Capa de PENSE NISSO

PODCAST · 3391 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

Compartilhar

Episódios

Ordenar por:Mais recentes
O MILAGRE DA DOR
8 Jan 20192:22EP 1071

O MILAGRE DA DOR

O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />

O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO!
7 Jan 20196:30EP 1070

O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO!

&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />

CONFLITOS ÍNTIMOS
4 Jan 20194:37EP 1069

CONFLITOS ÍNTIMOS

<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> * * *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />

TALENTOS TODOS TEMOS
3 Jan 20193:00EP 1068

TALENTOS TODOS TEMOS

<span style=''font-size: small;''>TALENTOS TODOS TEMOS<br /> <br /> Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> * * *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.<br /> </span><br />

DESEJO, VONTADE E FELICIDADE
2 Jan 20195:07EP 1067

DESEJO, VONTADE E FELICIDADE

<strong>&nbsp;Desejo, Vontade e Felicidade</strong><br /> <br /> Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, vamos nos dedicar aos nossos desejos, vontades e felicidades...o que &eacute; propicio para essa &eacute;poca de fim de ano. Quando os nossos desejos e vontades, est&atilde;o aflorados.<br /> <br /> E pra falar sobre os desejos e vontades , e consequentemente, da pretensa felicidade, convocamos o filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant.<br /> O pensador, em sua obra &ldquo;Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;, nos contempla com uma profunda an&aacute;lise moral e distintiva de desejo e vontade; e convida-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre as nossas escolhas. <br /> Desejo &eacute; tudo o que emerge do pensamento, sem que se possa controlar; &eacute; o impulso instintivo, &eacute; a avidez pelo prazer das sensa&ccedil;&otilde;es. <br /> Vontade &eacute; a a&ccedil;&atilde;o regida pela raz&atilde;o, independentemente da corrente dos desejos, ou seja, &eacute; o uso da raz&atilde;o para deliberar escolhas. Muito diferente de desejo, vontade &eacute; o saber materializado em conduta; &eacute; tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. Em suma, Vontade &eacute; o controle dos nossos Desejos cegos e sem limites.<br /> A vontade percebe que, apesar do desejo, &eacute; poss&iacute;vel viver na contram&atilde;o dos instintos. A isso chamamos liberdade, que &eacute; quando adquirimos a compet&ecirc;ncia deliberativa sobre as pr&oacute;prias inclina&ccedil;&otilde;es. Sou livre quando, ao perceber os meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.<br /> A moral n&atilde;o &eacute; uma vigil&acirc;ncia castradora, mas um olhar sobre si mesmo; &eacute; um lugar na mente onde a reflex&atilde;o imp&otilde;e os limites que imperam a conduta. <br /> No entanto, se n&oacute;s n&atilde;o conhecermos as nossas fraquezas, seremos escravos dos nossos desejos.<br /> O que difere o homem dos outros animais &eacute; a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclina&ccedil;&otilde;es, aproxima-se da animalidade; mas aquele que age pela via da raz&atilde;o aproxima-se de sua destina&ccedil;&atilde;o moral. E aqui n&atilde;o falamos da moral teol&oacute;gica, que &eacute; dogm&aacute;tica. E sim, falamos da moral indulgente, flex&iacute;vel e condescendente.<br /> Ao entender a felicidade como ac&uacute;mulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biol&oacute;gico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres ter&atilde;o de ser futuramente, a fim de se obter o mesmo n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Usemos como a analogia, a coca&iacute;na; que para produzir o mesmo efeito de felicidade, &eacute; necess&aacute;rio aumentar a dose.<br /> A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos dos desejos atendidos, resulta em adoecimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a sacia&ccedil;&atilde;o de desejos n&atilde;o representa um estado real de felicidade ao longo do tempo.<br /> Por isso que no mundo dos famosos e dos bem servidos financeiramente, vemos tantos desca&iacute;dos em depress&otilde;es, que, em alguns casos, acabam em suic&iacute;dios.<br /> &Eacute; importante, que quando o sentimento de total insatisfa&ccedil;&atilde;o nos aflige, busquemos a compreens&atilde;o de n&oacute;s mesmos. Libertos da pris&atilde;o dos desejos que nos faz sofrer, conquistamos a liberdade, balizada na raz&atilde;o.<br /> Num mundo ca&oacute;tico, caracterizado somente pelo desejo do poder, dinheiro e fama, o pre&ccedil;o final &eacute; a infelicidade.<br /> Mas quando usamos da nossa vontade, que &eacute; a raz&atilde;o inclinada ao aprendizado &eacute;tico-moral, nos trar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, a serenidade, o equil&iacute;brio e a felicidade.<br /> Por isso, nesse novo ano, tenhamos mais vontades... para controlar os nossos desejos.<br /> Pense nisso...e tenha um feliz ano novo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> na aula do professor Clovis de Barros Filho e<br /> na obra de Immanuel Kant &ldquo;&ldquo;A Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;<br /> Em 26.12.2018</em></div> <br />

VOZES AMIGAS
26 Dez 20184:31EP 1066

VOZES AMIGAS

<strong>&nbsp;Vozes amigas<br /> </strong> <br /> Pedro e Ana se conheceram no col&eacute;gio. De in&iacute;cio, n&atilde;o simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a intelig&ecirc;ncia e a integridade m&uacute;tuas e se tornaram amigos.<br /> A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.<br /> Eram companheiros de ideias e ideais. Um at&eacute; sabia o que o outro estava pensando.<br /> Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.<br /> Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.<br /> A vida nem sempre foi f&aacute;cil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.<br /> Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.<br /> Os filhos, criados, n&atilde;o precisavam mais de dedica&ccedil;&atilde;o integral. Estavam batendo asas, independentes e aut&ocirc;nomos.<br /> Em meio a planos resgatados do fundo do ba&uacute; e o nascimento de novos sonhos, Ana come&ccedil;ou a sentir que algo n&atilde;o estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao m&eacute;dico.<br /> Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de c&acirc;ncer raro e agressivo.<br /> Passado o choque inicial, ela n&atilde;o se rendeu. Buscou informa&ccedil;&otilde;es, m&eacute;dicos e tratamentos alternativos.<br /> As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.<br /> A fam&iacute;lia se uniu e Ana decidiu seguir a vida at&eacute; o momento em que n&atilde;o seria poss&iacute;vel fazer mais nada.<br /> Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.<br /> Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos m&eacute;dicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.<br /> Como seria poss&iacute;vel, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?<br /> Al&eacute;m disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.<br /> Pedro teve uma ideia. Conversou com o m&eacute;dico de plant&atilde;o e obteve autoriza&ccedil;&atilde;o para permanecer ao lado dela e usar o celular.<br /> Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.<br /> Muitos n&atilde;o conseguiram gravar, por conta da emo&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.<br /> Todas carregavam carinho, respeito e a esperan&ccedil;a de um reencontro.<br /> Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.<br /> L&aacute;grimas escorriam dos olhos de ambos. L&aacute;grimas escorriam tamb&eacute;m dos olhos de enfermeiros e m&eacute;dicos.<br /> Aquela UTI estava cheia de pessoas, n&atilde;o fisicamente, mas em boas energias, em luz.<br /> Ana atravessou aquela noite, acordou na manh&atilde; seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, at&eacute; a sua morte.<br /> Nesse per&iacute;odo, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.<br /> Partiu em paz, sabendo que n&atilde;o estava s&oacute;. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua cren&ccedil;a, &agrave; p&aacute;tria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele t&atilde;o esperado reencontro.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2017</em></div>

