
CONCLUSÕES APRESSADAS

PODCAST · 3049 EPISÓDIOS
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.



<span style=''font-size: small;''>DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE<br /> <br /> Aos dez anos, aquele garoto viajou ao interior do país na companhia da família de um amigo.<br /> Nascido e criado em uma grande metrópole, já havia estado em outras pequenas cidades durante viagens com sua família, mas sempre em breves passagens.<br /> Dessa vez foi diferente.<br /> O convite era para que ele passasse uns dias na casa da avó do amigo, em uma cidadezinha sem grandes atrativos turísticos.<br /> Pela primeira vez teve a oportunidade de vivenciar a rotina de uma vida no interior.<br /> No retorno, a alegria estava estampada nos seus olhos. O sorriso era largo, espontâneo, parecia que tinha a alma leve.<br /> Obviamente que o passeio lhe fizera muito bem. Contou à família alguns episódios divertidos que vivenciara, sempre enfatizando que havia gostado muito da viagem.<br /> Nos dias seguintes ao seu regresso, todas as vezes que surgia uma oportunidade, o garoto comentava sobre a alegria de ter passado alguns dias naquele lugar e que se pudesse, voltaria quantas vezes fosse convidado.<br /> Mas ele mesmo não sabia explicar os motivos para tanto entusiasmo.<br /> Lembrava de outras viagens maravilhosas que havia feito e das quais tinha ótimas recordações, mas nenhuma delas remetia a esse sentimento que agora experimentava.<br /> Passados mais alguns dias, o menino abordou a mãe com certa aflição, pois havia encontrado os motivos de estar encantado com a viagem que fizera e queria dividir com ela a sua descoberta.<br /> Quase que num desabafo infantil, ele disse que havia gostado tanto do lugar que conhecera porque lá era tudo muito simples.<br /> Segundo ele, as pessoas não corriam para todos os lados o dia inteiro. Elas paravam para conversar quando encontravam algum conhecido e ficavam olhando nos olhos umas das outras, com atenção.<br /> Andavam a pé pelas ruas. As famílias almoçavam e jantavam reunidas. E as casas estavam sempre cheias de visitas de parentes e amigos.<br /> A impressão que ficou gravada foi a de que as pessoas não estavam perdendo tempo ao fazer tudo aquilo e sim, aproveitando a vida.<br /> * * *<br /> Essa observação, vinda de um olhar infantil, nos leva a uma profunda reflexão sobre a forma como estamos vivendo nas grandes cidades e sobre os valores que estamos passando para nossos filhos.<br /> Sob essa ótica, ele observou o quanto faz bem ao coração uma vida calma, onde há tempo para as coisas mais simples. Vida na qual existem momentos para construir e consolidar os relacionamentos.<br /> É comum vivermos presos aos ponteiros do relógio, não nos permitindo cultivar as coisas simples e importantes.<br /> Por mais que estejamos atarefados e envolvidos com os compromissos assumidos, é indispensável fazermos uma revisão de nossas ações.<br /> Procuremos conduzir as horas com tranquilidade.<br /> Façamos com que nossos dias sejam luminosos, aproveitando-os com sabedoria e transformemos nossas horas em um rosário de bênçãos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 25.5.2013.<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haverá um firmamento;<br /> não te desorientes se muitos são os gritos:<br /> um dia far-se-á de novo silêncio <br /> e conseguirás refletir melhor; <br /> também não te afoites se o silêncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgirão de novo <br /> e entenderás a mensagem que te trarão...<br /> Não temas a escuridão <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles terão de sair do céu <br /> ou terão de descer à terra <br /> e o sol voltará radioso a brilhar...<br /> Não penses que a mentira dominará de todo:<br /> ela mentirá até mesmo sobre si própria, <br /> e seu descrédito tornará indispensável <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escuridão, por mais densa que seja,<br /> conseguirá apagar a luz do vaga-lume; <br /> não te entristeças se sentes frio: <br /> sempre encontrarás a mão amiga <br /> na qual aquecerás as tuas <br /> que, assim, não se enregelarão...<br /> Não receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e não está longe este dia,<br /> ouvirás de novo a maciez <br /> de pés descalços pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltará a cair <br /> e o verde voltará ser verde, <br /> por isto tua sede será aplacada um dia,<br /> podes esperá-lo confiante...<br /> Não temas sequer a morte: <br /> ainda não se descobriu um cemitério de almas,<br /> já que estas vivem para sempre...<br /> Não penses que o infinito não te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e não queira perder uma só de tuas palavras...<br /> Não penses que estás irremediavelmente condenado:<br /> o perdão existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus pés fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar...<br /> Não chores de amargura <br /> se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo:<br /> Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações.<br /> Nelas, você e eu descansamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>NOVA VISÃO<br /> <br /> Era uma manhã de um dia de semana, desses de céu aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos últimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se pôs a fazer sua oração cheia de vida.<br /> Ouviu, então, em meio ao silêncio, uma voz de alguém, cuja presença não tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu até a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e começou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem não se conformou e tornou a dizer:<br /> Não, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insistência, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as próprias resistências, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espetáculo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele ângulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-íris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-íris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: É a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-íris. Mas, se eu não tivesse me sentado onde estou, se não tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espetáculo tão maravilhoso.<br /> * * *<br /> É preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> Há uma rosa escondida em toda pessoa, que não estamos sendo capazes de enxergar.<br /> Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver as rosas do outro, de um ângulo diverso.<br /> Realizemos essa experiência, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para nós, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e rótulos.<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>A HONRA<br /> <br /> Conta-se que um promotor público, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se propôs a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou às mãos foi o de um homem que, em plena praça, à vista de vários cidadãos, descarregara todas as balas do seu revólver em sua esposa.<br /> Fora um crime bárbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se propôs a fazer a acusação daquele réu.<br /> Para ele, não havia dúvidas. Tratava-se de um crime bárbaro. O homem, tomado de ciúmes, pois descobrira que a esposa o traíra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era notório. Não havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do réu apresentou sua defesa baseado em que ele não deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o júri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem traído mais não fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> Não se tratava de uma questão de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidadão.<br /> * * *<br /> Em várias localidades, em nosso país e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de violência, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o líder pacifista da Índia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora tão rude que ele caíra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor não vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra não está no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos nós, não está no rosto. A honra está na alma e essa ninguém a pode remover, senão nós mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agressões, descer ao nível do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrupção, com o crime de qualquer nível.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunstâncias pareçam contra nós.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Redação do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federação Espírita do Paraná, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012</em>.</div> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.<br /> Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.<br /> Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.<br /> E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.<br /> Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.<br /> Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.<br /> Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.<br /> Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.<br /> Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>IMPORTANTE LIÇÃO<br /> <br /> Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.<br /> Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.<br /> * * *<br /> Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.<br /> * * *<br /> O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.<br /> Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,<br /> psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.<br /> </span><br />