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PODCAST · 3051 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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A EDUCAÇÃO E A MÚSICA
21 Jul 20164:04EP 443

A EDUCAÇÃO E A MÚSICA

A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> <span style=''font-size: small;''><br /> A m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> A Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> Entre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> Entre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> Muitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> Assim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> Ao ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> Educar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> &Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.12.2015.<br /> </span><br />

SER AMIGO
20 Jul 20164:35EP 442

SER AMIGO

<span style=''font-size: small;''>SER AMIGO<br /> <br /> Pois &eacute; amigo e amiga...me permita chama-lo assim.Afinal, voc&ecirc; ouvinte, &eacute; o nosso amigo.Quem &eacute; que permite, que entremos no seu lar, no seu carro e at&eacute; no seu trabalho?Se n&atilde;o for parente, s&oacute; pode ser um amigo,n&atilde;o &eacute; mesmo?!<br /> N&oacute;s na Centro Am&eacute;rica Fm nos sentimos lisonjeados com a sua amizade.<br /> Pois bem, hoje s&aacute;bado, &eacute; o dia do amigo.Por isso, resolvi contar uma historia que aconteceu comigo a muito tempo atr&aacute;s, numa noite muito fria na cidade de Curitiba.:<br /> <br /> Era cerca de onze horas da noite e eu estava tranquilo em casa, quando recebi o telefonema de um amigo muito querido.<br /> Seu telefonema me deixou feliz e a primeira coisa que ele me perguntou foi: Como voc&ecirc; est&aacute;?<br /> E, sem saber porqu&ecirc;, eu lhe respondi: Muito s&oacute;...<br /> Voc&ecirc; quer conversar? Perguntou.<br /> Eu respondi: Sim.<br /> Voc&ecirc; quer que eu v&aacute; at&eacute; a sua casa?<br /> Respondi Sim, novamente...<br /> Ele desligou o telefone e, em menos de quinze minutos, l&aacute; estava ele tocando a campainha.<br /> Eu comecei falando sobre meu trabalho, minha fam&iacute;lia, minha namorada, meus problemas e d&uacute;vidas e ele, atento, me escutava.<br /> <br /> Naquele dia eu estava muito cansado mentalmente e a sua companhia me fez muito bem.<br /> Al&eacute;m do mais, do come&ccedil;o ao fim ele me escutou, me apoiou e me aconselhou. Assim, quando ele notou que eu estava melhor, disse: Bom, agora preciso ir trabalhar...<br /> Surpreso, eu lhe disse: Amigo, por que n&atilde;o me disse antes que teria que ir trabalhar? Veja que horas s&atilde;o! Voc&ecirc; n&atilde;o conseguiu dormir nem um pouco, eu roubei seu tempo por toda a noite.<br /> Ele sorriu e me disse: N&atilde;o tem problema, para isso existem os amigos!<br /> Ao ouvir isso, fiquei feliz em saber que podia contar com um amigo assim.<br /> Acompanhei-o at&eacute; &agrave; porta e, quando ele caminhava at&eacute; o seu carro eu gritei:<br /> Ei!... Amigo! Por que voc&ecirc; me telefonou t&atilde;o tarde? O que voc&ecirc; queria?<br /> Ele voltou e me disse com voz baixa: &Eacute; que queria lhe dar uma not&iacute;cia...<br /> E eu perguntei: O que aconteceu?<br /> Ele falou: Fui ao m&eacute;dico e ele me disse que meus dias est&atilde;o contados. Tenho um tumor no c&eacute;rebro. N&atilde;o poderei operar. &Eacute; maligno. Assim, s&oacute; posso esperar...<br /> Naquele momento fiquei mudo. Ele sorriu e disse: Tenha um bom dia, amigo!<br /> Entrou no carro e se foi...<br /> Precisei de um bom tempo para assimilar a situa&ccedil;&atilde;o e, at&eacute; hoje me pergunto: Por que, quando ele me perguntou como eu estava, eu me esqueci dele, e s&oacute; falei de mim?<br /> Como ele teve for&ccedil;as para sorrir, me escutar e dizer tudo o que disse?<br /> Desde aquele dia, a minha vida mudou... Deixei de dar tanto valor aos meus problemas e de me preocupar somente comigo.<br /> Agora, aproveito o meu tempo para estar mais perto das pessoas que amo, perguntar como elas est&atilde;o e me interessar mais por elas, sem esperar nada em troca.<br /> Tento sentir mais profundamente aqueles que est&atilde;o a minha volta e aqueles que passam por minha vida...<br /> <br /> Por vezes, temos agido com nossos amigos, como verdadeiros ego&iacute;stas.<br /> Esquecemos de que &eacute; preciso olhar nos olhos, ouvir as palavras que eles n&atilde;o t&ecirc;m coragem de nos dizer.<br /> Temos pensado demasiadamente em n&oacute;s mesmos, em nossos problemas, em nossas amarguras, em nossos desejos...<br /> Importante que tenhamos a devida aten&ccedil;&atilde;o para com aqueles que nos s&atilde;o caros.<br /> Os amigos verdadeiros &agrave;s vezes relevam as nossas atitudes ego&iacute;stas, mas vale a pena cuidar com carinho dessas joias que Deus coloca em nosso caminho.<br /> Afinal, conservar um amigo com afeto e aten&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre uma grande virtude.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> <br /> Em 19.07.2013.<br /> </span><br />

