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    <description><![CDATA[Um encontro perfeito entre um gole e novas experiências. No Cerveja para descontrair, você descobre dicas de harmonização, curiosidades e origens das cervejas. Um espaço cervejeiro leve e descontraído, ideal para quem aprecia brindar conhecimento com prazer.]]></description>
    <itunes:summary><![CDATA[Um encontro perfeito entre um gole e novas experiências. No Cerveja para descontrair, você descobre dicas de harmonização, curiosidades e origens das cervejas. Um espaço cervejeiro leve e descontraído, ideal para quem aprecia brindar conhecimento com prazer.]]></itunes:summary>
    <title><![CDATA[Cerveja pra Descontrair]]></title>
    <copyright>2026 Centro América FM Rondonópolis - Easy</copyright>
    <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Rondonópolis - Easy]]></itunes:author>
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    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje, a pergunta é do Eduardo Almeida. Ele pergunta assim: qual é a diferença de uma Juicy IPA para uma American IPA?

Vamos lá, Eduardo. Essas nomenclaturas querem dizer o seguinte: basicamente, a diferença está na estrutura de maltes e na quantidade de lúpulo.

Uma Juicy IPA, normalmente, você tem maltes claros e adição de aveia, trigo e centeio para dar uma textura diferente para a cerveja. Fica com essa textura de juice, de suco, por isso é chamada de Juicy IPA ou New England IPA.

As American IPA têm uma estrutura de malte. Os maltes normalmente são um pouco caramelados e são comuns em algumas cervejas do estilo American IPA. Então, basicamente, essa é a primeira e grande diferença.

A outra é a quantidade de lúpulos. A relação de miligrama por litro. Você tem uma quantidade muito maior nas New Englands, nas Juicy IPAs, do que nas American IPAs. Então, você vai ter uma cerveja extremamente mais aromática.

Normalmente, também, a levedura vai tender para aromas e sabores bem frutados, no caso das Juicy. Lembrando sempre das frutas: melão, abacaxi e maracujá. São cervejas que têm um perfil aromático bem mais amplo do que as American IPAs.

Gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje, a pergunta é do Eduardo Almeida. Ele pergunta assim: qual é a diferença de uma Juicy IPA para uma American IPA?

Vamos lá, Eduardo. Essas nomenclaturas querem dizer o seguinte: basicamente, a diferença está na estrutura de maltes e na quantidade de lúpulo.

Uma Juicy IPA, normalmente, você tem maltes claros e adição de aveia, trigo e centeio para dar uma textura diferente para a cerveja. Fica com essa textura de juice, de suco, por isso é chamada de Juicy IPA ou New England IPA.

As American IPA têm uma estrutura de malte. Os maltes normalmente são um pouco caramelados e são comuns em algumas cervejas do estilo American IPA. Então, basicamente, essa é a primeira e grande diferença.

A outra é a quantidade de lúpulos. A relação de miligrama por litro. Você tem uma quantidade muito maior nas New Englands, nas Juicy IPAs, do que nas American IPAs. Então, você vai ter uma cerveja extremamente mais aromática.

Normalmente, também, a levedura vai tender para aromas e sabores bem frutados, no caso das Juicy. Lembrando sempre das frutas: melão, abacaxi e maracujá. São cervejas que têm um perfil aromático bem mais amplo do que as American IPAs.

Gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje, a pergunta é do Eduardo Almeida. Ele pergunta assim: qual é a diferença de uma Juicy IPA para uma American IPA?

Vamos lá, Eduardo. Essas nomenclaturas querem dizer o seguinte: basicamente, a diferença está na estrutura de maltes e na quantidade de lúpulo.

Uma Juicy IPA, normalmente, você tem maltes claros e adição de aveia, trigo e centeio para dar uma textura diferente para a cerveja. Fica com essa textura de juice, de suco, por isso é chamada de Juicy IPA ou New England IPA.

As American IPA têm uma estrutura de malte. Os maltes normalmente são um pouco caramelados e são comuns em algumas cervejas do estilo American IPA. Então, basicamente, essa é a primeira e grande diferença.

A outra é a quantidade de lúpulos. A relação de miligrama por litro. Você tem uma quantidade muito maior nas New Englands, nas Juicy IPAs, do que nas American IPAs. Então, você vai ter uma cerveja extremamente mais aromática.

Normalmente, também, a levedura vai tender para aromas e sabores bem frutados, no caso das Juicy. Lembrando sempre das frutas: melão, abacaxi e maracujá. São cervejas que têm um perfil aromático bem mais amplo do que as American IPAs.

Gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje, a pergunta é do Eduardo Almeida. Ele pergunta assim: qual é a diferença de uma Juicy IPA para uma American IPA?

Vamos lá, Eduardo. Essas nomenclaturas querem dizer o seguinte: basicamente, a diferença está na estrutura de maltes e na quantidade de lúpulo.

Uma Juicy IPA, normalmente, você tem maltes claros e adição de aveia, trigo e centeio para dar uma textura diferente para a cerveja. Fica com essa textura de juice, de suco, por isso é chamada de Juicy IPA ou New England IPA.

As American IPA têm uma estrutura de malte. Os maltes normalmente são um pouco caramelados e são comuns em algumas cervejas do estilo American IPA. Então, basicamente, essa é a primeira e grande diferença.

A outra é a quantidade de lúpulos. A relação de miligrama por litro. Você tem uma quantidade muito maior nas New Englands, nas Juicy IPAs, do que nas American IPAs. Então, você vai ter uma cerveja extremamente mais aromática.

Normalmente, também, a levedura vai tender para aromas e sabores bem frutados, no caso das Juicy. Lembrando sempre das frutas: melão, abacaxi e maracujá. São cervejas que têm um perfil aromático bem mais amplo do que as American IPAs.

Gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIFERENÇA ENTRE A JUICY IPA  E AMERICAN IPA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair, o nosso bate-papo semanal sobre cervejas e o mundo cervejeiro.

Estamos fazendo uma viagem para o sul da Alemanha, na Baviera, com toda sua cultura e riqueza. Hoje, a gente vai falar da Dunkle, uma cerveja escura tradicional da Baviera.

Mas calma, escura não significa pesado. A Dunkle é uma cerveja suave, com notas de pão, caramelo e leve tostado. Ela é equilibrada, fácil de beber e surpreende quem acha que cerveja escura é sempre cerveja forte.

Uma curiosidade: durante muito tempo, antes da popularização das cervejas claras, esse era o tipo mais consumido na Alemanha. Essa questão de cerveja clara foi depois do surgimento da cerveja Pilsen, na República Tcheca.

São cervejas que acompanham muito bem o nosso tradicional churrasco. Uma boa pedida é uma Monique Dunkle e uma carne bem gordurosa.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair, o nosso bate-papo semanal sobre cervejas e o mundo cervejeiro.

Estamos fazendo uma viagem para o sul da Alemanha, na Baviera, com toda sua cultura e riqueza. Hoje, a gente vai falar da Dunkle, uma cerveja escura tradicional da Baviera.

Mas calma, escura não significa pesado. A Dunkle é uma cerveja suave, com notas de pão, caramelo e leve tostado. Ela é equilibrada, fácil de beber e surpreende quem acha que cerveja escura é sempre cerveja forte.

Uma curiosidade: durante muito tempo, antes da popularização das cervejas claras, esse era o tipo mais consumido na Alemanha. Essa questão de cerveja clara foi depois do surgimento da cerveja Pilsen, na República Tcheca.

São cervejas que acompanham muito bem o nosso tradicional churrasco. Uma boa pedida é uma Monique Dunkle e uma carne bem gordurosa.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair, o nosso bate-papo semanal sobre cervejas e o mundo cervejeiro.

Estamos fazendo uma viagem para o sul da Alemanha, na Baviera, com toda sua cultura e riqueza. Hoje, a gente vai falar da Dunkle, uma cerveja escura tradicional da Baviera.

Mas calma, escura não significa pesado. A Dunkle é uma cerveja suave, com notas de pão, caramelo e leve tostado. Ela é equilibrada, fácil de beber e surpreende quem acha que cerveja escura é sempre cerveja forte.

Uma curiosidade: durante muito tempo, antes da popularização das cervejas claras, esse era o tipo mais consumido na Alemanha. Essa questão de cerveja clara foi depois do surgimento da cerveja Pilsen, na República Tcheca.

São cervejas que acompanham muito bem o nosso tradicional churrasco. Uma boa pedida é uma Monique Dunkle e uma carne bem gordurosa.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair, o nosso bate-papo semanal sobre cervejas e o mundo cervejeiro.

Estamos fazendo uma viagem para o sul da Alemanha, na Baviera, com toda sua cultura e riqueza. Hoje, a gente vai falar da Dunkle, uma cerveja escura tradicional da Baviera.

Mas calma, escura não significa pesado. A Dunkle é uma cerveja suave, com notas de pão, caramelo e leve tostado. Ela é equilibrada, fácil de beber e surpreende quem acha que cerveja escura é sempre cerveja forte.

Uma curiosidade: durante muito tempo, antes da popularização das cervejas claras, esse era o tipo mais consumido na Alemanha. Essa questão de cerveja clara foi depois do surgimento da cerveja Pilsen, na República Tcheca.

São cervejas que acompanham muito bem o nosso tradicional churrasco. Uma boa pedida é uma Monique Dunkle e uma carne bem gordurosa.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERVEJA DUNKEL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, vamos falar de um processo muito importante na fabricação das cervejas: a fermentação alcoólica.

A princípio, o processo de fermentação das cervejas parece algo simples. As leveduras metabolizam os açúcares contidos nos maltes e na cevada, transformando-os em álcool e CO2. Mas, para que isso ocorra de maneira correta, é necessário um cuidado muito grande por parte do mestre cervejeiro. A assepsia, a temperatura, a quantidade e os tipos de fermento são alguns dos diversos itens a serem considerados para que ocorra uma fermentação correta.

Importante lembrar que muitos estilos têm, no processo de fermentação, a base da sua construção de sabor. Por isso, o processo precisa ser cuidadosamente analisado, levando em consideração os estilos, as características que você quer na cerveja e, principalmente, os sabores.

Basicamente, temos três tipos de fermentação: a fermentação lager, a fermentação ale e a espontânea.

Amanhã, vamos falar sobre as cervejas lager.

Hoje, vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, vamos falar de um processo muito importante na fabricação das cervejas: a fermentação alcoólica.

A princípio, o processo de fermentação das cervejas parece algo simples. As leveduras metabolizam os açúcares contidos nos maltes e na cevada, transformando-os em álcool e CO2. Mas, para que isso ocorra de maneira correta, é necessário um cuidado muito grande por parte do mestre cervejeiro. A assepsia, a temperatura, a quantidade e os tipos de fermento são alguns dos diversos itens a serem considerados para que ocorra uma fermentação correta.

Importante lembrar que muitos estilos têm, no processo de fermentação, a base da sua construção de sabor. Por isso, o processo precisa ser cuidadosamente analisado, levando em consideração os estilos, as características que você quer na cerveja e, principalmente, os sabores.

Basicamente, temos três tipos de fermentação: a fermentação lager, a fermentação ale e a espontânea.

Amanhã, vamos falar sobre as cervejas lager.

Hoje, vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, vamos falar de um processo muito importante na fabricação das cervejas: a fermentação alcoólica.

A princípio, o processo de fermentação das cervejas parece algo simples. As leveduras metabolizam os açúcares contidos nos maltes e na cevada, transformando-os em álcool e CO2. Mas, para que isso ocorra de maneira correta, é necessário um cuidado muito grande por parte do mestre cervejeiro. A assepsia, a temperatura, a quantidade e os tipos de fermento são alguns dos diversos itens a serem considerados para que ocorra uma fermentação correta.

Importante lembrar que muitos estilos têm, no processo de fermentação, a base da sua construção de sabor. Por isso, o processo precisa ser cuidadosamente analisado, levando em consideração os estilos, as características que você quer na cerveja e, principalmente, os sabores.

Basicamente, temos três tipos de fermentação: a fermentação lager, a fermentação ale e a espontânea.

Amanhã, vamos falar sobre as cervejas lager.

Hoje, vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, vamos falar de um processo muito importante na fabricação das cervejas: a fermentação alcoólica.

A princípio, o processo de fermentação das cervejas parece algo simples. As leveduras metabolizam os açúcares contidos nos maltes e na cevada, transformando-os em álcool e CO2. Mas, para que isso ocorra de maneira correta, é necessário um cuidado muito grande por parte do mestre cervejeiro. A assepsia, a temperatura, a quantidade e os tipos de fermento são alguns dos diversos itens a serem considerados para que ocorra uma fermentação correta.

Importante lembrar que muitos estilos têm, no processo de fermentação, a base da sua construção de sabor. Por isso, o processo precisa ser cuidadosamente analisado, levando em consideração os estilos, as características que você quer na cerveja e, principalmente, os sabores.

Basicamente, temos três tipos de fermentação: a fermentação lager, a fermentação ale e a espontânea.

Amanhã, vamos falar sobre as cervejas lager.

Hoje, vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Notas do Episódio
Está começando mais um cerveja para descontrair, a harmonização dando dica para que você possa fazer uma harmonização de maneira simples e muito saborosa.
É muito importante você conhecer vários estilos de cerveja, inclusive para aumentar o leque de opções na hora de harmonizar. Dica muito importante: que você pense a cerveja como parte integrante do prato, como se fosse o ingrediente do prato que você está produzindo.

Então, se você produz um prato que pede acidez, você tem que pensar a cerveja como parte integrante desse processo. Se você está fazendo um prato que tende a ser mais salgado ou mais adocicado, você tem que buscar, dentro das cervejas que você conhece, estilos que têm essa característica. Um exemplo simples: se você está produzindo um prato, um ceviche, você sabe que o ceviche pede uma nota mais ácida ao final. Você pode buscar, dentro.

Estilos de cerveja, uma cerveja que traga essa acidez para o prato. Ao considerar que a cerveja é parte integrante desse processo do prato, fica muito mais fácil você produzir uma harmonização. Gostou dessa dica? Hoje nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Notas do Episódio
Está começando mais um cerveja para descontrair, a harmonização dando dica para que você possa fazer uma harmonização de maneira simples e muito saborosa.
É muito importante você conhecer vários estilos de cerveja, inclusive para aumentar o leque de opções na hora de harmonizar. Dica muito importante: que você pense a cerveja como parte integrante do prato, como se fosse o ingrediente do prato que você está produzindo.

Então, se você produz um prato que pede acidez, você tem que pensar a cerveja como parte integrante desse processo. Se você está fazendo um prato que tende a ser mais salgado ou mais adocicado, você tem que buscar, dentro das cervejas que você conhece, estilos que têm essa característica. Um exemplo simples: se você está produzindo um prato, um ceviche, você sabe que o ceviche pede uma nota mais ácida ao final. Você pode buscar, dentro.

Estilos de cerveja, uma cerveja que traga essa acidez para o prato. Ao considerar que a cerveja é parte integrante desse processo do prato, fica muito mais fácil você produzir uma harmonização. Gostou dessa dica? Hoje nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Notas do Episódio
Está começando mais um cerveja para descontrair, a harmonização dando dica para que você possa fazer uma harmonização de maneira simples e muito saborosa.
É muito importante você conhecer vários estilos de cerveja, inclusive para aumentar o leque de opções na hora de harmonizar. Dica muito importante: que você pense a cerveja como parte integrante do prato, como se fosse o ingrediente do prato que você está produzindo.

Então, se você produz um prato que pede acidez, você tem que pensar a cerveja como parte integrante desse processo. Se você está fazendo um prato que tende a ser mais salgado ou mais adocicado, você tem que buscar, dentro das cervejas que você conhece, estilos que têm essa característica. Um exemplo simples: se você está produzindo um prato, um ceviche, você sabe que o ceviche pede uma nota mais ácida ao final. Você pode buscar, dentro.

Estilos de cerveja, uma cerveja que traga essa acidez para o prato. Ao considerar que a cerveja é parte integrante desse processo do prato, fica muito mais fácil você produzir uma harmonização. Gostou dessa dica? Hoje nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Notas do Episódio
Está começando mais um cerveja para descontrair, a harmonização dando dica para que você possa fazer uma harmonização de maneira simples e muito saborosa.
É muito importante você conhecer vários estilos de cerveja, inclusive para aumentar o leque de opções na hora de harmonizar. Dica muito importante: que você pense a cerveja como parte integrante do prato, como se fosse o ingrediente do prato que você está produzindo.

Então, se você produz um prato que pede acidez, você tem que pensar a cerveja como parte integrante desse processo. Se você está fazendo um prato que tende a ser mais salgado ou mais adocicado, você tem que buscar, dentro das cervejas que você conhece, estilos que têm essa característica. Um exemplo simples: se você está produzindo um prato, um ceviche, você sabe que o ceviche pede uma nota mais ácida ao final. Você pode buscar, dentro.

Estilos de cerveja, uma cerveja que traga essa acidez para o prato. Ao considerar que a cerveja é parte integrante desse processo do prato, fica muito mais fácil você produzir uma harmonização. Gostou dessa dica? Hoje nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DICAS DE HARMONIZAÇÃO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana, nós estamos falando das cervejas maturadas em barris e cervejas de guarda. Hoje, mais três estilos.

Começando pela Lambique, que é um estilo clássico, um dos estilos mais clássicos de cervejas da Bélgica. Essa cerveja já possui um processo de maturação prolongada. Normalmente, a gente tem Lambiques de um, dois ou três anos de maturação e, quando elas vão para a garrafa, também ganham muita complexidade. Normalmente, você tem ali leveduras que ainda fazem o trabalho de fermentação na garrafa e ganham complexidade de sabor e aromas.

Então, Lambiques mais jovens têm menos complexidade; são cervejas que ainda chamamos de verdes. Já aquelas cervejas com dois, três, quatro ou cinco anos de garrafa ficam mais intensas e mais complexas.

As English Old Ales também têm essa mesma característica. São cervejas que, quando envasadas, ainda consideramos não ter um acabamento perfeito e, com o passar do tempo, vão ganhando complexidade. É por isso que as validades, tanto de uma Lambique como de uma English Old Ale, normalmente são de quatro, cinco e até dez anos.

Outro estilo clássico que evolui muito bem na garrafa são as Doppelbocks. São cervejas maltadas, que têm notas intensas de banana madura, uva-passa e ameixa, e ganham muita complexidade com o passar do tempo. As notas alcoólicas vão ficando mais evidentes e o corpo vai ficando até um pouco mais intenso em termos de sabor.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana, nós estamos falando das cervejas maturadas em barris e cervejas de guarda. Hoje, mais três estilos.

Começando pela Lambique, que é um estilo clássico, um dos estilos mais clássicos de cervejas da Bélgica. Essa cerveja já possui um processo de maturação prolongada. Normalmente, a gente tem Lambiques de um, dois ou três anos de maturação e, quando elas vão para a garrafa, também ganham muita complexidade. Normalmente, você tem ali leveduras que ainda fazem o trabalho de fermentação na garrafa e ganham complexidade de sabor e aromas.

Então, Lambiques mais jovens têm menos complexidade; são cervejas que ainda chamamos de verdes. Já aquelas cervejas com dois, três, quatro ou cinco anos de garrafa ficam mais intensas e mais complexas.

As English Old Ales também têm essa mesma característica. São cervejas que, quando envasadas, ainda consideramos não ter um acabamento perfeito e, com o passar do tempo, vão ganhando complexidade. É por isso que as validades, tanto de uma Lambique como de uma English Old Ale, normalmente são de quatro, cinco e até dez anos.

Outro estilo clássico que evolui muito bem na garrafa são as Doppelbocks. São cervejas maltadas, que têm notas intensas de banana madura, uva-passa e ameixa, e ganham muita complexidade com o passar do tempo. As notas alcoólicas vão ficando mais evidentes e o corpo vai ficando até um pouco mais intenso em termos de sabor.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana, nós estamos falando das cervejas maturadas em barris e cervejas de guarda. Hoje, mais três estilos.

Começando pela Lambique, que é um estilo clássico, um dos estilos mais clássicos de cervejas da Bélgica. Essa cerveja já possui um processo de maturação prolongada. Normalmente, a gente tem Lambiques de um, dois ou três anos de maturação e, quando elas vão para a garrafa, também ganham muita complexidade. Normalmente, você tem ali leveduras que ainda fazem o trabalho de fermentação na garrafa e ganham complexidade de sabor e aromas.

Então, Lambiques mais jovens têm menos complexidade; são cervejas que ainda chamamos de verdes. Já aquelas cervejas com dois, três, quatro ou cinco anos de garrafa ficam mais intensas e mais complexas.

As English Old Ales também têm essa mesma característica. São cervejas que, quando envasadas, ainda consideramos não ter um acabamento perfeito e, com o passar do tempo, vão ganhando complexidade. É por isso que as validades, tanto de uma Lambique como de uma English Old Ale, normalmente são de quatro, cinco e até dez anos.

