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PODCAST · 3049 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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AMOR SEM FIM
30 Jul 20185:01EP 912

AMOR SEM FIM

AMOR SEM FIM<br /> <br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;. <br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro <br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.<br /> <br />

CAUSA E EFEITO
28 Jul 20184:20EP 911

CAUSA E EFEITO

<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.</em></span></div>

GESTO DE AMOR
25 Jul 20184:30EP 908

GESTO DE AMOR

<span style=''font-size: small;''>GESTO DE AMOR<br /> <br /> Aquele era mais um dia normal na cidade de Cuiab&aacute;,<br /> A urg&ecirc;ncia habitual fazia com que as cal&ccedil;adas ficassem repletas de pessoas, que corriam, nas suas preocupa&ccedil;&otilde;es do dia a dia.<br /> Com ela n&atilde;o era diferente. Apressava-se na sa&iacute;da do &ocirc;nibus, visando desembocar na grande avenida que a levaria aos seus compromissos.<br /> E eram tantos. Pela mem&oacute;ria, ia repassando o roteiro das tarefas que lhe competia realizar nas pr&oacute;ximas horas.<br /> Depois de atravessar a congestionada avenida, que a conduzia para o outro lado... e para um encontro inesperado.<br /> Justo em sua frente, um jovem. O rosto se escondia atr&aacute;s da sujeira. Os olhos saltados das &oacute;rbitas denunciavam o consumo de entorpecentes. As roupas maltrapilhas indicavam o abandono de tudo.<br /> Sua primeira rea&ccedil;&atilde;o foi de medo, de defesa.<br /> Lan&ccedil;ou-lhe um olhar assustado, ao mesmo tempo em que levava as duas m&atilde;os &agrave; bolsa, num movimento de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Ele a olhou com o resto de lucidez que ainda tinha, e lhe disse: Eu n&atilde;o quero nada, n&atilde;o vou lhe tomar nada.<br /> A rea&ccedil;&atilde;o do rapaz a surpreendeu. Esperava que ele fosse lhe arrancar a bolsa, dar voz de assalto, fazer algum gesto de viol&ecirc;ncia.<br /> A surpresa a fez mudar de postura corporal. Mudou tamb&eacute;m seu olhar.<br /> Ele ent&atilde;o completou a frase: Eu s&oacute; queria algum dinheiro para a pr&oacute;xima dose.<br /> A dor com que aquela frase foi dita lhe cortou o cora&ccedil;&atilde;o. Pensou em como aquela vida estava se esvaindo na depend&ecirc;ncia infeliz.<br /> O que fazer por ele?<br /> De imediato, ocorreram-lhe &agrave; mente as boas li&ccedil;&otilde;es que aprendera com um antigo amigo.<br /> Ao pensamento, veio-lhe a frase &agrave; boca, quase sem racioc&iacute;nio, mas cheia de sentimento: Eu n&atilde;o posso, n&atilde;o quero lhe dar o dinheiro para a pr&oacute;xima dose, mas posso lhe dar um abra&ccedil;o.<br /> Sem que o jovem pudesse compreender o que se passava, ela o abra&ccedil;ou. E ficou assim, envolvendo-o, demoradamente.<br /> Foram alguns segundos eternos, que a ambos emocionou at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas.<br /> Ela, condo&iacute;da pelo jovem desiludido. Ele, impactado pelo gesto de amor inesperado.<br /> Ao afastar-se do abra&ccedil;o, ainda surpreso pelo gesto fraterno, carinhoso, que recebeu, confessou:<br /> Eu estava a ponto de me matar. Nada mais valia na minha vida. J&aacute; n&atilde;o me reconhecia como gente. Vivia uma vida de bicho, e era tratado como tal.<br /> Voc&ecirc; me lembrou de que sou gente, voc&ecirc; me tratou, como h&aacute; muito n&atilde;o acontecia: como gente. Muito obrigado!<br /> E do mesmo modo como apareceu, sumiu entre a multid&atilde;o. Ela ficou ali, deixando-se inundar pelas l&aacute;grimas, feliz por ter seguido seu impulso de amor.<br /> * * *<br /> Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, n&atilde;o importa quem, como gostar&iacute;amos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.<br /> Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no cora&ccedil;&atilde;o, nem que seja pelo tempo de um abra&ccedil;o.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; apenas isso que um desconhecido precisa de n&oacute;s. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreens&atilde;o.<br /> Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma.<br /> Pense Nisso e pratique um gesto de amor.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato<br /> narrado na XIX Confer&ecirc;ncia Estadual Esp&iacute;rita, por <br /> Divaldo Pereira Franco, em Pinhais, Paran&aacute;,<br /> em mar&ccedil;o de 2017.<br /> Em 06.6.2017. </em></span></div> <br />

