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PODCAST · 3391 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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NOSSAS INGRATIDÕES
25 Abr 20194:03EP 1111

NOSSAS INGRATIDÕES

<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> * * *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> </em></div> </span><br />

LIÇÃO BEM APRENDIDA
22 Abr 20194:13EP 1110

LIÇÃO BEM APRENDIDA

<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.</em></span></div>

CIÚME DESTRUIDOR
18 Abr 20194:13EP 1109

CIÚME DESTRUIDOR

<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> * * *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> * * *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />

ONDE MORA A PAZ?
16 Abr 20194:02EP 1108

ONDE MORA A PAZ?

&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> * * *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> * * *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />

OUTRAS VIOLÊNCIAS
11 Abr 20193:05EP 1107

OUTRAS VIOLÊNCIAS

<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es, sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se, sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />

NOTÍCIAS DO BEM
8 Abr 20194:17EP 1106

NOTÍCIAS DO BEM

<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />

DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO
6 Abr 20194:55EP 1105

DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO

<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas. Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> * * *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />

SIMPLESMENTE SIMPLES
4 Abr 20193:59EP 1104

SIMPLESMENTE SIMPLES

&nbsp;Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> <br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> <br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> <br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> <br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> <br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> <br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> <br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> <br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> <br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> <br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> <br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> <br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> <br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> <br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> <br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> <br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> <br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> <br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> <br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> <br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> <br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> <br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> <br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> <br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> <br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> <br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> <br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> <br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012

Nada tocando
PENSE NISSO
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