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    <description><![CDATA[Descubra a harmonia perfeita entre sons e sabores no Música & Vinho. Em cada episódio, histórias envolventes se encontram com vinhos selecionados, criando uma experiência sensorial que convida você a apreciar, com calma, tudo aquilo que agrada ao ouvido e ao paladar.]]></description>
    <itunes:summary><![CDATA[Descubra a harmonia perfeita entre sons e sabores no Música & Vinho. Em cada episódio, histórias envolventes se encontram com vinhos selecionados, criando uma experiência sensorial que convida você a apreciar, com calma, tudo aquilo que agrada ao ouvido e ao paladar.]]></itunes:summary>
    <title><![CDATA[Música e Vinho ]]></title>
    <copyright>2026 Morena FM - Easy</copyright>
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      <title><![CDATA[VINHO OU PRATO?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TENDÊNCIAS DO MUNDO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E uma ótima manhã pra você, que é apaixonado por vinhos!

Vinhos suíços...
Eu nunca degustei.
E você?

Mas só pelas paisagens das vinhas da região de Lac Léman, já me deu vontade de encontrar um vinho suíço pra conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima muito particular.
Está protegido do frio de inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor, e, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar.
A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux.

La Côte quer dizer “encosta”, pela sua localização em uma suave colina.
Produz vinhos brancos como os da Europa, de uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e aromas de frutas como pêssego, maçã, além de nozes e mel.

Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO desde 2007.

O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sob um sol triplo:
um sol que vem de cima, generoso e acolhedor;
um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado;
e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E uma ótima manhã pra você, que é apaixonado por vinhos!

Vinhos suíços...
Eu nunca degustei.
E você?

Mas só pelas paisagens das vinhas da região de Lac Léman, já me deu vontade de encontrar um vinho suíço pra conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima muito particular.
Está protegido do frio de inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor, e, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar.
A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux.

La Côte quer dizer “encosta”, pela sua localização em uma suave colina.
Produz vinhos brancos como os da Europa, de uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e aromas de frutas como pêssego, maçã, além de nozes e mel.

Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO desde 2007.

O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sob um sol triplo:
um sol que vem de cima, generoso e acolhedor;
um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado;
e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E uma ótima manhã pra você, que é apaixonado por vinhos!

Vinhos suíços...
Eu nunca degustei.
E você?

Mas só pelas paisagens das vinhas da região de Lac Léman, já me deu vontade de encontrar um vinho suíço pra conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima muito particular.
Está protegido do frio de inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor, e, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar.
A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux.

La Côte quer dizer “encosta”, pela sua localização em uma suave colina.
Produz vinhos brancos como os da Europa, de uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e aromas de frutas como pêssego, maçã, além de nozes e mel.

Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO desde 2007.

O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sob um sol triplo:
um sol que vem de cima, generoso e acolhedor;
um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado;
e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E uma ótima manhã pra você, que é apaixonado por vinhos!

Vinhos suíços...
Eu nunca degustei.
E você?

Mas só pelas paisagens das vinhas da região de Lac Léman, já me deu vontade de encontrar um vinho suíço pra conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima muito particular.
Está protegido do frio de inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor, e, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar.
A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux.

La Côte quer dizer “encosta”, pela sua localização em uma suave colina.
Produz vinhos brancos como os da Europa, de uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e aromas de frutas como pêssego, maçã, além de nozes e mel.

Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO desde 2007.

O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sob um sol triplo:
um sol que vem de cima, generoso e acolhedor;
um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado;
e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS SUIÇOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia.
 A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né? A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste. As uvas não escondem a característica principal dos vinícolas. Vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância, Sauvignon Blanc e Pinot Noir. 

Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha. Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar. E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a #MUSICA&VINHO através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia.
 A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né? A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste. As uvas não escondem a característica principal dos vinícolas. Vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância, Sauvignon Blanc e Pinot Noir. 

Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha. Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar. E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a #MUSICA&VINHO através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia.
 A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né? A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste. As uvas não escondem a característica principal dos vinícolas. Vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância, Sauvignon Blanc e Pinot Noir. 

Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha. Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar. E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a #MUSICA&VINHO através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia.
 A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né? A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste. As uvas não escondem a característica principal dos vinícolas. Vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância, Sauvignon Blanc e Pinot Noir. 

Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha. Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar. E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a #MUSICA&VINHO através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOUVIGNON BLANC NA NOVA ZELÂNDIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 19 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

E uma excelente manhã para você! Obrigada pela sua companhia de sempre.

A gente acha que já falou sobre tudo, né? Mas depende do contexto e da percepção de cada um. Por exemplo: a uva Gewürztraminer, de origem francesa — e que eu já falei por aqui — dá origem a vinhos brancos feitos de uma uva que é, curiosamente, totalmente rosada.

Quando penso em Gewürztraminer, a primeira ideia que me vem à cabeça são os aromas florais. Mas, para minha amiga Elie, eles são vinhos temperados. E “Gewürz”, em alemão, significa literalmente tempero — nem eu lembrava disso!

A uva Gewürztraminer produz mesmo vinhos com toques picantes, aromas de lichia, rosas, manga e especiarias como cravo. Você acertou, minha amiga — o vinho é literalmente temperado com várias famílias aromáticas.

Essa uva não é muito conhecida, mas é plantada em países como Alemanha e França, especialmente na Alsácia, e já faz sucesso também nos Estados Unidos, Austrália, Chile, Nova Zelândia e aqui no Brasil.

Eu tenho um carinho especial por essa uva, porque já passei um dia todo colhendo e comendo Gewürztraminer aqui mesmo no Brasil.

Os vinhos dessa uva têm coloração dourada, boa acidez e são super aromáticos. Formam uma bela parceria na harmonização com comidas bem condimentadas, como as indianas, chinesas e tailandesas.

A Gewürztraminer produz, além de vinhos brancos secos, alguns brancos de sobremesa com colheita tardia — e esses vinhos são ótimos acompanhamentos para sobremesas à base de frutas ou iogurte com chocolate.

E lembre-se: mantenha a moderação. Se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

E uma excelente manhã para você! Obrigada pela sua companhia de sempre.

A gente acha que já falou sobre tudo, né? Mas depende do contexto e da percepção de cada um. Por exemplo: a uva Gewürztraminer, de origem francesa — e que eu já falei por aqui — dá origem a vinhos brancos feitos de uma uva que é, curiosamente, totalmente rosada.

Quando penso em Gewürztraminer, a primeira ideia que me vem à cabeça são os aromas florais. Mas, para minha amiga Elie, eles são vinhos temperados. E “Gewürz”, em alemão, significa literalmente tempero — nem eu lembrava disso!

A uva Gewürztraminer produz mesmo vinhos com toques picantes, aromas de lichia, rosas, manga e especiarias como cravo. Você acertou, minha amiga — o vinho é literalmente temperado com várias famílias aromáticas.

Essa uva não é muito conhecida, mas é plantada em países como Alemanha e França, especialmente na Alsácia, e já faz sucesso também nos Estados Unidos, Austrália, Chile, Nova Zelândia e aqui no Brasil.

Eu tenho um carinho especial por essa uva, porque já passei um dia todo colhendo e comendo Gewürztraminer aqui mesmo no Brasil.

Os vinhos dessa uva têm coloração dourada, boa acidez e são super aromáticos. Formam uma bela parceria na harmonização com comidas bem condimentadas, como as indianas, chinesas e tailandesas.

A Gewürztraminer produz, além de vinhos brancos secos, alguns brancos de sobremesa com colheita tardia — e esses vinhos são ótimos acompanhamentos para sobremesas à base de frutas ou iogurte com chocolate.

E lembre-se: mantenha a moderação. Se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

E uma excelente manhã para você! Obrigada pela sua companhia de sempre.

A gente acha que já falou sobre tudo, né? Mas depende do contexto e da percepção de cada um. Por exemplo: a uva Gewürztraminer, de origem francesa — e que eu já falei por aqui — dá origem a vinhos brancos feitos de uma uva que é, curiosamente, totalmente rosada.

Quando penso em Gewürztraminer, a primeira ideia que me vem à cabeça são os aromas florais. Mas, para minha amiga Elie, eles são vinhos temperados. E “Gewürz”, em alemão, significa literalmente tempero — nem eu lembrava disso!

A uva Gewürztraminer produz mesmo vinhos com toques picantes, aromas de lichia, rosas, manga e especiarias como cravo. Você acertou, minha amiga — o vinho é literalmente temperado com várias famílias aromáticas.

Essa uva não é muito conhecida, mas é plantada em países como Alemanha e França, especialmente na Alsácia, e já faz sucesso também nos Estados Unidos, Austrália, Chile, Nova Zelândia e aqui no Brasil.

Eu tenho um carinho especial por essa uva, porque já passei um dia todo colhendo e comendo Gewürztraminer aqui mesmo no Brasil.

Os vinhos dessa uva têm coloração dourada, boa acidez e são super aromáticos. Formam uma bela parceria na harmonização com comidas bem condimentadas, como as indianas, chinesas e tailandesas.

A Gewürztraminer produz, além de vinhos brancos secos, alguns brancos de sobremesa com colheita tardia — e esses vinhos são ótimos acompanhamentos para sobremesas à base de frutas ou iogurte com chocolate.

E lembre-se: mantenha a moderação. Se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

E uma excelente manhã para você! Obrigada pela sua companhia de sempre.

A gente acha que já falou sobre tudo, né? Mas depende do contexto e da percepção de cada um. Por exemplo: a uva Gewürztraminer, de origem francesa — e que eu já falei por aqui — dá origem a vinhos brancos feitos de uma uva que é, curiosamente, totalmente rosada.

Quando penso em Gewürztraminer, a primeira ideia que me vem à cabeça são os aromas florais. Mas, para minha amiga Elie, eles são vinhos temperados. E “Gewürz”, em alemão, significa literalmente tempero — nem eu lembrava disso!

A uva Gewürztraminer produz mesmo vinhos com toques picantes, aromas de lichia, rosas, manga e especiarias como cravo. Você acertou, minha amiga — o vinho é literalmente temperado com várias famílias aromáticas.

Essa uva não é muito conhecida, mas é plantada em países como Alemanha e França, especialmente na Alsácia, e já faz sucesso também nos Estados Unidos, Austrália, Chile, Nova Zelândia e aqui no Brasil.

Eu tenho um carinho especial por essa uva, porque já passei um dia todo colhendo e comendo Gewürztraminer aqui mesmo no Brasil.

Os vinhos dessa uva têm coloração dourada, boa acidez e são super aromáticos. Formam uma bela parceria na harmonização com comidas bem condimentadas, como as indianas, chinesas e tailandesas.

A Gewürztraminer produz, além de vinhos brancos secos, alguns brancos de sobremesa com colheita tardia — e esses vinhos são ótimos acompanhamentos para sobremesas à base de frutas ou iogurte com chocolate.

E lembre-se: mantenha a moderação. Se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA GEWÜZTRAMINER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PATO E PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Já virou moda beber vinhos em taças, rolha de vinho fria em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar. Cada um leva o vinho que gosta e que pode pagar. No mesmo grupo de amigos, cada um tem um gosto ou está com vontade de beber um vinho diferente do outro. Não tem problema, cada um degusta a taça de vinho que mais gosta.

E eu estive recentemente na Disneyland dos Enófilos, um wine bar com mais de 96 rótulos de vinhos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, também o Alentejano Borrador. Um vinho elaborado com as uvas tradicionais e, se você acompanha o Música e Vinho, já sabe que eu amo os vinhos do Alentejanos. Já falei sobre eles com o tema de vinhos quentes, os vinhos fáceis de agradar.

Uvas aragonês, toriga nacional e trincadeira. O vinho borrador passa nove meses em barricas fermentando e depois mais seis meses sobre as borras, para extrair toda a qualidade das uvas e elaborar um supervinho. Sem filtragem, é um vinho no estilo natural. Uma boa fruta e toque terroso, com taninos bem maduros.

Mais uma sugestão de vinhos alentejanos para você gostar e descobrir quais são as características principais dos vinhos portugueses.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Já virou moda beber vinhos em taças, rolha de vinho fria em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar. Cada um leva o vinho que gosta e que pode pagar. No mesmo grupo de amigos, cada um tem um gosto ou está com vontade de beber um vinho diferente do outro. Não tem problema, cada um degusta a taça de vinho que mais gosta.

E eu estive recentemente na Disneyland dos Enófilos, um wine bar com mais de 96 rótulos de vinhos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, também o Alentejano Borrador. Um vinho elaborado com as uvas tradicionais e, se você acompanha o Música e Vinho, já sabe que eu amo os vinhos do Alentejanos. Já falei sobre eles com o tema de vinhos quentes, os vinhos fáceis de agradar.

Uvas aragonês, toriga nacional e trincadeira. O vinho borrador passa nove meses em barricas fermentando e depois mais seis meses sobre as borras, para extrair toda a qualidade das uvas e elaborar um supervinho. Sem filtragem, é um vinho no estilo natural. Uma boa fruta e toque terroso, com taninos bem maduros.

Mais uma sugestão de vinhos alentejanos para você gostar e descobrir quais são as características principais dos vinhos portugueses.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Já virou moda beber vinhos em taças, rolha de vinho fria em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar. Cada um leva o vinho que gosta e que pode pagar. No mesmo grupo de amigos, cada um tem um gosto ou está com vontade de beber um vinho diferente do outro. Não tem problema, cada um degusta a taça de vinho que mais gosta.

E eu estive recentemente na Disneyland dos Enófilos, um wine bar com mais de 96 rótulos de vinhos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, também o Alentejano Borrador. Um vinho elaborado com as uvas tradicionais e, se você acompanha o Música e Vinho, já sabe que eu amo os vinhos do Alentejanos. Já falei sobre eles com o tema de vinhos quentes, os vinhos fáceis de agradar.

Uvas aragonês, toriga nacional e trincadeira. O vinho borrador passa nove meses em barricas fermentando e depois mais seis meses sobre as borras, para extrair toda a qualidade das uvas e elaborar um supervinho. Sem filtragem, é um vinho no estilo natural. Uma boa fruta e toque terroso, com taninos bem maduros.

Mais uma sugestão de vinhos alentejanos para você gostar e descobrir quais são as características principais dos vinhos portugueses.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Já virou moda beber vinhos em taças, rolha de vinho fria em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar. Cada um leva o vinho que gosta e que pode pagar. No mesmo grupo de amigos, cada um tem um gosto ou está com vontade de beber um vinho diferente do outro. Não tem problema, cada um degusta a taça de vinho que mais gosta.

E eu estive recentemente na Disneyland dos Enófilos, um wine bar com mais de 96 rótulos de vinhos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, também o Alentejano Borrador. Um vinho elaborado com as uvas tradicionais e, se você acompanha o Música e Vinho, já sabe que eu amo os vinhos do Alentejanos. Já falei sobre eles com o tema de vinhos quentes, os vinhos fáceis de agradar.

Uvas aragonês, toriga nacional e trincadeira. O vinho borrador passa nove meses em barricas fermentando e depois mais seis meses sobre as borras, para extrair toda a qualidade das uvas e elaborar um supervinho. Sem filtragem, é um vinho no estilo natural. Uma boa fruta e toque terroso, com taninos bem maduros.

Mais uma sugestão de vinhos alentejanos para você gostar e descobrir quais são as características principais dos vinhos portugueses.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO ALENTEJANO BOJADOR ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO DE VINHOS COM QUEIJO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A região da Catalunha é a área vinícola com o maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costers del Segre, Montsant, Penedès, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo, são 12 sub-regiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem Cava.

Primeiro, que Cava, em espanhol, é masculino; então, não é “a cava”, e sim “o cava”. O clima da Catalunha é de poucas chuvas, e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí, o resultado são vinhos de coloração profunda, excelente textura e taninos finos.

A denominação de vinhos no estilo Cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção. Porém, hoje, os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de Cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanhes, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas.

Enquanto em champanhes se usam Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, na Espanha utilizam-se Xarel·lo, Macabeu e Parellada para fazer os Cavas, além das uvas Pinot Noir, Garnacha e Monastrell para os Cavas rosados e tintos.

Desde 1960, o Cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias. Chegou a ser chamado de “champanhe espanhol”.

O bom disso tudo é que o Cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também.

São três estilos de Cavas que você vai encontrar nos rótulos em supermercados: os Cavas de selo branco são os mais jovens, com nove meses de maturação; os de selo verde são os reservas, com quinze meses de maturação; e os de selo negro, os gran reserva, com trinta meses de maturação.

É superfácil harmonizar Cava, porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos com arroz e açafrão.

Lembrando sempre de manter a moderação.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A região da Catalunha é a área vinícola com o maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costers del Segre, Montsant, Penedès, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo, são 12 sub-regiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem Cava.

Primeiro, que Cava, em espanhol, é masculino; então, não é “a cava”, e sim “o cava”. O clima da Catalunha é de poucas chuvas, e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí, o resultado são vinhos de coloração profunda, excelente textura e taninos finos.

A denominação de vinhos no estilo Cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção. Porém, hoje, os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de Cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanhes, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas.

Enquanto em champanhes se usam Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, na Espanha utilizam-se Xarel·lo, Macabeu e Parellada para fazer os Cavas, além das uvas Pinot Noir, Garnacha e Monastrell para os Cavas rosados e tintos.

Desde 1960, o Cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias. Chegou a ser chamado de “champanhe espanhol”.

O bom disso tudo é que o Cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também.

São três estilos de Cavas que você vai encontrar nos rótulos em supermercados: os Cavas de selo branco são os mais jovens, com nove meses de maturação; os de selo verde são os reservas, com quinze meses de maturação; e os de selo negro, os gran reserva, com trinta meses de maturação.

É superfácil harmonizar Cava, porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos com arroz e açafrão.

Lembrando sempre de manter a moderação.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A região da Catalunha é a área vinícola com o maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costers del Segre, Montsant, Penedès, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo, são 12 sub-regiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem Cava.

Primeiro, que Cava, em espanhol, é masculino; então, não é “a cava”, e sim “o cava”. O clima da Catalunha é de poucas chuvas, e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí, o resultado são vinhos de coloração profunda, excelente textura e taninos finos.

A denominação de vinhos no estilo Cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção. Porém, hoje, os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de Cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanhes, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas.

Enquanto em champanhes se usam Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, na Espanha utilizam-se Xarel·lo, Macabeu e Parellada para fazer os Cavas, além das uvas Pinot Noir, Garnacha e Monastrell para os Cavas rosados e tintos.

Desde 1960, o Cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias. Chegou a ser chamado de “champanhe espanhol”.

O bom disso tudo é que o Cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também.

São três estilos de Cavas que você vai encontrar nos rótulos em supermercados: os Cavas de selo branco são os mais jovens, com nove meses de maturação; os de selo verde são os reservas, com quinze meses de maturação; e os de selo negro, os gran reserva, com trinta meses de maturação.

É superfácil harmonizar Cava, porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos com arroz e açafrão.

Lembrando sempre de manter a moderação.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A região da Catalunha é a área vinícola com o maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costers del Segre, Montsant, Penedès, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo, são 12 sub-regiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem Cava.

Primeiro, que Cava, em espanhol, é masculino; então, não é “a cava”, e sim “o cava”. O clima da Catalunha é de poucas chuvas, e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí, o resultado são vinhos de coloração profunda, excelente textura e taninos finos.

A denominação de vinhos no estilo Cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção. Porém, hoje, os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de Cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanhes, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas.

Enquanto em champanhes se usam Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, na Espanha utilizam-se Xarel·lo, Macabeu e Parellada para fazer os Cavas, além das uvas Pinot Noir, Garnacha e Monastrell para os Cavas rosados e tintos.

Desde 1960, o Cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias. Chegou a ser chamado de “champanhe espanhol”.

O bom disso tudo é que o Cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também.

São três estilos de Cavas que você vai encontrar nos rótulos em supermercados: os Cavas de selo branco são os mais jovens, com nove meses de maturação; os de selo verde são os reservas, com quinze meses de maturação; e os de selo negro, os gran reserva, com trinta meses de maturação.

É superfácil harmonizar Cava, porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos com arroz e açafrão.

Lembrando sempre de manter a moderação.
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      <title><![CDATA[VINÍCOLAS DE CATALUÑA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Vinho e seus deuses.
Degustei o Telus Syrah Lazio. A propriedade fica a uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil: Telus.

O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant’Angelo, em Roma. O Castelo de Sant’Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telus Syrah é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Famiglia Cotarella. Um super Syrah, de coloração vermelha bem intensa, frutas frescas e as famosas especiarias da Syrah, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.
O Telus Syrah é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível.

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Vinho e seus deuses.
Degustei o Telus Syrah Lazio. A propriedade fica a uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil: Telus.

O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant’Angelo, em Roma. O Castelo de Sant’Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telus Syrah é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Famiglia Cotarella. Um super Syrah, de coloração vermelha bem intensa, frutas frescas e as famosas especiarias da Syrah, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.
O Telus Syrah é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível.

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Vinho e seus deuses.
Degustei o Telus Syrah Lazio. A propriedade fica a uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil: Telus.

O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant’Angelo, em Roma. O Castelo de Sant’Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telus Syrah é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Famiglia Cotarella. Um super Syrah, de coloração vermelha bem intensa, frutas frescas e as famosas especiarias da Syrah, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.
O Telus Syrah é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível.

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Vinho e seus deuses.
Degustei o Telus Syrah Lazio. A propriedade fica a uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil: Telus.

O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant’Angelo, em Roma. O Castelo de Sant’Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telus Syrah é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Famiglia Cotarella. Um super Syrah, de coloração vermelha bem intensa, frutas frescas e as famosas especiarias da Syrah, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.
O Telus Syrah é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível.

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TELLUS SYRAH LAZIO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO BAYANEGRA TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Hoje nós vamos direto para a Itália, na região do Vêneto. Para você que quer saber mais, só que hoje, num contexto totalmente diferente, novas informações sobre essa famosa região do Vêneto, na Itália.

E mais uma vez, eu te desafio a saber: qual é o vinho do Vale das Muitas Adegas?
Mas, se eu disser Valpolicella, você conhece, é claro! Esse é o estilo de vinho mais famoso do Vêneto, sim,  mas não o único.

O Vêneto é a maior região em produção na Itália: são mais de 850 milhões de garrafas ao ano, e aqui há o maior número de denominações de origem controladas.

Os grandes vinhos clássicos se utilizam de uvas autóctones, que são as uvas regionais, como o Soave, um vinho branco muito popular, feito com as uvas autóctones Garganega e Trebiano.

O vinho seco clássico da região é elaborado com as uvas Corvina, Molinara e Rondinella.
Tem ainda o Amarone de Valpolicella, as mesmas uvas, porém parcialmente secas. Dá um vinho mais complexo, encorpado e alcoólico, podendo chegar a 16 graus alcoólicos.

O Recioto de Valpolicella é o vinho doce, com as mesmas uvas do Valpolicella. As uvas são secas e têm a fermentação interrompida, exatamente como se faz nos vinhos do Porto.

O Valpolicella Ripasso é elaborado com os resíduos das uvas do Amarone.
E, no Vêneto, encontramos ainda outros estilos de vinhos, como o Bardolino, com as mesmas uvas do Valpolicella, porém vinhos mais leves, para consumo rápido e para harmonizar com um picadinho.

E ainda o famoso Prosecco, de uvas do mesmo nome, perfeitos para festa de casamento.

O Brasil tem uma forte ligação com o Vêneto, porque é de lá que vieram os imigrantes italianos. Então, vamos prestigiá-los e descobrir essas grandes variedades e estilos de vinhos do Vêneto.

Mas não são só esses sete estilos que eu citei hoje: são 2 DOCGs, 21 DOCs e 10 IGTs.
Tantos estilos de vinho e tanta produção para atender os quase 5 milhões de habitantes da região, receber 60 milhões de turistas ao ano e ainda exportar para todo o mundo.

A capital do Vêneto é Veneza, e outras cidades famosas são Verona, a capital dos namorados apaixonados, como Romeu e Julieta.

E como eu sou também uma apaixonada, encontrei um vinho na Argentina que faz uma homenagem aos famosos Amarones. Feito no mesmo estilo, o nome é um trocadilho: de Amarone para Enamore, para os apaixonados e enamorados.

Lembre-se de manter a moderação, claro e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Hoje nós vamos direto para a Itália, na região do Vêneto. Para você que quer saber mais, só que hoje, num contexto totalmente diferente, novas informações sobre essa famosa região do Vêneto, na Itália.

E mais uma vez, eu te desafio a saber: qual é o vinho do Vale das Muitas Adegas?
Mas, se eu disser Valpolicella, você conhece, é claro! Esse é o estilo de vinho mais famoso do Vêneto, sim,  mas não o único.

O Vêneto é a maior região em produção na Itália: são mais de 850 milhões de garrafas ao ano, e aqui há o maior número de denominações de origem controladas.

Os grandes vinhos clássicos se utilizam de uvas autóctones, que são as uvas regionais, como o Soave, um vinho branco muito popular, feito com as uvas autóctones Garganega e Trebiano.

O vinho seco clássico da região é elaborado com as uvas Corvina, Molinara e Rondinella.
Tem ainda o Amarone de Valpolicella, as mesmas uvas, porém parcialmente secas. Dá um vinho mais complexo, encorpado e alcoólico, podendo chegar a 16 graus alcoólicos.

O Recioto de Valpolicella é o vinho doce, com as mesmas uvas do Valpolicella. As uvas são secas e têm a fermentação interrompida, exatamente como se faz nos vinhos do Porto.

O Valpolicella Ripasso é elaborado com os resíduos das uvas do Amarone.
E, no Vêneto, encontramos ainda outros estilos de vinhos, como o Bardolino, com as mesmas uvas do Valpolicella, porém vinhos mais leves, para consumo rápido e para harmonizar com um picadinho.

E ainda o famoso Prosecco, de uvas do mesmo nome, perfeitos para festa de casamento.

O Brasil tem uma forte ligação com o Vêneto, porque é de lá que vieram os imigrantes italianos. Então, vamos prestigiá-los e descobrir essas grandes variedades e estilos de vinhos do Vêneto.

Mas não são só esses sete estilos que eu citei hoje: são 2 DOCGs, 21 DOCs e 10 IGTs.
Tantos estilos de vinho e tanta produção para atender os quase 5 milhões de habitantes da região, receber 60 milhões de turistas ao ano e ainda exportar para todo o mundo.

A capital do Vêneto é Veneza, e outras cidades famosas são Verona, a capital dos namorados apaixonados, como Romeu e Julieta.

E como eu sou também uma apaixonada, encontrei um vinho na Argentina que faz uma homenagem aos famosos Amarones. Feito no mesmo estilo, o nome é um trocadilho: de Amarone para Enamore, para os apaixonados e enamorados.

Lembre-se de manter a moderação, claro e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Hoje nós vamos direto para a Itália, na região do Vêneto. Para você que quer saber mais, só que hoje, num contexto totalmente diferente, novas informações sobre essa famosa região do Vêneto, na Itália.

E mais uma vez, eu te desafio a saber: qual é o vinho do Vale das Muitas Adegas?
Mas, se eu disser Valpolicella, você conhece, é claro! Esse é o estilo de vinho mais famoso do Vêneto, sim,  mas não o único.

O Vêneto é a maior região em produção na Itália: são mais de 850 milhões de garrafas ao ano, e aqui há o maior número de denominações de origem controladas.

Os grandes vinhos clássicos se utilizam de uvas autóctones, que são as uvas regionais, como o Soave, um vinho branco muito popular, feito com as uvas autóctones Garganega e Trebiano.

O vinho seco clássico da região é elaborado com as uvas Corvina, Molinara e Rondinella.
Tem ainda o Amarone de Valpolicella, as mesmas uvas, porém parcialmente secas. Dá um vinho mais complexo, encorpado e alcoólico, podendo chegar a 16 graus alcoólicos.

O Recioto de Valpolicella é o vinho doce, com as mesmas uvas do Valpolicella. As uvas são secas e têm a fermentação interrompida, exatamente como se faz nos vinhos do Porto.

O Valpolicella Ripasso é elaborado com os resíduos das uvas do Amarone.
E, no Vêneto, encontramos ainda outros estilos de vinhos, como o Bardolino, com as mesmas uvas do Valpolicella, porém vinhos mais leves, para consumo rápido e para harmonizar com um picadinho.

E ainda o famoso Prosecco, de uvas do mesmo nome, perfeitos para festa de casamento.

O Brasil tem uma forte ligação com o Vêneto, porque é de lá que vieram os imigrantes italianos. Então, vamos prestigiá-los e descobrir essas grandes variedades e estilos de vinhos do Vêneto.

Mas não são só esses sete estilos que eu citei hoje: são 2 DOCGs, 21 DOCs e 10 IGTs.
Tantos estilos de vinho e tanta produção para atender os quase 5 milhões de habitantes da região, receber 60 milhões de turistas ao ano e ainda exportar para todo o mundo.

A capital do Vêneto é Veneza, e outras cidades famosas são Verona, a capital dos namorados apaixonados, como Romeu e Julieta.

E como eu sou também uma apaixonada, encontrei um vinho na Argentina que faz uma homenagem aos famosos Amarones. Feito no mesmo estilo, o nome é um trocadilho: de Amarone para Enamore, para os apaixonados e enamorados.

Lembre-se de manter a moderação, claro e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Hoje nós vamos direto para a Itália, na região do Vêneto. Para você que quer saber mais, só que hoje, num contexto totalmente diferente, novas informações sobre essa famosa região do Vêneto, na Itália.

E mais uma vez, eu te desafio a saber: qual é o vinho do Vale das Muitas Adegas?
Mas, se eu disser Valpolicella, você conhece, é claro! Esse é o estilo de vinho mais famoso do Vêneto, sim,  mas não o único.

O Vêneto é a maior região em produção na Itália: são mais de 850 milhões de garrafas ao ano, e aqui há o maior número de denominações de origem controladas.

Os grandes vinhos clássicos se utilizam de uvas autóctones, que são as uvas regionais, como o Soave, um vinho branco muito popular, feito com as uvas autóctones Garganega e Trebiano.

O vinho seco clássico da região é elaborado com as uvas Corvina, Molinara e Rondinella.
Tem ainda o Amarone de Valpolicella, as mesmas uvas, porém parcialmente secas. Dá um vinho mais complexo, encorpado e alcoólico, podendo chegar a 16 graus alcoólicos.

O Recioto de Valpolicella é o vinho doce, com as mesmas uvas do Valpolicella. As uvas são secas e têm a fermentação interrompida, exatamente como se faz nos vinhos do Porto.

O Valpolicella Ripasso é elaborado com os resíduos das uvas do Amarone.
E, no Vêneto, encontramos ainda outros estilos de vinhos, como o Bardolino, com as mesmas uvas do Valpolicella, porém vinhos mais leves, para consumo rápido e para harmonizar com um picadinho.

E ainda o famoso Prosecco, de uvas do mesmo nome, perfeitos para festa de casamento.

O Brasil tem uma forte ligação com o Vêneto, porque é de lá que vieram os imigrantes italianos. Então, vamos prestigiá-los e descobrir essas grandes variedades e estilos de vinhos do Vêneto.

Mas não são só esses sete estilos que eu citei hoje: são 2 DOCGs, 21 DOCs e 10 IGTs.
Tantos estilos de vinho e tanta produção para atender os quase 5 milhões de habitantes da região, receber 60 milhões de turistas ao ano e ainda exportar para todo o mundo.

A capital do Vêneto é Veneza, e outras cidades famosas são Verona, a capital dos namorados apaixonados, como Romeu e Julieta.

E como eu sou também uma apaixonada, encontrei um vinho na Argentina que faz uma homenagem aos famosos Amarones. Feito no mesmo estilo, o nome é um trocadilho: de Amarone para Enamore, para os apaixonados e enamorados.

Lembre-se de manter a moderação, claro e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALPOLICELLA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO ESTILO SAN JOSEPHINE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ESPORTES E VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO COSPE SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.
O sul da Itália não para de nos surpreender, desta vez com a uva aglianico, do grego eleanico, que significa o que vem da Grécia. Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século 7 antes de Cristo, em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e a Basilicata.
As características da uva aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento. Degustei o Colepetrito Aglianico com 10 dias de maceração e remontagem diária para extrair ainda mais potencial do vinho, mais extratos. Tem notas de chocolate, especiarias e café, e boa fome. Persistência. Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média.
É um vinho ideal para queijos temperados, para carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como o cordeiro. Bem estruturado, envolvente e persistente. Alguns vinhos da uva aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes que são comparados aos vinhos Barolos produzidos ao norte da Itália. Por isso, os aglianicos ganham também o apelido de barolos do sul.
Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação. Uma ótima manhã para você, e agora vamos ouvir “Ordinary Day”, com Dolores O'Riordan.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.
O sul da Itália não para de nos surpreender, desta vez com a uva aglianico, do grego eleanico, que significa o que vem da Grécia. Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século 7 antes de Cristo, em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e a Basilicata.
As características da uva aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento. Degustei o Colepetrito Aglianico com 10 dias de maceração e remontagem diária para extrair ainda mais potencial do vinho, mais extratos. Tem notas de chocolate, especiarias e café, e boa fome. Persistência. Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média.
É um vinho ideal para queijos temperados, para carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como o cordeiro. Bem estruturado, envolvente e persistente. Alguns vinhos da uva aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes que são comparados aos vinhos Barolos produzidos ao norte da Itália. Por isso, os aglianicos ganham também o apelido de barolos do sul.
Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação. Uma ótima manhã para você, e agora vamos ouvir “Ordinary Day”, com Dolores O'Riordan.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.
O sul da Itália não para de nos surpreender, desta vez com a uva aglianico, do grego eleanico, que significa o que vem da Grécia. Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século 7 antes de Cristo, em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e a Basilicata.
As características da uva aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento. Degustei o Colepetrito Aglianico com 10 dias de maceração e remontagem diária para extrair ainda mais potencial do vinho, mais extratos. Tem notas de chocolate, especiarias e café, e boa fome. Persistência. Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média.
É um vinho ideal para queijos temperados, para carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como o cordeiro. Bem estruturado, envolvente e persistente. Alguns vinhos da uva aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes que são comparados aos vinhos Barolos produzidos ao norte da Itália. Por isso, os aglianicos ganham também o apelido de barolos do sul.
Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação. Uma ótima manhã para você, e agora vamos ouvir “Ordinary Day”, com Dolores O'Riordan.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.
O sul da Itália não para de nos surpreender, desta vez com a uva aglianico, do grego eleanico, que significa o que vem da Grécia. Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século 7 antes de Cristo, em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e a Basilicata.
As características da uva aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento. Degustei o Colepetrito Aglianico com 10 dias de maceração e remontagem diária para extrair ainda mais potencial do vinho, mais extratos. Tem notas de chocolate, especiarias e café, e boa fome. Persistência. Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média.
É um vinho ideal para queijos temperados, para carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como o cordeiro. Bem estruturado, envolvente e persistente. Alguns vinhos da uva aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes que são comparados aos vinhos Barolos produzidos ao norte da Itália. Por isso, os aglianicos ganham também o apelido de barolos do sul.
Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação. Uma ótima manhã para você, e agora vamos ouvir “Ordinary Day”, com Dolores O'Riordan.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA  AGLIANICO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Sophenia é a união dos nomes das filhas do fundador da Finca Sofênia: Sofia e Eugênia. Finca Sofênia é uma das mais reconhecidas vinícolas da Argentina, com vinhos de alta complexidade, elegância e riquezas aromáticas.

A linha Sofênia Estate passa por 12 meses de carvalho francês. São cinco variedades disponíveis: os tintos Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, e o vinho branco da uva Chardonnay.

Degustei o Sofênia Estate Malbec, de vinhedos de 1.200 metros de altitude. Mas será são de 15 dias para extrair mais estrutura e complexidade ao vinho. É um vinho super intenso, com a coloração violeta, daquelas de manchar a língua e a taça. Fruta madura no nariz, frutas secas, mas não frutas. Mentolado, têninos doces e volumosos, como um grande Maubeck.

O Soufênia 2016 já chegou ao auge de 96 pontos pela revista inglesa The Canter, e a última safra disponível, a 2018, está em 92 pontos pelos críticos Tim Atkin e Jamie Suckling. Um super Maubeck para você degustar. Tá certo que a Argentina não é só de Maubecks, mas produz os melhores. Uma ótima sugestão para você. Lembre-se de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Sophenia é a união dos nomes das filhas do fundador da Finca Sofênia: Sofia e Eugênia. Finca Sofênia é uma das mais reconhecidas vinícolas da Argentina, com vinhos de alta complexidade, elegância e riquezas aromáticas.

A linha Sofênia Estate passa por 12 meses de carvalho francês. São cinco variedades disponíveis: os tintos Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, e o vinho branco da uva Chardonnay.

Degustei o Sofênia Estate Malbec, de vinhedos de 1.200 metros de altitude. Mas será são de 15 dias para extrair mais estrutura e complexidade ao vinho. É um vinho super intenso, com a coloração violeta, daquelas de manchar a língua e a taça. Fruta madura no nariz, frutas secas, mas não frutas. Mentolado, têninos doces e volumosos, como um grande Maubeck.

O Soufênia 2016 já chegou ao auge de 96 pontos pela revista inglesa The Canter, e a última safra disponível, a 2018, está em 92 pontos pelos críticos Tim Atkin e Jamie Suckling. Um super Maubeck para você degustar. Tá certo que a Argentina não é só de Maubecks, mas produz os melhores. Uma ótima sugestão para você. Lembre-se de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Sophenia é a união dos nomes das filhas do fundador da Finca Sofênia: Sofia e Eugênia. Finca Sofênia é uma das mais reconhecidas vinícolas da Argentina, com vinhos de alta complexidade, elegância e riquezas aromáticas.

A linha Sofênia Estate passa por 12 meses de carvalho francês. São cinco variedades disponíveis: os tintos Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, e o vinho branco da uva Chardonnay.

Degustei o Sofênia Estate Malbec, de vinhedos de 1.200 metros de altitude. Mas será são de 15 dias para extrair mais estrutura e complexidade ao vinho. É um vinho super intenso, com a coloração violeta, daquelas de manchar a língua e a taça. Fruta madura no nariz, frutas secas, mas não frutas. Mentolado, têninos doces e volumosos, como um grande Maubeck.

O Soufênia 2016 já chegou ao auge de 96 pontos pela revista inglesa The Canter, e a última safra disponível, a 2018, está em 92 pontos pelos críticos Tim Atkin e Jamie Suckling. Um super Maubeck para você degustar. Tá certo que a Argentina não é só de Maubecks, mas produz os melhores. Uma ótima sugestão para você. Lembre-se de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Sophenia é a união dos nomes das filhas do fundador da Finca Sofênia: Sofia e Eugênia. Finca Sofênia é uma das mais reconhecidas vinícolas da Argentina, com vinhos de alta complexidade, elegância e riquezas aromáticas.

A linha Sofênia Estate passa por 12 meses de carvalho francês. São cinco variedades disponíveis: os tintos Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, e o vinho branco da uva Chardonnay.

Degustei o Sofênia Estate Malbec, de vinhedos de 1.200 metros de altitude. Mas será são de 15 dias para extrair mais estrutura e complexidade ao vinho. É um vinho super intenso, com a coloração violeta, daquelas de manchar a língua e a taça. Fruta madura no nariz, frutas secas, mas não frutas. Mentolado, têninos doces e volumosos, como um grande Maubeck.

O Soufênia 2016 já chegou ao auge de 96 pontos pela revista inglesa The Canter, e a última safra disponível, a 2018, está em 92 pontos pelos críticos Tim Atkin e Jamie Suckling. Um super Maubeck para você degustar. Tá certo que a Argentina não é só de Maubecks, mas produz os melhores. Uma ótima sugestão para você. Lembre-se de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ FINCA SOPHENIA ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A denominação Pui Fui Se é de um terroir de argila alcalina e colinas de calcário e está localizada ao sul de Boni, na sub-região de Macon, sendo dedicada aos vinhos brancos da uva chardonnay. Pui Fui Se é uma denominação de village; são vinhos ricos, complexos e minerais.

O Pui Fui Se Vinzele é elaborado nas colinas do vilarejo Vinzele, um vinho com notas de frutas cítricas, minerais e uma deliciosa maciez em boca, com notas aromáticas que lembram frutas brancas, como pera, flores brancas, amêndoa e canela. Em boca, é um daqueles brancos bem encorpados, amplos e com final longo.

O Pui Fui Se Vinzele passa de 6 a 8 meses em casa. Em Carvalho, e pode evoluir por uns 8 anos. A melhor sugestão de harmonização é com lagostas na manteiga, salmão com molho de ervas e batatas ou, ainda, peixes mais intensos, como manchova, e massas com molhos de queijos gordurosos.

Imagine só: puifo e cevizelle é intenso e marcante, e é do super produtor José Truan.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A denominação Pui Fui Se é de um terroir de argila alcalina e colinas de calcário e está localizada ao sul de Boni, na sub-região de Macon, sendo dedicada aos vinhos brancos da uva chardonnay. Pui Fui Se é uma denominação de village; são vinhos ricos, complexos e minerais.

O Pui Fui Se Vinzele é elaborado nas colinas do vilarejo Vinzele, um vinho com notas de frutas cítricas, minerais e uma deliciosa maciez em boca, com notas aromáticas que lembram frutas brancas, como pera, flores brancas, amêndoa e canela. Em boca, é um daqueles brancos bem encorpados, amplos e com final longo.

O Pui Fui Se Vinzele passa de 6 a 8 meses em casa. Em Carvalho, e pode evoluir por uns 8 anos. A melhor sugestão de harmonização é com lagostas na manteiga, salmão com molho de ervas e batatas ou, ainda, peixes mais intensos, como manchova, e massas com molhos de queijos gordurosos.

Imagine só: puifo e cevizelle é intenso e marcante, e é do super produtor José Truan.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A denominação Pui Fui Se é de um terroir de argila alcalina e colinas de calcário e está localizada ao sul de Boni, na sub-região de Macon, sendo dedicada aos vinhos brancos da uva chardonnay. Pui Fui Se é uma denominação de village; são vinhos ricos, complexos e minerais.

O Pui Fui Se Vinzele é elaborado nas colinas do vilarejo Vinzele, um vinho com notas de frutas cítricas, minerais e uma deliciosa maciez em boca, com notas aromáticas que lembram frutas brancas, como pera, flores brancas, amêndoa e canela. Em boca, é um daqueles brancos bem encorpados, amplos e com final longo.

O Pui Fui Se Vinzele passa de 6 a 8 meses em casa. Em Carvalho, e pode evoluir por uns 8 anos. A melhor sugestão de harmonização é com lagostas na manteiga, salmão com molho de ervas e batatas ou, ainda, peixes mais intensos, como manchova, e massas com molhos de queijos gordurosos.

Imagine só: puifo e cevizelle é intenso e marcante, e é do super produtor José Truan.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A denominação Pui Fui Se é de um terroir de argila alcalina e colinas de calcário e está localizada ao sul de Boni, na sub-região de Macon, sendo dedicada aos vinhos brancos da uva chardonnay. Pui Fui Se é uma denominação de village; são vinhos ricos, complexos e minerais.

O Pui Fui Se Vinzele é elaborado nas colinas do vilarejo Vinzele, um vinho com notas de frutas cítricas, minerais e uma deliciosa maciez em boca, com notas aromáticas que lembram frutas brancas, como pera, flores brancas, amêndoa e canela. Em boca, é um daqueles brancos bem encorpados, amplos e com final longo.

O Pui Fui Se Vinzele passa de 6 a 8 meses em casa. Em Carvalho, e pode evoluir por uns 8 anos. A melhor sugestão de harmonização é com lagostas na manteiga, salmão com molho de ervas e batatas ou, ainda, peixes mais intensos, como manchova, e massas com molhos de queijos gordurosos.

Imagine só: puifo e cevizelle é intenso e marcante, e é do super produtor José Truan.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHÂTEAU TRUAN ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje falaremos sobre as vinhas velhas e seus efeitos, ou diferenciais, para o vinho. Será que eles existem?

Muitas vinícolas, pelo mundo, estampam em seus rótulos as palavras Old Vines ou até mesmo vinhas centenárias. Mas, afinal, o que isso tem de interessante?

Existem diversas opiniões sobre o tema das vinhas velhas. Vamos a algumas.

As vinhas velhas têm baixo rendimento natural, e isso faz com que seus frutos sejam mais concentrados, gerando vinhos mais complexos e com mais qualidade.

As vinhas velhas se adaptaram plenamente ao terroir ao longo do tempo, e isso faz com que expressem melhor, em seus frutos, as características do próprio terroir, como também as características da própria variedade.

É fato que não existem argumentos que garantam que vinhos de vinhas velhas sejam melhores do que vinhos de vinhas novas. Tudo isso envolve muita complexidade, pois não existe um órgão regulador que determine a idade ideal para uma vinha ser considerada velha. Isso varia entre países e regiões.

Atualmente, o termo está muito inserido em questões de marketing.

Eu, particularmente, vejo o termo como algo que mexe com a imaginação, pois saber que as vinhas estão há anos no mesmo local, que podem ter sido manejadas por diferentes gerações e que sobreviveram a diversas irregularidades e safras desperta um certo respeito e curiosidade em um mundo cheio de histórias e particularidades, como é o mundo do vinho.

Um brinde às vinhas velhas e, em especial, a você, ouvinte do Música em Vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje falaremos sobre as vinhas velhas e seus efeitos, ou diferenciais, para o vinho. Será que eles existem?

Muitas vinícolas, pelo mundo, estampam em seus rótulos as palavras Old Vines ou até mesmo vinhas centenárias. Mas, afinal, o que isso tem de interessante?

Existem diversas opiniões sobre o tema das vinhas velhas. Vamos a algumas.

As vinhas velhas têm baixo rendimento natural, e isso faz com que seus frutos sejam mais concentrados, gerando vinhos mais complexos e com mais qualidade.

As vinhas velhas se adaptaram plenamente ao terroir ao longo do tempo, e isso faz com que expressem melhor, em seus frutos, as características do próprio terroir, como também as características da própria variedade.

É fato que não existem argumentos que garantam que vinhos de vinhas velhas sejam melhores do que vinhos de vinhas novas. Tudo isso envolve muita complexidade, pois não existe um órgão regulador que determine a idade ideal para uma vinha ser considerada velha. Isso varia entre países e regiões.

Atualmente, o termo está muito inserido em questões de marketing.

Eu, particularmente, vejo o termo como algo que mexe com a imaginação, pois saber que as vinhas estão há anos no mesmo local, que podem ter sido manejadas por diferentes gerações e que sobreviveram a diversas irregularidades e safras desperta um certo respeito e curiosidade em um mundo cheio de histórias e particularidades, como é o mundo do vinho.

Um brinde às vinhas velhas e, em especial, a você, ouvinte do Música em Vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje falaremos sobre as vinhas velhas e seus efeitos, ou diferenciais, para o vinho. Será que eles existem?

Muitas vinícolas, pelo mundo, estampam em seus rótulos as palavras Old Vines ou até mesmo vinhas centenárias. Mas, afinal, o que isso tem de interessante?

Existem diversas opiniões sobre o tema das vinhas velhas. Vamos a algumas.

As vinhas velhas têm baixo rendimento natural, e isso faz com que seus frutos sejam mais concentrados, gerando vinhos mais complexos e com mais qualidade.

As vinhas velhas se adaptaram plenamente ao terroir ao longo do tempo, e isso faz com que expressem melhor, em seus frutos, as características do próprio terroir, como também as características da própria variedade.

É fato que não existem argumentos que garantam que vinhos de vinhas velhas sejam melhores do que vinhos de vinhas novas. Tudo isso envolve muita complexidade, pois não existe um órgão regulador que determine a idade ideal para uma vinha ser considerada velha. Isso varia entre países e regiões.

Atualmente, o termo está muito inserido em questões de marketing.

Eu, particularmente, vejo o termo como algo que mexe com a imaginação, pois saber que as vinhas estão há anos no mesmo local, que podem ter sido manejadas por diferentes gerações e que sobreviveram a diversas irregularidades e safras desperta um certo respeito e curiosidade em um mundo cheio de histórias e particularidades, como é o mundo do vinho.

Um brinde às vinhas velhas e, em especial, a você, ouvinte do Música em Vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje falaremos sobre as vinhas velhas e seus efeitos, ou diferenciais, para o vinho. Será que eles existem?

Muitas vinícolas, pelo mundo, estampam em seus rótulos as palavras Old Vines ou até mesmo vinhas centenárias. Mas, afinal, o que isso tem de interessante?

Existem diversas opiniões sobre o tema das vinhas velhas. Vamos a algumas.

As vinhas velhas têm baixo rendimento natural, e isso faz com que seus frutos sejam mais concentrados, gerando vinhos mais complexos e com mais qualidade.

As vinhas velhas se adaptaram plenamente ao terroir ao longo do tempo, e isso faz com que expressem melhor, em seus frutos, as características do próprio terroir, como também as características da própria variedade.

É fato que não existem argumentos que garantam que vinhos de vinhas velhas sejam melhores do que vinhos de vinhas novas. Tudo isso envolve muita complexidade, pois não existe um órgão regulador que determine a idade ideal para uma vinha ser considerada velha. Isso varia entre países e regiões.

Atualmente, o termo está muito inserido em questões de marketing.

Eu, particularmente, vejo o termo como algo que mexe com a imaginação, pois saber que as vinhas estão há anos no mesmo local, que podem ter sido manejadas por diferentes gerações e que sobreviveram a diversas irregularidades e safras desperta um certo respeito e curiosidade em um mundo cheio de histórias e particularidades, como é o mundo do vinho.

Um brinde às vinhas velhas e, em especial, a você, ouvinte do Música em Vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OLD VINES: O QUE MUDA NA TAÇA? ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah. Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perrin, proprietária do ícone Château de Beaucastel.

O Vansobre da Família Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache. Plantado em socalcos de mais ou menos 300 metros, em terroir bem pedregoso, cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira.

Depois, só a Syrah envelhece em carvalho. Valeu por um ano, ganhando um vinho fino e intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, muita fruta madura e toques de especiarias.

Super gastronômico, harmonizei o meu Vansobre da Família Perrin com filé au poivre, e ficou perfeito.

Ótimo Vansobre pra você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah. Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perrin, proprietária do ícone Château de Beaucastel.

O Vansobre da Família Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache. Plantado em socalcos de mais ou menos 300 metros, em terroir bem pedregoso, cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira.

Depois, só a Syrah envelhece em carvalho. Valeu por um ano, ganhando um vinho fino e intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, muita fruta madura e toques de especiarias.

Super gastronômico, harmonizei o meu Vansobre da Família Perrin com filé au poivre, e ficou perfeito.

Ótimo Vansobre pra você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah. Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perrin, proprietária do ícone Château de Beaucastel.

O Vansobre da Família Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache. Plantado em socalcos de mais ou menos 300 metros, em terroir bem pedregoso, cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira.

Depois, só a Syrah envelhece em carvalho. Valeu por um ano, ganhando um vinho fino e intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, muita fruta madura e toques de especiarias.

Super gastronômico, harmonizei o meu Vansobre da Família Perrin com filé au poivre, e ficou perfeito.

Ótimo Vansobre pra você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah. Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perrin, proprietária do ícone Château de Beaucastel.

O Vansobre da Família Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache. Plantado em socalcos de mais ou menos 300 metros, em terroir bem pedregoso, cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira.

Depois, só a Syrah envelhece em carvalho. Valeu por um ano, ganhando um vinho fino e intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, muita fruta madura e toques de especiarias.

Super gastronômico, harmonizei o meu Vansobre da Família Perrin com filé au poivre, e ficou perfeito.

Ótimo Vansobre pra você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHÂTEAUNEUF-DU-PAPE ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 08 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a Sommelier Kézia Giugni.

 Tem vinhos que a gente precisa se render e reconhecer que é bom mesmo. Quando ouvi o corte de Riesling, Alvarinho e Savagnan, é claro que estranhei, pois é uma mistura bem diferente. Savagnan é uma uva branca responsável pela maioria dos vinhos brancos do Juhá, na França, os famosos vinhos dourados.

Pois a Vinha Alicea, de Mendonça, na Argentina, aproveitou o terroir calcário de Lujan de Cuyo, a 1300 metros, e o clima de montanha para elaborar o Tiara Branco, com 50% da uva Riesling, 40% da uva branca Alvarinho e 10% de Savagnan, uma uva pouco produzida no Novo Mundo. O resultado é espetacular. Uma uva de coloração palha com tons esverde. Aromas de gengibre, pêssego, flores brancas e limão confitado.

O vinho tem o cítrico, mas tem também a doçura desde o aroma. Um super vinho, bem presente, mas delicado nos aromas, e na boca continua a surpreender. Super equilibrado, bem mineral e de excelente corpo. Super gastronômico, pé de frutos do mar, caranguejos, lagostas, camarões graúdos.

Sabe que eu nunca usei tanto o adjetivo super pro mesmo vinho? É que o Tiara é mesmo uma ousadia da Vinha Alícia. Sai totalmente fora do comum. Nada de Chardonnay, nem de Sauvignon Blanc e muito menos a uva Torrontês. Experimente sem medo, vale muito, pode ousar.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a Sommelier Kézia Giugni.

 Tem vinhos que a gente precisa se render e reconhecer que é bom mesmo. Quando ouvi o corte de Riesling, Alvarinho e Savagnan, é claro que estranhei, pois é uma mistura bem diferente. Savagnan é uma uva branca responsável pela maioria dos vinhos brancos do Juhá, na França, os famosos vinhos dourados.

Pois a Vinha Alicea, de Mendonça, na Argentina, aproveitou o terroir calcário de Lujan de Cuyo, a 1300 metros, e o clima de montanha para elaborar o Tiara Branco, com 50% da uva Riesling, 40% da uva branca Alvarinho e 10% de Savagnan, uma uva pouco produzida no Novo Mundo. O resultado é espetacular. Uma uva de coloração palha com tons esverde. Aromas de gengibre, pêssego, flores brancas e limão confitado.

O vinho tem o cítrico, mas tem também a doçura desde o aroma. Um super vinho, bem presente, mas delicado nos aromas, e na boca continua a surpreender. Super equilibrado, bem mineral e de excelente corpo. Super gastronômico, pé de frutos do mar, caranguejos, lagostas, camarões graúdos.

Sabe que eu nunca usei tanto o adjetivo super pro mesmo vinho? É que o Tiara é mesmo uma ousadia da Vinha Alícia. Sai totalmente fora do comum. Nada de Chardonnay, nem de Sauvignon Blanc e muito menos a uva Torrontês. Experimente sem medo, vale muito, pode ousar.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a Sommelier Kézia Giugni.

 Tem vinhos que a gente precisa se render e reconhecer que é bom mesmo. Quando ouvi o corte de Riesling, Alvarinho e Savagnan, é claro que estranhei, pois é uma mistura bem diferente. Savagnan é uma uva branca responsável pela maioria dos vinhos brancos do Juhá, na França, os famosos vinhos dourados.

Pois a Vinha Alicea, de Mendonça, na Argentina, aproveitou o terroir calcário de Lujan de Cuyo, a 1300 metros, e o clima de montanha para elaborar o Tiara Branco, com 50% da uva Riesling, 40% da uva branca Alvarinho e 10% de Savagnan, uma uva pouco produzida no Novo Mundo. O resultado é espetacular. Uma uva de coloração palha com tons esverde. Aromas de gengibre, pêssego, flores brancas e limão confitado.

O vinho tem o cítrico, mas tem também a doçura desde o aroma. Um super vinho, bem presente, mas delicado nos aromas, e na boca continua a surpreender. Super equilibrado, bem mineral e de excelente corpo. Super gastronômico, pé de frutos do mar, caranguejos, lagostas, camarões graúdos.

Sabe que eu nunca usei tanto o adjetivo super pro mesmo vinho? É que o Tiara é mesmo uma ousadia da Vinha Alícia. Sai totalmente fora do comum. Nada de Chardonnay, nem de Sauvignon Blanc e muito menos a uva Torrontês. Experimente sem medo, vale muito, pode ousar.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a Sommelier Kézia Giugni.

 Tem vinhos que a gente precisa se render e reconhecer que é bom mesmo. Quando ouvi o corte de Riesling, Alvarinho e Savagnan, é claro que estranhei, pois é uma mistura bem diferente. Savagnan é uma uva branca responsável pela maioria dos vinhos brancos do Juhá, na França, os famosos vinhos dourados.

Pois a Vinha Alicea, de Mendonça, na Argentina, aproveitou o terroir calcário de Lujan de Cuyo, a 1300 metros, e o clima de montanha para elaborar o Tiara Branco, com 50% da uva Riesling, 40% da uva branca Alvarinho e 10% de Savagnan, uma uva pouco produzida no Novo Mundo. O resultado é espetacular. Uma uva de coloração palha com tons esverde. Aromas de gengibre, pêssego, flores brancas e limão confitado.

O vinho tem o cítrico, mas tem também a doçura desde o aroma. Um super vinho, bem presente, mas delicado nos aromas, e na boca continua a surpreender. Super equilibrado, bem mineral e de excelente corpo. Super gastronômico, pé de frutos do mar, caranguejos, lagostas, camarões graúdos.

Sabe que eu nunca usei tanto o adjetivo super pro mesmo vinho? É que o Tiara é mesmo uma ousadia da Vinha Alícia. Sai totalmente fora do comum. Nada de Chardonnay, nem de Sauvignon Blanc e muito menos a uva Torrontês. Experimente sem medo, vale muito, pode ousar.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CORTE DE RIESLING, ALVARINHO E SAVAGNAN]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO BRANCO  GAVI]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHOS DA TOSCANA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 01 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHO 19 CRIMES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BOM E BARATO!]]></title>
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      <pubDate>Mon, 31 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CARAVAGGIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO THREE SISTERS AND BROTHER]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BOURGOGNE ROUGE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BARONE MONTALTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber, saber viver, com a melhor música, Noir, música e vinho, com a sommelier, Kezia Giugni.

A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc.

São mais de 500 vinícolas no país e elas abastecem um consumo que está dividido 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia. Nova Zelândia que são finesa e elegância, Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes e os Pinot Noir mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber, saber viver, com a melhor música, Noir, música e vinho, com a sommelier, Kezia Giugni.

A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc.

São mais de 500 vinícolas no país e elas abastecem um consumo que está dividido 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia. Nova Zelândia que são finesa e elegância, Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes e os Pinot Noir mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber, saber viver, com a melhor música, Noir, música e vinho, com a sommelier, Kezia Giugni.

A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc.

São mais de 500 vinícolas no país e elas abastecem um consumo que está dividido 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia. Nova Zelândia que são finesa e elegância, Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes e os Pinot Noir mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber, saber viver, com a melhor música, Noir, música e vinho, com a sommelier, Kezia Giugni.

A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc.

São mais de 500 vinícolas no país e elas abastecem um consumo que está dividido 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia. Nova Zelândia que são finesa e elegância, Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes e os Pinot Noir mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ KAFFIR SAUVIGNON BLANC]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS DA REGIÃO JURA MARCADO UVA SAVAGNIN]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[QUEIJO BRIE E GELEIA COM CHAMPANHE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística o período da colheita, chamado de “andaria funghi”, quando todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite.

As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Cogumelo paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho, do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco — e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade, desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística o período da colheita, chamado de “andaria funghi”, quando todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite.

As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Cogumelo paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho, do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco — e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade, desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística o período da colheita, chamado de “andaria funghi”, quando todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite.

As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Cogumelo paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho, do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco — e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade, desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística o período da colheita, chamado de “andaria funghi”, quando todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite.

As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Cogumelo paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho, do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco — e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade, desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.
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      <title><![CDATA[COGUMELO E VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[O VINHO E SEUS DEUSES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao nosso Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México. O vale tem os vinhedos mais ao norte de todo o México e ficam distantes do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros.

Todos estes fatores fazem do Vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país.

E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o tinto Montchanique Grand Ricardo, da safra 2018. Produzido com as variedades de uvas viníferas francesas, como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc.

Por barricas de carvalho francês por 18 meses, traz complexidade e afinamento a este vinho. Sua coloração é rubi intensa, aromas que remetem a grosélia, baunilha, pimenta-preta, tostado e tabaco.

Em boca, tem entrada suave, porém, com taninos presentes, sem perder a elegância.

Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.somelier. Será um prazer]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao nosso Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México. O vale tem os vinhedos mais ao norte de todo o México e ficam distantes do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros.

Todos estes fatores fazem do Vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país.

E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o tinto Montchanique Grand Ricardo, da safra 2018. Produzido com as variedades de uvas viníferas francesas, como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc.

Por barricas de carvalho francês por 18 meses, traz complexidade e afinamento a este vinho. Sua coloração é rubi intensa, aromas que remetem a grosélia, baunilha, pimenta-preta, tostado e tabaco.

Em boca, tem entrada suave, porém, com taninos presentes, sem perder a elegância.

Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.somelier. Será um prazer]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao nosso Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México. O vale tem os vinhedos mais ao norte de todo o México e ficam distantes do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros.

Todos estes fatores fazem do Vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país.

E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o tinto Montchanique Grand Ricardo, da safra 2018. Produzido com as variedades de uvas viníferas francesas, como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc.

Por barricas de carvalho francês por 18 meses, traz complexidade e afinamento a este vinho. Sua coloração é rubi intensa, aromas que remetem a grosélia, baunilha, pimenta-preta, tostado e tabaco.

Em boca, tem entrada suave, porém, com taninos presentes, sem perder a elegância.

Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.somelier. Será um prazer]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao nosso Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México. O vale tem os vinhedos mais ao norte de todo o México e ficam distantes do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros.

Todos estes fatores fazem do Vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país.

E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o tinto Montchanique Grand Ricardo, da safra 2018. Produzido com as variedades de uvas viníferas francesas, como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc.

Por barricas de carvalho francês por 18 meses, traz complexidade e afinamento a este vinho. Sua coloração é rubi intensa, aromas que remetem a grosélia, baunilha, pimenta-preta, tostado e tabaco.

Em boca, tem entrada suave, porém, com taninos presentes, sem perder a elegância.

Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.somelier. Será um prazer]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALE DE GUADALUPE: O PRESTÍGIO DOS VINHOS FINOS DO MÉXICO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS E QUEIJOS ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BLEND TANNAT SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO MONTEPULCIANO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO NERO DI TROIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO URUGUAIO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO SAUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Domguerino traz, entre seu variado portfólio, o espumante Domguerino Natur Blanc de Blanc.

O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e, por isso, encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas.

As uvas são selecionadas manualmente. O desengasse é feito, seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas.

A fermentação é realizada com leveduras selecionadas e controle de temperatura, e o mosto passa por batonagem por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade.

O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe, na França.

O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores.

De cor amarelo-palha, com reflexos esverdeados e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas, notas de pão tostado e especiarias. Em boca, é fino, fresco e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Domguerino traz, entre seu variado portfólio, o espumante Domguerino Natur Blanc de Blanc.

O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e, por isso, encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas.

As uvas são selecionadas manualmente. O desengasse é feito, seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas.

A fermentação é realizada com leveduras selecionadas e controle de temperatura, e o mosto passa por batonagem por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade.

O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe, na França.

O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores.

De cor amarelo-palha, com reflexos esverdeados e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas, notas de pão tostado e especiarias. Em boca, é fino, fresco e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Domguerino traz, entre seu variado portfólio, o espumante Domguerino Natur Blanc de Blanc.

O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e, por isso, encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas.

As uvas são selecionadas manualmente. O desengasse é feito, seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas.

A fermentação é realizada com leveduras selecionadas e controle de temperatura, e o mosto passa por batonagem por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade.

O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe, na França.

O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores.

De cor amarelo-palha, com reflexos esverdeados e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas, notas de pão tostado e especiarias. Em boca, é fino, fresco e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Domguerino traz, entre seu variado portfólio, o espumante Domguerino Natur Blanc de Blanc.

O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e, por isso, encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas.

As uvas são selecionadas manualmente. O desengasse é feito, seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas.

A fermentação é realizada com leveduras selecionadas e controle de temperatura, e o mosto passa por batonagem por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade.

O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe, na França.

O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores.

De cor amarelo-palha, com reflexos esverdeados e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas, notas de pão tostado e especiarias. Em boca, é fino, fresco e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DON GUERINO NATURE BLANC DE BLANC]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO COM VINHO COM RABADA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Jul 2025 12:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO FUNGHI PUCCINI]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DUELO ENTRE DOURO E DUERO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FASES DA VIDA E DO VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO GRAN ENEMIGO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No famoso Vale do Limarí, no Chile, a temperatura é bem baixa devido aos ventos do Pacífico. Porém, há muita intensidade solar se comparada às demais regiões produtoras do Chile. Isso ajuda no amadurecimento lento das uvas e resulta em uma maior concentração de aromas e sabores.

Outro fato marcante é o solo, repleto de carbonato de cálcio, o que traz grande mineralidade aos vinhos. Já citei alguns vinhos do Limarí e Sauvignon Blancs que são quase salgados.

Desta vez, degustei um Pinot Noir. Eu não sei você, mas eu tenho dia de Pinot, dia de Sauvignon Blanc, de Syrah, de assemblage, de Vinhão, de vinho francês, de Porto. Eu não consigo ser fiel a nenhum vinho, nem marca, nem país, nem produtor. Como já dizia minha amiga Josiane: “Infiéis e aventureiras”. E é isso que traz toda a variedade do mundo do vinho.

Degustei o Tabalí Pinot Noir. Delicado, sedoso, com notas aromáticas de cereja e um toque terroso, o que é comum em Pinot Noir, mas a mineralidade apareceu no frescor.

Uma boa sugestão de Pinot Noir para você degustar.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, principalmente, de compartilhar conosco nas redes sociais, usando a hashtag #musicvinho. Eu quero saber o que você está degustando.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No famoso Vale do Limarí, no Chile, a temperatura é bem baixa devido aos ventos do Pacífico. Porém, há muita intensidade solar se comparada às demais regiões produtoras do Chile. Isso ajuda no amadurecimento lento das uvas e resulta em uma maior concentração de aromas e sabores.

Outro fato marcante é o solo, repleto de carbonato de cálcio, o que traz grande mineralidade aos vinhos. Já citei alguns vinhos do Limarí e Sauvignon Blancs que são quase salgados.

Desta vez, degustei um Pinot Noir. Eu não sei você, mas eu tenho dia de Pinot, dia de Sauvignon Blanc, de Syrah, de assemblage, de Vinhão, de vinho francês, de Porto. Eu não consigo ser fiel a nenhum vinho, nem marca, nem país, nem produtor. Como já dizia minha amiga Josiane: “Infiéis e aventureiras”. E é isso que traz toda a variedade do mundo do vinho.

Degustei o Tabalí Pinot Noir. Delicado, sedoso, com notas aromáticas de cereja e um toque terroso, o que é comum em Pinot Noir, mas a mineralidade apareceu no frescor.

Uma boa sugestão de Pinot Noir para você degustar.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, principalmente, de compartilhar conosco nas redes sociais, usando a hashtag #musicvinho. Eu quero saber o que você está degustando.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No famoso Vale do Limarí, no Chile, a temperatura é bem baixa devido aos ventos do Pacífico. Porém, há muita intensidade solar se comparada às demais regiões produtoras do Chile. Isso ajuda no amadurecimento lento das uvas e resulta em uma maior concentração de aromas e sabores.

Outro fato marcante é o solo, repleto de carbonato de cálcio, o que traz grande mineralidade aos vinhos. Já citei alguns vinhos do Limarí e Sauvignon Blancs que são quase salgados.

Desta vez, degustei um Pinot Noir. Eu não sei você, mas eu tenho dia de Pinot, dia de Sauvignon Blanc, de Syrah, de assemblage, de Vinhão, de vinho francês, de Porto. Eu não consigo ser fiel a nenhum vinho, nem marca, nem país, nem produtor. Como já dizia minha amiga Josiane: “Infiéis e aventureiras”. E é isso que traz toda a variedade do mundo do vinho.

Degustei o Tabalí Pinot Noir. Delicado, sedoso, com notas aromáticas de cereja e um toque terroso, o que é comum em Pinot Noir, mas a mineralidade apareceu no frescor.

Uma boa sugestão de Pinot Noir para você degustar.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, principalmente, de compartilhar conosco nas redes sociais, usando a hashtag #musicvinho. Eu quero saber o que você está degustando.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No famoso Vale do Limarí, no Chile, a temperatura é bem baixa devido aos ventos do Pacífico. Porém, há muita intensidade solar se comparada às demais regiões produtoras do Chile. Isso ajuda no amadurecimento lento das uvas e resulta em uma maior concentração de aromas e sabores.

Outro fato marcante é o solo, repleto de carbonato de cálcio, o que traz grande mineralidade aos vinhos. Já citei alguns vinhos do Limarí e Sauvignon Blancs que são quase salgados.

Desta vez, degustei um Pinot Noir. Eu não sei você, mas eu tenho dia de Pinot, dia de Sauvignon Blanc, de Syrah, de assemblage, de Vinhão, de vinho francês, de Porto. Eu não consigo ser fiel a nenhum vinho, nem marca, nem país, nem produtor. Como já dizia minha amiga Josiane: “Infiéis e aventureiras”. E é isso que traz toda a variedade do mundo do vinho.

Degustei o Tabalí Pinot Noir. Delicado, sedoso, com notas aromáticas de cereja e um toque terroso, o que é comum em Pinot Noir, mas a mineralidade apareceu no frescor.

Uma boa sugestão de Pinot Noir para você degustar.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, principalmente, de compartilhar conosco nas redes sociais, usando a hashtag #musicvinho. Eu quero saber o que você está degustando.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TABALI PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia June. Uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia.

Hoje tem música e vinho e eu estou a fim de falar de uvas de novo. Há cerca de 10 mil diferentes castas de uvas no mundo e, assim como todos os nomes, tem algum significado. Alguns vêm da mitologia, outros são nomes científicos e outros são bem curiosos.

Malbec, em francês, quer dizer boca amarga, o que discordo, porque os malbecs são quase doces, se bem que os argentinos… os franceses são bem amarguinhos mesmo. Merlot vem do pássaro merle, que adora comer a uva merlot ainda na videira. Pinot noir é o formato dos cachos, como um pinho escuro: pinot noir. Sangiovese é, em latim, sangue Joves. Carmeneri vem do carmim, do vermelho forte e intenso da sua coloração. Sihá tem mil hipóteses para o seu nome, mas eu acredito na versão da cidade de Sihá, no Irã, da antiga Pérsia. Tempranilo é do espanhol temprano, cedo; a uva amadurece bem cedo.

E Cabernet Sauvignon é a união da Sauvignon Blanc; a Cabernet Franc deu Cabernet Sauvignon. Além da uva Nebiolo, a uva das névoas no período da colheita na região do Piemonte, aos pés do monte, muita névoa deu Nebiolo.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia June. Uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia.

Hoje tem música e vinho e eu estou a fim de falar de uvas de novo. Há cerca de 10 mil diferentes castas de uvas no mundo e, assim como todos os nomes, tem algum significado. Alguns vêm da mitologia, outros são nomes científicos e outros são bem curiosos.

Malbec, em francês, quer dizer boca amarga, o que discordo, porque os malbecs são quase doces, se bem que os argentinos… os franceses são bem amarguinhos mesmo. Merlot vem do pássaro merle, que adora comer a uva merlot ainda na videira. Pinot noir é o formato dos cachos, como um pinho escuro: pinot noir. Sangiovese é, em latim, sangue Joves. Carmeneri vem do carmim, do vermelho forte e intenso da sua coloração. Sihá tem mil hipóteses para o seu nome, mas eu acredito na versão da cidade de Sihá, no Irã, da antiga Pérsia. Tempranilo é do espanhol temprano, cedo; a uva amadurece bem cedo.

E Cabernet Sauvignon é a união da Sauvignon Blanc; a Cabernet Franc deu Cabernet Sauvignon. Além da uva Nebiolo, a uva das névoas no período da colheita na região do Piemonte, aos pés do monte, muita névoa deu Nebiolo.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia June. Uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia.

Hoje tem música e vinho e eu estou a fim de falar de uvas de novo. Há cerca de 10 mil diferentes castas de uvas no mundo e, assim como todos os nomes, tem algum significado. Alguns vêm da mitologia, outros são nomes científicos e outros são bem curiosos.

Malbec, em francês, quer dizer boca amarga, o que discordo, porque os malbecs são quase doces, se bem que os argentinos… os franceses são bem amarguinhos mesmo. Merlot vem do pássaro merle, que adora comer a uva merlot ainda na videira. Pinot noir é o formato dos cachos, como um pinho escuro: pinot noir. Sangiovese é, em latim, sangue Joves. Carmeneri vem do carmim, do vermelho forte e intenso da sua coloração. Sihá tem mil hipóteses para o seu nome, mas eu acredito na versão da cidade de Sihá, no Irã, da antiga Pérsia. Tempranilo é do espanhol temprano, cedo; a uva amadurece bem cedo.

E Cabernet Sauvignon é a união da Sauvignon Blanc; a Cabernet Franc deu Cabernet Sauvignon. Além da uva Nebiolo, a uva das névoas no período da colheita na região do Piemonte, aos pés do monte, muita névoa deu Nebiolo.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia June. Uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia.

Hoje tem música e vinho e eu estou a fim de falar de uvas de novo. Há cerca de 10 mil diferentes castas de uvas no mundo e, assim como todos os nomes, tem algum significado. Alguns vêm da mitologia, outros são nomes científicos e outros são bem curiosos.

Malbec, em francês, quer dizer boca amarga, o que discordo, porque os malbecs são quase doces, se bem que os argentinos… os franceses são bem amarguinhos mesmo. Merlot vem do pássaro merle, que adora comer a uva merlot ainda na videira. Pinot noir é o formato dos cachos, como um pinho escuro: pinot noir. Sangiovese é, em latim, sangue Joves. Carmeneri vem do carmim, do vermelho forte e intenso da sua coloração. Sihá tem mil hipóteses para o seu nome, mas eu acredito na versão da cidade de Sihá, no Irã, da antiga Pérsia. Tempranilo é do espanhol temprano, cedo; a uva amadurece bem cedo.

E Cabernet Sauvignon é a união da Sauvignon Blanc; a Cabernet Franc deu Cabernet Sauvignon. Além da uva Nebiolo, a uva das névoas no período da colheita na região do Piemonte, aos pés do monte, muita névoa deu Nebiolo.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CASTAS DE UVAS ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 05 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[DECANTER DO VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 06 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés.

Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco, o melhor dos dois mundos, e ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves, pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas cinso, grenache noir, sihá e rol. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais.

O Chateau de Miraval é puro música e vinho. Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa-salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas, depende se a casca tem mais pigmentação ou não, depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca, e do processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar, é só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada.

Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés.

Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco, o melhor dos dois mundos, e ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves, pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas cinso, grenache noir, sihá e rol. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais.

O Chateau de Miraval é puro música e vinho. Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa-salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas, depende se a casca tem mais pigmentação ou não, depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca, e do processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar, é só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada.

Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés.

Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco, o melhor dos dois mundos, e ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves, pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas cinso, grenache noir, sihá e rol. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais.

O Chateau de Miraval é puro música e vinho. Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa-salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas, depende se a casca tem mais pigmentação ou não, depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca, e do processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar, é só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada.

Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés.

Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco, o melhor dos dois mundos, e ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves, pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas cinso, grenache noir, sihá e rol. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais.

O Chateau de Miraval é puro música e vinho. Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa-salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas, depende se a casca tem mais pigmentação ou não, depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca, e do processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar, é só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada.

Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS ROSÉ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHOS DE GARAGEM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma ótima manhã pra você que curte música e vinho.

O Chile é o país símbolo da uva carmener, e todo mundo já conhece a história de que a carmener era plantada como merlot, por engano, até ser descoberta a real origem da uva carmener, já na década de 90.

As mais antigas uvas carmener estão plantadas no vale de Almaue, que pertence a Cachapoal. As videiras de carmener estão plantadas desde 1945. São vinhas de mais de 70 anos; por isso, o vale do Almaue é considerado berço original da carmener no Chile.

A vinha Close de Luz é uma casa que busca resgatar a cultura vitivinícola do Chile e está localizada exatamente nessa região. O vinho Maçal, 1945, da uva carmener. Carmener traz toda essa cultura e expressão.

É um vinho tinto, elegante e potente, com altas notas herbáceas, típico da uva Carmener. Tem ainda uma cremosidade, com toques de chocolate e tabaco.

A vinha Close de Luz tem ainda o vinho azul da garnacha, totalmente diferente da uva Carmener. A uva garnacha é bem mais leve, com notas florais: um vinho mais vibrante, para acompanhar pratos com molhos e temperos herbáceos e frescos.

O vinho azul da garnacha recebeu 93 pontos no guia Descorchados, da safra de 2015.

Tem muita novidade no Chile para você degustar]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma ótima manhã pra você que curte música e vinho.

O Chile é o país símbolo da uva carmener, e todo mundo já conhece a história de que a carmener era plantada como merlot, por engano, até ser descoberta a real origem da uva carmener, já na década de 90.

As mais antigas uvas carmener estão plantadas no vale de Almaue, que pertence a Cachapoal. As videiras de carmener estão plantadas desde 1945. São vinhas de mais de 70 anos; por isso, o vale do Almaue é considerado berço original da carmener no Chile.

A vinha Close de Luz é uma casa que busca resgatar a cultura vitivinícola do Chile e está localizada exatamente nessa região. O vinho Maçal, 1945, da uva carmener. Carmener traz toda essa cultura e expressão.

É um vinho tinto, elegante e potente, com altas notas herbáceas, típico da uva Carmener. Tem ainda uma cremosidade, com toques de chocolate e tabaco.

A vinha Close de Luz tem ainda o vinho azul da garnacha, totalmente diferente da uva Carmener. A uva garnacha é bem mais leve, com notas florais: um vinho mais vibrante, para acompanhar pratos com molhos e temperos herbáceos e frescos.

O vinho azul da garnacha recebeu 93 pontos no guia Descorchados, da safra de 2015.

Tem muita novidade no Chile para você degustar]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma ótima manhã pra você que curte música e vinho.

O Chile é o país símbolo da uva carmener, e todo mundo já conhece a história de que a carmener era plantada como merlot, por engano, até ser descoberta a real origem da uva carmener, já na década de 90.

As mais antigas uvas carmener estão plantadas no vale de Almaue, que pertence a Cachapoal. As videiras de carmener estão plantadas desde 1945. São vinhas de mais de 70 anos; por isso, o vale do Almaue é considerado berço original da carmener no Chile.

A vinha Close de Luz é uma casa que busca resgatar a cultura vitivinícola do Chile e está localizada exatamente nessa região. O vinho Maçal, 1945, da uva carmener. Carmener traz toda essa cultura e expressão.

É um vinho tinto, elegante e potente, com altas notas herbáceas, típico da uva Carmener. Tem ainda uma cremosidade, com toques de chocolate e tabaco.

A vinha Close de Luz tem ainda o vinho azul da garnacha, totalmente diferente da uva Carmener. A uva garnacha é bem mais leve, com notas florais: um vinho mais vibrante, para acompanhar pratos com molhos e temperos herbáceos e frescos.

O vinho azul da garnacha recebeu 93 pontos no guia Descorchados, da safra de 2015.

Tem muita novidade no Chile para você degustar]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma ótima manhã pra você que curte música e vinho.

O Chile é o país símbolo da uva carmener, e todo mundo já conhece a história de que a carmener era plantada como merlot, por engano, até ser descoberta a real origem da uva carmener, já na década de 90.

As mais antigas uvas carmener estão plantadas no vale de Almaue, que pertence a Cachapoal. As videiras de carmener estão plantadas desde 1945. São vinhas de mais de 70 anos; por isso, o vale do Almaue é considerado berço original da carmener no Chile.

A vinha Close de Luz é uma casa que busca resgatar a cultura vitivinícola do Chile e está localizada exatamente nessa região. O vinho Maçal, 1945, da uva carmener. Carmener traz toda essa cultura e expressão.

É um vinho tinto, elegante e potente, com altas notas herbáceas, típico da uva Carmener. Tem ainda uma cremosidade, com toques de chocolate e tabaco.

A vinha Close de Luz tem ainda o vinho azul da garnacha, totalmente diferente da uva Carmener. A uva garnacha é bem mais leve, com notas florais: um vinho mais vibrante, para acompanhar pratos com molhos e temperos herbáceos e frescos.

O vinho azul da garnacha recebeu 93 pontos no guia Descorchados, da safra de 2015.

Tem muita novidade no Chile para você degustar]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS CHILENOS ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.

No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Uma excelente manhã para você! Seja bem-vindo a mais um Música e Vinho.

Já ouviu falar da uva Torrontés? É uma uva de corpo leve, acidez alta e aromas intensos. A origem é na Galícia, na Espanha, porém o sucesso é todo na Argentina. Ah, e ela é diferente da uva Moscatel.

A região de Cafayate, na Argentina, é a principal produtora de Torrontés. Dá vinhos brancos aromáticos, bem perfumados, com aromas florais que lembram flor de laranjeira, ervas e especiarias como orégano, além de mel. É um vinho jovem, fresco e, na maioria das vezes, sem nada de madeira.

Os aromas antecipam um vinho doce, como um Gewürztraminer, mas na boca a acidez refresca. Harmoniza super bem com pratos indianos, chineses, tailandeses e japoneses.

Já experimentou o argentino Crios de Susana Balbo? Ela é uma especialista em Torrontés. Susana Balbo é uma das mulheres mais influentes do mundo do vinho. Trabalhou, ao longo de seus 30 anos de carreira, em bodegas como Catena Zapata e já foi presidente da Wines of Argentina.

Hoje, seus filhos José e Ana ajudam a continuar a sua própria vinícola, Susana Balbo Wines.

Experimente o Torrontés de Susana Balbo, mas lembre-se: mantenha a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.

No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Uma excelente manhã para você! Seja bem-vindo a mais um Música e Vinho.

Já ouviu falar da uva Torrontés? É uma uva de corpo leve, acidez alta e aromas intensos. A origem é na Galícia, na Espanha, porém o sucesso é todo na Argentina. Ah, e ela é diferente da uva Moscatel.

A região de Cafayate, na Argentina, é a principal produtora de Torrontés. Dá vinhos brancos aromáticos, bem perfumados, com aromas florais que lembram flor de laranjeira, ervas e especiarias como orégano, além de mel. É um vinho jovem, fresco e, na maioria das vezes, sem nada de madeira.

Os aromas antecipam um vinho doce, como um Gewürztraminer, mas na boca a acidez refresca. Harmoniza super bem com pratos indianos, chineses, tailandeses e japoneses.

Já experimentou o argentino Crios de Susana Balbo? Ela é uma especialista em Torrontés. Susana Balbo é uma das mulheres mais influentes do mundo do vinho. Trabalhou, ao longo de seus 30 anos de carreira, em bodegas como Catena Zapata e já foi presidente da Wines of Argentina.

Hoje, seus filhos José e Ana ajudam a continuar a sua própria vinícola, Susana Balbo Wines.

Experimente o Torrontés de Susana Balbo, mas lembre-se: mantenha a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.

No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Uma excelente manhã para você! Seja bem-vindo a mais um Música e Vinho.

Já ouviu falar da uva Torrontés? É uma uva de corpo leve, acidez alta e aromas intensos. A origem é na Galícia, na Espanha, porém o sucesso é todo na Argentina. Ah, e ela é diferente da uva Moscatel.

A região de Cafayate, na Argentina, é a principal produtora de Torrontés. Dá vinhos brancos aromáticos, bem perfumados, com aromas florais que lembram flor de laranjeira, ervas e especiarias como orégano, além de mel. É um vinho jovem, fresco e, na maioria das vezes, sem nada de madeira.

Os aromas antecipam um vinho doce, como um Gewürztraminer, mas na boca a acidez refresca. Harmoniza super bem com pratos indianos, chineses, tailandeses e japoneses.

Já experimentou o argentino Crios de Susana Balbo? Ela é uma especialista em Torrontés. Susana Balbo é uma das mulheres mais influentes do mundo do vinho. Trabalhou, ao longo de seus 30 anos de carreira, em bodegas como Catena Zapata e já foi presidente da Wines of Argentina.

Hoje, seus filhos José e Ana ajudam a continuar a sua própria vinícola, Susana Balbo Wines.

Experimente o Torrontés de Susana Balbo, mas lembre-se: mantenha a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.

No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Uma excelente manhã para você! Seja bem-vindo a mais um Música e Vinho.

Já ouviu falar da uva Torrontés? É uma uva de corpo leve, acidez alta e aromas intensos. A origem é na Galícia, na Espanha, porém o sucesso é todo na Argentina. Ah, e ela é diferente da uva Moscatel.

A região de Cafayate, na Argentina, é a principal produtora de Torrontés. Dá vinhos brancos aromáticos, bem perfumados, com aromas florais que lembram flor de laranjeira, ervas e especiarias como orégano, além de mel. É um vinho jovem, fresco e, na maioria das vezes, sem nada de madeira.

Os aromas antecipam um vinho doce, como um Gewürztraminer, mas na boca a acidez refresca. Harmoniza super bem com pratos indianos, chineses, tailandeses e japoneses.

Já experimentou o argentino Crios de Susana Balbo? Ela é uma especialista em Torrontés. Susana Balbo é uma das mulheres mais influentes do mundo do vinho. Trabalhou, ao longo de seus 30 anos de carreira, em bodegas como Catena Zapata e já foi presidente da Wines of Argentina.

Hoje, seus filhos José e Ana ajudam a continuar a sua própria vinícola, Susana Balbo Wines.

Experimente o Torrontés de Susana Balbo, mas lembre-se: mantenha a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TORRONTÉS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E uma excelente manhã para você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho.

Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de Cartuxa, os mesmos do vinho português Cartuxa, famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei, plantaram vinhas e elaboraram vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei.

Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat, ou Priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, há a denominação de origem controlada Priorato, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo Garnacha, tinta, e Carinhenha. Elabora vinhos clássicos, de aromas de cereja em cauda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade devido à condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só Tempranillo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E uma excelente manhã para você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho.

Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de Cartuxa, os mesmos do vinho português Cartuxa, famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei, plantaram vinhas e elaboraram vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei.

Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat, ou Priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, há a denominação de origem controlada Priorato, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo Garnacha, tinta, e Carinhenha. Elabora vinhos clássicos, de aromas de cereja em cauda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade devido à condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só Tempranillo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E uma excelente manhã para você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho.

Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de Cartuxa, os mesmos do vinho português Cartuxa, famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei, plantaram vinhas e elaboraram vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei.

Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat, ou Priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, há a denominação de origem controlada Priorato, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo Garnacha, tinta, e Carinhenha. Elabora vinhos clássicos, de aromas de cereja em cauda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade devido à condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só Tempranillo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E uma excelente manhã para você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho.

Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de Cartuxa, os mesmos do vinho português Cartuxa, famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei, plantaram vinhas e elaboraram vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei.

Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat, ou Priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, há a denominação de origem controlada Priorato, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo Garnacha, tinta, e Carinhenha. Elabora vinhos clássicos, de aromas de cereja em cauda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade devido à condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só Tempranillo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LENDAS DO MUNDO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O vinho tem lugar reservado à mesa, e não pense que é só na taça, mas no prato também.
Você já deve ter comido alguma receita que leva vinho, tanto espumante quanto vinhos brancos, tintos e até os Portos. Se acabou o gás do espumante e você não bebeu tudo, vai para a panela, para dar cremosidade aos molhos para peixes e frutos do mar ou frangos, para o molho da salada, para incorporar os grãos do seu risoto, para preparar uma marinada para o seu peixe.
Os vinhos brancos podem incrementar o refogado dos cogumelos do seu strogonoff. Servem também para fazer um risoto de aspargo e abobrinha ou usar no molho de peixes e frangos.
Já os vinhos tintos servem para uma grande variedade de receitas: para marinar carnes vermelhas, fazer carnes de panela ao molho de vinho tinto, filés ao molho de vinho, risotos mais escuros, como os de linguiça, presuntos, carnes e cogumelos. Além do arroz de polvo, que fica super gostoso.
Várias massas com molho de vinho e carnes, e as sobremesas, como o sagu, peras ao vinho, panna cotta e muito mais.
E os vinhos do Porto, embora sejam doces, entram na receita de pratos salgados. Já comi um filé com espuma de vinho do Porto, mas você pode testar em casa uma redução de vinho do Porto com caldo de carne, com muitos temperos, ervas, sal, pimenta e alho, e servir sobre uma carne vermelha.
Pode servir também como molho para pera grelhada e ainda umedecer a massa do seu bolo confeitado com vinho do Porto.
Não desperdice nada: todo vinho pode virar vinagre, mas, antes disso, vai para a panela.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O vinho tem lugar reservado à mesa, e não pense que é só na taça, mas no prato também.
Você já deve ter comido alguma receita que leva vinho, tanto espumante quanto vinhos brancos, tintos e até os Portos. Se acabou o gás do espumante e você não bebeu tudo, vai para a panela, para dar cremosidade aos molhos para peixes e frutos do mar ou frangos, para o molho da salada, para incorporar os grãos do seu risoto, para preparar uma marinada para o seu peixe.
Os vinhos brancos podem incrementar o refogado dos cogumelos do seu strogonoff. Servem também para fazer um risoto de aspargo e abobrinha ou usar no molho de peixes e frangos.
Já os vinhos tintos servem para uma grande variedade de receitas: para marinar carnes vermelhas, fazer carnes de panela ao molho de vinho tinto, filés ao molho de vinho, risotos mais escuros, como os de linguiça, presuntos, carnes e cogumelos. Além do arroz de polvo, que fica super gostoso.
Várias massas com molho de vinho e carnes, e as sobremesas, como o sagu, peras ao vinho, panna cotta e muito mais.
E os vinhos do Porto, embora sejam doces, entram na receita de pratos salgados. Já comi um filé com espuma de vinho do Porto, mas você pode testar em casa uma redução de vinho do Porto com caldo de carne, com muitos temperos, ervas, sal, pimenta e alho, e servir sobre uma carne vermelha.
Pode servir também como molho para pera grelhada e ainda umedecer a massa do seu bolo confeitado com vinho do Porto.
Não desperdice nada: todo vinho pode virar vinagre, mas, antes disso, vai para a panela.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O vinho tem lugar reservado à mesa, e não pense que é só na taça, mas no prato também.
Você já deve ter comido alguma receita que leva vinho, tanto espumante quanto vinhos brancos, tintos e até os Portos. Se acabou o gás do espumante e você não bebeu tudo, vai para a panela, para dar cremosidade aos molhos para peixes e frutos do mar ou frangos, para o molho da salada, para incorporar os grãos do seu risoto, para preparar uma marinada para o seu peixe.
Os vinhos brancos podem incrementar o refogado dos cogumelos do seu strogonoff. Servem também para fazer um risoto de aspargo e abobrinha ou usar no molho de peixes e frangos.
Já os vinhos tintos servem para uma grande variedade de receitas: para marinar carnes vermelhas, fazer carnes de panela ao molho de vinho tinto, filés ao molho de vinho, risotos mais escuros, como os de linguiça, presuntos, carnes e cogumelos. Além do arroz de polvo, que fica super gostoso.
Várias massas com molho de vinho e carnes, e as sobremesas, como o sagu, peras ao vinho, panna cotta e muito mais.
E os vinhos do Porto, embora sejam doces, entram na receita de pratos salgados. Já comi um filé com espuma de vinho do Porto, mas você pode testar em casa uma redução de vinho do Porto com caldo de carne, com muitos temperos, ervas, sal, pimenta e alho, e servir sobre uma carne vermelha.
Pode servir também como molho para pera grelhada e ainda umedecer a massa do seu bolo confeitado com vinho do Porto.
Não desperdice nada: todo vinho pode virar vinagre, mas, antes disso, vai para a panela.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O vinho tem lugar reservado à mesa, e não pense que é só na taça, mas no prato também.
Você já deve ter comido alguma receita que leva vinho, tanto espumante quanto vinhos brancos, tintos e até os Portos. Se acabou o gás do espumante e você não bebeu tudo, vai para a panela, para dar cremosidade aos molhos para peixes e frutos do mar ou frangos, para o molho da salada, para incorporar os grãos do seu risoto, para preparar uma marinada para o seu peixe.
Os vinhos brancos podem incrementar o refogado dos cogumelos do seu strogonoff. Servem também para fazer um risoto de aspargo e abobrinha ou usar no molho de peixes e frangos.
Já os vinhos tintos servem para uma grande variedade de receitas: para marinar carnes vermelhas, fazer carnes de panela ao molho de vinho tinto, filés ao molho de vinho, risotos mais escuros, como os de linguiça, presuntos, carnes e cogumelos. Além do arroz de polvo, que fica super gostoso.
Várias massas com molho de vinho e carnes, e as sobremesas, como o sagu, peras ao vinho, panna cotta e muito mais.
E os vinhos do Porto, embora sejam doces, entram na receita de pratos salgados. Já comi um filé com espuma de vinho do Porto, mas você pode testar em casa uma redução de vinho do Porto com caldo de carne, com muitos temperos, ervas, sal, pimenta e alho, e servir sobre uma carne vermelha.
Pode servir também como molho para pera grelhada e ainda umedecer a massa do seu bolo confeitado com vinho do Porto.
Não desperdice nada: todo vinho pode virar vinagre, mas, antes disso, vai para a panela.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RECEITAS COM VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS TINTOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento é sobre um importante componente do vinho: o tanino.

Você já experimentou uma banana ainda não muito madura? Ela causa uma sensação interessante em boca: uma sensação de secura, de adstringência. Essa sensação ocorre devido à alta concentração de taninos na banana, que, quanto mais verde, mais concentrada em taninos.

É um polifenol. O tanino está presente no vinho, que naturalmente está na casca, sementes e engaços das uvas, e também nas barricas de armazenamento.

Os vinhos com taninos são os vinhos tintos, porém alguns brancos podem apresentar este composto em uma mesma quantidade, é claro, quando passam por barrica ou quando têm contato com as cascas no processo de produção.

Nos tintos, a maior concentração se dá porque, no processo de produção, é necessário contato do mosto com as cascas, e é neste momento que o componente tanino se dilui na água e no álcool.

Assim sendo, o processo de produção pode influenciar na qualidade de tanino que o vinho pode obter, e tudo isso depende da proposta que o enólogo quer atingir para cada vinho.

O tanino atua como componente estrutural do vinho, e vinhos tânicos tendem a envelhecer melhor. Estes vão diminuindo a intensidade ao longo do tempo e se tornando mais polidos, mais suaves.

Que tal alguns exemplos de uvas que podem gerar vinhos com boa qualidade de taninos e que até mesmo as possuem pouco tanino?

Com taninos bem presentes, temos a Cabernet Sauvignon, Nebbiolo e Tannat. Com taninos suaves, a Pinot Noir, Gamay e Grenache.

E, se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram @jonas.sommelier.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento é sobre um importante componente do vinho: o tanino.

Você já experimentou uma banana ainda não muito madura? Ela causa uma sensação interessante em boca: uma sensação de secura, de adstringência. Essa sensação ocorre devido à alta concentração de taninos na banana, que, quanto mais verde, mais concentrada em taninos.

É um polifenol. O tanino está presente no vinho, que naturalmente está na casca, sementes e engaços das uvas, e também nas barricas de armazenamento.

Os vinhos com taninos são os vinhos tintos, porém alguns brancos podem apresentar este composto em uma mesma quantidade, é claro, quando passam por barrica ou quando têm contato com as cascas no processo de produção.

Nos tintos, a maior concentração se dá porque, no processo de produção, é necessário contato do mosto com as cascas, e é neste momento que o componente tanino se dilui na água e no álcool.

Assim sendo, o processo de produção pode influenciar na qualidade de tanino que o vinho pode obter, e tudo isso depende da proposta que o enólogo quer atingir para cada vinho.

O tanino atua como componente estrutural do vinho, e vinhos tânicos tendem a envelhecer melhor. Estes vão diminuindo a intensidade ao longo do tempo e se tornando mais polidos, mais suaves.

Que tal alguns exemplos de uvas que podem gerar vinhos com boa qualidade de taninos e que até mesmo as possuem pouco tanino?

Com taninos bem presentes, temos a Cabernet Sauvignon, Nebbiolo e Tannat. Com taninos suaves, a Pinot Noir, Gamay e Grenache.

E, se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram @jonas.sommelier.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento é sobre um importante componente do vinho: o tanino.

Você já experimentou uma banana ainda não muito madura? Ela causa uma sensação interessante em boca: uma sensação de secura, de adstringência. Essa sensação ocorre devido à alta concentração de taninos na banana, que, quanto mais verde, mais concentrada em taninos.

É um polifenol. O tanino está presente no vinho, que naturalmente está na casca, sementes e engaços das uvas, e também nas barricas de armazenamento.

Os vinhos com taninos são os vinhos tintos, porém alguns brancos podem apresentar este composto em uma mesma quantidade, é claro, quando passam por barrica ou quando têm contato com as cascas no processo de produção.

Nos tintos, a maior concentração se dá porque, no processo de produção, é necessário contato do mosto com as cascas, e é neste momento que o componente tanino se dilui na água e no álcool.

Assim sendo, o processo de produção pode influenciar na qualidade de tanino que o vinho pode obter, e tudo isso depende da proposta que o enólogo quer atingir para cada vinho.

O tanino atua como componente estrutural do vinho, e vinhos tânicos tendem a envelhecer melhor. Estes vão diminuindo a intensidade ao longo do tempo e se tornando mais polidos, mais suaves.

Que tal alguns exemplos de uvas que podem gerar vinhos com boa qualidade de taninos e que até mesmo as possuem pouco tanino?

Com taninos bem presentes, temos a Cabernet Sauvignon, Nebbiolo e Tannat. Com taninos suaves, a Pinot Noir, Gamay e Grenache.

E, se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram @jonas.sommelier.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento é sobre um importante componente do vinho: o tanino.

Você já experimentou uma banana ainda não muito madura? Ela causa uma sensação interessante em boca: uma sensação de secura, de adstringência. Essa sensação ocorre devido à alta concentração de taninos na banana, que, quanto mais verde, mais concentrada em taninos.

É um polifenol. O tanino está presente no vinho, que naturalmente está na casca, sementes e engaços das uvas, e também nas barricas de armazenamento.

Os vinhos com taninos são os vinhos tintos, porém alguns brancos podem apresentar este composto em uma mesma quantidade, é claro, quando passam por barrica ou quando têm contato com as cascas no processo de produção.

Nos tintos, a maior concentração se dá porque, no processo de produção, é necessário contato do mosto com as cascas, e é neste momento que o componente tanino se dilui na água e no álcool.

Assim sendo, o processo de produção pode influenciar na qualidade de tanino que o vinho pode obter, e tudo isso depende da proposta que o enólogo quer atingir para cada vinho.

O tanino atua como componente estrutural do vinho, e vinhos tânicos tendem a envelhecer melhor. Estes vão diminuindo a intensidade ao longo do tempo e se tornando mais polidos, mais suaves.

Que tal alguns exemplos de uvas que podem gerar vinhos com boa qualidade de taninos e que até mesmo as possuem pouco tanino?

Com taninos bem presentes, temos a Cabernet Sauvignon, Nebbiolo e Tannat. Com taninos suaves, a Pinot Noir, Gamay e Grenache.

E, se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram @jonas.sommelier.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TANINOS NO VINHO: ENTENDA A IMPORTÂNCIA DESSE COMPONENTE PARA O SABOR E O ENVELHECIMENTO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao nosso Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México.

O vale tem os vinhedos mais ao norte de todo o México e fica distante do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros.

Todos estes fatores fazem do Vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país.

E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o tinto Monte Xanic Gran Ricardo, da safra 2018. Produzido com variedades de uvas viníferas francesas, como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc.

A passagem por barricas de carvalho francês por 18 meses traz complexidade e afinamento a este vinho.

Sua coloração é rubi intensa, com aromas que remetem a groselha, baunilha, pimenta-preta, tostado e tabaco. Em boca, tem entrada suave, porém com taninos presentes, sem perder a elegância.

Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier.

Será um prazer.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao nosso Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México.

O vale tem os vinhedos mais ao norte de todo o México e fica distante do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros.

Todos estes fatores fazem do Vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país.

E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o tinto Monte Xanic Gran Ricardo, da safra 2018. Produzido com variedades de uvas viníferas francesas, como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc.

A passagem por barricas de carvalho francês por 18 meses traz complexidade e afinamento a este vinho.

Sua coloração é rubi intensa, com aromas que remetem a groselha, baunilha, pimenta-preta, tostado e tabaco. Em boca, tem entrada suave, porém com taninos presentes, sem perder a elegância.

Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier.

Será um prazer.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao nosso Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México.

O vale tem os vinhedos mais ao norte de todo o México e fica distante do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros.

Todos estes fatores fazem do Vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país.

E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o tinto Monte Xanic Gran Ricardo, da safra 2018. Produzido com variedades de uvas viníferas francesas, como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc.

A passagem por barricas de carvalho francês por 18 meses traz complexidade e afinamento a este vinho.

Sua coloração é rubi intensa, com aromas que remetem a groselha, baunilha, pimenta-preta, tostado e tabaco. Em boca, tem entrada suave, porém com taninos presentes, sem perder a elegância.

Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier.

Será um prazer.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao nosso Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre uma região produtora de vinhos finos no México.

O vale tem os vinhedos mais ao norte de todo o México e fica distante do mar por volta de 22 km. A altitude, que influencia muito na maturação, varia entre 300 e 400 metros.

Todos estes fatores fazem do Vale de Guadalupe a região de maior prestígio de todo o México, chegando a produzir 85% do vinho de todo o país.

E um vinho que chama muito a atenção no portfólio da bodega é o tinto Monte Xanic Gran Ricardo, da safra 2018. Produzido com variedades de uvas viníferas francesas, como as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc.

A passagem por barricas de carvalho francês por 18 meses traz complexidade e afinamento a este vinho.

Sua coloração é rubi intensa, com aromas que remetem a groselha, baunilha, pimenta-preta, tostado e tabaco. Em boca, tem entrada suave, porém com taninos presentes, sem perder a elegância.

Um brinde aos vinhos do México e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier.

Será um prazer.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS FINOS NO MÉXICO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO COMO RECEITA NO PRATO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[MATURANA TINTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Oct 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E se você gosta de vinhos, Música e Vinho é pra você.

A África do Sul é o nosso tema de hoje. E, normalmente, nós lembramos da uva tinta Pinotage, mas o país é especialista em duas uvas brancas também: a Chenamblã e a Sauvignon Blanc.

As encostas montanhosas da região da Cidade do Cabo têm clima do Mediterrâneo europeu, ideal para o cultivo das videiras. O país é hoje o nono maior produtor de vinhos, com 340 vinícolas e 450 milhões de litros de vinhos exportados.

Quarenta por cento da produção total é da uva branca Chenamblã, mas a Sauvignon Blanc se destaca com uma acidez e frescor comuns da uva, porém com aromas não tão tropicais como o Sauvignon Blanc da América do Sul, um pouco mais cítrico, vegetal, mineral, fechado, porém elegante.

Poucas uvas do mundo conseguem ser tão versáteis e mudar de expressão em cada diferente terroir onde é plantada como a Sauvignon Blanc.

Na África do Sul, a Sauvignon Blanc recebe também os nomes de Savanã, Mosquê e Fumé Blanc.

E a minha “uva bossa nova” combina com pratos como peixe com limão, frutos do mar, risoto de camarão, tapas, empanadas ou tortas de legumes. Degustei, e com bastante ervas! Herbáceo com herbáceo deu super certo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir maravilhas como o Sauvignon Blanc da África do Sul.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E se você gosta de vinhos, Música e Vinho é pra você.

A África do Sul é o nosso tema de hoje. E, normalmente, nós lembramos da uva tinta Pinotage, mas o país é especialista em duas uvas brancas também: a Chenamblã e a Sauvignon Blanc.

As encostas montanhosas da região da Cidade do Cabo têm clima do Mediterrâneo europeu, ideal para o cultivo das videiras. O país é hoje o nono maior produtor de vinhos, com 340 vinícolas e 450 milhões de litros de vinhos exportados.

Quarenta por cento da produção total é da uva branca Chenamblã, mas a Sauvignon Blanc se destaca com uma acidez e frescor comuns da uva, porém com aromas não tão tropicais como o Sauvignon Blanc da América do Sul, um pouco mais cítrico, vegetal, mineral, fechado, porém elegante.

Poucas uvas do mundo conseguem ser tão versáteis e mudar de expressão em cada diferente terroir onde é plantada como a Sauvignon Blanc.

Na África do Sul, a Sauvignon Blanc recebe também os nomes de Savanã, Mosquê e Fumé Blanc.

E a minha “uva bossa nova” combina com pratos como peixe com limão, frutos do mar, risoto de camarão, tapas, empanadas ou tortas de legumes. Degustei, e com bastante ervas! Herbáceo com herbáceo deu super certo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir maravilhas como o Sauvignon Blanc da África do Sul.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E se você gosta de vinhos, Música e Vinho é pra você.

A África do Sul é o nosso tema de hoje. E, normalmente, nós lembramos da uva tinta Pinotage, mas o país é especialista em duas uvas brancas também: a Chenamblã e a Sauvignon Blanc.

As encostas montanhosas da região da Cidade do Cabo têm clima do Mediterrâneo europeu, ideal para o cultivo das videiras. O país é hoje o nono maior produtor de vinhos, com 340 vinícolas e 450 milhões de litros de vinhos exportados.

Quarenta por cento da produção total é da uva branca Chenamblã, mas a Sauvignon Blanc se destaca com uma acidez e frescor comuns da uva, porém com aromas não tão tropicais como o Sauvignon Blanc da América do Sul, um pouco mais cítrico, vegetal, mineral, fechado, porém elegante.

Poucas uvas do mundo conseguem ser tão versáteis e mudar de expressão em cada diferente terroir onde é plantada como a Sauvignon Blanc.

Na África do Sul, a Sauvignon Blanc recebe também os nomes de Savanã, Mosquê e Fumé Blanc.

E a minha “uva bossa nova” combina com pratos como peixe com limão, frutos do mar, risoto de camarão, tapas, empanadas ou tortas de legumes. Degustei, e com bastante ervas! Herbáceo com herbáceo deu super certo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir maravilhas como o Sauvignon Blanc da África do Sul.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E se você gosta de vinhos, Música e Vinho é pra você.

A África do Sul é o nosso tema de hoje. E, normalmente, nós lembramos da uva tinta Pinotage, mas o país é especialista em duas uvas brancas também: a Chenamblã e a Sauvignon Blanc.

As encostas montanhosas da região da Cidade do Cabo têm clima do Mediterrâneo europeu, ideal para o cultivo das videiras. O país é hoje o nono maior produtor de vinhos, com 340 vinícolas e 450 milhões de litros de vinhos exportados.

Quarenta por cento da produção total é da uva branca Chenamblã, mas a Sauvignon Blanc se destaca com uma acidez e frescor comuns da uva, porém com aromas não tão tropicais como o Sauvignon Blanc da América do Sul, um pouco mais cítrico, vegetal, mineral, fechado, porém elegante.

Poucas uvas do mundo conseguem ser tão versáteis e mudar de expressão em cada diferente terroir onde é plantada como a Sauvignon Blanc.

Na África do Sul, a Sauvignon Blanc recebe também os nomes de Savanã, Mosquê e Fumé Blanc.

E a minha “uva bossa nova” combina com pratos como peixe com limão, frutos do mar, risoto de camarão, tapas, empanadas ou tortas de legumes. Degustei, e com bastante ervas! Herbáceo com herbáceo deu super certo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir maravilhas como o Sauvignon Blanc da África do Sul.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOUVIGNON BLANC DA ÁFRICA DO SUL]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/fmmorena-campogrande/podcast-296755404/episodes/95470-MUSICA%20E%20VINHO%2010.11.25.mp3" type="audio/mpeg" length="4038529"/>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 10 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã para compartilhar informações sobre o mundo do vinho.

Savagnin não é Sauvignon Blanc. Savagnin é uma uva branca tão antiga que pesquisas recentes, que analisaram 28 sementes de uvas antigas, ainda do período medieval, de 900 anos na França, identificaram a genética da uva Savagnin Blanc. Isso significa que a variedade foi plantada há pelo menos 900 anos.

A origem é a região do Jura, que fica a leste da Borgonha, nas cadeias de montanhas já próximas aos Alpes. O nome Jura vem do período Jurássico, entre 210 e 140 milhões de anos atrás, quando os sedimentos viraram a cadeia de montanhas do Jura, com rochas calcárias.

O Jura é conhecido pelos vinhos amarelos, ou Vin Jaune, elaborados com a uva Savagnin, uma variedade de grande intensidade, acidez e mineralidade. As uvas Savagnin são colhidas tardiamente e costumam estagiar em barricas pequenas de carvalho. Após dois a três anos, forma-se o véu de flor, similar ao que acontece com os Jerezes, porém os Vin Jaune não são fortificados.

Outra particularidade é que, após seis anos e três meses, de acordo com a legislação, os vinhos são engarrafados em garrafas de 620 ml, chamadas de Clavelin.

Os vinhos amarelos de Savagnin são muito parecidos com o Jerez, pela salinidade, intensidade de sabor, coloração, alta acidez, zero doçura e mineralidade do terroir calcário das cadeias montanhosas do Jura.

Não é fácil encontrar vinhos do Jura, especialmente um Savagnin, mas vale a procura para se degustar vinhos tão particulares.

Sushi de pancetta e foie gras. Santé!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã para compartilhar informações sobre o mundo do vinho.

Savagnin não é Sauvignon Blanc. Savagnin é uma uva branca tão antiga que pesquisas recentes, que analisaram 28 sementes de uvas antigas, ainda do período medieval, de 900 anos na França, identificaram a genética da uva Savagnin Blanc. Isso significa que a variedade foi plantada há pelo menos 900 anos.

A origem é a região do Jura, que fica a leste da Borgonha, nas cadeias de montanhas já próximas aos Alpes. O nome Jura vem do período Jurássico, entre 210 e 140 milhões de anos atrás, quando os sedimentos viraram a cadeia de montanhas do Jura, com rochas calcárias.

O Jura é conhecido pelos vinhos amarelos, ou Vin Jaune, elaborados com a uva Savagnin, uma variedade de grande intensidade, acidez e mineralidade. As uvas Savagnin são colhidas tardiamente e costumam estagiar em barricas pequenas de carvalho. Após dois a três anos, forma-se o véu de flor, similar ao que acontece com os Jerezes, porém os Vin Jaune não são fortificados.

Outra particularidade é que, após seis anos e três meses, de acordo com a legislação, os vinhos são engarrafados em garrafas de 620 ml, chamadas de Clavelin.

Os vinhos amarelos de Savagnin são muito parecidos com o Jerez, pela salinidade, intensidade de sabor, coloração, alta acidez, zero doçura e mineralidade do terroir calcário das cadeias montanhosas do Jura.

Não é fácil encontrar vinhos do Jura, especialmente um Savagnin, mas vale a procura para se degustar vinhos tão particulares.

Sushi de pancetta e foie gras. Santé!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã para compartilhar informações sobre o mundo do vinho.

Savagnin não é Sauvignon Blanc. Savagnin é uma uva branca tão antiga que pesquisas recentes, que analisaram 28 sementes de uvas antigas, ainda do período medieval, de 900 anos na França, identificaram a genética da uva Savagnin Blanc. Isso significa que a variedade foi plantada há pelo menos 900 anos.

A origem é a região do Jura, que fica a leste da Borgonha, nas cadeias de montanhas já próximas aos Alpes. O nome Jura vem do período Jurássico, entre 210 e 140 milhões de anos atrás, quando os sedimentos viraram a cadeia de montanhas do Jura, com rochas calcárias.

O Jura é conhecido pelos vinhos amarelos, ou Vin Jaune, elaborados com a uva Savagnin, uma variedade de grande intensidade, acidez e mineralidade. As uvas Savagnin são colhidas tardiamente e costumam estagiar em barricas pequenas de carvalho. Após dois a três anos, forma-se o véu de flor, similar ao que acontece com os Jerezes, porém os Vin Jaune não são fortificados.

Outra particularidade é que, após seis anos e três meses, de acordo com a legislação, os vinhos são engarrafados em garrafas de 620 ml, chamadas de Clavelin.

Os vinhos amarelos de Savagnin são muito parecidos com o Jerez, pela salinidade, intensidade de sabor, coloração, alta acidez, zero doçura e mineralidade do terroir calcário das cadeias montanhosas do Jura.

Não é fácil encontrar vinhos do Jura, especialmente um Savagnin, mas vale a procura para se degustar vinhos tão particulares.

Sushi de pancetta e foie gras. Santé!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã para compartilhar informações sobre o mundo do vinho.

Savagnin não é Sauvignon Blanc. Savagnin é uma uva branca tão antiga que pesquisas recentes, que analisaram 28 sementes de uvas antigas, ainda do período medieval, de 900 anos na França, identificaram a genética da uva Savagnin Blanc. Isso significa que a variedade foi plantada há pelo menos 900 anos.

A origem é a região do Jura, que fica a leste da Borgonha, nas cadeias de montanhas já próximas aos Alpes. O nome Jura vem do período Jurássico, entre 210 e 140 milhões de anos atrás, quando os sedimentos viraram a cadeia de montanhas do Jura, com rochas calcárias.

O Jura é conhecido pelos vinhos amarelos, ou Vin Jaune, elaborados com a uva Savagnin, uma variedade de grande intensidade, acidez e mineralidade. As uvas Savagnin são colhidas tardiamente e costumam estagiar em barricas pequenas de carvalho. Após dois a três anos, forma-se o véu de flor, similar ao que acontece com os Jerezes, porém os Vin Jaune não são fortificados.

Outra particularidade é que, após seis anos e três meses, de acordo com a legislação, os vinhos são engarrafados em garrafas de 620 ml, chamadas de Clavelin.

Os vinhos amarelos de Savagnin são muito parecidos com o Jerez, pela salinidade, intensidade de sabor, coloração, alta acidez, zero doçura e mineralidade do terroir calcário das cadeias montanhosas do Jura.

Não é fácil encontrar vinhos do Jura, especialmente um Savagnin, mas vale a procura para se degustar vinhos tão particulares.

Sushi de pancetta e foie gras. Santé!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA SAVAGNIN]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 27 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vamos começar mais um Música e Vinho. A Toscana no meio do Chile, já imaginou? É o conhecimento da família Antinori no Vale do Maipo para desenvolver a vinha Aras de Pirque. A vinícola tem o formato de uma ferradura de cavalos, para expressar a paixão da família pelos cavalos de puro-sangue inglês. A vinícola é símbolo de grandes vinhos chilenos, como o Alba Clara Sauvignon Blanc, que degustei no evento Wines of Chile Luxury Tasting. E a surpresa foi muito boa desde a primeira impressão aromática.

Notas herbáceas de folha cortada, que lembravam folha de cajueiro, que eu adoro e faz parte da minha memória olfativa de infância. Que super Sauvignon Blanc do Vale do Leida! Que, aliás, é uma das principais regiões para Sauvignon Blanc. O vinho traz toda a expressão da Sauvignon Blanc, com muita pureza de frutas, um volume de boca com as notas de maracujá em flor, a mineralidade na sua vibração do primeiro gole e o herbáceo das folhas de cajueiro, integradas a um manjericão que me fez salivar.

É a acidez da Sauvignon Blanc que saliva e traz a gastronomia à mente. Um peixe ao molho de ervas vai super bem com o top chileno Alba Clara Sauvignon Blanc.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vamos começar mais um Música e Vinho. A Toscana no meio do Chile, já imaginou? É o conhecimento da família Antinori no Vale do Maipo para desenvolver a vinha Aras de Pirque. A vinícola tem o formato de uma ferradura de cavalos, para expressar a paixão da família pelos cavalos de puro-sangue inglês. A vinícola é símbolo de grandes vinhos chilenos, como o Alba Clara Sauvignon Blanc, que degustei no evento Wines of Chile Luxury Tasting. E a surpresa foi muito boa desde a primeira impressão aromática.

Notas herbáceas de folha cortada, que lembravam folha de cajueiro, que eu adoro e faz parte da minha memória olfativa de infância. Que super Sauvignon Blanc do Vale do Leida! Que, aliás, é uma das principais regiões para Sauvignon Blanc. O vinho traz toda a expressão da Sauvignon Blanc, com muita pureza de frutas, um volume de boca com as notas de maracujá em flor, a mineralidade na sua vibração do primeiro gole e o herbáceo das folhas de cajueiro, integradas a um manjericão que me fez salivar.

É a acidez da Sauvignon Blanc que saliva e traz a gastronomia à mente. Um peixe ao molho de ervas vai super bem com o top chileno Alba Clara Sauvignon Blanc.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vamos começar mais um Música e Vinho. A Toscana no meio do Chile, já imaginou? É o conhecimento da família Antinori no Vale do Maipo para desenvolver a vinha Aras de Pirque. A vinícola tem o formato de uma ferradura de cavalos, para expressar a paixão da família pelos cavalos de puro-sangue inglês. A vinícola é símbolo de grandes vinhos chilenos, como o Alba Clara Sauvignon Blanc, que degustei no evento Wines of Chile Luxury Tasting. E a surpresa foi muito boa desde a primeira impressão aromática.

Notas herbáceas de folha cortada, que lembravam folha de cajueiro, que eu adoro e faz parte da minha memória olfativa de infância. Que super Sauvignon Blanc do Vale do Leida! Que, aliás, é uma das principais regiões para Sauvignon Blanc. O vinho traz toda a expressão da Sauvignon Blanc, com muita pureza de frutas, um volume de boca com as notas de maracujá em flor, a mineralidade na sua vibração do primeiro gole e o herbáceo das folhas de cajueiro, integradas a um manjericão que me fez salivar.

É a acidez da Sauvignon Blanc que saliva e traz a gastronomia à mente. Um peixe ao molho de ervas vai super bem com o top chileno Alba Clara Sauvignon Blanc.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vamos começar mais um Música e Vinho. A Toscana no meio do Chile, já imaginou? É o conhecimento da família Antinori no Vale do Maipo para desenvolver a vinha Aras de Pirque. A vinícola tem o formato de uma ferradura de cavalos, para expressar a paixão da família pelos cavalos de puro-sangue inglês. A vinícola é símbolo de grandes vinhos chilenos, como o Alba Clara Sauvignon Blanc, que degustei no evento Wines of Chile Luxury Tasting. E a surpresa foi muito boa desde a primeira impressão aromática.

Notas herbáceas de folha cortada, que lembravam folha de cajueiro, que eu adoro e faz parte da minha memória olfativa de infância. Que super Sauvignon Blanc do Vale do Leida! Que, aliás, é uma das principais regiões para Sauvignon Blanc. O vinho traz toda a expressão da Sauvignon Blanc, com muita pureza de frutas, um volume de boca com as notas de maracujá em flor, a mineralidade na sua vibração do primeiro gole e o herbáceo das folhas de cajueiro, integradas a um manjericão que me fez salivar.

É a acidez da Sauvignon Blanc que saliva e traz a gastronomia à mente. Um peixe ao molho de ervas vai super bem com o top chileno Alba Clara Sauvignon Blanc.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que satisfação estar com você para mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento, aqui no Música e Vinho. Seja bem-vindo!

Hoje falaremos sobre o Vale de Casablanca, uma região em grande ascensão no Chile. O vale está em uma localização privilegiada entre a capital, Santiago, e a cidade de Valparaíso, em uma linda planície costeira, onde os dias são bem quentes e as noites bastante frescas. Tal clima proporciona excelente maturação para as veridades cultivadas por lá.

Casablanca carregou, durante muito tempo, um rótulo de produzir vinhos baratos, principalmente com a uva Sauvignon Blanc. Porém, o cenário vem mudando, e é possível encontrar excelentes vinhos, como a Riesling, por exemplo, e até mesmo. Mesmo Gevustraminer, sensacional.

A espetacular vinícola Mattetite produz um vinho biodinâmico com a ova Sauvignon Blanc, com aromas que remetem a frutas cítricas e tropicais, como, por exemplo, papaya e, além disso, traz notas minerais que elevam o frescor do vinho.

Hummm... Em boca, é salino, frutado, rico, perfeito para harmonizar com ceviche, frutos do mar cozidos ou grelhados.

Um brinde ao Chile e à sua grande gama de vinhos sensacionais! E um brinde, obviamente, especial a você, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier. Aproveite e curta a página. Será um prazer!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que satisfação estar com você para mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento, aqui no Música e Vinho. Seja bem-vindo!

Hoje falaremos sobre o Vale de Casablanca, uma região em grande ascensão no Chile. O vale está em uma localização privilegiada entre a capital, Santiago, e a cidade de Valparaíso, em uma linda planície costeira, onde os dias são bem quentes e as noites bastante frescas. Tal clima proporciona excelente maturação para as veridades cultivadas por lá.

Casablanca carregou, durante muito tempo, um rótulo de produzir vinhos baratos, principalmente com a uva Sauvignon Blanc. Porém, o cenário vem mudando, e é possível encontrar excelentes vinhos, como a Riesling, por exemplo, e até mesmo. Mesmo Gevustraminer, sensacional.

A espetacular vinícola Mattetite produz um vinho biodinâmico com a ova Sauvignon Blanc, com aromas que remetem a frutas cítricas e tropicais, como, por exemplo, papaya e, além disso, traz notas minerais que elevam o frescor do vinho.

Hummm... Em boca, é salino, frutado, rico, perfeito para harmonizar com ceviche, frutos do mar cozidos ou grelhados.

Um brinde ao Chile e à sua grande gama de vinhos sensacionais! E um brinde, obviamente, especial a você, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier. Aproveite e curta a página. Será um prazer!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que satisfação estar com você para mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento, aqui no Música e Vinho. Seja bem-vindo!

Hoje falaremos sobre o Vale de Casablanca, uma região em grande ascensão no Chile. O vale está em uma localização privilegiada entre a capital, Santiago, e a cidade de Valparaíso, em uma linda planície costeira, onde os dias são bem quentes e as noites bastante frescas. Tal clima proporciona excelente maturação para as veridades cultivadas por lá.

Casablanca carregou, durante muito tempo, um rótulo de produzir vinhos baratos, principalmente com a uva Sauvignon Blanc. Porém, o cenário vem mudando, e é possível encontrar excelentes vinhos, como a Riesling, por exemplo, e até mesmo. Mesmo Gevustraminer, sensacional.

A espetacular vinícola Mattetite produz um vinho biodinâmico com a ova Sauvignon Blanc, com aromas que remetem a frutas cítricas e tropicais, como, por exemplo, papaya e, além disso, traz notas minerais que elevam o frescor do vinho.

Hummm... Em boca, é salino, frutado, rico, perfeito para harmonizar com ceviche, frutos do mar cozidos ou grelhados.

Um brinde ao Chile e à sua grande gama de vinhos sensacionais! E um brinde, obviamente, especial a você, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier. Aproveite e curta a página. Será um prazer!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que satisfação estar com você para mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento, aqui no Música e Vinho. Seja bem-vindo!

Hoje falaremos sobre o Vale de Casablanca, uma região em grande ascensão no Chile. O vale está em uma localização privilegiada entre a capital, Santiago, e a cidade de Valparaíso, em uma linda planície costeira, onde os dias são bem quentes e as noites bastante frescas. Tal clima proporciona excelente maturação para as veridades cultivadas por lá.

Casablanca carregou, durante muito tempo, um rótulo de produzir vinhos baratos, principalmente com a uva Sauvignon Blanc. Porém, o cenário vem mudando, e é possível encontrar excelentes vinhos, como a Riesling, por exemplo, e até mesmo. Mesmo Gevustraminer, sensacional.

A espetacular vinícola Mattetite produz um vinho biodinâmico com a ova Sauvignon Blanc, com aromas que remetem a frutas cítricas e tropicais, como, por exemplo, papaya e, além disso, traz notas minerais que elevam o frescor do vinho.

Hummm... Em boca, é salino, frutado, rico, perfeito para harmonizar com ceviche, frutos do mar cozidos ou grelhados.

Um brinde ao Chile e à sua grande gama de vinhos sensacionais! E um brinde, obviamente, especial a você, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier. Aproveite e curta a página. Será um prazer!
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALE DE CASABLANCA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO BRAMARE MALBEC ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 21 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[As denominações de origem têm como principal objetivo delimitar regiões de produção e garantir que os vinhos dessas áreas expressem as características do terroir de origem, considerando fatores como solo, relevo, clima, altitude e a ação do homem. A prática, que surgiu no século XVIII, em Portugal, ganhou popularidade na regulação da origem dos vinhos a partir de 1935. O selo de denominação de origem controlada, porém, não está relacionado diretamente à qualidade do vinho, já que cabe ao consumidor avaliar se a bebida é boa ou não de acordo com o próprio gosto.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[As denominações de origem têm como principal objetivo delimitar regiões de produção e garantir que os vinhos dessas áreas expressem as características do terroir de origem, considerando fatores como solo, relevo, clima, altitude e a ação do homem. A prática, que surgiu no século XVIII, em Portugal, ganhou popularidade na regulação da origem dos vinhos a partir de 1935. O selo de denominação de origem controlada, porém, não está relacionado diretamente à qualidade do vinho, já que cabe ao consumidor avaliar se a bebida é boa ou não de acordo com o próprio gosto.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[As denominações de origem têm como principal objetivo delimitar regiões de produção e garantir que os vinhos dessas áreas expressem as características do terroir de origem, considerando fatores como solo, relevo, clima, altitude e a ação do homem. A prática, que surgiu no século XVIII, em Portugal, ganhou popularidade na regulação da origem dos vinhos a partir de 1935. O selo de denominação de origem controlada, porém, não está relacionado diretamente à qualidade do vinho, já que cabe ao consumidor avaliar se a bebida é boa ou não de acordo com o próprio gosto.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[DENOMINAÇÕES DE ORIGEM GARANTEM A ORIGEM E A TIPICIDADE DOS VINHOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni. Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo.

Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco, o melhor dos dois mundos, e ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos: desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves, pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas cinso, grenache noir, cinquenta e cinquenta. Cirá e Roll. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas. Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa: vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca. E o processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira e eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a  #Música&Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni. Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo.

Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco, o melhor dos dois mundos, e ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos: desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves, pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas cinso, grenache noir, cinquenta e cinquenta. Cirá e Roll. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas. Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa: vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca. E o processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira e eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a  #Música&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni. Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo.

Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco, o melhor dos dois mundos, e ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos: desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves, pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas cinso, grenache noir, cinquenta e cinquenta. Cirá e Roll. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas. Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa: vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca. E o processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira e eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a  #Música&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni. Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo.

Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco, o melhor dos dois mundos, e ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos: desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves, pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas cinso, grenache noir, cinquenta e cinquenta. Cirá e Roll. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas. Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa: vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca. E o processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira e eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a  #Música&Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHATEAU DE MIRAVAL ROSÉ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[MONASTRELL VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre, pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção, o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Música e Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talente. Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo de Colí, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo. Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese.

E os cinco hectares restantes são destinados às uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talento, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rostos, pela grapa de brunelo e também pelos azeites. Pra você ver como o gosto não se discute.

Naquela noite, ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho pra ver se achava algum motivo pra eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta. Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e vinho tinto, acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas.

Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão. Zirlo Talente.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre, pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção, o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Música e Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talente. Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo de Colí, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo. Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese.

E os cinco hectares restantes são destinados às uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talento, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rostos, pela grapa de brunelo e também pelos azeites. Pra você ver como o gosto não se discute.

Naquela noite, ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho pra ver se achava algum motivo pra eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta. Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e vinho tinto, acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas.

Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão. Zirlo Talente.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre, pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção, o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Música e Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talente. Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo de Colí, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo. Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese.

E os cinco hectares restantes são destinados às uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talento, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rostos, pela grapa de brunelo e também pelos azeites. Pra você ver como o gosto não se discute.

Naquela noite, ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho pra ver se achava algum motivo pra eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta. Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e vinho tinto, acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas.

Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão. Zirlo Talente.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre, pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção, o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Música e Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talente. Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo de Colí, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo. Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese.

E os cinco hectares restantes são destinados às uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talento, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rostos, pela grapa de brunelo e também pelos azeites. Pra você ver como o gosto não se discute.

Naquela noite, ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho pra ver se achava algum motivo pra eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta. Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e vinho tinto, acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas.

Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão. Zirlo Talente.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ZIRLO TALENTI ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 22 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho de hoje desembarca na terra de Romeu e Julieta, a terra também dos vinhos Valpolicellas e Amarones, dos vinhos italianos do Vêneto, que são um assemblage entre três uvas: a Corvina, a Molinara e a Rondinella.

Já falamos várias vezes sobre essa composição aqui no Música e Vinho e, na busca por vinhos diferentes, encontrei o Gema Corvina Veronese, um vinho da agrícola Cesare, que é feito 100% só com a uva Corvina. Difícil! Eu ainda não tinha provado esta uva sozinha.

A uva é mais uma de coloração intensa, quase negra, que eu já falei aqui no Música e Vinho, e o nome vem das penas dos pássaros negros, dos corvos. Uma uva de coloração bem escura e intensa, com aromas de cereja e um toque amendoado.

É uma uva autóctone do Vêneto, mais especificamente dos arredores de Verona. Por isso, é também conhecida como Corvina Veronese. Produz vinhos tânicos, bem estruturados e elegantes, com aromas marcados de couro, chocolate, amêndoas, cereja e café torrado, como o vinho Gema Corvina Veronese, que degustei da vinícola Cesare, estabelecida em 1936.

Um supervinho, com 18 meses de carvalho francês e parte em carvalho esloveno, mais um ano de garrafa. Daqueles vinhos grandes, de corpo cheio na boca, aromas complexos, suave no paladar e com boa persistência.

A Corvina é a uva principal dos Valpolicellas. Quase sempre é utilizado mais ou menos 70% só da uva Corvina, então um vinho 100% dessa uva não poderia ser ruim.

Para acompanhar: massas, polentas, queijos maduros, caça e embutidos fortes. Mais um novo vinho para sua lista: Gema Corvina Veronese, do produtor Doutor Cesare.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho de hoje desembarca na terra de Romeu e Julieta, a terra também dos vinhos Valpolicellas e Amarones, dos vinhos italianos do Vêneto, que são um assemblage entre três uvas: a Corvina, a Molinara e a Rondinella.

Já falamos várias vezes sobre essa composição aqui no Música e Vinho e, na busca por vinhos diferentes, encontrei o Gema Corvina Veronese, um vinho da agrícola Cesare, que é feito 100% só com a uva Corvina. Difícil! Eu ainda não tinha provado esta uva sozinha.

A uva é mais uma de coloração intensa, quase negra, que eu já falei aqui no Música e Vinho, e o nome vem das penas dos pássaros negros, dos corvos. Uma uva de coloração bem escura e intensa, com aromas de cereja e um toque amendoado.

É uma uva autóctone do Vêneto, mais especificamente dos arredores de Verona. Por isso, é também conhecida como Corvina Veronese. Produz vinhos tânicos, bem estruturados e elegantes, com aromas marcados de couro, chocolate, amêndoas, cereja e café torrado, como o vinho Gema Corvina Veronese, que degustei da vinícola Cesare, estabelecida em 1936.

Um supervinho, com 18 meses de carvalho francês e parte em carvalho esloveno, mais um ano de garrafa. Daqueles vinhos grandes, de corpo cheio na boca, aromas complexos, suave no paladar e com boa persistência.

A Corvina é a uva principal dos Valpolicellas. Quase sempre é utilizado mais ou menos 70% só da uva Corvina, então um vinho 100% dessa uva não poderia ser ruim.

Para acompanhar: massas, polentas, queijos maduros, caça e embutidos fortes. Mais um novo vinho para sua lista: Gema Corvina Veronese, do produtor Doutor Cesare.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
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Já falamos várias vezes sobre essa composição aqui no Música e Vinho e, na busca por vinhos diferentes, encontrei o Gema Corvina Veronese, um vinho da agrícola Cesare, que é feito 100% só com a uva Corvina. Difícil! Eu ainda não tinha provado esta uva sozinha.

A uva é mais uma de coloração intensa, quase negra, que eu já falei aqui no Música e Vinho, e o nome vem das penas dos pássaros negros, dos corvos. Uma uva de coloração bem escura e intensa, com aromas de cereja e um toque amendoado.

É uma uva autóctone do Vêneto, mais especificamente dos arredores de Verona. Por isso, é também conhecida como Corvina Veronese. Produz vinhos tânicos, bem estruturados e elegantes, com aromas marcados de couro, chocolate, amêndoas, cereja e café torrado, como o vinho Gema Corvina Veronese, que degustei da vinícola Cesare, estabelecida em 1936.

Um supervinho, com 18 meses de carvalho francês e parte em carvalho esloveno, mais um ano de garrafa. Daqueles vinhos grandes, de corpo cheio na boca, aromas complexos, suave no paladar e com boa persistência.

A Corvina é a uva principal dos Valpolicellas. Quase sempre é utilizado mais ou menos 70% só da uva Corvina, então um vinho 100% dessa uva não poderia ser ruim.

Para acompanhar: massas, polentas, queijos maduros, caça e embutidos fortes. Mais um novo vinho para sua lista: Gema Corvina Veronese, do produtor Doutor Cesare.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
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Já falamos várias vezes sobre essa composição aqui no Música e Vinho e, na busca por vinhos diferentes, encontrei o Gema Corvina Veronese, um vinho da agrícola Cesare, que é feito 100% só com a uva Corvina. Difícil! Eu ainda não tinha provado esta uva sozinha.

A uva é mais uma de coloração intensa, quase negra, que eu já falei aqui no Música e Vinho, e o nome vem das penas dos pássaros negros, dos corvos. Uma uva de coloração bem escura e intensa, com aromas de cereja e um toque amendoado.

É uma uva autóctone do Vêneto, mais especificamente dos arredores de Verona. Por isso, é também conhecida como Corvina Veronese. Produz vinhos tânicos, bem estruturados e elegantes, com aromas marcados de couro, chocolate, amêndoas, cereja e café torrado, como o vinho Gema Corvina Veronese, que degustei da vinícola Cesare, estabelecida em 1936.

Um supervinho, com 18 meses de carvalho francês e parte em carvalho esloveno, mais um ano de garrafa. Daqueles vinhos grandes, de corpo cheio na boca, aromas complexos, suave no paladar e com boa persistência.

A Corvina é a uva principal dos Valpolicellas. Quase sempre é utilizado mais ou menos 70% só da uva Corvina, então um vinho 100% dessa uva não poderia ser ruim.

Para acompanhar: massas, polentas, queijos maduros, caça e embutidos fortes. Mais um novo vinho para sua lista: Gema Corvina Veronese, do produtor Doutor Cesare.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS VALPOLICELLA E AMARONE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS LARANJAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo leva você até Mendoza, a principal região produtora de vinhos da Argentina. Descubra como a altitude, os solos e a influência da Cordilheira dos Andes criam um terroir único, responsável por alguns dos rótulos mais prestigiados do mundo, com destaque para a emblemática uva Malbec.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo leva você até Mendoza, a principal região produtora de vinhos da Argentina. Descubra como a altitude, os solos e a influência da Cordilheira dos Andes criam um terroir único, responsável por alguns dos rótulos mais prestigiados do mundo, com destaque para a emblemática uva Malbec.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo leva você até Mendoza, a principal região produtora de vinhos da Argentina. Descubra como a altitude, os solos e a influência da Cordilheira dos Andes criam um terroir único, responsável por alguns dos rótulos mais prestigiados do mundo, com destaque para a emblemática uva Malbec.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MENDOZA: O CORAÇÃO DA PRODUÇÃO DE VINHOS DA ARGENTINA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos? Tem um verdict te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda. Degustei o Titulus Verdicchio, com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim salvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal.

Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone, e harmonizei também com carpaccio de pão. De polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas. Tem vinho que é assim, já te conquista pelos aromas intensos.

Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio Títulos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos? Tem um verdict te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda. Degustei o Titulus Verdicchio, com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim salvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal.

Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone, e harmonizei também com carpaccio de pão. De polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas. Tem vinho que é assim, já te conquista pelos aromas intensos.

Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio Títulos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos? Tem um verdict te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda. Degustei o Titulus Verdicchio, com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim salvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal.

Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone, e harmonizei também com carpaccio de pão. De polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas. Tem vinho que é assim, já te conquista pelos aromas intensos.

Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio Títulos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos? Tem um verdict te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda. Degustei o Titulus Verdicchio, com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim salvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal.

Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone, e harmonizei também com carpaccio de pão. De polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas. Tem vinho que é assim, já te conquista pelos aromas intensos.

Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio Títulos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VERDICCHIO TÍTULOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO FANTI ROSSO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS DA REGIÃO DO RHONE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS DE GUARDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[CHAMPAGNE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO LES CHARMES DE KIRWAN]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO VILLARD SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma ótima manhã pra você que me faz companhia aqui no Música e Vinho. Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você, escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial — tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana. Escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agradem ao seu paladar. Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma ótima manhã pra você que me faz companhia aqui no Música e Vinho. Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você, escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial — tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana. Escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agradem ao seu paladar. Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma ótima manhã pra você que me faz companhia aqui no Música e Vinho. Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você, escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial — tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana. Escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agradem ao seu paladar. Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma ótima manhã pra você que me faz companhia aqui no Música e Vinho. Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você, escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial — tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana. Escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agradem ao seu paladar. Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO É SE AVENTURAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO COM FEIJOADA E EMPANADA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu não sei para você, mas vinho me dá um sono...
Segundo matéria recente da revista Adega, uma tacinha de vinho à noite ajuda a relaxar e dormir. O Jornal de Ciências do Alimento e da Agricultura publicou um estudo, em 2006, que já falava sobre a presença da melatonina nas uvas e identificou a uva Nebbiolo com a maior quantidade da substância. Depois, seguida das uvas Croatina, Barbera, Cabernet Sauvignon, Sangiovese e Merlot.

A melatonina é o hormônio que regula o sono. Como cada organismo reage de maneira distinta, é importante consultar o seu médico, já que algumas pessoas podem desenvolver uma tolerância em apenas três noites e precisar aumentar a dose para conseguir o efeito do sono, o que pode causar dependência química, interrupções do sono durante a noite ou até o efeito contrário: a insônia.

Para mim, super funciona. O vinho me acalma, relaxa e traz um sono tranquilo.
A melatonina é um hormônio que age à noite, quando não há luminosidade, estímulos sonoros, e atua como regulador do sono. Regula também o funcionamento do organismo e ainda age como antioxidante. Por isso, dizemos que dormir faz bem à pele, ao corpo, e que uma boa noite de sono rejuvenesce.
O vinho tem melatonina na sua composição. Pode ser uma opção para unir o útil ao agradável, desde que seja usado com moderação. Uma taça é o suficiente para relaxar e dormir, além, é claro, da sua rotina e de outros alimentos que contribuem para uma boa noite de sono, como nozes, leite, azeite, espinafre, laranja, morango e acelga, além da preparação do local de repouso.

Para mim, nem precisa muito. Só uma tacinha de vinho e eu já tenho uma qualidade de sono excelente.
Lembrando sempre, sempre, de manter a moderação e consultar o seu médico para poder aproveitar a sua próxima degustação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu não sei para você, mas vinho me dá um sono...
Segundo matéria recente da revista Adega, uma tacinha de vinho à noite ajuda a relaxar e dormir. O Jornal de Ciências do Alimento e da Agricultura publicou um estudo, em 2006, que já falava sobre a presença da melatonina nas uvas e identificou a uva Nebbiolo com a maior quantidade da substância. Depois, seguida das uvas Croatina, Barbera, Cabernet Sauvignon, Sangiovese e Merlot.

A melatonina é o hormônio que regula o sono. Como cada organismo reage de maneira distinta, é importante consultar o seu médico, já que algumas pessoas podem desenvolver uma tolerância em apenas três noites e precisar aumentar a dose para conseguir o efeito do sono, o que pode causar dependência química, interrupções do sono durante a noite ou até o efeito contrário: a insônia.

Para mim, super funciona. O vinho me acalma, relaxa e traz um sono tranquilo.
A melatonina é um hormônio que age à noite, quando não há luminosidade, estímulos sonoros, e atua como regulador do sono. Regula também o funcionamento do organismo e ainda age como antioxidante. Por isso, dizemos que dormir faz bem à pele, ao corpo, e que uma boa noite de sono rejuvenesce.
O vinho tem melatonina na sua composição. Pode ser uma opção para unir o útil ao agradável, desde que seja usado com moderação. Uma taça é o suficiente para relaxar e dormir, além, é claro, da sua rotina e de outros alimentos que contribuem para uma boa noite de sono, como nozes, leite, azeite, espinafre, laranja, morango e acelga, além da preparação do local de repouso.

Para mim, nem precisa muito. Só uma tacinha de vinho e eu já tenho uma qualidade de sono excelente.
Lembrando sempre, sempre, de manter a moderação e consultar o seu médico para poder aproveitar a sua próxima degustação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu não sei para você, mas vinho me dá um sono...
Segundo matéria recente da revista Adega, uma tacinha de vinho à noite ajuda a relaxar e dormir. O Jornal de Ciências do Alimento e da Agricultura publicou um estudo, em 2006, que já falava sobre a presença da melatonina nas uvas e identificou a uva Nebbiolo com a maior quantidade da substância. Depois, seguida das uvas Croatina, Barbera, Cabernet Sauvignon, Sangiovese e Merlot.

A melatonina é o hormônio que regula o sono. Como cada organismo reage de maneira distinta, é importante consultar o seu médico, já que algumas pessoas podem desenvolver uma tolerância em apenas três noites e precisar aumentar a dose para conseguir o efeito do sono, o que pode causar dependência química, interrupções do sono durante a noite ou até o efeito contrário: a insônia.

Para mim, super funciona. O vinho me acalma, relaxa e traz um sono tranquilo.
A melatonina é um hormônio que age à noite, quando não há luminosidade, estímulos sonoros, e atua como regulador do sono. Regula também o funcionamento do organismo e ainda age como antioxidante. Por isso, dizemos que dormir faz bem à pele, ao corpo, e que uma boa noite de sono rejuvenesce.
O vinho tem melatonina na sua composição. Pode ser uma opção para unir o útil ao agradável, desde que seja usado com moderação. Uma taça é o suficiente para relaxar e dormir, além, é claro, da sua rotina e de outros alimentos que contribuem para uma boa noite de sono, como nozes, leite, azeite, espinafre, laranja, morango e acelga, além da preparação do local de repouso.

Para mim, nem precisa muito. Só uma tacinha de vinho e eu já tenho uma qualidade de sono excelente.
Lembrando sempre, sempre, de manter a moderação e consultar o seu médico para poder aproveitar a sua próxima degustação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu não sei para você, mas vinho me dá um sono...
Segundo matéria recente da revista Adega, uma tacinha de vinho à noite ajuda a relaxar e dormir. O Jornal de Ciências do Alimento e da Agricultura publicou um estudo, em 2006, que já falava sobre a presença da melatonina nas uvas e identificou a uva Nebbiolo com a maior quantidade da substância. Depois, seguida das uvas Croatina, Barbera, Cabernet Sauvignon, Sangiovese e Merlot.

A melatonina é o hormônio que regula o sono. Como cada organismo reage de maneira distinta, é importante consultar o seu médico, já que algumas pessoas podem desenvolver uma tolerância em apenas três noites e precisar aumentar a dose para conseguir o efeito do sono, o que pode causar dependência química, interrupções do sono durante a noite ou até o efeito contrário: a insônia.

Para mim, super funciona. O vinho me acalma, relaxa e traz um sono tranquilo.
A melatonina é um hormônio que age à noite, quando não há luminosidade, estímulos sonoros, e atua como regulador do sono. Regula também o funcionamento do organismo e ainda age como antioxidante. Por isso, dizemos que dormir faz bem à pele, ao corpo, e que uma boa noite de sono rejuvenesce.
O vinho tem melatonina na sua composição. Pode ser uma opção para unir o útil ao agradável, desde que seja usado com moderação. Uma taça é o suficiente para relaxar e dormir, além, é claro, da sua rotina e de outros alimentos que contribuem para uma boa noite de sono, como nozes, leite, azeite, espinafre, laranja, morango e acelga, além da preparação do local de repouso.

Para mim, nem precisa muito. Só uma tacinha de vinho e eu já tenho uma qualidade de sono excelente.
Lembrando sempre, sempre, de manter a moderação e consultar o seu médico para poder aproveitar a sua próxima degustação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MELATONINA NAS UVAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHO PEIQUE MENCÍA BIERZO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UVA SAUVIGNON BLANC]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ERA UMA VEZ, UM LINDO DIA...]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber, saber viver, com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E hoje tem harmonização aqui no Música e Vinho. Eu sou Kezia Giugni e vou te contar todas as minhas experiências de degustações.

Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem a sua origem em Portugal e na Espanha, era a sopa do rabo de boi, usada como aproveitamento de todas as sobras das partes do animal, tipo a feijoada. Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos agraciados nos melhores restaurantes e lá na casa da minha mãe.

Tem várias receitas de rabada ao vinho. Escolha um tinto seco de qualidade. Não vai estragar o seu prato com vinho ruim, né?

E para acompanhar, vamos pensar em cores intensas, a suculência do molho, complexidade de vários temperos, a maciez do vinho, do cozimento e o sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser mais encorpado então: um tinto seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, daqueles vinhos mais encorpados, e pode ter passagem na madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso da uva garnacha com tempranilo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte das uvas alicante, buchê, trincadeira e aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhone, com grenache, sirra e mouvedre.

Sabores ricos harmonizados a vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber, saber viver, com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E hoje tem harmonização aqui no Música e Vinho. Eu sou Kezia Giugni e vou te contar todas as minhas experiências de degustações.

Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem a sua origem em Portugal e na Espanha, era a sopa do rabo de boi, usada como aproveitamento de todas as sobras das partes do animal, tipo a feijoada. Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos agraciados nos melhores restaurantes e lá na casa da minha mãe.

Tem várias receitas de rabada ao vinho. Escolha um tinto seco de qualidade. Não vai estragar o seu prato com vinho ruim, né?

E para acompanhar, vamos pensar em cores intensas, a suculência do molho, complexidade de vários temperos, a maciez do vinho, do cozimento e o sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser mais encorpado então: um tinto seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, daqueles vinhos mais encorpados, e pode ter passagem na madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso da uva garnacha com tempranilo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte das uvas alicante, buchê, trincadeira e aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhone, com grenache, sirra e mouvedre.

Sabores ricos harmonizados a vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber, saber viver, com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E hoje tem harmonização aqui no Música e Vinho. Eu sou Kezia Giugni e vou te contar todas as minhas experiências de degustações.

Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem a sua origem em Portugal e na Espanha, era a sopa do rabo de boi, usada como aproveitamento de todas as sobras das partes do animal, tipo a feijoada. Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos agraciados nos melhores restaurantes e lá na casa da minha mãe.

Tem várias receitas de rabada ao vinho. Escolha um tinto seco de qualidade. Não vai estragar o seu prato com vinho ruim, né?

E para acompanhar, vamos pensar em cores intensas, a suculência do molho, complexidade de vários temperos, a maciez do vinho, do cozimento e o sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser mais encorpado então: um tinto seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, daqueles vinhos mais encorpados, e pode ter passagem na madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso da uva garnacha com tempranilo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte das uvas alicante, buchê, trincadeira e aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhone, com grenache, sirra e mouvedre.

Sabores ricos harmonizados a vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber, saber viver, com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E hoje tem harmonização aqui no Música e Vinho. Eu sou Kezia Giugni e vou te contar todas as minhas experiências de degustações.

Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem a sua origem em Portugal e na Espanha, era a sopa do rabo de boi, usada como aproveitamento de todas as sobras das partes do animal, tipo a feijoada. Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos agraciados nos melhores restaurantes e lá na casa da minha mãe.

Tem várias receitas de rabada ao vinho. Escolha um tinto seco de qualidade. Não vai estragar o seu prato com vinho ruim, né?

E para acompanhar, vamos pensar em cores intensas, a suculência do molho, complexidade de vários temperos, a maciez do vinho, do cozimento e o sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser mais encorpado então: um tinto seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, daqueles vinhos mais encorpados, e pode ter passagem na madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso da uva garnacha com tempranilo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte das uvas alicante, buchê, trincadeira e aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhone, com grenache, sirra e mouvedre.

Sabores ricos harmonizados a vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA GARNACHA COM TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[REGRA DE HARMONIZAÇÃO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHO BORDÔ TINTO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Já virou moda beber vinhos em taça. Rolha, vinho e taça fria estão presentes em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar o consumo do vinho. Cada um leva o vinho de que gosta e que pode pagar.

No mesmo grupo de amigos, cada pessoa tem um gosto diferente ou está com vontade de beber um vinho distinto. E não tem problema. Cada um degusta a taça de vinho que mais lhe agrada.

Recentemente, estive na Disneyland dos enófilos: um wine bar com mais de 96 rótulos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, provei também o alentejano Borba Reserva.

Se você acompanha o Musique Vinho, já sabe que eu adoro os vinhos do Alentejo. Já falei deles quando abordamos o tema dos vinhos "fáceis de agradar", aqueles que costumam conquistar diferentes paladares.

O Borba Reserva é elaborado com uvas tradicionais da região, como Aragonez, Touriga Nacional e Trincadeira. O vinho passa nove meses em barricas e, posteriormente, mais seis meses sobre as borras finas, buscando extrair o máximo de complexidade e qualidade das uvas para criar um grande vinho.

Sem filtragem, apresenta um estilo mais próximo dos vinhos de mínima intervenção. No aroma e no paladar, entrega boa intensidade de fruta, toques terrosos e taninos bem maduros.

Fica aqui mais uma sugestão de vinho alentejano para você conhecer e descobrir as principais características dos grandes vinhos portugueses.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Já virou moda beber vinhos em taça. Rolha, vinho e taça fria estão presentes em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar o consumo do vinho. Cada um leva o vinho de que gosta e que pode pagar.

No mesmo grupo de amigos, cada pessoa tem um gosto diferente ou está com vontade de beber um vinho distinto. E não tem problema. Cada um degusta a taça de vinho que mais lhe agrada.

Recentemente, estive na Disneyland dos enófilos: um wine bar com mais de 96 rótulos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, provei também o alentejano Borba Reserva.

Se você acompanha o Musique Vinho, já sabe que eu adoro os vinhos do Alentejo. Já falei deles quando abordamos o tema dos vinhos "fáceis de agradar", aqueles que costumam conquistar diferentes paladares.

O Borba Reserva é elaborado com uvas tradicionais da região, como Aragonez, Touriga Nacional e Trincadeira. O vinho passa nove meses em barricas e, posteriormente, mais seis meses sobre as borras finas, buscando extrair o máximo de complexidade e qualidade das uvas para criar um grande vinho.

Sem filtragem, apresenta um estilo mais próximo dos vinhos de mínima intervenção. No aroma e no paladar, entrega boa intensidade de fruta, toques terrosos e taninos bem maduros.

Fica aqui mais uma sugestão de vinho alentejano para você conhecer e descobrir as principais características dos grandes vinhos portugueses.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Já virou moda beber vinhos em taça. Rolha, vinho e taça fria estão presentes em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar o consumo do vinho. Cada um leva o vinho de que gosta e que pode pagar.

No mesmo grupo de amigos, cada pessoa tem um gosto diferente ou está com vontade de beber um vinho distinto. E não tem problema. Cada um degusta a taça de vinho que mais lhe agrada.

Recentemente, estive na Disneyland dos enófilos: um wine bar com mais de 96 rótulos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, provei também o alentejano Borba Reserva.

Se você acompanha o Musique Vinho, já sabe que eu adoro os vinhos do Alentejo. Já falei deles quando abordamos o tema dos vinhos "fáceis de agradar", aqueles que costumam conquistar diferentes paladares.

O Borba Reserva é elaborado com uvas tradicionais da região, como Aragonez, Touriga Nacional e Trincadeira. O vinho passa nove meses em barricas e, posteriormente, mais seis meses sobre as borras finas, buscando extrair o máximo de complexidade e qualidade das uvas para criar um grande vinho.

Sem filtragem, apresenta um estilo mais próximo dos vinhos de mínima intervenção. No aroma e no paladar, entrega boa intensidade de fruta, toques terrosos e taninos bem maduros.

Fica aqui mais uma sugestão de vinho alentejano para você conhecer e descobrir as principais características dos grandes vinhos portugueses.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Já virou moda beber vinhos em taça. Rolha, vinho e taça fria estão presentes em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar o consumo do vinho. Cada um leva o vinho de que gosta e que pode pagar.

No mesmo grupo de amigos, cada pessoa tem um gosto diferente ou está com vontade de beber um vinho distinto. E não tem problema. Cada um degusta a taça de vinho que mais lhe agrada.

Recentemente, estive na Disneyland dos enófilos: um wine bar com mais de 96 rótulos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, provei também o alentejano Borba Reserva.

Se você acompanha o Musique Vinho, já sabe que eu adoro os vinhos do Alentejo. Já falei deles quando abordamos o tema dos vinhos "fáceis de agradar", aqueles que costumam conquistar diferentes paladares.

O Borba Reserva é elaborado com uvas tradicionais da região, como Aragonez, Touriga Nacional e Trincadeira. O vinho passa nove meses em barricas e, posteriormente, mais seis meses sobre as borras finas, buscando extrair o máximo de complexidade e qualidade das uvas para criar um grande vinho.

Sem filtragem, apresenta um estilo mais próximo dos vinhos de mínima intervenção. No aroma e no paladar, entrega boa intensidade de fruta, toques terrosos e taninos bem maduros.

Fica aqui mais uma sugestão de vinho alentejano para você conhecer e descobrir as principais características dos grandes vinhos portugueses.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS PORTUGUESES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHOS ROSES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. Música em vinho. Com a sommelier. Kezia Giugni.

Ser clássico e tradicional é manter o que já é habitual, seja na música, na arte ou na gastronomia e no vinho. Como a harmonização entre comida francesa e vinho. Como o pato e Pinot Noir. Como o produtor José Bderouin e os vinhos da uva Pinot Noir. Há 130 anos, a Maison José Bderouin produz vinhos de excepcional qualidade na Borgoia, na França. A casa tem como principal objetivo a elegância e a perfeição.

Eu resolvi buscar essa harmonização clássica e escolhi um parmentier de pato. Um picadinho de pato com muito creme de queijo. Gratinado e fumegante, com a delicadeza das frutas vermelhas da Borgoia. Essa foi a harmonização, feito com o Borgoim Pinot Noir da Maison José Bderouin.

O vinho é leve, porém muito presente em boca. Não por potência, mas por elegância. Aromas intensos, não por força, mas por complexidade. Sedoso e macio, com aromas de mirtilo, amora, framboesa e muitas frutas vermelhas frescas, que evoluem para as frutas em compota. E os aromas continuam a evoluir com uma delicadeza muito sutil e típica dos terroirs da Borgonha. A maturação do carvalho francês mantém a tradição e deixa notas clássicas de fungos, que eu curto muito.

Curto tudo que tem nostalgia, história e tradição. Ok, eu confesso que gosto de tudo que é mais antigo. Aromas de coisas e vinhos que têm alguma história para contar. Como Le Caceroli, que desde 1954 se instalou à frente da banca de flores do Largo do Arochi, no Centro Histórico de São Paulo. Criaram ares parisiense e pratos de bistrô francês, com uma bela carta de vinhos, e hoje é um patrimônio da cidade. Há 64 anos, o local mantém sua excelência, buscando o que chamamos de terceiro sabor, que é o resultado da harmonização entre o prato e o vinho. Eu diria que as flores do outro lado da rua e até o cheiro das paredes ajudam a formar esse sabor.

Pato e Pinot Noir é clássico. A carne de pato é bem estruturada, rica em gordura, então precisa de acidez e vivacidade. E é isso que você encontra na harmonização entre o parmentier de pato com o borgon tinto de Pinot Noir da Josette Drouin. Um casamento perfeito e entrará, com certeza, para os meus clássicos. Lembrando sempre de manter a moderação, à tarde eu volto com mais informações do Musica e Vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. Música em vinho. Com a sommelier. Kezia Giugni.

Ser clássico e tradicional é manter o que já é habitual, seja na música, na arte ou na gastronomia e no vinho. Como a harmonização entre comida francesa e vinho. Como o pato e Pinot Noir. Como o produtor José Bderouin e os vinhos da uva Pinot Noir. Há 130 anos, a Maison José Bderouin produz vinhos de excepcional qualidade na Borgoia, na França. A casa tem como principal objetivo a elegância e a perfeição.

Eu resolvi buscar essa harmonização clássica e escolhi um parmentier de pato. Um picadinho de pato com muito creme de queijo. Gratinado e fumegante, com a delicadeza das frutas vermelhas da Borgoia. Essa foi a harmonização, feito com o Borgoim Pinot Noir da Maison José Bderouin.

O vinho é leve, porém muito presente em boca. Não por potência, mas por elegância. Aromas intensos, não por força, mas por complexidade. Sedoso e macio, com aromas de mirtilo, amora, framboesa e muitas frutas vermelhas frescas, que evoluem para as frutas em compota. E os aromas continuam a evoluir com uma delicadeza muito sutil e típica dos terroirs da Borgonha. A maturação do carvalho francês mantém a tradição e deixa notas clássicas de fungos, que eu curto muito.

Curto tudo que tem nostalgia, história e tradição. Ok, eu confesso que gosto de tudo que é mais antigo. Aromas de coisas e vinhos que têm alguma história para contar. Como Le Caceroli, que desde 1954 se instalou à frente da banca de flores do Largo do Arochi, no Centro Histórico de São Paulo. Criaram ares parisiense e pratos de bistrô francês, com uma bela carta de vinhos, e hoje é um patrimônio da cidade. Há 64 anos, o local mantém sua excelência, buscando o que chamamos de terceiro sabor, que é o resultado da harmonização entre o prato e o vinho. Eu diria que as flores do outro lado da rua e até o cheiro das paredes ajudam a formar esse sabor.

Pato e Pinot Noir é clássico. A carne de pato é bem estruturada, rica em gordura, então precisa de acidez e vivacidade. E é isso que você encontra na harmonização entre o parmentier de pato com o borgon tinto de Pinot Noir da Josette Drouin. Um casamento perfeito e entrará, com certeza, para os meus clássicos. Lembrando sempre de manter a moderação, à tarde eu volto com mais informações do Musica e Vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. Música em vinho. Com a sommelier. Kezia Giugni.

Ser clássico e tradicional é manter o que já é habitual, seja na música, na arte ou na gastronomia e no vinho. Como a harmonização entre comida francesa e vinho. Como o pato e Pinot Noir. Como o produtor José Bderouin e os vinhos da uva Pinot Noir. Há 130 anos, a Maison José Bderouin produz vinhos de excepcional qualidade na Borgoia, na França. A casa tem como principal objetivo a elegância e a perfeição.

Eu resolvi buscar essa harmonização clássica e escolhi um parmentier de pato. Um picadinho de pato com muito creme de queijo. Gratinado e fumegante, com a delicadeza das frutas vermelhas da Borgoia. Essa foi a harmonização, feito com o Borgoim Pinot Noir da Maison José Bderouin.

O vinho é leve, porém muito presente em boca. Não por potência, mas por elegância. Aromas intensos, não por força, mas por complexidade. Sedoso e macio, com aromas de mirtilo, amora, framboesa e muitas frutas vermelhas frescas, que evoluem para as frutas em compota. E os aromas continuam a evoluir com uma delicadeza muito sutil e típica dos terroirs da Borgonha. A maturação do carvalho francês mantém a tradição e deixa notas clássicas de fungos, que eu curto muito.

Curto tudo que tem nostalgia, história e tradição. Ok, eu confesso que gosto de tudo que é mais antigo. Aromas de coisas e vinhos que têm alguma história para contar. Como Le Caceroli, que desde 1954 se instalou à frente da banca de flores do Largo do Arochi, no Centro Histórico de São Paulo. Criaram ares parisiense e pratos de bistrô francês, com uma bela carta de vinhos, e hoje é um patrimônio da cidade. Há 64 anos, o local mantém sua excelência, buscando o que chamamos de terceiro sabor, que é o resultado da harmonização entre o prato e o vinho. Eu diria que as flores do outro lado da rua e até o cheiro das paredes ajudam a formar esse sabor.

Pato e Pinot Noir é clássico. A carne de pato é bem estruturada, rica em gordura, então precisa de acidez e vivacidade. E é isso que você encontra na harmonização entre o parmentier de pato com o borgon tinto de Pinot Noir da Josette Drouin. Um casamento perfeito e entrará, com certeza, para os meus clássicos. Lembrando sempre de manter a moderação, à tarde eu volto com mais informações do Musica e Vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. Música em vinho. Com a sommelier. Kezia Giugni.

Ser clássico e tradicional é manter o que já é habitual, seja na música, na arte ou na gastronomia e no vinho. Como a harmonização entre comida francesa e vinho. Como o pato e Pinot Noir. Como o produtor José Bderouin e os vinhos da uva Pinot Noir. Há 130 anos, a Maison José Bderouin produz vinhos de excepcional qualidade na Borgoia, na França. A casa tem como principal objetivo a elegância e a perfeição.

Eu resolvi buscar essa harmonização clássica e escolhi um parmentier de pato. Um picadinho de pato com muito creme de queijo. Gratinado e fumegante, com a delicadeza das frutas vermelhas da Borgoia. Essa foi a harmonização, feito com o Borgoim Pinot Noir da Maison José Bderouin.

O vinho é leve, porém muito presente em boca. Não por potência, mas por elegância. Aromas intensos, não por força, mas por complexidade. Sedoso e macio, com aromas de mirtilo, amora, framboesa e muitas frutas vermelhas frescas, que evoluem para as frutas em compota. E os aromas continuam a evoluir com uma delicadeza muito sutil e típica dos terroirs da Borgonha. A maturação do carvalho francês mantém a tradição e deixa notas clássicas de fungos, que eu curto muito.

Curto tudo que tem nostalgia, história e tradição. Ok, eu confesso que gosto de tudo que é mais antigo. Aromas de coisas e vinhos que têm alguma história para contar. Como Le Caceroli, que desde 1954 se instalou à frente da banca de flores do Largo do Arochi, no Centro Histórico de São Paulo. Criaram ares parisiense e pratos de bistrô francês, com uma bela carta de vinhos, e hoje é um patrimônio da cidade. Há 64 anos, o local mantém sua excelência, buscando o que chamamos de terceiro sabor, que é o resultado da harmonização entre o prato e o vinho. Eu diria que as flores do outro lado da rua e até o cheiro das paredes ajudam a formar esse sabor.

Pato e Pinot Noir é clássico. A carne de pato é bem estruturada, rica em gordura, então precisa de acidez e vivacidade. E é isso que você encontra na harmonização entre o parmentier de pato com o borgon tinto de Pinot Noir da Josette Drouin. Um casamento perfeito e entrará, com certeza, para os meus clássicos. Lembrando sempre de manter a moderação, à tarde eu volto com mais informações do Musica e Vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Moscatel, uma das mais antigas e aromáticas do mundo. Conheça sua origem, as diferentes formas como é chamada em diversos países, os estilos de vinhos que produz e as características que fazem dessa variedade uma das preferidas para quem busca vinhos leves, frescos e cheios de aromas frutados.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Moscatel, uma das mais antigas e aromáticas do mundo. Conheça sua origem, as diferentes formas como é chamada em diversos países, os estilos de vinhos que produz e as características que fazem dessa variedade uma das preferidas para quem busca vinhos leves, frescos e cheios de aromas frutados.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Moscatel, uma das mais antigas e aromáticas do mundo. Conheça sua origem, as diferentes formas como é chamada em diversos países, os estilos de vinhos que produz e as características que fazem dessa variedade uma das preferidas para quem busca vinhos leves, frescos e cheios de aromas frutados.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Moscatel, uma das mais antigas e aromáticas do mundo. Conheça sua origem, as diferentes formas como é chamada em diversos países, os estilos de vinhos que produz e as características que fazem dessa variedade uma das preferidas para quem busca vinhos leves, frescos e cheios de aromas frutados.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA MOSCATEL: AROMA, FRESCOR E VERSATILIDADE EM CADA TAÇA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS VENEZIANOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã para compartilhar informações sobre o mundo do vinho.

Savagnin não é Sauvignon Blanc. Savagnin é uma uva branca tão antiga que pesquisas recentes, que analisaram 28 sementes de uvas antigas, ainda do período medieval, de 900 anos, na França, identificaram a genética da uva Savagnin Blanc. Isso significa que a variedade foi plantada há pelo menos 900 anos.

A origem é a região do Jura, que fica a leste da Borgonha, nas cadeias de montanhas já próximas aos Alpes. O nome Jura vem do período jurássico, entre 210 e 140 milhões de anos atrás, quando os sedimentos viraram a cadeia de montanhas do Jura, com rochas calcárias.

O Jura é conhecido pelos vinhos amarelos, ou Vin Jaune, elaborados com a uva Savagnin, uma variedade de grande intensidade, acidez e mineralidade. As uvas Savagnin são colhidas tardiamente e costumam estagiar em barricas pequenas de carvalho. Após dois a três anos, forma-se o véu de flor, similar ao que acontece com os Jerezes, porém os Vin Jaune não são fortificados.

Outra particularidade é que, após seis anos e três meses, de acordo com a legislação, os vinhos são engarrafados em garrafas de 620 ml, chamadas de Clavelin.

Os vinhos amarelos de Savagnin são muito parecidos com o Jerez, pela salinidade, intensidade de sabor, coloração, alta acidez, zero doçura e mineralidade do terroir calcário das cadeias montanhosas do Jura.

Não é fácil encontrar vinhos do Jura, especialmente um Savagnin, mas vale a procura para se degustar vinhos tão particulares.

Com sushi, pancetta e foie gras. Santé!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã para compartilhar informações sobre o mundo do vinho.

Savagnin não é Sauvignon Blanc. Savagnin é uma uva branca tão antiga que pesquisas recentes, que analisaram 28 sementes de uvas antigas, ainda do período medieval, de 900 anos, na França, identificaram a genética da uva Savagnin Blanc. Isso significa que a variedade foi plantada há pelo menos 900 anos.

A origem é a região do Jura, que fica a leste da Borgonha, nas cadeias de montanhas já próximas aos Alpes. O nome Jura vem do período jurássico, entre 210 e 140 milhões de anos atrás, quando os sedimentos viraram a cadeia de montanhas do Jura, com rochas calcárias.

O Jura é conhecido pelos vinhos amarelos, ou Vin Jaune, elaborados com a uva Savagnin, uma variedade de grande intensidade, acidez e mineralidade. As uvas Savagnin são colhidas tardiamente e costumam estagiar em barricas pequenas de carvalho. Após dois a três anos, forma-se o véu de flor, similar ao que acontece com os Jerezes, porém os Vin Jaune não são fortificados.

Outra particularidade é que, após seis anos e três meses, de acordo com a legislação, os vinhos são engarrafados em garrafas de 620 ml, chamadas de Clavelin.

Os vinhos amarelos de Savagnin são muito parecidos com o Jerez, pela salinidade, intensidade de sabor, coloração, alta acidez, zero doçura e mineralidade do terroir calcário das cadeias montanhosas do Jura.

Não é fácil encontrar vinhos do Jura, especialmente um Savagnin, mas vale a procura para se degustar vinhos tão particulares.

Com sushi, pancetta e foie gras. Santé!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã para compartilhar informações sobre o mundo do vinho.

Savagnin não é Sauvignon Blanc. Savagnin é uma uva branca tão antiga que pesquisas recentes, que analisaram 28 sementes de uvas antigas, ainda do período medieval, de 900 anos, na França, identificaram a genética da uva Savagnin Blanc. Isso significa que a variedade foi plantada há pelo menos 900 anos.

A origem é a região do Jura, que fica a leste da Borgonha, nas cadeias de montanhas já próximas aos Alpes. O nome Jura vem do período jurássico, entre 210 e 140 milhões de anos atrás, quando os sedimentos viraram a cadeia de montanhas do Jura, com rochas calcárias.

O Jura é conhecido pelos vinhos amarelos, ou Vin Jaune, elaborados com a uva Savagnin, uma variedade de grande intensidade, acidez e mineralidade. As uvas Savagnin são colhidas tardiamente e costumam estagiar em barricas pequenas de carvalho. Após dois a três anos, forma-se o véu de flor, similar ao que acontece com os Jerezes, porém os Vin Jaune não são fortificados.

Outra particularidade é que, após seis anos e três meses, de acordo com a legislação, os vinhos são engarrafados em garrafas de 620 ml, chamadas de Clavelin.

Os vinhos amarelos de Savagnin são muito parecidos com o Jerez, pela salinidade, intensidade de sabor, coloração, alta acidez, zero doçura e mineralidade do terroir calcário das cadeias montanhosas do Jura.

Não é fácil encontrar vinhos do Jura, especialmente um Savagnin, mas vale a procura para se degustar vinhos tão particulares.

Com sushi, pancetta e foie gras. Santé!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã para compartilhar informações sobre o mundo do vinho.

Savagnin não é Sauvignon Blanc. Savagnin é uma uva branca tão antiga que pesquisas recentes, que analisaram 28 sementes de uvas antigas, ainda do período medieval, de 900 anos, na França, identificaram a genética da uva Savagnin Blanc. Isso significa que a variedade foi plantada há pelo menos 900 anos.

A origem é a região do Jura, que fica a leste da Borgonha, nas cadeias de montanhas já próximas aos Alpes. O nome Jura vem do período jurássico, entre 210 e 140 milhões de anos atrás, quando os sedimentos viraram a cadeia de montanhas do Jura, com rochas calcárias.

O Jura é conhecido pelos vinhos amarelos, ou Vin Jaune, elaborados com a uva Savagnin, uma variedade de grande intensidade, acidez e mineralidade. As uvas Savagnin são colhidas tardiamente e costumam estagiar em barricas pequenas de carvalho. Após dois a três anos, forma-se o véu de flor, similar ao que acontece com os Jerezes, porém os Vin Jaune não são fortificados.

