
AS MÃOS DO MEU AVÔ

PODCAST · 3187 EPISÓDIOS
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.


<strong>UMA GRANDE COVARDIA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>O hábito da maledicência é bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exceção uma criatura que jamais tece comentários maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, não raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca inteligência não perceber essa realidade.<br /> Não é possível ver o bem onde ele não existe.<br /> Também não é conveniente ser incapaz de perceber vícios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas há uma considerável distância entre identificar um problema e divulgá-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o próximo constitui indício de grande mesquinharia.<br /> Esse gênero de comentário é ainda mais condenável por ser feito de forma traiçoeira.<br /> Freqüentemente quem critica o vizinho não tem coragem de fazê-lo frente-a-frente.<br /> É uma grande covardia sorrir e demonstrar apreço por alguém e criticá-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um comentário, é preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necessário verificar se há alguma utilidade em divulgá-lo. <br /> A única justificativa para apontar as mazelas alheias é a prevenção de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o silêncio é a única atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputação de alguém, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo verídica a ocorrência, analise qual o seu móvel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal considerável, ou é apenas prazer de maldizer. Na segunda hipótese, é melhor calar-se.<br /> É relevante também indagar se você tem coragem de comentar a ocorrência na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dará oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do comentário, possui a própria versão dos fatos.<br /> Por todas essas razões, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia é uma característica muito baixa e lamentável.<br /> O fraco sempre escolhe vítimas que não podem oferecer defesa.<br /> Agride de preferência as pessoas frágeis.<br /> Quando não tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterfúgios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz calúnias, espalha insinuações maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, às vezes você não age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos prejuízos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse você a vítima do comentário ferino.<br /> É preciso eliminar o hábito da maledicência.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem dúvida o seu ideal de vida não é ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Redação do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federação Espírita do Paraná.<br /> 06.07.2012</span><br />

<strong>SE O AMANHÃ NÃO VIER...</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria você dormir <br /> Eu aconchegaria você mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse você.<br /> Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, <br /> Eu abraçaria, beijaria você e a chamaria de volta,<br /> Para abraçar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a última vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao invés de assumir que você já sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a última vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar: <br /> “Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia.”<br /> É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão,<br /> E nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro:<br /> “EU TE AMO”,<br /> E certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> “Posso te ajudar em alguma coisa?”<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOCÊ,<br /> E espero que nunca esqueçamos disso. <br /> O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado, a mão da pessoa que você ama.<br /> Se você está esperando pelo amanhã, porque não o fazer hoje? <br /> Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida, <br /> De não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, <br /> Porque você estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o último desejo que ela queria.<br /> Então, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de você. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> “Me desculpe”<br /> “Por favor”<br /> “Me perdoe”<br /> “Obrigado”<br /> ou ainda: <br /> “Não foi nada”<br /> “Está tudo bem”<br /> Porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado não volta, e o futuro talvez não chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunicação interna da TAM, pelo marido de uma das aeromoças, um dia após o acidente do Boeing.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> aéreo com o avião da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />

<strong>QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Há coisas difíceis de serem conquistadas nesta vida, em função das quais empenhamos nosso esforço, nossa esperança, e mesmo assim permanecem inatingíveis.<br /> <br /> Às vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e até redobrar o esforço, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o máximo de nossa disposição, o máximo de nossa energia – e aí qualquer esforço se justifica, toda dedicação vale a pena.<br /> <br /> No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa atenção. E então, mais do que sinal de fraqueza ou desistência, uma mudança de interesse pode ser, ao contrário manifestação de inteligência e bom senso.<br /> <br /> <br /> Porque há coisas no mundo que são boas e bonitas, e qualquer sacrifício vale a pena. <br /> <br /> Mas, às vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e não recebemos resposta nem retribuição. <br /> <br /> Então, o mais sensato é pararmos de perder tempo, de gastar energias em vão; é voltarmos nossos olhos e nossa atenção para um outro lado, onde haja atenção para nosso esforço, retribuição ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que também nos queiram e precisem de nós... <br /> <br /> Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obstáculos, vença os desafios. Você é capaz.<br /> Pense nisso!<br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 12.08.2013.</span><br />

<strong>IDEIAS INATAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ivan Márcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma doméstica.<br /> Aos cinco anos começou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos começou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de óleo de cozinha, pois não tinha condições financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algodão doce e picolé, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos começou a fazer robôs com sucatas eletrônicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de rádio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola técnica em mecânica industrial. Assim o fez, começou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ciências em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 colégios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premiação.<br /> Atualmente, é membro do Espaço Ciência, em Pernambuco e já fez 15 robôs de sucata.<br /> Entre eles, um robô antibomba e anti-incêndio, com manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fantástico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado várias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tendências de criança, Ivan quer estudar Mecatrônica e Robótica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar robôs, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, até eletronicamente, são indícios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> Não os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordinárias dos indivíduos que, sem estudo prévio, parecem ter a intuição de certos conhecimentos, o das línguas, do cálculo e das artes?<br /> Lembrança do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Espírito, porém, não muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das existências para o Espírito é imprescindível à Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada existência não se perdem.<br /> O Espírito até pode esquecê-los, de forma momentânea, em uma vida. Mas a intuição que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em nós mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perderá.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascensão.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de março de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 04.06.2012.</span><br />

<strong>UM SÁBIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre são conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem médico foi diferente.<br /> Quase ao término da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a mão sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que você for receitar um remédio para um paciente, pergunte-se primeiro: "Eu tomaria esse remédio? Eu o daria para minha esposa, minha mãe, meu pai? Receitaria para um filho ou um irmão?" Se a resposta for sim, então pode prescrever a medicação e guardar a consciência tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edifício ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo critério, e jamais colocasse em circulação mercadorias que não deseja para si nem para os seus, não teríamos reclamações de consumidores;<br /> se políticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas ações, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, teríamos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmacêuticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua mãe, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indivíduos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, não haveria violência, injustiça, desamor...<br /> A solução de todos os problemas da Humanidade num preceito tão simples e fácil de entender...<br /> No entanto, poucos estão dispostos a lançar mão desse recurso.<br /> E sabe por quê?<br /> Porque precisaria derrotar os vilões mais poderosos que ainda habitam o coração do homem: o orgulho e o egoísmo.<br /> Mas você, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na exploração dos semelhantes.<br /> Pois você só responderá pelos próprios atos, perante sua própria consciência e de mais ninguém.<br /> Pense nisso, e faça a sua parte no exercício da sua profissão, seja ela qual for.</span><br />

<strong> EDUCAÇÃO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um veículo, a seguinte advertência:<br /> Minha educação depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educação para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educação dependesse dos outros, certamente seria tão instável quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, não formaríamos jamais o nosso caráter. Seríamos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educação, é a arte de formar caracteres e, por conseguinte, é o conjunto de hábitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educação se refletir tão somente o comportamento dos outros, como uma reação apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contrário: É claro que não!<br /> Então questionamos outra vez: Se não os admira, por que você os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: É, de fato deveríamos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educação não deve jamais depender da educação dos outros, menos ainda da falta de educação dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se alguém te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou então: Faz aos outros tudo aquilo que não desejas que te façam. Os Cristãos certamente não o aceitariam como Modelo e Guia.<br /> Portanto,não nos espelhemos nos que não são modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso caráter com os exemplos nobres.<br /> Assim, nós também podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />

<strong> DIA AMARGO<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunstâncias mais agradáveis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.<br /> * * *<br /> Não estrague o seu dia.<br /> A sua irritação não solucionará problema algum.<br /> As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.<br /> O seu mau humor não modifica a vida.<br /> A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza não iluminará os caminhos.<br /> O seu desânimo não edificará a ninguém.<br /> As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.<br /> As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.<br /> Não estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />