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    <description><![CDATA[Descubra a harmonia perfeita entre sons e sabores no Música e Vinho. Em cada episódio, histórias envolventes se encontram com vinhos selecionados, criando uma experiência sensorial que convida você a apreciar, com calma, tudo aquilo que agrada ao ouvido e ao paladar.]]></description>
    <itunes:summary><![CDATA[Descubra a harmonia perfeita entre sons e sabores no Música e Vinho. Em cada episódio, histórias envolventes se encontram com vinhos selecionados, criando uma experiência sensorial que convida você a apreciar, com calma, tudo aquilo que agrada ao ouvido e ao paladar.]]></itunes:summary>
    <title><![CDATA[Música e Vinho ]]></title>
    <copyright>2026 Centro América FM Primavera do Leste - Easy</copyright>
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      <description><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você. Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina. A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia. Seu nome deriva de Passeiro, palavra italiana para Pardal, o pássaro. O fato curioso é que o Pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos são geralmente pequenos, por isso batizaram a variedade com o nome Passerina. A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Pisa. Pisceno, de Marque. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no ponto auge de sua maturação. Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marque, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva passerina em sua composição. O vinho Tenuta Ulisse Passerina, Terra de Chieti IGP, traz o resgate da uva passerina. O vinho traz aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão siciliano. Em boca parece brincar com alta acidez e sensação de doçura, se tornando agradável a cada gole. Um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você. Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina. A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia. Seu nome deriva de Passeiro, palavra italiana para Pardal, o pássaro. O fato curioso é que o Pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos são geralmente pequenos, por isso batizaram a variedade com o nome Passerina. A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Pisa. Pisceno, de Marque. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no ponto auge de sua maturação. Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marque, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva passerina em sua composição. O vinho Tenuta Ulisse Passerina, Terra de Chieti IGP, traz o resgate da uva passerina. O vinho traz aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão siciliano. Em boca parece brincar com alta acidez e sensação de doçura, se tornando agradável a cada gole. Um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você. Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina. A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia. Seu nome deriva de Passeiro, palavra italiana para Pardal, o pássaro. O fato curioso é que o Pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos são geralmente pequenos, por isso batizaram a variedade com o nome Passerina. A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Pisa. Pisceno, de Marque. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no ponto auge de sua maturação. Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marque, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva passerina em sua composição. O vinho Tenuta Ulisse Passerina, Terra de Chieti IGP, traz o resgate da uva passerina. O vinho traz aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão siciliano. Em boca parece brincar com alta acidez e sensação de doçura, se tornando agradável a cada gole. Um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você. Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina. A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia. Seu nome deriva de Passeiro, palavra italiana para Pardal, o pássaro. O fato curioso é que o Pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos são geralmente pequenos, por isso batizaram a variedade com o nome Passerina. A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Pisa. Pisceno, de Marque. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no ponto auge de sua maturação. Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marque, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva passerina em sua composição. O vinho Tenuta Ulisse Passerina, Terra de Chieti IGP, traz o resgate da uva passerina. O vinho traz aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão siciliano. Em boca parece brincar com alta acidez e sensação de doçura, se tornando agradável a cada gole. Um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA PASSERINA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você. A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto. A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Tem bom rendimento e vigor, e prefere climas quentes com boa insolação, por isso encontrou no Alentejo um local para chamar de casa. Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando muitas vezes um toque especial a vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição. Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade. Realidade, e nem tanto na qualidade, o que não é hoje uma realidade no mercado de vinhos. Porém, nos dias de hoje, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa e traz equilíbrio quando a proposta do enólogo é trazer um vinho mais redondo, leve e fácil de beber. Um vinho que recomendo para o dia a dia que trazem sua composição a tinta Moreto, é o Alandra Tinto, da herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pela Castelão e pela Aragones, um vinho sensacional com preço e qualidade. Um brinde à variedade Moreto e, em especial a você ouvinte do Musique Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, @jonas.sommelier. Será um prazer.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você. A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto. A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Tem bom rendimento e vigor, e prefere climas quentes com boa insolação, por isso encontrou no Alentejo um local para chamar de casa. Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando muitas vezes um toque especial a vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição. Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade. Realidade, e nem tanto na qualidade, o que não é hoje uma realidade no mercado de vinhos. Porém, nos dias de hoje, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa e traz equilíbrio quando a proposta do enólogo é trazer um vinho mais redondo, leve e fácil de beber. Um vinho que recomendo para o dia a dia que trazem sua composição a tinta Moreto, é o Alandra Tinto, da herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pela Castelão e pela Aragones, um vinho sensacional com preço e qualidade. Um brinde à variedade Moreto e, em especial a você ouvinte do Musique Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, @jonas.sommelier. Será um prazer.
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      <itunes:summary><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você. A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto. A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Tem bom rendimento e vigor, e prefere climas quentes com boa insolação, por isso encontrou no Alentejo um local para chamar de casa. Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando muitas vezes um toque especial a vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição. Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade. Realidade, e nem tanto na qualidade, o que não é hoje uma realidade no mercado de vinhos. Porém, nos dias de hoje, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa e traz equilíbrio quando a proposta do enólogo é trazer um vinho mais redondo, leve e fácil de beber. Um vinho que recomendo para o dia a dia que trazem sua composição a tinta Moreto, é o Alandra Tinto, da herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pela Castelão e pela Aragones, um vinho sensacional com preço e qualidade. Um brinde à variedade Moreto e, em especial a você ouvinte do Musique Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, @jonas.sommelier. Será um prazer.
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      <content:encoded><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você. A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto. A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Tem bom rendimento e vigor, e prefere climas quentes com boa insolação, por isso encontrou no Alentejo um local para chamar de casa. Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando muitas vezes um toque especial a vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição. Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade. Realidade, e nem tanto na qualidade, o que não é hoje uma realidade no mercado de vinhos. Porém, nos dias de hoje, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa e traz equilíbrio quando a proposta do enólogo é trazer um vinho mais redondo, leve e fácil de beber. Um vinho que recomendo para o dia a dia que trazem sua composição a tinta Moreto, é o Alandra Tinto, da herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pela Castelão e pela Aragones, um vinho sensacional com preço e qualidade. Um brinde à variedade Moreto e, em especial a você ouvinte do Musique Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, @jonas.sommelier. Será um prazer.
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      <title><![CDATA[UVA MORETO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Pinotage é uma uva tinta surgida em 1925, do cruzamento da Pinot Noir e da Cinsault na África do Sul. A Cinsault é conhecida por "hermitage", daí a palavra "pinotage", combinação de PINOt + hermiTAGE. É muito utilizada na produção de vinho na África do Sul e é considerada uma varietal nobre. Conheça sobre a uva no episódio de hoje.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Pinotage é uma uva tinta surgida em 1925, do cruzamento da Pinot Noir e da Cinsault na África do Sul. A Cinsault é conhecida por "hermitage", daí a palavra "pinotage", combinação de PINOt + hermiTAGE. É muito utilizada na produção de vinho na África do Sul e é considerada uma varietal nobre. Conheça sobre a uva no episódio de hoje.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Pinotage é uma uva tinta surgida em 1925, do cruzamento da Pinot Noir e da Cinsault na África do Sul. A Cinsault é conhecida por "hermitage", daí a palavra "pinotage", combinação de PINOt + hermiTAGE. É muito utilizada na produção de vinho na África do Sul e é considerada uma varietal nobre. Conheça sobre a uva no episódio de hoje.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA PINOTAGE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! O Música e Vinho de hoje traz a você a diferença entre sommelier, enólogo e enófilo. O sommelier, também chamado de escanção em Portugal, é o profissional responsável pelo serviço de bebidas, principalmente em restaurantes, e que atua também em importadoras, escola de gastronomia, consultoria, entre outras atividades correlatas. Tem como responsabilidade elaborar carta de vinhos e outras bebidas, apoio no serviço das mesmas, estoques e treinamento de brigadas. Em alguns restaurantes pode atuar no comando da brigada do salão, sendo um link entre a cozinha e os comensais. Antigamente, os sommeliers eram responsáveis pelo transporte do vinho, da nobreza e. Também tinha como obrigação provar os vinhos para identificar se os mesmos estariam envenenados. O enólogo é o cientista dos vinhos, responsável pela escolha e implantação da forma de vinificar. Trata do vinho desde a formação dos brotos das uvas até o engarrafamento e armazenamento do mesmo, ou seja, todas as etapas de produção. O enófilo é todo apreciador de vinho, que procura ler e pesquisar sobre o tema, além de degustar com determinada frequência. Não precisa de cursos para ser um enófilo, e sim, ter interesse sem caráter profissional.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! O Música e Vinho de hoje traz a você a diferença entre sommelier, enólogo e enófilo. O sommelier, também chamado de escanção em Portugal, é o profissional responsável pelo serviço de bebidas, principalmente em restaurantes, e que atua também em importadoras, escola de gastronomia, consultoria, entre outras atividades correlatas. Tem como responsabilidade elaborar carta de vinhos e outras bebidas, apoio no serviço das mesmas, estoques e treinamento de brigadas. Em alguns restaurantes pode atuar no comando da brigada do salão, sendo um link entre a cozinha e os comensais. Antigamente, os sommeliers eram responsáveis pelo transporte do vinho, da nobreza e. Também tinha como obrigação provar os vinhos para identificar se os mesmos estariam envenenados. O enólogo é o cientista dos vinhos, responsável pela escolha e implantação da forma de vinificar. Trata do vinho desde a formação dos brotos das uvas até o engarrafamento e armazenamento do mesmo, ou seja, todas as etapas de produção. O enófilo é todo apreciador de vinho, que procura ler e pesquisar sobre o tema, além de degustar com determinada frequência. Não precisa de cursos para ser um enófilo, e sim, ter interesse sem caráter profissional.