Outra particularidade é que, após seis anos e três meses, de acordo com a legislação, os vinhos são engarrafados em garrafas de 620 ml, chamadas de Clavelin.

Os vinhos amarelos de Savagnin são muito parecidos com o Jerez, pela salinidade, intensidade de sabor, coloração, alta acidez, zero doçura e mineralidade do terroir calcário das cadeias montanhosas do Jura.

Não é fácil encontrar vinhos do Jura, especialmente um Savagnin, mas vale a procura para se degustar vinhos tão particulares.

Com sushi, pancetta e foie gras. Santé!
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      <title><![CDATA[UVA SOUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DO VENETO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS DA ITALIA ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[A história vitivinícola do Chile tem mais de 500 anos, porém, os últimos anos são de grande desenvolvimento e profissionalização do mercado. Novas vinícolas, novos enólogos e antigas vinícolas formando grupos ou se associando a grandes rodadas do setor, como o Chateau Los Boldos, estabelecido desde 1991, mas que só em 2008 se associou à Sogrape, um dos maiores grupos de produtores e distribuidores de vinhos do mundo.

A associação trouxe reformas e evoluções com a finalidade de aumentar a qualidade em cada processo de elaboração dos vinhos do Chateau Los Boldos.

Deguste o Tradition Reserve, uma assemblage de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah. Um vinho para você ter em caixa em casa, agrada a todos, combina com quase tudo e tem um bom custo.

Super frutadinho, lembrando framboesa, ameixa e até um toque de tabaco, pelo seu amadurecimento de seis meses em carvalho francês.

Um vinho perfeito para carnes, churrascos, queijos, massas ao molho de carnes, molho vermelho e até molhos de linguiça.

Uma delícia para você ter em casa, lembrando sempre, claro, de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A história vitivinícola do Chile tem mais de 500 anos, porém, os últimos anos são de grande desenvolvimento e profissionalização do mercado. Novas vinícolas, novos enólogos e antigas vinícolas formando grupos ou se associando a grandes rodadas do setor, como o Chateau Los Boldos, estabelecido desde 1991, mas que só em 2008 se associou à Sogrape, um dos maiores grupos de produtores e distribuidores de vinhos do mundo.

A associação trouxe reformas e evoluções com a finalidade de aumentar a qualidade em cada processo de elaboração dos vinhos do Chateau Los Boldos.

Deguste o Tradition Reserve, uma assemblage de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah. Um vinho para você ter em caixa em casa, agrada a todos, combina com quase tudo e tem um bom custo.

Super frutadinho, lembrando framboesa, ameixa e até um toque de tabaco, pelo seu amadurecimento de seis meses em carvalho francês.

Um vinho perfeito para carnes, churrascos, queijos, massas ao molho de carnes, molho vermelho e até molhos de linguiça.

Uma delícia para você ter em casa, lembrando sempre, claro, de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A história vitivinícola do Chile tem mais de 500 anos, porém, os últimos anos são de grande desenvolvimento e profissionalização do mercado. Novas vinícolas, novos enólogos e antigas vinícolas formando grupos ou se associando a grandes rodadas do setor, como o Chateau Los Boldos, estabelecido desde 1991, mas que só em 2008 se associou à Sogrape, um dos maiores grupos de produtores e distribuidores de vinhos do mundo.

A associação trouxe reformas e evoluções com a finalidade de aumentar a qualidade em cada processo de elaboração dos vinhos do Chateau Los Boldos.

Deguste o Tradition Reserve, uma assemblage de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah. Um vinho para você ter em caixa em casa, agrada a todos, combina com quase tudo e tem um bom custo.

Super frutadinho, lembrando framboesa, ameixa e até um toque de tabaco, pelo seu amadurecimento de seis meses em carvalho francês.

Um vinho perfeito para carnes, churrascos, queijos, massas ao molho de carnes, molho vermelho e até molhos de linguiça.

Uma delícia para você ter em casa, lembrando sempre, claro, de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A história vitivinícola do Chile tem mais de 500 anos, porém, os últimos anos são de grande desenvolvimento e profissionalização do mercado. Novas vinícolas, novos enólogos e antigas vinícolas formando grupos ou se associando a grandes rodadas do setor, como o Chateau Los Boldos, estabelecido desde 1991, mas que só em 2008 se associou à Sogrape, um dos maiores grupos de produtores e distribuidores de vinhos do mundo.

A associação trouxe reformas e evoluções com a finalidade de aumentar a qualidade em cada processo de elaboração dos vinhos do Chateau Los Boldos.

Deguste o Tradition Reserve, uma assemblage de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah. Um vinho para você ter em caixa em casa, agrada a todos, combina com quase tudo e tem um bom custo.

Super frutadinho, lembrando framboesa, ameixa e até um toque de tabaco, pelo seu amadurecimento de seis meses em carvalho francês.

Um vinho perfeito para carnes, churrascos, queijos, massas ao molho de carnes, molho vermelho e até molhos de linguiça.

Uma delícia para você ter em casa, lembrando sempre, claro, de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VITIVINÍCOLA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho já está no ar. Uma ótima manhã para você!

Tenho uma pergunta que sempre escuto: o tamanho da garrafa muda o vinho?

Essa questão é unânime entre os enólogos: as garrafas magnum, de um litro e meio, envelhecem melhor do que as garrafas tradicionais de 750 ml. E a questão está na quantidade de oxigênio dentro da garrafa.

É o oxigênio que faz o vinho evoluir na garrafa. Como o O₂ é proporcionalmente menor em uma garrafa maior, a quantidade reduzida de oxigênio faz o vinho evoluir mais lentamente. E é isso que dá ao vinho mais tempo para uma boa guarda.

Então, quanto maior a garrafa, mais tempo o vinho aguenta.

Mas, afinal, por que existem tantos tamanhos diferentes de garrafa?

Os formatos identificam não só a quantidade de líquido, mas também estilos de vinhos e regiões. Vou citar alguns estilos e formatos.

As garrafas de champanhe e de todos os espumantes pelo mundo, por exemplo, têm o vidro mais grosso para resistir à pressão do gás.

As garrafas no estilo borgonhesa, aquelas mais finas em cima e gordinhas embaixo, servem para armazenar vinhos de uvas típicas da região da Borgonha, como a Pinot Noir, e também todos os vinhos de Pinot Noir pelo mundo. São vinhos menos tânicos e que não acumulam resíduos, ao contrário dos vinhos no estilo Bordeaux.

E aí vêm as garrafas no estilo Bordeaux, as mais comuns, com ombros mais retos, que servem justamente para acumular os resíduos sólidos dos vinhos mais encorpados, seja um Bordeaux ou outro vinho tinto mais encorpado produzido pelo mundo.

São 13 formatos de garrafa ao todo, mas esses três são os mais comuns.

E você, já encontrou outros tamanhos diferentes de garrafa? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho já está no ar. Uma ótima manhã para você!

Tenho uma pergunta que sempre escuto: o tamanho da garrafa muda o vinho?

Essa questão é unânime entre os enólogos: as garrafas magnum, de um litro e meio, envelhecem melhor do que as garrafas tradicionais de 750 ml. E a questão está na quantidade de oxigênio dentro da garrafa.

É o oxigênio que faz o vinho evoluir na garrafa. Como o O₂ é proporcionalmente menor em uma garrafa maior, a quantidade reduzida de oxigênio faz o vinho evoluir mais lentamente. E é isso que dá ao vinho mais tempo para uma boa guarda.

Então, quanto maior a garrafa, mais tempo o vinho aguenta.

Mas, afinal, por que existem tantos tamanhos diferentes de garrafa?

Os formatos identificam não só a quantidade de líquido, mas também estilos de vinhos e regiões. Vou citar alguns estilos e formatos.

As garrafas de champanhe e de todos os espumantes pelo mundo, por exemplo, têm o vidro mais grosso para resistir à pressão do gás.

As garrafas no estilo borgonhesa, aquelas mais finas em cima e gordinhas embaixo, servem para armazenar vinhos de uvas típicas da região da Borgonha, como a Pinot Noir, e também todos os vinhos de Pinot Noir pelo mundo. São vinhos menos tânicos e que não acumulam resíduos, ao contrário dos vinhos no estilo Bordeaux.

E aí vêm as garrafas no estilo Bordeaux, as mais comuns, com ombros mais retos, que servem justamente para acumular os resíduos sólidos dos vinhos mais encorpados, seja um Bordeaux ou outro vinho tinto mais encorpado produzido pelo mundo.

São 13 formatos de garrafa ao todo, mas esses três são os mais comuns.

E você, já encontrou outros tamanhos diferentes de garrafa? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho já está no ar. Uma ótima manhã para você!

Tenho uma pergunta que sempre escuto: o tamanho da garrafa muda o vinho?

Essa questão é unânime entre os enólogos: as garrafas magnum, de um litro e meio, envelhecem melhor do que as garrafas tradicionais de 750 ml. E a questão está na quantidade de oxigênio dentro da garrafa.

É o oxigênio que faz o vinho evoluir na garrafa. Como o O₂ é proporcionalmente menor em uma garrafa maior, a quantidade reduzida de oxigênio faz o vinho evoluir mais lentamente. E é isso que dá ao vinho mais tempo para uma boa guarda.

Então, quanto maior a garrafa, mais tempo o vinho aguenta.

Mas, afinal, por que existem tantos tamanhos diferentes de garrafa?

Os formatos identificam não só a quantidade de líquido, mas também estilos de vinhos e regiões. Vou citar alguns estilos e formatos.

As garrafas de champanhe e de todos os espumantes pelo mundo, por exemplo, têm o vidro mais grosso para resistir à pressão do gás.

As garrafas no estilo borgonhesa, aquelas mais finas em cima e gordinhas embaixo, servem para armazenar vinhos de uvas típicas da região da Borgonha, como a Pinot Noir, e também todos os vinhos de Pinot Noir pelo mundo. São vinhos menos tânicos e que não acumulam resíduos, ao contrário dos vinhos no estilo Bordeaux.

E aí vêm as garrafas no estilo Bordeaux, as mais comuns, com ombros mais retos, que servem justamente para acumular os resíduos sólidos dos vinhos mais encorpados, seja um Bordeaux ou outro vinho tinto mais encorpado produzido pelo mundo.

São 13 formatos de garrafa ao todo, mas esses três são os mais comuns.

E você, já encontrou outros tamanhos diferentes de garrafa? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho já está no ar. Uma ótima manhã para você!

Tenho uma pergunta que sempre escuto: o tamanho da garrafa muda o vinho?

Essa questão é unânime entre os enólogos: as garrafas magnum, de um litro e meio, envelhecem melhor do que as garrafas tradicionais de 750 ml. E a questão está na quantidade de oxigênio dentro da garrafa.

É o oxigênio que faz o vinho evoluir na garrafa. Como o O₂ é proporcionalmente menor em uma garrafa maior, a quantidade reduzida de oxigênio faz o vinho evoluir mais lentamente. E é isso que dá ao vinho mais tempo para uma boa guarda.

Então, quanto maior a garrafa, mais tempo o vinho aguenta.

Mas, afinal, por que existem tantos tamanhos diferentes de garrafa?

Os formatos identificam não só a quantidade de líquido, mas também estilos de vinhos e regiões. Vou citar alguns estilos e formatos.

As garrafas de champanhe e de todos os espumantes pelo mundo, por exemplo, têm o vidro mais grosso para resistir à pressão do gás.

As garrafas no estilo borgonhesa, aquelas mais finas em cima e gordinhas embaixo, servem para armazenar vinhos de uvas típicas da região da Borgonha, como a Pinot Noir, e também todos os vinhos de Pinot Noir pelo mundo. São vinhos menos tânicos e que não acumulam resíduos, ao contrário dos vinhos no estilo Bordeaux.

E aí vêm as garrafas no estilo Bordeaux, as mais comuns, com ombros mais retos, que servem justamente para acumular os resíduos sólidos dos vinhos mais encorpados, seja um Bordeaux ou outro vinho tinto mais encorpado produzido pelo mundo.

São 13 formatos de garrafa ao todo, mas esses três são os mais comuns.

E você, já encontrou outros tamanhos diferentes de garrafa? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho.
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      <title><![CDATA[GARRAFAS ESTILO BORDEAUX]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Da mais tradicional região vitivinícola da Espanha, a Rioja, vem o vinho Luis Canhas. A terra das tempranilhos, mas que usa também no corte as uvas ganacha e graciano, mas não admite ainda a entrada de cabernet sauvignon, merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja. Aliás, uma coisa mudou: antes, o DOC Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo Rioja. E agora já destaca as sub-regiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alavesa, que têm diferenças de terroir e altitude. E já começam também a ser aceitos destaques no rótulo mencionando as comunidades, os vilarejos ou os vilagens onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degustei o Luis Canhas Crianza, que tem 95% de tempranilo e 5% da uva ganacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz que busca nutrientes a fundo e que expressa no vinho intensidade e força, desde a coloração até ao paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na Espanha para ser um Rioja Crianza. Na boca, tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um aceto balsâmico. De taninos redondos e bom retrogosto, é um vinho super gastronômico.

O Luis Canhas Crianza pode ser harmonizado com um churrasco com batatas assadas, pode ser mandioca frita também ou um cozido de carnes com legumes, lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Da mais tradicional região vitivinícola da Espanha, a Rioja, vem o vinho Luis Canhas. A terra das tempranilhos, mas que usa também no corte as uvas ganacha e graciano, mas não admite ainda a entrada de cabernet sauvignon, merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja. Aliás, uma coisa mudou: antes, o DOC Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo Rioja. E agora já destaca as sub-regiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alavesa, que têm diferenças de terroir e altitude. E já começam também a ser aceitos destaques no rótulo mencionando as comunidades, os vilarejos ou os vilagens onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degustei o Luis Canhas Crianza, que tem 95% de tempranilo e 5% da uva ganacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz que busca nutrientes a fundo e que expressa no vinho intensidade e força, desde a coloração até ao paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na Espanha para ser um Rioja Crianza. Na boca, tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um aceto balsâmico. De taninos redondos e bom retrogosto, é um vinho super gastronômico.

O Luis Canhas Crianza pode ser harmonizado com um churrasco com batatas assadas, pode ser mandioca frita também ou um cozido de carnes com legumes, lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Da mais tradicional região vitivinícola da Espanha, a Rioja, vem o vinho Luis Canhas. A terra das tempranilhos, mas que usa também no corte as uvas ganacha e graciano, mas não admite ainda a entrada de cabernet sauvignon, merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja. Aliás, uma coisa mudou: antes, o DOC Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo Rioja. E agora já destaca as sub-regiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alavesa, que têm diferenças de terroir e altitude. E já começam também a ser aceitos destaques no rótulo mencionando as comunidades, os vilarejos ou os vilagens onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degustei o Luis Canhas Crianza, que tem 95% de tempranilo e 5% da uva ganacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz que busca nutrientes a fundo e que expressa no vinho intensidade e força, desde a coloração até ao paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na Espanha para ser um Rioja Crianza. Na boca, tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um aceto balsâmico. De taninos redondos e bom retrogosto, é um vinho super gastronômico.

O Luis Canhas Crianza pode ser harmonizado com um churrasco com batatas assadas, pode ser mandioca frita também ou um cozido de carnes com legumes, lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Da mais tradicional região vitivinícola da Espanha, a Rioja, vem o vinho Luis Canhas. A terra das tempranilhos, mas que usa também no corte as uvas ganacha e graciano, mas não admite ainda a entrada de cabernet sauvignon, merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja. Aliás, uma coisa mudou: antes, o DOC Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo Rioja. E agora já destaca as sub-regiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alavesa, que têm diferenças de terroir e altitude. E já começam também a ser aceitos destaques no rótulo mencionando as comunidades, os vilarejos ou os vilagens onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degustei o Luis Canhas Crianza, que tem 95% de tempranilo e 5% da uva ganacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz que busca nutrientes a fundo e que expressa no vinho intensidade e força, desde a coloração até ao paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na Espanha para ser um Rioja Crianza. Na boca, tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um aceto balsâmico. De taninos redondos e bom retrogosto, é um vinho super gastronômico.

O Luis Canhas Crianza pode ser harmonizado com um churrasco com batatas assadas, pode ser mandioca frita também ou um cozido de carnes com legumes, lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TERRA DO TEMPRANILLO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia June.

Me deu água na boca só de lembrar do queijo brie com geleia na hora de escrever este Música e Vinho. Afinal, o brie é o queijo mais antigo da França e, hoje em dia, faz um sucesso nas festas, servido com massa folhada e geleias de vários sabores, frutas e mel. É uma super combinação com vinho.

Brie com geleia pede um vinho. A região de Brie está próxima a Champagne, na França, e por isso a harmonização é um clássico: brie com Champagne.

O queijo brie é considerado o queijo dos reis ou o rei dos queijos, porque os reis o elegeram, no Congresso de Viena, em 1814, como o mais macio e saboroso da França. Foi eleito pelo Imperador Carlos Magno I. O brie tem a textura macia e sabor forte, sabor lácteo forte, e combina com a textura cremosa e os aromas lácteos dos espumantes, dos famosos champanhes.

Combina também com saladas, carnes fundis, castanhas como amêndoas, geleias e mel. Pode ser consumido frio, empanado e frito ou ainda assado na massa folhada. Não tem aperitivo melhor que o brie com massa folhada e geleia de frutas vermelhas ou frutas amarelas, como o damasco.

Nesta receita, o frutado da geleia conta muito para a harmonização, e os tintos mais leves surgem com perfeição para este casamento. Aromas de frutas vermelhas ou amarelas, aromas doces intensos, combinam super bem.

Enquanto o seu brie assa, você já pode escolher entre um pinot noir do Chile, um pinot noir da Nova Zelândia, da região da Califórnia ou ainda da Borgonha. A uva pinot noir é a chamada Lady das Uvas, uma uva autóctone da região da Borgonha. A frutinha fresca, frutas vermelhas e delicadas, notas de morango, cereja e cogumelos, que lembram o mofo da casca do brie.

Essa é a excelente harmonização: brie com champanhe ou um tinto de pinot noir. Sugestões de harmonização para você seguir degustando, lembrando sempre, claro, de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia June.

Me deu água na boca só de lembrar do queijo brie com geleia na hora de escrever este Música e Vinho. Afinal, o brie é o queijo mais antigo da França e, hoje em dia, faz um sucesso nas festas, servido com massa folhada e geleias de vários sabores, frutas e mel. É uma super combinação com vinho.

Brie com geleia pede um vinho. A região de Brie está próxima a Champagne, na França, e por isso a harmonização é um clássico: brie com Champagne.

O queijo brie é considerado o queijo dos reis ou o rei dos queijos, porque os reis o elegeram, no Congresso de Viena, em 1814, como o mais macio e saboroso da França. Foi eleito pelo Imperador Carlos Magno I. O brie tem a textura macia e sabor forte, sabor lácteo forte, e combina com a textura cremosa e os aromas lácteos dos espumantes, dos famosos champanhes.

Combina também com saladas, carnes fundis, castanhas como amêndoas, geleias e mel. Pode ser consumido frio, empanado e frito ou ainda assado na massa folhada. Não tem aperitivo melhor que o brie com massa folhada e geleia de frutas vermelhas ou frutas amarelas, como o damasco.

Nesta receita, o frutado da geleia conta muito para a harmonização, e os tintos mais leves surgem com perfeição para este casamento. Aromas de frutas vermelhas ou amarelas, aromas doces intensos, combinam super bem.

Enquanto o seu brie assa, você já pode escolher entre um pinot noir do Chile, um pinot noir da Nova Zelândia, da região da Califórnia ou ainda da Borgonha. A uva pinot noir é a chamada Lady das Uvas, uma uva autóctone da região da Borgonha. A frutinha fresca, frutas vermelhas e delicadas, notas de morango, cereja e cogumelos, que lembram o mofo da casca do brie.

Essa é a excelente harmonização: brie com champanhe ou um tinto de pinot noir. Sugestões de harmonização para você seguir degustando, lembrando sempre, claro, de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia June.

Me deu água na boca só de lembrar do queijo brie com geleia na hora de escrever este Música e Vinho. Afinal, o brie é o queijo mais antigo da França e, hoje em dia, faz um sucesso nas festas, servido com massa folhada e geleias de vários sabores, frutas e mel. É uma super combinação com vinho.

Brie com geleia pede um vinho. A região de Brie está próxima a Champagne, na França, e por isso a harmonização é um clássico: brie com Champagne.

O queijo brie é considerado o queijo dos reis ou o rei dos queijos, porque os reis o elegeram, no Congresso de Viena, em 1814, como o mais macio e saboroso da França. Foi eleito pelo Imperador Carlos Magno I. O brie tem a textura macia e sabor forte, sabor lácteo forte, e combina com a textura cremosa e os aromas lácteos dos espumantes, dos famosos champanhes.

Combina também com saladas, carnes fundis, castanhas como amêndoas, geleias e mel. Pode ser consumido frio, empanado e frito ou ainda assado na massa folhada. Não tem aperitivo melhor que o brie com massa folhada e geleia de frutas vermelhas ou frutas amarelas, como o damasco.

Nesta receita, o frutado da geleia conta muito para a harmonização, e os tintos mais leves surgem com perfeição para este casamento. Aromas de frutas vermelhas ou amarelas, aromas doces intensos, combinam super bem.

Enquanto o seu brie assa, você já pode escolher entre um pinot noir do Chile, um pinot noir da Nova Zelândia, da região da Califórnia ou ainda da Borgonha. A uva pinot noir é a chamada Lady das Uvas, uma uva autóctone da região da Borgonha. A frutinha fresca, frutas vermelhas e delicadas, notas de morango, cereja e cogumelos, que lembram o mofo da casca do brie.

Essa é a excelente harmonização: brie com champanhe ou um tinto de pinot noir. Sugestões de harmonização para você seguir degustando, lembrando sempre, claro, de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia June.

Me deu água na boca só de lembrar do queijo brie com geleia na hora de escrever este Música e Vinho. Afinal, o brie é o queijo mais antigo da França e, hoje em dia, faz um sucesso nas festas, servido com massa folhada e geleias de vários sabores, frutas e mel. É uma super combinação com vinho.

Brie com geleia pede um vinho. A região de Brie está próxima a Champagne, na França, e por isso a harmonização é um clássico: brie com Champagne.

O queijo brie é considerado o queijo dos reis ou o rei dos queijos, porque os reis o elegeram, no Congresso de Viena, em 1814, como o mais macio e saboroso da França. Foi eleito pelo Imperador Carlos Magno I. O brie tem a textura macia e sabor forte, sabor lácteo forte, e combina com a textura cremosa e os aromas lácteos dos espumantes, dos famosos champanhes.

Combina também com saladas, carnes fundis, castanhas como amêndoas, geleias e mel. Pode ser consumido frio, empanado e frito ou ainda assado na massa folhada. Não tem aperitivo melhor que o brie com massa folhada e geleia de frutas vermelhas ou frutas amarelas, como o damasco.

Nesta receita, o frutado da geleia conta muito para a harmonização, e os tintos mais leves surgem com perfeição para este casamento. Aromas de frutas vermelhas ou amarelas, aromas doces intensos, combinam super bem.

Enquanto o seu brie assa, você já pode escolher entre um pinot noir do Chile, um pinot noir da Nova Zelândia, da região da Califórnia ou ainda da Borgonha. A uva pinot noir é a chamada Lady das Uvas, uma uva autóctone da região da Borgonha. A frutinha fresca, frutas vermelhas e delicadas, notas de morango, cereja e cogumelos, que lembram o mofo da casca do brie.

Essa é a excelente harmonização: brie com champanhe ou um tinto de pinot noir. Sugestões de harmonização para você seguir degustando, lembrando sempre, claro, de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUEIJO BRIE COM CHAMPAGNE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CITADO NA BÍBLIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO VALPOLICELLA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[APLICATIVO WINE MAP ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni. Alguém tem dúvida da harmonia entre chá com bolo, arroz e feijão, café com leite, queijo e goiabada? Mas o que explica essa harmonia? Eu não sei de nenhuma regra ou livro que explique ou oriente a bela parceria entre o chá com bolo, por exemplo. Mas eles combinam. Não é uma simples mistura. Se for o bolo de queijo e arroz da nossa capital, então, tem muita história: a receita, o carinho e a imagem de simplicidade e hospitalidade vêm junto.

No vinho também é assim. Harmonizar não é uma ciência exata. Não é só misturar. É a sensibilidade e a experiência criada que gera prazer e conforto ao paladar. Mas eu posso compartilhar algumas experiências sobre o que já deu certo comigo. Pratos com cogumelo combinam com vinhos da uva Pinot Noir, peixes de rio com vinho de vinhos brancos da uva Chardonnay. O churrasco fica perfeito com os vinhos tintos da uva Malbec. Se a receita do dia for um ossobuco, nem vou citar nomes de uvas, mas principalmente vinhos tintos mais fortes e alcoólicos.

Camarão combinam com vinhos rosés franceses especialmente. Um ceviche, com aquela acidez gostosa, pode ser um Sauvignon Blanc. Tortas de frutas com espumantes da uva Moscatel, chocolates com vinho do Porto, saladas e soufflés ou todos os pratos à base de vegetais com um bom pinogrid bem geladinho. Massas italianas à Bolognese podem ser um Chianti ou um Valpolicella. Carnes com temperos mais apimentados, entre sena uva Sihá. Cordeiro com tempranilo ou carmener. E a carne de panela ou famoso bife Bourguignon pode ser uma uva Cabernet Franc com Merlot ou o próprio corte bordalês da França, a mistura entre as três uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni. Alguém tem dúvida da harmonia entre chá com bolo, arroz e feijão, café com leite, queijo e goiabada? Mas o que explica essa harmonia? Eu não sei de nenhuma regra ou livro que explique ou oriente a bela parceria entre o chá com bolo, por exemplo. Mas eles combinam. Não é uma simples mistura. Se for o bolo de queijo e arroz da nossa capital, então, tem muita história: a receita, o carinho e a imagem de simplicidade e hospitalidade vêm junto.

No vinho também é assim. Harmonizar não é uma ciência exata. Não é só misturar. É a sensibilidade e a experiência criada que gera prazer e conforto ao paladar. Mas eu posso compartilhar algumas experiências sobre o que já deu certo comigo. Pratos com cogumelo combinam com vinhos da uva Pinot Noir, peixes de rio com vinho de vinhos brancos da uva Chardonnay. O churrasco fica perfeito com os vinhos tintos da uva Malbec. Se a receita do dia for um ossobuco, nem vou citar nomes de uvas, mas principalmente vinhos tintos mais fortes e alcoólicos.

Camarão combinam com vinhos rosés franceses especialmente. Um ceviche, com aquela acidez gostosa, pode ser um Sauvignon Blanc. Tortas de frutas com espumantes da uva Moscatel, chocolates com vinho do Porto, saladas e soufflés ou todos os pratos à base de vegetais com um bom pinogrid bem geladinho. Massas italianas à Bolognese podem ser um Chianti ou um Valpolicella. Carnes com temperos mais apimentados, entre sena uva Sihá. Cordeiro com tempranilo ou carmener. E a carne de panela ou famoso bife Bourguignon pode ser uma uva Cabernet Franc com Merlot ou o próprio corte bordalês da França, a mistura entre as três uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni. Alguém tem dúvida da harmonia entre chá com bolo, arroz e feijão, café com leite, queijo e goiabada? Mas o que explica essa harmonia? Eu não sei de nenhuma regra ou livro que explique ou oriente a bela parceria entre o chá com bolo, por exemplo. Mas eles combinam. Não é uma simples mistura. Se for o bolo de queijo e arroz da nossa capital, então, tem muita história: a receita, o carinho e a imagem de simplicidade e hospitalidade vêm junto.

No vinho também é assim. Harmonizar não é uma ciência exata. Não é só misturar. É a sensibilidade e a experiência criada que gera prazer e conforto ao paladar. Mas eu posso compartilhar algumas experiências sobre o que já deu certo comigo. Pratos com cogumelo combinam com vinhos da uva Pinot Noir, peixes de rio com vinho de vinhos brancos da uva Chardonnay. O churrasco fica perfeito com os vinhos tintos da uva Malbec. Se a receita do dia for um ossobuco, nem vou citar nomes de uvas, mas principalmente vinhos tintos mais fortes e alcoólicos.

Camarão combinam com vinhos rosés franceses especialmente. Um ceviche, com aquela acidez gostosa, pode ser um Sauvignon Blanc. Tortas de frutas com espumantes da uva Moscatel, chocolates com vinho do Porto, saladas e soufflés ou todos os pratos à base de vegetais com um bom pinogrid bem geladinho. Massas italianas à Bolognese podem ser um Chianti ou um Valpolicella. Carnes com temperos mais apimentados, entre sena uva Sihá. Cordeiro com tempranilo ou carmener. E a carne de panela ou famoso bife Bourguignon pode ser uma uva Cabernet Franc com Merlot ou o próprio corte bordalês da França, a mistura entre as três uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni. Alguém tem dúvida da harmonia entre chá com bolo, arroz e feijão, café com leite, queijo e goiabada? Mas o que explica essa harmonia? Eu não sei de nenhuma regra ou livro que explique ou oriente a bela parceria entre o chá com bolo, por exemplo. Mas eles combinam. Não é uma simples mistura. Se for o bolo de queijo e arroz da nossa capital, então, tem muita história: a receita, o carinho e a imagem de simplicidade e hospitalidade vêm junto.

No vinho também é assim. Harmonizar não é uma ciência exata. Não é só misturar. É a sensibilidade e a experiência criada que gera prazer e conforto ao paladar. Mas eu posso compartilhar algumas experiências sobre o que já deu certo comigo. Pratos com cogumelo combinam com vinhos da uva Pinot Noir, peixes de rio com vinho de vinhos brancos da uva Chardonnay. O churrasco fica perfeito com os vinhos tintos da uva Malbec. Se a receita do dia for um ossobuco, nem vou citar nomes de uvas, mas principalmente vinhos tintos mais fortes e alcoólicos.

Camarão combinam com vinhos rosés franceses especialmente. Um ceviche, com aquela acidez gostosa, pode ser um Sauvignon Blanc. Tortas de frutas com espumantes da uva Moscatel, chocolates com vinho do Porto, saladas e soufflés ou todos os pratos à base de vegetais com um bom pinogrid bem geladinho. Massas italianas à Bolognese podem ser um Chianti ou um Valpolicella. Carnes com temperos mais apimentados, entre sena uva Sihá. Cordeiro com tempranilo ou carmener. E a carne de panela ou famoso bife Bourguignon pode ser uma uva Cabernet Franc com Merlot ou o próprio corte bordalês da França, a mistura entre as três uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO ENTRE O VINHO E A COMIDA ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINIHO COLLE PETRITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[GIGONDAS LA GILLE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[QUEIJO BRIE E GELEIA COM CHAMPANHE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você já pensou em como fazer as suas harmonizações? Pensar em harmonização é potencializar o sabor da comida e elevar todas as características de qualidade do vinho, de forma que um não sobreponha ao outro.

A gente para pra pensar em texturas, crocância ou cremosidade, temperatura de serviço, se a comida é quente ou fria, intensidade de sabores mais leves ou mais intensos, as cores, a acidez, o sal, o açúcar. Todos esses elementos estão presentes tanto no prato quanto no vinho e precisam se equilibrar.

Vamos a duas sugestões de harmonizações.

Um espumante chamado Cave Guys Extra Brute, um Vintage Safrado 2018, foi harmonizado com muqueca de coco, cogumelo, paris, pupunha e farofinha de alho e manteiga. Você pode criar a sua própria receita se inspirando nas nossas sugestões de harmonizações.

Bom, espumante branco com carne branca: herbáceo você sente nos dois. O espumante Cave Guys, da região de Pinto Bandeira, no sul do Brasil, tem muitas notas herbáceas, bastante cremosidade e a crocância do perlage. Essa mesma crocância você encontra na farofinha de alho, a manteiga de alho, o cogumelo e o frescor da pupunha você encontra também no espumante Cave Guys.

Cremosidade do espumante e do prato. Quando você coloca um espumante em boca, tem toda a espumatização que forma essa mousse, a cremosidade que é super gostosa ao degustar espumantes. Lembrando sempre que espumantes devem ser bebidos gelados.

Uma outra sugestão de harmonização, agora não mais de espumante, mas sim um vinho tinto da região da Sicília: o Barone Montalto Nero d'Avola, foi harmonizado com miolo de paleta e molho roti. A uva é autóctone e é uma uva quente da ilha da Sicília, chamada Nero d'Avola, de terroir vulcânico, aromas de frutas negras e chocolate.

Foi harmonizado com carne vermelha e molho à base do próprio vinho tinto. Carne de sabor intenso, vinho de sabor intenso.

Que tal a sugestão de harmonização para você se inspirar e degustar na sua casa? Lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já pensou em como fazer as suas harmonizações? Pensar em harmonização é potencializar o sabor da comida e elevar todas as características de qualidade do vinho, de forma que um não sobreponha ao outro.

A gente para pra pensar em texturas, crocância ou cremosidade, temperatura de serviço, se a comida é quente ou fria, intensidade de sabores mais leves ou mais intensos, as cores, a acidez, o sal, o açúcar. Todos esses elementos estão presentes tanto no prato quanto no vinho e precisam se equilibrar.

Vamos a duas sugestões de harmonizações.

Um espumante chamado Cave Guys Extra Brute, um Vintage Safrado 2018, foi harmonizado com muqueca de coco, cogumelo, paris, pupunha e farofinha de alho e manteiga. Você pode criar a sua própria receita se inspirando nas nossas sugestões de harmonizações.

Bom, espumante branco com carne branca: herbáceo você sente nos dois. O espumante Cave Guys, da região de Pinto Bandeira, no sul do Brasil, tem muitas notas herbáceas, bastante cremosidade e a crocância do perlage. Essa mesma crocância você encontra na farofinha de alho, a manteiga de alho, o cogumelo e o frescor da pupunha você encontra também no espumante Cave Guys.

Cremosidade do espumante e do prato. Quando você coloca um espumante em boca, tem toda a espumatização que forma essa mousse, a cremosidade que é super gostosa ao degustar espumantes. Lembrando sempre que espumantes devem ser bebidos gelados.

Uma outra sugestão de harmonização, agora não mais de espumante, mas sim um vinho tinto da região da Sicília: o Barone Montalto Nero d'Avola, foi harmonizado com miolo de paleta e molho roti. A uva é autóctone e é uma uva quente da ilha da Sicília, chamada Nero d'Avola, de terroir vulcânico, aromas de frutas negras e chocolate.

Foi harmonizado com carne vermelha e molho à base do próprio vinho tinto. Carne de sabor intenso, vinho de sabor intenso.

Que tal a sugestão de harmonização para você se inspirar e degustar na sua casa? Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já pensou em como fazer as suas harmonizações? Pensar em harmonização é potencializar o sabor da comida e elevar todas as características de qualidade do vinho, de forma que um não sobreponha ao outro.

A gente para pra pensar em texturas, crocância ou cremosidade, temperatura de serviço, se a comida é quente ou fria, intensidade de sabores mais leves ou mais intensos, as cores, a acidez, o sal, o açúcar. Todos esses elementos estão presentes tanto no prato quanto no vinho e precisam se equilibrar.

Vamos a duas sugestões de harmonizações.

Um espumante chamado Cave Guys Extra Brute, um Vintage Safrado 2018, foi harmonizado com muqueca de coco, cogumelo, paris, pupunha e farofinha de alho e manteiga. Você pode criar a sua própria receita se inspirando nas nossas sugestões de harmonizações.

Bom, espumante branco com carne branca: herbáceo você sente nos dois. O espumante Cave Guys, da região de Pinto Bandeira, no sul do Brasil, tem muitas notas herbáceas, bastante cremosidade e a crocância do perlage. Essa mesma crocância você encontra na farofinha de alho, a manteiga de alho, o cogumelo e o frescor da pupunha você encontra também no espumante Cave Guys.

Cremosidade do espumante e do prato. Quando você coloca um espumante em boca, tem toda a espumatização que forma essa mousse, a cremosidade que é super gostosa ao degustar espumantes. Lembrando sempre que espumantes devem ser bebidos gelados.

Uma outra sugestão de harmonização, agora não mais de espumante, mas sim um vinho tinto da região da Sicília: o Barone Montalto Nero d'Avola, foi harmonizado com miolo de paleta e molho roti. A uva é autóctone e é uma uva quente da ilha da Sicília, chamada Nero d'Avola, de terroir vulcânico, aromas de frutas negras e chocolate.

Foi harmonizado com carne vermelha e molho à base do próprio vinho tinto. Carne de sabor intenso, vinho de sabor intenso.

Que tal a sugestão de harmonização para você se inspirar e degustar na sua casa? Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já pensou em como fazer as suas harmonizações? Pensar em harmonização é potencializar o sabor da comida e elevar todas as características de qualidade do vinho, de forma que um não sobreponha ao outro.

A gente para pra pensar em texturas, crocância ou cremosidade, temperatura de serviço, se a comida é quente ou fria, intensidade de sabores mais leves ou mais intensos, as cores, a acidez, o sal, o açúcar. Todos esses elementos estão presentes tanto no prato quanto no vinho e precisam se equilibrar.

Vamos a duas sugestões de harmonizações.

Um espumante chamado Cave Guys Extra Brute, um Vintage Safrado 2018, foi harmonizado com muqueca de coco, cogumelo, paris, pupunha e farofinha de alho e manteiga. Você pode criar a sua própria receita se inspirando nas nossas sugestões de harmonizações.

Bom, espumante branco com carne branca: herbáceo você sente nos dois. O espumante Cave Guys, da região de Pinto Bandeira, no sul do Brasil, tem muitas notas herbáceas, bastante cremosidade e a crocância do perlage. Essa mesma crocância você encontra na farofinha de alho, a manteiga de alho, o cogumelo e o frescor da pupunha você encontra também no espumante Cave Guys.

Cremosidade do espumante e do prato. Quando você coloca um espumante em boca, tem toda a espumatização que forma essa mousse, a cremosidade que é super gostosa ao degustar espumantes. Lembrando sempre que espumantes devem ser bebidos gelados.

Uma outra sugestão de harmonização, agora não mais de espumante, mas sim um vinho tinto da região da Sicília: o Barone Montalto Nero d'Avola, foi harmonizado com miolo de paleta e molho roti. A uva é autóctone e é uma uva quente da ilha da Sicília, chamada Nero d'Avola, de terroir vulcânico, aromas de frutas negras e chocolate.

Foi harmonizado com carne vermelha e molho à base do próprio vinho tinto. Carne de sabor intenso, vinho de sabor intenso.

Que tal a sugestão de harmonização para você se inspirar e degustar na sua casa? Lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPUMANTE CAVE GEISSE EXTRA BRUTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O VINHO TE DEIXA COM SONO? ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AFRICA DO SUL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

E que delícia ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho. A uva embaixadora da Argentina é a Malbec e ela vem crescendo em exportações e ganhando adeptos em todo o mundo. São 41 mil hectares de área plantada de Malbec na Argentina, e a área cresceu 56% na última década.

Segundo dados do Instituto Nacional da Vite Vinicultura, a comercialização total da variedade Malbec, nos mercados tanto interno quanto externo, duplicou nos últimos 12 anos. No ano passado, 62% da produção foi exportada. Isso mostra outro número surpreendente: a exportação cresceu 242% nos últimos 12 anos.

E sabe quais são os números? Os principais países apaixonados por Malbec: em primeiro lugar, é claro, os Estados Unidos, com 41 mil litros por ano; em segundo lugar, o Reino Unido, com 26 mil litros por ano; em terceiro lugar, o Canadá, com 9 mil litros de Malbec por ano sendo consumidos; seguido pelo Brasil, com 6 mil e 800 mil litros de Malbec por ano. Que diferença grande, né? 45 mil litros contra quase 7 mil litros entre Estados Unidos e Brasil. E olha que americano não vive só de Malbec. Em primeiro lugar, para eles, estão os vinhos americanos, que eles valorizam muito.

Aqui no Brasil, vamos, aos poucos, disseminando o consumo consciente da bebida, mostrando as milhares de variedades de uvas, de estilos e países, e muitas novidades a cada dia. Afinal, o mundo do vinho não para de evoluir há 8 mil anos.

Lembre-se sempre de manter a moderação. Você poderá descobrir novos estilos e novos vinhos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

E que delícia ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho. A uva embaixadora da Argentina é a Malbec e ela vem crescendo em exportações e ganhando adeptos em todo o mundo. São 41 mil hectares de área plantada de Malbec na Argentina, e a área cresceu 56% na última década.

Segundo dados do Instituto Nacional da Vite Vinicultura, a comercialização total da variedade Malbec, nos mercados tanto interno quanto externo, duplicou nos últimos 12 anos. No ano passado, 62% da produção foi exportada. Isso mostra outro número surpreendente: a exportação cresceu 242% nos últimos 12 anos.

E sabe quais são os números? Os principais países apaixonados por Malbec: em primeiro lugar, é claro, os Estados Unidos, com 41 mil litros por ano; em segundo lugar, o Reino Unido, com 26 mil litros por ano; em terceiro lugar, o Canadá, com 9 mil litros de Malbec por ano sendo consumidos; seguido pelo Brasil, com 6 mil e 800 mil litros de Malbec por ano. Que diferença grande, né? 45 mil litros contra quase 7 mil litros entre Estados Unidos e Brasil. E olha que americano não vive só de Malbec. Em primeiro lugar, para eles, estão os vinhos americanos, que eles valorizam muito.

Aqui no Brasil, vamos, aos poucos, disseminando o consumo consciente da bebida, mostrando as milhares de variedades de uvas, de estilos e países, e muitas novidades a cada dia. Afinal, o mundo do vinho não para de evoluir há 8 mil anos.

Lembre-se sempre de manter a moderação. Você poderá descobrir novos estilos e novos vinhos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

E que delícia ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho. A uva embaixadora da Argentina é a Malbec e ela vem crescendo em exportações e ganhando adeptos em todo o mundo. São 41 mil hectares de área plantada de Malbec na Argentina, e a área cresceu 56% na última década.

Segundo dados do Instituto Nacional da Vite Vinicultura, a comercialização total da variedade Malbec, nos mercados tanto interno quanto externo, duplicou nos últimos 12 anos. No ano passado, 62% da produção foi exportada. Isso mostra outro número surpreendente: a exportação cresceu 242% nos últimos 12 anos.

E sabe quais são os números? Os principais países apaixonados por Malbec: em primeiro lugar, é claro, os Estados Unidos, com 41 mil litros por ano; em segundo lugar, o Reino Unido, com 26 mil litros por ano; em terceiro lugar, o Canadá, com 9 mil litros de Malbec por ano sendo consumidos; seguido pelo Brasil, com 6 mil e 800 mil litros de Malbec por ano. Que diferença grande, né? 45 mil litros contra quase 7 mil litros entre Estados Unidos e Brasil. E olha que americano não vive só de Malbec. Em primeiro lugar, para eles, estão os vinhos americanos, que eles valorizam muito.

Aqui no Brasil, vamos, aos poucos, disseminando o consumo consciente da bebida, mostrando as milhares de variedades de uvas, de estilos e países, e muitas novidades a cada dia. Afinal, o mundo do vinho não para de evoluir há 8 mil anos.

Lembre-se sempre de manter a moderação. Você poderá descobrir novos estilos e novos vinhos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

E que delícia ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho. A uva embaixadora da Argentina é a Malbec e ela vem crescendo em exportações e ganhando adeptos em todo o mundo. São 41 mil hectares de área plantada de Malbec na Argentina, e a área cresceu 56% na última década.

Segundo dados do Instituto Nacional da Vite Vinicultura, a comercialização total da variedade Malbec, nos mercados tanto interno quanto externo, duplicou nos últimos 12 anos. No ano passado, 62% da produção foi exportada. Isso mostra outro número surpreendente: a exportação cresceu 242% nos últimos 12 anos.

E sabe quais são os números? Os principais países apaixonados por Malbec: em primeiro lugar, é claro, os Estados Unidos, com 41 mil litros por ano; em segundo lugar, o Reino Unido, com 26 mil litros por ano; em terceiro lugar, o Canadá, com 9 mil litros de Malbec por ano sendo consumidos; seguido pelo Brasil, com 6 mil e 800 mil litros de Malbec por ano. Que diferença grande, né? 45 mil litros contra quase 7 mil litros entre Estados Unidos e Brasil. E olha que americano não vive só de Malbec. Em primeiro lugar, para eles, estão os vinhos americanos, que eles valorizam muito.

Aqui no Brasil, vamos, aos poucos, disseminando o consumo consciente da bebida, mostrando as milhares de variedades de uvas, de estilos e países, e muitas novidades a cada dia. Afinal, o mundo do vinho não para de evoluir há 8 mil anos.

Lembre-se sempre de manter a moderação. Você poderá descobrir novos estilos e novos vinhos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA MALBEC]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[PAIXÃO ENTRE PAIS E FILHOS - HOMENAGEM NOS VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com o sommelier Jonas Eduardo.

Olá, ouvinte da Rádio Easy! Hoje, nossa taça de conhecimento sobre o fascinante mundo do vinho é sobre o conceito de terroir.

Você que lê e se interessa sobre o tema vinho já deve ter se deparado com esta palavra. E, afinal, qual o conceito de terroir do vinho?

A palavra terroir é uma das mais utilizadas do mundo do vinho e talvez uma das menos compreendidas. Não existe uma tradução literal, mas sim um sentido para esta palavra.

Para entendermos melhor, vamos imaginar a seguinte situação: temos uma mesma espécie de uva, a Cabernet Sauvignon, porém plantada em dois locais diferentes, como, por exemplo, Bordeaux, na França, e Vale do Maipo, no Chile.

As uvas colhidas nestes dois locais terão diversas características únicas, devido à ação de eletrônia. Elementos diferentes de cada local, como o tipo de solo, a altitude e a exposição solar. Isso trará ao vinho o mesmo efeito, uma certa singularidade, pois não existem locais completamente iguais.

Podemos concluir que terroir é a união das condições naturais que influenciam o desenvolvimento da planta-videira e, automaticamente, as condições de seus frutos, as uvas.

Portanto, ressalto que a ação do homem pode alterar as características de determinados locais de produção, originando novas características que influenciam a uva e suas propriedades.

Um vinho de qualidade transmite as características de seu terroir, que sofre modificações a cada safra, gerando vinhos singulares, deixando o mundo do vinho mais e mais apaixonante.

E, se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram: @Jonas.sommelier. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com o sommelier Jonas Eduardo.

Olá, ouvinte da Rádio Easy! Hoje, nossa taça de conhecimento sobre o fascinante mundo do vinho é sobre o conceito de terroir.

Você que lê e se interessa sobre o tema vinho já deve ter se deparado com esta palavra. E, afinal, qual o conceito de terroir do vinho?

A palavra terroir é uma das mais utilizadas do mundo do vinho e talvez uma das menos compreendidas. Não existe uma tradução literal, mas sim um sentido para esta palavra.

Para entendermos melhor, vamos imaginar a seguinte situação: temos uma mesma espécie de uva, a Cabernet Sauvignon, porém plantada em dois locais diferentes, como, por exemplo, Bordeaux, na França, e Vale do Maipo, no Chile.

As uvas colhidas nestes dois locais terão diversas características únicas, devido à ação de eletrônia. Elementos diferentes de cada local, como o tipo de solo, a altitude e a exposição solar. Isso trará ao vinho o mesmo efeito, uma certa singularidade, pois não existem locais completamente iguais.

Podemos concluir que terroir é a união das condições naturais que influenciam o desenvolvimento da planta-videira e, automaticamente, as condições de seus frutos, as uvas.

Portanto, ressalto que a ação do homem pode alterar as características de determinados locais de produção, originando novas características que influenciam a uva e suas propriedades.

Um vinho de qualidade transmite as características de seu terroir, que sofre modificações a cada safra, gerando vinhos singulares, deixando o mundo do vinho mais e mais apaixonante.

E, se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram: @Jonas.sommelier. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com o sommelier Jonas Eduardo.

Olá, ouvinte da Rádio Easy! Hoje, nossa taça de conhecimento sobre o fascinante mundo do vinho é sobre o conceito de terroir.

Você que lê e se interessa sobre o tema vinho já deve ter se deparado com esta palavra. E, afinal, qual o conceito de terroir do vinho?

A palavra terroir é uma das mais utilizadas do mundo do vinho e talvez uma das menos compreendidas. Não existe uma tradução literal, mas sim um sentido para esta palavra.

Para entendermos melhor, vamos imaginar a seguinte situação: temos uma mesma espécie de uva, a Cabernet Sauvignon, porém plantada em dois locais diferentes, como, por exemplo, Bordeaux, na França, e Vale do Maipo, no Chile.

As uvas colhidas nestes dois locais terão diversas características únicas, devido à ação de eletrônia. Elementos diferentes de cada local, como o tipo de solo, a altitude e a exposição solar. Isso trará ao vinho o mesmo efeito, uma certa singularidade, pois não existem locais completamente iguais.

Podemos concluir que terroir é a união das condições naturais que influenciam o desenvolvimento da planta-videira e, automaticamente, as condições de seus frutos, as uvas.

Portanto, ressalto que a ação do homem pode alterar as características de determinados locais de produção, originando novas características que influenciam a uva e suas propriedades.

Um vinho de qualidade transmite as características de seu terroir, que sofre modificações a cada safra, gerando vinhos singulares, deixando o mundo do vinho mais e mais apaixonante.

E, se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram: @Jonas.sommelier. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com o sommelier Jonas Eduardo.

Olá, ouvinte da Rádio Easy! Hoje, nossa taça de conhecimento sobre o fascinante mundo do vinho é sobre o conceito de terroir.

Você que lê e se interessa sobre o tema vinho já deve ter se deparado com esta palavra. E, afinal, qual o conceito de terroir do vinho?

A palavra terroir é uma das mais utilizadas do mundo do vinho e talvez uma das menos compreendidas. Não existe uma tradução literal, mas sim um sentido para esta palavra.

Para entendermos melhor, vamos imaginar a seguinte situação: temos uma mesma espécie de uva, a Cabernet Sauvignon, porém plantada em dois locais diferentes, como, por exemplo, Bordeaux, na França, e Vale do Maipo, no Chile.

As uvas colhidas nestes dois locais terão diversas características únicas, devido à ação de eletrônia. Elementos diferentes de cada local, como o tipo de solo, a altitude e a exposição solar. Isso trará ao vinho o mesmo efeito, uma certa singularidade, pois não existem locais completamente iguais.

Podemos concluir que terroir é a união das condições naturais que influenciam o desenvolvimento da planta-videira e, automaticamente, as condições de seus frutos, as uvas.

Portanto, ressalto que a ação do homem pode alterar as características de determinados locais de produção, originando novas características que influenciam a uva e suas propriedades.

Um vinho de qualidade transmite as características de seu terroir, que sofre modificações a cada safra, gerando vinhos singulares, deixando o mundo do vinho mais e mais apaixonante.

E, se você, ouvinte, quer sugerir um tema para o nosso programa, envie pelo meu Instagram: @Jonas.sommelier. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TERROIR: A IDENTIDADE DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[DOPAMINA E VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CARBENET SAUVIGNON]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO QUINTA DE CASTELARES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CRIANZA RESERVA E GRAN RESERVA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUEM VEM PRIMEIRO O VINHO OU O PRATO?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Refrescante, versátil e cercada de história, a sangria é um dos coquetéis mais tradicionais da Península Ibérica. Feita originalmente com vinho tinto seco, a bebida tem origem disputada entre Portugal e Espanha e, desde 2014, possui proteção de denominação de origem na União Europeia, podendo receber oficialmente o nome "sangria" apenas quando produzida nesses dois países]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Refrescante, versátil e cercada de história, a sangria é um dos coquetéis mais tradicionais da Península Ibérica. Feita originalmente com vinho tinto seco, a bebida tem origem disputada entre Portugal e Espanha e, desde 2014, possui proteção de denominação de origem na União Europeia, podendo receber oficialmente o nome "sangria" apenas quando produzida nesses dois países]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Refrescante, versátil e cercada de história, a sangria é um dos coquetéis mais tradicionais da Península Ibérica. Feita originalmente com vinho tinto seco, a bebida tem origem disputada entre Portugal e Espanha e, desde 2014, possui proteção de denominação de origem na União Europeia, podendo receber oficialmente o nome "sangria" apenas quando produzida nesses dois países]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Refrescante, versátil e cercada de história, a sangria é um dos coquetéis mais tradicionais da Península Ibérica. Feita originalmente com vinho tinto seco, a bebida tem origem disputada entre Portugal e Espanha e, desde 2014, possui proteção de denominação de origem na União Europeia, podendo receber oficialmente o nome "sangria" apenas quando produzida nesses dois países]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SANGRIA: A TRADIÇÃO IBÉRICA QUE CONQUISTOU O MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MONTEPULCIANO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

O dia estava muito quente e eu estava sem companhia para tomar um vinho. Todos procuravam uma bebida para gelar, para refrescar, e eu concordei. Mas, depois de alguns minutos, minhas papilas gustativas pediram um vinho, e lá fui eu a mais um desafio: agradar a quem não era tão fã de vinho e, para completar, ao meio-dia, em um calor imenso.

Os pratos eram linguiça suína com ervas, bife de angus e carneiro assados. Escolhi o país dos vinhos mais gastronômicos: a Itália. Decidi por álcool mais baixo, apenas 12%, que permite gelar um pouco mais o vinho sem amargar.

Escolhi um vinho tinto para acompanhar as carnes e, depois, o preço que, aliás, era o vinho mais barato da carta. Um vinho jovem chamado Colle petrito Rosso. Rosso, tinto e italiano.

O vinho agradou em cheio, porque é um estilo muito simples e fácil de beber, com notas aromáticas de chá preto, frutas vermelhas e orégano. E era exatamente o aroma de orégano, que é uma especiaria que dá muita vontade de comer,que tornou perfeita a harmonização, já que a linguiça tinha ervas, entre elas o orégano.

O Colle petrito Rosso é feito com a uva Montepulciano. Essa é a segunda variedade mais plantada na Itália, atrás somente da uva Sangiovese. A Sangiovese, ao lado da Syrah, são as duas uvas que formam belos assemblages com a Montepulciano.

Desafio concluído. Só ouvia as descrições: “acidez boa”, “o sabor combina com a comida”, “vinho equilibrado, de médio corpo, macio, melhor ainda com a comida”, e por aí vai.

Desafio concluído. Consegui agradar a turma.
Lembre-se sempre: se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

O dia estava muito quente e eu estava sem companhia para tomar um vinho. Todos procuravam uma bebida para gelar, para refrescar, e eu concordei. Mas, depois de alguns minutos, minhas papilas gustativas pediram um vinho, e lá fui eu a mais um desafio: agradar a quem não era tão fã de vinho e, para completar, ao meio-dia, em um calor imenso.

Os pratos eram linguiça suína com ervas, bife de angus e carneiro assados. Escolhi o país dos vinhos mais gastronômicos: a Itália. Decidi por álcool mais baixo, apenas 12%, que permite gelar um pouco mais o vinho sem amargar.

Escolhi um vinho tinto para acompanhar as carnes e, depois, o preço que, aliás, era o vinho mais barato da carta. Um vinho jovem chamado Colle petrito Rosso. Rosso, tinto e italiano.

O vinho agradou em cheio, porque é um estilo muito simples e fácil de beber, com notas aromáticas de chá preto, frutas vermelhas e orégano. E era exatamente o aroma de orégano, que é uma especiaria que dá muita vontade de comer,que tornou perfeita a harmonização, já que a linguiça tinha ervas, entre elas o orégano.

O Colle petrito Rosso é feito com a uva Montepulciano. Essa é a segunda variedade mais plantada na Itália, atrás somente da uva Sangiovese. A Sangiovese, ao lado da Syrah, são as duas uvas que formam belos assemblages com a Montepulciano.

Desafio concluído. Só ouvia as descrições: “acidez boa”, “o sabor combina com a comida”, “vinho equilibrado, de médio corpo, macio, melhor ainda com a comida”, e por aí vai.

Desafio concluído. Consegui agradar a turma.
Lembre-se sempre: se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

O dia estava muito quente e eu estava sem companhia para tomar um vinho. Todos procuravam uma bebida para gelar, para refrescar, e eu concordei. Mas, depois de alguns minutos, minhas papilas gustativas pediram um vinho, e lá fui eu a mais um desafio: agradar a quem não era tão fã de vinho e, para completar, ao meio-dia, em um calor imenso.

Os pratos eram linguiça suína com ervas, bife de angus e carneiro assados. Escolhi o país dos vinhos mais gastronômicos: a Itália. Decidi por álcool mais baixo, apenas 12%, que permite gelar um pouco mais o vinho sem amargar.

Escolhi um vinho tinto para acompanhar as carnes e, depois, o preço que, aliás, era o vinho mais barato da carta. Um vinho jovem chamado Colle petrito Rosso. Rosso, tinto e italiano.

O vinho agradou em cheio, porque é um estilo muito simples e fácil de beber, com notas aromáticas de chá preto, frutas vermelhas e orégano. E era exatamente o aroma de orégano, que é uma especiaria que dá muita vontade de comer,que tornou perfeita a harmonização, já que a linguiça tinha ervas, entre elas o orégano.

O Colle petrito Rosso é feito com a uva Montepulciano. Essa é a segunda variedade mais plantada na Itália, atrás somente da uva Sangiovese. A Sangiovese, ao lado da Syrah, são as duas uvas que formam belos assemblages com a Montepulciano.

Desafio concluído. Só ouvia as descrições: “acidez boa”, “o sabor combina com a comida”, “vinho equilibrado, de médio corpo, macio, melhor ainda com a comida”, e por aí vai.

Desafio concluído. Consegui agradar a turma.
Lembre-se sempre: se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

O dia estava muito quente e eu estava sem companhia para tomar um vinho. Todos procuravam uma bebida para gelar, para refrescar, e eu concordei. Mas, depois de alguns minutos, minhas papilas gustativas pediram um vinho, e lá fui eu a mais um desafio: agradar a quem não era tão fã de vinho e, para completar, ao meio-dia, em um calor imenso.

Os pratos eram linguiça suína com ervas, bife de angus e carneiro assados. Escolhi o país dos vinhos mais gastronômicos: a Itália. Decidi por álcool mais baixo, apenas 12%, que permite gelar um pouco mais o vinho sem amargar.

Escolhi um vinho tinto para acompanhar as carnes e, depois, o preço que, aliás, era o vinho mais barato da carta. Um vinho jovem chamado Colle petrito Rosso. Rosso, tinto e italiano.

O vinho agradou em cheio, porque é um estilo muito simples e fácil de beber, com notas aromáticas de chá preto, frutas vermelhas e orégano. E era exatamente o aroma de orégano, que é uma especiaria que dá muita vontade de comer,que tornou perfeita a harmonização, já que a linguiça tinha ervas, entre elas o orégano.

O Colle petrito Rosso é feito com a uva Montepulciano. Essa é a segunda variedade mais plantada na Itália, atrás somente da uva Sangiovese. A Sangiovese, ao lado da Syrah, são as duas uvas que formam belos assemblages com a Montepulciano.

Desafio concluído. Só ouvia as descrições: “acidez boa”, “o sabor combina com a comida”, “vinho equilibrado, de médio corpo, macio, melhor ainda com a comida”, e por aí vai.

Desafio concluído. Consegui agradar a turma.
Lembre-se sempre: se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COLLE PETRITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO ZIRLO TALENTI - MEU QUERIDINHO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A sugestão de tema de hoje é do Marcelo Padua, a respeito dos vinhos de fermentação em concreto. A fermentação em concreto não é nenhuma novidade, assim como a fermentação em ânforas, que acontece desde a antiguidade. Os tanques em concreto estão sendo cada vez mais usados na elaboração dos vinhos. Eles deixaram de ser usados e perderam espaço para o inox e também para a madeira, porém têm várias vantagens.

São tanques com paredes resistentes e espessas, com revestimento neutro, que mantêm a temperatura constante naturalmente. Têm a micropurosidade, que permite a micro-oxigenação, assim como a madeira, porém sem transferências de aromas, o que acontece com a fermentação no carvalho. Os vinhos ficam mais cremosos e preservam as características da uva, mantendo seu terroir.

Para os enólogos que buscam aromas mais complexos e macieis em tanino, sem interferências da madeira, o tanque em concreto é perfeito, mas nada impede que, posteriormente, o vinho seja amadurecido em carvalho. Esse formato oval, que está sendo muito utilizado nos tanques de concreto, é vantajoso, pois permite a movimentação do vinho por todo o espaço do tanque, sem a necessidade de remontagem, e tem uma grande durabilidade. Só precisa ser lavado com água morna a cada ciclo.

Aqui no Brasil, a vinícola Guaspari, do Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, já utiliza o tanque em formato ovo, feito em concreto, para o seu Sauvignon Blanc.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A sugestão de tema de hoje é do Marcelo Padua, a respeito dos vinhos de fermentação em concreto. A fermentação em concreto não é nenhuma novidade, assim como a fermentação em ânforas, que acontece desde a antiguidade. Os tanques em concreto estão sendo cada vez mais usados na elaboração dos vinhos. Eles deixaram de ser usados e perderam espaço para o inox e também para a madeira, porém têm várias vantagens.

São tanques com paredes resistentes e espessas, com revestimento neutro, que mantêm a temperatura constante naturalmente. Têm a micropurosidade, que permite a micro-oxigenação, assim como a madeira, porém sem transferências de aromas, o que acontece com a fermentação no carvalho. Os vinhos ficam mais cremosos e preservam as características da uva, mantendo seu terroir.

Para os enólogos que buscam aromas mais complexos e macieis em tanino, sem interferências da madeira, o tanque em concreto é perfeito, mas nada impede que, posteriormente, o vinho seja amadurecido em carvalho. Esse formato oval, que está sendo muito utilizado nos tanques de concreto, é vantajoso, pois permite a movimentação do vinho por todo o espaço do tanque, sem a necessidade de remontagem, e tem uma grande durabilidade. Só precisa ser lavado com água morna a cada ciclo.

Aqui no Brasil, a vinícola Guaspari, do Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, já utiliza o tanque em formato ovo, feito em concreto, para o seu Sauvignon Blanc.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A sugestão de tema de hoje é do Marcelo Padua, a respeito dos vinhos de fermentação em concreto. A fermentação em concreto não é nenhuma novidade, assim como a fermentação em ânforas, que acontece desde a antiguidade. Os tanques em concreto estão sendo cada vez mais usados na elaboração dos vinhos. Eles deixaram de ser usados e perderam espaço para o inox e também para a madeira, porém têm várias vantagens.

São tanques com paredes resistentes e espessas, com revestimento neutro, que mantêm a temperatura constante naturalmente. Têm a micropurosidade, que permite a micro-oxigenação, assim como a madeira, porém sem transferências de aromas, o que acontece com a fermentação no carvalho. Os vinhos ficam mais cremosos e preservam as características da uva, mantendo seu terroir.

Para os enólogos que buscam aromas mais complexos e macieis em tanino, sem interferências da madeira, o tanque em concreto é perfeito, mas nada impede que, posteriormente, o vinho seja amadurecido em carvalho. Esse formato oval, que está sendo muito utilizado nos tanques de concreto, é vantajoso, pois permite a movimentação do vinho por todo o espaço do tanque, sem a necessidade de remontagem, e tem uma grande durabilidade. Só precisa ser lavado com água morna a cada ciclo.

Aqui no Brasil, a vinícola Guaspari, do Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, já utiliza o tanque em formato ovo, feito em concreto, para o seu Sauvignon Blanc.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A sugestão de tema de hoje é do Marcelo Padua, a respeito dos vinhos de fermentação em concreto. A fermentação em concreto não é nenhuma novidade, assim como a fermentação em ânforas, que acontece desde a antiguidade. Os tanques em concreto estão sendo cada vez mais usados na elaboração dos vinhos. Eles deixaram de ser usados e perderam espaço para o inox e também para a madeira, porém têm várias vantagens.

São tanques com paredes resistentes e espessas, com revestimento neutro, que mantêm a temperatura constante naturalmente. Têm a micropurosidade, que permite a micro-oxigenação, assim como a madeira, porém sem transferências de aromas, o que acontece com a fermentação no carvalho. Os vinhos ficam mais cremosos e preservam as características da uva, mantendo seu terroir.

Para os enólogos que buscam aromas mais complexos e macieis em tanino, sem interferências da madeira, o tanque em concreto é perfeito, mas nada impede que, posteriormente, o vinho seja amadurecido em carvalho. Esse formato oval, que está sendo muito utilizado nos tanques de concreto, é vantajoso, pois permite a movimentação do vinho por todo o espaço do tanque, sem a necessidade de remontagem, e tem uma grande durabilidade. Só precisa ser lavado com água morna a cada ciclo.

Aqui no Brasil, a vinícola Guaspari, do Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, já utiliza o tanque em formato ovo, feito em concreto, para o seu Sauvignon Blanc.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DE FERMENTAÇÃO EM CONCRETO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 15 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu. E, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga. Os Celtas levaram o vinho há 2.500 anos, antes mesmo de os romanos levarem a cultura para França e Espanha.

Descobri, nessa pesquisa, que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita por ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia.

Há tanta história antiga que a videira considerada a mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor. A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro: as famosas vinhas velhas. É uma variedade tinta local chamada Modra Cavicina.

Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada. A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco.

Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo. Em 2018, no dia 26 de setembro, essa muda chegou ao Brasil, em Bento Gonçalves, e foi plantada durante a primeira edição da Wines of South America.

Já tem uma muda da videira mais antiga do mundo no Brasil. Vamos produzir um vinho esloveno-brasileiro.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu. E, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga. Os Celtas levaram o vinho há 2.500 anos, antes mesmo de os romanos levarem a cultura para França e Espanha.

Descobri, nessa pesquisa, que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita por ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia.

Há tanta história antiga que a videira considerada a mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor. A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro: as famosas vinhas velhas. É uma variedade tinta local chamada Modra Cavicina.

Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada. A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco.

Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo. Em 2018, no dia 26 de setembro, essa muda chegou ao Brasil, em Bento Gonçalves, e foi plantada durante a primeira edição da Wines of South America.

Já tem uma muda da videira mais antiga do mundo no Brasil. Vamos produzir um vinho esloveno-brasileiro.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu. E, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga. Os Celtas levaram o vinho há 2.500 anos, antes mesmo de os romanos levarem a cultura para França e Espanha.

Descobri, nessa pesquisa, que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita por ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia.

Há tanta história antiga que a videira considerada a mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor. A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro: as famosas vinhas velhas. É uma variedade tinta local chamada Modra Cavicina.

Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada. A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco.

Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo. Em 2018, no dia 26 de setembro, essa muda chegou ao Brasil, em Bento Gonçalves, e foi plantada durante a primeira edição da Wines of South America.

Já tem uma muda da videira mais antiga do mundo no Brasil. Vamos produzir um vinho esloveno-brasileiro.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu. E, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga. Os Celtas levaram o vinho há 2.500 anos, antes mesmo de os romanos levarem a cultura para França e Espanha.

Descobri, nessa pesquisa, que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita por ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia.

Há tanta história antiga que a videira considerada a mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor. A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro: as famosas vinhas velhas. É uma variedade tinta local chamada Modra Cavicina.

Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada. A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco.

Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo. Em 2018, no dia 26 de setembro, essa muda chegou ao Brasil, em Bento Gonçalves, e foi plantada durante a primeira edição da Wines of South America.

Já tem uma muda da videira mais antiga do mundo no Brasil. Vamos produzir um vinho esloveno-brasileiro.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[   ESLOVÊNIA,TERRA DE VINHOS MILENARES ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma ótima manhã pra você que me faz companhia aqui no Música e Vinho. Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho? Tudo bem, se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial, tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta. Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos.

Eu acho super bacana escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agrade ao seu paladar. Bacana do vinho é se aventurar. E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma ótima manhã pra você que me faz companhia aqui no Música e Vinho. Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho? Tudo bem, se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial, tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta. Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos.

Eu acho super bacana escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agrade ao seu paladar. Bacana do vinho é se aventurar. E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma ótima manhã pra você que me faz companhia aqui no Música e Vinho. Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho? Tudo bem, se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial, tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta. Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos.

Eu acho super bacana escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agrade ao seu paladar. Bacana do vinho é se aventurar. E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma ótima manhã pra você que me faz companhia aqui no Música e Vinho. Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho? Tudo bem, se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial, tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta. Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos.

Eu acho super bacana escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agrade ao seu paladar. Bacana do vinho é se aventurar. E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[WINE BARS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

O Vinho e seus deuses. Degusteio Telo e Cirrado Lázio. A propriedade fica uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil Telo. O rótulo me chamou a atenção, e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco. Um super Cirrà de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as especiarias da Cirrà. Um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

O Vinho e seus deuses. Degusteio Telo e Cirrado Lázio. A propriedade fica uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil Telo. O rótulo me chamou a atenção, e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco. Um super Cirrà de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as especiarias da Cirrà. Um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

O Vinho e seus deuses. Degusteio Telo e Cirrado Lázio. A propriedade fica uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil Telo. O rótulo me chamou a atenção, e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco. Um super Cirrà de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as especiarias da Cirrà. Um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

O Vinho e seus deuses. Degusteio Telo e Cirrado Lázio. A propriedade fica uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil Telo. O rótulo me chamou a atenção, e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco. Um super Cirrà de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as especiarias da Cirrà. Um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO CIRRÀ ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A região mais tradicionalmente arraigada à cultura vitivinícula espanhola é a Rioja, e eu conversei com a Laura Vásquez, embaixadora do grupo vinícula Araex, da Espanha, da região da Rioja, que distribui a linha Bodega Luis Canhas.

A Bodega Luis Canhas está na sua quarta geração e, em 1994, o filho Juan Luis Canhas assumiu, aos 33 anos, a nova filosofia da vinícula, que antes só fazia vinhos mais jovens. Ele modernizou a vinícula sem perder a tradição, é claro, e inseriu a produção de vinhos nas classificações da Rioja: Crianza, Reserva e Gran Reserva.

Essa classificação está dividida em… Antes de Crianza, Reserva e Gran Reserva, tem ainda o Rioja Jovem, com vinhos sem estágio em carvalho ou estágio inferior ao Crianza.

O Rioja Crianza passa mínimo de 12 meses em madeira e mais três anos na garrafa antes de ser comercializado. Já o Rioja Reserva, mínimo de 12 meses em madeira e quatro anos na garrafa. O Rioja Gran Reserva, mínimo de 24 meses em madeira e seis anos para comercializar.

Já foi tendência os vinhos quanto mais madeira e mais envelhecidos, melhor. Já foi moda os vinhos quanto mais frescos e jovens… E hoje tem consumidor para tudo, e tem vinho para todos os estilos de paladar.

A Rioja já embala também vinhos bag-in-box de 5 litros. São vinhos jovens, é claro, mas são boas opções para o seu dia a dia.

A Bodega Luis Canhas, além de produzir excelentes vinhos, foi a vinícola do ano de 2015 pelas suas práticas sustentáveis com relação ao meio ambiente e em feito aos trabalhadores. Eles têm uma vila rural dando qualidade de vida no campo a quem ama e cuida da terra.

Se a uva é cuidada com amor, colherá bons frutos e elaborará bons vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir as maravilhas da Rioja.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A região mais tradicionalmente arraigada à cultura vitivinícula espanhola é a Rioja, e eu conversei com a Laura Vásquez, embaixadora do grupo vinícula Araex, da Espanha, da região da Rioja, que distribui a linha Bodega Luis Canhas.

A Bodega Luis Canhas está na sua quarta geração e, em 1994, o filho Juan Luis Canhas assumiu, aos 33 anos, a nova filosofia da vinícula, que antes só fazia vinhos mais jovens. Ele modernizou a vinícula sem perder a tradição, é claro, e inseriu a produção de vinhos nas classificações da Rioja: Crianza, Reserva e Gran Reserva.

Essa classificação está dividida em… Antes de Crianza, Reserva e Gran Reserva, tem ainda o Rioja Jovem, com vinhos sem estágio em carvalho ou estágio inferior ao Crianza.

O Rioja Crianza passa mínimo de 12 meses em madeira e mais três anos na garrafa antes de ser comercializado. Já o Rioja Reserva, mínimo de 12 meses em madeira e quatro anos na garrafa. O Rioja Gran Reserva, mínimo de 24 meses em madeira e seis anos para comercializar.

Já foi tendência os vinhos quanto mais madeira e mais envelhecidos, melhor. Já foi moda os vinhos quanto mais frescos e jovens… E hoje tem consumidor para tudo, e tem vinho para todos os estilos de paladar.

A Rioja já embala também vinhos bag-in-box de 5 litros. São vinhos jovens, é claro, mas são boas opções para o seu dia a dia.

A Bodega Luis Canhas, além de produzir excelentes vinhos, foi a vinícola do ano de 2015 pelas suas práticas sustentáveis com relação ao meio ambiente e em feito aos trabalhadores. Eles têm uma vila rural dando qualidade de vida no campo a quem ama e cuida da terra.

Se a uva é cuidada com amor, colherá bons frutos e elaborará bons vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir as maravilhas da Rioja.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A região mais tradicionalmente arraigada à cultura vitivinícula espanhola é a Rioja, e eu conversei com a Laura Vásquez, embaixadora do grupo vinícula Araex, da Espanha, da região da Rioja, que distribui a linha Bodega Luis Canhas.

A Bodega Luis Canhas está na sua quarta geração e, em 1994, o filho Juan Luis Canhas assumiu, aos 33 anos, a nova filosofia da vinícula, que antes só fazia vinhos mais jovens. Ele modernizou a vinícula sem perder a tradição, é claro, e inseriu a produção de vinhos nas classificações da Rioja: Crianza, Reserva e Gran Reserva.

Essa classificação está dividida em… Antes de Crianza, Reserva e Gran Reserva, tem ainda o Rioja Jovem, com vinhos sem estágio em carvalho ou estágio inferior ao Crianza.

O Rioja Crianza passa mínimo de 12 meses em madeira e mais três anos na garrafa antes de ser comercializado. Já o Rioja Reserva, mínimo de 12 meses em madeira e quatro anos na garrafa. O Rioja Gran Reserva, mínimo de 24 meses em madeira e seis anos para comercializar.

Já foi tendência os vinhos quanto mais madeira e mais envelhecidos, melhor. Já foi moda os vinhos quanto mais frescos e jovens… E hoje tem consumidor para tudo, e tem vinho para todos os estilos de paladar.

A Rioja já embala também vinhos bag-in-box de 5 litros. São vinhos jovens, é claro, mas são boas opções para o seu dia a dia.

A Bodega Luis Canhas, além de produzir excelentes vinhos, foi a vinícola do ano de 2015 pelas suas práticas sustentáveis com relação ao meio ambiente e em feito aos trabalhadores. Eles têm uma vila rural dando qualidade de vida no campo a quem ama e cuida da terra.

Se a uva é cuidada com amor, colherá bons frutos e elaborará bons vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir as maravilhas da Rioja.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A região mais tradicionalmente arraigada à cultura vitivinícula espanhola é a Rioja, e eu conversei com a Laura Vásquez, embaixadora do grupo vinícula Araex, da Espanha, da região da Rioja, que distribui a linha Bodega Luis Canhas.

A Bodega Luis Canhas está na sua quarta geração e, em 1994, o filho Juan Luis Canhas assumiu, aos 33 anos, a nova filosofia da vinícula, que antes só fazia vinhos mais jovens. Ele modernizou a vinícula sem perder a tradição, é claro, e inseriu a produção de vinhos nas classificações da Rioja: Crianza, Reserva e Gran Reserva.

Essa classificação está dividida em… Antes de Crianza, Reserva e Gran Reserva, tem ainda o Rioja Jovem, com vinhos sem estágio em carvalho ou estágio inferior ao Crianza.

O Rioja Crianza passa mínimo de 12 meses em madeira e mais três anos na garrafa antes de ser comercializado. Já o Rioja Reserva, mínimo de 12 meses em madeira e quatro anos na garrafa. O Rioja Gran Reserva, mínimo de 24 meses em madeira e seis anos para comercializar.

Já foi tendência os vinhos quanto mais madeira e mais envelhecidos, melhor. Já foi moda os vinhos quanto mais frescos e jovens… E hoje tem consumidor para tudo, e tem vinho para todos os estilos de paladar.

A Rioja já embala também vinhos bag-in-box de 5 litros. São vinhos jovens, é claro, mas são boas opções para o seu dia a dia.

A Bodega Luis Canhas, além de produzir excelentes vinhos, foi a vinícola do ano de 2015 pelas suas práticas sustentáveis com relação ao meio ambiente e em feito aos trabalhadores. Eles têm uma vila rural dando qualidade de vida no campo a quem ama e cuida da terra.

Se a uva é cuidada com amor, colherá bons frutos e elaborará bons vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir as maravilhas da Rioja.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BODEGA LUIS CAÑAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO FAUSTO MERLOT]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vinsobres, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vinsobres é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah.

Degustei o Vinsobres Le Cornud da Famille Perrin, proprietária do icônico Château de Beaucastel.

O Vinsobres da Famille Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache. As vinhas são plantadas em socalcos de aproximadamente 300 metros de altitude, em um terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira. Depois, apenas a Syrah envelhece em barricas por um ano.

O resultado é um vinho fino e intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, muita fruta madura e toques de especiarias. Um vinho super gastronômico.

Harmonizei o meu Vinsobres da Famille Perrin com filé au poivre, e ficou perfeito.

Ótimo Vinsobres para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vinsobres, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vinsobres é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah.

Degustei o Vinsobres Le Cornud da Famille Perrin, proprietária do icônico Château de Beaucastel.

O Vinsobres da Famille Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache. As vinhas são plantadas em socalcos de aproximadamente 300 metros de altitude, em um terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira. Depois, apenas a Syrah envelhece em barricas por um ano.

O resultado é um vinho fino e intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, muita fruta madura e toques de especiarias. Um vinho super gastronômico.

Harmonizei o meu Vinsobres da Famille Perrin com filé au poivre, e ficou perfeito.

Ótimo Vinsobres para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vinsobres, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vinsobres é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah.

Degustei o Vinsobres Le Cornud da Famille Perrin, proprietária do icônico Château de Beaucastel.

O Vinsobres da Famille Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache. As vinhas são plantadas em socalcos de aproximadamente 300 metros de altitude, em um terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira. Depois, apenas a Syrah envelhece em barricas por um ano.

O resultado é um vinho fino e intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, muita fruta madura e toques de especiarias. Um vinho super gastronômico.

Harmonizei o meu Vinsobres da Famille Perrin com filé au poivre, e ficou perfeito.

Ótimo Vinsobres para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vinsobres, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vinsobres é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah.

Degustei o Vinsobres Le Cornud da Famille Perrin, proprietária do icônico Château de Beaucastel.

O Vinsobres da Famille Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache. As vinhas são plantadas em socalcos de aproximadamente 300 metros de altitude, em um terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira. Depois, apenas a Syrah envelhece em barricas por um ano.

O resultado é um vinho fino e intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, muita fruta madura e toques de especiarias. Um vinho super gastronômico.

Harmonizei o meu Vinsobres da Famille Perrin com filé au poivre, e ficou perfeito.

Ótimo Vinsobres para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINÍCOLAS NA FRANÇA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu quero muito te inspirar a degustar vinhos diferentes. Eu sou Kezia Giugni, Sommelier, e quero te inspirar pra descobrir esses novos vinhos, como o Tara Pinot Noir.

Tara, em espanhol, quer dizer imperfeito. Essa é a filosofia do vinho da Vente Esqueiro. Tara Pinot Noir, que não é clarificado e não filtrado. Na garrafa já mostra toda a sua imperfeição. O vinho é extremamente turvo, porque não foi clarificado e nem filtrado.

O desafio começa a crescer no deserto do Atacama, onde a umidade vem apenas da neblina do Pacífico, chamada de Camanchaca. O Tara Pinot Noir tem mais de uma particularidade. Ele envelhece 60% durante 24 meses em fúdres de 1000 quilos, 500 litros, e 40% em concreto de mil litros.

Os fúdres são os barris gigantes, uma técnica bem antiga preservada principalmente nas regiões como Piemonte, ao norte da Itália. Envelhecer em fúdres traz menor interferência de madeira ao vinho.

O Tara Pinot Noir tem os aromas que lembram framboesa, cereja e cogumelos. Na boca, é incrivelmente intenso para um Pinot Noir. Digo que é um Pinot Noir bem presente em boca e com um toque de salinidade vindo do Pacífico.

Perfeito para carnes como pato, um javali e, por que não, um pernil cai super bem com o Tara Pinot Noir. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu quero muito te inspirar a degustar vinhos diferentes. Eu sou Kezia Giugni, Sommelier, e quero te inspirar pra descobrir esses novos vinhos, como o Tara Pinot Noir.

Tara, em espanhol, quer dizer imperfeito. Essa é a filosofia do vinho da Vente Esqueiro. Tara Pinot Noir, que não é clarificado e não filtrado. Na garrafa já mostra toda a sua imperfeição. O vinho é extremamente turvo, porque não foi clarificado e nem filtrado.

O desafio começa a crescer no deserto do Atacama, onde a umidade vem apenas da neblina do Pacífico, chamada de Camanchaca. O Tara Pinot Noir tem mais de uma particularidade. Ele envelhece 60% durante 24 meses em fúdres de 1000 quilos, 500 litros, e 40% em concreto de mil litros.

Os fúdres são os barris gigantes, uma técnica bem antiga preservada principalmente nas regiões como Piemonte, ao norte da Itália. Envelhecer em fúdres traz menor interferência de madeira ao vinho.

O Tara Pinot Noir tem os aromas que lembram framboesa, cereja e cogumelos. Na boca, é incrivelmente intenso para um Pinot Noir. Digo que é um Pinot Noir bem presente em boca e com um toque de salinidade vindo do Pacífico.

Perfeito para carnes como pato, um javali e, por que não, um pernil cai super bem com o Tara Pinot Noir. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu quero muito te inspirar a degustar vinhos diferentes. Eu sou Kezia Giugni, Sommelier, e quero te inspirar pra descobrir esses novos vinhos, como o Tara Pinot Noir.

Tara, em espanhol, quer dizer imperfeito. Essa é a filosofia do vinho da Vente Esqueiro. Tara Pinot Noir, que não é clarificado e não filtrado. Na garrafa já mostra toda a sua imperfeição. O vinho é extremamente turvo, porque não foi clarificado e nem filtrado.

O desafio começa a crescer no deserto do Atacama, onde a umidade vem apenas da neblina do Pacífico, chamada de Camanchaca. O Tara Pinot Noir tem mais de uma particularidade. Ele envelhece 60% durante 24 meses em fúdres de 1000 quilos, 500 litros, e 40% em concreto de mil litros.

Os fúdres são os barris gigantes, uma técnica bem antiga preservada principalmente nas regiões como Piemonte, ao norte da Itália. Envelhecer em fúdres traz menor interferência de madeira ao vinho.

O Tara Pinot Noir tem os aromas que lembram framboesa, cereja e cogumelos. Na boca, é incrivelmente intenso para um Pinot Noir. Digo que é um Pinot Noir bem presente em boca e com um toque de salinidade vindo do Pacífico.

Perfeito para carnes como pato, um javali e, por que não, um pernil cai super bem com o Tara Pinot Noir. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu quero muito te inspirar a degustar vinhos diferentes. Eu sou Kezia Giugni, Sommelier, e quero te inspirar pra descobrir esses novos vinhos, como o Tara Pinot Noir.

Tara, em espanhol, quer dizer imperfeito. Essa é a filosofia do vinho da Vente Esqueiro. Tara Pinot Noir, que não é clarificado e não filtrado. Na garrafa já mostra toda a sua imperfeição. O vinho é extremamente turvo, porque não foi clarificado e nem filtrado.

O desafio começa a crescer no deserto do Atacama, onde a umidade vem apenas da neblina do Pacífico, chamada de Camanchaca. O Tara Pinot Noir tem mais de uma particularidade. Ele envelhece 60% durante 24 meses em fúdres de 1000 quilos, 500 litros, e 40% em concreto de mil litros.

Os fúdres são os barris gigantes, uma técnica bem antiga preservada principalmente nas regiões como Piemonte, ao norte da Itália. Envelhecer em fúdres traz menor interferência de madeira ao vinho.

O Tara Pinot Noir tem os aromas que lembram framboesa, cereja e cogumelos. Na boca, é incrivelmente intenso para um Pinot Noir. Digo que é um Pinot Noir bem presente em boca e com um toque de salinidade vindo do Pacífico.

Perfeito para carnes como pato, um javali e, por que não, um pernil cai super bem com o Tara Pinot Noir. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DEGUSTE NOVOS VINHOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. É sempre bom ter a sua companhia para falar sobre vinhos. Já ouviu falar em curadoria de arte, moda e literatura? E curadoria de vinhos? Esse é um processo de cuidado e seleção de vinhos.

A seleção é feita considerando aspectos técnicos de qualidade do vinho, o que deve estar acima de todas as opiniões pessoais. Considera-se a apresentação do rótulo na visão do consumidor, situações de consumo e períodos do ano, de acordo com clima e datas comemorativas. Analisa-se o preço e compara-se aos demais produtos similares já disponíveis no mercado.