CANÇÃO DE NATAL
22 Dez 20185:45EP 1065

CANÇÃO DE NATAL

<strong>Can&ccedil;&atilde;o de Natal</strong><br /> <br /> Era a v&eacute;spera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austr&iacute;acos, o padre Joseph Mohr lia a B&iacute;blia.<br /> Quando se detinha nos vers&iacute;culos que se referiam &agrave;s palavras do visitante celeste aos pastores de Bel&eacute;m: Eis que vos trago uma boa nova, que ser&aacute; de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram &agrave; porta.<br /> Uma camponesa pedia que fosse aben&ccedil;oar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha.<br /> Em pobre cabana de dois c&ocirc;modos, cheia de fuma&ccedil;a do fog&atilde;o, encontrou uma mulher com seu filho nos bra&ccedil;os. A crian&ccedil;a dormia.<br /> O padre Mohr deu sua b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o ao pequeno e &agrave; m&atilde;e. Uma estranha emo&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou a tomar conta dele. A cabana n&atilde;o era o est&aacute;bulo de Bel&eacute;m, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus.<br /> Ao descer a montanha, de retorno &agrave; par&oacute;quia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma.<br /> Aproximando-se da aldeia, p&ocirc;de observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas.<br /> Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em ora&ccedil;&atilde;o, o anivers&aacute;rio do Divino Menino. A milen&aacute;ria promessa de paz vibrava no sil&ecirc;ncio do bosque e no brilho das estrelas.<br /> Padre Mohr n&atilde;o conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe &iacute;a na alma.<br /> Pela manh&atilde; procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos.<br /> O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta &eacute; a can&ccedil;&atilde;o de Natal de que necessitamos!<br /> Comp&ocirc;s a m&uacute;sica para duas vozes e guitarra, porque o &oacute;rg&atilde;o da igreja, o &uacute;nico na localidade, estava estragado.<br /> No dia de Natal de 1818, as crian&ccedil;as se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar.<br /> Era diferente de tudo quanto haviam escutado. Noite de paz, noite de amor...<br /> Dias depois, chegou ao povoado o consertador de &oacute;rg&atilde;o. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre.<br /> O t&eacute;cnico em consertos de &oacute;rg&atilde;o era tamb&eacute;m um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e m&uacute;sica da nova can&ccedil;&atilde;o.<br /> Consertando &oacute;rg&atilde;os por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Can&ccedil;&atilde;o de Natal. N&atilde;o sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores.<br /> Entre muitos que aprenderam a Can&ccedil;&atilde;o, quatro crian&ccedil;as, os irm&atilde;os Strasser passaram a cant&aacute;-la.<br /> O diretor de m&uacute;sica do Reino da Sax&ocirc;nia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto.<br /> A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Can&ccedil;&atilde;o apaixonava os cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Mas ningu&eacute;m sabia dizer quem era o autor.<br /> Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar at&eacute; Franz Gruber.<br /> Haviam se passado mais de trinta anos. E a hist&oacute;ria do surgimento da Can&ccedil;&atilde;o de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.<br /> N&atilde;o s&atilde;o conhecidas outras m&uacute;sicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua &uacute;nica produ&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o ser&aacute; poss&iacute;vel crer que as vozes do c&eacute;u, que se fizeram ouvir na aben&ccedil;oada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que n&oacute;s, os homens, pud&eacute;ssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemora&ccedil;&atilde;o, a cada ano, do anivers&aacute;rio do nosso Mestre e Senhor?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados colhidos no livro Remotos<br /> c&acirc;nticos de Bel&eacute;m, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim.<br /> Em 14.12.2013.</em></div> &nbsp;

E SE ESSE NATAL FOSSE DIFERENTE?
21 Dez 20184:22EP 1064

E SE ESSE NATAL FOSSE DIFERENTE?