GUERRA E PAZ
19 Jul 20163:49EP 441

GUERRA E PAZ

GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> * * *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> * * *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> <br />

CRENÇA E CONHECIMENTO
18 Jul 20164:17EP 440

CRENÇA E CONHECIMENTO

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CREN&Ccedil;A E CONHECIMENTO<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; raro se ouvir afirmativas como &ldquo;eu creio que vai chover&rdquo;, &ldquo;creio que vai fazer muito frio este ano&rdquo;...<br /> Sem d&uacute;vida essas s&atilde;o opini&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum compromisso com a verdade. S&atilde;o meras cren&ccedil;as. E a cren&ccedil;a &eacute; cega.<br /> No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima, poder&aacute; afirmar se ir&aacute; chover ou fazer calor nos pr&oacute;ximos dias.<br /> Certamente as pessoas que t&ecirc;m conhecimento s&atilde;o as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.<br /> N&atilde;o poderia ser diferente quanto &agrave;s quest&otilde;es relativas &agrave;s cren&ccedil;as religiosas.<br /> Nesse particular &eacute; sempre importante buscar o conhecimento com os s&aacute;bios que realmente sabem sobre as leis que regem o universo.<br /> Acreditar nesta ou naquela f&oacute;rmula, neste ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, n&atilde;o &eacute; pr&oacute;prio de pessoas que desejam saber o porqu&ecirc; e o significado das coisas.<br /> Aproveitando-se das pessoas que aceitam tudo sem exame, sem uma an&aacute;lise profunda das propostas apresentadas, sempre houve e sempre haver&aacute; os pregadores de ilus&otilde;es.<br /> E eles n&atilde;o precisam de muito esfor&ccedil;o, n&atilde;o. Basta prometer a felicidade p&oacute;stuma e receitar uma f&oacute;rmula simples e f&aacute;cil, que conseguem in&uacute;meros seguidores fi&eacute;is.<br /> Mas, se diante das prescri&ccedil;&otilde;es pergunt&aacute;ssemos se isso realmente nos ajudar&aacute; e de que maneira; qual ser&aacute; nosso crescimento efetivo, esse tipo de proposta desapareceria. <br /> Temos de convir que, se os cultos exteriores, as promessas f&aacute;ceis, as palavras decoradas ditas sem emo&ccedil;&atilde;o, trouxessem felicidade, n&atilde;o haveria nenhum infeliz no mundo.<br /> Comece perguntando a si mesmo se determinada pr&aacute;tica lhe far&aacute; efetivamente mais feliz, lhe trar&aacute; mais conhecimento das coisas, mais grandeza d`alma.<br /> Se uma barganha, uma troca de favores, &eacute; interessante para ambas as partes ou somente para uma delas.<br /> Pergunte-se o que faria com o objeto que costuma oferecer em troca de um favor dos c&eacute;us, caso o recebesse de algu&eacute;m.<br /> Que utilidade teria para voc&ecirc; o objeto ou a atitude que oferece como pagamento de um favor.<br /> Se o objeto for oferecido a Deus, que &eacute; o supremo senhor do universo, o que Deus faria com a sua oferta?<br /> &ldquo;Dai a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo;.<br /> O que Deus faria com as coisas de C&eacute;sar?<br /> O que ele faria com as quinquilharias que nem para n&oacute;s, criaturas imperfeitas, teriam utilidade?<br /> Busque, assim, o conhecimento das leis morais que regem o universo.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; crist&atilde;o, encontrar&aacute; nos ensinos de Jesus informa&ccedil;&otilde;es importantes que lhe ajudar&atilde;o a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e l&uacute;cida.<br /> &ldquo;Ao dizer: &ldquo;Antes que Abra&atilde;o fosse, eu sou&rdquo;, ele se referia a sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem o planeta.<br /> Mesmo antes de Jesus vamos encontrar s&aacute;bios que tamb&eacute;m ensinaram grandes verdades, como S&oacute;crates, Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, entre outros.<br /> Em vez da cren&ccedil;a cega, que certamente nos levar&aacute; a grandes decep&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es, optemos pelo conhecimento das coisas.<br /> Somente o conhecimento da verdade nos far&aacute; livres. Livres de tantas esquisitices e f&oacute;rmulas sem sentido que s&oacute; nos retardam o acesso &agrave; felicidade que desejamos tanto.<br /> Pense em todas essas considera&ccedil;&otilde;es, e opte por uma das alternativas: cren&ccedil;a cega, ou conhecimento l&uacute;cido e f&eacute; inabal&aacute;vel.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> TC 10/06/2012</span><br />

HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE
16 Jul 20164:09EP 439

HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE

<span style=''font-size: small;''>HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE<br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> * * *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> Em 26.10.2013.<br /> </span><br />

O QUE FAZEMOS NÓS
15 Jul 20164:11EP 438

O QUE FAZEMOS NÓS

<span style=''font-size: small;''>O QUE FAZEMOS N&Oacute;S<br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.<br /> <br /> </span><br />

IMPASSE
14 Jul 20167:17EP 437

IMPASSE

<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;. Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real. Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele. <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento. Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.<br /> </span><br />

ALGUÉM MELHOR
13 Jul 20162:59EP 436

ALGUÉM MELHOR

<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span> <br />

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