FÉ E SAÚDE
21 Jul 20184:41EP 907

FÉ E SAÚDE

<span style=''font-size: small;''>F&Eacute; E SA&Uacute;DE<br /> <br /> Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?<br /> Com esse t&iacute;tulo, a revista Sele&ccedil;&otilde;es, de agosto de 2001, publicou uma mat&eacute;ria baseada em evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas de que a f&eacute; &eacute; eficiente aliada na recupera&ccedil;&atilde;o de doentes e na preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades.<br /> Centenas de estudos e pesquisas documentam a liga&ccedil;&atilde;o entre f&eacute; e sa&uacute;de.<br /> Segundo as estat&iacute;sticas, a devo&ccedil;&atilde;o promove v&aacute;rios efeitos positivos. Eis alguns deles:<br /> 1. Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferen&ccedil;a de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentam cultos religiosos e as que os frequentam mais de uma vez por semana.<br /> 2. Bem-estar geral. Em uma pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor deGod, faith, and health (Deus, f&eacute; e sa&uacute;de), idosos que se consideravam religiosos tiveram menos problemas de sa&uacute;de do que os n&atilde;o religiosos.<br /> 3. Melhor recupera&ccedil;&atilde;o. Pacientes confortados pela f&eacute; apresentaram probabilidades tr&ecirc;s vezes maior de sobreviv&ecirc;ncia, ap&oacute;s cirurgias card&iacute;acas abertas, segundo estudo de 1995, da Faculdade de Medicina de Dartmouth.<br /> 4. Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na &Iacute;ndia, em 1997, os participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham setenta por cento menos chance de sofrer de doen&ccedil;a coronariana.<br /> 5. Press&atilde;o mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor contra a press&atilde;o alta entre aqueles que consideravam a religi&atilde;o muito importante e frequentavam a igreja.<br /> 6. Boa sa&uacute;de mental. Frequentar locais de devo&ccedil;&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com taxas menores de depress&atilde;o e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke University, que incluiu quase quatro mil idosos.<br /> 7. Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da press&atilde;o arterial e das frequ&ecirc;ncias card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, reduzindo a imunidade, segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.<br /> Ele constatou, em v&aacute;rias pesquisas, que tanto a medita&ccedil;&atilde;o como a ora&ccedil;&atilde;o, o Tai chi chuane a Ioga provocam uma rea&ccedil;&atilde;o oposta ao estresse.<br /> * * *<br /> Como podemos perceber, segundo as pesquisas m&eacute;dicas, a f&eacute; contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, n&atilde;o s&oacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s enfermidades f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m &agrave;s da alma.<br /> Evidente que a mente &eacute; o verdadeiro agente da sa&uacute;de ou da doen&ccedil;a pois &eacute; a grande governadora do corpo.<br /> E a ci&ecirc;ncia &eacute; a grande benfeitora da Humanidade, descobrindo as doen&ccedil;as e promovendo a cura, agora tamb&eacute;m admitindo que h&aacute; um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a f&eacute;.<br /> Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma alian&ccedil;a entre a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o.<br /> Segundo ele, a ci&ecirc;ncia sem a religi&atilde;o &eacute; paral&iacute;tica - a religi&atilde;o sem a ci&ecirc;ncia &eacute; cega.<br /> Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precip&iacute;cio cultural criado ao longo do tempo entre a f&eacute; e a ci&ecirc;ncia, sem d&uacute;vida, essa aproxima&ccedil;&atilde;o ir&aacute; beneficiar a toda a Humanidade.<br /> * * *<br /> A f&eacute; tem a fun&ccedil;&atilde;o essencial de oferecer for&ccedil;as para solucionar problemas ao inv&eacute;s de afast&aacute;-los ou liberar o crente dos testemunhos necess&aacute;rios para a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: left;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?, de Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest de agosto/2001 e no verbete F&eacute;, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 14.10.2012.</em></span></div>

É LEGAL? É MORAL?
20 Jul 20183:55EP 906

É LEGAL? É MORAL?

&Eacute; LEGAL? &Eacute; MORAL?<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</em></div>

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