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PODCAST · 3049 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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CRÉDITOS DE VIDA
2 Dez 20194:45EP 1128

CRÉDITOS DE VIDA

&nbsp;CR&Eacute;DITOS DE VIDA <br /> <br /> Jamais esque&ccedil;a seus sonhos, eles ser&atilde;o o motor da sua exist&ecirc;ncia, eles ser&atilde;o o gosto e o odor das suas manh&atilde;s.&quot;<br /> <br /> &quot;A d&uacute;vida e a escolha que o acompanham s&atilde;o as duas for&ccedil;as que fazem vibrar as cordas das nossas emo&ccedil;&otilde;es. Lembre-se sempre de que a &uacute;nica que conta &eacute; a harmonia dessa vibra&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os come&ccedil;os das manh&atilde;s s&atilde;o silenciosos, mas s&oacute; alguns sil&ecirc;ncios s&atilde;o sin&ocirc;nimos de aus&ecirc;ncia, outros, &aacute;s vezes, s&atilde;o ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada &eacute; imposs&iacute;vel, s&oacute; os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconceb&iacute;veis. Muitas vezes &eacute; preciso resolver muitas equa&ccedil;&otilde;es para admitir um novo racioc&iacute;nio. &Eacute; uma quest&atilde;o de tempo e de limites do nosso c&eacute;rebro. Transplantar um cora&ccedil;&atilde;o, fazer voar um avi&atilde;o de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imagina&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, quando nossos s&aacute;bios, t&atilde;o s&aacute;bios, declaram imposs&iacute;vel transplantar um c&eacute;rebro, viajar &agrave; velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, n&atilde;o aprenderam nada sobre seus pr&oacute;prios limites, deve-se pensar que tudo &eacute; poss&iacute;vel e que &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, o tempo de compreender como &eacute; poss&iacute;vel.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manh&atilde;s, ao acordar, recebemos um cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir &agrave; noite n&atilde;o h&aacute; transporte dessa quantia. O que n&atilde;o foi vivido naquele dia est&aacute; perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manh&atilde;s essa magia recome&ccedil;a, ganhamos um novo cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo &eacute; incontorn&aacute;vel: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso pr&eacute;vio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do sil&ecirc;ncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que n&atilde;o cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da exist&ecirc;ncia do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela est&aacute; a seus p&eacute;s, ter a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o de se abaixar para peg&aacute;-la... E para mant&ecirc;-la. Essa &eacute; a intelig&ecirc;ncia do cora&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano &eacute; a fonte da cumplicidade, &eacute; a&iacute; que, em vez de h&aacute;bitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensur&aacute;vel e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- N&atilde;o perten&ccedil;o a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e n&atilde;o porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida &eacute; assim.&quot;<br /> <br /> &quot;J&aacute; que n&atilde;o se pode viver tudo, o importante &eacute; viver o essencial, e cada um de n&oacute;s tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consci&ecirc;ncia &eacute; da pr&oacute;pria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Voc&ecirc; quer entender o que &eacute; um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um m&ecirc;s de vida: fale com a m&atilde;e que acabou de dar &agrave; luz um filho prematuro e que est&aacute; esperando que ele saia da incubadora para segurar o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os, s&atilde;o e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa f&aacute;brica ou numa mina para alimentar a fam&iacute;lia. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que est&atilde;o esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustr&oacute;fobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a express&atilde;o de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um mil&eacute;simo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e n&atilde;o a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.01.2013.<br />

FANATISMO E TOLERÂNCIA
30 Nov 20194:03EP 1127

FANATISMO E TOLERÂNCIA

&nbsp;FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> * * *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br />

IMPORTANTE LIÇÃO
29 Nov 20194:16EP 1126

IMPORTANTE LIÇÃO

&nbsp; IMPORTANTE LI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> * * *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> * * *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>

CÂNCER MORAL
28 Nov 20193:33EP 1125

CÂNCER MORAL

&nbsp;C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.

COMEÇANDO O DIA
27 Nov 20194:21EP 1124

COMEÇANDO O DIA

&nbsp; COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> * * *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br />

HÁBITO
21 Nov 20192:48EP 1122

HÁBITO

&nbsp;H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</em></div>

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