Outro estilo clássico que evolui muito bem na garrafa são as Doppelbocks. São cervejas maltadas, que têm notas intensas de banana madura, uva-passa e ameixa, e ganham muita complexidade com o passar do tempo. As notas alcoólicas vão ficando mais evidentes e o corpo vai ficando até um pouco mais intenso em termos de sabor.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana, nós estamos falando das cervejas maturadas em barris e cervejas de guarda. Hoje, mais três estilos.

Começando pela Lambique, que é um estilo clássico, um dos estilos mais clássicos de cervejas da Bélgica. Essa cerveja já possui um processo de maturação prolongada. Normalmente, a gente tem Lambiques de um, dois ou três anos de maturação e, quando elas vão para a garrafa, também ganham muita complexidade. Normalmente, você tem ali leveduras que ainda fazem o trabalho de fermentação na garrafa e ganham complexidade de sabor e aromas.

Então, Lambiques mais jovens têm menos complexidade; são cervejas que ainda chamamos de verdes. Já aquelas cervejas com dois, três, quatro ou cinco anos de garrafa ficam mais intensas e mais complexas.

As English Old Ales também têm essa mesma característica. São cervejas que, quando envasadas, ainda consideramos não ter um acabamento perfeito e, com o passar do tempo, vão ganhando complexidade. É por isso que as validades, tanto de uma Lambique como de uma English Old Ale, normalmente são de quatro, cinco e até dez anos.

Outro estilo clássico que evolui muito bem na garrafa são as Doppelbocks. São cervejas maltadas, que têm notas intensas de banana madura, uva-passa e ameixa, e ganham muita complexidade com o passar do tempo. As notas alcoólicas vão ficando mais evidentes e o corpo vai ficando até um pouco mais intenso em termos de sabor.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
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      <title><![CDATA[CERVEJA LAMBIC]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje é dia de falar de Breta no Mísseis, a chamada levedura selvagem. Esse tipo de levedura é muito comum em cervejas belgas, principalmente da família Salve, cervejas ácidas. Ela traz uma característica muito consistente para esse tipo de cerveja e, como a utilização dela nesses estilos acontece, cervejarias americanas e cervejarias brasileiras têm utilizado Breta no Mísseis em estilos, vamos dizer assim, pouco usuais para esse tipo de levedura, que é o caso de APAs, IPAs e até Double IPAs.

O que é importante ressaltar é que a utilização desse tipo de levedura traz consigo uma característica muito importante para a cerveja, porque a Breta no Mísseis é uma levedura que absorve todo o açúcar da cerveja, fazendo com que o perfil de lúpulo desses estilos possa sobressair. Então, é muito interessante que a utilização tenha como principal objetivo ressaltar ainda mais o frescor do lúpulo.

E aí, já experimentou alguma American APA com Bretano Mísseis? Alguma American IPA com Bretano Mísseis? Fica o convite para você.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje é dia de falar de Breta no Mísseis, a chamada levedura selvagem. Esse tipo de levedura é muito comum em cervejas belgas, principalmente da família Salve, cervejas ácidas. Ela traz uma característica muito consistente para esse tipo de cerveja e, como a utilização dela nesses estilos acontece, cervejarias americanas e cervejarias brasileiras têm utilizado Breta no Mísseis em estilos, vamos dizer assim, pouco usuais para esse tipo de levedura, que é o caso de APAs, IPAs e até Double IPAs.

O que é importante ressaltar é que a utilização desse tipo de levedura traz consigo uma característica muito importante para a cerveja, porque a Breta no Mísseis é uma levedura que absorve todo o açúcar da cerveja, fazendo com que o perfil de lúpulo desses estilos possa sobressair. Então, é muito interessante que a utilização tenha como principal objetivo ressaltar ainda mais o frescor do lúpulo.

E aí, já experimentou alguma American APA com Bretano Mísseis? Alguma American IPA com Bretano Mísseis? Fica o convite para você.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje é dia de falar de Breta no Mísseis, a chamada levedura selvagem. Esse tipo de levedura é muito comum em cervejas belgas, principalmente da família Salve, cervejas ácidas. Ela traz uma característica muito consistente para esse tipo de cerveja e, como a utilização dela nesses estilos acontece, cervejarias americanas e cervejarias brasileiras têm utilizado Breta no Mísseis em estilos, vamos dizer assim, pouco usuais para esse tipo de levedura, que é o caso de APAs, IPAs e até Double IPAs.

O que é importante ressaltar é que a utilização desse tipo de levedura traz consigo uma característica muito importante para a cerveja, porque a Breta no Mísseis é uma levedura que absorve todo o açúcar da cerveja, fazendo com que o perfil de lúpulo desses estilos possa sobressair. Então, é muito interessante que a utilização tenha como principal objetivo ressaltar ainda mais o frescor do lúpulo.

E aí, já experimentou alguma American APA com Bretano Mísseis? Alguma American IPA com Bretano Mísseis? Fica o convite para você.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje é dia de falar de Breta no Mísseis, a chamada levedura selvagem. Esse tipo de levedura é muito comum em cervejas belgas, principalmente da família Salve, cervejas ácidas. Ela traz uma característica muito consistente para esse tipo de cerveja e, como a utilização dela nesses estilos acontece, cervejarias americanas e cervejarias brasileiras têm utilizado Breta no Mísseis em estilos, vamos dizer assim, pouco usuais para esse tipo de levedura, que é o caso de APAs, IPAs e até Double IPAs.

O que é importante ressaltar é que a utilização desse tipo de levedura traz consigo uma característica muito importante para a cerveja, porque a Breta no Mísseis é uma levedura que absorve todo o açúcar da cerveja, fazendo com que o perfil de lúpulo desses estilos possa sobressair. Então, é muito interessante que a utilização tenha como principal objetivo ressaltar ainda mais o frescor do lúpulo.

E aí, já experimentou alguma American APA com Bretano Mísseis? Alguma American IPA com Bretano Mísseis? Fica o convite para você.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRETTANOMYCES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tudo bem? Está começando mais um cerveja para descontrair e hoje nós vamos falar sobre as bretanomices, as chamadas leveduras selvagens.

Essas leveduras foram identificadas pela cervejaria kausberg, analisando algumas cervejas inglesas. Daí vem o nome bretanomices, significa fungo inglês, e eles começaram a trazer algumas características, né, para cerveja, como acidez e uma nota até um pouco azeda. E aí eles começaram a perceber que esse tipo de levedura tinha características diferentes da saccaromices.

As bretanomices são muito comuns nas cervejas gills e lambics, as chamadas do grupo de cervejas salves, das cervejas ácidas. Elas trazem uma capacidade maior de absorção de açúcar. Elas começam, elas absorvem cadeias maiores e trazem algumas notas bem complexas. A gente chama de compostos sensoriais completos. Trazem notas de couro, de estábulo, que são muito comuns nesses tipos de cervejas.

Recentemente, muitas cervejarias estão utilizando Brecht para fazer estilos como IPA e Double IPA. A principal característica, neste caso, é trazer uma maior absorção de açúcar para que o lúplulo seja um grande destaque dessas cervejas. Várias cervejarias têm utilizado essa técnica para trazer um pouco mais de aromas e sabores para suas cervejas.

E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tudo bem? Está começando mais um cerveja para descontrair e hoje nós vamos falar sobre as bretanomices, as chamadas leveduras selvagens.

Essas leveduras foram identificadas pela cervejaria kausberg, analisando algumas cervejas inglesas. Daí vem o nome bretanomices, significa fungo inglês, e eles começaram a trazer algumas características, né, para cerveja, como acidez e uma nota até um pouco azeda. E aí eles começaram a perceber que esse tipo de levedura tinha características diferentes da saccaromices.

As bretanomices são muito comuns nas cervejas gills e lambics, as chamadas do grupo de cervejas salves, das cervejas ácidas. Elas trazem uma capacidade maior de absorção de açúcar. Elas começam, elas absorvem cadeias maiores e trazem algumas notas bem complexas. A gente chama de compostos sensoriais completos. Trazem notas de couro, de estábulo, que são muito comuns nesses tipos de cervejas.

Recentemente, muitas cervejarias estão utilizando Brecht para fazer estilos como IPA e Double IPA. A principal característica, neste caso, é trazer uma maior absorção de açúcar para que o lúplulo seja um grande destaque dessas cervejas. Várias cervejarias têm utilizado essa técnica para trazer um pouco mais de aromas e sabores para suas cervejas.

E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tudo bem? Está começando mais um cerveja para descontrair e hoje nós vamos falar sobre as bretanomices, as chamadas leveduras selvagens.

Essas leveduras foram identificadas pela cervejaria kausberg, analisando algumas cervejas inglesas. Daí vem o nome bretanomices, significa fungo inglês, e eles começaram a trazer algumas características, né, para cerveja, como acidez e uma nota até um pouco azeda. E aí eles começaram a perceber que esse tipo de levedura tinha características diferentes da saccaromices.

As bretanomices são muito comuns nas cervejas gills e lambics, as chamadas do grupo de cervejas salves, das cervejas ácidas. Elas trazem uma capacidade maior de absorção de açúcar. Elas começam, elas absorvem cadeias maiores e trazem algumas notas bem complexas. A gente chama de compostos sensoriais completos. Trazem notas de couro, de estábulo, que são muito comuns nesses tipos de cervejas.

Recentemente, muitas cervejarias estão utilizando Brecht para fazer estilos como IPA e Double IPA. A principal característica, neste caso, é trazer uma maior absorção de açúcar para que o lúplulo seja um grande destaque dessas cervejas. Várias cervejarias têm utilizado essa técnica para trazer um pouco mais de aromas e sabores para suas cervejas.

E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tudo bem? Está começando mais um cerveja para descontrair e hoje nós vamos falar sobre as bretanomices, as chamadas leveduras selvagens.

Essas leveduras foram identificadas pela cervejaria kausberg, analisando algumas cervejas inglesas. Daí vem o nome bretanomices, significa fungo inglês, e eles começaram a trazer algumas características, né, para cerveja, como acidez e uma nota até um pouco azeda. E aí eles começaram a perceber que esse tipo de levedura tinha características diferentes da saccaromices.

As bretanomices são muito comuns nas cervejas gills e lambics, as chamadas do grupo de cervejas salves, das cervejas ácidas. Elas trazem uma capacidade maior de absorção de açúcar. Elas começam, elas absorvem cadeias maiores e trazem algumas notas bem complexas. A gente chama de compostos sensoriais completos. Trazem notas de couro, de estábulo, que são muito comuns nesses tipos de cervejas.

Recentemente, muitas cervejarias estão utilizando Brecht para fazer estilos como IPA e Double IPA. A principal característica, neste caso, é trazer uma maior absorção de açúcar para que o lúplulo seja um grande destaque dessas cervejas. Várias cervejarias têm utilizado essa técnica para trazer um pouco mais de aromas e sabores para suas cervejas.

E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRETTANOMYCES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e hoje é dia de responder à dúvida da Vanessa Cecília Ramos. Ela pergunta: o que são Sours?

Vanessa, Sours são um grupo de cervejas que têm como perfil sensorial marcante a nota ácida e azeda. É muito comum as cervejas serem mais azedinhas. Dentro desse grupo, tem alguns estilos, e eu vou destacar quatro aqui para vocês.

Berliner Weiss, cerveja típica da cidade de Berlim, que, apesar do nome Weiss, não é uma cerveja base de trigo. São cervejas que têm uma acidez. Normalmente, lá eles utilizam até xaropes saborizantes para diminuir um pouco essa acidez. Aqui no Brasil, se utiliza muita fruta nesse tipo de cerveja.

Catarina Sour, que foi inspirada nas Berliner Weiss. É o primeiro estilo de cerveja brasileiro, e aí com uma acidez um pouco mais suave, e é uma marcância da fruta muito grande, principalmente as frutas brasileiras.

American Sours, cervejas que são bem ácidas, bem azedas e normalmente com adição de frutas também. E aí, algumas variações até de American IPA Sours, quer dizer, que você tem até uma lupulagem de uma IPA.

E o estilo Goose, que é um estilo que trabalha também com acidez, mas com uma marcância de sal, água um pouco mais salgada, isso é muito comum. E aí eu destaco uma cerveja fantástica, que é a Suricato Goiabinha, que é uma Goose com goiaba e essa notinha de sal, que é bem interessante.

Então, Sours são esse grupo de cervejas mais ácidas, mais azedas. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e hoje é dia de responder à dúvida da Vanessa Cecília Ramos. Ela pergunta: o que são Sours?

Vanessa, Sours são um grupo de cervejas que têm como perfil sensorial marcante a nota ácida e azeda. É muito comum as cervejas serem mais azedinhas. Dentro desse grupo, tem alguns estilos, e eu vou destacar quatro aqui para vocês.

Berliner Weiss, cerveja típica da cidade de Berlim, que, apesar do nome Weiss, não é uma cerveja base de trigo. São cervejas que têm uma acidez. Normalmente, lá eles utilizam até xaropes saborizantes para diminuir um pouco essa acidez. Aqui no Brasil, se utiliza muita fruta nesse tipo de cerveja.

Catarina Sour, que foi inspirada nas Berliner Weiss. É o primeiro estilo de cerveja brasileiro, e aí com uma acidez um pouco mais suave, e é uma marcância da fruta muito grande, principalmente as frutas brasileiras.

American Sours, cervejas que são bem ácidas, bem azedas e normalmente com adição de frutas também. E aí, algumas variações até de American IPA Sours, quer dizer, que você tem até uma lupulagem de uma IPA.

E o estilo Goose, que é um estilo que trabalha também com acidez, mas com uma marcância de sal, água um pouco mais salgada, isso é muito comum. E aí eu destaco uma cerveja fantástica, que é a Suricato Goiabinha, que é uma Goose com goiaba e essa notinha de sal, que é bem interessante.

Então, Sours são esse grupo de cervejas mais ácidas, mais azedas. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e hoje é dia de responder à dúvida da Vanessa Cecília Ramos. Ela pergunta: o que são Sours?

Vanessa, Sours são um grupo de cervejas que têm como perfil sensorial marcante a nota ácida e azeda. É muito comum as cervejas serem mais azedinhas. Dentro desse grupo, tem alguns estilos, e eu vou destacar quatro aqui para vocês.

Berliner Weiss, cerveja típica da cidade de Berlim, que, apesar do nome Weiss, não é uma cerveja base de trigo. São cervejas que têm uma acidez. Normalmente, lá eles utilizam até xaropes saborizantes para diminuir um pouco essa acidez. Aqui no Brasil, se utiliza muita fruta nesse tipo de cerveja.

Catarina Sour, que foi inspirada nas Berliner Weiss. É o primeiro estilo de cerveja brasileiro, e aí com uma acidez um pouco mais suave, e é uma marcância da fruta muito grande, principalmente as frutas brasileiras.

American Sours, cervejas que são bem ácidas, bem azedas e normalmente com adição de frutas também. E aí, algumas variações até de American IPA Sours, quer dizer, que você tem até uma lupulagem de uma IPA.

E o estilo Goose, que é um estilo que trabalha também com acidez, mas com uma marcância de sal, água um pouco mais salgada, isso é muito comum. E aí eu destaco uma cerveja fantástica, que é a Suricato Goiabinha, que é uma Goose com goiaba e essa notinha de sal, que é bem interessante.

Então, Sours são esse grupo de cervejas mais ácidas, mais azedas. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e hoje é dia de responder à dúvida da Vanessa Cecília Ramos. Ela pergunta: o que são Sours?

Vanessa, Sours são um grupo de cervejas que têm como perfil sensorial marcante a nota ácida e azeda. É muito comum as cervejas serem mais azedinhas. Dentro desse grupo, tem alguns estilos, e eu vou destacar quatro aqui para vocês.

Berliner Weiss, cerveja típica da cidade de Berlim, que, apesar do nome Weiss, não é uma cerveja base de trigo. São cervejas que têm uma acidez. Normalmente, lá eles utilizam até xaropes saborizantes para diminuir um pouco essa acidez. Aqui no Brasil, se utiliza muita fruta nesse tipo de cerveja.

Catarina Sour, que foi inspirada nas Berliner Weiss. É o primeiro estilo de cerveja brasileiro, e aí com uma acidez um pouco mais suave, e é uma marcância da fruta muito grande, principalmente as frutas brasileiras.

American Sours, cervejas que são bem ácidas, bem azedas e normalmente com adição de frutas também. E aí, algumas variações até de American IPA Sours, quer dizer, que você tem até uma lupulagem de uma IPA.

E o estilo Goose, que é um estilo que trabalha também com acidez, mas com uma marcância de sal, água um pouco mais salgada, isso é muito comum. E aí eu destaco uma cerveja fantástica, que é a Suricato Goiabinha, que é uma Goose com goiaba e essa notinha de sal, que é bem interessante.

Então, Sours são esse grupo de cervejas mais ácidas, mais azedas. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERVEJA SOUR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair. hoje é dia de falar da escola americana.

boa parte dos estilos da escola americana tem a sua origem na escola inglesa, isso muito pelo processo de colonização dos estados unidos. a influência inglesa na produção de cervejas é vital e extremamente importante para entender um pouco sobre como se formaram os estilos americanos.

se você pensar esse link entre inglaterra e os estados unidos, você pode ver nos estilos. você tem english POA e você tem american POA. você tem english IPA e america IPA. e isso você percebe em diversos estilos.

os americanos se tornaram referência nas cervejas opuladas, isso pela grande oferta de lúpulo que tem nos estados unidos, lúpulos muito aromáticos, e isso facilita. facilita a produção local. e os Estados Unidos também pegaram uma linha chamada na produção de cervejas extremas, com um pouco mais de álcool, com a intensidade de amargor um pouco maior.

a boa variedade de insumos, a facilidade para abrir uma cervejaria em um mercado consumidor pujante, fazem dos Estados Unidos hoje o principal país na produção das chamadas cervejas especiais.

os Estados Unidos também se destaca nas cervejas maturadas em barris. diversas cervejarias já possuem as suas adegas preparadas para maturar cervejas por longo tempo. destaque para a cervejaria Founders, que tem na sua KBS e CBS o grande destaque, cervejas que tem uma maturação em barris de whisky americano. ficam lá por cerca de dois, três, quatro, até seis meses.

e aí, gostou da nossa dica de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é descontrair com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair. hoje é dia de falar da escola americana.

boa parte dos estilos da escola americana tem a sua origem na escola inglesa, isso muito pelo processo de colonização dos estados unidos. a influência inglesa na produção de cervejas é vital e extremamente importante para entender um pouco sobre como se formaram os estilos americanos.

se você pensar esse link entre inglaterra e os estados unidos, você pode ver nos estilos. você tem english POA e você tem american POA. você tem english IPA e america IPA. e isso você percebe em diversos estilos.

os americanos se tornaram referência nas cervejas opuladas, isso pela grande oferta de lúpulo que tem nos estados unidos, lúpulos muito aromáticos, e isso facilita. facilita a produção local. e os Estados Unidos também pegaram uma linha chamada na produção de cervejas extremas, com um pouco mais de álcool, com a intensidade de amargor um pouco maior.

a boa variedade de insumos, a facilidade para abrir uma cervejaria em um mercado consumidor pujante, fazem dos Estados Unidos hoje o principal país na produção das chamadas cervejas especiais.

os Estados Unidos também se destaca nas cervejas maturadas em barris. diversas cervejarias já possuem as suas adegas preparadas para maturar cervejas por longo tempo. destaque para a cervejaria Founders, que tem na sua KBS e CBS o grande destaque, cervejas que tem uma maturação em barris de whisky americano. ficam lá por cerca de dois, três, quatro, até seis meses.

e aí, gostou da nossa dica de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair. hoje é dia de falar da escola americana.

boa parte dos estilos da escola americana tem a sua origem na escola inglesa, isso muito pelo processo de colonização dos estados unidos. a influência inglesa na produção de cervejas é vital e extremamente importante para entender um pouco sobre como se formaram os estilos americanos.

se você pensar esse link entre inglaterra e os estados unidos, você pode ver nos estilos. você tem english POA e você tem american POA. você tem english IPA e america IPA. e isso você percebe em diversos estilos.

os americanos se tornaram referência nas cervejas opuladas, isso pela grande oferta de lúpulo que tem nos estados unidos, lúpulos muito aromáticos, e isso facilita. facilita a produção local. e os Estados Unidos também pegaram uma linha chamada na produção de cervejas extremas, com um pouco mais de álcool, com a intensidade de amargor um pouco maior.

a boa variedade de insumos, a facilidade para abrir uma cervejaria em um mercado consumidor pujante, fazem dos Estados Unidos hoje o principal país na produção das chamadas cervejas especiais.

os Estados Unidos também se destaca nas cervejas maturadas em barris. diversas cervejarias já possuem as suas adegas preparadas para maturar cervejas por longo tempo. destaque para a cervejaria Founders, que tem na sua KBS e CBS o grande destaque, cervejas que tem uma maturação em barris de whisky americano. ficam lá por cerca de dois, três, quatro, até seis meses.

e aí, gostou da nossa dica de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair. hoje é dia de falar da escola americana.

boa parte dos estilos da escola americana tem a sua origem na escola inglesa, isso muito pelo processo de colonização dos estados unidos. a influência inglesa na produção de cervejas é vital e extremamente importante para entender um pouco sobre como se formaram os estilos americanos.

se você pensar esse link entre inglaterra e os estados unidos, você pode ver nos estilos. você tem english POA e você tem american POA. você tem english IPA e america IPA. e isso você percebe em diversos estilos.

os americanos se tornaram referência nas cervejas opuladas, isso pela grande oferta de lúpulo que tem nos estados unidos, lúpulos muito aromáticos, e isso facilita. facilita a produção local. e os Estados Unidos também pegaram uma linha chamada na produção de cervejas extremas, com um pouco mais de álcool, com a intensidade de amargor um pouco maior.

a boa variedade de insumos, a facilidade para abrir uma cervejaria em um mercado consumidor pujante, fazem dos Estados Unidos hoje o principal país na produção das chamadas cervejas especiais.

os Estados Unidos também se destaca nas cervejas maturadas em barris. diversas cervejarias já possuem as suas adegas preparadas para maturar cervejas por longo tempo. destaque para a cervejaria Founders, que tem na sua KBS e CBS o grande destaque, cervejas que tem uma maturação em barris de whisky americano. ficam lá por cerca de dois, três, quatro, até seis meses.

e aí, gostou da nossa dica de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é descontrair com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESCOLA CERVEJEIRA AMERICANA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Cerveja para descontrair com o bier sommelier Elvio Rezende, oferecimento cervejaria louvada, honre até o último gole. Nessa semana, o nosso assunto é fermentação. Ontem falamos da ideia básica do processo de fermentação, que é a conversão de açúcares em álcool e CO2.

