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PODCAST · 3184 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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CRÉDITOS DE VIDA
6 Jan 20214:45EP 1376

CRÉDITOS DE VIDA

<span font-size:="" style="">CRÉDITOS DE VIDA&nbsp;<br /> <br /> Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs.&quot;<br /> <br /> &quot;A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensurável e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida é assim.&quot;<br /> <br /> &quot;Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 02.01.2013.</span><br /> &nbsp;

NORTE, SUL, LESTE, OESTE... LUGAR NENHUM
5 Jan 20213:33EP 1375

NORTE, SUL, LESTE, OESTE... LUGAR NENHUM

NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que não ouve ninguém. Tem gente que faz pouco da experiência e da opinião de todo o mundo. Mas há também quem não saiba fazer outra coisa senão ir atrás de tudo quanto é conversa que não agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a procedência, a consistência ou a conveniência da mensagem.<br /> <br /> Pela manhã, seu rumo é o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra lá. Ao meio-dia, já estão indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que é no sul que mora alegria. Já à tarde, lá vão eles em direção ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso é por ali. Mas, à noite, seu destino já é o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que... Conclusão: depois de ameaçar para todos os lados, não vão mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que é importante ponderar o que acontece à nossa volta e escutar com atenção as opiniões e experiências de todas as pessoas. Ignorar as lições que nos são oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser útil num momento de aperto.<br /> <br /> Porém, não menos necessário é saber adaptar a história dos outros ao contexto da nossa vida. É saber avaliar a utilidade de uma experiência que vem de fora à nossa realidade. E, sobretudo, é ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que é somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, é prioritário que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a nós mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que é mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa é um universo à parte. Não é porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que nós devemos fazer também.<br /> <br /> A verdade é que, só mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, é que temos condições de avaliar e aproveitar a experiência dos outros em nosso benefício.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levarão ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manhã, para o sul ao meio-dia, para o leste à tarde, para o oeste à noite, só porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que...<br /> <br /> E estaremos, então, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso<br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Gaúcho.<br /> Em 13.06.2013</em></div>

RESILIÊNCIA
4 Jan 20214:15EP 1374

RESILIÊNCIA

<strong>RESILIÊNCIA</strong><br /> <br /> Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças.<br /> Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo.<br /> Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.<br /> Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.<br /> E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico.<br /> A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez.<br /> Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos.<br /> Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.<br /> Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?<br /> Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.<br /> O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down.<br /> E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver.<br /> E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.<br /> Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo.<br /> Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down.<br /> Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência.<br /> Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio.<br /> E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios.<br /> Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina.<br /> E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.<br /> Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral.<br /> Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer.<br /> Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Do desafio à superação, de Willian Bressan,<br /> do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.<br /> Em 14.12.2015.</em></div>

SENTIR NA PRÓPRIA PELE
2 Jan 20214:40EP 1373

SENTIR NA PRÓPRIA PELE

&nbsp;<span font-size:="" style="">SENTIR NA PRÓPRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alemã apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o público entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros anúncios e trailers iam passando, a sala começava a esfriar, chegando a temperaturas baixíssimas, similares às das madrugadas de inverno naquela região.<br /> Então, subitamente, uma mensagem começava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus próprios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que não incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando às pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um código, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doação espontânea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Após realizarem a experiência em diversas salas de cinema de todo o país, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto é, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doações.<br /> * * *<br /> A interessante experiência revela que ainda precisamos sentir na própria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro é fundamental para que possamos entender a situação do nosso próximo e ajudá-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua providência, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situações, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condições opostas às que antes tínhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a miséria material, muitos de nós que, em existência anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o próximo necessitado.<br /> Em países, onde ainda se vive a realidade de castas, de segregações de raças etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privilégios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posições de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necessário.<br /> Essas variações, essas mudanças de lado se fazem necessárias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos egoísmo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que só quem passou por esta ou aquela situação sabe como é estar lá.<br /> Porém, podemos desenvolver em nós esse costume, essa prática saudável de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreendê-lo melhor em todas as situações.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequência natural, mais caridosos com nosso próximo.<br /> A empatia nos tira da indiferença, da estagnação, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos nós que insistimos em enxergar apenas nosso próprio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.</span><br /> <br /> &nbsp;

E JÁ É ANO NOVO, OUTRA VEZ
1 Jan 20214:31EP 1372

E JÁ É ANO NOVO, OUTRA VEZ

<strong>E já é Ano Novo, outra vez</strong><br /> <br /> Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...<br /> É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.<br /> Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novoperíodo convencional de um ano reinicia.<br /> Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?<br /> Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.<br /> Ano Novo deve ter um significado especial.<br /> Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.<br /> Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.<br /> Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.<br /> Sair mais com as crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.<br /> Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.<br /> Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.<br /> Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.<br /> Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?<br /> Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.<br /> Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!<br /> Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.<br /> Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.<br /> E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.<br /> Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.<br /> Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.<br /> Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.<br /> Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.<br /> Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.<br /> Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.<br /> Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.<br /> Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!<br /> A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem &ldquo;Easy&rdquo; para todos nós.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Em 24.12.2014.</em></div>

MAIS UM ANO
31 Dez 20204:19EP 1371

MAIS UM ANO

<strong>&nbsp;Mais um ano...</strong><br /> <br /> As alvoradas do novo ano se anunciam.<br /> Passou o Natal e agora se aguarda a festividade da virada do ano.<br /> Um ano se vai. Outro inicia.<br /> É tempo de reflexão.<br /> Que fizemos durante esses 365 dias que se esgotaram no calendário terrestre?<br /> Trabalhamos muito? Mas nosso trabalho teve como objetivo somente ganhar dinheiro ou promovemos algo de verdadeiramente bom para alguém, para a comunidade?<br /> Trabalhamos até à exaustão, sem tempo para a família, os amigos, o lazer refazente?<br /> Contribuímos para alfabetizar uma criança, um jovem, um adulto?<br /> Aderimos a campanhas de promoção da vida e da dignidade humana? Fizemos a diferença no mundo?<br /> O que fizemos, afinal?<br /> O que foi diferente para nós, no ano que passou?<br /> Simplesmente reprisamos os feitos dos meses anteriores ou as promessas escritas na mente e no coração foram colocadas em prática?<br /> Será que a esperança com que aguardamos o novo ano será de tão pouca duração quanto foi a do ano que morre?<br /> Pensemos um pouco e valorizemos mais o nosso tempo.<br /> Somos passageiros em um mundo de formas que todo dia sofre mudanças e nos pede mudanças.<br /> Mudanças de comportamento, aprendizados de técnicas, readequação a cargos, funções.<br /> E, intimamente, como estamos? Quanto crescemos?<br /> * * *<br /> É tempo de renovação. Não deixemos que o ano novo seja simplesmente um evento assinalado no calendário, uma convenção humana para demarcar o tempo.<br /> Pensemos que o tempo é tesouro em nossas mãos e nos compete utilizá-lo com sabedoria.<br /> Assim, ante a expectativa dos 365 dias que se espreguiçam na aurora dos meses à frente, façamos propósitos de viver melhor, de crescer em intelecto e moral.<br /> Na planilha de nossa mente estabeleçamos diretrizes e metas para esses dias sorridentes que nos aguardam.<br /> Momentos para estar com os amores. Momentos para abraçar, sorrir, brincar.<br /> Horas de estudo, aprendizado, crescimento intelectual. Um novo curso, uma especialização, um mestrado, um doutorado.<br /> Ou apenas aprender a ler, dominando as letras.<br /> Momentos para leitura de livros que chegarão ao mercado livreiro, interessantes e oportunos. Momentos para releitura de obras antigas, que nos merecem o folhear de suas páginas, uma vez mais.<br /> Ilustração da mente. Reflorescimento de ideias.<br /> Renovação de atitudes. Menos preguiça, mais ação. Utilizar melhor a tecnologia para conservar amigos e reconstruir pontes afetivas.<br /> Ano novo! Quantas promessas.<br /> Absorvamos as alegrias que nos motivam a comemorar a chegada do novo ano e as mantenhamos conosco nos dias a viver.<br /> Abriguemos a esperança que se exterioriza em todos os sorrisos e a tenhamos conosco, durante os meses vindouros.<br /> Projetemos um ideal de vida e o persigamos para que, quando o novo ano se for, gasto, vivido, possamos olhar para trás e, sem remorso, afirmar:<br /> Foi um bom ano! Cresci muito: amei, trabalhei, estudei, vivi!<br /> Pensemos nisso! <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Em 22.12.2014.</em></div>

TEMPO E OPORTUNIDADE
30 Dez 20203:58EP 1370

TEMPO E OPORTUNIDADE

<strong>&nbsp;Tempo e oportunidade</strong><br /> <br /> Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros.<br /> Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.<br /> <br /> * * *<br /> O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos.<br /> Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos.<br /> O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.<br /> É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?<br /> Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?<br /> Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?<br /> Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?<br /> Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.<br /> Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.<br /> Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.<br /> Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.<br /> É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.<br /> <br /> * * *<br /> Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?<br /> Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?<br /> Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?<br /> Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?<br /> Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline<br /> Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo,<br /> ano 1998.<br /> Em 24.5.2013.</em></div>

SUPERSTIÇÕES
29 Dez 20203:47EP 1369

SUPERSTIÇÕES

<span font-size:="" style="">SUPERTIÇÕES<br /> <br /> O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?<br /> É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.<br /> É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.<br /> Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.<br /> Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.<br /> As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.<br /> Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.<br /> Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;.<br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.<br /> Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos<br /> do filosofo inglês Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</span><br /> &nbsp;

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