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    <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
    <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
    <title><![CDATA[Pense Nisso]]></title>
    <copyright>2026 Centro América FM Primavera do Leste - Easy</copyright>
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      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos, que o mundo está cada vez pior?  Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.  Basta um acontecimento ruim para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior.  Dizemos que perdemos a crença na humanidade, que o mundo não tem mais jeito.  E outras tantas afirmações de desânimo.  Mas será isso mesmo verdade? Será que a humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?  O historiador holandês, Ruther Bergman, reuniu em seu livro, Utopia para Realistas, alguns dados interessantes.  Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza.  100 anos depois, o número baixou pela metade.  No início do século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.  Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade.  Implantes cerebrais que restituem a visão.  Pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia.  Cirurgias de alta precisão feitas por robôs.  A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos 40 anos.  Desde 1994, o número de pessoas com acesso à internet saltou assustadoramente.  A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.  Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase metade.  A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda.  Se pararmos para olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.  Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.  São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.  Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar a sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor na mente e no coração.  Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos espante.  Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.  Que possamos usar toda a nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida, nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.  Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias.  Que sejamos aqueles que anunciem um mundo melhor através de boas atitudes.  Você pode pensar, ah, mas eu tenho tantos gigantes ainda para vencer?  Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.  Pense nisso. Mas, pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos, que o mundo está cada vez pior?  Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.  Basta um acontecimento ruim para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior.  Dizemos que perdemos a crença na humanidade, que o mundo não tem mais jeito.  E outras tantas afirmações de desânimo.  Mas será isso mesmo verdade? Será que a humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?  O historiador holandês, Ruther Bergman, reuniu em seu livro, Utopia para Realistas, alguns dados interessantes.  Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza.  100 anos depois, o número baixou pela metade.  No início do século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.  Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade.  Implantes cerebrais que restituem a visão.  Pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia.  Cirurgias de alta precisão feitas por robôs.  A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos 40 anos.  Desde 1994, o número de pessoas com acesso à internet saltou assustadoramente.  A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.  Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase metade.  A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda.  Se pararmos para olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.  Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.  São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.  Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar a sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor na mente e no coração.  Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos espante.  Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.  Que possamos usar toda a nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida, nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.  Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias.  Que sejamos aqueles que anunciem um mundo melhor através de boas atitudes.  Você pode pensar, ah, mas eu tenho tantos gigantes ainda para vencer?  Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.  Pense nisso. Mas, pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos, que o mundo está cada vez pior?  Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.  Basta um acontecimento ruim para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior.  Dizemos que perdemos a crença na humanidade, que o mundo não tem mais jeito.  E outras tantas afirmações de desânimo.  Mas será isso mesmo verdade? Será que a humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?  O historiador holandês, Ruther Bergman, reuniu em seu livro, Utopia para Realistas, alguns dados interessantes.  Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza.  100 anos depois, o número baixou pela metade.  No início do século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.  Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade.  Implantes cerebrais que restituem a visão.  Pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia.  Cirurgias de alta precisão feitas por robôs.  A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos 40 anos.  Desde 1994, o número de pessoas com acesso à internet saltou assustadoramente.  A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.  Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase metade.  A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda.  Se pararmos para olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.  Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.  São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.  Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar a sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor na mente e no coração.  Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos espante.  Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.  Que possamos usar toda a nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida, nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.  Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias.  Que sejamos aqueles que anunciem um mundo melhor através de boas atitudes.  Você pode pensar, ah, mas eu tenho tantos gigantes ainda para vencer?  Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.  Pense nisso. Mas, pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos, que o mundo está cada vez pior?  Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.  Basta um acontecimento ruim para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior.  Dizemos que perdemos a crença na humanidade, que o mundo não tem mais jeito.  E outras tantas afirmações de desânimo.  Mas será isso mesmo verdade? Será que a humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?  O historiador holandês, Ruther Bergman, reuniu em seu livro, Utopia para Realistas, alguns dados interessantes.  Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza.  100 anos depois, o número baixou pela metade.  No início do século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.  Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade.  Implantes cerebrais que restituem a visão.  Pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia.  Cirurgias de alta precisão feitas por robôs.  A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos 40 anos.  Desde 1994, o número de pessoas com acesso à internet saltou assustadoramente.  A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.  Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase metade.  A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda.  Se pararmos para olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.  Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.  São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.  Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar a sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor na mente e no coração.  Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos espante.  Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.  Que possamos usar toda a nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida, nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.  Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias.  Que sejamos aqueles que anunciem um mundo melhor através de boas atitudes.  Você pode pensar, ah, mas eu tenho tantos gigantes ainda para vencer?  Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.  Pense nisso. Mas, pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM MUNDO MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros. Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol. Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha. No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado. Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto. Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho. Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato. Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas. Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai. Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas. Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais. Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã. Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara. Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família. Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai. Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho. Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando. Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando. Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação. Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar. Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente. Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores. Família é um, é auxílio. Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão. Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio. Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas. Pense nisso. Mas, pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros. Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol. Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha. No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado. Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto. Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho. Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato. Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas. Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai. Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas. Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais. Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã. Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara. Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família. Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai. Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho. Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando. Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando. Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação. Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar. Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente. Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores. Família é um, é auxílio. Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão. Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio. Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas. Pense nisso. Mas, pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros. Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol. Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha. No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado. Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto. Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho. Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato. Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas. Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai. Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas. Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais. Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã. Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara. Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família. Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai. Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho. Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando. Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando. Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação. Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar. Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente. Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores. Família é um, é auxílio. Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão. Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio. Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas. Pense nisso. Mas, pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros. Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol. Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha. No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado. Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto. Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho. Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato. Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas. Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai. Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas. Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais. Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã. Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara. Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família. Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai. Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho. Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando. Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando. Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação. Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar. Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente. Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores. Família é um, é auxílio. Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão. Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio. Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas. Pense nisso. Mas, pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EQUIPE MAIS IMPORTANTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500. Eles descobriram essas terras ao oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância. Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mas ao oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano. E assim também foi com Cabral. No Brasil, a incumbência de ir em busca do oeste e do território coube aos bandeirantes. Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao oeste foi um marco de superação da história humana. Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início sofrem muitas derrotas. São quedas inúmeras e muitas frustrações. Mas, em seguida, conseguem alcançar o seu oeste. É o alpinista chegando ao cume de uma montanha. O surfista pegando uma onda perfeita. O paraquedista executando com maestria as suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas. Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu oeste. Um oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível. E para nós? Onde está o nosso oeste? Temos um a buscar. Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo? Nosso oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral. É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado? Muitas são as perguntas e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua. Cada um tem o seu oeste a buscar. Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem. Refletamo-nos bem qual oeste estamos buscando. Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo. Sigamos em frente. No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais a frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota. Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las. Tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino. Vários oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500. Eles descobriram essas terras ao oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância. Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mas ao oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano. E assim também foi com Cabral. No Brasil, a incumbência de ir em busca do oeste e do território coube aos bandeirantes. Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao oeste foi um marco de superação da história humana. Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início sofrem muitas derrotas. São quedas inúmeras e muitas frustrações. Mas, em seguida, conseguem alcançar o seu oeste. É o alpinista chegando ao cume de uma montanha. O surfista pegando uma onda perfeita. O paraquedista executando com maestria as suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas. Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu oeste. Um oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível. E para nós? Onde está o nosso oeste? Temos um a buscar. Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo? Nosso oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral. É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado? Muitas são as perguntas e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua. Cada um tem o seu oeste a buscar. Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem. Refletamo-nos bem qual oeste estamos buscando. Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo. Sigamos em frente. No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais a frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota. Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las. Tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino. Vários oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500. Eles descobriram essas terras ao oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância. Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mas ao oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano. E assim também foi com Cabral. No Brasil, a incumbência de ir em busca do oeste e do território coube aos bandeirantes. Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao oeste foi um marco de superação da história humana. Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início sofrem muitas derrotas. São quedas inúmeras e muitas frustrações. Mas, em seguida, conseguem alcançar o seu oeste. É o alpinista chegando ao cume de uma montanha. O surfista pegando uma onda perfeita. O paraquedista executando com maestria as suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas. Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu oeste. Um oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível. E para nós? Onde está o nosso oeste? Temos um a buscar. Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo? Nosso oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral. É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado? Muitas são as perguntas e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua. Cada um tem o seu oeste a buscar. Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem. Refletamo-nos bem qual oeste estamos buscando. Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo. Sigamos em frente. No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais a frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota. Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las. Tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino. Vários oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500. Eles descobriram essas terras ao oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância. Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mas ao oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano. E assim também foi com Cabral. No Brasil, a incumbência de ir em busca do oeste e do território coube aos bandeirantes. Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao oeste foi um marco de superação da história humana. Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início sofrem muitas derrotas. São quedas inúmeras e muitas frustrações. Mas, em seguida, conseguem alcançar o seu oeste. É o alpinista chegando ao cume de uma montanha. O surfista pegando uma onda perfeita. O paraquedista executando com maestria as suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas. Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu oeste. Um oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível. E para nós? Onde está o nosso oeste? Temos um a buscar. Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo? Nosso oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral. É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado? Muitas são as perguntas e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua. Cada um tem o seu oeste a buscar. Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem. Refletamo-nos bem qual oeste estamos buscando. Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo. Sigamos em frente. No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais a frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota. Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las. Tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino. Vários oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OESTE: A BUSCA PELA SUPERAÇÃO E PELOS NOSSOS GRANDES OBJETIVOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água.

Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente.

A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz.

Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz.

A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade.

A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos.

A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos.

Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem.

Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência.

Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água.

Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente.

A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz.

Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz.

A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade.

A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos.

A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos.

Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem.

Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência.

Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água.

Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente.

A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz.

Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz.

A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade.

A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos.

A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos.

Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem.

Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência.

Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água.

Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente.

A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz.

Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz.

A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade.

A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos.

A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos.

Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem.

Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência.

Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAZ ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Mariana era uma menina curiosa e sensível. Caminhava com seu pai pelas ruas da pequena cidade, quando viu um menino, magro, mal trapinho, rodeando algumas latas de lixo. Seus olhos, fundos e tristes, encontraram os da menina por um breve instante, antes que ele se escondesse numa densa mata que margeava a estrada. Mariana, sem pensar, chamou a atenção do seu pai. Aquele homem justo e compassivo não hesitou, chamou as autoridades para a averiguar, e logo descobriu que o menino havia fugido de uma casa em guerra, onde era constantemente maltratado por seus cuidadores. Mariana aproximou-se do menino e perguntou, por que você não pediu ajuda? Assustado, o menino respondeu, A floresta é melhor que os humanos. Elas não machucam. O pai de Mariana ajoelhou em frente do garoto e disse, Algumas pessoas podem ser cruéis sim, e a natureza é boa. Mas você precisa de cuidados humanos para crescer e se tornar uma pessoa maravilhosa. E lembre-se, não é porque você veio de uma família infeliz que sua história precisa ser triste. Agarre essa nova oportunidade que a vida te dá, e viva grandemente. Anos depois, Mariana soube que o menino havia sido adotado, cresceu o restante da sua vida com amor, e agora um médico pediátrico e voluntário no orfanato que o abrigou nos seus dias difíceis. Em um mundo onde as sombras do egoísmo e da indiferença se estendem, a luz da empatia brilha como um farol de esperança. Empatia não é apenas sentir o que o outro sente, é a ponte que conecta corações e mentes, permitindo que as pessoas vejam além de si mesmas e estendam a mão para ajudar quem precisa. Cada ato de compreensão é uma semente plantada no solo fértil da humanidade, e cada gesto de bondade nutre essa semente, incentivando-a a crescer e florescer. A história é um testemunho de que, quando regadas com empatia, amor e compreensão, as sementes da mudança podem romper o concreto da apatia, a dor e a desilusão. A mudança no rumo da história começa com a escolha que cada indivíduo tem ao agir com compaixão e altruísmo, bem como a escolha que cada um faz diariamente diante das dificuldades e da dor. Não devemos guardar rancor, nem pensar que o mundo é culpado pelo nosso sofrimento, pois isso só aprisiona o coração, impedindo que ele se desenvolva para a vitória. A compreensão é como um eco que se propaga, um simples ato de bondade tem o poder de iniciar uma onda de mudanças positivas, transformando a narrativa de uma era. O Evangelho nos ensina que não devemos ser prisioneiros do ciclo da retaliação, mas sim libertadores da graça. Romanos capítulo 12:21, diz: "Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem". Este versículo ressoa como um chamado para quebrar as correntes do rancor e retribuir o mal com o bem, iluminando o caminho para um futuro em que a empatia é a chave para desbloquear o potencial ilimitado da história humana. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Mariana era uma menina curiosa e sensível. Caminhava com seu pai pelas ruas da pequena cidade, quando viu um menino, magro, mal trapinho, rodeando algumas latas de lixo. Seus olhos, fundos e tristes, encontraram os da menina por um breve instante, antes que ele se escondesse numa densa mata que margeava a estrada. Mariana, sem pensar, chamou a atenção do seu pai. Aquele homem justo e compassivo não hesitou, chamou as autoridades para a averiguar, e logo descobriu que o menino havia fugido de uma casa em guerra, onde era constantemente maltratado por seus cuidadores. Mariana aproximou-se do menino e perguntou, por que você não pediu ajuda? Assustado, o menino respondeu, A floresta é melhor que os humanos. Elas não machucam. O pai de Mariana ajoelhou em frente do garoto e disse, Algumas pessoas podem ser cruéis sim, e a natureza é boa. Mas você precisa de cuidados humanos para crescer e se tornar uma pessoa maravilhosa. E lembre-se, não é porque você veio de uma família infeliz que sua história precisa ser triste. Agarre essa nova oportunidade que a vida te dá, e viva grandemente. Anos depois, Mariana soube que o menino havia sido adotado, cresceu o restante da sua vida com amor, e agora um médico pediátrico e voluntário no orfanato que o abrigou nos seus dias difíceis. Em um mundo onde as sombras do egoísmo e da indiferença se estendem, a luz da empatia brilha como um farol de esperança. Empatia não é apenas sentir o que o outro sente, é a ponte que conecta corações e mentes, permitindo que as pessoas vejam além de si mesmas e estendam a mão para ajudar quem precisa. Cada ato de compreensão é uma semente plantada no solo fértil da humanidade, e cada gesto de bondade nutre essa semente, incentivando-a a crescer e florescer. A história é um testemunho de que, quando regadas com empatia, amor e compreensão, as sementes da mudança podem romper o concreto da apatia, a dor e a desilusão. A mudança no rumo da história começa com a escolha que cada indivíduo tem ao agir com compaixão e altruísmo, bem como a escolha que cada um faz diariamente diante das dificuldades e da dor. Não devemos guardar rancor, nem pensar que o mundo é culpado pelo nosso sofrimento, pois isso só aprisiona o coração, impedindo que ele se desenvolva para a vitória. A compreensão é como um eco que se propaga, um simples ato de bondade tem o poder de iniciar uma onda de mudanças positivas, transformando a narrativa de uma era. O Evangelho nos ensina que não devemos ser prisioneiros do ciclo da retaliação, mas sim libertadores da graça. Romanos capítulo 12:21, diz: "Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem". Este versículo ressoa como um chamado para quebrar as correntes do rancor e retribuir o mal com o bem, iluminando o caminho para um futuro em que a empatia é a chave para desbloquear o potencial ilimitado da história humana. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Mariana era uma menina curiosa e sensível. Caminhava com seu pai pelas ruas da pequena cidade, quando viu um menino, magro, mal trapinho, rodeando algumas latas de lixo. Seus olhos, fundos e tristes, encontraram os da menina por um breve instante, antes que ele se escondesse numa densa mata que margeava a estrada. Mariana, sem pensar, chamou a atenção do seu pai. Aquele homem justo e compassivo não hesitou, chamou as autoridades para a averiguar, e logo descobriu que o menino havia fugido de uma casa em guerra, onde era constantemente maltratado por seus cuidadores. Mariana aproximou-se do menino e perguntou, por que você não pediu ajuda? Assustado, o menino respondeu, A floresta é melhor que os humanos. Elas não machucam. O pai de Mariana ajoelhou em frente do garoto e disse, Algumas pessoas podem ser cruéis sim, e a natureza é boa. Mas você precisa de cuidados humanos para crescer e se tornar uma pessoa maravilhosa. E lembre-se, não é porque você veio de uma família infeliz que sua história precisa ser triste. Agarre essa nova oportunidade que a vida te dá, e viva grandemente. Anos depois, Mariana soube que o menino havia sido adotado, cresceu o restante da sua vida com amor, e agora um médico pediátrico e voluntário no orfanato que o abrigou nos seus dias difíceis. Em um mundo onde as sombras do egoísmo e da indiferença se estendem, a luz da empatia brilha como um farol de esperança. Empatia não é apenas sentir o que o outro sente, é a ponte que conecta corações e mentes, permitindo que as pessoas vejam além de si mesmas e estendam a mão para ajudar quem precisa. Cada ato de compreensão é uma semente plantada no solo fértil da humanidade, e cada gesto de bondade nutre essa semente, incentivando-a a crescer e florescer. A história é um testemunho de que, quando regadas com empatia, amor e compreensão, as sementes da mudança podem romper o concreto da apatia, a dor e a desilusão. A mudança no rumo da história começa com a escolha que cada indivíduo tem ao agir com compaixão e altruísmo, bem como a escolha que cada um faz diariamente diante das dificuldades e da dor. Não devemos guardar rancor, nem pensar que o mundo é culpado pelo nosso sofrimento, pois isso só aprisiona o coração, impedindo que ele se desenvolva para a vitória. A compreensão é como um eco que se propaga, um simples ato de bondade tem o poder de iniciar uma onda de mudanças positivas, transformando a narrativa de uma era. O Evangelho nos ensina que não devemos ser prisioneiros do ciclo da retaliação, mas sim libertadores da graça. Romanos capítulo 12:21, diz: "Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem". Este versículo ressoa como um chamado para quebrar as correntes do rancor e retribuir o mal com o bem, iluminando o caminho para um futuro em que a empatia é a chave para desbloquear o potencial ilimitado da história humana. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Mariana era uma menina curiosa e sensível. Caminhava com seu pai pelas ruas da pequena cidade, quando viu um menino, magro, mal trapinho, rodeando algumas latas de lixo. Seus olhos, fundos e tristes, encontraram os da menina por um breve instante, antes que ele se escondesse numa densa mata que margeava a estrada. Mariana, sem pensar, chamou a atenção do seu pai. Aquele homem justo e compassivo não hesitou, chamou as autoridades para a averiguar, e logo descobriu que o menino havia fugido de uma casa em guerra, onde era constantemente maltratado por seus cuidadores. Mariana aproximou-se do menino e perguntou, por que você não pediu ajuda? Assustado, o menino respondeu, A floresta é melhor que os humanos. Elas não machucam. O pai de Mariana ajoelhou em frente do garoto e disse, Algumas pessoas podem ser cruéis sim, e a natureza é boa. Mas você precisa de cuidados humanos para crescer e se tornar uma pessoa maravilhosa. E lembre-se, não é porque você veio de uma família infeliz que sua história precisa ser triste. Agarre essa nova oportunidade que a vida te dá, e viva grandemente. Anos depois, Mariana soube que o menino havia sido adotado, cresceu o restante da sua vida com amor, e agora um médico pediátrico e voluntário no orfanato que o abrigou nos seus dias difíceis. Em um mundo onde as sombras do egoísmo e da indiferença se estendem, a luz da empatia brilha como um farol de esperança. Empatia não é apenas sentir o que o outro sente, é a ponte que conecta corações e mentes, permitindo que as pessoas vejam além de si mesmas e estendam a mão para ajudar quem precisa. Cada ato de compreensão é uma semente plantada no solo fértil da humanidade, e cada gesto de bondade nutre essa semente, incentivando-a a crescer e florescer. A história é um testemunho de que, quando regadas com empatia, amor e compreensão, as sementes da mudança podem romper o concreto da apatia, a dor e a desilusão. A mudança no rumo da história começa com a escolha que cada indivíduo tem ao agir com compaixão e altruísmo, bem como a escolha que cada um faz diariamente diante das dificuldades e da dor. Não devemos guardar rancor, nem pensar que o mundo é culpado pelo nosso sofrimento, pois isso só aprisiona o coração, impedindo que ele se desenvolva para a vitória. A compreensão é como um eco que se propaga, um simples ato de bondade tem o poder de iniciar uma onda de mudanças positivas, transformando a narrativa de uma era. O Evangelho nos ensina que não devemos ser prisioneiros do ciclo da retaliação, mas sim libertadores da graça. Romanos capítulo 12:21, diz: "Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem". Este versículo ressoa como um chamado para quebrar as correntes do rancor e retribuir o mal com o bem, iluminando o caminho para um futuro em que a empatia é a chave para desbloquear o potencial ilimitado da história humana. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ VIVA GRANDEMENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado. Por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local. O primeiro filho foi lá no inverno. O segundo na primavera. O terceiro no verão. E o quarto e mais jovem no outono. Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto. O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta, toda retorcida. O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas. O terceiro discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinha um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que era uma coisa mais graciosa que ele já tinha visto. O último filho discordou de todos eles. Ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas. Então o homem explicou aos seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore. Ele falou que não se pode julgar uma árvore ou uma pessoa por apenas uma estação. E que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vem daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas. Se você desistir quando for inverno, perderá a promessa da primavera, a beleza do verão e a expectativa do outono. Essa história ilustra a importância da consideração de que cada fase da vida tem seu valor. Ao olhar apenas para uma estação da vida de alguém ou de alguma coisa, estamos vendendo apenas uma parte da totalidade. A verdadeira compreensão vem com o tempo, ao testemunhar e apreciar o ciclo completo. A primavera traz promessas, o verão traz beleza, o outono traz frutos e o inverno traz uma pausa necessária para a renovação. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado. Por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local. O primeiro filho foi lá no inverno. O segundo na primavera. O terceiro no verão. E o quarto e mais jovem no outono. Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto. O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta, toda retorcida. O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas. O terceiro discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinha um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que era uma coisa mais graciosa que ele já tinha visto. O último filho discordou de todos eles. Ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas. Então o homem explicou aos seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore. Ele falou que não se pode julgar uma árvore ou uma pessoa por apenas uma estação. E que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vem daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas. Se você desistir quando for inverno, perderá a promessa da primavera, a beleza do verão e a expectativa do outono. Essa história ilustra a importância da consideração de que cada fase da vida tem seu valor. Ao olhar apenas para uma estação da vida de alguém ou de alguma coisa, estamos vendendo apenas uma parte da totalidade. A verdadeira compreensão vem com o tempo, ao testemunhar e apreciar o ciclo completo. A primavera traz promessas, o verão traz beleza, o outono traz frutos e o inverno traz uma pausa necessária para a renovação. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado. Por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local. O primeiro filho foi lá no inverno. O segundo na primavera. O terceiro no verão. E o quarto e mais jovem no outono. Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto. O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta, toda retorcida. O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas. O terceiro discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinha um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que era uma coisa mais graciosa que ele já tinha visto. O último filho discordou de todos eles. Ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas. Então o homem explicou aos seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore. Ele falou que não se pode julgar uma árvore ou uma pessoa por apenas uma estação. E que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vem daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas. Se você desistir quando for inverno, perderá a promessa da primavera, a beleza do verão e a expectativa do outono. Essa história ilustra a importância da consideração de que cada fase da vida tem seu valor. Ao olhar apenas para uma estação da vida de alguém ou de alguma coisa, estamos vendendo apenas uma parte da totalidade. A verdadeira compreensão vem com o tempo, ao testemunhar e apreciar o ciclo completo. A primavera traz promessas, o verão traz beleza, o outono traz frutos e o inverno traz uma pausa necessária para a renovação. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado. Por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local. O primeiro filho foi lá no inverno. O segundo na primavera. O terceiro no verão. E o quarto e mais jovem no outono. Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto. O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta, toda retorcida. O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas. O terceiro discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinha um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que era uma coisa mais graciosa que ele já tinha visto. O último filho discordou de todos eles. Ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas. Então o homem explicou aos seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore. Ele falou que não se pode julgar uma árvore ou uma pessoa por apenas uma estação. E que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vem daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas. Se você desistir quando for inverno, perderá a promessa da primavera, a beleza do verão e a expectativa do outono. Essa história ilustra a importância da consideração de que cada fase da vida tem seu valor. Ao olhar apenas para uma estação da vida de alguém ou de alguma coisa, estamos vendendo apenas uma parte da totalidade. A verdadeira compreensão vem com o tempo, ao testemunhar e apreciar o ciclo completo. A primavera traz promessas, o verão traz beleza, o outono traz frutos e o inverno traz uma pausa necessária para a renovação. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS QUATRO ESTAÇÕES DA VIDA: A IMPORTÂNCIA DE NÃO JULGAR PELA APARÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ATITUDE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[30 anos se haviam passado.