Hoje vamos falar especificamente do fermento, que no meio cervejeiro é chamado de levedura. As leveduras são fungos, assim como os bolores, os cogumelos, e tem essa denominação que vem do latim levar, que significa crescer ou fazer crescer. Isso tem uma relação direta com a produção de pães e da própria cerveja, quando a gente pensa na carbonatação, na formação de espuma, na expansão, por assim dizer, da cerveja. As leveduras utilizadas na produção de cerveja são do gênero sacaromísseis, e as mais utilizadas são as sacaromísseis pastorianos, que produzem cervejas de baixa fermentação, que nós chamamos de lager, e sacaromísseis. Fermentação, as chamadas ale.

Outros tipos de fermentação, que utilizam uma específica, uma levedura específica, que são as bretanomices, são chamadas fermentação espontânea. Esse tipo de levedura é chamado de levedura selvagem, ele tem uma capacidade maior de absorção de açúcar e cria alguns aromas e sabores mais complexos. Hoje vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Cerveja para descontrair com o bier sommelier Elvio Rezende, oferecimento cervejaria louvada, honre até o último gole. Nessa semana, o nosso assunto é fermentação. Ontem falamos da ideia básica do processo de fermentação, que é a conversão de açúcares em álcool e CO2.

Hoje vamos falar especificamente do fermento, que no meio cervejeiro é chamado de levedura. As leveduras são fungos, assim como os bolores, os cogumelos, e tem essa denominação que vem do latim levar, que significa crescer ou fazer crescer. Isso tem uma relação direta com a produção de pães e da própria cerveja, quando a gente pensa na carbonatação, na formação de espuma, na expansão, por assim dizer, da cerveja. As leveduras utilizadas na produção de cerveja são do gênero sacaromísseis, e as mais utilizadas são as sacaromísseis pastorianos, que produzem cervejas de baixa fermentação, que nós chamamos de lager, e sacaromísseis. Fermentação, as chamadas ale.

Outros tipos de fermentação, que utilizam uma específica, uma levedura específica, que são as bretanomices, são chamadas fermentação espontânea. Esse tipo de levedura é chamado de levedura selvagem, ele tem uma capacidade maior de absorção de açúcar e cria alguns aromas e sabores mais complexos. Hoje vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Cerveja para descontrair com o bier sommelier Elvio Rezende, oferecimento cervejaria louvada, honre até o último gole. Nessa semana, o nosso assunto é fermentação. Ontem falamos da ideia básica do processo de fermentação, que é a conversão de açúcares em álcool e CO2.

Hoje vamos falar especificamente do fermento, que no meio cervejeiro é chamado de levedura. As leveduras são fungos, assim como os bolores, os cogumelos, e tem essa denominação que vem do latim levar, que significa crescer ou fazer crescer. Isso tem uma relação direta com a produção de pães e da própria cerveja, quando a gente pensa na carbonatação, na formação de espuma, na expansão, por assim dizer, da cerveja. As leveduras utilizadas na produção de cerveja são do gênero sacaromísseis, e as mais utilizadas são as sacaromísseis pastorianos, que produzem cervejas de baixa fermentação, que nós chamamos de lager, e sacaromísseis. Fermentação, as chamadas ale.

Outros tipos de fermentação, que utilizam uma específica, uma levedura específica, que são as bretanomices, são chamadas fermentação espontânea. Esse tipo de levedura é chamado de levedura selvagem, ele tem uma capacidade maior de absorção de açúcar e cria alguns aromas e sabores mais complexos. Hoje vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Cerveja para descontrair com o bier sommelier Elvio Rezende, oferecimento cervejaria louvada, honre até o último gole. Nessa semana, o nosso assunto é fermentação. Ontem falamos da ideia básica do processo de fermentação, que é a conversão de açúcares em álcool e CO2.

Hoje vamos falar especificamente do fermento, que no meio cervejeiro é chamado de levedura. As leveduras são fungos, assim como os bolores, os cogumelos, e tem essa denominação que vem do latim levar, que significa crescer ou fazer crescer. Isso tem uma relação direta com a produção de pães e da própria cerveja, quando a gente pensa na carbonatação, na formação de espuma, na expansão, por assim dizer, da cerveja. As leveduras utilizadas na produção de cerveja são do gênero sacaromísseis, e as mais utilizadas são as sacaromísseis pastorianos, que produzem cervejas de baixa fermentação, que nós chamamos de lager, e sacaromísseis. Fermentação, as chamadas ale.

Outros tipos de fermentação, que utilizam uma específica, uma levedura específica, que são as bretanomices, são chamadas fermentação espontânea. Esse tipo de levedura é chamado de levedura selvagem, ele tem uma capacidade maior de absorção de açúcar e cria alguns aromas e sabores mais complexos. Hoje vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LEVEDURA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.

hoje nós vamos falar sobre o uso de barris de madeira no processo de maturação de cervejas. muitas cervejarias brasileiras já utilizam essa técnica, uma técnica que é muito difundida nos estados unidos e que tem como principais objetivos aumentar a graduação alcoólica da cerveja, arredondar o perfil sensorial, seja pela influência do tipo de madeira ou mesmo pelo tempo de maturação, absorver aromas e sabores provenientes da madeira dos barris e, em casos de barris que maturavam outras bebidas, whisky, vinho, licor, é absorver as características da bebida que estava ali armazenada para a construção de sabor da cerveja.

Eu falei aqui, muitas cervejarias já utilizam aqui no brasil essa técnica, destaque para a cervejaria Dagba e a cervejaria Van. De Brau, que tem várias cervejas produzidas com essa técnica de maturação em barris. e aí, gostou do nosso programa de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.

hoje nós vamos falar sobre o uso de barris de madeira no processo de maturação de cervejas. muitas cervejarias brasileiras já utilizam essa técnica, uma técnica que é muito difundida nos estados unidos e que tem como principais objetivos aumentar a graduação alcoólica da cerveja, arredondar o perfil sensorial, seja pela influência do tipo de madeira ou mesmo pelo tempo de maturação, absorver aromas e sabores provenientes da madeira dos barris e, em casos de barris que maturavam outras bebidas, whisky, vinho, licor, é absorver as características da bebida que estava ali armazenada para a construção de sabor da cerveja.

Eu falei aqui, muitas cervejarias já utilizam aqui no brasil essa técnica, destaque para a cervejaria Dagba e a cervejaria Van. De Brau, que tem várias cervejas produzidas com essa técnica de maturação em barris. e aí, gostou do nosso programa de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.

hoje nós vamos falar sobre o uso de barris de madeira no processo de maturação de cervejas. muitas cervejarias brasileiras já utilizam essa técnica, uma técnica que é muito difundida nos estados unidos e que tem como principais objetivos aumentar a graduação alcoólica da cerveja, arredondar o perfil sensorial, seja pela influência do tipo de madeira ou mesmo pelo tempo de maturação, absorver aromas e sabores provenientes da madeira dos barris e, em casos de barris que maturavam outras bebidas, whisky, vinho, licor, é absorver as características da bebida que estava ali armazenada para a construção de sabor da cerveja.

Eu falei aqui, muitas cervejarias já utilizam aqui no brasil essa técnica, destaque para a cervejaria Dagba e a cervejaria Van. De Brau, que tem várias cervejas produzidas com essa técnica de maturação em barris. e aí, gostou do nosso programa de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.

hoje nós vamos falar sobre o uso de barris de madeira no processo de maturação de cervejas. muitas cervejarias brasileiras já utilizam essa técnica, uma técnica que é muito difundida nos estados unidos e que tem como principais objetivos aumentar a graduação alcoólica da cerveja, arredondar o perfil sensorial, seja pela influência do tipo de madeira ou mesmo pelo tempo de maturação, absorver aromas e sabores provenientes da madeira dos barris e, em casos de barris que maturavam outras bebidas, whisky, vinho, licor, é absorver as características da bebida que estava ali armazenada para a construção de sabor da cerveja.

Eu falei aqui, muitas cervejarias já utilizam aqui no brasil essa técnica, destaque para a cervejaria Dagba e a cervejaria Van. De Brau, que tem várias cervejas produzidas com essa técnica de maturação em barris. e aí, gostou do nosso programa de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[KRIEK LAMBIC]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair.

Hoje vamos falar de um aspecto muito importante na função que o beer sommelier desenvolve: a análise sensorial das cervejas e o desenvolvimento de novos produtos.

É muito importante para uma cervejaria ter em seu quadro um beer sommelier, porque, ao analisar sensorialmente as cervejas, ele pode identificar falhas no processo de produção. Quando pensamos no mestre cervejeiro, ele está muito ligado à produção das cervejas, analisando a parte de maquinários e insumos. Já o beer sommelier tem o papel de fazer a análise da cerveja pronta e, ali, consegue identificar aromas e sabores indesejados, além de verificar se a cerveja está dentro do padrão proposto, inclusive pelo mestre cervejeiro.

Esse papel é importante porque ajuda a desenvolver a qualidade das cervejas. Muitas cervejas, ao nascerem, não estão prontas, não apresentam ainda o acabamento perfeito. O beer sommelier, por meio da sua análise sensorial, vai auxiliando nesse desenvolvimento, trazendo correções, seja nos aspectos de sabor e aroma, inclusive até de coloração e graduação alcoólica.

Essa análise é extremamente importante para o desenvolvimento de novas receitas dentro de uma cervejaria.

Amanhã vamos falar um pouquinho sobre o papel do beer sommelier na construção de cartas de cerveja.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair.

Hoje vamos falar de um aspecto muito importante na função que o beer sommelier desenvolve: a análise sensorial das cervejas e o desenvolvimento de novos produtos.

É muito importante para uma cervejaria ter em seu quadro um beer sommelier, porque, ao analisar sensorialmente as cervejas, ele pode identificar falhas no processo de produção. Quando pensamos no mestre cervejeiro, ele está muito ligado à produção das cervejas, analisando a parte de maquinários e insumos. Já o beer sommelier tem o papel de fazer a análise da cerveja pronta e, ali, consegue identificar aromas e sabores indesejados, além de verificar se a cerveja está dentro do padrão proposto, inclusive pelo mestre cervejeiro.

Esse papel é importante porque ajuda a desenvolver a qualidade das cervejas. Muitas cervejas, ao nascerem, não estão prontas, não apresentam ainda o acabamento perfeito. O beer sommelier, por meio da sua análise sensorial, vai auxiliando nesse desenvolvimento, trazendo correções, seja nos aspectos de sabor e aroma, inclusive até de coloração e graduação alcoólica.

Essa análise é extremamente importante para o desenvolvimento de novas receitas dentro de uma cervejaria.

Amanhã vamos falar um pouquinho sobre o papel do beer sommelier na construção de cartas de cerveja.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair.

Hoje vamos falar de um aspecto muito importante na função que o beer sommelier desenvolve: a análise sensorial das cervejas e o desenvolvimento de novos produtos.

É muito importante para uma cervejaria ter em seu quadro um beer sommelier, porque, ao analisar sensorialmente as cervejas, ele pode identificar falhas no processo de produção. Quando pensamos no mestre cervejeiro, ele está muito ligado à produção das cervejas, analisando a parte de maquinários e insumos. Já o beer sommelier tem o papel de fazer a análise da cerveja pronta e, ali, consegue identificar aromas e sabores indesejados, além de verificar se a cerveja está dentro do padrão proposto, inclusive pelo mestre cervejeiro.

Esse papel é importante porque ajuda a desenvolver a qualidade das cervejas. Muitas cervejas, ao nascerem, não estão prontas, não apresentam ainda o acabamento perfeito. O beer sommelier, por meio da sua análise sensorial, vai auxiliando nesse desenvolvimento, trazendo correções, seja nos aspectos de sabor e aroma, inclusive até de coloração e graduação alcoólica.

Essa análise é extremamente importante para o desenvolvimento de novas receitas dentro de uma cervejaria.

Amanhã vamos falar um pouquinho sobre o papel do beer sommelier na construção de cartas de cerveja.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair.

Hoje vamos falar de um aspecto muito importante na função que o beer sommelier desenvolve: a análise sensorial das cervejas e o desenvolvimento de novos produtos.

É muito importante para uma cervejaria ter em seu quadro um beer sommelier, porque, ao analisar sensorialmente as cervejas, ele pode identificar falhas no processo de produção. Quando pensamos no mestre cervejeiro, ele está muito ligado à produção das cervejas, analisando a parte de maquinários e insumos. Já o beer sommelier tem o papel de fazer a análise da cerveja pronta e, ali, consegue identificar aromas e sabores indesejados, além de verificar se a cerveja está dentro do padrão proposto, inclusive pelo mestre cervejeiro.

Esse papel é importante porque ajuda a desenvolver a qualidade das cervejas. Muitas cervejas, ao nascerem, não estão prontas, não apresentam ainda o acabamento perfeito. O beer sommelier, por meio da sua análise sensorial, vai auxiliando nesse desenvolvimento, trazendo correções, seja nos aspectos de sabor e aroma, inclusive até de coloração e graduação alcoólica.

Essa análise é extremamente importante para o desenvolvimento de novas receitas dentro de uma cervejaria.

Amanhã vamos falar um pouquinho sobre o papel do beer sommelier na construção de cartas de cerveja.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FUNÇÃO DO BEER SOMMELIER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair, e hoje tem dica de harmonização: queijos e cervejas, uma combinação perfeita. Você que gosta de queijos de massa mole, como brie, emental, camembert, saiba que esses queijos combinam muito bem com cervejas frutadas, com cervejas com adição de frutas. Então, as cervejas de cereja, as cervejas de framboesa, trazem características que potencializam o sabor desses queijos.

Outra dica para esse grupo de queijos são as cervejas de trigo, seja uma cerveja de trigo escura ou as cervejas de trigo claras. São cervejas que trazem frutado, traz uma nota codimentada que cai muito bem com esse tipo de queijo.

Para quem gosta de queijos mais fortes, como gorgonzola, parmesão, provolone, queijo que tem um intenso defumado, as cervejas mais amargas, as cervejas mais lopuladas, caem como uma luva. São cervejas que equilibram muito bem, potencializam os sabores dos queijos e trazem uma nota de equilíbrio nessa harmonização. Gorgonzola com Imperial IPA é uma grande pedida, assim como as Imperial Stouts com parmesão.

E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair, e hoje tem dica de harmonização: queijos e cervejas, uma combinação perfeita. Você que gosta de queijos de massa mole, como brie, emental, camembert, saiba que esses queijos combinam muito bem com cervejas frutadas, com cervejas com adição de frutas. Então, as cervejas de cereja, as cervejas de framboesa, trazem características que potencializam o sabor desses queijos.

Outra dica para esse grupo de queijos são as cervejas de trigo, seja uma cerveja de trigo escura ou as cervejas de trigo claras. São cervejas que trazem frutado, traz uma nota codimentada que cai muito bem com esse tipo de queijo.

Para quem gosta de queijos mais fortes, como gorgonzola, parmesão, provolone, queijo que tem um intenso defumado, as cervejas mais amargas, as cervejas mais lopuladas, caem como uma luva. São cervejas que equilibram muito bem, potencializam os sabores dos queijos e trazem uma nota de equilíbrio nessa harmonização. Gorgonzola com Imperial IPA é uma grande pedida, assim como as Imperial Stouts com parmesão.

E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair, e hoje tem dica de harmonização: queijos e cervejas, uma combinação perfeita. Você que gosta de queijos de massa mole, como brie, emental, camembert, saiba que esses queijos combinam muito bem com cervejas frutadas, com cervejas com adição de frutas. Então, as cervejas de cereja, as cervejas de framboesa, trazem características que potencializam o sabor desses queijos.

Outra dica para esse grupo de queijos são as cervejas de trigo, seja uma cerveja de trigo escura ou as cervejas de trigo claras. São cervejas que trazem frutado, traz uma nota codimentada que cai muito bem com esse tipo de queijo.

Para quem gosta de queijos mais fortes, como gorgonzola, parmesão, provolone, queijo que tem um intenso defumado, as cervejas mais amargas, as cervejas mais lopuladas, caem como uma luva. São cervejas que equilibram muito bem, potencializam os sabores dos queijos e trazem uma nota de equilíbrio nessa harmonização. Gorgonzola com Imperial IPA é uma grande pedida, assim como as Imperial Stouts com parmesão.

E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair, e hoje tem dica de harmonização: queijos e cervejas, uma combinação perfeita. Você que gosta de queijos de massa mole, como brie, emental, camembert, saiba que esses queijos combinam muito bem com cervejas frutadas, com cervejas com adição de frutas. Então, as cervejas de cereja, as cervejas de framboesa, trazem características que potencializam o sabor desses queijos.

Outra dica para esse grupo de queijos são as cervejas de trigo, seja uma cerveja de trigo escura ou as cervejas de trigo claras. São cervejas que trazem frutado, traz uma nota codimentada que cai muito bem com esse tipo de queijo.

Para quem gosta de queijos mais fortes, como gorgonzola, parmesão, provolone, queijo que tem um intenso defumado, as cervejas mais amargas, as cervejas mais lopuladas, caem como uma luva. São cervejas que equilibram muito bem, potencializam os sabores dos queijos e trazem uma nota de equilíbrio nessa harmonização. Gorgonzola com Imperial IPA é uma grande pedida, assim como as Imperial Stouts com parmesão.

E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPERIAL IPA .]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tudo bem? está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nós estamos falando sobre a profissão de Bier Sommelier. Hoje, nós vamos falar de algo também muito importante que o Sommelier, que o Bier Sommelier faz, que é a construção de cartas de cervejas.

Quando a gente pensa em cartas de cervejas, automaticamente vem na cabeça um cardápio. Mas carta de cerveja e cardápio são coisas bem diferentes. Uma carta de cerveja leva em consideração não só o aspecto da peça impressa, de um instrumento de marketing. A carta de cerveja é um conceito.

Muitas vezes, ela leva em consideração fatores muito importantes, como se é um bar, se é um restaurante, se é um pub, se é um restaurante de alta gastronomia. Essas características são fundamentais na hora de escolher uma cerveja. Inclusive, levando em considerações aspectos como: como será servida a cerveja, se será servido em mesa, se será servido em balcão, tipos de copos que podem ser utilizados.

Enfim, todas as informações são extremamente importantes para a definição de rótulos. E é essa análise que é feita pelo Bier Sommelier. Ao se deparar com todas as informações, ele escolhe as melhores cervejas para que possa atender o empreendimento.

E aí, gostou do nosso programa? Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tudo bem? está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nós estamos falando sobre a profissão de Bier Sommelier. Hoje, nós vamos falar de algo também muito importante que o Sommelier, que o Bier Sommelier faz, que é a construção de cartas de cervejas.

