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PODCAST · 3392 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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ALÉM DA VIDA
2 Dez 20164:09EP 600

ALÉM DA VIDA

<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> * * *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> <br /> <br /> </span><br />

ÁLCOOL, TRAGÉDIA E CULPA
30 Nov 20163:19EP 599

ÁLCOOL, TRAGÉDIA E CULPA

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>&Aacute;LCOOL, TRAG&Eacute;DIA E CULPA<br /> <br /> Como profissional de comunica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o posso fugir das minhas responsabilidades, e tenho que afirmar: os n&iacute;veis alarmantes de consumo de &aacute;lcool e as trag&eacute;dias no transito, vem enlutando, cada vez mais, fam&iacute;lias Cuiabanas.<br /> A r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica faz o seu papel, informando, orientando e pedindo, atrav&eacute;s de campanhas e reportagens, mais responsabilidade no transito.<br /> Mas, de nada adiantar&aacute;, se n&atilde;o tomarmos consci&ecirc;ncia. <br /> Porque depois de instaurado o infort&uacute;nio, nada nos resta, a n&atilde;o ser chorarmos pelos nossos mortos, e ter em nossa consci&ecirc;ncia a nuvem negra da culpa.<br /> Uma campanha de utilidade p&uacute;blica nacional trouxe o seguinte slogan: O efeito do &aacute;lcool passa. A culpa fica para sempre.<br /> Estima-se que morram mais de duzentas pessoas por dia em nosso pa&iacute;s, por acidentes de tr&acirc;nsito. A grande maioria associada ao consumo de alco&oacute;licos e outras drogas.<br /> Ser&aacute; que vale a pena correr esses riscos? Ser&aacute; que n&atilde;o estamos subvalorizando a nossa e a vida dos outros, quando dizemos: N&atilde;o vai dar em nada?<br /> Quantas almas s&atilde;o, hoje, escravas de um sentimento de culpa destruidor, em fun&ccedil;&atilde;o desse descaso, que normalmente n&atilde;o &eacute; um fato isolado, mas um costume constante em tantas pessoas.<br /> A culpa nos faz adoecer, nos faz estagnar e, depois de muito tempo em sofrimento profundo, faz-nos enxergar por entre as in&uacute;meras l&aacute;grimas, que n&atilde;o valeu a pena.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel voltar no tempo e desfazer o que fizemos.<br /> Ser&aacute; que esses prazeres moment&acirc;neos da vida valem todo o risco que corremos? Qualquer mente um pouco esclarecida dir&aacute; que n&atilde;o, n&atilde;o vale a pena.<br /> Assim, por que n&atilde;o podemos nos tornar um pouco mais conscientes?<br /> Por que se deixar levar com tanta facilidade por emo&ccedil;&otilde;es fr&iacute;volas, que passam t&atilde;o r&aacute;pido?<br /> Alta velocidade, perigos, fortes emo&ccedil;&otilde;es - ser&aacute; que valem a pena?<br /> N&atilde;o propomos uma vida sisuda, sem cor, enfadonha - de forma alguma.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser alegre, vivaz, divertir-se, sem precisar correr riscos, sem prejudicar o corpo, sem ser uma amea&ccedil;a constante &agrave; sociedade.<br /> Por isso, pensemos muito antes de nos arriscarmos. Ou&ccedil;amos outras opini&otilde;es. N&atilde;o deixemos que a excita&ccedil;&atilde;o nos conduza com tanta facilidade, anulando totalmente a raz&atilde;o.<br /> Somos seres inteligentes, lembremos disso, antes de agirmos como completos celerados.<br /> Pensemos nas consequ&ecirc;ncias poss&iacute;veis de cada um de nossos atos, evitando chorar as muitas l&aacute;grimas do arrependimento tardio. <br /> PENSE NISSO. MAS, POR FAVOR, PENSE AGORA! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 20.06.2012.<br /> <br /> </span><br />

NOSSA VIDA PONTO COM
28 Nov 20163:15EP 598

NOSSA VIDA PONTO COM

<span style=''font-size: small;''>NOSSA VIDA PONTO COM<br /> <br /> A cena &eacute; comum nos dias de hoje: reuni&otilde;es sociais e profissionais, nas quais as pessoas ficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones m&oacute;veis.<br /> Quando chegam aos lugares, v&atilde;o logo depositando &agrave; mesa o acess&oacute;rio e a partir da&iacute;, fica dividida a aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.<br /> Parece at&eacute; que tem um poder magn&eacute;tico, pois as pessoas s&atilde;o capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.<br /> Estando sozinhos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que o referido instrumento &eacute; capaz de fazer companhia ao indiv&iacute;duo, substituindo a presen&ccedil;a f&iacute;sica de um amigo.<br /> Quando funcionavam simplesmente como telefones n&atilde;o eram t&atilde;o invasivos, mas hoje o seu uso est&aacute; muito ampliado. Na &acirc;nsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem est&aacute; ao nosso lado.<br /> Priorizamos a necessidade de receber uma not&iacute;cia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer d&uacute;vidas.<br /> S&atilde;o os novos h&aacute;bitos sociais.<br /> Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indiv&iacute;duo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.<br /> Temos consci&ecirc;ncia de que todo progresso tecnol&oacute;gico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto &agrave; humanidade.<br /> S&atilde;o muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir m&atilde;o delas est&aacute; fora de quest&atilde;o.<br /> A reflex&atilde;o &eacute; no sentido de utiliz&aacute;-la da forma mais conveniente, com modera&ccedil;&atilde;o e respeito aos que nos cercam.<br /> N&atilde;o deixemos jamais de valorizar a companhia de quem est&aacute; ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um di&aacute;logo, de escutar o outro com aten&ccedil;&atilde;o, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Os momentos passam e n&atilde;o voltam. Todos eles s&atilde;o importantes para fortalecer os v&iacute;nculos afetivos que existem nos relacionamentos.<br /> As mensagens, pesquisas, informa&ccedil;&otilde;es e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.<br /> * * *<br /> Qualquer processo de reeduca&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre mais trabalhoso do que a educa&ccedil;&atilde;o pura e simples, pois implica em deixarmos h&aacute;bitos enraizados e substitu&iacute;-los por outros.<br /> Nessa &eacute;poca de tecnologia avan&ccedil;ada e de cibern&eacute;tica, trabalhemos em n&oacute;s mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.<br /> Busquemos desligarmo-nos do que est&aacute; distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem est&aacute; conosco aqui, agora. <br /> Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso &eacute; insubstitu&iacute;vel e poder&aacute; n&atilde;o se repetir.<br /> Pensemos nisso: o momento &eacute; agora, enquanto est&atilde;o conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 29.08.2012.<br /> </span><br />

