte que conecta corações e mentes, permitindo que as pessoas vejam além de si mesmas e estendam a mão para ajudar quem precisa. Cada ato de compreensão é uma semente plantada no solo fértil da humanidade, e cada gesto de bondade nutre essa semente, incentivando-a a crescer e florescer. A história é um testemunho de que, quando regadas com empatia, amor e compreensão, as sementes da mudança podem romper o concreto da apatia, a dor e a desilusão. A mudança no rumo da história começa com a escolha que cada indivíduo tem ao agir com compaixão e altruísmo, bem como a escolha que cada um faz diariamente diante das dificuldades e da dor. Não devemos guardar rancor, nem pensar que o mundo é culpado pelo nosso sofrimento, pois isso só aprisiona o coração, impedindo que ele se desenvolva para a vitória. A compreensão é como um eco que se propaga, um simples ato de bondade tem o poder de iniciar uma onda de mudanças positivas, transformando a narrativa de uma era. O Evangelho nos ensina que não devemos ser prisioneiros do ciclo da retaliação, mas sim libertadores da graça. Romanos capítulo 12, verso 21, diz Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. Este versículo ressoa como um chamado para quebrar as correntes do rancor e retribuir o mal com o bem, iluminando o caminho para um futuro em que a empatia é a chave para desbloquear o potencial ilimitado da história humana. Pense nisso, mas pense agora.

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      <itunes:summary><![CDATA[Mariana era uma menina curiosa e sensível. Caminhava com seu pai pelas ruas da pequena cidade, quando viu um menino, magro, mal trapinho, rodeando algumas latas de lixo. Seus olhos, fundos e tristes, encontraram os da menina por um breve instante, antes que ele se escondesse numa densa mata que margeava a estrada. Mariana, sem pensar, chamou a atenção do seu pai. Aquele homem justo e compassivo não hesitou, chamou as autoridades para a averiguar, e logo descobriu que o menino havia fugido de uma casa em guerra, onde era constantemente maltratado por seus cuidadores. Mariana aproximou-se do menino e perguntou, por que você não pediu ajuda? Assustado, o menino respondeu, A floresta é melhor que os humanos. Elas não machucam. O pai de Mariana ajoelhou em frente do garoto e disse, Algumas pessoas podem ser cruéis sim, e a natureza é boa. Mas você precisa de cuidados humanos para crescer e se tornar uma pessoa maravilhosa. E lembre-se, não é porque você veio de uma família infeliz que sua história precisa ser triste. Agarre essa nova oportunidade que a vida te dá, e viva grandemente. Anos depois, Mariana soube que o menino havia sido adotado, cresceu o restante da sua vida com amor, e agora um médico pediátrico e voluntário no orfanato que o abrigou nos seus dias difíceis. Em um mundo onde as sombras do egoísmo e da indiferença se estendem, a luz da empatia brilha como um farol de esperança. Empatia não é apenas sentir o que o outro sente, é a ponte que conecta corações e mentes, permitindo que as pessoas vejam além de si mesmas e estendam a mão para ajudar quem precisa. Cada ato de compreensão é uma semente plantada no solo fértil da humanidade, e cada gesto de bondade nutre essa semente, incentivando-a a crescer e florescer. A história é um testemunho de que, quando regadas com empatia, amor e compreensão, as sementes da mudança podem romper o concreto da apatia, a dor e a desilusão. A mudança no rumo da história começa com a escolha que cada indivíduo tem ao agir com compaixão e altruísmo, bem como a escolha que cada um faz diariamente diante das dificuldades e da dor. Não devemos guardar rancor, nem pensar que o mundo é culpado pelo nosso sofrimento, pois isso só aprisiona o coração, impedindo que ele se desenvolva para a vitória. A compreensão é como um eco que se propaga, um simples ato de bondade tem o poder de iniciar uma onda de mudanças positivas, transformando a narrativa de uma era. O Evangelho nos ensina que não devemos ser prisioneiros do ciclo da retaliação, mas sim libertadores da graça. Romanos capítulo 12, verso 21, diz Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. Este versículo ressoa como um chamado para quebrar as correntes do rancor e retribuir o mal com o bem, iluminando o caminho para um futuro em que a empatia é a chave para desbloquear o potencial ilimitado da história humana. Pense nisso, mas pense agora.

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      <content:encoded><![CDATA[Mariana era uma menina curiosa e sensível. Caminhava com seu pai pelas ruas da pequena cidade, quando viu um menino, magro, mal trapinho, rodeando algumas latas de lixo. Seus olhos, fundos e tristes, encontraram os da menina por um breve instante, antes que ele se escondesse numa densa mata que margeava a estrada. Mariana, sem pensar, chamou a atenção do seu pai. Aquele homem justo e compassivo não hesitou, chamou as autoridades para a averiguar, e logo descobriu que o menino havia fugido de uma casa em guerra, onde era constantemente maltratado por seus cuidadores. Mariana aproximou-se do menino e perguntou, por que você não pediu ajuda? Assustado, o menino respondeu, A floresta é melhor que os humanos. Elas não machucam. O pai de Mariana ajoelhou em frente do garoto e disse, Algumas pessoas podem ser cruéis sim, e a natureza é boa. Mas você precisa de cuidados humanos para crescer e se tornar uma pessoa maravilhosa. E lembre-se, não é porque você veio de uma família infeliz que sua história precisa ser triste. Agarre essa nova oportunidade que a vida te dá, e viva grandemente. Anos depois, Mariana soube que o menino havia sido adotado, cresceu o restante da sua vida com amor, e agora um médico pediátrico e voluntário no orfanato que o abrigou nos seus dias difíceis. Em um mundo onde as sombras do egoísmo e da indiferença se estendem, a luz da empatia brilha como um farol de esperança. Empatia não é apenas sentir o que o outro sente, é a ponte que conecta corações e mentes, permitindo que as pessoas vejam além de si mesmas e estendam a mão para ajudar quem precisa. Cada ato de compreensão é uma semente plantada no solo fértil da humanidade, e cada gesto de bondade nutre essa semente, incentivando-a a crescer e florescer. A história é um testemunho de que, quando regadas com empatia, amor e compreensão, as sementes da mudança podem romper o concreto da apatia, a dor e a desilusão. A mudança no rumo da história começa com a escolha que cada indivíduo tem ao agir com compaixão e altruísmo, bem como a escolha que cada um faz diariamente diante das dificuldades e da dor. Não devemos guardar rancor, nem pensar que o mundo é culpado pelo nosso sofrimento, pois isso só aprisiona o coração, impedindo que ele se desenvolva para a vitória. A compreensão é como um eco que se propaga, um simples ato de bondade tem o poder de iniciar uma onda de mudanças positivas, transformando a narrativa de uma era. O Evangelho nos ensina que não devemos ser prisioneiros do ciclo da retaliação, mas sim libertadores da graça. Romanos capítulo 12, verso 21, diz Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. Este versículo ressoa como um chamado para quebrar as correntes do rancor e retribuir o mal com o bem, iluminando o caminho para um futuro em que a empatia é a chave para desbloquear o potencial ilimitado da história humana. Pense nisso, mas pense agora.

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      <title><![CDATA[VIVA GRANDEMENTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Em uma floresta, havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondido em uma caverna, para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente. Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e os abrigou para passarem a noite. Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e, então, previu que um dos amigos, em um ano, seria o rei daquele lugar e, para o outro amigo, previu que, em um ano, seria assassinado. No dia seguinte, bem cedo, os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz, e o outro, desesperado. O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável, certo de que, quando se nasce rei, teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser, para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares. Um ano se passou, e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam, o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e, quando o pegou, viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz, começou a cantar e dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar. Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defender-se, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam. Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido. O monge meditou e falou para o homem que seria rei: suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou: suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro. O destino muda conforme nossas ações. Não se prendam a previsões e, sim, tentem ser as melhores pessoas que puderem, e todo o seu destino será favorável. Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas, principalmente, em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com esperança e propósito. No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Em uma floresta, havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondido em uma caverna, para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente. Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e os abrigou para passarem a noite. Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e, então, previu que um dos amigos, em um ano, seria o rei daquele lugar e, para o outro amigo, previu que, em um ano, seria assassinado. No dia seguinte, bem cedo, os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz, e o outro, desesperado. O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável, certo de que, quando se nasce rei, teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser, para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares. Um ano se passou, e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam, o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e, quando o pegou, viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz, começou a cantar e dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar. Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defender-se, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam. Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido. O monge meditou e falou para o homem que seria rei: suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou: suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro. O destino muda conforme nossas ações. Não se prendam a previsões e, sim, tentem ser as melhores pessoas que puderem, e todo o seu destino será favorável. Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas, principalmente, em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com esperança e propósito. No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Em uma floresta, havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondido em uma caverna, para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente. Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e os abrigou para passarem a noite. Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e, então, previu que um dos amigos, em um ano, seria o rei daquele lugar e, para o outro amigo, previu que, em um ano, seria assassinado. No dia seguinte, bem cedo, os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz, e o outro, desesperado. O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável, certo de que, quando se nasce rei, teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser, para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares. Um ano se passou, e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam, o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e, quando o pegou, viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz, começou a cantar e dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar. Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defender-se, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam. Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido. O monge meditou e falou para o homem que seria rei: suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou: suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro. O destino muda conforme nossas ações. Não se prendam a previsões e, sim, tentem ser as melhores pessoas que puderem, e todo o seu destino será favorável. Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas, principalmente, em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com esperança e propósito. No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Em uma floresta, havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondido em uma caverna, para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente. Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e os abrigou para passarem a noite. Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e, então, previu que um dos amigos, em um ano, seria o rei daquele lugar e, para o outro amigo, previu que, em um ano, seria assassinado. No dia seguinte, bem cedo, os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz, e o outro, desesperado. O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável, certo de que, quando se nasce rei, teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser, para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares. Um ano se passou, e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam, o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e, quando o pegou, viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz, começou a cantar e dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar. Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defender-se, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam. Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido. O monge meditou e falou para o homem que seria rei: suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou: suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro. O destino muda conforme nossas ações. Não se prendam a previsões e, sim, tentem ser as melhores pessoas que puderem, e todo o seu destino será favorável. Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas, principalmente, em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com esperança e propósito. No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DESTINO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia, ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava, perguntava o segredo da felicidade, e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles. Os anos se passaram, e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia, ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada, caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim. Só então ele se deu conta de que aquela era a sua casa, que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz. Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes, passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstâncias. Sustâncias especiais. No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara: a felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação. Pense isso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia, ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava, perguntava o segredo da felicidade, e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles. Os anos se passaram, e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia, ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada, caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim. Só então ele se deu conta de que aquela era a sua casa, que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz. Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes, passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstâncias. Sustâncias especiais. No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara: a felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação. Pense isso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia, ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava, perguntava o segredo da felicidade, e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles. Os anos se passaram, e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia, ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada, caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim. Só então ele se deu conta de que aquela era a sua casa, que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz. Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes, passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstâncias. Sustâncias especiais. No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara: a felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação. Pense isso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia, ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava, perguntava o segredo da felicidade, e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles. Os anos se passaram, e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia, ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada, caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim. Só então ele se deu conta de que aquela era a sua casa, que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz. Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes, passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstâncias. Sustâncias especiais. No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara: a felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação. Pense isso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EM BUSCA DA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma. Sua ação é comparável à de um ímã. A vontade de viver desenvolve em nós a vida. Atrai-nos novos recursos vitais. A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso. O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza. Vencer todos os obstáculos. É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados. Na maior parte dos homens, os pensamentos flutuam sem cessar. Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade. É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as escolhas superiores e com as nobres aspirações. A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília. Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida, procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida. Funciona como uma correnteza poderosa e constante, que mina, devagar e silenciosamente, todos os obstáculos que se apresentem. Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado. Não mais temeria o futuro. Tampouco se julgaria fraco. Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de, ele próprio, alterar seu presente e seu futuro. O poder da verdade é ilimitado. O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescerem suas forças na razão de seus esforços. Sabe que tudo que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se. É consolador e belo poder dizer: sou uma inteligência e uma vontade livres, e edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade. Conheço a grandeza e a força que existem em mim. Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades. Vencerei até mesmo o mal que existe em mim. Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar voo para realidades mais felizes. Para frente, sempre para frente. Tenho um guia seguro, que é a compreensão das leis da vida. Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus. Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me. Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor. É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve. É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento. Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades. Compete-nos utilizá-las. Não nos entreguemos ao desespero. Não nos julguemos fracos. Basta querermos para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas. Creiamos em nossos destinos imortais. Creiamos em Deus. Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma. Sua ação é comparável à de um ímã. A vontade de viver desenvolve em nós a vida. Atrai-nos novos recursos vitais. A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso. O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza. Vencer todos os obstáculos. É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados. Na maior parte dos homens, os pensamentos flutuam sem cessar. Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade. É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as escolhas superiores e com as nobres aspirações. A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília. Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida, procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida. Funciona como uma correnteza poderosa e constante, que mina, devagar e silenciosamente, todos os obstáculos que se apresentem. Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado. Não mais temeria o futuro. Tampouco se julgaria fraco. Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de, ele próprio, alterar seu presente e seu futuro. O poder da verdade é ilimitado. O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescerem suas forças na razão de seus esforços. Sabe que tudo que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se. É consolador e belo poder dizer: sou uma inteligência e uma vontade livres, e edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade. Conheço a grandeza e a força que existem em mim. Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades. Vencerei até mesmo o mal que existe em mim. Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar voo para realidades mais felizes. Para frente, sempre para frente. Tenho um guia seguro, que é a compreensão das leis da vida. Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus. Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me. Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor. É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve. É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento. Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades. Compete-nos utilizá-las. Não nos entreguemos ao desespero. Não nos julguemos fracos. Basta querermos para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas. Creiamos em nossos destinos imortais. Creiamos em Deus. Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma. Sua ação é comparável à de um ímã. A vontade de viver desenvolve em nós a vida. Atrai-nos novos recursos vitais. A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso. O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza. Vencer todos os obstáculos. É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados. Na maior parte dos homens, os pensamentos flutuam sem cessar. Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade. É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as escolhas superiores e com as nobres aspirações. A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília. Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida, procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida. Funciona como uma correnteza poderosa e constante, que mina, devagar e silenciosamente, todos os obstáculos que se apresentem. Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado. Não mais temeria o futuro. Tampouco se julgaria fraco. Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de, ele próprio, alterar seu presente e seu futuro. O poder da verdade é ilimitado. O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescerem suas forças na razão de seus esforços. Sabe que tudo que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se. É consolador e belo poder dizer: sou uma inteligência e uma vontade livres, e edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade. Conheço a grandeza e a força que existem em mim. Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades. Vencerei até mesmo o mal que existe em mim. Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar voo para realidades mais felizes. Para frente, sempre para frente. Tenho um guia seguro, que é a compreensão das leis da vida. Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus. Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me. Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor. É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve. É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento. Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades. Compete-nos utilizá-las. Não nos entreguemos ao desespero. Não nos julguemos fracos. Basta querermos para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas. Creiamos em nossos destinos imortais. Creiamos em Deus. Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma. Sua ação é comparável à de um ímã. A vontade de viver desenvolve em nós a vida. Atrai-nos novos recursos vitais. A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso. O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza. Vencer todos os obstáculos. É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados. Na maior parte dos homens, os pensamentos flutuam sem cessar. Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade. É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as escolhas superiores e com as nobres aspirações. A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília. Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida, procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida. Funciona como uma correnteza poderosa e constante, que mina, devagar e silenciosamente, todos os obstáculos que se apresentem. Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado. Não mais temeria o futuro. Tampouco se julgaria fraco. Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de, ele próprio, alterar seu presente e seu futuro. O poder da verdade é ilimitado. O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescerem suas forças na razão de seus esforços. Sabe que tudo que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se. É consolador e belo poder dizer: sou uma inteligência e uma vontade livres, e edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade. Conheço a grandeza e a força que existem em mim. Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades. Vencerei até mesmo o mal que existe em mim. Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar voo para realidades mais felizes. Para frente, sempre para frente. Tenho um guia seguro, que é a compreensão das leis da vida. Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus. Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me. Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor. É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve. É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento. Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades. Compete-nos utilizá-las. Não nos entreguemos ao desespero. Não nos julguemos fracos. Basta querermos para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas. Creiamos em nossos destinos imortais. Creiamos em Deus. Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VONTADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.  Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava,  alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.  Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos.  Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista.  Não. Essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida.  Por isso, decidi rever os meus conceitos.  Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.  Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver.  Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.  Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.  A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.  A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.  Passamos a entender que o legado que deixamos nessa terra é muito mais importante que a herança.  A herança é deixada por quem já morreu e ao longo do tempo se perde.  O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente.  Alcança gerações com um brilho diferente.  O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios, e isso muda tudo.  Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde, saúde do corpo, da alma e também do espírito.  Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.  A certeza da vida antes da certeza da morte.  A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.  Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.  Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante.  Mas que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.  Estamos aqui de passagem.  A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.  Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.  Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.  Esta é mais uma certeza que temos.  De que a dor não dura para sempre.  E de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.  Pense nisso.  Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.  Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava,  alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.  Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos.  Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista.  Não. Essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida.  Por isso, decidi rever os meus conceitos.  Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.  Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver.  Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.  Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.  A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.  A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.  Passamos a entender que o legado que deixamos nessa terra é muito mais importante que a herança.  A herança é deixada por quem já morreu e ao longo do tempo se perde.  O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente.  Alcança gerações com um brilho diferente.  O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios, e isso muda tudo.  Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde, saúde do corpo, da alma e também do espírito.  Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.  A certeza da vida antes da certeza da morte.  A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.  Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.  Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante.  Mas que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.  Estamos aqui de passagem.  A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.  Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.  Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.  Esta é mais uma certeza que temos.  De que a dor não dura para sempre.  E de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.  Pense nisso.  Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.  Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava,  alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.  Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos.  Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista.  Não. Essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida.  Por isso, decidi rever os meus conceitos.  Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.  Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver.  Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.  Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.  A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.  A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.  Passamos a entender que o legado que deixamos nessa terra é muito mais importante que a herança.  A herança é deixada por quem já morreu e ao longo do tempo se perde.  O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente.  Alcança gerações com um brilho diferente.  O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios, e isso muda tudo.  Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde, saúde do corpo, da alma e também do espírito.  Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.  A certeza da vida antes da certeza da morte.  A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.  Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.  Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante.  Mas que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.  Estamos aqui de passagem.  A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.  Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.  Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.  Esta é mais uma certeza que temos.  De que a dor não dura para sempre.  E de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.  Pense nisso.  Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.  Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava,  alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.  Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos.  Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista.  Não. Essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida.  Por isso, decidi rever os meus conceitos.  Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.  Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver.  Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.  Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.  A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.  A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.  Passamos a entender que o legado que deixamos nessa terra é muito mais importante que a herança.  A herança é deixada por quem já morreu e ao longo do tempo se perde.  O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente.  Alcança gerações com um brilho diferente.  O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios, e isso muda tudo.  Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde, saúde do corpo, da alma e também do espírito.  Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.  A certeza da vida antes da certeza da morte.  A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.  Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.  Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante.  Mas que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.  Estamos aqui de passagem.  A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.  Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.  Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.  Esta é mais uma certeza que temos.  De que a dor não dura para sempre.  E de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.  Pense nisso.  Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ PREOCUPAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
Sabe aquele dia em que parece que tudo dá errado?  Que você já acordou com o pé esquerdo?  Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom.  Aquele dia em que o despertador não funciona e você já começa o dia todo atrasado, com muita pressa.  Não dá nem tempo de tomar café.  Você perde o ônibus, ou o carro quebra,  que precisa ir para o mecânico gerando custo não previsto e se atrasa para os compromissos marcados.  Aquela reunião importante.  Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local, lembra que esqueceu aquele documento que precisava levar.  No trabalho, parece que é o dia de feedbacks negativos.  Ou é aquele dia que amanhece com uma gripe que acaba comprometendo todo seu desempenho devido ao mal estar.  São situações, às vezes, comuns como essas, que parecem estragar o nosso dia.  São nesses dias em que tudo parece dar errado  que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia, e não ele completo.  Acreditar que mesmo nas situações cotidianas, elas vão passar.  Precisamos manter o otimismo.  Mas não para fingir que a diversidade não ocorreu no nosso caminho,  mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada.  Não podemos deixar que momentos ruins estraguem todo o nosso dia,  que dias ruins estraguem nossa semana, e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.  Quando essas situações chegarem e baterem cuidadosamente na porta,  ou até chegar arrombando-a com os dois pés,  precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vá embora,  para podermos seguir em frente, e ainda para permitirmos a nós mesmos desfrutarmos de um dia bom,  mesmo com esse infortúnio que aconteceu.  Porque tudo pode mudar.  Da mesma forma que, de repente, vem o problema, de repente vem a solução, e tudo muda.  Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva,  logo depois as nuvens escuras se vão e volta o sol, às vezes ainda acompanhado de um arco-íris.  O cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista,  até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos.  Que seja o momento de pensarmos nisso, de sermos mais otimistas e enxergarmos beleza em meio ao caos.  Talvez precisemos mudar a forma de enxergarmos as coisas com mais otimismo, para podermos ser mais felizes.  Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
Sabe aquele dia em que parece que tudo dá errado?  Que você já acordou com o pé esquerdo?  Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom.  Aquele dia em que o despertador não funciona e você já começa o dia todo atrasado, com muita pressa.  Não dá nem tempo de tomar café.  Você perde o ônibus, ou o carro quebra,  que precisa ir para o mecânico gerando custo não previsto e se atrasa para os compromissos marcados.  Aquela reunião importante.  Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local, lembra que esqueceu aquele documento que precisava levar.  No trabalho, parece que é o dia de feedbacks negativos.  Ou é aquele dia que amanhece com uma gripe que acaba comprometendo todo seu desempenho devido ao mal estar.  São situações, às vezes, comuns como essas, que parecem estragar o nosso dia.  São nesses dias em que tudo parece dar errado  que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia, e não ele completo.  Acreditar que mesmo nas situações cotidianas, elas vão passar.  Precisamos manter o otimismo.  Mas não para fingir que a diversidade não ocorreu no nosso caminho,  mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada.  Não podemos deixar que momentos ruins estraguem todo o nosso dia,  que dias ruins estraguem nossa semana, e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.  Quando essas situações chegarem e baterem cuidadosamente na porta,  ou até chegar arrombando-a com os dois pés,  precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vá embora,  para podermos seguir em frente, e ainda para permitirmos a nós mesmos desfrutarmos de um dia bom,  mesmo com esse infortúnio que aconteceu.  Porque tudo pode mudar.  Da mesma forma que, de repente, vem o problema, de repente vem a solução, e tudo muda.  Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva,  logo depois as nuvens escuras se vão e volta o sol, às vezes ainda acompanhado de um arco-íris.  O cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista,  até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos.  Que seja o momento de pensarmos nisso, de sermos mais otimistas e enxergarmos beleza em meio ao caos.  Talvez precisemos mudar a forma de enxergarmos as coisas com mais otimismo, para podermos ser mais felizes.  Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[
Sabe aquele dia em que parece que tudo dá errado?  Que você já acordou com o pé esquerdo?  Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom.  Aquele dia em que o despertador não funciona e você já começa o dia todo atrasado, com muita pressa.  Não dá nem tempo de tomar café.  Você perde o ônibus, ou o carro quebra,  que precisa ir para o mecânico gerando custo não previsto e se atrasa para os compromissos marcados.  Aquela reunião importante.  Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local, lembra que esqueceu aquele documento que precisava levar.  No trabalho, parece que é o dia de feedbacks negativos.  Ou é aquele dia que amanhece com uma gripe que acaba comprometendo todo seu desempenho devido ao mal estar.  São situações, às vezes, comuns como essas, que parecem estragar o nosso dia.  São nesses dias em que tudo parece dar errado  que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia, e não ele completo.  Acreditar que mesmo nas situações cotidianas, elas vão passar.  Precisamos manter o otimismo.  Mas não para fingir que a diversidade não ocorreu no nosso caminho,  mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada.  Não podemos deixar que momentos ruins estraguem todo o nosso dia,  que dias ruins estraguem nossa semana, e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.  Quando essas situações chegarem e baterem cuidadosamente na porta,  ou até chegar arrombando-a com os dois pés,  precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vá embora,  para podermos seguir em frente, e ainda para permitirmos a nós mesmos desfrutarmos de um dia bom,  mesmo com esse infortúnio que aconteceu.  Porque tudo pode mudar.  Da mesma forma que, de repente, vem o problema, de repente vem a solução, e tudo muda.  Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva,  logo depois as nuvens escuras se vão e volta o sol, às vezes ainda acompanhado de um arco-íris.  O cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista,  até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos.  Que seja o momento de pensarmos nisso, de sermos mais otimistas e enxergarmos beleza em meio ao caos.  Talvez precisemos mudar a forma de enxergarmos as coisas com mais otimismo, para podermos ser mais felizes.  Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:summary>
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Sabe aquele dia em que parece que tudo dá errado?  Que você já acordou com o pé esquerdo?  Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom.  Aquele dia em que o despertador não funciona e você já começa o dia todo atrasado, com muita pressa.  Não dá nem tempo de tomar café.  Você perde o ônibus, ou o carro quebra,  que precisa ir para o mecânico gerando custo não previsto e se atrasa para os compromissos marcados.  Aquela reunião importante.  Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local, lembra que esqueceu aquele documento que precisava levar.  No trabalho, parece que é o dia de feedbacks negativos.  Ou é aquele dia que amanhece com uma gripe que acaba comprometendo todo seu desempenho devido ao mal estar.  São situações, às vezes, comuns como essas, que parecem estragar o nosso dia.  São nesses dias em que tudo parece dar errado  que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia, e não ele completo.  Acreditar que mesmo nas situações cotidianas, elas vão passar.  Precisamos manter o otimismo.  Mas não para fingir que a diversidade não ocorreu no nosso caminho,  mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada.  Não podemos deixar que momentos ruins estraguem todo o nosso dia,  que dias ruins estraguem nossa semana, e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.  Quando essas situações chegarem e baterem cuidadosamente na porta,  ou até chegar arrombando-a com os dois pés,  precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vá embora,  para podermos seguir em frente, e ainda para permitirmos a nós mesmos desfrutarmos de um dia bom,  mesmo com esse infortúnio que aconteceu.  Porque tudo pode mudar.  Da mesma forma que, de repente, vem o problema, de repente vem a solução, e tudo muda.  Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva,  logo depois as nuvens escuras se vão e volta o sol, às vezes ainda acompanhado de um arco-íris.  O cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista,  até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos.  Que seja o momento de pensarmos nisso, de sermos mais otimistas e enxergarmos beleza em meio ao caos.  Talvez precisemos mudar a forma de enxergarmos as coisas com mais otimismo, para podermos ser mais felizes.  Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OTIMISMO OU DESÂNIMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[A MENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Havia um rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar, em uma pintura, a paz profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacá. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas. No dia marcado, várias telas foram apresentadas ao rei. O monar colheu atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas, mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente, ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas. A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico, onde se refletia uma paisagem maravilhosa, com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura acharam que ela representava perfeitamente a paz profunda. A segunda pintura também tinha montanhas, mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade, com uma chuva forte, raios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada, com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes, as cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz. Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra, o rei reparou um pequeno detalhe. Atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto, um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água, o pássaro estava calmamente sentado, observando a natureza, na mais profunda paz. O rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados, e o sábio monarca explicou: A paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e de tentações. A paz profunda é estar calmo e confiante, independente do meio que nos cerca. Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essas palavras tão buscadas por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes, de fato, a nossa vida se encontra como este lago? Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar a serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode vir mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia um rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar, em uma pintura, a paz profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacá. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas. No dia marcado, várias telas foram apresentadas ao rei. O monar colheu atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas, mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente, ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas. A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico, onde se refletia uma paisagem maravilhosa, com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura acharam que ela representava perfeitamente a paz profunda. A segunda pintura também tinha montanhas, mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade, com uma chuva forte, raios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada, com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes, as cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz. Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra, o rei reparou um pequeno detalhe. Atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto, um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água, o pássaro estava calmamente sentado, observando a natureza, na mais profunda paz. O rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados, e o sábio monarca explicou: A paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e de tentações. A paz profunda é estar calmo e confiante, independente do meio que nos cerca. Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essas palavras tão buscadas por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes, de fato, a nossa vida se encontra como este lago? Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar a serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode vir mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia um rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar, em uma pintura, a paz profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacá. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas. No dia marcado, várias telas foram apresentadas ao rei. O monar colheu atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas, mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente, ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas. A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico, onde se refletia uma paisagem maravilhosa, com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura acharam que ela representava perfeitamente a paz profunda. A segunda pintura também tinha montanhas, mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade, com uma chuva forte, raios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada, com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes, as cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz. Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra, o rei reparou um pequeno detalhe. Atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto, um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água, o pássaro estava calmamente sentado, observando a natureza, na mais profunda paz. O rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados, e o sábio monarca explicou: A paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e de tentações. A paz profunda é estar calmo e confiante, independente do meio que nos cerca. Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essas palavras tão buscadas por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes, de fato, a nossa vida se encontra como este lago? Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar a serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode vir mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia um rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar, em uma pintura, a paz profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacá. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas. No dia marcado, várias telas foram apresentadas ao rei. O monar colheu atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas, mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente, ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas. A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico, onde se refletia uma paisagem maravilhosa, com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura acharam que ela representava perfeitamente a paz profunda. A segunda pintura também tinha montanhas, mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade, com uma chuva forte, raios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada, com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes, as cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz. Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra, o rei reparou um pequeno detalhe. Atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto, um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água, o pássaro estava calmamente sentado, observando a natureza, na mais profunda paz. O rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados, e o sábio monarca explicou: A paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e de tentações. A paz profunda é estar calmo e confiante, independente do meio que nos cerca. Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essas palavras tão buscadas por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes, de fato, a nossa vida se encontra como este lago? Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar a serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode vir mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADEIRA PAZ PROFUNDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FOTOGRAFIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons. Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba. Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reverse-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia. Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo. Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro. Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular. O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso que guardava conselo. Na verdade, não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada. A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa, uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam. Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adiante. Adquirir um grande, lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mexas caprichosas bailassem até os ombros. Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas. Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho. Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio. Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que lhe dê o pacote que ele lhe dera. Trêmula e emocionada, a esposa logo. Ele teve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces. Olharam-se ambos e, profundamente emocionados, descobriram que ele venderam o relógio para comprar o pente e ela vender os cabelos para comprar a corrente do relógio. Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam. O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida. Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro. O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras. O amor levanta as energias ao quebradas e é essencial para a preservação da vida. Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons. Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba. Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reverse-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia. Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo. Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro. Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular. O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso que guardava conselo. Na verdade, não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada. A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa, uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam. Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adiante. Adquirir um grande, lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mexas caprichosas bailassem até os ombros. Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas. Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho. Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio. Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que lhe dê o pacote que ele lhe dera. Trêmula e emocionada, a esposa logo. Ele teve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces. Olharam-se ambos e, profundamente emocionados, descobriram que ele venderam o relógio para comprar o pente e ela vender os cabelos para comprar a corrente do relógio. Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam. O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida. Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro. O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras. O amor levanta as energias ao quebradas e é essencial para a preservação da vida. Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons. Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba. Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reverse-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia. Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo. Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro. Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular. O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso que guardava conselo. Na verdade, não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada. A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa, uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam. Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adiante. Adquirir um grande, lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mexas caprichosas bailassem até os ombros. Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas. Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho. Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio. Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que lhe dê o pacote que ele lhe dera. Trêmula e emocionada, a esposa logo. Ele teve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces. Olharam-se ambos e, profundamente emocionados, descobriram que ele venderam o relógio para comprar o pente e ela vender os cabelos para comprar a corrente do relógio. Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam. O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida. Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro. O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras. O amor levanta as energias ao quebradas e é essencial para a preservação da vida. Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons. Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba. Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reverse-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia. Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo. Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro. Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular. O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso que guardava conselo. Na verdade, não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada. A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa, uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam. Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adiante. Adquirir um grande, lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mexas caprichosas bailassem até os ombros. Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas. Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho. Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio. Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que lhe dê o pacote que ele lhe dera. Trêmula e emocionada, a esposa logo. Ele teve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces. Olharam-se ambos e, profundamente emocionados, descobriram que ele venderam o relógio para comprar o pente e ela vender os cabelos para comprar a corrente do relógio. Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam. O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida. Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro. O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras. O amor levanta as energias ao quebradas e é essencial para a preservação da vida. Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AINDA AMOR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Depois das últimas eleições no Brasil, tenho percebido que muitas pessoas que antes eram amigas hoje nem sequer se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação que, em grande escala, o mundo já provou ser extremamente maléfica. As grandes atrocidades cometidas pela humanidade, muitas vezes, começam exatamente assim: pelo nosso pretenso pragmatismo, ou seja, pela imposição das verdades de cada um.
Sim, é correto e salutar que nos posicionemos diante das ideias e opiniões. No entanto, isso deve acontecer sempre com bom senso, respeito e equilíbrio, compreendendo que outras pessoas podem pensar de maneira diferente. Sem fanatismo, intolerância ou personalismo, poderemos, por meio das nossas ideias, fomentar a paz e o progresso.
Seria impossível existir qualquer grupo humano, por menor que fosse, sem pensamentos divergentes ou opiniões contrárias. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito próximos, pode haver divergências profundas em assuntos políticos, religiosos ou sociais, sem que isso provoque qualquer arranhão na amizade. Discutam, discordem, assumam posições opostas, mas permaneçam unidos. Afinal, o que todos nós desejamos é viver em paz e prosperidade.
Essa reflexão me faz lembrar um dos discursos mais marcantes do cinema, presente no filme "O Grande Ditador", interpretado por Charles Chaplin:
"Todos nós queremos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade do próximo, e não pela sua desgraça. Não queremos odiar nem desprezar ninguém. Neste mundo há lugar para todos, e a boa Terra é rica e pode prover as necessidades de todos. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, mas nós nos perdemos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e fez-nos marchar, a passo de ganso, para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos tornaram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo estará perdido."
Essas palavras permanecem atuais. Elas nos lembram que o verdadeiro progresso não está apenas na tecnologia, na economia ou na política, mas, sobretudo, na capacidade de convivermos com respeito, mesmo quando pensamos de forma diferente.
Como também dizia Chaplin, o povo tem o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazer dela uma aventura maravilhosa. Portanto, em nome da democracia, usemos esse poder para nos unir. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom, onde todos tenham oportunidade de trabalhar, onde os jovens possam sonhar com o futuro e os idosos vivam com segurança e dignidade.
Infelizmente, muitos chegam ao poder prometendo exatamente isso, mas acabam enganando aqueles que depositaram neles sua confiança. Os ditadores libertam a si mesmos, mas escravizam o povo.
Por isso, lutemos para libertar o mundo do ódio, da ganância e da prepotência. Derrubemos as barreiras que nos separam e construamos um mundo em que a ciência, o progresso e a solidariedade caminhem lado a lado em benefício de toda a humanidade.
Que essas palavras, eternizadas na voz e na interpretação inesquecível de Charles Chaplin, nos inspirem a refletir sobre o respeito, a tolerância e o valor da convivência.
Pense nisso... mas pense agora.

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      <itunes:subtitle><![CDATA[Depois das últimas eleições no Brasil, tenho percebido que muitas pessoas que antes eram amigas hoje nem sequer se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação que, em grande escala, o mundo já provou ser extremamente maléfica. As grandes atrocidades cometidas pela humanidade, muitas vezes, começam exatamente assim: pelo nosso pretenso pragmatismo, ou seja, pela imposição das verdades de cada um.
Sim, é correto e salutar que nos posicionemos diante das ideias e opiniões. No entanto, isso deve acontecer sempre com bom senso, respeito e equilíbrio, compreendendo que outras pessoas podem pensar de maneira diferente. Sem fanatismo, intolerância ou personalismo, poderemos, por meio das nossas ideias, fomentar a paz e o progresso.
Seria impossível existir qualquer grupo humano, por menor que fosse, sem pensamentos divergentes ou opiniões contrárias. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito próximos, pode haver divergências profundas em assuntos políticos, religiosos ou sociais, sem que isso provoque qualquer arranhão na amizade. Discutam, discordem, assumam posições opostas, mas permaneçam unidos. Afinal, o que todos nós desejamos é viver em paz e prosperidade.
Essa reflexão me faz lembrar um dos discursos mais marcantes do cinema, presente no filme "O Grande Ditador", interpretado por Charles Chaplin:
"Todos nós queremos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade do próximo, e não pela sua desgraça. Não queremos odiar nem desprezar ninguém. Neste mundo há lugar para todos, e a boa Terra é rica e pode prover as necessidades de todos. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, mas nós nos perdemos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e fez-nos marchar, a passo de ganso, para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos tornaram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo estará perdido."
Essas palavras permanecem atuais. Elas nos lembram que o verdadeiro progresso não está apenas na tecnologia, na economia ou na política, mas, sobretudo, na capacidade de convivermos com respeito, mesmo quando pensamos de forma diferente.
Como também dizia Chaplin, o povo tem o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazer dela uma aventura maravilhosa. Portanto, em nome da democracia, usemos esse poder para nos unir. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom, onde todos tenham oportunidade de trabalhar, onde os jovens possam sonhar com o futuro e os idosos vivam com segurança e dignidade.
Infelizmente, muitos chegam ao poder prometendo exatamente isso, mas acabam enganando aqueles que depositaram neles sua confiança. Os ditadores libertam a si mesmos, mas escravizam o povo.
Por isso, lutemos para libertar o mundo do ódio, da ganância e da prepotência. Derrubemos as barreiras que nos separam e construamos um mundo em que a ciência, o progresso e a solidariedade caminhem lado a lado em benefício de toda a humanidade.
Que essas palavras, eternizadas na voz e na interpretação inesquecível de Charles Chaplin, nos inspirem a refletir sobre o respeito, a tolerância e o valor da convivência.
Pense nisso... mas pense agora.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Depois das últimas eleições no Brasil, tenho percebido que muitas pessoas que antes eram amigas hoje nem sequer se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação que, em grande escala, o mundo já provou ser extremamente maléfica. As grandes atrocidades cometidas pela humanidade, muitas vezes, começam exatamente assim: pelo nosso pretenso pragmatismo, ou seja, pela imposição das verdades de cada um.
Sim, é correto e salutar que nos posicionemos diante das ideias e opiniões. No entanto, isso deve acontecer sempre com bom senso, respeito e equilíbrio, compreendendo que outras pessoas podem pensar de maneira diferente. Sem fanatismo, intolerância ou personalismo, poderemos, por meio das nossas ideias, fomentar a paz e o progresso.
Seria impossível existir qualquer grupo humano, por menor que fosse, sem pensamentos divergentes ou opiniões contrárias. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito próximos, pode haver divergências profundas em assuntos políticos, religiosos ou sociais, sem que isso provoque qualquer arranhão na amizade. Discutam, discordem, assumam posições opostas, mas permaneçam unidos. Afinal, o que todos nós desejamos é viver em paz e prosperidade.
Essa reflexão me faz lembrar um dos discursos mais marcantes do cinema, presente no filme "O Grande Ditador", interpretado por Charles Chaplin:
"Todos nós queremos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade do próximo, e não pela sua desgraça. Não queremos odiar nem desprezar ninguém. Neste mundo há lugar para todos, e a boa Terra é rica e pode prover as necessidades de todos. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, mas nós nos perdemos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e fez-nos marchar, a passo de ganso, para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos tornaram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo estará perdido."
Essas palavras permanecem atuais. Elas nos lembram que o verdadeiro progresso não está apenas na tecnologia, na economia ou na política, mas, sobretudo, na capacidade de convivermos com respeito, mesmo quando pensamos de forma diferente.
Como também dizia Chaplin, o povo tem o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazer dela uma aventura maravilhosa. Portanto, em nome da democracia, usemos esse poder para nos unir. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom, onde todos tenham oportunidade de trabalhar, onde os jovens possam sonhar com o futuro e os idosos vivam com segurança e dignidade.
Infelizmente, muitos chegam ao poder prometendo exatamente isso, mas acabam enganando aqueles que depositaram neles sua confiança. Os ditadores libertam a si mesmos, mas escravizam o povo.
Por isso, lutemos para libertar o mundo do ódio, da ganância e da prepotência. Derrubemos as barreiras que nos separam e construamos um mundo em que a ciência, o progresso e a solidariedade caminhem lado a lado em benefício de toda a humanidade.
Que essas palavras, eternizadas na voz e na interpretação inesquecível de Charles Chaplin, nos inspirem a refletir sobre o respeito, a tolerância e o valor da convivência.
Pense nisso... mas pense agora.

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      <content:encoded><![CDATA[Depois das últimas eleições no Brasil, tenho percebido que muitas pessoas que antes eram amigas hoje nem sequer se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação que, em grande escala, o mundo já provou ser extremamente maléfica. As grandes atrocidades cometidas pela humanidade, muitas vezes, começam exatamente assim: pelo nosso pretenso pragmatismo, ou seja, pela imposição das verdades de cada um.
Sim, é correto e salutar que nos posicionemos diante das ideias e opiniões. No entanto, isso deve acontecer sempre com bom senso, respeito e equilíbrio, compreendendo que outras pessoas podem pensar de maneira diferente. Sem fanatismo, intolerância ou personalismo, poderemos, por meio das nossas ideias, fomentar a paz e o progresso.
Seria impossível existir qualquer grupo humano, por menor que fosse, sem pensamentos divergentes ou opiniões contrárias. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito próximos, pode haver divergências profundas em assuntos políticos, religiosos ou sociais, sem que isso provoque qualquer arranhão na amizade. Discutam, discordem, assumam posições opostas, mas permaneçam unidos. Afinal, o que todos nós desejamos é viver em paz e prosperidade.
Essa reflexão me faz lembrar um dos discursos mais marcantes do cinema, presente no filme "O Grande Ditador", interpretado por Charles Chaplin:
"Todos nós queremos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade do próximo, e não pela sua desgraça. Não queremos odiar nem desprezar ninguém. Neste mundo há lugar para todos, e a boa Terra é rica e pode prover as necessidades de todos. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, mas nós nos perdemos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e fez-nos marchar, a passo de ganso, para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos tornaram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo estará perdido."
Essas palavras permanecem atuais. Elas nos lembram que o verdadeiro progresso não está apenas na tecnologia, na economia ou na política, mas, sobretudo, na capacidade de convivermos com respeito, mesmo quando pensamos de forma diferente.
Como também dizia Chaplin, o povo tem o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazer dela uma aventura maravilhosa. Portanto, em nome da democracia, usemos esse poder para nos unir. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom, onde todos tenham oportunidade de trabalhar, onde os jovens possam sonhar com o futuro e os idosos vivam com segurança e dignidade.
Infelizmente, muitos chegam ao poder prometendo exatamente isso, mas acabam enganando aqueles que depositaram neles sua confiança. Os ditadores libertam a si mesmos, mas escravizam o povo.
Por isso, lutemos para libertar o mundo do ódio, da ganância e da prepotência. Derrubemos as barreiras que nos separam e construamos um mundo em que a ciência, o progresso e a solidariedade caminhem lado a lado em benefício de toda a humanidade.
Que essas palavras, eternizadas na voz e na interpretação inesquecível de Charles Chaplin, nos inspirem a refletir sobre o respeito, a tolerância e o valor da convivência.
Pense nisso... mas pense agora.