Quando a gente pensa em cartas de cervejas, automaticamente vem na cabeça um cardápio. Mas carta de cerveja e cardápio são coisas bem diferentes. Uma carta de cerveja leva em consideração não só o aspecto da peça impressa, de um instrumento de marketing. A carta de cerveja é um conceito.

Muitas vezes, ela leva em consideração fatores muito importantes, como se é um bar, se é um restaurante, se é um pub, se é um restaurante de alta gastronomia. Essas características são fundamentais na hora de escolher uma cerveja. Inclusive, levando em considerações aspectos como: como será servida a cerveja, se será servido em mesa, se será servido em balcão, tipos de copos que podem ser utilizados.

Enfim, todas as informações são extremamente importantes para a definição de rótulos. E é essa análise que é feita pelo Bier Sommelier. Ao se deparar com todas as informações, ele escolhe as melhores cervejas para que possa atender o empreendimento.

E aí, gostou do nosso programa? Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tudo bem? está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nós estamos falando sobre a profissão de Bier Sommelier. Hoje, nós vamos falar de algo também muito importante que o Sommelier, que o Bier Sommelier faz, que é a construção de cartas de cervejas.

Quando a gente pensa em cartas de cervejas, automaticamente vem na cabeça um cardápio. Mas carta de cerveja e cardápio são coisas bem diferentes. Uma carta de cerveja leva em consideração não só o aspecto da peça impressa, de um instrumento de marketing. A carta de cerveja é um conceito.

Muitas vezes, ela leva em consideração fatores muito importantes, como se é um bar, se é um restaurante, se é um pub, se é um restaurante de alta gastronomia. Essas características são fundamentais na hora de escolher uma cerveja. Inclusive, levando em considerações aspectos como: como será servida a cerveja, se será servido em mesa, se será servido em balcão, tipos de copos que podem ser utilizados.

Enfim, todas as informações são extremamente importantes para a definição de rótulos. E é essa análise que é feita pelo Bier Sommelier. Ao se deparar com todas as informações, ele escolhe as melhores cervejas para que possa atender o empreendimento.

E aí, gostou do nosso programa? Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tudo bem? está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nós estamos falando sobre a profissão de Bier Sommelier. Hoje, nós vamos falar de algo também muito importante que o Sommelier, que o Bier Sommelier faz, que é a construção de cartas de cervejas.

Quando a gente pensa em cartas de cervejas, automaticamente vem na cabeça um cardápio. Mas carta de cerveja e cardápio são coisas bem diferentes. Uma carta de cerveja leva em consideração não só o aspecto da peça impressa, de um instrumento de marketing. A carta de cerveja é um conceito.

Muitas vezes, ela leva em consideração fatores muito importantes, como se é um bar, se é um restaurante, se é um pub, se é um restaurante de alta gastronomia. Essas características são fundamentais na hora de escolher uma cerveja. Inclusive, levando em considerações aspectos como: como será servida a cerveja, se será servido em mesa, se será servido em balcão, tipos de copos que podem ser utilizados.

Enfim, todas as informações são extremamente importantes para a definição de rótulos. E é essa análise que é feita pelo Bier Sommelier. Ao se deparar com todas as informações, ele escolhe as melhores cervejas para que possa atender o empreendimento.

E aí, gostou do nosso programa? Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BIER SOMMELIER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana, o nosso assunto são as cervejas belgas, e hoje nós vamos falar de um estilo clássico, que são as belgian saisons.

As saisons são cervejas denominadas de farming house ales, porque elas eram produzidas nas fazendas dos colonos belgas. Por ser feita em fazenda, não se tinha uma preocupação tão grande, à época, com a sepsia dos equipamentos, então era muito comum a contaminação desses equipamentos com algumas bactérias lárticas, alguns tipos de fundo que traziam notas típicas de fazenda para cerveja. Então era muito comum a nota de estábulo, a nota de couro, a nota caprílica, a nota cítrica, que eram comuns dentro da fazenda.

As cervejas ficavam extremamente complexas e não tem como você definir um padrão específico para 6-1, porque depende muito do tipo de bebedura que contaminava, ou mesmo do tipo de intenção que o produtor tinha: trazer uma nota um pouco mais frutada, uma nota mais maltada. Por isso que você tem várias vertentes em comum.

Você tem algumas características, que é uma nota sempre muito seca, uma graduação alcoólica praticamente de 6 a 8,5% e muitas notas de fermentação, notas frutadas.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana, o nosso assunto são as cervejas belgas, e hoje nós vamos falar de um estilo clássico, que são as belgian saisons.

As saisons são cervejas denominadas de farming house ales, porque elas eram produzidas nas fazendas dos colonos belgas. Por ser feita em fazenda, não se tinha uma preocupação tão grande, à época, com a sepsia dos equipamentos, então era muito comum a contaminação desses equipamentos com algumas bactérias lárticas, alguns tipos de fundo que traziam notas típicas de fazenda para cerveja. Então era muito comum a nota de estábulo, a nota de couro, a nota caprílica, a nota cítrica, que eram comuns dentro da fazenda.

As cervejas ficavam extremamente complexas e não tem como você definir um padrão específico para 6-1, porque depende muito do tipo de bebedura que contaminava, ou mesmo do tipo de intenção que o produtor tinha: trazer uma nota um pouco mais frutada, uma nota mais maltada. Por isso que você tem várias vertentes em comum.

Você tem algumas características, que é uma nota sempre muito seca, uma graduação alcoólica praticamente de 6 a 8,5% e muitas notas de fermentação, notas frutadas.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana, o nosso assunto são as cervejas belgas, e hoje nós vamos falar de um estilo clássico, que são as belgian saisons.

As saisons são cervejas denominadas de farming house ales, porque elas eram produzidas nas fazendas dos colonos belgas. Por ser feita em fazenda, não se tinha uma preocupação tão grande, à época, com a sepsia dos equipamentos, então era muito comum a contaminação desses equipamentos com algumas bactérias lárticas, alguns tipos de fundo que traziam notas típicas de fazenda para cerveja. Então era muito comum a nota de estábulo, a nota de couro, a nota caprílica, a nota cítrica, que eram comuns dentro da fazenda.

As cervejas ficavam extremamente complexas e não tem como você definir um padrão específico para 6-1, porque depende muito do tipo de bebedura que contaminava, ou mesmo do tipo de intenção que o produtor tinha: trazer uma nota um pouco mais frutada, uma nota mais maltada. Por isso que você tem várias vertentes em comum.

Você tem algumas características, que é uma nota sempre muito seca, uma graduação alcoólica praticamente de 6 a 8,5% e muitas notas de fermentação, notas frutadas.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana, o nosso assunto são as cervejas belgas, e hoje nós vamos falar de um estilo clássico, que são as belgian saisons.

As saisons são cervejas denominadas de farming house ales, porque elas eram produzidas nas fazendas dos colonos belgas. Por ser feita em fazenda, não se tinha uma preocupação tão grande, à época, com a sepsia dos equipamentos, então era muito comum a contaminação desses equipamentos com algumas bactérias lárticas, alguns tipos de fundo que traziam notas típicas de fazenda para cerveja. Então era muito comum a nota de estábulo, a nota de couro, a nota caprílica, a nota cítrica, que eram comuns dentro da fazenda.

As cervejas ficavam extremamente complexas e não tem como você definir um padrão específico para 6-1, porque depende muito do tipo de bebedura que contaminava, ou mesmo do tipo de intenção que o produtor tinha: trazer uma nota um pouco mais frutada, uma nota mais maltada. Por isso que você tem várias vertentes em comum.

Você tem algumas características, que é uma nota sempre muito seca, uma graduação alcoólica praticamente de 6 a 8,5% e muitas notas de fermentação, notas frutadas.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BELGIAN SAISONS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje nós começamos uma série para quebrar alguns paradigmas que tem aí no mundo cervejeiro, alguns mitos que são criados, inclusive pela grande indústria, para poder induzir as pessoas a consumir cerveja das grandes. Um dos maiores mitos é que a água de determinada região é melhor para produção de cervejas.

Essa história tem um pouco de sentido, porque lá na Idade Média, onde os recursos para uma análise mais detalhada da água eram muito limitados, as pessoas sabiam que determinadas características de águas eram boas para determinados estilos. Por exemplo, assim, algumas cidades como Burt-on-Trent, Pilsen, Munique, Viena, elas adaptaram as suas cervejas às características físico-químicas das águas que estavam disponíveis nas suas cidades.

Hoje, com o desenvolvimento tecnológico e com várias pesquisas científicas na área, a água não é mais um diferencial qualitativo. Isso porque é possível, através de diversas técnicas de tratamento, entregar uma água muito boa por um mestre cervejeiro. As grandes cervejarias, inclusive, possuem estações de tratamento de água nas suas fábricas, que são certificadas internacionalmente.

Então, se você escutar aquela história que a água de Agudos é a melhor água para produzir cerveja, saiba que isso é apenas um dos vários mitos que se tem dentro do mercado.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência. E você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje nós começamos uma série para quebrar alguns paradigmas que tem aí no mundo cervejeiro, alguns mitos que são criados, inclusive pela grande indústria, para poder induzir as pessoas a consumir cerveja das grandes. Um dos maiores mitos é que a água de determinada região é melhor para produção de cervejas.

Essa história tem um pouco de sentido, porque lá na Idade Média, onde os recursos para uma análise mais detalhada da água eram muito limitados, as pessoas sabiam que determinadas características de águas eram boas para determinados estilos. Por exemplo, assim, algumas cidades como Burt-on-Trent, Pilsen, Munique, Viena, elas adaptaram as suas cervejas às características físico-químicas das águas que estavam disponíveis nas suas cidades.

Hoje, com o desenvolvimento tecnológico e com várias pesquisas científicas na área, a água não é mais um diferencial qualitativo. Isso porque é possível, através de diversas técnicas de tratamento, entregar uma água muito boa por um mestre cervejeiro. As grandes cervejarias, inclusive, possuem estações de tratamento de água nas suas fábricas, que são certificadas internacionalmente.

Então, se você escutar aquela história que a água de Agudos é a melhor água para produzir cerveja, saiba que isso é apenas um dos vários mitos que se tem dentro do mercado.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência. E você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje nós começamos uma série para quebrar alguns paradigmas que tem aí no mundo cervejeiro, alguns mitos que são criados, inclusive pela grande indústria, para poder induzir as pessoas a consumir cerveja das grandes. Um dos maiores mitos é que a água de determinada região é melhor para produção de cervejas.

Essa história tem um pouco de sentido, porque lá na Idade Média, onde os recursos para uma análise mais detalhada da água eram muito limitados, as pessoas sabiam que determinadas características de águas eram boas para determinados estilos. Por exemplo, assim, algumas cidades como Burt-on-Trent, Pilsen, Munique, Viena, elas adaptaram as suas cervejas às características físico-químicas das águas que estavam disponíveis nas suas cidades.

Hoje, com o desenvolvimento tecnológico e com várias pesquisas científicas na área, a água não é mais um diferencial qualitativo. Isso porque é possível, através de diversas técnicas de tratamento, entregar uma água muito boa por um mestre cervejeiro. As grandes cervejarias, inclusive, possuem estações de tratamento de água nas suas fábricas, que são certificadas internacionalmente.

Então, se você escutar aquela história que a água de Agudos é a melhor água para produzir cerveja, saiba que isso é apenas um dos vários mitos que se tem dentro do mercado.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência. E você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje nós começamos uma série para quebrar alguns paradigmas que tem aí no mundo cervejeiro, alguns mitos que são criados, inclusive pela grande indústria, para poder induzir as pessoas a consumir cerveja das grandes. Um dos maiores mitos é que a água de determinada região é melhor para produção de cervejas.

Essa história tem um pouco de sentido, porque lá na Idade Média, onde os recursos para uma análise mais detalhada da água eram muito limitados, as pessoas sabiam que determinadas características de águas eram boas para determinados estilos. Por exemplo, assim, algumas cidades como Burt-on-Trent, Pilsen, Munique, Viena, elas adaptaram as suas cervejas às características físico-químicas das águas que estavam disponíveis nas suas cidades.

Hoje, com o desenvolvimento tecnológico e com várias pesquisas científicas na área, a água não é mais um diferencial qualitativo. Isso porque é possível, através de diversas técnicas de tratamento, entregar uma água muito boa por um mestre cervejeiro. As grandes cervejarias, inclusive, possuem estações de tratamento de água nas suas fábricas, que são certificadas internacionalmente.

Então, se você escutar aquela história que a água de Agudos é a melhor água para produzir cerveja, saiba que isso é apenas um dos vários mitos que se tem dentro do mercado.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência. E você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PRODUÇÃO DE CERVEJA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 14 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair nessa semana. Nós estamos falando das cervejas maturadas em barris e cervejas de guarda. Hoje, mais três estilos, começando pela Lambique, que é um estilo clássico, dos estilos mais clássicos de cervejas da Bélgica.

Essa cerveja já possui um processo de maturação prolongada. Normalmente, a gente tem Lambique de um, dois, três anos de maturação e, quando elas vão para garrafa, também ganham muita complexidade. Normalmente, você tem ali leveduras ainda que fazem o trabalho de fermentação na garrafa e ganham complexidade, sabor e aromas.

Então, Lambiques que são mais jovens têm menos complexidade, são cervejas ainda, nós chamamos de verdes. E aquelas cervejas de dois, três, quatro, cinco anos de garrafa ficam mais intensas e mais complexas.

As English Old Ales também têm essa mesma característica. São cervejas que, quando envasadas, são cervejas ainda que a gente considera uma cerveja ainda não com o acabamento perfeito e, com o passar do tempo, elas vão ganhando complexidade. Por isso que as validades tanto de uma Lambique como uma English Old Ale normalmente são de quatro, cinco e até dez anos.

Outro estilo clássico que evolui muito bem na garrafa são as Doppelbocks. São cervejas maltadas que têm notas intensas de banana madura, fruta, de uva-passa, de ameixa e ganham muita complexidade com o passar do tempo. As notas alcoólicas vão ficando mais evidentes e o corpo vai ficando até um pouco mais intenso em termos de sabor.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair nessa semana. Nós estamos falando das cervejas maturadas em barris e cervejas de guarda. Hoje, mais três estilos, começando pela Lambique, que é um estilo clássico, dos estilos mais clássicos de cervejas da Bélgica.

Essa cerveja já possui um processo de maturação prolongada. Normalmente, a gente tem Lambique de um, dois, três anos de maturação e, quando elas vão para garrafa, também ganham muita complexidade. Normalmente, você tem ali leveduras ainda que fazem o trabalho de fermentação na garrafa e ganham complexidade, sabor e aromas.

Então, Lambiques que são mais jovens têm menos complexidade, são cervejas ainda, nós chamamos de verdes. E aquelas cervejas de dois, três, quatro, cinco anos de garrafa ficam mais intensas e mais complexas.

As English Old Ales também têm essa mesma característica. São cervejas que, quando envasadas, são cervejas ainda que a gente considera uma cerveja ainda não com o acabamento perfeito e, com o passar do tempo, elas vão ganhando complexidade. Por isso que as validades tanto de uma Lambique como uma English Old Ale normalmente são de quatro, cinco e até dez anos.

Outro estilo clássico que evolui muito bem na garrafa são as Doppelbocks. São cervejas maltadas que têm notas intensas de banana madura, fruta, de uva-passa, de ameixa e ganham muita complexidade com o passar do tempo. As notas alcoólicas vão ficando mais evidentes e o corpo vai ficando até um pouco mais intenso em termos de sabor.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair nessa semana. Nós estamos falando das cervejas maturadas em barris e cervejas de guarda. Hoje, mais três estilos, começando pela Lambique, que é um estilo clássico, dos estilos mais clássicos de cervejas da Bélgica.

Essa cerveja já possui um processo de maturação prolongada. Normalmente, a gente tem Lambique de um, dois, três anos de maturação e, quando elas vão para garrafa, também ganham muita complexidade. Normalmente, você tem ali leveduras ainda que fazem o trabalho de fermentação na garrafa e ganham complexidade, sabor e aromas.

Então, Lambiques que são mais jovens têm menos complexidade, são cervejas ainda, nós chamamos de verdes. E aquelas cervejas de dois, três, quatro, cinco anos de garrafa ficam mais intensas e mais complexas.

As English Old Ales também têm essa mesma característica. São cervejas que, quando envasadas, são cervejas ainda que a gente considera uma cerveja ainda não com o acabamento perfeito e, com o passar do tempo, elas vão ganhando complexidade. Por isso que as validades tanto de uma Lambique como uma English Old Ale normalmente são de quatro, cinco e até dez anos.

Outro estilo clássico que evolui muito bem na garrafa são as Doppelbocks. São cervejas maltadas que têm notas intensas de banana madura, fruta, de uva-passa, de ameixa e ganham muita complexidade com o passar do tempo. As notas alcoólicas vão ficando mais evidentes e o corpo vai ficando até um pouco mais intenso em termos de sabor.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair nessa semana. Nós estamos falando das cervejas maturadas em barris e cervejas de guarda. Hoje, mais três estilos, começando pela Lambique, que é um estilo clássico, dos estilos mais clássicos de cervejas da Bélgica.

Essa cerveja já possui um processo de maturação prolongada. Normalmente, a gente tem Lambique de um, dois, três anos de maturação e, quando elas vão para garrafa, também ganham muita complexidade. Normalmente, você tem ali leveduras ainda que fazem o trabalho de fermentação na garrafa e ganham complexidade, sabor e aromas.

Então, Lambiques que são mais jovens têm menos complexidade, são cervejas ainda, nós chamamos de verdes. E aquelas cervejas de dois, três, quatro, cinco anos de garrafa ficam mais intensas e mais complexas.

As English Old Ales também têm essa mesma característica. São cervejas que, quando envasadas, são cervejas ainda que a gente considera uma cerveja ainda não com o acabamento perfeito e, com o passar do tempo, elas vão ganhando complexidade. Por isso que as validades tanto de uma Lambique como uma English Old Ale normalmente são de quatro, cinco e até dez anos.

Outro estilo clássico que evolui muito bem na garrafa são as Doppelbocks. São cervejas maltadas que têm notas intensas de banana madura, fruta, de uva-passa, de ameixa e ganham muita complexidade com o passar do tempo. As notas alcoólicas vão ficando mais evidentes e o corpo vai ficando até um pouco mais intenso em termos de sabor.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERVEJAS MATURADAS EM BARRIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje vamos apresentar as características sensoriais de uma saison.

Assim como os ingleses e os fazendeiros belgas observaram que o álcool e o lúpulo proporcionavam à cerveja uma maior estabilidade, as primeiras saisons eram cervejas que tinham graduação alcoólica entre 6,5% e 9%. Elas também possuíam um toque refrescante do lúpulo, uma acidez evidente e um corpo levemente maltado.

Mas o que mais chamava a atenção dessas cervejas eram as notas provenientes do processo de fermentação e as chamadas notas animalísticas, aquelas notas que remetem à umidade, bolor, couro e estábulo. Lembrando que essas cervejas eram produzidas em fazendas, e essas notas eram muito comuns no ambiente em que elas eram produzidas.

Como a gente já disse, não havia uma grande preocupação em dar a essas cervejas um padrão de sabor. Assim, a variação de uma saison para a outra era muito grande. Você podia pegar uma saison mais cítrica, um pouco mais ácida, outra com uma nota mais animalística. Era muito comum, no início da produção dessas cervejas.

E hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje vamos apresentar as características sensoriais de uma saison.

Assim como os ingleses e os fazendeiros belgas observaram que o álcool e o lúpulo proporcionavam à cerveja uma maior estabilidade, as primeiras saisons eram cervejas que tinham graduação alcoólica entre 6,5% e 9%. Elas também possuíam um toque refrescante do lúpulo, uma acidez evidente e um corpo levemente maltado.

Mas o que mais chamava a atenção dessas cervejas eram as notas provenientes do processo de fermentação e as chamadas notas animalísticas, aquelas notas que remetem à umidade, bolor, couro e estábulo. Lembrando que essas cervejas eram produzidas em fazendas, e essas notas eram muito comuns no ambiente em que elas eram produzidas.

Como a gente já disse, não havia uma grande preocupação em dar a essas cervejas um padrão de sabor. Assim, a variação de uma saison para a outra era muito grande. Você podia pegar uma saison mais cítrica, um pouco mais ácida, outra com uma nota mais animalística. Era muito comum, no início da produção dessas cervejas.

E hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje vamos apresentar as características sensoriais de uma saison.

Assim como os ingleses e os fazendeiros belgas observaram que o álcool e o lúpulo proporcionavam à cerveja uma maior estabilidade, as primeiras saisons eram cervejas que tinham graduação alcoólica entre 6,5% e 9%. Elas também possuíam um toque refrescante do lúpulo, uma acidez evidente e um corpo levemente maltado.

Mas o que mais chamava a atenção dessas cervejas eram as notas provenientes do processo de fermentação e as chamadas notas animalísticas, aquelas notas que remetem à umidade, bolor, couro e estábulo. Lembrando que essas cervejas eram produzidas em fazendas, e essas notas eram muito comuns no ambiente em que elas eram produzidas.

Como a gente já disse, não havia uma grande preocupação em dar a essas cervejas um padrão de sabor. Assim, a variação de uma saison para a outra era muito grande. Você podia pegar uma saison mais cítrica, um pouco mais ácida, outra com uma nota mais animalística. Era muito comum, no início da produção dessas cervejas.

E hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje vamos apresentar as características sensoriais de uma saison.

Assim como os ingleses e os fazendeiros belgas observaram que o álcool e o lúpulo proporcionavam à cerveja uma maior estabilidade, as primeiras saisons eram cervejas que tinham graduação alcoólica entre 6,5% e 9%. Elas também possuíam um toque refrescante do lúpulo, uma acidez evidente e um corpo levemente maltado.

Mas o que mais chamava a atenção dessas cervejas eram as notas provenientes do processo de fermentação e as chamadas notas animalísticas, aquelas notas que remetem à umidade, bolor, couro e estábulo. Lembrando que essas cervejas eram produzidas em fazendas, e essas notas eram muito comuns no ambiente em que elas eram produzidas.

Como a gente já disse, não havia uma grande preocupação em dar a essas cervejas um padrão de sabor. Assim, a variação de uma saison para a outra era muito grande. Você podia pegar uma saison mais cítrica, um pouco mais ácida, outra com uma nota mais animalística. Era muito comum, no início da produção dessas cervejas.

E hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CARACTERISTICAS DE UMA CERVEJA SAISON]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 16 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair.

Nesta semana, vamos falar de um processo muito importante na fabricação das cervejas: a fermentação alcoólica.

A princípio, o processo de fermentação das cervejas parece algo simples. As leveduras metabolizam os açúcares, mas, para que isso ocorra de maneira correta, é necessário um cuidado muito grande por parte do mestre cervejeiro.

Assepsia, temperatura, quantidade, tipos de fermento são alguns dos diversos itens a serem considerados para que ocorra uma fermentação correta.

Importante lembrar que muitos estilos têm, no processo de fermentação, a base de sua construção de sabor. Por isso, o processo precisa ser cuidadosamente analisado, levando em consideração os estilos, as características que você quer na cerveja e, principalmente, os sabores.

Basicamente, temos três tipos de fermentação: a fermentação lager, a fermentação ale e a espontânea.

Amanhã vamos falar sobre as cervejas lager.

Hoje vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair.

Nesta semana, vamos falar de um processo muito importante na fabricação das cervejas: a fermentação alcoólica.

A princípio, o processo de fermentação das cervejas parece algo simples. As leveduras metabolizam os açúcares, mas, para que isso ocorra de maneira correta, é necessário um cuidado muito grande por parte do mestre cervejeiro.

Assepsia, temperatura, quantidade, tipos de fermento são alguns dos diversos itens a serem considerados para que ocorra uma fermentação correta.

Importante lembrar que muitos estilos têm, no processo de fermentação, a base de sua construção de sabor. Por isso, o processo precisa ser cuidadosamente analisado, levando em consideração os estilos, as características que você quer na cerveja e, principalmente, os sabores.

Basicamente, temos três tipos de fermentação: a fermentação lager, a fermentação ale e a espontânea.

Amanhã vamos falar sobre as cervejas lager.

Hoje vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair.

Nesta semana, vamos falar de um processo muito importante na fabricação das cervejas: a fermentação alcoólica.

A princípio, o processo de fermentação das cervejas parece algo simples. As leveduras metabolizam os açúcares, mas, para que isso ocorra de maneira correta, é necessário um cuidado muito grande por parte do mestre cervejeiro.

Assepsia, temperatura, quantidade, tipos de fermento são alguns dos diversos itens a serem considerados para que ocorra uma fermentação correta.

Importante lembrar que muitos estilos têm, no processo de fermentação, a base de sua construção de sabor. Por isso, o processo precisa ser cuidadosamente analisado, levando em consideração os estilos, as características que você quer na cerveja e, principalmente, os sabores.

Basicamente, temos três tipos de fermentação: a fermentação lager, a fermentação ale e a espontânea.

Amanhã vamos falar sobre as cervejas lager.

Hoje vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair.

Nesta semana, vamos falar de um processo muito importante na fabricação das cervejas: a fermentação alcoólica.

A princípio, o processo de fermentação das cervejas parece algo simples. As leveduras metabolizam os açúcares, mas, para que isso ocorra de maneira correta, é necessário um cuidado muito grande por parte do mestre cervejeiro.

Assepsia, temperatura, quantidade, tipos de fermento são alguns dos diversos itens a serem considerados para que ocorra uma fermentação correta.

Importante lembrar que muitos estilos têm, no processo de fermentação, a base de sua construção de sabor. Por isso, o processo precisa ser cuidadosamente analisado, levando em consideração os estilos, as características que você quer na cerveja e, principalmente, os sabores.

Basicamente, temos três tipos de fermentação: a fermentação lager, a fermentação ale e a espontânea.

Amanhã vamos falar sobre as cervejas lager.

Hoje vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LEVEDURA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Está começando mais um cerveja para descontrair.

Nessa semana, o nosso assunto é fermentação. Ontem nós falamos sobre as leveduras e algumas das suas características. Hoje vamos falar especificamente sobre a levedura lag. Até o século 16, todos as cervejas consumidos no mundo eram do tipo eu. Os bávaros, então, começaram a usar uma técnica nova, que era armazenar as cervejas em cavernas e porões a temperatura muito baixas. Eles começaram a perceber que parte do fermento se acumulava no fundo do tanque. Essa técnica de fermentação e maturação em baixa temperatura foi chamada de lagrim, significava armazenamento.

Isso, eles começaram a perceber, que as cervejas ficavam mais limpas, trazendo um componente novo para a análise das cervejas. Muitos cervejeiros alemães adotaram esse tipo de fermentação e hoje boa parte dos estilos da escola alemã são de baixa fermentação.

Hoje em dia, as lagers são predominantes no mercado mundial, muito em função das cervejas Pilsen e de suas variações. Importante ressaltar que não há termo de comparação entre Pilsen e lager, porque Pilsen nós estamos falando do estilo da cerveja e lager nós estamos falando do processo de fermentação. Hoje vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Está começando mais um cerveja para descontrair.

Nessa semana, o nosso assunto é fermentação. Ontem nós falamos sobre as leveduras e algumas das suas características. Hoje vamos falar especificamente sobre a levedura lag. Até o século 16, todos as cervejas consumidos no mundo eram do tipo eu. Os bávaros, então, começaram a usar uma técnica nova, que era armazenar as cervejas em cavernas e porões a temperatura muito baixas. Eles começaram a perceber que parte do fermento se acumulava no fundo do tanque. Essa técnica de fermentação e maturação em baixa temperatura foi chamada de lagrim, significava armazenamento.

Isso, eles começaram a perceber, que as cervejas ficavam mais limpas, trazendo um componente novo para a análise das cervejas. Muitos cervejeiros alemães adotaram esse tipo de fermentação e hoje boa parte dos estilos da escola alemã são de baixa fermentação.

Hoje em dia, as lagers são predominantes no mercado mundial, muito em função das cervejas Pilsen e de suas variações. Importante ressaltar que não há termo de comparação entre Pilsen e lager, porque Pilsen nós estamos falando do estilo da cerveja e lager nós estamos falando do processo de fermentação. Hoje vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Está começando mais um cerveja para descontrair.

Nessa semana, o nosso assunto é fermentação. Ontem nós falamos sobre as leveduras e algumas das suas características. Hoje vamos falar especificamente sobre a levedura lag. Até o século 16, todos as cervejas consumidos no mundo eram do tipo eu. Os bávaros, então, começaram a usar uma técnica nova, que era armazenar as cervejas em cavernas e porões a temperatura muito baixas. Eles começaram a perceber que parte do fermento se acumulava no fundo do tanque. Essa técnica de fermentação e maturação em baixa temperatura foi chamada de lagrim, significava armazenamento.

Isso, eles começaram a perceber, que as cervejas ficavam mais limpas, trazendo um componente novo para a análise das cervejas. Muitos cervejeiros alemães adotaram esse tipo de fermentação e hoje boa parte dos estilos da escola alemã são de baixa fermentação.

Hoje em dia, as lagers são predominantes no mercado mundial, muito em função das cervejas Pilsen e de suas variações. Importante ressaltar que não há termo de comparação entre Pilsen e lager, porque Pilsen nós estamos falando do estilo da cerveja e lager nós estamos falando do processo de fermentação. Hoje vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Está começando mais um cerveja para descontrair.

Nessa semana, o nosso assunto é fermentação. Ontem nós falamos sobre as leveduras e algumas das suas características. Hoje vamos falar especificamente sobre a levedura lag. Até o século 16, todos as cervejas consumidos no mundo eram do tipo eu. Os bávaros, então, começaram a usar uma técnica nova, que era armazenar as cervejas em cavernas e porões a temperatura muito baixas. Eles começaram a perceber que parte do fermento se acumulava no fundo do tanque. Essa técnica de fermentação e maturação em baixa temperatura foi chamada de lagrim, significava armazenamento.

Isso, eles começaram a perceber, que as cervejas ficavam mais limpas, trazendo um componente novo para a análise das cervejas. Muitos cervejeiros alemães adotaram esse tipo de fermentação e hoje boa parte dos estilos da escola alemã são de baixa fermentação.

Hoje em dia, as lagers são predominantes no mercado mundial, muito em função das cervejas Pilsen e de suas variações. Importante ressaltar que não há termo de comparação entre Pilsen e lager, porque Pilsen nós estamos falando do estilo da cerveja e lager nós estamos falando do processo de fermentação. Hoje vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ CERVEJA LAGER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 02 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.
Nessa semana vamos falar sobre alguns estilos de cervejas belgas. A belgica é um país com uma cultura cervejeira incrível. São diversos estilos e milhares de rótulos à disposição.

Não à toa, a belgica é o paraíso para quem é apaixonado por cerveja. Dentro da escola belga encontramos diversas vertentes: as clássicas cervejas de fermentação espontânea, lambic e gills; as cervejas trapistas, que são produzidas dentro de monastérios e são reconhecidas pela sua qualidade incrível; e as cervejas de abadia, que trazem toda a tradição milenar de produzir cervejas.

Os belgas também são especialistas nas cervejas com frutas. De lá vêm as famosas Creeks e uma variedade grande de fruit beers. Outro grupo de cervejas típico da Bélgica são chamadas farmhouse ales, que englobam basicamente dois estilos: as BRD Gardes, são mais comuns na França, e as famosas Saisons. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é pra descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.
Nessa semana vamos falar sobre alguns estilos de cervejas belgas. A belgica é um país com uma cultura cervejeira incrível. São diversos estilos e milhares de rótulos à disposição.

Não à toa, a belgica é o paraíso para quem é apaixonado por cerveja. Dentro da escola belga encontramos diversas vertentes: as clássicas cervejas de fermentação espontânea, lambic e gills; as cervejas trapistas, que são produzidas dentro de monastérios e são reconhecidas pela sua qualidade incrível; e as cervejas de abadia, que trazem toda a tradição milenar de produzir cervejas.

Os belgas também são especialistas nas cervejas com frutas. De lá vêm as famosas Creeks e uma variedade grande de fruit beers. Outro grupo de cervejas típico da Bélgica são chamadas farmhouse ales, que englobam basicamente dois estilos: as BRD Gardes, são mais comuns na França, e as famosas Saisons. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é pra descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.
Nessa semana vamos falar sobre alguns estilos de cervejas belgas. A belgica é um país com uma cultura cervejeira incrível. São diversos estilos e milhares de rótulos à disposição.

Não à toa, a belgica é o paraíso para quem é apaixonado por cerveja. Dentro da escola belga encontramos diversas vertentes: as clássicas cervejas de fermentação espontânea, lambic e gills; as cervejas trapistas, que são produzidas dentro de monastérios e são reconhecidas pela sua qualidade incrível; e as cervejas de abadia, que trazem toda a tradição milenar de produzir cervejas.

Os belgas também são especialistas nas cervejas com frutas. De lá vêm as famosas Creeks e uma variedade grande de fruit beers. Outro grupo de cervejas típico da Bélgica são chamadas farmhouse ales, que englobam basicamente dois estilos: as BRD Gardes, são mais comuns na França, e as famosas Saisons. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é pra descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.
Nessa semana vamos falar sobre alguns estilos de cervejas belgas. A belgica é um país com uma cultura cervejeira incrível. São diversos estilos e milhares de rótulos à disposição.

Não à toa, a belgica é o paraíso para quem é apaixonado por cerveja. Dentro da escola belga encontramos diversas vertentes: as clássicas cervejas de fermentação espontânea, lambic e gills; as cervejas trapistas, que são produzidas dentro de monastérios e são reconhecidas pela sua qualidade incrível; e as cervejas de abadia, que trazem toda a tradição milenar de produzir cervejas.

Os belgas também são especialistas nas cervejas com frutas. De lá vêm as famosas Creeks e uma variedade grande de fruit beers. Outro grupo de cervejas típico da Bélgica são chamadas farmhouse ales, que englobam basicamente dois estilos: as BRD Gardes, são mais comuns na França, e as famosas Saisons. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é pra descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESTILOS DE CERVEJAS BELGAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje é dia de falar sobre dry hop.
 O dry hop é uma técnica de utilização do lúpulo na chamada parte fria do processo, ou seja, na parte de maturação e fermentação. 
O processo de dry hop tem como principal objetivo extrair os óleos essenciais do lúpulo, que, quando são adicionados na parte de fervura ou à ebulição, acabam se perdendo pela questão do lúpulo ser muito sensível ao calor. 

Normalmente, esse processo é utilizado em estilos de cerveja que têm como principal característica o perfil lupulado. É muito comum você ver dry hop em APAs, American Lagers, American IPAs e Double IPAs. E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje é dia de falar sobre dry hop.
 O dry hop é uma técnica de utilização do lúpulo na chamada parte fria do processo, ou seja, na parte de maturação e fermentação. 
O processo de dry hop tem como principal objetivo extrair os óleos essenciais do lúpulo, que, quando são adicionados na parte de fervura ou à ebulição, acabam se perdendo pela questão do lúpulo ser muito sensível ao calor. 

Normalmente, esse processo é utilizado em estilos de cerveja que têm como principal característica o perfil lupulado. É muito comum você ver dry hop em APAs, American Lagers, American IPAs e Double IPAs. E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje é dia de falar sobre dry hop.
 O dry hop é uma técnica de utilização do lúpulo na chamada parte fria do processo, ou seja, na parte de maturação e fermentação. 
O processo de dry hop tem como principal objetivo extrair os óleos essenciais do lúpulo, que, quando são adicionados na parte de fervura ou à ebulição, acabam se perdendo pela questão do lúpulo ser muito sensível ao calor. 

Normalmente, esse processo é utilizado em estilos de cerveja que têm como principal característica o perfil lupulado. É muito comum você ver dry hop em APAs, American Lagers, American IPAs e Double IPAs. E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje é dia de falar sobre dry hop.
 O dry hop é uma técnica de utilização do lúpulo na chamada parte fria do processo, ou seja, na parte de maturação e fermentação. 
O processo de dry hop tem como principal objetivo extrair os óleos essenciais do lúpulo, que, quando são adicionados na parte de fervura ou à ebulição, acabam se perdendo pela questão do lúpulo ser muito sensível ao calor. 

Normalmente, esse processo é utilizado em estilos de cerveja que têm como principal característica o perfil lupulado. É muito comum você ver dry hop em APAs, American Lagers, American IPAs e Double IPAs. E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DRY HOPPING]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, estamos apresentando alguns rótulos de cervejas que são ótimas companhias para dias de temperatura mais baixa, ou simplesmente mais agradáveis.

Normalmente, estamos falando por aqui de Russian Imperial Stouts, e hoje é dia de conhecer a cervejaria Augustinos.

É uma cervejaria recentemente lançada no mercado. Antes disso, já havia produzido algumas cervejas em parceria com as cervejarias Cinco Elementos e Trilha. Agora, lançou seu primeiro rótulo comercial: a Cacau, uma Russian Imperial Stout com adição de nibs de cacau e favas de baunilha.

Essa cerveja tem uma graduação alcoólica mais elevada, em torno de 11%. É uma cerveja licorosa, densa, com notas de álcool e chocolate amargo bem evidentes.

É uma cerveja que pede uma boa sobremesa e harmoniza muito bem com sobremesas à base de café.

A Augustinos é uma cervejaria nova, mas que chegou ao mercado com rótulos extremamente potentes, de alto teor alcoólico, e já tem conquistado bastante espaço no cenário cervejeiro brasileiro.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, estamos apresentando alguns rótulos de cervejas que são ótimas companhias para dias de temperatura mais baixa, ou simplesmente mais agradáveis.

Normalmente, estamos falando por aqui de Russian Imperial Stouts, e hoje é dia de conhecer a cervejaria Augustinos.

É uma cervejaria recentemente lançada no mercado. Antes disso, já havia produzido algumas cervejas em parceria com as cervejarias Cinco Elementos e Trilha. Agora, lançou seu primeiro rótulo comercial: a Cacau, uma Russian Imperial Stout com adição de nibs de cacau e favas de baunilha.

Essa cerveja tem uma graduação alcoólica mais elevada, em torno de 11%. É uma cerveja licorosa, densa, com notas de álcool e chocolate amargo bem evidentes.

É uma cerveja que pede uma boa sobremesa e harmoniza muito bem com sobremesas à base de café.

A Augustinos é uma cervejaria nova, mas que chegou ao mercado com rótulos extremamente potentes, de alto teor alcoólico, e já tem conquistado bastante espaço no cenário cervejeiro brasileiro.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, estamos apresentando alguns rótulos de cervejas que são ótimas companhias para dias de temperatura mais baixa, ou simplesmente mais agradáveis.

Normalmente, estamos falando por aqui de Russian Imperial Stouts, e hoje é dia de conhecer a cervejaria Augustinos.

É uma cervejaria recentemente lançada no mercado. Antes disso, já havia produzido algumas cervejas em parceria com as cervejarias Cinco Elementos e Trilha. Agora, lançou seu primeiro rótulo comercial: a Cacau, uma Russian Imperial Stout com adição de nibs de cacau e favas de baunilha.

Essa cerveja tem uma graduação alcoólica mais elevada, em torno de 11%. É uma cerveja licorosa, densa, com notas de álcool e chocolate amargo bem evidentes.

É uma cerveja que pede uma boa sobremesa e harmoniza muito bem com sobremesas à base de café.

A Augustinos é uma cervejaria nova, mas que chegou ao mercado com rótulos extremamente potentes, de alto teor alcoólico, e já tem conquistado bastante espaço no cenário cervejeiro brasileiro.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, estamos apresentando alguns rótulos de cervejas que são ótimas companhias para dias de temperatura mais baixa, ou simplesmente mais agradáveis.

Normalmente, estamos falando por aqui de Russian Imperial Stouts, e hoje é dia de conhecer a cervejaria Augustinos.

É uma cervejaria recentemente lançada no mercado. Antes disso, já havia produzido algumas cervejas em parceria com as cervejarias Cinco Elementos e Trilha. Agora, lançou seu primeiro rótulo comercial: a Cacau, uma Russian Imperial Stout com adição de nibs de cacau e favas de baunilha.

Essa cerveja tem uma graduação alcoólica mais elevada, em torno de 11%. É uma cerveja licorosa, densa, com notas de álcool e chocolate amargo bem evidentes.

É uma cerveja que pede uma boa sobremesa e harmoniza muito bem com sobremesas à base de café.

A Augustinos é uma cervejaria nova, mas que chegou ao mercado com rótulos extremamente potentes, de alto teor alcoólico, e já tem conquistado bastante espaço no cenário cervejeiro brasileiro.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ROTULOS DE CERVEJAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e, hoje, vamos continuar a nossa série de quebrar os mitos cervejeiros que são criados pelo mercado. Um dos mitos também muito forte é a questão de cervejas escuras serem cervejas fortes e encorpadas.

Não existe essa correlação da cerveja ser mais escura e, por isso, ela ser mais forte. Essa relação que os clientes e os consumidores fazem aconteceu muito lá atrás, quando algumas cervejas escuras que vinham para o Brasil, importadas, eram cervejas mais alcoólicas. Mas, hoje, com a diversidade de estilos, com a grande oferta de rótulos, a gente tem diversas cervejas escuras que são, inclusive, mais suaves que as cervejas pilsen do dia a dia.

Um exemplo disso é a Guinness. A cerveja chamamos de Dry Stout. É uma cerveja extremamente leve, sem intensidade de lúpulo e sem intensidade alcoólica. Essa correlação acaba criando nas pessoas um certo preconceito com as cervejas escuras. Mas há diversos estilos, por exemplo, que têm uma relação de equilíbrio entre malte, lúpulo e grandosa alcoólica muito boa.

Eu cito aqui, por exemplo, as American Braw Ales, as Robust Porter. São cervejas que têm uma intensidade de sabor, porém não são extremamente alcoólicas ou extremamente lupuladas. Então, essa relação de cerveja escura ser uma cerveja mais forte é mais um mito que é dentro do mercado cervejeiro.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e, hoje, vamos continuar a nossa série de quebrar os mitos cervejeiros que são criados pelo mercado. Um dos mitos também muito forte é a questão de cervejas escuras serem cervejas fortes e encorpadas.

Não existe essa correlação da cerveja ser mais escura e, por isso, ela ser mais forte. Essa relação que os clientes e os consumidores fazem aconteceu muito lá atrás, quando algumas cervejas escuras que vinham para o Brasil, importadas, eram cervejas mais alcoólicas. Mas, hoje, com a diversidade de estilos, com a grande oferta de rótulos, a gente tem diversas cervejas escuras que são, inclusive, mais suaves que as cervejas pilsen do dia a dia.

Um exemplo disso é a Guinness. A cerveja chamamos de Dry Stout. É uma cerveja extremamente leve, sem intensidade de lúpulo e sem intensidade alcoólica. Essa correlação acaba criando nas pessoas um certo preconceito com as cervejas escuras. Mas há diversos estilos, por exemplo, que têm uma relação de equilíbrio entre malte, lúpulo e grandosa alcoólica muito boa.

Eu cito aqui, por exemplo, as American Braw Ales, as Robust Porter. São cervejas que têm uma intensidade de sabor, porém não são extremamente alcoólicas ou extremamente lupuladas. Então, essa relação de cerveja escura ser uma cerveja mais forte é mais um mito que é dentro do mercado cervejeiro.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e, hoje, vamos continuar a nossa série de quebrar os mitos cervejeiros que são criados pelo mercado. Um dos mitos também muito forte é a questão de cervejas escuras serem cervejas fortes e encorpadas.

Não existe essa correlação da cerveja ser mais escura e, por isso, ela ser mais forte. Essa relação que os clientes e os consumidores fazem aconteceu muito lá atrás, quando algumas cervejas escuras que vinham para o Brasil, importadas, eram cervejas mais alcoólicas. Mas, hoje, com a diversidade de estilos, com a grande oferta de rótulos, a gente tem diversas cervejas escuras que são, inclusive, mais suaves que as cervejas pilsen do dia a dia.

Um exemplo disso é a Guinness. A cerveja chamamos de Dry Stout. É uma cerveja extremamente leve, sem intensidade de lúpulo e sem intensidade alcoólica. Essa correlação acaba criando nas pessoas um certo preconceito com as cervejas escuras. Mas há diversos estilos, por exemplo, que têm uma relação de equilíbrio entre malte, lúpulo e grandosa alcoólica muito boa.

Eu cito aqui, por exemplo, as American Braw Ales, as Robust Porter. São cervejas que têm uma intensidade de sabor, porém não são extremamente alcoólicas ou extremamente lupuladas. Então, essa relação de cerveja escura ser uma cerveja mais forte é mais um mito que é dentro do mercado cervejeiro.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e, hoje, vamos continuar a nossa série de quebrar os mitos cervejeiros que são criados pelo mercado. Um dos mitos também muito forte é a questão de cervejas escuras serem cervejas fortes e encorpadas.

Não existe essa correlação da cerveja ser mais escura e, por isso, ela ser mais forte. Essa relação que os clientes e os consumidores fazem aconteceu muito lá atrás, quando algumas cervejas escuras que vinham para o Brasil, importadas, eram cervejas mais alcoólicas. Mas, hoje, com a diversidade de estilos, com a grande oferta de rótulos, a gente tem diversas cervejas escuras que são, inclusive, mais suaves que as cervejas pilsen do dia a dia.

Um exemplo disso é a Guinness. A cerveja chamamos de Dry Stout. É uma cerveja extremamente leve, sem intensidade de lúpulo e sem intensidade alcoólica. Essa correlação acaba criando nas pessoas um certo preconceito com as cervejas escuras. Mas há diversos estilos, por exemplo, que têm uma relação de equilíbrio entre malte, lúpulo e grandosa alcoólica muito boa.

Eu cito aqui, por exemplo, as American Braw Ales, as Robust Porter. São cervejas que têm uma intensidade de sabor, porém não são extremamente alcoólicas ou extremamente lupuladas. Então, essa relação de cerveja escura ser uma cerveja mais forte é mais um mito que é dentro do mercado cervejeiro.

E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MITOS CERVEJEIROS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje vamos falar de um aspecto muito importante na função que o bier sommelier desenvolve, que é a análise sensorial das cervejas e o desenvolvimento de novos produtos.

É muito importante para uma cervejaria ter no seu quadro um bier sommelier, porque, ao analisar sensorialmente as cervejas, ele pode identificar falhas no processo de produção. Quando a gente pensa no mestre cervejeiro, ele está muito ligado à produção das cervejas, analisando a parte de maquinários e insumos. O bier sommelier tem o papel de fazer a análise dessa cerveja pronta e, ali, ele consegue identificar aromas e sabores indesejados e, também, verificar se a cerveja está dentro do padrão proposto, inclusive pelo mestre cervejeiro.

É importante esse papel porque ele ajuda a desenvolver a qualidade das cervejas. Muitas cervejas, ao nascer, não estão ali prontas, não estão ali com o acabamento perfeito, e o Beer Sommelier, através da sua análise sensorial, vai ajudando nesse desenvolvimento, trazendo correções, seja nos aspectos de sabores e aromas, inclusive até de coloração e de graduação alcoólica.

Essa análise é extremamente importante para o desenvolvimento de novas receitas dentro de uma cervejaria.

Amanhã vamos falar um pouquinho do papel do Beer Sommelier na construção de cartas de cerveja.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje vamos falar de um aspecto muito importante na função que o bier sommelier desenvolve, que é a análise sensorial das cervejas e o desenvolvimento de novos produtos.

É muito importante para uma cervejaria ter no seu quadro um bier sommelier, porque, ao analisar sensorialmente as cervejas, ele pode identificar falhas no processo de produção. Quando a gente pensa no mestre cervejeiro, ele está muito ligado à produção das cervejas, analisando a parte de maquinários e insumos. O bier sommelier tem o papel de fazer a análise dessa cerveja pronta e, ali, ele consegue identificar aromas e sabores indesejados e, também, verificar se a cerveja está dentro do padrão proposto, inclusive pelo mestre cervejeiro.

É importante esse papel porque ele ajuda a desenvolver a qualidade das cervejas. Muitas cervejas, ao nascer, não estão ali prontas, não estão ali com o acabamento perfeito, e o Beer Sommelier, através da sua análise sensorial, vai ajudando nesse desenvolvimento, trazendo correções, seja nos aspectos de sabores e aromas, inclusive até de coloração e de graduação alcoólica.

Essa análise é extremamente importante para o desenvolvimento de novas receitas dentro de uma cervejaria.

Amanhã vamos falar um pouquinho do papel do Beer Sommelier na construção de cartas de cerveja.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje vamos falar de um aspecto muito importante na função que o bier sommelier desenvolve, que é a análise sensorial das cervejas e o desenvolvimento de novos produtos.

É muito importante para uma cervejaria ter no seu quadro um bier sommelier, porque, ao analisar sensorialmente as cervejas, ele pode identificar falhas no processo de produção. Quando a gente pensa no mestre cervejeiro, ele está muito ligado à produção das cervejas, analisando a parte de maquinários e insumos. O bier sommelier tem o papel de fazer a análise dessa cerveja pronta e, ali, ele consegue identificar aromas e sabores indesejados e, também, verificar se a cerveja está dentro do padrão proposto, inclusive pelo mestre cervejeiro.

É importante esse papel porque ele ajuda a desenvolver a qualidade das cervejas. Muitas cervejas, ao nascer, não estão ali prontas, não estão ali com o acabamento perfeito, e o Beer Sommelier, através da sua análise sensorial, vai ajudando nesse desenvolvimento, trazendo correções, seja nos aspectos de sabores e aromas, inclusive até de coloração e de graduação alcoólica.

Essa análise é extremamente importante para o desenvolvimento de novas receitas dentro de uma cervejaria.

Amanhã vamos falar um pouquinho do papel do Beer Sommelier na construção de cartas de cerveja.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje vamos falar de um aspecto muito importante na função que o bier sommelier desenvolve, que é a análise sensorial das cervejas e o desenvolvimento de novos produtos.

É muito importante para uma cervejaria ter no seu quadro um bier sommelier, porque, ao analisar sensorialmente as cervejas, ele pode identificar falhas no processo de produção. Quando a gente pensa no mestre cervejeiro, ele está muito ligado à produção das cervejas, analisando a parte de maquinários e insumos. O bier sommelier tem o papel de fazer a análise dessa cerveja pronta e, ali, ele consegue identificar aromas e sabores indesejados e, também, verificar se a cerveja está dentro do padrão proposto, inclusive pelo mestre cervejeiro.

É importante esse papel porque ele ajuda a desenvolver a qualidade das cervejas. Muitas cervejas, ao nascer, não estão ali prontas, não estão ali com o acabamento perfeito, e o Beer Sommelier, através da sua análise sensorial, vai ajudando nesse desenvolvimento, trazendo correções, seja nos aspectos de sabores e aromas, inclusive até de coloração e de graduação alcoólica.

Essa análise é extremamente importante para o desenvolvimento de novas receitas dentro de uma cervejaria.

Amanhã vamos falar um pouquinho do papel do Beer Sommelier na construção de cartas de cerveja.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FUNÇÃO DO BIER SOMMELIER ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e, nessa semana, nós vamos falar sobre cervejas de guarda e cervejas maturadas em barris. Você sabia que alguns estilos de cerveja evoluem, seja por uma maior maturação dentro de barris e nas próprias garrafas? Tanto a maturação no barril, ou mesmo a maturação na garrafa, têm como principal objetivo trazer mais complexidade e sabor para cerveja.

Hoje, nós vamos dar algumas dicas para você que quer armazenar sua cerveja em casa, para que ela possa ganhar não só complexidade, mas também ficar livre de alguns problemas que podem acontecer na hora que a gente está armazenando as nossas cervejas.

Uma dica fundamental: sempre procurar um lugar fresco. As altas temperaturas, principalmente da nossa cidade, podem acelerar o processo de envelhecimento da cerveja. Em alguns casos, se a cerveja foi exposta a muito calor, ela perderá boa parte da sua qualidade sensorial.

Evite todo tipo de exposição de luz. A incidência de luz produz alguns chamados off flavors nas cervejas, que são aromas e sabores indesejados.

Cervejas mais alcoólicas tendem a envelhecer melhor, então, quando você for fazer a sua seleção de cervejas, você tem que levar isso em consideração. Cervejas de baixa graduação alcoólica não servem para esse processo de armazenamento.

E sempre guardar as cervejas em pé. Isso porque muitos estilos podem ser tampados com tampas metálicas e, assim, o contato do líquido com a tampa pode provocar um desgaste da mesma. E muitas cervejas são filtradas; quando você coloca elas deitadas, elas podem provocar o acúmulo de sedimentos no gargalo da cerveja, dificultando depois, na hora que você for abrir e servir. Vai ficar um serviço um pouco complicado.

Hoje, nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e, nessa semana, nós vamos falar sobre cervejas de guarda e cervejas maturadas em barris. Você sabia que alguns estilos de cerveja evoluem, seja por uma maior maturação dentro de barris e nas próprias garrafas? Tanto a maturação no barril, ou mesmo a maturação na garrafa, têm como principal objetivo trazer mais complexidade e sabor para cerveja.

Hoje, nós vamos dar algumas dicas para você que quer armazenar sua cerveja em casa, para que ela possa ganhar não só complexidade, mas também ficar livre de alguns problemas que podem acontecer na hora que a gente está armazenando as nossas cervejas.

Uma dica fundamental: sempre procurar um lugar fresco. As altas temperaturas, principalmente da nossa cidade, podem acelerar o processo de envelhecimento da cerveja. Em alguns casos, se a cerveja foi exposta a muito calor, ela perderá boa parte da sua qualidade sensorial.

Evite todo tipo de exposição de luz. A incidência de luz produz alguns chamados off flavors nas cervejas, que são aromas e sabores indesejados.

Cervejas mais alcoólicas tendem a envelhecer melhor, então, quando você for fazer a sua seleção de cervejas, você tem que levar isso em consideração. Cervejas de baixa graduação alcoólica não servem para esse processo de armazenamento.

E sempre guardar as cervejas em pé. Isso porque muitos estilos podem ser tampados com tampas metálicas e, assim, o contato do líquido com a tampa pode provocar um desgaste da mesma. E muitas cervejas são filtradas; quando você coloca elas deitadas, elas podem provocar o acúmulo de sedimentos no gargalo da cerveja, dificultando depois, na hora que você for abrir e servir. Vai ficar um serviço um pouco complicado.

Hoje, nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e, nessa semana, nós vamos falar sobre cervejas de guarda e cervejas maturadas em barris. Você sabia que alguns estilos de cerveja evoluem, seja por uma maior maturação dentro de barris e nas próprias garrafas? Tanto a maturação no barril, ou mesmo a maturação na garrafa, têm como principal objetivo trazer mais complexidade e sabor para cerveja.

Hoje, nós vamos dar algumas dicas para você que quer armazenar sua cerveja em casa, para que ela possa ganhar não só complexidade, mas também ficar livre de alguns problemas que podem acontecer na hora que a gente está armazenando as nossas cervejas.

Uma dica fundamental: sempre procurar um lugar fresco. As altas temperaturas, principalmente da nossa cidade, podem acelerar o processo de envelhecimento da cerveja. Em alguns casos, se a cerveja foi exposta a muito calor, ela perderá boa parte da sua qualidade sensorial.

Evite todo tipo de exposição de luz. A incidência de luz produz alguns chamados off flavors nas cervejas, que são aromas e sabores indesejados.

Cervejas mais alcoólicas tendem a envelhecer melhor, então, quando você for fazer a sua seleção de cervejas, você tem que levar isso em consideração. Cervejas de baixa graduação alcoólica não servem para esse processo de armazenamento.

E sempre guardar as cervejas em pé. Isso porque muitos estilos podem ser tampados com tampas metálicas e, assim, o contato do líquido com a tampa pode provocar um desgaste da mesma. E muitas cervejas são filtradas; quando você coloca elas deitadas, elas podem provocar o acúmulo de sedimentos no gargalo da cerveja, dificultando depois, na hora que você for abrir e servir. Vai ficar um serviço um pouco complicado.

Hoje, nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair e, nessa semana, nós vamos falar sobre cervejas de guarda e cervejas maturadas em barris. Você sabia que alguns estilos de cerveja evoluem, seja por uma maior maturação dentro de barris e nas próprias garrafas? Tanto a maturação no barril, ou mesmo a maturação na garrafa, têm como principal objetivo trazer mais complexidade e sabor para cerveja.

Hoje, nós vamos dar algumas dicas para você que quer armazenar sua cerveja em casa, para que ela possa ganhar não só complexidade, mas também ficar livre de alguns problemas que podem acontecer na hora que a gente está armazenando as nossas cervejas.

Uma dica fundamental: sempre procurar um lugar fresco. As altas temperaturas, principalmente da nossa cidade, podem acelerar o processo de envelhecimento da cerveja. Em alguns casos, se a cerveja foi exposta a muito calor, ela perderá boa parte da sua qualidade sensorial.

Evite todo tipo de exposição de luz. A incidência de luz produz alguns chamados off flavors nas cervejas, que são aromas e sabores indesejados.

Cervejas mais alcoólicas tendem a envelhecer melhor, então, quando você for fazer a sua seleção de cervejas, você tem que levar isso em consideração. Cervejas de baixa graduação alcoólica não servem para esse processo de armazenamento.

E sempre guardar as cervejas em pé. Isso porque muitos estilos podem ser tampados com tampas metálicas e, assim, o contato do líquido com a tampa pode provocar um desgaste da mesma. E muitas cervejas são filtradas; quando você coloca elas deitadas, elas podem provocar o acúmulo de sedimentos no gargalo da cerveja, dificultando depois, na hora que você for abrir e servir. Vai ficar um serviço um pouco complicado.

Hoje, nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
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      <title><![CDATA[ CERVEJAS DE GUARDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 28 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nessa semana, nós falamos muito sobre cervejas maturadas em barris, cervejas de guarda, falamos sobre os processos, citamos aqui alguns estilos e, hoje, nós vamos dar dicas de harmonização, de como você inserir essas cervejas, esses estilos de cerveja, dentro de uma degustação.

Se você vai fazer uma degustação, é sempre importante ressaltar que essas cervejas são extremamente alcoólicas. Então, elas partem, normalmente, de oito e meio por cento, podendo chegar até 14%. Então, é importante que você sempre coloque elas ao final da degustação, seja a última cerveja a ser degustada, até pela sua intensidade e complexidade de sabor.

Se você está fazendo um jantar e quer inserir ela dentro deste contexto, deixe para que essas cervejas sejam a parte de harmonização com as sobremesas.

Vou citar aqui dois estilos que são clássicos em termos de harmonização e caem muito bem em qualquer jantar.

Imperial Stouts são cervejas que têm aquela intensidade de sabor, uma nota de café, de chocolate e baunilha, e combinam muito bem com todos os tipos de sobremesas à base de chocolate. Trufas de chocolate, tortas, bombons, enfim, tudo aquilo que tem como base chocolate cai muito bem com uma Imperial Stout.

Se você preferir uma Barley Wine, que é o chamado vinho de cevada, ela tem mais notas frutadas, mais ésteres e algumas notas, inclusive, vinificadas. Elas combinam muito bem com sobremesas à base de frutas, banana flambada, sorvetes de creme.

E aí, gostou da nossa dica de hoje?

Eu agradeço a sua audiência e nós vamos ficando por aqui. Você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nessa semana, nós falamos muito sobre cervejas maturadas em barris, cervejas de guarda, falamos sobre os processos, citamos aqui alguns estilos e, hoje, nós vamos dar dicas de harmonização, de como você inserir essas cervejas, esses estilos de cerveja, dentro de uma degustação.

Se você vai fazer uma degustação, é sempre importante ressaltar que essas cervejas são extremamente alcoólicas. Então, elas partem, normalmente, de oito e meio por cento, podendo chegar até 14%. Então, é importante que você sempre coloque elas ao final da degustação, seja a última cerveja a ser degustada, até pela sua intensidade e complexidade de sabor.

Se você está fazendo um jantar e quer inserir ela dentro deste contexto, deixe para que essas cervejas sejam a parte de harmonização com as sobremesas.

Vou citar aqui dois estilos que são clássicos em termos de harmonização e caem muito bem em qualquer jantar.

Imperial Stouts são cervejas que têm aquela intensidade de sabor, uma nota de café, de chocolate e baunilha, e combinam muito bem com todos os tipos de sobremesas à base de chocolate. Trufas de chocolate, tortas, bombons, enfim, tudo aquilo que tem como base chocolate cai muito bem com uma Imperial Stout.

Se você preferir uma Barley Wine, que é o chamado vinho de cevada, ela tem mais notas frutadas, mais ésteres e algumas notas, inclusive, vinificadas. Elas combinam muito bem com sobremesas à base de frutas, banana flambada, sorvetes de creme.

E aí, gostou da nossa dica de hoje?

Eu agradeço a sua audiência e nós vamos ficando por aqui. Você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, nós falamos muito sobre cervejas maturadas em barris, cervejas de guarda, falamos sobre os processos, citamos aqui alguns estilos e, hoje, nós vamos dar dicas de harmonização, de como você inserir essas cervejas, esses estilos de cerveja, dentro de uma degustação.

Se você vai fazer uma degustação, é sempre importante ressaltar que essas cervejas são extremamente alcoólicas. Então, elas partem, normalmente, de oito e meio por cento, podendo chegar até 14%. Então, é importante que você sempre coloque elas ao final da degustação, seja a última cerveja a ser degustada, até pela sua intensidade e complexidade de sabor.

Se você está fazendo um jantar e quer inserir ela dentro deste contexto, deixe para que essas cervejas sejam a parte de harmonização com as sobremesas.

Vou citar aqui dois estilos que são clássicos em termos de harmonização e caem muito bem em qualquer jantar.

Imperial Stouts são cervejas que têm aquela intensidade de sabor, uma nota de café, de chocolate e baunilha, e combinam muito bem com todos os tipos de sobremesas à base de chocolate. Trufas de chocolate, tortas, bombons, enfim, tudo aquilo que tem como base chocolate cai muito bem com uma Imperial Stout.

Se você preferir uma Barley Wine, que é o chamado vinho de cevada, ela tem mais notas frutadas, mais ésteres e algumas notas, inclusive, vinificadas. Elas combinam muito bem com sobremesas à base de frutas, banana flambada, sorvetes de creme.

E aí, gostou da nossa dica de hoje?

Eu agradeço a sua audiência e nós vamos ficando por aqui. Você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nessa semana, nós falamos muito sobre cervejas maturadas em barris, cervejas de guarda, falamos sobre os processos, citamos aqui alguns estilos e, hoje, nós vamos dar dicas de harmonização, de como você inserir essas cervejas, esses estilos de cerveja, dentro de uma degustação.

Se você vai fazer uma degustação, é sempre importante ressaltar que essas cervejas são extremamente alcoólicas. Então, elas partem, normalmente, de oito e meio por cento, podendo chegar até 14%. Então, é importante que você sempre coloque elas ao final da degustação, seja a última cerveja a ser degustada, até pela sua intensidade e complexidade de sabor.

Se você está fazendo um jantar e quer inserir ela dentro deste contexto, deixe para que essas cervejas sejam a parte de harmonização com as sobremesas.

Vou citar aqui dois estilos que são clássicos em termos de harmonização e caem muito bem em qualquer jantar.

Imperial Stouts são cervejas que têm aquela intensidade de sabor, uma nota de café, de chocolate e baunilha, e combinam muito bem com todos os tipos de sobremesas à base de chocolate. Trufas de chocolate, tortas, bombons, enfim, tudo aquilo que tem como base chocolate cai muito bem com uma Imperial Stout.

Se você preferir uma Barley Wine, que é o chamado vinho de cevada, ela tem mais notas frutadas, mais ésteres e algumas notas, inclusive, vinificadas. Elas combinam muito bem com sobremesas à base de frutas, banana flambada, sorvetes de creme.

E aí, gostou da nossa dica de hoje?

Eu agradeço a sua audiência e nós vamos ficando por aqui. Você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERVEJA DE GUARDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá para você, que é fã do Cerveja para Descontrair! Está começando mais um programa.

O assunto desta semana é: Cidades Cervejeiras. Vamos falar de uma cidade muito importante no mundo da cerveja: Londres, na Inglaterra.

Essa cidade é extremamente tradicional, seja por sua cultura de pubs, seja por suas cervejas, seja por movimentos como a Campaign for Real Ale. Enfim, existe toda uma cultura cervejeira em Londres e uma história por trás dessa cidade, que foi extremamente importante na construção de uma identidade cervejeira na Europa.

De Londres surgiram vários estilos, diversos tipos de cerveja e, principalmente, marcas que dominaram não só a Europa, mas também boa parte dos Estados Unidos, além de exercerem grande influência aqui no Brasil.

Londres se tornou um importante centro de produção cervejeira, principalmente por causa de sua região portuária, onde muitas pessoas consumiam cerveja. Era uma bebida bastante popular, consumida especialmente por trabalhadores que exerciam atividades braçais e fisicamente exigentes. Nessas circunstâncias, a cerveja era sempre uma boa companheira.

Hoje nós vamos ficando por aqui, e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá para você, que é fã do Cerveja para Descontrair! Está começando mais um programa.

O assunto desta semana é: Cidades Cervejeiras. Vamos falar de uma cidade muito importante no mundo da cerveja: Londres, na Inglaterra.

Essa cidade é extremamente tradicional, seja por sua cultura de pubs, seja por suas cervejas, seja por movimentos como a Campaign for Real Ale. Enfim, existe toda uma cultura cervejeira em Londres e uma história por trás dessa cidade, que foi extremamente importante na construção de uma identidade cervejeira na Europa.

De Londres surgiram vários estilos, diversos tipos de cerveja e, principalmente, marcas que dominaram não só a Europa, mas também boa parte dos Estados Unidos, além de exercerem grande influência aqui no Brasil.

Londres se tornou um importante centro de produção cervejeira, principalmente por causa de sua região portuária, onde muitas pessoas consumiam cerveja. Era uma bebida bastante popular, consumida especialmente por trabalhadores que exerciam atividades braçais e fisicamente exigentes. Nessas circunstâncias, a cerveja era sempre uma boa companheira.

Hoje nós vamos ficando por aqui, e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá para você, que é fã do Cerveja para Descontrair! Está começando mais um programa.

O assunto desta semana é: Cidades Cervejeiras. Vamos falar de uma cidade muito importante no mundo da cerveja: Londres, na Inglaterra.

Essa cidade é extremamente tradicional, seja por sua cultura de pubs, seja por suas cervejas, seja por movimentos como a Campaign for Real Ale. Enfim, existe toda uma cultura cervejeira em Londres e uma história por trás dessa cidade, que foi extremamente importante na construção de uma identidade cervejeira na Europa.

De Londres surgiram vários estilos, diversos tipos de cerveja e, principalmente, marcas que dominaram não só a Europa, mas também boa parte dos Estados Unidos, além de exercerem grande influência aqui no Brasil.

Londres se tornou um importante centro de produção cervejeira, principalmente por causa de sua região portuária, onde muitas pessoas consumiam cerveja. Era uma bebida bastante popular, consumida especialmente por trabalhadores que exerciam atividades braçais e fisicamente exigentes. Nessas circunstâncias, a cerveja era sempre uma boa companheira.

Hoje nós vamos ficando por aqui, e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá para você, que é fã do Cerveja para Descontrair! Está começando mais um programa.

O assunto desta semana é: Cidades Cervejeiras. Vamos falar de uma cidade muito importante no mundo da cerveja: Londres, na Inglaterra.

Essa cidade é extremamente tradicional, seja por sua cultura de pubs, seja por suas cervejas, seja por movimentos como a Campaign for Real Ale. Enfim, existe toda uma cultura cervejeira em Londres e uma história por trás dessa cidade, que foi extremamente importante na construção de uma identidade cervejeira na Europa.

De Londres surgiram vários estilos, diversos tipos de cerveja e, principalmente, marcas que dominaram não só a Europa, mas também boa parte dos Estados Unidos, além de exercerem grande influência aqui no Brasil.

Londres se tornou um importante centro de produção cervejeira, principalmente por causa de sua região portuária, onde muitas pessoas consumiam cerveja. Era uma bebida bastante popular, consumida especialmente por trabalhadores que exerciam atividades braçais e fisicamente exigentes. Nessas circunstâncias, a cerveja era sempre uma boa companheira.

Hoje nós vamos ficando por aqui, e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CIDADES CERVEJEIRAS ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje, vamos apresentar três princípios básicos para que um monastério trapista comercialize os seus produtos.

O primeiro é que a produção deve acontecer dentro de um mosteiro ou nas imediações dele, sob a supervisão dos monges. Isso possibilita um rigoroso controle de qualidade dos produtos. A comunidade monástica determina as políticas e fornece também os meios de produção, possibilitando que o monastério possa investir na estrutura e na automatização dessas produções.

O terceiro ponto é que o lucro é destinado para suprir as necessidades da comunidade ou para serviços sociais.

Hoje, nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe que cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje, vamos apresentar três princípios básicos para que um monastério trapista comercialize os seus produtos.

O primeiro é que a produção deve acontecer dentro de um mosteiro ou nas imediações dele, sob a supervisão dos monges. Isso possibilita um rigoroso controle de qualidade dos produtos. A comunidade monástica determina as políticas e fornece também os meios de produção, possibilitando que o monastério possa investir na estrutura e na automatização dessas produções.

O terceiro ponto é que o lucro é destinado para suprir as necessidades da comunidade ou para serviços sociais.

Hoje, nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe que cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje, vamos apresentar três princípios básicos para que um monastério trapista comercialize os seus produtos.

O primeiro é que a produção deve acontecer dentro de um mosteiro ou nas imediações dele, sob a supervisão dos monges. Isso possibilita um rigoroso controle de qualidade dos produtos. A comunidade monástica determina as políticas e fornece também os meios de produção, possibilitando que o monastério possa investir na estrutura e na automatização dessas produções.

O terceiro ponto é que o lucro é destinado para suprir as necessidades da comunidade ou para serviços sociais.

Hoje, nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe que cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje, vamos apresentar três princípios básicos para que um monastério trapista comercialize os seus produtos.

O primeiro é que a produção deve acontecer dentro de um mosteiro ou nas imediações dele, sob a supervisão dos monges. Isso possibilita um rigoroso controle de qualidade dos produtos. A comunidade monástica determina as políticas e fornece também os meios de produção, possibilitando que o monastério possa investir na estrutura e na automatização dessas produções.

O terceiro ponto é que o lucro é destinado para suprir as necessidades da comunidade ou para serviços sociais.

Hoje, nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe que cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MONASTÉRIO TRAPISTA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
As farmhouse ales agrupam dois estilos de cerveja: um tradicionalmente belga, chamado Saison, e outro de origem francesa, a Bière de Garde.

A denominação farmhouse, que em uma tradução livre significa "casa de fazenda", explica um pouco a origem dessas cervejas, que foram produzidas inicialmente nas fazendas da região da Valônia, na Bélgica.

As primeiras cervejas eram produzidas de uma maneira bastante rústica, em um modo de produção no qual não havia grande preocupação com questões técnicas ou mesmo sanitárias. Assim como a maioria dos produtos produzidos nas fazendas antigamente, o objetivo era apenas atender às necessidades dos moradores.

No próximo programa, vamos ver como essas cervejas se desenvolveram.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
As farmhouse ales agrupam dois estilos de cerveja: um tradicionalmente belga, chamado Saison, e outro de origem francesa, a Bière de Garde.

A denominação farmhouse, que em uma tradução livre significa "casa de fazenda", explica um pouco a origem dessas cervejas, que foram produzidas inicialmente nas fazendas da região da Valônia, na Bélgica.

As primeiras cervejas eram produzidas de uma maneira bastante rústica, em um modo de produção no qual não havia grande preocupação com questões técnicas ou mesmo sanitárias. Assim como a maioria dos produtos produzidos nas fazendas antigamente, o objetivo era apenas atender às necessidades dos moradores.

No próximo programa, vamos ver como essas cervejas se desenvolveram.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[
As farmhouse ales agrupam dois estilos de cerveja: um tradicionalmente belga, chamado Saison, e outro de origem francesa, a Bière de Garde.

A denominação farmhouse, que em uma tradução livre significa "casa de fazenda", explica um pouco a origem dessas cervejas, que foram produzidas inicialmente nas fazendas da região da Valônia, na Bélgica.

As primeiras cervejas eram produzidas de uma maneira bastante rústica, em um modo de produção no qual não havia grande preocupação com questões técnicas ou mesmo sanitárias. Assim como a maioria dos produtos produzidos nas fazendas antigamente, o objetivo era apenas atender às necessidades dos moradores.

No próximo programa, vamos ver como essas cervejas se desenvolveram.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[
As farmhouse ales agrupam dois estilos de cerveja: um tradicionalmente belga, chamado Saison, e outro de origem francesa, a Bière de Garde.

A denominação farmhouse, que em uma tradução livre significa "casa de fazenda", explica um pouco a origem dessas cervejas, que foram produzidas inicialmente nas fazendas da região da Valônia, na Bélgica.

As primeiras cervejas eram produzidas de uma maneira bastante rústica, em um modo de produção no qual não havia grande preocupação com questões técnicas ou mesmo sanitárias. Assim como a maioria dos produtos produzidos nas fazendas antigamente, o objetivo era apenas atender às necessidades dos moradores.

No próximo programa, vamos ver como essas cervejas se desenvolveram.

Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CASA DE FAZENDA ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, nós vamos falar de estilos de cerveja que têm adições de ingredientes exóticos.

Vamos iniciar falando sobre Pumpkin, que não é uma invenção atual, mas uma cerveja bem tradicional, já feita desde meados de 1801. Ela se destacava ao lado das Bitters e das Porters. O que é interessante é que a abóbora, uma planta nativa dos Estados Unidos e rica em açúcar, acabou substituindo o malte, que estava em falta na época. Não era tão fácil adquirir bons maltes, e ela entrou no hall de matérias-primas que poderiam produzir cerveja.

Hoje em dia, as Pumpkin estão muito ligadas às festas de Halloween. Normalmente, as cervejarias preparam suas cervejas ali no final de julho e início de agosto para serem lançadas em outubro, e isso se tornou uma tradição tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

É muito comum, nesse período, encontrar cervejas com diversas bases. Você tem Pumpkins normalmente com bases de Golden Ales; você tem, hoje, Pumpkin Sour, cervejas com abóbora e notas ácidas; e você tem até American IPA com abóbora, aquela cerveja um pouco mais lupulada, um pouquinho mais amarga, com um toque final diferenciado.

São várias opções, bem exóticas. Não são tão tradicionais, não são sabores comuns que nós encontramos em cervejas, mas são muito interessantes.

E aí, gostou do nosso programa? Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, nós vamos falar de estilos de cerveja que têm adições de ingredientes exóticos.

Vamos iniciar falando sobre Pumpkin, que não é uma invenção atual, mas uma cerveja bem tradicional, já feita desde meados de 1801. Ela se destacava ao lado das Bitters e das Porters. O que é interessante é que a abóbora, uma planta nativa dos Estados Unidos e rica em açúcar, acabou substituindo o malte, que estava em falta na época. Não era tão fácil adquirir bons maltes, e ela entrou no hall de matérias-primas que poderiam produzir cerveja.

Hoje em dia, as Pumpkin estão muito ligadas às festas de Halloween. Normalmente, as cervejarias preparam suas cervejas ali no final de julho e início de agosto para serem lançadas em outubro, e isso se tornou uma tradição tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

É muito comum, nesse período, encontrar cervejas com diversas bases. Você tem Pumpkins normalmente com bases de Golden Ales; você tem, hoje, Pumpkin Sour, cervejas com abóbora e notas ácidas; e você tem até American IPA com abóbora, aquela cerveja um pouco mais lupulada, um pouquinho mais amarga, com um toque final diferenciado.

São várias opções, bem exóticas. Não são tão tradicionais, não são sabores comuns que nós encontramos em cervejas, mas são muito interessantes.

E aí, gostou do nosso programa? Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, nós vamos falar de estilos de cerveja que têm adições de ingredientes exóticos.

Vamos iniciar falando sobre Pumpkin, que não é uma invenção atual, mas uma cerveja bem tradicional, já feita desde meados de 1801. Ela se destacava ao lado das Bitters e das Porters. O que é interessante é que a abóbora, uma planta nativa dos Estados Unidos e rica em açúcar, acabou substituindo o malte, que estava em falta na época. Não era tão fácil adquirir bons maltes, e ela entrou no hall de matérias-primas que poderiam produzir cerveja.

Hoje em dia, as Pumpkin estão muito ligadas às festas de Halloween. Normalmente, as cervejarias preparam suas cervejas ali no final de julho e início de agosto para serem lançadas em outubro, e isso se tornou uma tradição tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

É muito comum, nesse período, encontrar cervejas com diversas bases. Você tem Pumpkins normalmente com bases de Golden Ales; você tem, hoje, Pumpkin Sour, cervejas com abóbora e notas ácidas; e você tem até American IPA com abóbora, aquela cerveja um pouco mais lupulada, um pouquinho mais amarga, com um toque final diferenciado.

São várias opções, bem exóticas. Não são tão tradicionais, não são sabores comuns que nós encontramos em cervejas, mas são muito interessantes.

E aí, gostou do nosso programa? Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nesta semana, nós vamos falar de estilos de cerveja que têm adições de ingredientes exóticos.

Vamos iniciar falando sobre Pumpkin, que não é uma invenção atual, mas uma cerveja bem tradicional, já feita desde meados de 1801. Ela se destacava ao lado das Bitters e das Porters. O que é interessante é que a abóbora, uma planta nativa dos Estados Unidos e rica em açúcar, acabou substituindo o malte, que estava em falta na época. Não era tão fácil adquirir bons maltes, e ela entrou no hall de matérias-primas que poderiam produzir cerveja.

Hoje em dia, as Pumpkin estão muito ligadas às festas de Halloween. Normalmente, as cervejarias preparam suas cervejas ali no final de julho e início de agosto para serem lançadas em outubro, e isso se tornou uma tradição tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

É muito comum, nesse período, encontrar cervejas com diversas bases. Você tem Pumpkins normalmente com bases de Golden Ales; você tem, hoje, Pumpkin Sour, cervejas com abóbora e notas ácidas; e você tem até American IPA com abóbora, aquela cerveja um pouco mais lupulada, um pouquinho mais amarga, com um toque final diferenciado.

São várias opções, bem exóticas. Não são tão tradicionais, não são sabores comuns que nós encontramos em cervejas, mas são muito interessantes.

E aí, gostou do nosso programa? Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.
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      <title><![CDATA[CERVEJA PUMPKIN SOUR ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO RESENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá para você, que é fã do Cerveja para Descontrair! Está começando mais um programa.

O assunto desta semana é: derrubando mitos cervejeiros. Já falamos aqui sobre a questão do milho, falamos também sobre a questão da cor da cerveja e, hoje, é dia de derrubar um mito muito importante: chope bom é chope sem colarinho.

Essa questão do colarinho sempre gera discussão. Há aqueles que o defendem cegamente e aqueles que o detestam. Então, vamos lá.

É importante que a cerveja tenha um pouco de colarinho. Isso porque ele forma uma camada de proteção, evitando que ocorra uma troca gasosa muito rápida e reduzindo a oxidação da cerveja naquele momento. Além disso, por meio do colarinho, você consegue perceber melhor aromas e sabores.

É óbvio que não precisa ser aquele colarinho exagerado. A gente costuma falar em um colarinho de quatro dedos, em que metade do chope é espuma. Mas um colarinho de cerca de dois dedos já é suficiente. Ele fica bonito, traz uma percepção mais cremosa para a cerveja e contribui para uma experiência mais agradável.

Portanto, além de ajudar na manutenção da qualidade da cerveja, o colarinho também é um importante transmissor de aromas e sabores e ainda valoriza o aspecto visual da bebida.

E aí, gostou do nosso programa de hoje?

Nós vamos ficando por aqui e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá para você, que é fã do Cerveja para Descontrair! Está começando mais um programa.

O assunto desta semana é: derrubando mitos cervejeiros. Já falamos aqui sobre a questão do milho, falamos também sobre a questão da cor da cerveja e, hoje, é dia de derrubar um mito muito importante: chope bom é chope sem colarinho.

Essa questão do colarinho sempre gera discussão. Há aqueles que o defendem cegamente e aqueles que o detestam. Então, vamos lá.

É importante que a cerveja tenha um pouco de colarinho. Isso porque ele forma uma camada de proteção, evitando que ocorra uma troca gasosa muito rápida e reduzindo a oxidação da cerveja naquele momento. Além disso, por meio do colarinho, você consegue perceber melhor aromas e sabores.

É óbvio que não precisa ser aquele colarinho exagerado. A gente costuma falar em um colarinho de quatro dedos, em que metade do chope é espuma. Mas um colarinho de cerca de dois dedos já é suficiente. Ele fica bonito, traz uma percepção mais cremosa para a cerveja e contribui para uma experiência mais agradável.

Portanto, além de ajudar na manutenção da qualidade da cerveja, o colarinho também é um importante transmissor de aromas e sabores e ainda valoriza o aspecto visual da bebida.

E aí, gostou do nosso programa de hoje?

Nós vamos ficando por aqui e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá para você, que é fã do Cerveja para Descontrair! Está começando mais um programa.

O assunto desta semana é: derrubando mitos cervejeiros. Já falamos aqui sobre a questão do milho, falamos também sobre a questão da cor da cerveja e, hoje, é dia de derrubar um mito muito importante: chope bom é chope sem colarinho.

Essa questão do colarinho sempre gera discussão. Há aqueles que o defendem cegamente e aqueles que o detestam. Então, vamos lá.

É importante que a cerveja tenha um pouco de colarinho. Isso porque ele forma uma camada de proteção, evitando que ocorra uma troca gasosa muito rápida e reduzindo a oxidação da cerveja naquele momento. Além disso, por meio do colarinho, você consegue perceber melhor aromas e sabores.

É óbvio que não precisa ser aquele colarinho exagerado. A gente costuma falar em um colarinho de quatro dedos, em que metade do chope é espuma. Mas um colarinho de cerca de dois dedos já é suficiente. Ele fica bonito, traz uma percepção mais cremosa para a cerveja e contribui para uma experiência mais agradável.

Portanto, além de ajudar na manutenção da qualidade da cerveja, o colarinho também é um importante transmissor de aromas e sabores e ainda valoriza o aspecto visual da bebida.

E aí, gostou do nosso programa de hoje?

Nós vamos ficando por aqui e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá para você, que é fã do Cerveja para Descontrair! Está começando mais um programa.

O assunto desta semana é: derrubando mitos cervejeiros. Já falamos aqui sobre a questão do milho, falamos também sobre a questão da cor da cerveja e, hoje, é dia de derrubar um mito muito importante: chope bom é chope sem colarinho.

Essa questão do colarinho sempre gera discussão. Há aqueles que o defendem cegamente e aqueles que o detestam. Então, vamos lá.

É importante que a cerveja tenha um pouco de colarinho. Isso porque ele forma uma camada de proteção, evitando que ocorra uma troca gasosa muito rápida e reduzindo a oxidação da cerveja naquele momento. Além disso, por meio do colarinho, você consegue perceber melhor aromas e sabores.

É óbvio que não precisa ser aquele colarinho exagerado. A gente costuma falar em um colarinho de quatro dedos, em que metade do chope é espuma. Mas um colarinho de cerca de dois dedos já é suficiente. Ele fica bonito, traz uma percepção mais cremosa para a cerveja e contribui para uma experiência mais agradável.

Portanto, além de ajudar na manutenção da qualidade da cerveja, o colarinho também é um importante transmissor de aromas e sabores e ainda valoriza o aspecto visual da bebida.

E aí, gostou do nosso programa de hoje?

Nós vamos ficando por aqui e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
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      <title><![CDATA[DERRUBANDO OS MITOS CERVEJEIROS ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.

hoje nós vamos falar sobre o uso de barris de madeira no processo de maturação de cervejas. muitas cervejarias brasileiras já utilizam essa técnica, uma técnica que é muito difundida nos estados unidos e que tem como principais objetivos aumentar a graduação alcoólica da cerveja, arredondar o perfil sensorial, seja pela influência do tipo de madeira ou mesmo pelo tempo de maturação, absorver aromas e sabores provenientes da madeira dos barris e, em casos de barris que maturavam outras bebidas, whisky, vinho, licor, é absorver as características da bebida que estava ali armazenada para a construção de sabor da cerveja.

Eu falei aqui, muitas cervejarias já utilizam aqui no brasil essa técnica, destaque para a cervejaria Dagba e a cervejaria Van. De Brau, que tem várias cervejas produzidas com essa técnica de maturação em barris. e aí, gostou do nosso programa de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.

hoje nós vamos falar sobre o uso de barris de madeira no processo de maturação de cervejas. muitas cervejarias brasileiras já utilizam essa técnica, uma técnica que é muito difundida nos estados unidos e que tem como principais objetivos aumentar a graduação alcoólica da cerveja, arredondar o perfil sensorial, seja pela influência do tipo de madeira ou mesmo pelo tempo de maturação, absorver aromas e sabores provenientes da madeira dos barris e, em casos de barris que maturavam outras bebidas, whisky, vinho, licor, é absorver as características da bebida que estava ali armazenada para a construção de sabor da cerveja.

Eu falei aqui, muitas cervejarias já utilizam aqui no brasil essa técnica, destaque para a cervejaria Dagba e a cervejaria Van. De Brau, que tem várias cervejas produzidas com essa técnica de maturação em barris. e aí, gostou do nosso programa de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.

hoje nós vamos falar sobre o uso de barris de madeira no processo de maturação de cervejas. muitas cervejarias brasileiras já utilizam essa técnica, uma técnica que é muito difundida nos estados unidos e que tem como principais objetivos aumentar a graduação alcoólica da cerveja, arredondar o perfil sensorial, seja pela influência do tipo de madeira ou mesmo pelo tempo de maturação, absorver aromas e sabores provenientes da madeira dos barris e, em casos de barris que maturavam outras bebidas, whisky, vinho, licor, é absorver as características da bebida que estava ali armazenada para a construção de sabor da cerveja.

Eu falei aqui, muitas cervejarias já utilizam aqui no brasil essa técnica, destaque para a cervejaria Dagba e a cervejaria Van. De Brau, que tem várias cervejas produzidas com essa técnica de maturação em barris. e aí, gostou do nosso programa de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.

hoje nós vamos falar sobre o uso de barris de madeira no processo de maturação de cervejas. muitas cervejarias brasileiras já utilizam essa técnica, uma técnica que é muito difundida nos estados unidos e que tem como principais objetivos aumentar a graduação alcoólica da cerveja, arredondar o perfil sensorial, seja pela influência do tipo de madeira ou mesmo pelo tempo de maturação, absorver aromas e sabores provenientes da madeira dos barris e, em casos de barris que maturavam outras bebidas, whisky, vinho, licor, é absorver as características da bebida que estava ali armazenada para a construção de sabor da cerveja.

Eu falei aqui, muitas cervejarias já utilizam aqui no brasil essa técnica, destaque para a cervejaria Dagba e a cervejaria Van. De Brau, que tem várias cervejas produzidas com essa técnica de maturação em barris. e aí, gostou do nosso programa de hoje? nós vamos ficando por aqui, eu agradeço a sua audiência e você já sabe, cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MATURAÇÃO DE CERVEJA EM BARRIS DE MADEIRA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair, e hoje nós vamos falar de um estilo clássico: as Belgian Saisons.

As Saisons são cervejas denominadas de farmhouse, porque eram produzidas nas fazendas dos colonos belgas. Por serem feitas com a assepsia limitada dos equipamentos, era muito comum a contaminação desses equipamentos com algumas bactérias lácticas e alguns tipos de fungos, que traziam notas típicas de fazenda para a cerveja.

Era muito comum encontrar notas de estábulo, couro, caprílicas e cítricas, características presentes no ambiente das fazendas. As cervejas ficavam extremamente complexas, e não tem como definir um padrão específico para as Saisons, porque isso depende muito do tipo de contaminante que atuava ou mesmo da intenção do produtor, que podia buscar uma nota um pouco mais frutada ou uma nota mais maltada.

Por isso, existem várias vertentes. Em comum, você encontra algumas características: são cervejas sempre muito secas, com graduação alcoólica geralmente entre 6% e 8,5%, além de muitas notas de fermentação, notas frutadas e características que remetem a fenólicos e ésteres.

Na verdade, a Saison é sempre uma grande complexidade e uma grande surpresa ao abrir uma garrafa, porque depende muito da proposta de quem está produzindo.

O que nós sabemos é que é uma cerveja fantástica e indispensável para quem quer conhecer a escola belga.

E aí, gostou do nosso programa de hoje?

Nós vamos ficando por aqui. Agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair, e hoje nós vamos falar de um estilo clássico: as Belgian Saisons.

As Saisons são cervejas denominadas de farmhouse, porque eram produzidas nas fazendas dos colonos belgas. Por serem feitas com a assepsia limitada dos equipamentos, era muito comum a contaminação desses equipamentos com algumas bactérias lácticas e alguns tipos de fungos, que traziam notas típicas de fazenda para a cerveja.

Era muito comum encontrar notas de estábulo, couro, caprílicas e cítricas, características presentes no ambiente das fazendas. As cervejas ficavam extremamente complexas, e não tem como definir um padrão específico para as Saisons, porque isso depende muito do tipo de contaminante que atuava ou mesmo da intenção do produtor, que podia buscar uma nota um pouco mais frutada ou uma nota mais maltada.

Por isso, existem várias vertentes. Em comum, você encontra algumas características: são cervejas sempre muito secas, com graduação alcoólica geralmente entre 6% e 8,5%, além de muitas notas de fermentação, notas frutadas e características que remetem a fenólicos e ésteres.

Na verdade, a Saison é sempre uma grande complexidade e uma grande surpresa ao abrir uma garrafa, porque depende muito da proposta de quem está produzindo.

O que nós sabemos é que é uma cerveja fantástica e indispensável para quem quer conhecer a escola belga.

E aí, gostou do nosso programa de hoje?

Nós vamos ficando por aqui. Agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair, e hoje nós vamos falar de um estilo clássico: as Belgian Saisons.

As Saisons são cervejas denominadas de farmhouse, porque eram produzidas nas fazendas dos colonos belgas. Por serem feitas com a assepsia limitada dos equipamentos, era muito comum a contaminação desses equipamentos com algumas bactérias lácticas e alguns tipos de fungos, que traziam notas típicas de fazenda para a cerveja.

Era muito comum encontrar notas de estábulo, couro, caprílicas e cítricas, características presentes no ambiente das fazendas. As cervejas ficavam extremamente complexas, e não tem como definir um padrão específico para as Saisons, porque isso depende muito do tipo de contaminante que atuava ou mesmo da intenção do produtor, que podia buscar uma nota um pouco mais frutada ou uma nota mais maltada.

Por isso, existem várias vertentes. Em comum, você encontra algumas características: são cervejas sempre muito secas, com graduação alcoólica geralmente entre 6% e 8,5%, além de muitas notas de fermentação, notas frutadas e características que remetem a fenólicos e ésteres.

Na verdade, a Saison é sempre uma grande complexidade e uma grande surpresa ao abrir uma garrafa, porque depende muito da proposta de quem está produzindo.

O que nós sabemos é que é uma cerveja fantástica e indispensável para quem quer conhecer a escola belga.

E aí, gostou do nosso programa de hoje?

Nós vamos ficando por aqui. Agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um Cerveja para Descontrair, e hoje nós vamos falar de um estilo clássico: as Belgian Saisons.

As Saisons são cervejas denominadas de farmhouse, porque eram produzidas nas fazendas dos colonos belgas. Por serem feitas com a assepsia limitada dos equipamentos, era muito comum a contaminação desses equipamentos com algumas bactérias lácticas e alguns tipos de fungos, que traziam notas típicas de fazenda para a cerveja.

Era muito comum encontrar notas de estábulo, couro, caprílicas e cítricas, características presentes no ambiente das fazendas. As cervejas ficavam extremamente complexas, e não tem como definir um padrão específico para as Saisons, porque isso depende muito do tipo de contaminante que atuava ou mesmo da intenção do produtor, que podia buscar uma nota um pouco mais frutada ou uma nota mais maltada.

Por isso, existem várias vertentes. Em comum, você encontra algumas características: são cervejas sempre muito secas, com graduação alcoólica geralmente entre 6% e 8,5%, além de muitas notas de fermentação, notas frutadas e características que remetem a fenólicos e ésteres.

Na verdade, a Saison é sempre uma grande complexidade e uma grande surpresa ao abrir uma garrafa, porque depende muito da proposta de quem está produzindo.

O que nós sabemos é que é uma cerveja fantástica e indispensável para quem quer conhecer a escola belga.

E aí, gostou do nosso programa de hoje?

Nós vamos ficando por aqui. Agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BELGIAN SAISONS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje é dia de falar de uma categoria muito tradicional no mercado cervejeiro, que são as Honey Ale ou Honey Lager. São cervejas com adições de mel. Na Inglaterra, é muito tradicional os cervejeiros utilizarem mel na composição, até para dar um pouco mais de consistência e um pouco mais de açúcar.

Mas a gente tem categorias específicas hoje em campeonatos, ou seja, mesmo em guias de classificação para cervejas com adição de mel. Normalmente, o mel pode se tornar o sabor principal, ser a principal marca de sabor da cerveja, ou pode até acompanhar, sendo uma nota suave e equilibrada, simplesmente para dar um toque um pouco mais adocicado em contrabalanço ao lúpulo.

Por isso, a classificação do guia de estilo permite que você use bases de cervejas diferentes também, e você tem uma amplitude de classificação muito grande. Então, você pode ter uma graduação alcoólica que vai de 2% a 9,5%. Na intensidade de amargor, você pode ter um amargor bem leve ou um amargor intenso, com uma base de mel para contrabalancear.

É muito comum hoje, nos Estados Unidos, todas as cervejarias terem uma cerveja com base de mel. No Brasil, ainda temos poucos rótulos no mercado e, infelizmente, acabamos não tendo a possibilidade de degustar mais rótulos de cerveja com adição de mel.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui, e eu agradeço a sua audiência. E você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje é dia de falar de uma categoria muito tradicional no mercado cervejeiro, que são as Honey Ale ou Honey Lager. São cervejas com adições de mel. Na Inglaterra, é muito tradicional os cervejeiros utilizarem mel na composição, até para dar um pouco mais de consistência e um pouco mais de açúcar.

Mas a gente tem categorias específicas hoje em campeonatos, ou seja, mesmo em guias de classificação para cervejas com adição de mel. Normalmente, o mel pode se tornar o sabor principal, ser a principal marca de sabor da cerveja, ou pode até acompanhar, sendo uma nota suave e equilibrada, simplesmente para dar um toque um pouco mais adocicado em contrabalanço ao lúpulo.

Por isso, a classificação do guia de estilo permite que você use bases de cervejas diferentes também, e você tem uma amplitude de classificação muito grande. Então, você pode ter uma graduação alcoólica que vai de 2% a 9,5%. Na intensidade de amargor, você pode ter um amargor bem leve ou um amargor intenso, com uma base de mel para contrabalancear.

É muito comum hoje, nos Estados Unidos, todas as cervejarias terem uma cerveja com base de mel. No Brasil, ainda temos poucos rótulos no mercado e, infelizmente, acabamos não tendo a possibilidade de degustar mais rótulos de cerveja com adição de mel.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui, e eu agradeço a sua audiência. E você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje é dia de falar de uma categoria muito tradicional no mercado cervejeiro, que são as Honey Ale ou Honey Lager. São cervejas com adições de mel. Na Inglaterra, é muito tradicional os cervejeiros utilizarem mel na composição, até para dar um pouco mais de consistência e um pouco mais de açúcar.

Mas a gente tem categorias específicas hoje em campeonatos, ou seja, mesmo em guias de classificação para cervejas com adição de mel. Normalmente, o mel pode se tornar o sabor principal, ser a principal marca de sabor da cerveja, ou pode até acompanhar, sendo uma nota suave e equilibrada, simplesmente para dar um toque um pouco mais adocicado em contrabalanço ao lúpulo.

Por isso, a classificação do guia de estilo permite que você use bases de cervejas diferentes também, e você tem uma amplitude de classificação muito grande. Então, você pode ter uma graduação alcoólica que vai de 2% a 9,5%. Na intensidade de amargor, você pode ter um amargor bem leve ou um amargor intenso, com uma base de mel para contrabalancear.

É muito comum hoje, nos Estados Unidos, todas as cervejarias terem uma cerveja com base de mel. No Brasil, ainda temos poucos rótulos no mercado e, infelizmente, acabamos não tendo a possibilidade de degustar mais rótulos de cerveja com adição de mel.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui, e eu agradeço a sua audiência. E você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje é dia de falar de uma categoria muito tradicional no mercado cervejeiro, que são as Honey Ale ou Honey Lager. São cervejas com adições de mel. Na Inglaterra, é muito tradicional os cervejeiros utilizarem mel na composição, até para dar um pouco mais de consistência e um pouco mais de açúcar.

Mas a gente tem categorias específicas hoje em campeonatos, ou seja, mesmo em guias de classificação para cervejas com adição de mel. Normalmente, o mel pode se tornar o sabor principal, ser a principal marca de sabor da cerveja, ou pode até acompanhar, sendo uma nota suave e equilibrada, simplesmente para dar um toque um pouco mais adocicado em contrabalanço ao lúpulo.

Por isso, a classificação do guia de estilo permite que você use bases de cervejas diferentes também, e você tem uma amplitude de classificação muito grande. Então, você pode ter uma graduação alcoólica que vai de 2% a 9,5%. Na intensidade de amargor, você pode ter um amargor bem leve ou um amargor intenso, com uma base de mel para contrabalancear.

É muito comum hoje, nos Estados Unidos, todas as cervejarias terem uma cerveja com base de mel. No Brasil, ainda temos poucos rótulos no mercado e, infelizmente, acabamos não tendo a possibilidade de degustar mais rótulos de cerveja com adição de mel.

Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui, e eu agradeço a sua audiência. E você já sabe: cerveja é para descontrair, com moderação e responsabilidade.
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      <title><![CDATA[CERVEJAS COM ADIÇÃO DE MEL ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIFERENÇA ENTRE PILSEN TRADICIONAL E GERMAN PILSNER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.
Hoje vamos apresentar o estilo milk ale.

A história da nomenclatura do estilo vem relacionada ao estilo porter, aquele estilo que a gente falou, tem notas de café.
Foi basicamente o estilo que é os portuários da cidade, isso porque a suavidade, esse termo milde quer dizer suave, se referia a cervejas mais jovens, que apresentava uma característica menor de perda de qualidade.

Você pensar naquela época, era comum as porters apresentarem notas de azedas, notas acéticas, até porque você não tinha uma maturação a frio, você não tinha como armazenar essas cervejas.

Uma outra linha que diz que as mil de surgiram foi em função de serem cervejas mais suaves, menos opuladas, que.
Mild Ales inglesas.

Hoje em dia, as Mild Ales são cervejas suaves, com perfil bem maltado, são refrescantes, de baixo teor alcoólico, em baixo mesmo, podendo chegar a ter apenas 2.8% ou 3% de álcool.
São cervejas para que possam ser consumidas em maiores quantidades que as cervejas normais.

Conhecer esse estilo?
Mild Ale, um estilo clássico da escola inglesa.

Hoje nós vamos ficando por aqui.
Eu agradeço a sua audiência e vocês já sabem: cerveja para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.
Hoje vamos apresentar o estilo milk ale.

A história da nomenclatura do estilo vem relacionada ao estilo porter, aquele estilo que a gente falou, tem notas de café.
Foi basicamente o estilo que é os portuários da cidade, isso porque a suavidade, esse termo milde quer dizer suave, se referia a cervejas mais jovens, que apresentava uma característica menor de perda de qualidade.

Você pensar naquela época, era comum as porters apresentarem notas de azedas, notas acéticas, até porque você não tinha uma maturação a frio, você não tinha como armazenar essas cervejas.

Uma outra linha que diz que as mil de surgiram foi em função de serem cervejas mais suaves, menos opuladas, que.
Mild Ales inglesas.

Hoje em dia, as Mild Ales são cervejas suaves, com perfil bem maltado, são refrescantes, de baixo teor alcoólico, em baixo mesmo, podendo chegar a ter apenas 2.8% ou 3% de álcool.
São cervejas para que possam ser consumidas em maiores quantidades que as cervejas normais.

Conhecer esse estilo?
Mild Ale, um estilo clássico da escola inglesa.

Hoje nós vamos ficando por aqui.
Eu agradeço a sua audiência e vocês já sabem: cerveja para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.
Hoje vamos apresentar o estilo milk ale.

A história da nomenclatura do estilo vem relacionada ao estilo porter, aquele estilo que a gente falou, tem notas de café.
Foi basicamente o estilo que é os portuários da cidade, isso porque a suavidade, esse termo milde quer dizer suave, se referia a cervejas mais jovens, que apresentava uma característica menor de perda de qualidade.

Você pensar naquela época, era comum as porters apresentarem notas de azedas, notas acéticas, até porque você não tinha uma maturação a frio, você não tinha como armazenar essas cervejas.

Uma outra linha que diz que as mil de surgiram foi em função de serem cervejas mais suaves, menos opuladas, que.
Mild Ales inglesas.

Hoje em dia, as Mild Ales são cervejas suaves, com perfil bem maltado, são refrescantes, de baixo teor alcoólico, em baixo mesmo, podendo chegar a ter apenas 2.8% ou 3% de álcool.
São cervejas para que possam ser consumidas em maiores quantidades que as cervejas normais.

Conhecer esse estilo?
Mild Ale, um estilo clássico da escola inglesa.

Hoje nós vamos ficando por aqui.
Eu agradeço a sua audiência e vocês já sabem: cerveja para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está começando mais um cerveja para descontrair.
Hoje vamos apresentar o estilo milk ale.

A história da nomenclatura do estilo vem relacionada ao estilo porter, aquele estilo que a gente falou, tem notas de café.
Foi basicamente o estilo que é os portuários da cidade, isso porque a suavidade, esse termo milde quer dizer suave, se referia a cervejas mais jovens, que apresentava uma característica menor de perda de qualidade.

Você pensar naquela época, era comum as porters apresentarem notas de azedas, notas acéticas, até porque você não tinha uma maturação a frio, você não tinha como armazenar essas cervejas.

Uma outra linha que diz que as mil de surgiram foi em função de serem cervejas mais suaves, menos opuladas, que.
Mild Ales inglesas.

Hoje em dia, as Mild Ales são cervejas suaves, com perfil bem maltado, são refrescantes, de baixo teor alcoólico, em baixo mesmo, podendo chegar a ter apenas 2.8% ou 3% de álcool.
São cervejas para que possam ser consumidas em maiores quantidades que as cervejas normais.

Conhecer esse estilo?
Mild Ale, um estilo clássico da escola inglesa.

Hoje nós vamos ficando por aqui.
Eu agradeço a sua audiência e vocês já sabem: cerveja para descontrair com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESTILO MILK ALE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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