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! O Música e Vinho de hoje traz a você a diferença entre sommelier, enólogo e enófilo. O sommelier, também chamado de escanção em Portugal, é o profissional responsável pelo serviço de bebidas, principalmente em restaurantes, e que atua também em importadoras, escola de gastronomia, consultoria, entre outras atividades correlatas. Tem como responsabilidade elaborar carta de vinhos e outras bebidas, apoio no serviço das mesmas, estoques e treinamento de brigadas. Em alguns restaurantes pode atuar no comando da brigada do salão, sendo um link entre a cozinha e os comensais. Antigamente, os sommeliers eram responsáveis pelo transporte do vinho, da nobreza e. Também tinha como obrigação provar os vinhos para identificar se os mesmos estariam envenenados. O enólogo é o cientista dos vinhos, responsável pela escolha e implantação da forma de vinificar. Trata do vinho desde a formação dos brotos das uvas até o engarrafamento e armazenamento do mesmo, ou seja, todas as etapas de produção. O enófilo é todo apreciador de vinho, que procura ler e pesquisar sobre o tema, além de degustar com determinada frequência. Não precisa de cursos para ser um enófilo, e sim, ter interesse sem caráter profissional.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! O Música e Vinho de hoje traz a você a diferença entre sommelier, enólogo e enófilo. O sommelier, também chamado de escanção em Portugal, é o profissional responsável pelo serviço de bebidas, principalmente em restaurantes, e que atua também em importadoras, escola de gastronomia, consultoria, entre outras atividades correlatas. Tem como responsabilidade elaborar carta de vinhos e outras bebidas, apoio no serviço das mesmas, estoques e treinamento de brigadas. Em alguns restaurantes pode atuar no comando da brigada do salão, sendo um link entre a cozinha e os comensais. Antigamente, os sommeliers eram responsáveis pelo transporte do vinho, da nobreza e. Também tinha como obrigação provar os vinhos para identificar se os mesmos estariam envenenados. O enólogo é o cientista dos vinhos, responsável pela escolha e implantação da forma de vinificar. Trata do vinho desde a formação dos brotos das uvas até o engarrafamento e armazenamento do mesmo, ou seja, todas as etapas de produção. O enófilo é todo apreciador de vinho, que procura ler e pesquisar sobre o tema, além de degustar com determinada frequência. Não precisa de cursos para ser um enófilo, e sim, ter interesse sem caráter profissional.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIFERENÇA ENTRE SOMMELIER, ENÓLOGO E ENÓFILO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. Nossa taça de conhecimento da vez é sobre uma grande região produtora de vinhos, Mendoza. A região produz mais de 60% do vinho argentino. Possui características interessantes, como por exemplo, a diversidade de solos, climas e a altitude. Isso permite uma diversidade de propostas dentro do imenso mundo dos vinhos, pois sabemos a importância do terroir para o vinho. A ova Malbec é a mais cultivada, tendo mais de 85% da produção. Os solos mais importantes por lá são arenosos, argilosos e pedregosos. A maioria dos vinhedos estão localizados na encosta oriental da cordilheira dos Andes. Neste local. Local, o solo recebe uma carga de material vindo das montanhas e isso proporciona um terroir único. Mais de dois terços de toda a área de Mendoza é coberta de vinhedos, sendo considerada uma das grandes capitais do vinho mundial com mais de 1.200 vinícolas.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. Nossa taça de conhecimento da vez é sobre uma grande região produtora de vinhos, Mendoza. A região produz mais de 60% do vinho argentino. Possui características interessantes, como por exemplo, a diversidade de solos, climas e a altitude. Isso permite uma diversidade de propostas dentro do imenso mundo dos vinhos, pois sabemos a importância do terroir para o vinho. A ova Malbec é a mais cultivada, tendo mais de 85% da produção. Os solos mais importantes por lá são arenosos, argilosos e pedregosos. A maioria dos vinhedos estão localizados na encosta oriental da cordilheira dos Andes. Neste local. Local, o solo recebe uma carga de material vindo das montanhas e isso proporciona um terroir único. Mais de dois terços de toda a área de Mendoza é coberta de vinhedos, sendo considerada uma das grandes capitais do vinho mundial com mais de 1.200 vinícolas.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. Nossa taça de conhecimento da vez é sobre uma grande região produtora de vinhos, Mendoza. A região produz mais de 60% do vinho argentino. Possui características interessantes, como por exemplo, a diversidade de solos, climas e a altitude. Isso permite uma diversidade de propostas dentro do imenso mundo dos vinhos, pois sabemos a importância do terroir para o vinho. A ova Malbec é a mais cultivada, tendo mais de 85% da produção. Os solos mais importantes por lá são arenosos, argilosos e pedregosos. A maioria dos vinhedos estão localizados na encosta oriental da cordilheira dos Andes. Neste local. Local, o solo recebe uma carga de material vindo das montanhas e isso proporciona um terroir único. Mais de dois terços de toda a área de Mendoza é coberta de vinhedos, sendo considerada uma das grandes capitais do vinho mundial com mais de 1.200 vinícolas.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. Nossa taça de conhecimento da vez é sobre uma grande região produtora de vinhos, Mendoza. A região produz mais de 60% do vinho argentino. Possui características interessantes, como por exemplo, a diversidade de solos, climas e a altitude. Isso permite uma diversidade de propostas dentro do imenso mundo dos vinhos, pois sabemos a importância do terroir para o vinho. A ova Malbec é a mais cultivada, tendo mais de 85% da produção. Os solos mais importantes por lá são arenosos, argilosos e pedregosos. A maioria dos vinhedos estão localizados na encosta oriental da cordilheira dos Andes. Neste local. Local, o solo recebe uma carga de material vindo das montanhas e isso proporciona um terroir único. Mais de dois terços de toda a área de Mendoza é coberta de vinhedos, sendo considerada uma das grandes capitais do vinho mundial com mais de 1.200 vinícolas.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MENDOZA REGIÃO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho. Nossa taça de conhecimento da vez será sobre os vinhos de altitude. Vinho é proposta. Sempre digo isto aos meus clientes e alunos do vinho. Os vinhos de altitude são uma proposta que podemos dizer diferente, pois as uvas produzidas em solos de altitude relevantes sofrem com esta condição especial onde a quantidade de oxigênio é menor. As diferenças de temperatura entre dia e noite são relevantes, os níveis de concentração dos açúcares são maiores e a casca das uvas apresenta uma espessura muito maior em diversos casos. Todos estes fatores refletem no vinho, como nós sabemos. Durante o dia, em um terroir de altitude, as uvas recebem. Recebem luz e calor, e a maturação é saudável, e a noite fria é bem importante para o descanso e equilíbrio da acidez. Os tintos recebem mais taninos, maior volume alcoólico e acidez, e podem apresentar um residual de açúcar. Os brancos podem ter volume alcoólico e acidez, que é a sua principal característica. O famoso Guinness Book, o Livro dos Records, registra que o vinhedo de maior altitude no planeta fica no Tibete, a mais de 3.500 metros de altitude em relação ao nível do mar. Aqui, mais perto de nós, no Brasil, temos um vinhedo em Salta, norte da Argentina, com mais de 3.111 metros. Os vinhos de altitude são uma proposta que vale a pena experimentar, pois são intensos. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho. Nossa taça de conhecimento da vez será sobre os vinhos de altitude. Vinho é proposta. Sempre digo isto aos meus clientes e alunos do vinho. Os vinhos de altitude são uma proposta que podemos dizer diferente, pois as uvas produzidas em solos de altitude relevantes sofrem com esta condição especial onde a quantidade de oxigênio é menor. As diferenças de temperatura entre dia e noite são relevantes, os níveis de concentração dos açúcares são maiores e a casca das uvas apresenta uma espessura muito maior em diversos casos. Todos estes fatores refletem no vinho, como nós sabemos. Durante o dia, em um terroir de altitude, as uvas recebem. Recebem luz e calor, e a maturação é saudável, e a noite fria é bem importante para o descanso e equilíbrio da acidez. Os tintos recebem mais taninos, maior volume alcoólico e acidez, e podem apresentar um residual de açúcar. Os brancos podem ter volume alcoólico e acidez, que é a sua principal característica. O famoso Guinness Book, o Livro dos Records, registra que o vinhedo de maior altitude no planeta fica no Tibete, a mais de 3.500 metros de altitude em relação ao nível do mar. Aqui, mais perto de nós, no Brasil, temos um vinhedo em Salta, norte da Argentina, com mais de 3.111 metros. Os vinhos de altitude são uma proposta que vale a pena experimentar, pois são intensos. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho. Nossa taça de conhecimento da vez será sobre os vinhos de altitude. Vinho é proposta. Sempre digo isto aos meus clientes e alunos do vinho. Os vinhos de altitude são uma proposta que podemos dizer diferente, pois as uvas produzidas em solos de altitude relevantes sofrem com esta condição especial onde a quantidade de oxigênio é menor. As diferenças de temperatura entre dia e noite são relevantes, os níveis de concentração dos açúcares são maiores e a casca das uvas apresenta uma espessura muito maior em diversos casos. Todos estes fatores refletem no vinho, como nós sabemos. Durante o dia, em um terroir de altitude, as uvas recebem. Recebem luz e calor, e a maturação é saudável, e a noite fria é bem importante para o descanso e equilíbrio da acidez. Os tintos recebem mais taninos, maior volume alcoólico e acidez, e podem apresentar um residual de açúcar. Os brancos podem ter volume alcoólico e acidez, que é a sua principal característica. O famoso Guinness Book, o Livro dos Records, registra que o vinhedo de maior altitude no planeta fica no Tibete, a mais de 3.500 metros de altitude em relação ao nível do mar. Aqui, mais perto de nós, no Brasil, temos um vinhedo em Salta, norte da Argentina, com mais de 3.111 metros. Os vinhos de altitude são uma proposta que vale a pena experimentar, pois são intensos. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho. Nossa taça de conhecimento da vez será sobre os vinhos de altitude. Vinho é proposta. Sempre digo isto aos meus clientes e alunos do vinho. Os vinhos de altitude são uma proposta que podemos dizer diferente, pois as uvas produzidas em solos de altitude relevantes sofrem com esta condição especial onde a quantidade de oxigênio é menor. As diferenças de temperatura entre dia e noite são relevantes, os níveis de concentração dos açúcares são maiores e a casca das uvas apresenta uma espessura muito maior em diversos casos. Todos estes fatores refletem no vinho, como nós sabemos. Durante o dia, em um terroir de altitude, as uvas recebem. Recebem luz e calor, e a maturação é saudável, e a noite fria é bem importante para o descanso e equilíbrio da acidez. Os tintos recebem mais taninos, maior volume alcoólico e acidez, e podem apresentar um residual de açúcar. Os brancos podem ter volume alcoólico e acidez, que é a sua principal característica. O famoso Guinness Book, o Livro dos Records, registra que o vinhedo de maior altitude no planeta fica no Tibete, a mais de 3.500 metros de altitude em relação ao nível do mar. Aqui, mais perto de nós, no Brasil, temos um vinhedo em Salta, norte da Argentina, com mais de 3.111 metros. Os vinhos de altitude são uma proposta que vale a pena experimentar, pois são intensos. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DE ALTITUDE ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Na taça de conhecimento de hoje vamos falar sobre a castra branca chamada "encruzado", essa uva tem um cuidado durante a Safra, quando obtém a alta qualidade se expressa de forma muito singular e complexa, quer saber mais? Ouça o podcast de hoje.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Na taça de conhecimento de hoje vamos falar sobre a castra branca chamada "encruzado", essa uva tem um cuidado durante a Safra, quando obtém a alta qualidade se expressa de forma muito singular e complexa, quer saber mais? Ouça o podcast de hoje.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Na taça de conhecimento de hoje vamos falar sobre a castra branca chamada "encruzado", essa uva tem um cuidado durante a Safra, quando obtém a alta qualidade se expressa de forma muito singular e complexa, quer saber mais? Ouça o podcast de hoje.