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      <title><![CDATA[DESUNIÃO E DIVERGÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence. A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo, está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado. O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente, gosta de confusão, faz tempestade em copo d'água. O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida. Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo. Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Pode-se demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando o que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos, se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse, se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares. Durante as férias de duas semanas em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso. No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem vestindo aquele suéter amarelo. 
— Você reparou? falou, admirada. Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio junto ao mar. Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela. No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi. Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar. E assim se passaram 12 dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor. Foi então que surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
— Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
— Por que pergunta? disse o marido. 
— Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso, ele disse alguma coisa diferente para você? 
— Não! afirmou.
— Claro que não! Por que deveria? 
— É que você... respondeu a esposa — está sendo tão bom para mim, que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
— Não, querida.  tornou a falar Tom, sorrindo. 
— Você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver. 
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos. Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: "Cometi um erro"; "Você tem razão"; "Peço perdão"; "Fui indelicado"; "Prometo mudar". Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar? 

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence. A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo, está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado. O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente, gosta de confusão, faz tempestade em copo d'água. O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida. Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo. Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Pode-se demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando o que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos, se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse, se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares. Durante as férias de duas semanas em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso. No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem vestindo aquele suéter amarelo. 
— Você reparou? falou, admirada. Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio junto ao mar. Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela. No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi. Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar. E assim se passaram 12 dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor. Foi então que surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
— Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
— Por que pergunta? disse o marido. 
— Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso, ele disse alguma coisa diferente para você? 
— Não! afirmou.
— Claro que não! Por que deveria? 
— É que você... respondeu a esposa — está sendo tão bom para mim, que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
— Não, querida.  tornou a falar Tom, sorrindo. 
— Você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver. 
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos. Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: "Cometi um erro"; "Você tem razão"; "Peço perdão"; "Fui indelicado"; "Prometo mudar". Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar? 

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence. A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo, está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado. O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente, gosta de confusão, faz tempestade em copo d'água. O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida. Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo. Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Pode-se demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando o que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos, se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse, se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares. Durante as férias de duas semanas em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso. No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem vestindo aquele suéter amarelo. 
— Você reparou? falou, admirada. Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio junto ao mar. Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela. No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi. Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar. E assim se passaram 12 dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor. Foi então que surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
— Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
— Por que pergunta? disse o marido. 
— Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso, ele disse alguma coisa diferente para você? 
— Não! afirmou.
— Claro que não! Por que deveria? 
— É que você... respondeu a esposa — está sendo tão bom para mim, que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
— Não, querida.  tornou a falar Tom, sorrindo. 
— Você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver. 
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos. Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: "Cometi um erro"; "Você tem razão"; "Peço perdão"; "Fui indelicado"; "Prometo mudar". Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar? 

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence. A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo, está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado. O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente, gosta de confusão, faz tempestade em copo d'água. O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida. Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo. Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Pode-se demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando o que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos, se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse, se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares. Durante as férias de duas semanas em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso. No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem vestindo aquele suéter amarelo. 
— Você reparou? falou, admirada. Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio junto ao mar. Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela. No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi. Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar. E assim se passaram 12 dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor. Foi então que surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
— Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
— Por que pergunta? disse o marido. 
— Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso, ele disse alguma coisa diferente para você? 
— Não! afirmou.
— Claro que não! Por que deveria? 
— É que você... respondeu a esposa — está sendo tão bom para mim, que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
— Não, querida.  tornou a falar Tom, sorrindo. 
— Você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver. 
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos. Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: "Cometi um erro"; "Você tem razão"; "Peço perdão"; "Fui indelicado"; "Prometo mudar". Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar? 

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio: quanto vale um perdão? E o sábio respondeu: quanto vale a sua paz? Comumente, somos abalados por situações que nos magoam e nos decepcionam. Pode ter sido algo pequeno, talvez um gesto, uma fala estranha e inesperada ou uma atitude grosseira. Ou até a falta de uma ação mediante determinada situação. Nos sentimos feridos e machucados. E, quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu. A ira é um veneno letal, que lentamente vai morrendo, matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade. A incompreensão sobre a virtude do perdão faz com que nos tornemos pessoas intolerantes e intransigentes, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza. E não percebemos que, muitas vezes, precisamos ser perdoados e nos perdoar também, para que possamos seguir em frente. O perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos. O perdão nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz e desenvolve em nós inteligência emocional e uma sabedoria que apenas aqueles que descobriram o verdadeiro significado do perdão conseguem valorizar. Perder tempo alimentando uma energia tão negativa apenas para satisfazer nosso ego é perder tempo, parte da nossa vida. E quanto vale a sua vida para você? Habitualmente, oramos dizendo: “Perdoe as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido”. O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole e mostrar o nosso genuíno valor à vida. Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão são dignos de ser considerados sábios, pois têm uma profunda autoridade moral e espiritual. Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio: quanto vale um perdão? E o sábio respondeu: quanto vale a sua paz? Comumente, somos abalados por situações que nos magoam e nos decepcionam. Pode ter sido algo pequeno, talvez um gesto, uma fala estranha e inesperada ou uma atitude grosseira. Ou até a falta de uma ação mediante determinada situação. Nos sentimos feridos e machucados. E, quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu. A ira é um veneno letal, que lentamente vai morrendo, matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade. A incompreensão sobre a virtude do perdão faz com que nos tornemos pessoas intolerantes e intransigentes, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza. E não percebemos que, muitas vezes, precisamos ser perdoados e nos perdoar também, para que possamos seguir em frente. O perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos. O perdão nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz e desenvolve em nós inteligência emocional e uma sabedoria que apenas aqueles que descobriram o verdadeiro significado do perdão conseguem valorizar. Perder tempo alimentando uma energia tão negativa apenas para satisfazer nosso ego é perder tempo, parte da nossa vida. E quanto vale a sua vida para você? Habitualmente, oramos dizendo: “Perdoe as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido”. O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole e mostrar o nosso genuíno valor à vida. Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão são dignos de ser considerados sábios, pois têm uma profunda autoridade moral e espiritual. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio: quanto vale um perdão? E o sábio respondeu: quanto vale a sua paz? Comumente, somos abalados por situações que nos magoam e nos decepcionam. Pode ter sido algo pequeno, talvez um gesto, uma fala estranha e inesperada ou uma atitude grosseira. Ou até a falta de uma ação mediante determinada situação. Nos sentimos feridos e machucados. E, quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu. A ira é um veneno letal, que lentamente vai morrendo, matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade. A incompreensão sobre a virtude do perdão faz com que nos tornemos pessoas intolerantes e intransigentes, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza. E não percebemos que, muitas vezes, precisamos ser perdoados e nos perdoar também, para que possamos seguir em frente. O perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos. O perdão nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz e desenvolve em nós inteligência emocional e uma sabedoria que apenas aqueles que descobriram o verdadeiro significado do perdão conseguem valorizar. Perder tempo alimentando uma energia tão negativa apenas para satisfazer nosso ego é perder tempo, parte da nossa vida. E quanto vale a sua vida para você? Habitualmente, oramos dizendo: “Perdoe as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido”. O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole e mostrar o nosso genuíno valor à vida. Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão são dignos de ser considerados sábios, pois têm uma profunda autoridade moral e espiritual. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio: quanto vale um perdão? E o sábio respondeu: quanto vale a sua paz? Comumente, somos abalados por situações que nos magoam e nos decepcionam. Pode ter sido algo pequeno, talvez um gesto, uma fala estranha e inesperada ou uma atitude grosseira. Ou até a falta de uma ação mediante determinada situação. Nos sentimos feridos e machucados. E, quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu. A ira é um veneno letal, que lentamente vai morrendo, matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade. A incompreensão sobre a virtude do perdão faz com que nos tornemos pessoas intolerantes e intransigentes, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza. E não percebemos que, muitas vezes, precisamos ser perdoados e nos perdoar também, para que possamos seguir em frente. O perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos. O perdão nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz e desenvolve em nós inteligência emocional e uma sabedoria que apenas aqueles que descobriram o verdadeiro significado do perdão conseguem valorizar. Perder tempo alimentando uma energia tão negativa apenas para satisfazer nosso ego é perder tempo, parte da nossa vida. E quanto vale a sua vida para você? Habitualmente, oramos dizendo: “Perdoe as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido”. O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole e mostrar o nosso genuíno valor à vida. Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão são dignos de ser considerados sábios, pois têm uma profunda autoridade moral e espiritual. Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PERDÃO ]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits103-caceres/podcast-459036884/episodes/314202-PENSE%20NISSO%20-%20QUINTA%20-%2025062026%20-%20O%20PERD%C3%83O.mp3" type="audio/mpeg" length="718161"/>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[O que há por trás de explosões de raiva? Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta? Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem? Pois esse fenômeno muito comum, a explosão de raiva, está sendo estudado. E pode até ser contornado. Em uma entrevista recente para o ScienceFans, o pesquisador R. Douglas Filtz explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Filtz esmiuçou todas as causas que nos levam a explodir e agrupou-as em nove sessões. Integridade física, insulto, família, cultura, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento. Esta última é relacionada a tudo que nos tolhe, física ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para as nossas vidas estivesse em risco. E nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. Todos temos esses circuitos em nossos cérebros, porque os seres humanos se desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há 100 mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora. É preciso entender que a explosão não é consciente e acontece muito rápida. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você. Mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar para que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças externas e internas. E essas informações estão sempre alimentando seu cérebro, de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática. O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea, como muitos atos de heroísmo de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. Esse instinto funciona maravilhosamente na matéria. Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes dá errado. E é isso que precisamos controlar. E como controlar a raiva? O próprio Fields admite, tentar acalmar alguém nervoso muitas vezes só deixa a situação pior. Mas identificando o que gera essa raiva é possível virar o jogo, quando a pessoa se torna consciente de que esse gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. De repente, você percebe que isso não é motivo para briga e o sentimento ruim vai embora. Entender como alguma coisa funciona é sempre o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela. Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação por muito tempo? Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas? As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha. Quando Jesus nos disse para perdoar-nos 70 vezes, 7 vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induza a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo. Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade. Também podem comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades. Mas como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós? Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam? Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão maligno, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma. Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta. Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O que há por trás de explosões de raiva? Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta? Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem? Pois esse fenômeno muito comum, a explosão de raiva, está sendo estudado. E pode até ser contornado. Em uma entrevista recente para o ScienceFans, o pesquisador R. Douglas Filtz explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Filtz esmiuçou todas as causas que nos levam a explodir e agrupou-as em nove sessões. Integridade física, insulto, família, cultura, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento. Esta última é relacionada a tudo que nos tolhe, física ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para as nossas vidas estivesse em risco. E nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. Todos temos esses circuitos em nossos cérebros, porque os seres humanos se desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há 100 mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora. É preciso entender que a explosão não é consciente e acontece muito rápida. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você. Mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar para que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças externas e internas. E essas informações estão sempre alimentando seu cérebro, de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática. O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea, como muitos atos de heroísmo de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. Esse instinto funciona maravilhosamente na matéria. Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes dá errado. E é isso que precisamos controlar. E como controlar a raiva? O próprio Fields admite, tentar acalmar alguém nervoso muitas vezes só deixa a situação pior. Mas identificando o que gera essa raiva é possível virar o jogo, quando a pessoa se torna consciente de que esse gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. De repente, você percebe que isso não é motivo para briga e o sentimento ruim vai embora. Entender como alguma coisa funciona é sempre o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela. Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação por muito tempo? Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas? As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha. Quando Jesus nos disse para perdoar-nos 70 vezes, 7 vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induza a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo. Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade. Também podem comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades. Mas como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós? Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam? Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão maligno, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma. Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta. Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O que há por trás de explosões de raiva? Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta? Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem? Pois esse fenômeno muito comum, a explosão de raiva, está sendo estudado. E pode até ser contornado. Em uma entrevista recente para o ScienceFans, o pesquisador R. Douglas Filtz explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Filtz esmiuçou todas as causas que nos levam a explodir e agrupou-as em nove sessões. Integridade física, insulto, família, cultura, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento. Esta última é relacionada a tudo que nos tolhe, física ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para as nossas vidas estivesse em risco. E nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. Todos temos esses circuitos em nossos cérebros, porque os seres humanos se desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há 100 mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora. É preciso entender que a explosão não é consciente e acontece muito rápida. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você. Mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar para que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças externas e internas. E essas informações estão sempre alimentando seu cérebro, de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática. O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea, como muitos atos de heroísmo de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. Esse instinto funciona maravilhosamente na matéria. Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes dá errado. E é isso que precisamos controlar. E como controlar a raiva? O próprio Fields admite, tentar acalmar alguém nervoso muitas vezes só deixa a situação pior. Mas identificando o que gera essa raiva é possível virar o jogo, quando a pessoa se torna consciente de que esse gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. De repente, você percebe que isso não é motivo para briga e o sentimento ruim vai embora. Entender como alguma coisa funciona é sempre o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela. Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação por muito tempo? Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas? As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha. Quando Jesus nos disse para perdoar-nos 70 vezes, 7 vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induza a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo. Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade. Também podem comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades. Mas como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós? Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam? Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão maligno, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma. Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta. Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O que há por trás de explosões de raiva? Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta? Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem? Pois esse fenômeno muito comum, a explosão de raiva, está sendo estudado. E pode até ser contornado. Em uma entrevista recente para o ScienceFans, o pesquisador R. Douglas Filtz explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Filtz esmiuçou todas as causas que nos levam a explodir e agrupou-as em nove sessões. Integridade física, insulto, família, cultura, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento. Esta última é relacionada a tudo que nos tolhe, física ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para as nossas vidas estivesse em risco. E nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. Todos temos esses circuitos em nossos cérebros, porque os seres humanos se desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há 100 mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora. É preciso entender que a explosão não é consciente e acontece muito rápida. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você. Mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar para que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças externas e internas. E essas informações estão sempre alimentando seu cérebro, de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática. O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea, como muitos atos de heroísmo de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. Esse instinto funciona maravilhosamente na matéria. Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes dá errado. E é isso que precisamos controlar. E como controlar a raiva? O próprio Fields admite, tentar acalmar alguém nervoso muitas vezes só deixa a situação pior. Mas identificando o que gera essa raiva é possível virar o jogo, quando a pessoa se torna consciente de que esse gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. De repente, você percebe que isso não é motivo para briga e o sentimento ruim vai embora. Entender como alguma coisa funciona é sempre o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela. Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação por muito tempo? Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas? As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha. Quando Jesus nos disse para perdoar-nos 70 vezes, 7 vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induza a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo. Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade. Também podem comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades. Mas como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós? Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam? Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão maligno, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma. Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta. Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O universo traz consigo, sempre, a mudança: a mudança de ser, de existir, a mudança de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre, e que tudo o que podemos fazer é esperar pelo tempo certo.

Sabe aquelas vezes em que a gente acha que está tudo contra nós? O que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e que tudo é um aprendizado.

Então, não desanime com as circunstâncias da vida. Não se deixe abater quando descobrir que alguém quebrou a sua confiança e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.

Já foi dito: "A vida nem sempre é um mar de rosas". Mesmo para aquela pessoa em que tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.

As coisas podem parecer confusas e complicadas. Os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante. Mas você sabe que nem sempre foi assim e nem sempre será. Tenha paciência, tenha calma, respire fundo e não desanime. Faça uma autoanálise constante da sua vida.

Nós não podemos deixar que as emoções tomem conta da nossa existência. Somos nós que temos as emoções, e não elas que nos têm.

A vida é bonita, é boa, é interessante. Às vezes, só estamos insistindo naquilo que não é nosso. Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela se abra, sem perceber que outra porta, com mais bonança e preciosidades, já está aberta, apenas aguardando a nossa entrada.

Fique bem, descanse bem e não se perturbe pelas mazelas do mundo. E, quando você perceber que não vai conseguir, peça ajuda. Quando vir que não vai dar tempo, avise!

E quando o mundo lhe disser "não", aprenda a sorrir e a seguir em frente. Não são as turbulências do mundo que fazem você cair; são as suas desistências.

Aprenda a ser feliz no pouco, para que, quando o muito chegar, você saiba aproveitá-lo com decência e sabedoria. Seja um sábio na sua vida, e não alguém aflito, perturbando-se com tudo o que está à sua volta.

Cultive a bondade, viva na bondade e triunfe sempre.

Pense nisso. Mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O universo traz consigo, sempre, a mudança: a mudança de ser, de existir, a mudança de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre, e que tudo o que podemos fazer é esperar pelo tempo certo.

Sabe aquelas vezes em que a gente acha que está tudo contra nós? O que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e que tudo é um aprendizado.

Então, não desanime com as circunstâncias da vida. Não se deixe abater quando descobrir que alguém quebrou a sua confiança e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.

Já foi dito: "A vida nem sempre é um mar de rosas". Mesmo para aquela pessoa em que tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.

As coisas podem parecer confusas e complicadas. Os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante. Mas você sabe que nem sempre foi assim e nem sempre será. Tenha paciência, tenha calma, respire fundo e não desanime. Faça uma autoanálise constante da sua vida.

Nós não podemos deixar que as emoções tomem conta da nossa existência. Somos nós que temos as emoções, e não elas que nos têm.

A vida é bonita, é boa, é interessante. Às vezes, só estamos insistindo naquilo que não é nosso. Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela se abra, sem perceber que outra porta, com mais bonança e preciosidades, já está aberta, apenas aguardando a nossa entrada.

Fique bem, descanse bem e não se perturbe pelas mazelas do mundo. E, quando você perceber que não vai conseguir, peça ajuda. Quando vir que não vai dar tempo, avise!

E quando o mundo lhe disser "não", aprenda a sorrir e a seguir em frente. Não são as turbulências do mundo que fazem você cair; são as suas desistências.

Aprenda a ser feliz no pouco, para que, quando o muito chegar, você saiba aproveitá-lo com decência e sabedoria. Seja um sábio na sua vida, e não alguém aflito, perturbando-se com tudo o que está à sua volta.

Cultive a bondade, viva na bondade e triunfe sempre.

Pense nisso. Mas pense agora.
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      <itunes:summary><![CDATA[O universo traz consigo, sempre, a mudança: a mudança de ser, de existir, a mudança de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre, e que tudo o que podemos fazer é esperar pelo tempo certo.

Sabe aquelas vezes em que a gente acha que está tudo contra nós? O que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e que tudo é um aprendizado.

Então, não desanime com as circunstâncias da vida. Não se deixe abater quando descobrir que alguém quebrou a sua confiança e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.

Já foi dito: "A vida nem sempre é um mar de rosas". Mesmo para aquela pessoa em que tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.

As coisas podem parecer confusas e complicadas. Os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante. Mas você sabe que nem sempre foi assim e nem sempre será. Tenha paciência, tenha calma, respire fundo e não desanime. Faça uma autoanálise constante da sua vida.

Nós não podemos deixar que as emoções tomem conta da nossa existência. Somos nós que temos as emoções, e não elas que nos têm.

A vida é bonita, é boa, é interessante. Às vezes, só estamos insistindo naquilo que não é nosso. Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela se abra, sem perceber que outra porta, com mais bonança e preciosidades, já está aberta, apenas aguardando a nossa entrada.

Fique bem, descanse bem e não se perturbe pelas mazelas do mundo. E, quando você perceber que não vai conseguir, peça ajuda. Quando vir que não vai dar tempo, avise!

E quando o mundo lhe disser "não", aprenda a sorrir e a seguir em frente. Não são as turbulências do mundo que fazem você cair; são as suas desistências.

Aprenda a ser feliz no pouco, para que, quando o muito chegar, você saiba aproveitá-lo com decência e sabedoria. Seja um sábio na sua vida, e não alguém aflito, perturbando-se com tudo o que está à sua volta.

Cultive a bondade, viva na bondade e triunfe sempre.

Pense nisso. Mas pense agora.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O universo traz consigo, sempre, a mudança: a mudança de ser, de existir, a mudança de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre, e que tudo o que podemos fazer é esperar pelo tempo certo.

Sabe aquelas vezes em que a gente acha que está tudo contra nós? O que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e que tudo é um aprendizado.

Então, não desanime com as circunstâncias da vida. Não se deixe abater quando descobrir que alguém quebrou a sua confiança e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.

Já foi dito: "A vida nem sempre é um mar de rosas". Mesmo para aquela pessoa em que tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.

As coisas podem parecer confusas e complicadas. Os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante. Mas você sabe que nem sempre foi assim e nem sempre será. Tenha paciência, tenha calma, respire fundo e não desanime. Faça uma autoanálise constante da sua vida.

Nós não podemos deixar que as emoções tomem conta da nossa existência. Somos nós que temos as emoções, e não elas que nos têm.

A vida é bonita, é boa, é interessante. Às vezes, só estamos insistindo naquilo que não é nosso. Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela se abra, sem perceber que outra porta, com mais bonança e preciosidades, já está aberta, apenas aguardando a nossa entrada.

Fique bem, descanse bem e não se perturbe pelas mazelas do mundo. E, quando você perceber que não vai conseguir, peça ajuda. Quando vir que não vai dar tempo, avise!

E quando o mundo lhe disser "não", aprenda a sorrir e a seguir em frente. Não são as turbulências do mundo que fazem você cair; são as suas desistências.

Aprenda a ser feliz no pouco, para que, quando o muito chegar, você saiba aproveitá-lo com decência e sabedoria. Seja um sábio na sua vida, e não alguém aflito, perturbando-se com tudo o que está à sua volta.

Cultive a bondade, viva na bondade e triunfe sempre.