<strong>&nbsp;E se esse Natal fosse diferente?</strong><br /> <br /> <br /> Chega o Natal e quase tudo se repete: as mesmas rotinas; as mesmas preocupa&ccedil;&otilde;es com presentes; a mesma falta de tempo; as mesmas reuni&otilde;es familiares; as mesmas conversas. Tudo muito igual.<br /> Mas, e se esse Natal fosse diferente?<br /> E se nesse Natal, ao inv&eacute;s dos presentes serem comprados prontos, n&oacute;s nos dispus&eacute;ssemos a faz&ecirc;-los?<br /> Sim, os famosos amigos secretos familiares poderiam propor que cada um oferecesse algo de si, utilizando uma habilidade que tem.<br /> Nesse processo, que demoraria mais tempo do que uma simples compra de loja, obviamente, ter&iacute;amos a chance de pensar naquela pessoa, colocando na pequena lembran&ccedil;a o que realmente desejamos para ela nesse Natal.<br /> O presente teria muito mais de n&oacute;s. Muito mais valor.<br /> Se nos falta habilidade, poder&iacute;amos nos propor a aprender algo apenas para nos doarmos naquele mimo espec&iacute;fico. Os resultados seriam surpreendentes, tenhamos plena certeza.<br /> E se nesse Natal, as reuni&otilde;es em volta da mesa fossem mais simples? Que tal dar prioridade ao encontro e &agrave;s conversa&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de gastarmos altos valores e grande quantidade de tempo nas prepara&ccedil;&otilde;es?<br /> Quanto desperd&iacute;cio vemos nas mesas natalinas, quantos exageros. Quantos manjares no dia seguinte v&atilde;o parar nas lixeiras.<br /> E se nesse Natal, al&eacute;m de passar momentos felizes com nossos amores, nossa fam&iacute;lia, tamb&eacute;m nos propus&eacute;ssemos a ser a fam&iacute;lia tempor&aacute;ria de algu&eacute;m?<br /> Poderia ser numa visita, num passeio, numa refei&ccedil;&atilde;o que n&oacute;s mesmos prepar&aacute;ssemos e do&aacute;ssemos para aqueles que, muito provavelmente, passar&atilde;o a data sozinhos.<br /> E se nesse Natal as conversas tamb&eacute;m fossem diferentes? Que tal convencionarmos que temas como pol&iacute;tica, futebol e not&iacute;cias ruins n&atilde;o pudessem ser abordadas, pelo menos nessa comemora&ccedil;&atilde;o?<br /> Poder&iacute;amos combinar e darmos prioridade aos temas felizes, amenos, &agrave;s alegrias da fam&iacute;lia, ao balan&ccedil;o positivo do ano, aos elogios, aos planos para o futuro.<br /> E, detalhe importante, que sejam totalmente proibidas a maledic&ecirc;ncia e a fofoca.<br /> N&atilde;o se trata s&oacute; de uma quest&atilde;o de religiosidade, mas de coer&ecirc;ncia. Se &eacute; uma reuni&atilde;o natalina, e voc&ecirc; &eacute; um crist&atilde;o, seja fiel a sua f&eacute;. Fa&ccedil;a, pelo menos alguma cita&ccedil;&atilde;o, alguma lembran&ccedil;a, alguma pequena homenagem precisa ser feita a quem est&aacute; aniversariando; Jesus Cristo.<br /> Alguns realizamos preces, o que j&aacute; &eacute; um bom come&ccedil;o. Mas, que tal relembrar alguma de suas excelentes li&ccedil;&otilde;es?<br /> Um dos seus feitos bastaria. Perceberemos que os ares dom&eacute;sticos mudar&atilde;o, que algo dentro de n&oacute;s ir&aacute; querer despertar.<br /> Muitas vezes se servem dessas ocasi&otilde;es para nos despertar do sono materialista em que nos encontramos na Terra.<br /> Proponhamo-nos a um Natal diferente. Proponhamo-nos ser diferentes. N&atilde;o nos deixemos levar pelas rotinas hipnotizantes, pela balb&uacute;rdia do mundo.<br /> Natal &eacute; convite para nascer de novo, para fazer de novo, e por que n&atilde;o: diferente?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 11.12.2018</em></div> <br />

Nada tocando
PENSE NISSO
0:00
0:00