Fui convidada a participar de uma experiência de curadoria junto com especialistas como Manoel Luz, da Sonoma. Degustamos 20 rótulos numa tarde: vinhos brancos, espumantes brancos, rosés e tintos. Muitos simples, outros muito verdes ainda, amargura acentuado, alguns muito bons, mas com custo elevado para o padrão.

Vinhos gastronômicos, como Terra Siciliane do Pieno Sud: fruta doce, licor de frutas silvestres, um vinho bastante quente, das uvas Nero d'Avola e 25% da uva Frappato, mais uma nova uva para minha lista. É típica da Sicília, e a denominação de origem controlada e garantida Cera Suolo é a mistura de Nero d'Avola com a Frappato. Juro que eu não sabia, achava que Cera Suolo era o nome do vinho e não é: é uma denominação de origem controlada de vinhos da Sicília, elaborados com Nero d'Avola e a uva Frappato.

A Frappato é muito usada em assemblages, não só com a Nero d'Avola, mas também com Nerello Mascarelli, Nero Capuccio e Noceira. Seguimos ainda degustando os vinte rótulos, lembrando que o cuspitor é muito usado nessas degustações técnicas.

O Villa Rossi Rubicone, redondinho, um Sangiovese para pizza; e mais um vinho, o Klein Kloof, um delicioso sul-africano de Merlot e Cabernet Sauvignon, muito frutado e rico, que pede um hambúrguer gourmet. Seguimos adiante com franceses simples, outros complexos, alguns elegantes, outros rústicos e muitos aromas e sabores incríveis, até chegar ao top Cabernet Sauvignon, que eu até esqueci de anotar o nome. Só sei que era muito bom! Aromas de goiaba, morango e figos no vinagre balsâmico. Essas misturas loucas e surpreendentes que eu amo.

Experiência incrível, e eu só tenho a agradecer o convite ao Manuel Luz e Alican.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. É sempre bom ter a sua companhia para falar sobre vinhos. Já ouviu falar em curadoria de arte, moda e literatura? E curadoria de vinhos? Esse é um processo de cuidado e seleção de vinhos.

A seleção é feita considerando aspectos técnicos de qualidade do vinho, o que deve estar acima de todas as opiniões pessoais. Considera-se a apresentação do rótulo na visão do consumidor, situações de consumo e períodos do ano, de acordo com clima e datas comemorativas. Analisa-se o preço e compara-se aos demais produtos similares já disponíveis no mercado.

Fui convidada a participar de uma experiência de curadoria junto com especialistas como Manoel Luz, da Sonoma. Degustamos 20 rótulos numa tarde: vinhos brancos, espumantes brancos, rosés e tintos. Muitos simples, outros muito verdes ainda, amargura acentuado, alguns muito bons, mas com custo elevado para o padrão.

Vinhos gastronômicos, como Terra Siciliane do Pieno Sud: fruta doce, licor de frutas silvestres, um vinho bastante quente, das uvas Nero d'Avola e 25% da uva Frappato, mais uma nova uva para minha lista. É típica da Sicília, e a denominação de origem controlada e garantida Cera Suolo é a mistura de Nero d'Avola com a Frappato. Juro que eu não sabia, achava que Cera Suolo era o nome do vinho e não é: é uma denominação de origem controlada de vinhos da Sicília, elaborados com Nero d'Avola e a uva Frappato.

A Frappato é muito usada em assemblages, não só com a Nero d'Avola, mas também com Nerello Mascarelli, Nero Capuccio e Noceira. Seguimos ainda degustando os vinte rótulos, lembrando que o cuspitor é muito usado nessas degustações técnicas.

O Villa Rossi Rubicone, redondinho, um Sangiovese para pizza; e mais um vinho, o Klein Kloof, um delicioso sul-africano de Merlot e Cabernet Sauvignon, muito frutado e rico, que pede um hambúrguer gourmet. Seguimos adiante com franceses simples, outros complexos, alguns elegantes, outros rústicos e muitos aromas e sabores incríveis, até chegar ao top Cabernet Sauvignon, que eu até esqueci de anotar o nome. Só sei que era muito bom! Aromas de goiaba, morango e figos no vinagre balsâmico. Essas misturas loucas e surpreendentes que eu amo.

Experiência incrível, e eu só tenho a agradecer o convite ao Manuel Luz e Alican.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. É sempre bom ter a sua companhia para falar sobre vinhos. Já ouviu falar em curadoria de arte, moda e literatura? E curadoria de vinhos? Esse é um processo de cuidado e seleção de vinhos.

A seleção é feita considerando aspectos técnicos de qualidade do vinho, o que deve estar acima de todas as opiniões pessoais. Considera-se a apresentação do rótulo na visão do consumidor, situações de consumo e períodos do ano, de acordo com clima e datas comemorativas. Analisa-se o preço e compara-se aos demais produtos similares já disponíveis no mercado.

Fui convidada a participar de uma experiência de curadoria junto com especialistas como Manoel Luz, da Sonoma. Degustamos 20 rótulos numa tarde: vinhos brancos, espumantes brancos, rosés e tintos. Muitos simples, outros muito verdes ainda, amargura acentuado, alguns muito bons, mas com custo elevado para o padrão.

Vinhos gastronômicos, como Terra Siciliane do Pieno Sud: fruta doce, licor de frutas silvestres, um vinho bastante quente, das uvas Nero d'Avola e 25% da uva Frappato, mais uma nova uva para minha lista. É típica da Sicília, e a denominação de origem controlada e garantida Cera Suolo é a mistura de Nero d'Avola com a Frappato. Juro que eu não sabia, achava que Cera Suolo era o nome do vinho e não é: é uma denominação de origem controlada de vinhos da Sicília, elaborados com Nero d'Avola e a uva Frappato.

A Frappato é muito usada em assemblages, não só com a Nero d'Avola, mas também com Nerello Mascarelli, Nero Capuccio e Noceira. Seguimos ainda degustando os vinte rótulos, lembrando que o cuspitor é muito usado nessas degustações técnicas.

O Villa Rossi Rubicone, redondinho, um Sangiovese para pizza; e mais um vinho, o Klein Kloof, um delicioso sul-africano de Merlot e Cabernet Sauvignon, muito frutado e rico, que pede um hambúrguer gourmet. Seguimos adiante com franceses simples, outros complexos, alguns elegantes, outros rústicos e muitos aromas e sabores incríveis, até chegar ao top Cabernet Sauvignon, que eu até esqueci de anotar o nome. Só sei que era muito bom! Aromas de goiaba, morango e figos no vinagre balsâmico. Essas misturas loucas e surpreendentes que eu amo.

Experiência incrível, e eu só tenho a agradecer o convite ao Manuel Luz e Alican.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. É sempre bom ter a sua companhia para falar sobre vinhos. Já ouviu falar em curadoria de arte, moda e literatura? E curadoria de vinhos? Esse é um processo de cuidado e seleção de vinhos.

A seleção é feita considerando aspectos técnicos de qualidade do vinho, o que deve estar acima de todas as opiniões pessoais. Considera-se a apresentação do rótulo na visão do consumidor, situações de consumo e períodos do ano, de acordo com clima e datas comemorativas. Analisa-se o preço e compara-se aos demais produtos similares já disponíveis no mercado.

Fui convidada a participar de uma experiência de curadoria junto com especialistas como Manoel Luz, da Sonoma. Degustamos 20 rótulos numa tarde: vinhos brancos, espumantes brancos, rosés e tintos. Muitos simples, outros muito verdes ainda, amargura acentuado, alguns muito bons, mas com custo elevado para o padrão.

Vinhos gastronômicos, como Terra Siciliane do Pieno Sud: fruta doce, licor de frutas silvestres, um vinho bastante quente, das uvas Nero d'Avola e 25% da uva Frappato, mais uma nova uva para minha lista. É típica da Sicília, e a denominação de origem controlada e garantida Cera Suolo é a mistura de Nero d'Avola com a Frappato. Juro que eu não sabia, achava que Cera Suolo era o nome do vinho e não é: é uma denominação de origem controlada de vinhos da Sicília, elaborados com Nero d'Avola e a uva Frappato.

A Frappato é muito usada em assemblages, não só com a Nero d'Avola, mas também com Nerello Mascarelli, Nero Capuccio e Noceira. Seguimos ainda degustando os vinte rótulos, lembrando que o cuspitor é muito usado nessas degustações técnicas.

O Villa Rossi Rubicone, redondinho, um Sangiovese para pizza; e mais um vinho, o Klein Kloof, um delicioso sul-africano de Merlot e Cabernet Sauvignon, muito frutado e rico, que pede um hambúrguer gourmet. Seguimos adiante com franceses simples, outros complexos, alguns elegantes, outros rústicos e muitos aromas e sabores incríveis, até chegar ao top Cabernet Sauvignon, que eu até esqueci de anotar o nome. Só sei que era muito bom! Aromas de goiaba, morango e figos no vinagre balsâmico. Essas misturas loucas e surpreendentes que eu amo.

Experiência incrível, e eu só tenho a agradecer o convite ao Manuel Luz e Alican.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CURADORIA DO VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Paredones é o nome de um vinhedo que fica na região de Colchagua, um vinhedo da costa fria do Chile, a apenas seis quilômetros do oceano Pacífico, chamado Cool Coast. É pouco explorado, mas tem superpotencial para a produção de uvas de alta qualidade, que se desenvolvem melhor em climas frios.

Produz vinhos de expressão muito frutada, muito fresca e elegante. E é de lá que vem o Cool Coast Pinot Noir, da vinha Casa Silva, uma vinícola tradicional chilena que existe desde 1892.

Degustei o Pinot Noir 2015, 100% da uva Pinot Noir. Pinot Noir de regiões frias se apresentam com muita fruta fresca, como morangos, cerejas, frutas silvestres e framboesas.

Um vinho fresco, de refrescante acidez, taninos suaves e final longo. Elegante. A primavera chegou, e com ela os vinhos mais leves, como este Pinot Noir.

Para completar a elegância e manter a expressão do terroir, o produtor usou barricas usadas, de terceiro uso, para arredondar e dar elegância, sem mascarar o vinho com excesso de madeira.

O Casa Silva Cool Coast Pinot Noir harmoniza com atum, salmão grelhado, pato e queijos de meia-cura com geleia de frutas vermelhas.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Paredones é o nome de um vinhedo que fica na região de Colchagua, um vinhedo da costa fria do Chile, a apenas seis quilômetros do oceano Pacífico, chamado Cool Coast. É pouco explorado, mas tem superpotencial para a produção de uvas de alta qualidade, que se desenvolvem melhor em climas frios.

Produz vinhos de expressão muito frutada, muito fresca e elegante. E é de lá que vem o Cool Coast Pinot Noir, da vinha Casa Silva, uma vinícola tradicional chilena que existe desde 1892.

Degustei o Pinot Noir 2015, 100% da uva Pinot Noir. Pinot Noir de regiões frias se apresentam com muita fruta fresca, como morangos, cerejas, frutas silvestres e framboesas.

Um vinho fresco, de refrescante acidez, taninos suaves e final longo. Elegante. A primavera chegou, e com ela os vinhos mais leves, como este Pinot Noir.

Para completar a elegância e manter a expressão do terroir, o produtor usou barricas usadas, de terceiro uso, para arredondar e dar elegância, sem mascarar o vinho com excesso de madeira.

O Casa Silva Cool Coast Pinot Noir harmoniza com atum, salmão grelhado, pato e queijos de meia-cura com geleia de frutas vermelhas.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Paredones é o nome de um vinhedo que fica na região de Colchagua, um vinhedo da costa fria do Chile, a apenas seis quilômetros do oceano Pacífico, chamado Cool Coast. É pouco explorado, mas tem superpotencial para a produção de uvas de alta qualidade, que se desenvolvem melhor em climas frios.

Produz vinhos de expressão muito frutada, muito fresca e elegante. E é de lá que vem o Cool Coast Pinot Noir, da vinha Casa Silva, uma vinícola tradicional chilena que existe desde 1892.

Degustei o Pinot Noir 2015, 100% da uva Pinot Noir. Pinot Noir de regiões frias se apresentam com muita fruta fresca, como morangos, cerejas, frutas silvestres e framboesas.

Um vinho fresco, de refrescante acidez, taninos suaves e final longo. Elegante. A primavera chegou, e com ela os vinhos mais leves, como este Pinot Noir.

Para completar a elegância e manter a expressão do terroir, o produtor usou barricas usadas, de terceiro uso, para arredondar e dar elegância, sem mascarar o vinho com excesso de madeira.

O Casa Silva Cool Coast Pinot Noir harmoniza com atum, salmão grelhado, pato e queijos de meia-cura com geleia de frutas vermelhas.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Paredones é o nome de um vinhedo que fica na região de Colchagua, um vinhedo da costa fria do Chile, a apenas seis quilômetros do oceano Pacífico, chamado Cool Coast. É pouco explorado, mas tem superpotencial para a produção de uvas de alta qualidade, que se desenvolvem melhor em climas frios.

Produz vinhos de expressão muito frutada, muito fresca e elegante. E é de lá que vem o Cool Coast Pinot Noir, da vinha Casa Silva, uma vinícola tradicional chilena que existe desde 1892.

Degustei o Pinot Noir 2015, 100% da uva Pinot Noir. Pinot Noir de regiões frias se apresentam com muita fruta fresca, como morangos, cerejas, frutas silvestres e framboesas.

Um vinho fresco, de refrescante acidez, taninos suaves e final longo. Elegante. A primavera chegou, e com ela os vinhos mais leves, como este Pinot Noir.

Para completar a elegância e manter a expressão do terroir, o produtor usou barricas usadas, de terceiro uso, para arredondar e dar elegância, sem mascarar o vinho com excesso de madeira.

O Casa Silva Cool Coast Pinot Noir harmoniza com atum, salmão grelhado, pato e queijos de meia-cura com geleia de frutas vermelhas.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ VINHEDO PAREDONES]]></title>
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        <url>https://digital.cadena.com.brhttps://cadena-high-volume.b-cdn.net/uploads/episode/image/268874821/thumbnail_M%C3%BAsica_e_Vinho_sem_patrocinio.jpg</url>
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      <pubDate>Tue, 17 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[aber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Nossa, que vinho bom! Muito bom, excelente, delicioso!

Quando a gente começa a beber vinhos e ainda não consegue descrever o que sentimos, é assim mesmo, mas já é o primeiro passo.

Vinho é assim: vivo, evolui, melhora, muda, amadurece, trava a língua, saliva, esquenta, refresca, oxida, envelhece e até explode, como os espumantes. Tudo é possível.

O exercício da degustação é gostoso, divertido e vai te levar a esse caminho de entender cada sensação que o vinho te traz.

As etapas são: visual, aromática e gustativa.

Primeiro, sirva um terço da taça e observe a coloração. Vinhos brancos ganham cor com a idade, e vinhos tintos perdem coloração. Você ainda pode analisar o brilho ou a opacidade da cor.

Os exercícios da degustação são gostosos, divertidos e vão te levar a esse caminho. Reflexos e mudanças de tonalidade da cor, e a famosa lágrima do vinho: fazendo o giro, quanto mais rápido escorrer o líquido, menos alcoólico é o vinho.

Só é possível entender essas variações de coloração se colocar estilos diferentes nas taças, uma ao lado da outra. Assim, você vai ampliar seu conhecimento fazendo comparações.

Um vinho da uva Chardonnay, com barricas, ao lado de um Sauvignon Blanc jovem, tem grande diferença.

Já os vinhos brancos, dentro das garrafas, nas prateleiras ou ainda na adega, às vezes você pode confundir com o vinho tinto, porque parece tudo igual.

Exercícios como este são bem divertidos. E, se você também já fez essa degustação, lembre-se de compartilhar conosco usando a hashtag #musicaemvinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[aber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Nossa, que vinho bom! Muito bom, excelente, delicioso!

Quando a gente começa a beber vinhos e ainda não consegue descrever o que sentimos, é assim mesmo, mas já é o primeiro passo.

Vinho é assim: vivo, evolui, melhora, muda, amadurece, trava a língua, saliva, esquenta, refresca, oxida, envelhece e até explode, como os espumantes. Tudo é possível.

O exercício da degustação é gostoso, divertido e vai te levar a esse caminho de entender cada sensação que o vinho te traz.

As etapas são: visual, aromática e gustativa.

Primeiro, sirva um terço da taça e observe a coloração. Vinhos brancos ganham cor com a idade, e vinhos tintos perdem coloração. Você ainda pode analisar o brilho ou a opacidade da cor.

Os exercícios da degustação são gostosos, divertidos e vão te levar a esse caminho. Reflexos e mudanças de tonalidade da cor, e a famosa lágrima do vinho: fazendo o giro, quanto mais rápido escorrer o líquido, menos alcoólico é o vinho.

Só é possível entender essas variações de coloração se colocar estilos diferentes nas taças, uma ao lado da outra. Assim, você vai ampliar seu conhecimento fazendo comparações.

Um vinho da uva Chardonnay, com barricas, ao lado de um Sauvignon Blanc jovem, tem grande diferença.

Já os vinhos brancos, dentro das garrafas, nas prateleiras ou ainda na adega, às vezes você pode confundir com o vinho tinto, porque parece tudo igual.

Exercícios como este são bem divertidos. E, se você também já fez essa degustação, lembre-se de compartilhar conosco usando a hashtag #musicaemvinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[aber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Nossa, que vinho bom! Muito bom, excelente, delicioso!

Quando a gente começa a beber vinhos e ainda não consegue descrever o que sentimos, é assim mesmo, mas já é o primeiro passo.

Vinho é assim: vivo, evolui, melhora, muda, amadurece, trava a língua, saliva, esquenta, refresca, oxida, envelhece e até explode, como os espumantes. Tudo é possível.

O exercício da degustação é gostoso, divertido e vai te levar a esse caminho de entender cada sensação que o vinho te traz.

As etapas são: visual, aromática e gustativa.

Primeiro, sirva um terço da taça e observe a coloração. Vinhos brancos ganham cor com a idade, e vinhos tintos perdem coloração. Você ainda pode analisar o brilho ou a opacidade da cor.

Os exercícios da degustação são gostosos, divertidos e vão te levar a esse caminho. Reflexos e mudanças de tonalidade da cor, e a famosa lágrima do vinho: fazendo o giro, quanto mais rápido escorrer o líquido, menos alcoólico é o vinho.

Só é possível entender essas variações de coloração se colocar estilos diferentes nas taças, uma ao lado da outra. Assim, você vai ampliar seu conhecimento fazendo comparações.

Um vinho da uva Chardonnay, com barricas, ao lado de um Sauvignon Blanc jovem, tem grande diferença.

Já os vinhos brancos, dentro das garrafas, nas prateleiras ou ainda na adega, às vezes você pode confundir com o vinho tinto, porque parece tudo igual.

Exercícios como este são bem divertidos. E, se você também já fez essa degustação, lembre-se de compartilhar conosco usando a hashtag #musicaemvinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[aber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Nossa, que vinho bom! Muito bom, excelente, delicioso!

Quando a gente começa a beber vinhos e ainda não consegue descrever o que sentimos, é assim mesmo, mas já é o primeiro passo.

Vinho é assim: vivo, evolui, melhora, muda, amadurece, trava a língua, saliva, esquenta, refresca, oxida, envelhece e até explode, como os espumantes. Tudo é possível.

O exercício da degustação é gostoso, divertido e vai te levar a esse caminho de entender cada sensação que o vinho te traz.

As etapas são: visual, aromática e gustativa.

Primeiro, sirva um terço da taça e observe a coloração. Vinhos brancos ganham cor com a idade, e vinhos tintos perdem coloração. Você ainda pode analisar o brilho ou a opacidade da cor.

Os exercícios da degustação são gostosos, divertidos e vão te levar a esse caminho. Reflexos e mudanças de tonalidade da cor, e a famosa lágrima do vinho: fazendo o giro, quanto mais rápido escorrer o líquido, menos alcoólico é o vinho.

Só é possível entender essas variações de coloração se colocar estilos diferentes nas taças, uma ao lado da outra. Assim, você vai ampliar seu conhecimento fazendo comparações.

Um vinho da uva Chardonnay, com barricas, ao lado de um Sauvignon Blanc jovem, tem grande diferença.

Já os vinhos brancos, dentro das garrafas, nas prateleiras ou ainda na adega, às vezes você pode confundir com o vinho tinto, porque parece tudo igual.

Exercícios como este são bem divertidos. E, se você também já fez essa degustação, lembre-se de compartilhar conosco usando a hashtag #musicaemvinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ETAPAS DO VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO CUESTA CHICA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS AUSTRIACOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O sul da Itália não para de nos surpreender. Desta vez, com a uva Aglianico, do grego Eleanico, que significa “o que vem da Grécia”.
Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século 17 a.C., em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e a Basilicata.
As características da uva Aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento.
Degustei o Colepetrito Aglianico, com 10 dias de maceração e remontagem diária, para extrair ainda mais potencial do vinho, com mais extratos. Tem notas de chocolate, especiarias e café, e boa percepção e persistência.
Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média. É um vinho ideal para queijos temperados, para carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como o cordeiro, bem estruturado, envolvente e persistente.
Alguns vinhos da uva Aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes que são comparados aos vinhos Barolo, produzidos ao norte da Itália. Por isso, os Aglianicos ganham também o apelido de “Barolos do sul”.
Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação. Uma ótima manhã para você.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O sul da Itália não para de nos surpreender. Desta vez, com a uva Aglianico, do grego Eleanico, que significa “o que vem da Grécia”.
Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século 17 a.C., em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e a Basilicata.
As características da uva Aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento.
Degustei o Colepetrito Aglianico, com 10 dias de maceração e remontagem diária, para extrair ainda mais potencial do vinho, com mais extratos. Tem notas de chocolate, especiarias e café, e boa percepção e persistência.
Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média. É um vinho ideal para queijos temperados, para carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como o cordeiro, bem estruturado, envolvente e persistente.
Alguns vinhos da uva Aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes que são comparados aos vinhos Barolo, produzidos ao norte da Itália. Por isso, os Aglianicos ganham também o apelido de “Barolos do sul”.
Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação. Uma ótima manhã para você.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O sul da Itália não para de nos surpreender. Desta vez, com a uva Aglianico, do grego Eleanico, que significa “o que vem da Grécia”.
Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século 17 a.C., em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e a Basilicata.
As características da uva Aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento.
Degustei o Colepetrito Aglianico, com 10 dias de maceração e remontagem diária, para extrair ainda mais potencial do vinho, com mais extratos. Tem notas de chocolate, especiarias e café, e boa percepção e persistência.
Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média. É um vinho ideal para queijos temperados, para carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como o cordeiro, bem estruturado, envolvente e persistente.
Alguns vinhos da uva Aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes que são comparados aos vinhos Barolo, produzidos ao norte da Itália. Por isso, os Aglianicos ganham também o apelido de “Barolos do sul”.
Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação. Uma ótima manhã para você.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O sul da Itália não para de nos surpreender. Desta vez, com a uva Aglianico, do grego Eleanico, que significa “o que vem da Grécia”.
Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século 17 a.C., em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e a Basilicata.
As características da uva Aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento.
Degustei o Colepetrito Aglianico, com 10 dias de maceração e remontagem diária, para extrair ainda mais potencial do vinho, com mais extratos. Tem notas de chocolate, especiarias e café, e boa percepção e persistência.
Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média. É um vinho ideal para queijos temperados, para carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como o cordeiro, bem estruturado, envolvente e persistente.
Alguns vinhos da uva Aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes que são comparados aos vinhos Barolo, produzidos ao norte da Itália. Por isso, os Aglianicos ganham também o apelido de “Barolos do sul”.
Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação. Uma ótima manhã para você.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA  AGLIANICO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[ADEGA EM CASA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vamos à nossa taça de conhecimento de hoje.

A África do Sul é, para muitos especialistas do mundo do vinho, considerada uma ponte entre os vinhos do Novo e do Velho Mundo.

A região do Cabo Ocidental é onde a produção se concentra. Por lá, os vinhedos se misturam às paisagens naturais, que são uma mescla entre montanhas, vales e planaltos. E isso é interessante, pois permite uma grande diversidade de estilos de vinhos. Sensacional!

O cultivo de videiras se iniciou na África do Sul pelas mãos dos holandeses, por volta de 1650. Porém, a produção de vinho começa a ter intensidade com a chegada dos franceses, que trouxeram seu rico conhecimento em meados de 1680.

A uva emblemática deste país é a tinta Pinotage, uma variedade com muita história e singularidade.

Hoje, o Musica&Vinho destaca um vinho sul-africano conhecido em todo o mundo. O vinho Chocolate Block é um blend composto pelas tintas Grenache, Syrah, Cabernet e Cinsaut, e pela branca Viognier.

O vinho é robusto, mostrando intensidade em aromas e sabores que vão desde floral, frutos vermelhos e negros maduros, até especiarias, tostado e couro.

Um brinde aos vinhos estilosos da África do Sul! E um brinde especial a você, ouvinte do Musica&Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa lá no meu Instagram. Será um prazer.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vamos à nossa taça de conhecimento de hoje.

A África do Sul é, para muitos especialistas do mundo do vinho, considerada uma ponte entre os vinhos do Novo e do Velho Mundo.

A região do Cabo Ocidental é onde a produção se concentra. Por lá, os vinhedos se misturam às paisagens naturais, que são uma mescla entre montanhas, vales e planaltos. E isso é interessante, pois permite uma grande diversidade de estilos de vinhos. Sensacional!

O cultivo de videiras se iniciou na África do Sul pelas mãos dos holandeses, por volta de 1650. Porém, a produção de vinho começa a ter intensidade com a chegada dos franceses, que trouxeram seu rico conhecimento em meados de 1680.

A uva emblemática deste país é a tinta Pinotage, uma variedade com muita história e singularidade.

Hoje, o Musica&Vinho destaca um vinho sul-africano conhecido em todo o mundo. O vinho Chocolate Block é um blend composto pelas tintas Grenache, Syrah, Cabernet e Cinsaut, e pela branca Viognier.

O vinho é robusto, mostrando intensidade em aromas e sabores que vão desde floral, frutos vermelhos e negros maduros, até especiarias, tostado e couro.

Um brinde aos vinhos estilosos da África do Sul! E um brinde especial a você, ouvinte do Musica&Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa lá no meu Instagram. Será um prazer.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vamos à nossa taça de conhecimento de hoje.

A África do Sul é, para muitos especialistas do mundo do vinho, considerada uma ponte entre os vinhos do Novo e do Velho Mundo.

A região do Cabo Ocidental é onde a produção se concentra. Por lá, os vinhedos se misturam às paisagens naturais, que são uma mescla entre montanhas, vales e planaltos. E isso é interessante, pois permite uma grande diversidade de estilos de vinhos. Sensacional!

O cultivo de videiras se iniciou na África do Sul pelas mãos dos holandeses, por volta de 1650. Porém, a produção de vinho começa a ter intensidade com a chegada dos franceses, que trouxeram seu rico conhecimento em meados de 1680.

A uva emblemática deste país é a tinta Pinotage, uma variedade com muita história e singularidade.

Hoje, o Musica&Vinho destaca um vinho sul-africano conhecido em todo o mundo. O vinho Chocolate Block é um blend composto pelas tintas Grenache, Syrah, Cabernet e Cinsaut, e pela branca Viognier.

O vinho é robusto, mostrando intensidade em aromas e sabores que vão desde floral, frutos vermelhos e negros maduros, até especiarias, tostado e couro.

Um brinde aos vinhos estilosos da África do Sul! E um brinde especial a você, ouvinte do Musica&Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa lá no meu Instagram. Será um prazer.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vamos à nossa taça de conhecimento de hoje.

A África do Sul é, para muitos especialistas do mundo do vinho, considerada uma ponte entre os vinhos do Novo e do Velho Mundo.

A região do Cabo Ocidental é onde a produção se concentra. Por lá, os vinhedos se misturam às paisagens naturais, que são uma mescla entre montanhas, vales e planaltos. E isso é interessante, pois permite uma grande diversidade de estilos de vinhos. Sensacional!

O cultivo de videiras se iniciou na África do Sul pelas mãos dos holandeses, por volta de 1650. Porém, a produção de vinho começa a ter intensidade com a chegada dos franceses, que trouxeram seu rico conhecimento em meados de 1680.

A uva emblemática deste país é a tinta Pinotage, uma variedade com muita história e singularidade.

Hoje, o Musica&Vinho destaca um vinho sul-africano conhecido em todo o mundo. O vinho Chocolate Block é um blend composto pelas tintas Grenache, Syrah, Cabernet e Cinsaut, e pela branca Viognier.

O vinho é robusto, mostrando intensidade em aromas e sabores que vão desde floral, frutos vermelhos e negros maduros, até especiarias, tostado e couro.

Um brinde aos vinhos estilosos da África do Sul! E um brinde especial a você, ouvinte do Musica&Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa lá no meu Instagram. Será um prazer.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS ESTILOSOS DA ÁFRICA DO SUL ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS SEM SAFRAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 29 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO CHATEAU]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 25 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Harmonizações com Tempranillo. A uva da Península Ibérica, Tempranillo, tem outras dezenas de nomes pelo mundo e outros tantos rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. 

Pode ser um Tempranillo espanhol, um argentino ou brasileiro da região da Serra Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha. 

Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, defumado, baunilha e caramelo. Podem evoluir para frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem por madeira. Apresentam acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos? Outras sugestões de harmonizações vão desde um atum com crosta de gergelim e ervas para um Tempranillo sem madeira, mais jovem, com taninos leves. Um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado, pode ser um Angus, um cordeiro assado marinado no próprio vinho tinto. 

E que tal um arroz de pato com chorizo, um cozido português, uma rabada com polenta? Já deu água na boca? Já está salivando por um Tempranillo?

Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação. Lembre-se sempre: se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Harmonizações com Tempranillo. A uva da Península Ibérica, Tempranillo, tem outras dezenas de nomes pelo mundo e outros tantos rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. 

Pode ser um Tempranillo espanhol, um argentino ou brasileiro da região da Serra Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha. 

Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, defumado, baunilha e caramelo. Podem evoluir para frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem por madeira. Apresentam acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos? Outras sugestões de harmonizações vão desde um atum com crosta de gergelim e ervas para um Tempranillo sem madeira, mais jovem, com taninos leves. Um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado, pode ser um Angus, um cordeiro assado marinado no próprio vinho tinto. 

E que tal um arroz de pato com chorizo, um cozido português, uma rabada com polenta? Já deu água na boca? Já está salivando por um Tempranillo?

Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação. Lembre-se sempre: se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Harmonizações com Tempranillo. A uva da Península Ibérica, Tempranillo, tem outras dezenas de nomes pelo mundo e outros tantos rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. 

Pode ser um Tempranillo espanhol, um argentino ou brasileiro da região da Serra Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha. 

Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, defumado, baunilha e caramelo. Podem evoluir para frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem por madeira. Apresentam acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos? Outras sugestões de harmonizações vão desde um atum com crosta de gergelim e ervas para um Tempranillo sem madeira, mais jovem, com taninos leves. Um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado, pode ser um Angus, um cordeiro assado marinado no próprio vinho tinto. 

E que tal um arroz de pato com chorizo, um cozido português, uma rabada com polenta? Já deu água na boca? Já está salivando por um Tempranillo?

Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação. Lembre-se sempre: se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Harmonizações com Tempranillo. A uva da Península Ibérica, Tempranillo, tem outras dezenas de nomes pelo mundo e outros tantos rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. 

Pode ser um Tempranillo espanhol, um argentino ou brasileiro da região da Serra Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha. 

Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, defumado, baunilha e caramelo. Podem evoluir para frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem por madeira. Apresentam acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos? Outras sugestões de harmonizações vão desde um atum com crosta de gergelim e ervas para um Tempranillo sem madeira, mais jovem, com taninos leves. Um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado, pode ser um Angus, um cordeiro assado marinado no próprio vinho tinto. 

E que tal um arroz de pato com chorizo, um cozido português, uma rabada com polenta? Já deu água na boca? Já está salivando por um Tempranillo?

Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação. Lembre-se sempre: se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO COM TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUEIJO BRIE E GELEIA COM CHAMPANHE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DIA DA SANGRIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas, na Itália: a casta branca Grillo.

É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado Vinho de Marsala.

A variedade Grillo tem muita história, e sua origem mais aceita é a Sicília, sendo resultado do cruzamento das castas Catarratto e Moscato de Alexandria. Outra hipótese sobre seu surgimento aponta para o sul da Itália, mais precisamente para a região da Puglia, no salto da bota do mapa da Itália.

Existem relatos de que essa uva era utilizada no vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C.

Um vinho que recomendo, elaborado com 100% da uva Grillo, é o Cusumano Shamaris Grillo DOC, cujas uvas são cultivadas em solos arenosos das terras sicilianas.

O vinho amadurece por quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade aos aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, sendo ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole, como, por exemplo, o brie.

Sensacional!

Um brinde à história da casta Grillo e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas, na Itália: a casta branca Grillo.

É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado Vinho de Marsala.

A variedade Grillo tem muita história, e sua origem mais aceita é a Sicília, sendo resultado do cruzamento das castas Catarratto e Moscato de Alexandria. Outra hipótese sobre seu surgimento aponta para o sul da Itália, mais precisamente para a região da Puglia, no salto da bota do mapa da Itália.

Existem relatos de que essa uva era utilizada no vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C.

Um vinho que recomendo, elaborado com 100% da uva Grillo, é o Cusumano Shamaris Grillo DOC, cujas uvas são cultivadas em solos arenosos das terras sicilianas.

O vinho amadurece por quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade aos aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, sendo ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole, como, por exemplo, o brie.

Sensacional!

Um brinde à história da casta Grillo e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas, na Itália: a casta branca Grillo.

É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado Vinho de Marsala.

A variedade Grillo tem muita história, e sua origem mais aceita é a Sicília, sendo resultado do cruzamento das castas Catarratto e Moscato de Alexandria. Outra hipótese sobre seu surgimento aponta para o sul da Itália, mais precisamente para a região da Puglia, no salto da bota do mapa da Itália.

Existem relatos de que essa uva era utilizada no vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C.

Um vinho que recomendo, elaborado com 100% da uva Grillo, é o Cusumano Shamaris Grillo DOC, cujas uvas são cultivadas em solos arenosos das terras sicilianas.

O vinho amadurece por quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade aos aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, sendo ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole, como, por exemplo, o brie.

Sensacional!

Um brinde à história da casta Grillo e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas, na Itália: a casta branca Grillo.

É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado Vinho de Marsala.

A variedade Grillo tem muita história, e sua origem mais aceita é a Sicília, sendo resultado do cruzamento das castas Catarratto e Moscato de Alexandria. Outra hipótese sobre seu surgimento aponta para o sul da Itália, mais precisamente para a região da Puglia, no salto da bota do mapa da Itália.

Existem relatos de que essa uva era utilizada no vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C.

Um vinho que recomendo, elaborado com 100% da uva Grillo, é o Cusumano Shamaris Grillo DOC, cujas uvas são cultivadas em solos arenosos das terras sicilianas.

O vinho amadurece por quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade aos aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, sendo ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole, como, por exemplo, o brie.

Sensacional!

Um brinde à história da casta Grillo e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A UVA GRILLO: A BRANCA DA SICÍLIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO LE ROSE DE LAPOSTOLLE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ETAPAS DA DEGUSTAÇÃO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SISTEMA DE CONDUÇÃO DA VIDEIRA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 May 2025 08:47:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[WINE MAP]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO ZIRLO TALENTI]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TAMPAS DE ROSCA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO NAS RECEITAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura.

A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor; são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fáceis e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália, e Alvo Pinogridio está entre as minhas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha Aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e limão — os mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca, para facilitar.

Pode gelar, beber jovem e acompanhar com risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto.

Para lembrar que esse vinho é siciliano, há leves toques de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura.

A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor; são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fáceis e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália, e Alvo Pinogridio está entre as minhas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha Aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e limão — os mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca, para facilitar.

Pode gelar, beber jovem e acompanhar com risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto.

Para lembrar que esse vinho é siciliano, há leves toques de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura.

A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor; são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fáceis e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália, e Alvo Pinogridio está entre as minhas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha Aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e limão — os mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca, para facilitar.

Pode gelar, beber jovem e acompanhar com risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto.

Para lembrar que esse vinho é siciliano, há leves toques de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura.

A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor; são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fáceis e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália, e Alvo Pinogridio está entre as minhas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha Aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e limão — os mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca, para facilitar.

Pode gelar, beber jovem e acompanhar com risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto.

Para lembrar que esse vinho é siciliano, há leves toques de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINÍCOLA BARONE MONTALTO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO PIZZATO CONCENTUS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO LA VIEILLE FERME]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VELHO MUNDO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A taça de conhecimento de hoje tem bojo largo, haste comprida e é conhecida como taça Borgonha ou taça Pinot Noir, e é dela que iremos falar hoje, a uva Pinot Noir. Os primeiros cultivos desta uva datam de 150 antes de Cristo, sendo cultivada na Borgonha desde 1375, onde se adaptou e se mostra de forma ímpar. É uma uva de difícil cultivo e adaptação, porém é capaz de produzir vinhos de extrema elegância, podendo ter preços altíssimos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A taça de conhecimento de hoje tem bojo largo, haste comprida e é conhecida como taça Borgonha ou taça Pinot Noir, e é dela que iremos falar hoje, a uva Pinot Noir. Os primeiros cultivos desta uva datam de 150 antes de Cristo, sendo cultivada na Borgonha desde 1375, onde se adaptou e se mostra de forma ímpar. É uma uva de difícil cultivo e adaptação, porém é capaz de produzir vinhos de extrema elegância, podendo ter preços altíssimos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A taça de conhecimento de hoje tem bojo largo, haste comprida e é conhecida como taça Borgonha ou taça Pinot Noir, e é dela que iremos falar hoje, a uva Pinot Noir. Os primeiros cultivos desta uva datam de 150 antes de Cristo, sendo cultivada na Borgonha desde 1375, onde se adaptou e se mostra de forma ímpar. É uma uva de difícil cultivo e adaptação, porém é capaz de produzir vinhos de extrema elegância, podendo ter preços altíssimos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A taça de conhecimento de hoje tem bojo largo, haste comprida e é conhecida como taça Borgonha ou taça Pinot Noir, e é dela que iremos falar hoje, a uva Pinot Noir. Os primeiros cultivos desta uva datam de 150 antes de Cristo, sendo cultivada na Borgonha desde 1375, onde se adaptou e se mostra de forma ímpar. É uma uva de difícil cultivo e adaptação, porém é capaz de produzir vinhos de extrema elegância, podendo ter preços altíssimos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PINOT NOIR: UMA UVA DE DIFÍCIL CULTIVO E EXTREMA ELEGÂNCIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS BRANCOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah.

Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perrin, proprietária do ícone Château de Beaucastel.

O Vansobre da Família Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache, plantadas em socalcos de mais ou menos 300 metros, em um terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira. Depois, só a Syrah envelhece em carvalho por um ano.

Ganhamos, assim, um vinho fino, intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, com muita fruta madura e toques de especiarias.

Super gastronômico!

Harmonizei o meu Vansobre da Família Perrin com um filé au poivre, que ficou perfeito.

Ótimo Vansobre pra você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah.

Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perrin, proprietária do ícone Château de Beaucastel.

O Vansobre da Família Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache, plantadas em socalcos de mais ou menos 300 metros, em um terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira. Depois, só a Syrah envelhece em carvalho por um ano.

Ganhamos, assim, um vinho fino, intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, com muita fruta madura e toques de especiarias.

Super gastronômico!

Harmonizei o meu Vansobre da Família Perrin com um filé au poivre, que ficou perfeito.

Ótimo Vansobre pra você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah.

Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perrin, proprietária do ícone Château de Beaucastel.

O Vansobre da Família Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache, plantadas em socalcos de mais ou menos 300 metros, em um terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira. Depois, só a Syrah envelhece em carvalho por um ano.

Ganhamos, assim, um vinho fino, intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, com muita fruta madura e toques de especiarias.

Super gastronômico!

Harmonizei o meu Vansobre da Família Perrin com um filé au poivre, que ficou perfeito.

Ótimo Vansobre pra você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Châteauneuf-du-Pape.

Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva Syrah.

Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perrin, proprietária do ícone Château de Beaucastel.

O Vansobre da Família Perrin tem 50% de Syrah e 50% da uva tinta Grenache, plantadas em socalcos de mais ou menos 300 metros, em um terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox, e a Syrah em tanques de madeira. Depois, só a Syrah envelhece em carvalho por um ano.

Ganhamos, assim, um vinho fino, intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, com muita fruta madura e toques de especiarias.

Super gastronômico!

Harmonizei o meu Vansobre da Família Perrin com um filé au poivre, que ficou perfeito.

Ótimo Vansobre pra você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Uma ótima manhã pra você, obrigada pela sua companhia de sempre, pra você que curte Música e Vinho, um ícone do uco da Argentina.

O Música e Vinho de hoje é pra você que ama vinhos tintos mais presentes, mais marcados em boca, taninos integrados, final longo e consistente. É o supervinho do renomado consultor e enólogo francês Michel Rolland. Ele decidiu fazer um supervinho no estilo dos Grand Cruz de Bordeaux, nas terras da Argentina, e convidou alguns amigos produtores franceses pra investir no projeto, que é um sucesso.

O Clos de La Ciete. Um vinho elaborado com corte das uvas Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot, Sihai, Petit Verdot. São 10 meses de amadurecimento, tem um bom potencial de guarda, pode chegar a 10 anos. Boas pontuações pela criatividade, crítica e, o principal, não tem preço estratosférico.

Tem uma cor intensa e vibrante, notas maduras como pimenta negra, tosta e até um terroso. Vale muito curtir este símbolo da Argentina, Clos de Lausiette de Michel Roland. Lembre-se sempre de manter a moderação, só assim você poderá aproveitar o seu próximo vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Uma ótima manhã pra você, obrigada pela sua companhia de sempre, pra você que curte Música e Vinho, um ícone do uco da Argentina.

O Música e Vinho de hoje é pra você que ama vinhos tintos mais presentes, mais marcados em boca, taninos integrados, final longo e consistente. É o supervinho do renomado consultor e enólogo francês Michel Rolland. Ele decidiu fazer um supervinho no estilo dos Grand Cruz de Bordeaux, nas terras da Argentina, e convidou alguns amigos produtores franceses pra investir no projeto, que é um sucesso.

O Clos de La Ciete. Um vinho elaborado com corte das uvas Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot, Sihai, Petit Verdot. São 10 meses de amadurecimento, tem um bom potencial de guarda, pode chegar a 10 anos. Boas pontuações pela criatividade, crítica e, o principal, não tem preço estratosférico.

Tem uma cor intensa e vibrante, notas maduras como pimenta negra, tosta e até um terroso. Vale muito curtir este símbolo da Argentina, Clos de Lausiette de Michel Roland. Lembre-se sempre de manter a moderação, só assim você poderá aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Uma ótima manhã pra você, obrigada pela sua companhia de sempre, pra você que curte Música e Vinho, um ícone do uco da Argentina.

O Música e Vinho de hoje é pra você que ama vinhos tintos mais presentes, mais marcados em boca, taninos integrados, final longo e consistente. É o supervinho do renomado consultor e enólogo francês Michel Rolland. Ele decidiu fazer um supervinho no estilo dos Grand Cruz de Bordeaux, nas terras da Argentina, e convidou alguns amigos produtores franceses pra investir no projeto, que é um sucesso.

O Clos de La Ciete. Um vinho elaborado com corte das uvas Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot, Sihai, Petit Verdot. São 10 meses de amadurecimento, tem um bom potencial de guarda, pode chegar a 10 anos. Boas pontuações pela criatividade, crítica e, o principal, não tem preço estratosférico.

Tem uma cor intensa e vibrante, notas maduras como pimenta negra, tosta e até um terroso. Vale muito curtir este símbolo da Argentina, Clos de Lausiette de Michel Roland. Lembre-se sempre de manter a moderação, só assim você poderá aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Uma ótima manhã pra você, obrigada pela sua companhia de sempre, pra você que curte Música e Vinho, um ícone do uco da Argentina.

O Música e Vinho de hoje é pra você que ama vinhos tintos mais presentes, mais marcados em boca, taninos integrados, final longo e consistente. É o supervinho do renomado consultor e enólogo francês Michel Rolland. Ele decidiu fazer um supervinho no estilo dos Grand Cruz de Bordeaux, nas terras da Argentina, e convidou alguns amigos produtores franceses pra investir no projeto, que é um sucesso.

O Clos de La Ciete. Um vinho elaborado com corte das uvas Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot, Sihai, Petit Verdot. São 10 meses de amadurecimento, tem um bom potencial de guarda, pode chegar a 10 anos. Boas pontuações pela criatividade, crítica e, o principal, não tem preço estratosférico.

Tem uma cor intensa e vibrante, notas maduras como pimenta negra, tosta e até um terroso. Vale muito curtir este símbolo da Argentina, Clos de Lausiette de Michel Roland. Lembre-se sempre de manter a moderação, só assim você poderá aproveitar o seu próximo vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUPER VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O VINHO E SEUS DEUSES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[REI DOS VINHOS E O VINHO DOS REIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Por isso, lancei o desafio: vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que vocês amaram e me dizerem o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países diferentes. Tanto faz se da Itália ou dos Estados Unidos: o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada pode não te agradar.

E olha que tem uvas para as quais eu torcia o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra, eu tentava de novo, e foi aí que passei a gostar da uva Nero d'Avola, por exemplo, que eu achava totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares, com notas defumadas, taninos presentes sem serem tão duros e um final mais macio, embora ainda mantenham essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, ou algum que te surpreendeu após algumas degustações, conte para mim. Quero compartilhar essas experiências com vocês aqui no Musique Vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Por isso, lancei o desafio: vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que vocês amaram e me dizerem o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países diferentes. Tanto faz se da Itália ou dos Estados Unidos: o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada pode não te agradar.

E olha que tem uvas para as quais eu torcia o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra, eu tentava de novo, e foi aí que passei a gostar da uva Nero d'Avola, por exemplo, que eu achava totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares, com notas defumadas, taninos presentes sem serem tão duros e um final mais macio, embora ainda mantenham essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, ou algum que te surpreendeu após algumas degustações, conte para mim. Quero compartilhar essas experiências com vocês aqui no Musique Vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Por isso, lancei o desafio: vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que vocês amaram e me dizerem o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países diferentes. Tanto faz se da Itália ou dos Estados Unidos: o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada pode não te agradar.

E olha que tem uvas para as quais eu torcia o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra, eu tentava de novo, e foi aí que passei a gostar da uva Nero d'Avola, por exemplo, que eu achava totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares, com notas defumadas, taninos presentes sem serem tão duros e um final mais macio, embora ainda mantenham essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, ou algum que te surpreendeu após algumas degustações, conte para mim. Quero compartilhar essas experiências com vocês aqui no Musique Vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Por isso, lancei o desafio: vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que vocês amaram e me dizerem o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países diferentes. Tanto faz se da Itália ou dos Estados Unidos: o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada pode não te agradar.

E olha que tem uvas para as quais eu torcia o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra, eu tentava de novo, e foi aí que passei a gostar da uva Nero d'Avola, por exemplo, que eu achava totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares, com notas defumadas, taninos presentes sem serem tão duros e um final mais macio, embora ainda mantenham essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, ou algum que te surpreendeu após algumas degustações, conte para mim. Quero compartilhar essas experiências com vocês aqui no Musique Vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
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      <title><![CDATA[UVA PRIMITIVO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHOS ITALIANO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, nossa taça de conhecimento sobre o maravilhoso mundo do vinho.

Hoje falaremos de um vinho nacional que encanta pelo equilíbrio e alta qualidade: o Reserva Alma Única Syrah.

A Vinícola Alma Única foi fundada em 2008, no Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul, distante da capital, Porto Alegre, cerca de 120 km. A vinícola é de propriedade de dois irmãos gêmeos, Magda e Márcio Brandelli.

Dentre uma gama de diversas propostas de vinhos, o Reserva Syrah se destaca pela qualidade e relação de custo-benefício. Um tinto de cor intensa, digna da casta Syrah, um vinho carnudo, bem intenso e com um final de boca longo.

Pimenta-preta, um certo chocolate, frutas escuras maduras, couro e defumado mostram a riqueza aromática deste vinho. A estrutura tânica deste Reserva Syrah é bem relevante, o que proporciona um tempo de guarda superior a 6 anos.

Um fator importante é o tempo de passagem por barricas. Acredite: são 20 meses, sendo 10 meses em barrica de carvalho americano e os outros 10 meses em carvalho francês. Que equilíbrio!

A temperatura ideal de serviço é entre 15 e 18 graus. Dessa forma, seus aromas prevalecerão.

Recomendo a harmonização com costela suína ao molho agridoce ou, até mesmo, um cordeiro assado com ervas aromáticas.

Uma notícia triste sobre a Vinícola Alma Única foi o falecimento de Márcio Brandelli, em 2020, um grande enólogo que, com certeza, será inesquecível, pois seus vinhos continuarão contando a sua história.

Tenho um grande amigo chamado Ivo, um apaixonado por vinhos e, principalmente, pelos vinhos da Alma Única, a quem fica o meu abraço.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe lá no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, nossa taça de conhecimento sobre o maravilhoso mundo do vinho.

Hoje falaremos de um vinho nacional que encanta pelo equilíbrio e alta qualidade: o Reserva Alma Única Syrah.

A Vinícola Alma Única foi fundada em 2008, no Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul, distante da capital, Porto Alegre, cerca de 120 km. A vinícola é de propriedade de dois irmãos gêmeos, Magda e Márcio Brandelli.

Dentre uma gama de diversas propostas de vinhos, o Reserva Syrah se destaca pela qualidade e relação de custo-benefício. Um tinto de cor intensa, digna da casta Syrah, um vinho carnudo, bem intenso e com um final de boca longo.

Pimenta-preta, um certo chocolate, frutas escuras maduras, couro e defumado mostram a riqueza aromática deste vinho. A estrutura tânica deste Reserva Syrah é bem relevante, o que proporciona um tempo de guarda superior a 6 anos.

Um fator importante é o tempo de passagem por barricas. Acredite: são 20 meses, sendo 10 meses em barrica de carvalho americano e os outros 10 meses em carvalho francês. Que equilíbrio!

A temperatura ideal de serviço é entre 15 e 18 graus. Dessa forma, seus aromas prevalecerão.

Recomendo a harmonização com costela suína ao molho agridoce ou, até mesmo, um cordeiro assado com ervas aromáticas.

Uma notícia triste sobre a Vinícola Alma Única foi o falecimento de Márcio Brandelli, em 2020, um grande enólogo que, com certeza, será inesquecível, pois seus vinhos continuarão contando a sua história.

Tenho um grande amigo chamado Ivo, um apaixonado por vinhos e, principalmente, pelos vinhos da Alma Única, a quem fica o meu abraço.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe lá no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, nossa taça de conhecimento sobre o maravilhoso mundo do vinho.

Hoje falaremos de um vinho nacional que encanta pelo equilíbrio e alta qualidade: o Reserva Alma Única Syrah.

A Vinícola Alma Única foi fundada em 2008, no Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul, distante da capital, Porto Alegre, cerca de 120 km. A vinícola é de propriedade de dois irmãos gêmeos, Magda e Márcio Brandelli.

Dentre uma gama de diversas propostas de vinhos, o Reserva Syrah se destaca pela qualidade e relação de custo-benefício. Um tinto de cor intensa, digna da casta Syrah, um vinho carnudo, bem intenso e com um final de boca longo.

Pimenta-preta, um certo chocolate, frutas escuras maduras, couro e defumado mostram a riqueza aromática deste vinho. A estrutura tânica deste Reserva Syrah é bem relevante, o que proporciona um tempo de guarda superior a 6 anos.

Um fator importante é o tempo de passagem por barricas. Acredite: são 20 meses, sendo 10 meses em barrica de carvalho americano e os outros 10 meses em carvalho francês. Que equilíbrio!

A temperatura ideal de serviço é entre 15 e 18 graus. Dessa forma, seus aromas prevalecerão.

Recomendo a harmonização com costela suína ao molho agridoce ou, até mesmo, um cordeiro assado com ervas aromáticas.

Uma notícia triste sobre a Vinícola Alma Única foi o falecimento de Márcio Brandelli, em 2020, um grande enólogo que, com certeza, será inesquecível, pois seus vinhos continuarão contando a sua história.

Tenho um grande amigo chamado Ivo, um apaixonado por vinhos e, principalmente, pelos vinhos da Alma Única, a quem fica o meu abraço.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe lá no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, nossa taça de conhecimento sobre o maravilhoso mundo do vinho.

Hoje falaremos de um vinho nacional que encanta pelo equilíbrio e alta qualidade: o Reserva Alma Única Syrah.

A Vinícola Alma Única foi fundada em 2008, no Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul, distante da capital, Porto Alegre, cerca de 120 km. A vinícola é de propriedade de dois irmãos gêmeos, Magda e Márcio Brandelli.

Dentre uma gama de diversas propostas de vinhos, o Reserva Syrah se destaca pela qualidade e relação de custo-benefício. Um tinto de cor intensa, digna da casta Syrah, um vinho carnudo, bem intenso e com um final de boca longo.

Pimenta-preta, um certo chocolate, frutas escuras maduras, couro e defumado mostram a riqueza aromática deste vinho. A estrutura tânica deste Reserva Syrah é bem relevante, o que proporciona um tempo de guarda superior a 6 anos.

Um fator importante é o tempo de passagem por barricas. Acredite: são 20 meses, sendo 10 meses em barrica de carvalho americano e os outros 10 meses em carvalho francês. Que equilíbrio!

A temperatura ideal de serviço é entre 15 e 18 graus. Dessa forma, seus aromas prevalecerão.

Recomendo a harmonização com costela suína ao molho agridoce ou, até mesmo, um cordeiro assado com ervas aromáticas.

Uma notícia triste sobre a Vinícola Alma Única foi o falecimento de Márcio Brandelli, em 2020, um grande enólogo que, com certeza, será inesquecível, pois seus vinhos continuarão contando a sua história.

Tenho um grande amigo chamado Ivo, um apaixonado por vinhos e, principalmente, pelos vinhos da Alma Única, a quem fica o meu abraço.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe lá no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SYRAH BRASILEIRO QUE MERECE UM LUGAR NA SUA TAÇA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre a uva Nebbiolo, uma variedade com forte presença no Piemonte, onde encanta nos famosos Barolos e Barbarescos.

Nesse terroir, os vinhedos estão sujeitos à neblina de outono. Foi desse fenômeno natural que surgiu o nome da uva: Nebbiolo, derivado de nebbia, que significa "neblina". É uma uva de maturação lenta e bastante resistente a fungos.

Os vinhos normalmente apresentam coloração não muito intensa, sendo bastante translúcidos. Mas não pense que essa coloração remete à leveza. Os aromas florais, de frutos vermelhos, couro e especiarias são características marcantes desse vinho.

Em boca, os taninos estão bem presentes, acompanhados de alta acidez e teor alcoólico elevado. O resultado é um vinho que pode resistir de forma sublime ao envelhecimento.

Para harmonizar com alimentos, os taninos pedem pratos com boa gordura. A cozinha italiana é difícil de errar, e a clássica combinação com trufas é, de fato, sublime. Carnes com boa gordura, embutidos em geral e queijos como brie, feta e Parmigiano Reggiano são combinações certeiras.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier Será muito bem-vinda!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre a uva Nebbiolo, uma variedade com forte presença no Piemonte, onde encanta nos famosos Barolos e Barbarescos.

Nesse terroir, os vinhedos estão sujeitos à neblina de outono. Foi desse fenômeno natural que surgiu o nome da uva: Nebbiolo, derivado de nebbia, que significa "neblina". É uma uva de maturação lenta e bastante resistente a fungos.

Os vinhos normalmente apresentam coloração não muito intensa, sendo bastante translúcidos. Mas não pense que essa coloração remete à leveza. Os aromas florais, de frutos vermelhos, couro e especiarias são características marcantes desse vinho.

Em boca, os taninos estão bem presentes, acompanhados de alta acidez e teor alcoólico elevado. O resultado é um vinho que pode resistir de forma sublime ao envelhecimento.

Para harmonizar com alimentos, os taninos pedem pratos com boa gordura. A cozinha italiana é difícil de errar, e a clássica combinação com trufas é, de fato, sublime. Carnes com boa gordura, embutidos em geral e queijos como brie, feta e Parmigiano Reggiano são combinações certeiras.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier Será muito bem-vinda!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre a uva Nebbiolo, uma variedade com forte presença no Piemonte, onde encanta nos famosos Barolos e Barbarescos.

Nesse terroir, os vinhedos estão sujeitos à neblina de outono. Foi desse fenômeno natural que surgiu o nome da uva: Nebbiolo, derivado de nebbia, que significa "neblina". É uma uva de maturação lenta e bastante resistente a fungos.

Os vinhos normalmente apresentam coloração não muito intensa, sendo bastante translúcidos. Mas não pense que essa coloração remete à leveza. Os aromas florais, de frutos vermelhos, couro e especiarias são características marcantes desse vinho.

Em boca, os taninos estão bem presentes, acompanhados de alta acidez e teor alcoólico elevado. O resultado é um vinho que pode resistir de forma sublime ao envelhecimento.

Para harmonizar com alimentos, os taninos pedem pratos com boa gordura. A cozinha italiana é difícil de errar, e a clássica combinação com trufas é, de fato, sublime. Carnes com boa gordura, embutidos em geral e queijos como brie, feta e Parmigiano Reggiano são combinações certeiras.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier Será muito bem-vinda!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Nossa taça de conhecimento da vez será sobre a uva Nebbiolo, uma variedade com forte presença no Piemonte, onde encanta nos famosos Barolos e Barbarescos.

Nesse terroir, os vinhedos estão sujeitos à neblina de outono. Foi desse fenômeno natural que surgiu o nome da uva: Nebbiolo, derivado de nebbia, que significa "neblina". É uma uva de maturação lenta e bastante resistente a fungos.

Os vinhos normalmente apresentam coloração não muito intensa, sendo bastante translúcidos. Mas não pense que essa coloração remete à leveza. Os aromas florais, de frutos vermelhos, couro e especiarias são características marcantes desse vinho.

Em boca, os taninos estão bem presentes, acompanhados de alta acidez e teor alcoólico elevado. O resultado é um vinho que pode resistir de forma sublime ao envelhecimento.

Para harmonizar com alimentos, os taninos pedem pratos com boa gordura. A cozinha italiana é difícil de errar, e a clássica combinação com trufas é, de fato, sublime. Carnes com boa gordura, embutidos em geral e queijos como brie, feta e Parmigiano Reggiano são combinações certeiras.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier Será muito bem-vinda!
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA NEBBIOLO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPUMANTES ROSES ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você já deve ter ouvido falar que as videiras precisam sofrer para ter boas uvas. É que, quanto mais ela luta para buscar água no solo, mais ela absorve nutrientes da terra e mais força ganha em cada caixa.

Chuva boa para a videira é no período de outono, inverno e início de primavera, quando ela está invernando e dá início ao período de brotação. O ideal é mais ou menos 680 milímetros de chuva ao ano. No verão, só o sol já basta, já que sol e chuva pode aumentar o risco de fungos e diminuir o processo de maturação.

Na Europa, países como Portugal, Espanha e Itália já conseguiram autorização para irrigar seus vinhedos, assim como acontece no novo mundo, por gotejamento. As entidades que regulamentam a viticultura na Europa entendem, ainda, que qualidade é mais importante que quantidade, já que videiras irrigadas produzem maior quantidade, mas, se equilibrado, como no novo mundo, conseguem bons resultados.

E quais nutrientes são esses que a videira precisa? O que muda no meu vinho? Um dos nutrientes é o fósforo, que ajuda no crescimento e desenvolvimento da planta; o potássio, que ajuda na maturação das uvas e crescimento dos cachos; e o cálcio, que também atua no crescimento dos ramos e raízes e contribui para o desenvolvimento da planta, além de outros nutrientes como zinco, manganês, ferro, cobre, enxofre e nitrogênio.

E aí, na busca do equilíbrio e análise do campo, que entra um trabalho imenso do enólogo e de todos os viticultores. É uma interação entre homem e natureza e o equilíbrio do uso de conhecimento para se obter o melhor da planta e da terra.

Videiras sem nutrientes ou com excesso de água resultam em uvas diluídas, em caixos duros e extremamente ácidos. Por isso, vale lembrar que vinho é o resultado da transformação do açúcar em álcool a partir de uvas sadias. A sanidade das uvas resulta em bons vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já deve ter ouvido falar que as videiras precisam sofrer para ter boas uvas. É que, quanto mais ela luta para buscar água no solo, mais ela absorve nutrientes da terra e mais força ganha em cada caixa.

Chuva boa para a videira é no período de outono, inverno e início de primavera, quando ela está invernando e dá início ao período de brotação. O ideal é mais ou menos 680 milímetros de chuva ao ano. No verão, só o sol já basta, já que sol e chuva pode aumentar o risco de fungos e diminuir o processo de maturação.

Na Europa, países como Portugal, Espanha e Itália já conseguiram autorização para irrigar seus vinhedos, assim como acontece no novo mundo, por gotejamento. As entidades que regulamentam a viticultura na Europa entendem, ainda, que qualidade é mais importante que quantidade, já que videiras irrigadas produzem maior quantidade, mas, se equilibrado, como no novo mundo, conseguem bons resultados.

E quais nutrientes são esses que a videira precisa? O que muda no meu vinho? Um dos nutrientes é o fósforo, que ajuda no crescimento e desenvolvimento da planta; o potássio, que ajuda na maturação das uvas e crescimento dos cachos; e o cálcio, que também atua no crescimento dos ramos e raízes e contribui para o desenvolvimento da planta, além de outros nutrientes como zinco, manganês, ferro, cobre, enxofre e nitrogênio.

E aí, na busca do equilíbrio e análise do campo, que entra um trabalho imenso do enólogo e de todos os viticultores. É uma interação entre homem e natureza e o equilíbrio do uso de conhecimento para se obter o melhor da planta e da terra.

Videiras sem nutrientes ou com excesso de água resultam em uvas diluídas, em caixos duros e extremamente ácidos. Por isso, vale lembrar que vinho é o resultado da transformação do açúcar em álcool a partir de uvas sadias. A sanidade das uvas resulta em bons vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já deve ter ouvido falar que as videiras precisam sofrer para ter boas uvas. É que, quanto mais ela luta para buscar água no solo, mais ela absorve nutrientes da terra e mais força ganha em cada caixa.

Chuva boa para a videira é no período de outono, inverno e início de primavera, quando ela está invernando e dá início ao período de brotação. O ideal é mais ou menos 680 milímetros de chuva ao ano. No verão, só o sol já basta, já que sol e chuva pode aumentar o risco de fungos e diminuir o processo de maturação.

Na Europa, países como Portugal, Espanha e Itália já conseguiram autorização para irrigar seus vinhedos, assim como acontece no novo mundo, por gotejamento. As entidades que regulamentam a viticultura na Europa entendem, ainda, que qualidade é mais importante que quantidade, já que videiras irrigadas produzem maior quantidade, mas, se equilibrado, como no novo mundo, conseguem bons resultados.

E quais nutrientes são esses que a videira precisa? O que muda no meu vinho? Um dos nutrientes é o fósforo, que ajuda no crescimento e desenvolvimento da planta; o potássio, que ajuda na maturação das uvas e crescimento dos cachos; e o cálcio, que também atua no crescimento dos ramos e raízes e contribui para o desenvolvimento da planta, além de outros nutrientes como zinco, manganês, ferro, cobre, enxofre e nitrogênio.

E aí, na busca do equilíbrio e análise do campo, que entra um trabalho imenso do enólogo e de todos os viticultores. É uma interação entre homem e natureza e o equilíbrio do uso de conhecimento para se obter o melhor da planta e da terra.

Videiras sem nutrientes ou com excesso de água resultam em uvas diluídas, em caixos duros e extremamente ácidos. Por isso, vale lembrar que vinho é o resultado da transformação do açúcar em álcool a partir de uvas sadias. A sanidade das uvas resulta em bons vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já deve ter ouvido falar que as videiras precisam sofrer para ter boas uvas. É que, quanto mais ela luta para buscar água no solo, mais ela absorve nutrientes da terra e mais força ganha em cada caixa.

Chuva boa para a videira é no período de outono, inverno e início de primavera, quando ela está invernando e dá início ao período de brotação. O ideal é mais ou menos 680 milímetros de chuva ao ano. No verão, só o sol já basta, já que sol e chuva pode aumentar o risco de fungos e diminuir o processo de maturação.

Na Europa, países como Portugal, Espanha e Itália já conseguiram autorização para irrigar seus vinhedos, assim como acontece no novo mundo, por gotejamento. As entidades que regulamentam a viticultura na Europa entendem, ainda, que qualidade é mais importante que quantidade, já que videiras irrigadas produzem maior quantidade, mas, se equilibrado, como no novo mundo, conseguem bons resultados.

E quais nutrientes são esses que a videira precisa? O que muda no meu vinho? Um dos nutrientes é o fósforo, que ajuda no crescimento e desenvolvimento da planta; o potássio, que ajuda na maturação das uvas e crescimento dos cachos; e o cálcio, que também atua no crescimento dos ramos e raízes e contribui para o desenvolvimento da planta, além de outros nutrientes como zinco, manganês, ferro, cobre, enxofre e nitrogênio.

E aí, na busca do equilíbrio e análise do campo, que entra um trabalho imenso do enólogo e de todos os viticultores. É uma interação entre homem e natureza e o equilíbrio do uso de conhecimento para se obter o melhor da planta e da terra.

Videiras sem nutrientes ou com excesso de água resultam em uvas diluídas, em caixos duros e extremamente ácidos. Por isso, vale lembrar que vinho é o resultado da transformação do açúcar em álcool a partir de uvas sadias. A sanidade das uvas resulta em bons vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIDEIRAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO DA TARDE ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS VENEZIANOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa Taça de Conhecimento é sobre um vinho português proveniente da região do Tejo.

O vinho tinto Cabeça de Toiro Reserva é, de fato, um vinho com muita personalidade. Sua rotulagem tem um recorte que remete à cabeça de um touro.

O vinho, que é de uma denominação de origem controlada, tem em sua composição as castas Syrah, com 34%, Castelão, com 33%, e Touriga Nacional, com 33%.

O vinho estagia em barricas de carvalho francês de primeiro uso por 9 meses, proporcionando aromas e sabores equilibrados. Seus aromas são bastante frutados e apresentam notas tostadas bem integradas ao vinho.

O vinho Cabeça de Toiro tem excelentes pontuações pela renomada *Wine Enthusiast*, uma revista.

E, para harmonizar este vinho do Tejo, podemos valorizar a sua potencialidade e permitir peixe ou carne. Para o peixe, um bom cassoulet de bacalhau; ou uma carne de panela. Sensacional.

Um brinde à Quinta de São João Batista, onde nasce o vinho Cabeça de Toiro.

Um brinde especial a você, ouvinte do *Música e Vinho*, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier

Será um prazer.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa Taça de Conhecimento é sobre um vinho português proveniente da região do Tejo.

O vinho tinto Cabeça de Toiro Reserva é, de fato, um vinho com muita personalidade. Sua rotulagem tem um recorte que remete à cabeça de um touro.

O vinho, que é de uma denominação de origem controlada, tem em sua composição as castas Syrah, com 34%, Castelão, com 33%, e Touriga Nacional, com 33%.

O vinho estagia em barricas de carvalho francês de primeiro uso por 9 meses, proporcionando aromas e sabores equilibrados. Seus aromas são bastante frutados e apresentam notas tostadas bem integradas ao vinho.

O vinho Cabeça de Toiro tem excelentes pontuações pela renomada *Wine Enthusiast*, uma revista.

E, para harmonizar este vinho do Tejo, podemos valorizar a sua potencialidade e permitir peixe ou carne. Para o peixe, um bom cassoulet de bacalhau; ou uma carne de panela. Sensacional.

Um brinde à Quinta de São João Batista, onde nasce o vinho Cabeça de Toiro.

Um brinde especial a você, ouvinte do *Música e Vinho*, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier

Será um prazer.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa Taça de Conhecimento é sobre um vinho português proveniente da região do Tejo.

O vinho tinto Cabeça de Toiro Reserva é, de fato, um vinho com muita personalidade. Sua rotulagem tem um recorte que remete à cabeça de um touro.

O vinho, que é de uma denominação de origem controlada, tem em sua composição as castas Syrah, com 34%, Castelão, com 33%, e Touriga Nacional, com 33%.

O vinho estagia em barricas de carvalho francês de primeiro uso por 9 meses, proporcionando aromas e sabores equilibrados. Seus aromas são bastante frutados e apresentam notas tostadas bem integradas ao vinho.

O vinho Cabeça de Toiro tem excelentes pontuações pela renomada *Wine Enthusiast*, uma revista.

E, para harmonizar este vinho do Tejo, podemos valorizar a sua potencialidade e permitir peixe ou carne. Para o peixe, um bom cassoulet de bacalhau; ou uma carne de panela. Sensacional.

Um brinde à Quinta de São João Batista, onde nasce o vinho Cabeça de Toiro.

Um brinde especial a você, ouvinte do *Música e Vinho*, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier

Será um prazer.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa Taça de Conhecimento é sobre um vinho português proveniente da região do Tejo.

O vinho tinto Cabeça de Toiro Reserva é, de fato, um vinho com muita personalidade. Sua rotulagem tem um recorte que remete à cabeça de um touro.

O vinho, que é de uma denominação de origem controlada, tem em sua composição as castas Syrah, com 34%, Castelão, com 33%, e Touriga Nacional, com 33%.

O vinho estagia em barricas de carvalho francês de primeiro uso por 9 meses, proporcionando aromas e sabores equilibrados. Seus aromas são bastante frutados e apresentam notas tostadas bem integradas ao vinho.

O vinho Cabeça de Toiro tem excelentes pontuações pela renomada *Wine Enthusiast*, uma revista.

E, para harmonizar este vinho do Tejo, podemos valorizar a sua potencialidade e permitir peixe ou carne. Para o peixe, um bom cassoulet de bacalhau; ou uma carne de panela. Sensacional.

Um brinde à Quinta de São João Batista, onde nasce o vinho Cabeça de Toiro.

Um brinde especial a você, ouvinte do *Música e Vinho*, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier

Será um prazer.
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      <title><![CDATA[VINHO CABEÇA DE TOIRO RESERVA ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Que coisa sem fim! Uma outra uva que eu nunca tinha ouvido falar. Morenilho também recebe os nomes de Mandon, Mandó, Galmeta ou Galmete. Nenhum livro meu falava sobre essa uva. Na internet, há poucas informações. Sei que é uma uva daquelas quase extintas, em fase de recuperação. É espanhola e entra na composição de um vinho chamado Mater Terezina, espanhol, e o Finca Morenilho, 100% da uva autóctone da região de Terra Alta, que fica no extremo da Catalunha.

O Finca Morenilho apresenta aromas florais, balsâmicos, tostado e um pouco de cacau. Já o Mater Terezina é um assemblage de cinco uvas. São elas a Garnacha, a Tempranilo e Morenilho, espanholas, se rar, duas uvas francesas. Há similaridades na descrição se compararmos o vinho 100% morenilho e o assemblage com o morenilho. Os toques defumado e balsâmico aparecem em ambos os vinhos. São vinhos carnudos, gordos e persistentes.

Vinhos de morenilho são, então, achados para quem está na fase de experimentar vinhos diferentes do comum. Para acompanhar cordeiros com páprica e outras especiarias, javali com castanhas, costelas de porco com figo. Vinhos exóticos merecem pratos exóticos.

E você, também gosta de vinhos excêntricos? Já degustou um vinho da uva morenilho? Eu quero saber o que você está degustando, é só compartilhar usando a #Música&Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Que coisa sem fim! Uma outra uva que eu nunca tinha ouvido falar. Morenilho também recebe os nomes de Mandon, Mandó, Galmeta ou Galmete. Nenhum livro meu falava sobre essa uva. Na internet, há poucas informações. Sei que é uma uva daquelas quase extintas, em fase de recuperação. É espanhola e entra na composição de um vinho chamado Mater Terezina, espanhol, e o Finca Morenilho, 100% da uva autóctone da região de Terra Alta, que fica no extremo da Catalunha.

O Finca Morenilho apresenta aromas florais, balsâmicos, tostado e um pouco de cacau. Já o Mater Terezina é um assemblage de cinco uvas. São elas a Garnacha, a Tempranilo e Morenilho, espanholas, se rar, duas uvas francesas. Há similaridades na descrição se compararmos o vinho 100% morenilho e o assemblage com o morenilho. Os toques defumado e balsâmico aparecem em ambos os vinhos. São vinhos carnudos, gordos e persistentes.

Vinhos de morenilho são, então, achados para quem está na fase de experimentar vinhos diferentes do comum. Para acompanhar cordeiros com páprica e outras especiarias, javali com castanhas, costelas de porco com figo. Vinhos exóticos merecem pratos exóticos.

E você, também gosta de vinhos excêntricos? Já degustou um vinho da uva morenilho? Eu quero saber o que você está degustando, é só compartilhar usando a #Música&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Que coisa sem fim! Uma outra uva que eu nunca tinha ouvido falar. Morenilho também recebe os nomes de Mandon, Mandó, Galmeta ou Galmete. Nenhum livro meu falava sobre essa uva. Na internet, há poucas informações. Sei que é uma uva daquelas quase extintas, em fase de recuperação. É espanhola e entra na composição de um vinho chamado Mater Terezina, espanhol, e o Finca Morenilho, 100% da uva autóctone da região de Terra Alta, que fica no extremo da Catalunha.

O Finca Morenilho apresenta aromas florais, balsâmicos, tostado e um pouco de cacau. Já o Mater Terezina é um assemblage de cinco uvas. São elas a Garnacha, a Tempranilo e Morenilho, espanholas, se rar, duas uvas francesas. Há similaridades na descrição se compararmos o vinho 100% morenilho e o assemblage com o morenilho. Os toques defumado e balsâmico aparecem em ambos os vinhos. São vinhos carnudos, gordos e persistentes.

Vinhos de morenilho são, então, achados para quem está na fase de experimentar vinhos diferentes do comum. Para acompanhar cordeiros com páprica e outras especiarias, javali com castanhas, costelas de porco com figo. Vinhos exóticos merecem pratos exóticos.

E você, também gosta de vinhos excêntricos? Já degustou um vinho da uva morenilho? Eu quero saber o que você está degustando, é só compartilhar usando a #Música&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Que coisa sem fim! Uma outra uva que eu nunca tinha ouvido falar. Morenilho também recebe os nomes de Mandon, Mandó, Galmeta ou Galmete. Nenhum livro meu falava sobre essa uva. Na internet, há poucas informações. Sei que é uma uva daquelas quase extintas, em fase de recuperação. É espanhola e entra na composição de um vinho chamado Mater Terezina, espanhol, e o Finca Morenilho, 100% da uva autóctone da região de Terra Alta, que fica no extremo da Catalunha.

O Finca Morenilho apresenta aromas florais, balsâmicos, tostado e um pouco de cacau. Já o Mater Terezina é um assemblage de cinco uvas. São elas a Garnacha, a Tempranilo e Morenilho, espanholas, se rar, duas uvas francesas. Há similaridades na descrição se compararmos o vinho 100% morenilho e o assemblage com o morenilho. Os toques defumado e balsâmico aparecem em ambos os vinhos. São vinhos carnudos, gordos e persistentes.

Vinhos de morenilho são, então, achados para quem está na fase de experimentar vinhos diferentes do comum. Para acompanhar cordeiros com páprica e outras especiarias, javali com castanhas, costelas de porco com figo. Vinhos exóticos merecem pratos exóticos.

E você, também gosta de vinhos excêntricos? Já degustou um vinho da uva morenilho? Eu quero saber o que você está degustando, é só compartilhar usando a #Música&Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA MORENILHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS VENEZIANOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS DE GUARDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem, se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial, tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana. Escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agrade ao seu paladar.

Afinal, o bacana do vinho é o prato. Do vinho é se aventurar. E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem, se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial, tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana. Escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agrade ao seu paladar.

Afinal, o bacana do vinho é o prato. Do vinho é se aventurar. E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem, se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial, tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana. Escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agrade ao seu paladar.

Afinal, o bacana do vinho é o prato. Do vinho é se aventurar. E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quem vem primeiro? O vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem, se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial, tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam atender aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana. Escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas pra brincar com a harmonização e testar várias opções que agrade ao seu paladar.

Afinal, o bacana do vinho é o prato. Do vinho é se aventurar. E você, tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO OU O PRATO?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, que traz para você uma taça de conhecimento sobre o sensacional mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre a videira, a planta que produz a uva. A videira, também chamada de parreira, é uma árvore trepadeira que, assim como outras, apresenta raízes que afixam no solo e dele extraem água e nutrientes para se manterem saudáveis e gerando folhas e frutos.

Possui tronco, a superfície que trabalha como um condutor de seiva para os fermentos, onde nascem as folhas e também surgem os frutos.

Existem estudos que citam que a uva é uma planta nativa da Ásia, mas foi no Egito que os primeiros cultivos para a produção do vinho foram documentados pelo homem.

Logo de uma história com mais de 8 mil anos, o homem aprendeu a cultivar as espécies de videira nos terroirs onde elas melhor se expressam. Aprendeu a conduzir a planta através do desenvolvimento de métodos baseados, inicialmente, na observação durante o seu ciclo vegetativo.

Hoje, a espécie de videira mais adequada para os vinhos finos são as Vitis viníferas, também chamadas de Vitis europeia. Seus frutos, como, por exemplo, a uva Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay, possuem características biológicas que proporcionam melhor sabor e maior complexidade ao vinho.

Já a espécie de videira Vitis labrusca, ou também chamada de Vitis americana, se encaixa perfeitamente na produção de suco, geleias e outros, devido a suas características.

E, se você é ouvinte e quer sugerir um tema para o nosso programa, envia no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, que traz para você uma taça de conhecimento sobre o sensacional mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre a videira, a planta que produz a uva. A videira, também chamada de parreira, é uma árvore trepadeira que, assim como outras, apresenta raízes que afixam no solo e dele extraem água e nutrientes para se manterem saudáveis e gerando folhas e frutos.

Possui tronco, a superfície que trabalha como um condutor de seiva para os fermentos, onde nascem as folhas e também surgem os frutos.

Existem estudos que citam que a uva é uma planta nativa da Ásia, mas foi no Egito que os primeiros cultivos para a produção do vinho foram documentados pelo homem.

Logo de uma história com mais de 8 mil anos, o homem aprendeu a cultivar as espécies de videira nos terroirs onde elas melhor se expressam. Aprendeu a conduzir a planta através do desenvolvimento de métodos baseados, inicialmente, na observação durante o seu ciclo vegetativo.

Hoje, a espécie de videira mais adequada para os vinhos finos são as Vitis viníferas, também chamadas de Vitis europeia. Seus frutos, como, por exemplo, a uva Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay, possuem características biológicas que proporcionam melhor sabor e maior complexidade ao vinho.

Já a espécie de videira Vitis labrusca, ou também chamada de Vitis americana, se encaixa perfeitamente na produção de suco, geleias e outros, devido a suas características.

E, se você é ouvinte e quer sugerir um tema para o nosso programa, envia no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, que traz para você uma taça de conhecimento sobre o sensacional mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre a videira, a planta que produz a uva. A videira, também chamada de parreira, é uma árvore trepadeira que, assim como outras, apresenta raízes que afixam no solo e dele extraem água e nutrientes para se manterem saudáveis e gerando folhas e frutos.

Possui tronco, a superfície que trabalha como um condutor de seiva para os fermentos, onde nascem as folhas e também surgem os frutos.

Existem estudos que citam que a uva é uma planta nativa da Ásia, mas foi no Egito que os primeiros cultivos para a produção do vinho foram documentados pelo homem.

Logo de uma história com mais de 8 mil anos, o homem aprendeu a cultivar as espécies de videira nos terroirs onde elas melhor se expressam. Aprendeu a conduzir a planta através do desenvolvimento de métodos baseados, inicialmente, na observação durante o seu ciclo vegetativo.

Hoje, a espécie de videira mais adequada para os vinhos finos são as Vitis viníferas, também chamadas de Vitis europeia. Seus frutos, como, por exemplo, a uva Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay, possuem características biológicas que proporcionam melhor sabor e maior complexidade ao vinho.

Já a espécie de videira Vitis labrusca, ou também chamada de Vitis americana, se encaixa perfeitamente na produção de suco, geleias e outros, devido a suas características.

E, se você é ouvinte e quer sugerir um tema para o nosso programa, envia no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, que traz para você uma taça de conhecimento sobre o sensacional mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre a videira, a planta que produz a uva. A videira, também chamada de parreira, é uma árvore trepadeira que, assim como outras, apresenta raízes que afixam no solo e dele extraem água e nutrientes para se manterem saudáveis e gerando folhas e frutos.

Possui tronco, a superfície que trabalha como um condutor de seiva para os fermentos, onde nascem as folhas e também surgem os frutos.

Existem estudos que citam que a uva é uma planta nativa da Ásia, mas foi no Egito que os primeiros cultivos para a produção do vinho foram documentados pelo homem.

Logo de uma história com mais de 8 mil anos, o homem aprendeu a cultivar as espécies de videira nos terroirs onde elas melhor se expressam. Aprendeu a conduzir a planta através do desenvolvimento de métodos baseados, inicialmente, na observação durante o seu ciclo vegetativo.

Hoje, a espécie de videira mais adequada para os vinhos finos são as Vitis viníferas, também chamadas de Vitis europeia. Seus frutos, como, por exemplo, a uva Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay, possuem características biológicas que proporcionam melhor sabor e maior complexidade ao vinho.

Já a espécie de videira Vitis labrusca, ou também chamada de Vitis americana, se encaixa perfeitamente na produção de suco, geleias e outros, devido a suas características.

E, se você é ouvinte e quer sugerir um tema para o nosso programa, envia no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDEIRA: A ORIGEM DA UVA E A ARTE DE PRODUZIR VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Já ouviram o provérbio que diz que com pão e vinho se faz um bom caminho? Serve para descrever o caminho de Santiago de Compostela, que percorre todo o norte da Espanha, de leste a oeste. Começando com as cavas da Catalunha, passando pelos vinhos da uva garnacha da região de Navarra, entrando pela maior área vinícola da Espanha, a Rioja, onde 75% dos vinhos produzidos são tintos, 100% ou com assemblages da uva tempranilo, encerrando a jornada na Galícia.

A Galícia está localizada logo acima da famosa região dos vinhos verdes portugueses e tem vinhos com características e estilos bem parecidos. A Galícia é famosa pelos vinhos brancos da uva alvarinho, assim como a região dos vinhos verdes em Porto. Mas esse caminho cheio de histórias, fé e milagres tem ainda a famosa Fonte de Hirache, que oferece vinho aos peregrinos. Segundo a placa da fonte, o peregrino que quiser chegar a Santiago com força e vitalidade, deste grande vinho tome um gole e brinde pela felicidade.

A fonte de Hirache está quase no início do caminho, na região produtora de Navarra, e abriga ainda um museu do vinho, ambos abertos à visitação. O caminho de Santiago de Compostela passa por plantações de videiras, pequenos vilarejos, construções históricas, passa também por reflexões e vinhos à mesa para avivar o corpo e a mente. O caminho de Santiago de Compostela é também patrimônio itinerário cultural europeu e patrimônio da humanidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Já ouviram o provérbio que diz que com pão e vinho se faz um bom caminho? Serve para descrever o caminho de Santiago de Compostela, que percorre todo o norte da Espanha, de leste a oeste. Começando com as cavas da Catalunha, passando pelos vinhos da uva garnacha da região de Navarra, entrando pela maior área vinícola da Espanha, a Rioja, onde 75% dos vinhos produzidos são tintos, 100% ou com assemblages da uva tempranilo, encerrando a jornada na Galícia.

A Galícia está localizada logo acima da famosa região dos vinhos verdes portugueses e tem vinhos com características e estilos bem parecidos. A Galícia é famosa pelos vinhos brancos da uva alvarinho, assim como a região dos vinhos verdes em Porto. Mas esse caminho cheio de histórias, fé e milagres tem ainda a famosa Fonte de Hirache, que oferece vinho aos peregrinos. Segundo a placa da fonte, o peregrino que quiser chegar a Santiago com força e vitalidade, deste grande vinho tome um gole e brinde pela felicidade.

A fonte de Hirache está quase no início do caminho, na região produtora de Navarra, e abriga ainda um museu do vinho, ambos abertos à visitação. O caminho de Santiago de Compostela passa por plantações de videiras, pequenos vilarejos, construções históricas, passa também por reflexões e vinhos à mesa para avivar o corpo e a mente. O caminho de Santiago de Compostela é também patrimônio itinerário cultural europeu e patrimônio da humanidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Já ouviram o provérbio que diz que com pão e vinho se faz um bom caminho? Serve para descrever o caminho de Santiago de Compostela, que percorre todo o norte da Espanha, de leste a oeste. Começando com as cavas da Catalunha, passando pelos vinhos da uva garnacha da região de Navarra, entrando pela maior área vinícola da Espanha, a Rioja, onde 75% dos vinhos produzidos são tintos, 100% ou com assemblages da uva tempranilo, encerrando a jornada na Galícia.