Pense nisso. Mas pense agora.
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      <title><![CDATA[ NÃO DESANIME]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos. A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso. Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando. Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes. Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria. A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia. Entraram na meia-idade, planejando a aposentadoria e as viagens que fariam. Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos. Em meio a planos resgatados do fundo do baú e ao nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico. Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo. Com o choque inicial, ela não se rendeu, buscou informações, médicos e tratamentos alternativos. As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias. A família se uniu, e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada. Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos. Uma noite, internada na unidade de terapia intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes. Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo? Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante. Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve a autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular. Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana. Muitos não conseguiram gravar por conta da emoção, mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas. Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro. Ana passou a noite ouvindo as mensagens que Pedro tocava, de tempos em tempos, em seu celular. Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos. Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz. Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais de uma semana, tranquila e serena, até a sua morte. Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido. Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos. A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso. Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando. Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes. Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria. A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia. Entraram na meia-idade, planejando a aposentadoria e as viagens que fariam. Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos. Em meio a planos resgatados do fundo do baú e ao nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico. Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo. Com o choque inicial, ela não se rendeu, buscou informações, médicos e tratamentos alternativos. As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias. A família se uniu, e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada. Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos. Uma noite, internada na unidade de terapia intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes. Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo? Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante. Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve a autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular. Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana. Muitos não conseguiram gravar por conta da emoção, mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas. Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro. Ana passou a noite ouvindo as mensagens que Pedro tocava, de tempos em tempos, em seu celular. Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos. Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz. Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais de uma semana, tranquila e serena, até a sua morte. Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido. Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos. A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso. Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando. Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes. Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria. A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia. Entraram na meia-idade, planejando a aposentadoria e as viagens que fariam. Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos. Em meio a planos resgatados do fundo do baú e ao nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico. Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo. Com o choque inicial, ela não se rendeu, buscou informações, médicos e tratamentos alternativos. As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias. A família se uniu, e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada. Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos. Uma noite, internada na unidade de terapia intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes. Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo? Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante. Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve a autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular. Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana. Muitos não conseguiram gravar por conta da emoção, mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas. Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro. Ana passou a noite ouvindo as mensagens que Pedro tocava, de tempos em tempos, em seu celular. Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos. Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz. Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais de uma semana, tranquila e serena, até a sua morte. Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido. Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos. A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso. Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando. Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes. Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria. A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia. Entraram na meia-idade, planejando a aposentadoria e as viagens que fariam. Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos. Em meio a planos resgatados do fundo do baú e ao nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico. Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo. Com o choque inicial, ela não se rendeu, buscou informações, médicos e tratamentos alternativos. As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias. A família se uniu, e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada. Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos. Uma noite, internada na unidade de terapia intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes. Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo? Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante. Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve a autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular. Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana. Muitos não conseguiram gravar por conta da emoção, mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas. Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro. Ana passou a noite ouvindo as mensagens que Pedro tocava, de tempos em tempos, em seu celular. Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos. Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz. Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais de uma semana, tranquila e serena, até a sua morte. Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido. Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ VOZES AMIGAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PÁSCOA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Como sempre, hoje o nosso Pense Nisso trará um tema muito profundo. O que é precioso para nós? Quais as preciosidades da vida que devemos guardar com todas as nossas forças? O que nos dá sentido, propósito, valor? O que nos faz acordar todos os dias com vontade de viver, de aprender, de crescer, de querer ser melhor? Melhor que fomos ontem. Certo dia, caminhando pelo centro da cidade, vi um casal de idosos. Seus corpos, já arquejados pela idade, seus passos pequenos e seus cabelos brancos exalavam anos e mais anos vividos. Com as mãos dadas fortemente, como se tivessem medo de se perder em um do outro, paravam em frente às lojas e comentavam sobre como o lugar havia mudado e como tinha gente demais em um local que outra hora era tranquilo e isolado. Observei com curiosidade as lembranças deles, e a nostalgia de uma época nunca vivida me trouxe um misto de admiração e melancolia pela história que eles construíram juntos, enfrentando as mudanças do tempo e do espaço. Melancolia pela consciência de que tudo é passageiro e que nada permanece igual, e também a admiração pela paciência. De compartilhar suas vidas. Eu me perguntei: o que é precioso para guardar? Talvez seja o amor, que é a força mais poderosa do universo, a energia mais pura da vida, a essência mais profunda da alma. É o que nos faz sentir bem, que nos faz querer cuidar, compartilhar, valorizar e respeitar. Ou talvez seja a sabedoria, que é fruto do conhecimento e do avanço da idade. A conquista mais elevada da mente, a virtude mais admirável do caráter. A sabedoria é o que nos faz entender a realidade, interpretar os fatos, solucionar os problemas, que nos faz aprender com as experiências, refletir sobre as ideias, questionar as verdades. A sabedoria é o que nos faz ser sábios para vivermos melhor. Eu sei que essa não é a. Cada um de nós tem uma história diferente, uma personalidade diferente, uma essência diferente. E por isso temos uma resposta diferente, uma visão diferente, uma experiência diferente. Cada um de nós tem uma forma de ver o mundo, de se relacionar com os outros, de se expressar. Mas eu acredito que existem algumas coisas que são preciosas para todos nós. Coisas que são universais, que são comuns, que são humanas. Coisas que nos conectam, que nos unem, que nos tornam iguais. Coisas que nos fazem sentir parte de algo maior, algo melhor, algo mais bonito e precioso. E essa preciosidade são as lembranças vividas ao lado das pessoas que amamos e que nos fazem bem. São momentos que ficarão para sempre guardados nas nossas memórias. E que, quando relembrarmos delas, mesmo que tenham sido forjadas no meio das dificuldades e de muitas lutas, nos fazem bem. Fazem-nos sentir felizes e sentir que valeu a pena passar por tudo aquilo. Aquele casal me fez questionar se eu estou vivendo da melhor forma possível. Se estou aproveitando cada momento. Me fez lembrar da minha infância, dos meus pais, dos velhos amigos que há tanto tempo a vida separou. Da minha família e dos meus filhos. E me perguntei: será que estou adquirindo preciosidades da vida? E você, já se questionou quais preciosidades quer guardar na sua vida? Pense nisso. Mas, pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Como sempre, hoje o nosso Pense Nisso trará um tema muito profundo. O que é precioso para nós? Quais as preciosidades da vida que devemos guardar com todas as nossas forças? O que nos dá sentido, propósito, valor? O que nos faz acordar todos os dias com vontade de viver, de aprender, de crescer, de querer ser melhor? Melhor que fomos ontem. Certo dia, caminhando pelo centro da cidade, vi um casal de idosos. Seus corpos, já arquejados pela idade, seus passos pequenos e seus cabelos brancos exalavam anos e mais anos vividos. Com as mãos dadas fortemente, como se tivessem medo de se perder em um do outro, paravam em frente às lojas e comentavam sobre como o lugar havia mudado e como tinha gente demais em um local que outra hora era tranquilo e isolado. Observei com curiosidade as lembranças deles, e a nostalgia de uma época nunca vivida me trouxe um misto de admiração e melancolia pela história que eles construíram juntos, enfrentando as mudanças do tempo e do espaço. Melancolia pela consciência de que tudo é passageiro e que nada permanece igual, e também a admiração pela paciência. De compartilhar suas vidas. Eu me perguntei: o que é precioso para guardar? Talvez seja o amor, que é a força mais poderosa do universo, a energia mais pura da vida, a essência mais profunda da alma. É o que nos faz sentir bem, que nos faz querer cuidar, compartilhar, valorizar e respeitar. Ou talvez seja a sabedoria, que é fruto do conhecimento e do avanço da idade. A conquista mais elevada da mente, a virtude mais admirável do caráter. A sabedoria é o que nos faz entender a realidade, interpretar os fatos, solucionar os problemas, que nos faz aprender com as experiências, refletir sobre as ideias, questionar as verdades. A sabedoria é o que nos faz ser sábios para vivermos melhor. Eu sei que essa não é a. Cada um de nós tem uma história diferente, uma personalidade diferente, uma essência diferente. E por isso temos uma resposta diferente, uma visão diferente, uma experiência diferente. Cada um de nós tem uma forma de ver o mundo, de se relacionar com os outros, de se expressar. Mas eu acredito que existem algumas coisas que são preciosas para todos nós. Coisas que são universais, que são comuns, que são humanas. Coisas que nos conectam, que nos unem, que nos tornam iguais. Coisas que nos fazem sentir parte de algo maior, algo melhor, algo mais bonito e precioso. E essa preciosidade são as lembranças vividas ao lado das pessoas que amamos e que nos fazem bem. São momentos que ficarão para sempre guardados nas nossas memórias. E que, quando relembrarmos delas, mesmo que tenham sido forjadas no meio das dificuldades e de muitas lutas, nos fazem bem. Fazem-nos sentir felizes e sentir que valeu a pena passar por tudo aquilo. Aquele casal me fez questionar se eu estou vivendo da melhor forma possível. Se estou aproveitando cada momento. Me fez lembrar da minha infância, dos meus pais, dos velhos amigos que há tanto tempo a vida separou. Da minha família e dos meus filhos. E me perguntei: será que estou adquirindo preciosidades da vida? E você, já se questionou quais preciosidades quer guardar na sua vida? Pense nisso. Mas, pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Como sempre, hoje o nosso Pense Nisso trará um tema muito profundo. O que é precioso para nós? Quais as preciosidades da vida que devemos guardar com todas as nossas forças? O que nos dá sentido, propósito, valor? O que nos faz acordar todos os dias com vontade de viver, de aprender, de crescer, de querer ser melhor? Melhor que fomos ontem. Certo dia, caminhando pelo centro da cidade, vi um casal de idosos. Seus corpos, já arquejados pela idade, seus passos pequenos e seus cabelos brancos exalavam anos e mais anos vividos. Com as mãos dadas fortemente, como se tivessem medo de se perder em um do outro, paravam em frente às lojas e comentavam sobre como o lugar havia mudado e como tinha gente demais em um local que outra hora era tranquilo e isolado. Observei com curiosidade as lembranças deles, e a nostalgia de uma época nunca vivida me trouxe um misto de admiração e melancolia pela história que eles construíram juntos, enfrentando as mudanças do tempo e do espaço. Melancolia pela consciência de que tudo é passageiro e que nada permanece igual, e também a admiração pela paciência. De compartilhar suas vidas. Eu me perguntei: o que é precioso para guardar? Talvez seja o amor, que é a força mais poderosa do universo, a energia mais pura da vida, a essência mais profunda da alma. É o que nos faz sentir bem, que nos faz querer cuidar, compartilhar, valorizar e respeitar. Ou talvez seja a sabedoria, que é fruto do conhecimento e do avanço da idade. A conquista mais elevada da mente, a virtude mais admirável do caráter. A sabedoria é o que nos faz entender a realidade, interpretar os fatos, solucionar os problemas, que nos faz aprender com as experiências, refletir sobre as ideias, questionar as verdades. A sabedoria é o que nos faz ser sábios para vivermos melhor. Eu sei que essa não é a. Cada um de nós tem uma história diferente, uma personalidade diferente, uma essência diferente. E por isso temos uma resposta diferente, uma visão diferente, uma experiência diferente. Cada um de nós tem uma forma de ver o mundo, de se relacionar com os outros, de se expressar. Mas eu acredito que existem algumas coisas que são preciosas para todos nós. Coisas que são universais, que são comuns, que são humanas. Coisas que nos conectam, que nos unem, que nos tornam iguais. Coisas que nos fazem sentir parte de algo maior, algo melhor, algo mais bonito e precioso. E essa preciosidade são as lembranças vividas ao lado das pessoas que amamos e que nos fazem bem. São momentos que ficarão para sempre guardados nas nossas memórias. E que, quando relembrarmos delas, mesmo que tenham sido forjadas no meio das dificuldades e de muitas lutas, nos fazem bem. Fazem-nos sentir felizes e sentir que valeu a pena passar por tudo aquilo. Aquele casal me fez questionar se eu estou vivendo da melhor forma possível. Se estou aproveitando cada momento. Me fez lembrar da minha infância, dos meus pais, dos velhos amigos que há tanto tempo a vida separou. Da minha família e dos meus filhos. E me perguntei: será que estou adquirindo preciosidades da vida? E você, já se questionou quais preciosidades quer guardar na sua vida? Pense nisso. Mas, pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Como sempre, hoje o nosso Pense Nisso trará um tema muito profundo. O que é precioso para nós? Quais as preciosidades da vida que devemos guardar com todas as nossas forças? O que nos dá sentido, propósito, valor? O que nos faz acordar todos os dias com vontade de viver, de aprender, de crescer, de querer ser melhor? Melhor que fomos ontem. Certo dia, caminhando pelo centro da cidade, vi um casal de idosos. Seus corpos, já arquejados pela idade, seus passos pequenos e seus cabelos brancos exalavam anos e mais anos vividos. Com as mãos dadas fortemente, como se tivessem medo de se perder em um do outro, paravam em frente às lojas e comentavam sobre como o lugar havia mudado e como tinha gente demais em um local que outra hora era tranquilo e isolado. Observei com curiosidade as lembranças deles, e a nostalgia de uma época nunca vivida me trouxe um misto de admiração e melancolia pela história que eles construíram juntos, enfrentando as mudanças do tempo e do espaço. Melancolia pela consciência de que tudo é passageiro e que nada permanece igual, e também a admiração pela paciência. De compartilhar suas vidas. Eu me perguntei: o que é precioso para guardar? Talvez seja o amor, que é a força mais poderosa do universo, a energia mais pura da vida, a essência mais profunda da alma. É o que nos faz sentir bem, que nos faz querer cuidar, compartilhar, valorizar e respeitar. Ou talvez seja a sabedoria, que é fruto do conhecimento e do avanço da idade. A conquista mais elevada da mente, a virtude mais admirável do caráter. A sabedoria é o que nos faz entender a realidade, interpretar os fatos, solucionar os problemas, que nos faz aprender com as experiências, refletir sobre as ideias, questionar as verdades. A sabedoria é o que nos faz ser sábios para vivermos melhor. Eu sei que essa não é a. Cada um de nós tem uma história diferente, uma personalidade diferente, uma essência diferente. E por isso temos uma resposta diferente, uma visão diferente, uma experiência diferente. Cada um de nós tem uma forma de ver o mundo, de se relacionar com os outros, de se expressar. Mas eu acredito que existem algumas coisas que são preciosas para todos nós. Coisas que são universais, que são comuns, que são humanas. Coisas que nos conectam, que nos unem, que nos tornam iguais. Coisas que nos fazem sentir parte de algo maior, algo melhor, algo mais bonito e precioso. E essa preciosidade são as lembranças vividas ao lado das pessoas que amamos e que nos fazem bem. São momentos que ficarão para sempre guardados nas nossas memórias. E que, quando relembrarmos delas, mesmo que tenham sido forjadas no meio das dificuldades e de muitas lutas, nos fazem bem. Fazem-nos sentir felizes e sentir que valeu a pena passar por tudo aquilo. Aquele casal me fez questionar se eu estou vivendo da melhor forma possível. Se estou aproveitando cada momento. Me fez lembrar da minha infância, dos meus pais, dos velhos amigos que há tanto tempo a vida separou. Da minha família e dos meus filhos. E me perguntei: será que estou adquirindo preciosidades da vida? E você, já se questionou quais preciosidades quer guardar na sua vida? Pense nisso. Mas, pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ PRECIOSIDADES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ILHA DOS SENTIMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos. O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo. As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas. A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação. Podemos perceber, nesses exemplos de colaboração, um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias. É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua. São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida. Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém e nenhum dinheiro. Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins. É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam. Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco, nessa estrada evolutiva, possa ser mais suave. Agindo assim, em tudo que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual. Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da humanidade. A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós. Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade. Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa. Pense nisso, mas pense agora. Na colaboração de uns para com os outros.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos. O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo. As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas. A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação. Podemos perceber, nesses exemplos de colaboração, um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias. É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua. São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida. Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém e nenhum dinheiro. Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins. É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam. Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco, nessa estrada evolutiva, possa ser mais suave. Agindo assim, em tudo que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual. Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da humanidade. A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós. Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade. Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa. Pense nisso, mas pense agora. Na colaboração de uns para com os outros.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos. O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo. As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas. A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação. Podemos perceber, nesses exemplos de colaboração, um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias. É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua. São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida. Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém e nenhum dinheiro. Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins. É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam. Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco, nessa estrada evolutiva, possa ser mais suave. Agindo assim, em tudo que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual. Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da humanidade. A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós. Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade. Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa. Pense nisso, mas pense agora. Na colaboração de uns para com os outros.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos. O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo. As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas. A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação. Podemos perceber, nesses exemplos de colaboração, um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias. É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua. São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida. Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém e nenhum dinheiro. Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins. É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam. Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco, nessa estrada evolutiva, possa ser mais suave. Agindo assim, em tudo que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual. Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da humanidade. A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós. Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade. Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa. Pense nisso, mas pense agora. Na colaboração de uns para com os outros.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COLABORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Você já sentiu dificuldades em compartilhar seu conhecimento com as pessoas? Talvez,  uma das coisas mais frustrantes que podemos experimentar em ter o conhecimento e a vontade de passar para alguém e não ter ninguém que se interessa, pensando a respeito lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito, impressionante. Desde de muito jovem e antes mesmo de se graduar em física ele desenvolvia pesquisas em Iniciação Cientifica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da física e a lógica matemática. Fez pós graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova. Seu projeto era provar uma proposição da escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado "Teorema de Normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa". Em sua tese de doutorado defendida na mesma Instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin-Löf que consiste em definir o conceito de pior sequência de redução para derivações, esse trabalho lhe valeu o prêmio santista juventude. Mas você deve estar se questionando, o que vem a ser tudo isso? Eu não entendi absolutamente nada. Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo. Profundo, estudioso, e conhecedor da Teoria da Prova, resolveu deixar tudo isso de lado e sabe porque? Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área, deixei de lado essa matéria, porque conhecia somente umas 5 pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil. Sinto a necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o Matemático. O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém, por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar a felicidade não faz sentido. De que vale uma grande conquista sem alguém que nos abrace e nos diga, Parabéns você venceu! De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar. Não faz sentido sorrir se não houver alguém para rir conosco. Quando vemos um filme e algo nos chama atenção logo queremos falar sobre isso. Contar para alguém, mesmo que se alguém seja um desconhecido, enfim.. a felicidade e a infelicidade são estados da alma para serem compartilhados, foi por esta razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da lógica e tratar de assuntos que pudessem compartilhar, trocar ideias, discutir. É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais, raros missionários  assumem o compromisso de estudar e descobrir meio de torna-las úteis a humanidade, mas mesmo esses ilustres missionários  não deixam de sentir, vez ou outra a necessidade de compartilhar suas descobertas, da falta de quem nos ouça é bem provável  que a depressão os faça companhia, ainda assim, decidem pelo isolamento, por amor a causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seu semelhantes. Sem alguém para compartilhar, não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias... Pensemos nisso e agradeçamos se tivermos com quem compartilhar nossas experiencias, descobrimos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já sentiu dificuldades em compartilhar seu conhecimento com as pessoas? Talvez,  uma das coisas mais frustrantes que podemos experimentar em ter o conhecimento e a vontade de passar para alguém e não ter ninguém que se interessa, pensando a respeito lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito, impressionante. Desde de muito jovem e antes mesmo de se graduar em física ele desenvolvia pesquisas em Iniciação Cientifica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da física e a lógica matemática. Fez pós graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova. Seu projeto era provar uma proposição da escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado "Teorema de Normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa". Em sua tese de doutorado defendida na mesma Instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin-Löf que consiste em definir o conceito de pior sequência de redução para derivações, esse trabalho lhe valeu o prêmio santista juventude. Mas você deve estar se questionando, o que vem a ser tudo isso? Eu não entendi absolutamente nada. Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo. Profundo, estudioso, e conhecedor da Teoria da Prova, resolveu deixar tudo isso de lado e sabe porque? Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área, deixei de lado essa matéria, porque conhecia somente umas 5 pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil. Sinto a necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o Matemático. O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém, por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar a felicidade não faz sentido. De que vale uma grande conquista sem alguém que nos abrace e nos diga, Parabéns você venceu! De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar. Não faz sentido sorrir se não houver alguém para rir conosco. Quando vemos um filme e algo nos chama atenção logo queremos falar sobre isso. Contar para alguém, mesmo que se alguém seja um desconhecido, enfim.. a felicidade e a infelicidade são estados da alma para serem compartilhados, foi por esta razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da lógica e tratar de assuntos que pudessem compartilhar, trocar ideias, discutir. É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais, raros missionários  assumem o compromisso de estudar e descobrir meio de torna-las úteis a humanidade, mas mesmo esses ilustres missionários  não deixam de sentir, vez ou outra a necessidade de compartilhar suas descobertas, da falta de quem nos ouça é bem provável  que a depressão os faça companhia, ainda assim, decidem pelo isolamento, por amor a causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seu semelhantes. Sem alguém para compartilhar, não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias... Pensemos nisso e agradeçamos se tivermos com quem compartilhar nossas experiencias, descobrimos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já sentiu dificuldades em compartilhar seu conhecimento com as pessoas? Talvez,  uma das coisas mais frustrantes que podemos experimentar em ter o conhecimento e a vontade de passar para alguém e não ter ninguém que se interessa, pensando a respeito lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito, impressionante. Desde de muito jovem e antes mesmo de se graduar em física ele desenvolvia pesquisas em Iniciação Cientifica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da física e a lógica matemática. Fez pós graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova. Seu projeto era provar uma proposição da escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado "Teorema de Normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa". Em sua tese de doutorado defendida na mesma Instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin-Löf que consiste em definir o conceito de pior sequência de redução para derivações, esse trabalho lhe valeu o prêmio santista juventude. Mas você deve estar se questionando, o que vem a ser tudo isso? Eu não entendi absolutamente nada. Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo. Profundo, estudioso, e conhecedor da Teoria da Prova, resolveu deixar tudo isso de lado e sabe porque? Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área, deixei de lado essa matéria, porque conhecia somente umas 5 pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil. Sinto a necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o Matemático. O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém, por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar a felicidade não faz sentido. De que vale uma grande conquista sem alguém que nos abrace e nos diga, Parabéns você venceu! De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar. Não faz sentido sorrir se não houver alguém para rir conosco. Quando vemos um filme e algo nos chama atenção logo queremos falar sobre isso. Contar para alguém, mesmo que se alguém seja um desconhecido, enfim.. a felicidade e a infelicidade são estados da alma para serem compartilhados, foi por esta razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da lógica e tratar de assuntos que pudessem compartilhar, trocar ideias, discutir. É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais, raros missionários  assumem o compromisso de estudar e descobrir meio de torna-las úteis a humanidade, mas mesmo esses ilustres missionários  não deixam de sentir, vez ou outra a necessidade de compartilhar suas descobertas, da falta de quem nos ouça é bem provável  que a depressão os faça companhia, ainda assim, decidem pelo isolamento, por amor a causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seu semelhantes. Sem alguém para compartilhar, não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias... Pensemos nisso e agradeçamos se tivermos com quem compartilhar nossas experiencias, descobrimos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já sentiu dificuldades em compartilhar seu conhecimento com as pessoas? Talvez,  uma das coisas mais frustrantes que podemos experimentar em ter o conhecimento e a vontade de passar para alguém e não ter ninguém que se interessa, pensando a respeito lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito, impressionante. Desde de muito jovem e antes mesmo de se graduar em física ele desenvolvia pesquisas em Iniciação Cientifica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da física e a lógica matemática. Fez pós graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova. Seu projeto era provar uma proposição da escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado "Teorema de Normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa". Em sua tese de doutorado defendida na mesma Instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin-Löf que consiste em definir o conceito de pior sequência de redução para derivações, esse trabalho lhe valeu o prêmio santista juventude. Mas você deve estar se questionando, o que vem a ser tudo isso? Eu não entendi absolutamente nada. Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo. Profundo, estudioso, e conhecedor da Teoria da Prova, resolveu deixar tudo isso de lado e sabe porque? Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área, deixei de lado essa matéria, porque conhecia somente umas 5 pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil. Sinto a necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o Matemático. O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém, por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar a felicidade não faz sentido. De que vale uma grande conquista sem alguém que nos abrace e nos diga, Parabéns você venceu! De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar. Não faz sentido sorrir se não houver alguém para rir conosco. Quando vemos um filme e algo nos chama atenção logo queremos falar sobre isso. Contar para alguém, mesmo que se alguém seja um desconhecido, enfim.. a felicidade e a infelicidade são estados da alma para serem compartilhados, foi por esta razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da lógica e tratar de assuntos que pudessem compartilhar, trocar ideias, discutir. É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais, raros missionários  assumem o compromisso de estudar e descobrir meio de torna-las úteis a humanidade, mas mesmo esses ilustres missionários  não deixam de sentir, vez ou outra a necessidade de compartilhar suas descobertas, da falta de quem nos ouça é bem provável  que a depressão os faça companhia, ainda assim, decidem pelo isolamento, por amor a causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seu semelhantes. Sem alguém para compartilhar, não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias... Pensemos nisso e agradeçamos se tivermos com quem compartilhar nossas experiencias, descobrimos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A TEORIA PRATICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SÁBIO INDIANO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RESPEITO PELA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nesta terra e hoje faz muita falta. Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos. Hoje, consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas. A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre; nada se perde. Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente. O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo. Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle. A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável. E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza e, sim, nossa grandiosidade. Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem. Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: a de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nesta terra e hoje faz muita falta. Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos. Hoje, consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas. A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre; nada se perde. Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente. O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo. Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle. A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável. E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza e, sim, nossa grandiosidade. Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem. Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: a de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nesta terra e hoje faz muita falta. Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos. Hoje, consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas. A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre; nada se perde. Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente. O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo. Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle. A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável. E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza e, sim, nossa grandiosidade. Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem. Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: a de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nesta terra e hoje faz muita falta. Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos. Hoje, consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas. A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre; nada se perde. Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente. O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo. Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle. A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável. E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza e, sim, nossa grandiosidade. Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem. Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: a de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Muitas vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e, gradativamente, vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam, e, então, fugimos de nós mesmos. Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga, mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos. Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo. E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer. Viver bons momentos é fácil. Tudo se torna agradável. Nos sentimos confiantes. Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade. Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir. Apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo, tudo passa. E, assim, vamos evoluindo um pouco a cada dia. E, no final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência. Pense nisso. Mas pense agora]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Muitas vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e, gradativamente, vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam, e, então, fugimos de nós mesmos. Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga, mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos. Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo. E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer. Viver bons momentos é fácil. Tudo se torna agradável. Nos sentimos confiantes. Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade. Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir. Apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo, tudo passa. E, assim, vamos evoluindo um pouco a cada dia. E, no final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência. Pense nisso. Mas pense agora]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Muitas vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e, gradativamente, vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam, e, então, fugimos de nós mesmos. Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga, mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos. Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo. E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer. Viver bons momentos é fácil. Tudo se torna agradável. Nos sentimos confiantes. Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade. Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir. Apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo, tudo passa. E, assim, vamos evoluindo um pouco a cada dia. E, no final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência. Pense nisso. Mas pense agora]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Muitas vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e, gradativamente, vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam, e, então, fugimos de nós mesmos. Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga, mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos. Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo. E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer. Viver bons momentos é fácil. Tudo se torna agradável. Nos sentimos confiantes. Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade. Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir. Apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo, tudo passa. E, assim, vamos evoluindo um pouco a cada dia. E, no final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência. Pense nisso. Mas pense agora]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ NÃO FUJA DE VOCE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANDIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PATO OU ÁGUIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Escondido em seu pântano, vivia um pequeno sapo acostumado ao seu espaço de grande magnitude. Sonhador, talvez, afinal, vale a pena sonhar. Perto dele havia outro sapo que vivia em uma poça, na estrada. Quando o vizinho o ouviu, chamou-o para que morasse com ele. Você estará melhor e mais seguro, informou o sapo. Mas, embora ele repetisse várias vezes, o sapo da estrada não quis sair dali. Ele lhe disse, eu não quero sair daqui, eu me sinto bem aqui. Além disso, estou satisfeito, como você pode ver. Poucos dias depois, alguém passou com um carrinho pela estrada e, imediatamente, o esmagou. Aproveite as oportunidades quando elas se apresentam. Não se contente em ficar no mesmo canto apenas por hábito. A vida é uma jornada cheia de surpresas, desafios e escolhas. A cada momento temos a chance de fazer algo diferente, de mudar o rumo da nossa história, de realizar os nossos sonhos. Mas, para isso, precisamos estar atentos às oportunidades que a vida nos oferece e saber aproveitá-las da melhor forma possível. As oportunidades são situações favoráveis que surgem em nosso caminho, que nos permitem crescer, aprender, evoluir, contribuir, se divertir, se expressar, se conectar. São portas que se abrem para novas possibilidades, novas experiências, novos horizontes. São presentes que a vida nos dá e que dependem da nossa vontade e da nossa ação para serem desfrutados. Muitas vezes, as oportunidades estão disfarçadas de problemas, de dificuldades, de obstáculos. Muitas vezes, elas exigem que saímos da nossa zona de conforto, que enfrentemos os nossos medos, que arrisquemos o desconhecido. Precisamos estar atentos aos sinais que a vida nos envia, às pistas, aos convites que ela nos faz. Precisamos estar abertos a um novo, ao diferente, ao inesperado. Precisamos estar dispostos a mudar, a experimentar, a ousar. Não basta apenas reconhecê-las, é preciso agir sobre elas. É preciso ter coragem para tomar decisões, para assumir responsabilidades, para seguir em frente. É preciso ter determinação para persistir nos nossos objetivos, para superar os obstáculos, para vencer os desafios. É preciso ter flexibilidade para se adaptar às circunstâncias, para lidar com as mudanças, para aprender com os erros. É preciso ter gratidão por tudo que a vida nos oferece, por tudo o que conseguimos realizar, por tudo o que somos capazes de ser. Aproveitar as oportunidades é uma forma de valorizar a vida, de honrar o nosso potencial, de expressar o nosso propósito. Aproveitar as oportunidades é uma forma de ser feliz, de fazer feliz os outros, de fazer o mundo melhor. Não deixe as oportunidades passarem por você. Não perca tempo com medos, dúvidas ou arrependimentos. Não se contente com o pouco quando você pode ter muito mais. Não se limite pelo que é possível quando você pode fazer o impossível. Aproveite as oportunidades que a vida lhe dá. Elas são únicas e podem não se repetir. Elas são o seu caminho para a realização pessoal e profissional. Elas são o seu combustível para a felicidade e a plenitude. Aproveite as oportunidades e faça a sua vida valer a pena ser vivida. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Escondido em seu pântano, vivia um pequeno sapo acostumado ao seu espaço de grande magnitude. Sonhador, talvez, afinal, vale a pena sonhar. Perto dele havia outro sapo que vivia em uma poça, na estrada. Quando o vizinho o ouviu, chamou-o para que morasse com ele. Você estará melhor e mais seguro, informou o sapo. Mas, embora ele repetisse várias vezes, o sapo da estrada não quis sair dali. Ele lhe disse, eu não quero sair daqui, eu me sinto bem aqui. Além disso, estou satisfeito, como você pode ver. Poucos dias depois, alguém passou com um carrinho pela estrada e, imediatamente, o esmagou. Aproveite as oportunidades quando elas se apresentam. Não se contente em ficar no mesmo canto apenas por hábito. A vida é uma jornada cheia de surpresas, desafios e escolhas. A cada momento temos a chance de fazer algo diferente, de mudar o rumo da nossa história, de realizar os nossos sonhos. Mas, para isso, precisamos estar atentos às oportunidades que a vida nos oferece e saber aproveitá-las da melhor forma possível. As oportunidades são situações favoráveis que surgem em nosso caminho, que nos permitem crescer, aprender, evoluir, contribuir, se divertir, se expressar, se conectar. São portas que se abrem para novas possibilidades, novas experiências, novos horizontes. São presentes que a vida nos dá e que dependem da nossa vontade e da nossa ação para serem desfrutados. Muitas vezes, as oportunidades estão disfarçadas de problemas, de dificuldades, de obstáculos. Muitas vezes, elas exigem que saímos da nossa zona de conforto, que enfrentemos os nossos medos, que arrisquemos o desconhecido. Precisamos estar atentos aos sinais que a vida nos envia, às pistas, aos convites que ela nos faz. Precisamos estar abertos a um novo, ao diferente, ao inesperado. Precisamos estar dispostos a mudar, a experimentar, a ousar. Não basta apenas reconhecê-las, é preciso agir sobre elas. É preciso ter coragem para tomar decisões, para assumir responsabilidades, para seguir em frente. É preciso ter determinação para persistir nos nossos objetivos, para superar os obstáculos, para vencer os desafios. É preciso ter flexibilidade para se adaptar às circunstâncias, para lidar com as mudanças, para aprender com os erros. É preciso ter gratidão por tudo que a vida nos oferece, por tudo o que conseguimos realizar, por tudo o que somos capazes de ser. Aproveitar as oportunidades é uma forma de valorizar a vida, de honrar o nosso potencial, de expressar o nosso propósito. Aproveitar as oportunidades é uma forma de ser feliz, de fazer feliz os outros, de fazer o mundo melhor. Não deixe as oportunidades passarem por você. Não perca tempo com medos, dúvidas ou arrependimentos. Não se contente com o pouco quando você pode ter muito mais. Não se limite pelo que é possível quando você pode fazer o impossível. Aproveite as oportunidades que a vida lhe dá. Elas são únicas e podem não se repetir. Elas são o seu caminho para a realização pessoal e profissional. Elas são o seu combustível para a felicidade e a plenitude. Aproveite as oportunidades e faça a sua vida valer a pena ser vivida. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Escondido em seu pântano, vivia um pequeno sapo acostumado ao seu espaço de grande magnitude. Sonhador, talvez, afinal, vale a pena sonhar. Perto dele havia outro sapo que vivia em uma poça, na estrada. Quando o vizinho o ouviu, chamou-o para que morasse com ele. Você estará melhor e mais seguro, informou o sapo. Mas, embora ele repetisse várias vezes, o sapo da estrada não quis sair dali. Ele lhe disse, eu não quero sair daqui, eu me sinto bem aqui. Além disso, estou satisfeito, como você pode ver. Poucos dias depois, alguém passou com um carrinho pela estrada e, imediatamente, o esmagou. Aproveite as oportunidades quando elas se apresentam. Não se contente em ficar no mesmo canto apenas por hábito. A vida é uma jornada cheia de surpresas, desafios e escolhas. A cada momento temos a chance de fazer algo diferente, de mudar o rumo da nossa história, de realizar os nossos sonhos. Mas, para isso, precisamos estar atentos às oportunidades que a vida nos oferece e saber aproveitá-las da melhor forma possível. As oportunidades são situações favoráveis que surgem em nosso caminho, que nos permitem crescer, aprender, evoluir, contribuir, se divertir, se expressar, se conectar. São portas que se abrem para novas possibilidades, novas experiências, novos horizontes. São presentes que a vida nos dá e que dependem da nossa vontade e da nossa ação para serem desfrutados. Muitas vezes, as oportunidades estão disfarçadas de problemas, de dificuldades, de obstáculos. Muitas vezes, elas exigem que saímos da nossa zona de conforto, que enfrentemos os nossos medos, que arrisquemos o desconhecido. Precisamos estar atentos aos sinais que a vida nos envia, às pistas, aos convites que ela nos faz. Precisamos estar abertos a um novo, ao diferente, ao inesperado. Precisamos estar dispostos a mudar, a experimentar, a ousar. Não basta apenas reconhecê-las, é preciso agir sobre elas. É preciso ter coragem para tomar decisões, para assumir responsabilidades, para seguir em frente. É preciso ter determinação para persistir nos nossos objetivos, para superar os obstáculos, para vencer os desafios. É preciso ter flexibilidade para se adaptar às circunstâncias, para lidar com as mudanças, para aprender com os erros. É preciso ter gratidão por tudo que a vida nos oferece, por tudo o que conseguimos realizar, por tudo o que somos capazes de ser. Aproveitar as oportunidades é uma forma de valorizar a vida, de honrar o nosso potencial, de expressar o nosso propósito. Aproveitar as oportunidades é uma forma de ser feliz, de fazer feliz os outros, de fazer o mundo melhor. Não deixe as oportunidades passarem por você. Não perca tempo com medos, dúvidas ou arrependimentos. Não se contente com o pouco quando você pode ter muito mais. Não se limite pelo que é possível quando você pode fazer o impossível. Aproveite as oportunidades que a vida lhe dá. Elas são únicas e podem não se repetir. Elas são o seu caminho para a realização pessoal e profissional. Elas são o seu combustível para a felicidade e a plenitude. Aproveite as oportunidades e faça a sua vida valer a pena ser vivida. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Escondido em seu pântano, vivia um pequeno sapo acostumado ao seu espaço de grande magnitude. Sonhador, talvez, afinal, vale a pena sonhar. Perto dele havia outro sapo que vivia em uma poça, na estrada. Quando o vizinho o ouviu, chamou-o para que morasse com ele. Você estará melhor e mais seguro, informou o sapo. Mas, embora ele repetisse várias vezes, o sapo da estrada não quis sair dali. Ele lhe disse, eu não quero sair daqui, eu me sinto bem aqui. Além disso, estou satisfeito, como você pode ver. Poucos dias depois, alguém passou com um carrinho pela estrada e, imediatamente, o esmagou. Aproveite as oportunidades quando elas se apresentam. Não se contente em ficar no mesmo canto apenas por hábito. A vida é uma jornada cheia de surpresas, desafios e escolhas. A cada momento temos a chance de fazer algo diferente, de mudar o rumo da nossa história, de realizar os nossos sonhos. Mas, para isso, precisamos estar atentos às oportunidades que a vida nos oferece e saber aproveitá-las da melhor forma possível. As oportunidades são situações favoráveis que surgem em nosso caminho, que nos permitem crescer, aprender, evoluir, contribuir, se divertir, se expressar, se conectar. São portas que se abrem para novas possibilidades, novas experiências, novos horizontes. São presentes que a vida nos dá e que dependem da nossa vontade e da nossa ação para serem desfrutados. Muitas vezes, as oportunidades estão disfarçadas de problemas, de dificuldades, de obstáculos. Muitas vezes, elas exigem que saímos da nossa zona de conforto, que enfrentemos os nossos medos, que arrisquemos o desconhecido. Precisamos estar atentos aos sinais que a vida nos envia, às pistas, aos convites que ela nos faz. Precisamos estar abertos a um novo, ao diferente, ao inesperado. Precisamos estar dispostos a mudar, a experimentar, a ousar. Não basta apenas reconhecê-las, é preciso agir sobre elas. É preciso ter coragem para tomar decisões, para assumir responsabilidades, para seguir em frente. É preciso ter determinação para persistir nos nossos objetivos, para superar os obstáculos, para vencer os desafios. É preciso ter flexibilidade para se adaptar às circunstâncias, para lidar com as mudanças, para aprender com os erros. É preciso ter gratidão por tudo que a vida nos oferece, por tudo o que conseguimos realizar, por tudo o que somos capazes de ser. Aproveitar as oportunidades é uma forma de valorizar a vida, de honrar o nosso potencial, de expressar o nosso propósito. Aproveitar as oportunidades é uma forma de ser feliz, de fazer feliz os outros, de fazer o mundo melhor. Não deixe as oportunidades passarem por você. Não perca tempo com medos, dúvidas ou arrependimentos. Não se contente com o pouco quando você pode ter muito mais. Não se limite pelo que é possível quando você pode fazer o impossível. Aproveite as oportunidades que a vida lhe dá. Elas são únicas e podem não se repetir. Elas são o seu caminho para a realização pessoal e profissional. Elas são o seu combustível para a felicidade e a plenitude. Aproveite as oportunidades e faça a sua vida valer a pena ser vivida. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OPORTUNIDADES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMO VIVEM AS FLORES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DE VOLTA PARA CASA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Era tarde da noite quando o taxista recebeu o chamado. Ao chegar, ele pensou em buzinar e aguardar. Mas imaginou que alguém que chamasse o taxi tão tarde poderia estar com alguma dificuldade. Saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha. Uma senhora idosa, pequena, franzina, com o vestido estampado, abriu a porta. Equilibrava-se em uma bengala e, na outra mão, trazia a senhora. E uma pequena valise. Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis. Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu endereço e perguntou: podemos ir pelo centro da cidade? Mas o caminho que a senhora sugere é mais longo, observou o taxista. Não tem importância, afirmou ela, resoluta. Não tenho. Eu estou indo para um asilo porque não tenho mais família, e o médico me disse que morrerei em breve. O taxista, que começara a dar a partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou: aonde mesmo a senhora gostaria de ir? Ele a levou até um prédio na área central da cidade. Ela mostrou o edifício onde fora a senhorita quando jovem. Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou mais adiante o clube onde dançou com seu amor muitas vezes. De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício. Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava. Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço. Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo. Era uma casa cercada de alvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada de forma cordial por dois atendentes. Ela se despediu do taxista. Quanto lhe devo? Nada, disse ele, é uma cortesia. Mas você tem que ganhar a vida, meu rapaz. Há outros passageiros, ele respondeu. Sensibilizado, a envolveu em um abraço. Afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão. Sabe, você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe. Naquela madrugada, o taxista resolveu não trabalhar mais. Ficou a sismar. E se ele apenas tivesse tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora? E se tivesse recusado a corrida pelo adiantado da hora? E se tivesse querido encerrar o turno de forma apressada para ir para casa? Deus se conta da riqueza que é ser gentil. Por vezes, pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos. Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida. O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém. Mesmo que seja um simples passeio pela cidade. Uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite. Estejamos atentos para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes. Eles podem representar para alguém toda a felicidade. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Era tarde da noite quando o taxista recebeu o chamado. Ao chegar, ele pensou em buzinar e aguardar. Mas imaginou que alguém que chamasse o taxi tão tarde poderia estar com alguma dificuldade. Saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha. Uma senhora idosa, pequena, franzina, com o vestido estampado, abriu a porta. Equilibrava-se em uma bengala e, na outra mão, trazia a senhora. E uma pequena valise. Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis. Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu endereço e perguntou: podemos ir pelo centro da cidade? Mas o caminho que a senhora sugere é mais longo, observou o taxista. Não tem importância, afirmou ela, resoluta. Não tenho. Eu estou indo para um asilo porque não tenho mais família, e o médico me disse que morrerei em breve. O taxista, que começara a dar a partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou: aonde mesmo a senhora gostaria de ir? Ele a levou até um prédio na área central da cidade. Ela mostrou o edifício onde fora a senhorita quando jovem. Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou mais adiante o clube onde dançou com seu amor muitas vezes. De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício. Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava. Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço. Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo. Era uma casa cercada de alvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada de forma cordial por dois atendentes. Ela se despediu do taxista. Quanto lhe devo? Nada, disse ele, é uma cortesia. Mas você tem que ganhar a vida, meu rapaz. Há outros passageiros, ele respondeu. Sensibilizado, a envolveu em um abraço. Afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão. Sabe, você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe. Naquela madrugada, o taxista resolveu não trabalhar mais. Ficou a sismar. E se ele apenas tivesse tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora? E se tivesse recusado a corrida pelo adiantado da hora? E se tivesse querido encerrar o turno de forma apressada para ir para casa? Deus se conta da riqueza que é ser gentil. Por vezes, pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos. Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida. O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém. Mesmo que seja um simples passeio pela cidade. Uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite. Estejamos atentos para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes. Eles podem representar para alguém toda a felicidade. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Era tarde da noite quando o taxista recebeu o chamado. Ao chegar, ele pensou em buzinar e aguardar. Mas imaginou que alguém que chamasse o taxi tão tarde poderia estar com alguma dificuldade. Saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha. Uma senhora idosa, pequena, franzina, com o vestido estampado, abriu a porta. Equilibrava-se em uma bengala e, na outra mão, trazia a senhora. E uma pequena valise. Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis. Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu endereço e perguntou: podemos ir pelo centro da cidade? Mas o caminho que a senhora sugere é mais longo, observou o taxista. Não tem importância, afirmou ela, resoluta. Não tenho. Eu estou indo para um asilo porque não tenho mais família, e o médico me disse que morrerei em breve. O taxista, que começara a dar a partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou: aonde mesmo a senhora gostaria de ir? Ele a levou até um prédio na área central da cidade. Ela mostrou o edifício onde fora a senhorita quando jovem. Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou mais adiante o clube onde dançou com seu amor muitas vezes. De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício. Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava. Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço. Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo. Era uma casa cercada de alvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada de forma cordial por dois atendentes. Ela se despediu do taxista. Quanto lhe devo? Nada, disse ele, é uma cortesia. Mas você tem que ganhar a vida, meu rapaz. Há outros passageiros, ele respondeu. Sensibilizado, a envolveu em um abraço. Afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão. Sabe, você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe. Naquela madrugada, o taxista resolveu não trabalhar mais. Ficou a sismar. E se ele apenas tivesse tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora? E se tivesse recusado a corrida pelo adiantado da hora? E se tivesse querido encerrar o turno de forma apressada para ir para casa? Deus se conta da riqueza que é ser gentil. Por vezes, pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos. Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida. O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém. Mesmo que seja um simples passeio pela cidade. Uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite. Estejamos atentos para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes. Eles podem representar para alguém toda a felicidade. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Era tarde da noite quando o taxista recebeu o chamado. Ao chegar, ele pensou em buzinar e aguardar. Mas imaginou que alguém que chamasse o taxi tão tarde poderia estar com alguma dificuldade. Saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha. Uma senhora idosa, pequena, franzina, com o vestido estampado, abriu a porta. Equilibrava-se em uma bengala e, na outra mão, trazia a senhora. E uma pequena valise. Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis. Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu endereço e perguntou: podemos ir pelo centro da cidade? Mas o caminho que a senhora sugere é mais longo, observou o taxista. Não tem importância, afirmou ela, resoluta. Não tenho. Eu estou indo para um asilo porque não tenho mais família, e o médico me disse que morrerei em breve. O taxista, que começara a dar a partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou: aonde mesmo a senhora gostaria de ir? Ele a levou até um prédio na área central da cidade. Ela mostrou o edifício onde fora a senhorita quando jovem. Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou mais adiante o clube onde dançou com seu amor muitas vezes. De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício. Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava. Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço. Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo. Era uma casa cercada de alvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada de forma cordial por dois atendentes. Ela se despediu do taxista. Quanto lhe devo? Nada, disse ele, é uma cortesia. Mas você tem que ganhar a vida, meu rapaz. Há outros passageiros, ele respondeu. Sensibilizado, a envolveu em um abraço. Afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão. Sabe, você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe. Naquela madrugada, o taxista resolveu não trabalhar mais. Ficou a sismar. E se ele apenas tivesse tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora? E se tivesse recusado a corrida pelo adiantado da hora? E se tivesse querido encerrar o turno de forma apressada para ir para casa? Deus se conta da riqueza que é ser gentil. Por vezes, pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos. Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida. O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém. Mesmo que seja um simples passeio pela cidade. Uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite. Estejamos atentos para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes. Eles podem representar para alguém toda a felicidade. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ÚLTIMA VIAGEM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ BENEFÍCIOS DO AUTO CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PILOTO AUTOMÁTICO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DANDO O MELHOR ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Cada dia, cada notícia, cada acontecimento, ratifica que preciso viver mais, com mais intensidade, mas verdade, mas doação, mas loucuras, mais realizações, é como muitos já cantaram e em prosas e versos declamaram, não guarde a roupa nova, não deixe de dizer que ama, se doe, perdoe, faça a viagem dos sonhos, torne real o amor proibido, tome um vinho, faça as pazes com o vizinho, compre seu carro,  complete sua coleção, seja criança, reveja os amigos, visite os parentes, tome banho de chuva, cante pelas ruas, toque uma companhia e saia correndo, Não, não recomendo que faça isso, principalmente se você tiver a mesma faixa etária do autor desse texto. É quase certo que na melhor das hipóteses você será pego e na pior, vai tropeçar nas próprias pernas, cansadas e cair. Ria de você, ria dos outros, respeite, respeite-se, tome um porre de você do que te faz bem, do que te deixa feliz. Porque de repente um pneu estoura, uma barragem  se rompe, um alojamento pega fogo, um ônibus capota, uma queda acidental, uma chuva torrencial, uma bala nos acha, o coração para, um helicóptero cai. Viva segunda as suas crenças, e deixe o outro viver as deles, não julgue. Não perca tempo, crie a esperança dos reencontros, pai, mãe, irmãos, amigos, reconheça a importância de todos, e suporte em amor, a individualidade de cada um. Sorria mais, conte mais piadas, esbraveja-se se necessário, mas depois lute pela calmaria, pela paz. pela harmonia. VIVA! Um conselho bacana para todos nós, vamos falar menos o que pensamos, e mostrar mais o que sentimos, vamos parar de querer ser os donos da verdade, pare de desejar tanto, quanto mais desejamos, mas frustrados e infelizes nos tornamos. Butão, Reino Budista, no Extremo Leste do Himalaia, é reconhecido como o país onde as pessoas são mais felizes do mundo. Sabe porque? Porque é um dos países onde se oferecem as menores condições das pessoas desejarem muito, o grande paradoxo da vida, o desejo de ser feliz, causa infelicidade, cada nova alegria, gera  um anova angustia, você não concorda com isso? Ouça um exemplo:
Cada novo carro que eu compro, vai me gerar um anova ansiedade para comprar um melhor, um maior, mais moderno, mais caro, claro que você pode comprar seu carro novo, mais dê um tempo no desejo do próximo, curta esse que você acabou de comprar, pelo menos por uns 5, 10 anos, crie um laço afetivo com o carro, e passamos a vida toda desejando e desejando e desejando, e eis que de repente, a nossa vida passou, e agora, desejamos não ter desejado tanto, viva com calma, sinta o sabor da vida, não a engula rápido demais, afinal, a vida é curta demais para ser pequena, viva hoje, pois não há como prever o futuro, que é uma astronave que tentamos pilotar, da estrada da vida, não nos cabe ver ou conhecer o que virá, e o fim dela ninguém sabe, ao certo, e aonde vai dar. Pense Nisso, Mas pense com calma.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Cada dia, cada notícia, cada acontecimento, ratifica que preciso viver mais, com mais intensidade, mas verdade, mas doação, mas loucuras, mais realizações, é como muitos já cantaram e em prosas e versos declamaram, não guarde a roupa nova, não deixe de dizer que ama, se doe, perdoe, faça a viagem dos sonhos, torne real o amor proibido, tome um vinho, faça as pazes com o vizinho, compre seu carro,  complete sua coleção, seja criança, reveja os amigos, visite os parentes, tome banho de chuva, cante pelas ruas, toque uma companhia e saia correndo, Não, não recomendo que faça isso, principalmente se você tiver a mesma faixa etária do autor desse texto. É quase certo que na melhor das hipóteses você será pego e na pior, vai tropeçar nas próprias pernas, cansadas e cair. Ria de você, ria dos outros, respeite, respeite-se, tome um porre de você do que te faz bem, do que te deixa feliz. Porque de repente um pneu estoura, uma barragem  se rompe, um alojamento pega fogo, um ônibus capota, uma queda acidental, uma chuva torrencial, uma bala nos acha, o coração para, um helicóptero cai. Viva segunda as suas crenças, e deixe o outro viver as deles, não julgue. Não perca tempo, crie a esperança dos reencontros, pai, mãe, irmãos, amigos, reconheça a importância de todos, e suporte em amor, a individualidade de cada um. Sorria mais, conte mais piadas, esbraveja-se se necessário, mas depois lute pela calmaria, pela paz. pela harmonia. VIVA! Um conselho bacana para todos nós, vamos falar menos o que pensamos, e mostrar mais o que sentimos, vamos parar de querer ser os donos da verdade, pare de desejar tanto, quanto mais desejamos, mas frustrados e infelizes nos tornamos. Butão, Reino Budista, no Extremo Leste do Himalaia, é reconhecido como o país onde as pessoas são mais felizes do mundo. Sabe porque? Porque é um dos países onde se oferecem as menores condições das pessoas desejarem muito, o grande paradoxo da vida, o desejo de ser feliz, causa infelicidade, cada nova alegria, gera  um anova angustia, você não concorda com isso? Ouça um exemplo:
Cada novo carro que eu compro, vai me gerar um anova ansiedade para comprar um melhor, um maior, mais moderno, mais caro, claro que você pode comprar seu carro novo, mais dê um tempo no desejo do próximo, curta esse que você acabou de comprar, pelo menos por uns 5, 10 anos, crie um laço afetivo com o carro, e passamos a vida toda desejando e desejando e desejando, e eis que de repente, a nossa vida passou, e agora, desejamos não ter desejado tanto, viva com calma, sinta o sabor da vida, não a engula rápido demais, afinal, a vida é curta demais para ser pequena, viva hoje, pois não há como prever o futuro, que é uma astronave que tentamos pilotar, da estrada da vida, não nos cabe ver ou conhecer o que virá, e o fim dela ninguém sabe, ao certo, e aonde vai dar. Pense Nisso, Mas pense com calma.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Cada dia, cada notícia, cada acontecimento, ratifica que preciso viver mais, com mais intensidade, mas verdade, mas doação, mas loucuras, mais realizações, é como muitos já cantaram e em prosas e versos declamaram, não guarde a roupa nova, não deixe de dizer que ama, se doe, perdoe, faça a viagem dos sonhos, torne real o amor proibido, tome um vinho, faça as pazes com o vizinho, compre seu carro,  complete sua coleção, seja criança, reveja os amigos, visite os parentes, tome banho de chuva, cante pelas ruas, toque uma companhia e saia correndo, Não, não recomendo que faça isso, principalmente se você tiver a mesma faixa etária do autor desse texto. É quase certo que na melhor das hipóteses você será pego e na pior, vai tropeçar nas próprias pernas, cansadas e cair. Ria de você, ria dos outros, respeite, respeite-se, tome um porre de você do que te faz bem, do que te deixa feliz. Porque de repente um pneu estoura, uma barragem  se rompe, um alojamento pega fogo, um ônibus capota, uma queda acidental, uma chuva torrencial, uma bala nos acha, o coração para, um helicóptero cai. Viva segunda as suas crenças, e deixe o outro viver as deles, não julgue. Não perca tempo, crie a esperança dos reencontros, pai, mãe, irmãos, amigos, reconheça a importância de todos, e suporte em amor, a individualidade de cada um. Sorria mais, conte mais piadas, esbraveja-se se necessário, mas depois lute pela calmaria, pela paz. pela harmonia. VIVA! Um conselho bacana para todos nós, vamos falar menos o que pensamos, e mostrar mais o que sentimos, vamos parar de querer ser os donos da verdade, pare de desejar tanto, quanto mais desejamos, mas frustrados e infelizes nos tornamos. Butão, Reino Budista, no Extremo Leste do Himalaia, é reconhecido como o país onde as pessoas são mais felizes do mundo. Sabe porque? Porque é um dos países onde se oferecem as menores condições das pessoas desejarem muito, o grande paradoxo da vida, o desejo de ser feliz, causa infelicidade, cada nova alegria, gera  um anova angustia, você não concorda com isso? Ouça um exemplo:
Cada novo carro que eu compro, vai me gerar um anova ansiedade para comprar um melhor, um maior, mais moderno, mais caro, claro que você pode comprar seu carro novo, mais dê um tempo no desejo do próximo, curta esse que você acabou de comprar, pelo menos por uns 5, 10 anos, crie um laço afetivo com o carro, e passamos a vida toda desejando e desejando e desejando, e eis que de repente, a nossa vida passou, e agora, desejamos não ter desejado tanto, viva com calma, sinta o sabor da vida, não a engula rápido demais, afinal, a vida é curta demais para ser pequena, viva hoje, pois não há como prever o futuro, que é uma astronave que tentamos pilotar, da estrada da vida, não nos cabe ver ou conhecer o que virá, e o fim dela ninguém sabe, ao certo, e aonde vai dar. Pense Nisso, Mas pense com calma.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Cada dia, cada notícia, cada acontecimento, ratifica que preciso viver mais, com mais intensidade, mas verdade, mas doação, mas loucuras, mais realizações, é como muitos já cantaram e em prosas e versos declamaram, não guarde a roupa nova, não deixe de dizer que ama, se doe, perdoe, faça a viagem dos sonhos, torne real o amor proibido, tome um vinho, faça as pazes com o vizinho, compre seu carro,  complete sua coleção, seja criança, reveja os amigos, visite os parentes, tome banho de chuva, cante pelas ruas, toque uma companhia e saia correndo, Não, não recomendo que faça isso, principalmente se você tiver a mesma faixa etária do autor desse texto. É quase certo que na melhor das hipóteses você será pego e na pior, vai tropeçar nas próprias pernas, cansadas e cair. Ria de você, ria dos outros, respeite, respeite-se, tome um porre de você do que te faz bem, do que te deixa feliz. Porque de repente um pneu estoura, uma barragem  se rompe, um alojamento pega fogo, um ônibus capota, uma queda acidental, uma chuva torrencial, uma bala nos acha, o coração para, um helicóptero cai. Viva segunda as suas crenças, e deixe o outro viver as deles, não julgue. Não perca tempo, crie a esperança dos reencontros, pai, mãe, irmãos, amigos, reconheça a importância de todos, e suporte em amor, a individualidade de cada um. Sorria mais, conte mais piadas, esbraveja-se se necessário, mas depois lute pela calmaria, pela paz. pela harmonia. VIVA! Um conselho bacana para todos nós, vamos falar menos o que pensamos, e mostrar mais o que sentimos, vamos parar de querer ser os donos da verdade, pare de desejar tanto, quanto mais desejamos, mas frustrados e infelizes nos tornamos. Butão, Reino Budista, no Extremo Leste do Himalaia, é reconhecido como o país onde as pessoas são mais felizes do mundo. Sabe porque? Porque é um dos países onde se oferecem as menores condições das pessoas desejarem muito, o grande paradoxo da vida, o desejo de ser feliz, causa infelicidade, cada nova alegria, gera  um anova angustia, você não concorda com isso? Ouça um exemplo:
Cada novo carro que eu compro, vai me gerar um anova ansiedade para comprar um melhor, um maior, mais moderno, mais caro, claro que você pode comprar seu carro novo, mais dê um tempo no desejo do próximo, curta esse que você acabou de comprar, pelo menos por uns 5, 10 anos, crie um laço afetivo com o carro, e passamos a vida toda desejando e desejando e desejando, e eis que de repente, a nossa vida passou, e agora, desejamos não ter desejado tanto, viva com calma, sinta o sabor da vida, não a engula rápido demais, afinal, a vida é curta demais para ser pequena, viva hoje, pois não há como prever o futuro, que é uma astronave que tentamos pilotar, da estrada da vida, não nos cabe ver ou conhecer o que virá, e o fim dela ninguém sabe, ao certo, e aonde vai dar. Pense Nisso, Mas pense com calma.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ A VIDA É CURTA PRA SER PEQUENA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Ter sempre razão. Quanto custa ter sempre razão? Em algum momento paramos para analisar essa questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos? É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável. Trocar ideias a respeito de um tema. Argumentar a favor de um conceito. No qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas. Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago? Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de queremos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar? Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal? Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias? Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado e, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade conforme nossos valores, conceitos e capacidades. Quatro pessoas cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante, vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal. Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial. Não estarão erradas. Apenas cada uma terá somente parte da razão. Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise. Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos. Porém, não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias. Enfrentar-se nessas situações será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que quase sempre o que existe de verdade é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação. De desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder. Ter sempre razão, às vezes, custa o preço de uma amizade. Buscar impor aos outros nossos argumentos repetidamente pode ocasionar o desgaste da relação. Querer estar sempre certo no campo das ideias e reflexões pode causar fissuras nas relações familiares. Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia. Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito. A verdade, mais dia menos dia, se fará presente, duradoura, perene. Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias. Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação, para buscar compreender o próximo. Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações. Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e de sabores, pesos desnecessários ao nosso coração. Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Ter sempre razão. Quanto custa ter sempre razão? Em algum momento paramos para analisar essa questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos? É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável. Trocar ideias a respeito de um tema. Argumentar a favor de um conceito. No qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas. Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago? Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de queremos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar? Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal? Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias? Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado e, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade conforme nossos valores, conceitos e capacidades. Quatro pessoas cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante, vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal. Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial. Não estarão erradas. Apenas cada uma terá somente parte da razão. Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise. Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos. Porém, não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias. Enfrentar-se nessas situações será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que quase sempre o que existe de verdade é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação. De desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder. Ter sempre razão, às vezes, custa o preço de uma amizade. Buscar impor aos outros nossos argumentos repetidamente pode ocasionar o desgaste da relação. Querer estar sempre certo no campo das ideias e reflexões pode causar fissuras nas relações familiares. Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia. Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito. A verdade, mais dia menos dia, se fará presente, duradoura, perene. Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias. Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação, para buscar compreender o próximo. Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações. Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e de sabores, pesos desnecessários ao nosso coração. Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Ter sempre razão. Quanto custa ter sempre razão? Em algum momento paramos para analisar essa questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos? É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável. Trocar ideias a respeito de um tema. Argumentar a favor de um conceito. No qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas. Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago? Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de queremos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar? Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal? Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias? Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado e, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade conforme nossos valores, conceitos e capacidades. Quatro pessoas cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante, vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal. Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial. Não estarão erradas. Apenas cada uma terá somente parte da razão. Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise. Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos. Porém, não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias. Enfrentar-se nessas situações será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que quase sempre o que existe de verdade é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação. De desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder. Ter sempre razão, às vezes, custa o preço de uma amizade. Buscar impor aos outros nossos argumentos repetidamente pode ocasionar o desgaste da relação. Querer estar sempre certo no campo das ideias e reflexões pode causar fissuras nas relações familiares. Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia. Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito. A verdade, mais dia menos dia, se fará presente, duradoura, perene. Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias. Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação, para buscar compreender o próximo. Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações. Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e de sabores, pesos desnecessários ao nosso coração. Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Ter sempre razão. Quanto custa ter sempre razão? Em algum momento paramos para analisar essa questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos? É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável. Trocar ideias a respeito de um tema. Argumentar a favor de um conceito. No qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas. Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago? Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de queremos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar? Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal? Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias? Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado e, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade conforme nossos valores, conceitos e capacidades. Quatro pessoas cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante, vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal. Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial. Não estarão erradas. Apenas cada uma terá somente parte da razão. Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise. Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos. Porém, não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias. Enfrentar-se nessas situações será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que quase sempre o que existe de verdade é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação. De desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder. Ter sempre razão, às vezes, custa o preço de uma amizade. Buscar impor aos outros nossos argumentos repetidamente pode ocasionar o desgaste da relação. Querer estar sempre certo no campo das ideias e reflexões pode causar fissuras nas relações familiares. Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia. Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito. A verdade, mais dia menos dia, se fará presente, duradoura, perene. Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias. Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação, para buscar compreender o próximo. Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações. Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e de sabores, pesos desnecessários ao nosso coração. Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <title><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM HERÓI 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[GENTILEZA VIRILIZADA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[A provocação, de qualquer natureza, é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação. Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar. A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa à sua marcha inevitável. Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre, não. Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois, em casa, podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas, sim, o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar, num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento. Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A provocação, de qualquer natureza, é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação. Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar. A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa à sua marcha inevitável. Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre, não. Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois, em casa, podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas, sim, o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar, num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento. Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A provocação, de qualquer natureza, é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação. Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar. A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa à sua marcha inevitável. Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre, não. Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois, em casa, podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas, sim, o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar, num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento. Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A provocação, de qualquer natureza, é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação. Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar. A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa à sua marcha inevitável. Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre, não. Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois, em casa, podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas, sim, o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar, num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento. Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A SOLIDÃO DE UMA VIDA LÍQUIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Você já sentiu dificuldades em compartilhar seu conhecimento com as pessoas? Talvez, uma das coisas mais frustrantes que podemos experimentar em ter o conhecimento e a vontade de passar para alguém e não ter ninguém que se interessa, pensando a respeito lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito, impressionante. Desde de muito jovem e antes mesmo de se graduar em física ele desenvolvia pesquisas em Iniciação Cientifica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da física e a lógica matemática. Fez pós graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova. Seu projeto era provar uma proposição da escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado "Teorema de Normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa". Em sua tese de doutorado defendida na mesma Instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin-Löf que consiste em definir o conceito de pior sequência de redução para derivações, esse trabalho lhe valeu o prêmio santista juventude. Mas você deve estar se questionando, o que vem a ser tudo isso? Eu não entendi absolutamente nada. Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo. Profundo, estudioso, e conhecedor da Teoria da Prova, resolveu deixar tudo isso de lado e sabe porque? Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área, deixei de lado essa matéria, porque conhecia somente umas 5 pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil. Sinto a necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o Matemático. O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém, por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar a felicidade não faz sentido. De que vale uma grande conquista sem alguém que nos abrace e nos diga, Parabéns você venceu! De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar. Não faz sentido sorrir se não houver alguém para rir conosco. Quando vemos um filme e algo nos chama atenção logo queremos falar sobre isso. Contar para alguém, mesmo que se alguém seja um desconhecido, enfim.. a felicidade e a infelicidade são estados da alma para serem compartilhados, foi por esta razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da lógica e tratar de assuntos que pudessem compartilhar, trocar ideias, discutir. É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais, raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meio de torna-las úteis a humanidade, mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra a necessidade de compartilhar suas descobertas, da falta de quem nos ouça é bem provável que a depressão os faça companhia, ainda assim, decidem pelo isolamento, por amor a causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seu semelhantes. Sem alguém para compartilhar, não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias... Pensemos nisso e agradeçamos se tivermos com quem compartilhar nossas experiências, descobrimos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já sentiu dificuldades em compartilhar seu conhecimento com as pessoas? Talvez, uma das coisas mais frustrantes que podemos experimentar em ter o conhecimento e a vontade de passar para alguém e não ter ninguém que se interessa, pensando a respeito lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito, impressionante. Desde de muito jovem e antes mesmo de se graduar em física ele desenvolvia pesquisas em Iniciação Cientifica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da física e a lógica matemática. Fez pós graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova. Seu projeto era provar uma proposição da escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado "Teorema de Normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa". Em sua tese de doutorado defendida na mesma Instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin-Löf que consiste em definir o conceito de pior sequência de redução para derivações, esse trabalho lhe valeu o prêmio santista juventude. Mas você deve estar se questionando, o que vem a ser tudo isso? Eu não entendi absolutamente nada. Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo. Profundo, estudioso, e conhecedor da Teoria da Prova, resolveu deixar tudo isso de lado e sabe porque? Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área, deixei de lado essa matéria, porque conhecia somente umas 5 pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil. Sinto a necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o Matemático. O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém, por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar a felicidade não faz sentido. De que vale uma grande conquista sem alguém que nos abrace e nos diga, Parabéns você venceu! De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar. Não faz sentido sorrir se não houver alguém para rir conosco. Quando vemos um filme e algo nos chama atenção logo queremos falar sobre isso. Contar para alguém, mesmo que se alguém seja um desconhecido, enfim.. a felicidade e a infelicidade são estados da alma para serem compartilhados, foi por esta razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da lógica e tratar de assuntos que pudessem compartilhar, trocar ideias, discutir. É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais, raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meio de torna-las úteis a humanidade, mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra a necessidade de compartilhar suas descobertas, da falta de quem nos ouça é bem provável que a depressão os faça companhia, ainda assim, decidem pelo isolamento, por amor a causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seu semelhantes. Sem alguém para compartilhar, não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias... Pensemos nisso e agradeçamos se tivermos com quem compartilhar nossas experiências, descobrimos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já sentiu dificuldades em compartilhar seu conhecimento com as pessoas? Talvez, uma das coisas mais frustrantes que podemos experimentar em ter o conhecimento e a vontade de passar para alguém e não ter ninguém que se interessa, pensando a respeito lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito, impressionante. Desde de muito jovem e antes mesmo de se graduar em física ele desenvolvia pesquisas em Iniciação Cientifica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da física e a lógica matemática. Fez pós graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova. Seu projeto era provar uma proposição da escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado "Teorema de Normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa". Em sua tese de doutorado defendida na mesma Instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin-Löf que consiste em definir o conceito de pior sequência de redução para derivações, esse trabalho lhe valeu o prêmio santista juventude. Mas você deve estar se questionando, o que vem a ser tudo isso? Eu não entendi absolutamente nada. Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo. Profundo, estudioso, e conhecedor da Teoria da Prova, resolveu deixar tudo isso de lado e sabe porque? Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área, deixei de lado essa matéria, porque conhecia somente umas 5 pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil. Sinto a necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o Matemático. O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém, por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar a felicidade não faz sentido. De que vale uma grande conquista sem alguém que nos abrace e nos diga, Parabéns você venceu! De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar. Não faz sentido sorrir se não houver alguém para rir conosco. Quando vemos um filme e algo nos chama atenção logo queremos falar sobre isso. Contar para alguém, mesmo que se alguém seja um desconhecido, enfim.. a felicidade e a infelicidade são estados da alma para serem compartilhados, foi por esta razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da lógica e tratar de assuntos que pudessem compartilhar, trocar ideias, discutir. É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais, raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meio de torna-las úteis a humanidade, mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra a necessidade de compartilhar suas descobertas, da falta de quem nos ouça é bem provável que a depressão os faça companhia, ainda assim, decidem pelo isolamento, por amor a causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seu semelhantes. Sem alguém para compartilhar, não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias... Pensemos nisso e agradeçamos se tivermos com quem compartilhar nossas experiências, descobrimos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já sentiu dificuldades em compartilhar seu conhecimento com as pessoas? Talvez, uma das coisas mais frustrantes que podemos experimentar em ter o conhecimento e a vontade de passar para alguém e não ter ninguém que se interessa, pensando a respeito lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito, impressionante. Desde de muito jovem e antes mesmo de se graduar em física ele desenvolvia pesquisas em Iniciação Cientifica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da física e a lógica matemática. Fez pós graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova. Seu projeto era provar uma proposição da escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado "Teorema de Normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa". Em sua tese de doutorado defendida na mesma Instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin-Löf que consiste em definir o conceito de pior sequência de redução para derivações, esse trabalho lhe valeu o prêmio santista juventude. Mas você deve estar se questionando, o que vem a ser tudo isso? Eu não entendi absolutamente nada. Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo. Profundo, estudioso, e conhecedor da Teoria da Prova, resolveu deixar tudo isso de lado e sabe porque? Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área, deixei de lado essa matéria, porque conhecia somente umas 5 pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil. Sinto a necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o Matemático. O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém, por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar a felicidade não faz sentido. De que vale uma grande conquista sem alguém que nos abrace e nos diga, Parabéns você venceu! De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar. Não faz sentido sorrir se não houver alguém para rir conosco. Quando vemos um filme e algo nos chama atenção logo queremos falar sobre isso. Contar para alguém, mesmo que se alguém seja um desconhecido, enfim.. a felicidade e a infelicidade são estados da alma para serem compartilhados, foi por esta razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da lógica e tratar de assuntos que pudessem compartilhar, trocar ideias, discutir. É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais, raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meio de torna-las úteis a humanidade, mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra a necessidade de compartilhar suas descobertas, da falta de quem nos ouça é bem provável que a depressão os faça companhia, ainda assim, decidem pelo isolamento, por amor a causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seu semelhantes. Sem alguém para compartilhar, não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias... Pensemos nisso e agradeçamos se tivermos com quem compartilhar nossas experiências, descobrimos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A TEORIA PRÁTICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO É OURO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUANTO VALE SER UMA PESSOA SÁBIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM O SEU ENCANTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[O Poder do Amor Silencioso Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas e calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa: a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão, em um bule especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional e realizara o seu sonho de ser enfermeira. De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava; comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis. Depois, repassava os produtos a outros; nem todos, como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos. Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se, então, das palavras da senhora Withers e começou dizendo: — Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender. E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Poder do Amor Silencioso Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas e calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa: a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão, em um bule especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional e realizara o seu sonho de ser enfermeira. De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava; comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis. Depois, repassava os produtos a outros; nem todos, como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos. Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se, então, das palavras da senhora Withers e começou dizendo: — Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender. E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Poder do Amor Silencioso Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas e calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa: a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão, em um bule especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional e realizara o seu sonho de ser enfermeira. De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava; comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis. Depois, repassava os produtos a outros; nem todos, como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos. Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se, então, das palavras da senhora Withers e começou dizendo: — Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender. E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Poder do Amor Silencioso Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas e calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa: a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão, em um bule especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional e realizara o seu sonho de ser enfermeira. De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava; comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis. Depois, repassava os produtos a outros; nem todos, como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos. Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se, então, das palavras da senhora Withers e começou dizendo: — Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender. E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardoqueu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou, prontamente, perfumes de mirra, entre outras iguarias da época. Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ester, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado. Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema, salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamã, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei, informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Assuero, esposo de Ester, concedeu o pedido. Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria, pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadeza e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele. Ester se tornou referência para outras pessoas, inclusive hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa? Ester sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo, de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível. Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma. A lição de hoje é para você: se cuide, tire um tempo para si, leia bons livros, Faça atividade física, medite, cante, dance, viaje, compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardoqueu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou, prontamente, perfumes de mirra, entre outras iguarias da época. Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ester, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado. Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema, salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamã, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei, informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Assuero, esposo de Ester, concedeu o pedido. Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria, pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadeza e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele. Ester se tornou referência para outras pessoas, inclusive hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa? Ester sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo, de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível. Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma. A lição de hoje é para você: se cuide, tire um tempo para si, leia bons livros, Faça atividade física, medite, cante, dance, viaje, compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardoqueu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou, prontamente, perfumes de mirra, entre outras iguarias da época. Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ester, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado. Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema, salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamã, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei, informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Assuero, esposo de Ester, concedeu o pedido. Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria, pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadeza e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele. Ester se tornou referência para outras pessoas, inclusive hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa? Ester sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo, de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível. Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma. A lição de hoje é para você: se cuide, tire um tempo para si, leia bons livros, Faça atividade física, medite, cante, dance, viaje, compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardoqueu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou, prontamente, perfumes de mirra, entre outras iguarias da época. Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ester, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado. Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema, salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamã, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei, informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Assuero, esposo de Ester, concedeu o pedido. Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria, pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadeza e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele. Ester se tornou referência para outras pessoas, inclusive hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa? Ester sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo, de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível. Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma. A lição de hoje é para você: se cuide, tire um tempo para si, leia bons livros, Faça atividade física, medite, cante, dance, viaje, compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ QUANTO VALE SER UMA PESSOA SÁBIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Toda manhã despertamos e, de imediato, começamos a cumprir a lista de tarefas programadas para as diversas horas do dia. Realizamos muitas coisas, corremos de um lugar para outro, tomamos várias decisões. Limpamos, arrumamos, compramos, vendemos, escrevemos, lemos, atendemos. São ações e mais ações que consomem horas. O dia passa, a noite chega e, cansados, queremos um momento de repouso, um pouco de lazer. Então chega a hora de dormir.
De um modo geral, para muitos de nós, a vida simplesmente vai passando na agitação dos compromissos cotidianos. Quase nunca paramos para pensar na importância do lapso temporal entre o despertar e o adormecer.
Um novo dia se inicia com a vibração dos raios do sol, demonstrando a vivacidade da natureza que estava adormecida. Toda a potência da vida vai sendo reiniciada. Cada amanhecer é um presente de Deus para nós. Nosso despertar significa o início de mais um ciclo de aprendizados e realizações. É a renovação de valiosas oportunidades durante algumas horas.
É importante que, antes de corrermos para cumprir tarefas e resolver problemas, façamos uma reflexão sobre aquilo que pretendemos concretizar no dia que surge. Lembrar de agradecer a Deus por acordar, por mais um dia de vida, nos permite uma conexão maior com o nosso Criador. E, enquanto as horas passam, essa conexão nos fortalece para cumprir nossos deveres, manter uma atitude positiva, cultivar o otimismo diante das circunstâncias que surgirão e enfrentar, com coragem, as lutas naturais da vida.
À medida que o dia avança, aproveitemos cada minuto, sem pressa, mas também sem adiar aquilo que nos compete realizar.
Quando a noite chegar, entendamo-la como outro momento: o momento da avaliação das ações realizadas. O momento de compartilhar com a família, de ter uma conversa descontraída, de contar as experiências vividas. Pode ser, ainda, o momento de uma leitura edificante, da busca por um estudo mais aprofundado. Talvez você prefira assistir a um filme ou ouvir uma boa música.
Observemos o ciclo da natureza e percebamos que, com o apagar do dia e o início da noite, vem o sereno para lavar as folhas, a temperatura diminui e um certo silêncio se faz presente. Enquanto paramos para observar a lua, busquemos desacelerar o ritmo agitado que nos manteve em atividade por tantas horas. É um momento de revitalização das energias para um novo amanhã.
O sono é a porta que Deus nos abre para renovar as nossas forças e começar tudo de novo. Mas isso não significa que precisamos viver sempre da mesma maneira. Todos os dias podemos agir diferente, conquistar coisas novas e escrever uma nova história.
Por isso, quando este dia terminar, faça uma reflexão. Entregue uma oração a Deus, permitindo que, tão logo feche os olhos, livre-se, ainda que por algumas horas, da rotina agitada. Que você possa criar boas expectativas para um novo amanhecer. Hoje pode ter sido bom. Amanhã pode ser ainda melhor.
E assim a nossa vida passa. Mas ela não deve simplesmente passar. O importante é vivê-la plenamente e desfrutar de cada instante.
Pense nisso... mas pense agora.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Toda manhã despertamos e, de imediato, começamos a cumprir a lista de tarefas programadas para as diversas horas do dia. Realizamos muitas coisas, corremos de um lugar para outro, tomamos várias decisões. Limpamos, arrumamos, compramos, vendemos, escrevemos, lemos, atendemos. São ações e mais ações que consomem horas. O dia passa, a noite chega e, cansados, queremos um momento de repouso, um pouco de lazer. Então chega a hora de dormir.
De um modo geral, para muitos de nós, a vida simplesmente vai passando na agitação dos compromissos cotidianos. Quase nunca paramos para pensar na importância do lapso temporal entre o despertar e o adormecer.
Um novo dia se inicia com a vibração dos raios do sol, demonstrando a vivacidade da natureza que estava adormecida. Toda a potência da vida vai sendo reiniciada. Cada amanhecer é um presente de Deus para nós. Nosso despertar significa o início de mais um ciclo de aprendizados e realizações. É a renovação de valiosas oportunidades durante algumas horas.
É importante que, antes de corrermos para cumprir tarefas e resolver problemas, façamos uma reflexão sobre aquilo que pretendemos concretizar no dia que surge. Lembrar de agradecer a Deus por acordar, por mais um dia de vida, nos permite uma conexão maior com o nosso Criador. E, enquanto as horas passam, essa conexão nos fortalece para cumprir nossos deveres, manter uma atitude positiva, cultivar o otimismo diante das circunstâncias que surgirão e enfrentar, com coragem, as lutas naturais da vida.
À medida que o dia avança, aproveitemos cada minuto, sem pressa, mas também sem adiar aquilo que nos compete realizar.
Quando a noite chegar, entendamo-la como outro momento: o momento da avaliação das ações realizadas. O momento de compartilhar com a família, de ter uma conversa descontraída, de contar as experiências vividas. Pode ser, ainda, o momento de uma leitura edificante, da busca por um estudo mais aprofundado. Talvez você prefira assistir a um filme ou ouvir uma boa música.
Observemos o ciclo da natureza e percebamos que, com o apagar do dia e o início da noite, vem o sereno para lavar as folhas, a temperatura diminui e um certo silêncio se faz presente. Enquanto paramos para observar a lua, busquemos desacelerar o ritmo agitado que nos manteve em atividade por tantas horas. É um momento de revitalização das energias para um novo amanhã.
O sono é a porta que Deus nos abre para renovar as nossas forças e começar tudo de novo. Mas isso não significa que precisamos viver sempre da mesma maneira. Todos os dias podemos agir diferente, conquistar coisas novas e escrever uma nova história.
Por isso, quando este dia terminar, faça uma reflexão. Entregue uma oração a Deus, permitindo que, tão logo feche os olhos, livre-se, ainda que por algumas horas, da rotina agitada. Que você possa criar boas expectativas para um novo amanhecer. Hoje pode ter sido bom. Amanhã pode ser ainda melhor.
E assim a nossa vida passa. Mas ela não deve simplesmente passar. O importante é vivê-la plenamente e desfrutar de cada instante.
Pense nisso... mas pense agora.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Toda manhã despertamos e, de imediato, começamos a cumprir a lista de tarefas programadas para as diversas horas do dia. Realizamos muitas coisas, corremos de um lugar para outro, tomamos várias decisões. Limpamos, arrumamos, compramos, vendemos, escrevemos, lemos, atendemos. São ações e mais ações que consomem horas. O dia passa, a noite chega e, cansados, queremos um momento de repouso, um pouco de lazer. Então chega a hora de dormir.
De um modo geral, para muitos de nós, a vida simplesmente vai passando na agitação dos compromissos cotidianos. Quase nunca paramos para pensar na importância do lapso temporal entre o despertar e o adormecer.
Um novo dia se inicia com a vibração dos raios do sol, demonstrando a vivacidade da natureza que estava adormecida. Toda a potência da vida vai sendo reiniciada. Cada amanhecer é um presente de Deus para nós. Nosso despertar significa o início de mais um ciclo de aprendizados e realizações. É a renovação de valiosas oportunidades durante algumas horas.
É importante que, antes de corrermos para cumprir tarefas e resolver problemas, façamos uma reflexão sobre aquilo que pretendemos concretizar no dia que surge. Lembrar de agradecer a Deus por acordar, por mais um dia de vida, nos permite uma conexão maior com o nosso Criador. E, enquanto as horas passam, essa conexão nos fortalece para cumprir nossos deveres, manter uma atitude positiva, cultivar o otimismo diante das circunstâncias que surgirão e enfrentar, com coragem, as lutas naturais da vida.
À medida que o dia avança, aproveitemos cada minuto, sem pressa, mas também sem adiar aquilo que nos compete realizar.
Quando a noite chegar, entendamo-la como outro momento: o momento da avaliação das ações realizadas. O momento de compartilhar com a família, de ter uma conversa descontraída, de contar as experiências vividas. Pode ser, ainda, o momento de uma leitura edificante, da busca por um estudo mais aprofundado. Talvez você prefira assistir a um filme ou ouvir uma boa música.
Observemos o ciclo da natureza e percebamos que, com o apagar do dia e o início da noite, vem o sereno para lavar as folhas, a temperatura diminui e um certo silêncio se faz presente. Enquanto paramos para observar a lua, busquemos desacelerar o ritmo agitado que nos manteve em atividade por tantas horas. É um momento de revitalização das energias para um novo amanhã.
O sono é a porta que Deus nos abre para renovar as nossas forças e começar tudo de novo. Mas isso não significa que precisamos viver sempre da mesma maneira. Todos os dias podemos agir diferente, conquistar coisas novas e escrever uma nova história.
Por isso, quando este dia terminar, faça uma reflexão. Entregue uma oração a Deus, permitindo que, tão logo feche os olhos, livre-se, ainda que por algumas horas, da rotina agitada. Que você possa criar boas expectativas para um novo amanhecer. Hoje pode ter sido bom. Amanhã pode ser ainda melhor.
E assim a nossa vida passa. Mas ela não deve simplesmente passar. O importante é vivê-la plenamente e desfrutar de cada instante.
Pense nisso... mas pense agora.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Toda manhã despertamos e, de imediato, começamos a cumprir a lista de tarefas programadas para as diversas horas do dia. Realizamos muitas coisas, corremos de um lugar para outro, tomamos várias decisões. Limpamos, arrumamos, compramos, vendemos, escrevemos, lemos, atendemos. São ações e mais ações que consomem horas. O dia passa, a noite chega e, cansados, queremos um momento de repouso, um pouco de lazer. Então chega a hora de dormir.
De um modo geral, para muitos de nós, a vida simplesmente vai passando na agitação dos compromissos cotidianos. Quase nunca paramos para pensar na importância do lapso temporal entre o despertar e o adormecer.
Um novo dia se inicia com a vibração dos raios do sol, demonstrando a vivacidade da natureza que estava adormecida. Toda a potência da vida vai sendo reiniciada. Cada amanhecer é um presente de Deus para nós. Nosso despertar significa o início de mais um ciclo de aprendizados e realizações. É a renovação de valiosas oportunidades durante algumas horas.
É importante que, antes de corrermos para cumprir tarefas e resolver problemas, façamos uma reflexão sobre aquilo que pretendemos concretizar no dia que surge. Lembrar de agradecer a Deus por acordar, por mais um dia de vida, nos permite uma conexão maior com o nosso Criador. E, enquanto as horas passam, essa conexão nos fortalece para cumprir nossos deveres, manter uma atitude positiva, cultivar o otimismo diante das circunstâncias que surgirão e enfrentar, com coragem, as lutas naturais da vida.
À medida que o dia avança, aproveitemos cada minuto, sem pressa, mas também sem adiar aquilo que nos compete realizar.
Quando a noite chegar, entendamo-la como outro momento: o momento da avaliação das ações realizadas. O momento de compartilhar com a família, de ter uma conversa descontraída, de contar as experiências vividas. Pode ser, ainda, o momento de uma leitura edificante, da busca por um estudo mais aprofundado. Talvez você prefira assistir a um filme ou ouvir uma boa música.
Observemos o ciclo da natureza e percebamos que, com o apagar do dia e o início da noite, vem o sereno para lavar as folhas, a temperatura diminui e um certo silêncio se faz presente. Enquanto paramos para observar a lua, busquemos desacelerar o ritmo agitado que nos manteve em atividade por tantas horas. É um momento de revitalização das energias para um novo amanhã.
O sono é a porta que Deus nos abre para renovar as nossas forças e começar tudo de novo. Mas isso não significa que precisamos viver sempre da mesma maneira. Todos os dias podemos agir diferente, conquistar coisas novas e escrever uma nova história.
Por isso, quando este dia terminar, faça uma reflexão. Entregue uma oração a Deus, permitindo que, tão logo feche os olhos, livre-se, ainda que por algumas horas, da rotina agitada. Que você possa criar boas expectativas para um novo amanhecer. Hoje pode ter sido bom. Amanhã pode ser ainda melhor.
E assim a nossa vida passa. Mas ela não deve simplesmente passar. O importante é vivê-la plenamente e desfrutar de cada instante.
Pense nisso... mas pense agora.

