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PODCAST · 3187 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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CADA UM TEM A SUA CRUZ
5 Jul 20174:04EP 747

CADA UM TEM A SUA CRUZ

&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> \n<br /> \n<br /> \n<br /> \nNo trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> \n&quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> \n<br /> \nE, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> \nDia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> \nAh, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> \nEm nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> \nSim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> \nPelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> \nCarregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> \nConta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> \nSenhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> \nTanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> \nConduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> \nAnimado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> \nVoc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> \nSim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> \nPara seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> \n<br /> \nAs nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> \n&Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> \nA vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> \nQuando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> \nA dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> \nQuando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> \nRichard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> \nv. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</em></div>

O TEMPO
4 Jul 20173:03EP 746

O TEMPO

<span style=''font-size: small;''>O TEMPO<br /> \n<br /> \nUm autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> \nPreocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> \nFujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> \nTodos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> \nPara a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> \nAo que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> \nPassou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> \nSinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> \nEm seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> \nAmor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> \nPassou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> \nEnt&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> \nSobe, amor, que eu te levo.<br /> \nO amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> \nChegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> \nDona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> \nEla respondeu: O tempo.<br /> \nO tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> \nPorque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> \n* * *<br /> \nDentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> \n&Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> \n&Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> \n&Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> \n&Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> \nO tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> \nE &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> \n* * *<br /> \nNeste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> \nH&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> \nH&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> \nTempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> \nH&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.</span><br />

ANTES DE DESANIMAR
3 Jul 20172:21EP 745

ANTES DE DESANIMAR

<span style=''font-size: small;''>ANTES DE DESANIMAR<br /> \n<br /> \nAntes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> \nFred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> \nEra careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> \nO professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> \nWinston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> \nChegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> \nE talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> \nWalt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> \nAntes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> \nRichard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> \nPorque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> \nRodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> \nDescrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> \nChegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> \nAo morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> \nAssim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> \nPortanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> \nH&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> \nN&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> \nCharles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> \nPor que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> \nPense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> \nN&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> \ndo livro Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> \nJack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br /> \n</span><br />

O HOMEM E OS ANIMAIS
1 Jul 20173:45EP 744

O HOMEM E OS ANIMAIS

<span style=''font-size: small;''>O HOMEM E OS ANIMAIS<br /> \n<br /> \nQuando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> \nC&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> \nE assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> \nA crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> \nN&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> \nBrincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> \nA crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> \nO animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> \nPulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> \nCresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> \nEle solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> \nPorque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> \nPorque rasgou a bola, com os dentes.<br /> \nE, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> \n<br /> \nA crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> \nMas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> \nAo menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> \nSuas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> \nQuando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> \nFinalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> \nA viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> \nEle corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> \nMas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> \nEle corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> \nIndesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> \nA partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> \nCachorro sem dono.<br /> \nN&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> \nN&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> \nCachorro de ningu&eacute;m.<br /> \nSeus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> \n* * *<br /> \nPensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> \nS&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> \nOs animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> \nAssim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> \nN&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> \nPENSE NISSO.</span><br />

A BENÇÃO DO TRABALHO
30 Jun 20172:57EP 743

A BENÇÃO DO TRABALHO

<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> \n<br /> \nEm todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> \nA maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> \nOs que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> \nOs comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> \nOs trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> \nQuem obedece almeja mandar.<br /> \nOs convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> \nO problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> \nDe modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> \nO anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> \nO desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> \nTodo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> \nEle &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> \nPor certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> \n&Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> \nContudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> \nNo contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> \nEstas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> \nAs posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> \nJ&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> \nN&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> \nO importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> \nTrabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> \nAssim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;, &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> \nA Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> \nMas o universo , a quanto tempo esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> \nPense nisso.<br /> \n</span><br />

A FAMÍLIA
28 Jun 20173:01EP 742

A FAMÍLIA

<span style=''font-size: small;''>A FAM&Iacute;LIA<br /> \n<br /> \nSabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> \nO lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> \nO processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> \nA ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> \n&Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> \nAs diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> \nElas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> \nPara que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> \nOutra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> \n&Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> \nPor&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> \nO tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> \nDeve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> \nNa busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> \n&Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado. <br /> \n* * *<br /> \nPara que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> \n&Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> \nMas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> \nPensemos nisso.<br /> \n</span><br />

IDEIAS INATAS
26 Jun 20173:33EP 741

IDEIAS INATAS

<span style=''font-size: small;''>IDEIAS INATAS<br /> \n<br /> \nIvan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> \nAos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> \nFoi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> \nAos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> \nSua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> \nFoi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> \nEm 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> \nAtualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> \nEntre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> \nSeu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> \nPor ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> \n<br /> \nEssa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> \nDe onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> \nN&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> \nQual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> \nLembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> \nSem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> \nPodemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> \nOs conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> \nO Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> \nPensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> \nTudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> \nWashington Fernandes, publicado na Revista Internacional de <br /> \nEspiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> \nde O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> \nEm 04.06.2012.<br /> \n</span><br />

CONSCIÊNCIA SOCIAL
23 Jun 20174:11EP 740

CONSCIÊNCIA SOCIAL

<span style=''font-size: small;''>CONSCI&Ecirc;NCIA SOCIAL<br /> \n<br /> \nEm O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> \nE os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> \nAs miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> \nTudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> \nCada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> \nCaros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> \nPor essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> \nEm pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> \nH&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> \nApesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> \nSe destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> \nOu se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> \nTer consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> \nTer consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> \nTer consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> \nTer consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> \nSomos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> \nPrecisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> \nNossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> \nNossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> \nPara que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> \nPensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> \nA obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> \n&Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> \n* * *<br /> \nVoc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> \nEm sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> \nS&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> \nPense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 573, de<br /> \nO livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb e no cap. 11 do<br /> \nlivro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> \npsicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br /> \nEm 11.06.2014.<br /> \n</span><br />

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