A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava.

Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias.

Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.

Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega.

Voltaram-se para ela e perguntaram:

— E você? Quais os grandes lances da sua vida?

Ela sorriu e disse:

— Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.

Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.

Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.

Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim.

Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos.

Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.

No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.

Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:

— Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.

Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais.

Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma.
Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[30 anos se haviam passado.

A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava.

Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias.

Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.

Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega.

Voltaram-se para ela e perguntaram:

— E você? Quais os grandes lances da sua vida?

Ela sorriu e disse:

— Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.

Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.

Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.

Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim.

Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos.

Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.

No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.

Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:

— Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.

Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais.

Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma.
Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[30 anos se haviam passado.

A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava.

Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias.

Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.

Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega.

Voltaram-se para ela e perguntaram:

— E você? Quais os grandes lances da sua vida?

Ela sorriu e disse:

— Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.

Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.

Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.

Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim.

Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos.

Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.

No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.

Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:

— Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.

Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais.

Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma.
Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[30 anos se haviam passado.

A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava.

Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias.

Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.

Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega.

Voltaram-se para ela e perguntaram:

— E você? Quais os grandes lances da sua vida?

Ela sorriu e disse:

— Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.

Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.

Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.

Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim.

Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos.

Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.

No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.

Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:

— Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.

Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais.

Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma.
Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MAIOR ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A TEORIA PRATICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo é a solidão. A sensação de estarmos completamente sós pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos às companhias mais maçantes para termos ao menos a garantia de haver alguém por perto. Há dias em que nos sentimos não apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade. Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir, alguém com quem conversar, rir, talvez amar, menos nós. Todos parecem ter um destino, somente nós não encontramos nosso espaço no mundo. Temos a impressão. De que estamos sobrando, de que não somos importantes para ninguém. E é então que o espectro da solidão nos encurrala e apavora. O fato é que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, não estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, então, qualquer companhia que não a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar sós em nossa própria presença. No entanto, para que alguém deseje aproximar-se de nós, é preciso que, antes, nós mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. É preciso que reconheçamos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. É preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas, para não precisarmos tão desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja. Faz bem ao ser humano, mas o que há de tão desagradável em ficarmos eventualmente a sós? Será que não podemos passar um mísero dia sem ceder a essa necessidade neurótica de ter sempre alguém ao lado? Se somos tão desagradáveis a ponto de não conseguirmos tolerar nossa própria companhia, como então esperarmos que os outros desejem ficar perto de nós? Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que então mostremos uma disposição enérgica e alegre? Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo não servirá senão para afastar as pessoas ainda mais. O mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem, exceto mendigar a tensão, são condenados à indiferença, sem nenhuma compaixão. Na verdade, não precisamos pedir ou mendigar nada a ninguém. Tão pouco termina. O fundamental é nos convencermos de nosso valor e importância. É descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes. Conquistar a atenção dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia não é mais do que mera consequência dessa descoberta. Pense nisso, mas pense agora. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo é a solidão. A sensação de estarmos completamente sós pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos às companhias mais maçantes para termos ao menos a garantia de haver alguém por perto. Há dias em que nos sentimos não apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade. Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir, alguém com quem conversar, rir, talvez amar, menos nós. Todos parecem ter um destino, somente nós não encontramos nosso espaço no mundo. Temos a impressão. De que estamos sobrando, de que não somos importantes para ninguém. E é então que o espectro da solidão nos encurrala e apavora. O fato é que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, não estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, então, qualquer companhia que não a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar sós em nossa própria presença. No entanto, para que alguém deseje aproximar-se de nós, é preciso que, antes, nós mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. É preciso que reconheçamos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. É preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas, para não precisarmos tão desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja. Faz bem ao ser humano, mas o que há de tão desagradável em ficarmos eventualmente a sós? Será que não podemos passar um mísero dia sem ceder a essa necessidade neurótica de ter sempre alguém ao lado? Se somos tão desagradáveis a ponto de não conseguirmos tolerar nossa própria companhia, como então esperarmos que os outros desejem ficar perto de nós? Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que então mostremos uma disposição enérgica e alegre? Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo não servirá senão para afastar as pessoas ainda mais. O mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem, exceto mendigar a tensão, são condenados à indiferença, sem nenhuma compaixão. Na verdade, não precisamos pedir ou mendigar nada a ninguém. Tão pouco termina. O fundamental é nos convencermos de nosso valor e importância. É descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes. Conquistar a atenção dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia não é mais do que mera consequência dessa descoberta. Pense nisso, mas pense agora. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo é a solidão. A sensação de estarmos completamente sós pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos às companhias mais maçantes para termos ao menos a garantia de haver alguém por perto. Há dias em que nos sentimos não apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade. Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir, alguém com quem conversar, rir, talvez amar, menos nós. Todos parecem ter um destino, somente nós não encontramos nosso espaço no mundo. Temos a impressão. De que estamos sobrando, de que não somos importantes para ninguém. E é então que o espectro da solidão nos encurrala e apavora. O fato é que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, não estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, então, qualquer companhia que não a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar sós em nossa própria presença. No entanto, para que alguém deseje aproximar-se de nós, é preciso que, antes, nós mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. É preciso que reconheçamos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. É preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas, para não precisarmos tão desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja. Faz bem ao ser humano, mas o que há de tão desagradável em ficarmos eventualmente a sós? Será que não podemos passar um mísero dia sem ceder a essa necessidade neurótica de ter sempre alguém ao lado? Se somos tão desagradáveis a ponto de não conseguirmos tolerar nossa própria companhia, como então esperarmos que os outros desejem ficar perto de nós? Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que então mostremos uma disposição enérgica e alegre? Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo não servirá senão para afastar as pessoas ainda mais. O mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem, exceto mendigar a tensão, são condenados à indiferença, sem nenhuma compaixão. Na verdade, não precisamos pedir ou mendigar nada a ninguém. Tão pouco termina. O fundamental é nos convencermos de nosso valor e importância. É descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes. Conquistar a atenção dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia não é mais do que mera consequência dessa descoberta. Pense nisso, mas pense agora. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo é a solidão. A sensação de estarmos completamente sós pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos às companhias mais maçantes para termos ao menos a garantia de haver alguém por perto. Há dias em que nos sentimos não apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade. Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir, alguém com quem conversar, rir, talvez amar, menos nós. Todos parecem ter um destino, somente nós não encontramos nosso espaço no mundo. Temos a impressão. De que estamos sobrando, de que não somos importantes para ninguém. E é então que o espectro da solidão nos encurrala e apavora. O fato é que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, não estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, então, qualquer companhia que não a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar sós em nossa própria presença. No entanto, para que alguém deseje aproximar-se de nós, é preciso que, antes, nós mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. É preciso que reconheçamos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. É preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas, para não precisarmos tão desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja. Faz bem ao ser humano, mas o que há de tão desagradável em ficarmos eventualmente a sós? Será que não podemos passar um mísero dia sem ceder a essa necessidade neurótica de ter sempre alguém ao lado? Se somos tão desagradáveis a ponto de não conseguirmos tolerar nossa própria companhia, como então esperarmos que os outros desejem ficar perto de nós? Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que então mostremos uma disposição enérgica e alegre? Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo não servirá senão para afastar as pessoas ainda mais. O mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem, exceto mendigar a tensão, são condenados à indiferença, sem nenhuma compaixão. Na verdade, não precisamos pedir ou mendigar nada a ninguém. Tão pouco termina. O fundamental é nos convencermos de nosso valor e importância. É descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes. Conquistar a atenção dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia não é mais do que mera consequência dessa descoberta. Pense nisso, mas pense agora. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?  Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias.  Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo.  Em vez de admoestá-los, ficam a escutá-los.  Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei.  Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.  No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase.  Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força, tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.  O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força, coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.  A segunda frase dizia, o rei é o mais forte.  A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido, envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.  Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada.  É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele.  A terceira frase afirmava, acima de tudo, a verdade prevalecerá.  O jovem que a escreveu falou, a verdade é mais forte que todas as coisas.  O rei pode ser perverso, o vinho é perverso.  Os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna.  É sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida.  Não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas.  E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.  O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.  Que ele deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.  E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.  Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia.  O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel.  Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo.  Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?  Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias.  Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo.  Em vez de admoestá-los, ficam a escutá-los.  Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei.  Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.  No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase.  Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força, tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.  O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força, coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.  A segunda frase dizia, o rei é o mais forte.  A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido, envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.  Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada.  É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele.  A terceira frase afirmava, acima de tudo, a verdade prevalecerá.  O jovem que a escreveu falou, a verdade é mais forte que todas as coisas.  O rei pode ser perverso, o vinho é perverso.  Os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna.  É sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida.  Não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas.  E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.  O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.  Que ele deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.  E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.  Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia.  O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel.  Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo.  Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?  Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias.  Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo.  Em vez de admoestá-los, ficam a escutá-los.  Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei.  Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.  No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase.  Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força, tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.  O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força, coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.  A segunda frase dizia, o rei é o mais forte.  A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido, envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.  Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada.  É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele.  A terceira frase afirmava, acima de tudo, a verdade prevalecerá.  O jovem que a escreveu falou, a verdade é mais forte que todas as coisas.  O rei pode ser perverso, o vinho é perverso.  Os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna.  É sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida.  Não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas.  E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.  O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.  Que ele deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.  E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.  Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia.  O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel.  Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo.  Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?  Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias.  Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo.  Em vez de admoestá-los, ficam a escutá-los.  Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei.  Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.  No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase.  Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força, tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.  O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força, coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.  A segunda frase dizia, o rei é o mais forte.  A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido, envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.  Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada.  É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele.  A terceira frase afirmava, acima de tudo, a verdade prevalecerá.  O jovem que a escreveu falou, a verdade é mais forte que todas as coisas.  O rei pode ser perverso, o vinho é perverso.  Os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna.  É sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida.  Não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas.  E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.  O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.  Que ele deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.  E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.  Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia.  O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel.  Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo.  Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Conta-se que durante a era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, em defesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inferno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte, e feridos e magoados afastaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, com preenção. De tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era glacial. Essa história dos porcos espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum, já outras espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos espinhos, já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longe uns dos outros, passíveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam que, mesmo incomodando, ainda assim se fazia necessário estar perto. Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim, vão nos gerar incômodo, porém também serão necessários para sobrevivermos, avançarmos e aprendermos e evoluirmos. Existe um lado positivo, às vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto, e esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos, ou esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona, que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para enxergarmos no próximo, nas situações e na vida, mais calor e menos espinhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Conta-se que durante a era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, em defesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inferno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte, e feridos e magoados afastaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, com preenção. De tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era glacial. Essa história dos porcos espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum, já outras espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos espinhos, já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longe uns dos outros, passíveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam que, mesmo incomodando, ainda assim se fazia necessário estar perto. Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim, vão nos gerar incômodo, porém também serão necessários para sobrevivermos, avançarmos e aprendermos e evoluirmos. Existe um lado positivo, às vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto, e esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos, ou esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona, que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para enxergarmos no próximo, nas situações e na vida, mais calor e menos espinhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Conta-se que durante a era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, em defesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inferno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte, e feridos e magoados afastaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, com preenção. De tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era glacial. Essa história dos porcos espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum, já outras espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos espinhos, já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longe uns dos outros, passíveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam que, mesmo incomodando, ainda assim se fazia necessário estar perto. Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim, vão nos gerar incômodo, porém também serão necessários para sobrevivermos, avançarmos e aprendermos e evoluirmos. Existe um lado positivo, às vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto, e esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos, ou esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona, que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para enxergarmos no próximo, nas situações e na vida, mais calor e menos espinhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Conta-se que durante a era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, em defesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inferno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte, e feridos e magoados afastaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, com preenção. De tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era glacial. Essa história dos porcos espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum, já outras espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos espinhos, já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longe uns dos outros, passíveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam que, mesmo incomodando, ainda assim se fazia necessário estar perto. Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim, vão nos gerar incômodo, porém também serão necessários para sobrevivermos, avançarmos e aprendermos e evoluirmos. Existe um lado positivo, às vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto, e esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos, ou esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona, que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para enxergarmos no próximo, nas situações e na vida, mais calor e menos espinhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPINHOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza, e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza, e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza, e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza, e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Onde vive nosso eu verdadeiro? Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas. Onde vive teu eu verdadeiro? Bem diferente das aparências que os homens chamam com o teu nome.

