
TEMPO E OPORTUNIDADE

PODCAST · 3049 EPISÓDIOS
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.


CRÉDITOS DE VIDA <br /> <br /> Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs."<br /> <br /> "A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração."<br /> <br /> "Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade."<br /> <br /> "Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível."<br /> <br /> "Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"<br /> <br /> "Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro."<br /> <br /> "Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração."<br /> <br /> "Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar “o luxo e o banal”, o incomensurável e o comum."<br /> <br /> "- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele “deve ser lido”, e toda a minha vida é assim."<br /> <br /> "Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o “seu essencial.”<br /> <br /> "Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida."<br /> <br /> "Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida."<br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 02.01.2013.<br />

FANATISMO E TOLERÂNCIA<br /> <br /> É natural que nas nossas escolhas, nas nossas andanças, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pareça adequada.<br /> É compreensível que a escolha religiosa de cada um de nós tenha um caráter próprio e pessoal, que mais concorde com nossa visão de mundo e de um Deus...ou mesmo que não se acredite em um criador.<br /> Assim também escolhemos o partido político, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pareça o melhor, e que tenha mais significado para nós.<br /> Como temos histórias de vida diferentes, percepções de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de nós faz suas escolhas externas em coerência com aquilo que já conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que não concordemos com a opção de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situação jamais possa ser nossa escolha, para alguém isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que não serão todos que aceitarão a nossa religião como a melhor, que verão nossa profissão como a mais acertada escolha ou que conseguirão entender nossas opções, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos forçar alguém a pensar como nós, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as opções distintas das nossas, quando não vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O próximo passo, seguido à intolerância, será certamente o do fanatismo.<br /> Quando não conseguimos aceitar as opções alheias, não conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a única verdade e a única opção lícita e saudável.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religião, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se convençam da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela é nossa e de mais ninguém.<br /> Disso concluímos que não nos cabe impor a ninguém nossa crença, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> * * *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretensão ou arrogância, como se o nosso caminho fosse o único que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos não só a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas crenças.<br /> Numa sociedade tão diversificada como a nossa, pratiquemos a tolerância e a compreensão para com o próximo.<br /> Mesmo as opções errôneas que o outro, porventura, tenha feito, serão lições preciosas para seu aprendizado, que talvez não ocorressem se não fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as opções que nos levem à felicidade, à paz e à consciência tranquila.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br />

IMPORTANTE LIÇÃO<br /> <br /> Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.<br /> Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.<br /> * * *<br /> Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.<br /> * * *<br /> O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.<br /> Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,<br /> psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>

CÂNCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, você se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com variações constantes de humor não reconheçamos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se você perceber que vez ou outra é atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistemático - vício de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia inúmeros males no indivíduo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a razão, provoca tendências negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledicência e a indisposição de ânimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste orgânico e psicológico, dando margem à instalação de doenças psicossomáticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas têm o dever de trabalhar pelo próprio progresso intelecto-moral, esforçando-se por vencer as más inclinações.<br /> O azedume resulta, também, da inveja mal disfarçada quanto do ciúme incontido.<br /> Atiça as labaredas destruidoras da desavença, enquanto se compraz na observância da ruína e do desconforto do próximo.<br /> Muitas formas de cânceres têm sua gênese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermiças.<br /> O mau humor é fator cancerígeno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equilíbrio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprovação da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens íntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o título de pacífico ou faça-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando você perceber que o mau humor está batendo à sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se possível, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de silêncio, de descanso, de solidão.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das razões que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que está dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Faça uma oração. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudança dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem saúde abundante, tem amigos por perto e está sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor já vive a felicidade, mesmo não tendo consciência disso.<br /> Já pensou nisso? Se não, pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.

COMEÇANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manhã e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da oração. O amor de Deus nunca falha.<br /> E então decidiu orar: Senhor, hoje, até o momento, me comportei bem.<br /> Não fofoquei. Não me zanguei. Não fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou egoísta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e daí em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> * * *<br /> Assim mesmo é a prece. Um diálogo franco com a Divindade, onde o ser expõe a própria alma.<br /> Não há necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. É o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas deficiências morais.<br /> Um exame de consciência e um pedido de socorro.<br /> A resposta é exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades íntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a comentá-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> Não se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquietação, os problemas vão sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega às lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> Não se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no trânsito, um defeito mecânico no carro, um funcionário que não atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipitação, ouve o seu semelhante até o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o egoísmo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intrínsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da existência de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem fé, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estará conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas diárias, que somente redundarão em felicidade para nós mesmos.<br /> * * *<br /> Cada dia é um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia é de tal forma único, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manhã radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem não estão exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abundância não são aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo é novo a cada dia. Essa é a grande mensagem de Deus para os homens: a renovação da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br />


HÁBITO<br /> <br /> O hábito é o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indução à rotina.<br /> A maioria de nós que estamos na Terra vem de incontáveis séculos nos quais viveu sem muita reflexão e nem resistência moral.<br /> Há a tendência generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria fácil viver em paz.<br /> Porque são muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um mínimo necessário, o homem se torna egoísta e cruel.<br /> Dando vazão ao instinto da posse, cria reflexos de egoísmo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influências mundanas, suscetível à opinião alheia, aos ditames da moda e da mídia.<br /> Por não refletir detidamente sobre os propósitos superiores da existência, engana-se depois do berço para se desenganar depois do túmulo.<br /> Aprisiona-se no binômio ilusão-desilusão, no qual gasta longos séculos, começando e recomeçando a senda em que lhe cabe avançar.<br /> Não é lícito desprezar a rotina construtiva.<br /> É por ela que o ser se levanta no espaço e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolução impõe a instituição de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de fórmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justiça cheira a vingança e o amor tem laivos de egoísmo.<br /> Tal se dá pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas há milênios.<br /> Entretanto, a ciência da vida que jamais se esgota precisa induzir reflexões que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o próprio íntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatização de hábitos dignos, pela repetição constante, liberta da dor e da decepção.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Redação do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Espírito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</em></div>