A Galícia está localizada logo acima da famosa região dos vinhos verdes portugueses e tem vinhos com características e estilos bem parecidos. A Galícia é famosa pelos vinhos brancos da uva alvarinho, assim como a região dos vinhos verdes em Porto. Mas esse caminho cheio de histórias, fé e milagres tem ainda a famosa Fonte de Hirache, que oferece vinho aos peregrinos. Segundo a placa da fonte, o peregrino que quiser chegar a Santiago com força e vitalidade, deste grande vinho tome um gole e brinde pela felicidade.

A fonte de Hirache está quase no início do caminho, na região produtora de Navarra, e abriga ainda um museu do vinho, ambos abertos à visitação. O caminho de Santiago de Compostela passa por plantações de videiras, pequenos vilarejos, construções históricas, passa também por reflexões e vinhos à mesa para avivar o corpo e a mente. O caminho de Santiago de Compostela é também patrimônio itinerário cultural europeu e patrimônio da humanidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Já ouviram o provérbio que diz que com pão e vinho se faz um bom caminho? Serve para descrever o caminho de Santiago de Compostela, que percorre todo o norte da Espanha, de leste a oeste. Começando com as cavas da Catalunha, passando pelos vinhos da uva garnacha da região de Navarra, entrando pela maior área vinícola da Espanha, a Rioja, onde 75% dos vinhos produzidos são tintos, 100% ou com assemblages da uva tempranilo, encerrando a jornada na Galícia.

A Galícia está localizada logo acima da famosa região dos vinhos verdes portugueses e tem vinhos com características e estilos bem parecidos. A Galícia é famosa pelos vinhos brancos da uva alvarinho, assim como a região dos vinhos verdes em Porto. Mas esse caminho cheio de histórias, fé e milagres tem ainda a famosa Fonte de Hirache, que oferece vinho aos peregrinos. Segundo a placa da fonte, o peregrino que quiser chegar a Santiago com força e vitalidade, deste grande vinho tome um gole e brinde pela felicidade.

A fonte de Hirache está quase no início do caminho, na região produtora de Navarra, e abriga ainda um museu do vinho, ambos abertos à visitação. O caminho de Santiago de Compostela passa por plantações de videiras, pequenos vilarejos, construções históricas, passa também por reflexões e vinhos à mesa para avivar o corpo e a mente. O caminho de Santiago de Compostela é também patrimônio itinerário cultural europeu e patrimônio da humanidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MUSEU DO VINHO ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 10 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS PORTUGUESES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre a vinícola chamada Luiz Porto Vinhos Finos. Esta vinícola brasileira está localizada no estado de Minas Gerais. Isso mesmo, Minas Gerais! A terra do café dá lugar também a vinhos de extrema qualidade.

Na zona rural da cidade de Cordislândia, a tecnologia de produção e o autoconhecimento sobre o terroir fazem os vinhos da Luiz Porto terem muita qualidade. As mudas de videiras foram importadas da França, e os equipamentos de produção, importados da Itália.

O grande destaque deste produtor são os vinhos tintos da variedade Cirá e Cabernet Sauvignon, da linha que leva o nome da vinícola Luiz Porto. Eu destaco também os excelentes espumantes desta linha, frescos e agradáveis. Sensacional!

Os vinhos são urinudos de um terroir único, com cerca de 800 metros de altitude, com solos argilo-arenosos.

Tive a oportunidade de estar em uma degustação no interior de São Paulo com o proprietário Júnior Porto e disse a ele o quanto os vinhos estão maravilhosos. Era nítido o orgulho e o amor pelo trabalho de sua família.

O Brasil produz vinhos sensacionais. Viva o vinho mineiro! Viva o vinho do Brasil! Um brinde!

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, pode deixar registrado lá no meu Instagram. Anote aí!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre a vinícola chamada Luiz Porto Vinhos Finos. Esta vinícola brasileira está localizada no estado de Minas Gerais. Isso mesmo, Minas Gerais! A terra do café dá lugar também a vinhos de extrema qualidade.

Na zona rural da cidade de Cordislândia, a tecnologia de produção e o autoconhecimento sobre o terroir fazem os vinhos da Luiz Porto terem muita qualidade. As mudas de videiras foram importadas da França, e os equipamentos de produção, importados da Itália.

O grande destaque deste produtor são os vinhos tintos da variedade Cirá e Cabernet Sauvignon, da linha que leva o nome da vinícola Luiz Porto. Eu destaco também os excelentes espumantes desta linha, frescos e agradáveis. Sensacional!

Os vinhos são urinudos de um terroir único, com cerca de 800 metros de altitude, com solos argilo-arenosos.

Tive a oportunidade de estar em uma degustação no interior de São Paulo com o proprietário Júnior Porto e disse a ele o quanto os vinhos estão maravilhosos. Era nítido o orgulho e o amor pelo trabalho de sua família.

O Brasil produz vinhos sensacionais. Viva o vinho mineiro! Viva o vinho do Brasil! Um brinde!

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, pode deixar registrado lá no meu Instagram. Anote aí!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre a vinícola chamada Luiz Porto Vinhos Finos. Esta vinícola brasileira está localizada no estado de Minas Gerais. Isso mesmo, Minas Gerais! A terra do café dá lugar também a vinhos de extrema qualidade.

Na zona rural da cidade de Cordislândia, a tecnologia de produção e o autoconhecimento sobre o terroir fazem os vinhos da Luiz Porto terem muita qualidade. As mudas de videiras foram importadas da França, e os equipamentos de produção, importados da Itália.

O grande destaque deste produtor são os vinhos tintos da variedade Cirá e Cabernet Sauvignon, da linha que leva o nome da vinícola Luiz Porto. Eu destaco também os excelentes espumantes desta linha, frescos e agradáveis. Sensacional!

Os vinhos são urinudos de um terroir único, com cerca de 800 metros de altitude, com solos argilo-arenosos.

Tive a oportunidade de estar em uma degustação no interior de São Paulo com o proprietário Júnior Porto e disse a ele o quanto os vinhos estão maravilhosos. Era nítido o orgulho e o amor pelo trabalho de sua família.

O Brasil produz vinhos sensacionais. Viva o vinho mineiro! Viva o vinho do Brasil! Um brinde!

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, pode deixar registrado lá no meu Instagram. Anote aí!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre a vinícola chamada Luiz Porto Vinhos Finos. Esta vinícola brasileira está localizada no estado de Minas Gerais. Isso mesmo, Minas Gerais! A terra do café dá lugar também a vinhos de extrema qualidade.

Na zona rural da cidade de Cordislândia, a tecnologia de produção e o autoconhecimento sobre o terroir fazem os vinhos da Luiz Porto terem muita qualidade. As mudas de videiras foram importadas da França, e os equipamentos de produção, importados da Itália.

O grande destaque deste produtor são os vinhos tintos da variedade Cirá e Cabernet Sauvignon, da linha que leva o nome da vinícola Luiz Porto. Eu destaco também os excelentes espumantes desta linha, frescos e agradáveis. Sensacional!

Os vinhos são urinudos de um terroir único, com cerca de 800 metros de altitude, com solos argilo-arenosos.

Tive a oportunidade de estar em uma degustação no interior de São Paulo com o proprietário Júnior Porto e disse a ele o quanto os vinhos estão maravilhosos. Era nítido o orgulho e o amor pelo trabalho de sua família.

O Brasil produz vinhos sensacionais. Viva o vinho mineiro! Viva o vinho do Brasil! Um brinde!

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, pode deixar registrado lá no meu Instagram. Anote aí!
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      <title><![CDATA[VINÍCOLA LUIZ PORTO VINHOS FINOS ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUEIJOS E VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje eu vou falar novamente sobre vinho sem regras, a campanha do Instituto do Vinho do Brasil. Sem deixar de valorizar, é claro, todo o trabalho dos sommeliers nos últimos anos.

Após quase 15 anos estudando sobre a bebida e tudo que a cerca, chegou a época da campanha que eu tanto queria nos últimos tempos. A campanha que abraça cada amante do vinho, que quebra preconceitos, que liberta de algumas regras, que recebe e que acolhe a todos em torno da bebida: o vinho.

É a campanha Vinhos sem Regras, da instituição Vinhos do Brasil. Eu brinco que já fiz de tudo nessa vida para falar de vinhos, e atualmente até canto, danço e represento no palco para contar e disseminar a história do vinho. Tudo isso para chegar mais perto do público e usar uma linguagem mais lúdica.

Agora posso tomar vinho descalça no sofá, beber drinks no bar, me fantasiar de deuses do vinho, de rainha, subir na bicicleta, me jogar na piscina, para mostrar que vinho é para todos os momentos da vida e não precisa ter tantas regras.

E você vai passar a aceitar os vinhos do dia a dia nas rolhas de rosca sem reclamar, a beber vinhos em taças variadas, a colocar um gelinho no vinho, a beber na pescaria, na piscina, com copos de plástico, harmonizar vinho com coxinha também, presentear o seu amigo e aceitar que tem, sim, vinho bom e barato.

Você pode beber vinho no bar, no barco e ao meio-dia. O vinho definitivamente desceu do salto. O serviço mudou e está mais informal. As situações não precisam mais ser escolhidas para se beber um vinho. Se tem vinho, apenas abra.

As combinações são mais casuais e as possibilidades só ampliam. Ganha o mercado, ganham os consumidores, ganha todo mundo.

Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje eu vou falar novamente sobre vinho sem regras, a campanha do Instituto do Vinho do Brasil. Sem deixar de valorizar, é claro, todo o trabalho dos sommeliers nos últimos anos.

Após quase 15 anos estudando sobre a bebida e tudo que a cerca, chegou a época da campanha que eu tanto queria nos últimos tempos. A campanha que abraça cada amante do vinho, que quebra preconceitos, que liberta de algumas regras, que recebe e que acolhe a todos em torno da bebida: o vinho.

É a campanha Vinhos sem Regras, da instituição Vinhos do Brasil. Eu brinco que já fiz de tudo nessa vida para falar de vinhos, e atualmente até canto, danço e represento no palco para contar e disseminar a história do vinho. Tudo isso para chegar mais perto do público e usar uma linguagem mais lúdica.

Agora posso tomar vinho descalça no sofá, beber drinks no bar, me fantasiar de deuses do vinho, de rainha, subir na bicicleta, me jogar na piscina, para mostrar que vinho é para todos os momentos da vida e não precisa ter tantas regras.

E você vai passar a aceitar os vinhos do dia a dia nas rolhas de rosca sem reclamar, a beber vinhos em taças variadas, a colocar um gelinho no vinho, a beber na pescaria, na piscina, com copos de plástico, harmonizar vinho com coxinha também, presentear o seu amigo e aceitar que tem, sim, vinho bom e barato.

Você pode beber vinho no bar, no barco e ao meio-dia. O vinho definitivamente desceu do salto. O serviço mudou e está mais informal. As situações não precisam mais ser escolhidas para se beber um vinho. Se tem vinho, apenas abra.

As combinações são mais casuais e as possibilidades só ampliam. Ganha o mercado, ganham os consumidores, ganha todo mundo.

Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje eu vou falar novamente sobre vinho sem regras, a campanha do Instituto do Vinho do Brasil. Sem deixar de valorizar, é claro, todo o trabalho dos sommeliers nos últimos anos.

Após quase 15 anos estudando sobre a bebida e tudo que a cerca, chegou a época da campanha que eu tanto queria nos últimos tempos. A campanha que abraça cada amante do vinho, que quebra preconceitos, que liberta de algumas regras, que recebe e que acolhe a todos em torno da bebida: o vinho.

É a campanha Vinhos sem Regras, da instituição Vinhos do Brasil. Eu brinco que já fiz de tudo nessa vida para falar de vinhos, e atualmente até canto, danço e represento no palco para contar e disseminar a história do vinho. Tudo isso para chegar mais perto do público e usar uma linguagem mais lúdica.

Agora posso tomar vinho descalça no sofá, beber drinks no bar, me fantasiar de deuses do vinho, de rainha, subir na bicicleta, me jogar na piscina, para mostrar que vinho é para todos os momentos da vida e não precisa ter tantas regras.

E você vai passar a aceitar os vinhos do dia a dia nas rolhas de rosca sem reclamar, a beber vinhos em taças variadas, a colocar um gelinho no vinho, a beber na pescaria, na piscina, com copos de plástico, harmonizar vinho com coxinha também, presentear o seu amigo e aceitar que tem, sim, vinho bom e barato.

Você pode beber vinho no bar, no barco e ao meio-dia. O vinho definitivamente desceu do salto. O serviço mudou e está mais informal. As situações não precisam mais ser escolhidas para se beber um vinho. Se tem vinho, apenas abra.

As combinações são mais casuais e as possibilidades só ampliam. Ganha o mercado, ganham os consumidores, ganha todo mundo.

Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje eu vou falar novamente sobre vinho sem regras, a campanha do Instituto do Vinho do Brasil. Sem deixar de valorizar, é claro, todo o trabalho dos sommeliers nos últimos anos.

Após quase 15 anos estudando sobre a bebida e tudo que a cerca, chegou a época da campanha que eu tanto queria nos últimos tempos. A campanha que abraça cada amante do vinho, que quebra preconceitos, que liberta de algumas regras, que recebe e que acolhe a todos em torno da bebida: o vinho.

É a campanha Vinhos sem Regras, da instituição Vinhos do Brasil. Eu brinco que já fiz de tudo nessa vida para falar de vinhos, e atualmente até canto, danço e represento no palco para contar e disseminar a história do vinho. Tudo isso para chegar mais perto do público e usar uma linguagem mais lúdica.

Agora posso tomar vinho descalça no sofá, beber drinks no bar, me fantasiar de deuses do vinho, de rainha, subir na bicicleta, me jogar na piscina, para mostrar que vinho é para todos os momentos da vida e não precisa ter tantas regras.

E você vai passar a aceitar os vinhos do dia a dia nas rolhas de rosca sem reclamar, a beber vinhos em taças variadas, a colocar um gelinho no vinho, a beber na pescaria, na piscina, com copos de plástico, harmonizar vinho com coxinha também, presentear o seu amigo e aceitar que tem, sim, vinho bom e barato.

Você pode beber vinho no bar, no barco e ao meio-dia. O vinho definitivamente desceu do salto. O serviço mudou e está mais informal. As situações não precisam mais ser escolhidas para se beber um vinho. Se tem vinho, apenas abra.

As combinações são mais casuais e as possibilidades só ampliam. Ganha o mercado, ganham os consumidores, ganha todo mundo.

Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INSTITUTO VINHO DO BRASIL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da Safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir. Evoluir até uns 10 anos.

O Mattiarelli Monteputiano da Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você. Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da Safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir. Evoluir até uns 10 anos.

O Mattiarelli Monteputiano da Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você. Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da Safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir. Evoluir até uns 10 anos.

O Mattiarelli Monteputiano da Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você. Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da Safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir. Evoluir até uns 10 anos.

O Mattiarelli Monteputiano da Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você. Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MASCIARELLI DE MONTEPULCIANO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CHATEAU]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você já degustou Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling ou Gewürztraminer e quer descobrir novos vinhos brancos, o Verdicchio tem um destaque esperando por você.

As garrafas desses vinhos, em formato de ânforas, da uva da região central da Itália, o Marche, são belíssimas. Degustei o Titulus Verdicchio, que apresenta coloração esverdeada, notas muito herbáceas lembrando alecrim e sálvia, cítricos de limão e um final de boca bem vegetal.

Não é aquele branco óbvio, levinho; nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático, com final longo, fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone. Harmonizei também com carpaccio de pão, polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas tostadas e maçã verde. Os aromas deste vinho são tão intensos que dá vontade de ficar explorando o olfativo por horas. Tem vinhos assim: já conquistam pelo aroma antes mesmo do primeiro gole.

Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você já degustou Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling ou Gewürztraminer e quer descobrir novos vinhos brancos, o Verdicchio tem um destaque esperando por você.

As garrafas desses vinhos, em formato de ânforas, da uva da região central da Itália, o Marche, são belíssimas. Degustei o Titulus Verdicchio, que apresenta coloração esverdeada, notas muito herbáceas lembrando alecrim e sálvia, cítricos de limão e um final de boca bem vegetal.

Não é aquele branco óbvio, levinho; nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático, com final longo, fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone. Harmonizei também com carpaccio de pão, polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas tostadas e maçã verde. Os aromas deste vinho são tão intensos que dá vontade de ficar explorando o olfativo por horas. Tem vinhos assim: já conquistam pelo aroma antes mesmo do primeiro gole.

Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se você já degustou Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling ou Gewürztraminer e quer descobrir novos vinhos brancos, o Verdicchio tem um destaque esperando por você.

As garrafas desses vinhos, em formato de ânforas, da uva da região central da Itália, o Marche, são belíssimas. Degustei o Titulus Verdicchio, que apresenta coloração esverdeada, notas muito herbáceas lembrando alecrim e sálvia, cítricos de limão e um final de boca bem vegetal.

Não é aquele branco óbvio, levinho; nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático, com final longo, fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone. Harmonizei também com carpaccio de pão, polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas tostadas e maçã verde. Os aromas deste vinho são tão intensos que dá vontade de ficar explorando o olfativo por horas. Tem vinhos assim: já conquistam pelo aroma antes mesmo do primeiro gole.

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      <content:encoded><![CDATA[Se você já degustou Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling ou Gewürztraminer e quer descobrir novos vinhos brancos, o Verdicchio tem um destaque esperando por você.

As garrafas desses vinhos, em formato de ânforas, da uva da região central da Itália, o Marche, são belíssimas. Degustei o Titulus Verdicchio, que apresenta coloração esverdeada, notas muito herbáceas lembrando alecrim e sálvia, cítricos de limão e um final de boca bem vegetal.

Não é aquele branco óbvio, levinho; nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático, com final longo, fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone. Harmonizei também com carpaccio de pão, polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas tostadas e maçã verde. Os aromas deste vinho são tão intensos que dá vontade de ficar explorando o olfativo por horas. Tem vinhos assim: já conquistam pelo aroma antes mesmo do primeiro gole.

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      <title><![CDATA[VINHOS BRANCOS ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO POLIPHONIA E CHORINHO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CRIANZA RESERVA E GRAN RESERVA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MELBEC CHATEAU 2018 ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, bom dia. Que bom ter a sua companhia nesta manhã pra falar de queijos e vinhos, que é sempre uma noite gostosa. O queijo é a estrela da noite. Me pediram pra voltar em assuntos de quatro anos atrás, mas que é sempre atual. É que eu andei avançando muito e falando sobre vinhos de ilhas, uvas neelúteos, sicarela e tudo mais. Então, vamos à dupla queijos e vinhos.

Hoje vai ser só a harmonização. Já falei de como montar, o que acompanhar. É só ir lá no site, que tem quase mil temas. Para os queijos mais fortes, como roquefort e gorgonzola, aqueles muito salgados, é bom você harmonizar com um vinho tinto mais forte. Ou uma harmonização de contraponto: um queijo bastante salgado com vinhos muito doces. Pode ser um branco doce ou vinhos do Porto.

Para os queijos de textura dura, como parmesão, pesão e grana padano, os tintos em geral, de médio corpo. Os de sabor suave, como golda e reino, que têm até um certo adocicado, pode ser tanto vinho branco quanto tinto, de médio corpo, um merlot ou um chardonnay. Para os queijos mais cremosos, como brie e camembert, pode ser branco ou tintos médios. E, por último, os queijos mais frescos, como os queijos de cabra ou cream cheese, pode ser um rosé ou um espumante, que fica super.

Os queijos são produtos de quase 4 mil anos de história. Dependendo do terroir onde é produzido, passam por fermentação, envelhecimento ou maturação. Algumas regiões produtoras têm a procedência, assim como os vinhos, denominação de origem controlada. Há uma diversidade tão grande quanto a dos vinhos, é impossível provar e conhecer todos. Então, é a harmonização perfeita para que, a cada dia, a gente possa descobrir mais uma sensação e mais um prazer de uma boa harmonização entre queijos e vinhos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, bom dia. Que bom ter a sua companhia nesta manhã pra falar de queijos e vinhos, que é sempre uma noite gostosa. O queijo é a estrela da noite. Me pediram pra voltar em assuntos de quatro anos atrás, mas que é sempre atual. É que eu andei avançando muito e falando sobre vinhos de ilhas, uvas neelúteos, sicarela e tudo mais. Então, vamos à dupla queijos e vinhos.

Hoje vai ser só a harmonização. Já falei de como montar, o que acompanhar. É só ir lá no site, que tem quase mil temas. Para os queijos mais fortes, como roquefort e gorgonzola, aqueles muito salgados, é bom você harmonizar com um vinho tinto mais forte. Ou uma harmonização de contraponto: um queijo bastante salgado com vinhos muito doces. Pode ser um branco doce ou vinhos do Porto.

Para os queijos de textura dura, como parmesão, pesão e grana padano, os tintos em geral, de médio corpo. Os de sabor suave, como golda e reino, que têm até um certo adocicado, pode ser tanto vinho branco quanto tinto, de médio corpo, um merlot ou um chardonnay. Para os queijos mais cremosos, como brie e camembert, pode ser branco ou tintos médios. E, por último, os queijos mais frescos, como os queijos de cabra ou cream cheese, pode ser um rosé ou um espumante, que fica super.

Os queijos são produtos de quase 4 mil anos de história. Dependendo do terroir onde é produzido, passam por fermentação, envelhecimento ou maturação. Algumas regiões produtoras têm a procedência, assim como os vinhos, denominação de origem controlada. Há uma diversidade tão grande quanto a dos vinhos, é impossível provar e conhecer todos. Então, é a harmonização perfeita para que, a cada dia, a gente possa descobrir mais uma sensação e mais um prazer de uma boa harmonização entre queijos e vinhos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, bom dia. Que bom ter a sua companhia nesta manhã pra falar de queijos e vinhos, que é sempre uma noite gostosa. O queijo é a estrela da noite. Me pediram pra voltar em assuntos de quatro anos atrás, mas que é sempre atual. É que eu andei avançando muito e falando sobre vinhos de ilhas, uvas neelúteos, sicarela e tudo mais. Então, vamos à dupla queijos e vinhos.

Hoje vai ser só a harmonização. Já falei de como montar, o que acompanhar. É só ir lá no site, que tem quase mil temas. Para os queijos mais fortes, como roquefort e gorgonzola, aqueles muito salgados, é bom você harmonizar com um vinho tinto mais forte. Ou uma harmonização de contraponto: um queijo bastante salgado com vinhos muito doces. Pode ser um branco doce ou vinhos do Porto.

Para os queijos de textura dura, como parmesão, pesão e grana padano, os tintos em geral, de médio corpo. Os de sabor suave, como golda e reino, que têm até um certo adocicado, pode ser tanto vinho branco quanto tinto, de médio corpo, um merlot ou um chardonnay. Para os queijos mais cremosos, como brie e camembert, pode ser branco ou tintos médios. E, por último, os queijos mais frescos, como os queijos de cabra ou cream cheese, pode ser um rosé ou um espumante, que fica super.

Os queijos são produtos de quase 4 mil anos de história. Dependendo do terroir onde é produzido, passam por fermentação, envelhecimento ou maturação. Algumas regiões produtoras têm a procedência, assim como os vinhos, denominação de origem controlada. Há uma diversidade tão grande quanto a dos vinhos, é impossível provar e conhecer todos. Então, é a harmonização perfeita para que, a cada dia, a gente possa descobrir mais uma sensação e mais um prazer de uma boa harmonização entre queijos e vinhos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, bom dia. Que bom ter a sua companhia nesta manhã pra falar de queijos e vinhos, que é sempre uma noite gostosa. O queijo é a estrela da noite. Me pediram pra voltar em assuntos de quatro anos atrás, mas que é sempre atual. É que eu andei avançando muito e falando sobre vinhos de ilhas, uvas neelúteos, sicarela e tudo mais. Então, vamos à dupla queijos e vinhos.

Hoje vai ser só a harmonização. Já falei de como montar, o que acompanhar. É só ir lá no site, que tem quase mil temas. Para os queijos mais fortes, como roquefort e gorgonzola, aqueles muito salgados, é bom você harmonizar com um vinho tinto mais forte. Ou uma harmonização de contraponto: um queijo bastante salgado com vinhos muito doces. Pode ser um branco doce ou vinhos do Porto.

Para os queijos de textura dura, como parmesão, pesão e grana padano, os tintos em geral, de médio corpo. Os de sabor suave, como golda e reino, que têm até um certo adocicado, pode ser tanto vinho branco quanto tinto, de médio corpo, um merlot ou um chardonnay. Para os queijos mais cremosos, como brie e camembert, pode ser branco ou tintos médios. E, por último, os queijos mais frescos, como os queijos de cabra ou cream cheese, pode ser um rosé ou um espumante, que fica super.

Os queijos são produtos de quase 4 mil anos de história. Dependendo do terroir onde é produzido, passam por fermentação, envelhecimento ou maturação. Algumas regiões produtoras têm a procedência, assim como os vinhos, denominação de origem controlada. Há uma diversidade tão grande quanto a dos vinhos, é impossível provar e conhecer todos. Então, é a harmonização perfeita para que, a cada dia, a gente possa descobrir mais uma sensação e mais um prazer de uma boa harmonização entre queijos e vinhos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO DE VINHOS E QUEIJOS ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É claro que você já ouviu falar dos vinhos de champanhe e os famosos espumantes franceses. Eles são elaborados com três cepas, ou uvas oficiais da região norte da França. São elas a branca Chardonnay, as tintas Pinot Noir e Pinot Mounier. O assemblage entre uvas brancas e tintas pode elaborar vinhos brancos, rosés ou tintos. Depende do método de elaboração que o enólogo definir.

Deixando o mosto em contato com a casca, ele pode extrair cor. Pouco contato, extrai pouca coloração. E não ter contato com a casca, obtém vinhos brancos. É difícil encontrar varietais da uva Pinot Mounier, já que a uva produz vinhos com ataque de boca muito curto e é muito sensível à oxidação. Já os vinhos 100% da uva Pinot Noir ou Chardonnay são mais comuns.

A Pinot Noir traz frescor e uma evolução de aromas e sabor. Já a Chardonnay tem potencial para envelhecimento, elegância, notas florais e minerais. As três cepas juntas formam o corte típico de champanhe, com força, estrutura, elegância, frescor, grande potencial de guarda e muitos perlages, prontos para participar dos momentos de celebração pelo mundo afora.

Bebido gelado, é uma perfeita combinação com peixes e frutos do mar, queijos frescos, carpacios, doces de baunilha, frutas e muito mais. Um bom champanhe para você! E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag #MúsicaeVinho pelas redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É claro que você já ouviu falar dos vinhos de champanhe e os famosos espumantes franceses. Eles são elaborados com três cepas, ou uvas oficiais da região norte da França. São elas a branca Chardonnay, as tintas Pinot Noir e Pinot Mounier. O assemblage entre uvas brancas e tintas pode elaborar vinhos brancos, rosés ou tintos. Depende do método de elaboração que o enólogo definir.

Deixando o mosto em contato com a casca, ele pode extrair cor. Pouco contato, extrai pouca coloração. E não ter contato com a casca, obtém vinhos brancos. É difícil encontrar varietais da uva Pinot Mounier, já que a uva produz vinhos com ataque de boca muito curto e é muito sensível à oxidação. Já os vinhos 100% da uva Pinot Noir ou Chardonnay são mais comuns.

A Pinot Noir traz frescor e uma evolução de aromas e sabor. Já a Chardonnay tem potencial para envelhecimento, elegância, notas florais e minerais. As três cepas juntas formam o corte típico de champanhe, com força, estrutura, elegância, frescor, grande potencial de guarda e muitos perlages, prontos para participar dos momentos de celebração pelo mundo afora.

Bebido gelado, é uma perfeita combinação com peixes e frutos do mar, queijos frescos, carpacios, doces de baunilha, frutas e muito mais. Um bom champanhe para você! E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag #MúsicaeVinho pelas redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É claro que você já ouviu falar dos vinhos de champanhe e os famosos espumantes franceses. Eles são elaborados com três cepas, ou uvas oficiais da região norte da França. São elas a branca Chardonnay, as tintas Pinot Noir e Pinot Mounier. O assemblage entre uvas brancas e tintas pode elaborar vinhos brancos, rosés ou tintos. Depende do método de elaboração que o enólogo definir.

Deixando o mosto em contato com a casca, ele pode extrair cor. Pouco contato, extrai pouca coloração. E não ter contato com a casca, obtém vinhos brancos. É difícil encontrar varietais da uva Pinot Mounier, já que a uva produz vinhos com ataque de boca muito curto e é muito sensível à oxidação. Já os vinhos 100% da uva Pinot Noir ou Chardonnay são mais comuns.

A Pinot Noir traz frescor e uma evolução de aromas e sabor. Já a Chardonnay tem potencial para envelhecimento, elegância, notas florais e minerais. As três cepas juntas formam o corte típico de champanhe, com força, estrutura, elegância, frescor, grande potencial de guarda e muitos perlages, prontos para participar dos momentos de celebração pelo mundo afora.

Bebido gelado, é uma perfeita combinação com peixes e frutos do mar, queijos frescos, carpacios, doces de baunilha, frutas e muito mais. Um bom champanhe para você! E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag #MúsicaeVinho pelas redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É claro que você já ouviu falar dos vinhos de champanhe e os famosos espumantes franceses. Eles são elaborados com três cepas, ou uvas oficiais da região norte da França. São elas a branca Chardonnay, as tintas Pinot Noir e Pinot Mounier. O assemblage entre uvas brancas e tintas pode elaborar vinhos brancos, rosés ou tintos. Depende do método de elaboração que o enólogo definir.

Deixando o mosto em contato com a casca, ele pode extrair cor. Pouco contato, extrai pouca coloração. E não ter contato com a casca, obtém vinhos brancos. É difícil encontrar varietais da uva Pinot Mounier, já que a uva produz vinhos com ataque de boca muito curto e é muito sensível à oxidação. Já os vinhos 100% da uva Pinot Noir ou Chardonnay são mais comuns.

A Pinot Noir traz frescor e uma evolução de aromas e sabor. Já a Chardonnay tem potencial para envelhecimento, elegância, notas florais e minerais. As três cepas juntas formam o corte típico de champanhe, com força, estrutura, elegância, frescor, grande potencial de guarda e muitos perlages, prontos para participar dos momentos de celebração pelo mundo afora.

Bebido gelado, é uma perfeita combinação com peixes e frutos do mar, queijos frescos, carpacios, doces de baunilha, frutas e muito mais. Um bom champanhe para você! E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag #MúsicaeVinho pelas redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO DE CHAMPAGNE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO ROSE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A pergunta que eu mais ouço é um tema que eu nunca tratei no Música e Vinho, olha que curioso. Mas será que essa é a sua dúvida também? Qual é o vinho fino mais próximo do suave pra eu começar a beber? Essa é a pergunta que sempre me fazem.

Por que será que você não gosta de vinhos secos? Isso é normal. O nosso paladar não está acostumado a bebidas mais secas. Até os drinks, como caipirinha, têm açúcar; outros têm adição de licores ou caldas doces. Então, o nosso paladar é doce, mas com grande potencial de evolução. Aos poucos, você vai se adaptando aos sabores dos vinhos mais secos.

Eu tenho dois nomes de vinhos tintos na ponta da língua e um estilo de espumante pra você não errar. São os espumantes Demi-Sec, que estão entre os moscatéis e o espumante Brut, nem tão doce nem tão seco. E duas opções de vinhos tintos nacionais: o Saint Germain Cabernet Franc e o Naturel, que tem as versões branco e tinto.

Ambos são vinhos feitos com uvas francesas viníferas e que deixam sobrar açúcar natural no processo de fermentação. A graduação alcoólica é bem baixa e você pode gelar bem; fica excelente para o nosso calor. E o melhor: têm bom preço, ótimo custo-benefício e já dão para você começar a beber vinhos tintos um pouquinho mais secos.

Lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A pergunta que eu mais ouço é um tema que eu nunca tratei no Música e Vinho, olha que curioso. Mas será que essa é a sua dúvida também? Qual é o vinho fino mais próximo do suave pra eu começar a beber? Essa é a pergunta que sempre me fazem.

Por que será que você não gosta de vinhos secos? Isso é normal. O nosso paladar não está acostumado a bebidas mais secas. Até os drinks, como caipirinha, têm açúcar; outros têm adição de licores ou caldas doces. Então, o nosso paladar é doce, mas com grande potencial de evolução. Aos poucos, você vai se adaptando aos sabores dos vinhos mais secos.

Eu tenho dois nomes de vinhos tintos na ponta da língua e um estilo de espumante pra você não errar. São os espumantes Demi-Sec, que estão entre os moscatéis e o espumante Brut, nem tão doce nem tão seco. E duas opções de vinhos tintos nacionais: o Saint Germain Cabernet Franc e o Naturel, que tem as versões branco e tinto.

Ambos são vinhos feitos com uvas francesas viníferas e que deixam sobrar açúcar natural no processo de fermentação. A graduação alcoólica é bem baixa e você pode gelar bem; fica excelente para o nosso calor. E o melhor: têm bom preço, ótimo custo-benefício e já dão para você começar a beber vinhos tintos um pouquinho mais secos.

Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A pergunta que eu mais ouço é um tema que eu nunca tratei no Música e Vinho, olha que curioso. Mas será que essa é a sua dúvida também? Qual é o vinho fino mais próximo do suave pra eu começar a beber? Essa é a pergunta que sempre me fazem.

Por que será que você não gosta de vinhos secos? Isso é normal. O nosso paladar não está acostumado a bebidas mais secas. Até os drinks, como caipirinha, têm açúcar; outros têm adição de licores ou caldas doces. Então, o nosso paladar é doce, mas com grande potencial de evolução. Aos poucos, você vai se adaptando aos sabores dos vinhos mais secos.

Eu tenho dois nomes de vinhos tintos na ponta da língua e um estilo de espumante pra você não errar. São os espumantes Demi-Sec, que estão entre os moscatéis e o espumante Brut, nem tão doce nem tão seco. E duas opções de vinhos tintos nacionais: o Saint Germain Cabernet Franc e o Naturel, que tem as versões branco e tinto.

Ambos são vinhos feitos com uvas francesas viníferas e que deixam sobrar açúcar natural no processo de fermentação. A graduação alcoólica é bem baixa e você pode gelar bem; fica excelente para o nosso calor. E o melhor: têm bom preço, ótimo custo-benefício e já dão para você começar a beber vinhos tintos um pouquinho mais secos.

Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A pergunta que eu mais ouço é um tema que eu nunca tratei no Música e Vinho, olha que curioso. Mas será que essa é a sua dúvida também? Qual é o vinho fino mais próximo do suave pra eu começar a beber? Essa é a pergunta que sempre me fazem.

Por que será que você não gosta de vinhos secos? Isso é normal. O nosso paladar não está acostumado a bebidas mais secas. Até os drinks, como caipirinha, têm açúcar; outros têm adição de licores ou caldas doces. Então, o nosso paladar é doce, mas com grande potencial de evolução. Aos poucos, você vai se adaptando aos sabores dos vinhos mais secos.

Eu tenho dois nomes de vinhos tintos na ponta da língua e um estilo de espumante pra você não errar. São os espumantes Demi-Sec, que estão entre os moscatéis e o espumante Brut, nem tão doce nem tão seco. E duas opções de vinhos tintos nacionais: o Saint Germain Cabernet Franc e o Naturel, que tem as versões branco e tinto.

Ambos são vinhos feitos com uvas francesas viníferas e que deixam sobrar açúcar natural no processo de fermentação. A graduação alcoólica é bem baixa e você pode gelar bem; fica excelente para o nosso calor. E o melhor: têm bom preço, ótimo custo-benefício e já dão para você começar a beber vinhos tintos um pouquinho mais secos.

Lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INDICAÇÃO DE VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO TINTO DOURO CONVERSA ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 26 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura. A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor; são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália, e a uva Pinogridio está entre as minhas brancas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha Aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e libão; aromas que aparecem no olfato. Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano.

Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leve estoque de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura. A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor; são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália, e a uva Pinogridio está entre as minhas brancas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha Aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e libão; aromas que aparecem no olfato. Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano.

Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leve estoque de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura. A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor; são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália, e a uva Pinogridio está entre as minhas brancas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha Aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e libão; aromas que aparecem no olfato. Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano.

Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leve estoque de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura. A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor; são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália, e a uva Pinogridio está entre as minhas brancas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha Aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e libão; aromas que aparecem no olfato. Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano.

Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leve estoque de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA PINOGRIDIO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[WINE MAP]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS DE PINOT NOIR E CHARDONNAY]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHO PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Será que o meu paladar é igual ao seu? Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Mas lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você amou e me dizer o porquê. Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos, o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada não te agrada. E olha que tem uvas que eu torcia o nariz, mas mesmo assim não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva Nero d'Ávola, por exemplo, que eu achava total. Totalmente dura. Já encontrei alguns bons exemplares com as notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte para mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Musica e Vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Será que o meu paladar é igual ao seu? Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Mas lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você amou e me dizer o porquê. Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos, o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada não te agrada. E olha que tem uvas que eu torcia o nariz, mas mesmo assim não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva Nero d'Ávola, por exemplo, que eu achava total. Totalmente dura. Já encontrei alguns bons exemplares com as notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte para mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Musica e Vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Será que o meu paladar é igual ao seu? Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Mas lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você amou e me dizer o porquê. Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos, o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada não te agrada. E olha que tem uvas que eu torcia o nariz, mas mesmo assim não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva Nero d'Ávola, por exemplo, que eu achava total. Totalmente dura. Já encontrei alguns bons exemplares com as notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte para mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Musica e Vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Será que o meu paladar é igual ao seu? Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Mas lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você amou e me dizer o porquê. Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos, o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada não te agrada. E olha que tem uvas que eu torcia o nariz, mas mesmo assim não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva Nero d'Ávola, por exemplo, que eu achava total. Totalmente dura. Já encontrei alguns bons exemplares com as notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte para mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Musica e Vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA PRIMITIVO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saint Joseph, ou traduzindo, São José, o esposo de Maria, teve sua aparição como santo no sul da França e originou o nome de uma das mais famosas apelações do Rhone, os vinhos no estilo Saint Joseph.

Originalmente, só produzia vinhos tintos da uva Syrah. Essa é a maravilha aos amantes da uva Syrah. Mas, em 1979, foi permitida a introdução de até 10% de uvas brancas, como Marsanne e Roussane. Mesmo assim, ainda produz vinhos intensos, de coloração bem profunda.

Muito aromáticos, a frutas maduras, especiarias e baunilha. Não se deve esperar dos Saint Joseph menos que taninos suaves e sedosos e longa persistência. São, normalmente, vinhos canudos gastronômicos para acompanhar caças e queijos intensos.

E um dos produtores mais conhecidos a produzir vinhos no estilo Saint Joseph é o famoso Gigao, que você já deve ter visto. Os rótulos de Gigao destacam muito bem cada apelação.

Além das apelações de Coturron e Cotroti, que você já pode ter provado, que tal experimentar um diferente, o Saint Joseph?

Mais uma sugestão de vinhos para você continuar a explorar e se inspirar. E eu quero saber o que você está degustando, é só compartilhar conosco, usando a hashtag música e vinho, nas redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saint Joseph, ou traduzindo, São José, o esposo de Maria, teve sua aparição como santo no sul da França e originou o nome de uma das mais famosas apelações do Rhone, os vinhos no estilo Saint Joseph.

Originalmente, só produzia vinhos tintos da uva Syrah. Essa é a maravilha aos amantes da uva Syrah. Mas, em 1979, foi permitida a introdução de até 10% de uvas brancas, como Marsanne e Roussane. Mesmo assim, ainda produz vinhos intensos, de coloração bem profunda.

Muito aromáticos, a frutas maduras, especiarias e baunilha. Não se deve esperar dos Saint Joseph menos que taninos suaves e sedosos e longa persistência. São, normalmente, vinhos canudos gastronômicos para acompanhar caças e queijos intensos.

E um dos produtores mais conhecidos a produzir vinhos no estilo Saint Joseph é o famoso Gigao, que você já deve ter visto. Os rótulos de Gigao destacam muito bem cada apelação.

Além das apelações de Coturron e Cotroti, que você já pode ter provado, que tal experimentar um diferente, o Saint Joseph?

Mais uma sugestão de vinhos para você continuar a explorar e se inspirar. E eu quero saber o que você está degustando, é só compartilhar conosco, usando a hashtag música e vinho, nas redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saint Joseph, ou traduzindo, São José, o esposo de Maria, teve sua aparição como santo no sul da França e originou o nome de uma das mais famosas apelações do Rhone, os vinhos no estilo Saint Joseph.

Originalmente, só produzia vinhos tintos da uva Syrah. Essa é a maravilha aos amantes da uva Syrah. Mas, em 1979, foi permitida a introdução de até 10% de uvas brancas, como Marsanne e Roussane. Mesmo assim, ainda produz vinhos intensos, de coloração bem profunda.

Muito aromáticos, a frutas maduras, especiarias e baunilha. Não se deve esperar dos Saint Joseph menos que taninos suaves e sedosos e longa persistência. São, normalmente, vinhos canudos gastronômicos para acompanhar caças e queijos intensos.

E um dos produtores mais conhecidos a produzir vinhos no estilo Saint Joseph é o famoso Gigao, que você já deve ter visto. Os rótulos de Gigao destacam muito bem cada apelação.

Além das apelações de Coturron e Cotroti, que você já pode ter provado, que tal experimentar um diferente, o Saint Joseph?

Mais uma sugestão de vinhos para você continuar a explorar e se inspirar. E eu quero saber o que você está degustando, é só compartilhar conosco, usando a hashtag música e vinho, nas redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saint Joseph, ou traduzindo, São José, o esposo de Maria, teve sua aparição como santo no sul da França e originou o nome de uma das mais famosas apelações do Rhone, os vinhos no estilo Saint Joseph.

Originalmente, só produzia vinhos tintos da uva Syrah. Essa é a maravilha aos amantes da uva Syrah. Mas, em 1979, foi permitida a introdução de até 10% de uvas brancas, como Marsanne e Roussane. Mesmo assim, ainda produz vinhos intensos, de coloração bem profunda.

Muito aromáticos, a frutas maduras, especiarias e baunilha. Não se deve esperar dos Saint Joseph menos que taninos suaves e sedosos e longa persistência. São, normalmente, vinhos canudos gastronômicos para acompanhar caças e queijos intensos.

E um dos produtores mais conhecidos a produzir vinhos no estilo Saint Joseph é o famoso Gigao, que você já deve ter visto. Os rótulos de Gigao destacam muito bem cada apelação.

Além das apelações de Coturron e Cotroti, que você já pode ter provado, que tal experimentar um diferente, o Saint Joseph?

Mais uma sugestão de vinhos para você continuar a explorar e se inspirar. E eu quero saber o que você está degustando, é só compartilhar conosco, usando a hashtag música e vinho, nas redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA SYRAH]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vou te contar todas as minhas experiências de degustações. Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem a sua origem em Portugal e na Espanha, era a sopa do rabo de boi, usada como aproveitamento de todas as sobras das partes do animal, tipo a feijoada.

Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos agraciados nos melhores restaurantes e lá na casa da minha mãe. Tem várias receitas de rabada ao vinho. Escolha um tinto seco de qualidade. Não vai estragar o seu prato com vinho ruim, né?

E, para acompanhar, vamos pensar em cores intensas, a suculência do molho, a complexidade de vários temperos, a maciez do cozimento e o sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser mais encorpado, então: um tinto seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, aqueles vinhos mais encorpados, e pode ter passagem na madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso, da uva garnacha com tempranilo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte das uvas alicante, buchê, trincadeira e aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhone, com grenache, sirra e mouvedre.

Sabores ricos harmonizados a vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vou te contar todas as minhas experiências de degustações. Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem a sua origem em Portugal e na Espanha, era a sopa do rabo de boi, usada como aproveitamento de todas as sobras das partes do animal, tipo a feijoada.

Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos agraciados nos melhores restaurantes e lá na casa da minha mãe. Tem várias receitas de rabada ao vinho. Escolha um tinto seco de qualidade. Não vai estragar o seu prato com vinho ruim, né?

E, para acompanhar, vamos pensar em cores intensas, a suculência do molho, a complexidade de vários temperos, a maciez do cozimento e o sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser mais encorpado, então: um tinto seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, aqueles vinhos mais encorpados, e pode ter passagem na madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso, da uva garnacha com tempranilo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte das uvas alicante, buchê, trincadeira e aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhone, com grenache, sirra e mouvedre.

Sabores ricos harmonizados a vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vou te contar todas as minhas experiências de degustações. Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem a sua origem em Portugal e na Espanha, era a sopa do rabo de boi, usada como aproveitamento de todas as sobras das partes do animal, tipo a feijoada.

Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos agraciados nos melhores restaurantes e lá na casa da minha mãe. Tem várias receitas de rabada ao vinho. Escolha um tinto seco de qualidade. Não vai estragar o seu prato com vinho ruim, né?

E, para acompanhar, vamos pensar em cores intensas, a suculência do molho, a complexidade de vários temperos, a maciez do cozimento e o sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser mais encorpado, então: um tinto seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, aqueles vinhos mais encorpados, e pode ter passagem na madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso, da uva garnacha com tempranilo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte das uvas alicante, buchê, trincadeira e aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhone, com grenache, sirra e mouvedre.

Sabores ricos harmonizados a vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vou te contar todas as minhas experiências de degustações. Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem a sua origem em Portugal e na Espanha, era a sopa do rabo de boi, usada como aproveitamento de todas as sobras das partes do animal, tipo a feijoada.

Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos agraciados nos melhores restaurantes e lá na casa da minha mãe. Tem várias receitas de rabada ao vinho. Escolha um tinto seco de qualidade. Não vai estragar o seu prato com vinho ruim, né?

E, para acompanhar, vamos pensar em cores intensas, a suculência do molho, a complexidade de vários temperos, a maciez do cozimento e o sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser mais encorpado, então: um tinto seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, aqueles vinhos mais encorpados, e pode ter passagem na madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso, da uva garnacha com tempranilo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte das uvas alicante, buchê, trincadeira e aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhone, com grenache, sirra e mouvedre.

Sabores ricos harmonizados a vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EXPERIÊNCIAS DE DEGUSTAÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[MALBEC E SYRAH ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

É sempre bom ter a sua companhia, especialmente você, que é fã do Música e Vinho.

A sabedoria popular sempre reconheceu as qualidades e contribuições físicas e espirituais do vinho.
A ciência conseguiu provar… após dois mil anos.
E não há dúvidas: vinho faz bem à saúde, e para a alma.

Tornou-se uma bebida fundamental.
Já dizia o poeta romano Bábrios:

“O grau de civilização de um povo é sempre proporcional à qualidade e à quantidade de vinhos que consome.”

O vinho é, sim, um instrumento cultural repleto de simbolismos.
Através do vinho, experimentamos novas culturas e adquirimos conhecimentos sobre cada povo, gastronomia e região à qual o vinho pertence.

De Pasteur, no século XIX, a Serge Renaud, em 1991, o vinho faz bem à saúde.

Saúde!

Pasteur introduziu a pasteurização, que elimina as bactérias do vinho por aquecimento da bebida.
Renaud confirmou a boa relação entre o consumo de vinho e a menor incidência de doenças coronarianas.

Mais recentemente, os cientistas se concentram na ação rejuvenescedora dos antioxidantes do vinho.
Os estudos continuam a examinar várias partes do corpo humano onde o vinho pode agir beneficamente.
Mas dos efeitos sobre a mente, ninguém tem dúvidas.

Há muitas contribuições quanto aos avanços da política, da ciência e da literatura, desde a Antiguidade até a atualidade, desenvolvidas a partir do vinho.

Do comércio marítimo do Mediterrâneo aos simpósios políticos e filosóficos, em que se partilhava uma taça de vinho, o vinho sempre teve seu prestígio.
E hoje, é capaz de unir as pessoas com fortes laços histórico-culturais, das taças de cristal aos copos de acrílico.

Um bom vinho pra você!
E lembre-se de compartilhar o que está degustando usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

É sempre bom ter a sua companhia, especialmente você, que é fã do Música e Vinho.

A sabedoria popular sempre reconheceu as qualidades e contribuições físicas e espirituais do vinho.
A ciência conseguiu provar… após dois mil anos.
E não há dúvidas: vinho faz bem à saúde, e para a alma.

Tornou-se uma bebida fundamental.
Já dizia o poeta romano Bábrios:

“O grau de civilização de um povo é sempre proporcional à qualidade e à quantidade de vinhos que consome.”

O vinho é, sim, um instrumento cultural repleto de simbolismos.
Através do vinho, experimentamos novas culturas e adquirimos conhecimentos sobre cada povo, gastronomia e região à qual o vinho pertence.

De Pasteur, no século XIX, a Serge Renaud, em 1991, o vinho faz bem à saúde.

Saúde!

Pasteur introduziu a pasteurização, que elimina as bactérias do vinho por aquecimento da bebida.
Renaud confirmou a boa relação entre o consumo de vinho e a menor incidência de doenças coronarianas.

Mais recentemente, os cientistas se concentram na ação rejuvenescedora dos antioxidantes do vinho.
Os estudos continuam a examinar várias partes do corpo humano onde o vinho pode agir beneficamente.
Mas dos efeitos sobre a mente, ninguém tem dúvidas.

Há muitas contribuições quanto aos avanços da política, da ciência e da literatura, desde a Antiguidade até a atualidade, desenvolvidas a partir do vinho.

Do comércio marítimo do Mediterrâneo aos simpósios políticos e filosóficos, em que se partilhava uma taça de vinho, o vinho sempre teve seu prestígio.
E hoje, é capaz de unir as pessoas com fortes laços histórico-culturais, das taças de cristal aos copos de acrílico.

Um bom vinho pra você!
E lembre-se de compartilhar o que está degustando usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

É sempre bom ter a sua companhia, especialmente você, que é fã do Música e Vinho.

A sabedoria popular sempre reconheceu as qualidades e contribuições físicas e espirituais do vinho.
A ciência conseguiu provar… após dois mil anos.
E não há dúvidas: vinho faz bem à saúde, e para a alma.

Tornou-se uma bebida fundamental.
Já dizia o poeta romano Bábrios:

“O grau de civilização de um povo é sempre proporcional à qualidade e à quantidade de vinhos que consome.”

O vinho é, sim, um instrumento cultural repleto de simbolismos.
Através do vinho, experimentamos novas culturas e adquirimos conhecimentos sobre cada povo, gastronomia e região à qual o vinho pertence.

De Pasteur, no século XIX, a Serge Renaud, em 1991, o vinho faz bem à saúde.

Saúde!

Pasteur introduziu a pasteurização, que elimina as bactérias do vinho por aquecimento da bebida.
Renaud confirmou a boa relação entre o consumo de vinho e a menor incidência de doenças coronarianas.

Mais recentemente, os cientistas se concentram na ação rejuvenescedora dos antioxidantes do vinho.
Os estudos continuam a examinar várias partes do corpo humano onde o vinho pode agir beneficamente.
Mas dos efeitos sobre a mente, ninguém tem dúvidas.

Há muitas contribuições quanto aos avanços da política, da ciência e da literatura, desde a Antiguidade até a atualidade, desenvolvidas a partir do vinho.

Do comércio marítimo do Mediterrâneo aos simpósios políticos e filosóficos, em que se partilhava uma taça de vinho, o vinho sempre teve seu prestígio.
E hoje, é capaz de unir as pessoas com fortes laços histórico-culturais, das taças de cristal aos copos de acrílico.

Um bom vinho pra você!
E lembre-se de compartilhar o que está degustando usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

É sempre bom ter a sua companhia, especialmente você, que é fã do Música e Vinho.

A sabedoria popular sempre reconheceu as qualidades e contribuições físicas e espirituais do vinho.
A ciência conseguiu provar… após dois mil anos.
E não há dúvidas: vinho faz bem à saúde, e para a alma.

Tornou-se uma bebida fundamental.
Já dizia o poeta romano Bábrios:

“O grau de civilização de um povo é sempre proporcional à qualidade e à quantidade de vinhos que consome.”

O vinho é, sim, um instrumento cultural repleto de simbolismos.
Através do vinho, experimentamos novas culturas e adquirimos conhecimentos sobre cada povo, gastronomia e região à qual o vinho pertence.

De Pasteur, no século XIX, a Serge Renaud, em 1991, o vinho faz bem à saúde.

Saúde!

Pasteur introduziu a pasteurização, que elimina as bactérias do vinho por aquecimento da bebida.
Renaud confirmou a boa relação entre o consumo de vinho e a menor incidência de doenças coronarianas.

Mais recentemente, os cientistas se concentram na ação rejuvenescedora dos antioxidantes do vinho.
Os estudos continuam a examinar várias partes do corpo humano onde o vinho pode agir beneficamente.
Mas dos efeitos sobre a mente, ninguém tem dúvidas.

Há muitas contribuições quanto aos avanços da política, da ciência e da literatura, desde a Antiguidade até a atualidade, desenvolvidas a partir do vinho.

Do comércio marítimo do Mediterrâneo aos simpósios políticos e filosóficos, em que se partilhava uma taça de vinho, o vinho sempre teve seu prestígio.
E hoje, é capaz de unir as pessoas com fortes laços histórico-culturais, das taças de cristal aos copos de acrílico.

Um bom vinho pra você!
E lembre-se de compartilhar o que está degustando usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONTRIBUIÇÕES FÍSICAS E ESPIRITUAIS DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[UVA MALBEC ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO TANNAT]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu. E, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga.

Os Celtas levaram o vinho há 2500 anos, antes mesmo de os romanos terem levado a cultura para França e Espanha.

Descobri, nessa pesquisa, que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita ao ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia.

Tem tanta história antiga que a videira considerada mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor. A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro: as famosas vinhas velhas.

É uma variedade tinta local chamada de Modra Cavicina. Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada.

A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco. Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu. E, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga.

Os Celtas levaram o vinho há 2500 anos, antes mesmo de os romanos terem levado a cultura para França e Espanha.

Descobri, nessa pesquisa, que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita ao ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia.

Tem tanta história antiga que a videira considerada mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor. A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro: as famosas vinhas velhas.

É uma variedade tinta local chamada de Modra Cavicina. Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada.

A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco. Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu. E, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga.

Os Celtas levaram o vinho há 2500 anos, antes mesmo de os romanos terem levado a cultura para França e Espanha.

Descobri, nessa pesquisa, que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita ao ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia.

Tem tanta história antiga que a videira considerada mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor. A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro: as famosas vinhas velhas.

É uma variedade tinta local chamada de Modra Cavicina. Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada.

A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco. Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu. E, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga.

Os Celtas levaram o vinho há 2500 anos, antes mesmo de os romanos terem levado a cultura para França e Espanha.

Descobri, nessa pesquisa, que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita ao ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia.

Tem tanta história antiga que a videira considerada mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor. A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro: as famosas vinhas velhas.

É uma variedade tinta local chamada de Modra Cavicina. Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada.

A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco. Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS ITALIANOS ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS ROSES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje nós vamos direto para a Itália, na região do Vêneto, para você que quer saber mais, só que hoje num contexto totalmente diferente: novas informações sobre essa famosa região do Vêneto, na Itália.

E, mais uma vez, eu te desafio a saber qual é o vinho do Vale das Muitas Adegas. Mas e o Valpolicella, você conhece? É claro! Esse é o estilo de vinho mais famoso do Vêneto, sim, mas não o único.

O Vêneto é a maior região em produção na Itália. São mais de 850 milhões de garrafas ao ano, e aqui tem o maior número de denominações de origem controladas. Os grandes vinhos clássicos se utilizam de uvas autóctones, que são as uvas regionais, como o Soave, um vinho branco muito popular, feito com as uvas autóctones Garganega e Trebbiano.

Há também o vinho seco clássico da região, elaborado com as uvas Corvina, Molinara e Rondinella. Tem ainda o Amarone della Valpolicella: as mesmas uvas, porém parcialmente secas, dão um vinho mais complexo, encorpado e alcoólico, podendo chegar a 16 graus alcoólicos.

O Recioto della Valpolicella é o vinho doce, com as mesmas uvas do Valpolicella. As uvas são secas e têm a fermentação interrompida, exatamente como se faz nos vinhos do Porto. O Valpolicella Ripasso é elaborado com os resíduos das uvas do Amarone.

E, no Vêneto, encontramos ainda outros estilos de vinhos, como o Bardolino: as mesmas uvas do Valpolicella, porém vinhos mais leves, para consumo rápido e para harmonizar com um picadinho. E ainda o famoso Prosecco, de uvas do mesmo nome, perfeito para festas de casamento.

O Brasil tem uma forte ligação com o Vêneto, porque é de lá que vieram os imigrantes italianos. Então, vamos prestigiá-los e descobrir essas grandes variedades e estilos de vinhos do Vêneto. Mas não são só esses sete estilos que eu citei hoje: são 2 DOCGs, 21 DOCs e 10 IGTs.

São tantos estilos de vinho e tanta produção para atender os quase 5 milhões de habitantes da região, receber os 60 milhões de turistas ao ano e ainda exportar para todo o mundo.

A capital do Vêneto é Veneza, e outras cidades famosas são Verona, a capital dos namorados, apaixonados como Romeu e Julieta. E, como eu sou também uma apaixonada, encontrei um vinho na Argentina que faz uma homenagem aos famosos Amarones. Feito no mesmo estilo, o nome é um trocadilho: de Amarone para Enamore, para os apaixonados e enamorados.

Lembre-se de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje nós vamos direto para a Itália, na região do Vêneto, para você que quer saber mais, só que hoje num contexto totalmente diferente: novas informações sobre essa famosa região do Vêneto, na Itália.

E, mais uma vez, eu te desafio a saber qual é o vinho do Vale das Muitas Adegas. Mas e o Valpolicella, você conhece? É claro! Esse é o estilo de vinho mais famoso do Vêneto, sim, mas não o único.

O Vêneto é a maior região em produção na Itália. São mais de 850 milhões de garrafas ao ano, e aqui tem o maior número de denominações de origem controladas. Os grandes vinhos clássicos se utilizam de uvas autóctones, que são as uvas regionais, como o Soave, um vinho branco muito popular, feito com as uvas autóctones Garganega e Trebbiano.

Há também o vinho seco clássico da região, elaborado com as uvas Corvina, Molinara e Rondinella. Tem ainda o Amarone della Valpolicella: as mesmas uvas, porém parcialmente secas, dão um vinho mais complexo, encorpado e alcoólico, podendo chegar a 16 graus alcoólicos.

O Recioto della Valpolicella é o vinho doce, com as mesmas uvas do Valpolicella. As uvas são secas e têm a fermentação interrompida, exatamente como se faz nos vinhos do Porto. O Valpolicella Ripasso é elaborado com os resíduos das uvas do Amarone.

E, no Vêneto, encontramos ainda outros estilos de vinhos, como o Bardolino: as mesmas uvas do Valpolicella, porém vinhos mais leves, para consumo rápido e para harmonizar com um picadinho. E ainda o famoso Prosecco, de uvas do mesmo nome, perfeito para festas de casamento.

O Brasil tem uma forte ligação com o Vêneto, porque é de lá que vieram os imigrantes italianos. Então, vamos prestigiá-los e descobrir essas grandes variedades e estilos de vinhos do Vêneto. Mas não são só esses sete estilos que eu citei hoje: são 2 DOCGs, 21 DOCs e 10 IGTs.

São tantos estilos de vinho e tanta produção para atender os quase 5 milhões de habitantes da região, receber os 60 milhões de turistas ao ano e ainda exportar para todo o mundo.

A capital do Vêneto é Veneza, e outras cidades famosas são Verona, a capital dos namorados, apaixonados como Romeu e Julieta. E, como eu sou também uma apaixonada, encontrei um vinho na Argentina que faz uma homenagem aos famosos Amarones. Feito no mesmo estilo, o nome é um trocadilho: de Amarone para Enamore, para os apaixonados e enamorados.

Lembre-se de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje nós vamos direto para a Itália, na região do Vêneto, para você que quer saber mais, só que hoje num contexto totalmente diferente: novas informações sobre essa famosa região do Vêneto, na Itália.

E, mais uma vez, eu te desafio a saber qual é o vinho do Vale das Muitas Adegas. Mas e o Valpolicella, você conhece? É claro! Esse é o estilo de vinho mais famoso do Vêneto, sim, mas não o único.

O Vêneto é a maior região em produção na Itália. São mais de 850 milhões de garrafas ao ano, e aqui tem o maior número de denominações de origem controladas. Os grandes vinhos clássicos se utilizam de uvas autóctones, que são as uvas regionais, como o Soave, um vinho branco muito popular, feito com as uvas autóctones Garganega e Trebbiano.

Há também o vinho seco clássico da região, elaborado com as uvas Corvina, Molinara e Rondinella. Tem ainda o Amarone della Valpolicella: as mesmas uvas, porém parcialmente secas, dão um vinho mais complexo, encorpado e alcoólico, podendo chegar a 16 graus alcoólicos.

O Recioto della Valpolicella é o vinho doce, com as mesmas uvas do Valpolicella. As uvas são secas e têm a fermentação interrompida, exatamente como se faz nos vinhos do Porto. O Valpolicella Ripasso é elaborado com os resíduos das uvas do Amarone.

E, no Vêneto, encontramos ainda outros estilos de vinhos, como o Bardolino: as mesmas uvas do Valpolicella, porém vinhos mais leves, para consumo rápido e para harmonizar com um picadinho. E ainda o famoso Prosecco, de uvas do mesmo nome, perfeito para festas de casamento.

O Brasil tem uma forte ligação com o Vêneto, porque é de lá que vieram os imigrantes italianos. Então, vamos prestigiá-los e descobrir essas grandes variedades e estilos de vinhos do Vêneto. Mas não são só esses sete estilos que eu citei hoje: são 2 DOCGs, 21 DOCs e 10 IGTs.

São tantos estilos de vinho e tanta produção para atender os quase 5 milhões de habitantes da região, receber os 60 milhões de turistas ao ano e ainda exportar para todo o mundo.

A capital do Vêneto é Veneza, e outras cidades famosas são Verona, a capital dos namorados, apaixonados como Romeu e Julieta. E, como eu sou também uma apaixonada, encontrei um vinho na Argentina que faz uma homenagem aos famosos Amarones. Feito no mesmo estilo, o nome é um trocadilho: de Amarone para Enamore, para os apaixonados e enamorados.

Lembre-se de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje nós vamos direto para a Itália, na região do Vêneto, para você que quer saber mais, só que hoje num contexto totalmente diferente: novas informações sobre essa famosa região do Vêneto, na Itália.

E, mais uma vez, eu te desafio a saber qual é o vinho do Vale das Muitas Adegas. Mas e o Valpolicella, você conhece? É claro! Esse é o estilo de vinho mais famoso do Vêneto, sim, mas não o único.

O Vêneto é a maior região em produção na Itália. São mais de 850 milhões de garrafas ao ano, e aqui tem o maior número de denominações de origem controladas. Os grandes vinhos clássicos se utilizam de uvas autóctones, que são as uvas regionais, como o Soave, um vinho branco muito popular, feito com as uvas autóctones Garganega e Trebbiano.

Há também o vinho seco clássico da região, elaborado com as uvas Corvina, Molinara e Rondinella. Tem ainda o Amarone della Valpolicella: as mesmas uvas, porém parcialmente secas, dão um vinho mais complexo, encorpado e alcoólico, podendo chegar a 16 graus alcoólicos.

O Recioto della Valpolicella é o vinho doce, com as mesmas uvas do Valpolicella. As uvas são secas e têm a fermentação interrompida, exatamente como se faz nos vinhos do Porto. O Valpolicella Ripasso é elaborado com os resíduos das uvas do Amarone.

E, no Vêneto, encontramos ainda outros estilos de vinhos, como o Bardolino: as mesmas uvas do Valpolicella, porém vinhos mais leves, para consumo rápido e para harmonizar com um picadinho. E ainda o famoso Prosecco, de uvas do mesmo nome, perfeito para festas de casamento.

O Brasil tem uma forte ligação com o Vêneto, porque é de lá que vieram os imigrantes italianos. Então, vamos prestigiá-los e descobrir essas grandes variedades e estilos de vinhos do Vêneto. Mas não são só esses sete estilos que eu citei hoje: são 2 DOCGs, 21 DOCs e 10 IGTs.

São tantos estilos de vinho e tanta produção para atender os quase 5 milhões de habitantes da região, receber os 60 milhões de turistas ao ano e ainda exportar para todo o mundo.

A capital do Vêneto é Veneza, e outras cidades famosas são Verona, a capital dos namorados, apaixonados como Romeu e Julieta. E, como eu sou também uma apaixonada, encontrei um vinho na Argentina que faz uma homenagem aos famosos Amarones. Feito no mesmo estilo, o nome é um trocadilho: de Amarone para Enamore, para os apaixonados e enamorados.

Lembre-se de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS ITALIANOS ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SEDIMENTOS NA TAÇA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia.

Hoje tem música e vinho, e eu estou a fim de falar de uvas de novo. Há cerca de 10 mil diferentes castas de uvas no mundo e, assim como todos os nomes, têm algum significado. Alguns vêm da mitologia, outros são nomes científicos e outros são bem curiosos.

Malbec, em francês, quer dizer “boca amarga”, o que discordo, porque os Malbecs são quase doces — se bem que os argentinos; os franceses são bem amarguinhos mesmo.

Merlot vem do pássaro merle, que adora comer a uva Merlot ainda na videira.

Pinot Noir remete ao formato dos cachos, como um pinho escuro — pinot noir.

Sangiovese, em latim, significa “sangue de Jove”.

Carmenère vem do carmim, do vermelho forte e intenso da sua coloração.

Syrah tem mil hipóteses para o seu nome, mas eu acredito na versão da cidade de Shiraz, no Irã, da antiga Pérsia.

Tempranillo vem do espanhol “temprano”, cedo; a uva amadurece bem cedo.

E Cabernet Sauvignon é a união da Sauvignon Blanc com a Cabernet Franc, que deu origem à Cabernet Sauvignon.

Além da uva Nebbiolo, a uva das névoas no período da colheita, na região do Piemonte, aos pés do monte, muita névoa deu Nebbiolo.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia.

Hoje tem música e vinho, e eu estou a fim de falar de uvas de novo. Há cerca de 10 mil diferentes castas de uvas no mundo e, assim como todos os nomes, têm algum significado. Alguns vêm da mitologia, outros são nomes científicos e outros são bem curiosos.

Malbec, em francês, quer dizer “boca amarga”, o que discordo, porque os Malbecs são quase doces — se bem que os argentinos; os franceses são bem amarguinhos mesmo.

Merlot vem do pássaro merle, que adora comer a uva Merlot ainda na videira.

Pinot Noir remete ao formato dos cachos, como um pinho escuro — pinot noir.

Sangiovese, em latim, significa “sangue de Jove”.

Carmenère vem do carmim, do vermelho forte e intenso da sua coloração.

Syrah tem mil hipóteses para o seu nome, mas eu acredito na versão da cidade de Shiraz, no Irã, da antiga Pérsia.

Tempranillo vem do espanhol “temprano”, cedo; a uva amadurece bem cedo.

E Cabernet Sauvignon é a união da Sauvignon Blanc com a Cabernet Franc, que deu origem à Cabernet Sauvignon.

Além da uva Nebbiolo, a uva das névoas no período da colheita, na região do Piemonte, aos pés do monte, muita névoa deu Nebbiolo.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
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      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia.

Hoje tem música e vinho, e eu estou a fim de falar de uvas de novo. Há cerca de 10 mil diferentes castas de uvas no mundo e, assim como todos os nomes, têm algum significado. Alguns vêm da mitologia, outros são nomes científicos e outros são bem curiosos.

Malbec, em francês, quer dizer “boca amarga”, o que discordo, porque os Malbecs são quase doces — se bem que os argentinos; os franceses são bem amarguinhos mesmo.

Merlot vem do pássaro merle, que adora comer a uva Merlot ainda na videira.

Pinot Noir remete ao formato dos cachos, como um pinho escuro — pinot noir.

Sangiovese, em latim, significa “sangue de Jove”.

Carmenère vem do carmim, do vermelho forte e intenso da sua coloração.

Syrah tem mil hipóteses para o seu nome, mas eu acredito na versão da cidade de Shiraz, no Irã, da antiga Pérsia.

Tempranillo vem do espanhol “temprano”, cedo; a uva amadurece bem cedo.

E Cabernet Sauvignon é a união da Sauvignon Blanc com a Cabernet Franc, que deu origem à Cabernet Sauvignon.

Além da uva Nebbiolo, a uva das névoas no período da colheita, na região do Piemonte, aos pés do monte, muita névoa deu Nebbiolo.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
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      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia.

Hoje tem música e vinho, e eu estou a fim de falar de uvas de novo. Há cerca de 10 mil diferentes castas de uvas no mundo e, assim como todos os nomes, têm algum significado. Alguns vêm da mitologia, outros são nomes científicos e outros são bem curiosos.

Malbec, em francês, quer dizer “boca amarga”, o que discordo, porque os Malbecs são quase doces — se bem que os argentinos; os franceses são bem amarguinhos mesmo.

Merlot vem do pássaro merle, que adora comer a uva Merlot ainda na videira.

Pinot Noir remete ao formato dos cachos, como um pinho escuro — pinot noir.

Sangiovese, em latim, significa “sangue de Jove”.

Carmenère vem do carmim, do vermelho forte e intenso da sua coloração.

Syrah tem mil hipóteses para o seu nome, mas eu acredito na versão da cidade de Shiraz, no Irã, da antiga Pérsia.

Tempranillo vem do espanhol “temprano”, cedo; a uva amadurece bem cedo.

E Cabernet Sauvignon é a união da Sauvignon Blanc com a Cabernet Franc, que deu origem à Cabernet Sauvignon.

Além da uva Nebbiolo, a uva das névoas no período da colheita, na região do Piemonte, aos pés do monte, muita névoa deu Nebbiolo.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
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      <title><![CDATA[UVA MALBEC]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[CORTE BORDALÊS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Eu adoro falar sobre essa sigla que aparece em muitos vinhos e acaba nos confundindo, achando, talvez, que seja o nome da uva ou da região. GSM são as iniciais das uvas Grenache, geralmente encontrada no sul da França, na região do Rhone, e também na Austrália. São três uvas tintas que formam esse estilo de vinho que eu considero muito fácil de beber, embora não sejam vinhos leves, e sim até mais encorpados, com uma boa textura em boca, macios e com as notas aromáticas que lembram frutas vermelhas e negras e especiarias, como a pimenta típica da uva Sihá.

São vinhos bem gastronômicos, perfeitos para carnes ensopadas, carnes grelhadas, um bom hambúrguer de carneiro ou uma massa com filé. Há vários produtores com esse corte GSM, vale muito experimentar. E o melhor: são vinhos que você pode beber ainda jovem, lembrando sempre de manter a moderação.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Eu adoro falar sobre essa sigla que aparece em muitos vinhos e acaba nos confundindo, achando, talvez, que seja o nome da uva ou da região. GSM são as iniciais das uvas Grenache, geralmente encontrada no sul da França, na região do Rhone, e também na Austrália. São três uvas tintas que formam esse estilo de vinho que eu considero muito fácil de beber, embora não sejam vinhos leves, e sim até mais encorpados, com uma boa textura em boca, macios e com as notas aromáticas que lembram frutas vermelhas e negras e especiarias, como a pimenta típica da uva Sihá.

São vinhos bem gastronômicos, perfeitos para carnes ensopadas, carnes grelhadas, um bom hambúrguer de carneiro ou uma massa com filé. Há vários produtores com esse corte GSM, vale muito experimentar. E o melhor: são vinhos que você pode beber ainda jovem, lembrando sempre de manter a moderação.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Eu adoro falar sobre essa sigla que aparece em muitos vinhos e acaba nos confundindo, achando, talvez, que seja o nome da uva ou da região. GSM são as iniciais das uvas Grenache, geralmente encontrada no sul da França, na região do Rhone, e também na Austrália. São três uvas tintas que formam esse estilo de vinho que eu considero muito fácil de beber, embora não sejam vinhos leves, e sim até mais encorpados, com uma boa textura em boca, macios e com as notas aromáticas que lembram frutas vermelhas e negras e especiarias, como a pimenta típica da uva Sihá.

São vinhos bem gastronômicos, perfeitos para carnes ensopadas, carnes grelhadas, um bom hambúrguer de carneiro ou uma massa com filé. Há vários produtores com esse corte GSM, vale muito experimentar. E o melhor: são vinhos que você pode beber ainda jovem, lembrando sempre de manter a moderação.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Eu adoro falar sobre essa sigla que aparece em muitos vinhos e acaba nos confundindo, achando, talvez, que seja o nome da uva ou da região. GSM são as iniciais das uvas Grenache, geralmente encontrada no sul da França, na região do Rhone, e também na Austrália. São três uvas tintas que formam esse estilo de vinho que eu considero muito fácil de beber, embora não sejam vinhos leves, e sim até mais encorpados, com uma boa textura em boca, macios e com as notas aromáticas que lembram frutas vermelhas e negras e especiarias, como a pimenta típica da uva Sihá.

São vinhos bem gastronômicos, perfeitos para carnes ensopadas, carnes grelhadas, um bom hambúrguer de carneiro ou uma massa com filé. Há vários produtores com esse corte GSM, vale muito experimentar. E o melhor: são vinhos que você pode beber ainda jovem, lembrando sempre de manter a moderação.

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      <title><![CDATA[UVA GRENACHE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nesta manhã, eu te convido para a gente falar sobre vinhos de guarda, compras para o futuro. Será que existe um tempo certo para abrir um vinho mais velho ou mais jovem?

Atualmente, 90% dos vinhos produzidos são para consumo imediato. Outros 10% duram décadas. Quando for compor a sua adega, também é bom manter a mesma proporção: só 10% dos vinhos de guarda.

Eu tenho degustado alguns vinhos franceses de 2010, 2011, especialmente os Bordeaux médios, nada de Grand Cruz, que ainda estão meio verdinhos. São vinhos gostosos, porém estariam mais harmoniosos com uns três anos ou mais, talvez.

Todos os vinhos mudam ao longo do tempo de garrafa, mas melhorar mesmo, só alguns. Com o tempo, o vinho perde um pouco de cor e perde também tanino e acidez. Os vinhos que têm essas duas últimas características, de tanino e acidez muito elevadas, fazem bem ao vinho melhorar: ele fica mais fácil de beber, com menos tanino e menos acidez com o tempo, menos agressivo e um pouco mais suave.

Certa vez, eu falei para um cliente, que não gostou muito dessa comparação de vinho agressivo, achou meio piada. Mas, segundo uma das mais respeitadas enólogas do mundo, filha de Ângelo Gaia, italiana, chamada Gaia Gaja, ela disse que todo vinho engarrafado já está pronto. Alguns podem melhorar com a evolução da garrafa, mas é gosto pessoal.

E, como só no Brasil nós já temos mais de 30 mil rótulos disponíveis, por que não deixar os vinhos que podem melhorar com o tempo de garrafa esperando um pouquinho mais?

É claro que você não precisa ter muito. Como eu disse, 10% dos vinhos que você tem em casa. Ou, de vez em quando, comprar um vinho que você tenha que esperar um pouco mais, para poder sentir todos aqueles aromas mais complexos e terciários que só os vinhos mais envelhecidos têm.

Lembrando sempre, claro, que, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nesta manhã, eu te convido para a gente falar sobre vinhos de guarda, compras para o futuro. Será que existe um tempo certo para abrir um vinho mais velho ou mais jovem?

Atualmente, 90% dos vinhos produzidos são para consumo imediato. Outros 10% duram décadas. Quando for compor a sua adega, também é bom manter a mesma proporção: só 10% dos vinhos de guarda.

Eu tenho degustado alguns vinhos franceses de 2010, 2011, especialmente os Bordeaux médios, nada de Grand Cruz, que ainda estão meio verdinhos. São vinhos gostosos, porém estariam mais harmoniosos com uns três anos ou mais, talvez.

Todos os vinhos mudam ao longo do tempo de garrafa, mas melhorar mesmo, só alguns. Com o tempo, o vinho perde um pouco de cor e perde também tanino e acidez. Os vinhos que têm essas duas últimas características, de tanino e acidez muito elevadas, fazem bem ao vinho melhorar: ele fica mais fácil de beber, com menos tanino e menos acidez com o tempo, menos agressivo e um pouco mais suave.

Certa vez, eu falei para um cliente, que não gostou muito dessa comparação de vinho agressivo, achou meio piada. Mas, segundo uma das mais respeitadas enólogas do mundo, filha de Ângelo Gaia, italiana, chamada Gaia Gaja, ela disse que todo vinho engarrafado já está pronto. Alguns podem melhorar com a evolução da garrafa, mas é gosto pessoal.

E, como só no Brasil nós já temos mais de 30 mil rótulos disponíveis, por que não deixar os vinhos que podem melhorar com o tempo de garrafa esperando um pouquinho mais?

É claro que você não precisa ter muito. Como eu disse, 10% dos vinhos que você tem em casa. Ou, de vez em quando, comprar um vinho que você tenha que esperar um pouco mais, para poder sentir todos aqueles aromas mais complexos e terciários que só os vinhos mais envelhecidos têm.

Lembrando sempre, claro, que, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nesta manhã, eu te convido para a gente falar sobre vinhos de guarda, compras para o futuro. Será que existe um tempo certo para abrir um vinho mais velho ou mais jovem?

Atualmente, 90% dos vinhos produzidos são para consumo imediato. Outros 10% duram décadas. Quando for compor a sua adega, também é bom manter a mesma proporção: só 10% dos vinhos de guarda.

Eu tenho degustado alguns vinhos franceses de 2010, 2011, especialmente os Bordeaux médios, nada de Grand Cruz, que ainda estão meio verdinhos. São vinhos gostosos, porém estariam mais harmoniosos com uns três anos ou mais, talvez.

Todos os vinhos mudam ao longo do tempo de garrafa, mas melhorar mesmo, só alguns. Com o tempo, o vinho perde um pouco de cor e perde também tanino e acidez. Os vinhos que têm essas duas últimas características, de tanino e acidez muito elevadas, fazem bem ao vinho melhorar: ele fica mais fácil de beber, com menos tanino e menos acidez com o tempo, menos agressivo e um pouco mais suave.

Certa vez, eu falei para um cliente, que não gostou muito dessa comparação de vinho agressivo, achou meio piada. Mas, segundo uma das mais respeitadas enólogas do mundo, filha de Ângelo Gaia, italiana, chamada Gaia Gaja, ela disse que todo vinho engarrafado já está pronto. Alguns podem melhorar com a evolução da garrafa, mas é gosto pessoal.

E, como só no Brasil nós já temos mais de 30 mil rótulos disponíveis, por que não deixar os vinhos que podem melhorar com o tempo de garrafa esperando um pouquinho mais?

É claro que você não precisa ter muito. Como eu disse, 10% dos vinhos que você tem em casa. Ou, de vez em quando, comprar um vinho que você tenha que esperar um pouco mais, para poder sentir todos aqueles aromas mais complexos e terciários que só os vinhos mais envelhecidos têm.

Lembrando sempre, claro, que, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nesta manhã, eu te convido para a gente falar sobre vinhos de guarda, compras para o futuro. Será que existe um tempo certo para abrir um vinho mais velho ou mais jovem?

Atualmente, 90% dos vinhos produzidos são para consumo imediato. Outros 10% duram décadas. Quando for compor a sua adega, também é bom manter a mesma proporção: só 10% dos vinhos de guarda.

Eu tenho degustado alguns vinhos franceses de 2010, 2011, especialmente os Bordeaux médios, nada de Grand Cruz, que ainda estão meio verdinhos. São vinhos gostosos, porém estariam mais harmoniosos com uns três anos ou mais, talvez.

Todos os vinhos mudam ao longo do tempo de garrafa, mas melhorar mesmo, só alguns. Com o tempo, o vinho perde um pouco de cor e perde também tanino e acidez. Os vinhos que têm essas duas últimas características, de tanino e acidez muito elevadas, fazem bem ao vinho melhorar: ele fica mais fácil de beber, com menos tanino e menos acidez com o tempo, menos agressivo e um pouco mais suave.

Certa vez, eu falei para um cliente, que não gostou muito dessa comparação de vinho agressivo, achou meio piada. Mas, segundo uma das mais respeitadas enólogas do mundo, filha de Ângelo Gaia, italiana, chamada Gaia Gaja, ela disse que todo vinho engarrafado já está pronto. Alguns podem melhorar com a evolução da garrafa, mas é gosto pessoal.

E, como só no Brasil nós já temos mais de 30 mil rótulos disponíveis, por que não deixar os vinhos que podem melhorar com o tempo de garrafa esperando um pouquinho mais?

É claro que você não precisa ter muito. Como eu disse, 10% dos vinhos que você tem em casa. Ou, de vez em quando, comprar um vinho que você tenha que esperar um pouco mais, para poder sentir todos aqueles aromas mais complexos e terciários que só os vinhos mais envelhecidos têm.

Lembrando sempre, claro, que, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DE GUARDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO ATLANTIS TXAKOLI]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO EM FERMENTAÇÃO DE CONCRETO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Zee Bibo. Lá vem ela com esses nomes esquisitos. Eu sei que você pensa assim, mas o que eu descubro já fico louca para compartilhar com vocês.

Essa tal uva branca é da família das moscatos e recebe também o nome de moscato de Alexandria. É uma uva muito antiga e cultivada na Austrália, na África do Sul, na Itália, para fazer os vinhos doces de Panteleria, e na Espanha, na região de Málaga.

Na Sicília, ao sul da Itália, ela é conhecida como Zee Bibo. É uma uva normalmente usada para fazer vinhos de sobremesa, além de servir também para fazer uva passa. Mas, na Sicília, tem um vinho seco elaborado com essa uva.

O barone Montalto é uma colecione de famílias de Zee Bibo. Terres Siciliani. Tem todo o perfume exuberante e doce de um moscato, de flores e frutas exóticas, mas é encorpado, rico, macio e de um amarelo dourado, uma coloração própria das uvas, mas escoltado pela passagem da madeira.

Um vinho branco de solo vulcânico, clima quente e passagem de madeira só pode ser gastronômico. A sugestão de harmonização é um atum selado com crosta de gergelim, mix de cogumelos na manteiga de ervas ou um risoto amilanês com açafrão, caldo de frango e queijas.

Se você está aberto a novos vinhos, o Musique Vinho te inspira a mergulhar em novas experiências. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Musique Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Zee Bibo. Lá vem ela com esses nomes esquisitos. Eu sei que você pensa assim, mas o que eu descubro já fico louca para compartilhar com vocês.

Essa tal uva branca é da família das moscatos e recebe também o nome de moscato de Alexandria. É uma uva muito antiga e cultivada na Austrália, na África do Sul, na Itália, para fazer os vinhos doces de Panteleria, e na Espanha, na região de Málaga.

Na Sicília, ao sul da Itália, ela é conhecida como Zee Bibo. É uma uva normalmente usada para fazer vinhos de sobremesa, além de servir também para fazer uva passa. Mas, na Sicília, tem um vinho seco elaborado com essa uva.

O barone Montalto é uma colecione de famílias de Zee Bibo. Terres Siciliani. Tem todo o perfume exuberante e doce de um moscato, de flores e frutas exóticas, mas é encorpado, rico, macio e de um amarelo dourado, uma coloração própria das uvas, mas escoltado pela passagem da madeira.

Um vinho branco de solo vulcânico, clima quente e passagem de madeira só pode ser gastronômico. A sugestão de harmonização é um atum selado com crosta de gergelim, mix de cogumelos na manteiga de ervas ou um risoto amilanês com açafrão, caldo de frango e queijas.

Se você está aberto a novos vinhos, o Musique Vinho te inspira a mergulhar em novas experiências. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Musique Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Zee Bibo. Lá vem ela com esses nomes esquisitos. Eu sei que você pensa assim, mas o que eu descubro já fico louca para compartilhar com vocês.

Essa tal uva branca é da família das moscatos e recebe também o nome de moscato de Alexandria. É uma uva muito antiga e cultivada na Austrália, na África do Sul, na Itália, para fazer os vinhos doces de Panteleria, e na Espanha, na região de Málaga.

Na Sicília, ao sul da Itália, ela é conhecida como Zee Bibo. É uma uva normalmente usada para fazer vinhos de sobremesa, além de servir também para fazer uva passa. Mas, na Sicília, tem um vinho seco elaborado com essa uva.

O barone Montalto é uma colecione de famílias de Zee Bibo. Terres Siciliani. Tem todo o perfume exuberante e doce de um moscato, de flores e frutas exóticas, mas é encorpado, rico, macio e de um amarelo dourado, uma coloração própria das uvas, mas escoltado pela passagem da madeira.

Um vinho branco de solo vulcânico, clima quente e passagem de madeira só pode ser gastronômico. A sugestão de harmonização é um atum selado com crosta de gergelim, mix de cogumelos na manteiga de ervas ou um risoto amilanês com açafrão, caldo de frango e queijas.