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      <title><![CDATA[O AMANHECER E O ANOITECER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VOCÊ ESTÁ COM PRESSA DE QUE?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?  A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições a que ela se propõe, nem  sempre é bem entendida. Rara às vezes é bem praticada. De um modo geral, aquelas  pessoas que se dispõem a exercê-la não se atentam para um detalhe muito importante.  Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos,  suas vontades. Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam  uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate do que um pão com manteiga ou margarina. Podem estar com fome, mas como nós, sonham  em saborear esse ou aquele prato. Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que  nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento  todos os dias. Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos  irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo. Não é isso.  Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante  nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida. Não gostaríamos que,  vez ou outra, ele fosse diferente, tivesse outro sabor. E se falarmos de roupas e calçados?  Alguns de nós simplesmente damos sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo  de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse  no seu pé. Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar  o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito. Sim, o necessitado engole  sua vontade e veste o que lhe damos porque ele precisa. Quanto melhor se sentiria se  lhe permitíssemos a escolha? Ainda que tenhamos as melhores das intenções, faltamos muitas  vezes o gesto gentil de dizer, amigo, não sei se pode servir para você, mas é o que  eu tenho. E se você tem condições de fazer melhor, faça. Isso é tratamento que não  é de um ser humano a outro ser humano. Um irmão a outro irmão. Se você tem a disposição  e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos,  como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso. A recomendação de Cristo é de  fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem. Então temos que nos questionar  se gostaríamos de vestir uma roupa de número 50 quando nosso malequinho é 42, se calçaríamos  um sapato 40 quando nosso número é 36. Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo  sem qualidade, tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita. Olhemos aquele  que nos busca com respeito, com compaixão. Se nada tivermos que lhe possa servir, que  possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa verdadeiramente.  Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo,  precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente  como toda gente. São mães que buscam corações sensíveis que os ajudem a manter vivos os  filhos queridos. Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar  das garras da morte. Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não  ganham o suficiente para manter a família. Pensemos nisso e atendamos com respeito e  amor as pessoas e famílias a nossa conta. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?  A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições a que ela se propõe, nem  sempre é bem entendida. Rara às vezes é bem praticada. De um modo geral, aquelas  pessoas que se dispõem a exercê-la não se atentam para um detalhe muito importante.  Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos,  suas vontades. Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam  uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate do que um pão com manteiga ou margarina. Podem estar com fome, mas como nós, sonham  em saborear esse ou aquele prato. Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que  nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento  todos os dias. Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos  irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo. Não é isso.  Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante  nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida. Não gostaríamos que,  vez ou outra, ele fosse diferente, tivesse outro sabor. E se falarmos de roupas e calçados?  Alguns de nós simplesmente damos sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo  de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse  no seu pé. Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar  o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito. Sim, o necessitado engole  sua vontade e veste o que lhe damos porque ele precisa. Quanto melhor se sentiria se  lhe permitíssemos a escolha? Ainda que tenhamos as melhores das intenções, faltamos muitas  vezes o gesto gentil de dizer, amigo, não sei se pode servir para você, mas é o que  eu tenho. E se você tem condições de fazer melhor, faça. Isso é tratamento que não  é de um ser humano a outro ser humano. Um irmão a outro irmão. Se você tem a disposição  e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos,  como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso. A recomendação de Cristo é de  fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem. Então temos que nos questionar  se gostaríamos de vestir uma roupa de número 50 quando nosso malequinho é 42, se calçaríamos  um sapato 40 quando nosso número é 36. Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo  sem qualidade, tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita. Olhemos aquele  que nos busca com respeito, com compaixão. Se nada tivermos que lhe possa servir, que  possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa verdadeiramente.  Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo,  precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente  como toda gente. São mães que buscam corações sensíveis que os ajudem a manter vivos os  filhos queridos. Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar  das garras da morte. Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não  ganham o suficiente para manter a família. Pensemos nisso e atendamos com respeito e  amor as pessoas e famílias a nossa conta. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?  A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições a que ela se propõe, nem  sempre é bem entendida. Rara às vezes é bem praticada. De um modo geral, aquelas  pessoas que se dispõem a exercê-la não se atentam para um detalhe muito importante.  Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos,  suas vontades. Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam  uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate do que um pão com manteiga ou margarina. Podem estar com fome, mas como nós, sonham  em saborear esse ou aquele prato. Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que  nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento  todos os dias. Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos  irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo. Não é isso.  Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante  nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida. Não gostaríamos que,  vez ou outra, ele fosse diferente, tivesse outro sabor. E se falarmos de roupas e calçados?  Alguns de nós simplesmente damos sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo  de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse  no seu pé. Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar  o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito. Sim, o necessitado engole  sua vontade e veste o que lhe damos porque ele precisa. Quanto melhor se sentiria se  lhe permitíssemos a escolha? Ainda que tenhamos as melhores das intenções, faltamos muitas  vezes o gesto gentil de dizer, amigo, não sei se pode servir para você, mas é o que  eu tenho. E se você tem condições de fazer melhor, faça. Isso é tratamento que não  é de um ser humano a outro ser humano. Um irmão a outro irmão. Se você tem a disposição  e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos,  como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso. A recomendação de Cristo é de  fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem. Então temos que nos questionar  se gostaríamos de vestir uma roupa de número 50 quando nosso malequinho é 42, se calçaríamos  um sapato 40 quando nosso número é 36. Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo  sem qualidade, tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita. Olhemos aquele  que nos busca com respeito, com compaixão. Se nada tivermos que lhe possa servir, que  possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa verdadeiramente.  Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo,  precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente  como toda gente. São mães que buscam corações sensíveis que os ajudem a manter vivos os  filhos queridos. Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar  das garras da morte. Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não  ganham o suficiente para manter a família. Pensemos nisso e atendamos com respeito e  amor as pessoas e famílias a nossa conta. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?  A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições a que ela se propõe, nem  sempre é bem entendida. Rara às vezes é bem praticada. De um modo geral, aquelas  pessoas que se dispõem a exercê-la não se atentam para um detalhe muito importante.  Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos,  suas vontades. Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam  uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate do que um pão com manteiga ou margarina. Podem estar com fome, mas como nós, sonham  em saborear esse ou aquele prato. Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que  nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento  todos os dias. Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos  irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo. Não é isso.  Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante  nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida. Não gostaríamos que,  vez ou outra, ele fosse diferente, tivesse outro sabor. E se falarmos de roupas e calçados?  Alguns de nós simplesmente damos sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo  de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse  no seu pé. Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar  o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito. Sim, o necessitado engole  sua vontade e veste o que lhe damos porque ele precisa. Quanto melhor se sentiria se  lhe permitíssemos a escolha? Ainda que tenhamos as melhores das intenções, faltamos muitas  vezes o gesto gentil de dizer, amigo, não sei se pode servir para você, mas é o que  eu tenho. E se você tem condições de fazer melhor, faça. Isso é tratamento que não  é de um ser humano a outro ser humano. Um irmão a outro irmão. Se você tem a disposição  e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos,  como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso. A recomendação de Cristo é de  fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem. Então temos que nos questionar  se gostaríamos de vestir uma roupa de número 50 quando nosso malequinho é 42, se calçaríamos  um sapato 40 quando nosso número é 36. Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo  sem qualidade, tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita. Olhemos aquele  que nos busca com respeito, com compaixão. Se nada tivermos que lhe possa servir, que  possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa verdadeiramente.  Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo,  precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente  como toda gente. São mães que buscam corações sensíveis que os ajudem a manter vivos os  filhos queridos. Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar  das garras da morte. Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não  ganham o suficiente para manter a família. Pensemos nisso e atendamos com respeito e  amor as pessoas e famílias a nossa conta. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CARIDADE DO RESPEITO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Conta-se que durante a era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, em defesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inferno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte, e feridos e magoados afastaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, com preenção. De tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era glacial. Essa história dos porcos espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum, já outras espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos espinhos, já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longe uns dos outros, passíveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam que, mesmo incomodando, ainda assim se fazia necessário estar perto. Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim, vão nos gerar incômodo, porém também serão necessários para sobrevivermos, avançarmos e aprendermos e evoluirmos. Existe um lado positivo, às vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto, e esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos, ou esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona, que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para enxergarmos no próximo, nas situações e na vida, mais calor e menos espinhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Conta-se que durante a era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, em defesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inferno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte, e feridos e magoados afastaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, com preenção. De tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era glacial. Essa história dos porcos espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum, já outras espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos espinhos, já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longe uns dos outros, passíveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam que, mesmo incomodando, ainda assim se fazia necessário estar perto. Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim, vão nos gerar incômodo, porém também serão necessários para sobrevivermos, avançarmos e aprendermos e evoluirmos. Existe um lado positivo, às vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto, e esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos, ou esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona, que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para enxergarmos no próximo, nas situações e na vida, mais calor e menos espinhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Conta-se que durante a era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, em defesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inferno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte, e feridos e magoados afastaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, com preenção. De tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era glacial. Essa história dos porcos espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum, já outras espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos espinhos, já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longe uns dos outros, passíveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam que, mesmo incomodando, ainda assim se fazia necessário estar perto. Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim, vão nos gerar incômodo, porém também serão necessários para sobrevivermos, avançarmos e aprendermos e evoluirmos. Existe um lado positivo, às vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto, e esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos, ou esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona, que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para enxergarmos no próximo, nas situações e na vida, mais calor e menos espinhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Conta-se que durante a era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, em defesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inferno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte, e feridos e magoados afastaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, com preenção. De tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era glacial. Essa história dos porcos espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum, já outras espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos espinhos, já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longe uns dos outros, passíveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam que, mesmo incomodando, ainda assim se fazia necessário estar perto. Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim, vão nos gerar incômodo, porém também serão necessários para sobrevivermos, avançarmos e aprendermos e evoluirmos. Existe um lado positivo, às vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto, e esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos, ou esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona, que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para enxergarmos no próximo, nas situações e na vida, mais calor e menos espinhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ ESPINHOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Narra, Charles Windol, que logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a juntar os cacos que restaram. Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar e, possivelmente, o lado mais triste da guerra tem sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome nas ruas das cidades devastadas. Certa manhã de muito frio, na capital Londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria. Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava massa para uma fornada de rosquinhas. Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum. Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca, sendo retiradas do fundo. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo cuidado. Ele ouviu o gemido do menino e percebeu que ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido. Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas? O menino se assustou. Nem perceber a presença do homem ao observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação. Sim, respondeu, eu gostaria. O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na Jélida e Nevoenta, amanhã de Londres. Sorriu e lhe entregou as rosquinhas. Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar baixinho. Moço, você é Deus? Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas. Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade é a suprema delícia. Aprendamos a observar o que te necessitam as pessoas ao nosso redor. Quase sempre são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias. E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos Deus na atenção aos filhos do universo e são menos favorecidos. Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam nas vielas do mundo. Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atendem os filhos da Mãe Terra. E para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite. Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado ou ao menos dar-lhe algo para comer. Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas. Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia mais atuante na obra universal. Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido. Pense nisso. Faça isso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Narra, Charles Windol, que logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a juntar os cacos que restaram. Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar e, possivelmente, o lado mais triste da guerra tem sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome nas ruas das cidades devastadas. Certa manhã de muito frio, na capital Londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria. Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava massa para uma fornada de rosquinhas. Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum. Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca, sendo retiradas do fundo. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo cuidado. Ele ouviu o gemido do menino e percebeu que ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido. Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas? O menino se assustou. Nem perceber a presença do homem ao observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação. Sim, respondeu, eu gostaria. O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na Jélida e Nevoenta, amanhã de Londres. Sorriu e lhe entregou as rosquinhas. Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar baixinho. Moço, você é Deus? Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas. Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade é a suprema delícia. Aprendamos a observar o que te necessitam as pessoas ao nosso redor. Quase sempre são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias. E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos Deus na atenção aos filhos do universo e são menos favorecidos. Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam nas vielas do mundo. Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atendem os filhos da Mãe Terra. E para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite. Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado ou ao menos dar-lhe algo para comer. Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas. Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia mais atuante na obra universal. Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido. Pense nisso. Faça isso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Narra, Charles Windol, que logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a juntar os cacos que restaram. Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar e, possivelmente, o lado mais triste da guerra tem sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome nas ruas das cidades devastadas. Certa manhã de muito frio, na capital Londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria. Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava massa para uma fornada de rosquinhas. Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum. Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca, sendo retiradas do fundo. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo cuidado. Ele ouviu o gemido do menino e percebeu que ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido. Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas? O menino se assustou. Nem perceber a presença do homem ao observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação. Sim, respondeu, eu gostaria. O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na Jélida e Nevoenta, amanhã de Londres. Sorriu e lhe entregou as rosquinhas. Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar baixinho. Moço, você é Deus? Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas. Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade é a suprema delícia. Aprendamos a observar o que te necessitam as pessoas ao nosso redor. Quase sempre são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias. E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos Deus na atenção aos filhos do universo e são menos favorecidos. Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam nas vielas do mundo. Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atendem os filhos da Mãe Terra. E para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite. Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado ou ao menos dar-lhe algo para comer. Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas. Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia mais atuante na obra universal. Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido. Pense nisso. Faça isso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Narra, Charles Windol, que logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a juntar os cacos que restaram. Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar e, possivelmente, o lado mais triste da guerra tem sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome nas ruas das cidades devastadas. Certa manhã de muito frio, na capital Londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria. Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava massa para uma fornada de rosquinhas. Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum. Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca, sendo retiradas do fundo. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo cuidado. Ele ouviu o gemido do menino e percebeu que ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido. Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas? O menino se assustou. Nem perceber a presença do homem ao observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação. Sim, respondeu, eu gostaria. O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na Jélida e Nevoenta, amanhã de Londres. Sorriu e lhe entregou as rosquinhas. Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar baixinho. Moço, você é Deus? Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas. Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade é a suprema delícia. Aprendamos a observar o que te necessitam as pessoas ao nosso redor. Quase sempre são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias. E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos Deus na atenção aos filhos do universo e são menos favorecidos. Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam nas vielas do mundo. Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atendem os filhos da Mãe Terra. E para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite. Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado ou ao menos dar-lhe algo para comer. Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas. Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia mais atuante na obra universal. Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido. Pense nisso. Faça isso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCE É DEUS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIVA GRANDEMENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Todos os dias, um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava, em busca de insumos para o seu trabalho. Por onde passava, desejava bom dia para todos. Ajudava quem precisava e, sempre que possível, tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso. Era tão querido pela vizinhança que os próprios moradores deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar. Certo dia, esse coletor, já avançado na idade e cansado com os fartos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família. Seu ganha pão era semanal e, se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar. Melancólico, não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia. E o que isso lhe trouxe? Perguntava consigo mesmo. Não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e, muito menos, conseguir cuidar da minha família. Enquanto estava perdido em seus lamentos, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas, com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora. Quem foram os moradores? Não, esse foi eu, respondeu o homem mais rico da cidade, que estava sentado no canto da sala. Sabe, há mais ou menos 20 anos atrás, eu estava sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de falir no meu empreendimento e estava pensando no pior, quando o Senhor passou por mim e me deu um bom dia, com um grande sorriso no rosto. Sem que houvesse resposta da minha parte, o Senhor voltou, sentou do meu lado e disse: a vida é muito dura, meu jovem, mas é terrível para aqueles que só veem o lado ruim dela. Colocando uma semente em minha mão, o Senhor continuou: seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoreto. O Senhor continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e eu nunca esqueci o que me disse. Vi o Senhor plantar a sua semente por toda a sua vida. E aqui está o seu arvoredo. Separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família. Na vida, todos somos semeadores. Semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia também, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos. E cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos às pessoas. Cada semente que plantar, mesmo que não perceba, pode mudar a vida de uma pessoa. Às vezes pode ser difícil. E a sua forma de ser pode incomodar muitos, que irão tentar te machucar. Mas cada atitude que você faz é uma semente. De sua é uma semente plantada, por mais que possa demorar. Ela irá crescer e render-lhe frutos, sejam eles bons ou ruins. Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos à sua volta e igualmente será tratado. Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique colocar-se nos lugares dos outros para que possas entender o que eles estão passando. Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade, a Bíblia, algumas sementes irão cair entre espinhos, outras entre pedregais e não produzirão. Mas as que caírem em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida e a vida de alguém. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Todos os dias, um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava, em busca de insumos para o seu trabalho. Por onde passava, desejava bom dia para todos. Ajudava quem precisava e, sempre que possível, tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso. Era tão querido pela vizinhança que os próprios moradores deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar. Certo dia, esse coletor, já avançado na idade e cansado com os fartos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família. Seu ganha pão era semanal e, se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar. Melancólico, não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia. E o que isso lhe trouxe? Perguntava consigo mesmo. Não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e, muito menos, conseguir cuidar da minha família. Enquanto estava perdido em seus lamentos, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas, com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora. Quem foram os moradores? Não, esse foi eu, respondeu o homem mais rico da cidade, que estava sentado no canto da sala. Sabe, há mais ou menos 20 anos atrás, eu estava sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de falir no meu empreendimento e estava pensando no pior, quando o Senhor passou por mim e me deu um bom dia, com um grande sorriso no rosto. Sem que houvesse resposta da minha parte, o Senhor voltou, sentou do meu lado e disse: a vida é muito dura, meu jovem, mas é terrível para aqueles que só veem o lado ruim dela. Colocando uma semente em minha mão, o Senhor continuou: seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoreto. O Senhor continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e eu nunca esqueci o que me disse. Vi o Senhor plantar a sua semente por toda a sua vida. E aqui está o seu arvoredo. Separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família. Na vida, todos somos semeadores. Semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia também, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos. E cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos às pessoas. Cada semente que plantar, mesmo que não perceba, pode mudar a vida de uma pessoa. Às vezes pode ser difícil. E a sua forma de ser pode incomodar muitos, que irão tentar te machucar. Mas cada atitude que você faz é uma semente. De sua é uma semente plantada, por mais que possa demorar. Ela irá crescer e render-lhe frutos, sejam eles bons ou ruins. Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos à sua volta e igualmente será tratado. Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique colocar-se nos lugares dos outros para que possas entender o que eles estão passando. Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade, a Bíblia, algumas sementes irão cair entre espinhos, outras entre pedregais e não produzirão. Mas as que caírem em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida e a vida de alguém. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Todos os dias, um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava, em busca de insumos para o seu trabalho. Por onde passava, desejava bom dia para todos. Ajudava quem precisava e, sempre que possível, tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso. Era tão querido pela vizinhança que os próprios moradores deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar. Certo dia, esse coletor, já avançado na idade e cansado com os fartos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família. Seu ganha pão era semanal e, se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar. Melancólico, não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia. E o que isso lhe trouxe? Perguntava consigo mesmo. Não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e, muito menos, conseguir cuidar da minha família. Enquanto estava perdido em seus lamentos, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas, com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora. Quem foram os moradores? Não, esse foi eu, respondeu o homem mais rico da cidade, que estava sentado no canto da sala. Sabe, há mais ou menos 20 anos atrás, eu estava sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de falir no meu empreendimento e estava pensando no pior, quando o Senhor passou por mim e me deu um bom dia, com um grande sorriso no rosto. Sem que houvesse resposta da minha parte, o Senhor voltou, sentou do meu lado e disse: a vida é muito dura, meu jovem, mas é terrível para aqueles que só veem o lado ruim dela. Colocando uma semente em minha mão, o Senhor continuou: seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoreto. O Senhor continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e eu nunca esqueci o que me disse. Vi o Senhor plantar a sua semente por toda a sua vida. E aqui está o seu arvoredo. Separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família. Na vida, todos somos semeadores. Semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia também, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos. E cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos às pessoas. Cada semente que plantar, mesmo que não perceba, pode mudar a vida de uma pessoa. Às vezes pode ser difícil. E a sua forma de ser pode incomodar muitos, que irão tentar te machucar. Mas cada atitude que você faz é uma semente. De sua é uma semente plantada, por mais que possa demorar. Ela irá crescer e render-lhe frutos, sejam eles bons ou ruins. Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos à sua volta e igualmente será tratado. Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique colocar-se nos lugares dos outros para que possas entender o que eles estão passando. Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade, a Bíblia, algumas sementes irão cair entre espinhos, outras entre pedregais e não produzirão. Mas as que caírem em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida e a vida de alguém. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Todos os dias, um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava, em busca de insumos para o seu trabalho. Por onde passava, desejava bom dia para todos. Ajudava quem precisava e, sempre que possível, tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso. Era tão querido pela vizinhança que os próprios moradores deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar. Certo dia, esse coletor, já avançado na idade e cansado com os fartos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família. Seu ganha pão era semanal e, se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar. Melancólico, não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia. E o que isso lhe trouxe? Perguntava consigo mesmo. Não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e, muito menos, conseguir cuidar da minha família. Enquanto estava perdido em seus lamentos, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas, com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora. Quem foram os moradores? Não, esse foi eu, respondeu o homem mais rico da cidade, que estava sentado no canto da sala. Sabe, há mais ou menos 20 anos atrás, eu estava sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de falir no meu empreendimento e estava pensando no pior, quando o Senhor passou por mim e me deu um bom dia, com um grande sorriso no rosto. Sem que houvesse resposta da minha parte, o Senhor voltou, sentou do meu lado e disse: a vida é muito dura, meu jovem, mas é terrível para aqueles que só veem o lado ruim dela. Colocando uma semente em minha mão, o Senhor continuou: seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoreto. O Senhor continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e eu nunca esqueci o que me disse. Vi o Senhor plantar a sua semente por toda a sua vida. E aqui está o seu arvoredo. Separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família. Na vida, todos somos semeadores. Semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia também, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos. E cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos às pessoas. Cada semente que plantar, mesmo que não perceba, pode mudar a vida de uma pessoa. Às vezes pode ser difícil. E a sua forma de ser pode incomodar muitos, que irão tentar te machucar. Mas cada atitude que você faz é uma semente. De sua é uma semente plantada, por mais que possa demorar. Ela irá crescer e render-lhe frutos, sejam eles bons ou ruins. Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos à sua volta e igualmente será tratado. Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique colocar-se nos lugares dos outros para que possas entender o que eles estão passando. Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade, a Bíblia, algumas sementes irão cair entre espinhos, outras entre pedregais e não produzirão. Mas as que caírem em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida e a vida de alguém. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SEMEADOR ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFÍCIOS DO AUTO CONHECIEMENTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida que passam a ser buscados com intensa determinação. Limitam seus interesses à conquista de seus sonhos e, quando os alcançam, nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam. A meta, que por tanto tempo representou a razão de viver, cede lugar ao tédio, empurrando os seres para os abismos da depressão ou dos vícios. Por vezes, são pais que colocam na vida dos filhos os próprios sonhos. Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles próprios não puderam realizar. No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as próprias lutas e dar curso às próprias vidas. Por vezes, a constatação dessa verdade causa nos pais mais despreparados amarga aflição. Outros, ainda, anseiam por alcançar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consideráveis recursos financeiros. Porém, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados. Há aqueles que se esforçam para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcançam, amargurados e vazios, entregam-se às drogas e aos abusos do sexo. Inquietação e desequilíbrio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfação. Tais metas são frutos do egoísmo que ainda move os seres e, quando alcançadas, produzem tão somente rápida e passageira satisfação. Em pouco tempo, a antiga e conhecida sensação de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influência no cotidiano, como se todo o esforço tivesse sido vão. Como se toda a luta não tivesse valido a pena. Nos lábios, a impressão de que alguma palavra ficou faltando. Na boca, a permanente sensação de sede. É a fome de realização plena. É uma sensação de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfatório. É o tédio, terrível flagelo que consome existências. Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indivíduos. Quando te perceberes a um passo do tédio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo físico e mental de forma útil. Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir. Considera o esforço dos artistas sem braços ou sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores e desenhistas, ricos de inspiração e de alegria de viver. Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renovação interior, tornando-se membros indispensáveis da economia moral e social no mundo. O esforço que lhes foi exigido não lhes concedeu tempo para qualquer forma de tédio ou de desinteresse, nem para se entregarem à lamentação ou ao desencanto. Não cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do já feito. Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar. Aspira à conquista do infinito e nunca te sentirás entediado com os logros conseguidos. Quem se basta com as aquisições meramente materiais ainda não alcançou a real maturidade, nem descobriu as prioritárias metas existenciais. Pela alegria de viver, e não apenas pelo que consiga deter nas mãos, jamais será vítima do tédio, porque estará sempre em ação, sentindo-se útil e pleno. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida que passam a ser buscados com intensa determinação. Limitam seus interesses à conquista de seus sonhos e, quando os alcançam, nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam. A meta, que por tanto tempo representou a razão de viver, cede lugar ao tédio, empurrando os seres para os abismos da depressão ou dos vícios. Por vezes, são pais que colocam na vida dos filhos os próprios sonhos. Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles próprios não puderam realizar. No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as próprias lutas e dar curso às próprias vidas. Por vezes, a constatação dessa verdade causa nos pais mais despreparados amarga aflição. Outros, ainda, anseiam por alcançar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consideráveis recursos financeiros. Porém, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados. Há aqueles que se esforçam para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcançam, amargurados e vazios, entregam-se às drogas e aos abusos do sexo. Inquietação e desequilíbrio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfação. Tais metas são frutos do egoísmo que ainda move os seres e, quando alcançadas, produzem tão somente rápida e passageira satisfação. Em pouco tempo, a antiga e conhecida sensação de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influência no cotidiano, como se todo o esforço tivesse sido vão. Como se toda a luta não tivesse valido a pena. Nos lábios, a impressão de que alguma palavra ficou faltando. Na boca, a permanente sensação de sede. É a fome de realização plena. É uma sensação de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfatório. É o tédio, terrível flagelo que consome existências. Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indivíduos. Quando te perceberes a um passo do tédio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo físico e mental de forma útil. Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir. Considera o esforço dos artistas sem braços ou sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores e desenhistas, ricos de inspiração e de alegria de viver. Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renovação interior, tornando-se membros indispensáveis da economia moral e social no mundo. O esforço que lhes foi exigido não lhes concedeu tempo para qualquer forma de tédio ou de desinteresse, nem para se entregarem à lamentação ou ao desencanto. Não cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do já feito. Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar. Aspira à conquista do infinito e nunca te sentirás entediado com os logros conseguidos. Quem se basta com as aquisições meramente materiais ainda não alcançou a real maturidade, nem descobriu as prioritárias metas existenciais. Pela alegria de viver, e não apenas pelo que consiga deter nas mãos, jamais será vítima do tédio, porque estará sempre em ação, sentindo-se útil e pleno. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida que passam a ser buscados com intensa determinação. Limitam seus interesses à conquista de seus sonhos e, quando os alcançam, nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam. A meta, que por tanto tempo representou a razão de viver, cede lugar ao tédio, empurrando os seres para os abismos da depressão ou dos vícios. Por vezes, são pais que colocam na vida dos filhos os próprios sonhos. Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles próprios não puderam realizar. No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as próprias lutas e dar curso às próprias vidas. Por vezes, a constatação dessa verdade causa nos pais mais despreparados amarga aflição. Outros, ainda, anseiam por alcançar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consideráveis recursos financeiros. Porém, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados. Há aqueles que se esforçam para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcançam, amargurados e vazios, entregam-se às drogas e aos abusos do sexo. Inquietação e desequilíbrio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfação. Tais metas são frutos do egoísmo que ainda move os seres e, quando alcançadas, produzem tão somente rápida e passageira satisfação. Em pouco tempo, a antiga e conhecida sensação de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influência no cotidiano, como se todo o esforço tivesse sido vão. Como se toda a luta não tivesse valido a pena. Nos lábios, a impressão de que alguma palavra ficou faltando. Na boca, a permanente sensação de sede. É a fome de realização plena. É uma sensação de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfatório. É o tédio, terrível flagelo que consome existências. Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indivíduos. Quando te perceberes a um passo do tédio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo físico e mental de forma útil. Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir. Considera o esforço dos artistas sem braços ou sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores e desenhistas, ricos de inspiração e de alegria de viver. Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renovação interior, tornando-se membros indispensáveis da economia moral e social no mundo. O esforço que lhes foi exigido não lhes concedeu tempo para qualquer forma de tédio ou de desinteresse, nem para se entregarem à lamentação ou ao desencanto. Não cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do já feito. Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar. Aspira à conquista do infinito e nunca te sentirás entediado com os logros conseguidos. Quem se basta com as aquisições meramente materiais ainda não alcançou a real maturidade, nem descobriu as prioritárias metas existenciais. Pela alegria de viver, e não apenas pelo que consiga deter nas mãos, jamais será vítima do tédio, porque estará sempre em ação, sentindo-se útil e pleno. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida que passam a ser buscados com intensa determinação. Limitam seus interesses à conquista de seus sonhos e, quando os alcançam, nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam. A meta, que por tanto tempo representou a razão de viver, cede lugar ao tédio, empurrando os seres para os abismos da depressão ou dos vícios. Por vezes, são pais que colocam na vida dos filhos os próprios sonhos. Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles próprios não puderam realizar. No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as próprias lutas e dar curso às próprias vidas. Por vezes, a constatação dessa verdade causa nos pais mais despreparados amarga aflição. Outros, ainda, anseiam por alcançar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consideráveis recursos financeiros. Porém, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados. Há aqueles que se esforçam para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcançam, amargurados e vazios, entregam-se às drogas e aos abusos do sexo. Inquietação e desequilíbrio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfação. Tais metas são frutos do egoísmo que ainda move os seres e, quando alcançadas, produzem tão somente rápida e passageira satisfação. Em pouco tempo, a antiga e conhecida sensação de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influência no cotidiano, como se todo o esforço tivesse sido vão. Como se toda a luta não tivesse valido a pena. Nos lábios, a impressão de que alguma palavra ficou faltando. Na boca, a permanente sensação de sede. É a fome de realização plena. É uma sensação de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfatório. É o tédio, terrível flagelo que consome existências. Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indivíduos. Quando te perceberes a um passo do tédio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo físico e mental de forma útil. Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir. Considera o esforço dos artistas sem braços ou sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores e desenhistas, ricos de inspiração e de alegria de viver. Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renovação interior, tornando-se membros indispensáveis da economia moral e social no mundo. O esforço que lhes foi exigido não lhes concedeu tempo para qualquer forma de tédio ou de desinteresse, nem para se entregarem à lamentação ou ao desencanto. Não cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do já feito. Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar. Aspira à conquista do infinito e nunca te sentirás entediado com os logros conseguidos. Quem se basta com as aquisições meramente materiais ainda não alcançou a real maturidade, nem descobriu as prioritárias metas existenciais. Pela alegria de viver, e não apenas pelo que consiga deter nas mãos, jamais será vítima do tédio, porque estará sempre em ação, sentindo-se útil e pleno. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TÉDIO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O PRIMEIRO PÁSSARO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TUDO VAI FICAR BEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TER CORAGEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Certo dia li uma poesia cujo versos se referiam a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana "Se eu fosse Deus" escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão. Na qualidade de Deus chamaria o meu anjo secretario e ditaria um artigo da minha lei. 
Artigo 1° A partir deste instante, fica abolidos o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte. Certamente muitos de nós como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte, mas se observamos bem, veremos que Deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso na suas soberanas leis, é só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade, isso porque o criador que é a sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio dos seus filhos, impondo uma perfeição que estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição, onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existentes entre as criaturas, é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos ser humanos é único, tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada  um de nós tem emissões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução  em que nos encontramos. Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que um dia a terra seja um planeta ideal. Onde reine a paz, e a felicidade.  Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos temos o destino final, a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui as buscas das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas . A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nos mesmo.  Portando, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento. Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense Nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certo dia li uma poesia cujo versos se referiam a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana "Se eu fosse Deus" escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão. Na qualidade de Deus chamaria o meu anjo secretario e ditaria um artigo da minha lei. 
Artigo 1° A partir deste instante, fica abolidos o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte. Certamente muitos de nós como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte, mas se observamos bem, veremos que Deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso na suas soberanas leis, é só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade, isso porque o criador que é a sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio dos seus filhos, impondo uma perfeição que estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição, onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existentes entre as criaturas, é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos ser humanos é único, tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada  um de nós tem emissões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução  em que nos encontramos. Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que um dia a terra seja um planeta ideal. Onde reine a paz, e a felicidade.  Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos temos o destino final, a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui as buscas das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas . A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nos mesmo.  Portando, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento. Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certo dia li uma poesia cujo versos se referiam a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana "Se eu fosse Deus" escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão. Na qualidade de Deus chamaria o meu anjo secretario e ditaria um artigo da minha lei. 
Artigo 1° A partir deste instante, fica abolidos o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte. Certamente muitos de nós como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte, mas se observamos bem, veremos que Deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso na suas soberanas leis, é só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade, isso porque o criador que é a sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio dos seus filhos, impondo uma perfeição que estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição, onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existentes entre as criaturas, é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos ser humanos é único, tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada  um de nós tem emissões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução  em que nos encontramos. Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que um dia a terra seja um planeta ideal. Onde reine a paz, e a felicidade.  Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos temos o destino final, a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui as buscas das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas . A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nos mesmo.  Portando, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento. Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certo dia li uma poesia cujo versos se referiam a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana "Se eu fosse Deus" escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão. Na qualidade de Deus chamaria o meu anjo secretario e ditaria um artigo da minha lei. 
Artigo 1° A partir deste instante, fica abolidos o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte. Certamente muitos de nós como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte, mas se observamos bem, veremos que Deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso na suas soberanas leis, é só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade, isso porque o criador que é a sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio dos seus filhos, impondo uma perfeição que estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição, onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existentes entre as criaturas, é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos ser humanos é único, tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada  um de nós tem emissões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução  em que nos encontramos. Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que um dia a terra seja um planeta ideal. Onde reine a paz, e a felicidade.  Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos temos o destino final, a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui as buscas das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas . A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nos mesmo.  Portando, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento. Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense Nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ INVERNOS EXISTENCIAIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O VALOR DO SER HUMANO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NUNCA FUJA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[30 anos  haviam passado. A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava. Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias. Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos. Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega. Voltaram-se para ela e perguntaram:
 - E você? Quais os grandes lances da sua vida? Ela sorriu e disse: 
- Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar. Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano. Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim. Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim. Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos. Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas. Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:
 - Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós. Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais. Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma. Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[30 anos  haviam passado. A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava. Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias. Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos. Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega. Voltaram-se para ela e perguntaram:
 - E você? Quais os grandes lances da sua vida? Ela sorriu e disse: 
- Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar. Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano. Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim. Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim. Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos. Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas. Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:
 - Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós. Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais. Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[30 anos  haviam passado. A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava. Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias. Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos. Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega. Voltaram-se para ela e perguntaram:
 - E você? Quais os grandes lances da sua vida? Ela sorriu e disse: 
- Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar. Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano. Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim. Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim. Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos. Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas. Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:
 - Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós. Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais. Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[30 anos  haviam passado. A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava. Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias. Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos. Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega. Voltaram-se para ela e perguntaram:
 - E você? Quais os grandes lances da sua vida? Ela sorriu e disse: 
- Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar. Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano. Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim. Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim. Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos. Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas. Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:
 - Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós. Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais. Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma. Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MAIOR ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMIGOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PRETEXTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quando tinha 13 anos, Severino saiu de olho d'água seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife. Certo dia, ele perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta, olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, ele diz. Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã. Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado 231 pessoas a ler quando deixou o Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo. “Gosto de passar adiante tudo que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa. Se não, esse conhecimento morre comigo”, conta ele. Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos, como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou 29 bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher Melinda. Mas a história de Severino não deixa dúvidas de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada e de várias formas, muito além de dardens que sobram. Alguns exemplos são Antônio, um desembargador de justiça que conta histórias para crianças no hospital; Elcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar; Danieli, que aos 63 anos ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros. Todos podemos ser generosos e, se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental. Proponha a você mesmo esse desafio: pratique um ato de generosidade no dia de hoje e veja os resultados, não o resultado do reconhecimento, pois ele quase sempre não vem e não deve ser o nosso foco, mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior. Doe-se ao outro, doe-se ao mundo, doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quando tinha 13 anos, Severino saiu de olho d'água seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife. Certo dia, ele perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta, olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, ele diz. Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã. Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado 231 pessoas a ler quando deixou o Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo. “Gosto de passar adiante tudo que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa. Se não, esse conhecimento morre comigo”, conta ele. Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos, como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou 29 bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher Melinda. Mas a história de Severino não deixa dúvidas de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada e de várias formas, muito além de dardens que sobram. Alguns exemplos são Antônio, um desembargador de justiça que conta histórias para crianças no hospital; Elcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar; Danieli, que aos 63 anos ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros. Todos podemos ser generosos e, se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental. Proponha a você mesmo esse desafio: pratique um ato de generosidade no dia de hoje e veja os resultados, não o resultado do reconhecimento, pois ele quase sempre não vem e não deve ser o nosso foco, mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior. Doe-se ao outro, doe-se ao mundo, doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quando tinha 13 anos, Severino saiu de olho d'água seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife. Certo dia, ele perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta, olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, ele diz. Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã. Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado 231 pessoas a ler quando deixou o Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo. “Gosto de passar adiante tudo que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa. Se não, esse conhecimento morre comigo”, conta ele. Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos, como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou 29 bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher Melinda. Mas a história de Severino não deixa dúvidas de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada e de várias formas, muito além de dardens que sobram. Alguns exemplos são Antônio, um desembargador de justiça que conta histórias para crianças no hospital; Elcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar; Danieli, que aos 63 anos ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros. Todos podemos ser generosos e, se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental. Proponha a você mesmo esse desafio: pratique um ato de generosidade no dia de hoje e veja os resultados, não o resultado do reconhecimento, pois ele quase sempre não vem e não deve ser o nosso foco, mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior. Doe-se ao outro, doe-se ao mundo, doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quando tinha 13 anos, Severino saiu de olho d'água seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife. Certo dia, ele perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta, olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, ele diz. Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã. Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado 231 pessoas a ler quando deixou o Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo. “Gosto de passar adiante tudo que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa. Se não, esse conhecimento morre comigo”, conta ele. Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos, como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou 29 bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher Melinda. Mas a história de Severino não deixa dúvidas de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada e de várias formas, muito além de dardens que sobram. Alguns exemplos são Antônio, um desembargador de justiça que conta histórias para crianças no hospital; Elcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar; Danieli, que aos 63 anos ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros. Todos podemos ser generosos e, se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental. Proponha a você mesmo esse desafio: pratique um ato de generosidade no dia de hoje e veja os resultados, não o resultado do reconhecimento, pois ele quase sempre não vem e não deve ser o nosso foco, mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior. Doe-se ao outro, doe-se ao mundo, doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENEROSIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No mundo em que vivemos, repleto de mídias e padrões sociais, ser diferente é quase ser um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão de pessoas com deficiências físicas ou síndromes. Estamos falando daquela pessoa que opta por não ser igual apenas para se encaixar. Daquela pessoa que pensa diferente. Daquela pessoa que não quer ser apenas mais uma, mas única. Afinal, o que é um diferencial? Na matemática, é uma diferença pequeníssima, conhecida como infinitesimal. No carro, é um dispositivo mecânico indispensável. No dicionário, é algo singular e único. Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna indivíduos. Muitas empresas, quando estão recrutando novos candidatos, perguntam: "Qual é o seu diferencial?". E a pessoa, timidamente, responde aquilo que acredita que o recrutador quer ouvir:
— Ah, eu tenho boa comunicação.
— Tenho formação acadêmica.
— Sou especializado em determinada área. Mas por que escondemos a verdade? Por que não falamos sobre o nosso verdadeiro diferencial? Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que, na verdade, são apenas expressões da nossa individualidade? Todos nós, seres humanos, temos as nossas próprias carências, frustrações e dificuldades. Tentar preencher expectativas criadas pela sociedade, onde o indivíduo precisa se sujeitar a um mundo ordeiro e alienado, gera conflitos e expectativas irreais, levando-nos, muitas vezes, à depressão. "Eu preciso de mais seguidores." "Preciso postar o Reels do momento." "Preciso do mais novo modelo de celular lançado." "Nas rodas de amigos, preciso beber muito para fazer parte do grupo." Essa obsessão e essa angústia por sermos aceitos pelo coletivo pairam constantemente sobre nós. E, aos poucos, dia após dia, vamos nos perdendo. Vamos perdendo o nosso diferencial. Não se perca tentando viver em um ambiente que não lhe traz felicidade, onde não aceitam seus defeitos, suas peculiaridades e suas manias. Respeite, valorize e apoie a sua singularidade, pois é dela que se constituem a nossa originalidade e a nossa unicidade. São as nossas manias e os nossos defeitos que nos distinguem entre tantas outras pessoas. É o somatório das características intrínsecas que compõem a alma humana. E, da próxima vez que alguém lhe perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: "Sou diferente porque aprendo quando erro." "Sou diferente porque amo cantar alto, mesmo desafinado." "Ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vêm à mente." O diferencial é indispensável para que não percamos a nossa individualidade. Seja distinto. Seja extraordinário. Seja, simplesmente, você. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No mundo em que vivemos, repleto de mídias e padrões sociais, ser diferente é quase ser um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão de pessoas com deficiências físicas ou síndromes. Estamos falando daquela pessoa que opta por não ser igual apenas para se encaixar. Daquela pessoa que pensa diferente. Daquela pessoa que não quer ser apenas mais uma, mas única. Afinal, o que é um diferencial? Na matemática, é uma diferença pequeníssima, conhecida como infinitesimal. No carro, é um dispositivo mecânico indispensável. No dicionário, é algo singular e único. Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna indivíduos. Muitas empresas, quando estão recrutando novos candidatos, perguntam: "Qual é o seu diferencial?". E a pessoa, timidamente, responde aquilo que acredita que o recrutador quer ouvir:
— Ah, eu tenho boa comunicação.
— Tenho formação acadêmica.
— Sou especializado em determinada área. Mas por que escondemos a verdade? Por que não falamos sobre o nosso verdadeiro diferencial? Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que, na verdade, são apenas expressões da nossa individualidade? Todos nós, seres humanos, temos as nossas próprias carências, frustrações e dificuldades. Tentar preencher expectativas criadas pela sociedade, onde o indivíduo precisa se sujeitar a um mundo ordeiro e alienado, gera conflitos e expectativas irreais, levando-nos, muitas vezes, à depressão. "Eu preciso de mais seguidores." "Preciso postar o Reels do momento." "Preciso do mais novo modelo de celular lançado." "Nas rodas de amigos, preciso beber muito para fazer parte do grupo." Essa obsessão e essa angústia por sermos aceitos pelo coletivo pairam constantemente sobre nós. E, aos poucos, dia após dia, vamos nos perdendo. Vamos perdendo o nosso diferencial. Não se perca tentando viver em um ambiente que não lhe traz felicidade, onde não aceitam seus defeitos, suas peculiaridades e suas manias. Respeite, valorize e apoie a sua singularidade, pois é dela que se constituem a nossa originalidade e a nossa unicidade. São as nossas manias e os nossos defeitos que nos distinguem entre tantas outras pessoas. É o somatório das características intrínsecas que compõem a alma humana. E, da próxima vez que alguém lhe perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: "Sou diferente porque aprendo quando erro." "Sou diferente porque amo cantar alto, mesmo desafinado." "Ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vêm à mente." O diferencial é indispensável para que não percamos a nossa individualidade. Seja distinto. Seja extraordinário. Seja, simplesmente, você. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No mundo em que vivemos, repleto de mídias e padrões sociais, ser diferente é quase ser um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão de pessoas com deficiências físicas ou síndromes. Estamos falando daquela pessoa que opta por não ser igual apenas para se encaixar. Daquela pessoa que pensa diferente. Daquela pessoa que não quer ser apenas mais uma, mas única. Afinal, o que é um diferencial? Na matemática, é uma diferença pequeníssima, conhecida como infinitesimal. No carro, é um dispositivo mecânico indispensável. No dicionário, é algo singular e único. Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna indivíduos. Muitas empresas, quando estão recrutando novos candidatos, perguntam: "Qual é o seu diferencial?". E a pessoa, timidamente, responde aquilo que acredita que o recrutador quer ouvir:
— Ah, eu tenho boa comunicação.
— Tenho formação acadêmica.
— Sou especializado em determinada área. Mas por que escondemos a verdade? Por que não falamos sobre o nosso verdadeiro diferencial? Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que, na verdade, são apenas expressões da nossa individualidade? Todos nós, seres humanos, temos as nossas próprias carências, frustrações e dificuldades. Tentar preencher expectativas criadas pela sociedade, onde o indivíduo precisa se sujeitar a um mundo ordeiro e alienado, gera conflitos e expectativas irreais, levando-nos, muitas vezes, à depressão. "Eu preciso de mais seguidores." "Preciso postar o Reels do momento." "Preciso do mais novo modelo de celular lançado." "Nas rodas de amigos, preciso beber muito para fazer parte do grupo." Essa obsessão e essa angústia por sermos aceitos pelo coletivo pairam constantemente sobre nós. E, aos poucos, dia após dia, vamos nos perdendo. Vamos perdendo o nosso diferencial. Não se perca tentando viver em um ambiente que não lhe traz felicidade, onde não aceitam seus defeitos, suas peculiaridades e suas manias. Respeite, valorize e apoie a sua singularidade, pois é dela que se constituem a nossa originalidade e a nossa unicidade. São as nossas manias e os nossos defeitos que nos distinguem entre tantas outras pessoas. É o somatório das características intrínsecas que compõem a alma humana. E, da próxima vez que alguém lhe perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: "Sou diferente porque aprendo quando erro." "Sou diferente porque amo cantar alto, mesmo desafinado." "Ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vêm à mente." O diferencial é indispensável para que não percamos a nossa individualidade. Seja distinto. Seja extraordinário. Seja, simplesmente, você. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No mundo em que vivemos, repleto de mídias e padrões sociais, ser diferente é quase ser um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão de pessoas com deficiências físicas ou síndromes. Estamos falando daquela pessoa que opta por não ser igual apenas para se encaixar. Daquela pessoa que pensa diferente. Daquela pessoa que não quer ser apenas mais uma, mas única. Afinal, o que é um diferencial? Na matemática, é uma diferença pequeníssima, conhecida como infinitesimal. No carro, é um dispositivo mecânico indispensável. No dicionário, é algo singular e único. Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna indivíduos. Muitas empresas, quando estão recrutando novos candidatos, perguntam: "Qual é o seu diferencial?". E a pessoa, timidamente, responde aquilo que acredita que o recrutador quer ouvir:
— Ah, eu tenho boa comunicação.
— Tenho formação acadêmica.
— Sou especializado em determinada área. Mas por que escondemos a verdade? Por que não falamos sobre o nosso verdadeiro diferencial? Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que, na verdade, são apenas expressões da nossa individualidade? Todos nós, seres humanos, temos as nossas próprias carências, frustrações e dificuldades. Tentar preencher expectativas criadas pela sociedade, onde o indivíduo precisa se sujeitar a um mundo ordeiro e alienado, gera conflitos e expectativas irreais, levando-nos, muitas vezes, à depressão. "Eu preciso de mais seguidores." "Preciso postar o Reels do momento." "Preciso do mais novo modelo de celular lançado." "Nas rodas de amigos, preciso beber muito para fazer parte do grupo." Essa obsessão e essa angústia por sermos aceitos pelo coletivo pairam constantemente sobre nós. E, aos poucos, dia após dia, vamos nos perdendo. Vamos perdendo o nosso diferencial. Não se perca tentando viver em um ambiente que não lhe traz felicidade, onde não aceitam seus defeitos, suas peculiaridades e suas manias. Respeite, valorize e apoie a sua singularidade, pois é dela que se constituem a nossa originalidade e a nossa unicidade. São as nossas manias e os nossos defeitos que nos distinguem entre tantas outras pessoas. É o somatório das características intrínsecas que compõem a alma humana. E, da próxima vez que alguém lhe perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: "Sou diferente porque aprendo quando erro." "Sou diferente porque amo cantar alto, mesmo desafinado." "Ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vêm à mente." O diferencial é indispensável para que não percamos a nossa individualidade. Seja distinto. Seja extraordinário. Seja, simplesmente, você. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIFERENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Conta uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera, então ele começou a temer os caçadores, a essa altura o mágico desistiu, transformou em camundongo novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajuda-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para iniciar um projeto ou meta de vida, mas saiba que coragem, não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele, caminhar e enfrentar as adversidades. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Conta uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera, então ele começou a temer os caçadores, a essa altura o mágico desistiu, transformou em camundongo novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajuda-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para iniciar um projeto ou meta de vida, mas saiba que coragem, não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele, caminhar e enfrentar as adversidades. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Conta uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera, então ele começou a temer os caçadores, a essa altura o mágico desistiu, transformou em camundongo novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajuda-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para iniciar um projeto ou meta de vida, mas saiba que coragem, não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele, caminhar e enfrentar as adversidades. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.
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      <content:encoded><![CDATA[Conta uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera, então ele começou a temer os caçadores, a essa altura o mágico desistiu, transformou em camundongo novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajuda-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para iniciar um projeto ou meta de vida, mas saiba que coragem, não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele, caminhar e enfrentar as adversidades. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.
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      <title><![CDATA[SUPERE-SE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:
 — Filho, você está ouvindo esse barulho?
 — Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada, respondeu o garoto.
— Isso mesmo! disse o pai. É uma carroça vazia. 
— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.
— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é. É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia. Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam. Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas. Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano? Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro. Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio. Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade. Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios. Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas. Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio. A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia. Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:
 — Filho, você está ouvindo esse barulho?
 — Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada, respondeu o garoto.
— Isso mesmo! disse o pai. É uma carroça vazia. 
— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.
— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é. É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia. Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam. Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas. Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano? Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro. Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio. Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade. Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios. Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas. Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio. A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia. Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:
 — Filho, você está ouvindo esse barulho?
 — Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada, respondeu o garoto.
— Isso mesmo! disse o pai. É uma carroça vazia. 
— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.
— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é. É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia. Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam. Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas. Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano? Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro. Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio. Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade. Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios. Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas. Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio. A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia. Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:
 — Filho, você está ouvindo esse barulho?
 — Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada, respondeu o garoto.
— Isso mesmo! disse o pai. É uma carroça vazia. 
— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.
— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é. É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia. Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam. Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas. Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano? Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro. Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio. Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade. Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios. Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas. Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio. A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia. Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONVERSAS VAZIAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[IMPRESSÕES NEGATIVAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DANDO O MELHOR ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou? Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias. Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo. Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los. Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia. No dia seguinte. Na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase. O vinho é o mais forte. Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos. O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento. A segunda frase dizia, o rei é o mais forte. A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão. Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam todos. Torres, e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele. A terceira frase afirmava, acima de tudo, a verdade prevalecerá. O jovem que a escreveu falou, a verdade é mais forte que todas as coisas. O rei pode ser perverso, o vinho é perverso, os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna, é sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida, não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas. E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse. O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria concluir. Que ele deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono. E o rei da Pérsia cumpriu a promessa. Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia. O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia. Cerca de 520 antes de Cristo. Pense nisso, mas pense agora.
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou? Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias. Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo. Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los. Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia. No dia seguinte. Na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase. O vinho é o mais forte. Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos. O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento. A segunda frase dizia, o rei é o mais forte. A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão. Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam todos. Torres, e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele. A terceira frase afirmava, acima de tudo, a verdade prevalecerá. O jovem que a escreveu falou, a verdade é mais forte que todas as coisas. O rei pode ser perverso, o vinho é perverso, os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna, é sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida, não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas. E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse. O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria concluir. Que ele deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono. E o rei da Pérsia cumpriu a promessa. Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia. O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia. Cerca de 520 antes de Cristo. Pense nisso, mas pense agora.
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      <itunes:summary><![CDATA[Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou? Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias. Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo. Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los. Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia. No dia seguinte. Na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase. O vinho é o mais forte. Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos. O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento. A segunda frase dizia, o rei é o mais forte. A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão. Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam todos. Torres, e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele. A terceira frase afirmava, acima de tudo, a verdade prevalecerá. O jovem que a escreveu falou, a verdade é mais forte que todas as coisas. O rei pode ser perverso, o vinho é perverso, os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna, é sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida, não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas. E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse. O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria concluir. Que ele deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono. E o rei da Pérsia cumpriu a promessa. Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia. O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia. Cerca de 520 antes de Cristo. Pense nisso, mas pense agora.
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      <content:encoded><![CDATA[Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou? Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias. Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo. Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los. Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia. No dia seguinte. Na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase. O vinho é o mais forte. Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos. O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento. A segunda frase dizia, o rei é o mais forte. A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão. Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam todos. Torres, e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele. A terceira frase afirmava, acima de tudo, a verdade prevalecerá. O jovem que a escreveu falou, a verdade é mais forte que todas as coisas. O rei pode ser perverso, o vinho é perverso, os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna, é sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida, não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas. E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse. O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria concluir. Que ele deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono. E o rei da Pérsia cumpriu a promessa. Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia. O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia. Cerca de 520 antes de Cristo. Pense nisso, mas pense agora.
