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PODCAST · 3184 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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VONTADE
11 Jun 20213:54EP 1504

VONTADE

&nbsp;VONTADE<br /> <br /> A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua ação é comparável a de um imã.<br /> A vontade de viver desenvolve em nós a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.<br /> É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.<br /> É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade é ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> É consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conheço a grandeza e a força que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utilizá-las.<br /> Não nos entreguemos ao desespero.<br /> Não nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.<br /> <br /> Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de Léon Denis.<br /> Em 15.10.2013<br /> &nbsp;

O QUE FAZER DE AGORA EM DIANTE
10 Jun 20213:35EP 1503

O QUE FAZER DE AGORA EM DIANTE

<strong>O que fazer de agora em diante</strong><br /> <br /> Que a humanidade nunca mais será a mesma após uma das maiores pandemias registradas na história da humanidade, nós já sabemos! Mas quais os próximos passos que iremos tomar? O que vamos fazer para ressignificar as nossas vidas?<br /> <br /> Nós, os sobreviventes, temos infinitas possibilidades de mudar o curso de nossas vidas e fazer diferente a partir daqui.<br /> <br /> O que antes parecia pequeno, agora se tornou precioso. Ir a restaurante com a família, a um café para uma conversa, um happy hour para bater um papo animado, até ir a escola ou a faculdade e interagir com os colegas, nos dava gás para enfrentar os obstáculos diários. Mas e quando as circunstâncias te tiram isso? Ah, sem nenhum aviso, tivemos que buscar forças em nós mesmos, na vontade de proteger os nossos, para continuar seguindo, e ainda dar apoio a quem precisava.<br /> <br /> Em meio às incertezas, tivemos a sensação de ter perdido o controle da própria vida. Não podemos sair de casa e nem fazer planos, porque não sabemos se vamos conseguir realizar.<br /> <br /> A incerteza do amanhã também nos alerta para a necessidade de viver o hoje.<br /> <br /> Tivemos que parar tudo e olhar para o próximo e aproveitar o presente. Passamos a analisar a importância de cada pessoa que nos rodeia. Choramos a perda de pessoas próximas e de pessoas distantes. Sentimos medo. Choramos pela dor do outro. Ao mesmo tempo, descobrimos que éramos muito mais fortes do que imaginávamos.&nbsp;<br /> <br /> Todos nós estamos igualmente desarmados e vulneráveis.<br /> <br /> Independente das diferenças, de crença, opinião política, classe social, o momento nos tornou iguais. De máscara no rosto e com a clareza de que a vida de todos tem o mesmo valor e de que não estamos imunes.<br /> <br /> A união contra o inimigo invisível se tornou essencial. Muitas brigas, incluindo conflitos interiores, deixaram de fazer sentido.<br /> <br /> Essa guerra nos tornará mais humanos ou com o coração de pedra?<br /> <br /> Se seremos melhores ou piores depois que tudo isso passar, dependerá de nós e de como sejamos capazes de entender a mensagem.<br /> &nbsp;<br /> Sejamos gratos pelo privilégio da vida.<br /> &nbsp;<br /> Pense nisso, mas&hellip; Pense agora!

CASAR E MORAR JUNTO
9 Jun 20215:42EP 1502

CASAR E MORAR JUNTO

<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>

CASAR E MORAR JUNTO
9 Jun 20216:06EP 1501

CASAR E MORAR JUNTO

<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>

O QUE FAZEMOS NÓS?
7 Jun 20214:15EP 1499

O QUE FAZEMOS NÓS?

&nbsp;<strong>O que fazemos nós?</strong><br /> <br /> Muito embora conte-se a mãos cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos há quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em catástrofes, crimes hediondos e barbáries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnegação e amor ao próximo.<br /> Assim, será sempre o que cada um de nós escolher para valorizar que dará as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multidão, que somos todos nós, estamos cada um na sua faixa de evolução e amadurecimento, fruto da própria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> Não soa tão incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que é nossa humanidade, cada um de nós responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia será sempre do outro, enquanto não a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A violência do próximo estará manchando apenas as mãos dos outros, enquanto não nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdrúxulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando comentários de indignação.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos nós diante de tanta desfaçatez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrupção, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da violência para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, será que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e comentários?<br /> A sociedade é o espelho de seus cidadãos, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por nós.<br /> Nossos valores e atitudes contribuirão para um mundo melhor, ou somarão para o desequilíbrio vigente.<br /> Tudo é uma questão de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa é a hora de começarmos a mudar a nós mesmos.<br /> A reestruturação do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de nós.<br /> Dia virá em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscará outros parâmetros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar início a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudanças mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo íntimo tudo o que desejamos seja um dia a tônica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Façamos isso.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div>

O VALOR DA PACIÊNCIA
5 Jun 20214:40EP 1498

O VALOR DA PACIÊNCIA

&nbsp; O VALOR DA PACIÊNCIA<br /> <br /> Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?<br /> <br /> Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los &mdash; não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...<br /> Pense Nisso, mas pense agora.

E NÃO ACONTECEU
4 Jun 20214:50EP 1497

E NÃO ACONTECEU

<span font-size:="" style="">E NÃO ACONTECEU&nbsp;<br /> <br /> Os dias agitados, as conturbações sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequência, por problemáticas inúmeras.<br /> Ora somos vitimizados pela violência social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agressões.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre nós seus discursos e ações doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequência, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas ações impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos vítimas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situação ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecessária e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecessários.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas não nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevidência de outros, desequilíbrio de alguns, sem dúvida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e não chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em nós, deixamos de valorizar os recursos que a Providência Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> Não percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, até mesmo neutralizar consequências nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevidência.<br /> Quantas vezes pessoa que achávamos pouco simpática já nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos diários, evitando que viéssemos a sofrer acidentes, percalços, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa ação benfazeja da Divindade, protegendo-nos, através de inúmeros mecanismos, simplesmente para que o mal não no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e à nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emoções desagradáveis, reflitamos se não devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflexão nos permitirá perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos lábios e no coração o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, através de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente não nos aconteceu, graças à interferência de alguém, que algumas vezes, nem sabemos quem é.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que nós permitimos. Por isso, não passemos o recibo, e sejamos os portadores do equilíbrio, bom senso e benevolência.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.</span><br /> &nbsp;

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