Se você está aberto a novos vinhos, o Musique Vinho te inspira a mergulhar em novas experiências. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Musique Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Zee Bibo. Lá vem ela com esses nomes esquisitos. Eu sei que você pensa assim, mas o que eu descubro já fico louca para compartilhar com vocês.

Essa tal uva branca é da família das moscatos e recebe também o nome de moscato de Alexandria. É uma uva muito antiga e cultivada na Austrália, na África do Sul, na Itália, para fazer os vinhos doces de Panteleria, e na Espanha, na região de Málaga.

Na Sicília, ao sul da Itália, ela é conhecida como Zee Bibo. É uma uva normalmente usada para fazer vinhos de sobremesa, além de servir também para fazer uva passa. Mas, na Sicília, tem um vinho seco elaborado com essa uva.

O barone Montalto é uma colecione de famílias de Zee Bibo. Terres Siciliani. Tem todo o perfume exuberante e doce de um moscato, de flores e frutas exóticas, mas é encorpado, rico, macio e de um amarelo dourado, uma coloração própria das uvas, mas escoltado pela passagem da madeira.

Um vinho branco de solo vulcânico, clima quente e passagem de madeira só pode ser gastronômico. A sugestão de harmonização é um atum selado com crosta de gergelim, mix de cogumelos na manteiga de ervas ou um risoto amilanês com açafrão, caldo de frango e queijas.

Se você está aberto a novos vinhos, o Musique Vinho te inspira a mergulhar em novas experiências. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Musique Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ZIBBIBO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS SEM SAFRAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS BONS E BARATOS!]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO TABALI PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO RUTINI MALBEC]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTES ROSES ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO LEYDA RESERVA SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni. Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos, tem um Verdicchio te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda. Deguste o Titulus Verdicchio, com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim, sálvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal.

Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone. E harmonizei também com um carpaccio de pão, de polvo, e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas. Tem vinho que assim já te conquista pelos aromas intensos. Vale muito se aventurar e conhecer o Verdíquio Títulos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni. Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos, tem um Verdicchio te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda. Deguste o Titulus Verdicchio, com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim, sálvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal.

Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone. E harmonizei também com um carpaccio de pão, de polvo, e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas. Tem vinho que assim já te conquista pelos aromas intensos. Vale muito se aventurar e conhecer o Verdíquio Títulos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni. Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos, tem um Verdicchio te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda. Deguste o Titulus Verdicchio, com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim, sálvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal.

Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone. E harmonizei também com um carpaccio de pão, de polvo, e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas. Tem vinho que assim já te conquista pelos aromas intensos. Vale muito se aventurar e conhecer o Verdíquio Títulos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni. Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos, tem um Verdicchio te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda. Deguste o Titulus Verdicchio, com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim, sálvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal.

Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso. É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone. E harmonizei também com um carpaccio de pão, de polvo, e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas. Tem vinho que assim já te conquista pelos aromas intensos. Vale muito se aventurar e conhecer o Verdíquio Títulos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[  TITULUS È IL VERDICCHIO DEI CASTELLI DI JESI]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 10 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tem vinho que realmente merece mencionar e valorizar todas as premiações, como 97 pontos ou mais de Robert Parker, na safra de 2015, do Brunello de Montalcino 2015, do grande Biondi Santi. 97 pontos por James Suckling, 95 pontos pela Wine Spectator, 95 pontos por Antonio Galloni e 94 pela Wine Enthusiast. Isso tudo só na safra de 2015.

Degustei na companhia do amigo embaixador de marca no Brasil, Flávio Girotti. O Brunello de Montalcino é uma criação do produtor Biondi Santi, que o engarrafou com este nome pela primeira vez em 1888. A safra de 1891 recebeu 100 pontos. O Reserva 1955 está entre os 12 melhores vinhos do século, ao lado de Château Margaux 1900.

Vamos às sensações do Brunello de Montalcino 2015: com muitas camadas de frutas maduras e escuras, alecrim, uma cereja pronunciada e especiarias. Em boca, é encorpado, cheio, intenso, longo, um vinho amplo, muito potente e longevo.

Um super vinho toscano, da Sangiovese Grosso, a uva clone da Sangiovese, com muito mais cor, corpo e mais extrato. O vinho passa 36 meses em carvalho esloveno.

Agora sim, um vinho daqueles que merece preparar uma super receita de carne, merece abrir antes, merece uma super taça Riedel.

Bom Brunello para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tem vinho que realmente merece mencionar e valorizar todas as premiações, como 97 pontos ou mais de Robert Parker, na safra de 2015, do Brunello de Montalcino 2015, do grande Biondi Santi. 97 pontos por James Suckling, 95 pontos pela Wine Spectator, 95 pontos por Antonio Galloni e 94 pela Wine Enthusiast. Isso tudo só na safra de 2015.

Degustei na companhia do amigo embaixador de marca no Brasil, Flávio Girotti. O Brunello de Montalcino é uma criação do produtor Biondi Santi, que o engarrafou com este nome pela primeira vez em 1888. A safra de 1891 recebeu 100 pontos. O Reserva 1955 está entre os 12 melhores vinhos do século, ao lado de Château Margaux 1900.

Vamos às sensações do Brunello de Montalcino 2015: com muitas camadas de frutas maduras e escuras, alecrim, uma cereja pronunciada e especiarias. Em boca, é encorpado, cheio, intenso, longo, um vinho amplo, muito potente e longevo.

Um super vinho toscano, da Sangiovese Grosso, a uva clone da Sangiovese, com muito mais cor, corpo e mais extrato. O vinho passa 36 meses em carvalho esloveno.

Agora sim, um vinho daqueles que merece preparar uma super receita de carne, merece abrir antes, merece uma super taça Riedel.

Bom Brunello para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tem vinho que realmente merece mencionar e valorizar todas as premiações, como 97 pontos ou mais de Robert Parker, na safra de 2015, do Brunello de Montalcino 2015, do grande Biondi Santi. 97 pontos por James Suckling, 95 pontos pela Wine Spectator, 95 pontos por Antonio Galloni e 94 pela Wine Enthusiast. Isso tudo só na safra de 2015.

Degustei na companhia do amigo embaixador de marca no Brasil, Flávio Girotti. O Brunello de Montalcino é uma criação do produtor Biondi Santi, que o engarrafou com este nome pela primeira vez em 1888. A safra de 1891 recebeu 100 pontos. O Reserva 1955 está entre os 12 melhores vinhos do século, ao lado de Château Margaux 1900.

Vamos às sensações do Brunello de Montalcino 2015: com muitas camadas de frutas maduras e escuras, alecrim, uma cereja pronunciada e especiarias. Em boca, é encorpado, cheio, intenso, longo, um vinho amplo, muito potente e longevo.

Um super vinho toscano, da Sangiovese Grosso, a uva clone da Sangiovese, com muito mais cor, corpo e mais extrato. O vinho passa 36 meses em carvalho esloveno.

Agora sim, um vinho daqueles que merece preparar uma super receita de carne, merece abrir antes, merece uma super taça Riedel.

Bom Brunello para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tem vinho que realmente merece mencionar e valorizar todas as premiações, como 97 pontos ou mais de Robert Parker, na safra de 2015, do Brunello de Montalcino 2015, do grande Biondi Santi. 97 pontos por James Suckling, 95 pontos pela Wine Spectator, 95 pontos por Antonio Galloni e 94 pela Wine Enthusiast. Isso tudo só na safra de 2015.

Degustei na companhia do amigo embaixador de marca no Brasil, Flávio Girotti. O Brunello de Montalcino é uma criação do produtor Biondi Santi, que o engarrafou com este nome pela primeira vez em 1888. A safra de 1891 recebeu 100 pontos. O Reserva 1955 está entre os 12 melhores vinhos do século, ao lado de Château Margaux 1900.

Vamos às sensações do Brunello de Montalcino 2015: com muitas camadas de frutas maduras e escuras, alecrim, uma cereja pronunciada e especiarias. Em boca, é encorpado, cheio, intenso, longo, um vinho amplo, muito potente e longevo.

Um super vinho toscano, da Sangiovese Grosso, a uva clone da Sangiovese, com muito mais cor, corpo e mais extrato. O vinho passa 36 meses em carvalho esloveno.

Agora sim, um vinho daqueles que merece preparar uma super receita de carne, merece abrir antes, merece uma super taça Riedel.

Bom Brunello para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRUNELLO DI MONTALCINO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS LARANJAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TANOARIA DE VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português cartucha famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro.

Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram, exatamente nesse local, o mosteiro chamado Scaladei. E plantaram vinhas e elaboraram vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei.

Mais tarde, a região ficou conhecida como priorat, ou priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada priorat, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo garnacha tinta e carinhenha.

Elabora vinhos clássicos, de aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em Carvalho. O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola.

A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviumétrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranilo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português cartucha famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro.

Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram, exatamente nesse local, o mosteiro chamado Scaladei. E plantaram vinhas e elaboraram vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei.

Mais tarde, a região ficou conhecida como priorat, ou priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada priorat, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo garnacha tinta e carinhenha.

Elabora vinhos clássicos, de aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em Carvalho. O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola.

A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviumétrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranilo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português cartucha famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro.

Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram, exatamente nesse local, o mosteiro chamado Scaladei. E plantaram vinhas e elaboraram vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei.

Mais tarde, a região ficou conhecida como priorat, ou priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada priorat, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo garnacha tinta e carinhenha.

Elabora vinhos clássicos, de aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em Carvalho. O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola.

A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviumétrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranilo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português cartucha famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro.

Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram, exatamente nesse local, o mosteiro chamado Scaladei. E plantaram vinhas e elaboraram vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei.

Mais tarde, a região ficou conhecida como priorat, ou priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada priorat, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo garnacha tinta e carinhenha.

Elabora vinhos clássicos, de aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em Carvalho. O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola.

A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviumétrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranilo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LENDAS DO MUNDO DO VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO BARONE MONTALTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[QUAL É O VINHO MAIS PRÓXIMO DO SUAVE PARA NOSSO PALADAR?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu fico encantada com as boas coincidências da vida, e o vinho sempre me proporciona isso. O encontro de quase 200 anos da vinícola com uma amizade de 20 anos.

Foi assim o meu sábado em Atibaia, no interior de São Paulo, uma região de clima perfeito para o vinho e cultivo de morangos. Consegui unir a degustação de um clássico Valpolicella Zonin, da Asiana Zonin, a um reencontro com duas amigas que também curtem vinho.

São 197 anos de história da família em torno do vinho italiano. Hoje o grupo tem 9 vinícolas em 7 diferentes regiões da Itália.

Eu escolhi o mais clássico Valpolicella. Sabe aquele vinho tinto do Veneto, de Rondinella, Molinari e Corvina, que você abre a qualquer hora do dia para combinar com tudo, para agradar a vida de todos?

É um Valpolicella frutadinho, mas com evoluções aromáticas que eu amo, como amêndoas. Médio a encorpado e com final longo, tanino presente, mas equilibrado.

Mais que os aromas, as conversas de tantas alegrias de uma linda amizade, que unem gerações com diferenças de 40 anos, evoluíram sem perder alegria durante horas e horas. Assim como os vinhos evoluem, uma amizade também evolui.

A sabedoria, uma das grandes dádivas da vida, se desenvolve com a idade. Por isso eu gosto tanto de estar perto dos mais velhos. Eles têm sempre algo de bom para nos ensinar.

A idade traz novas habilidades, e os vinhos ou as vinícolas com mais tempo de atividade, como a zonim, que são quase 200 anos de história, conseguem manter o padrão e ainda criar novos produtos.

É a vida que se renova e o vinho que se renova.

Em um dia todo de conversa, regado a vinhos, evoluímos a conversa que vai virar livro e perpetuar as mil histórias.

Será que o vinho vai fazer parte desse livro também?]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu fico encantada com as boas coincidências da vida, e o vinho sempre me proporciona isso. O encontro de quase 200 anos da vinícola com uma amizade de 20 anos.

Foi assim o meu sábado em Atibaia, no interior de São Paulo, uma região de clima perfeito para o vinho e cultivo de morangos. Consegui unir a degustação de um clássico Valpolicella Zonin, da Asiana Zonin, a um reencontro com duas amigas que também curtem vinho.

São 197 anos de história da família em torno do vinho italiano. Hoje o grupo tem 9 vinícolas em 7 diferentes regiões da Itália.

Eu escolhi o mais clássico Valpolicella. Sabe aquele vinho tinto do Veneto, de Rondinella, Molinari e Corvina, que você abre a qualquer hora do dia para combinar com tudo, para agradar a vida de todos?

É um Valpolicella frutadinho, mas com evoluções aromáticas que eu amo, como amêndoas. Médio a encorpado e com final longo, tanino presente, mas equilibrado.

Mais que os aromas, as conversas de tantas alegrias de uma linda amizade, que unem gerações com diferenças de 40 anos, evoluíram sem perder alegria durante horas e horas. Assim como os vinhos evoluem, uma amizade também evolui.

A sabedoria, uma das grandes dádivas da vida, se desenvolve com a idade. Por isso eu gosto tanto de estar perto dos mais velhos. Eles têm sempre algo de bom para nos ensinar.

A idade traz novas habilidades, e os vinhos ou as vinícolas com mais tempo de atividade, como a zonim, que são quase 200 anos de história, conseguem manter o padrão e ainda criar novos produtos.

É a vida que se renova e o vinho que se renova.

Em um dia todo de conversa, regado a vinhos, evoluímos a conversa que vai virar livro e perpetuar as mil histórias.

Será que o vinho vai fazer parte desse livro também?]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu fico encantada com as boas coincidências da vida, e o vinho sempre me proporciona isso. O encontro de quase 200 anos da vinícola com uma amizade de 20 anos.

Foi assim o meu sábado em Atibaia, no interior de São Paulo, uma região de clima perfeito para o vinho e cultivo de morangos. Consegui unir a degustação de um clássico Valpolicella Zonin, da Asiana Zonin, a um reencontro com duas amigas que também curtem vinho.

São 197 anos de história da família em torno do vinho italiano. Hoje o grupo tem 9 vinícolas em 7 diferentes regiões da Itália.

Eu escolhi o mais clássico Valpolicella. Sabe aquele vinho tinto do Veneto, de Rondinella, Molinari e Corvina, que você abre a qualquer hora do dia para combinar com tudo, para agradar a vida de todos?

É um Valpolicella frutadinho, mas com evoluções aromáticas que eu amo, como amêndoas. Médio a encorpado e com final longo, tanino presente, mas equilibrado.

Mais que os aromas, as conversas de tantas alegrias de uma linda amizade, que unem gerações com diferenças de 40 anos, evoluíram sem perder alegria durante horas e horas. Assim como os vinhos evoluem, uma amizade também evolui.

A sabedoria, uma das grandes dádivas da vida, se desenvolve com a idade. Por isso eu gosto tanto de estar perto dos mais velhos. Eles têm sempre algo de bom para nos ensinar.

A idade traz novas habilidades, e os vinhos ou as vinícolas com mais tempo de atividade, como a zonim, que são quase 200 anos de história, conseguem manter o padrão e ainda criar novos produtos.

É a vida que se renova e o vinho que se renova.

Em um dia todo de conversa, regado a vinhos, evoluímos a conversa que vai virar livro e perpetuar as mil histórias.

Será que o vinho vai fazer parte desse livro também?]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu fico encantada com as boas coincidências da vida, e o vinho sempre me proporciona isso. O encontro de quase 200 anos da vinícola com uma amizade de 20 anos.

Foi assim o meu sábado em Atibaia, no interior de São Paulo, uma região de clima perfeito para o vinho e cultivo de morangos. Consegui unir a degustação de um clássico Valpolicella Zonin, da Asiana Zonin, a um reencontro com duas amigas que também curtem vinho.

São 197 anos de história da família em torno do vinho italiano. Hoje o grupo tem 9 vinícolas em 7 diferentes regiões da Itália.

Eu escolhi o mais clássico Valpolicella. Sabe aquele vinho tinto do Veneto, de Rondinella, Molinari e Corvina, que você abre a qualquer hora do dia para combinar com tudo, para agradar a vida de todos?

É um Valpolicella frutadinho, mas com evoluções aromáticas que eu amo, como amêndoas. Médio a encorpado e com final longo, tanino presente, mas equilibrado.

Mais que os aromas, as conversas de tantas alegrias de uma linda amizade, que unem gerações com diferenças de 40 anos, evoluíram sem perder alegria durante horas e horas. Assim como os vinhos evoluem, uma amizade também evolui.

A sabedoria, uma das grandes dádivas da vida, se desenvolve com a idade. Por isso eu gosto tanto de estar perto dos mais velhos. Eles têm sempre algo de bom para nos ensinar.

A idade traz novas habilidades, e os vinhos ou as vinícolas com mais tempo de atividade, como a zonim, que são quase 200 anos de história, conseguem manter o padrão e ainda criar novos produtos.

É a vida que se renova e o vinho que se renova.

Em um dia todo de conversa, regado a vinhos, evoluímos a conversa que vai virar livro e perpetuar as mil histórias.

Será que o vinho vai fazer parte desse livro também?]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALPOLICELLA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DOURADOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CALLIA ROSE SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

. A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e posteriormente pelos romanos, que deixaram muitas influências como teatro e arquitetura.

A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor, são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e principalmente vinhos que agradam a todos. Tem um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália e Alvo Pinogridio está entre as minhas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e limão. Mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leve estoque de defumado.

Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos. Bom pinogride para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

. A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e posteriormente pelos romanos, que deixaram muitas influências como teatro e arquitetura.

A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor, são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e principalmente vinhos que agradam a todos. Tem um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália e Alvo Pinogridio está entre as minhas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e limão. Mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leve estoque de defumado.

Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos. Bom pinogride para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

. A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e posteriormente pelos romanos, que deixaram muitas influências como teatro e arquitetura.

A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor, são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e principalmente vinhos que agradam a todos. Tem um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália e Alvo Pinogridio está entre as minhas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e limão. Mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leve estoque de defumado.

Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos. Bom pinogride para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

. A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e posteriormente pelos romanos, que deixaram muitas influências como teatro e arquitetura.

A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo. Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor, são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e principalmente vinhos que agradam a todos. Tem um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália e Alvo Pinogridio está entre as minhas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e limão. Mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca, é um vinho de paladar suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga. Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leve estoque de defumado.

Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos. Bom pinogride para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO BARONE MONTALTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Desde 1925, a bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá pra cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos: Guatala Haria, a 1.200 metros; Altamira, a 1.100 metros; e o vinhedo chamado La Consulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine, 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon, um vinhão. A cor chega a vibrar na taça, superintenso, um roxo profundo. A união das duas superuvas deu um resultado super-harmônico. A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a Malbec suaviza os taninos em uma combinação única.

De aromas e sabores com camadas e camadas de frutas, ameixa, baunilha e muita força no vinho. Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios.

A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo. Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o Rutínica Béarnais Sauvignon Malbec argentino.

Uma excelente manhã para você!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Desde 1925, a bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá pra cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos: Guatala Haria, a 1.200 metros; Altamira, a 1.100 metros; e o vinhedo chamado La Consulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine, 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon, um vinhão. A cor chega a vibrar na taça, superintenso, um roxo profundo. A união das duas superuvas deu um resultado super-harmônico. A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a Malbec suaviza os taninos em uma combinação única.

De aromas e sabores com camadas e camadas de frutas, ameixa, baunilha e muita força no vinho. Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios.

A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo. Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o Rutínica Béarnais Sauvignon Malbec argentino.

Uma excelente manhã para você!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Desde 1925, a bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá pra cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos: Guatala Haria, a 1.200 metros; Altamira, a 1.100 metros; e o vinhedo chamado La Consulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine, 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon, um vinhão. A cor chega a vibrar na taça, superintenso, um roxo profundo. A união das duas superuvas deu um resultado super-harmônico. A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a Malbec suaviza os taninos em uma combinação única.

De aromas e sabores com camadas e camadas de frutas, ameixa, baunilha e muita força no vinho. Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios.

A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo. Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o Rutínica Béarnais Sauvignon Malbec argentino.

Uma excelente manhã para você!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Desde 1925, a bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá pra cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos: Guatala Haria, a 1.200 metros; Altamira, a 1.100 metros; e o vinhedo chamado La Consulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine, 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon, um vinhão. A cor chega a vibrar na taça, superintenso, um roxo profundo. A união das duas superuvas deu um resultado super-harmônico. A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a Malbec suaviza os taninos em uma combinação única.

De aromas e sabores com camadas e camadas de frutas, ameixa, baunilha e muita força no vinho. Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios.

A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo. Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o Rutínica Béarnais Sauvignon Malbec argentino.

Uma excelente manhã para você!
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHEDOS NA ARGENTINA ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO SAN JOSEPH]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Vinho e seus deuses. Degustei o Telus Cirrado Lásio. A propriedade fica uns 50 quilômetros de Roma e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil Telus. O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telus Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Falesco. Um super Cirrà de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Vinho e seus deuses. Degustei o Telus Cirrado Lásio. A propriedade fica uns 50 quilômetros de Roma e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil Telus. O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telus Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Falesco. Um super Cirrà de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Vinho e seus deuses. Degustei o Telus Cirrado Lásio. A propriedade fica uns 50 quilômetros de Roma e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil Telus. O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telus Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Falesco. Um super Cirrà de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Vinho e seus deuses. Degustei o Telus Cirrado Lásio. A propriedade fica uns 50 quilômetros de Roma e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil Telus. O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte, que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telus Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Falesco. Um super Cirrà de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[   TELLUS SYRAH LAZIO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a Sommelier Kézia June. Eu sei que você curte música e vinho, então vem comigo. Eu sou Kézia Giugni, Sommelier, e vamos começar mais uma edição do Música e Vinho.

Adoro descobrir uns vinhos gostosinhos, daqueles que a gente compra sem medo. Repete. Abre de olho fechado, sem compromisso de uma super harmonização. Um vinho que você possa agilizar um pouco mais nos dias super quentes, porque tem pouco álcool, só 12,5.

Degustei o Montepulciano da Abruzzo Vasari, do produtor Fratelli Barba, um dos mais tradicionais da região de Abruzzo, na região central da Itália, chamada Região Verde da Europa. O enólogo da vinícola é Stefano Ciotioli, que tem 46 Trebiquiere em seu currículo, classificação ímpar na Itália.

O Montepulciano Vasari que degustei numa tarde quente tem dois biquheres e é considerado uma das maiores pechinchas da Europa. Frutas vermelhas e terrosas e notas de chá preto, com um tanino bem macio e acidez refrescante, perfeita para um risoto de cogumelos, um filé com risoto ou um frango com arroz e açafrão que acompanhou o meu.

Mais uma opção de vinhos para o seu dia a dia, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a Sommelier Kézia June. Eu sei que você curte música e vinho, então vem comigo. Eu sou Kézia Giugni, Sommelier, e vamos começar mais uma edição do Música e Vinho.

Adoro descobrir uns vinhos gostosinhos, daqueles que a gente compra sem medo. Repete. Abre de olho fechado, sem compromisso de uma super harmonização. Um vinho que você possa agilizar um pouco mais nos dias super quentes, porque tem pouco álcool, só 12,5.

Degustei o Montepulciano da Abruzzo Vasari, do produtor Fratelli Barba, um dos mais tradicionais da região de Abruzzo, na região central da Itália, chamada Região Verde da Europa. O enólogo da vinícola é Stefano Ciotioli, que tem 46 Trebiquiere em seu currículo, classificação ímpar na Itália.

O Montepulciano Vasari que degustei numa tarde quente tem dois biquheres e é considerado uma das maiores pechinchas da Europa. Frutas vermelhas e terrosas e notas de chá preto, com um tanino bem macio e acidez refrescante, perfeita para um risoto de cogumelos, um filé com risoto ou um frango com arroz e açafrão que acompanhou o meu.

Mais uma opção de vinhos para o seu dia a dia, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a Sommelier Kézia June. Eu sei que você curte música e vinho, então vem comigo. Eu sou Kézia Giugni, Sommelier, e vamos começar mais uma edição do Música e Vinho.

Adoro descobrir uns vinhos gostosinhos, daqueles que a gente compra sem medo. Repete. Abre de olho fechado, sem compromisso de uma super harmonização. Um vinho que você possa agilizar um pouco mais nos dias super quentes, porque tem pouco álcool, só 12,5.

Degustei o Montepulciano da Abruzzo Vasari, do produtor Fratelli Barba, um dos mais tradicionais da região de Abruzzo, na região central da Itália, chamada Região Verde da Europa. O enólogo da vinícola é Stefano Ciotioli, que tem 46 Trebiquiere em seu currículo, classificação ímpar na Itália.

O Montepulciano Vasari que degustei numa tarde quente tem dois biquheres e é considerado uma das maiores pechinchas da Europa. Frutas vermelhas e terrosas e notas de chá preto, com um tanino bem macio e acidez refrescante, perfeita para um risoto de cogumelos, um filé com risoto ou um frango com arroz e açafrão que acompanhou o meu.

Mais uma opção de vinhos para o seu dia a dia, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a Sommelier Kézia June. Eu sei que você curte música e vinho, então vem comigo. Eu sou Kézia Giugni, Sommelier, e vamos começar mais uma edição do Música e Vinho.

Adoro descobrir uns vinhos gostosinhos, daqueles que a gente compra sem medo. Repete. Abre de olho fechado, sem compromisso de uma super harmonização. Um vinho que você possa agilizar um pouco mais nos dias super quentes, porque tem pouco álcool, só 12,5.

Degustei o Montepulciano da Abruzzo Vasari, do produtor Fratelli Barba, um dos mais tradicionais da região de Abruzzo, na região central da Itália, chamada Região Verde da Europa. O enólogo da vinícola é Stefano Ciotioli, que tem 46 Trebiquiere em seu currículo, classificação ímpar na Itália.

O Montepulciano Vasari que degustei numa tarde quente tem dois biquheres e é considerado uma das maiores pechinchas da Europa. Frutas vermelhas e terrosas e notas de chá preto, com um tanino bem macio e acidez refrescante, perfeita para um risoto de cogumelos, um filé com risoto ou um frango com arroz e açafrão que acompanhou o meu.

Mais uma opção de vinhos para o seu dia a dia, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO MONTEPULCIANO DA ABRUZZO VASARI ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MANCHAS DE VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Desde 1925, a Bodega Rutini se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região.
De lá pra cá, o Vale do Uco se despontou como uma das principais regiões produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos:
Gualtallary, a 1.200 metros;
Altamira, a 1.100 metros;
E o vinhedo chamado La Consulta, a 950 metros — onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Rutini 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon. Um vinhão!
A cor chega a vibrar na taça — super intenso, um roxo profundo.

A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico.
A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura.
E a Malbec suaviza os taninos — em uma combinação única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta, ameixa, baunilha e muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano Di Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios.
A revista britânica Decanter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo.

Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o Rutini Cabernet Sauvignon Malbec argentino.

Uma excelente manhã pra vocês.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Desde 1925, a Bodega Rutini se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região.
De lá pra cá, o Vale do Uco se despontou como uma das principais regiões produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos:
Gualtallary, a 1.200 metros;
Altamira, a 1.100 metros;
E o vinhedo chamado La Consulta, a 950 metros — onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Rutini 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon. Um vinhão!
A cor chega a vibrar na taça — super intenso, um roxo profundo.

A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico.
A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura.
E a Malbec suaviza os taninos — em uma combinação única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta, ameixa, baunilha e muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano Di Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios.
A revista britânica Decanter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo.

Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o Rutini Cabernet Sauvignon Malbec argentino.

Uma excelente manhã pra vocês.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Desde 1925, a Bodega Rutini se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região.
De lá pra cá, o Vale do Uco se despontou como uma das principais regiões produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos:
Gualtallary, a 1.200 metros;
Altamira, a 1.100 metros;
E o vinhedo chamado La Consulta, a 950 metros — onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Rutini 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon. Um vinhão!
A cor chega a vibrar na taça — super intenso, um roxo profundo.

A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico.
A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura.
E a Malbec suaviza os taninos — em uma combinação única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta, ameixa, baunilha e muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano Di Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios.
A revista britânica Decanter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo.

Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o Rutini Cabernet Sauvignon Malbec argentino.

Uma excelente manhã pra vocês.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Desde 1925, a Bodega Rutini se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região.
De lá pra cá, o Vale do Uco se despontou como uma das principais regiões produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos:
Gualtallary, a 1.200 metros;
Altamira, a 1.100 metros;
E o vinhedo chamado La Consulta, a 950 metros — onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Rutini 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon. Um vinhão!
A cor chega a vibrar na taça — super intenso, um roxo profundo.

A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico.
A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura.
E a Malbec suaviza os taninos — em uma combinação única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta, ameixa, baunilha e muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano Di Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios.
A revista britânica Decanter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo.

Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o Rutini Cabernet Sauvignon Malbec argentino.

Uma excelente manhã pra vocês.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RUTINI]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos.

O termo vinoterapia é patenteado e só pode ser usado em seis spas de vinhos pelo mundo.
O tema é superantigo, os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade.

O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva: casca, mosto, óleo de semente e bagaço, para realizar esfoliações, massagens e banhos.

O vinho mesmo é usado só para beber, enquanto se relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado para ter contato com a pele, pode causar irritação e produção de oleosidade.

Os benefícios vão desde o relaxamento, à redução de rugas e ao efeito antienvelhecimento.

Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são:
hidratar a pele, eliminar toxinas, acelerar a cicatrização de feridas, auxiliar na produção de colágeno e, por isso, manter a pele mais firme,além de ativar a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos.

O termo vinoterapia é patenteado e só pode ser usado em seis spas de vinhos pelo mundo.
O tema é superantigo, os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade.

O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva: casca, mosto, óleo de semente e bagaço, para realizar esfoliações, massagens e banhos.

O vinho mesmo é usado só para beber, enquanto se relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado para ter contato com a pele, pode causar irritação e produção de oleosidade.

Os benefícios vão desde o relaxamento, à redução de rugas e ao efeito antienvelhecimento.

Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são:
hidratar a pele, eliminar toxinas, acelerar a cicatrização de feridas, auxiliar na produção de colágeno e, por isso, manter a pele mais firme,além de ativar a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos.

O termo vinoterapia é patenteado e só pode ser usado em seis spas de vinhos pelo mundo.
O tema é superantigo, os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade.

O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva: casca, mosto, óleo de semente e bagaço, para realizar esfoliações, massagens e banhos.

O vinho mesmo é usado só para beber, enquanto se relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado para ter contato com a pele, pode causar irritação e produção de oleosidade.

Os benefícios vão desde o relaxamento, à redução de rugas e ao efeito antienvelhecimento.

Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são:
hidratar a pele, eliminar toxinas, acelerar a cicatrização de feridas, auxiliar na produção de colágeno e, por isso, manter a pele mais firme,além de ativar a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos.

O termo vinoterapia é patenteado e só pode ser usado em seis spas de vinhos pelo mundo.
O tema é superantigo, os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade.

O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva: casca, mosto, óleo de semente e bagaço, para realizar esfoliações, massagens e banhos.

O vinho mesmo é usado só para beber, enquanto se relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado para ter contato com a pele, pode causar irritação e produção de oleosidade.

Os benefícios vão desde o relaxamento, à redução de rugas e ao efeito antienvelhecimento.

Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são:
hidratar a pele, eliminar toxinas, acelerar a cicatrização de feridas, auxiliar na produção de colágeno e, por isso, manter a pele mais firme,além de ativar a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINOTERAPIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHO TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Eiswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinhedo e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a concentração natural dos cristais de água e do sumo mais denso e doce. Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar 5 meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.

Um brinde ao Música e Vinho. Um brinde ao vinho do gelo. E um brinde a você, ouvinte da Rádio Easy.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Eiswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinhedo e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a concentração natural dos cristais de água e do sumo mais denso e doce. Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar 5 meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.

Um brinde ao Música e Vinho. Um brinde ao vinho do gelo. E um brinde a você, ouvinte da Rádio Easy.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Eiswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinhedo e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a concentração natural dos cristais de água e do sumo mais denso e doce. Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar 5 meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.

Um brinde ao Música e Vinho. Um brinde ao vinho do gelo. E um brinde a você, ouvinte da Rádio Easy.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Eiswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinhedo e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a concentração natural dos cristais de água e do sumo mais denso e doce. Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar 5 meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.

Um brinde ao Música e Vinho. Um brinde ao vinho do gelo. E um brinde a você, ouvinte da Rádio Easy.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ICE WINE]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/fmmorena-campogrande/podcast-296755404/episodes/676380-MUSICA%20E%20VINHO%20(%20SEM%20MUSICA%20)%2013.07.26.mp3" type="audio/mpeg" length="4720848"/>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Já virou moda beber vinhos em taças, com rolha de vinho fria em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar: cada um leva o vinho que gosta e que pode pagar. No mesmo grupo de amigos, cada um tem um gosto ou está com vontade de beber um vinho diferente do outro. Não tem problema, cada um degusta a taça de vinho que mais gosta.

E eu estive, recentemente, na Disneyland dos enófilos: um wine bar com mais de 96 rótulos de vinhos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, também o Alentejano Borrador, um vinho elaborado com as uvas tradicionais. E, se você acompanha o Música em Vinho, já sabe que eu amo os vinhos alentejanos. Já falei sobre eles com o tema de vinhos quentes, os vinhos fáceis de agradar.

As uvas aragonês, touriga nacional e trincadeira compõem o vinho Borrador. Ele passa nove meses em barricas, fermentando, e depois mais seis meses sobre as borras, para extrair toda a qualidade das uvas e elaborar um supervinho. Sem filtragem, é um vinho no estilo natural, com boa fruta e toque terroso, além de taninos bem maduros.

Mais uma sugestão de vinho alentejano para você degustar e descobrir quais são as características principais dos vinhos portugueses.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Já virou moda beber vinhos em taças, com rolha de vinho fria em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar: cada um leva o vinho que gosta e que pode pagar. No mesmo grupo de amigos, cada um tem um gosto ou está com vontade de beber um vinho diferente do outro. Não tem problema, cada um degusta a taça de vinho que mais gosta.

E eu estive, recentemente, na Disneyland dos enófilos: um wine bar com mais de 96 rótulos de vinhos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, também o Alentejano Borrador, um vinho elaborado com as uvas tradicionais. E, se você acompanha o Música em Vinho, já sabe que eu amo os vinhos alentejanos. Já falei sobre eles com o tema de vinhos quentes, os vinhos fáceis de agradar.

As uvas aragonês, touriga nacional e trincadeira compõem o vinho Borrador. Ele passa nove meses em barricas, fermentando, e depois mais seis meses sobre as borras, para extrair toda a qualidade das uvas e elaborar um supervinho. Sem filtragem, é um vinho no estilo natural, com boa fruta e toque terroso, além de taninos bem maduros.

Mais uma sugestão de vinho alentejano para você degustar e descobrir quais são as características principais dos vinhos portugueses.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Já virou moda beber vinhos em taças, com rolha de vinho fria em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar: cada um leva o vinho que gosta e que pode pagar. No mesmo grupo de amigos, cada um tem um gosto ou está com vontade de beber um vinho diferente do outro. Não tem problema, cada um degusta a taça de vinho que mais gosta.

E eu estive, recentemente, na Disneyland dos enófilos: um wine bar com mais de 96 rótulos de vinhos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, também o Alentejano Borrador, um vinho elaborado com as uvas tradicionais. E, se você acompanha o Música em Vinho, já sabe que eu amo os vinhos alentejanos. Já falei sobre eles com o tema de vinhos quentes, os vinhos fáceis de agradar.

As uvas aragonês, touriga nacional e trincadeira compõem o vinho Borrador. Ele passa nove meses em barricas, fermentando, e depois mais seis meses sobre as borras, para extrair toda a qualidade das uvas e elaborar um supervinho. Sem filtragem, é um vinho no estilo natural, com boa fruta e toque terroso, além de taninos bem maduros.

Mais uma sugestão de vinho alentejano para você degustar e descobrir quais são as características principais dos vinhos portugueses.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Já virou moda beber vinhos em taças, com rolha de vinho fria em quase todos os estabelecimentos de gastronomia. A ideia é democratizar: cada um leva o vinho que gosta e que pode pagar. No mesmo grupo de amigos, cada um tem um gosto ou está com vontade de beber um vinho diferente do outro. Não tem problema, cada um degusta a taça de vinho que mais gosta.

E eu estive, recentemente, na Disneyland dos enófilos: um wine bar com mais de 96 rótulos de vinhos disponíveis em taça. Degustei vários vinhos e, entre eles, também o Alentejano Borrador, um vinho elaborado com as uvas tradicionais. E, se você acompanha o Música em Vinho, já sabe que eu amo os vinhos alentejanos. Já falei sobre eles com o tema de vinhos quentes, os vinhos fáceis de agradar.

As uvas aragonês, touriga nacional e trincadeira compõem o vinho Borrador. Ele passa nove meses em barricas, fermentando, e depois mais seis meses sobre as borras, para extrair toda a qualidade das uvas e elaborar um supervinho. Sem filtragem, é um vinho no estilo natural, com boa fruta e toque terroso, além de taninos bem maduros.

Mais uma sugestão de vinho alentejano para você degustar e descobrir quais são as características principais dos vinhos portugueses.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TAÇA DE VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Vinho e seus deuses. Degusteio, Telo e Cirrado, Lásio. A propriedade fica a uns cinquenta quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil, Telos.

O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma. O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte.

Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício. Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco.

Um super Cirrà, de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de barulho. Baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu.

Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível. Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização.

Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Vinho e seus deuses. Degusteio, Telo e Cirrado, Lásio. A propriedade fica a uns cinquenta quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil, Telos.

O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma. O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte.

Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício. Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco.

Um super Cirrà, de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de barulho. Baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu.

Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível. Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização.

Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Vinho e seus deuses. Degusteio, Telo e Cirrado, Lásio. A propriedade fica a uns cinquenta quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil, Telos.

O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma. O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte.

Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício. Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco.

Um super Cirrà, de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de barulho. Baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu.

Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível. Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização.

Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Vinho e seus deuses. Degusteio, Telo e Cirrado, Lásio. A propriedade fica a uns cinquenta quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil, Telos.

O rótulo me chamou atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma. O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo, e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini, totalmente cheio de arte.

Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício. Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco.

Um super Cirrà, de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de barulho. Baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Serrai é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu.

Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível. Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização.

Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TELLUS SYRAH LAZIO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO E COMIDA - PAR PERFEITO!]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS FEITO DE MISTURAS DE UVAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO CARBENET SAUVIGNON]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTE MOSCATEL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho, com a Sommelier Kezia Giugni. Harmonizações com o tempranilo.

A uva da península ibérica tempranilo tem outras dezenas de nomes pelo mundo e outras tantos rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. Pode ser um tempranilo espanhol, um argentino ou brasileiro da região da Campanha Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha. Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, um defumado, baunilha, caramelo, e podem evoluir para as frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem em madeira. Um acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos? Outras sugestões de harmonizações vão desde batum com crosta de gergelim e ervas para um tempranilo sem madeira, mais jovem, com taninos leves. Um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado pode ser um angus, um cordeiro assado marinado no próprio vinho tinto. E que tá um arroz de pato com chorizo, um cozido português, uma rabada com polenta.

Já deu água na boca, já está salivando por um tempranilo? Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação. Lembre-se sempre que, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho, com a Sommelier Kezia Giugni. Harmonizações com o tempranilo.

A uva da península ibérica tempranilo tem outras dezenas de nomes pelo mundo e outras tantos rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. Pode ser um tempranilo espanhol, um argentino ou brasileiro da região da Campanha Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha. Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, um defumado, baunilha, caramelo, e podem evoluir para as frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem em madeira. Um acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos? Outras sugestões de harmonizações vão desde batum com crosta de gergelim e ervas para um tempranilo sem madeira, mais jovem, com taninos leves. Um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado pode ser um angus, um cordeiro assado marinado no próprio vinho tinto. E que tá um arroz de pato com chorizo, um cozido português, uma rabada com polenta.

Já deu água na boca, já está salivando por um tempranilo? Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação. Lembre-se sempre que, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho, com a Sommelier Kezia Giugni. Harmonizações com o tempranilo.

A uva da península ibérica tempranilo tem outras dezenas de nomes pelo mundo e outras tantos rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. Pode ser um tempranilo espanhol, um argentino ou brasileiro da região da Campanha Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha. Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, um defumado, baunilha, caramelo, e podem evoluir para as frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem em madeira. Um acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos? Outras sugestões de harmonizações vão desde batum com crosta de gergelim e ervas para um tempranilo sem madeira, mais jovem, com taninos leves. Um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado pode ser um angus, um cordeiro assado marinado no próprio vinho tinto. E que tá um arroz de pato com chorizo, um cozido português, uma rabada com polenta.

Já deu água na boca, já está salivando por um tempranilo? Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação. Lembre-se sempre que, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho, com a Sommelier Kezia Giugni. Harmonizações com o tempranilo.

A uva da península ibérica tempranilo tem outras dezenas de nomes pelo mundo e outras tantos rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. Pode ser um tempranilo espanhol, um argentino ou brasileiro da região da Campanha Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha. Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, um defumado, baunilha, caramelo, e podem evoluir para as frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem em madeira. Um acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos? Outras sugestões de harmonizações vão desde batum com crosta de gergelim e ervas para um tempranilo sem madeira, mais jovem, com taninos leves. Um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado pode ser um angus, um cordeiro assado marinado no próprio vinho tinto. E que tá um arroz de pato com chorizo, um cozido português, uma rabada com polenta.

Já deu água na boca, já está salivando por um tempranilo? Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação. Lembre-se sempre que, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO COM TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[QUEIJOS E VINHOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 30 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Todos os amantes de vinho já ouviram falar em Baco, o deus do vinho, mas embora ele seja a figura mais lembrada, há vários deuses em torno da bebida. Baco é o deus romano e Dionísio é o deus grego. Na cultura romana, existiu antes de Baco, Liber Pater, o deus da viticultura, além de Osíris no Egito, o deus da agricultura e o primeiro a cultivar a vinha e pisar os grãos para obter vinho. Outra figura seria Estáfilo, também cultuado como deus do vinho, filho de Dionísio, além de Oenopiã, o nome é difícil, é outro filho de Dionísio, mas o significado do seu nome é bebedor de vinho. Todos os deuses do vinho estão diretamente ou indiretamente ligados à agricultura, à terra e a tantos outros conceitos relacionados à liberdade humana. Em todas as suas expressões, incluindo a sexualidade. Liber, por exemplo, vem do termo libação ao ritual de oferecer uma bebida e beber por prazer. Ele era o deus das festas e da colheita. Antes de Baco ainda, Oros, a deusa do amor, da beleza, da música, da fertilidade, alegria e embriaguez. Era uma deusa violenta e, ao final dos seus cultos, oferecia vinho para amenizar. Na Itália, o deus Vuflos, senhor das plantas, da felicidade e também do vinho. Uma outra característica dos deuses dos vinhos eram as representações, sempre com imagens com taças de vinho, ramos de videira e cachos de uva. Todos esses nois foram cultuados e substituídos. Na Grécia, cultuavam também o deus Lísio, deus do vinho e responsável por levar os espíritos dos mortos ao paraíso. Nem só de Baco vive o vinho, temos também Lísio e tantos outros como a deusa Oros. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Todos os amantes de vinho já ouviram falar em Baco, o deus do vinho, mas embora ele seja a figura mais lembrada, há vários deuses em torno da bebida. Baco é o deus romano e Dionísio é o deus grego. Na cultura romana, existiu antes de Baco, Liber Pater, o deus da viticultura, além de Osíris no Egito, o deus da agricultura e o primeiro a cultivar a vinha e pisar os grãos para obter vinho. Outra figura seria Estáfilo, também cultuado como deus do vinho, filho de Dionísio, além de Oenopiã, o nome é difícil, é outro filho de Dionísio, mas o significado do seu nome é bebedor de vinho. Todos os deuses do vinho estão diretamente ou indiretamente ligados à agricultura, à terra e a tantos outros conceitos relacionados à liberdade humana. Em todas as suas expressões, incluindo a sexualidade. Liber, por exemplo, vem do termo libação ao ritual de oferecer uma bebida e beber por prazer. Ele era o deus das festas e da colheita. Antes de Baco ainda, Oros, a deusa do amor, da beleza, da música, da fertilidade, alegria e embriaguez. Era uma deusa violenta e, ao final dos seus cultos, oferecia vinho para amenizar. Na Itália, o deus Vuflos, senhor das plantas, da felicidade e também do vinho. Uma outra característica dos deuses dos vinhos eram as representações, sempre com imagens com taças de vinho, ramos de videira e cachos de uva. Todos esses nois foram cultuados e substituídos. Na Grécia, cultuavam também o deus Lísio, deus do vinho e responsável por levar os espíritos dos mortos ao paraíso. Nem só de Baco vive o vinho, temos também Lísio e tantos outros como a deusa Oros. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[
Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Todos os amantes de vinho já ouviram falar em Baco, o deus do vinho, mas embora ele seja a figura mais lembrada, há vários deuses em torno da bebida. Baco é o deus romano e Dionísio é o deus grego. Na cultura romana, existiu antes de Baco, Liber Pater, o deus da viticultura, além de Osíris no Egito, o deus da agricultura e o primeiro a cultivar a vinha e pisar os grãos para obter vinho. Outra figura seria Estáfilo, também cultuado como deus do vinho, filho de Dionísio, além de Oenopiã, o nome é difícil, é outro filho de Dionísio, mas o significado do seu nome é bebedor de vinho. Todos os deuses do vinho estão diretamente ou indiretamente ligados à agricultura, à terra e a tantos outros conceitos relacionados à liberdade humana. Em todas as suas expressões, incluindo a sexualidade. Liber, por exemplo, vem do termo libação ao ritual de oferecer uma bebida e beber por prazer. Ele era o deus das festas e da colheita. Antes de Baco ainda, Oros, a deusa do amor, da beleza, da música, da fertilidade, alegria e embriaguez. Era uma deusa violenta e, ao final dos seus cultos, oferecia vinho para amenizar. Na Itália, o deus Vuflos, senhor das plantas, da felicidade e também do vinho. Uma outra característica dos deuses dos vinhos eram as representações, sempre com imagens com taças de vinho, ramos de videira e cachos de uva. Todos esses nois foram cultuados e substituídos. Na Grécia, cultuavam também o deus Lísio, deus do vinho e responsável por levar os espíritos dos mortos ao paraíso. Nem só de Baco vive o vinho, temos também Lísio e tantos outros como a deusa Oros. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.
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      <content:encoded><![CDATA[
Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Todos os amantes de vinho já ouviram falar em Baco, o deus do vinho, mas embora ele seja a figura mais lembrada, há vários deuses em torno da bebida. Baco é o deus romano e Dionísio é o deus grego. Na cultura romana, existiu antes de Baco, Liber Pater, o deus da viticultura, além de Osíris no Egito, o deus da agricultura e o primeiro a cultivar a vinha e pisar os grãos para obter vinho. Outra figura seria Estáfilo, também cultuado como deus do vinho, filho de Dionísio, além de Oenopiã, o nome é difícil, é outro filho de Dionísio, mas o significado do seu nome é bebedor de vinho. Todos os deuses do vinho estão diretamente ou indiretamente ligados à agricultura, à terra e a tantos outros conceitos relacionados à liberdade humana. Em todas as suas expressões, incluindo a sexualidade. Liber, por exemplo, vem do termo libação ao ritual de oferecer uma bebida e beber por prazer. Ele era o deus das festas e da colheita. Antes de Baco ainda, Oros, a deusa do amor, da beleza, da música, da fertilidade, alegria e embriaguez. Era uma deusa violenta e, ao final dos seus cultos, oferecia vinho para amenizar. Na Itália, o deus Vuflos, senhor das plantas, da felicidade e também do vinho. Uma outra característica dos deuses dos vinhos eram as representações, sempre com imagens com taças de vinho, ramos de videira e cachos de uva. Todos esses nois foram cultuados e substituídos. Na Grécia, cultuavam também o deus Lísio, deus do vinho e responsável por levar os espíritos dos mortos ao paraíso. Nem só de Baco vive o vinho, temos também Lísio e tantos outros como a deusa Oros. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.
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      <title><![CDATA[BACO, DEUS DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS ALENTEJANOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO MUSCADET COM FILÉ DE PEIXE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO VILLA CARDETO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[O TAMANHO DA GARRAFA MUDA O VINHO?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Vamos a mais uma taça de conhecimento no nosso Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Alicante Boucher. Esta uva tinta, de origem francesa, surgiu em 1866 pelas mãos de Henri Boucher, que efetuou o cruzamento entre a Grenache e a Petit Boucher. A ideia era ter uma uva que desse mais cor aos vinhos de blend, aqueles de mistura. Porém, começou a ficar mais popular devido ao bom rendimento de sua planta, em um momento em que este fator era relevante.

Uma curiosidade desta uva é que, além da casca grossa, rica em pigmentos de cor, ela possui a polpa levemente tinta, o que a classifica como uma variedade tintoreira.

Os vinhos de Alicante Boucher são, na maioria, pouco complexos, e este fator está na contramão do comercial mundo do vinho. Na França, a produção diminui a cada ano. Em Portugal, está em crescimento, principalmente no Alentejo, onde os vinhos passam em ânforas de barro, criando uma proposta de vinho com qualidade aromática e gustativa singular.

Um bom vinho, 100% Alicante Boucher, é o Herdade do Rossin, um vinho com um teor alcoólico relevante, atualmente superior a 14%. Tudo depende da safra. Seus taninos firmes e aromas ricos em frutos vermelhos e notas balsâmicas destacam a singularidade desse vinho. Vale muito a pena experimentar.

Um brinde à história da Alicante Boucher!

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @Jonas.somelier. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Vamos a mais uma taça de conhecimento no nosso Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Alicante Boucher. Esta uva tinta, de origem francesa, surgiu em 1866 pelas mãos de Henri Boucher, que efetuou o cruzamento entre a Grenache e a Petit Boucher. A ideia era ter uma uva que desse mais cor aos vinhos de blend, aqueles de mistura. Porém, começou a ficar mais popular devido ao bom rendimento de sua planta, em um momento em que este fator era relevante.

Uma curiosidade desta uva é que, além da casca grossa, rica em pigmentos de cor, ela possui a polpa levemente tinta, o que a classifica como uma variedade tintoreira.

Os vinhos de Alicante Boucher são, na maioria, pouco complexos, e este fator está na contramão do comercial mundo do vinho. Na França, a produção diminui a cada ano. Em Portugal, está em crescimento, principalmente no Alentejo, onde os vinhos passam em ânforas de barro, criando uma proposta de vinho com qualidade aromática e gustativa singular.

Um bom vinho, 100% Alicante Boucher, é o Herdade do Rossin, um vinho com um teor alcoólico relevante, atualmente superior a 14%. Tudo depende da safra. Seus taninos firmes e aromas ricos em frutos vermelhos e notas balsâmicas destacam a singularidade desse vinho. Vale muito a pena experimentar.

Um brinde à história da Alicante Boucher!

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @Jonas.somelier. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Vamos a mais uma taça de conhecimento no nosso Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Alicante Boucher. Esta uva tinta, de origem francesa, surgiu em 1866 pelas mãos de Henri Boucher, que efetuou o cruzamento entre a Grenache e a Petit Boucher. A ideia era ter uma uva que desse mais cor aos vinhos de blend, aqueles de mistura. Porém, começou a ficar mais popular devido ao bom rendimento de sua planta, em um momento em que este fator era relevante.

Uma curiosidade desta uva é que, além da casca grossa, rica em pigmentos de cor, ela possui a polpa levemente tinta, o que a classifica como uma variedade tintoreira.

Os vinhos de Alicante Boucher são, na maioria, pouco complexos, e este fator está na contramão do comercial mundo do vinho. Na França, a produção diminui a cada ano. Em Portugal, está em crescimento, principalmente no Alentejo, onde os vinhos passam em ânforas de barro, criando uma proposta de vinho com qualidade aromática e gustativa singular.

Um bom vinho, 100% Alicante Boucher, é o Herdade do Rossin, um vinho com um teor alcoólico relevante, atualmente superior a 14%. Tudo depende da safra. Seus taninos firmes e aromas ricos em frutos vermelhos e notas balsâmicas destacam a singularidade desse vinho. Vale muito a pena experimentar.

Um brinde à história da Alicante Boucher!

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @Jonas.somelier. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Vamos a mais uma taça de conhecimento no nosso Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Alicante Boucher. Esta uva tinta, de origem francesa, surgiu em 1866 pelas mãos de Henri Boucher, que efetuou o cruzamento entre a Grenache e a Petit Boucher. A ideia era ter uma uva que desse mais cor aos vinhos de blend, aqueles de mistura. Porém, começou a ficar mais popular devido ao bom rendimento de sua planta, em um momento em que este fator era relevante.

Uma curiosidade desta uva é que, além da casca grossa, rica em pigmentos de cor, ela possui a polpa levemente tinta, o que a classifica como uma variedade tintoreira.

Os vinhos de Alicante Boucher são, na maioria, pouco complexos, e este fator está na contramão do comercial mundo do vinho. Na França, a produção diminui a cada ano. Em Portugal, está em crescimento, principalmente no Alentejo, onde os vinhos passam em ânforas de barro, criando uma proposta de vinho com qualidade aromática e gustativa singular.

Um bom vinho, 100% Alicante Boucher, é o Herdade do Rossin, um vinho com um teor alcoólico relevante, atualmente superior a 14%. Tudo depende da safra. Seus taninos firmes e aromas ricos em frutos vermelhos e notas balsâmicas destacam a singularidade desse vinho. Vale muito a pena experimentar.

Um brinde à história da Alicante Boucher!

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @Jonas.somelier. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALICANTE BOUSCHET ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PEQUI COM VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vamos para a região central do Chile, na sub-região do Maipo, de onde saem as melhores produções dos vinhos de Cabernet Sauvignon.

Eu participei de uma degustação de seis rótulos de Cabernet Sauvignon, todos chilenos, e os dois rótulos que mais me chamaram a atenção foram os Cabernet Sauvignon da sub-região do Maipo-Andes.

O Maipo-Andes é uma das novas classificações que o Chile criou para dividir melhor o país. A subdivisão de norte a sul permanece igual: são 1.300 km. Mas agora existe a subdivisão entre leste e oeste, que acontece com os nomes Andes, Entre Cordilheiras e Costas. São apenas 200 km, mas a diferença de solo e luminosidade é muito grande. Por isso a subdivisão: para identificar melhor esse tipo de vinho.

O Maipo-Andes é a região mais próxima aos Andes e está sendo comparada ao Médoc, da região de Bordeaux, a Napa Valley, nos Estados Unidos, e à região de Bolgheri, na Itália. São regiões de grandes exemplares da uva Cabernet Sauvignon.

Os solos têm grande profundidade e complexidade, com formações bem antigas dos quatro últimos períodos glaciais, com várias superposições e camadas de solos diferentes, e isso é o que traz a profundidade dos vinhos de Cabernet Sauvignon.

Do Maipo-Andes, pode-se esperar vinhos com taninos menos agressivos, textura untuosa e aromas mais intensos.

O Pérez Cruz Reserva Cabernet Sauvignon é uma perfeita harmonização para um risoto com filé: de cor vermelho-profunda, taninos bem redondos e fruta madura, e o melhor, um excelente custo-benefício.

Já o Pérez Cruz Limited Edition Cabernet Sauvignon apresenta uma cor mais fechada, fruta madura, aromas de violeta e excelente persistência. Os sabores permanecem na boca por um longo período, exatamente do jeito que eu gosto: intenso, mas ainda gastronômico.

Os vinhos do Maipo-Andes são perfeitos para acompanhar comida; são exatamente gastronômicos.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vamos para a região central do Chile, na sub-região do Maipo, de onde saem as melhores produções dos vinhos de Cabernet Sauvignon.

Eu participei de uma degustação de seis rótulos de Cabernet Sauvignon, todos chilenos, e os dois rótulos que mais me chamaram a atenção foram os Cabernet Sauvignon da sub-região do Maipo-Andes.

O Maipo-Andes é uma das novas classificações que o Chile criou para dividir melhor o país. A subdivisão de norte a sul permanece igual: são 1.300 km. Mas agora existe a subdivisão entre leste e oeste, que acontece com os nomes Andes, Entre Cordilheiras e Costas. São apenas 200 km, mas a diferença de solo e luminosidade é muito grande. Por isso a subdivisão: para identificar melhor esse tipo de vinho.

O Maipo-Andes é a região mais próxima aos Andes e está sendo comparada ao Médoc, da região de Bordeaux, a Napa Valley, nos Estados Unidos, e à região de Bolgheri, na Itália. São regiões de grandes exemplares da uva Cabernet Sauvignon.

Os solos têm grande profundidade e complexidade, com formações bem antigas dos quatro últimos períodos glaciais, com várias superposições e camadas de solos diferentes, e isso é o que traz a profundidade dos vinhos de Cabernet Sauvignon.

Do Maipo-Andes, pode-se esperar vinhos com taninos menos agressivos, textura untuosa e aromas mais intensos.

O Pérez Cruz Reserva Cabernet Sauvignon é uma perfeita harmonização para um risoto com filé: de cor vermelho-profunda, taninos bem redondos e fruta madura, e o melhor, um excelente custo-benefício.

Já o Pérez Cruz Limited Edition Cabernet Sauvignon apresenta uma cor mais fechada, fruta madura, aromas de violeta e excelente persistência. Os sabores permanecem na boca por um longo período, exatamente do jeito que eu gosto: intenso, mas ainda gastronômico.

Os vinhos do Maipo-Andes são perfeitos para acompanhar comida; são exatamente gastronômicos.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vamos para a região central do Chile, na sub-região do Maipo, de onde saem as melhores produções dos vinhos de Cabernet Sauvignon.

Eu participei de uma degustação de seis rótulos de Cabernet Sauvignon, todos chilenos, e os dois rótulos que mais me chamaram a atenção foram os Cabernet Sauvignon da sub-região do Maipo-Andes.

O Maipo-Andes é uma das novas classificações que o Chile criou para dividir melhor o país. A subdivisão de norte a sul permanece igual: são 1.300 km. Mas agora existe a subdivisão entre leste e oeste, que acontece com os nomes Andes, Entre Cordilheiras e Costas. São apenas 200 km, mas a diferença de solo e luminosidade é muito grande. Por isso a subdivisão: para identificar melhor esse tipo de vinho.

O Maipo-Andes é a região mais próxima aos Andes e está sendo comparada ao Médoc, da região de Bordeaux, a Napa Valley, nos Estados Unidos, e à região de Bolgheri, na Itália. São regiões de grandes exemplares da uva Cabernet Sauvignon.

Os solos têm grande profundidade e complexidade, com formações bem antigas dos quatro últimos períodos glaciais, com várias superposições e camadas de solos diferentes, e isso é o que traz a profundidade dos vinhos de Cabernet Sauvignon.

Do Maipo-Andes, pode-se esperar vinhos com taninos menos agressivos, textura untuosa e aromas mais intensos.

O Pérez Cruz Reserva Cabernet Sauvignon é uma perfeita harmonização para um risoto com filé: de cor vermelho-profunda, taninos bem redondos e fruta madura, e o melhor, um excelente custo-benefício.

Já o Pérez Cruz Limited Edition Cabernet Sauvignon apresenta uma cor mais fechada, fruta madura, aromas de violeta e excelente persistência. Os sabores permanecem na boca por um longo período, exatamente do jeito que eu gosto: intenso, mas ainda gastronômico.

Os vinhos do Maipo-Andes são perfeitos para acompanhar comida; são exatamente gastronômicos.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vamos para a região central do Chile, na sub-região do Maipo, de onde saem as melhores produções dos vinhos de Cabernet Sauvignon.

Eu participei de uma degustação de seis rótulos de Cabernet Sauvignon, todos chilenos, e os dois rótulos que mais me chamaram a atenção foram os Cabernet Sauvignon da sub-região do Maipo-Andes.

O Maipo-Andes é uma das novas classificações que o Chile criou para dividir melhor o país. A subdivisão de norte a sul permanece igual: são 1.300 km. Mas agora existe a subdivisão entre leste e oeste, que acontece com os nomes Andes, Entre Cordilheiras e Costas. São apenas 200 km, mas a diferença de solo e luminosidade é muito grande. Por isso a subdivisão: para identificar melhor esse tipo de vinho.

O Maipo-Andes é a região mais próxima aos Andes e está sendo comparada ao Médoc, da região de Bordeaux, a Napa Valley, nos Estados Unidos, e à região de Bolgheri, na Itália. São regiões de grandes exemplares da uva Cabernet Sauvignon.

Os solos têm grande profundidade e complexidade, com formações bem antigas dos quatro últimos períodos glaciais, com várias superposições e camadas de solos diferentes, e isso é o que traz a profundidade dos vinhos de Cabernet Sauvignon.

Do Maipo-Andes, pode-se esperar vinhos com taninos menos agressivos, textura untuosa e aromas mais intensos.

O Pérez Cruz Reserva Cabernet Sauvignon é uma perfeita harmonização para um risoto com filé: de cor vermelho-profunda, taninos bem redondos e fruta madura, e o melhor, um excelente custo-benefício.

Já o Pérez Cruz Limited Edition Cabernet Sauvignon apresenta uma cor mais fechada, fruta madura, aromas de violeta e excelente persistência. Os sabores permanecem na boca por um longo período, exatamente do jeito que eu gosto: intenso, mas ainda gastronômico.

Os vinhos do Maipo-Andes são perfeitos para acompanhar comida; são exatamente gastronômicos.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DO VALE MAIPO ANDES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CARMENERE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.
Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Antes mesmo de gravar, eu já postei e comentei muito sobre uma vinícola que eu gosto demais, nos Estados Unidos, na região noroeste, no estado de Washington: a Chateau Ste. Michelle.
Ela tem vinhos de excelente custo e qualidade indiscutível. E o mais legal é que eles unem música e vinho!

Durante o verão americano, até o dia 15 de setembro, eles seguem com vários concertos na vinícola, e já sabemos que música combina com vinho. As apresentações vão de Ben Harper a Pink Floyd.

Conheci a vinícola em 2016 com o Cabernet Sauvignon e, depois, degustei várias outras uvas. Mas só agora tive a oportunidade de provar o Riesling, o mais vendido do mundo.

O Chateau Ste. Michelle Riesling, do Vale de Columbia, é super refrescante e crocante, com aromas de maçã verde e um mineral bem gostoso. Agrada a todos, porque não é muito seco nem muito mineral, o que o torna fácil de beber, mas mantém todas as características de qualidade da uva Riesling.

Harmonizei com vieiras ao yuzu, vieiras frescas e cruas, com muito frescor, toque salgadinho e o azedo intenso do molho de yuzu, que é uma compota, uma conserva de limão.
Você também pode harmonizar com frutos do mar, frango, queijos frescos, comida japonesa, enfim, todos os pratos leves e refrescantes.

A vinícola tem mais três rótulos de vinhos brancos feitos com a mesma uva Riesling: o Heroica, o Cold Creek e o Colheita Tardia.

A Chateau Ste. Michelle foi eleita em 2012 como Produtor do Ano dos Estados Unidos, em 2011 como a marca mais admirada, em 2013 como a Vinícola do Ano do Pacífico, e está sempre entre os Top 100 da Wine Spectator.

Comemorando mais de 50 anos, a vinícola segue unindo as tradições do Velho Mundo às tecnologias do Novo Mundo.

Até pouco tempo se dizia que grandes vinhos americanos eram apenas os californianos.
Quer arriscar um vinho de Washington?
Que tal começar com o Chateau Ste. Michelle?

E lembre-se sempre: mantenha a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir rótulos maravilhosos como o Chateau Ste. Michelle Riesling.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.
Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Antes mesmo de gravar, eu já postei e comentei muito sobre uma vinícola que eu gosto demais, nos Estados Unidos, na região noroeste, no estado de Washington: a Chateau Ste. Michelle.
Ela tem vinhos de excelente custo e qualidade indiscutível. E o mais legal é que eles unem música e vinho!

Durante o verão americano, até o dia 15 de setembro, eles seguem com vários concertos na vinícola, e já sabemos que música combina com vinho. As apresentações vão de Ben Harper a Pink Floyd.

Conheci a vinícola em 2016 com o Cabernet Sauvignon e, depois, degustei várias outras uvas. Mas só agora tive a oportunidade de provar o Riesling, o mais vendido do mundo.

O Chateau Ste. Michelle Riesling, do Vale de Columbia, é super refrescante e crocante, com aromas de maçã verde e um mineral bem gostoso. Agrada a todos, porque não é muito seco nem muito mineral, o que o torna fácil de beber, mas mantém todas as características de qualidade da uva Riesling.

Harmonizei com vieiras ao yuzu, vieiras frescas e cruas, com muito frescor, toque salgadinho e o azedo intenso do molho de yuzu, que é uma compota, uma conserva de limão.
Você também pode harmonizar com frutos do mar, frango, queijos frescos, comida japonesa, enfim, todos os pratos leves e refrescantes.

A vinícola tem mais três rótulos de vinhos brancos feitos com a mesma uva Riesling: o Heroica, o Cold Creek e o Colheita Tardia.

A Chateau Ste. Michelle foi eleita em 2012 como Produtor do Ano dos Estados Unidos, em 2011 como a marca mais admirada, em 2013 como a Vinícola do Ano do Pacífico, e está sempre entre os Top 100 da Wine Spectator.

Comemorando mais de 50 anos, a vinícola segue unindo as tradições do Velho Mundo às tecnologias do Novo Mundo.

Até pouco tempo se dizia que grandes vinhos americanos eram apenas os californianos.
Quer arriscar um vinho de Washington?
Que tal começar com o Chateau Ste. Michelle?

E lembre-se sempre: mantenha a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir rótulos maravilhosos como o Chateau Ste. Michelle Riesling.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.
Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Antes mesmo de gravar, eu já postei e comentei muito sobre uma vinícola que eu gosto demais, nos Estados Unidos, na região noroeste, no estado de Washington: a Chateau Ste. Michelle.
Ela tem vinhos de excelente custo e qualidade indiscutível. E o mais legal é que eles unem música e vinho!

Durante o verão americano, até o dia 15 de setembro, eles seguem com vários concertos na vinícola, e já sabemos que música combina com vinho. As apresentações vão de Ben Harper a Pink Floyd.

Conheci a vinícola em 2016 com o Cabernet Sauvignon e, depois, degustei várias outras uvas. Mas só agora tive a oportunidade de provar o Riesling, o mais vendido do mundo.

O Chateau Ste. Michelle Riesling, do Vale de Columbia, é super refrescante e crocante, com aromas de maçã verde e um mineral bem gostoso. Agrada a todos, porque não é muito seco nem muito mineral, o que o torna fácil de beber, mas mantém todas as características de qualidade da uva Riesling.

Harmonizei com vieiras ao yuzu, vieiras frescas e cruas, com muito frescor, toque salgadinho e o azedo intenso do molho de yuzu, que é uma compota, uma conserva de limão.
Você também pode harmonizar com frutos do mar, frango, queijos frescos, comida japonesa, enfim, todos os pratos leves e refrescantes.

A vinícola tem mais três rótulos de vinhos brancos feitos com a mesma uva Riesling: o Heroica, o Cold Creek e o Colheita Tardia.

A Chateau Ste. Michelle foi eleita em 2012 como Produtor do Ano dos Estados Unidos, em 2011 como a marca mais admirada, em 2013 como a Vinícola do Ano do Pacífico, e está sempre entre os Top 100 da Wine Spectator.

Comemorando mais de 50 anos, a vinícola segue unindo as tradições do Velho Mundo às tecnologias do Novo Mundo.

Até pouco tempo se dizia que grandes vinhos americanos eram apenas os californianos.
Quer arriscar um vinho de Washington?
Que tal começar com o Chateau Ste. Michelle?

E lembre-se sempre: mantenha a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir rótulos maravilhosos como o Chateau Ste. Michelle Riesling.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.
Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Antes mesmo de gravar, eu já postei e comentei muito sobre uma vinícola que eu gosto demais, nos Estados Unidos, na região noroeste, no estado de Washington: a Chateau Ste. Michelle.
Ela tem vinhos de excelente custo e qualidade indiscutível. E o mais legal é que eles unem música e vinho!

Durante o verão americano, até o dia 15 de setembro, eles seguem com vários concertos na vinícola, e já sabemos que música combina com vinho. As apresentações vão de Ben Harper a Pink Floyd.

Conheci a vinícola em 2016 com o Cabernet Sauvignon e, depois, degustei várias outras uvas. Mas só agora tive a oportunidade de provar o Riesling, o mais vendido do mundo.

O Chateau Ste. Michelle Riesling, do Vale de Columbia, é super refrescante e crocante, com aromas de maçã verde e um mineral bem gostoso. Agrada a todos, porque não é muito seco nem muito mineral, o que o torna fácil de beber, mas mantém todas as características de qualidade da uva Riesling.

Harmonizei com vieiras ao yuzu, vieiras frescas e cruas, com muito frescor, toque salgadinho e o azedo intenso do molho de yuzu, que é uma compota, uma conserva de limão.
Você também pode harmonizar com frutos do mar, frango, queijos frescos, comida japonesa, enfim, todos os pratos leves e refrescantes.

A vinícola tem mais três rótulos de vinhos brancos feitos com a mesma uva Riesling: o Heroica, o Cold Creek e o Colheita Tardia.

A Chateau Ste. Michelle foi eleita em 2012 como Produtor do Ano dos Estados Unidos, em 2011 como a marca mais admirada, em 2013 como a Vinícola do Ano do Pacífico, e está sempre entre os Top 100 da Wine Spectator.

Comemorando mais de 50 anos, a vinícola segue unindo as tradições do Velho Mundo às tecnologias do Novo Mundo.

Até pouco tempo se dizia que grandes vinhos americanos eram apenas os californianos.
Quer arriscar um vinho de Washington?
Que tal começar com o Chateau Ste. Michelle?

E lembre-se sempre: mantenha a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir rótulos maravilhosos como o Chateau Ste. Michelle Riesling.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHATEAU STE. MICHELLE RIESLING]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS SEM SAFRAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DE FERMENTAÇÃO EM CONCRETO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BLEND TANNAT SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Robin Hood dos vinhos, o fora da lei. Imagine só plantar e produzir vinhos da uva cirá no Alentejo, região historicamente super tradicional, que fermentava seus vinhos em ânforas desde os tempos romanos. A região portuguesa é também terra das uvas tintas de brincadeira, aragonês e alicante boucher.

Até que, em 1998, a vinícola corte de cima produziu o vinho incógnito. Fácil entender esse nome, porque o nome da uva não poderia aparecer. O vinho ganhou prêmios pelo mundo, além das pontuações, com 92 por Robert Parker e 92 pela Wine Enthusiast.

Frutos selecionados de vinho dos jovens, bem maduros e colhidos à mão. O incógnito é 100% da uva cirrá e tem aromas bem complexos, de frutos negros, como a meixa, notas de tosta, especiarias e terroso. É um vinho de taninos firmes e estruturado pela longa evolução, pelos seus oito meses de carvalho francês.

O fora da lei leva no rótulo ainda uma frase do famoso compositor Bob Dylan: pra viver à margem da lei tem que ser honesto. E assim, o incógnito escreveu no contrarrótulo sua verdadeira origem: 100% cirrá.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Robin Hood dos vinhos, o fora da lei. Imagine só plantar e produzir vinhos da uva cirá no Alentejo, região historicamente super tradicional, que fermentava seus vinhos em ânforas desde os tempos romanos. A região portuguesa é também terra das uvas tintas de brincadeira, aragonês e alicante boucher.

Até que, em 1998, a vinícola corte de cima produziu o vinho incógnito. Fácil entender esse nome, porque o nome da uva não poderia aparecer. O vinho ganhou prêmios pelo mundo, além das pontuações, com 92 por Robert Parker e 92 pela Wine Enthusiast.

Frutos selecionados de vinho dos jovens, bem maduros e colhidos à mão. O incógnito é 100% da uva cirrá e tem aromas bem complexos, de frutos negros, como a meixa, notas de tosta, especiarias e terroso. É um vinho de taninos firmes e estruturado pela longa evolução, pelos seus oito meses de carvalho francês.

O fora da lei leva no rótulo ainda uma frase do famoso compositor Bob Dylan: pra viver à margem da lei tem que ser honesto. E assim, o incógnito escreveu no contrarrótulo sua verdadeira origem: 100% cirrá.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Robin Hood dos vinhos, o fora da lei. Imagine só plantar e produzir vinhos da uva cirá no Alentejo, região historicamente super tradicional, que fermentava seus vinhos em ânforas desde os tempos romanos. A região portuguesa é também terra das uvas tintas de brincadeira, aragonês e alicante boucher.

Até que, em 1998, a vinícola corte de cima produziu o vinho incógnito. Fácil entender esse nome, porque o nome da uva não poderia aparecer. O vinho ganhou prêmios pelo mundo, além das pontuações, com 92 por Robert Parker e 92 pela Wine Enthusiast.

Frutos selecionados de vinho dos jovens, bem maduros e colhidos à mão. O incógnito é 100% da uva cirrá e tem aromas bem complexos, de frutos negros, como a meixa, notas de tosta, especiarias e terroso. É um vinho de taninos firmes e estruturado pela longa evolução, pelos seus oito meses de carvalho francês.

O fora da lei leva no rótulo ainda uma frase do famoso compositor Bob Dylan: pra viver à margem da lei tem que ser honesto. E assim, o incógnito escreveu no contrarrótulo sua verdadeira origem: 100% cirrá.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Robin Hood dos vinhos, o fora da lei. Imagine só plantar e produzir vinhos da uva cirá no Alentejo, região historicamente super tradicional, que fermentava seus vinhos em ânforas desde os tempos romanos. A região portuguesa é também terra das uvas tintas de brincadeira, aragonês e alicante boucher.

Até que, em 1998, a vinícola corte de cima produziu o vinho incógnito. Fácil entender esse nome, porque o nome da uva não poderia aparecer. O vinho ganhou prêmios pelo mundo, além das pontuações, com 92 por Robert Parker e 92 pela Wine Enthusiast.

Frutos selecionados de vinho dos jovens, bem maduros e colhidos à mão. O incógnito é 100% da uva cirrá e tem aromas bem complexos, de frutos negros, como a meixa, notas de tosta, especiarias e terroso. É um vinho de taninos firmes e estruturado pela longa evolução, pelos seus oito meses de carvalho francês.

O fora da lei leva no rótulo ainda uma frase do famoso compositor Bob Dylan: pra viver à margem da lei tem que ser honesto. E assim, o incógnito escreveu no contrarrótulo sua verdadeira origem: 100% cirrá.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ROBIN HOOD DOS VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nossa taça de conhecimento do dia será sobre um grande produtor de vinhos, conhecido mundialmente pelos famosos champanhes: a Moët & Chandon.

Moët & Chandon é o maior produtor de champanhes do mundo e foi fundada, em 1743, por Claude Moët, descendente de uma família que já produzia vinhos desde o século XVIII.

O neto de Claude Moët, Jean-Rémy Moët, proporcionou um grande crescimento à empresa e, nas mãos de seu filho, Victor Moët, e do genro, Pierre-Gabriel Chandon, em 1832, mudaram o nome da empresa para Moët & Chandon, como hoje conhecemos.

Hoje, produz 25 milhões de garrafas e pertence ao luxuoso grupo LVMH, Louis Vuitton Moët Hennessy.

A marca também era responsável pelo fornecimento de champanhe para a rainha da Inglaterra. Olha só que interessante!

As uvas que dão origem aos vinhos desta marca são de terroirs privilegiados, bem localizados e com altíssima qualidade, sendo mais de 1.190 hectares de solos ricos em calcário, onde as uvas autorizadas para a produção de champanhe, que são a Pinot Noir, a Chardonnay e a Pinot Meunier, se expressam da melhor forma possível.

A marca possui uma cave com mais de 28 km de extensão, onde seus vinhos repousam na temperatura e umidade perfeitas.

Mais de 270 anos de história, presente em mais de 150 países: é realmente um trunfo.

Um brinde a este grande produtor que, em todo o planeta, encanta e celebra a vida.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí! Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nossa taça de conhecimento do dia será sobre um grande produtor de vinhos, conhecido mundialmente pelos famosos champanhes: a Moët & Chandon.

Moët & Chandon é o maior produtor de champanhes do mundo e foi fundada, em 1743, por Claude Moët, descendente de uma família que já produzia vinhos desde o século XVIII.

O neto de Claude Moët, Jean-Rémy Moët, proporcionou um grande crescimento à empresa e, nas mãos de seu filho, Victor Moët, e do genro, Pierre-Gabriel Chandon, em 1832, mudaram o nome da empresa para Moët & Chandon, como hoje conhecemos.

Hoje, produz 25 milhões de garrafas e pertence ao luxuoso grupo LVMH, Louis Vuitton Moët Hennessy.

A marca também era responsável pelo fornecimento de champanhe para a rainha da Inglaterra. Olha só que interessante!

As uvas que dão origem aos vinhos desta marca são de terroirs privilegiados, bem localizados e com altíssima qualidade, sendo mais de 1.190 hectares de solos ricos em calcário, onde as uvas autorizadas para a produção de champanhe, que são a Pinot Noir, a Chardonnay e a Pinot Meunier, se expressam da melhor forma possível.

A marca possui uma cave com mais de 28 km de extensão, onde seus vinhos repousam na temperatura e umidade perfeitas.

Mais de 270 anos de história, presente em mais de 150 países: é realmente um trunfo.

Um brinde a este grande produtor que, em todo o planeta, encanta e celebra a vida.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí! Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nossa taça de conhecimento do dia será sobre um grande produtor de vinhos, conhecido mundialmente pelos famosos champanhes: a Moët & Chandon.

Moët & Chandon é o maior produtor de champanhes do mundo e foi fundada, em 1743, por Claude Moët, descendente de uma família que já produzia vinhos desde o século XVIII.

O neto de Claude Moët, Jean-Rémy Moët, proporcionou um grande crescimento à empresa e, nas mãos de seu filho, Victor Moët, e do genro, Pierre-Gabriel Chandon, em 1832, mudaram o nome da empresa para Moët & Chandon, como hoje conhecemos.

Hoje, produz 25 milhões de garrafas e pertence ao luxuoso grupo LVMH, Louis Vuitton Moët Hennessy.

A marca também era responsável pelo fornecimento de champanhe para a rainha da Inglaterra. Olha só que interessante!

As uvas que dão origem aos vinhos desta marca são de terroirs privilegiados, bem localizados e com altíssima qualidade, sendo mais de 1.190 hectares de solos ricos em calcário, onde as uvas autorizadas para a produção de champanhe, que são a Pinot Noir, a Chardonnay e a Pinot Meunier, se expressam da melhor forma possível.

A marca possui uma cave com mais de 28 km de extensão, onde seus vinhos repousam na temperatura e umidade perfeitas.

Mais de 270 anos de história, presente em mais de 150 países: é realmente um trunfo.

Um brinde a este grande produtor que, em todo o planeta, encanta e celebra a vida.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí! Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nossa taça de conhecimento do dia será sobre um grande produtor de vinhos, conhecido mundialmente pelos famosos champanhes: a Moët & Chandon.

Moët & Chandon é o maior produtor de champanhes do mundo e foi fundada, em 1743, por Claude Moët, descendente de uma família que já produzia vinhos desde o século XVIII.

O neto de Claude Moët, Jean-Rémy Moët, proporcionou um grande crescimento à empresa e, nas mãos de seu filho, Victor Moët, e do genro, Pierre-Gabriel Chandon, em 1832, mudaram o nome da empresa para Moët & Chandon, como hoje conhecemos.

Hoje, produz 25 milhões de garrafas e pertence ao luxuoso grupo LVMH, Louis Vuitton Moët Hennessy.

A marca também era responsável pelo fornecimento de champanhe para a rainha da Inglaterra. Olha só que interessante!

As uvas que dão origem aos vinhos desta marca são de terroirs privilegiados, bem localizados e com altíssima qualidade, sendo mais de 1.190 hectares de solos ricos em calcário, onde as uvas autorizadas para a produção de champanhe, que são a Pinot Noir, a Chardonnay e a Pinot Meunier, se expressam da melhor forma possível.

A marca possui uma cave com mais de 28 km de extensão, onde seus vinhos repousam na temperatura e umidade perfeitas.

Mais de 270 anos de história, presente em mais de 150 países: é realmente um trunfo.

Um brinde a este grande produtor que, em todo o planeta, encanta e celebra a vida.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí! Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MOËT CHANDON ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você.

A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto.

A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Apresenta bom rendimento e vigor e prefere climas quentes, com boa insolação. Por isso, encontrou no Alentejo um local para chamar de casa.

Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando, muitas vezes, um toque especial aos vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição.

Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade, e nem tanto na qualidade, o que já não é a realidade do mercado de vinhos atualmente.

Nos dias de hoje, porém, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa, trazendo equilíbrio quando a proposta do enólogo é elaborar um vinho mais redondo, leve e fácil de beber.

Um vinho que recomendo para o dia a dia e que traz em sua composição a tinta Moreto é o Alandra Tinto, da Herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pelas castas Castelão e Aragonez. Um vinho sensacional, com excelente relação entre preço e qualidade.

Um brinde à variedade Moreto e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você.

A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto.

A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Apresenta bom rendimento e vigor e prefere climas quentes, com boa insolação. Por isso, encontrou no Alentejo um local para chamar de casa.

Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando, muitas vezes, um toque especial aos vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição.

Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade, e nem tanto na qualidade, o que já não é a realidade do mercado de vinhos atualmente.

Nos dias de hoje, porém, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa, trazendo equilíbrio quando a proposta do enólogo é elaborar um vinho mais redondo, leve e fácil de beber.

Um vinho que recomendo para o dia a dia e que traz em sua composição a tinta Moreto é o Alandra Tinto, da Herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pelas castas Castelão e Aragonez. Um vinho sensacional, com excelente relação entre preço e qualidade.

Um brinde à variedade Moreto e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você.

A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto.

A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Apresenta bom rendimento e vigor e prefere climas quentes, com boa insolação. Por isso, encontrou no Alentejo um local para chamar de casa.

Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando, muitas vezes, um toque especial aos vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição.

Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade, e nem tanto na qualidade, o que já não é a realidade do mercado de vinhos atualmente.

Nos dias de hoje, porém, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa, trazendo equilíbrio quando a proposta do enólogo é elaborar um vinho mais redondo, leve e fácil de beber.

Um vinho que recomendo para o dia a dia e que traz em sua composição a tinta Moreto é o Alandra Tinto, da Herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pelas castas Castelão e Aragonez. Um vinho sensacional, com excelente relação entre preço e qualidade.

Um brinde à variedade Moreto e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você.

A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto.

A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Apresenta bom rendimento e vigor e prefere climas quentes, com boa insolação. Por isso, encontrou no Alentejo um local para chamar de casa.

Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando, muitas vezes, um toque especial aos vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição.

Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade, e nem tanto na qualidade, o que já não é a realidade do mercado de vinhos atualmente.

Nos dias de hoje, porém, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa, trazendo equilíbrio quando a proposta do enólogo é elaborar um vinho mais redondo, leve e fácil de beber.

Um vinho que recomendo para o dia a dia e que traz em sua composição a tinta Moreto é o Alandra Tinto, da Herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pelas castas Castelão e Aragonez. Um vinho sensacional, com excelente relação entre preço e qualidade.

Um brinde à variedade Moreto e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A UVA MORETO: UMA JOIA DO ALENTEJO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINÍCOLA HERDADE DO ESPORÃO ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vamos então a mais um episódio do nosso Música e Vinho. Seja muito bem-vindo.

A Carménère é uma variedade vinífera tinta originária da região de Bordeaux, na França, e que encontrou no Chile todas as condições para se expressar em grandes vinhos repletos de singularidade.

A maturação da Carménère é tardia e precisa de grande quantidade de sol para obter os açúcares e a cor necessários para vinhos de qualidade superior.

Um vinho que mostra todo o potencial da Carménère no Chile é produzido hoje pela renomada vinícola Vinha Montes. O Purple Angel Carménère é um dos grandes vinhos do Chile. Sua composição é de 92% de Carménère e apenas 8% de Petit Verdot. Sensacional!

As uvas que compõem esse grande vinho são oriundas de um dos mais famosos terroirs do Chile: o Vale de Apalta.

A vinificação é tradicional, e o amadurecimento do vinho ocorre em barricas de carvalho francês e americano, ambos de primeiro uso, por exatamente 18 meses.

É engarrafado sem filtragem e colagem e passa por outro estágio antes de ser liberado da vinícola para comercialização. Desta vez, são 12 meses em garrafa, ganhando mais afinamento, complexidade e qualidade.

Pode ser harmonizado com pratos de carne vermelha em geral, principalmente assados, como paleta de cordeiro ou ponta de peito bovino. Aquela mesma que tem aquele granito maravilhoso.

Participe do Música e Vinho enviando uma sugestão de tema ou a sua dúvida. Mande lá no meu Instagram, @jonas.sommelier . Será um prazer.

Aproveite e curta a nossa página.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vamos então a mais um episódio do nosso Música e Vinho. Seja muito bem-vindo.