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      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática a atitude. A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Para cada passo da nossa vida é necessário um propósito e uma intenção. Às vezes é difícil. Há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações. Fixamos tanto nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro. São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino, e somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente, porque o amanhã não saberemos se vai existir, e, caso ele exista, não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje. Perdoar hoje. Abraçar seu filho. Tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã. Não sejamos daquelas pessoas que não tomam iniciativas para progredir e ficam sentadas esperando que algo bom aconteça em sua vida para, enfim, progredir. E, caso não aconteça, reclama que a vida é injusta. O mundo não se importa com seus problemas. Todos estão imersos nos seus próprios infortúnios. Então, não espere que o mundo te dê aquilo que você quer. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes. Levante, corra atrás, saia da sua comodidade. Se a razão aponta uma necessidade, avalie os anseios e não se engane a modificar velhas atitudes e antigas opiniões. Porque apenas os sábios amadurecem com a vida. Todas nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizermos para alcançar os nossos propósitos. E todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente, em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro. Mantenha o coração aberto e alimenta-o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor para uma reconstrução pessoal melhor. E assim, a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter. A felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A simpatia é uma escolha. E toda escolha é uma atitude. Pense nisso, mas pense agora. Atitude é uma escolha.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática a atitude. A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Para cada passo da nossa vida é necessário um propósito e uma intenção. Às vezes é difícil. Há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações. Fixamos tanto nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro. São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino, e somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente, porque o amanhã não saberemos se vai existir, e, caso ele exista, não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje. Perdoar hoje. Abraçar seu filho. Tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã. Não sejamos daquelas pessoas que não tomam iniciativas para progredir e ficam sentadas esperando que algo bom aconteça em sua vida para, enfim, progredir. E, caso não aconteça, reclama que a vida é injusta. O mundo não se importa com seus problemas. Todos estão imersos nos seus próprios infortúnios. Então, não espere que o mundo te dê aquilo que você quer. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes. Levante, corra atrás, saia da sua comodidade. Se a razão aponta uma necessidade, avalie os anseios e não se engane a modificar velhas atitudes e antigas opiniões. Porque apenas os sábios amadurecem com a vida. Todas nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizermos para alcançar os nossos propósitos. E todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente, em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro. Mantenha o coração aberto e alimenta-o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor para uma reconstrução pessoal melhor. E assim, a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter. A felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A simpatia é uma escolha. E toda escolha é uma atitude. Pense nisso, mas pense agora. Atitude é uma escolha.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática a atitude. A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Para cada passo da nossa vida é necessário um propósito e uma intenção. Às vezes é difícil. Há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações. Fixamos tanto nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro. São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino, e somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente, porque o amanhã não saberemos se vai existir, e, caso ele exista, não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje. Perdoar hoje. Abraçar seu filho. Tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã. Não sejamos daquelas pessoas que não tomam iniciativas para progredir e ficam sentadas esperando que algo bom aconteça em sua vida para, enfim, progredir. E, caso não aconteça, reclama que a vida é injusta. O mundo não se importa com seus problemas. Todos estão imersos nos seus próprios infortúnios. Então, não espere que o mundo te dê aquilo que você quer. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes. Levante, corra atrás, saia da sua comodidade. Se a razão aponta uma necessidade, avalie os anseios e não se engane a modificar velhas atitudes e antigas opiniões. Porque apenas os sábios amadurecem com a vida. Todas nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizermos para alcançar os nossos propósitos. E todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente, em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro. Mantenha o coração aberto e alimenta-o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor para uma reconstrução pessoal melhor. E assim, a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter. A felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A simpatia é uma escolha. E toda escolha é uma atitude. Pense nisso, mas pense agora. Atitude é uma escolha.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática a atitude. A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Para cada passo da nossa vida é necessário um propósito e uma intenção. Às vezes é difícil. Há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações. Fixamos tanto nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro. São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino, e somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente, porque o amanhã não saberemos se vai existir, e, caso ele exista, não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje. Perdoar hoje. Abraçar seu filho. Tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã. Não sejamos daquelas pessoas que não tomam iniciativas para progredir e ficam sentadas esperando que algo bom aconteça em sua vida para, enfim, progredir. E, caso não aconteça, reclama que a vida é injusta. O mundo não se importa com seus problemas. Todos estão imersos nos seus próprios infortúnios. Então, não espere que o mundo te dê aquilo que você quer. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes. Levante, corra atrás, saia da sua comodidade. Se a razão aponta uma necessidade, avalie os anseios e não se engane a modificar velhas atitudes e antigas opiniões. Porque apenas os sábios amadurecem com a vida. Todas nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizermos para alcançar os nossos propósitos. E todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente, em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro. Mantenha o coração aberto e alimenta-o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor para uma reconstrução pessoal melhor. E assim, a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter. A felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A simpatia é uma escolha. E toda escolha é uma atitude. Pense nisso, mas pense agora. Atitude é uma escolha.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATITUDES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Havia uma pequena casa de madeira no topo da colina, onde o vento sussurrava segredos e as árvores dançavam ao som da chuva. E lá vivia Dona Elisa, uma senhora de cabelos prateados e olhos que guardavam histórias de décadas passadas. Dona Elisa tinha uma memória afiada e lembrava-se de cada detalhe, cada riso, cada lágrima. Mas havia algo que a intrigava: o último lapso de memória, uma lacuna no tempo que a deixava inquieta. Era uma manhã de primavera quando aconteceu. Dona Elisa estava sentada na varanda, olhando o horizonte. O sol pintava o céu de tons dourados, e ela sentia a força da vida pulsando em suas veias. Mas então, como se alguém tivesse apagado uma vela, sua mente se apagou por um breve instante. Quando acordou, estava deitada na grama úmida. As árvores a cercavam, e o cheiro da terra molhada invadia suas narinas. Ela se levantou devagar, sentindo a força em suas pernas. O que havia acontecido? O que ela havia esquecido? Foi então que viu uma figura se aproximando: um homem alto, com olhos profundos e um sorriso gentil. Ele segurava uma rosa vermelha nas mãos. Dona Elisa sentiu seu coração bater mais rápido. Quem era aquele estranho? O homem se aproximou e estendeu a rosa para ela.
— Para a mulher mais forte que já conheci, disse ele. Dona Elisa ficou sem palavras. Como ele sabia? Como ele conhecia a sua força? 
— Você não me reconhece, não é mesmo? Perguntou o homem. Dona Elisa balançou a cabeça.
— Eu sou seu neto, Miguel. Vó, há dois anos você foi diagnosticada com Alzheimer. Desde então, trouxemos você para este lugar para que possa passar seus dias em paz e em segurança. Foi você quem pediu que, nos seus últimos dias, estivesse cercada pela natureza e pela família. Então, todos nós mudamos nossa rotina para nos adequarmos à sua. Você é a nossa matriarca. Nos ensinou sobre valores, caráter e, nos últimos anos, tem nos ensinado como ser forte e como enfrentar os desafios da vida com coragem. Sua memória pode estar falhando, mas sua força e seu amor nunca se apagaram. A rosa vermelha em suas mãos era como se o universo tivesse enviado uma flecha certeira para lembrá-la de sua família, de sua história e de seu neto. As lágrimas brotaram em seus olhos e, abraçando Miguel com força, ela sentiu a conexão entre eles. Naquela colina, cercada por árvores e memórias, Dona Elisa entendeu que a força não está apenas na mente, mas também no amor que sentia por sua família. E ali, com seu neto ao lado, encontrou a inspiração para seguir em frente, mesmo que a memória falhasse. Cuidar de alguém com Alzheimer é uma jornada de amor, paciência e resiliência. É ser a luz na escuridão, guardião das lembranças, arquiteto de sorrisos e um porto seguro para aqueles que enfrentam a escuridão da mente, onde as memórias se desvanecem como estrelas no amanhecer. Busque informações e ajuda. E, sempre que possível, passe tempo com seu ente querido. Abrace, conte histórias, ouça músicas juntos. Porque, no coração do Alzheimer, há momentos preciosos que se tornam eternos. E você nunca saberá quando será a última vez que eles se lembrarão. Mas cada momento compartilhado é um presente. Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia uma pequena casa de madeira no topo da colina, onde o vento sussurrava segredos e as árvores dançavam ao som da chuva. E lá vivia Dona Elisa, uma senhora de cabelos prateados e olhos que guardavam histórias de décadas passadas. Dona Elisa tinha uma memória afiada e lembrava-se de cada detalhe, cada riso, cada lágrima. Mas havia algo que a intrigava: o último lapso de memória, uma lacuna no tempo que a deixava inquieta. Era uma manhã de primavera quando aconteceu. Dona Elisa estava sentada na varanda, olhando o horizonte. O sol pintava o céu de tons dourados, e ela sentia a força da vida pulsando em suas veias. Mas então, como se alguém tivesse apagado uma vela, sua mente se apagou por um breve instante. Quando acordou, estava deitada na grama úmida. As árvores a cercavam, e o cheiro da terra molhada invadia suas narinas. Ela se levantou devagar, sentindo a força em suas pernas. O que havia acontecido? O que ela havia esquecido? Foi então que viu uma figura se aproximando: um homem alto, com olhos profundos e um sorriso gentil. Ele segurava uma rosa vermelha nas mãos. Dona Elisa sentiu seu coração bater mais rápido. Quem era aquele estranho? O homem se aproximou e estendeu a rosa para ela.
— Para a mulher mais forte que já conheci, disse ele. Dona Elisa ficou sem palavras. Como ele sabia? Como ele conhecia a sua força? 
— Você não me reconhece, não é mesmo? Perguntou o homem. Dona Elisa balançou a cabeça.
— Eu sou seu neto, Miguel. Vó, há dois anos você foi diagnosticada com Alzheimer. Desde então, trouxemos você para este lugar para que possa passar seus dias em paz e em segurança. Foi você quem pediu que, nos seus últimos dias, estivesse cercada pela natureza e pela família. Então, todos nós mudamos nossa rotina para nos adequarmos à sua. Você é a nossa matriarca. Nos ensinou sobre valores, caráter e, nos últimos anos, tem nos ensinado como ser forte e como enfrentar os desafios da vida com coragem. Sua memória pode estar falhando, mas sua força e seu amor nunca se apagaram. A rosa vermelha em suas mãos era como se o universo tivesse enviado uma flecha certeira para lembrá-la de sua família, de sua história e de seu neto. As lágrimas brotaram em seus olhos e, abraçando Miguel com força, ela sentiu a conexão entre eles. Naquela colina, cercada por árvores e memórias, Dona Elisa entendeu que a força não está apenas na mente, mas também no amor que sentia por sua família. E ali, com seu neto ao lado, encontrou a inspiração para seguir em frente, mesmo que a memória falhasse. Cuidar de alguém com Alzheimer é uma jornada de amor, paciência e resiliência. É ser a luz na escuridão, guardião das lembranças, arquiteto de sorrisos e um porto seguro para aqueles que enfrentam a escuridão da mente, onde as memórias se desvanecem como estrelas no amanhecer. Busque informações e ajuda. E, sempre que possível, passe tempo com seu ente querido. Abrace, conte histórias, ouça músicas juntos. Porque, no coração do Alzheimer, há momentos preciosos que se tornam eternos. E você nunca saberá quando será a última vez que eles se lembrarão. Mas cada momento compartilhado é um presente. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia uma pequena casa de madeira no topo da colina, onde o vento sussurrava segredos e as árvores dançavam ao som da chuva. E lá vivia Dona Elisa, uma senhora de cabelos prateados e olhos que guardavam histórias de décadas passadas. Dona Elisa tinha uma memória afiada e lembrava-se de cada detalhe, cada riso, cada lágrima. Mas havia algo que a intrigava: o último lapso de memória, uma lacuna no tempo que a deixava inquieta. Era uma manhã de primavera quando aconteceu. Dona Elisa estava sentada na varanda, olhando o horizonte. O sol pintava o céu de tons dourados, e ela sentia a força da vida pulsando em suas veias. Mas então, como se alguém tivesse apagado uma vela, sua mente se apagou por um breve instante. Quando acordou, estava deitada na grama úmida. As árvores a cercavam, e o cheiro da terra molhada invadia suas narinas. Ela se levantou devagar, sentindo a força em suas pernas. O que havia acontecido? O que ela havia esquecido? Foi então que viu uma figura se aproximando: um homem alto, com olhos profundos e um sorriso gentil. Ele segurava uma rosa vermelha nas mãos. Dona Elisa sentiu seu coração bater mais rápido. Quem era aquele estranho? O homem se aproximou e estendeu a rosa para ela.
— Para a mulher mais forte que já conheci, disse ele. Dona Elisa ficou sem palavras. Como ele sabia? Como ele conhecia a sua força? 
— Você não me reconhece, não é mesmo? Perguntou o homem. Dona Elisa balançou a cabeça.
— Eu sou seu neto, Miguel. Vó, há dois anos você foi diagnosticada com Alzheimer. Desde então, trouxemos você para este lugar para que possa passar seus dias em paz e em segurança. Foi você quem pediu que, nos seus últimos dias, estivesse cercada pela natureza e pela família. Então, todos nós mudamos nossa rotina para nos adequarmos à sua. Você é a nossa matriarca. Nos ensinou sobre valores, caráter e, nos últimos anos, tem nos ensinado como ser forte e como enfrentar os desafios da vida com coragem. Sua memória pode estar falhando, mas sua força e seu amor nunca se apagaram. A rosa vermelha em suas mãos era como se o universo tivesse enviado uma flecha certeira para lembrá-la de sua família, de sua história e de seu neto. As lágrimas brotaram em seus olhos e, abraçando Miguel com força, ela sentiu a conexão entre eles. Naquela colina, cercada por árvores e memórias, Dona Elisa entendeu que a força não está apenas na mente, mas também no amor que sentia por sua família. E ali, com seu neto ao lado, encontrou a inspiração para seguir em frente, mesmo que a memória falhasse. Cuidar de alguém com Alzheimer é uma jornada de amor, paciência e resiliência. É ser a luz na escuridão, guardião das lembranças, arquiteto de sorrisos e um porto seguro para aqueles que enfrentam a escuridão da mente, onde as memórias se desvanecem como estrelas no amanhecer. Busque informações e ajuda. E, sempre que possível, passe tempo com seu ente querido. Abrace, conte histórias, ouça músicas juntos. Porque, no coração do Alzheimer, há momentos preciosos que se tornam eternos. E você nunca saberá quando será a última vez que eles se lembrarão. Mas cada momento compartilhado é um presente. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia uma pequena casa de madeira no topo da colina, onde o vento sussurrava segredos e as árvores dançavam ao som da chuva. E lá vivia Dona Elisa, uma senhora de cabelos prateados e olhos que guardavam histórias de décadas passadas. Dona Elisa tinha uma memória afiada e lembrava-se de cada detalhe, cada riso, cada lágrima. Mas havia algo que a intrigava: o último lapso de memória, uma lacuna no tempo que a deixava inquieta. Era uma manhã de primavera quando aconteceu. Dona Elisa estava sentada na varanda, olhando o horizonte. O sol pintava o céu de tons dourados, e ela sentia a força da vida pulsando em suas veias. Mas então, como se alguém tivesse apagado uma vela, sua mente se apagou por um breve instante. Quando acordou, estava deitada na grama úmida. As árvores a cercavam, e o cheiro da terra molhada invadia suas narinas. Ela se levantou devagar, sentindo a força em suas pernas. O que havia acontecido? O que ela havia esquecido? Foi então que viu uma figura se aproximando: um homem alto, com olhos profundos e um sorriso gentil. Ele segurava uma rosa vermelha nas mãos. Dona Elisa sentiu seu coração bater mais rápido. Quem era aquele estranho? O homem se aproximou e estendeu a rosa para ela.
— Para a mulher mais forte que já conheci, disse ele. Dona Elisa ficou sem palavras. Como ele sabia? Como ele conhecia a sua força? 
— Você não me reconhece, não é mesmo? Perguntou o homem. Dona Elisa balançou a cabeça.
— Eu sou seu neto, Miguel. Vó, há dois anos você foi diagnosticada com Alzheimer. Desde então, trouxemos você para este lugar para que possa passar seus dias em paz e em segurança. Foi você quem pediu que, nos seus últimos dias, estivesse cercada pela natureza e pela família. Então, todos nós mudamos nossa rotina para nos adequarmos à sua. Você é a nossa matriarca. Nos ensinou sobre valores, caráter e, nos últimos anos, tem nos ensinado como ser forte e como enfrentar os desafios da vida com coragem. Sua memória pode estar falhando, mas sua força e seu amor nunca se apagaram. A rosa vermelha em suas mãos era como se o universo tivesse enviado uma flecha certeira para lembrá-la de sua família, de sua história e de seu neto. As lágrimas brotaram em seus olhos e, abraçando Miguel com força, ela sentiu a conexão entre eles. Naquela colina, cercada por árvores e memórias, Dona Elisa entendeu que a força não está apenas na mente, mas também no amor que sentia por sua família. E ali, com seu neto ao lado, encontrou a inspiração para seguir em frente, mesmo que a memória falhasse. Cuidar de alguém com Alzheimer é uma jornada de amor, paciência e resiliência. É ser a luz na escuridão, guardião das lembranças, arquiteto de sorrisos e um porto seguro para aqueles que enfrentam a escuridão da mente, onde as memórias se desvanecem como estrelas no amanhecer. Busque informações e ajuda. E, sempre que possível, passe tempo com seu ente querido. Abrace, conte histórias, ouça músicas juntos. Porque, no coração do Alzheimer, há momentos preciosos que se tornam eternos. E você nunca saberá quando será a última vez que eles se lembrarão. Mas cada momento compartilhado é um presente. Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FLEXA CERTEIRA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ STEPHEN HAWKING - UM HOMEM NOTÁVEL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[ Existem acontecimentos que fazem uma diferença enorme em nossas vidas.  Por vezes, um aceno em meio ao trânsito, algumas palavras carinhosas recebidas no WhatsApp,  um pequeno gesto de gentileza, dão ânimo a alguém desanimado.  Uma iniciativa que tomamos para um colega, um conhecido, um amigo, em determinado momento,  pode marcar corações, mexer com as emoções.  Foi o que aconteceu com o jovem Michael, no supermercado onde trabalha.  Ele é estimado pelos companheiros por sua educação e disposição para ajudar a quem  precise.  Quando os colegas ficaram sabendo que Michael estava aniversariando, juntaram dinheiro e  compraram um bolo para comemorar o dia dele, quando entregaram o bolo e cantaram parabéns  a você, o rapaz se emocionou, agradeceu muito e não segurou as lágrimas.  Disse que era a primeira vez que comemorava o aniversário.  Sua mãe não podia dar-se ao luxo de comprar um bolo, era de uma família muito simples,  com poucos recursos.  E ele agora estava com um bolo nas mãos, presente dos seus colegas.  Ninguém imaginava que essa comemoração fosse inédita na vida do rapaz e todos se  emocionaram junto com ele.  O ser humano, por mais que se considere bem resolvido e pense não ligar para certas coisas  como um gesto de carinho, sempre descobre que esta é uma necessidade.  Quem diz não se importar de sentir-se aceito, respeitado, querido, em verdade acaba por  se descobrir carente de tudo isso.  A carência afetiva atinge todas as faixas etárias, culturais e sociais.  É um mal que vai consumindo devagarinho, entristecendo o ser, deixando marcas.  Mas quando se é um bom amigo, bom irmão, bom companheiro, torna-se fácil ofertar as  manifestações de apreço, de amizade.  Na vida prática de Jesus, observamos o quanto ele prestava atenção aos sentimentos dos  que o rodeavam.  Quando ele entra na cidade de Naim e viu passar o homem descarregando um corpo para  o seu sofrimento, observou a dor da mãe viúva que o acompanhava.  Então, por identificar aquele sofrimento, resolveu devolver a mãe o filho com vida.  Em outro momento, quando Jesus entra na casa de Simão Pedro, percebendo a preocupação  da família, ora e cura a sogra do amigo tomada por febre.  Ele, o Mestre, nos ensinou a nos mantermos atentos ao nosso entorno, descobrirmos as  dores do próximo e fazer ao outro o que gostaríamos que nos fosse feito.  Comecemos, pois, esse exercício  haveremos de descobrir quanta alegria poderemos espalhar  com muito pouco.  O nosso papel é descobrir quem anda desanimado, entristecido.  Pode ser que lhe baste um cumprimento saber que alguém se importa com ele.  Talvez um café, um bolinho, uma flor, possa tornar diferente o seu dia.  Com certeza, não haveríamos de resolver os problemas do mundo, mas se colaborarmos  para a felicidade de alguém a cada dia, nós mesmos haveremos de nos sentir muito realizados.  É assim isso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Existem acontecimentos que fazem uma diferença enorme em nossas vidas.  Por vezes, um aceno em meio ao trânsito, algumas palavras carinhosas recebidas no WhatsApp,  um pequeno gesto de gentileza, dão ânimo a alguém desanimado.  Uma iniciativa que tomamos para um colega, um conhecido, um amigo, em determinado momento,  pode marcar corações, mexer com as emoções.  Foi o que aconteceu com o jovem Michael, no supermercado onde trabalha.  Ele é estimado pelos companheiros por sua educação e disposição para ajudar a quem  precise.  Quando os colegas ficaram sabendo que Michael estava aniversariando, juntaram dinheiro e  compraram um bolo para comemorar o dia dele, quando entregaram o bolo e cantaram parabéns  a você, o rapaz se emocionou, agradeceu muito e não segurou as lágrimas.  Disse que era a primeira vez que comemorava o aniversário.  Sua mãe não podia dar-se ao luxo de comprar um bolo, era de uma família muito simples,  com poucos recursos.  E ele agora estava com um bolo nas mãos, presente dos seus colegas.  Ninguém imaginava que essa comemoração fosse inédita na vida do rapaz e todos se  emocionaram junto com ele.  O ser humano, por mais que se considere bem resolvido e pense não ligar para certas coisas  como um gesto de carinho, sempre descobre que esta é uma necessidade.  Quem diz não se importar de sentir-se aceito, respeitado, querido, em verdade acaba por  se descobrir carente de tudo isso.  A carência afetiva atinge todas as faixas etárias, culturais e sociais.  É um mal que vai consumindo devagarinho, entristecendo o ser, deixando marcas.  Mas quando se é um bom amigo, bom irmão, bom companheiro, torna-se fácil ofertar as  manifestações de apreço, de amizade.  Na vida prática de Jesus, observamos o quanto ele prestava atenção aos sentimentos dos  que o rodeavam.  Quando ele entra na cidade de Naim e viu passar o homem descarregando um corpo para  o seu sofrimento, observou a dor da mãe viúva que o acompanhava.  Então, por identificar aquele sofrimento, resolveu devolver a mãe o filho com vida.  Em outro momento, quando Jesus entra na casa de Simão Pedro, percebendo a preocupação  da família, ora e cura a sogra do amigo tomada por febre.  Ele, o Mestre, nos ensinou a nos mantermos atentos ao nosso entorno, descobrirmos as  dores do próximo e fazer ao outro o que gostaríamos que nos fosse feito.  Comecemos, pois, esse exercício  haveremos de descobrir quanta alegria poderemos espalhar  com muito pouco.  O nosso papel é descobrir quem anda desanimado, entristecido.  Pode ser que lhe baste um cumprimento saber que alguém se importa com ele.  Talvez um café, um bolinho, uma flor, possa tornar diferente o seu dia.  Com certeza, não haveríamos de resolver os problemas do mundo, mas se colaborarmos  para a felicidade de alguém a cada dia, nós mesmos haveremos de nos sentir muito realizados.  É assim isso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Existem acontecimentos que fazem uma diferença enorme em nossas vidas.  Por vezes, um aceno em meio ao trânsito, algumas palavras carinhosas recebidas no WhatsApp,  um pequeno gesto de gentileza, dão ânimo a alguém desanimado.  Uma iniciativa que tomamos para um colega, um conhecido, um amigo, em determinado momento,  pode marcar corações, mexer com as emoções.  Foi o que aconteceu com o jovem Michael, no supermercado onde trabalha.  Ele é estimado pelos companheiros por sua educação e disposição para ajudar a quem  precise.  Quando os colegas ficaram sabendo que Michael estava aniversariando, juntaram dinheiro e  compraram um bolo para comemorar o dia dele, quando entregaram o bolo e cantaram parabéns  a você, o rapaz se emocionou, agradeceu muito e não segurou as lágrimas.  Disse que era a primeira vez que comemorava o aniversário.  Sua mãe não podia dar-se ao luxo de comprar um bolo, era de uma família muito simples,  com poucos recursos.  E ele agora estava com um bolo nas mãos, presente dos seus colegas.  Ninguém imaginava que essa comemoração fosse inédita na vida do rapaz e todos se  emocionaram junto com ele.  O ser humano, por mais que se considere bem resolvido e pense não ligar para certas coisas  como um gesto de carinho, sempre descobre que esta é uma necessidade.  Quem diz não se importar de sentir-se aceito, respeitado, querido, em verdade acaba por  se descobrir carente de tudo isso.  A carência afetiva atinge todas as faixas etárias, culturais e sociais.  É um mal que vai consumindo devagarinho, entristecendo o ser, deixando marcas.  Mas quando se é um bom amigo, bom irmão, bom companheiro, torna-se fácil ofertar as  manifestações de apreço, de amizade.  Na vida prática de Jesus, observamos o quanto ele prestava atenção aos sentimentos dos  que o rodeavam.  Quando ele entra na cidade de Naim e viu passar o homem descarregando um corpo para  o seu sofrimento, observou a dor da mãe viúva que o acompanhava.  Então, por identificar aquele sofrimento, resolveu devolver a mãe o filho com vida.  Em outro momento, quando Jesus entra na casa de Simão Pedro, percebendo a preocupação  da família, ora e cura a sogra do amigo tomada por febre.  Ele, o Mestre, nos ensinou a nos mantermos atentos ao nosso entorno, descobrirmos as  dores do próximo e fazer ao outro o que gostaríamos que nos fosse feito.  Comecemos, pois, esse exercício  haveremos de descobrir quanta alegria poderemos espalhar  com muito pouco.  O nosso papel é descobrir quem anda desanimado, entristecido.  Pode ser que lhe baste um cumprimento saber que alguém se importa com ele.  Talvez um café, um bolinho, uma flor, possa tornar diferente o seu dia.  Com certeza, não haveríamos de resolver os problemas do mundo, mas se colaborarmos  para a felicidade de alguém a cada dia, nós mesmos haveremos de nos sentir muito realizados.  É assim isso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Existem acontecimentos que fazem uma diferença enorme em nossas vidas.  Por vezes, um aceno em meio ao trânsito, algumas palavras carinhosas recebidas no WhatsApp,  um pequeno gesto de gentileza, dão ânimo a alguém desanimado.  Uma iniciativa que tomamos para um colega, um conhecido, um amigo, em determinado momento,  pode marcar corações, mexer com as emoções.  Foi o que aconteceu com o jovem Michael, no supermercado onde trabalha.  Ele é estimado pelos companheiros por sua educação e disposição para ajudar a quem  precise.  Quando os colegas ficaram sabendo que Michael estava aniversariando, juntaram dinheiro e  compraram um bolo para comemorar o dia dele, quando entregaram o bolo e cantaram parabéns  a você, o rapaz se emocionou, agradeceu muito e não segurou as lágrimas.  Disse que era a primeira vez que comemorava o aniversário.  Sua mãe não podia dar-se ao luxo de comprar um bolo, era de uma família muito simples,  com poucos recursos.  E ele agora estava com um bolo nas mãos, presente dos seus colegas.  Ninguém imaginava que essa comemoração fosse inédita na vida do rapaz e todos se  emocionaram junto com ele.  O ser humano, por mais que se considere bem resolvido e pense não ligar para certas coisas  como um gesto de carinho, sempre descobre que esta é uma necessidade.  Quem diz não se importar de sentir-se aceito, respeitado, querido, em verdade acaba por  se descobrir carente de tudo isso.  A carência afetiva atinge todas as faixas etárias, culturais e sociais.  É um mal que vai consumindo devagarinho, entristecendo o ser, deixando marcas.  Mas quando se é um bom amigo, bom irmão, bom companheiro, torna-se fácil ofertar as  manifestações de apreço, de amizade.  Na vida prática de Jesus, observamos o quanto ele prestava atenção aos sentimentos dos  que o rodeavam.  Quando ele entra na cidade de Naim e viu passar o homem descarregando um corpo para  o seu sofrimento, observou a dor da mãe viúva que o acompanhava.  Então, por identificar aquele sofrimento, resolveu devolver a mãe o filho com vida.  Em outro momento, quando Jesus entra na casa de Simão Pedro, percebendo a preocupação  da família, ora e cura a sogra do amigo tomada por febre.  Ele, o Mestre, nos ensinou a nos mantermos atentos ao nosso entorno, descobrirmos as  dores do próximo e fazer ao outro o que gostaríamos que nos fosse feito.  Comecemos, pois, esse exercício  haveremos de descobrir quanta alegria poderemos espalhar  com muito pouco.  O nosso papel é descobrir quem anda desanimado, entristecido.  Pode ser que lhe baste um cumprimento saber que alguém se importa com ele.  Talvez um café, um bolinho, uma flor, possa tornar diferente o seu dia.  Com certeza, não haveríamos de resolver os problemas do mundo, mas se colaborarmos  para a felicidade de alguém a cada dia, nós mesmos haveremos de nos sentir muito realizados.  É assim isso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSÁRIO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SEJA PATRÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ CONVERSANDO COM DEUS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e, num abraço, eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida e, feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover. Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu. E de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera. Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar. Quando tua mente ainda era a casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão, quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo e o teu respirar no colo era a letra da minha canção, quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender. Perdi-me de mim e encontrei a linha, teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer. Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria. Estudos mostram que até em torno dos seis meses os bebês se percebem como extensão das mães. Isto é, não se vê ainda como um outro ser. As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como partes de si mesmas. Os filhos crescem, enxergam-se como individualidades, pensam por si só, têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo. Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês, como se uma parte do seu amor tivesse ficado mergulhado no passado. Tornam-se nostálgicos. Voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto. E não conseguem encontrar. Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho. Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família. Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais. Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade, Eles dar a chance de fazer algumas escolhas. E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas. Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos, e não há nada depreciativo nesta palavra, e passam a ser anjos de guarda. Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda a necessidade, porém não interferem no livre arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e, num abraço, eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida e, feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover. Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu. E de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera. Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar. Quando tua mente ainda era a casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão, quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo e o teu respirar no colo era a letra da minha canção, quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender. Perdi-me de mim e encontrei a linha, teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer. Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria. Estudos mostram que até em torno dos seis meses os bebês se percebem como extensão das mães. Isto é, não se vê ainda como um outro ser. As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como partes de si mesmas. Os filhos crescem, enxergam-se como individualidades, pensam por si só, têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo. Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês, como se uma parte do seu amor tivesse ficado mergulhado no passado. Tornam-se nostálgicos. Voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto. E não conseguem encontrar. Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho. Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família. Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais. Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade, Eles dar a chance de fazer algumas escolhas. E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas. Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos, e não há nada depreciativo nesta palavra, e passam a ser anjos de guarda. Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda a necessidade, porém não interferem no livre arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e, num abraço, eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida e, feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover. Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu. E de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera. Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar. Quando tua mente ainda era a casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão, quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo e o teu respirar no colo era a letra da minha canção, quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender. Perdi-me de mim e encontrei a linha, teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer. Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria. Estudos mostram que até em torno dos seis meses os bebês se percebem como extensão das mães. Isto é, não se vê ainda como um outro ser. As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como partes de si mesmas. Os filhos crescem, enxergam-se como individualidades, pensam por si só, têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo. Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês, como se uma parte do seu amor tivesse ficado mergulhado no passado. Tornam-se nostálgicos. Voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto. E não conseguem encontrar. Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho. Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família. Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais. Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade, Eles dar a chance de fazer algumas escolhas. E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas. Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos, e não há nada depreciativo nesta palavra, e passam a ser anjos de guarda. Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda a necessidade, porém não interferem no livre arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e, num abraço, eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida e, feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover. Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu. E de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera. Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar. Quando tua mente ainda era a casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão, quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo e o teu respirar no colo era a letra da minha canção, quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender. Perdi-me de mim e encontrei a linha, teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer. Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria. Estudos mostram que até em torno dos seis meses os bebês se percebem como extensão das mães. Isto é, não se vê ainda como um outro ser. As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como partes de si mesmas. Os filhos crescem, enxergam-se como individualidades, pensam por si só, têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo. Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês, como se uma parte do seu amor tivesse ficado mergulhado no passado. Tornam-se nostálgicos. Voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto. E não conseguem encontrar. Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho. Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família. Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais. Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade, Eles dar a chance de fazer algumas escolhas. E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas. Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos, e não há nada depreciativo nesta palavra, e passam a ser anjos de guarda. Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda a necessidade, porém não interferem no livre arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SERVOS E ANJOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOMOS RESPONSÁVEIS PELO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS INVISÍVEIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ NÃO É UMA TRAGÉDIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes. O homem, depois de se hospedar em uma pousada, foi até a praça para comer em uma barraquinha que vendia macarrão. Encontrou um velho e começou a conversar com ele. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o homem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vive? — O pior tipo de gente. A minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie. — Pois o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui — respondeu o velho. No dia seguinte, o homem foi embora. Dia depois, um jovem chegou na aldeia da mesma maneira que o outro. Se hospedou, foi até a praça para comer e encontrou, na barraquinha de macarrão, o mesmo velho. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o jovem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? — O melhor tipo de gente. Lá, as pessoas são amáveis e amigas. — O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui. Depois de comer, o jovem foi embora, e o dono da barraquinha perguntou ao velho: — Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas? — Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo à sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude, é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo. Esse conto nos ensina que a vida está intrínsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber. O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes. O homem, depois de se hospedar em uma pousada, foi até a praça para comer em uma barraquinha que vendia macarrão. Encontrou um velho e começou a conversar com ele. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o homem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vive? — O pior tipo de gente. A minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie. — Pois o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui — respondeu o velho. No dia seguinte, o homem foi embora. Dia depois, um jovem chegou na aldeia da mesma maneira que o outro. Se hospedou, foi até a praça para comer e encontrou, na barraquinha de macarrão, o mesmo velho. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o jovem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? — O melhor tipo de gente. Lá, as pessoas são amáveis e amigas. — O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui. Depois de comer, o jovem foi embora, e o dono da barraquinha perguntou ao velho: — Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas? — Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo à sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude, é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo. Esse conto nos ensina que a vida está intrínsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber. O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes. O homem, depois de se hospedar em uma pousada, foi até a praça para comer em uma barraquinha que vendia macarrão. Encontrou um velho e começou a conversar com ele. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o homem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vive? — O pior tipo de gente. A minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie. — Pois o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui — respondeu o velho. No dia seguinte, o homem foi embora. Dia depois, um jovem chegou na aldeia da mesma maneira que o outro. Se hospedou, foi até a praça para comer e encontrou, na barraquinha de macarrão, o mesmo velho. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o jovem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? — O melhor tipo de gente. Lá, as pessoas são amáveis e amigas. — O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui. Depois de comer, o jovem foi embora, e o dono da barraquinha perguntou ao velho: — Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas? — Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo à sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude, é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo. Esse conto nos ensina que a vida está intrínsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber. O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes. O homem, depois de se hospedar em uma pousada, foi até a praça para comer em uma barraquinha que vendia macarrão. Encontrou um velho e começou a conversar com ele. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o homem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vive? — O pior tipo de gente. A minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie. — Pois o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui — respondeu o velho. No dia seguinte, o homem foi embora. Dia depois, um jovem chegou na aldeia da mesma maneira que o outro. Se hospedou, foi até a praça para comer e encontrou, na barraquinha de macarrão, o mesmo velho. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o jovem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? — O melhor tipo de gente. Lá, as pessoas são amáveis e amigas. — O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui. Depois de comer, o jovem foi embora, e o dono da barraquinha perguntou ao velho: — Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas? — Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo à sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude, é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo. Esse conto nos ensina que a vida está intrínsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber. O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ INTERAÇÕES HUMANAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: — Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir?
 Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar? O artista simplesmente respondeu:
— Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez, e um dia o mosaico estará terminado. A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado. Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações. Se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado para que não as repita no futuro. Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite: seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer e não seja igual; seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva o hoje. Viva o agora. Um dia de cada vez. O dia de ontem não voltará jamais. Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance. Ouça a sua música preferida. Diga "eu te amo" para as pessoas de quem você gosta e que você sabe que gostam de você. Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprenda a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro: o mosaico das nossas vidas. E lembre-se: infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: — Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir?
 Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar? O artista simplesmente respondeu:
— Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez, e um dia o mosaico estará terminado. A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado. Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações. Se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado para que não as repita no futuro. Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite: seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer e não seja igual; seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva o hoje. Viva o agora. Um dia de cada vez. O dia de ontem não voltará jamais. Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance. Ouça a sua música preferida. Diga "eu te amo" para as pessoas de quem você gosta e que você sabe que gostam de você. Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprenda a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro: o mosaico das nossas vidas. E lembre-se: infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: — Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir?
 Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar? O artista simplesmente respondeu:
— Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez, e um dia o mosaico estará terminado. A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado. Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações. Se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado para que não as repita no futuro. Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite: seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer e não seja igual; seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva o hoje. Viva o agora. Um dia de cada vez. O dia de ontem não voltará jamais. Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance. Ouça a sua música preferida. Diga "eu te amo" para as pessoas de quem você gosta e que você sabe que gostam de você. Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprenda a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro: o mosaico das nossas vidas. E lembre-se: infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: — Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir?
 Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar? O artista simplesmente respondeu:
— Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez, e um dia o mosaico estará terminado. A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado. Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações. Se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado para que não as repita no futuro. Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite: seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer e não seja igual; seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva o hoje. Viva o agora. Um dia de cada vez. O dia de ontem não voltará jamais. Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance. Ouça a sua música preferida. Diga "eu te amo" para as pessoas de quem você gosta e que você sabe que gostam de você. Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprenda a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro: o mosaico das nossas vidas. E lembre-se: infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM DIA DE CADA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ FUGINDO DA VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ O REFLEXO INTERNO E EXTERNO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA QUE NOS É DADA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um príncipe da Pérsia muito generoso tinha em sua corte um sábio cuja função era orientá-lo em suas decisões, esclarecê-lo em suas dúvidas e corrigi-lo em seus erros e injustiças. Um dia, bem cedo, o príncipe ordenou que o conselheiro viesse à sua presença e disse: — Acabo de receber este pequeno cofre, dentro do qual havia apenas este anel de ouro. O conselheiro examinou a joia e, depois de refletir durante algum tempo, falou: — Afirmo que este anel é uma das mais antigas e valiosas peças do tesouro persa. Como vê, no rico escudo em forma de tâmara, ele ostenta, em letras bem talhadas, a palavra Iazu. Iazu é a palavra mais expressiva e eloquente entre todas as que figuram no riquíssimo vocabulário persa. Tem o dom de nos tornar alegres, quando estamos tristes, e de moderar nossas alegrias nos momentos de extrema felicidade e ventura. — Singular, muito singular — refletiu o soberano —, mas insisto em perguntar: o que significa tal palavra? Iazu, ao príncipe, dentro da sua espantosa simplicidade, significa apenas isso passa, ou tudo passa. Há ocasiões em que nos sentimos aniquilados pelos sofrimentos, pelas enfermidades, feridos pelas aflições, pelos golpes imprevistos do infortúnio. Para que o ânimo volte ao nosso espírito, proferimos, cheios de fé, fortalecidos de esperanças e azul: — Sim, tudo passa. Virão dias melhores, dias calmos e felizes. A prosperidade voltará a iluminar a nossa jornada. A saúde será reconquistada. E a serenidade procurará pouso em nosso atribulado coração. O príncipe tomou o anel em suas mãos e, examinando-o serenamente, concluiu: — No meio de estonteantes triunfos ou sob grandes dificuldades, em todos os momentos culminantes de minha vida, jamais esquecerei tal ensinamento. Isso passa. Lembremos deste ensinamento. Tudo é transitório. Passa a dor, passa o problema. Passa a tempestade. Passa a abundância. Às vezes parece difícil demais. Os problemas se acumulam. As frustrações nos abatem. As tristezas nos invadem. Os momentos de felicidade passam. Os sorrisos vão embora. O amor acaba. Disponhamo-nos a viver o hoje. Viver o agora. O momento. Porque, seja ele bom ou ruim, isso passará. O ontem se foi. E o amanhã não nos pertence. O que nos resta é o hoje. Nos momentos de tristeza, mantenhamos a calma e busquemos a paz. E, nos momentos de felicidade e de tranquilidade, pensemos no futuro. Construamos boas amizades, bons momentos, para que sirva como alicerce do nosso bem-estar. E, em todos os momentos, aproximemo-nos de Deus. Para tudo há uma esperança e uma solução. A compreensão de viver é entender a vida no sentido mais amplo. Nesta razão, traçamos objetivamente a vida, através da boa vivência, da fé e do amor que distribuímos ao próximo. E, dia após dia, que esse seja nosso lema diário. E azul, tudo passa. Pensemos nisso, mas pensemos agora. Mantenhamos a paz.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um príncipe da Pérsia muito generoso tinha em sua corte um sábio cuja função era orientá-lo em suas decisões, esclarecê-lo em suas dúvidas e corrigi-lo em seus erros e injustiças. Um dia, bem cedo, o príncipe ordenou que o conselheiro viesse à sua presença e disse: — Acabo de receber este pequeno cofre, dentro do qual havia apenas este anel de ouro. O conselheiro examinou a joia e, depois de refletir durante algum tempo, falou: — Afirmo que este anel é uma das mais antigas e valiosas peças do tesouro persa. Como vê, no rico escudo em forma de tâmara, ele ostenta, em letras bem talhadas, a palavra Iazu. Iazu é a palavra mais expressiva e eloquente entre todas as que figuram no riquíssimo vocabulário persa. Tem o dom de nos tornar alegres, quando estamos tristes, e de moderar nossas alegrias nos momentos de extrema felicidade e ventura. — Singular, muito singular — refletiu o soberano —, mas insisto em perguntar: o que significa tal palavra? Iazu, ao príncipe, dentro da sua espantosa simplicidade, significa apenas isso passa, ou tudo passa. Há ocasiões em que nos sentimos aniquilados pelos sofrimentos, pelas enfermidades, feridos pelas aflições, pelos golpes imprevistos do infortúnio. Para que o ânimo volte ao nosso espírito, proferimos, cheios de fé, fortalecidos de esperanças e azul: — Sim, tudo passa. Virão dias melhores, dias calmos e felizes. A prosperidade voltará a iluminar a nossa jornada. A saúde será reconquistada. E a serenidade procurará pouso em nosso atribulado coração. O príncipe tomou o anel em suas mãos e, examinando-o serenamente, concluiu: — No meio de estonteantes triunfos ou sob grandes dificuldades, em todos os momentos culminantes de minha vida, jamais esquecerei tal ensinamento. Isso passa. Lembremos deste ensinamento. Tudo é transitório. Passa a dor, passa o problema. Passa a tempestade. Passa a abundância. Às vezes parece difícil demais. Os problemas se acumulam. As frustrações nos abatem. As tristezas nos invadem. Os momentos de felicidade passam. Os sorrisos vão embora. O amor acaba. Disponhamo-nos a viver o hoje. Viver o agora. O momento. Porque, seja ele bom ou ruim, isso passará. O ontem se foi. E o amanhã não nos pertence. O que nos resta é o hoje. Nos momentos de tristeza, mantenhamos a calma e busquemos a paz. E, nos momentos de felicidade e de tranquilidade, pensemos no futuro. Construamos boas amizades, bons momentos, para que sirva como alicerce do nosso bem-estar. E, em todos os momentos, aproximemo-nos de Deus. Para tudo há uma esperança e uma solução. A compreensão de viver é entender a vida no sentido mais amplo. Nesta razão, traçamos objetivamente a vida, através da boa vivência, da fé e do amor que distribuímos ao próximo. E, dia após dia, que esse seja nosso lema diário. E azul, tudo passa. Pensemos nisso, mas pensemos agora. Mantenhamos a paz.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um príncipe da Pérsia muito generoso tinha em sua corte um sábio cuja função era orientá-lo em suas decisões, esclarecê-lo em suas dúvidas e corrigi-lo em seus erros e injustiças. Um dia, bem cedo, o príncipe ordenou que o conselheiro viesse à sua presença e disse: — Acabo de receber este pequeno cofre, dentro do qual havia apenas este anel de ouro. O conselheiro examinou a joia e, depois de refletir durante algum tempo, falou: — Afirmo que este anel é uma das mais antigas e valiosas peças do tesouro persa. Como vê, no rico escudo em forma de tâmara, ele ostenta, em letras bem talhadas, a palavra Iazu. Iazu é a palavra mais expressiva e eloquente entre todas as que figuram no riquíssimo vocabulário persa. Tem o dom de nos tornar alegres, quando estamos tristes, e de moderar nossas alegrias nos momentos de extrema felicidade e ventura. — Singular, muito singular — refletiu o soberano —, mas insisto em perguntar: o que significa tal palavra? Iazu, ao príncipe, dentro da sua espantosa simplicidade, significa apenas isso passa, ou tudo passa. Há ocasiões em que nos sentimos aniquilados pelos sofrimentos, pelas enfermidades, feridos pelas aflições, pelos golpes imprevistos do infortúnio. Para que o ânimo volte ao nosso espírito, proferimos, cheios de fé, fortalecidos de esperanças e azul: — Sim, tudo passa. Virão dias melhores, dias calmos e felizes. A prosperidade voltará a iluminar a nossa jornada. A saúde será reconquistada. E a serenidade procurará pouso em nosso atribulado coração. O príncipe tomou o anel em suas mãos e, examinando-o serenamente, concluiu: — No meio de estonteantes triunfos ou sob grandes dificuldades, em todos os momentos culminantes de minha vida, jamais esquecerei tal ensinamento. Isso passa. Lembremos deste ensinamento. Tudo é transitório. Passa a dor, passa o problema. Passa a tempestade. Passa a abundância. Às vezes parece difícil demais. Os problemas se acumulam. As frustrações nos abatem. As tristezas nos invadem. Os momentos de felicidade passam. Os sorrisos vão embora. O amor acaba. Disponhamo-nos a viver o hoje. Viver o agora. O momento. Porque, seja ele bom ou ruim, isso passará. O ontem se foi. E o amanhã não nos pertence. O que nos resta é o hoje. Nos momentos de tristeza, mantenhamos a calma e busquemos a paz. E, nos momentos de felicidade e de tranquilidade, pensemos no futuro. Construamos boas amizades, bons momentos, para que sirva como alicerce do nosso bem-estar. E, em todos os momentos, aproximemo-nos de Deus. Para tudo há uma esperança e uma solução. A compreensão de viver é entender a vida no sentido mais amplo. Nesta razão, traçamos objetivamente a vida, através da boa vivência, da fé e do amor que distribuímos ao próximo. E, dia após dia, que esse seja nosso lema diário. E azul, tudo passa. Pensemos nisso, mas pensemos agora. Mantenhamos a paz.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um príncipe da Pérsia muito generoso tinha em sua corte um sábio cuja função era orientá-lo em suas decisões, esclarecê-lo em suas dúvidas e corrigi-lo em seus erros e injustiças. Um dia, bem cedo, o príncipe ordenou que o conselheiro viesse à sua presença e disse: — Acabo de receber este pequeno cofre, dentro do qual havia apenas este anel de ouro. O conselheiro examinou a joia e, depois de refletir durante algum tempo, falou: — Afirmo que este anel é uma das mais antigas e valiosas peças do tesouro persa. Como vê, no rico escudo em forma de tâmara, ele ostenta, em letras bem talhadas, a palavra Iazu. Iazu é a palavra mais expressiva e eloquente entre todas as que figuram no riquíssimo vocabulário persa. Tem o dom de nos tornar alegres, quando estamos tristes, e de moderar nossas alegrias nos momentos de extrema felicidade e ventura. — Singular, muito singular — refletiu o soberano —, mas insisto em perguntar: o que significa tal palavra? Iazu, ao príncipe, dentro da sua espantosa simplicidade, significa apenas isso passa, ou tudo passa. Há ocasiões em que nos sentimos aniquilados pelos sofrimentos, pelas enfermidades, feridos pelas aflições, pelos golpes imprevistos do infortúnio. Para que o ânimo volte ao nosso espírito, proferimos, cheios de fé, fortalecidos de esperanças e azul: — Sim, tudo passa. Virão dias melhores, dias calmos e felizes. A prosperidade voltará a iluminar a nossa jornada. A saúde será reconquistada. E a serenidade procurará pouso em nosso atribulado coração. O príncipe tomou o anel em suas mãos e, examinando-o serenamente, concluiu: — No meio de estonteantes triunfos ou sob grandes dificuldades, em todos os momentos culminantes de minha vida, jamais esquecerei tal ensinamento. Isso passa. Lembremos deste ensinamento. Tudo é transitório. Passa a dor, passa o problema. Passa a tempestade. Passa a abundância. Às vezes parece difícil demais. Os problemas se acumulam. As frustrações nos abatem. As tristezas nos invadem. Os momentos de felicidade passam. Os sorrisos vão embora. O amor acaba. Disponhamo-nos a viver o hoje. Viver o agora. O momento. Porque, seja ele bom ou ruim, isso passará. O ontem se foi. E o amanhã não nos pertence. O que nos resta é o hoje. Nos momentos de tristeza, mantenhamos a calma e busquemos a paz. E, nos momentos de felicidade e de tranquilidade, pensemos no futuro. Construamos boas amizades, bons momentos, para que sirva como alicerce do nosso bem-estar. E, em todos os momentos, aproximemo-nos de Deus. Para tudo há uma esperança e uma solução. A compreensão de viver é entender a vida no sentido mais amplo. Nesta razão, traçamos objetivamente a vida, através da boa vivência, da fé e do amor que distribuímos ao próximo. E, dia após dia, que esse seja nosso lema diário. E azul, tudo passa. Pensemos nisso, mas pensemos agora. Mantenhamos a paz.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TUDO PASSA ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Em uma aldeia no Líbano vivia um médico muito sábio. Ele era um homem rico e, por essa razão, atendia a todos sem cobrar nada. Muitas pessoas caminhavam por dias para serem atendidas por ele. Esse médico tinha uma gata que, todas as noites, se sentava com ele na varanda, e eles faziam e a companhia um ao outro até a hora de ir dormir. A gatinha era muito educada e, sempre que estava com fome, ia até a cozinha e ficava miando na porta até que o cozinheiro lhe dava um pote de comida. Certo dia, a gata não miou. Entrou na cozinha, subiu na pia, roubou um pedaço de carne que o cozinheiro ia preparar e, quando estava fugindo, o cozinheiro a viu. Irritado com o atrevimento da gata, ele a enxotou da cozinha com uma vassoura. Naquela noite, a gata não apareceu na varanda, e o médico ficou preocupado. No dia seguinte, ele começou a procurá-la e pediu ajuda de seus empregados. Quando viu o que estava acontecendo, o cozinheiro contou ao médico o que tinha havido no dia anterior. Logo, um de seus empregados apareceu contando que tinha encontrado a gata. O médico o acompanhou, e eles descobriram que ela tinha tido filhotes e eles estavam na fase de começar a comer. Ele entendeu a atitude da gata e foi falar com o cozinheiro. A gata não roubou a carne por vontade própria, e sim pelo amor e pela necessidade de seus filhotes. Ela não deveria ter sido maltratada por isso. Qualquer mãe, para atender as necessidades dos filhos, pode tomar atitudes extremas. Vemos nessa história que o cozinheiro teve um julgamento precipitado sobre uma atitude, o da gata, em pegar comida na cozinha, atitude que não era comum de sua parte. E só depois, conversando com o patrão, ele entendeu o porquê daquela ação da felina. Ela estava pegando comida para dar aos filhotes. Aprendemos que os meios justificam as ações? Não, pois não é sobre o outro, e sim sobre a nossa capacidade de julgar equivocadamente o outro. Você consegue se lembrar da última vez que fez um julgamento errôneo sobre algo ou alguém e, depois que soube dos fatos, se arrependeu de ter julgado? Essa história nos ensina isso, sobre não julgarmos o outro sem sabermos o que o levou a tal atitude. Sim, eu entendo que nem todas as atitudes serão justificadas ou desculpadas por causa do motivo que a ocasionaram, mas que possamos frear nossos julgamentos a respeito do outro. Lembrar que o Messias, enquanto esteve por aqui, disse que, da mesma forma que julgarmos alguém, assim também seremos julgados. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Em uma aldeia no Líbano vivia um médico muito sábio. Ele era um homem rico e, por essa razão, atendia a todos sem cobrar nada. Muitas pessoas caminhavam por dias para serem atendidas por ele. Esse médico tinha uma gata que, todas as noites, se sentava com ele na varanda, e eles faziam e a companhia um ao outro até a hora de ir dormir. A gatinha era muito educada e, sempre que estava com fome, ia até a cozinha e ficava miando na porta até que o cozinheiro lhe dava um pote de comida. Certo dia, a gata não miou. Entrou na cozinha, subiu na pia, roubou um pedaço de carne que o cozinheiro ia preparar e, quando estava fugindo, o cozinheiro a viu. Irritado com o atrevimento da gata, ele a enxotou da cozinha com uma vassoura. Naquela noite, a gata não apareceu na varanda, e o médico ficou preocupado. No dia seguinte, ele começou a procurá-la e pediu ajuda de seus empregados. Quando viu o que estava acontecendo, o cozinheiro contou ao médico o que tinha havido no dia anterior. Logo, um de seus empregados apareceu contando que tinha encontrado a gata. O médico o acompanhou, e eles descobriram que ela tinha tido filhotes e eles estavam na fase de começar a comer. Ele entendeu a atitude da gata e foi falar com o cozinheiro. A gata não roubou a carne por vontade própria, e sim pelo amor e pela necessidade de seus filhotes. Ela não deveria ter sido maltratada por isso. Qualquer mãe, para atender as necessidades dos filhos, pode tomar atitudes extremas. Vemos nessa história que o cozinheiro teve um julgamento precipitado sobre uma atitude, o da gata, em pegar comida na cozinha, atitude que não era comum de sua parte. E só depois, conversando com o patrão, ele entendeu o porquê daquela ação da felina. Ela estava pegando comida para dar aos filhotes. Aprendemos que os meios justificam as ações? Não, pois não é sobre o outro, e sim sobre a nossa capacidade de julgar equivocadamente o outro. Você consegue se lembrar da última vez que fez um julgamento errôneo sobre algo ou alguém e, depois que soube dos fatos, se arrependeu de ter julgado? Essa história nos ensina isso, sobre não julgarmos o outro sem sabermos o que o levou a tal atitude. Sim, eu entendo que nem todas as atitudes serão justificadas ou desculpadas por causa do motivo que a ocasionaram, mas que possamos frear nossos julgamentos a respeito do outro. Lembrar que o Messias, enquanto esteve por aqui, disse que, da mesma forma que julgarmos alguém, assim também seremos julgados. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Em uma aldeia no Líbano vivia um médico muito sábio. Ele era um homem rico e, por essa razão, atendia a todos sem cobrar nada. Muitas pessoas caminhavam por dias para serem atendidas por ele. Esse médico tinha uma gata que, todas as noites, se sentava com ele na varanda, e eles faziam e a companhia um ao outro até a hora de ir dormir. A gatinha era muito educada e, sempre que estava com fome, ia até a cozinha e ficava miando na porta até que o cozinheiro lhe dava um pote de comida. Certo dia, a gata não miou. Entrou na cozinha, subiu na pia, roubou um pedaço de carne que o cozinheiro ia preparar e, quando estava fugindo, o cozinheiro a viu. Irritado com o atrevimento da gata, ele a enxotou da cozinha com uma vassoura. Naquela noite, a gata não apareceu na varanda, e o médico ficou preocupado. No dia seguinte, ele começou a procurá-la e pediu ajuda de seus empregados. Quando viu o que estava acontecendo, o cozinheiro contou ao médico o que tinha havido no dia anterior. Logo, um de seus empregados apareceu contando que tinha encontrado a gata. O médico o acompanhou, e eles descobriram que ela tinha tido filhotes e eles estavam na fase de começar a comer. Ele entendeu a atitude da gata e foi falar com o cozinheiro. A gata não roubou a carne por vontade própria, e sim pelo amor e pela necessidade de seus filhotes. Ela não deveria ter sido maltratada por isso. Qualquer mãe, para atender as necessidades dos filhos, pode tomar atitudes extremas. Vemos nessa história que o cozinheiro teve um julgamento precipitado sobre uma atitude, o da gata, em pegar comida na cozinha, atitude que não era comum de sua parte. E só depois, conversando com o patrão, ele entendeu o porquê daquela ação da felina. Ela estava pegando comida para dar aos filhotes. Aprendemos que os meios justificam as ações? Não, pois não é sobre o outro, e sim sobre a nossa capacidade de julgar equivocadamente o outro. Você consegue se lembrar da última vez que fez um julgamento errôneo sobre algo ou alguém e, depois que soube dos fatos, se arrependeu de ter julgado? Essa história nos ensina isso, sobre não julgarmos o outro sem sabermos o que o levou a tal atitude. Sim, eu entendo que nem todas as atitudes serão justificadas ou desculpadas por causa do motivo que a ocasionaram, mas que possamos frear nossos julgamentos a respeito do outro. Lembrar que o Messias, enquanto esteve por aqui, disse que, da mesma forma que julgarmos alguém, assim também seremos julgados. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Em uma aldeia no Líbano vivia um médico muito sábio. Ele era um homem rico e, por essa razão, atendia a todos sem cobrar nada. Muitas pessoas caminhavam por dias para serem atendidas por ele. Esse médico tinha uma gata que, todas as noites, se sentava com ele na varanda, e eles faziam e a companhia um ao outro até a hora de ir dormir. A gatinha era muito educada e, sempre que estava com fome, ia até a cozinha e ficava miando na porta até que o cozinheiro lhe dava um pote de comida. Certo dia, a gata não miou. Entrou na cozinha, subiu na pia, roubou um pedaço de carne que o cozinheiro ia preparar e, quando estava fugindo, o cozinheiro a viu. Irritado com o atrevimento da gata, ele a enxotou da cozinha com uma vassoura. Naquela noite, a gata não apareceu na varanda, e o médico ficou preocupado. No dia seguinte, ele começou a procurá-la e pediu ajuda de seus empregados. Quando viu o que estava acontecendo, o cozinheiro contou ao médico o que tinha havido no dia anterior. Logo, um de seus empregados apareceu contando que tinha encontrado a gata. O médico o acompanhou, e eles descobriram que ela tinha tido filhotes e eles estavam na fase de começar a comer. Ele entendeu a atitude da gata e foi falar com o cozinheiro. A gata não roubou a carne por vontade própria, e sim pelo amor e pela necessidade de seus filhotes. Ela não deveria ter sido maltratada por isso. Qualquer mãe, para atender as necessidades dos filhos, pode tomar atitudes extremas. Vemos nessa história que o cozinheiro teve um julgamento precipitado sobre uma atitude, o da gata, em pegar comida na cozinha, atitude que não era comum de sua parte. E só depois, conversando com o patrão, ele entendeu o porquê daquela ação da felina. Ela estava pegando comida para dar aos filhotes. Aprendemos que os meios justificam as ações? Não, pois não é sobre o outro, e sim sobre a nossa capacidade de julgar equivocadamente o outro. Você consegue se lembrar da última vez que fez um julgamento errôneo sobre algo ou alguém e, depois que soube dos fatos, se arrependeu de ter julgado? Essa história nos ensina isso, sobre não julgarmos o outro sem sabermos o que o levou a tal atitude. Sim, eu entendo que nem todas as atitudes serão justificadas ou desculpadas por causa do motivo que a ocasionaram, mas que possamos frear nossos julgamentos a respeito do outro. Lembrar que o Messias, enquanto esteve por aqui, disse que, da mesma forma que julgarmos alguém, assim também seremos julgados. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ JULGUE MENOS, ENTENDA MAIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Você já observou que, de repente, as folhas das árvores começam a nascer, as flores aparecem e tudo passa a ter tons de roxo, amarelo, rosa, branco, uma infinidade de cores, de vida, que começa a substituir o marrom do inverno e, sem perceber, mais uma estação acabou e um novo ciclo começou? A primavera chegou com suas cores e o perfume inigualável das flores no ar e, observando o seu colorido e aproveitando os dias, esquecemos que, algum tempo atrás, tudo estava sem cor e sem vida. O curioso é que nossas vidas são como as passagens das estações. Em algumas delas, estamos felizes e realizados e, em outras, estamos tristes e com dor no coração. Porque uma estação acabou, e as estações da vida de alguém que amamos acabaram. E esses invernos são tristes, sem cor, sem vida, desolados. Sentimos frio e, aparentemente, nada aquecerá nossos corações. Mas tudo é efêmero. Assim como as estações, a vida tem ciclos. E, no transcorrer dos anos, muitas mudanças ocorrem. As estações nos dão a oportunidade de redescobrirmos o significado da vida, de renovarmos o nosso sentido, a nossa cor, e passamos a viver e não apenas existir. Quando os ciclos mudarem e novas estações chegarem, viva o momento. Abrace o inverno; não há mal algum em sofrer. Sorria na primavera, colhe os frutos do outono e aprecie o calor do verão. A vida é uma dádiva divina que nos permite experimentar todas as nuanças. Cada uma delas tem sua beleza, sua lição, seu propósito. Cada uma delas nos prepara para a próxima estação, nos fortalece, nos amadurece, nos enriquece. A cada amanhecer, é uma chance para que um novo ciclo comece. Mas tenha sempre em mente que a renovação é um processo contínuo e pessoal. Cada um tem o seu ritmo e seu estilo de se renovar. O importante é não deixar que ninguém estrague o dom divino de se reinventar. Não tenha medo das mudanças; elas são inevitáveis e necessárias. Não se apegue ao que se foi, mas agradeça o que foi vivido. Não se entristeça pelo que não pode mais ter, nem por aquele que não se pode mais abraçar. Mas alegre-se pelos momentos e memórias que aquecem a alma. Cultive as estações! Aproxime-se das pessoas que te amam e te apoiam. Demonstre o seu amor e o seu apoio a elas, pois o amor é o alimento da vida. Compartilhe momentos bons e ruins. Seja gentil, compreensivo, generoso, seja inteiro. Viva todas as estações e não apenas exista nelas. Renove-se a cada ciclo, porque as almas mais lindas do mundo são moldadas pelas sabedorias dos anos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já observou que, de repente, as folhas das árvores começam a nascer, as flores aparecem e tudo passa a ter tons de roxo, amarelo, rosa, branco, uma infinidade de cores, de vida, que começa a substituir o marrom do inverno e, sem perceber, mais uma estação acabou e um novo ciclo começou? A primavera chegou com suas cores e o perfume inigualável das flores no ar e, observando o seu colorido e aproveitando os dias, esquecemos que, algum tempo atrás, tudo estava sem cor e sem vida. O curioso é que nossas vidas são como as passagens das estações. Em algumas delas, estamos felizes e realizados e, em outras, estamos tristes e com dor no coração. Porque uma estação acabou, e as estações da vida de alguém que amamos acabaram. E esses invernos são tristes, sem cor, sem vida, desolados. Sentimos frio e, aparentemente, nada aquecerá nossos corações. Mas tudo é efêmero. Assim como as estações, a vida tem ciclos. E, no transcorrer dos anos, muitas mudanças ocorrem. As estações nos dão a oportunidade de redescobrirmos o significado da vida, de renovarmos o nosso sentido, a nossa cor, e passamos a viver e não apenas existir. Quando os ciclos mudarem e novas estações chegarem, viva o momento. Abrace o inverno; não há mal algum em sofrer. Sorria na primavera, colhe os frutos do outono e aprecie o calor do verão. A vida é uma dádiva divina que nos permite experimentar todas as nuanças. Cada uma delas tem sua beleza, sua lição, seu propósito. Cada uma delas nos prepara para a próxima estação, nos fortalece, nos amadurece, nos enriquece. A cada amanhecer, é uma chance para que um novo ciclo comece. Mas tenha sempre em mente que a renovação é um processo contínuo e pessoal. Cada um tem o seu ritmo e seu estilo de se renovar. O importante é não deixar que ninguém estrague o dom divino de se reinventar. Não tenha medo das mudanças; elas são inevitáveis e necessárias. Não se apegue ao que se foi, mas agradeça o que foi vivido. Não se entristeça pelo que não pode mais ter, nem por aquele que não se pode mais abraçar. Mas alegre-se pelos momentos e memórias que aquecem a alma. Cultive as estações! Aproxime-se das pessoas que te amam e te apoiam. Demonstre o seu amor e o seu apoio a elas, pois o amor é o alimento da vida. Compartilhe momentos bons e ruins. Seja gentil, compreensivo, generoso, seja inteiro. Viva todas as estações e não apenas exista nelas. Renove-se a cada ciclo, porque as almas mais lindas do mundo são moldadas pelas sabedorias dos anos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já observou que, de repente, as folhas das árvores começam a nascer, as flores aparecem e tudo passa a ter tons de roxo, amarelo, rosa, branco, uma infinidade de cores, de vida, que começa a substituir o marrom do inverno e, sem perceber, mais uma estação acabou e um novo ciclo começou? A primavera chegou com suas cores e o perfume inigualável das flores no ar e, observando o seu colorido e aproveitando os dias, esquecemos que, algum tempo atrás, tudo estava sem cor e sem vida. O curioso é que nossas vidas são como as passagens das estações. Em algumas delas, estamos felizes e realizados e, em outras, estamos tristes e com dor no coração. Porque uma estação acabou, e as estações da vida de alguém que amamos acabaram. E esses invernos são tristes, sem cor, sem vida, desolados. Sentimos frio e, aparentemente, nada aquecerá nossos corações. Mas tudo é efêmero. Assim como as estações, a vida tem ciclos. E, no transcorrer dos anos, muitas mudanças ocorrem. As estações nos dão a oportunidade de redescobrirmos o significado da vida, de renovarmos o nosso sentido, a nossa cor, e passamos a viver e não apenas existir. Quando os ciclos mudarem e novas estações chegarem, viva o momento. Abrace o inverno; não há mal algum em sofrer. Sorria na primavera, colhe os frutos do outono e aprecie o calor do verão. A vida é uma dádiva divina que nos permite experimentar todas as nuanças. Cada uma delas tem sua beleza, sua lição, seu propósito. Cada uma delas nos prepara para a próxima estação, nos fortalece, nos amadurece, nos enriquece. A cada amanhecer, é uma chance para que um novo ciclo comece. Mas tenha sempre em mente que a renovação é um processo contínuo e pessoal. Cada um tem o seu ritmo e seu estilo de se renovar. O importante é não deixar que ninguém estrague o dom divino de se reinventar. Não tenha medo das mudanças; elas são inevitáveis e necessárias. Não se apegue ao que se foi, mas agradeça o que foi vivido. Não se entristeça pelo que não pode mais ter, nem por aquele que não se pode mais abraçar. Mas alegre-se pelos momentos e memórias que aquecem a alma. Cultive as estações! Aproxime-se das pessoas que te amam e te apoiam. Demonstre o seu amor e o seu apoio a elas, pois o amor é o alimento da vida. Compartilhe momentos bons e ruins. Seja gentil, compreensivo, generoso, seja inteiro. Viva todas as estações e não apenas exista nelas. Renove-se a cada ciclo, porque as almas mais lindas do mundo são moldadas pelas sabedorias dos anos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já observou que, de repente, as folhas das árvores começam a nascer, as flores aparecem e tudo passa a ter tons de roxo, amarelo, rosa, branco, uma infinidade de cores, de vida, que começa a substituir o marrom do inverno e, sem perceber, mais uma estação acabou e um novo ciclo começou? A primavera chegou com suas cores e o perfume inigualável das flores no ar e, observando o seu colorido e aproveitando os dias, esquecemos que, algum tempo atrás, tudo estava sem cor e sem vida. O curioso é que nossas vidas são como as passagens das estações. Em algumas delas, estamos felizes e realizados e, em outras, estamos tristes e com dor no coração. Porque uma estação acabou, e as estações da vida de alguém que amamos acabaram. E esses invernos são tristes, sem cor, sem vida, desolados. Sentimos frio e, aparentemente, nada aquecerá nossos corações. Mas tudo é efêmero. Assim como as estações, a vida tem ciclos. E, no transcorrer dos anos, muitas mudanças ocorrem. As estações nos dão a oportunidade de redescobrirmos o significado da vida, de renovarmos o nosso sentido, a nossa cor, e passamos a viver e não apenas existir. Quando os ciclos mudarem e novas estações chegarem, viva o momento. Abrace o inverno; não há mal algum em sofrer. Sorria na primavera, colhe os frutos do outono e aprecie o calor do verão. A vida é uma dádiva divina que nos permite experimentar todas as nuanças. Cada uma delas tem sua beleza, sua lição, seu propósito. Cada uma delas nos prepara para a próxima estação, nos fortalece, nos amadurece, nos enriquece. A cada amanhecer, é uma chance para que um novo ciclo comece. Mas tenha sempre em mente que a renovação é um processo contínuo e pessoal. Cada um tem o seu ritmo e seu estilo de se renovar. O importante é não deixar que ninguém estrague o dom divino de se reinventar. Não tenha medo das mudanças; elas são inevitáveis e necessárias. Não se apegue ao que se foi, mas agradeça o que foi vivido. Não se entristeça pelo que não pode mais ter, nem por aquele que não se pode mais abraçar. Mas alegre-se pelos momentos e memórias que aquecem a alma. Cultive as estações! Aproxime-se das pessoas que te amam e te apoiam. Demonstre o seu amor e o seu apoio a elas, pois o amor é o alimento da vida. Compartilhe momentos bons e ruins. Seja gentil, compreensivo, generoso, seja inteiro. Viva todas as estações e não apenas exista nelas. Renove-se a cada ciclo, porque as almas mais lindas do mundo são moldadas pelas sabedorias dos anos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO INTELIGENTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação das esperanças. Espera-se o Ano-Novo para começar uma vida nova, estabelecer novas metas e renovar propósitos para tantas coisas. É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses, pararem para pensar em seus projetos. Mesmo sabendo que o tempo só existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual toda vez que um novo período se inicia. Mas, falando em lista de bons propósitos, você já se deu conta de que quase sempre esquecemos o que listamos? Muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista. O Ano-Novo deve ter um significado especial. Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção ganha importância na medida em que nos condiciona ao início de uma etapa diferente, renovada, fazendo com que nos sintamos motivados à renovação. Renovação de hábitos, de atitudes, de prioridades, como estar mais com a família e reorganizar as horas dedicadas ao trabalho profissional. Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo o nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando-nos de não apenas perguntar se já fizeram a lição de casa, mas participar, acompanhar, interessar-nos pelos conteúdos escolares. Devemos dedicar mais tempo às crianças, não apenas em passeios à praia ou nas viagens de férias, mas também no dia a dia: um momento para o lanche, uma boa conversa, uma saída para saborear um sorvete e apreciar a carinha lambuzada de chocolate. Também vale reservar uma tarde para conversar com os mais velhos, ainda que à distância, por telefone ou pela internet. Trocar e-mails afetuosos, e não apenas aqueles relacionados a decisões ou finanças. Usar o telefone simplesmente para dar um "olá", desejar boa viagem, feliz aniversário ou dizer que sentiu saudades. Bom, você também pode fazer o propósito de comer menos doces, diminuir os carboidratos da sua dieta, visando uma melhor qualidade de vida ou, simplesmente, adequar-se ao seu peso. Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, pentear os fios para o outro lado, aprender um novo idioma, fazer uma visita ao dentista e, é claro, realizar um bom check-up. Cuidar da saúde é essencial. Melhor ainda é não esquecer de formular propósitos para a sua alma. Acrescente à lista estudar mais, ler mais, compreender melhor o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir alguém com alegria e bom ânimo. Com certeza, cada um terá muitos outros itens para acrescentar à lista. Até mesmo coisas simples, como mudar o caminho de ida e volta do trabalho para casa. Ou desafios maiores, como se dispor a pensar um pouco mais no outro e não exclusivamente em si, especialmente nos relacionamentos a dois. Imprescindível, no entanto, é que você deixe essa lista em um lugar visível, para olhá-la muitas vezes durante todo o ano. É importante lembrar-se de lê-la com frequência, acompanhando aquilo que já conseguiu realizar e identificando onde ainda precisa investir mais, persistindo até alcançar a vitória. Ainda estamos no mês de janeiro. Você tem o ano inteiro pela frente. Que este seja um ano de concretas realizações em sua vida. Faça algo diferente. Pense nisso... mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação das esperanças. Espera-se o Ano-Novo para começar uma vida nova, estabelecer novas metas e renovar propósitos para tantas coisas. É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses, pararem para pensar em seus projetos. Mesmo sabendo que o tempo só existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual toda vez que um novo período se inicia. Mas, falando em lista de bons propósitos, você já se deu conta de que quase sempre esquecemos o que listamos? Muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista. O Ano-Novo deve ter um significado especial. Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção ganha importância na medida em que nos condiciona ao início de uma etapa diferente, renovada, fazendo com que nos sintamos motivados à renovação. Renovação de hábitos, de atitudes, de prioridades, como estar mais com a família e reorganizar as horas dedicadas ao trabalho profissional. Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo o nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando-nos de não apenas perguntar se já fizeram a lição de casa, mas participar, acompanhar, interessar-nos pelos conteúdos escolares. Devemos dedicar mais tempo às crianças, não apenas em passeios à praia ou nas viagens de férias, mas também no dia a dia: um momento para o lanche, uma boa conversa, uma saída para saborear um sorvete e apreciar a carinha lambuzada de chocolate. Também vale reservar uma tarde para conversar com os mais velhos, ainda que à distância, por telefone ou pela internet. Trocar e-mails afetuosos, e não apenas aqueles relacionados a decisões ou finanças. Usar o telefone simplesmente para dar um "olá", desejar boa viagem, feliz aniversário ou dizer que sentiu saudades. Bom, você também pode fazer o propósito de comer menos doces, diminuir os carboidratos da sua dieta, visando uma melhor qualidade de vida ou, simplesmente, adequar-se ao seu peso. Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, pentear os fios para o outro lado, aprender um novo idioma, fazer uma visita ao dentista e, é claro, realizar um bom check-up. Cuidar da saúde é essencial. Melhor ainda é não esquecer de formular propósitos para a sua alma. Acrescente à lista estudar mais, ler mais, compreender melhor o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir alguém com alegria e bom ânimo. Com certeza, cada um terá muitos outros itens para acrescentar à lista. Até mesmo coisas simples, como mudar o caminho de ida e volta do trabalho para casa. Ou desafios maiores, como se dispor a pensar um pouco mais no outro e não exclusivamente em si, especialmente nos relacionamentos a dois. Imprescindível, no entanto, é que você deixe essa lista em um lugar visível, para olhá-la muitas vezes durante todo o ano. É importante lembrar-se de lê-la com frequência, acompanhando aquilo que já conseguiu realizar e identificando onde ainda precisa investir mais, persistindo até alcançar a vitória. Ainda estamos no mês de janeiro. Você tem o ano inteiro pela frente. Que este seja um ano de concretas realizações em sua vida. Faça algo diferente. Pense nisso... mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação das esperanças. Espera-se o Ano-Novo para começar uma vida nova, estabelecer novas metas e renovar propósitos para tantas coisas. É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses, pararem para pensar em seus projetos. Mesmo sabendo que o tempo só existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual toda vez que um novo período se inicia. Mas, falando em lista de bons propósitos, você já se deu conta de que quase sempre esquecemos o que listamos? Muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista. O Ano-Novo deve ter um significado especial. Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção ganha importância na medida em que nos condiciona ao início de uma etapa diferente, renovada, fazendo com que nos sintamos motivados à renovação. Renovação de hábitos, de atitudes, de prioridades, como estar mais com a família e reorganizar as horas dedicadas ao trabalho profissional. Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo o nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando-nos de não apenas perguntar se já fizeram a lição de casa, mas participar, acompanhar, interessar-nos pelos conteúdos escolares. Devemos dedicar mais tempo às crianças, não apenas em passeios à praia ou nas viagens de férias, mas também no dia a dia: um momento para o lanche, uma boa conversa, uma saída para saborear um sorvete e apreciar a carinha lambuzada de chocolate. Também vale reservar uma tarde para conversar com os mais velhos, ainda que à distância, por telefone ou pela internet. Trocar e-mails afetuosos, e não apenas aqueles relacionados a decisões ou finanças. Usar o telefone simplesmente para dar um "olá", desejar boa viagem, feliz aniversário ou dizer que sentiu saudades. Bom, você também pode fazer o propósito de comer menos doces, diminuir os carboidratos da sua dieta, visando uma melhor qualidade de vida ou, simplesmente, adequar-se ao seu peso. Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, pentear os fios para o outro lado, aprender um novo idioma, fazer uma visita ao dentista e, é claro, realizar um bom check-up. Cuidar da saúde é essencial. Melhor ainda é não esquecer de formular propósitos para a sua alma. Acrescente à lista estudar mais, ler mais, compreender melhor o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir alguém com alegria e bom ânimo. Com certeza, cada um terá muitos outros itens para acrescentar à lista. Até mesmo coisas simples, como mudar o caminho de ida e volta do trabalho para casa. Ou desafios maiores, como se dispor a pensar um pouco mais no outro e não exclusivamente em si, especialmente nos relacionamentos a dois. Imprescindível, no entanto, é que você deixe essa lista em um lugar visível, para olhá-la muitas vezes durante todo o ano. É importante lembrar-se de lê-la com frequência, acompanhando aquilo que já conseguiu realizar e identificando onde ainda precisa investir mais, persistindo até alcançar a vitória. Ainda estamos no mês de janeiro. Você tem o ano inteiro pela frente. Que este seja um ano de concretas realizações em sua vida. Faça algo diferente. Pense nisso... mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação das esperanças. Espera-se o Ano-Novo para começar uma vida nova, estabelecer novas metas e renovar propósitos para tantas coisas. É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses, pararem para pensar em seus projetos. Mesmo sabendo que o tempo só existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual toda vez que um novo período se inicia. Mas, falando em lista de bons propósitos, você já se deu conta de que quase sempre esquecemos o que listamos? Muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista. O Ano-Novo deve ter um significado especial. Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção ganha importância na medida em que nos condiciona ao início de uma etapa diferente, renovada, fazendo com que nos sintamos motivados à renovação. Renovação de hábitos, de atitudes, de prioridades, como estar mais com a família e reorganizar as horas dedicadas ao trabalho profissional. Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo o nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando-nos de não apenas perguntar se já fizeram a lição de casa, mas participar, acompanhar, interessar-nos pelos conteúdos escolares. Devemos dedicar mais tempo às crianças, não apenas em passeios à praia ou nas viagens de férias, mas também no dia a dia: um momento para o lanche, uma boa conversa, uma saída para saborear um sorvete e apreciar a carinha lambuzada de chocolate. Também vale reservar uma tarde para conversar com os mais velhos, ainda que à distância, por telefone ou pela internet. Trocar e-mails afetuosos, e não apenas aqueles relacionados a decisões ou finanças. Usar o telefone simplesmente para dar um "olá", desejar boa viagem, feliz aniversário ou dizer que sentiu saudades. Bom, você também pode fazer o propósito de comer menos doces, diminuir os carboidratos da sua dieta, visando uma melhor qualidade de vida ou, simplesmente, adequar-se ao seu peso. Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, pentear os fios para o outro lado, aprender um novo idioma, fazer uma visita ao dentista e, é claro, realizar um bom check-up. Cuidar da saúde é essencial. Melhor ainda é não esquecer de formular propósitos para a sua alma. Acrescente à lista estudar mais, ler mais, compreender melhor o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir alguém com alegria e bom ânimo. Com certeza, cada um terá muitos outros itens para acrescentar à lista. Até mesmo coisas simples, como mudar o caminho de ida e volta do trabalho para casa. Ou desafios maiores, como se dispor a pensar um pouco mais no outro e não exclusivamente em si, especialmente nos relacionamentos a dois. Imprescindível, no entanto, é que você deixe essa lista em um lugar visível, para olhá-la muitas vezes durante todo o ano. É importante lembrar-se de lê-la com frequência, acompanhando aquilo que já conseguiu realizar e identificando onde ainda precisa investir mais, persistindo até alcançar a vitória. Ainda estamos no mês de janeiro. Você tem o ano inteiro pela frente. Que este seja um ano de concretas realizações em sua vida. Faça algo diferente. Pense nisso... mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ANO NOVO PELA FRENTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PORQUE OS CÃES VIVEM MENOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um garoto, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra em uma loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que o embrulhe para presente.
– É para minha mãe, disse com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o garoto e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete, algum artigo mais significativo, algo que significasse um presente de verdade. 
O garoto, notando a hesitação do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar, colocando a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
 O dono da loja ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. E lembrou de sua própria mãe, fora pobre e, muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presenteá-la. Mas, quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. 
 Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso, então perguntou:
– Moço, está faltando alguma coisa?
– Não – respondeu o proprietário da loja – é que, de repente, me lembrei de minha mãe, que morreu quando eu ainda era jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, nunca consegui comprar nada.
Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino:
– Nem mesmo um sabonete?
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da ideia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês, sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo tão pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra, e pensara em melhorar o presente daquele garoto. Comovido, entendeu que, naquele dia, tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: Um gesto de amor!
O amor é lindo e deve ser demonstrado e vivido em todos os momentos, através de gestos sinceros.  As vezes acreditamos que para demostrar o nosso afeto precisamos de um gesto grandioso, quanto na verdade são as pequenas coisas, um sorriso, um abraço, uma lembrança especial, onde demostramos todo o nosso carinho por quem amamos. 
Faça hoje mesmo um gesto de amor, para as pessoas importantes da sua vida. 

Pense nisso. Mas pense agora. 

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um garoto, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra em uma loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que o embrulhe para presente.
– É para minha mãe, disse com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o garoto e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete, algum artigo mais significativo, algo que significasse um presente de verdade. 
O garoto, notando a hesitação do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar, colocando a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
 O dono da loja ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. E lembrou de sua própria mãe, fora pobre e, muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presenteá-la. Mas, quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. 
 Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso, então perguntou:
– Moço, está faltando alguma coisa?
– Não – respondeu o proprietário da loja – é que, de repente, me lembrei de minha mãe, que morreu quando eu ainda era jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, nunca consegui comprar nada.
Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino:
– Nem mesmo um sabonete?
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da ideia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês, sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo tão pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra, e pensara em melhorar o presente daquele garoto. Comovido, entendeu que, naquele dia, tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: Um gesto de amor!
O amor é lindo e deve ser demonstrado e vivido em todos os momentos, através de gestos sinceros.  As vezes acreditamos que para demostrar o nosso afeto precisamos de um gesto grandioso, quanto na verdade são as pequenas coisas, um sorriso, um abraço, uma lembrança especial, onde demostramos todo o nosso carinho por quem amamos. 
Faça hoje mesmo um gesto de amor, para as pessoas importantes da sua vida. 

