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PODCAST · 3185 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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CÂNCER MORAL
11 Jul 20183:34EP 977

CÂNCER MORAL

<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.</span><br />

DESCONTROLE
10 Jul 20184:04EP 976

DESCONTROLE

<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.</span><br />

O MILAGRE DA DOR
7 Jul 20182:23EP 974

O MILAGRE DA DOR

O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />

DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE
29 Jun 20183:52EP 971

DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE<br /> <br /> Aos dez anos, aquele garoto viajou ao interior do pa&iacute;s na companhia da fam&iacute;lia de um amigo.<br /> Nascido e criado em uma grande metr&oacute;pole, j&aacute; havia estado em outras pequenas cidades durante viagens com sua fam&iacute;lia, mas sempre em breves passagens.<br /> Dessa vez foi diferente.<br /> O convite era para que ele passasse uns dias na casa da av&oacute; do amigo, em uma cidadezinha sem grandes atrativos tur&iacute;sticos.<br /> Pela primeira vez teve a oportunidade de vivenciar a rotina de uma vida no interior.<br /> No retorno, a alegria estava estampada nos seus olhos. O sorriso era largo, espont&acirc;neo, parecia que tinha a alma leve.<br /> Obviamente que o passeio lhe fizera muito bem. Contou &agrave; fam&iacute;lia alguns epis&oacute;dios divertidos que vivenciara, sempre enfatizando que havia gostado muito da viagem.<br /> Nos dias seguintes ao seu regresso, todas as vezes que surgia uma oportunidade, o garoto comentava sobre a alegria de ter passado alguns dias naquele lugar e que se pudesse, voltaria quantas vezes fosse convidado.<br /> Mas ele mesmo n&atilde;o sabia explicar os motivos para tanto entusiasmo.<br /> Lembrava de outras viagens maravilhosas que havia feito e das quais tinha &oacute;timas recorda&ccedil;&otilde;es, mas nenhuma delas remetia a esse sentimento que agora experimentava.<br /> Passados mais alguns dias, o menino abordou a m&atilde;e com certa afli&ccedil;&atilde;o, pois havia encontrado os motivos de estar encantado com a viagem que fizera e queria dividir com ela a sua descoberta.<br /> Quase que num desabafo infantil, ele disse que havia gostado tanto do lugar que conhecera porque l&aacute; era tudo muito simples.<br /> Segundo ele, as pessoas n&atilde;o corriam para todos os lados o dia inteiro. Elas paravam para conversar quando encontravam algum conhecido e ficavam olhando nos olhos umas das outras, com aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Andavam a p&eacute; pelas ruas. As fam&iacute;lias almo&ccedil;avam e jantavam reunidas. E as casas estavam sempre cheias de visitas de parentes e amigos.<br /> A impress&atilde;o que ficou gravada foi a de que as pessoas n&atilde;o estavam perdendo tempo ao fazer tudo aquilo e sim, aproveitando a vida.<br /> * * *<br /> Essa observa&ccedil;&atilde;o, vinda de um olhar infantil, nos leva a uma profunda reflex&atilde;o sobre a forma como estamos vivendo nas grandes cidades e sobre os valores que estamos passando para nossos filhos.<br /> Sob essa &oacute;tica, ele observou o quanto faz bem ao cora&ccedil;&atilde;o uma vida calma, onde h&aacute; tempo para as coisas mais simples. Vida na qual existem momentos para construir e consolidar os relacionamentos.<br /> &Eacute; comum vivermos presos aos ponteiros do rel&oacute;gio, n&atilde;o nos permitindo cultivar as coisas simples e importantes.<br /> Por mais que estejamos atarefados e envolvidos com os compromissos assumidos, &eacute; indispens&aacute;vel fazermos uma revis&atilde;o de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Procuremos conduzir as horas com tranquilidade.<br /> Fa&ccedil;amos com que nossos dias sejam luminosos, aproveitando-os com sabedoria e transformemos nossas horas em um ros&aacute;rio de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.5.2013.<br /> </span><br />

HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ
27 Jun 20182:52EP 970

HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />

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