A Carménère é uma variedade vinífera tinta originária da região de Bordeaux, na França, e que encontrou no Chile todas as condições para se expressar em grandes vinhos repletos de singularidade.

A maturação da Carménère é tardia e precisa de grande quantidade de sol para obter os açúcares e a cor necessários para vinhos de qualidade superior.

Um vinho que mostra todo o potencial da Carménère no Chile é produzido hoje pela renomada vinícola Vinha Montes. O Purple Angel Carménère é um dos grandes vinhos do Chile. Sua composição é de 92% de Carménère e apenas 8% de Petit Verdot. Sensacional!

As uvas que compõem esse grande vinho são oriundas de um dos mais famosos terroirs do Chile: o Vale de Apalta.

A vinificação é tradicional, e o amadurecimento do vinho ocorre em barricas de carvalho francês e americano, ambos de primeiro uso, por exatamente 18 meses.

É engarrafado sem filtragem e colagem e passa por outro estágio antes de ser liberado da vinícola para comercialização. Desta vez, são 12 meses em garrafa, ganhando mais afinamento, complexidade e qualidade.

Pode ser harmonizado com pratos de carne vermelha em geral, principalmente assados, como paleta de cordeiro ou ponta de peito bovino. Aquela mesma que tem aquele granito maravilhoso.

Participe do Música e Vinho enviando uma sugestão de tema ou a sua dúvida. Mande lá no meu Instagram, @jonas.sommelier . Será um prazer.

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]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vamos então a mais um episódio do nosso Música e Vinho. Seja muito bem-vindo.

A Carménère é uma variedade vinífera tinta originária da região de Bordeaux, na França, e que encontrou no Chile todas as condições para se expressar em grandes vinhos repletos de singularidade.

A maturação da Carménère é tardia e precisa de grande quantidade de sol para obter os açúcares e a cor necessários para vinhos de qualidade superior.

Um vinho que mostra todo o potencial da Carménère no Chile é produzido hoje pela renomada vinícola Vinha Montes. O Purple Angel Carménère é um dos grandes vinhos do Chile. Sua composição é de 92% de Carménère e apenas 8% de Petit Verdot. Sensacional!

As uvas que compõem esse grande vinho são oriundas de um dos mais famosos terroirs do Chile: o Vale de Apalta.

A vinificação é tradicional, e o amadurecimento do vinho ocorre em barricas de carvalho francês e americano, ambos de primeiro uso, por exatamente 18 meses.

É engarrafado sem filtragem e colagem e passa por outro estágio antes de ser liberado da vinícola para comercialização. Desta vez, são 12 meses em garrafa, ganhando mais afinamento, complexidade e qualidade.

Pode ser harmonizado com pratos de carne vermelha em geral, principalmente assados, como paleta de cordeiro ou ponta de peito bovino. Aquela mesma que tem aquele granito maravilhoso.

Participe do Música e Vinho enviando uma sugestão de tema ou a sua dúvida. Mande lá no meu Instagram, @jonas.sommelier . Será um prazer.

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]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vamos então a mais um episódio do nosso Música e Vinho. Seja muito bem-vindo.

A Carménère é uma variedade vinífera tinta originária da região de Bordeaux, na França, e que encontrou no Chile todas as condições para se expressar em grandes vinhos repletos de singularidade.

A maturação da Carménère é tardia e precisa de grande quantidade de sol para obter os açúcares e a cor necessários para vinhos de qualidade superior.

Um vinho que mostra todo o potencial da Carménère no Chile é produzido hoje pela renomada vinícola Vinha Montes. O Purple Angel Carménère é um dos grandes vinhos do Chile. Sua composição é de 92% de Carménère e apenas 8% de Petit Verdot. Sensacional!

As uvas que compõem esse grande vinho são oriundas de um dos mais famosos terroirs do Chile: o Vale de Apalta.

A vinificação é tradicional, e o amadurecimento do vinho ocorre em barricas de carvalho francês e americano, ambos de primeiro uso, por exatamente 18 meses.

É engarrafado sem filtragem e colagem e passa por outro estágio antes de ser liberado da vinícola para comercialização. Desta vez, são 12 meses em garrafa, ganhando mais afinamento, complexidade e qualidade.

Pode ser harmonizado com pratos de carne vermelha em geral, principalmente assados, como paleta de cordeiro ou ponta de peito bovino. Aquela mesma que tem aquele granito maravilhoso.

Participe do Música e Vinho enviando uma sugestão de tema ou a sua dúvida. Mande lá no meu Instagram, @jonas.sommelier . Será um prazer.

Aproveite e curta a nossa página.
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      <title><![CDATA[ VINHO CARMÉNÈRE ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHEDOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tem um vinho que todo mundo conhece, o Chianti Rufino. Ele é um clássico e do consagrado produtor da Toscana. Um vinho que tem sua produção controlada para garantir a qualidade e foi a primeira garrafa a exibir o selo de Doc G na Itália.

A vinícula Rufino foi fundada em 1877, em Chianti, e em apenas 4 anos conquistou a primeira medalha de ouro em Chianti. Eles ganharam também o ouro na Feira de Bordeaux logo nos primeiros anos.

Todo mundo conhece um Chianti, o tinto de Sangiovese com canaiolo, mas a vinícula tem deliciosos vinhos brancos também da uva Pinogridio, que é uma uva que eu amo. Vinhos frescos, aromas de frutas tropicais e mineral.

Tem espumantes rosés, moscatos dastes, além de proseccos e tintos com base em Sangiovese e outras uvas. Uvas como Merlot, Syrah, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot e até Alicante Boucher.

São vinhos como o Asiano, o Ducale e o Modus, além de Brunelos, como o Grepeno Masi. Um Sangiovese grosso é a uva, um estágio mais longo, mais maduro e com aromas e final de boca que lembram chocolate e um tabaco bem suave.

E o rico e encorpado Alouda, feito de Cabernet Franc, Merlot e Colorino, um vintage que só está em safras excepcionais, como a safra de 2015. Um vinho que tem estágio em dois meses de carvalho francês, afina no tanque de aço e depois na garrafa. Extremamente elegante, encorpado, aromas balsâmicos, baunilha, para harmonizar com a bistecca fiorentina que eu tive o prazer de experimentar em Florença, com batatas assadas, muito alho e azeite.

Lembre-se sempre de manter a moderação para você ver que Antirrofino tem muito mais do que só Quianti. A gente acha que é o nome do produtor e não, o produtor se chama Rufino. E você vai encontrar todas essas outras variações de vinhos como modos a lauda do cali, aziano, moscatos para secos e rosés, todos de produção do mesmo produtor na região mais famosa da Itália.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tem um vinho que todo mundo conhece, o Chianti Rufino. Ele é um clássico e do consagrado produtor da Toscana. Um vinho que tem sua produção controlada para garantir a qualidade e foi a primeira garrafa a exibir o selo de Doc G na Itália.

A vinícula Rufino foi fundada em 1877, em Chianti, e em apenas 4 anos conquistou a primeira medalha de ouro em Chianti. Eles ganharam também o ouro na Feira de Bordeaux logo nos primeiros anos.

Todo mundo conhece um Chianti, o tinto de Sangiovese com canaiolo, mas a vinícula tem deliciosos vinhos brancos também da uva Pinogridio, que é uma uva que eu amo. Vinhos frescos, aromas de frutas tropicais e mineral.

Tem espumantes rosés, moscatos dastes, além de proseccos e tintos com base em Sangiovese e outras uvas. Uvas como Merlot, Syrah, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot e até Alicante Boucher.

São vinhos como o Asiano, o Ducale e o Modus, além de Brunelos, como o Grepeno Masi. Um Sangiovese grosso é a uva, um estágio mais longo, mais maduro e com aromas e final de boca que lembram chocolate e um tabaco bem suave.

E o rico e encorpado Alouda, feito de Cabernet Franc, Merlot e Colorino, um vintage que só está em safras excepcionais, como a safra de 2015. Um vinho que tem estágio em dois meses de carvalho francês, afina no tanque de aço e depois na garrafa. Extremamente elegante, encorpado, aromas balsâmicos, baunilha, para harmonizar com a bistecca fiorentina que eu tive o prazer de experimentar em Florença, com batatas assadas, muito alho e azeite.

Lembre-se sempre de manter a moderação para você ver que Antirrofino tem muito mais do que só Quianti. A gente acha que é o nome do produtor e não, o produtor se chama Rufino. E você vai encontrar todas essas outras variações de vinhos como modos a lauda do cali, aziano, moscatos para secos e rosés, todos de produção do mesmo produtor na região mais famosa da Itália.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tem um vinho que todo mundo conhece, o Chianti Rufino. Ele é um clássico e do consagrado produtor da Toscana. Um vinho que tem sua produção controlada para garantir a qualidade e foi a primeira garrafa a exibir o selo de Doc G na Itália.

A vinícula Rufino foi fundada em 1877, em Chianti, e em apenas 4 anos conquistou a primeira medalha de ouro em Chianti. Eles ganharam também o ouro na Feira de Bordeaux logo nos primeiros anos.

Todo mundo conhece um Chianti, o tinto de Sangiovese com canaiolo, mas a vinícula tem deliciosos vinhos brancos também da uva Pinogridio, que é uma uva que eu amo. Vinhos frescos, aromas de frutas tropicais e mineral.

Tem espumantes rosés, moscatos dastes, além de proseccos e tintos com base em Sangiovese e outras uvas. Uvas como Merlot, Syrah, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot e até Alicante Boucher.

São vinhos como o Asiano, o Ducale e o Modus, além de Brunelos, como o Grepeno Masi. Um Sangiovese grosso é a uva, um estágio mais longo, mais maduro e com aromas e final de boca que lembram chocolate e um tabaco bem suave.

E o rico e encorpado Alouda, feito de Cabernet Franc, Merlot e Colorino, um vintage que só está em safras excepcionais, como a safra de 2015. Um vinho que tem estágio em dois meses de carvalho francês, afina no tanque de aço e depois na garrafa. Extremamente elegante, encorpado, aromas balsâmicos, baunilha, para harmonizar com a bistecca fiorentina que eu tive o prazer de experimentar em Florença, com batatas assadas, muito alho e azeite.

Lembre-se sempre de manter a moderação para você ver que Antirrofino tem muito mais do que só Quianti. A gente acha que é o nome do produtor e não, o produtor se chama Rufino. E você vai encontrar todas essas outras variações de vinhos como modos a lauda do cali, aziano, moscatos para secos e rosés, todos de produção do mesmo produtor na região mais famosa da Itália.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tem um vinho que todo mundo conhece, o Chianti Rufino. Ele é um clássico e do consagrado produtor da Toscana. Um vinho que tem sua produção controlada para garantir a qualidade e foi a primeira garrafa a exibir o selo de Doc G na Itália.

A vinícula Rufino foi fundada em 1877, em Chianti, e em apenas 4 anos conquistou a primeira medalha de ouro em Chianti. Eles ganharam também o ouro na Feira de Bordeaux logo nos primeiros anos.

Todo mundo conhece um Chianti, o tinto de Sangiovese com canaiolo, mas a vinícula tem deliciosos vinhos brancos também da uva Pinogridio, que é uma uva que eu amo. Vinhos frescos, aromas de frutas tropicais e mineral.

Tem espumantes rosés, moscatos dastes, além de proseccos e tintos com base em Sangiovese e outras uvas. Uvas como Merlot, Syrah, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot e até Alicante Boucher.

São vinhos como o Asiano, o Ducale e o Modus, além de Brunelos, como o Grepeno Masi. Um Sangiovese grosso é a uva, um estágio mais longo, mais maduro e com aromas e final de boca que lembram chocolate e um tabaco bem suave.

E o rico e encorpado Alouda, feito de Cabernet Franc, Merlot e Colorino, um vintage que só está em safras excepcionais, como a safra de 2015. Um vinho que tem estágio em dois meses de carvalho francês, afina no tanque de aço e depois na garrafa. Extremamente elegante, encorpado, aromas balsâmicos, baunilha, para harmonizar com a bistecca fiorentina que eu tive o prazer de experimentar em Florença, com batatas assadas, muito alho e azeite.

Lembre-se sempre de manter a moderação para você ver que Antirrofino tem muito mais do que só Quianti. A gente acha que é o nome do produtor e não, o produtor se chama Rufino. E você vai encontrar todas essas outras variações de vinhos como modos a lauda do cali, aziano, moscatos para secos e rosés, todos de produção do mesmo produtor na região mais famosa da Itália.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO CHIANTE RUFFINO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 31 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, está começando Música & Vinho, com a sommelier Kézia Giugni.

No famoso Vale do Limarí, no Chile, a temperatura é naturalmente mais baixa devido aos ventos frios vindos do Oceano Pacífico. Em contrapartida, a região apresenta uma alta intensidade solar, se comparada a outras áreas produtoras do país. Esse contraste favorece um amadurecimento lento das uvas, resultando em vinhos com maior concentração de aromas e sabores.

Outro ponto marcante do Limarí é o solo, rico em carbonato de cálcio, característica que confere aos vinhos uma mineralidade intensa. Já citei aqui alguns Sauvignon Blanc da região que chegam a apresentar uma sensação quase salgada em boca.

Desta vez, a degustação foi de um Pinot Noir.
Eu não sei você, mas eu tenho dia de Pinot, dia de Sauvignon Blanc, dia de Syrah, de assemblage, de vinhão, de vinho francês, de Porto…
Eu não consigo ser fiel a um único vinho — nem a uma marca, nem a um país, nem a um produtor.

Como já dizia minha amiga Josiane: somos índios — infiéis e aventureiras.
E é justamente essa curiosidade que traz toda a riqueza e diversidade do mundo do vinho.

O vinho degustado foi o Tabalí Pinot Noir: delicado, sedoso, com notas aromáticas de cereja e um leve toque terroso, típico da variedade. A mineralidade aparece de forma elegante, trazendo frescor e equilíbrio ao conjunto.

Fica aqui uma ótima sugestão de Pinot Noir para você degustar.

Lembre-se sempre da moderação e, principalmente, de compartilhar conosco nas redes sociais usando a hashtag #musicaevinho.
Quero saber: o que você está degustando?]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, está começando Música & Vinho, com a sommelier Kézia Giugni.

No famoso Vale do Limarí, no Chile, a temperatura é naturalmente mais baixa devido aos ventos frios vindos do Oceano Pacífico. Em contrapartida, a região apresenta uma alta intensidade solar, se comparada a outras áreas produtoras do país. Esse contraste favorece um amadurecimento lento das uvas, resultando em vinhos com maior concentração de aromas e sabores.

Outro ponto marcante do Limarí é o solo, rico em carbonato de cálcio, característica que confere aos vinhos uma mineralidade intensa. Já citei aqui alguns Sauvignon Blanc da região que chegam a apresentar uma sensação quase salgada em boca.

Desta vez, a degustação foi de um Pinot Noir.
Eu não sei você, mas eu tenho dia de Pinot, dia de Sauvignon Blanc, dia de Syrah, de assemblage, de vinhão, de vinho francês, de Porto…
Eu não consigo ser fiel a um único vinho — nem a uma marca, nem a um país, nem a um produtor.

Como já dizia minha amiga Josiane: somos índios — infiéis e aventureiras.
E é justamente essa curiosidade que traz toda a riqueza e diversidade do mundo do vinho.

O vinho degustado foi o Tabalí Pinot Noir: delicado, sedoso, com notas aromáticas de cereja e um leve toque terroso, típico da variedade. A mineralidade aparece de forma elegante, trazendo frescor e equilíbrio ao conjunto.

Fica aqui uma ótima sugestão de Pinot Noir para você degustar.

Lembre-se sempre da moderação e, principalmente, de compartilhar conosco nas redes sociais usando a hashtag #musicaevinho.
Quero saber: o que você está degustando?]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, está começando Música & Vinho, com a sommelier Kézia Giugni.

No famoso Vale do Limarí, no Chile, a temperatura é naturalmente mais baixa devido aos ventos frios vindos do Oceano Pacífico. Em contrapartida, a região apresenta uma alta intensidade solar, se comparada a outras áreas produtoras do país. Esse contraste favorece um amadurecimento lento das uvas, resultando em vinhos com maior concentração de aromas e sabores.

Outro ponto marcante do Limarí é o solo, rico em carbonato de cálcio, característica que confere aos vinhos uma mineralidade intensa. Já citei aqui alguns Sauvignon Blanc da região que chegam a apresentar uma sensação quase salgada em boca.

Desta vez, a degustação foi de um Pinot Noir.
Eu não sei você, mas eu tenho dia de Pinot, dia de Sauvignon Blanc, dia de Syrah, de assemblage, de vinhão, de vinho francês, de Porto…
Eu não consigo ser fiel a um único vinho — nem a uma marca, nem a um país, nem a um produtor.

Como já dizia minha amiga Josiane: somos índios — infiéis e aventureiras.
E é justamente essa curiosidade que traz toda a riqueza e diversidade do mundo do vinho.

O vinho degustado foi o Tabalí Pinot Noir: delicado, sedoso, com notas aromáticas de cereja e um leve toque terroso, típico da variedade. A mineralidade aparece de forma elegante, trazendo frescor e equilíbrio ao conjunto.

Fica aqui uma ótima sugestão de Pinot Noir para você degustar.

Lembre-se sempre da moderação e, principalmente, de compartilhar conosco nas redes sociais usando a hashtag #musicaevinho.
Quero saber: o que você está degustando?]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, está começando Música & Vinho, com a sommelier Kézia Giugni.

No famoso Vale do Limarí, no Chile, a temperatura é naturalmente mais baixa devido aos ventos frios vindos do Oceano Pacífico. Em contrapartida, a região apresenta uma alta intensidade solar, se comparada a outras áreas produtoras do país. Esse contraste favorece um amadurecimento lento das uvas, resultando em vinhos com maior concentração de aromas e sabores.

Outro ponto marcante do Limarí é o solo, rico em carbonato de cálcio, característica que confere aos vinhos uma mineralidade intensa. Já citei aqui alguns Sauvignon Blanc da região que chegam a apresentar uma sensação quase salgada em boca.

Desta vez, a degustação foi de um Pinot Noir.
Eu não sei você, mas eu tenho dia de Pinot, dia de Sauvignon Blanc, dia de Syrah, de assemblage, de vinhão, de vinho francês, de Porto…
Eu não consigo ser fiel a um único vinho — nem a uma marca, nem a um país, nem a um produtor.

Como já dizia minha amiga Josiane: somos índios — infiéis e aventureiras.
E é justamente essa curiosidade que traz toda a riqueza e diversidade do mundo do vinho.

O vinho degustado foi o Tabalí Pinot Noir: delicado, sedoso, com notas aromáticas de cereja e um leve toque terroso, típico da variedade. A mineralidade aparece de forma elegante, trazendo frescor e equilíbrio ao conjunto.

Fica aqui uma ótima sugestão de Pinot Noir para você degustar.

Lembre-se sempre da moderação e, principalmente, de compartilhar conosco nas redes sociais usando a hashtag #musicaevinho.
Quero saber: o que você está degustando?]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA MOURVÈDRE ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO CHABLIS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 20 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO COM VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 18 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja bem-vindo a mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje falaremos dos vinhos da terra natal de um personagem marcante dos filmes de terror: o Conde Drácula.

A variedade branca mais cultivada na Romênia é a Feteasca, e esta tem duas variantes: a Regala e a Alba. Já no cultivo de variedades tintas, a maioria é de Cabernet Sauvignon e Merlot, e a única tinta nativa que se destaca na Romênia é a Feteasca Neagra.

Tive a felicidade de provar um tinto romeno sensacional, constituído por um blend com a uva nativa Feteasca Neagra, Cabernet Franc e Cadarca. Uma produção de apenas 2.800 garrafas, com um vinho que passou três anos em barricas pequenas de carvalho. Um tempo relevante. Um vinho espetacular.

Popularmente chamado Davino V, da vinícola Balagesa, em seu terroir ao entorno da Transilvânia.

A bebida alcoólica mais consumida pelos romenos é o vinho, sendo culturalmente transmitido por gerações.

A localização geográfica da Romênia é favorável e está na mesma latitude das principais regiões vinícolas da França. Sensacional.

Um brinde aos vinhos e à cultura romena, em especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar um tema de sugestão no meu Instagram, arrobajonas.somelier.

Curta a nossa página. Será um prazer.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja bem-vindo a mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje falaremos dos vinhos da terra natal de um personagem marcante dos filmes de terror: o Conde Drácula.

A variedade branca mais cultivada na Romênia é a Feteasca, e esta tem duas variantes: a Regala e a Alba. Já no cultivo de variedades tintas, a maioria é de Cabernet Sauvignon e Merlot, e a única tinta nativa que se destaca na Romênia é a Feteasca Neagra.

Tive a felicidade de provar um tinto romeno sensacional, constituído por um blend com a uva nativa Feteasca Neagra, Cabernet Franc e Cadarca. Uma produção de apenas 2.800 garrafas, com um vinho que passou três anos em barricas pequenas de carvalho. Um tempo relevante. Um vinho espetacular.

Popularmente chamado Davino V, da vinícola Balagesa, em seu terroir ao entorno da Transilvânia.

A bebida alcoólica mais consumida pelos romenos é o vinho, sendo culturalmente transmitido por gerações.

A localização geográfica da Romênia é favorável e está na mesma latitude das principais regiões vinícolas da França. Sensacional.

Um brinde aos vinhos e à cultura romena, em especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar um tema de sugestão no meu Instagram, arrobajonas.somelier.

Curta a nossa página. Será um prazer.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja bem-vindo a mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje falaremos dos vinhos da terra natal de um personagem marcante dos filmes de terror: o Conde Drácula.

A variedade branca mais cultivada na Romênia é a Feteasca, e esta tem duas variantes: a Regala e a Alba. Já no cultivo de variedades tintas, a maioria é de Cabernet Sauvignon e Merlot, e a única tinta nativa que se destaca na Romênia é a Feteasca Neagra.

Tive a felicidade de provar um tinto romeno sensacional, constituído por um blend com a uva nativa Feteasca Neagra, Cabernet Franc e Cadarca. Uma produção de apenas 2.800 garrafas, com um vinho que passou três anos em barricas pequenas de carvalho. Um tempo relevante. Um vinho espetacular.

Popularmente chamado Davino V, da vinícola Balagesa, em seu terroir ao entorno da Transilvânia.

A bebida alcoólica mais consumida pelos romenos é o vinho, sendo culturalmente transmitido por gerações.

A localização geográfica da Romênia é favorável e está na mesma latitude das principais regiões vinícolas da França. Sensacional.

Um brinde aos vinhos e à cultura romena, em especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar um tema de sugestão no meu Instagram, arrobajonas.somelier.

Curta a nossa página. Será um prazer.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja bem-vindo a mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje falaremos dos vinhos da terra natal de um personagem marcante dos filmes de terror: o Conde Drácula.

A variedade branca mais cultivada na Romênia é a Feteasca, e esta tem duas variantes: a Regala e a Alba. Já no cultivo de variedades tintas, a maioria é de Cabernet Sauvignon e Merlot, e a única tinta nativa que se destaca na Romênia é a Feteasca Neagra.

Tive a felicidade de provar um tinto romeno sensacional, constituído por um blend com a uva nativa Feteasca Neagra, Cabernet Franc e Cadarca. Uma produção de apenas 2.800 garrafas, com um vinho que passou três anos em barricas pequenas de carvalho. Um tempo relevante. Um vinho espetacular.

Popularmente chamado Davino V, da vinícola Balagesa, em seu terroir ao entorno da Transilvânia.

A bebida alcoólica mais consumida pelos romenos é o vinho, sendo culturalmente transmitido por gerações.

A localização geográfica da Romênia é favorável e está na mesma latitude das principais regiões vinícolas da França. Sensacional.

Um brinde aos vinhos e à cultura romena, em especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar um tema de sugestão no meu Instagram, arrobajonas.somelier.

Curta a nossa página. Será um prazer.
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      <title><![CDATA[ENCANTADOR MUNDO DO VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ UVA ENCRUZADO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTES FRANCESES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Não é todo dia que a gente encontra essa sintonia. Ainda não havia degustado, mas já sabia a história do vinho australiano cello-cirá.

O nome do vinho é uma homenagem à intensa relação do embaixador da marca da vinícola Kilikannam Wine's, chamado Nathan Walks. Nathan Walks foi violoncelista da Orquestra Sinfônica de Sydney. Uniu suas duas paixões e elaborou o vinho cello-cirá.

Poderia ser qualquer uva, mas cirá é a uva símbolo da Austrália. Não só por isso: a palavra cirá também significa música, melodia. Tem sintonia melhor?

Finalmente parei para degustá-lo e, literalmente, soou como música para os meus ouvidos. Tem tudo que eu gosto. Coloração rubi intensa. Ao nariz, as frutas maduras negras, como a mora e a ameixa. Adoro os aromas de frutas negras, aliado às especiarias da sirrá e um tabaco no final.

É um vinho pra me deixar quietinha, só curtindo, quase mastigando de tão encorpado. Os taninos estavam ali, presentes, dão aquele aperto na boca, mas bem equilibrados, e com uma excelente persistência.

Pena que eu estava em uma feira e não dava pra harmonizar, mas colocaria uma degustação Tchelo sirrá com uma costeleta de porco defumada.

E você, com o que você harmonizaria o seu sirrá? Compartilhe conosco usando a hashtag #musicaevinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Não é todo dia que a gente encontra essa sintonia. Ainda não havia degustado, mas já sabia a história do vinho australiano cello-cirá.

O nome do vinho é uma homenagem à intensa relação do embaixador da marca da vinícola Kilikannam Wine's, chamado Nathan Walks. Nathan Walks foi violoncelista da Orquestra Sinfônica de Sydney. Uniu suas duas paixões e elaborou o vinho cello-cirá.

Poderia ser qualquer uva, mas cirá é a uva símbolo da Austrália. Não só por isso: a palavra cirá também significa música, melodia. Tem sintonia melhor?

Finalmente parei para degustá-lo e, literalmente, soou como música para os meus ouvidos. Tem tudo que eu gosto. Coloração rubi intensa. Ao nariz, as frutas maduras negras, como a mora e a ameixa. Adoro os aromas de frutas negras, aliado às especiarias da sirrá e um tabaco no final.

É um vinho pra me deixar quietinha, só curtindo, quase mastigando de tão encorpado. Os taninos estavam ali, presentes, dão aquele aperto na boca, mas bem equilibrados, e com uma excelente persistência.

Pena que eu estava em uma feira e não dava pra harmonizar, mas colocaria uma degustação Tchelo sirrá com uma costeleta de porco defumada.

E você, com o que você harmonizaria o seu sirrá? Compartilhe conosco usando a hashtag #musicaevinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Não é todo dia que a gente encontra essa sintonia. Ainda não havia degustado, mas já sabia a história do vinho australiano cello-cirá.

O nome do vinho é uma homenagem à intensa relação do embaixador da marca da vinícola Kilikannam Wine's, chamado Nathan Walks. Nathan Walks foi violoncelista da Orquestra Sinfônica de Sydney. Uniu suas duas paixões e elaborou o vinho cello-cirá.

Poderia ser qualquer uva, mas cirá é a uva símbolo da Austrália. Não só por isso: a palavra cirá também significa música, melodia. Tem sintonia melhor?

Finalmente parei para degustá-lo e, literalmente, soou como música para os meus ouvidos. Tem tudo que eu gosto. Coloração rubi intensa. Ao nariz, as frutas maduras negras, como a mora e a ameixa. Adoro os aromas de frutas negras, aliado às especiarias da sirrá e um tabaco no final.

É um vinho pra me deixar quietinha, só curtindo, quase mastigando de tão encorpado. Os taninos estavam ali, presentes, dão aquele aperto na boca, mas bem equilibrados, e com uma excelente persistência.

Pena que eu estava em uma feira e não dava pra harmonizar, mas colocaria uma degustação Tchelo sirrá com uma costeleta de porco defumada.

E você, com o que você harmonizaria o seu sirrá? Compartilhe conosco usando a hashtag #musicaevinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Não é todo dia que a gente encontra essa sintonia. Ainda não havia degustado, mas já sabia a história do vinho australiano cello-cirá.

O nome do vinho é uma homenagem à intensa relação do embaixador da marca da vinícola Kilikannam Wine's, chamado Nathan Walks. Nathan Walks foi violoncelista da Orquestra Sinfônica de Sydney. Uniu suas duas paixões e elaborou o vinho cello-cirá.

Poderia ser qualquer uva, mas cirá é a uva símbolo da Austrália. Não só por isso: a palavra cirá também significa música, melodia. Tem sintonia melhor?

Finalmente parei para degustá-lo e, literalmente, soou como música para os meus ouvidos. Tem tudo que eu gosto. Coloração rubi intensa. Ao nariz, as frutas maduras negras, como a mora e a ameixa. Adoro os aromas de frutas negras, aliado às especiarias da sirrá e um tabaco no final.

É um vinho pra me deixar quietinha, só curtindo, quase mastigando de tão encorpado. Os taninos estavam ali, presentes, dão aquele aperto na boca, mas bem equilibrados, e com uma excelente persistência.

Pena que eu estava em uma feira e não dava pra harmonizar, mas colocaria uma degustação Tchelo sirrá com uma costeleta de porco defumada.

E você, com o que você harmonizaria o seu sirrá? Compartilhe conosco usando a hashtag #musicaevinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CELLO SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO DE VALPOLICELLA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DRINKS DE VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMO COMEÇAR UMA PEQUENA ADEGA?]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMBINAÇÕES QUE COMBINAM ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AFRICA DO SUL - NONO MAIOR PRODUTOR DE VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO TINTO ITALIANO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MEU PALADAR É IGUAL AO SEU?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO SYRAH - OS MELHORES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO EM RECEITAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MESTRE DO VINHO - JOGO DE TABULEIRO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO VINTAGE 2016]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VIDEIRAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você já deve ter degustado um dos vinhos do enólogo “papa” do Chile, super reconhecido pelos seus vinhos sempre com notas acima de 90 pontos. É Marcelo Papa, enólogo-chefe de sucesso, que começou sua trajetória na Concha y Toro. Liderou a Casillero del Diablo, do mesmo grupo, e há 17 anos está no comando da vinícola Marqués de Casa Concha. E ainda coordena a Maycas del Limarí, uma marca chilena de que eu gosto muito.

A marca foi fundada em 2005, a 400 km de Santiago, no Vale do Limarí, uma região com grande influência marítima e solo mineral, com grande concentração de calcário. É considerado o vale perfeito para os destaques da vinícola: Chardonnay e Pinot Noir. Porém, produzem também um Syrah espetacular.

Eu degustei o Reserva Especial Syrah, que foi desenvolvido em 2007. Degustei primeiro o vinho sozinho, para sentir o gosto dele sem harmonização, e depois harmonizei com esfirrinhas de carne e pasta de alho.

Um vinho 100% Syrah, profundo, de coloração púrpura intensa. Muita fruta vermelha e negra, e delicadas notas apimentadas. É um vinho que dá para curtir sozinho, sem nada de comida, de tão saboroso e persistente. Mas combina também com carne vermelha, com uma picância que, desta vez, eu não busquei na pimenta, e sim na pasta de alho.

O que eu gosto muito do Maycas é que, além de não ser um vinho tão caro, é fresco, tem vida e uma acidez gostosa. E não tem muitos aromas amadeirados, porque foi feito usando carvalho sem tosta.

Mais uma sugestão de vinho chileno para sua harmonização: Syrah Maycas del Limarí.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já deve ter degustado um dos vinhos do enólogo “papa” do Chile, super reconhecido pelos seus vinhos sempre com notas acima de 90 pontos. É Marcelo Papa, enólogo-chefe de sucesso, que começou sua trajetória na Concha y Toro. Liderou a Casillero del Diablo, do mesmo grupo, e há 17 anos está no comando da vinícola Marqués de Casa Concha. E ainda coordena a Maycas del Limarí, uma marca chilena de que eu gosto muito.

A marca foi fundada em 2005, a 400 km de Santiago, no Vale do Limarí, uma região com grande influência marítima e solo mineral, com grande concentração de calcário. É considerado o vale perfeito para os destaques da vinícola: Chardonnay e Pinot Noir. Porém, produzem também um Syrah espetacular.

Eu degustei o Reserva Especial Syrah, que foi desenvolvido em 2007. Degustei primeiro o vinho sozinho, para sentir o gosto dele sem harmonização, e depois harmonizei com esfirrinhas de carne e pasta de alho.

Um vinho 100% Syrah, profundo, de coloração púrpura intensa. Muita fruta vermelha e negra, e delicadas notas apimentadas. É um vinho que dá para curtir sozinho, sem nada de comida, de tão saboroso e persistente. Mas combina também com carne vermelha, com uma picância que, desta vez, eu não busquei na pimenta, e sim na pasta de alho.

O que eu gosto muito do Maycas é que, além de não ser um vinho tão caro, é fresco, tem vida e uma acidez gostosa. E não tem muitos aromas amadeirados, porque foi feito usando carvalho sem tosta.

Mais uma sugestão de vinho chileno para sua harmonização: Syrah Maycas del Limarí.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já deve ter degustado um dos vinhos do enólogo “papa” do Chile, super reconhecido pelos seus vinhos sempre com notas acima de 90 pontos. É Marcelo Papa, enólogo-chefe de sucesso, que começou sua trajetória na Concha y Toro. Liderou a Casillero del Diablo, do mesmo grupo, e há 17 anos está no comando da vinícola Marqués de Casa Concha. E ainda coordena a Maycas del Limarí, uma marca chilena de que eu gosto muito.

A marca foi fundada em 2005, a 400 km de Santiago, no Vale do Limarí, uma região com grande influência marítima e solo mineral, com grande concentração de calcário. É considerado o vale perfeito para os destaques da vinícola: Chardonnay e Pinot Noir. Porém, produzem também um Syrah espetacular.

Eu degustei o Reserva Especial Syrah, que foi desenvolvido em 2007. Degustei primeiro o vinho sozinho, para sentir o gosto dele sem harmonização, e depois harmonizei com esfirrinhas de carne e pasta de alho.

Um vinho 100% Syrah, profundo, de coloração púrpura intensa. Muita fruta vermelha e negra, e delicadas notas apimentadas. É um vinho que dá para curtir sozinho, sem nada de comida, de tão saboroso e persistente. Mas combina também com carne vermelha, com uma picância que, desta vez, eu não busquei na pimenta, e sim na pasta de alho.

O que eu gosto muito do Maycas é que, além de não ser um vinho tão caro, é fresco, tem vida e uma acidez gostosa. E não tem muitos aromas amadeirados, porque foi feito usando carvalho sem tosta.

Mais uma sugestão de vinho chileno para sua harmonização: Syrah Maycas del Limarí.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já deve ter degustado um dos vinhos do enólogo “papa” do Chile, super reconhecido pelos seus vinhos sempre com notas acima de 90 pontos. É Marcelo Papa, enólogo-chefe de sucesso, que começou sua trajetória na Concha y Toro. Liderou a Casillero del Diablo, do mesmo grupo, e há 17 anos está no comando da vinícola Marqués de Casa Concha. E ainda coordena a Maycas del Limarí, uma marca chilena de que eu gosto muito.

A marca foi fundada em 2005, a 400 km de Santiago, no Vale do Limarí, uma região com grande influência marítima e solo mineral, com grande concentração de calcário. É considerado o vale perfeito para os destaques da vinícola: Chardonnay e Pinot Noir. Porém, produzem também um Syrah espetacular.

Eu degustei o Reserva Especial Syrah, que foi desenvolvido em 2007. Degustei primeiro o vinho sozinho, para sentir o gosto dele sem harmonização, e depois harmonizei com esfirrinhas de carne e pasta de alho.

Um vinho 100% Syrah, profundo, de coloração púrpura intensa. Muita fruta vermelha e negra, e delicadas notas apimentadas. É um vinho que dá para curtir sozinho, sem nada de comida, de tão saboroso e persistente. Mas combina também com carne vermelha, com uma picância que, desta vez, eu não busquei na pimenta, e sim na pasta de alho.

O que eu gosto muito do Maycas é que, além de não ser um vinho tão caro, é fresco, tem vida e uma acidez gostosa. E não tem muitos aromas amadeirados, porque foi feito usando carvalho sem tosta.

Mais uma sugestão de vinho chileno para sua harmonização: Syrah Maycas del Limarí.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MARQUEZ DE CASA CONCHA. ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A região da Catalunha é a área vinícola com o maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costa del Segre, Monsant, Penedes, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo são 12 sub-regiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem Cava.

Primeiro que cava, em espanhol, é masculino, então não é a cava e sim o cava. O clima da Catalunha é de poucas chuvas e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí o resultado: são vinhos de coloração profunda, excelente textura e taninos finos.

A denominação de vinhos no estilo cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção. Porém, hoje os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanis, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas.

Enquanto em champanis se usa Pinot Noir, Pinot Munier e Chardonnay, na Espanha você utiliza chareolot, macabeu e parelhada para fazer os cavas, além das uvas Pinot Noir, garnacha e monastrel para os cavas rosados e tintos. Desde 1960, o cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias, chegou a ser chamado de champanhe espanhol.

O bom disso tudo é que o cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também. São três estilos de cavas que você vai encontrar nos rótulos, em seguida, supermercados: os cavas de selo branco são os mais jovens, com nove meses de maturação; os de selo verde são os reservas, com 15 meses de maturação; e os de selo negro, os Grand Reserva, com 30 meses de maturação.

É superfácil harmonizar cava porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos com arroz e açafrão, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A região da Catalunha é a área vinícola com o maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costa del Segre, Monsant, Penedes, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo são 12 sub-regiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem Cava.

Primeiro que cava, em espanhol, é masculino, então não é a cava e sim o cava. O clima da Catalunha é de poucas chuvas e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí o resultado: são vinhos de coloração profunda, excelente textura e taninos finos.

A denominação de vinhos no estilo cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção. Porém, hoje os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanis, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas.

Enquanto em champanis se usa Pinot Noir, Pinot Munier e Chardonnay, na Espanha você utiliza chareolot, macabeu e parelhada para fazer os cavas, além das uvas Pinot Noir, garnacha e monastrel para os cavas rosados e tintos. Desde 1960, o cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias, chegou a ser chamado de champanhe espanhol.

O bom disso tudo é que o cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também. São três estilos de cavas que você vai encontrar nos rótulos, em seguida, supermercados: os cavas de selo branco são os mais jovens, com nove meses de maturação; os de selo verde são os reservas, com 15 meses de maturação; e os de selo negro, os Grand Reserva, com 30 meses de maturação.

É superfácil harmonizar cava porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos com arroz e açafrão, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A região da Catalunha é a área vinícola com o maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costa del Segre, Monsant, Penedes, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo são 12 sub-regiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem Cava.

Primeiro que cava, em espanhol, é masculino, então não é a cava e sim o cava. O clima da Catalunha é de poucas chuvas e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí o resultado: são vinhos de coloração profunda, excelente textura e taninos finos.

A denominação de vinhos no estilo cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção. Porém, hoje os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanis, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas.

Enquanto em champanis se usa Pinot Noir, Pinot Munier e Chardonnay, na Espanha você utiliza chareolot, macabeu e parelhada para fazer os cavas, além das uvas Pinot Noir, garnacha e monastrel para os cavas rosados e tintos. Desde 1960, o cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias, chegou a ser chamado de champanhe espanhol.

O bom disso tudo é que o cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também. São três estilos de cavas que você vai encontrar nos rótulos, em seguida, supermercados: os cavas de selo branco são os mais jovens, com nove meses de maturação; os de selo verde são os reservas, com 15 meses de maturação; e os de selo negro, os Grand Reserva, com 30 meses de maturação.

É superfácil harmonizar cava porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos com arroz e açafrão, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.

A região da Catalunha é a área vinícola com o maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costa del Segre, Monsant, Penedes, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo são 12 sub-regiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem Cava.

Primeiro que cava, em espanhol, é masculino, então não é a cava e sim o cava. O clima da Catalunha é de poucas chuvas e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí o resultado: são vinhos de coloração profunda, excelente textura e taninos finos.

A denominação de vinhos no estilo cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção. Porém, hoje os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanis, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas.

Enquanto em champanis se usa Pinot Noir, Pinot Munier e Chardonnay, na Espanha você utiliza chareolot, macabeu e parelhada para fazer os cavas, além das uvas Pinot Noir, garnacha e monastrel para os cavas rosados e tintos. Desde 1960, o cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias, chegou a ser chamado de champanhe espanhol.

O bom disso tudo é que o cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também. São três estilos de cavas que você vai encontrar nos rótulos, em seguida, supermercados: os cavas de selo branco são os mais jovens, com nove meses de maturação; os de selo verde são os reservas, com 15 meses de maturação; e os de selo negro, os Grand Reserva, com 30 meses de maturação.

É superfácil harmonizar cava porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos com arroz e açafrão, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DENOMINAÇÃO DE ORIGEM CAVA ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho de hoje traz a diferença entre sommelier, enólogo e enófilo. O sommelier é o profissional responsável pelo serviço de bebidas, principalmente em restaurantes, e que atua também em importadoras, escola de gastronomia, consultoria, entre outras atividades correlatas. O enólogo é o cientista dos vinhos, responsável pela escolha e implantação da forma de vinificar, tratando do vinho desde a formação dos brotos das uvas até o engarrafamento e armazenamento. Já o enófilo é todo apreciador de vinho, que procura ler e pesquisar sobre o tema, além de degustar com determinada frequência.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho de hoje traz a diferença entre sommelier, enólogo e enófilo. O sommelier é o profissional responsável pelo serviço de bebidas, principalmente em restaurantes, e que atua também em importadoras, escola de gastronomia, consultoria, entre outras atividades correlatas. O enólogo é o cientista dos vinhos, responsável pela escolha e implantação da forma de vinificar, tratando do vinho desde a formação dos brotos das uvas até o engarrafamento e armazenamento. Já o enófilo é todo apreciador de vinho, que procura ler e pesquisar sobre o tema, além de degustar com determinada frequência.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho de hoje traz a diferença entre sommelier, enólogo e enófilo. O sommelier é o profissional responsável pelo serviço de bebidas, principalmente em restaurantes, e que atua também em importadoras, escola de gastronomia, consultoria, entre outras atividades correlatas. O enólogo é o cientista dos vinhos, responsável pela escolha e implantação da forma de vinificar, tratando do vinho desde a formação dos brotos das uvas até o engarrafamento e armazenamento. Já o enófilo é todo apreciador de vinho, que procura ler e pesquisar sobre o tema, além de degustar com determinada frequência.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho de hoje traz a diferença entre sommelier, enólogo e enófilo. O sommelier é o profissional responsável pelo serviço de bebidas, principalmente em restaurantes, e que atua também em importadoras, escola de gastronomia, consultoria, entre outras atividades correlatas. O enólogo é o cientista dos vinhos, responsável pela escolha e implantação da forma de vinificar, tratando do vinho desde a formação dos brotos das uvas até o engarrafamento e armazenamento. Já o enófilo é todo apreciador de vinho, que procura ler e pesquisar sobre o tema, além de degustar com determinada frequência.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOMMELIER, ENÓLOGO E ENÓFILO: ENTENDA A DIFERENÇA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHO SYRAH ROSE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 13 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ENOTURISMO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento traz mais um vinho alegre. Este vinho só podia ser brasileiro, trazendo qualidade como nos vinhos dos grandes países produtores.

O espumante Cave Antiga é ideal para a família, desde os consumidores mais experientes até os mais iniciantes. Produzido pelo método Tcharmá, onde a segunda fermentação é realizada em tanques de aço pressurizados, gerando o gás carbônico do vinho, o solo é do terroir da Serra Gaúcha, em uma localidade rica em areia e argila.

O espumante é pronto para consumo e deve ser consumido ainda muito jovem, para assim sentir as suas características principais, tais como a coloração amarelo-palha sutil, perlage evidente e constante, aromas de frutas brancas e maduras e um toque floral.

Hummm... Em boca, tem agradável doçura e acidez bem integrada, além de notas cítricas. Sua graduação alcoólica é de 7.7, o que é considerada baixa.

A harmonização deste espumante é versátil e pode ser combinada com salgadinhos fritos, saladas em geral, peixes grelhados e até mesmo com um pedacinho de fruta da sua preferência. E por que não uma salada de frutas? Sensacional!

Um brinde doce e fresco com este espumante brasileiro. Um brinde especial a você, ouvinte do Música em Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa no meu Instagram, @jonas.somelhiero. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento traz mais um vinho alegre. Este vinho só podia ser brasileiro, trazendo qualidade como nos vinhos dos grandes países produtores.

O espumante Cave Antiga é ideal para a família, desde os consumidores mais experientes até os mais iniciantes. Produzido pelo método Tcharmá, onde a segunda fermentação é realizada em tanques de aço pressurizados, gerando o gás carbônico do vinho, o solo é do terroir da Serra Gaúcha, em uma localidade rica em areia e argila.

O espumante é pronto para consumo e deve ser consumido ainda muito jovem, para assim sentir as suas características principais, tais como a coloração amarelo-palha sutil, perlage evidente e constante, aromas de frutas brancas e maduras e um toque floral.

Hummm... Em boca, tem agradável doçura e acidez bem integrada, além de notas cítricas. Sua graduação alcoólica é de 7.7, o que é considerada baixa.

A harmonização deste espumante é versátil e pode ser combinada com salgadinhos fritos, saladas em geral, peixes grelhados e até mesmo com um pedacinho de fruta da sua preferência. E por que não uma salada de frutas? Sensacional!

Um brinde doce e fresco com este espumante brasileiro. Um brinde especial a você, ouvinte do Música em Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa no meu Instagram, @jonas.somelhiero. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento traz mais um vinho alegre. Este vinho só podia ser brasileiro, trazendo qualidade como nos vinhos dos grandes países produtores.

O espumante Cave Antiga é ideal para a família, desde os consumidores mais experientes até os mais iniciantes. Produzido pelo método Tcharmá, onde a segunda fermentação é realizada em tanques de aço pressurizados, gerando o gás carbônico do vinho, o solo é do terroir da Serra Gaúcha, em uma localidade rica em areia e argila.

O espumante é pronto para consumo e deve ser consumido ainda muito jovem, para assim sentir as suas características principais, tais como a coloração amarelo-palha sutil, perlage evidente e constante, aromas de frutas brancas e maduras e um toque floral.

Hummm... Em boca, tem agradável doçura e acidez bem integrada, além de notas cítricas. Sua graduação alcoólica é de 7.7, o que é considerada baixa.

A harmonização deste espumante é versátil e pode ser combinada com salgadinhos fritos, saladas em geral, peixes grelhados e até mesmo com um pedacinho de fruta da sua preferência. E por que não uma salada de frutas? Sensacional!

Um brinde doce e fresco com este espumante brasileiro. Um brinde especial a você, ouvinte do Música em Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa no meu Instagram, @jonas.somelhiero. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento traz mais um vinho alegre. Este vinho só podia ser brasileiro, trazendo qualidade como nos vinhos dos grandes países produtores.

O espumante Cave Antiga é ideal para a família, desde os consumidores mais experientes até os mais iniciantes. Produzido pelo método Tcharmá, onde a segunda fermentação é realizada em tanques de aço pressurizados, gerando o gás carbônico do vinho, o solo é do terroir da Serra Gaúcha, em uma localidade rica em areia e argila.

O espumante é pronto para consumo e deve ser consumido ainda muito jovem, para assim sentir as suas características principais, tais como a coloração amarelo-palha sutil, perlage evidente e constante, aromas de frutas brancas e maduras e um toque floral.

Hummm... Em boca, tem agradável doçura e acidez bem integrada, além de notas cítricas. Sua graduação alcoólica é de 7.7, o que é considerada baixa.

A harmonização deste espumante é versátil e pode ser combinada com salgadinhos fritos, saladas em geral, peixes grelhados e até mesmo com um pedacinho de fruta da sua preferência. E por que não uma salada de frutas? Sensacional!

Um brinde doce e fresco com este espumante brasileiro. Um brinde especial a você, ouvinte do Música em Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa no meu Instagram, @jonas.somelhiero. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPUMANTE CAVE ANTIGA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, o Música e Vinho leva você até a Alemanha, mais precisamente ao sul deste país, onde se encontra grande parte dos vinhedos.

Por lá, o clima é temperado. Para termos uma ideia, durante o verão, o clima é ameno, proporcionando uma maturação lenta e não muito intensa, gerando vinhos com baixa graduação alcoólica e altíssima acidez.

A diversidade de vinhos alemães se deve muito às diferenças de solo e de variedades encontradas nas 13 regiões vinícolas do país. Ao todo, são registrados na Alemanha o cultivo de 135 variedades de uvas viníferas diferentes, desde nativas até as emblemáticas pelo mundo, como a tinta Pinot Noir e a branca Chardonnay, além da branca mais famosa por lá: a Riesling, que é emblemática.

Ainda não tenha provado um bom vinho alemão? Experimente o Balthasar Riesling Trocken, produzido com a emblemática uva Riesling, na região de Hain, em vinhedos à margem esquerda do famoso Rio Reno. Sensacional!

Leve, com ótima acidez, é perfeito para harmonizar com queijo de cabra, saladas em geral, carne suína e embutidos de carne branca.

Um brinde à Alemanha e seus vinhos. E um brinde especial, obviamente, a você, ouvinte do Música e Vinho.

Mande sua sugestão de tema para o meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, o Música e Vinho leva você até a Alemanha, mais precisamente ao sul deste país, onde se encontra grande parte dos vinhedos.

Por lá, o clima é temperado. Para termos uma ideia, durante o verão, o clima é ameno, proporcionando uma maturação lenta e não muito intensa, gerando vinhos com baixa graduação alcoólica e altíssima acidez.

A diversidade de vinhos alemães se deve muito às diferenças de solo e de variedades encontradas nas 13 regiões vinícolas do país. Ao todo, são registrados na Alemanha o cultivo de 135 variedades de uvas viníferas diferentes, desde nativas até as emblemáticas pelo mundo, como a tinta Pinot Noir e a branca Chardonnay, além da branca mais famosa por lá: a Riesling, que é emblemática.

Ainda não tenha provado um bom vinho alemão? Experimente o Balthasar Riesling Trocken, produzido com a emblemática uva Riesling, na região de Hain, em vinhedos à margem esquerda do famoso Rio Reno. Sensacional!

Leve, com ótima acidez, é perfeito para harmonizar com queijo de cabra, saladas em geral, carne suína e embutidos de carne branca.

Um brinde à Alemanha e seus vinhos. E um brinde especial, obviamente, a você, ouvinte do Música e Vinho.

Mande sua sugestão de tema para o meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, o Música e Vinho leva você até a Alemanha, mais precisamente ao sul deste país, onde se encontra grande parte dos vinhedos.

Por lá, o clima é temperado. Para termos uma ideia, durante o verão, o clima é ameno, proporcionando uma maturação lenta e não muito intensa, gerando vinhos com baixa graduação alcoólica e altíssima acidez.

A diversidade de vinhos alemães se deve muito às diferenças de solo e de variedades encontradas nas 13 regiões vinícolas do país. Ao todo, são registrados na Alemanha o cultivo de 135 variedades de uvas viníferas diferentes, desde nativas até as emblemáticas pelo mundo, como a tinta Pinot Noir e a branca Chardonnay, além da branca mais famosa por lá: a Riesling, que é emblemática.

Ainda não tenha provado um bom vinho alemão? Experimente o Balthasar Riesling Trocken, produzido com a emblemática uva Riesling, na região de Hain, em vinhedos à margem esquerda do famoso Rio Reno. Sensacional!

Leve, com ótima acidez, é perfeito para harmonizar com queijo de cabra, saladas em geral, carne suína e embutidos de carne branca.

Um brinde à Alemanha e seus vinhos. E um brinde especial, obviamente, a você, ouvinte do Música e Vinho.

Mande sua sugestão de tema para o meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, o Música e Vinho leva você até a Alemanha, mais precisamente ao sul deste país, onde se encontra grande parte dos vinhedos.

Por lá, o clima é temperado. Para termos uma ideia, durante o verão, o clima é ameno, proporcionando uma maturação lenta e não muito intensa, gerando vinhos com baixa graduação alcoólica e altíssima acidez.

A diversidade de vinhos alemães se deve muito às diferenças de solo e de variedades encontradas nas 13 regiões vinícolas do país. Ao todo, são registrados na Alemanha o cultivo de 135 variedades de uvas viníferas diferentes, desde nativas até as emblemáticas pelo mundo, como a tinta Pinot Noir e a branca Chardonnay, além da branca mais famosa por lá: a Riesling, que é emblemática.

Ainda não tenha provado um bom vinho alemão? Experimente o Balthasar Riesling Trocken, produzido com a emblemática uva Riesling, na região de Hain, em vinhedos à margem esquerda do famoso Rio Reno. Sensacional!

Leve, com ótima acidez, é perfeito para harmonizar com queijo de cabra, saladas em geral, carne suína e embutidos de carne branca.

Um brinde à Alemanha e seus vinhos. E um brinde especial, obviamente, a você, ouvinte do Música e Vinho.

Mande sua sugestão de tema para o meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!
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      <title><![CDATA[SABORES DA ALEMANHA ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS ROSES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SIGNIFICADO DOS NOMES DAS UVAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Obrigada pela sua companhia de sempre, mais uma edição do Música e Vinho que hoje fala sobre a harmonização entre o peixe robalo e um vinho branco e um vinho francês. Nada é mais delicado que as lascas de um filé de robalo, um peixe encontrado principalmente na costa do Nordeste brasileiro, onde atinge tamanho e peso ideal. É um peixe bom de briga com os pescadores, mas não perde a delicadeza, a textura e a umidade no prato.

A versatilidade de receitas é grande e eu experimentei uma versão com crosta de especiarias, mini legumes da estação e caldo de sementes e especiarias bem escuro e forte. Uma das maravilhas do Música e Vinho é o Tangerá Jean-Georges, inaugurado em maio de 2017, apenas um ano de atividade, já com uma estrela no famoso Guia Michelin.

O robalo merecia a delicadeza do Muscadet de Sèvret-Main, do Bernard Chérot, de fermentação em Surly, quando o vinho fermenta sobre as borras e ganha estrutura, complexidade aromática e profundidade. A fermentação em Surly também auxilia retardando o processo de oxidação do vinho.

O Muscadet é elaborado com a uva Melon de Bourgogne, também conhecida como Muscadet, uma uva de belíssima acidez, frescor e coloração com reflexos esverdeados. É uma das uvas principais do Vale du Loire, na França. A principal sugestão de harmonização para os Muscadets são frutos do mar e peixes.

A sequência da degustação seguiu com outro francês, o Figarro Rosé, da Masle d'Almas Gassac, do Sul da França, no Languedoc Routillon, um rosé de Carinam e Grenache. Como o caldo era de sabor mais acentuado pelas especiarias, pediam vinho com mais corpo que o branco. Poderia ser até um vinho tinto leve, mas eu escolhi rosé para fazer parte do. Do rosé revolution que tomou o mundo. E pra não fugir do que acredito e defendo há muito tempo, a versatilidade e o lugar de destaque que os rosés merecem.

A Mazde da Umazgaçá, que é uma vinícola orgânica, que cultiva as uvas originais das sementes sem clonagem, e assim preserva as qualidades aromáticas e dos sabores das uvas. Robá-lo com um mouscadet e um rosé, ambos franceses, e a distringência de um café pra fechar a noite. Valeu a experiência do estrelado Michelin.

Lembre-se de manter a moderação sempre. Se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Obrigada pela sua companhia de sempre, mais uma edição do Música e Vinho que hoje fala sobre a harmonização entre o peixe robalo e um vinho branco e um vinho francês. Nada é mais delicado que as lascas de um filé de robalo, um peixe encontrado principalmente na costa do Nordeste brasileiro, onde atinge tamanho e peso ideal. É um peixe bom de briga com os pescadores, mas não perde a delicadeza, a textura e a umidade no prato.

A versatilidade de receitas é grande e eu experimentei uma versão com crosta de especiarias, mini legumes da estação e caldo de sementes e especiarias bem escuro e forte. Uma das maravilhas do Música e Vinho é o Tangerá Jean-Georges, inaugurado em maio de 2017, apenas um ano de atividade, já com uma estrela no famoso Guia Michelin.

O robalo merecia a delicadeza do Muscadet de Sèvret-Main, do Bernard Chérot, de fermentação em Surly, quando o vinho fermenta sobre as borras e ganha estrutura, complexidade aromática e profundidade. A fermentação em Surly também auxilia retardando o processo de oxidação do vinho.

O Muscadet é elaborado com a uva Melon de Bourgogne, também conhecida como Muscadet, uma uva de belíssima acidez, frescor e coloração com reflexos esverdeados. É uma das uvas principais do Vale du Loire, na França. A principal sugestão de harmonização para os Muscadets são frutos do mar e peixes.

A sequência da degustação seguiu com outro francês, o Figarro Rosé, da Masle d'Almas Gassac, do Sul da França, no Languedoc Routillon, um rosé de Carinam e Grenache. Como o caldo era de sabor mais acentuado pelas especiarias, pediam vinho com mais corpo que o branco. Poderia ser até um vinho tinto leve, mas eu escolhi rosé para fazer parte do. Do rosé revolution que tomou o mundo. E pra não fugir do que acredito e defendo há muito tempo, a versatilidade e o lugar de destaque que os rosés merecem.

A Mazde da Umazgaçá, que é uma vinícola orgânica, que cultiva as uvas originais das sementes sem clonagem, e assim preserva as qualidades aromáticas e dos sabores das uvas. Robá-lo com um mouscadet e um rosé, ambos franceses, e a distringência de um café pra fechar a noite. Valeu a experiência do estrelado Michelin.

Lembre-se de manter a moderação sempre. Se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Obrigada pela sua companhia de sempre, mais uma edição do Música e Vinho que hoje fala sobre a harmonização entre o peixe robalo e um vinho branco e um vinho francês. Nada é mais delicado que as lascas de um filé de robalo, um peixe encontrado principalmente na costa do Nordeste brasileiro, onde atinge tamanho e peso ideal. É um peixe bom de briga com os pescadores, mas não perde a delicadeza, a textura e a umidade no prato.

A versatilidade de receitas é grande e eu experimentei uma versão com crosta de especiarias, mini legumes da estação e caldo de sementes e especiarias bem escuro e forte. Uma das maravilhas do Música e Vinho é o Tangerá Jean-Georges, inaugurado em maio de 2017, apenas um ano de atividade, já com uma estrela no famoso Guia Michelin.

O robalo merecia a delicadeza do Muscadet de Sèvret-Main, do Bernard Chérot, de fermentação em Surly, quando o vinho fermenta sobre as borras e ganha estrutura, complexidade aromática e profundidade. A fermentação em Surly também auxilia retardando o processo de oxidação do vinho.

O Muscadet é elaborado com a uva Melon de Bourgogne, também conhecida como Muscadet, uma uva de belíssima acidez, frescor e coloração com reflexos esverdeados. É uma das uvas principais do Vale du Loire, na França. A principal sugestão de harmonização para os Muscadets são frutos do mar e peixes.

A sequência da degustação seguiu com outro francês, o Figarro Rosé, da Masle d'Almas Gassac, do Sul da França, no Languedoc Routillon, um rosé de Carinam e Grenache. Como o caldo era de sabor mais acentuado pelas especiarias, pediam vinho com mais corpo que o branco. Poderia ser até um vinho tinto leve, mas eu escolhi rosé para fazer parte do. Do rosé revolution que tomou o mundo. E pra não fugir do que acredito e defendo há muito tempo, a versatilidade e o lugar de destaque que os rosés merecem.

A Mazde da Umazgaçá, que é uma vinícola orgânica, que cultiva as uvas originais das sementes sem clonagem, e assim preserva as qualidades aromáticas e dos sabores das uvas. Robá-lo com um mouscadet e um rosé, ambos franceses, e a distringência de um café pra fechar a noite. Valeu a experiência do estrelado Michelin.

Lembre-se de manter a moderação sempre. Se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Obrigada pela sua companhia de sempre, mais uma edição do Música e Vinho que hoje fala sobre a harmonização entre o peixe robalo e um vinho branco e um vinho francês. Nada é mais delicado que as lascas de um filé de robalo, um peixe encontrado principalmente na costa do Nordeste brasileiro, onde atinge tamanho e peso ideal. É um peixe bom de briga com os pescadores, mas não perde a delicadeza, a textura e a umidade no prato.

A versatilidade de receitas é grande e eu experimentei uma versão com crosta de especiarias, mini legumes da estação e caldo de sementes e especiarias bem escuro e forte. Uma das maravilhas do Música e Vinho é o Tangerá Jean-Georges, inaugurado em maio de 2017, apenas um ano de atividade, já com uma estrela no famoso Guia Michelin.

O robalo merecia a delicadeza do Muscadet de Sèvret-Main, do Bernard Chérot, de fermentação em Surly, quando o vinho fermenta sobre as borras e ganha estrutura, complexidade aromática e profundidade. A fermentação em Surly também auxilia retardando o processo de oxidação do vinho.

O Muscadet é elaborado com a uva Melon de Bourgogne, também conhecida como Muscadet, uma uva de belíssima acidez, frescor e coloração com reflexos esverdeados. É uma das uvas principais do Vale du Loire, na França. A principal sugestão de harmonização para os Muscadets são frutos do mar e peixes.

A sequência da degustação seguiu com outro francês, o Figarro Rosé, da Masle d'Almas Gassac, do Sul da França, no Languedoc Routillon, um rosé de Carinam e Grenache. Como o caldo era de sabor mais acentuado pelas especiarias, pediam vinho com mais corpo que o branco. Poderia ser até um vinho tinto leve, mas eu escolhi rosé para fazer parte do. Do rosé revolution que tomou o mundo. E pra não fugir do que acredito e defendo há muito tempo, a versatilidade e o lugar de destaque que os rosés merecem.

A Mazde da Umazgaçá, que é uma vinícola orgânica, que cultiva as uvas originais das sementes sem clonagem, e assim preserva as qualidades aromáticas e dos sabores das uvas. Robá-lo com um mouscadet e um rosé, ambos franceses, e a distringência de um café pra fechar a noite. Valeu a experiência do estrelado Michelin.

Lembre-se de manter a moderação sempre. Se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MUSCADET DE SÈVRE-MAINE]]></title>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO TITULOS VERDICCHIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO INSOLENTE GRACIANO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BODEGA GARZÓN]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. E hoje vamos falar sobre a arte da tanoaria.

Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril.

A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a que apresenta a melhor porosidade, possibilitando a micro-oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho também tem impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, resistência, podendo durar até 100 anos, e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes que vai aparecer no seu vinho é a tosta do barril. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. Pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, trazendo aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no vinho.

O tamanho das barricas também é importante. O padrão é de 225 litros e, quanto menor o barril, maior será sua influência no estilo do vinho.

O uso do barril de carvalho influencia, inclusive, a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita com base no tempo de envelhecimento na madeira.

Já falamos sobre esse assunto, mas vale lembrar: os vinhos mais jovens podem não ter estágio em madeira ou ter menos de 12 meses. Os Crianza passam 12 meses em madeira e mais tempo em garrafa. Os Reserva ficam cerca de 12 meses em madeira e mais tempo em garrafa. Já os Gran Reserva passam cerca de 24 meses em madeira e vários anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos. Influencia na estrutura, na textura e na evolução dos aromas e sabores do vinho.

Por trás de cada barrica existe uma história: uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. E hoje vamos falar sobre a arte da tanoaria.

Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril.

A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a que apresenta a melhor porosidade, possibilitando a micro-oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho também tem impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, resistência, podendo durar até 100 anos, e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes que vai aparecer no seu vinho é a tosta do barril. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. Pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, trazendo aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no vinho.

O tamanho das barricas também é importante. O padrão é de 225 litros e, quanto menor o barril, maior será sua influência no estilo do vinho.

O uso do barril de carvalho influencia, inclusive, a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita com base no tempo de envelhecimento na madeira.

Já falamos sobre esse assunto, mas vale lembrar: os vinhos mais jovens podem não ter estágio em madeira ou ter menos de 12 meses. Os Crianza passam 12 meses em madeira e mais tempo em garrafa. Os Reserva ficam cerca de 12 meses em madeira e mais tempo em garrafa. Já os Gran Reserva passam cerca de 24 meses em madeira e vários anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos. Influencia na estrutura, na textura e na evolução dos aromas e sabores do vinho.

Por trás de cada barrica existe uma história: uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. E hoje vamos falar sobre a arte da tanoaria.

Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril.

A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a que apresenta a melhor porosidade, possibilitando a micro-oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho também tem impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, resistência, podendo durar até 100 anos, e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes que vai aparecer no seu vinho é a tosta do barril. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. Pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, trazendo aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no vinho.

O tamanho das barricas também é importante. O padrão é de 225 litros e, quanto menor o barril, maior será sua influência no estilo do vinho.

O uso do barril de carvalho influencia, inclusive, a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita com base no tempo de envelhecimento na madeira.

Já falamos sobre esse assunto, mas vale lembrar: os vinhos mais jovens podem não ter estágio em madeira ou ter menos de 12 meses. Os Crianza passam 12 meses em madeira e mais tempo em garrafa. Os Reserva ficam cerca de 12 meses em madeira e mais tempo em garrafa. Já os Gran Reserva passam cerca de 24 meses em madeira e vários anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos. Influencia na estrutura, na textura e na evolução dos aromas e sabores do vinho.

Por trás de cada barrica existe uma história: uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. E hoje vamos falar sobre a arte da tanoaria.

Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril.

A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a que apresenta a melhor porosidade, possibilitando a micro-oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho também tem impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, resistência, podendo durar até 100 anos, e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes que vai aparecer no seu vinho é a tosta do barril. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. Pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, trazendo aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no vinho.

O tamanho das barricas também é importante. O padrão é de 225 litros e, quanto menor o barril, maior será sua influência no estilo do vinho.

O uso do barril de carvalho influencia, inclusive, a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita com base no tempo de envelhecimento na madeira.

Já falamos sobre esse assunto, mas vale lembrar: os vinhos mais jovens podem não ter estágio em madeira ou ter menos de 12 meses. Os Crianza passam 12 meses em madeira e mais tempo em garrafa. Os Reserva ficam cerca de 12 meses em madeira e mais tempo em garrafa. Já os Gran Reserva passam cerca de 24 meses em madeira e vários anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos. Influencia na estrutura, na textura e na evolução dos aromas e sabores do vinho.

Por trás de cada barrica existe uma história: uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ ARTE DA TANOARIA ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO ROSE BERNE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DA ESLOVENIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Apr 2025 10:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Uma das mais famosas regiões vinícolas do mundo, Champagne, é também um desafio climático constante para se produzir uvas maduras e sãs. Champagne está situada no limite para a cultura de vinhedos, a quase 50 graus de latitude norte e com temperaturas médias que chegam a 11 graus. A região tem pouca amplitude térmica, que é a famosa variação de climas entre o dia e a noite, que é sempre muito bem-vinda para as videiras. A insolação é de 1.650 horas por ano, bem abaixo de outras regiões como o Bordeaux, que chega a 2.069 horas de sol por ano.

A região de Champagne sofre com as geadas no período da primavera, especialmente na brotação, mas o solo da região é de calcário, e isso favorece a drenagem e influencia na mineralidade dos vinhos, e faz a característica ímpar dos vinhos no estilo efervescente: boa acidez e boa mineralidade.

Ainda sem estudos comprovados mineralidade dos vinhos, a última década em Champagne teve vários vinhos no estilo vintage, quando a safra é excepcional e o vinho é safrado. Isso porque os produtores estão conseguindo melhor maturação das uvas devido ao aquecimento global e também ao uso de tecnologias de condução da videira. Além disso, os produtores entenderam também que toda safra pode ter um vintage e o vinho vai expressar as características daquele ano.

A última década, por exemplo, a vinícola Moët-Chandon teve 7 vintages em apenas 10 anos. Outra coisa que mudou em Champagne é que, com o crescimento do consumo do vinho no mundo, alguns métodos como remoagem manual, o famoso giro das garrafas, que era feito uma a uma, passou a mecanizado. É o chamado Giro Palates: são grandes palates com garrafas presas que giram ao mesmo tempo milhares de garrafas de champanhe.

Outra novidade é que algumas marcas passaram a fermentar parte do vinho em carvalho já de uso da região da Borgonha para desenvolver aromas mais finos e também potencial de envelhecimento. Outras marcas estão utilizando leveduras naturais na segunda fermentação. Isso permite ao vinho mostrar a marca do solo, expressar o seu terroir, ao invés do uso de leveduras selecionadas que costumam padronizar aromas e sabores.

Champanhe está literalmente se mexendo para inovar a cada dia, a cada nova safra.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Uma das mais famosas regiões vinícolas do mundo, Champagne, é também um desafio climático constante para se produzir uvas maduras e sãs. Champagne está situada no limite para a cultura de vinhedos, a quase 50 graus de latitude norte e com temperaturas médias que chegam a 11 graus. A região tem pouca amplitude térmica, que é a famosa variação de climas entre o dia e a noite, que é sempre muito bem-vinda para as videiras. A insolação é de 1.650 horas por ano, bem abaixo de outras regiões como o Bordeaux, que chega a 2.069 horas de sol por ano.

A região de Champagne sofre com as geadas no período da primavera, especialmente na brotação, mas o solo da região é de calcário, e isso favorece a drenagem e influencia na mineralidade dos vinhos, e faz a característica ímpar dos vinhos no estilo efervescente: boa acidez e boa mineralidade.

Ainda sem estudos comprovados mineralidade dos vinhos, a última década em Champagne teve vários vinhos no estilo vintage, quando a safra é excepcional e o vinho é safrado. Isso porque os produtores estão conseguindo melhor maturação das uvas devido ao aquecimento global e também ao uso de tecnologias de condução da videira. Além disso, os produtores entenderam também que toda safra pode ter um vintage e o vinho vai expressar as características daquele ano.

A última década, por exemplo, a vinícola Moët-Chandon teve 7 vintages em apenas 10 anos. Outra coisa que mudou em Champagne é que, com o crescimento do consumo do vinho no mundo, alguns métodos como remoagem manual, o famoso giro das garrafas, que era feito uma a uma, passou a mecanizado. É o chamado Giro Palates: são grandes palates com garrafas presas que giram ao mesmo tempo milhares de garrafas de champanhe.

Outra novidade é que algumas marcas passaram a fermentar parte do vinho em carvalho já de uso da região da Borgonha para desenvolver aromas mais finos e também potencial de envelhecimento. Outras marcas estão utilizando leveduras naturais na segunda fermentação. Isso permite ao vinho mostrar a marca do solo, expressar o seu terroir, ao invés do uso de leveduras selecionadas que costumam padronizar aromas e sabores.

Champanhe está literalmente se mexendo para inovar a cada dia, a cada nova safra.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Uma das mais famosas regiões vinícolas do mundo, Champagne, é também um desafio climático constante para se produzir uvas maduras e sãs. Champagne está situada no limite para a cultura de vinhedos, a quase 50 graus de latitude norte e com temperaturas médias que chegam a 11 graus. A região tem pouca amplitude térmica, que é a famosa variação de climas entre o dia e a noite, que é sempre muito bem-vinda para as videiras. A insolação é de 1.650 horas por ano, bem abaixo de outras regiões como o Bordeaux, que chega a 2.069 horas de sol por ano.

A região de Champagne sofre com as geadas no período da primavera, especialmente na brotação, mas o solo da região é de calcário, e isso favorece a drenagem e influencia na mineralidade dos vinhos, e faz a característica ímpar dos vinhos no estilo efervescente: boa acidez e boa mineralidade.

Ainda sem estudos comprovados mineralidade dos vinhos, a última década em Champagne teve vários vinhos no estilo vintage, quando a safra é excepcional e o vinho é safrado. Isso porque os produtores estão conseguindo melhor maturação das uvas devido ao aquecimento global e também ao uso de tecnologias de condução da videira. Além disso, os produtores entenderam também que toda safra pode ter um vintage e o vinho vai expressar as características daquele ano.

A última década, por exemplo, a vinícola Moët-Chandon teve 7 vintages em apenas 10 anos. Outra coisa que mudou em Champagne é que, com o crescimento do consumo do vinho no mundo, alguns métodos como remoagem manual, o famoso giro das garrafas, que era feito uma a uma, passou a mecanizado. É o chamado Giro Palates: são grandes palates com garrafas presas que giram ao mesmo tempo milhares de garrafas de champanhe.

Outra novidade é que algumas marcas passaram a fermentar parte do vinho em carvalho já de uso da região da Borgonha para desenvolver aromas mais finos e também potencial de envelhecimento. Outras marcas estão utilizando leveduras naturais na segunda fermentação. Isso permite ao vinho mostrar a marca do solo, expressar o seu terroir, ao invés do uso de leveduras selecionadas que costumam padronizar aromas e sabores.

Champanhe está literalmente se mexendo para inovar a cada dia, a cada nova safra.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Uma das mais famosas regiões vinícolas do mundo, Champagne, é também um desafio climático constante para se produzir uvas maduras e sãs. Champagne está situada no limite para a cultura de vinhedos, a quase 50 graus de latitude norte e com temperaturas médias que chegam a 11 graus. A região tem pouca amplitude térmica, que é a famosa variação de climas entre o dia e a noite, que é sempre muito bem-vinda para as videiras. A insolação é de 1.650 horas por ano, bem abaixo de outras regiões como o Bordeaux, que chega a 2.069 horas de sol por ano.

A região de Champagne sofre com as geadas no período da primavera, especialmente na brotação, mas o solo da região é de calcário, e isso favorece a drenagem e influencia na mineralidade dos vinhos, e faz a característica ímpar dos vinhos no estilo efervescente: boa acidez e boa mineralidade.

Ainda sem estudos comprovados mineralidade dos vinhos, a última década em Champagne teve vários vinhos no estilo vintage, quando a safra é excepcional e o vinho é safrado. Isso porque os produtores estão conseguindo melhor maturação das uvas devido ao aquecimento global e também ao uso de tecnologias de condução da videira. Além disso, os produtores entenderam também que toda safra pode ter um vintage e o vinho vai expressar as características daquele ano.

A última década, por exemplo, a vinícola Moët-Chandon teve 7 vintages em apenas 10 anos. Outra coisa que mudou em Champagne é que, com o crescimento do consumo do vinho no mundo, alguns métodos como remoagem manual, o famoso giro das garrafas, que era feito uma a uma, passou a mecanizado. É o chamado Giro Palates: são grandes palates com garrafas presas que giram ao mesmo tempo milhares de garrafas de champanhe.

Outra novidade é que algumas marcas passaram a fermentar parte do vinho em carvalho já de uso da região da Borgonha para desenvolver aromas mais finos e também potencial de envelhecimento. Outras marcas estão utilizando leveduras naturais na segunda fermentação. Isso permite ao vinho mostrar a marca do solo, expressar o seu terroir, ao invés do uso de leveduras selecionadas que costumam padronizar aromas e sabores.

Champanhe está literalmente se mexendo para inovar a cada dia, a cada nova safra.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINÌCOLAS CHAMPAGNE]]></title>
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    </item>
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      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Você provavelmente já viu sedimentos de vinho na taça, às vezes até muitos sedimentos. Isso é o que acontece com o acúmulo e solidificação de vários elementos do vinho, como pigmentos de cor e taninos. Às vezes, eles têm o sabor meio amargo, mas não apresentam nenhum risco se consumidos. Apenas são desagradáveis, mas não significa que os vinhos estejam estragados.

A forma de resolver é decantar o vinho, mas nem sempre você vai saber se o vinho tem sedimentos. Ao servir a primeira taça, se observar a presença de sedimentos, ainda dá tempo de decantar. Você vai precisar deixar a garrafa em pé para que os sedimentos se depositem no fundo da garrafa e não se misture novamente ao líquido. De usar um filtro, como um coador mesmo específico para vinhos.

Atualmente, há vários vinhos naturais que não passam pelo processo de filtragem durante o processo de elaboração. Nesses vinhos, os sedimentos têm papel fundamental, até na formação dos aromas e sabores do vinho.

Sedimentos podem aparecer tanto em vinhos brancos quanto em vinhos tintos. Nos brancos, eles são a cristalização de ácidos, como o tartarico, o principal ácido do vinho.

Então, você escolhe. Se quer os vinhos naturais, com o mínimo de interferência, vai se acostumando aos sedimentos. Se não quer de jeito nenhum os pedacinhos de vinho no seu líquido, é só filtrar ou decantar.

Aproveite o seu vinho, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Você provavelmente já viu sedimentos de vinho na taça, às vezes até muitos sedimentos. Isso é o que acontece com o acúmulo e solidificação de vários elementos do vinho, como pigmentos de cor e taninos. Às vezes, eles têm o sabor meio amargo, mas não apresentam nenhum risco se consumidos. Apenas são desagradáveis, mas não significa que os vinhos estejam estragados.

A forma de resolver é decantar o vinho, mas nem sempre você vai saber se o vinho tem sedimentos. Ao servir a primeira taça, se observar a presença de sedimentos, ainda dá tempo de decantar. Você vai precisar deixar a garrafa em pé para que os sedimentos se depositem no fundo da garrafa e não se misture novamente ao líquido. De usar um filtro, como um coador mesmo específico para vinhos.

Atualmente, há vários vinhos naturais que não passam pelo processo de filtragem durante o processo de elaboração. Nesses vinhos, os sedimentos têm papel fundamental, até na formação dos aromas e sabores do vinho.

Sedimentos podem aparecer tanto em vinhos brancos quanto em vinhos tintos. Nos brancos, eles são a cristalização de ácidos, como o tartarico, o principal ácido do vinho.

Então, você escolhe. Se quer os vinhos naturais, com o mínimo de interferência, vai se acostumando aos sedimentos. Se não quer de jeito nenhum os pedacinhos de vinho no seu líquido, é só filtrar ou decantar.

Aproveite o seu vinho, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Você provavelmente já viu sedimentos de vinho na taça, às vezes até muitos sedimentos. Isso é o que acontece com o acúmulo e solidificação de vários elementos do vinho, como pigmentos de cor e taninos. Às vezes, eles têm o sabor meio amargo, mas não apresentam nenhum risco se consumidos. Apenas são desagradáveis, mas não significa que os vinhos estejam estragados.

A forma de resolver é decantar o vinho, mas nem sempre você vai saber se o vinho tem sedimentos. Ao servir a primeira taça, se observar a presença de sedimentos, ainda dá tempo de decantar. Você vai precisar deixar a garrafa em pé para que os sedimentos se depositem no fundo da garrafa e não se misture novamente ao líquido. De usar um filtro, como um coador mesmo específico para vinhos.

Atualmente, há vários vinhos naturais que não passam pelo processo de filtragem durante o processo de elaboração. Nesses vinhos, os sedimentos têm papel fundamental, até na formação dos aromas e sabores do vinho.

Sedimentos podem aparecer tanto em vinhos brancos quanto em vinhos tintos. Nos brancos, eles são a cristalização de ácidos, como o tartarico, o principal ácido do vinho.

Então, você escolhe. Se quer os vinhos naturais, com o mínimo de interferência, vai se acostumando aos sedimentos. Se não quer de jeito nenhum os pedacinhos de vinho no seu líquido, é só filtrar ou decantar.

Aproveite o seu vinho, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Você provavelmente já viu sedimentos de vinho na taça, às vezes até muitos sedimentos. Isso é o que acontece com o acúmulo e solidificação de vários elementos do vinho, como pigmentos de cor e taninos. Às vezes, eles têm o sabor meio amargo, mas não apresentam nenhum risco se consumidos. Apenas são desagradáveis, mas não significa que os vinhos estejam estragados.

A forma de resolver é decantar o vinho, mas nem sempre você vai saber se o vinho tem sedimentos. Ao servir a primeira taça, se observar a presença de sedimentos, ainda dá tempo de decantar. Você vai precisar deixar a garrafa em pé para que os sedimentos se depositem no fundo da garrafa e não se misture novamente ao líquido. De usar um filtro, como um coador mesmo específico para vinhos.

Atualmente, há vários vinhos naturais que não passam pelo processo de filtragem durante o processo de elaboração. Nesses vinhos, os sedimentos têm papel fundamental, até na formação dos aromas e sabores do vinho.

Sedimentos podem aparecer tanto em vinhos brancos quanto em vinhos tintos. Nos brancos, eles são a cristalização de ácidos, como o tartarico, o principal ácido do vinho.

Então, você escolhe. Se quer os vinhos naturais, com o mínimo de interferência, vai se acostumando aos sedimentos. Se não quer de jeito nenhum os pedacinhos de vinho no seu líquido, é só filtrar ou decantar.

Aproveite o seu vinho, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEDIMENTO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SIGLAS GSM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CURIOSIDADES SOBRE TINTO E ROSES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DE PRESENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COM PÃO E VINHO SE FAZ UM BOM CAMINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO CARAVAGGIO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu sou Kezia Giugni e vou te contar todas as minhas experiências de degustação. Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem origem em Portugal e na Espanha, era originalmente a sopa do rabo de boi, usada para aproveitar todas as sobras do animal, assim como a feijoada.

Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos valorizados nos melhores restaurantes e, claro, lá na casa da minha mãe. Existem várias receitas de rabada ao vinho, e para preparar bem o prato, escolha um tinto seco de qualidade, não vai estragar a sua rabada com vinho ruim, né?

Para acompanhar, precisamos pensar nas cores intensas, na suculência do molho, na complexidade dos temperos, na maciez do cozimento e no sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser encorpado, seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, aqueles vinhos que podem ter passagem em madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso, feito com Garnacha e Tempranillo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte de uvas como Alicante, Buchê, Trincadeira e Aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhône, com Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Sabores ricos pedem vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu sou Kezia Giugni e vou te contar todas as minhas experiências de degustação. Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem origem em Portugal e na Espanha, era originalmente a sopa do rabo de boi, usada para aproveitar todas as sobras do animal, assim como a feijoada.

Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos valorizados nos melhores restaurantes e, claro, lá na casa da minha mãe. Existem várias receitas de rabada ao vinho, e para preparar bem o prato, escolha um tinto seco de qualidade, não vai estragar a sua rabada com vinho ruim, né?

Para acompanhar, precisamos pensar nas cores intensas, na suculência do molho, na complexidade dos temperos, na maciez do cozimento e no sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser encorpado, seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, aqueles vinhos que podem ter passagem em madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso, feito com Garnacha e Tempranillo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte de uvas como Alicante, Buchê, Trincadeira e Aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhône, com Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Sabores ricos pedem vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu sou Kezia Giugni e vou te contar todas as minhas experiências de degustação. Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem origem em Portugal e na Espanha, era originalmente a sopa do rabo de boi, usada para aproveitar todas as sobras do animal, assim como a feijoada.

Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos valorizados nos melhores restaurantes e, claro, lá na casa da minha mãe. Existem várias receitas de rabada ao vinho, e para preparar bem o prato, escolha um tinto seco de qualidade, não vai estragar a sua rabada com vinho ruim, né?

Para acompanhar, precisamos pensar nas cores intensas, na suculência do molho, na complexidade dos temperos, na maciez do cozimento e no sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser encorpado, seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, aqueles vinhos que podem ter passagem em madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso, feito com Garnacha e Tempranillo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte de uvas como Alicante, Buchê, Trincadeira e Aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhône, com Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Sabores ricos pedem vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu sou Kezia Giugni e vou te contar todas as minhas experiências de degustação. Olha como as coisas mudam de posição: a rabada, que tem origem em Portugal e na Espanha, era originalmente a sopa do rabo de boi, usada para aproveitar todas as sobras do animal, assim como a feijoada.

Já foi comida de boteco rejeitada e hoje é um dos pratos valorizados nos melhores restaurantes e, claro, lá na casa da minha mãe. Existem várias receitas de rabada ao vinho, e para preparar bem o prato, escolha um tinto seco de qualidade, não vai estragar a sua rabada com vinho ruim, né?

Para acompanhar, precisamos pensar nas cores intensas, na suculência do molho, na complexidade dos temperos, na maciez do cozimento e no sabor longo que a rabada deixa na boca. O vinho precisa ser encorpado, seco, com tanino bem presente, textura e estrutura, aqueles vinhos que podem ter passagem em madeira.

Eu harmonizei com um espanhol bem intenso, feito com Garnacha e Tempranillo, mas poderia ser também um tinto do Alentejo, em Portugal, berço do corte de uvas como Alicante, Buchê, Trincadeira e Aragonês, ou ainda um corte do sul da França, no Rhône, com Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Sabores ricos pedem vinhos ricos, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EXPERIÊNCIAS COM DEGUSTAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E uma ótima manhã pra você, que quer saber mais sobre o mundo do vinho!

Mais uma região vinícola recebeu o título de Patrimônio da UNESCO.
Desta vez, foram as colinas de Prosecco.

Os Proseccos são os vinhos italianos mais consumidos no mundo.
O título foi dado em 7 de julho de 2019.
A indicação italiana foi aprovada por unanimidade, garantindo os 21 votos dos Estados-membros.

As colinas de Conegliano e Valdobbiadene são de uma beleza única.

Mas afinal... Prosecco é uva, é estilo ou é denominação de origem?

Os primeiros limites demarcados são de 1930, ao nordeste da Itália, abrangendo cidades como Treviso, Veneza, Vicenza, Padova, Belluno, Gorizia, Trieste, Pordenone e Udine, para a denominação de origem Prosecco.