Pense nisso. Mas pense agora. 

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um garoto, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra em uma loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que o embrulhe para presente.
– É para minha mãe, disse com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o garoto e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete, algum artigo mais significativo, algo que significasse um presente de verdade. 
O garoto, notando a hesitação do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar, colocando a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
 O dono da loja ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. E lembrou de sua própria mãe, fora pobre e, muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presenteá-la. Mas, quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. 
 Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso, então perguntou:
– Moço, está faltando alguma coisa?
– Não – respondeu o proprietário da loja – é que, de repente, me lembrei de minha mãe, que morreu quando eu ainda era jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, nunca consegui comprar nada.
Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino:
– Nem mesmo um sabonete?
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da ideia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês, sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo tão pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra, e pensara em melhorar o presente daquele garoto. Comovido, entendeu que, naquele dia, tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: Um gesto de amor!
O amor é lindo e deve ser demonstrado e vivido em todos os momentos, através de gestos sinceros.  As vezes acreditamos que para demostrar o nosso afeto precisamos de um gesto grandioso, quanto na verdade são as pequenas coisas, um sorriso, um abraço, uma lembrança especial, onde demostramos todo o nosso carinho por quem amamos. 
Faça hoje mesmo um gesto de amor, para as pessoas importantes da sua vida. 

Pense nisso. Mas pense agora. 

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um garoto, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra em uma loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que o embrulhe para presente.
– É para minha mãe, disse com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o garoto e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete, algum artigo mais significativo, algo que significasse um presente de verdade. 
O garoto, notando a hesitação do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar, colocando a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
 O dono da loja ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. E lembrou de sua própria mãe, fora pobre e, muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presenteá-la. Mas, quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. 
 Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso, então perguntou:
– Moço, está faltando alguma coisa?
– Não – respondeu o proprietário da loja – é que, de repente, me lembrei de minha mãe, que morreu quando eu ainda era jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, nunca consegui comprar nada.
Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino:
– Nem mesmo um sabonete?
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da ideia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês, sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo tão pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra, e pensara em melhorar o presente daquele garoto. Comovido, entendeu que, naquele dia, tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: Um gesto de amor!
O amor é lindo e deve ser demonstrado e vivido em todos os momentos, através de gestos sinceros.  As vezes acreditamos que para demostrar o nosso afeto precisamos de um gesto grandioso, quanto na verdade são as pequenas coisas, um sorriso, um abraço, uma lembrança especial, onde demostramos todo o nosso carinho por quem amamos. 
Faça hoje mesmo um gesto de amor, para as pessoas importantes da sua vida. 

Pense nisso. Mas pense agora. 

