
NÃO É UMA TRAGÉDIA

PODCAST · 3049 EPISÓDIOS
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.


<strong> RAZÃO DE VIVER</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Muitas pessoas erguem-se pela manhã acreditando não existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experiência insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, à mercê do que lhes aconteça no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem direção, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> Não veem significado em família, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d’alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunstâncias, sem quaisquer resistências morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, não é o melhor modo de se viver.<br /> É urgente que nos possamos sentir como peças importantes nas engrenagens da vida.<br /> É necessário que tomemos gradual consciência quanto ao nosso exato papel frente às leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa – principalmente as que não veem sentido para a própria vida – resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, é que eu vivo?<br /> Para quem é que eu vivo?<br /> Dificilmente não achará respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbuída da vontade de conferir um sentido para sua existência.<br /> Cada um de nós, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de alguém ou de alguma coisa, dando valor às suas horas.<br /> É importante dar sentido à vida.<br /> É importante viver por algo ou por alguém.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem vários.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pareça significativa para o bem geral, e passe a viver em cooperação com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentará o seu íntimo.<br /> Assim seus passos na Terra não serão a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram razões para viver, passa-se a respeitar e a honrar as bênçãos da existência terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra não precisa ser um campo de concentração a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se você quiser, ela será um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, após a sementeira responsável e cuidadosa que você fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferença.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magnífico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos nós somos alvos da dedicação de Deus.<br /> * * *<br /> O tempo é uma dádiva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utilizá-lo de forma responsável e útil é dever que nos cabe a todos.<br /> Dê sentido às suas horas, aos seus dias, e assim, por consequência, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com propósitos.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Redação do Pense Nisso, com base no cap. 25, do livro Para uso<br /> diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.<br /> Em 14.8.2013.</span></em></div>

<strong><span style=''font-size: small;''>A Serenidade</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> Você já parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a angústia íntima. A problemática em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impressão que se tem é que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de nós que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exortação que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> É por essa razão que, com regularidade, a Providência Divina permite que Seus missionários visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu à posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, Ângelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de João XXIII. Ângelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favorável nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limitações e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intocáveis até então. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens têm direito de escolher a sua religião. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma página com notável sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Decálogo da Serenidade e contém dez sugestões de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1ª primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma só vez.<br /> <br /> 2ª segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o máximo cuidado na minha convivência; cortês nas minhas maneiras, a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir à força ninguém, senão a mim mesmo.<br /> <br /> 3ª terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro Mundo, mas também já neste.<br /> <br /> 4ª quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar¬-me-ei às circunstâncias, sem pretender que sejam todas as circunstâncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5ª quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, assim a boa leitura é necessária para a vida da alma.<br /> <br /> 6ª sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa ação e não direi a ninguém.<br /> <br /> 7ª sétimo - Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.<br /> <br /> 8ª oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez não o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrevê-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecisão.<br /> <br /> 9ª nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunstâncias mostrem o contrário, que a Providência de Deus se ocupa de mim como se não existisse mais ninguém no Mundo.<br /> <br /> 10ª décimo - Hoje, apenas hoje, não terei nenhum temor. De modo especial não terei medo de gozar o que é belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br />  <br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esforços do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Redação do Pense Nisso, com base no texto O decálogo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</em></div> </span><br />

<strong>RENOVAR A CONFIANÇA<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, capítulo seis, versículo trinta e um: Não andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a política, com a família. Inquietos em relação ao futuro; inquietos em relação ao passado; inquietos com nós mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no âmago, a falta de confiança, a falta de fé e, também a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da pátria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidadãos.E no final, nada são que, usurpadores da fé alheia.Que usam essa fé, como escudo das suas improbidades para não serem alcançados pela lei.<br /> <br /> Não estamos incentivando a indiferença nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigilância, não aconselhamos a despreocupação ante o acervo do serviço a fazer.<br /> O que devemos é combater o pessimismo crônico.<br /> Ser pessimista é estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo começar. Ser pessimista é boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo à nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, inúmeras vezes, com pântanos e desertos, espinheiros, animais daninhos e serpentes. São os tempos de transição.<br /> Urge, porém, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem arrongância e impávia. <br /> Em todos os lugares há derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no zênite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfianças atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colaboração produtiva em qualquer serviço nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a propósito de mínimos obstáculos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do próximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> nós precisamos confiar...<br /> Não há treva que dure para sempre. Não há coração destinado ao mal. O tempo de escuridão é passageiro, é momento de aprendizagem, de provas necessárias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo é regido por uma Inteligência dotada de justiça e bondade.<br /> Dessa forma, como não confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, não colaboremos com seu estardalhaço desproporcional. <br /> <br /> Divulgá-lo sem propósito benéfico, propagá-lo sem fim útil, apenas para causar espanto, é dar-lhe mais forças.<br /> O otimista não é aquele que se nega a enxergar o mal à sua frente. É simplesmente aquele que dá mais valor ao bem do que ao mal que alguém promova.<br /> O otimista é aquele que sempre vê uma saída, que sempre vê um aprendizado em toda experiência, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que estão confiando. Têm fé imensa sem saber que a têm ou sem mesmo precisar dar rótulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />

<span style=''font-size: small;''>A OFERTA DA CERTEZA<br /> <br /> A oferta da certeza<br /> A oferta da segurança completa<br /> A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões <br /> É uma oferta de algo que não vale a pena ter<br /> Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente<br /> De não ter entendido suficiente<br /> De não poder saber o suficiente <br /> Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros<br /> Eu não aceitaria que fosse de outra forma <br /> Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta <br /> Que coisa terrível de dizer isso para as crianças <br /> Não pense nisso como uma dádiva <br /> Pense nisso como um cálice de veneno<br /> Afaste-o de você <br /> Por mais tentador que seja <br /> Corra o risco de pensar por si mesmo <br /> E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.<br /> O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente.<br /> A humildade, por sua vez, permanece e felicita.<br /> seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida.<br /> Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.<br /> Continua a agir no bem, a servir sempre.<br /> Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.<br /> Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.<br /> Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro.<br /> Pense Nisso.<br /> Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de Christopher Hitchen<br /> Em 14.1.2015.</span><br />

<strong> Outras violências...</strong><br /> <br /> Violência é o ato de constranger física ou moralmente. É o uso da força.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a violência. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas residências, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguranças para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da violência que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de violência para a qual não atentamos. É a que reside em nós.<br /> É a violência da indiferença. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos noticiários, as paisagens da fome, da miséria e prosseguirmos de braços cruzados.<br /> Sim, alguns de nós nos sensibilizamos, chegando às lágrimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a atenção e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Violência que nos faculta assistir, extremamente interessados, as notícias acerca da agressão sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a violência para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E não nos recordamos de nos recolher à intimidade do coração para orar pelo agredido, pelos seus. À parte a fama, são gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem caráter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impassíveis a programas em que o ser humano é exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problemática física ou de ordem íntima é levada a público como contos para diversão e lazer. Contudo, os envolvidos são seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Violência é a atitude com que destinamos velhos e enfermos difíceis a instituições, sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consciência dizendo que não dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, à distância, a fim de não lhes ouvir os queixumes e lamentações.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que não direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, próximos de nós, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Violência é o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento doméstico, estabelecendo silêncios gélidos às interrogações afetuosas.<br /> É o filho que se fecha em si mesmo, não respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agressão por não lhe concederem o que anseia.<br /> São os esposos que, entre si, contratam a mudez como símbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remissão.<br /> Violência é a indiferença pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupação, as lágrimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> É levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se, sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abraçar quem padece a carência da nossa ternura.<br /> A violência de fora pode nos ferir e magoar. A violência de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos é igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da própria violência íntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem próximos.<br /> Mudez, indiferença, frieza. Violências que se reprisam, armas cruéis.<br /> Principiemos por alijar de nós a violência, exercitando o diálogo, o perdão, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos corações.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />

<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abraço</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que você faz quando está com dor de cabeça, ou quando está chateado?<br /> Será que existe algum remédio para aliviar a maioria dos problemas físicos e emocionais?<br /> Pois é, durante muito tempo estivemos à procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doenças, que curasse nossa depressão e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos laços afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O remédio já havia sido descoberto e já estava à nossa disposição. O mais impressionante de tudo é que ainda por cima não custa nada.<br /> Aliás, custa sim, custa abrir mão de um pouco de orgulho, um pouco de pretensão de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> É o abraço. O abraço é milagroso. É medicina realmente muito forte. O abraço, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doenças, curar a depressão, fortificar os laços afetivos.<br /> O abraço é um excelente tônico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida é bem mais suscetível a doenças. O abraço diminui a depressão e revigora o sistema imunológico.<br /> O abraço injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abraçada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abraço prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psicóloga americana, dizendo que se precisa de quatro abraços por dia para sobreviver, oito abraços para manter-se vivo e doze abraços por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito é que esse remédio não tem contraindicação e não há maneira de dá-lo sem ganhá-lo de volta.<br /> * * *<br /> Já há algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns veículos, um adesivo muito simpático, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abraçar mais.<br /> O contato físico do abraço se faz necessário para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abraçar mais é um excelente começo para aqueles de nós que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> Só quem já deu ou recebeu um sincero abraço sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perdão foram traduzidos em abraços...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abraços.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abraços.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abraço.<br /> Assim, convidamos você a abraçar mais.<br /> Doe seu abraço apertado para alguém, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais você também.<br /> </span><br />
