Capa de PENSE NISSO

PODCAST · 3188 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

Compartilhar

Episódios

Ordenar por:Mais recentes
A SERENIDADE
29 Abr 20165:01EP 460

A SERENIDADE

&nbsp;<strong>A SERENIDADE<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf; sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo - Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf; nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</span><br />

AS FRUSTAÇÕES
28 Abr 20163:32EP 459

AS FRUSTAÇÕES

<strong>&nbsp;AS FRUSTA&Ccedil;&Otilde;ES<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.</span><br />

OUTRAS VIOLÊNCIAS
27 Abr 20163:16EP 458

OUTRAS VIOLÊNCIAS

<strong>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es, sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se, sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />

EPITÁFIO
26 Abr 20163:05EP 457

EPITÁFIO

<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />

VIVA A VIDA DO JEITO REAL
25 Abr 20166:43EP 456

VIVA A VIDA DO JEITO REAL

<strong>VIVA A VIDA DO JEITO REAL<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores, &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute; preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;, pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz, por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o, ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim, nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.<br /> </span> <br />

O HOMEM INTEGRAL
23 Abr 20164:06EP 455

O HOMEM INTEGRAL

<strong>O HOMEM INTEGRAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> * * *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling .<br /> Em 16.6.2015.<br /> </span> <br />

AINDA O AMOR
21 Abr 20164:10EP 454

AINDA O AMOR

<strong>AINDA O AMOR</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> <br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> <br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />

MENTE E SINTONIA
20 Abr 20164:29EP 453

MENTE E SINTONIA

<strong>MENTE E SINTONIA</strong><br /> <span style=''font-size: small;''><br /> &Eacute; creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagn&eacute;ticas para transmitir informa&ccedil;&otilde;es a longas dist&acirc;ncias.<br /> No final do S&eacute;culo XIX, Marconi inicia seus experimentos, que dar&atilde;o origem ao tel&eacute;grafo e, posteriormente, ao r&aacute;dio.<br /> Gra&ccedil;as a isso, as dist&acirc;ncias passam a ser menores, e a comunica&ccedil;&atilde;o intensifica-se.<br /> Marconi partiu de um princ&iacute;pio da F&iacute;sica, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequ&ecirc;ncia, essas se propagam no espa&ccedil;o, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequ&ecirc;ncia.<br /> Hoje, os experimentos de Marconi pertencem &agrave; Hist&oacute;ria e seus equipamentos s&atilde;o pe&ccedil;as de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde ent&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, ainda podemos tecer valiosas reflex&otilde;es a respeito desses seus estudos e descobertas.<br /> Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequ&ecirc;ncias peculiares.<br /> A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emiss&atilde;o, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.<br /> Como as ondas de r&aacute;dio, invis&iacute;veis e impercept&iacute;veis para n&oacute;s, assim s&atilde;o nossos pensamentos.<br /> N&atilde;o percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar est&aacute; sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de n&oacute;s mesmos.<br /> Assim &eacute; que pessoas otimistas vivem em uma frequ&ecirc;ncia, em uma ambi&ecirc;ncia mais salutar do que as pessoas pessimistas.<br /> Algu&eacute;m sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, ter&aacute; em torno de si as qualidades relativas &agrave; natureza desses sentimentos.<br /> Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerar&aacute;, para sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia, um ambiente mais tormentoso e dif&iacute;cil.<br /> Assim, cuidar dos pensamentos &eacute; tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando n&atilde;o esquecida ou desconhecida.<br /> Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.<br /> Portanto, ser&aacute; sempre mais proveitoso buscarmos a reflex&atilde;o otimista ao pensamento pessimista, a an&aacute;lise compreensiva ao julgamento cr&iacute;tico, o bem pensar ao julgamento severo.<br /> N&atilde;o &eacute; alienar-se do mundo, ou v&ecirc;-lo de maneira ing&ecirc;nua ou parcial.<br /> &Eacute; a op&ccedil;&atilde;o por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que ser&atilde;o mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, sa&uacute;de e bem-estar.<br /> Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, ser&aacute; sempre a&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica para n&oacute;s mesmos.<br /> Ao optarmos pela vigil&acirc;ncia da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a inseguran&ccedil;a, as ang&uacute;stias. E abra&ccedil;armos o bem, o bom e a confian&ccedil;a em Deus.<br /> Atentemos para a recomenda&ccedil;&atilde;o de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a ora&ccedil;&atilde;o como ferramenta de apoio e reestrutura&ccedil;&atilde;o mental.<br /> <br /> O pensamento &eacute; for&ccedil;a vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2012.<br /> </span> <br />

Nada tocando
PENSE NISSO
0:00
0:00