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      <title><![CDATA[UM GESTO DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Charles Plomb foi piloto de caça na guerra do Vietnã. Certo dia, seu avião foi derrubado durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a sua vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro no norte vietnamita. Após sobreviver a esse período e retornar aos Estados Unidos, começou a fazer palestras, relatando a sua audição e o que a prisão lhe ensinara. Um dia, num restaurante, foi saudado por um homem. Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo? Sim, respondeu. Como você sabe? Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade? Charles Plumb, o piloto, ficou boquiaberto. Claro que funcionou. Caso contrário, eu não estaria aqui hoje. Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e perguntando-se quantas vezes via esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse nenhum bom dia. Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro. Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos tão senhores de si como ele próprio. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Hoje, Charles Plumb inicia suas palestras e o faz perguntando à plateia: Quem dobrou seu paraquedas hoje? Como Charles Plumb, aprendemos a importância de valorizar as contribuições dos outros em nossas vidas. Através de suas experiências de vida, o piloto aprendeu lições valiosas sobre humildade e reconhecimento. O momento de autoconsciência o fez retençar suas atitudes e perceber a importância de cada pessoa, por mais simples ou insignificante que possa parecer seu papel. E, como tal, convida-nos a refletir sobre as muitas pessoas que nos ajudam todos os dias, mas que muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Precisamos valorizar e apreciar as contribuições dos outros, independentemente da sua posição ou estatuto. A história nos lembra que todos dependemos uns dos outros para sobreviver e prosperar. E é importante reconhecer e valorizar o apoio que recebemos ao longo do caminho, grande ou pequeno. Todas as pessoas são importantes. Quando desprezamos alguém, esquecemos que a roda da vida pode virar e um dia nossa vida pode estar nas mãos dela. Uma pergunta para encerrar. Quem dobrou seu paraquedas hoje? Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Charles Plomb foi piloto de caça na guerra do Vietnã. Certo dia, seu avião foi derrubado durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a sua vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro no norte vietnamita. Após sobreviver a esse período e retornar aos Estados Unidos, começou a fazer palestras, relatando a sua audição e o que a prisão lhe ensinara. Um dia, num restaurante, foi saudado por um homem. Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo? Sim, respondeu. Como você sabe? Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade? Charles Plumb, o piloto, ficou boquiaberto. Claro que funcionou. Caso contrário, eu não estaria aqui hoje. Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e perguntando-se quantas vezes via esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse nenhum bom dia. Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro. Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos tão senhores de si como ele próprio. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Hoje, Charles Plumb inicia suas palestras e o faz perguntando à plateia: Quem dobrou seu paraquedas hoje? Como Charles Plumb, aprendemos a importância de valorizar as contribuições dos outros em nossas vidas. Através de suas experiências de vida, o piloto aprendeu lições valiosas sobre humildade e reconhecimento. O momento de autoconsciência o fez retençar suas atitudes e perceber a importância de cada pessoa, por mais simples ou insignificante que possa parecer seu papel. E, como tal, convida-nos a refletir sobre as muitas pessoas que nos ajudam todos os dias, mas que muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Precisamos valorizar e apreciar as contribuições dos outros, independentemente da sua posição ou estatuto. A história nos lembra que todos dependemos uns dos outros para sobreviver e prosperar. E é importante reconhecer e valorizar o apoio que recebemos ao longo do caminho, grande ou pequeno. Todas as pessoas são importantes. Quando desprezamos alguém, esquecemos que a roda da vida pode virar e um dia nossa vida pode estar nas mãos dela. Uma pergunta para encerrar. Quem dobrou seu paraquedas hoje? Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Charles Plomb foi piloto de caça na guerra do Vietnã. Certo dia, seu avião foi derrubado durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a sua vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro no norte vietnamita. Após sobreviver a esse período e retornar aos Estados Unidos, começou a fazer palestras, relatando a sua audição e o que a prisão lhe ensinara. Um dia, num restaurante, foi saudado por um homem. Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo? Sim, respondeu. Como você sabe? Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade? Charles Plumb, o piloto, ficou boquiaberto. Claro que funcionou. Caso contrário, eu não estaria aqui hoje. Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e perguntando-se quantas vezes via esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse nenhum bom dia. Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro. Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos tão senhores de si como ele próprio. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Hoje, Charles Plumb inicia suas palestras e o faz perguntando à plateia: Quem dobrou seu paraquedas hoje? Como Charles Plumb, aprendemos a importância de valorizar as contribuições dos outros em nossas vidas. Através de suas experiências de vida, o piloto aprendeu lições valiosas sobre humildade e reconhecimento. O momento de autoconsciência o fez retençar suas atitudes e perceber a importância de cada pessoa, por mais simples ou insignificante que possa parecer seu papel. E, como tal, convida-nos a refletir sobre as muitas pessoas que nos ajudam todos os dias, mas que muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Precisamos valorizar e apreciar as contribuições dos outros, independentemente da sua posição ou estatuto. A história nos lembra que todos dependemos uns dos outros para sobreviver e prosperar. E é importante reconhecer e valorizar o apoio que recebemos ao longo do caminho, grande ou pequeno. Todas as pessoas são importantes. Quando desprezamos alguém, esquecemos que a roda da vida pode virar e um dia nossa vida pode estar nas mãos dela. Uma pergunta para encerrar. Quem dobrou seu paraquedas hoje? Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Charles Plomb foi piloto de caça na guerra do Vietnã. Certo dia, seu avião foi derrubado durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a sua vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro no norte vietnamita. Após sobreviver a esse período e retornar aos Estados Unidos, começou a fazer palestras, relatando a sua audição e o que a prisão lhe ensinara. Um dia, num restaurante, foi saudado por um homem. Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo? Sim, respondeu. Como você sabe? Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade? Charles Plumb, o piloto, ficou boquiaberto. Claro que funcionou. Caso contrário, eu não estaria aqui hoje. Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e perguntando-se quantas vezes via esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse nenhum bom dia. Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro. Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos tão senhores de si como ele próprio. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Hoje, Charles Plumb inicia suas palestras e o faz perguntando à plateia: Quem dobrou seu paraquedas hoje? Como Charles Plumb, aprendemos a importância de valorizar as contribuições dos outros em nossas vidas. Através de suas experiências de vida, o piloto aprendeu lições valiosas sobre humildade e reconhecimento. O momento de autoconsciência o fez retençar suas atitudes e perceber a importância de cada pessoa, por mais simples ou insignificante que possa parecer seu papel. E, como tal, convida-nos a refletir sobre as muitas pessoas que nos ajudam todos os dias, mas que muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Precisamos valorizar e apreciar as contribuições dos outros, independentemente da sua posição ou estatuto. A história nos lembra que todos dependemos uns dos outros para sobreviver e prosperar. E é importante reconhecer e valorizar o apoio que recebemos ao longo do caminho, grande ou pequeno. Todas as pessoas são importantes. Quando desprezamos alguém, esquecemos que a roda da vida pode virar e um dia nossa vida pode estar nas mãos dela. Uma pergunta para encerrar. Quem dobrou seu paraquedas hoje? Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUEM DOBROU SEU PAREQUEDAS HOJE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A SOBERBA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO VENHA ROUBAR MINHA SOLIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[E NÃO ACONTECEU]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Viver é mais do que simplesmente existir. É mergulhar profundamente na correnteza da vida, deixando que suas águas nos levem a lugares inexplorados, onde as experiências transformam a jornada e descobrimos que não somos meros espectadores, mas, sim, protagonistas da própria história. Nessa jornada, cada gesto de bondade é uma onda suave, tocando corações e transformando toda a realidade ao nosso redor em um mundo onde a empatia é a linguagem universal e todos compreendem o valor de estender a mão ao próximo. Não importa a distância ou as diferenças, pois todos fazem parte de uma mesma teia de conexões. Diante dos desafios globais, como enchentes devastadoras, conflitos armados e escassez de recursos básicos, a empatia e a bondade se destacam. Vemos isso quando locais de arrecadação transbordam e voluntários enfrentam mísseis e adversidades em nome da solidariedade. Embora nem sempre seja evidente, cada passo dado e cada decisão tomada têm o potencial de mudar o futuro. É como uma árvore que cresce lentamente, fincando raízes no solo, enquanto sementes de esperança e compaixão são lançadas. Ao olhar para o próximo, enxergamos não apenas rostos anônimos, mas almas sedentas por amor e compreensão. Pessoas atravessando os momentos mais sombrios de suas vidas, muitas vezes tendo perdido não só lares e posses, mas também entes queridos. Estender a mão aos que sofrem, partilhar sorrisos solidários e oferecer abrigo aos desamparados é saber que as sementes da empatia estão sendo plantadas e que, mais tarde, florescerão em gratidão e solidariedade. É entender que, ao cuidarmos uns dos outros, também cuidamos de nós mesmos e crescemos como pessoas. Acredite que cada conversa pode ser um raio de luz, iluminando o caminho de alguém. As palavras e as ações são como sementes lançadas ao vento, capazes de disseminar gentileza, inspiração e gratidão. Ao nos expressarmos com amor, criamos laços que transcendem o tempo e o espaço. Assim, transformamos o mundo ao nosso redor não com gestos grandiosos ou mirabolantes, mas com pequenas atitudes diárias: um sorriso, uma palavra de encorajamento, um gesto de solidariedade. E, ao olhar para trás, percebemos que a jornada não foi em vão. As sementes plantadas agora oferecem sombra aos que vêm depois. Os rios da vida continuam a fluir, nutrindo a terra e tudo o que ela sustenta, e os corações tocados permanecem aquecidos pela chama da compaixão e da empatia. Portanto, viva com propósito. Transforme o mundo por meio de suas escolhas, palavras e ações. Seja a mudança que deseja ver, desenvolvendo a empatia, a sustentabilidade e o cuidado com o próximo. Pois, afinal, viver é muito mais do que simplesmente existir. É deixar uma marca memorável, indelével, no coração da humanidade. Lembre-se: seja a revolução que deseja ver no mundo. Faça sempre um pouco mais. Pense nisso... mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Viver é mais do que simplesmente existir. É mergulhar profundamente na correnteza da vida, deixando que suas águas nos levem a lugares inexplorados, onde as experiências transformam a jornada e descobrimos que não somos meros espectadores, mas, sim, protagonistas da própria história. Nessa jornada, cada gesto de bondade é uma onda suave, tocando corações e transformando toda a realidade ao nosso redor em um mundo onde a empatia é a linguagem universal e todos compreendem o valor de estender a mão ao próximo. Não importa a distância ou as diferenças, pois todos fazem parte de uma mesma teia de conexões. Diante dos desafios globais, como enchentes devastadoras, conflitos armados e escassez de recursos básicos, a empatia e a bondade se destacam. Vemos isso quando locais de arrecadação transbordam e voluntários enfrentam mísseis e adversidades em nome da solidariedade. Embora nem sempre seja evidente, cada passo dado e cada decisão tomada têm o potencial de mudar o futuro. É como uma árvore que cresce lentamente, fincando raízes no solo, enquanto sementes de esperança e compaixão são lançadas. Ao olhar para o próximo, enxergamos não apenas rostos anônimos, mas almas sedentas por amor e compreensão. Pessoas atravessando os momentos mais sombrios de suas vidas, muitas vezes tendo perdido não só lares e posses, mas também entes queridos. Estender a mão aos que sofrem, partilhar sorrisos solidários e oferecer abrigo aos desamparados é saber que as sementes da empatia estão sendo plantadas e que, mais tarde, florescerão em gratidão e solidariedade. É entender que, ao cuidarmos uns dos outros, também cuidamos de nós mesmos e crescemos como pessoas. Acredite que cada conversa pode ser um raio de luz, iluminando o caminho de alguém. As palavras e as ações são como sementes lançadas ao vento, capazes de disseminar gentileza, inspiração e gratidão. Ao nos expressarmos com amor, criamos laços que transcendem o tempo e o espaço. Assim, transformamos o mundo ao nosso redor não com gestos grandiosos ou mirabolantes, mas com pequenas atitudes diárias: um sorriso, uma palavra de encorajamento, um gesto de solidariedade. E, ao olhar para trás, percebemos que a jornada não foi em vão. As sementes plantadas agora oferecem sombra aos que vêm depois. Os rios da vida continuam a fluir, nutrindo a terra e tudo o que ela sustenta, e os corações tocados permanecem aquecidos pela chama da compaixão e da empatia. Portanto, viva com propósito. Transforme o mundo por meio de suas escolhas, palavras e ações. Seja a mudança que deseja ver, desenvolvendo a empatia, a sustentabilidade e o cuidado com o próximo. Pois, afinal, viver é muito mais do que simplesmente existir. É deixar uma marca memorável, indelével, no coração da humanidade. Lembre-se: seja a revolução que deseja ver no mundo. Faça sempre um pouco mais. Pense nisso... mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Viver é mais do que simplesmente existir. É mergulhar profundamente na correnteza da vida, deixando que suas águas nos levem a lugares inexplorados, onde as experiências transformam a jornada e descobrimos que não somos meros espectadores, mas, sim, protagonistas da própria história. Nessa jornada, cada gesto de bondade é uma onda suave, tocando corações e transformando toda a realidade ao nosso redor em um mundo onde a empatia é a linguagem universal e todos compreendem o valor de estender a mão ao próximo. Não importa a distância ou as diferenças, pois todos fazem parte de uma mesma teia de conexões. Diante dos desafios globais, como enchentes devastadoras, conflitos armados e escassez de recursos básicos, a empatia e a bondade se destacam. Vemos isso quando locais de arrecadação transbordam e voluntários enfrentam mísseis e adversidades em nome da solidariedade. Embora nem sempre seja evidente, cada passo dado e cada decisão tomada têm o potencial de mudar o futuro. É como uma árvore que cresce lentamente, fincando raízes no solo, enquanto sementes de esperança e compaixão são lançadas. Ao olhar para o próximo, enxergamos não apenas rostos anônimos, mas almas sedentas por amor e compreensão. Pessoas atravessando os momentos mais sombrios de suas vidas, muitas vezes tendo perdido não só lares e posses, mas também entes queridos. Estender a mão aos que sofrem, partilhar sorrisos solidários e oferecer abrigo aos desamparados é saber que as sementes da empatia estão sendo plantadas e que, mais tarde, florescerão em gratidão e solidariedade. É entender que, ao cuidarmos uns dos outros, também cuidamos de nós mesmos e crescemos como pessoas. Acredite que cada conversa pode ser um raio de luz, iluminando o caminho de alguém. As palavras e as ações são como sementes lançadas ao vento, capazes de disseminar gentileza, inspiração e gratidão. Ao nos expressarmos com amor, criamos laços que transcendem o tempo e o espaço. Assim, transformamos o mundo ao nosso redor não com gestos grandiosos ou mirabolantes, mas com pequenas atitudes diárias: um sorriso, uma palavra de encorajamento, um gesto de solidariedade. E, ao olhar para trás, percebemos que a jornada não foi em vão. As sementes plantadas agora oferecem sombra aos que vêm depois. Os rios da vida continuam a fluir, nutrindo a terra e tudo o que ela sustenta, e os corações tocados permanecem aquecidos pela chama da compaixão e da empatia. Portanto, viva com propósito. Transforme o mundo por meio de suas escolhas, palavras e ações. Seja a mudança que deseja ver, desenvolvendo a empatia, a sustentabilidade e o cuidado com o próximo. Pois, afinal, viver é muito mais do que simplesmente existir. É deixar uma marca memorável, indelével, no coração da humanidade. Lembre-se: seja a revolução que deseja ver no mundo. Faça sempre um pouco mais. Pense nisso... mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Viver é mais do que simplesmente existir. É mergulhar profundamente na correnteza da vida, deixando que suas águas nos levem a lugares inexplorados, onde as experiências transformam a jornada e descobrimos que não somos meros espectadores, mas, sim, protagonistas da própria história. Nessa jornada, cada gesto de bondade é uma onda suave, tocando corações e transformando toda a realidade ao nosso redor em um mundo onde a empatia é a linguagem universal e todos compreendem o valor de estender a mão ao próximo. Não importa a distância ou as diferenças, pois todos fazem parte de uma mesma teia de conexões. Diante dos desafios globais, como enchentes devastadoras, conflitos armados e escassez de recursos básicos, a empatia e a bondade se destacam. Vemos isso quando locais de arrecadação transbordam e voluntários enfrentam mísseis e adversidades em nome da solidariedade. Embora nem sempre seja evidente, cada passo dado e cada decisão tomada têm o potencial de mudar o futuro. É como uma árvore que cresce lentamente, fincando raízes no solo, enquanto sementes de esperança e compaixão são lançadas. Ao olhar para o próximo, enxergamos não apenas rostos anônimos, mas almas sedentas por amor e compreensão. Pessoas atravessando os momentos mais sombrios de suas vidas, muitas vezes tendo perdido não só lares e posses, mas também entes queridos. Estender a mão aos que sofrem, partilhar sorrisos solidários e oferecer abrigo aos desamparados é saber que as sementes da empatia estão sendo plantadas e que, mais tarde, florescerão em gratidão e solidariedade. É entender que, ao cuidarmos uns dos outros, também cuidamos de nós mesmos e crescemos como pessoas. Acredite que cada conversa pode ser um raio de luz, iluminando o caminho de alguém. As palavras e as ações são como sementes lançadas ao vento, capazes de disseminar gentileza, inspiração e gratidão. Ao nos expressarmos com amor, criamos laços que transcendem o tempo e o espaço. Assim, transformamos o mundo ao nosso redor não com gestos grandiosos ou mirabolantes, mas com pequenas atitudes diárias: um sorriso, uma palavra de encorajamento, um gesto de solidariedade. E, ao olhar para trás, percebemos que a jornada não foi em vão. As sementes plantadas agora oferecem sombra aos que vêm depois. Os rios da vida continuam a fluir, nutrindo a terra e tudo o que ela sustenta, e os corações tocados permanecem aquecidos pela chama da compaixão e da empatia. Portanto, viva com propósito. Transforme o mundo por meio de suas escolhas, palavras e ações. Seja a mudança que deseja ver, desenvolvendo a empatia, a sustentabilidade e o cuidado com o próximo. Pois, afinal, viver é muito mais do que simplesmente existir. É deixar uma marca memorável, indelével, no coração da humanidade. Lembre-se: seja a revolução que deseja ver no mundo. Faça sempre um pouco mais. Pense nisso... mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FAÇA SEMPRE UM POUCO MAIS ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Na maioria das vezes, não temos a oportunidade de desenvolver ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos de que está tudo bem e de que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, comparamos as nossas realizações e os nossos progressos com os de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos próprios sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira, dizendo o que as outras pessoas querem ouvir e fazendo coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém. Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos, aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco. Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e nossa personalidade. Acostumamo-nos a ser infiéis a nós mesmos. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo a uma mentira. Retire todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo. Quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Na maioria das vezes, não temos a oportunidade de desenvolver ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos de que está tudo bem e de que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, comparamos as nossas realizações e os nossos progressos com os de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos próprios sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira, dizendo o que as outras pessoas querem ouvir e fazendo coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém. Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos, aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco. Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e nossa personalidade. Acostumamo-nos a ser infiéis a nós mesmos. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo a uma mentira. Retire todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo. Quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Na maioria das vezes, não temos a oportunidade de desenvolver ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos de que está tudo bem e de que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, comparamos as nossas realizações e os nossos progressos com os de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos próprios sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira, dizendo o que as outras pessoas querem ouvir e fazendo coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém. Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos, aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco. Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e nossa personalidade. Acostumamo-nos a ser infiéis a nós mesmos. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo a uma mentira. Retire todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo. Quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Na maioria das vezes, não temos a oportunidade de desenvolver ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos de que está tudo bem e de que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, comparamos as nossas realizações e os nossos progressos com os de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos próprios sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira, dizendo o que as outras pessoas querem ouvir e fazendo coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém. Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos, aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco. Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e nossa personalidade. Acostumamo-nos a ser infiéis a nós mesmos. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo a uma mentira. Retire todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo. Quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEJA VOCÊ MESMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ EXEMPLOS, LIÇÕES E EXPERIÊNCIAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FOLHA DE PAPEL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação.  São as questões domésticas, as profissionais, as sociais.  São muitas coisas apesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.  São problemas que envolvem os filhos.  Onde vão morar? A viagem para o exterior? O novo curso que ele deve começar?  São tantas incertezas.  Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?  A filha começou a namorar. Dará certo dessa vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?  O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas.  Como isso refletirá em nossa carreira?  Nossas finanças como vão ficar?  Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?  E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?  Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consone muitas de nossas energias.  Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.  Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao se unir,  à falta de fé ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa e indiferença.  Se persistirmos num estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.  Quando alimentamos exagerado desejo de posse, ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.  Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.  Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu há muito tempo que a cada dia já basta o seu mal.  Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.  Aprendamos a resolver um após outros problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.  Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.  O Criador nunca deixa ao abandono os que nele confiam.  Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.  É a Divina Providência, sempre alerta e apostos.  Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação.  São as questões domésticas, as profissionais, as sociais.  São muitas coisas apesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.  São problemas que envolvem os filhos.  Onde vão morar? A viagem para o exterior? O novo curso que ele deve começar?  São tantas incertezas.  Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?  A filha começou a namorar. Dará certo dessa vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?  O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas.  Como isso refletirá em nossa carreira?  Nossas finanças como vão ficar?  Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?  E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?  Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consone muitas de nossas energias.  Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.  Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao se unir,  à falta de fé ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa e indiferença.  Se persistirmos num estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.  Quando alimentamos exagerado desejo de posse, ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.  Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.  Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu há muito tempo que a cada dia já basta o seu mal.  Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.  Aprendamos a resolver um após outros problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.  Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.  O Criador nunca deixa ao abandono os que nele confiam.  Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.  É a Divina Providência, sempre alerta e apostos.  Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação.  São as questões domésticas, as profissionais, as sociais.  São muitas coisas apesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.  São problemas que envolvem os filhos.  Onde vão morar? A viagem para o exterior? O novo curso que ele deve começar?  São tantas incertezas.  Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?  A filha começou a namorar. Dará certo dessa vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?  O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas.  Como isso refletirá em nossa carreira?  Nossas finanças como vão ficar?  Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?  E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?  Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consone muitas de nossas energias.  Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.  Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao se unir,  à falta de fé ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa e indiferença.  Se persistirmos num estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.  Quando alimentamos exagerado desejo de posse, ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.  Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.  Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu há muito tempo que a cada dia já basta o seu mal.  Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.  Aprendamos a resolver um após outros problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.  Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.  O Criador nunca deixa ao abandono os que nele confiam.  Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.  É a Divina Providência, sempre alerta e apostos.  Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação.  São as questões domésticas, as profissionais, as sociais.  São muitas coisas apesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.  São problemas que envolvem os filhos.  Onde vão morar? A viagem para o exterior? O novo curso que ele deve começar?  São tantas incertezas.  Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?  A filha começou a namorar. Dará certo dessa vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?  O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas.  Como isso refletirá em nossa carreira?  Nossas finanças como vão ficar?  Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?  E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?  Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consone muitas de nossas energias.  Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.  Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao se unir,  à falta de fé ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa e indiferença.  Se persistirmos num estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.  Quando alimentamos exagerado desejo de posse, ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.  Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.  Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu há muito tempo que a cada dia já basta o seu mal.  Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.  Aprendamos a resolver um após outros problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.  Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.  O Criador nunca deixa ao abandono os que nele confiam.  Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.  É a Divina Providência, sempre alerta e apostos.  Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÕES ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FILA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DOR QUE CAUSAMOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EXAUTOS E CORRENDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CARTA DE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos. Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia. Providenciava abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse. Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destrói. Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e, para sobreviver, plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las. Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre. Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência. Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros. Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio, e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir. Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e, apressado, buscou a gruta. Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo. O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens. Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros. O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus, dizendo: nunca mais vou reclamar, obrigado meu Deus, agora tenho tudo que sempre quis. Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário. Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio. Que bom, pensou ao chegar. Os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram. Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas. Lá estava o camponês, caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma. O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano, e intimamente orou: obrigado, Senhor, ainda sou mais rico por tudo que me destes. De todos os bens que a divindade nos proporciona no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida, que possibilita o nosso aperfeiçoamento. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos. Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia. Providenciava abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse. Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destrói. Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e, para sobreviver, plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las. Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre. Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência. Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros. Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio, e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir. Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e, apressado, buscou a gruta. Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo. O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens. Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros. O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus, dizendo: nunca mais vou reclamar, obrigado meu Deus, agora tenho tudo que sempre quis. Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário. Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio. Que bom, pensou ao chegar. Os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram. Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas. Lá estava o camponês, caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma. O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano, e intimamente orou: obrigado, Senhor, ainda sou mais rico por tudo que me destes. De todos os bens que a divindade nos proporciona no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida, que possibilita o nosso aperfeiçoamento. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos. Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia. Providenciava abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse. Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destrói. Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e, para sobreviver, plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las. Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre. Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência. Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros. Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio, e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir. Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e, apressado, buscou a gruta. Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo. O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens. Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros. O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus, dizendo: nunca mais vou reclamar, obrigado meu Deus, agora tenho tudo que sempre quis. Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário. Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio. Que bom, pensou ao chegar. Os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram. Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas. Lá estava o camponês, caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma. O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano, e intimamente orou: obrigado, Senhor, ainda sou mais rico por tudo que me destes. De todos os bens que a divindade nos proporciona no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida, que possibilita o nosso aperfeiçoamento. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos. Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia. Providenciava abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse. Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destrói. Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e, para sobreviver, plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las. Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre. Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência. Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros. Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio, e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir. Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e, apressado, buscou a gruta. Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo. O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens. Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros. O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus, dizendo: nunca mais vou reclamar, obrigado meu Deus, agora tenho tudo que sempre quis. Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário. Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio. Que bom, pensou ao chegar. Os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram. Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas. Lá estava o camponês, caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma. O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano, e intimamente orou: obrigado, Senhor, ainda sou mais rico por tudo que me destes. De todos os bens que a divindade nos proporciona no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida, que possibilita o nosso aperfeiçoamento. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A RIQUEZA MAIOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ERRAR OU QUASE ACERTAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde trocou essa função pela dia empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo. Nada daquilo era o que desejava fazer. Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente. Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprender em cada profissão que exercera. E Marcela relatou que, como babá, aprender a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprender a cozinhar, limpar, lavar, passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprender a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecer a muita gente, melhorar a sua conversação e aprender a, principalmente, a escutar. A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou então. Você não percebeu que todas essas profissões estavam me preparando para o sucesso na área da psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como tereoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da psicologia. Marcela não teve opção se não concordar e concluir. É verdade. O exercício de tarefas nos são sempre importantes. Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento. Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos, o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde trocou essa função pela dia empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo. Nada daquilo era o que desejava fazer. Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente. Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprender em cada profissão que exercera. E Marcela relatou que, como babá, aprender a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprender a cozinhar, limpar, lavar, passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprender a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecer a muita gente, melhorar a sua conversação e aprender a, principalmente, a escutar. A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou então. Você não percebeu que todas essas profissões estavam me preparando para o sucesso na área da psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como tereoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da psicologia. Marcela não teve opção se não concordar e concluir. É verdade. O exercício de tarefas nos são sempre importantes. Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento. Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos, o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde trocou essa função pela dia empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo. Nada daquilo era o que desejava fazer. Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente. Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprender em cada profissão que exercera. E Marcela relatou que, como babá, aprender a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprender a cozinhar, limpar, lavar, passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprender a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecer a muita gente, melhorar a sua conversação e aprender a, principalmente, a escutar. A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou então. Você não percebeu que todas essas profissões estavam me preparando para o sucesso na área da psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como tereoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da psicologia. Marcela não teve opção se não concordar e concluir. É verdade. O exercício de tarefas nos são sempre importantes. Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento. Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos, o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde trocou essa função pela dia empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo. Nada daquilo era o que desejava fazer. Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente. Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprender em cada profissão que exercera. E Marcela relatou que, como babá, aprender a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprender a cozinhar, limpar, lavar, passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprender a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecer a muita gente, melhorar a sua conversação e aprender a, principalmente, a escutar. A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou então. Você não percebeu que todas essas profissões estavam me preparando para o sucesso na área da psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como tereoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da psicologia. Marcela não teve opção se não concordar e concluir. É verdade. O exercício de tarefas nos são sempre importantes. Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento. Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos, o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… Tudo, de alguma forma, exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil. Por muitas vezes, falamos com tanta gente. Resolvemos os problemas. Delegamos. Mas erramos quando deixamos de ouvir. Quando permitimos entrar no automático. Bárbara sentiu isso na pele. Ela relacionava-se muito mal com sua filha, Samantha. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco. Samantha, que foi uma criança serena e complacente, tornou-se uma filha pouco cooperativa, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava, punia, sem sucesso. Certo dia, contou Bárbara, simplesmente desistiu. Samantha tinha desobedecido à mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Bárbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer: por que, Samantha? Por quê? Samantha percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: você quer mesmo saber, mãe? Bárbara disse que sim e Samantha contou, primeiro hesitante, depois com uma fluência impressionante. A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samantha. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo. Quando sentia a necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. Então, Bárbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe. Não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para as suas confusões de adolescente. E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira. A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável. Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais. Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições, etc., e eles, os filhos, precisam apenas ouvir. Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem? E tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos? Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E, para muitos, esta é uma importante linguagem de amor. O processo de aprendizado e, mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E, quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que esta é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos. Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez ainda seja tão difícil para a humanidade. Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia. Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações. Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor. Pais, deixemos os filhos falarem. Filhos, deixemos nossos pais falarem. Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… Tudo, de alguma forma, exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil. Por muitas vezes, falamos com tanta gente. Resolvemos os problemas. Delegamos. Mas erramos quando deixamos de ouvir. Quando permitimos entrar no automático. Bárbara sentiu isso na pele. Ela relacionava-se muito mal com sua filha, Samantha. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco. Samantha, que foi uma criança serena e complacente, tornou-se uma filha pouco cooperativa, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava, punia, sem sucesso. Certo dia, contou Bárbara, simplesmente desistiu. Samantha tinha desobedecido à mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Bárbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer: por que, Samantha? Por quê? Samantha percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: você quer mesmo saber, mãe? Bárbara disse que sim e Samantha contou, primeiro hesitante, depois com uma fluência impressionante. A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samantha. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo. Quando sentia a necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. Então, Bárbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe. Não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para as suas confusões de adolescente. E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira. A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável. Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais. Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições, etc., e eles, os filhos, precisam apenas ouvir. Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem? E tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos? Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E, para muitos, esta é uma importante linguagem de amor. O processo de aprendizado e, mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E, quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que esta é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos. Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez ainda seja tão difícil para a humanidade. Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia. Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações. Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor. Pais, deixemos os filhos falarem. Filhos, deixemos nossos pais falarem. Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… Tudo, de alguma forma, exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil. Por muitas vezes, falamos com tanta gente. Resolvemos os problemas. Delegamos. Mas erramos quando deixamos de ouvir. Quando permitimos entrar no automático. Bárbara sentiu isso na pele. Ela relacionava-se muito mal com sua filha, Samantha. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco. Samantha, que foi uma criança serena e complacente, tornou-se uma filha pouco cooperativa, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava, punia, sem sucesso. Certo dia, contou Bárbara, simplesmente desistiu. Samantha tinha desobedecido à mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Bárbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer: por que, Samantha? Por quê? Samantha percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: você quer mesmo saber, mãe? Bárbara disse que sim e Samantha contou, primeiro hesitante, depois com uma fluência impressionante. A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samantha. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo. Quando sentia a necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. Então, Bárbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe. Não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para as suas confusões de adolescente. E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira. A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável. Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais. Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições, etc., e eles, os filhos, precisam apenas ouvir. Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem? E tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos? Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E, para muitos, esta é uma importante linguagem de amor. O processo de aprendizado e, mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E, quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que esta é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos. Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez ainda seja tão difícil para a humanidade. Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia. Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações. Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor. Pais, deixemos os filhos falarem. Filhos, deixemos nossos pais falarem. Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… Tudo, de alguma forma, exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil. Por muitas vezes, falamos com tanta gente. Resolvemos os problemas. Delegamos. Mas erramos quando deixamos de ouvir. Quando permitimos entrar no automático. Bárbara sentiu isso na pele. Ela relacionava-se muito mal com sua filha, Samantha. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco. Samantha, que foi uma criança serena e complacente, tornou-se uma filha pouco cooperativa, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava, punia, sem sucesso. Certo dia, contou Bárbara, simplesmente desistiu. Samantha tinha desobedecido à mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Bárbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer: por que, Samantha? Por quê? Samantha percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: você quer mesmo saber, mãe? Bárbara disse que sim e Samantha contou, primeiro hesitante, depois com uma fluência impressionante. A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samantha. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo. Quando sentia a necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. Então, Bárbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe. Não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para as suas confusões de adolescente. E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira. A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável. Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais. Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições, etc., e eles, os filhos, precisam apenas ouvir. Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem? E tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos? Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E, para muitos, esta é uma importante linguagem de amor. O processo de aprendizado e, mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E, quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que esta é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos. Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez ainda seja tão difícil para a humanidade. Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia. Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações. Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor. Pais, deixemos os filhos falarem. Filhos, deixemos nossos pais falarem. Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ DEIXE O OUTRO FALAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Nem sempre a vida segue o curso que se deseja, que se espera. Assim foi com Raquel. Depois da morte de seus pais, ela, ainda bem moça, deixou a cidade em que nascera para morar na fazenda, com os tios que mal conhecia. Morava na casa que havia sido construída por seu bisavô há muito tempo. Era uma casa muito antiga, e a maior parte dos móveis eram peças pesadas e escuras que ali estavam há mais tempo do que as pessoas saberiam dizer. Seus tios eram pessoas simples, acostumados com a vida que sempre viveram, desconfiados com tudo que pudesse alterar a rotina que lhes dava a segurança. A chegada de Raquel representou para eles um certo transtorno. Onde ficaria instalada a sobrinha? Como não havia um cômodo mais apropriado, deram-lhe um quarto pequeno, que ficava no sótão. Nem o tamanho reduzido, nem o cheiro de mofo incomodaram Raquel. O que há entristecia naquele quartinho abafado era apenas o fato de não ter janelas. Não se podia ver o sol, nem o céu, nem as árvores do quintal ou as flores do jardim. A luz limitava-se a entrar timidamente pela porta. A falta de claridade parecia encher ainda mais de tristeza o coração dolorido daquela moça. Até que um dia, depois de muito ter chorado em silêncio, decidida a voltar a sorrir, ela pediu que lhe trouxessem da cidade uma telha de vidro. Um pouco desconfiados, seus tios acabaram cedendo. Daí, um milagre aconteceu. Mesmo sem janelas, o quarto de Raquel, antes tão sombrio, passou a ser a peça mais alegre da fazenda, que, ao meio dia, aparecia uma renda de arabesco de sol nos ladrilhos vermelhos que, só a partir de então, conheceram a luz do dia. A lua branda e fria também se mostrava, às vezes, pelo clarão da telha milagrosa. E algumas estrelas audaciosas arriscaram surgir no espelho onde a moça se penteava. O quartinho que era feio e sem vida, fazendo os dias de Raquel cinzentos, frios, sem luar e sem clarão, agora estava diferente. Passou a ser cheio de claridade, luzes e brilho. Raquel voltou a sorrir. Toda essa mudança só porque um dia ela, insatisfeita com a própria tristeza, decidiu colocar uma telha de vidro no telhado daquela casa antiga, trazendo para dentro da sua vida a luz e a alegria que faltavam. Muitas vezes, presos a hábitos de vida e em situações consolidadas, deixamos de lado verdades que nos fazem felizes. Deixamos que a ausência de janelas em nossa vida escureça nossas perspectivas, enchendo de sombras o nosso sorriso e o nosso cotidiano. Vamos nos acomodando, aceitando estruturas que sempre foram assim e que ninguém pensou em alterar, ou que não se atreveu a tanto. Mudanças e reformas são necessárias e sadias. Nem todas dão certo ou surtem o efeito que desejaríamos. Porém, cabe nos avaliar a realidade em que nos encontramos e traçar metas para buscar as melhorias pretendidas. Não podemos esquecer, porém, que em busca de nossos sonhos de felicidade não devemos simplesmente passar por cima dos direitos dos outros. Nesse particular, cabe nos seguir a orientação de que ninguém precisa, precisa passar por cima dos outros para ter o que quer, ou para ser feliz. Não devemos desistir dos nossos sonhos, a menos que esse sonho custe a felicidade de outrem. Tornarmos pessoas más e agir de forma fria e calculista só trará consequências nefastas, pois sabemos que o que plantamos sempre colhemos, o que vai sempre volta. É lei, é certo. Se for para ser feliz, que seja de uma forma honesta e justa. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nem sempre a vida segue o curso que se deseja, que se espera. Assim foi com Raquel. Depois da morte de seus pais, ela, ainda bem moça, deixou a cidade em que nascera para morar na fazenda, com os tios que mal conhecia. Morava na casa que havia sido construída por seu bisavô há muito tempo. Era uma casa muito antiga, e a maior parte dos móveis eram peças pesadas e escuras que ali estavam há mais tempo do que as pessoas saberiam dizer. Seus tios eram pessoas simples, acostumados com a vida que sempre viveram, desconfiados com tudo que pudesse alterar a rotina que lhes dava a segurança. A chegada de Raquel representou para eles um certo transtorno. Onde ficaria instalada a sobrinha? Como não havia um cômodo mais apropriado, deram-lhe um quarto pequeno, que ficava no sótão. Nem o tamanho reduzido, nem o cheiro de mofo incomodaram Raquel. O que há entristecia naquele quartinho abafado era apenas o fato de não ter janelas. Não se podia ver o sol, nem o céu, nem as árvores do quintal ou as flores do jardim. A luz limitava-se a entrar timidamente pela porta. A falta de claridade parecia encher ainda mais de tristeza o coração dolorido daquela moça. Até que um dia, depois de muito ter chorado em silêncio, decidida a voltar a sorrir, ela pediu que lhe trouxessem da cidade uma telha de vidro. Um pouco desconfiados, seus tios acabaram cedendo. Daí, um milagre aconteceu. Mesmo sem janelas, o quarto de Raquel, antes tão sombrio, passou a ser a peça mais alegre da fazenda, que, ao meio dia, aparecia uma renda de arabesco de sol nos ladrilhos vermelhos que, só a partir de então, conheceram a luz do dia. A lua branda e fria também se mostrava, às vezes, pelo clarão da telha milagrosa. E algumas estrelas audaciosas arriscaram surgir no espelho onde a moça se penteava. O quartinho que era feio e sem vida, fazendo os dias de Raquel cinzentos, frios, sem luar e sem clarão, agora estava diferente. Passou a ser cheio de claridade, luzes e brilho. Raquel voltou a sorrir. Toda essa mudança só porque um dia ela, insatisfeita com a própria tristeza, decidiu colocar uma telha de vidro no telhado daquela casa antiga, trazendo para dentro da sua vida a luz e a alegria que faltavam. Muitas vezes, presos a hábitos de vida e em situações consolidadas, deixamos de lado verdades que nos fazem felizes. Deixamos que a ausência de janelas em nossa vida escureça nossas perspectivas, enchendo de sombras o nosso sorriso e o nosso cotidiano. Vamos nos acomodando, aceitando estruturas que sempre foram assim e que ninguém pensou em alterar, ou que não se atreveu a tanto. Mudanças e reformas são necessárias e sadias. Nem todas dão certo ou surtem o efeito que desejaríamos. Porém, cabe nos avaliar a realidade em que nos encontramos e traçar metas para buscar as melhorias pretendidas. Não podemos esquecer, porém, que em busca de nossos sonhos de felicidade não devemos simplesmente passar por cima dos direitos dos outros. Nesse particular, cabe nos seguir a orientação de que ninguém precisa, precisa passar por cima dos outros para ter o que quer, ou para ser feliz. Não devemos desistir dos nossos sonhos, a menos que esse sonho custe a felicidade de outrem. Tornarmos pessoas más e agir de forma fria e calculista só trará consequências nefastas, pois sabemos que o que plantamos sempre colhemos, o que vai sempre volta. É lei, é certo. Se for para ser feliz, que seja de uma forma honesta e justa. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nem sempre a vida segue o curso que se deseja, que se espera. Assim foi com Raquel. Depois da morte de seus pais, ela, ainda bem moça, deixou a cidade em que nascera para morar na fazenda, com os tios que mal conhecia. Morava na casa que havia sido construída por seu bisavô há muito tempo. Era uma casa muito antiga, e a maior parte dos móveis eram peças pesadas e escuras que ali estavam há mais tempo do que as pessoas saberiam dizer. Seus tios eram pessoas simples, acostumados com a vida que sempre viveram, desconfiados com tudo que pudesse alterar a rotina que lhes dava a segurança. A chegada de Raquel representou para eles um certo transtorno. Onde ficaria instalada a sobrinha? Como não havia um cômodo mais apropriado, deram-lhe um quarto pequeno, que ficava no sótão. Nem o tamanho reduzido, nem o cheiro de mofo incomodaram Raquel. O que há entristecia naquele quartinho abafado era apenas o fato de não ter janelas. Não se podia ver o sol, nem o céu, nem as árvores do quintal ou as flores do jardim. A luz limitava-se a entrar timidamente pela porta. A falta de claridade parecia encher ainda mais de tristeza o coração dolorido daquela moça. Até que um dia, depois de muito ter chorado em silêncio, decidida a voltar a sorrir, ela pediu que lhe trouxessem da cidade uma telha de vidro. Um pouco desconfiados, seus tios acabaram cedendo. Daí, um milagre aconteceu. Mesmo sem janelas, o quarto de Raquel, antes tão sombrio, passou a ser a peça mais alegre da fazenda, que, ao meio dia, aparecia uma renda de arabesco de sol nos ladrilhos vermelhos que, só a partir de então, conheceram a luz do dia. A lua branda e fria também se mostrava, às vezes, pelo clarão da telha milagrosa. E algumas estrelas audaciosas arriscaram surgir no espelho onde a moça se penteava. O quartinho que era feio e sem vida, fazendo os dias de Raquel cinzentos, frios, sem luar e sem clarão, agora estava diferente. Passou a ser cheio de claridade, luzes e brilho. Raquel voltou a sorrir. Toda essa mudança só porque um dia ela, insatisfeita com a própria tristeza, decidiu colocar uma telha de vidro no telhado daquela casa antiga, trazendo para dentro da sua vida a luz e a alegria que faltavam. Muitas vezes, presos a hábitos de vida e em situações consolidadas, deixamos de lado verdades que nos fazem felizes. Deixamos que a ausência de janelas em nossa vida escureça nossas perspectivas, enchendo de sombras o nosso sorriso e o nosso cotidiano. Vamos nos acomodando, aceitando estruturas que sempre foram assim e que ninguém pensou em alterar, ou que não se atreveu a tanto. Mudanças e reformas são necessárias e sadias. Nem todas dão certo ou surtem o efeito que desejaríamos. Porém, cabe nos avaliar a realidade em que nos encontramos e traçar metas para buscar as melhorias pretendidas. Não podemos esquecer, porém, que em busca de nossos sonhos de felicidade não devemos simplesmente passar por cima dos direitos dos outros. Nesse particular, cabe nos seguir a orientação de que ninguém precisa, precisa passar por cima dos outros para ter o que quer, ou para ser feliz. Não devemos desistir dos nossos sonhos, a menos que esse sonho custe a felicidade de outrem. Tornarmos pessoas más e agir de forma fria e calculista só trará consequências nefastas, pois sabemos que o que plantamos sempre colhemos, o que vai sempre volta. É lei, é certo. Se for para ser feliz, que seja de uma forma honesta e justa. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nem sempre a vida segue o curso que se deseja, que se espera. Assim foi com Raquel. Depois da morte de seus pais, ela, ainda bem moça, deixou a cidade em que nascera para morar na fazenda, com os tios que mal conhecia. Morava na casa que havia sido construída por seu bisavô há muito tempo. Era uma casa muito antiga, e a maior parte dos móveis eram peças pesadas e escuras que ali estavam há mais tempo do que as pessoas saberiam dizer. Seus tios eram pessoas simples, acostumados com a vida que sempre viveram, desconfiados com tudo que pudesse alterar a rotina que lhes dava a segurança. A chegada de Raquel representou para eles um certo transtorno. Onde ficaria instalada a sobrinha? Como não havia um cômodo mais apropriado, deram-lhe um quarto pequeno, que ficava no sótão. Nem o tamanho reduzido, nem o cheiro de mofo incomodaram Raquel. O que há entristecia naquele quartinho abafado era apenas o fato de não ter janelas. Não se podia ver o sol, nem o céu, nem as árvores do quintal ou as flores do jardim. A luz limitava-se a entrar timidamente pela porta. A falta de claridade parecia encher ainda mais de tristeza o coração dolorido daquela moça. Até que um dia, depois de muito ter chorado em silêncio, decidida a voltar a sorrir, ela pediu que lhe trouxessem da cidade uma telha de vidro. Um pouco desconfiados, seus tios acabaram cedendo. Daí, um milagre aconteceu. Mesmo sem janelas, o quarto de Raquel, antes tão sombrio, passou a ser a peça mais alegre da fazenda, que, ao meio dia, aparecia uma renda de arabesco de sol nos ladrilhos vermelhos que, só a partir de então, conheceram a luz do dia. A lua branda e fria também se mostrava, às vezes, pelo clarão da telha milagrosa. E algumas estrelas audaciosas arriscaram surgir no espelho onde a moça se penteava. O quartinho que era feio e sem vida, fazendo os dias de Raquel cinzentos, frios, sem luar e sem clarão, agora estava diferente. Passou a ser cheio de claridade, luzes e brilho. Raquel voltou a sorrir. Toda essa mudança só porque um dia ela, insatisfeita com a própria tristeza, decidiu colocar uma telha de vidro no telhado daquela casa antiga, trazendo para dentro da sua vida a luz e a alegria que faltavam. Muitas vezes, presos a hábitos de vida e em situações consolidadas, deixamos de lado verdades que nos fazem felizes. Deixamos que a ausência de janelas em nossa vida escureça nossas perspectivas, enchendo de sombras o nosso sorriso e o nosso cotidiano. Vamos nos acomodando, aceitando estruturas que sempre foram assim e que ninguém pensou em alterar, ou que não se atreveu a tanto. Mudanças e reformas são necessárias e sadias. Nem todas dão certo ou surtem o efeito que desejaríamos. Porém, cabe nos avaliar a realidade em que nos encontramos e traçar metas para buscar as melhorias pretendidas. Não podemos esquecer, porém, que em busca de nossos sonhos de felicidade não devemos simplesmente passar por cima dos direitos dos outros. Nesse particular, cabe nos seguir a orientação de que ninguém precisa, precisa passar por cima dos outros para ter o que quer, ou para ser feliz. Não devemos desistir dos nossos sonhos, a menos que esse sonho custe a felicidade de outrem. Tornarmos pessoas más e agir de forma fria e calculista só trará consequências nefastas, pois sabemos que o que plantamos sempre colhemos, o que vai sempre volta. É lei, é certo. Se for para ser feliz, que seja de uma forma honesta e justa. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TELHA DE VIDROS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ AJUDANDO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FISSURAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante. Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: "Vamos fazer um desafio. Cada leãozinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar ao topo será aclamado rei.
"A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram. Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. Todos se perguntavam: "Então não teremos um rei?" Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote. A bicharada, espantada, pediu uma explicação. Olhando para todos, a coruja respondeu: "Sei que todos os leõezinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguirem, disseram: 'A montanha nos venceu.' Entretanto, o terceiro falou: 'A montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou ao seu tamanho e à sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas, quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.'" "A diferença", completou a velha coruja, "é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros. Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades: você vencerá quando alcançar o seu potencial. Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos. As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo. Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. Dê tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudarão a conquistar os seus objetivos e desejos. Não se aborreça se, por acaso, o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde e, durante esse tempo, pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor. A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias. Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão, uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior e enfrentar as situações com maestria e criatividade. Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus. Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, para que nunca lhe faltem forças nas horas difíceis, a fim de que continue a sua trajetória e alcance a sua meta. Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos ao seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga. E um verdadeiro vencedor sabe que, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante. Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: "Vamos fazer um desafio. Cada leãozinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar ao topo será aclamado rei.
"A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram. Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. Todos se perguntavam: "Então não teremos um rei?" Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote. A bicharada, espantada, pediu uma explicação. Olhando para todos, a coruja respondeu: "Sei que todos os leõezinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguirem, disseram: 'A montanha nos venceu.' Entretanto, o terceiro falou: 'A montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou ao seu tamanho e à sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas, quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.'" "A diferença", completou a velha coruja, "é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros. Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades: você vencerá quando alcançar o seu potencial. Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos. As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo. Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. Dê tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudarão a conquistar os seus objetivos e desejos. Não se aborreça se, por acaso, o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde e, durante esse tempo, pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor. A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias. Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão, uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior e enfrentar as situações com maestria e criatividade. Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus. Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, para que nunca lhe faltem forças nas horas difíceis, a fim de que continue a sua trajetória e alcance a sua meta. Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos ao seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga. E um verdadeiro vencedor sabe que, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante. Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: "Vamos fazer um desafio. Cada leãozinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar ao topo será aclamado rei.
"A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram. Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. Todos se perguntavam: "Então não teremos um rei?" Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote. A bicharada, espantada, pediu uma explicação. Olhando para todos, a coruja respondeu: "Sei que todos os leõezinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguirem, disseram: 'A montanha nos venceu.' Entretanto, o terceiro falou: 'A montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou ao seu tamanho e à sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas, quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.'" "A diferença", completou a velha coruja, "é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros. Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades: você vencerá quando alcançar o seu potencial. Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos. As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo. Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. Dê tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudarão a conquistar os seus objetivos e desejos. Não se aborreça se, por acaso, o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde e, durante esse tempo, pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor. A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias. Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão, uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior e enfrentar as situações com maestria e criatividade. Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus. Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, para que nunca lhe faltem forças nas horas difíceis, a fim de que continue a sua trajetória e alcance a sua meta. Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos ao seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga. E um verdadeiro vencedor sabe que, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante. Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: "Vamos fazer um desafio. Cada leãozinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar ao topo será aclamado rei.
"A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram. Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. Todos se perguntavam: "Então não teremos um rei?" Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote. A bicharada, espantada, pediu uma explicação. Olhando para todos, a coruja respondeu: "Sei que todos os leõezinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguirem, disseram: 'A montanha nos venceu.' Entretanto, o terceiro falou: 'A montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou ao seu tamanho e à sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas, quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.'" "A diferença", completou a velha coruja, "é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros. Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades: você vencerá quando alcançar o seu potencial. Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos. As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo. Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. Dê tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudarão a conquistar os seus objetivos e desejos. Não se aborreça se, por acaso, o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde e, durante esse tempo, pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor. A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias. Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão, uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior e enfrentar as situações com maestria e criatividade. Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus. Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, para que nunca lhe faltem forças nas horas difíceis, a fim de que continue a sua trajetória e alcance a sua meta. Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos ao seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga. E um verdadeiro vencedor sabe que, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ FRACASSOU OU AINDA NÃO É O TEMPO DE VENCER?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM MUNDO MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A CULPA E MINHA E COLOCO EM QUEM EU QUISER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso? Admite você a sua capacidade de errar, a fim de aprender, ou, acaso, se julga infalível? Se estamos positivamente ao lado do bem, o que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros? Nas horas de crise, você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade? E se a criatura, enganada pela sombra, fosse um de nós? Se você diz que não perdoa quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém? Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas? Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você? Quem mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso da animação? Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila? É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente? No entanto, será que temos vivido até agora sem incomodar a ninguém? Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz? É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida, realmente. É necessário pensar diariamente sobre o universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós. Olhamos ao nosso redor. Tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado? Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada. Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento. Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes. Indaguemo-nos. Autoconheçamos nos. Não aceitemos verdades sem antes de uma análise minuciosa. As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos, para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente, para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso? Admite você a sua capacidade de errar, a fim de aprender, ou, acaso, se julga infalível? Se estamos positivamente ao lado do bem, o que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros? Nas horas de crise, você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade? E se a criatura, enganada pela sombra, fosse um de nós? Se você diz que não perdoa quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém? Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas? Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você? Quem mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso da animação? Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila? É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente? No entanto, será que temos vivido até agora sem incomodar a ninguém? Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz? É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida, realmente. É necessário pensar diariamente sobre o universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós. Olhamos ao nosso redor. Tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado? Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada. Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento. Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes. Indaguemo-nos. Autoconheçamos nos. Não aceitemos verdades sem antes de uma análise minuciosa. As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos, para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente, para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso? Admite você a sua capacidade de errar, a fim de aprender, ou, acaso, se julga infalível? Se estamos positivamente ao lado do bem, o que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros? Nas horas de crise, você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade? E se a criatura, enganada pela sombra, fosse um de nós? Se você diz que não perdoa quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém? Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas? Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você? Quem mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso da animação? Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila? É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente? No entanto, será que temos vivido até agora sem incomodar a ninguém? Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz? É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida, realmente. É necessário pensar diariamente sobre o universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós. Olhamos ao nosso redor. Tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado? Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada. Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento. Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes. Indaguemo-nos. Autoconheçamos nos. Não aceitemos verdades sem antes de uma análise minuciosa. As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos, para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente, para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso? Admite você a sua capacidade de errar, a fim de aprender, ou, acaso, se julga infalível? Se estamos positivamente ao lado do bem, o que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros? Nas horas de crise, você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade? E se a criatura, enganada pela sombra, fosse um de nós? Se você diz que não perdoa quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém? Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas? Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você? Quem mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso da animação? Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila? É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente? No entanto, será que temos vivido até agora sem incomodar a ninguém? Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz? É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida, realmente. É necessário pensar diariamente sobre o universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós. Olhamos ao nosso redor. Tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado? Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada. Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento. Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes. Indaguemo-nos. Autoconheçamos nos. Não aceitemos verdades sem antes de uma análise minuciosa. As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos, para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente, para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ INDAGAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[A frase estampada em uma arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção: “Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo.” Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrá-lo. Já não temos mais tempo para quase nada. Não temos paciência para uma longa conversa ao telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial: o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não coincidem. No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E, aos poucos, começamos a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa em uma velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais; outros, para ajustar a vida espiritual e até mesmo a vida familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que os momentos em família são necessários, mas também aprendemos, da maneira mais difícil, que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e como é bom ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos: andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa alguma. A vida está passando. Será que é tempo o que nos falta para perceber isso? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder? A vida é tão rara. Pense nisso. Mas pense agora..]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A frase estampada em uma arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção: “Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo.” Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrá-lo. Já não temos mais tempo para quase nada. Não temos paciência para uma longa conversa ao telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial: o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não coincidem. No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E, aos poucos, começamos a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa em uma velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais; outros, para ajustar a vida espiritual e até mesmo a vida familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que os momentos em família são necessários, mas também aprendemos, da maneira mais difícil, que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e como é bom ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos: andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa alguma. A vida está passando. Será que é tempo o que nos falta para perceber isso? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder? A vida é tão rara. Pense nisso. Mas pense agora..]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A frase estampada em uma arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção: “Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo.” Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrá-lo. Já não temos mais tempo para quase nada. Não temos paciência para uma longa conversa ao telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial: o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não coincidem. No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E, aos poucos, começamos a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa em uma velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais; outros, para ajustar a vida espiritual e até mesmo a vida familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que os momentos em família são necessários, mas também aprendemos, da maneira mais difícil, que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e como é bom ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos: andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa alguma. A vida está passando. Será que é tempo o que nos falta para perceber isso? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder? A vida é tão rara. Pense nisso. Mas pense agora..]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A frase estampada em uma arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção: “Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo.” Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrá-lo. Já não temos mais tempo para quase nada. Não temos paciência para uma longa conversa ao telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial: o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não coincidem. No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E, aos poucos, começamos a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa em uma velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais; outros, para ajustar a vida espiritual e até mesmo a vida familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que os momentos em família são necessários, mas também aprendemos, da maneira mais difícil, que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e como é bom ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos: andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa alguma. A vida está passando. Será que é tempo o que nos falta para perceber isso? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder? A vida é tão rara. Pense nisso. Mas pense agora..]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PERDENDO A NOÇÃO DO TEMPO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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