Se essa casa for escura ou vazia, não poderás iluminá-la com as lâmpadas de teu vizinho, nem enchê-la com os seus bens. E, se estiver no deserto, não a poderás transferir para um jardim plantado por outros. E, se estiver no pico de uma montanha, não poderás baixá-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros pés.

Nossas vidas interiores, meu irmão, são rodeadas pelo isolamento e pela solidão. Sem eles, tu não serias tu, e eu não seria eu. Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz e, quando olhasses no espelho, não saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.

As palavras de Calil Gibran calam fundo na alma. Não somos a imagem que vemos no espelho. Não somos as aparências. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Espírito.

E cada um deve iluminar a sua casa com suas próprias conquistas. As lâmpadas dos vizinhos nos seduzem, até nos inspiram, mas nossa iluminação precisa vir de dentro.

Não adianta casar com alguém bom para viver a bondade. Não adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. Não adianta estarmos próximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.

Os bens do outro são do outro. Podemos até usufruir deles pela bondade divina, mas apenas como forma de motivação, para que tenhamos forças e exemplo para lograr os nossos próprios, ao nosso tempo.

Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caberá a nós, apenas a nós, transformar a aridez em jardim florido. E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos próprios pés.

Somos individualidades. Não há um ser igual ao outro neste universo. E, dentro de cada individualidade, há uma espécie de solidão. Um lugar onde todos estamos sós.

Solidão que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude. Uma unidade saudável da criatura com o Criador. Seja lá como você define ou imagina esse Criador.

É reservado um plano especial no Universo para cada um de nós. Não há insignificância alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar. Acreditar-se pequeno ou insignificante é, ainda, típico de quem não se encontrou em profundidade, de quem não conhece sua própria casa no Universo.

Somos grandes. Somos capazes. Somos parte de um todo perfeito. Por isso, somos fadados à perfeição individual.

Quando a sombra de um desânimo qualquer desejar bater à porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes. Não permitamos que as distrações ou as vicissitudes da vida enfraqueçam nossas forças. Elas são parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola.

Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam com teu nome.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Onde vive nosso eu verdadeiro? Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas. Onde vive teu eu verdadeiro? Bem diferente das aparências que os homens chamam com o teu nome.

Se essa casa for escura ou vazia, não poderás iluminá-la com as lâmpadas de teu vizinho, nem enchê-la com os seus bens. E, se estiver no deserto, não a poderás transferir para um jardim plantado por outros. E, se estiver no pico de uma montanha, não poderás baixá-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros pés.

Nossas vidas interiores, meu irmão, são rodeadas pelo isolamento e pela solidão. Sem eles, tu não serias tu, e eu não seria eu. Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz e, quando olhasses no espelho, não saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.

As palavras de Calil Gibran calam fundo na alma. Não somos a imagem que vemos no espelho. Não somos as aparências. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Espírito.

E cada um deve iluminar a sua casa com suas próprias conquistas. As lâmpadas dos vizinhos nos seduzem, até nos inspiram, mas nossa iluminação precisa vir de dentro.