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Na taça de conhecimento de hoje vamos falar sobre a castra branca chamada "encruzado", essa uva tem um cuidado durante a Safra, quando obtém a alta qualidade se expressa de forma muito singular e complexa, quer saber mais? Ouça o podcast de hoje.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ UVA ENCRUZADO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao nosso Música e Vinho. Nossa taça de conhecimento da vez será sobre os vinhos espumantes espanhóis denominados cava. O cava são vinhos espumantes produzidos na Espanha, que assim como os champanhes, sofrem uma segunda fermentação para obtenção do gás carbônico. Na França só se pode chamar champanhe, os vinhos produzidos em uma única região de mesmo nome, champanhe. Já os cavas podem ser produzidos em diversas regiões da Espanha, mas é na região da Catalunha que saem 90% da produção deste espumante. As uvas permitidas pela denominação de origem são as brancas macabeu, charré au lô, parelada e chardonnay. Já as tradições são a garnacha, a monastrel, a trepá e a pinonoá. Estes espumantes. Sensacionais, possuem três categorias que diversificam principalmente pelo tempo de contato do vinho com as leveduras que causam a segunda fermentação. Este tempo de contato com as borras proporciona ao vinho espumante aromas sensacionais. O cava tradicional passa nove meses em contato com essas borras, que são as leveduras inativas. Só depois deste tempo, é feita a retirada das leveduras de dentro da garrafa. O cava reserva, no mínimo, 15 meses em contato com essas borras. O cava gran reserva, no mínimo, 30 meses de contato. Já o cava pará-recalificado, que na tradução lugar qualificado, terroir qualificado, passa mais de 36 meses em contato com as borras e as uvas são produzidas em locais especificamente limitados. Deu sede? Então vamos abrir um cava e brindar.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao nosso Música e Vinho. Nossa taça de conhecimento da vez será sobre os vinhos espumantes espanhóis denominados cava. O cava são vinhos espumantes produzidos na Espanha, que assim como os champanhes, sofrem uma segunda fermentação para obtenção do gás carbônico. Na França só se pode chamar champanhe, os vinhos produzidos em uma única região de mesmo nome, champanhe. Já os cavas podem ser produzidos em diversas regiões da Espanha, mas é na região da Catalunha que saem 90% da produção deste espumante. As uvas permitidas pela denominação de origem são as brancas macabeu, charré au lô, parelada e chardonnay. Já as tradições são a garnacha, a monastrel, a trepá e a pinonoá. Estes espumantes. Sensacionais, possuem três categorias que diversificam principalmente pelo tempo de contato do vinho com as leveduras que causam a segunda fermentação. Este tempo de contato com as borras proporciona ao vinho espumante aromas sensacionais. O cava tradicional passa nove meses em contato com essas borras, que são as leveduras inativas. Só depois deste tempo, é feita a retirada das leveduras de dentro da garrafa. O cava reserva, no mínimo, 15 meses em contato com essas borras. O cava gran reserva, no mínimo, 30 meses de contato. Já o cava pará-recalificado, que na tradução lugar qualificado, terroir qualificado, passa mais de 36 meses em contato com as borras e as uvas são produzidas em locais especificamente limitados. Deu sede? Então vamos abrir um cava e brindar.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao nosso Música e Vinho. Nossa taça de conhecimento da vez será sobre os vinhos espumantes espanhóis denominados cava. O cava são vinhos espumantes produzidos na Espanha, que assim como os champanhes, sofrem uma segunda fermentação para obtenção do gás carbônico. Na França só se pode chamar champanhe, os vinhos produzidos em uma única região de mesmo nome, champanhe. Já os cavas podem ser produzidos em diversas regiões da Espanha, mas é na região da Catalunha que saem 90% da produção deste espumante. As uvas permitidas pela denominação de origem são as brancas macabeu, charré au lô, parelada e chardonnay. Já as tradições são a garnacha, a monastrel, a trepá e a pinonoá. Estes espumantes. Sensacionais, possuem três categorias que diversificam principalmente pelo tempo de contato do vinho com as leveduras que causam a segunda fermentação. Este tempo de contato com as borras proporciona ao vinho espumante aromas sensacionais. O cava tradicional passa nove meses em contato com essas borras, que são as leveduras inativas. Só depois deste tempo, é feita a retirada das leveduras de dentro da garrafa. O cava reserva, no mínimo, 15 meses em contato com essas borras. O cava gran reserva, no mínimo, 30 meses de contato. Já o cava pará-recalificado, que na tradução lugar qualificado, terroir qualificado, passa mais de 36 meses em contato com as borras e as uvas são produzidas em locais especificamente limitados. Deu sede? Então vamos abrir um cava e brindar.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao nosso Música e Vinho. Nossa taça de conhecimento da vez será sobre os vinhos espumantes espanhóis denominados cava. O cava são vinhos espumantes produzidos na Espanha, que assim como os champanhes, sofrem uma segunda fermentação para obtenção do gás carbônico. Na França só se pode chamar champanhe, os vinhos produzidos em uma única região de mesmo nome, champanhe. Já os cavas podem ser produzidos em diversas regiões da Espanha, mas é na região da Catalunha que saem 90% da produção deste espumante. As uvas permitidas pela denominação de origem são as brancas macabeu, charré au lô, parelada e chardonnay. Já as tradições são a garnacha, a monastrel, a trepá e a pinonoá. Estes espumantes. Sensacionais, possuem três categorias que diversificam principalmente pelo tempo de contato do vinho com as leveduras que causam a segunda fermentação. Este tempo de contato com as borras proporciona ao vinho espumante aromas sensacionais. O cava tradicional passa nove meses em contato com essas borras, que são as leveduras inativas. Só depois deste tempo, é feita a retirada das leveduras de dentro da garrafa. O cava reserva, no mínimo, 15 meses em contato com essas borras. O cava gran reserva, no mínimo, 30 meses de contato. Já o cava pará-recalificado, que na tradução lugar qualificado, terroir qualificado, passa mais de 36 meses em contato com as borras e as uvas são produzidas em locais especificamente limitados. Deu sede? Então vamos abrir um cava e brindar.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO ESPUMANTE CAVA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A nossa taça de conhecimento de hoje tem bojo largo, haste comprida e é conhecida como taça Borgonha ou taça Pinot Noir, e é dela que iremos falar hoje, a uva Pinot Noir. Os primeiros cultivos desta uva datam de 150 antes de Cristo, sendo cultivada na Borgonha desde 1375, onde se adaptou e se mostra de forma ímpar. É uma uva de difícil cultivo e adaptação, porém é capaz de produzir vinhos de extrema elegância, podendo ter preços altíssimos. A pele dos bagos da uva é fina e isso a torna sensível à umidade, sendo assim, apresenta melhor resultado em climas frios e frescos. porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante. Mínima concentração de antocianinas, ou seja, pigmentação de cor, e seus taninos normalmente são leves e delicados. A Pinot Noir faz parte do famoso blend de champanhe, sendo uma espinha dorsal para este famoso vinho espumante. A França é o maior produtor de Pinot Noir do mundo, com cerca de 25.900 hectares. A Borgonha é responsável por este sucesso. Já no Chile, esta uva tem mostrado excelente potencial. Trazendo pinots com ótimo preço e fáceis de se apreciar. Outra curiosidade sobre a Pinot Noir é o sucesso do filme Sideways, entre umas e outras de 2004, onde o personagem principal adorava um vinho de Pinot Noir e detestava os vinhos da uva Merlot, fazendo disparar as vendas de Pinot Noir nos Estados Unidos na época do filme.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A nossa taça de conhecimento de hoje tem bojo largo, haste comprida e é conhecida como taça Borgonha ou taça Pinot Noir, e é dela que iremos falar hoje, a uva Pinot Noir. Os primeiros cultivos desta uva datam de 150 antes de Cristo, sendo cultivada na Borgonha desde 1375, onde se adaptou e se mostra de forma ímpar. É uma uva de difícil cultivo e adaptação, porém é capaz de produzir vinhos de extrema elegância, podendo ter preços altíssimos. A pele dos bagos da uva é fina e isso a torna sensível à umidade, sendo assim, apresenta melhor resultado em climas frios e frescos. porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante. Mínima concentração de antocianinas, ou seja, pigmentação de cor, e seus taninos normalmente são leves e delicados. A Pinot Noir faz parte do famoso blend de champanhe, sendo uma espinha dorsal para este famoso vinho espumante. A França é o maior produtor de Pinot Noir do mundo, com cerca de 25.900 hectares. A Borgonha é responsável por este sucesso. Já no Chile, esta uva tem mostrado excelente potencial. Trazendo pinots com ótimo preço e fáceis de se apreciar. Outra curiosidade sobre a Pinot Noir é o sucesso do filme Sideways, entre umas e outras de 2004, onde o personagem principal adorava um vinho de Pinot Noir e detestava os vinhos da uva Merlot, fazendo disparar as vendas de Pinot Noir nos Estados Unidos na época do filme.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A nossa taça de conhecimento de hoje tem bojo largo, haste comprida e é conhecida como taça Borgonha ou taça Pinot Noir, e é dela que iremos falar hoje, a uva Pinot Noir. Os primeiros cultivos desta uva datam de 150 antes de Cristo, sendo cultivada na Borgonha desde 1375, onde se adaptou e se mostra de forma ímpar. É uma uva de difícil cultivo e adaptação, porém é capaz de produzir vinhos de extrema elegância, podendo ter preços altíssimos. A pele dos bagos da uva é fina e isso a torna sensível à umidade, sendo assim, apresenta melhor resultado em climas frios e frescos. porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante. Mínima concentração de antocianinas, ou seja, pigmentação de cor, e seus taninos normalmente são leves e delicados. A Pinot Noir faz parte do famoso blend de champanhe, sendo uma espinha dorsal para este famoso vinho espumante. A França é o maior produtor de Pinot Noir do mundo, com cerca de 25.900 hectares. A Borgonha é responsável por este sucesso. Já no Chile, esta uva tem mostrado excelente potencial. Trazendo pinots com ótimo preço e fáceis de se apreciar. Outra curiosidade sobre a Pinot Noir é o sucesso do filme Sideways, entre umas e outras de 2004, onde o personagem principal adorava um vinho de Pinot Noir e detestava os vinhos da uva Merlot, fazendo disparar as vendas de Pinot Noir nos Estados Unidos na época do filme.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A nossa taça de conhecimento de hoje tem bojo largo, haste comprida e é conhecida como taça Borgonha ou taça Pinot Noir, e é dela que iremos falar hoje, a uva Pinot Noir. Os primeiros cultivos desta uva datam de 150 antes de Cristo, sendo cultivada na Borgonha desde 1375, onde se adaptou e se mostra de forma ímpar. É uma uva de difícil cultivo e adaptação, porém é capaz de produzir vinhos de extrema elegância, podendo ter preços altíssimos. A pele dos bagos da uva é fina e isso a torna sensível à umidade, sendo assim, apresenta melhor resultado em climas frios e frescos. porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela é uma uva que tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante, porque ela tem um valor muito importante. Mínima concentração de antocianinas, ou seja, pigmentação de cor, e seus taninos normalmente são leves e delicados. A Pinot Noir faz parte do famoso blend de champanhe, sendo uma espinha dorsal para este famoso vinho espumante. A França é o maior produtor de Pinot Noir do mundo, com cerca de 25.900 hectares. A Borgonha é responsável por este sucesso. Já no Chile, esta uva tem mostrado excelente potencial. Trazendo pinots com ótimo preço e fáceis de se apreciar. Outra curiosidade sobre a Pinot Noir é o sucesso do filme Sideways, entre umas e outras de 2004, onde o personagem principal adorava um vinho de Pinot Noir e detestava os vinhos da uva Merlot, fazendo disparar as vendas de Pinot Noir nos Estados Unidos na época do filme.