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PODCAST · 3185 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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BATA NELA
1 Jul 20204:22EP 1289

BATA NELA

<strong>BATA NELA!</strong><br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> <br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br />

CONVERSANDO COM DEUS
27 Jun 20204:09EP 1288

CONVERSANDO COM DEUS

&nbsp;CONVERSANDO COM DEUS <br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> <br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> <br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012</em>.</div>

UMA GRANDE COVARDIA
25 Jun 20203:29EP 1287

UMA GRANDE COVARDIA

<span style=''font-size: larger;''><strong>&nbsp;Uma grande covardia</strong></span><br /> <br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />

VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO
23 Jun 20203:54EP 1286

VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO

&nbsp;VOC&Ecirc; N&Atilde;O EST&Aacute; SOZINHO<br /> <br /> Quando passamos por momentos dif&iacute;ceis, conflitos pessoais, situa&ccedil;&otilde;es no trabalho ou na fam&iacute;lia, &eacute; comum que sentimentos ruins invadam o nosso cora&ccedil;&atilde;o e ocupem os nossos pensamentos. &Eacute; quando surge o medo, a ansiedade, a tristeza, talvez um desejo de desist&ecirc;ncia... e muitas vezes, a solu&ccedil;&atilde;o parece muito distante de n&oacute;s.<br /> <br /> H&aacute; quem pense que Deus o abandonou. E angustiado, pergunta: por que Deus deixou chegar nessa situa&ccedil;&atilde;o? E, agora, o que eu vou fazer? Por que aconteceu isso comigo?<br /> <br /> Talvez a resposta que voc&ecirc; precisa n&atilde;o chegue com a pressa que voc&ecirc; espera, mas l&aacute; na frente, depois de ter administrado suas emo&ccedil;&otilde;es e exercido a sua f&eacute;, voc&ecirc; compreenda o porqu&ecirc; de todos os seus desafios.<br /> <br /> A verdade &eacute; que todos n&oacute;s, seres humanos, experimentamos do cuidado e da bondade de Deus todos os dias, mas n&atilde;o nos damos conta disso, porque aprendemos a focar nos problemas; focamos com facilidade no contrato que n&atilde;o fechamos, mas n&atilde;o temos um cora&ccedil;&atilde;o grato por todos aqueles que foram bem-sucedidos. Reclamamos dos defeitos dos nossos c&ocirc;njuges e filhos, mas n&atilde;o agradecemos a Deus por t&ecirc;-los por perto e por tudo o que aprendemos junto deles; tamb&eacute;m n&atilde;o paramos pra pensar o quanto somos aben&ccedil;oados em poder respirar... sim, respirar!!.. muitos hoje em dia lutam por esse f&ocirc;lego de vida, que voc&ecirc;, sem nenhum esfor&ccedil;o, possui.<br /> <br /> As roupas que voc&ecirc; veste, a casa onde mora.. Tudo isso &eacute; cuidado Divino.<br /> <br /> Ainda que voc&ecirc; passe por um momento dif&iacute;cil, se sinta sozinho e enfraquecido, saiba que o Criador nunca se esqueceu de voc&ecirc;. Hoje, voc&ecirc; tem a oportunidade de olhar al&eacute;m dos desafios. Alimente a sua alma de palavras que gerem conforto, &acirc;nimo, otimismo e esperan&ccedil;a. Se o fardo est&aacute; pesado, n&atilde;o sofra sozinho, busque ajuda de um amigo, um parente, ou um profissional. Levante a cabe&ccedil;a e n&atilde;o se esque&ccedil;a que, at&eacute; aqui, muita coisa j&aacute; deu certo.<br /> <br /> Traga a sua lembran&ccedil;a as suas conquistas ao longo dos anos: os presentes que voc&ecirc; recebeu da vida depois de enfrentar tantos obst&aacute;culos; certamente voc&ecirc; j&aacute; viveu<br /> <br /> experi&ecirc;ncias dif&iacute;ceis que, superadas, te levaram a alcan&ccedil;ar seus objetivos. Ou talvez voc&ecirc; tenha sido at&eacute; surpreendido, recebendo algo al&eacute;m daquilo que voc&ecirc; esperava.<br /> <br /> O Salmista j&aacute; dizia milhares de anos atr&aacute;s - o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manh&atilde;. Mesmo quando tudo parece estar perdido, Deus sempre tem um recome&ccedil;o.<br /> <br /> Acredite! O dia mau &eacute;, na verdade, s&oacute; mais uma etapa nesse valoroso processo que &eacute; lhe tornar uma pessoa mais forte. Tudo o que voc&ecirc; vive &eacute; um aprendizado. A boa not&iacute;cia &eacute; que Deus nunca te abandonou. Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho.<br /> <br /> Pense nisso, mas... pense agora

ONDE MORA A PAZ
22 Jun 20204:04EP 1285

ONDE MORA A PAZ

&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> * * *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> * * *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />

ALEM DA VIDA
20 Jun 20204:13EP 1284

ALEM DA VIDA

&nbsp;Al&eacute;m da vida<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> * * *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br />

A CULPA É DA CARNE
19 Jun 20203:35EP 1283

A CULPA É DA CARNE

&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />

UM ANJO PARTIU
18 Jun 20204:16EP 1282

UM ANJO PARTIU

<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />

Nada tocando
PENSE NISSO
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