Não adianta casar com alguém bom para viver a bondade. Não adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. Não adianta estarmos próximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.

Os bens do outro são do outro. Podemos até usufruir deles pela bondade divina, mas apenas como forma de motivação, para que tenhamos forças e exemplo para lograr os nossos próprios, ao nosso tempo.

Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caberá a nós, apenas a nós, transformar a aridez em jardim florido. E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos próprios pés.

Somos individualidades. Não há um ser igual ao outro neste universo. E, dentro de cada individualidade, há uma espécie de solidão. Um lugar onde todos estamos sós.

Solidão que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude. Uma unidade saudável da criatura com o Criador. Seja lá como você define ou imagina esse Criador.

É reservado um plano especial no Universo para cada um de nós. Não há insignificância alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar. Acreditar-se pequeno ou insignificante é, ainda, típico de quem não se encontrou em profundidade, de quem não conhece sua própria casa no Universo.

Somos grandes. Somos capazes. Somos parte de um todo perfeito. Por isso, somos fadados à perfeição individual.

Quando a sombra de um desânimo qualquer desejar bater à porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes. Não permitamos que as distrações ou as vicissitudes da vida enfraqueçam nossas forças. Elas são parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola.

Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam com teu nome.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Onde vive nosso eu verdadeiro? Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas. Onde vive teu eu verdadeiro? Bem diferente das aparências que os homens chamam com o teu nome.

Se essa casa for escura ou vazia, não poderás iluminá-la com as lâmpadas de teu vizinho, nem enchê-la com os seus bens. E, se estiver no deserto, não a poderás transferir para um jardim plantado por outros. E, se estiver no pico de uma montanha, não poderás baixá-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros pés.

Nossas vidas interiores, meu irmão, são rodeadas pelo isolamento e pela solidão. Sem eles, tu não serias tu, e eu não seria eu. Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz e, quando olhasses no espelho, não saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.

As palavras de Calil Gibran calam fundo na alma. Não somos a imagem que vemos no espelho. Não somos as aparências. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Espírito.

E cada um deve iluminar a sua casa com suas próprias conquistas. As lâmpadas dos vizinhos nos seduzem, até nos inspiram, mas nossa iluminação precisa vir de dentro.

Não adianta casar com alguém bom para viver a bondade. Não adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. Não adianta estarmos próximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.

Os bens do outro são do outro. Podemos até usufruir deles pela bondade divina, mas apenas como forma de motivação, para que tenhamos forças e exemplo para lograr os nossos próprios, ao nosso tempo.

Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caberá a nós, apenas a nós, transformar a aridez em jardim florido. E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos próprios pés.

Somos individualidades. Não há um ser igual ao outro neste universo. E, dentro de cada individualidade, há uma espécie de solidão. Um lugar onde todos estamos sós.

Solidão que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude. Uma unidade saudável da criatura com o Criador. Seja lá como você define ou imagina esse Criador.

É reservado um plano especial no Universo para cada um de nós. Não há insignificância alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar. Acreditar-se pequeno ou insignificante é, ainda, típico de quem não se encontrou em profundidade, de quem não conhece sua própria casa no Universo.

Somos grandes. Somos capazes. Somos parte de um todo perfeito. Por isso, somos fadados à perfeição individual.

Quando a sombra de um desânimo qualquer desejar bater à porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes. Não permitamos que as distrações ou as vicissitudes da vida enfraqueçam nossas forças. Elas são parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola.

Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam com teu nome.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Onde vive nosso eu verdadeiro? Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas. Onde vive teu eu verdadeiro? Bem diferente das aparências que os homens chamam com o teu nome.

Se essa casa for escura ou vazia, não poderás iluminá-la com as lâmpadas de teu vizinho, nem enchê-la com os seus bens. E, se estiver no deserto, não a poderás transferir para um jardim plantado por outros. E, se estiver no pico de uma montanha, não poderás baixá-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros pés.

Nossas vidas interiores, meu irmão, são rodeadas pelo isolamento e pela solidão. Sem eles, tu não serias tu, e eu não seria eu. Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz e, quando olhasses no espelho, não saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.

As palavras de Calil Gibran calam fundo na alma. Não somos a imagem que vemos no espelho. Não somos as aparências. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Espírito.

E cada um deve iluminar a sua casa com suas próprias conquistas. As lâmpadas dos vizinhos nos seduzem, até nos inspiram, mas nossa iluminação precisa vir de dentro.

Não adianta casar com alguém bom para viver a bondade. Não adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. Não adianta estarmos próximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.

Os bens do outro são do outro. Podemos até usufruir deles pela bondade divina, mas apenas como forma de motivação, para que tenhamos forças e exemplo para lograr os nossos próprios, ao nosso tempo.

Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caberá a nós, apenas a nós, transformar a aridez em jardim florido. E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos próprios pés.

Somos individualidades. Não há um ser igual ao outro neste universo. E, dentro de cada individualidade, há uma espécie de solidão. Um lugar onde todos estamos sós.

Solidão que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude. Uma unidade saudável da criatura com o Criador. Seja lá como você define ou imagina esse Criador.

É reservado um plano especial no Universo para cada um de nós. Não há insignificância alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar. Acreditar-se pequeno ou insignificante é, ainda, típico de quem não se encontrou em profundidade, de quem não conhece sua própria casa no Universo.

Somos grandes. Somos capazes. Somos parte de um todo perfeito. Por isso, somos fadados à perfeição individual.

Quando a sombra de um desânimo qualquer desejar bater à porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes. Não permitamos que as distrações ou as vicissitudes da vida enfraqueçam nossas forças. Elas são parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola.

Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam com teu nome.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE VIVE O NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PORQUE OS CÃES VIVEM MENOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada. Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução. Trabalham demais. Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas. Existem outros que se reversem de ternura, atenção, cuidados. Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos. São referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas notícias. As tolices do dia a dia. E colaboram nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado. Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da força aérea indiana. Criança, em viagem aérea, teve a oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu. A aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião, desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do mandante que lhe disse, para sentar aqui você precisa se tornar piloto. Ela foi. Perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em ciências em física, ingressou na força aérea indiana. Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar. E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha. O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava. Foi a única mulher piloto a participar da batalha de kargil entre maio e julho. De 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana. Suas principais funções durante essa guerra eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância. Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de 13 a 18 mil pés e fogo inimigo. Uma única mulher, entre os dez pilotos, participou do resgate de 900 soldados feridos ou mortos. Quantos de nós, como a Indiana Gunjan, tivemos um pai atento, responsável e incentivador? Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mas ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas. Para todos os que somos pais no agora. Uma lição, tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos e os auxiliamos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória. Lembremos, um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada. Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução. Trabalham demais. Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas. Existem outros que se reversem de ternura, atenção, cuidados. Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos. São referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas notícias. As tolices do dia a dia. E colaboram nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado. Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da força aérea indiana. Criança, em viagem aérea, teve a oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu. A aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião, desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do mandante que lhe disse, para sentar aqui você precisa se tornar piloto. Ela foi. Perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em ciências em física, ingressou na força aérea indiana. Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar. E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha. O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava. Foi a única mulher piloto a participar da batalha de kargil entre maio e julho. De 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana. Suas principais funções durante essa guerra eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância. Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de 13 a 18 mil pés e fogo inimigo. Uma única mulher, entre os dez pilotos, participou do resgate de 900 soldados feridos ou mortos. Quantos de nós, como a Indiana Gunjan, tivemos um pai atento, responsável e incentivador? Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mas ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas. Para todos os que somos pais no agora. Uma lição, tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos e os auxiliamos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória. Lembremos, um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada. Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução. Trabalham demais. Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas. Existem outros que se reversem de ternura, atenção, cuidados. Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos. São referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas notícias. As tolices do dia a dia. E colaboram nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado. Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da força aérea indiana. Criança, em viagem aérea, teve a oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu. A aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião, desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do mandante que lhe disse, para sentar aqui você precisa se tornar piloto. Ela foi. Perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em ciências em física, ingressou na força aérea indiana. Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar. E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha. O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava. Foi a única mulher piloto a participar da batalha de kargil entre maio e julho. De 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana. Suas principais funções durante essa guerra eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância. Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de 13 a 18 mil pés e fogo inimigo. Uma única mulher, entre os dez pilotos, participou do resgate de 900 soldados feridos ou mortos. Quantos de nós, como a Indiana Gunjan, tivemos um pai atento, responsável e incentivador? Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mas ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas. Para todos os que somos pais no agora. Uma lição, tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos e os auxiliamos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória. Lembremos, um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada. Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução. Trabalham demais. Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas. Existem outros que se reversem de ternura, atenção, cuidados. Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos. São referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas notícias. As tolices do dia a dia. E colaboram nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado. Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da força aérea indiana. Criança, em viagem aérea, teve a oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu. A aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião, desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do mandante que lhe disse, para sentar aqui você precisa se tornar piloto. Ela foi. Perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em ciências em física, ingressou na força aérea indiana. Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar. E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha. O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava. Foi a única mulher piloto a participar da batalha de kargil entre maio e julho. De 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana. Suas principais funções durante essa guerra eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância. Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de 13 a 18 mil pés e fogo inimigo. Uma única mulher, entre os dez pilotos, participou do resgate de 900 soldados feridos ou mortos. Quantos de nós, como a Indiana Gunjan, tivemos um pai atento, responsável e incentivador? Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mas ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas. Para todos os que somos pais no agora. Uma lição, tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos e os auxiliamos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória. Lembremos, um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM PAI EM NOSSAS VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso com a vida, para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final dessa mensagem, me achar um irresponsável, bem, eu não vou me preocupar com isso.

Convenhamos, são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir, tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje, eu pensei o seguinte: se está ventando muito, eu não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente. Aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto, se for preciso. Tchauzinho e um grande acendo, pois já não me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo.

Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes. Eu sou Tarja Preta, sim, confesso que sou, mas vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas estou aprendendo a chover menos em copos d'água.

Eu, que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. Isso é um desperdício de hormônios.

Acelera quando sai algo errado. Acelera quando não te falo o que queria ouvir. Acelera quando alguém vai embora. Acelera quando não entendem o que você sente. Ah, pra que se esforçar tanto, afinal?

Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções. Mas o nome desse remédio é tempo.

Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo. Sinta o tempo e recupere o seu tempo.

O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida e se esconder atrás de tantas chaves, pois tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas poucos segundos depois já não lembrava mais o que estava aguardando.

Já corri tanto da solidão que, quando percebi, estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras, abri as janelas e sorri com o vento.

Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa. O dia bom passa. E o ruim também. A chuva é fase. Por que eu não seria?

O incerto também tem seu encanto. É verdade. Juro que é. Pare. E pense nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso com a vida, para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final dessa mensagem, me achar um irresponsável, bem, eu não vou me preocupar com isso.

Convenhamos, são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir, tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje, eu pensei o seguinte: se está ventando muito, eu não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente. Aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto, se for preciso. Tchauzinho e um grande acendo, pois já não me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo.

Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes. Eu sou Tarja Preta, sim, confesso que sou, mas vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas estou aprendendo a chover menos em copos d'água.

Eu, que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. Isso é um desperdício de hormônios.

Acelera quando sai algo errado. Acelera quando não te falo o que queria ouvir. Acelera quando alguém vai embora. Acelera quando não entendem o que você sente. Ah, pra que se esforçar tanto, afinal?

Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções. Mas o nome desse remédio é tempo.

Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo. Sinta o tempo e recupere o seu tempo.

O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida e se esconder atrás de tantas chaves, pois tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas poucos segundos depois já não lembrava mais o que estava aguardando.

Já corri tanto da solidão que, quando percebi, estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras, abri as janelas e sorri com o vento.

Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa. O dia bom passa. E o ruim também. A chuva é fase. Por que eu não seria?

O incerto também tem seu encanto. É verdade. Juro que é. Pare. E pense nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso com a vida, para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final dessa mensagem, me achar um irresponsável, bem, eu não vou me preocupar com isso.

Convenhamos, são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir, tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje, eu pensei o seguinte: se está ventando muito, eu não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente. Aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto, se for preciso. Tchauzinho e um grande acendo, pois já não me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo.

Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes. Eu sou Tarja Preta, sim, confesso que sou, mas vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas estou aprendendo a chover menos em copos d'água.

Eu, que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. Isso é um desperdício de hormônios.

Acelera quando sai algo errado. Acelera quando não te falo o que queria ouvir. Acelera quando alguém vai embora. Acelera quando não entendem o que você sente. Ah, pra que se esforçar tanto, afinal?

Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções. Mas o nome desse remédio é tempo.

Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo. Sinta o tempo e recupere o seu tempo.

O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida e se esconder atrás de tantas chaves, pois tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas poucos segundos depois já não lembrava mais o que estava aguardando.

Já corri tanto da solidão que, quando percebi, estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras, abri as janelas e sorri com o vento.

Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa. O dia bom passa. E o ruim também. A chuva é fase. Por que eu não seria?

O incerto também tem seu encanto. É verdade. Juro que é. Pare. E pense nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso com a vida, para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final dessa mensagem, me achar um irresponsável, bem, eu não vou me preocupar com isso.

Convenhamos, são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir, tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje, eu pensei o seguinte: se está ventando muito, eu não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente. Aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto, se for preciso. Tchauzinho e um grande acendo, pois já não me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo.

Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes. Eu sou Tarja Preta, sim, confesso que sou, mas vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas estou aprendendo a chover menos em copos d'água.

Eu, que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. Isso é um desperdício de hormônios.

Acelera quando sai algo errado. Acelera quando não te falo o que queria ouvir. Acelera quando alguém vai embora. Acelera quando não entendem o que você sente. Ah, pra que se esforçar tanto, afinal?

Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções. Mas o nome desse remédio é tempo.

Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo. Sinta o tempo e recupere o seu tempo.

O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida e se esconder atrás de tantas chaves, pois tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas poucos segundos depois já não lembrava mais o que estava aguardando.

Já corri tanto da solidão que, quando percebi, estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras, abri as janelas e sorri com o vento.

Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa. O dia bom passa. E o ruim também. A chuva é fase. Por que eu não seria?

O incerto também tem seu encanto. É verdade. Juro que é. Pare. E pense nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM O SEU ENCANTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Conversas Vazias

Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:

— Filho, você está ouvindo esse barulho?

— Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada — respondeu o garoto.

— Isso mesmo — disse o pai. — É uma carroça vazia.

— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.

— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é.

É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia.

Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.

Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas.

Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?

Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro.

Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio.

Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade.

Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios.

Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas.

Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.

A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.

Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Conversas Vazias

Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:

— Filho, você está ouvindo esse barulho?

— Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada — respondeu o garoto.

— Isso mesmo — disse o pai. — É uma carroça vazia.

— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.

— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é.

É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia.

Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.

Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas.

Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?

Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro.

Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio.

Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade.

Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios.

Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas.

Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.

A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.

Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Conversas Vazias

Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:

— Filho, você está ouvindo esse barulho?

— Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada — respondeu o garoto.

— Isso mesmo — disse o pai. — É uma carroça vazia.

— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.

— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é.

É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia.

Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.

Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas.

Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?

Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro.

Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio.

Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade.

Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios.

Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas.

Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.

A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.

Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Conversas Vazias

Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:

— Filho, você está ouvindo esse barulho?

— Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada — respondeu o garoto.

— Isso mesmo — disse o pai. — É uma carroça vazia.

— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.

— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é.

É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia.

Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.

Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas.

Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?

Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro.

Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio.

Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade.

Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios.

Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas.

Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.

A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.

Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONVERSAS VAZIAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Aluizio é um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. Depois de 21 anos de ter sido pai do seu filho mais novo, se vê diante da mesma experiência com o quinto filho aos 50 anos. Eis que surge uma nova oportunidade para colocar em prática a arte de ser pai. Agora, com a sua maturidade, ele pensa, bom, poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. E o mais importante, posso dar conselhos mais reais sobre moralidade, amor, felicidade e a natureza do mundo, sem fantasias. Assim, a Luísa foi até o seu computador pessoal e digitou os seis mandamentos para o seu novo filho. Primeiro, você nasceu perfeito, conforme a sua natureza. Mas um dia, tudo que é vivo morre. Muitos supõem que exista uma vida além dessa, mas ninguém sabe com certeza. A certeza é que você está aqui e deve viver a melhor vida possível, pelo tempo que estiver aqui. Segundo, quando você estiver triste ou ansioso, procure seus amigos, seus familiares, seus pais e procure também a força interior de sua consciência. Terceiro, felicidade é um conceito pessoal. Faça o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito. Amor é a maior força que você, meu filho, pode encontrar dentro de você mesmo. E paz você terá com um caráter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo bem. Quarto, use sua consciência, sua razão, seus próprios princípios morais moldados nas virtudes humanistas. Questionem as coisas, estude, duvide, não se submeta a alegações de verdades sem fundamentos. Expõe a seu conhecimento proativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano. Quinto, você é bom. Faça sempre o melhor para você mesmo e para os seus semelhantes. Você é capaz. Sexto, contribua para um mundo melhor. É o único mundo que conhecemos. É um lugar de oportunidades. A maldade, perigo e morte, mas também a bondade, justiça e beleza. Seja um cidadão do mundo e respeite a natureza e as pessoas. Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos durante a infância se transformarão em direcionamento seguro e formarão base sólida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Aluizio é um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. Depois de 21 anos de ter sido pai do seu filho mais novo, se vê diante da mesma experiência com o quinto filho aos 50 anos. Eis que surge uma nova oportunidade para colocar em prática a arte de ser pai. Agora, com a sua maturidade, ele pensa, bom, poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. E o mais importante, posso dar conselhos mais reais sobre moralidade, amor, felicidade e a natureza do mundo, sem fantasias. Assim, a Luísa foi até o seu computador pessoal e digitou os seis mandamentos para o seu novo filho. Primeiro, você nasceu perfeito, conforme a sua natureza. Mas um dia, tudo que é vivo morre. Muitos supõem que exista uma vida além dessa, mas ninguém sabe com certeza. A certeza é que você está aqui e deve viver a melhor vida possível, pelo tempo que estiver aqui. Segundo, quando você estiver triste ou ansioso, procure seus amigos, seus familiares, seus pais e procure também a força interior de sua consciência. Terceiro, felicidade é um conceito pessoal. Faça o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito. Amor é a maior força que você, meu filho, pode encontrar dentro de você mesmo. E paz você terá com um caráter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo bem. Quarto, use sua consciência, sua razão, seus próprios princípios morais moldados nas virtudes humanistas. Questionem as coisas, estude, duvide, não se submeta a alegações de verdades sem fundamentos. Expõe a seu conhecimento proativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano. Quinto, você é bom. Faça sempre o melhor para você mesmo e para os seus semelhantes. Você é capaz. Sexto, contribua para um mundo melhor. É o único mundo que conhecemos. É um lugar de oportunidades. A maldade, perigo e morte, mas também a bondade, justiça e beleza. Seja um cidadão do mundo e respeite a natureza e as pessoas. Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos durante a infância se transformarão em direcionamento seguro e formarão base sólida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Aluizio é um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. Depois de 21 anos de ter sido pai do seu filho mais novo, se vê diante da mesma experiência com o quinto filho aos 50 anos. Eis que surge uma nova oportunidade para colocar em prática a arte de ser pai. Agora, com a sua maturidade, ele pensa, bom, poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. E o mais importante, posso dar conselhos mais reais sobre moralidade, amor, felicidade e a natureza do mundo, sem fantasias. Assim, a Luísa foi até o seu computador pessoal e digitou os seis mandamentos para o seu novo filho. Primeiro, você nasceu perfeito, conforme a sua natureza. Mas um dia, tudo que é vivo morre. Muitos supõem que exista uma vida além dessa, mas ninguém sabe com certeza. A certeza é que você está aqui e deve viver a melhor vida possível, pelo tempo que estiver aqui. Segundo, quando você estiver triste ou ansioso, procure seus amigos, seus familiares, seus pais e procure também a força interior de sua consciência. Terceiro, felicidade é um conceito pessoal. Faça o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito. Amor é a maior força que você, meu filho, pode encontrar dentro de você mesmo. E paz você terá com um caráter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo bem. Quarto, use sua consciência, sua razão, seus próprios princípios morais moldados nas virtudes humanistas. Questionem as coisas, estude, duvide, não se submeta a alegações de verdades sem fundamentos. Expõe a seu conhecimento proativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano. Quinto, você é bom. Faça sempre o melhor para você mesmo e para os seus semelhantes. Você é capaz. Sexto, contribua para um mundo melhor. É o único mundo que conhecemos. É um lugar de oportunidades. A maldade, perigo e morte, mas também a bondade, justiça e beleza. Seja um cidadão do mundo e respeite a natureza e as pessoas. Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos durante a infância se transformarão em direcionamento seguro e formarão base sólida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Aluizio é um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. Depois de 21 anos de ter sido pai do seu filho mais novo, se vê diante da mesma experiência com o quinto filho aos 50 anos. Eis que surge uma nova oportunidade para colocar em prática a arte de ser pai. Agora, com a sua maturidade, ele pensa, bom, poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. E o mais importante, posso dar conselhos mais reais sobre moralidade, amor, felicidade e a natureza do mundo, sem fantasias. Assim, a Luísa foi até o seu computador pessoal e digitou os seis mandamentos para o seu novo filho. Primeiro, você nasceu perfeito, conforme a sua natureza. Mas um dia, tudo que é vivo morre. Muitos supõem que exista uma vida além dessa, mas ninguém sabe com certeza. A certeza é que você está aqui e deve viver a melhor vida possível, pelo tempo que estiver aqui. Segundo, quando você estiver triste ou ansioso, procure seus amigos, seus familiares, seus pais e procure também a força interior de sua consciência. Terceiro, felicidade é um conceito pessoal. Faça o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito. Amor é a maior força que você, meu filho, pode encontrar dentro de você mesmo. E paz você terá com um caráter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo bem. Quarto, use sua consciência, sua razão, seus próprios princípios morais moldados nas virtudes humanistas. Questionem as coisas, estude, duvide, não se submeta a alegações de verdades sem fundamentos. Expõe a seu conhecimento proativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano. Quinto, você é bom. Faça sempre o melhor para você mesmo e para os seus semelhantes. Você é capaz. Sexto, contribua para um mundo melhor. É o único mundo que conhecemos. É um lugar de oportunidades. A maldade, perigo e morte, mas também a bondade, justiça e beleza. Seja um cidadão do mundo e respeite a natureza e as pessoas. Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos durante a infância se transformarão em direcionamento seguro e formarão base sólida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer.

Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando Psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente.

Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera.

E Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar e passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecera muita gente, melhorara a sua conversação e aprendera, principalmente, a escutar.

A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou, então:

— Você não percebeu que todas essas profissões estavam preparando você para o sucesso na área da Psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da Psicologia.

Marcela não teve opção senão concordar e concluir:

— É verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante.

Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento.

Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos?

Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer.

Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando Psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente.

Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera.

E Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar e passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecera muita gente, melhorara a sua conversação e aprendera, principalmente, a escutar.

A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou, então:

— Você não percebeu que todas essas profissões estavam preparando você para o sucesso na área da Psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da Psicologia.

Marcela não teve opção senão concordar e concluir:

— É verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante.

Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento.

Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos?

Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.
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      <itunes:summary><![CDATA[Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer.

Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando Psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente.

Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera.

E Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar e passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecera muita gente, melhorara a sua conversação e aprendera, principalmente, a escutar.

A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou, então:

— Você não percebeu que todas essas profissões estavam preparando você para o sucesso na área da Psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da Psicologia.

Marcela não teve opção senão concordar e concluir:

— É verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante.

Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento.

Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos?

Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer.

Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando Psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente.

Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera.

E Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar e passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecera muita gente, melhorara a sua conversação e aprendera, principalmente, a escutar.

A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou, então:

— Você não percebeu que todas essas profissões estavam preparando você para o sucesso na área da Psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da Psicologia.

Marcela não teve opção senão concordar e concluir:

— É verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante.

Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento.

Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos?

Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.
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      <title><![CDATA[NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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