
MELINDRES E MELINDRES

PODCAST · 3187 EPISÓDIOS
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.


<span style=''font-size: small;''>NÃO ENVERGONHE SUA MÃE<br /> <br /> A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”.<br /> Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta...<br /> E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe?<br /> <br /> Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.<br /> Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona.<br /> O que fez o Espanhol Fernandez?<br /> Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória.<br /> O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio.<br /> Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez?<br /> E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,,<br /> Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido;<br /> O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso?<br /> -Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.<br /> O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar!<br /> Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.<br /> Sim, mas ele estava distraído.<br /> -Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo?<br /> E o atleta disse algo mais interessante ainda:<br /> - Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito?<br /> E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.<br /> Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe?<br /> A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar.<br /> Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter.<br /> Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado, <br /> Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,<br /> Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.<br /> A mãe é o último reduto da nossa redenção.<br /> Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou.<br /> Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar.<br /> O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”.<br /> Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe. <br /> No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.<br /> Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade.<br /> O que não devemos fazer? <br /> Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães.<br /> E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> Com base em <br /> Reportagem televisiva em 2012.<br /> <br /> Em 16.8.2016.<br /> <br /> <br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>SOLIDÃO VERSUS AUTO-ESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo é a solidão.<br /> <br /> A sensação de estarmos completamente sós pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos às companhias mais maçantes para termos, ao menos, a garantia de haver alguém por perto.<br /> <br /> Há dias em que nos sentimos não apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; alguém com quem conversar, rir, talvez amar — menos nós. Todos parecem ter um destino, somente nós não encontramos nosso espaço no mundo. Temos a impressão de que estamos sobrando, de que não somos importantes para ninguém — e é então que o espectro da solidão nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato é que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, não estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, então, qualquer companhia que não a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a sós em nossa própria presença.<br /> <br /> No entanto, para que alguém deseje aproximar-se de nós, é preciso que, antes, nós mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. É preciso que reconheçamos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. É preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para não precisarmos tão desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> É claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano — mas o que há de tão desagradável em ficarmos, eventualmente, a sós?<br /> <br /> Será que não podemos passar um mísero dia sem ceder a essa necessidade neurótica de ter sempre alguém ao lado?<br /> <br /> Se somos tão desagradáveis a ponto de não conseguirmos tolerar nossa própria companhia, como então esperarmos que os outros desejem ficar perto de nós?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que então mostremos uma disposição enérgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo não servirá senão para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar atenção são condenados à indiferença, sem nenhuma compaixão.<br /> <br /> Na verdade, não precisamos pedir ou mendigar nada a ninguém, tampouco ter medo da solidão. O fundamental é nos convencermos de nosso valor e importância; é descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a atenção dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia não é mais do que mera consequência dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ouça essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> Há um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalterável no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das raízes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> Há um aperfeiçoamento invisível dentro do silêncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas mágoas que sangram.<br /> Uma folha morta não cai inutilmente. A lágrima não rola em vão.<br /> Uma invisível mão misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> * * *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na existência.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas razões, suas leis, mesmo não tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolescência do intelecto e na infância da moral, começa a descobrir que há um sentido profundo e maior em tudo.<br /> Não há o acaso nem o caos na regência Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples até os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo à harmonia, à ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfeiçoa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevitável. É uma força viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas vão nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As mágoas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas lágrimas não rolam em vão.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa própria dor e perguntamos: O que você deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a libertação do sofrimento que ainda devassa nosso íntimo aprendiz.<br /> Uma invisível porém, sempre presente força misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Providência Divina é a solicitude da Inteligência Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religião que professamos, ou mesmo aqueles de nós, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abraço.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />


ONDE VIVE O NOSSO EU VERDADEIRO<br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, não poderás iluminá-la com as lâmpadas de teu vizinho nem enchê-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, não a poderás transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, não poderás baixá-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros pés.<br /> Nossas vidas interiores, meu irmão, são rodeadas pelo isolamento e a solidão. Sem eles, tu não serias tu e eu não seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, não saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> * * *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> Não somos a imagem que vemos no espelho. Não somos as aparências. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Espírito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas próprias conquistas. As lâmpadas dos vizinhos nos seduzem, até nos inspiram, mas nossa iluminação precisa vir de dentro.<br /> Não adianta casar com alguém bom para viver a bondade. Não adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. Não adianta estarmos próximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro são do outro. Podemos até usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motivação, para que tenhamos forças e exemplo para lograr os nossos próprios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caberá a nós, apenas a nós, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos próprios pés...<br /> Somos individualidades. Não há um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade há uma espécie de solidão, um lugar onde todos estamos sós.<br /> Solidão que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude – uma unidade saudável da criatura com o Criador, seja lá como você define ou imagina esse “Criador”.<br /> É reservado um plano especial no Universo para cada um de nós. Não há insignificância alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante é, ainda, típico de quem não se encontrou em profundidade, de quem não conhece sua própria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados à perfeição individual.<br /> * * *<br /> Quando a sombra de um desânimo qualquer desejar bater à porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> Não permitamos que as distrações ou as vicissitudes da vida enfraqueçam nossas forças. Elas são parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> * * *<br /> Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solidão, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014<br /> <br />

<span style=''font-size: small;''>EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM<br /> <br /> <br /> A experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> É que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.<br /> Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.<br /> E esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.<br /> Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo “shhhh”, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> Entender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.<br /> Entender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.<br /> Entender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.<br /> E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?<br /> O quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?<br /> O quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> Choro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.<br /> * * *<br /> Se percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.<br /> O choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis – se pensarmos bem.<br /> Não paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> Melhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.<br /> Sim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> Chorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.<br /> E no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos – quando é de um filho, de um pai, de uma mãe – essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.<br /> Acolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor. <br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> do site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> de 20 de julho de 2014.<br /> Em 16.9.2014.<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> Há dias que nos sentimos tão cansados, inseguros e com a nossa bússola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, não nos tem muita importância.<br /> E é aí que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Então feche meus olhos e me absorva<br /> Me lançarei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Então me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu coração está fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar sonífero<br /> Este mar de sonhos, tão vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu espírito, deixo minhas palavras<br /> Então me guarde Mãe Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as lições de vida começarem<br /> Suas lições de graça<br /> Senhor da Crianção! Me entrego em sua própria paz.<br /> Me abençoe Deus Pai , me conforte Mãe Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças, e a barca de teu coração agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obrigações diárias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agradáveis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperança adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />