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PODCAST · 3184 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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GENEROSIDADE
29 Mar 20213:04EP 1432

GENEROSIDADE

<span font-size:="" style="">GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.<br /> Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> * * *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.<br /> * * *<br /> Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> Não o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!<br /> <br /> Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Espíritos, de Allan Kardec,<br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.</span><br /> &nbsp;

O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS
26 Mar 20214:27EP 1429

O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS

<strong>&nbsp;O Exemplo de João Carlos</strong><br /> <br /> A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.<br /> Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.<br /> Começou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.<br /> Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.<br /> Dedicou-se à obra de Bach.<br /> No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.<br /> Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.<br /> Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.<br /> E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.<br /> Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.<br /> Como consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.<br /> Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.<br /> Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.<br /> Era o fim de um pianista.<br /> Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.<br /> Aos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.<br /> Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.<br /> Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.<br /> A plateia rompeu em aplausos.<br /> Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.<br /> Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.<br /> A ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.<br /> Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.<br /> E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.<br /> * * *<br /> Como Martins, existem muitos exemplos.<br /> Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.<br /> Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.<br /> De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.<br /> Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.<br /> Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.<br /> Pense: você a pode vencer. Vença-a.<br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base na<br /> biografia de João Carlos Martins, colhida em<br /> pt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.<br /> Em 18. 11.2017.

A VAIDADE
25 Mar 20213:44EP 1428

A VAIDADE

&nbsp;<span font-size:="" style="">A VAIDADE<br /> <br /> A vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra &ldquo;pecado&rdquo; de forma metafórica, é claro.<br /> Mas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.<br /> A vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.<br /> A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.<br /> A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.<br /> A pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma<br /> A pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.<br /> A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.<br /> A pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.<br /> Quando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;<br /> Quando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;<br /> Quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.<br /> As vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.<br /> Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.<br /> Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.<br /> Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.<br /> Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.<br /> Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.<br /> Você reconhece facilmente seus erros?<br /> Elogia as virtudes e os sucessos alheios?<br /> Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?<br /> Admite quando a razão está com os outros?<br /> Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.<br /> Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.<br /> Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.<br /> Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.<br /> Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso</span><br /> <br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso,<br /> com base na palestra do historiador Leandro Karnal.<br /> Em 19.05.2017</em></span></div>

O PODER DO AMOR SILENCIOSO
23 Mar 20214:09EP 1427

O PODER DO AMOR SILENCIOSO

&nbsp;<span font-size:="" style="">O PODER DO AMOR SILENCIOSO<br /> <br /> Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.<br /> A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.<br /> Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.<br /> Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.<br /> Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.<br /> Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.<br /> Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.<br /> Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.<br /> E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.<br /> * * *<br /> Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> Suas palavras me ajudaram.<br /> Obrigado por me servir.<br /> Senti sua falta.<br /> Estou muito feliz por você.<br /> Orei por você hoje.<br /> Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,<br /> de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,<br /> do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 24.2.2015.</span><br /> <br /> &nbsp;

VÁ AO OESTE
22 Mar 20213:45EP 1426

VÁ AO OESTE

<strong>&nbsp;Vá ao Oeste</strong><br /> <br /> Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.<br /> Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.<br /> No Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.<br /> Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.<br /> Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.<br /> É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.<br /> Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> Um Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.<br /> E para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?<br /> Nosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?<br /> Muitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.<br /> * * *<br /> Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.<br /> No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.<br /> Vários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Em 26.4.2014.</em></div>

A VERDADE
20 Mar 20213:44EP 1425

A VERDADE

<span font-size:="" style="">A VERDADE<br /> <br /> Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em cento e vinte e sete províncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho é o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei é o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.<br /> Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o país, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecerá.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade é mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho é perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecerão. Mas a verdade é eterna.<br /> É sempre forte. Nunca morre. Tampouco é derrotada. Faz o que é justo. Não pode ser corrompida.<br /> Não necessita do respeito das pessoas para existir. É grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.<br /> * * *<br /> Esta história se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na Bíblia.<br /> O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <br /> Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencerá, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</span>

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