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PODCAST · 3051 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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O HOMEM E OS ANIMAIS
30 Mar 20154:11EP 139

O HOMEM E OS ANIMAIS

<strong>O homem e os animais.</strong><br /> <br /> <br /> Quando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> C&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> E assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> A crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> N&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> A crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> Pulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> Cresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> Ele solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> Porque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> Porque rasgou a bola, com os dentes.<br /> E, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> <br /> A crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> Ao menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> Finalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> A viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> Ele corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> Ele corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> Indesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> A partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> Cachorro sem dono.<br /> N&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> N&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> Cachorro de ningu&eacute;m.<br /> Seus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> * * *<br /> Pensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> S&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Os animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> Assim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> N&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> <br /> PENSE NISSO.<br /> &nbsp;

A CULPA É DA CARNE
27 Mar 20153:58EP 138

A CULPA É DA CARNE

<strong>A Culpa &eacute; da Carne</strong><br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 18.06.2012.<br /> </em></div>

A BENÇÃO DO TRABALHO
25 Mar 20153:22EP 137

A BENÇÃO DO TRABALHO

&nbsp;<strong>A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho.</strong><br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> <br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> <br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> <br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> <br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> <br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> <br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> <br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> <br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> <br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> <br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> <br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> <br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> <br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> <br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> <br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> <br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> <br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> <br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> <br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> <br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> <br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> <br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;, &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> <br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> <br /> Mas o universo , a quanto tempo esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.<br />

MADRE TEREZA DE CALCUTÁ: UM ANJO REAL
23 Mar 20153:17EP 135

MADRE TEREZA DE CALCUTÁ: UM ANJO REAL

&nbsp;Madre Tereza de C&agrave;lcuta: Um anjo Real.<br /> <br /> Madre Tereza de C&aacute;lcuta, s&iacute;mbolo da abnega&ccedil;&atilde;o, do altru&iacute;smo, da benevol&ecirc;ncia e amor aos deserdados da sociedade.Os chamados P&aacute;rias, os que foram colocados a margem da sociedade. Madre Tereza de C&aacute;lcuta, o Espirito de luz, o anjo que foi colocado por Deus, para nos ensinar,que o amor de verdade se encontra na caridade, sem segundas inten&ccedil;&otilde;es.Esse anjo nos deixou muitas li&ccedil;&otilde;es de amor. Uma delas vamos compartilhar com voc&ecirc; ouvinte do Pense Nisso. Madre Tereza escreveu:<br /> <br /> O dia mais belo: hoje<br /> A coisa mais f&aacute;cil: errar<br /> O maior obst&aacute;culo: o medo<br /> O maior erro: o abandono<br /> A raiz de todos os males: o ego&iacute;smo<br /> A distra&ccedil;&atilde;o mais bela: o trabalho<br /> A pior derrota: o des&acirc;nimo<br /> Os melhores professores: as crian&ccedil;as<br /> A primeira necessidade: comunicar-se<br /> O que traz felicidade: ser &uacute;til aos demais<br /> O pior defeito: o mau humor<br /> A pessoa mais perigosa: a mentirosa<br /> O pior sentimento: o rancor<br /> O presente mais belo: o perd&atilde;o<br /> O mais imprescind&iacute;vel: o lar<br /> A rota mais r&aacute;pida: o caminho certo<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o mais agrad&aacute;vel: a paz interior<br /> A maior prote&ccedil;&atilde;o efetiva: o sorriso<br /> O maior rem&eacute;dio: o otimismo<br /> A maior satisfa&ccedil;&atilde;o: o dever cumprido<br /> A for&ccedil;a mais potente do mundo: a f&eacute;<br /> As pessoas mais necess&aacute;rias: os pais<br /> A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!<br /> <br /> Pensemos Nisso, e fa&ccedil;amos a terapia do amor.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso &ndash; inspirado na obra de Madre Tereza de C&aacute;lcuta.<br /> Sugest&atilde;o da ouvinte Leorena Savignano .<br /> 10.07.2012</em></div>

A ILUSÃO
20 Mar 20153:44EP 134

A ILUSÃO

<strong>&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> </strong><br /> A ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> <br /> A busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> <br /> Sem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> <br /> A medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> <br /> Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> <br /> Aproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> <br /> S&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> <br /> Suti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> <br /> Cal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> <br /> S&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> <br /> A psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> <br /> Ela diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> <br /> N&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> <br /> Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> <br /> Com isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> <br /> Torna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> <br /> Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> <br /> Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> <br /> Retirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> <br /> Na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consci&ecirc;ncia de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.<br /> Em 28.08.2012<br /> </em></div>

A VERDADE
18 Mar 20154:12EP 133

A VERDADE

<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> * * *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>

QUINZE MINUTOS
16 Mar 20152:54EP 132

QUINZE MINUTOS

<div style=''text-align: left;''><strong>Quinze Minutos</strong></div> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> <br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> <br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> <br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> <br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> <br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> <br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> <br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> <br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> <br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> <br /> Quinze minutos por dia.<br /> <br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para v&ocirc;os mais altos.<br /> <br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> <br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> <br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> <br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</em></div>

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