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PODCAST · 3050 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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ALÉM DA VIDA
24 Mar 20174:14EP 602

ALÉM DA VIDA

<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> * * *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />

COMPANHEIROS DE JORNADA
23 Mar 20173:59EP 601

COMPANHEIROS DE JORNADA

<span style=''font-size: small;''>COMPANHEIROS DE JORNADA<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> * * *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites. Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.<br /> <br /> </span><br />

LIBERDADE E RESPONSABILIDADE
21 Mar 20172:32EP 600

LIBERDADE E RESPONSABILIDADE

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LIBERDADE E RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto, muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />

AÇÕES CRUÉIS
18 Mar 20174:13EP 598

AÇÕES CRUÉIS

<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> * * *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />

ADOLESCENTES ANTES DA HORA
15 Mar 20174:07EP 596

ADOLESCENTES ANTES DA HORA

<span style=''font-size: small;''>ADOLESCENTES ANTES DA HORA<br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br /> </span><br />

RAZÃO DE VIVER
14 Mar 20174:23EP 595

RAZÃO DE VIVER

<span style=''font-size: small;''>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> * * *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span><br />

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