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO PINOT NOIR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINÍCOLA HERDADE DO ESPORÃO ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[A nossa taça de conhecimento do dia será sobre as denominações de origem do vinho. Provavelmente todos os apreciadores de vinho já viram ou verão um selo no rótulo da garrafa identificando a origem do vinho, mas no final, qual o propósito disto? As denominações de origem têm como objetivo principal delimitar regiões de produção, garantindo que os vinhos destas áreas tenham a melhor expressão do terroar de origem, expressão de todo o ambiente que influencia a videira, tais como o tipo de solo, relevo, clima, altitude e a ação do homem. Regulam um tipo de padronização. As certificações dos vinhos dependem muito do meio geográfico e das culturas locais, e por isso cada país ou região tem um tipo de padronização. Região tem sua legislação reguladora. As primeiras regiões vinícolas surgiram durante o século XVIII, em Portugal, no Douro. A ideia era garantir a origem e tipicidade dos vinhos deste local. Mas apenas em 1935, a prática de regular a origem dos vinhos se popularizou. Um fator importante a se lembrar é que o selo de denominação de origem controlada não tem relação com a qualidade. Como se um vinho com doc., por exemplo, fosse sempre melhor que um vinho sem doc. Só o consumidor que pode dizer se o vinho é bom ou não, de acordo com seu próprio gosto. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A nossa taça de conhecimento do dia será sobre as denominações de origem do vinho. Provavelmente todos os apreciadores de vinho já viram ou verão um selo no rótulo da garrafa identificando a origem do vinho, mas no final, qual o propósito disto? As denominações de origem têm como objetivo principal delimitar regiões de produção, garantindo que os vinhos destas áreas tenham a melhor expressão do terroar de origem, expressão de todo o ambiente que influencia a videira, tais como o tipo de solo, relevo, clima, altitude e a ação do homem. Regulam um tipo de padronização. As certificações dos vinhos dependem muito do meio geográfico e das culturas locais, e por isso cada país ou região tem um tipo de padronização. Região tem sua legislação reguladora. As primeiras regiões vinícolas surgiram durante o século XVIII, em Portugal, no Douro. A ideia era garantir a origem e tipicidade dos vinhos deste local. Mas apenas em 1935, a prática de regular a origem dos vinhos se popularizou. Um fator importante a se lembrar é que o selo de denominação de origem controlada não tem relação com a qualidade. Como se um vinho com doc., por exemplo, fosse sempre melhor que um vinho sem doc. Só o consumidor que pode dizer se o vinho é bom ou não, de acordo com seu próprio gosto. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A nossa taça de conhecimento do dia será sobre as denominações de origem do vinho. Provavelmente todos os apreciadores de vinho já viram ou verão um selo no rótulo da garrafa identificando a origem do vinho, mas no final, qual o propósito disto? As denominações de origem têm como objetivo principal delimitar regiões de produção, garantindo que os vinhos destas áreas tenham a melhor expressão do terroar de origem, expressão de todo o ambiente que influencia a videira, tais como o tipo de solo, relevo, clima, altitude e a ação do homem. Regulam um tipo de padronização. As certificações dos vinhos dependem muito do meio geográfico e das culturas locais, e por isso cada país ou região tem um tipo de padronização. Região tem sua legislação reguladora. As primeiras regiões vinícolas surgiram durante o século XVIII, em Portugal, no Douro. A ideia era garantir a origem e tipicidade dos vinhos deste local. Mas apenas em 1935, a prática de regular a origem dos vinhos se popularizou. Um fator importante a se lembrar é que o selo de denominação de origem controlada não tem relação com a qualidade. Como se um vinho com doc., por exemplo, fosse sempre melhor que um vinho sem doc. Só o consumidor que pode dizer se o vinho é bom ou não, de acordo com seu próprio gosto. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A nossa taça de conhecimento do dia será sobre as denominações de origem do vinho. Provavelmente todos os apreciadores de vinho já viram ou verão um selo no rótulo da garrafa identificando a origem do vinho, mas no final, qual o propósito disto? As denominações de origem têm como objetivo principal delimitar regiões de produção, garantindo que os vinhos destas áreas tenham a melhor expressão do terroar de origem, expressão de todo o ambiente que influencia a videira, tais como o tipo de solo, relevo, clima, altitude e a ação do homem. Regulam um tipo de padronização. As certificações dos vinhos dependem muito do meio geográfico e das culturas locais, e por isso cada país ou região tem um tipo de padronização. Região tem sua legislação reguladora. As primeiras regiões vinícolas surgiram durante o século XVIII, em Portugal, no Douro. A ideia era garantir a origem e tipicidade dos vinhos deste local. Mas apenas em 1935, a prática de regular a origem dos vinhos se popularizou. Um fator importante a se lembrar é que o selo de denominação de origem controlada não tem relação com a qualidade. Como se um vinho com doc., por exemplo, fosse sempre melhor que um vinho sem doc. Só o consumidor que pode dizer se o vinho é bom ou não, de acordo com seu próprio gosto. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DENOMINAÇÕES DA ORIGEM DO VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que bom estar com você para compartilharmos uma taça de conhecimento sobre este fascinante mundo, o mundo do vinho. Hoje falaremos sobre um vinho uruguaio, que é de fato sensacional. O vinho Gran Ombu Cabernet Franc tem este nome em homenagem a uma árvore nativa do Uruguai, e que também está presente nos arredores da vinícola Bracco Bosca, localizada na região de Pedra Del Toro, em Canelones. Fundada em 2005, a vinícola está a 8 km do litoral, e é muito conhecida pelos seus vinhos excepcionais com a uva Tanah. Porém, em um micro lote de terra, a Cabernet Franc se mostrou em um grande vinho uruguaio que apresenta a coloração rubi límpida e brilhante. Seus aromas remetem a mirtilo e ameixa, mas com o tempo em taça, começam a se expressar em especificidade. E um floral que remete a violeta, sensacional. Em boca, traz uma acidez suculenta, a lateral da língua saliva de forma que traz apetite, seguindo de notas vibrantes e frutadas. O tempo de barrica de carvalho foi destinado a apenas 50% do lote, permitindo à variedade se mostrar sem grande intervenção da madeira. O vinho é gastronômico e pede um risoto de gorgonzola e se preferir uma carne vermelha, recomendo confit de pato e até mesmo pernil de cordeiro assado lentamente acompanhado de arroz de ervas. Um brinde a você ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu instagram, @jonas.somelier.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que bom estar com você para compartilharmos uma taça de conhecimento sobre este fascinante mundo, o mundo do vinho. Hoje falaremos sobre um vinho uruguaio, que é de fato sensacional. O vinho Gran Ombu Cabernet Franc tem este nome em homenagem a uma árvore nativa do Uruguai, e que também está presente nos arredores da vinícola Bracco Bosca, localizada na região de Pedra Del Toro, em Canelones. Fundada em 2005, a vinícola está a 8 km do litoral, e é muito conhecida pelos seus vinhos excepcionais com a uva Tanah. Porém, em um micro lote de terra, a Cabernet Franc se mostrou em um grande vinho uruguaio que apresenta a coloração rubi límpida e brilhante. Seus aromas remetem a mirtilo e ameixa, mas com o tempo em taça, começam a se expressar em especificidade. E um floral que remete a violeta, sensacional. Em boca, traz uma acidez suculenta, a lateral da língua saliva de forma que traz apetite, seguindo de notas vibrantes e frutadas. O tempo de barrica de carvalho foi destinado a apenas 50% do lote, permitindo à variedade se mostrar sem grande intervenção da madeira. O vinho é gastronômico e pede um risoto de gorgonzola e se preferir uma carne vermelha, recomendo confit de pato e até mesmo pernil de cordeiro assado lentamente acompanhado de arroz de ervas. Um brinde a você ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu instagram, @jonas.somelier.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que bom estar com você para compartilharmos uma taça de conhecimento sobre este fascinante mundo, o mundo do vinho. Hoje falaremos sobre um vinho uruguaio, que é de fato sensacional. O vinho Gran Ombu Cabernet Franc tem este nome em homenagem a uma árvore nativa do Uruguai, e que também está presente nos arredores da vinícola Bracco Bosca, localizada na região de Pedra Del Toro, em Canelones. Fundada em 2005, a vinícola está a 8 km do litoral, e é muito conhecida pelos seus vinhos excepcionais com a uva Tanah. Porém, em um micro lote de terra, a Cabernet Franc se mostrou em um grande vinho uruguaio que apresenta a coloração rubi límpida e brilhante. Seus aromas remetem a mirtilo e ameixa, mas com o tempo em taça, começam a se expressar em especificidade. E um floral que remete a violeta, sensacional. Em boca, traz uma acidez suculenta, a lateral da língua saliva de forma que traz apetite, seguindo de notas vibrantes e frutadas. O tempo de barrica de carvalho foi destinado a apenas 50% do lote, permitindo à variedade se mostrar sem grande intervenção da madeira. O vinho é gastronômico e pede um risoto de gorgonzola e se preferir uma carne vermelha, recomendo confit de pato e até mesmo pernil de cordeiro assado lentamente acompanhado de arroz de ervas. Um brinde a você ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu instagram, @jonas.somelier.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que bom estar com você para compartilharmos uma taça de conhecimento sobre este fascinante mundo, o mundo do vinho. Hoje falaremos sobre um vinho uruguaio, que é de fato sensacional. O vinho Gran Ombu Cabernet Franc tem este nome em homenagem a uma árvore nativa do Uruguai, e que também está presente nos arredores da vinícola Bracco Bosca, localizada na região de Pedra Del Toro, em Canelones. Fundada em 2005, a vinícola está a 8 km do litoral, e é muito conhecida pelos seus vinhos excepcionais com a uva Tanah. Porém, em um micro lote de terra, a Cabernet Franc se mostrou em um grande vinho uruguaio que apresenta a coloração rubi límpida e brilhante. Seus aromas remetem a mirtilo e ameixa, mas com o tempo em taça, começam a se expressar em especificidade. E um floral que remete a violeta, sensacional. Em boca, traz uma acidez suculenta, a lateral da língua saliva de forma que traz apetite, seguindo de notas vibrantes e frutadas. O tempo de barrica de carvalho foi destinado a apenas 50% do lote, permitindo à variedade se mostrar sem grande intervenção da madeira. O vinho é gastronômico e pede um risoto de gorgonzola e se preferir uma carne vermelha, recomendo confit de pato e até mesmo pernil de cordeiro assado lentamente acompanhado de arroz de ervas. Um brinde a você ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu instagram, @jonas.somelier.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO GRAN OMBU CARBENET FRANC]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 27 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo. Que tal uma taça de conhecimento sobre o mundo dos vinhos? Falaremos da uva moscato, também conhecida como moscatel ou moscá. Esta famosa uva branca é uma das mais antigas cultivadas pelo homem. Acredita-se que sua origem seja em regiões do Oriente Médio, sendo ela utilizada para a produção de vinhos pelos gregos e romanos inicialmente. Esta uva é produzida em diversos pontos do mundo e se mostra com mais riqueza em climas mediterrânicos. Ao longo dos anos, seu nome foi ganhando variantes nos diversos países onde é produzida, como, por exemplo, moscatel em Portugal e Espanha, moscato d'Aste na Itália, moscá de Froning na África do Sul, moscá de Alemanha. Alexandria e outras variantes. A versatilidade desta uva para a produção de diversas propostas de vinho é um dos grandes motivos de sua expansão mundial. Dela, pode-se produzir vinhos tranquilos e espumantes secos, meios secos e até doces, além de vinhos mais densos, de sobremesa. Porém, envelhecimento não é o forte dos vinhos de moscatel. Pelo contrário, vinhos rápidos, frescos e de fácil agradabilidade, seus aromas de damasco, pêssego e tangerina, bem madura, deixam o vinho mais suculento. Sensacional! Quando a uva atinge sua maturação plena, o vinhedo fica perfumado como um pomar de frutas brancas diversas. Uma curiosidade sobre a moscatel é que é utilizada como base para a produção do famoso destilado Pisco, produzido no Chile e Peru. Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo. Que tal uma taça de conhecimento sobre o mundo dos vinhos? Falaremos da uva moscato, também conhecida como moscatel ou moscá. Esta famosa uva branca é uma das mais antigas cultivadas pelo homem. Acredita-se que sua origem seja em regiões do Oriente Médio, sendo ela utilizada para a produção de vinhos pelos gregos e romanos inicialmente. Esta uva é produzida em diversos pontos do mundo e se mostra com mais riqueza em climas mediterrânicos. Ao longo dos anos, seu nome foi ganhando variantes nos diversos países onde é produzida, como, por exemplo, moscatel em Portugal e Espanha, moscato d'Aste na Itália, moscá de Froning na África do Sul, moscá de Alemanha. Alexandria e outras variantes. A versatilidade desta uva para a produção de diversas propostas de vinho é um dos grandes motivos de sua expansão mundial. Dela, pode-se produzir vinhos tranquilos e espumantes secos, meios secos e até doces, além de vinhos mais densos, de sobremesa. Porém, envelhecimento não é o forte dos vinhos de moscatel. Pelo contrário, vinhos rápidos, frescos e de fácil agradabilidade, seus aromas de damasco, pêssego e tangerina, bem madura, deixam o vinho mais suculento. Sensacional! Quando a uva atinge sua maturação plena, o vinhedo fica perfumado como um pomar de frutas brancas diversas. Uma curiosidade sobre a moscatel é que é utilizada como base para a produção do famoso destilado Pisco, produzido no Chile e Peru. Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo. Que tal uma taça de conhecimento sobre o mundo dos vinhos? Falaremos da uva moscato, também conhecida como moscatel ou moscá. Esta famosa uva branca é uma das mais antigas cultivadas pelo homem. Acredita-se que sua origem seja em regiões do Oriente Médio, sendo ela utilizada para a produção de vinhos pelos gregos e romanos inicialmente. Esta uva é produzida em diversos pontos do mundo e se mostra com mais riqueza em climas mediterrânicos. Ao longo dos anos, seu nome foi ganhando variantes nos diversos países onde é produzida, como, por exemplo, moscatel em Portugal e Espanha, moscato d'Aste na Itália, moscá de Froning na África do Sul, moscá de Alemanha. Alexandria e outras variantes. A versatilidade desta uva para a produção de diversas propostas de vinho é um dos grandes motivos de sua expansão mundial. Dela, pode-se produzir vinhos tranquilos e espumantes secos, meios secos e até doces, além de vinhos mais densos, de sobremesa. Porém, envelhecimento não é o forte dos vinhos de moscatel. Pelo contrário, vinhos rápidos, frescos e de fácil agradabilidade, seus aromas de damasco, pêssego e tangerina, bem madura, deixam o vinho mais suculento. Sensacional! Quando a uva atinge sua maturação plena, o vinhedo fica perfumado como um pomar de frutas brancas diversas. Uma curiosidade sobre a moscatel é que é utilizada como base para a produção do famoso destilado Pisco, produzido no Chile e Peru. Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo. Que tal uma taça de conhecimento sobre o mundo dos vinhos? Falaremos da uva moscato, também conhecida como moscatel ou moscá. Esta famosa uva branca é uma das mais antigas cultivadas pelo homem. Acredita-se que sua origem seja em regiões do Oriente Médio, sendo ela utilizada para a produção de vinhos pelos gregos e romanos inicialmente. Esta uva é produzida em diversos pontos do mundo e se mostra com mais riqueza em climas mediterrânicos. Ao longo dos anos, seu nome foi ganhando variantes nos diversos países onde é produzida, como, por exemplo, moscatel em Portugal e Espanha, moscato d'Aste na Itália, moscá de Froning na África do Sul, moscá de Alemanha. Alexandria e outras variantes. A versatilidade desta uva para a produção de diversas propostas de vinho é um dos grandes motivos de sua expansão mundial. Dela, pode-se produzir vinhos tranquilos e espumantes secos, meios secos e até doces, além de vinhos mais densos, de sobremesa. Porém, envelhecimento não é o forte dos vinhos de moscatel. Pelo contrário, vinhos rápidos, frescos e de fácil agradabilidade, seus aromas de damasco, pêssego e tangerina, bem madura, deixam o vinho mais suculento. Sensacional! Quando a uva atinge sua maturação plena, o vinhedo fica perfumado como um pomar de frutas brancas diversas. Uma curiosidade sobre a moscatel é que é utilizada como base para a produção do famoso destilado Pisco, produzido no Chile e Peru. Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA MOSCATO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 01 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nossa taça de conhecimento diária sobre o universo do vinho. Hoje falaremos sobre a fascinante vinícola brasileira Luísa Argenta. A região de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, possui diversas vinícolas de destaque nacional e internacional. Dentre elas está a Luísa Argenta. A arquitetura é diferente, moderna e proporciona ao visitante excelente experiência. Um de seus propósitos é se inspirar no passado, mas com os olhos no futuro, harmonizando determinação e ousadia, e hoje é uma das mais modernas vinícolas do Brasil. A vinícola está localizada em uma das regiões mais altas da Serra Gaúcha, com montes que chegam a 885 metros de altura. Metros de altitude em relação ao nível do mar. São 55 hectares de uvas viníferas, onde o controle de rendimento por planta é muito rigoroso. Em média, cada videira produz apenas um quilo de uva. São variedades de uvas viníferas, como por exemplo Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Pinot Noir, Gewürztraminer, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Ancelota, entre outras. Todos os vinhos da Luís Argenta são elaborados com uvas de seus próprios vinhedos. Conheça essa vinícola e prove seus maravilhosos vinhos. Valorize os vinhos nacionais e se surpreenda.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nossa taça de conhecimento diária sobre o universo do vinho. Hoje falaremos sobre a fascinante vinícola brasileira Luísa Argenta. A região de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, possui diversas vinícolas de destaque nacional e internacional. Dentre elas está a Luísa Argenta. A arquitetura é diferente, moderna e proporciona ao visitante excelente experiência. Um de seus propósitos é se inspirar no passado, mas com os olhos no futuro, harmonizando determinação e ousadia, e hoje é uma das mais modernas vinícolas do Brasil. A vinícola está localizada em uma das regiões mais altas da Serra Gaúcha, com montes que chegam a 885 metros de altura. Metros de altitude em relação ao nível do mar. São 55 hectares de uvas viníferas, onde o controle de rendimento por planta é muito rigoroso. Em média, cada videira produz apenas um quilo de uva. São variedades de uvas viníferas, como por exemplo Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Pinot Noir, Gewürztraminer, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Ancelota, entre outras. Todos os vinhos da Luís Argenta são elaborados com uvas de seus próprios vinhedos. Conheça essa vinícola e prove seus maravilhosos vinhos. Valorize os vinhos nacionais e se surpreenda.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nossa taça de conhecimento diária sobre o universo do vinho. Hoje falaremos sobre a fascinante vinícola brasileira Luísa Argenta. A região de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, possui diversas vinícolas de destaque nacional e internacional. Dentre elas está a Luísa Argenta. A arquitetura é diferente, moderna e proporciona ao visitante excelente experiência. Um de seus propósitos é se inspirar no passado, mas com os olhos no futuro, harmonizando determinação e ousadia, e hoje é uma das mais modernas vinícolas do Brasil. A vinícola está localizada em uma das regiões mais altas da Serra Gaúcha, com montes que chegam a 885 metros de altura. Metros de altitude em relação ao nível do mar. São 55 hectares de uvas viníferas, onde o controle de rendimento por planta é muito rigoroso. Em média, cada videira produz apenas um quilo de uva. São variedades de uvas viníferas, como por exemplo Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Pinot Noir, Gewürztraminer, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Ancelota, entre outras. Todos os vinhos da Luís Argenta são elaborados com uvas de seus próprios vinhedos. Conheça essa vinícola e prove seus maravilhosos vinhos. Valorize os vinhos nacionais e se surpreenda.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nossa taça de conhecimento diária sobre o universo do vinho. Hoje falaremos sobre a fascinante vinícola brasileira Luísa Argenta. A região de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, possui diversas vinícolas de destaque nacional e internacional. Dentre elas está a Luísa Argenta. A arquitetura é diferente, moderna e proporciona ao visitante excelente experiência. Um de seus propósitos é se inspirar no passado, mas com os olhos no futuro, harmonizando determinação e ousadia, e hoje é uma das mais modernas vinícolas do Brasil. A vinícola está localizada em uma das regiões mais altas da Serra Gaúcha, com montes que chegam a 885 metros de altura. Metros de altitude em relação ao nível do mar. São 55 hectares de uvas viníferas, onde o controle de rendimento por planta é muito rigoroso. Em média, cada videira produz apenas um quilo de uva. São variedades de uvas viníferas, como por exemplo Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Pinot Noir, Gewürztraminer, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Ancelota, entre outras. Todos os vinhos da Luís Argenta são elaborados com uvas de seus próprios vinhedos. Conheça essa vinícola e prove seus maravilhosos vinhos. Valorize os vinhos nacionais e se surpreenda.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UNIVERSO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA MOURVÈDRE ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Don Guerino traz entre seu variado portfólio o espumante Don Guerino Nature Blanc de Blanc. O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e por isso encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas. As uvas são selecionadas manualmente. O desengace é feito seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas. A fermentação é realizada com leveduras selecionadas. E controle de temperatura, e o mosto passa por batonnage por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade. O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe na França. O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores. De cor amarelo palha, com reflexos esverdeados, e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas e notas de pão tostado, e especiarias. Em boca é fino, fresco, e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional! Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página, será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Don Guerino traz entre seu variado portfólio o espumante Don Guerino Nature Blanc de Blanc. O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e por isso encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas. As uvas são selecionadas manualmente. O desengace é feito seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas. A fermentação é realizada com leveduras selecionadas. E controle de temperatura, e o mosto passa por batonnage por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade. O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe na França. O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores. De cor amarelo palha, com reflexos esverdeados, e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas e notas de pão tostado, e especiarias. Em boca é fino, fresco, e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional! Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página, será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Don Guerino traz entre seu variado portfólio o espumante Don Guerino Nature Blanc de Blanc. O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e por isso encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas. As uvas são selecionadas manualmente. O desengace é feito seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas. A fermentação é realizada com leveduras selecionadas. E controle de temperatura, e o mosto passa por batonnage por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade. O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe na França. O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores. De cor amarelo palha, com reflexos esverdeados, e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas e notas de pão tostado, e especiarias. Em boca é fino, fresco, e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional! Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página, será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Don Guerino traz entre seu variado portfólio o espumante Don Guerino Nature Blanc de Blanc. O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e por isso encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas. As uvas são selecionadas manualmente. O desengace é feito seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas. A fermentação é realizada com leveduras selecionadas. E controle de temperatura, e o mosto passa por batonnage por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade. O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe na França. O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores. De cor amarelo palha, com reflexos esverdeados, e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas e notas de pão tostado, e especiarias. Em boca é fino, fresco, e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional! Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página, será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPUMANTE DON GUERINO NATURE BLANC ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre a uva Nebbiolo, uma variedade com forte presença no Piemonte, onde encanta nos famosos Barolos e Barbarescos.

Nesse terroir, os vinhedos estão sujeitos à neblina de outono. Foi desse fenômeno natural que surgiu o nome da uva: Nebbiolo, derivado de nebbia, que significa "neblina". É uma uva de maturação lenta e bastante resistente a fungos.

Os vinhos normalmente apresentam coloração não muito intensa, sendo bastante translúcidos. Mas não pense que essa coloração remete à leveza. Os aromas florais, de frutos vermelhos, couro e especiarias são características marcantes desse vinho.

Em boca, os taninos estão bem presentes, acompanhados de alta acidez e teor alcoólico elevado. O resultado é um vinho que pode resistir de forma sublime ao envelhecimento.

Para harmonizar com alimentos, os taninos pedem pratos com boa gordura. A cozinha italiana é difícil de errar, e a clássica combinação com trufas é, de fato, sublime. Carnes com boa gordura, embutidos em geral e queijos como brie, feta e Parmigiano Reggiano são combinações certeiras.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier Será muito bem-vinda!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre a uva Nebbiolo, uma variedade com forte presença no Piemonte, onde encanta nos famosos Barolos e Barbarescos.

Nesse terroir, os vinhedos estão sujeitos à neblina de outono. Foi desse fenômeno natural que surgiu o nome da uva: Nebbiolo, derivado de nebbia, que significa "neblina". É uma uva de maturação lenta e bastante resistente a fungos.

Os vinhos normalmente apresentam coloração não muito intensa, sendo bastante translúcidos. Mas não pense que essa coloração remete à leveza. Os aromas florais, de frutos vermelhos, couro e especiarias são características marcantes desse vinho.

Em boca, os taninos estão bem presentes, acompanhados de alta acidez e teor alcoólico elevado. O resultado é um vinho que pode resistir de forma sublime ao envelhecimento.

Para harmonizar com alimentos, os taninos pedem pratos com boa gordura. A cozinha italiana é difícil de errar, e a clássica combinação com trufas é, de fato, sublime. Carnes com boa gordura, embutidos em geral e queijos como brie, feta e Parmigiano Reggiano são combinações certeiras.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier Será muito bem-vinda!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre a uva Nebbiolo, uma variedade com forte presença no Piemonte, onde encanta nos famosos Barolos e Barbarescos.

Nesse terroir, os vinhedos estão sujeitos à neblina de outono. Foi desse fenômeno natural que surgiu o nome da uva: Nebbiolo, derivado de nebbia, que significa "neblina". É uma uva de maturação lenta e bastante resistente a fungos.

Os vinhos normalmente apresentam coloração não muito intensa, sendo bastante translúcidos. Mas não pense que essa coloração remete à leveza. Os aromas florais, de frutos vermelhos, couro e especiarias são características marcantes desse vinho.

Em boca, os taninos estão bem presentes, acompanhados de alta acidez e teor alcoólico elevado. O resultado é um vinho que pode resistir de forma sublime ao envelhecimento.

Para harmonizar com alimentos, os taninos pedem pratos com boa gordura. A cozinha italiana é difícil de errar, e a clássica combinação com trufas é, de fato, sublime. Carnes com boa gordura, embutidos em geral e queijos como brie, feta e Parmigiano Reggiano são combinações certeiras.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier Será muito bem-vinda!
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      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre a uva Nebbiolo, uma variedade com forte presença no Piemonte, onde encanta nos famosos Barolos e Barbarescos.

Nesse terroir, os vinhedos estão sujeitos à neblina de outono. Foi desse fenômeno natural que surgiu o nome da uva: Nebbiolo, derivado de nebbia, que significa "neblina". É uma uva de maturação lenta e bastante resistente a fungos.

Os vinhos normalmente apresentam coloração não muito intensa, sendo bastante translúcidos. Mas não pense que essa coloração remete à leveza. Os aromas florais, de frutos vermelhos, couro e especiarias são características marcantes desse vinho.

Em boca, os taninos estão bem presentes, acompanhados de alta acidez e teor alcoólico elevado. O resultado é um vinho que pode resistir de forma sublime ao envelhecimento.

Para harmonizar com alimentos, os taninos pedem pratos com boa gordura. A cozinha italiana é difícil de errar, e a clássica combinação com trufas é, de fato, sublime. Carnes com boa gordura, embutidos em geral e queijos como brie, feta e Parmigiano Reggiano são combinações certeiras.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier Será muito bem-vinda!
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      <title><![CDATA[UVA NEBBIOLO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA TINTA GRENACHE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento sobre o fascinante mundo do vinho é sobre o conceito de terroir. Você que lê e se interessa sobre o tema vinho já deve ter se deparado com esta palavra. E afinal, qual o conceito de terroir do vinho? A palavra terroir é uma das mais utilizadas do mundo do vinho e talvez uma das menos compreendidas. Não existe uma tradução literal, mas sim um sentido para esta palavra. Para entendermos melhor, vamos imaginar a seguinte situação. Temos uma mesma espécie de uva, a Cabernet Sauvignon, porém plantada em dois locais diferentes, como por exemplo Bordeaux na França e Vale do Maipo no Chile. As uvas colhidas nestes dois locais terão diversas características únicas, devido à ação de eletrônia. Elementos diferentes de cada local, como o tipo de solo, a altitude e a exposição solar. Isso trará ao vinho o mesmo efeito, uma certa singularidade, pois não existem locais completamente iguais. Podemos concluir que terroir é a união das condições naturais que influenciam o desenvolvimento da planta-videira e, automaticamente, as condições de seus frutos, as uvas. Portanto, ressalto que a ação do homem pode alterar as características de determinados locais de produção, originando novas características que influenciam a uva e suas propriedades. Um vinho de qualidade transmite as características de seu terroir que sofre modificações a cada safra, gerando vinhos singulares, deixando o mundo do vinho mais e mais apaixonante. E se você ouvinte quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu instagram @jonas.somelier Será um prazer.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento sobre o fascinante mundo do vinho é sobre o conceito de terroir. Você que lê e se interessa sobre o tema vinho já deve ter se deparado com esta palavra. E afinal, qual o conceito de terroir do vinho? A palavra terroir é uma das mais utilizadas do mundo do vinho e talvez uma das menos compreendidas. Não existe uma tradução literal, mas sim um sentido para esta palavra. Para entendermos melhor, vamos imaginar a seguinte situação. Temos uma mesma espécie de uva, a Cabernet Sauvignon, porém plantada em dois locais diferentes, como por exemplo Bordeaux na França e Vale do Maipo no Chile. As uvas colhidas nestes dois locais terão diversas características únicas, devido à ação de eletrônia. Elementos diferentes de cada local, como o tipo de solo, a altitude e a exposição solar. Isso trará ao vinho o mesmo efeito, uma certa singularidade, pois não existem locais completamente iguais. Podemos concluir que terroir é a união das condições naturais que influenciam o desenvolvimento da planta-videira e, automaticamente, as condições de seus frutos, as uvas. Portanto, ressalto que a ação do homem pode alterar as características de determinados locais de produção, originando novas características que influenciam a uva e suas propriedades. Um vinho de qualidade transmite as características de seu terroir que sofre modificações a cada safra, gerando vinhos singulares, deixando o mundo do vinho mais e mais apaixonante. E se você ouvinte quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu instagram @jonas.somelier Será um prazer.
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      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento sobre o fascinante mundo do vinho é sobre o conceito de terroir. Você que lê e se interessa sobre o tema vinho já deve ter se deparado com esta palavra. E afinal, qual o conceito de terroir do vinho? A palavra terroir é uma das mais utilizadas do mundo do vinho e talvez uma das menos compreendidas. Não existe uma tradução literal, mas sim um sentido para esta palavra. Para entendermos melhor, vamos imaginar a seguinte situação. Temos uma mesma espécie de uva, a Cabernet Sauvignon, porém plantada em dois locais diferentes, como por exemplo Bordeaux na França e Vale do Maipo no Chile. As uvas colhidas nestes dois locais terão diversas características únicas, devido à ação de eletrônia. Elementos diferentes de cada local, como o tipo de solo, a altitude e a exposição solar. Isso trará ao vinho o mesmo efeito, uma certa singularidade, pois não existem locais completamente iguais. Podemos concluir que terroir é a união das condições naturais que influenciam o desenvolvimento da planta-videira e, automaticamente, as condições de seus frutos, as uvas. Portanto, ressalto que a ação do homem pode alterar as características de determinados locais de produção, originando novas características que influenciam a uva e suas propriedades. Um vinho de qualidade transmite as características de seu terroir que sofre modificações a cada safra, gerando vinhos singulares, deixando o mundo do vinho mais e mais apaixonante. E se você ouvinte quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu instagram @jonas.somelier Será um prazer.
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      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento sobre o fascinante mundo do vinho é sobre o conceito de terroir. Você que lê e se interessa sobre o tema vinho já deve ter se deparado com esta palavra. E afinal, qual o conceito de terroir do vinho? A palavra terroir é uma das mais utilizadas do mundo do vinho e talvez uma das menos compreendidas. Não existe uma tradução literal, mas sim um sentido para esta palavra. Para entendermos melhor, vamos imaginar a seguinte situação. Temos uma mesma espécie de uva, a Cabernet Sauvignon, porém plantada em dois locais diferentes, como por exemplo Bordeaux na França e Vale do Maipo no Chile. As uvas colhidas nestes dois locais terão diversas características únicas, devido à ação de eletrônia. Elementos diferentes de cada local, como o tipo de solo, a altitude e a exposição solar. Isso trará ao vinho o mesmo efeito, uma certa singularidade, pois não existem locais completamente iguais. Podemos concluir que terroir é a união das condições naturais que influenciam o desenvolvimento da planta-videira e, automaticamente, as condições de seus frutos, as uvas. Portanto, ressalto que a ação do homem pode alterar as características de determinados locais de produção, originando novas características que influenciam a uva e suas propriedades. Um vinho de qualidade transmite as características de seu terroir que sofre modificações a cada safra, gerando vinhos singulares, deixando o mundo do vinho mais e mais apaixonante. E se você ouvinte quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu instagram @jonas.somelier Será um prazer.
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      <title><![CDATA[CONCEITO TERROIR ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá ouvinte da Radio Easy, vamos a mais uma taça de conhecimento? A Sangria é um coquetel que tem como base o vinho tinto seco, apesar de atualmente existirem versões com vinho branco e vinhos espumantes. Sua origem é incerta e o que se sabe é que esta refrescante bebida faz parte da tradição da Península Ibérica. Os espanhóis alegam que a sangria teve origem na Andalusia e tem associação às touradas típicas no país e vem daí a inspiração para o nome da bebida sangria igual derramamento de sangue. Sangue este simbolizado pelo vinho tinto. Portugal reivindica a origem e de fato fica muito difícil saber qual dos países é o inventor. Hoje em dia, assim como ocorre em champanhe e outras denominações. De origem, o nome sangria só pode ser utilizado para a bebida preparada em Portugal ou Espanha, e em outros locais do mundo. Deve-se referir-se a ela como bebida aromatizada à base de vinho. A decisão foi tomada pelo Parlamento Europeu em 2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá ouvinte da Radio Easy, vamos a mais uma taça de conhecimento? A Sangria é um coquetel que tem como base o vinho tinto seco, apesar de atualmente existirem versões com vinho branco e vinhos espumantes. Sua origem é incerta e o que se sabe é que esta refrescante bebida faz parte da tradição da Península Ibérica. Os espanhóis alegam que a sangria teve origem na Andalusia e tem associação às touradas típicas no país e vem daí a inspiração para o nome da bebida sangria igual derramamento de sangue. Sangue este simbolizado pelo vinho tinto. Portugal reivindica a origem e de fato fica muito difícil saber qual dos países é o inventor. Hoje em dia, assim como ocorre em champanhe e outras denominações. De origem, o nome sangria só pode ser utilizado para a bebida preparada em Portugal ou Espanha, e em outros locais do mundo. Deve-se referir-se a ela como bebida aromatizada à base de vinho. A decisão foi tomada pelo Parlamento Europeu em 2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá ouvinte da Radio Easy, vamos a mais uma taça de conhecimento? A Sangria é um coquetel que tem como base o vinho tinto seco, apesar de atualmente existirem versões com vinho branco e vinhos espumantes. Sua origem é incerta e o que se sabe é que esta refrescante bebida faz parte da tradição da Península Ibérica. Os espanhóis alegam que a sangria teve origem na Andalusia e tem associação às touradas típicas no país e vem daí a inspiração para o nome da bebida sangria igual derramamento de sangue. Sangue este simbolizado pelo vinho tinto. Portugal reivindica a origem e de fato fica muito difícil saber qual dos países é o inventor. Hoje em dia, assim como ocorre em champanhe e outras denominações. De origem, o nome sangria só pode ser utilizado para a bebida preparada em Portugal ou Espanha, e em outros locais do mundo. Deve-se referir-se a ela como bebida aromatizada à base de vinho. A decisão foi tomada pelo Parlamento Europeu em 2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá ouvinte da Radio Easy, vamos a mais uma taça de conhecimento? A Sangria é um coquetel que tem como base o vinho tinto seco, apesar de atualmente existirem versões com vinho branco e vinhos espumantes. Sua origem é incerta e o que se sabe é que esta refrescante bebida faz parte da tradição da Península Ibérica. Os espanhóis alegam que a sangria teve origem na Andalusia e tem associação às touradas típicas no país e vem daí a inspiração para o nome da bebida sangria igual derramamento de sangue. Sangue este simbolizado pelo vinho tinto. Portugal reivindica a origem e de fato fica muito difícil saber qual dos países é o inventor. Hoje em dia, assim como ocorre em champanhe e outras denominações. De origem, o nome sangria só pode ser utilizado para a bebida preparada em Portugal ou Espanha, e em outros locais do mundo. Deve-se referir-se a ela como bebida aromatizada à base de vinho. A decisão foi tomada pelo Parlamento Europeu em 2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SANGRIA COQUETEL ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho, que traz a você uma taça de conhecimento sobre a fermentação alcoólica dos vinhos. A fermentação alcoólica é um milagre que forma o vinho, e sem este processo natural, é impossível ter vinho. A fermentação ocorre graças a um micro-organismo chamado levedura. Estas são encontradas na natureza, porém, a levedura mais adequada para a produção de vinho é a Saccharomyces cerevisiae, por ter maior resistência ao próprio álcool gerado e ao dióxido de enxofre, principal conservante do vinho. As leveduras transformam os açúcares do mosto em álcool, gerando calor e gás carbônico. Elas podem ser naturais ou comerciais, sendo os naturais presentes na própria casca da uva. Uva, sendo pouco utilizadas devido ao comportamento imprevisível durante a fermentação, colocando em risco a qualidade do vinho. Já as leveduras comerciais são testadas em laboratório e proporcionam maior segurança na padronização do vinho. As leveduras podem se reproduzir em ambientes com e sem presença de oxigênio, e no caso dos tintos, o oxigênio pode ser fator positivo, pois facilita o processo de transformação dos açúcares. Já nos brancos, a ausência do oxigênio é muito importante, pois o produto vinho branco é muito sensível à oxidação e pode levar ao vinho cor e sabor desagradáveis. Cabe ao enólogo trabalhar em harmonia com as importantes leveduras, sabendo manipulá-las da melhor forma. E se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram, arrobajonas.somelier. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho, que traz a você uma taça de conhecimento sobre a fermentação alcoólica dos vinhos. A fermentação alcoólica é um milagre que forma o vinho, e sem este processo natural, é impossível ter vinho. A fermentação ocorre graças a um micro-organismo chamado levedura. Estas são encontradas na natureza, porém, a levedura mais adequada para a produção de vinho é a Saccharomyces cerevisiae, por ter maior resistência ao próprio álcool gerado e ao dióxido de enxofre, principal conservante do vinho. As leveduras transformam os açúcares do mosto em álcool, gerando calor e gás carbônico. Elas podem ser naturais ou comerciais, sendo os naturais presentes na própria casca da uva. Uva, sendo pouco utilizadas devido ao comportamento imprevisível durante a fermentação, colocando em risco a qualidade do vinho. Já as leveduras comerciais são testadas em laboratório e proporcionam maior segurança na padronização do vinho. As leveduras podem se reproduzir em ambientes com e sem presença de oxigênio, e no caso dos tintos, o oxigênio pode ser fator positivo, pois facilita o processo de transformação dos açúcares. Já nos brancos, a ausência do oxigênio é muito importante, pois o produto vinho branco é muito sensível à oxidação e pode levar ao vinho cor e sabor desagradáveis. Cabe ao enólogo trabalhar em harmonia com as importantes leveduras, sabendo manipulá-las da melhor forma. E se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram, arrobajonas.somelier. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho, que traz a você uma taça de conhecimento sobre a fermentação alcoólica dos vinhos. A fermentação alcoólica é um milagre que forma o vinho, e sem este processo natural, é impossível ter vinho. A fermentação ocorre graças a um micro-organismo chamado levedura. Estas são encontradas na natureza, porém, a levedura mais adequada para a produção de vinho é a Saccharomyces cerevisiae, por ter maior resistência ao próprio álcool gerado e ao dióxido de enxofre, principal conservante do vinho. As leveduras transformam os açúcares do mosto em álcool, gerando calor e gás carbônico. Elas podem ser naturais ou comerciais, sendo os naturais presentes na própria casca da uva. Uva, sendo pouco utilizadas devido ao comportamento imprevisível durante a fermentação, colocando em risco a qualidade do vinho. Já as leveduras comerciais são testadas em laboratório e proporcionam maior segurança na padronização do vinho. As leveduras podem se reproduzir em ambientes com e sem presença de oxigênio, e no caso dos tintos, o oxigênio pode ser fator positivo, pois facilita o processo de transformação dos açúcares. Já nos brancos, a ausência do oxigênio é muito importante, pois o produto vinho branco é muito sensível à oxidação e pode levar ao vinho cor e sabor desagradáveis. Cabe ao enólogo trabalhar em harmonia com as importantes leveduras, sabendo manipulá-las da melhor forma. E se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram, arrobajonas.somelier. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho, que traz a você uma taça de conhecimento sobre a fermentação alcoólica dos vinhos. A fermentação alcoólica é um milagre que forma o vinho, e sem este processo natural, é impossível ter vinho. A fermentação ocorre graças a um micro-organismo chamado levedura. Estas são encontradas na natureza, porém, a levedura mais adequada para a produção de vinho é a Saccharomyces cerevisiae, por ter maior resistência ao próprio álcool gerado e ao dióxido de enxofre, principal conservante do vinho. As leveduras transformam os açúcares do mosto em álcool, gerando calor e gás carbônico. Elas podem ser naturais ou comerciais, sendo os naturais presentes na própria casca da uva. Uva, sendo pouco utilizadas devido ao comportamento imprevisível durante a fermentação, colocando em risco a qualidade do vinho. Já as leveduras comerciais são testadas em laboratório e proporcionam maior segurança na padronização do vinho. As leveduras podem se reproduzir em ambientes com e sem presença de oxigênio, e no caso dos tintos, o oxigênio pode ser fator positivo, pois facilita o processo de transformação dos açúcares. Já nos brancos, a ausência do oxigênio é muito importante, pois o produto vinho branco é muito sensível à oxidação e pode levar ao vinho cor e sabor desagradáveis. Cabe ao enólogo trabalhar em harmonia com as importantes leveduras, sabendo manipulá-las da melhor forma. E se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram, arrobajonas.somelier. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Olá, ouvinte do Música e Vinho aqui na Rádio Easy. Seja muito bem-vindo. Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca chamada Goethe. Esta uva é o cruzamento de espécie vinífera europeia, com 87%, com labrusca americana 13%. Este cruzamento foi realizado nos Estados Unidos em 1851. O objetivo era ter uma variedade com resistência a pragas e diversidade de climas, como as labruscas, que são as uvas, americanas, e os aromas ricos e alta qualidade geral das europeias, as viníferas. Boa parte da composição deste cruzamento é a vinífera Moscato. Os aromas da Goethe remetem muito a Moscato, ou seja, remetem a. Frutos brancos e amarelos maduros. No Brasil, ela tem produção considerável e um século de história. Já temos, inclusive, uma IP, que é uma indicação de procedência no estado de Santa Catarina, chamado Vale da Uva Guete. Mesmo tendo a origem nos Estados Unidos, veio para o Brasil pelas mãos de Giuseppe Caruso MacDonald, tendo este recebido as mudas do imigrante italiano Benedito Marengo. A adaptabilidade desta espécie ao terroir de Urussanga  Santa Catarina é sensacional. Os vinhos são de primeira qualidade, com destaque para os espumantes que deslumbram. Um brinde a uva guete e a viticultura nacional. E um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho. Deixe sua sugestão de tema lá no meu Instagram, @jonas.somelier. Te espero lá!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Olá, ouvinte do Música e Vinho aqui na Rádio Easy. Seja muito bem-vindo. Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca chamada Goethe. Esta uva é o cruzamento de espécie vinífera europeia, com 87%, com labrusca americana 13%. Este cruzamento foi realizado nos Estados Unidos em 1851. O objetivo era ter uma variedade com resistência a pragas e diversidade de climas, como as labruscas, que são as uvas, americanas, e os aromas ricos e alta qualidade geral das europeias, as viníferas. Boa parte da composição deste cruzamento é a vinífera Moscato. Os aromas da Goethe remetem muito a Moscato, ou seja, remetem a. Frutos brancos e amarelos maduros. No Brasil, ela tem produção considerável e um século de história. Já temos, inclusive, uma IP, que é uma indicação de procedência no estado de Santa Catarina, chamado Vale da Uva Guete. Mesmo tendo a origem nos Estados Unidos, veio para o Brasil pelas mãos de Giuseppe Caruso MacDonald, tendo este recebido as mudas do imigrante italiano Benedito Marengo. A adaptabilidade desta espécie ao terroir de Urussanga  Santa Catarina é sensacional. Os vinhos são de primeira qualidade, com destaque para os espumantes que deslumbram. Um brinde a uva guete e a viticultura nacional. E um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho. Deixe sua sugestão de tema lá no meu Instagram, @jonas.somelier. Te espero lá!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Olá, ouvinte do Música e Vinho aqui na Rádio Easy. Seja muito bem-vindo. Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca chamada Goethe. Esta uva é o cruzamento de espécie vinífera europeia, com 87%, com labrusca americana 13%. Este cruzamento foi realizado nos Estados Unidos em 1851. O objetivo era ter uma variedade com resistência a pragas e diversidade de climas, como as labruscas, que são as uvas, americanas, e os aromas ricos e alta qualidade geral das europeias, as viníferas. Boa parte da composição deste cruzamento é a vinífera Moscato. Os aromas da Goethe remetem muito a Moscato, ou seja, remetem a. Frutos brancos e amarelos maduros. No Brasil, ela tem produção considerável e um século de história. Já temos, inclusive, uma IP, que é uma indicação de procedência no estado de Santa Catarina, chamado Vale da Uva Guete. Mesmo tendo a origem nos Estados Unidos, veio para o Brasil pelas mãos de Giuseppe Caruso MacDonald, tendo este recebido as mudas do imigrante italiano Benedito Marengo. A adaptabilidade desta espécie ao terroir de Urussanga  Santa Catarina é sensacional. Os vinhos são de primeira qualidade, com destaque para os espumantes que deslumbram. Um brinde a uva guete e a viticultura nacional. E um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho. Deixe sua sugestão de tema lá no meu Instagram, @jonas.somelier. Te espero lá!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Olá, ouvinte do Música e Vinho aqui na Rádio Easy. Seja muito bem-vindo. Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca chamada Goethe. Esta uva é o cruzamento de espécie vinífera europeia, com 87%, com labrusca americana 13%. Este cruzamento foi realizado nos Estados Unidos em 1851. O objetivo era ter uma variedade com resistência a pragas e diversidade de climas, como as labruscas, que são as uvas, americanas, e os aromas ricos e alta qualidade geral das europeias, as viníferas. Boa parte da composição deste cruzamento é a vinífera Moscato. Os aromas da Goethe remetem muito a Moscato, ou seja, remetem a. Frutos brancos e amarelos maduros. No Brasil, ela tem produção considerável e um século de história. Já temos, inclusive, uma IP, que é uma indicação de procedência no estado de Santa Catarina, chamado Vale da Uva Guete. Mesmo tendo a origem nos Estados Unidos, veio para o Brasil pelas mãos de Giuseppe Caruso MacDonald, tendo este recebido as mudas do imigrante italiano Benedito Marengo. A adaptabilidade desta espécie ao terroir de Urussanga  Santa Catarina é sensacional. Os vinhos são de primeira qualidade, com destaque para os espumantes que deslumbram. Um brinde a uva guete e a viticultura nacional. E um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho. Deixe sua sugestão de tema lá no meu Instagram, @jonas.somelier. Te espero lá!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA BRANCA GOETHE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México. O vale tem os vinhedos mais a norte de todo o México e ficam distantes do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros. Todos estes fatores fazem do vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país. E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o Vinho Monte Xanic Gran Ricardo, da Safra 2018. Produzido com as variedades de uvas viníferas francesas como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc. Por barricas de carvalho francês por 18 meses, traz complexidade e afinamento a este vinho. Sua coloração é rubi intensa, aromas que remetem a groselha, baunilha, pimenta preta, tostado e tabaco. Em boca tem entrada suave, porém, com taninos presentes, sem perder a elegância. Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você ouvinte do Música e Vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México. O vale tem os vinhedos mais a norte de todo o México e ficam distantes do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros. Todos estes fatores fazem do vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país. E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o Vinho Monte Xanic Gran Ricardo, da Safra 2018. Produzido com as variedades de uvas viníferas francesas como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc. Por barricas de carvalho francês por 18 meses, traz complexidade e afinamento a este vinho. Sua coloração é rubi intensa, aromas que remetem a groselha, baunilha, pimenta preta, tostado e tabaco. Em boca tem entrada suave, porém, com taninos presentes, sem perder a elegância. Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você ouvinte do Música e Vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México. O vale tem os vinhedos mais a norte de todo o México e ficam distantes do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros. Todos estes fatores fazem do vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país. E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o Vinho Monte Xanic Gran Ricardo, da Safra 2018. Produzido com as variedades de uvas viníferas francesas como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc. Por barricas de carvalho francês por 18 meses, traz complexidade e afinamento a este vinho. Sua coloração é rubi intensa, aromas que remetem a groselha, baunilha, pimenta preta, tostado e tabaco. Em boca tem entrada suave, porém, com taninos presentes, sem perder a elegância. Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você ouvinte do Música e Vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México. O vale tem os vinhedos mais a norte de todo o México e ficam distantes do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros. Todos estes fatores fazem do vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país. E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o Vinho Monte Xanic Gran Ricardo, da Safra 2018. Produzido com as variedades de uvas viníferas francesas como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc. Por barricas de carvalho francês por 18 meses, traz complexidade e afinamento a este vinho. Sua coloração é rubi intensa, aromas que remetem a groselha, baunilha, pimenta preta, tostado e tabaco. Em boca tem entrada suave, porém, com taninos presentes, sem perder a elegância. Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você ouvinte do Música e Vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO MONTE XANIC RICARDO - SAFRA 2018]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas na Itália. A casta branca grilo. É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado vinho de marsala. A variedade grilo tem muita história e sua origem mais considerada é a Sicília, sendo uma evolução da casta catarratto e moscato de Alexandria. Outra hipótese de seu surgimento foi pelo sul da Itália, mais precisamente pela região de Pulha, no salto da bota no mapa da Itália. Existem relatos que esta uva era a do vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C. Um vinho que recomendo com 100% grilo é o Cusumano-Shamaris, Grillo-Doc, onde as uvas são cultivadas em solos arenosos em terras sicilianas. O vinho amadurece quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade em aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, e é ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole como, por exemplo, o brie. Sensacional! Um brinde à história da casta Grilo e um brinde especial a você ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!
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      <itunes:subtitle><![CDATA[ Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas na Itália. A casta branca grilo. É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado vinho de marsala. A variedade grilo tem muita história e sua origem mais considerada é a Sicília, sendo uma evolução da casta catarratto e moscato de Alexandria. Outra hipótese de seu surgimento foi pelo sul da Itália, mais precisamente pela região de Pulha, no salto da bota no mapa da Itália. Existem relatos que esta uva era a do vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C. Um vinho que recomendo com 100% grilo é o Cusumano-Shamaris, Grillo-Doc, onde as uvas são cultivadas em solos arenosos em terras sicilianas. O vinho amadurece quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade em aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, e é ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole como, por exemplo, o brie. Sensacional! Um brinde à história da casta Grilo e um brinde especial a você ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!
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      <itunes:summary><![CDATA[ Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas na Itália. A casta branca grilo. É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado vinho de marsala. A variedade grilo tem muita história e sua origem mais considerada é a Sicília, sendo uma evolução da casta catarratto e moscato de Alexandria. Outra hipótese de seu surgimento foi pelo sul da Itália, mais precisamente pela região de Pulha, no salto da bota no mapa da Itália. Existem relatos que esta uva era a do vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C. Um vinho que recomendo com 100% grilo é o Cusumano-Shamaris, Grillo-Doc, onde as uvas são cultivadas em solos arenosos em terras sicilianas. O vinho amadurece quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade em aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, e é ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole como, por exemplo, o brie. Sensacional! Um brinde à história da casta Grilo e um brinde especial a você ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!
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      <content:encoded><![CDATA[ Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas na Itália. A casta branca grilo. É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado vinho de marsala. A variedade grilo tem muita história e sua origem mais considerada é a Sicília, sendo uma evolução da casta catarratto e moscato de Alexandria. Outra hipótese de seu surgimento foi pelo sul da Itália, mais precisamente pela região de Pulha, no salto da bota no mapa da Itália. Existem relatos que esta uva era a do vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C. Um vinho que recomendo com 100% grilo é o Cusumano-Shamaris, Grillo-Doc, onde as uvas são cultivadas em solos arenosos em terras sicilianas. O vinho amadurece quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade em aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, e é ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole como, por exemplo, o brie. Sensacional! Um brinde à história da casta Grilo e um brinde especial a você ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!
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      <title><![CDATA[UVA BRANCA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional produzido pela vinícola Casa Pedrucci no interior da Serra Gaúcha no Rio Grande do Sul. O espumante apresenta a coloração rosada de boa intensidade e com muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Seus aromas remetem a morango, a mora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e trazem para o paladar a mesma sensação que os aromas, frutas vermelhas. A produção do Casa Pedrucci Brut Rosé é realizada em Garibaldi na Serra Gaúcha pelo método de Charmat onde a segunda fermentação, aquela responsável pela obtenção do gás carbônico, é realizada dentro de tanques pressurizados feitos em aço inox. As uvas escolhidas para a produção desses cintos são feitas dentro de tanques pressurizados. Empático espumante são as tintas Merlot e a Pinot Noir. A rotulagem do vinho é bem criativa, trazendo diversas palavras que direcionam as ocasiões onde o vinho pode estar presente em nossas vidas, como por exemplo, formaturas, praia, casamento e outras. Um brinde aos espumantes do Brasil que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios. Um brinde novo ao seu ouvinte do Musique Vinho, que pode sugerir um tema para nossa taça de conhecimento através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional produzido pela vinícola Casa Pedrucci no interior da Serra Gaúcha no Rio Grande do Sul. O espumante apresenta a coloração rosada de boa intensidade e com muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Seus aromas remetem a morango, a mora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e trazem para o paladar a mesma sensação que os aromas, frutas vermelhas. A produção do Casa Pedrucci Brut Rosé é realizada em Garibaldi na Serra Gaúcha pelo método de Charmat onde a segunda fermentação, aquela responsável pela obtenção do gás carbônico, é realizada dentro de tanques pressurizados feitos em aço inox. As uvas escolhidas para a produção desses cintos são feitas dentro de tanques pressurizados. Empático espumante são as tintas Merlot e a Pinot Noir. A rotulagem do vinho é bem criativa, trazendo diversas palavras que direcionam as ocasiões onde o vinho pode estar presente em nossas vidas, como por exemplo, formaturas, praia, casamento e outras. Um brinde aos espumantes do Brasil que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios. Um brinde novo ao seu ouvinte do Musique Vinho, que pode sugerir um tema para nossa taça de conhecimento através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.
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      <itunes:summary><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional produzido pela vinícola Casa Pedrucci no interior da Serra Gaúcha no Rio Grande do Sul. O espumante apresenta a coloração rosada de boa intensidade e com muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Seus aromas remetem a morango, a mora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e trazem para o paladar a mesma sensação que os aromas, frutas vermelhas. A produção do Casa Pedrucci Brut Rosé é realizada em Garibaldi na Serra Gaúcha pelo método de Charmat onde a segunda fermentação, aquela responsável pela obtenção do gás carbônico, é realizada dentro de tanques pressurizados feitos em aço inox. As uvas escolhidas para a produção desses cintos são feitas dentro de tanques pressurizados. Empático espumante são as tintas Merlot e a Pinot Noir. A rotulagem do vinho é bem criativa, trazendo diversas palavras que direcionam as ocasiões onde o vinho pode estar presente em nossas vidas, como por exemplo, formaturas, praia, casamento e outras. Um brinde aos espumantes do Brasil que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios. Um brinde novo ao seu ouvinte do Musique Vinho, que pode sugerir um tema para nossa taça de conhecimento através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.
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      <content:encoded><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional produzido pela vinícola Casa Pedrucci no interior da Serra Gaúcha no Rio Grande do Sul. O espumante apresenta a coloração rosada de boa intensidade e com muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Seus aromas remetem a morango, a mora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e trazem para o paladar a mesma sensação que os aromas, frutas vermelhas. A produção do Casa Pedrucci Brut Rosé é realizada em Garibaldi na Serra Gaúcha pelo método de Charmat onde a segunda fermentação, aquela responsável pela obtenção do gás carbônico, é realizada dentro de tanques pressurizados feitos em aço inox. As uvas escolhidas para a produção desses cintos são feitas dentro de tanques pressurizados. Empático espumante são as tintas Merlot e a Pinot Noir. A rotulagem do vinho é bem criativa, trazendo diversas palavras que direcionam as ocasiões onde o vinho pode estar presente em nossas vidas, como por exemplo, formaturas, praia, casamento e outras. Um brinde aos espumantes do Brasil que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios. Um brinde novo ao seu ouvinte do Musique Vinho, que pode sugerir um tema para nossa taça de conhecimento através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.
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      <title><![CDATA[ESPUMANTE NACIONAL ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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