AUTORIDADE X RESPONSABILIDADE
25 Nov 20163:09EP 597

AUTORIDADE X RESPONSABILIDADE

<span style=''font-size: small;''>AUTORIDADE X RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Quanto pesa a responsabilidade de um cargo?<br /> Observa-se que muitos perseguem nomea&ccedil;&otilde;es para cargos e disputam, com ardor, lugares que lhes conferir&atilde;o autoridade sobre outros.<br /> Contudo, quando assumem postos de comando se esquecem dos objetivos reais para os quais foram ali colocados, passando a agir em seu pr&oacute;prio favor.<br /> Tal posi&ccedil;&atilde;o nos recorda a hist&oacute;ria de um homem que foi nomeado mandarim, uma esp&eacute;cie de conselheiro na China.<br /> Envaidecido com a nova posi&ccedil;&atilde;o, pensou em mandar confeccionar roupas novas. Seria um grande homem, agora. Importante.<br /> Um amigo lhe recomendou que buscasse um velho s&aacute;bio, um alfaiate especial que sabia dar a cada cliente o corte perfeito.<br /> Depois de cuidadosamente anotar todas as medidas do novo mandarim, o alfaiate lhe perguntou h&aacute; quanto tempo ele era mandarim. A informa&ccedil;&atilde;o era importante para que ele pudesse dar o talhe perfeito &agrave; roupa.<br /> Ora, perguntou o cliente, o que isso tem a ver com a medida do meu manto?<br /> Paciente, o alfaiate explicou: A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; preciosa. &Eacute; que um mandarim rec&eacute;m-nomeado fica t&atilde;o deslumbrado com o cargo que anda com o nariz erguido, a cabe&ccedil;a levantada. Nesse caso, preciso fazer a parte da frente maior que a de tr&aacute;s.<br /> Depois de alguns anos, est&aacute; ocupado com seu trabalho e os transtornos advindos de sua experi&ecirc;ncia. Torna-se sensato e olha para diante para ver o que vem em sua dire&ccedil;&atilde;o e o que precisa ser feito em seguida. Para esse costuro um manto de modo que fiquem igualadas as partes da frente e a de tr&aacute;s.<br /> Mais tarde, sob o peso dos anos, o corpo est&aacute; curvado pela idade e pelos trabalhos exaustivos, sem se falar na humildade que adquiriu pela vida de esfor&ccedil;os. &Eacute; o momento de eu fazer o manto com a parte de tr&aacute;s mais longa. Portanto, preciso saber h&aacute; quanto tempo o senhor est&aacute; no cargo para que a roupa lhe assente perfeitamente.<br /> O homem saiu da loja pensando muito mais nos motivos que levaram seu amigo a lhe indicar aquele s&aacute;bio alfaiate, e menos no manto que viera encomendar.<br /> * * *<br /> Cargos e fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre responsabilidades que nos s&atilde;o oferecidas pela Divindade para nosso progresso. N&atilde;o h&aacute; motivo para vaidade, acreditando-se superior ou melhor que os outros.<br /> O s&aacute;bio rabino Galileu afirmou: (..)a autoridade de que <br /> * * *<br /> Toda autoridade deve se centralizar no amor e na vida exemplar, a fim de se fazer real.<br /> A autoridade de que nos vejamos investidos deve ser exercida sem jamais ferir a justi&ccedil;a.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo publicado na Revista Brasil Rot&aacute;rio, edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 913 &ndash; julho/1998 . <br /> <br /> Em 07.07.2012<br /> </span><br />

UM ADVERSÁRIO A ALTURA
24 Nov 20161:39EP 596

UM ADVERSÁRIO A ALTURA

<span style=''font-size: small;''>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.<br /> </span><br />

DESANIMO
23 Nov 20164:31EP 595

DESANIMO

<span style=''font-size: small;''>DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> * * *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> * * *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.<br /> <br /> </span><br />

CONFLITOS ÍNTIMOS
22 Nov 20164:18EP 594

CONFLITOS ÍNTIMOS

<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> * * *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />

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