Então, Prosecco é uma denominação de origem.

Mas Prosecco também era o nome da uva.
Só que, em 2009, a uva branca Prosecco passou a se chamar Glera.
O vinho deve ter 85% da uva Glera, e os demais 15% podem ser compostos por Chardonnay, Pinot Bianco, Pinot Noir e outras uvas regionais.

Prosecco também é um estilo de vinho.
São espumantes elaborados pelo método Charmat, quando a segunda fermentação acontece em tanques, e não individualmente na garrafa, como acontece na região de Champagne.

Prosecco é, então, denominação de origem,
já foi o nome da uva,
e continua sendo um estilo de vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E uma ótima manhã pra você, que quer saber mais sobre o mundo do vinho!

Mais uma região vinícola recebeu o título de Patrimônio da UNESCO.
Desta vez, foram as colinas de Prosecco.

Os Proseccos são os vinhos italianos mais consumidos no mundo.
O título foi dado em 7 de julho de 2019.
A indicação italiana foi aprovada por unanimidade, garantindo os 21 votos dos Estados-membros.

As colinas de Conegliano e Valdobbiadene são de uma beleza única.

Mas afinal... Prosecco é uva, é estilo ou é denominação de origem?

Os primeiros limites demarcados são de 1930, ao nordeste da Itália, abrangendo cidades como Treviso, Veneza, Vicenza, Padova, Belluno, Gorizia, Trieste, Pordenone e Udine, para a denominação de origem Prosecco.

Então, Prosecco é uma denominação de origem.

Mas Prosecco também era o nome da uva.
Só que, em 2009, a uva branca Prosecco passou a se chamar Glera.
O vinho deve ter 85% da uva Glera, e os demais 15% podem ser compostos por Chardonnay, Pinot Bianco, Pinot Noir e outras uvas regionais.

Prosecco também é um estilo de vinho.
São espumantes elaborados pelo método Charmat, quando a segunda fermentação acontece em tanques, e não individualmente na garrafa, como acontece na região de Champagne.

Prosecco é, então, denominação de origem,
já foi o nome da uva,
e continua sendo um estilo de vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E uma ótima manhã pra você, que quer saber mais sobre o mundo do vinho!

Mais uma região vinícola recebeu o título de Patrimônio da UNESCO.
Desta vez, foram as colinas de Prosecco.

Os Proseccos são os vinhos italianos mais consumidos no mundo.
O título foi dado em 7 de julho de 2019.
A indicação italiana foi aprovada por unanimidade, garantindo os 21 votos dos Estados-membros.

As colinas de Conegliano e Valdobbiadene são de uma beleza única.

Mas afinal... Prosecco é uva, é estilo ou é denominação de origem?

Os primeiros limites demarcados são de 1930, ao nordeste da Itália, abrangendo cidades como Treviso, Veneza, Vicenza, Padova, Belluno, Gorizia, Trieste, Pordenone e Udine, para a denominação de origem Prosecco.

Então, Prosecco é uma denominação de origem.

Mas Prosecco também era o nome da uva.
Só que, em 2009, a uva branca Prosecco passou a se chamar Glera.
O vinho deve ter 85% da uva Glera, e os demais 15% podem ser compostos por Chardonnay, Pinot Bianco, Pinot Noir e outras uvas regionais.

Prosecco também é um estilo de vinho.
São espumantes elaborados pelo método Charmat, quando a segunda fermentação acontece em tanques, e não individualmente na garrafa, como acontece na região de Champagne.

Prosecco é, então, denominação de origem,
já foi o nome da uva,
e continua sendo um estilo de vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

E uma ótima manhã pra você, que quer saber mais sobre o mundo do vinho!

Mais uma região vinícola recebeu o título de Patrimônio da UNESCO.
Desta vez, foram as colinas de Prosecco.

Os Proseccos são os vinhos italianos mais consumidos no mundo.
O título foi dado em 7 de julho de 2019.
A indicação italiana foi aprovada por unanimidade, garantindo os 21 votos dos Estados-membros.

As colinas de Conegliano e Valdobbiadene são de uma beleza única.

Mas afinal... Prosecco é uva, é estilo ou é denominação de origem?

Os primeiros limites demarcados são de 1930, ao nordeste da Itália, abrangendo cidades como Treviso, Veneza, Vicenza, Padova, Belluno, Gorizia, Trieste, Pordenone e Udine, para a denominação de origem Prosecco.

Então, Prosecco é uma denominação de origem.

Mas Prosecco também era o nome da uva.
Só que, em 2009, a uva branca Prosecco passou a se chamar Glera.
O vinho deve ter 85% da uva Glera, e os demais 15% podem ser compostos por Chardonnay, Pinot Bianco, Pinot Noir e outras uvas regionais.

Prosecco também é um estilo de vinho.
São espumantes elaborados pelo método Charmat, quando a segunda fermentação acontece em tanques, e não individualmente na garrafa, como acontece na região de Champagne.

Prosecco é, então, denominação de origem,
já foi o nome da uva,
e continua sendo um estilo de vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COLINAS DE PROSECCO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FILE DE PEIXE COM VINHO BRANCO E VINHO FRANCÊS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MACON VILLAGES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BRUNELLO DI MONTALCINO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DA VINÍCOLA CHATEAU DE BERNE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Fica bem mais fácil entender os estilos de vinhos que mais te agradam e também diferenciar os diversos estilos de vinhos fazendo essa experiência da estação de aromas.

Quando a gente fala em aromas de frutas brancas, ainda assim é difícil saber exatamente que aroma é esse e em que tipos de uvas ou estilo de vinho podem aparecer esses aromas.

Então, comece a testar em casa, porque a pera tem aromas mais fechados de frutas brancas frescas de regiões frias. O abacaxi já tem aromas mais abertos de frutas brancas frescas de regiões quentes. O damasco pode ter aromas de frutas brancas secas. O pêssego em calda tem aromas de frutas em compota.

Vou me concentrar nos aromas da uva Riesling, que pode ter aromas de pêssego, damasco, maçã verde, pera, laranja e limão. São todas frutas brancas, mas com características bem distintas. Fruta branca doce, como damasco, é diferente de fruta branca cítrica, como a laranja e o limão.

Já se você gosta ou prefere os aromas mais fechados, encontrados nos vinhos do Porto, vai adorar sentir na taça tudo junto: intensidade dos aromas de café, chocolate, uva passa, amêndoas e baunilha. E voilá!

Vamos botar o nariz e a memória olfativa para funcionar.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Fica bem mais fácil entender os estilos de vinhos que mais te agradam e também diferenciar os diversos estilos de vinhos fazendo essa experiência da estação de aromas.

Quando a gente fala em aromas de frutas brancas, ainda assim é difícil saber exatamente que aroma é esse e em que tipos de uvas ou estilo de vinho podem aparecer esses aromas.

Então, comece a testar em casa, porque a pera tem aromas mais fechados de frutas brancas frescas de regiões frias. O abacaxi já tem aromas mais abertos de frutas brancas frescas de regiões quentes. O damasco pode ter aromas de frutas brancas secas. O pêssego em calda tem aromas de frutas em compota.

Vou me concentrar nos aromas da uva Riesling, que pode ter aromas de pêssego, damasco, maçã verde, pera, laranja e limão. São todas frutas brancas, mas com características bem distintas. Fruta branca doce, como damasco, é diferente de fruta branca cítrica, como a laranja e o limão.

Já se você gosta ou prefere os aromas mais fechados, encontrados nos vinhos do Porto, vai adorar sentir na taça tudo junto: intensidade dos aromas de café, chocolate, uva passa, amêndoas e baunilha. E voilá!

Vamos botar o nariz e a memória olfativa para funcionar.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Fica bem mais fácil entender os estilos de vinhos que mais te agradam e também diferenciar os diversos estilos de vinhos fazendo essa experiência da estação de aromas.

Quando a gente fala em aromas de frutas brancas, ainda assim é difícil saber exatamente que aroma é esse e em que tipos de uvas ou estilo de vinho podem aparecer esses aromas.

Então, comece a testar em casa, porque a pera tem aromas mais fechados de frutas brancas frescas de regiões frias. O abacaxi já tem aromas mais abertos de frutas brancas frescas de regiões quentes. O damasco pode ter aromas de frutas brancas secas. O pêssego em calda tem aromas de frutas em compota.

Vou me concentrar nos aromas da uva Riesling, que pode ter aromas de pêssego, damasco, maçã verde, pera, laranja e limão. São todas frutas brancas, mas com características bem distintas. Fruta branca doce, como damasco, é diferente de fruta branca cítrica, como a laranja e o limão.

Já se você gosta ou prefere os aromas mais fechados, encontrados nos vinhos do Porto, vai adorar sentir na taça tudo junto: intensidade dos aromas de café, chocolate, uva passa, amêndoas e baunilha. E voilá!

Vamos botar o nariz e a memória olfativa para funcionar.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Fica bem mais fácil entender os estilos de vinhos que mais te agradam e também diferenciar os diversos estilos de vinhos fazendo essa experiência da estação de aromas.

Quando a gente fala em aromas de frutas brancas, ainda assim é difícil saber exatamente que aroma é esse e em que tipos de uvas ou estilo de vinho podem aparecer esses aromas.

Então, comece a testar em casa, porque a pera tem aromas mais fechados de frutas brancas frescas de regiões frias. O abacaxi já tem aromas mais abertos de frutas brancas frescas de regiões quentes. O damasco pode ter aromas de frutas brancas secas. O pêssego em calda tem aromas de frutas em compota.

Vou me concentrar nos aromas da uva Riesling, que pode ter aromas de pêssego, damasco, maçã verde, pera, laranja e limão. São todas frutas brancas, mas com características bem distintas. Fruta branca doce, como damasco, é diferente de fruta branca cítrica, como a laranja e o limão.

Já se você gosta ou prefere os aromas mais fechados, encontrados nos vinhos do Porto, vai adorar sentir na taça tudo junto: intensidade dos aromas de café, chocolate, uva passa, amêndoas e baunilha. E voilá!

Vamos botar o nariz e a memória olfativa para funcionar.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESTAÇÃO DE AROMAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO BORDÔ TINTO ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a Sommelier Kezia Giugni.

Quer começar o seu dia bem escolhendo um vinho para mais tarde? Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre. Pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção. O meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Música e Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talente. Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de Sanangelo de Coli. Um povoado de mais ou menos 1300 habitantes minúsculos. Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese. E os 5 hectares restantes são destinados às uvas como canaiolo, colorino, e às francesas merlot, cabernet sauvignon e pétis verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talento, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rostos, pela grapa de brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de cabernet sauvignon merlot e pétis verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas como figo ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta. Já veio à minha mente aquele filé. Ao molho do suco da própria carne com muita erva e vinho tinto, acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas.

Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão. Zirlo Talente.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a Sommelier Kezia Giugni.

Quer começar o seu dia bem escolhendo um vinho para mais tarde? Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre. Pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção. O meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Música e Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talente. Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de Sanangelo de Coli. Um povoado de mais ou menos 1300 habitantes minúsculos. Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese. E os 5 hectares restantes são destinados às uvas como canaiolo, colorino, e às francesas merlot, cabernet sauvignon e pétis verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talento, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rostos, pela grapa de brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de cabernet sauvignon merlot e pétis verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas como figo ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta. Já veio à minha mente aquele filé. Ao molho do suco da própria carne com muita erva e vinho tinto, acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas.

Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão. Zirlo Talente.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a Sommelier Kezia Giugni.

Quer começar o seu dia bem escolhendo um vinho para mais tarde? Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre. Pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção. O meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Música e Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talente. Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de Sanangelo de Coli. Um povoado de mais ou menos 1300 habitantes minúsculos. Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese. E os 5 hectares restantes são destinados às uvas como canaiolo, colorino, e às francesas merlot, cabernet sauvignon e pétis verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talento, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rostos, pela grapa de brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de cabernet sauvignon merlot e pétis verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas como figo ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta. Já veio à minha mente aquele filé. Ao molho do suco da própria carne com muita erva e vinho tinto, acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas.

Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão. Zirlo Talente.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a Sommelier Kezia Giugni.

Quer começar o seu dia bem escolhendo um vinho para mais tarde? Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre. Pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção. O meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Música e Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talente. Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de Sanangelo de Coli. Um povoado de mais ou menos 1300 habitantes minúsculos. Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese. E os 5 hectares restantes são destinados às uvas como canaiolo, colorino, e às francesas merlot, cabernet sauvignon e pétis verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talento, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rostos, pela grapa de brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de cabernet sauvignon merlot e pétis verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas como figo ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta. Já veio à minha mente aquele filé. Ao molho do suco da própria carne com muita erva e vinho tinto, acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas.

Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão. Zirlo Talente.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TALENTI ZIRLO TOSCANA ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO RUTINI MALBEC]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.
É sempre bom ter a sua companhia para compartilhar mais informações e degustações do mundo do vinho. Pela primeira vez, degustei a minha uva preferida, a Sierrana, versão rosé. Era para brindar uma amizade e admiração pela arte de colorir o rosto, vinho e maquiagem pelas mãos da querida Josie.

Que mulher não gosta de uma pele com textura macia, uma cor rosada nas bochechas, nos olhos ou na boca? Escolhi um rosé de Sierrá, de coloração límpida. No mundo dos pincéis, seria uma cor cintilante, quase iluminada.

Degustei o Calha Sierrá Rosé, da Argentina. Era tão frutado, tão meigo, tão delicado, que parecia mesmo um vinho muito feminino. Leve, fresco, para aperitivar, para dias quentes, e 100% Sierrá. Especiarias comuns em vinhos da uva cirá são evoluções que aparecem apenas em vinhos tintos. O cirá rosé é só morango e cereja mesmo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.
É sempre bom ter a sua companhia para compartilhar mais informações e degustações do mundo do vinho. Pela primeira vez, degustei a minha uva preferida, a Sierrana, versão rosé. Era para brindar uma amizade e admiração pela arte de colorir o rosto, vinho e maquiagem pelas mãos da querida Josie.

Que mulher não gosta de uma pele com textura macia, uma cor rosada nas bochechas, nos olhos ou na boca? Escolhi um rosé de Sierrá, de coloração límpida. No mundo dos pincéis, seria uma cor cintilante, quase iluminada.

Degustei o Calha Sierrá Rosé, da Argentina. Era tão frutado, tão meigo, tão delicado, que parecia mesmo um vinho muito feminino. Leve, fresco, para aperitivar, para dias quentes, e 100% Sierrá. Especiarias comuns em vinhos da uva cirá são evoluções que aparecem apenas em vinhos tintos. O cirá rosé é só morango e cereja mesmo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.
É sempre bom ter a sua companhia para compartilhar mais informações e degustações do mundo do vinho. Pela primeira vez, degustei a minha uva preferida, a Sierrana, versão rosé. Era para brindar uma amizade e admiração pela arte de colorir o rosto, vinho e maquiagem pelas mãos da querida Josie.

Que mulher não gosta de uma pele com textura macia, uma cor rosada nas bochechas, nos olhos ou na boca? Escolhi um rosé de Sierrá, de coloração límpida. No mundo dos pincéis, seria uma cor cintilante, quase iluminada.

Degustei o Calha Sierrá Rosé, da Argentina. Era tão frutado, tão meigo, tão delicado, que parecia mesmo um vinho muito feminino. Leve, fresco, para aperitivar, para dias quentes, e 100% Sierrá. Especiarias comuns em vinhos da uva cirá são evoluções que aparecem apenas em vinhos tintos. O cirá rosé é só morango e cereja mesmo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni.
É sempre bom ter a sua companhia para compartilhar mais informações e degustações do mundo do vinho. Pela primeira vez, degustei a minha uva preferida, a Sierrana, versão rosé. Era para brindar uma amizade e admiração pela arte de colorir o rosto, vinho e maquiagem pelas mãos da querida Josie.

Que mulher não gosta de uma pele com textura macia, uma cor rosada nas bochechas, nos olhos ou na boca? Escolhi um rosé de Sierrá, de coloração límpida. No mundo dos pincéis, seria uma cor cintilante, quase iluminada.

Degustei o Calha Sierrá Rosé, da Argentina. Era tão frutado, tão meigo, tão delicado, que parecia mesmo um vinho muito feminino. Leve, fresco, para aperitivar, para dias quentes, e 100% Sierrá. Especiarias comuns em vinhos da uva cirá são evoluções que aparecem apenas em vinhos tintos. O cirá rosé é só morango e cereja mesmo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CALHA SIERRÁ ROSÉ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CARAVAGGIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO DE GARAGEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO ROSE BERNE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PEQUENO PINTOR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS SEM SAFRAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Zirlo Talente, na região da Toscana. Para os padrões do velho mundo, a vinícula Talente é uma jovem no mercado: apenas 37 anos. A Talente está localizada nas montanhas de Montaltino, na província de Siena, ao centro da Itália. São 21 hectares, sendo 16 dedicados à uva tinta rainha, a San Giovese.
Além dos tradicionais brunelos de Montaltino, que são vinhos mais encorpados e envelhecidos, eles têm também os rostos de Montaltino, um pouco mais jovens e de médio corpo. A Talente também apresenta um rótulo chamado Zirlo. É um delicioso assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Aromas de frutinhas vermelhas e também de ervas, um médio corpo e uma excelente acidez, aquela que saliva a boca e se dá vontade de salivar. Dá vontade de comer, então uma ótima opção de vinhos gastronômicos para o dia a dia e com bom custo.
Na Toscana, as carnes estão muito presentes na culinária: carnes bovinas, carnes de coelho, faizão, porco e javali, tudo com muito molho de tomate, com caldos de legumes, massas, pães recheados, tudo bem suculento e com sabores fortes para acompanhar os seus vinhos tintos da Toscana.
E o que se faz em Montaltino? Comer, visitar vinícolas e degustar vinhos. Lembre-se de manter a moderação, claro: se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Zirlo Talente, na região da Toscana. Para os padrões do velho mundo, a vinícula Talente é uma jovem no mercado: apenas 37 anos. A Talente está localizada nas montanhas de Montaltino, na província de Siena, ao centro da Itália. São 21 hectares, sendo 16 dedicados à uva tinta rainha, a San Giovese.
Além dos tradicionais brunelos de Montaltino, que são vinhos mais encorpados e envelhecidos, eles têm também os rostos de Montaltino, um pouco mais jovens e de médio corpo. A Talente também apresenta um rótulo chamado Zirlo. É um delicioso assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Aromas de frutinhas vermelhas e também de ervas, um médio corpo e uma excelente acidez, aquela que saliva a boca e se dá vontade de salivar. Dá vontade de comer, então uma ótima opção de vinhos gastronômicos para o dia a dia e com bom custo.
Na Toscana, as carnes estão muito presentes na culinária: carnes bovinas, carnes de coelho, faizão, porco e javali, tudo com muito molho de tomate, com caldos de legumes, massas, pães recheados, tudo bem suculento e com sabores fortes para acompanhar os seus vinhos tintos da Toscana.
E o que se faz em Montaltino? Comer, visitar vinícolas e degustar vinhos. Lembre-se de manter a moderação, claro: se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Zirlo Talente, na região da Toscana. Para os padrões do velho mundo, a vinícula Talente é uma jovem no mercado: apenas 37 anos. A Talente está localizada nas montanhas de Montaltino, na província de Siena, ao centro da Itália. São 21 hectares, sendo 16 dedicados à uva tinta rainha, a San Giovese.
Além dos tradicionais brunelos de Montaltino, que são vinhos mais encorpados e envelhecidos, eles têm também os rostos de Montaltino, um pouco mais jovens e de médio corpo. A Talente também apresenta um rótulo chamado Zirlo. É um delicioso assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Aromas de frutinhas vermelhas e também de ervas, um médio corpo e uma excelente acidez, aquela que saliva a boca e se dá vontade de salivar. Dá vontade de comer, então uma ótima opção de vinhos gastronômicos para o dia a dia e com bom custo.
Na Toscana, as carnes estão muito presentes na culinária: carnes bovinas, carnes de coelho, faizão, porco e javali, tudo com muito molho de tomate, com caldos de legumes, massas, pães recheados, tudo bem suculento e com sabores fortes para acompanhar os seus vinhos tintos da Toscana.
E o que se faz em Montaltino? Comer, visitar vinícolas e degustar vinhos. Lembre-se de manter a moderação, claro: se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Zirlo Talente, na região da Toscana. Para os padrões do velho mundo, a vinícula Talente é uma jovem no mercado: apenas 37 anos. A Talente está localizada nas montanhas de Montaltino, na província de Siena, ao centro da Itália. São 21 hectares, sendo 16 dedicados à uva tinta rainha, a San Giovese.
Além dos tradicionais brunelos de Montaltino, que são vinhos mais encorpados e envelhecidos, eles têm também os rostos de Montaltino, um pouco mais jovens e de médio corpo. A Talente também apresenta um rótulo chamado Zirlo. É um delicioso assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Aromas de frutinhas vermelhas e também de ervas, um médio corpo e uma excelente acidez, aquela que saliva a boca e se dá vontade de salivar. Dá vontade de comer, então uma ótima opção de vinhos gastronômicos para o dia a dia e com bom custo.
Na Toscana, as carnes estão muito presentes na culinária: carnes bovinas, carnes de coelho, faizão, porco e javali, tudo com muito molho de tomate, com caldos de legumes, massas, pães recheados, tudo bem suculento e com sabores fortes para acompanhar os seus vinhos tintos da Toscana.
E o que se faz em Montaltino? Comer, visitar vinícolas e degustar vinhos. Lembre-se de manter a moderação, claro: se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ZIRLO TALENTI ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A louca dos rosés, e eles me perseguiram nos últimos dias. Dois espumões rosés novos para degustar: o brasileiro Seival Brute Rosé e o espanhol Segura Viúda Rosé.

O Seival brindou uma noite de amigos do vinho em São Paulo, que reuniu pessoas envolvidas e comprometidas em disseminar a cultura do vinho. O Seival Brute Rosé é elaborado na região da Campanha Gaúcha, mais ao sul do Rio Grande do Sul, com as uvas Pinot Noir e Pinot Gris, pelo método Charmat, aquele em que a segunda fermentação é no tanque e não nas garrafas, como o método tradicional de champanhe.

A coloração vem de uma leve prensagem da uva Pinot Noir, que é tinta, e ganha uma cor salmão bem província. Provençal, ou seja, ao estilo dos rosés da Provence. Aromas de frutinhas como cereja e morango, de frutas vermelhas frescas, um vinho super fresco e acidez gostosa.

Seguindo com os rosés, agora o espanhol. Já degustei várias cavas e agora descobri a uva nativa espanhola trepat. A segura viúda é da freixenet, e eles priorizam a valorização das uvas nativas, como a trepat, que tem 90% dessa cava, e 10% da uva garnacha.

Esse rosé tem só 9 gramas de açúcar por litro, mantendo a tendência de menos açúcar nos espumantes. O segura viúda tem a coloração de maceração de 24 horas da uva trepá e 12 horas da uva garnacha. Ganha uma coloração linda que lembra casca de cebola. Com borbulhas finas e abundantes, que combina com vários pratos frescos, eu harmonizei com comida japonesa e ficou perfeito.

Lembre-se sempre de manter a moderação, para. Descobrir novos rosés.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A louca dos rosés, e eles me perseguiram nos últimos dias. Dois espumões rosés novos para degustar: o brasileiro Seival Brute Rosé e o espanhol Segura Viúda Rosé.

O Seival brindou uma noite de amigos do vinho em São Paulo, que reuniu pessoas envolvidas e comprometidas em disseminar a cultura do vinho. O Seival Brute Rosé é elaborado na região da Campanha Gaúcha, mais ao sul do Rio Grande do Sul, com as uvas Pinot Noir e Pinot Gris, pelo método Charmat, aquele em que a segunda fermentação é no tanque e não nas garrafas, como o método tradicional de champanhe.

A coloração vem de uma leve prensagem da uva Pinot Noir, que é tinta, e ganha uma cor salmão bem província. Provençal, ou seja, ao estilo dos rosés da Provence. Aromas de frutinhas como cereja e morango, de frutas vermelhas frescas, um vinho super fresco e acidez gostosa.

Seguindo com os rosés, agora o espanhol. Já degustei várias cavas e agora descobri a uva nativa espanhola trepat. A segura viúda é da freixenet, e eles priorizam a valorização das uvas nativas, como a trepat, que tem 90% dessa cava, e 10% da uva garnacha.

Esse rosé tem só 9 gramas de açúcar por litro, mantendo a tendência de menos açúcar nos espumantes. O segura viúda tem a coloração de maceração de 24 horas da uva trepá e 12 horas da uva garnacha. Ganha uma coloração linda que lembra casca de cebola. Com borbulhas finas e abundantes, que combina com vários pratos frescos, eu harmonizei com comida japonesa e ficou perfeito.

Lembre-se sempre de manter a moderação, para. Descobrir novos rosés.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A louca dos rosés, e eles me perseguiram nos últimos dias. Dois espumões rosés novos para degustar: o brasileiro Seival Brute Rosé e o espanhol Segura Viúda Rosé.

O Seival brindou uma noite de amigos do vinho em São Paulo, que reuniu pessoas envolvidas e comprometidas em disseminar a cultura do vinho. O Seival Brute Rosé é elaborado na região da Campanha Gaúcha, mais ao sul do Rio Grande do Sul, com as uvas Pinot Noir e Pinot Gris, pelo método Charmat, aquele em que a segunda fermentação é no tanque e não nas garrafas, como o método tradicional de champanhe.

A coloração vem de uma leve prensagem da uva Pinot Noir, que é tinta, e ganha uma cor salmão bem província. Provençal, ou seja, ao estilo dos rosés da Provence. Aromas de frutinhas como cereja e morango, de frutas vermelhas frescas, um vinho super fresco e acidez gostosa.

Seguindo com os rosés, agora o espanhol. Já degustei várias cavas e agora descobri a uva nativa espanhola trepat. A segura viúda é da freixenet, e eles priorizam a valorização das uvas nativas, como a trepat, que tem 90% dessa cava, e 10% da uva garnacha.

Esse rosé tem só 9 gramas de açúcar por litro, mantendo a tendência de menos açúcar nos espumantes. O segura viúda tem a coloração de maceração de 24 horas da uva trepá e 12 horas da uva garnacha. Ganha uma coloração linda que lembra casca de cebola. Com borbulhas finas e abundantes, que combina com vários pratos frescos, eu harmonizei com comida japonesa e ficou perfeito.

Lembre-se sempre de manter a moderação, para. Descobrir novos rosés.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A louca dos rosés, e eles me perseguiram nos últimos dias. Dois espumões rosés novos para degustar: o brasileiro Seival Brute Rosé e o espanhol Segura Viúda Rosé.

O Seival brindou uma noite de amigos do vinho em São Paulo, que reuniu pessoas envolvidas e comprometidas em disseminar a cultura do vinho. O Seival Brute Rosé é elaborado na região da Campanha Gaúcha, mais ao sul do Rio Grande do Sul, com as uvas Pinot Noir e Pinot Gris, pelo método Charmat, aquele em que a segunda fermentação é no tanque e não nas garrafas, como o método tradicional de champanhe.

A coloração vem de uma leve prensagem da uva Pinot Noir, que é tinta, e ganha uma cor salmão bem província. Provençal, ou seja, ao estilo dos rosés da Provence. Aromas de frutinhas como cereja e morango, de frutas vermelhas frescas, um vinho super fresco e acidez gostosa.

Seguindo com os rosés, agora o espanhol. Já degustei várias cavas e agora descobri a uva nativa espanhola trepat. A segura viúda é da freixenet, e eles priorizam a valorização das uvas nativas, como a trepat, que tem 90% dessa cava, e 10% da uva garnacha.

Esse rosé tem só 9 gramas de açúcar por litro, mantendo a tendência de menos açúcar nos espumantes. O segura viúda tem a coloração de maceração de 24 horas da uva trepá e 12 horas da uva garnacha. Ganha uma coloração linda que lembra casca de cebola. Com borbulhas finas e abundantes, que combina com vários pratos frescos, eu harmonizei com comida japonesa e ficou perfeito.

Lembre-se sempre de manter a moderação, para. Descobrir novos rosés.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPUMANTES ROSÉ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Goethe, uma variedade que combina a resistência das uvas americanas com a elegância das viníferas europeias. Conheça sua origem, sua história no Brasil e descubra por que ela se tornou um dos grandes símbolos da viticultura de Santa Catarina, dando origem a vinhos e espumantes de qualidade reconhecida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Goethe, uma variedade que combina a resistência das uvas americanas com a elegância das viníferas europeias. Conheça sua origem, sua história no Brasil e descubra por que ela se tornou um dos grandes símbolos da viticultura de Santa Catarina, dando origem a vinhos e espumantes de qualidade reconhecida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Goethe, uma variedade que combina a resistência das uvas americanas com a elegância das viníferas europeias. Conheça sua origem, sua história no Brasil e descubra por que ela se tornou um dos grandes símbolos da viticultura de Santa Catarina, dando origem a vinhos e espumantes de qualidade reconhecida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Goethe, uma variedade que combina a resistência das uvas americanas com a elegância das viníferas europeias. Conheça sua origem, sua história no Brasil e descubra por que ela se tornou um dos grandes símbolos da viticultura de Santa Catarina, dando origem a vinhos e espumantes de qualidade reconhecida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA GOETHE: A JOIA DA VITICULTURA CATARINENSE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO KRUG]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Localizada em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, a vinícola Luísa Argenta se destaca por unir arquitetura moderna, tecnologia e tradição na produção de vinhos de alta qualidade. Com vinhedos próprios cultivados em uma das regiões mais altas do Rio Grande do Sul, a empresa valoriza o rigor no cultivo das uvas e produz rótulos que vêm conquistando reconhecimento nacional e internacional, reforçando o potencial dos vinhos brasileiros.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Localizada em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, a vinícola Luísa Argenta se destaca por unir arquitetura moderna, tecnologia e tradição na produção de vinhos de alta qualidade. Com vinhedos próprios cultivados em uma das regiões mais altas do Rio Grande do Sul, a empresa valoriza o rigor no cultivo das uvas e produz rótulos que vêm conquistando reconhecimento nacional e internacional, reforçando o potencial dos vinhos brasileiros.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Localizada em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, a vinícola Luísa Argenta se destaca por unir arquitetura moderna, tecnologia e tradição na produção de vinhos de alta qualidade. Com vinhedos próprios cultivados em uma das regiões mais altas do Rio Grande do Sul, a empresa valoriza o rigor no cultivo das uvas e produz rótulos que vêm conquistando reconhecimento nacional e internacional, reforçando o potencial dos vinhos brasileiros.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Localizada em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, a vinícola Luísa Argenta se destaca por unir arquitetura moderna, tecnologia e tradição na produção de vinhos de alta qualidade. Com vinhedos próprios cultivados em uma das regiões mais altas do Rio Grande do Sul, a empresa valoriza o rigor no cultivo das uvas e produz rótulos que vêm conquistando reconhecimento nacional e internacional, reforçando o potencial dos vinhos brasileiros.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LUÍSA ARGENTA: MODERNIDADE E EXCELÊNCIA NA SERRA GAÚCHA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO COTES BOURGOGNE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CELEBRAÇÃO DO NATAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO VINSOBRES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO DOS REIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Queijos, pães e vinhos.
Um produto com mais de quatro mil anos: o queijo.
Outro, com doze mil anos: o pão.
E o vinho, com oito mil anos.

São três elementos que se integram na sua mesa, mais conhecida como “queijos e vinhos”, mas eu nunca vi uma mesa de queijos e vinhos sem os pães.

Já pensou um pão recheado com queijo e um vinho para acompanhar?
Que delícia!

E o que mais esses três elementos têm em comum?
O processo de fermentação.

Sabe que alguns vinhos, como o espumante, têm aromas de pães, principalmente os pães franceses?
E os três elementos se encontram em várias situações.

O pão também é usado para limpar o paladar entre as degustações de diferentes vinhos.
E o vinho branco é usado para fazer pão!

Pão com azeitona, bacon e queijo...
Já experimentou um croissant?
Croque-croque na massa e cremoso por dentro, com um espumante cheio de croque-croque na perlage e cremoso em boca.

No verão, uma salada com queijo de cabra, azeite e focaccia, outro tipo de pão, para harmonizar com um vinho branco da uva Pinot Grigio.

E no inverno, ou nos dias mais frescos, uma sopa com pedaços de pão, ou aquela servida no próprio pão italiano, e um belo Sangiovese italiano para harmonizar e finalizar.

Desde a Grécia Antiga, os homens se reuniam para recitar poemas, comer pão e queijos, e beber vinhos.

Se você tiver pão, queijos e vinhos, a harmonização está quase perfeita.
Para encerrar, só falta música mesmo.

Lembre-se: se beber, não dirija.
Beba com moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Queijos, pães e vinhos.
Um produto com mais de quatro mil anos: o queijo.
Outro, com doze mil anos: o pão.
E o vinho, com oito mil anos.

São três elementos que se integram na sua mesa, mais conhecida como “queijos e vinhos”, mas eu nunca vi uma mesa de queijos e vinhos sem os pães.

Já pensou um pão recheado com queijo e um vinho para acompanhar?
Que delícia!

E o que mais esses três elementos têm em comum?
O processo de fermentação.

Sabe que alguns vinhos, como o espumante, têm aromas de pães, principalmente os pães franceses?
E os três elementos se encontram em várias situações.

O pão também é usado para limpar o paladar entre as degustações de diferentes vinhos.
E o vinho branco é usado para fazer pão!

Pão com azeitona, bacon e queijo...
Já experimentou um croissant?
Croque-croque na massa e cremoso por dentro, com um espumante cheio de croque-croque na perlage e cremoso em boca.

No verão, uma salada com queijo de cabra, azeite e focaccia, outro tipo de pão, para harmonizar com um vinho branco da uva Pinot Grigio.

E no inverno, ou nos dias mais frescos, uma sopa com pedaços de pão, ou aquela servida no próprio pão italiano, e um belo Sangiovese italiano para harmonizar e finalizar.

Desde a Grécia Antiga, os homens se reuniam para recitar poemas, comer pão e queijos, e beber vinhos.

Se você tiver pão, queijos e vinhos, a harmonização está quase perfeita.
Para encerrar, só falta música mesmo.

Lembre-se: se beber, não dirija.
Beba com moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Queijos, pães e vinhos.
Um produto com mais de quatro mil anos: o queijo.
Outro, com doze mil anos: o pão.
E o vinho, com oito mil anos.

São três elementos que se integram na sua mesa, mais conhecida como “queijos e vinhos”, mas eu nunca vi uma mesa de queijos e vinhos sem os pães.

Já pensou um pão recheado com queijo e um vinho para acompanhar?
Que delícia!

E o que mais esses três elementos têm em comum?
O processo de fermentação.

Sabe que alguns vinhos, como o espumante, têm aromas de pães, principalmente os pães franceses?
E os três elementos se encontram em várias situações.

O pão também é usado para limpar o paladar entre as degustações de diferentes vinhos.
E o vinho branco é usado para fazer pão!

Pão com azeitona, bacon e queijo...
Já experimentou um croissant?
Croque-croque na massa e cremoso por dentro, com um espumante cheio de croque-croque na perlage e cremoso em boca.

No verão, uma salada com queijo de cabra, azeite e focaccia, outro tipo de pão, para harmonizar com um vinho branco da uva Pinot Grigio.

E no inverno, ou nos dias mais frescos, uma sopa com pedaços de pão, ou aquela servida no próprio pão italiano, e um belo Sangiovese italiano para harmonizar e finalizar.

Desde a Grécia Antiga, os homens se reuniam para recitar poemas, comer pão e queijos, e beber vinhos.

Se você tiver pão, queijos e vinhos, a harmonização está quase perfeita.
Para encerrar, só falta música mesmo.

Lembre-se: se beber, não dirija.
Beba com moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música.
No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Queijos, pães e vinhos.
Um produto com mais de quatro mil anos: o queijo.
Outro, com doze mil anos: o pão.
E o vinho, com oito mil anos.

São três elementos que se integram na sua mesa, mais conhecida como “queijos e vinhos”, mas eu nunca vi uma mesa de queijos e vinhos sem os pães.

Já pensou um pão recheado com queijo e um vinho para acompanhar?
Que delícia!

E o que mais esses três elementos têm em comum?
O processo de fermentação.

Sabe que alguns vinhos, como o espumante, têm aromas de pães, principalmente os pães franceses?
E os três elementos se encontram em várias situações.

O pão também é usado para limpar o paladar entre as degustações de diferentes vinhos.
E o vinho branco é usado para fazer pão!

Pão com azeitona, bacon e queijo...
Já experimentou um croissant?
Croque-croque na massa e cremoso por dentro, com um espumante cheio de croque-croque na perlage e cremoso em boca.

No verão, uma salada com queijo de cabra, azeite e focaccia, outro tipo de pão, para harmonizar com um vinho branco da uva Pinot Grigio.

E no inverno, ou nos dias mais frescos, uma sopa com pedaços de pão, ou aquela servida no próprio pão italiano, e um belo Sangiovese italiano para harmonizar e finalizar.

Desde a Grécia Antiga, os homens se reuniam para recitar poemas, comer pão e queijos, e beber vinhos.

Se você tiver pão, queijos e vinhos, a harmonização está quase perfeita.
Para encerrar, só falta música mesmo.

Lembre-se: se beber, não dirija.
Beba com moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUEIJOS E VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CHIANTI RUFFINO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a Sommelier Kezia Giugni.

Eu tenho um amigo que gosta muito de vinhos, mas nunca conseguiu se entender com os bordôs tintos. Você também acha difícil? O fantasma dos bordôs é o preço, sempre apresentados como os vinhos mais caros do mundo, dá espanta mesmo.

Degustei uma opção muito boa de custo justo, na faixa dos R$ 120,00, o Chateau Puicarpan de Bordeaux. Bordeaux é uma região francesa de vinhos dividida em margem direita e margem esquerda. Na margem direita está a subregião de Saint-Emilion, de grandes vinhos da uva Merlot. E em Saint-Emilion há uma apelação, uma outra partezinha de terra dentro de Saint-Emilion, chamada de Cotes du Castillon.

Ali produzem-se vinhos que usam a maior parcela da uva Merlot em vinhos tintos que vão de médio corpo a engordar, corpados. A cotes do castrilhão produz vinhos com certa rusticidade que vai se afinando com o tempo.

Degusteio chatopo e carpam, 80% da uva merlot e 20% de cabernet Sauvignon. Com passagem de 8 meses em madeira e 14% de álcool, então você pode guardar por uns 4 anos.

Na boca, um perfeito equilíbrio entre madeira e fruta. Acidez na medida certa, taninos presentes, aromas que lembram a meixa seca, caça e o famoso Saubois, aquele aroma de terra molhada bem típico nos tintos bordaleses.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a Sommelier Kezia Giugni.

Eu tenho um amigo que gosta muito de vinhos, mas nunca conseguiu se entender com os bordôs tintos. Você também acha difícil? O fantasma dos bordôs é o preço, sempre apresentados como os vinhos mais caros do mundo, dá espanta mesmo.

Degustei uma opção muito boa de custo justo, na faixa dos R$ 120,00, o Chateau Puicarpan de Bordeaux. Bordeaux é uma região francesa de vinhos dividida em margem direita e margem esquerda. Na margem direita está a subregião de Saint-Emilion, de grandes vinhos da uva Merlot. E em Saint-Emilion há uma apelação, uma outra partezinha de terra dentro de Saint-Emilion, chamada de Cotes du Castillon.

Ali produzem-se vinhos que usam a maior parcela da uva Merlot em vinhos tintos que vão de médio corpo a engordar, corpados. A cotes do castrilhão produz vinhos com certa rusticidade que vai se afinando com o tempo.

Degusteio chatopo e carpam, 80% da uva merlot e 20% de cabernet Sauvignon. Com passagem de 8 meses em madeira e 14% de álcool, então você pode guardar por uns 4 anos.

Na boca, um perfeito equilíbrio entre madeira e fruta. Acidez na medida certa, taninos presentes, aromas que lembram a meixa seca, caça e o famoso Saubois, aquele aroma de terra molhada bem típico nos tintos bordaleses.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a Sommelier Kezia Giugni.

Eu tenho um amigo que gosta muito de vinhos, mas nunca conseguiu se entender com os bordôs tintos. Você também acha difícil? O fantasma dos bordôs é o preço, sempre apresentados como os vinhos mais caros do mundo, dá espanta mesmo.

Degustei uma opção muito boa de custo justo, na faixa dos R$ 120,00, o Chateau Puicarpan de Bordeaux. Bordeaux é uma região francesa de vinhos dividida em margem direita e margem esquerda. Na margem direita está a subregião de Saint-Emilion, de grandes vinhos da uva Merlot. E em Saint-Emilion há uma apelação, uma outra partezinha de terra dentro de Saint-Emilion, chamada de Cotes du Castillon.

Ali produzem-se vinhos que usam a maior parcela da uva Merlot em vinhos tintos que vão de médio corpo a engordar, corpados. A cotes do castrilhão produz vinhos com certa rusticidade que vai se afinando com o tempo.

Degusteio chatopo e carpam, 80% da uva merlot e 20% de cabernet Sauvignon. Com passagem de 8 meses em madeira e 14% de álcool, então você pode guardar por uns 4 anos.

Na boca, um perfeito equilíbrio entre madeira e fruta. Acidez na medida certa, taninos presentes, aromas que lembram a meixa seca, caça e o famoso Saubois, aquele aroma de terra molhada bem típico nos tintos bordaleses.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a Sommelier Kezia Giugni.

Eu tenho um amigo que gosta muito de vinhos, mas nunca conseguiu se entender com os bordôs tintos. Você também acha difícil? O fantasma dos bordôs é o preço, sempre apresentados como os vinhos mais caros do mundo, dá espanta mesmo.

Degustei uma opção muito boa de custo justo, na faixa dos R$ 120,00, o Chateau Puicarpan de Bordeaux. Bordeaux é uma região francesa de vinhos dividida em margem direita e margem esquerda. Na margem direita está a subregião de Saint-Emilion, de grandes vinhos da uva Merlot. E em Saint-Emilion há uma apelação, uma outra partezinha de terra dentro de Saint-Emilion, chamada de Cotes du Castillon.

Ali produzem-se vinhos que usam a maior parcela da uva Merlot em vinhos tintos que vão de médio corpo a engordar, corpados. A cotes do castrilhão produz vinhos com certa rusticidade que vai se afinando com o tempo.

Degusteio chatopo e carpam, 80% da uva merlot e 20% de cabernet Sauvignon. Com passagem de 8 meses em madeira e 14% de álcool, então você pode guardar por uns 4 anos.

Na boca, um perfeito equilíbrio entre madeira e fruta. Acidez na medida certa, taninos presentes, aromas que lembram a meixa seca, caça e o famoso Saubois, aquele aroma de terra molhada bem típico nos tintos bordaleses.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHÂTEAU PUYCARPIN BORDEAUX]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sat, 09 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Thu, 07 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 14 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Fri, 27 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Olá, bom dia. Que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de queijos e vinhos, que é sempre uma combinação gostosa. O queijo é a estrela da noite.

Me pediram para voltar em assuntos de quatro anos atrás, mas que são sempre atuais. É que eu andei avançando muito e falando sobre vinhos de ilhas, uvas Negramaro, Sicarela e tudo mais. Então, vamos à dupla: queijos e vinhos.

Hoje vai ser só a harmonização. Já falei de como montar e o que acompanhar. É só ir lá no site, que tem quase mil temas.

Para os queijos mais fortes, como Roquefort e Gorgonzola, aqueles muito salgados, é bom você harmonizar com um vinho tinto mais forte. Ou fazer uma harmonização de contraponto: um queijo bastante salgado com vinhos muito doces. Pode ser um branco doce ou vinhos do Porto.

Para os queijos de textura dura, como Parmesão e Grana Padano, os tintos, em geral, de médio corpo, harmonizam muito bem.

Os de sabor suave, como Gouda e Reino, que têm até um certo adocicado, podem acompanhar tanto vinho branco quanto tinto, de médio corpo, como um Merlot ou um Chardonnay.

Para os queijos mais cremosos, como Brie e Camembert, podem ser brancos ou tintos médios.

E, por último, os queijos mais frescos, como os queijos de cabra ou cream cheese, podem ser acompanhados por um rosé ou um espumante, que ficam supergostosos.

Os queijos são produtos de quase quatro mil anos de história. Dependendo do terroir onde são produzidos, passam por fermentação, envelhecimento ou maturação. Algumas regiões produtoras têm procedência, assim como os vinhos, com denominação de origem controlada.

Há uma diversidade tão grande quanto a dos vinhos. É impossível provar e conhecer todos. Então, a harmonização perfeita é aquela que faz com que, a cada dia, a gente possa descobrir mais uma sensação e mais um prazer em uma boa harmonização entre queijos e vinhos.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, bom dia. Que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de queijos e vinhos, que é sempre uma combinação gostosa. O queijo é a estrela da noite.

Me pediram para voltar em assuntos de quatro anos atrás, mas que são sempre atuais. É que eu andei avançando muito e falando sobre vinhos de ilhas, uvas Negramaro, Sicarela e tudo mais. Então, vamos à dupla: queijos e vinhos.

Hoje vai ser só a harmonização. Já falei de como montar e o que acompanhar. É só ir lá no site, que tem quase mil temas.

Para os queijos mais fortes, como Roquefort e Gorgonzola, aqueles muito salgados, é bom você harmonizar com um vinho tinto mais forte. Ou fazer uma harmonização de contraponto: um queijo bastante salgado com vinhos muito doces. Pode ser um branco doce ou vinhos do Porto.

Para os queijos de textura dura, como Parmesão e Grana Padano, os tintos, em geral, de médio corpo, harmonizam muito bem.

Os de sabor suave, como Gouda e Reino, que têm até um certo adocicado, podem acompanhar tanto vinho branco quanto tinto, de médio corpo, como um Merlot ou um Chardonnay.

Para os queijos mais cremosos, como Brie e Camembert, podem ser brancos ou tintos médios.

E, por último, os queijos mais frescos, como os queijos de cabra ou cream cheese, podem ser acompanhados por um rosé ou um espumante, que ficam supergostosos.

Os queijos são produtos de quase quatro mil anos de história. Dependendo do terroir onde são produzidos, passam por fermentação, envelhecimento ou maturação. Algumas regiões produtoras têm procedência, assim como os vinhos, com denominação de origem controlada.

Há uma diversidade tão grande quanto a dos vinhos. É impossível provar e conhecer todos. Então, a harmonização perfeita é aquela que faz com que, a cada dia, a gente possa descobrir mais uma sensação e mais um prazer em uma boa harmonização entre queijos e vinhos.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, bom dia. Que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de queijos e vinhos, que é sempre uma combinação gostosa. O queijo é a estrela da noite.

Me pediram para voltar em assuntos de quatro anos atrás, mas que são sempre atuais. É que eu andei avançando muito e falando sobre vinhos de ilhas, uvas Negramaro, Sicarela e tudo mais. Então, vamos à dupla: queijos e vinhos.

Hoje vai ser só a harmonização. Já falei de como montar e o que acompanhar. É só ir lá no site, que tem quase mil temas.

Para os queijos mais fortes, como Roquefort e Gorgonzola, aqueles muito salgados, é bom você harmonizar com um vinho tinto mais forte. Ou fazer uma harmonização de contraponto: um queijo bastante salgado com vinhos muito doces. Pode ser um branco doce ou vinhos do Porto.

Para os queijos de textura dura, como Parmesão e Grana Padano, os tintos, em geral, de médio corpo, harmonizam muito bem.

Os de sabor suave, como Gouda e Reino, que têm até um certo adocicado, podem acompanhar tanto vinho branco quanto tinto, de médio corpo, como um Merlot ou um Chardonnay.

Para os queijos mais cremosos, como Brie e Camembert, podem ser brancos ou tintos médios.

E, por último, os queijos mais frescos, como os queijos de cabra ou cream cheese, podem ser acompanhados por um rosé ou um espumante, que ficam supergostosos.

Os queijos são produtos de quase quatro mil anos de história. Dependendo do terroir onde são produzidos, passam por fermentação, envelhecimento ou maturação. Algumas regiões produtoras têm procedência, assim como os vinhos, com denominação de origem controlada.

Há uma diversidade tão grande quanto a dos vinhos. É impossível provar e conhecer todos. Então, a harmonização perfeita é aquela que faz com que, a cada dia, a gente possa descobrir mais uma sensação e mais um prazer em uma boa harmonização entre queijos e vinhos.
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      <content:encoded><![CDATA[Olá, bom dia. Que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de queijos e vinhos, que é sempre uma combinação gostosa. O queijo é a estrela da noite.

Me pediram para voltar em assuntos de quatro anos atrás, mas que são sempre atuais. É que eu andei avançando muito e falando sobre vinhos de ilhas, uvas Negramaro, Sicarela e tudo mais. Então, vamos à dupla: queijos e vinhos.

Hoje vai ser só a harmonização. Já falei de como montar e o que acompanhar. É só ir lá no site, que tem quase mil temas.

Para os queijos mais fortes, como Roquefort e Gorgonzola, aqueles muito salgados, é bom você harmonizar com um vinho tinto mais forte. Ou fazer uma harmonização de contraponto: um queijo bastante salgado com vinhos muito doces. Pode ser um branco doce ou vinhos do Porto.

Para os queijos de textura dura, como Parmesão e Grana Padano, os tintos, em geral, de médio corpo, harmonizam muito bem.

Os de sabor suave, como Gouda e Reino, que têm até um certo adocicado, podem acompanhar tanto vinho branco quanto tinto, de médio corpo, como um Merlot ou um Chardonnay.

Para os queijos mais cremosos, como Brie e Camembert, podem ser brancos ou tintos médios.

E, por último, os queijos mais frescos, como os queijos de cabra ou cream cheese, podem ser acompanhados por um rosé ou um espumante, que ficam supergostosos.

Os queijos são produtos de quase quatro mil anos de história. Dependendo do terroir onde são produzidos, passam por fermentação, envelhecimento ou maturação. Algumas regiões produtoras têm procedência, assim como os vinhos, com denominação de origem controlada.

Há uma diversidade tão grande quanto a dos vinhos. É impossível provar e conhecer todos. Então, a harmonização perfeita é aquela que faz com que, a cada dia, a gente possa descobrir mais uma sensação e mais um prazer em uma boa harmonização entre queijos e vinhos.
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      <title><![CDATA[O QUEIJO É A ESTRELA DA NOITE. ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO NA HISTÓRIA DE JERUSALÉM ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni. Uma excelente manhã de Natal pra você, cheia de símbolos e significados. 

A celebração do Natal é comemorada a 1.667 anos, no dia 25 de dezembro. A data foi criada pela Igreja Católica no ano 350, pelo Papa Júlio I, e depois virou feriado. São vários os símbolos que acompanham a festa de Natal. A árvore tem o formato triangular, simbolizando a Santíssima Trindade. 

O Papai Noel, que traz os presentes, foi inspirado em São Nicolás, um bispo do século III. As velas e toda a iluminação significa Jesus, a luz do mundo. O vinho não está nesta lista, mas não pode faltar no Natal. E ele tem a função social de entrelaçar os relacionamentos e a amizade. É uma boa opção, inclusive, para o seu presente de Natal. Para a humanização, a minha sugestão é que o Natal é uma boa opção para o seu. Gestão são os vinhos de médio corpo, para conseguir harmonizar com a fartura de pratos à mesa e agradar a todos. Reserve meia garrafa por pessoa, mas tenha mais umas três garrafas no estoque, se necessário. 

Os vinhos tintos como os Dolcetos, Valpolicella e Barbera são boas opções, e pode ter também uma opção de vinho branco, como a uva Sauvignon Blanc.

 A acidez desses vinhos vai bem com os pratos mais gordurosos e quitar um espumante moscatel para sua sobremesa. Servido bem gelado ao final, ele limpa o paladar e adorça sua boca com suavidade, frescor e aromas encantadores. Um Feliz Natal a todos os ouvintes, obrigada pela sua companhia de sempre e lembre-se de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni. Uma excelente manhã de Natal pra você, cheia de símbolos e significados. 

A celebração do Natal é comemorada a 1.667 anos, no dia 25 de dezembro. A data foi criada pela Igreja Católica no ano 350, pelo Papa Júlio I, e depois virou feriado. São vários os símbolos que acompanham a festa de Natal. A árvore tem o formato triangular, simbolizando a Santíssima Trindade. 

O Papai Noel, que traz os presentes, foi inspirado em São Nicolás, um bispo do século III. As velas e toda a iluminação significa Jesus, a luz do mundo. O vinho não está nesta lista, mas não pode faltar no Natal. E ele tem a função social de entrelaçar os relacionamentos e a amizade. É uma boa opção, inclusive, para o seu presente de Natal. Para a humanização, a minha sugestão é que o Natal é uma boa opção para o seu. Gestão são os vinhos de médio corpo, para conseguir harmonizar com a fartura de pratos à mesa e agradar a todos. Reserve meia garrafa por pessoa, mas tenha mais umas três garrafas no estoque, se necessário. 

Os vinhos tintos como os Dolcetos, Valpolicella e Barbera são boas opções, e pode ter também uma opção de vinho branco, como a uva Sauvignon Blanc.

 A acidez desses vinhos vai bem com os pratos mais gordurosos e quitar um espumante moscatel para sua sobremesa. Servido bem gelado ao final, ele limpa o paladar e adorça sua boca com suavidade, frescor e aromas encantadores. Um Feliz Natal a todos os ouvintes, obrigada pela sua companhia de sempre e lembre-se de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni. Uma excelente manhã de Natal pra você, cheia de símbolos e significados. 

A celebração do Natal é comemorada a 1.667 anos, no dia 25 de dezembro. A data foi criada pela Igreja Católica no ano 350, pelo Papa Júlio I, e depois virou feriado. São vários os símbolos que acompanham a festa de Natal. A árvore tem o formato triangular, simbolizando a Santíssima Trindade. 

O Papai Noel, que traz os presentes, foi inspirado em São Nicolás, um bispo do século III. As velas e toda a iluminação significa Jesus, a luz do mundo. O vinho não está nesta lista, mas não pode faltar no Natal. E ele tem a função social de entrelaçar os relacionamentos e a amizade. É uma boa opção, inclusive, para o seu presente de Natal. Para a humanização, a minha sugestão é que o Natal é uma boa opção para o seu. Gestão são os vinhos de médio corpo, para conseguir harmonizar com a fartura de pratos à mesa e agradar a todos. Reserve meia garrafa por pessoa, mas tenha mais umas três garrafas no estoque, se necessário. 

Os vinhos tintos como os Dolcetos, Valpolicella e Barbera são boas opções, e pode ter também uma opção de vinho branco, como a uva Sauvignon Blanc.

 A acidez desses vinhos vai bem com os pratos mais gordurosos e quitar um espumante moscatel para sua sobremesa. Servido bem gelado ao final, ele limpa o paladar e adorça sua boca com suavidade, frescor e aromas encantadores. Um Feliz Natal a todos os ouvintes, obrigada pela sua companhia de sempre e lembre-se de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho com a sommelier Kezia Giugni. Uma excelente manhã de Natal pra você, cheia de símbolos e significados. 

A celebração do Natal é comemorada a 1.667 anos, no dia 25 de dezembro. A data foi criada pela Igreja Católica no ano 350, pelo Papa Júlio I, e depois virou feriado. São vários os símbolos que acompanham a festa de Natal. A árvore tem o formato triangular, simbolizando a Santíssima Trindade. 

O Papai Noel, que traz os presentes, foi inspirado em São Nicolás, um bispo do século III. As velas e toda a iluminação significa Jesus, a luz do mundo. O vinho não está nesta lista, mas não pode faltar no Natal. E ele tem a função social de entrelaçar os relacionamentos e a amizade. É uma boa opção, inclusive, para o seu presente de Natal. Para a humanização, a minha sugestão é que o Natal é uma boa opção para o seu. Gestão são os vinhos de médio corpo, para conseguir harmonizar com a fartura de pratos à mesa e agradar a todos. Reserve meia garrafa por pessoa, mas tenha mais umas três garrafas no estoque, se necessário. 

Os vinhos tintos como os Dolcetos, Valpolicella e Barbera são boas opções, e pode ter também uma opção de vinho branco, como a uva Sauvignon Blanc.

 A acidez desses vinhos vai bem com os pratos mais gordurosos e quitar um espumante moscatel para sua sobremesa. Servido bem gelado ao final, ele limpa o paladar e adorça sua boca com suavidade, frescor e aromas encantadores. Um Feliz Natal a todos os ouvintes, obrigada pela sua companhia de sempre e lembre-se de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO COM COMIDAS NATALINAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TODA UVA FAZ VINHO?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ENTIDADE DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vinhos chilenos: do Vale do Elqui, ao norte de Santiago, vem um produtor que está totalmente conectado à cultura astrofísica da região.

A vinha Alcahuás está no Vale do Elqui, que é um super polo de astroturismo. É considerado o céu mais limpo e claro do Hemisfério Sul e, por isso, possui vários observatórios astronômicos.

A vinha Alcahuás preserva o pisa-pé das uvas, e isso é incrível. É difícil uma vinícola, atualmente, ainda fazer o pisa-pé.

Uma outra particularidade da vinícola é que eles plantaram inicialmente Cabernet Sauvignon e Carménère, as uvas de maior destaque no Chile. Porém, elas não se desenvolveram bem na região. Mudaram então para duas variedades do Mediterrâneo: a Syrah e a Garnacha, e o resultado foi excepcional.

Inclusive, espera-se que a Syrah dos vinhedos de Alcahuás se torne uma das melhores Syrahs do mundo. A uva entra na elaboração dos vinhos Drú e Rú, e também no varietal de Syrah.

O Rú é o nome do portal de conexão entre a divindade e a humanidade, uma homenagem ao misticismo do Vale do Elqui. É um super vinho de Syrah, Garnacha e Petit Syrah.

Já o Grus é uma mescla tinta, igual ao Rú, mas com uma parcela de Malbec. É o segundo vinho da casa e homenageia a constelação Grus.

Degustei ainda o Cuesta Tica, 100% Garnacha, da safra de 2017. Quis experimentar porque era a primeira safra. Um vinho de coloração rubi profunda e, ao nariz, fruta vermelha com ervas, especiarias rosas e notas lácteas. Fresco, de médio corpo e taninos bem firmes.

Ao final, não degustei o varietal 100% Syrah, mas já vou atrás, porque sou uma enlouquecida por Syrah. E se essa é a nova promessa, já quero saber o que tem a Syrah do Vale do Elqui.

E você, está degustando o quê?

Compartilhe conosco usando a hashtag #musicaevinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vinhos chilenos: do Vale do Elqui, ao norte de Santiago, vem um produtor que está totalmente conectado à cultura astrofísica da região.

A vinha Alcahuás está no Vale do Elqui, que é um super polo de astroturismo. É considerado o céu mais limpo e claro do Hemisfério Sul e, por isso, possui vários observatórios astronômicos.

A vinha Alcahuás preserva o pisa-pé das uvas, e isso é incrível. É difícil uma vinícola, atualmente, ainda fazer o pisa-pé.

Uma outra particularidade da vinícola é que eles plantaram inicialmente Cabernet Sauvignon e Carménère, as uvas de maior destaque no Chile. Porém, elas não se desenvolveram bem na região. Mudaram então para duas variedades do Mediterrâneo: a Syrah e a Garnacha, e o resultado foi excepcional.

Inclusive, espera-se que a Syrah dos vinhedos de Alcahuás se torne uma das melhores Syrahs do mundo. A uva entra na elaboração dos vinhos Drú e Rú, e também no varietal de Syrah.

O Rú é o nome do portal de conexão entre a divindade e a humanidade, uma homenagem ao misticismo do Vale do Elqui. É um super vinho de Syrah, Garnacha e Petit Syrah.

Já o Grus é uma mescla tinta, igual ao Rú, mas com uma parcela de Malbec. É o segundo vinho da casa e homenageia a constelação Grus.

Degustei ainda o Cuesta Tica, 100% Garnacha, da safra de 2017. Quis experimentar porque era a primeira safra. Um vinho de coloração rubi profunda e, ao nariz, fruta vermelha com ervas, especiarias rosas e notas lácteas. Fresco, de médio corpo e taninos bem firmes.

Ao final, não degustei o varietal 100% Syrah, mas já vou atrás, porque sou uma enlouquecida por Syrah. E se essa é a nova promessa, já quero saber o que tem a Syrah do Vale do Elqui.

E você, está degustando o quê?

Compartilhe conosco usando a hashtag #musicaevinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vinhos chilenos: do Vale do Elqui, ao norte de Santiago, vem um produtor que está totalmente conectado à cultura astrofísica da região.

A vinha Alcahuás está no Vale do Elqui, que é um super polo de astroturismo. É considerado o céu mais limpo e claro do Hemisfério Sul e, por isso, possui vários observatórios astronômicos.

A vinha Alcahuás preserva o pisa-pé das uvas, e isso é incrível. É difícil uma vinícola, atualmente, ainda fazer o pisa-pé.

Uma outra particularidade da vinícola é que eles plantaram inicialmente Cabernet Sauvignon e Carménère, as uvas de maior destaque no Chile. Porém, elas não se desenvolveram bem na região. Mudaram então para duas variedades do Mediterrâneo: a Syrah e a Garnacha, e o resultado foi excepcional.

Inclusive, espera-se que a Syrah dos vinhedos de Alcahuás se torne uma das melhores Syrahs do mundo. A uva entra na elaboração dos vinhos Drú e Rú, e também no varietal de Syrah.

O Rú é o nome do portal de conexão entre a divindade e a humanidade, uma homenagem ao misticismo do Vale do Elqui. É um super vinho de Syrah, Garnacha e Petit Syrah.

Já o Grus é uma mescla tinta, igual ao Rú, mas com uma parcela de Malbec. É o segundo vinho da casa e homenageia a constelação Grus.

Degustei ainda o Cuesta Tica, 100% Garnacha, da safra de 2017. Quis experimentar porque era a primeira safra. Um vinho de coloração rubi profunda e, ao nariz, fruta vermelha com ervas, especiarias rosas e notas lácteas. Fresco, de médio corpo e taninos bem firmes.

Ao final, não degustei o varietal 100% Syrah, mas já vou atrás, porque sou uma enlouquecida por Syrah. E se essa é a nova promessa, já quero saber o que tem a Syrah do Vale do Elqui.

E você, está degustando o quê?

Compartilhe conosco usando a hashtag #musicaevinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vinhos chilenos: do Vale do Elqui, ao norte de Santiago, vem um produtor que está totalmente conectado à cultura astrofísica da região.

A vinha Alcahuás está no Vale do Elqui, que é um super polo de astroturismo. É considerado o céu mais limpo e claro do Hemisfério Sul e, por isso, possui vários observatórios astronômicos.

A vinha Alcahuás preserva o pisa-pé das uvas, e isso é incrível. É difícil uma vinícola, atualmente, ainda fazer o pisa-pé.

Uma outra particularidade da vinícola é que eles plantaram inicialmente Cabernet Sauvignon e Carménère, as uvas de maior destaque no Chile. Porém, elas não se desenvolveram bem na região. Mudaram então para duas variedades do Mediterrâneo: a Syrah e a Garnacha, e o resultado foi excepcional.

Inclusive, espera-se que a Syrah dos vinhedos de Alcahuás se torne uma das melhores Syrahs do mundo. A uva entra na elaboração dos vinhos Drú e Rú, e também no varietal de Syrah.

O Rú é o nome do portal de conexão entre a divindade e a humanidade, uma homenagem ao misticismo do Vale do Elqui. É um super vinho de Syrah, Garnacha e Petit Syrah.

Já o Grus é uma mescla tinta, igual ao Rú, mas com uma parcela de Malbec. É o segundo vinho da casa e homenageia a constelação Grus.

Degustei ainda o Cuesta Tica, 100% Garnacha, da safra de 2017. Quis experimentar porque era a primeira safra. Um vinho de coloração rubi profunda e, ao nariz, fruta vermelha com ervas, especiarias rosas e notas lácteas. Fresco, de médio corpo e taninos bem firmes.

Ao final, não degustei o varietal 100% Syrah, mas já vou atrás, porque sou uma enlouquecida por Syrah. E se essa é a nova promessa, já quero saber o que tem a Syrah do Vale do Elqui.

E você, está degustando o quê?

Compartilhe conosco usando a hashtag #musicaevinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS CHILENOS ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Zirlo Talente, na região da Toscana.

Para os padrões do Velho Mundo, a vinícola Talente é uma jovem no mercado: apenas 37 anos. A Talente está localizada nas montanhas de Montalcino, na província de Siena, ao centro da Itália. São 21 hectares, sendo 16 dedicados à uva tinta rainha, a Sangiovese.

Além dos tradicionais Brunellos de Montalcino, que são vinhos mais encorpados e envelhecidos, eles têm também os Rosso di Montalcino, um pouco mais jovens e de médio corpo.

A Talente também apresenta um rótulo chamado Zirlo. É um delicioso assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Aromas de frutinhas vermelhas e também de ervas. Um médio corpo e uma excelente acidez. Aquela que faz salivar a boca e dá vontade de sentir mais. Salivar dá vontade de comer, então é uma ótima opção de vinho gastronômico para o dia a dia e com bom custo.

Na Toscana, as carnes estão muito presentes na culinária: carnes bovinas, carnes de coelho, faisão, porco e javali. Tudo com muito molho de tomate, caldos de legumes, massas, pães recheados, tudo bem suculento e com sabores fortes para acompanhar os vinhos tintos da Toscana.

E o que se faz em Montalcino? Comer, visitar vinícolas e degustar vinhos.

Lembre-se de manter a moderação. Claro: se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Zirlo Talente, na região da Toscana.

Para os padrões do Velho Mundo, a vinícola Talente é uma jovem no mercado: apenas 37 anos. A Talente está localizada nas montanhas de Montalcino, na província de Siena, ao centro da Itália. São 21 hectares, sendo 16 dedicados à uva tinta rainha, a Sangiovese.

Além dos tradicionais Brunellos de Montalcino, que são vinhos mais encorpados e envelhecidos, eles têm também os Rosso di Montalcino, um pouco mais jovens e de médio corpo.

A Talente também apresenta um rótulo chamado Zirlo. É um delicioso assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Aromas de frutinhas vermelhas e também de ervas. Um médio corpo e uma excelente acidez. Aquela que faz salivar a boca e dá vontade de sentir mais. Salivar dá vontade de comer, então é uma ótima opção de vinho gastronômico para o dia a dia e com bom custo.

Na Toscana, as carnes estão muito presentes na culinária: carnes bovinas, carnes de coelho, faisão, porco e javali. Tudo com muito molho de tomate, caldos de legumes, massas, pães recheados, tudo bem suculento e com sabores fortes para acompanhar os vinhos tintos da Toscana.

E o que se faz em Montalcino? Comer, visitar vinícolas e degustar vinhos.

Lembre-se de manter a moderação. Claro: se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Zirlo Talente, na região da Toscana.

Para os padrões do Velho Mundo, a vinícola Talente é uma jovem no mercado: apenas 37 anos. A Talente está localizada nas montanhas de Montalcino, na província de Siena, ao centro da Itália. São 21 hectares, sendo 16 dedicados à uva tinta rainha, a Sangiovese.

Além dos tradicionais Brunellos de Montalcino, que são vinhos mais encorpados e envelhecidos, eles têm também os Rosso di Montalcino, um pouco mais jovens e de médio corpo.

A Talente também apresenta um rótulo chamado Zirlo. É um delicioso assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Aromas de frutinhas vermelhas e também de ervas. Um médio corpo e uma excelente acidez. Aquela que faz salivar a boca e dá vontade de sentir mais. Salivar dá vontade de comer, então é uma ótima opção de vinho gastronômico para o dia a dia e com bom custo.

Na Toscana, as carnes estão muito presentes na culinária: carnes bovinas, carnes de coelho, faisão, porco e javali. Tudo com muito molho de tomate, caldos de legumes, massas, pães recheados, tudo bem suculento e com sabores fortes para acompanhar os vinhos tintos da Toscana.

E o que se faz em Montalcino? Comer, visitar vinícolas e degustar vinhos.

Lembre-se de manter a moderação. Claro: se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Zirlo Talente, na região da Toscana.

Para os padrões do Velho Mundo, a vinícola Talente é uma jovem no mercado: apenas 37 anos. A Talente está localizada nas montanhas de Montalcino, na província de Siena, ao centro da Itália. São 21 hectares, sendo 16 dedicados à uva tinta rainha, a Sangiovese.

Além dos tradicionais Brunellos de Montalcino, que são vinhos mais encorpados e envelhecidos, eles têm também os Rosso di Montalcino, um pouco mais jovens e de médio corpo.

A Talente também apresenta um rótulo chamado Zirlo. É um delicioso assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Aromas de frutinhas vermelhas e também de ervas. Um médio corpo e uma excelente acidez. Aquela que faz salivar a boca e dá vontade de sentir mais. Salivar dá vontade de comer, então é uma ótima opção de vinho gastronômico para o dia a dia e com bom custo.

Na Toscana, as carnes estão muito presentes na culinária: carnes bovinas, carnes de coelho, faisão, porco e javali. Tudo com muito molho de tomate, caldos de legumes, massas, pães recheados, tudo bem suculento e com sabores fortes para acompanhar os vinhos tintos da Toscana.

E o que se faz em Montalcino? Comer, visitar vinícolas e degustar vinhos.

Lembre-se de manter a moderação. Claro: se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ZIRLO TALENTI ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo explica o que é o cava, o tradicional espumante espanhol produzido pelo método clássico. Você vai conhecer suas principais características, as uvas utilizadas na produção, as diferentes categorias e como o tempo de maturação sobre as leveduras influencia nos aromas, na complexidade e na qualidade da bebida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo explica o que é o cava, o tradicional espumante espanhol produzido pelo método clássico. Você vai conhecer suas principais características, as uvas utilizadas na produção, as diferentes categorias e como o tempo de maturação sobre as leveduras influencia nos aromas, na complexidade e na qualidade da bebida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo explica o que é o cava, o tradicional espumante espanhol produzido pelo método clássico. Você vai conhecer suas principais características, as uvas utilizadas na produção, as diferentes categorias e como o tempo de maturação sobre as leveduras influencia nos aromas, na complexidade e na qualidade da bebida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo explica o que é o cava, o tradicional espumante espanhol produzido pelo método clássico. Você vai conhecer suas principais características, as uvas utilizadas na produção, as diferentes categorias e como o tempo de maturação sobre as leveduras influencia nos aromas, na complexidade e na qualidade da bebida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CAVA: O ESPUMANTE ESPANHOL QUE CONQUISTOU O MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Quem ouve pensa que sou chocólatra, já que cito vinho e chocolate fora da Páscoa várias vezes ao longo do ano.
E, se harmonizar vinho e chocolate é considerado um desafio... eu adoro desafios!

E já que vai rolar uma degustação de vinhos e chocolates, comecei a testar várias harmonizações.

O primeiro é o chocolate branco.
Testei um brigadeiro de chocolate branco com castanhas brasileiras, tipo macadâmia.
Ficou perfeito com espumante e Moscatel branco, unindo a superdoçura dos dois elementos.

Em seguida, harmonizei o chocolate ao leite.
Coloquei com frutas: chocolate com morango ou com physalis.
A acidez da fruta, com a doçura do chocolate, forma um delicioso contraponto, e se complementam com um belo vinho do Porto.

Por último, um assemblage de três chocolates:
um creme com três tipos, massa de biscoitos intercalando camadas de chocolate ao leite, chocolate amargo e chocolate branco.
Tudo junto e misturado vira um verdadeiro assemblage de chocolates, com uma boa complexidade de sabores e aromas.

Chocolates são intensos em boca e precisam de vinhos mais encorpados e complexos para harmonizar.
Você pode testar em casa um vinho do Porto, um Colheita Tardia, um Sauternes ou ainda um belíssimo Amarone.

Precisa de convite?
Vinho e chocolate... é só testar e harmonizar!
Lembrando sempre: mantenha a moderação para aproveitar cada nova degustação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Quem ouve pensa que sou chocólatra, já que cito vinho e chocolate fora da Páscoa várias vezes ao longo do ano.
E, se harmonizar vinho e chocolate é considerado um desafio... eu adoro desafios!

E já que vai rolar uma degustação de vinhos e chocolates, comecei a testar várias harmonizações.

O primeiro é o chocolate branco.
Testei um brigadeiro de chocolate branco com castanhas brasileiras, tipo macadâmia.
Ficou perfeito com espumante e Moscatel branco, unindo a superdoçura dos dois elementos.

Em seguida, harmonizei o chocolate ao leite.
Coloquei com frutas: chocolate com morango ou com physalis.
A acidez da fruta, com a doçura do chocolate, forma um delicioso contraponto, e se complementam com um belo vinho do Porto.

Por último, um assemblage de três chocolates:
um creme com três tipos, massa de biscoitos intercalando camadas de chocolate ao leite, chocolate amargo e chocolate branco.
Tudo junto e misturado vira um verdadeiro assemblage de chocolates, com uma boa complexidade de sabores e aromas.

Chocolates são intensos em boca e precisam de vinhos mais encorpados e complexos para harmonizar.
Você pode testar em casa um vinho do Porto, um Colheita Tardia, um Sauternes ou ainda um belíssimo Amarone.

Precisa de convite?
Vinho e chocolate... é só testar e harmonizar!
Lembrando sempre: mantenha a moderação para aproveitar cada nova degustação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Quem ouve pensa que sou chocólatra, já que cito vinho e chocolate fora da Páscoa várias vezes ao longo do ano.
E, se harmonizar vinho e chocolate é considerado um desafio... eu adoro desafios!

E já que vai rolar uma degustação de vinhos e chocolates, comecei a testar várias harmonizações.

O primeiro é o chocolate branco.
Testei um brigadeiro de chocolate branco com castanhas brasileiras, tipo macadâmia.
Ficou perfeito com espumante e Moscatel branco, unindo a superdoçura dos dois elementos.

Em seguida, harmonizei o chocolate ao leite.
Coloquei com frutas: chocolate com morango ou com physalis.
A acidez da fruta, com a doçura do chocolate, forma um delicioso contraponto, e se complementam com um belo vinho do Porto.

Por último, um assemblage de três chocolates:
um creme com três tipos, massa de biscoitos intercalando camadas de chocolate ao leite, chocolate amargo e chocolate branco.
Tudo junto e misturado vira um verdadeiro assemblage de chocolates, com uma boa complexidade de sabores e aromas.

Chocolates são intensos em boca e precisam de vinhos mais encorpados e complexos para harmonizar.
Você pode testar em casa um vinho do Porto, um Colheita Tardia, um Sauternes ou ainda um belíssimo Amarone.

Precisa de convite?
Vinho e chocolate... é só testar e harmonizar!
Lembrando sempre: mantenha a moderação para aproveitar cada nova degustação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar.

Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Quem ouve pensa que sou chocólatra, já que cito vinho e chocolate fora da Páscoa várias vezes ao longo do ano.
E, se harmonizar vinho e chocolate é considerado um desafio... eu adoro desafios!

E já que vai rolar uma degustação de vinhos e chocolates, comecei a testar várias harmonizações.

O primeiro é o chocolate branco.
Testei um brigadeiro de chocolate branco com castanhas brasileiras, tipo macadâmia.
Ficou perfeito com espumante e Moscatel branco, unindo a superdoçura dos dois elementos.

Em seguida, harmonizei o chocolate ao leite.
Coloquei com frutas: chocolate com morango ou com physalis.
A acidez da fruta, com a doçura do chocolate, forma um delicioso contraponto, e se complementam com um belo vinho do Porto.

Por último, um assemblage de três chocolates:
um creme com três tipos, massa de biscoitos intercalando camadas de chocolate ao leite, chocolate amargo e chocolate branco.
Tudo junto e misturado vira um verdadeiro assemblage de chocolates, com uma boa complexidade de sabores e aromas.

Chocolates são intensos em boca e precisam de vinhos mais encorpados e complexos para harmonizar.
Você pode testar em casa um vinho do Porto, um Colheita Tardia, um Sauternes ou ainda um belíssimo Amarone.

Precisa de convite?
Vinho e chocolate... é só testar e harmonizar!
Lembrando sempre: mantenha a moderação para aproveitar cada nova degustação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO E CHOCOLATE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS ARGENTINOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO DO MARCELO PAPA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CHOCOLATE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No programa Música e Vinho, o sommelier Jonas Eduardo explica como a fermentação alcoólica transforma o mosto em vinho e destaca o papel essencial das leveduras nesse processo. O especialista aborda as diferenças entre leveduras naturais e comerciais, além da influência do oxigênio na produção de vinhos tintos e brancos, revelando como a ciência e a técnica garantem qualidade e equilíbrio à bebida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No programa Música e Vinho, o sommelier Jonas Eduardo explica como a fermentação alcoólica transforma o mosto em vinho e destaca o papel essencial das leveduras nesse processo. O especialista aborda as diferenças entre leveduras naturais e comerciais, além da influência do oxigênio na produção de vinhos tintos e brancos, revelando como a ciência e a técnica garantem qualidade e equilíbrio à bebida.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA: O PROCESSO QUE DÁ VIDA AO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[APLICATIVOS DE VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS ROSES ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[PENAS, PATO E PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Alguém tem dúvida da harmonia entre chá com bolo, arroz e feijão, café com leite, queijo e goiabada? Mas o que explica essa harmonia?

Eu não sei de nenhuma regra ou livro que explique ou oriente a bela parceria entre o chá com bolo, por exemplo. Mas eles combinam. Não é uma simples mistura. Se for o bolo de queijo e arroz da nossa capital, então, tem muita história. A receita, o carinho e a imagem de simplicidade e hospitalidade vêm junto.

No vinho também é assim. Harmonizar não é uma ciência exata. Não é só misturar. É a sensibilidade e a experiência criada que geram prazer e conforto ao paladar.

Mas eu posso compartilhar algumas experiências sobre o que já deu certo comigo.

Pratos com cogumelo combinam com vinhos da uva Pinot Noir. Peixes de rio combinam com vinhos brancos da uva Chardonnay. O churrasco fica perfeito com os vinhos tintos da uva Malbec.

Se a receita do dia for um ossobuco, nem vou citar nomes de uvas, mas, principalmente, vinhos tintos mais fortes e alcoólicos. Camarão combina com vinhos rosés franceses, especialmente. Um ceviche, com aquela acidez gostosa, pode ser harmonizado com um Sauvignon Blanc.

Tortas de frutas combinam com espumantes da uva Moscatel; chocolates, com Vinho do Porto; saladas e soufflés, ou todos os pratos à base de vegetais, com um bom Pinot Grigio bem geladinho.

Massas italianas à bolonhesa podem ser harmonizadas com um Chianti ou um Valpolicella.

Carnes com temperos mais apimentados pedem a uva Syrah. Cordeiro combina com Tempranillo ou Carménère.

E a carne de panela, ou o famoso Bife Bourguignon, pode ser harmonizada com uma Cabernet Franc com Merlot, ou o próprio corte bordalês da França: a mistura entre as três uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Alguém tem dúvida da harmonia entre chá com bolo, arroz e feijão, café com leite, queijo e goiabada? Mas o que explica essa harmonia?

Eu não sei de nenhuma regra ou livro que explique ou oriente a bela parceria entre o chá com bolo, por exemplo. Mas eles combinam. Não é uma simples mistura. Se for o bolo de queijo e arroz da nossa capital, então, tem muita história. A receita, o carinho e a imagem de simplicidade e hospitalidade vêm junto.

No vinho também é assim. Harmonizar não é uma ciência exata. Não é só misturar. É a sensibilidade e a experiência criada que geram prazer e conforto ao paladar.

Mas eu posso compartilhar algumas experiências sobre o que já deu certo comigo.

Pratos com cogumelo combinam com vinhos da uva Pinot Noir. Peixes de rio combinam com vinhos brancos da uva Chardonnay. O churrasco fica perfeito com os vinhos tintos da uva Malbec.

Se a receita do dia for um ossobuco, nem vou citar nomes de uvas, mas, principalmente, vinhos tintos mais fortes e alcoólicos. Camarão combina com vinhos rosés franceses, especialmente. Um ceviche, com aquela acidez gostosa, pode ser harmonizado com um Sauvignon Blanc.

Tortas de frutas combinam com espumantes da uva Moscatel; chocolates, com Vinho do Porto; saladas e soufflés, ou todos os pratos à base de vegetais, com um bom Pinot Grigio bem geladinho.

Massas italianas à bolonhesa podem ser harmonizadas com um Chianti ou um Valpolicella.

Carnes com temperos mais apimentados pedem a uva Syrah. Cordeiro combina com Tempranillo ou Carménère.

E a carne de panela, ou o famoso Bife Bourguignon, pode ser harmonizada com uma Cabernet Franc com Merlot, ou o próprio corte bordalês da França: a mistura entre as três uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Alguém tem dúvida da harmonia entre chá com bolo, arroz e feijão, café com leite, queijo e goiabada? Mas o que explica essa harmonia?

Eu não sei de nenhuma regra ou livro que explique ou oriente a bela parceria entre o chá com bolo, por exemplo. Mas eles combinam. Não é uma simples mistura. Se for o bolo de queijo e arroz da nossa capital, então, tem muita história. A receita, o carinho e a imagem de simplicidade e hospitalidade vêm junto.

No vinho também é assim. Harmonizar não é uma ciência exata. Não é só misturar. É a sensibilidade e a experiência criada que geram prazer e conforto ao paladar.

Mas eu posso compartilhar algumas experiências sobre o que já deu certo comigo.

Pratos com cogumelo combinam com vinhos da uva Pinot Noir. Peixes de rio combinam com vinhos brancos da uva Chardonnay. O churrasco fica perfeito com os vinhos tintos da uva Malbec.

Se a receita do dia for um ossobuco, nem vou citar nomes de uvas, mas, principalmente, vinhos tintos mais fortes e alcoólicos. Camarão combina com vinhos rosés franceses, especialmente. Um ceviche, com aquela acidez gostosa, pode ser harmonizado com um Sauvignon Blanc.

Tortas de frutas combinam com espumantes da uva Moscatel; chocolates, com Vinho do Porto; saladas e soufflés, ou todos os pratos à base de vegetais, com um bom Pinot Grigio bem geladinho.

Massas italianas à bolonhesa podem ser harmonizadas com um Chianti ou um Valpolicella.

Carnes com temperos mais apimentados pedem a uva Syrah. Cordeiro combina com Tempranillo ou Carménère.

E a carne de panela, ou o famoso Bife Bourguignon, pode ser harmonizada com uma Cabernet Franc com Merlot, ou o próprio corte bordalês da França: a mistura entre as três uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Alguém tem dúvida da harmonia entre chá com bolo, arroz e feijão, café com leite, queijo e goiabada? Mas o que explica essa harmonia?

Eu não sei de nenhuma regra ou livro que explique ou oriente a bela parceria entre o chá com bolo, por exemplo. Mas eles combinam. Não é uma simples mistura. Se for o bolo de queijo e arroz da nossa capital, então, tem muita história. A receita, o carinho e a imagem de simplicidade e hospitalidade vêm junto.

No vinho também é assim. Harmonizar não é uma ciência exata. Não é só misturar. É a sensibilidade e a experiência criada que geram prazer e conforto ao paladar.

Mas eu posso compartilhar algumas experiências sobre o que já deu certo comigo.

Pratos com cogumelo combinam com vinhos da uva Pinot Noir. Peixes de rio combinam com vinhos brancos da uva Chardonnay. O churrasco fica perfeito com os vinhos tintos da uva Malbec.

Se a receita do dia for um ossobuco, nem vou citar nomes de uvas, mas, principalmente, vinhos tintos mais fortes e alcoólicos. Camarão combina com vinhos rosés franceses, especialmente. Um ceviche, com aquela acidez gostosa, pode ser harmonizado com um Sauvignon Blanc.

Tortas de frutas combinam com espumantes da uva Moscatel; chocolates, com Vinho do Porto; saladas e soufflés, ou todos os pratos à base de vegetais, com um bom Pinot Grigio bem geladinho.

Massas italianas à bolonhesa podem ser harmonizadas com um Chianti ou um Valpolicella.

Carnes com temperos mais apimentados pedem a uva Syrah. Cordeiro combina com Tempranillo ou Carménère.

E a carne de panela, ou o famoso Bife Bourguignon, pode ser harmonizada com uma Cabernet Franc com Merlot, ou o próprio corte bordalês da França: a mistura entre as três uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ HARMONIZAR NÃO É UMA CIÊNCIA EXATA ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO E SUAS HARMONIZAÇÕES ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BORDÔ TINTO ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber, saber viver.
Com a melhor música Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Eu quero muito te inspirar a degustar vinhos diferentes. Eu sou Kezia Giugni, sommelier, e hoje quero te convidar a descobrir um vinho fora do comum: o Tara Pinot Noir.

Tara, em espanhol, significa imperfeito, e essa é justamente a filosofia desse vinho da Viña Ventisquero. O Tara Pinot Noir não é clarificado nem filtrado, e isso já aparece na garrafa: um vinho naturalmente turvo, que assume sua imperfeição como parte da identidade.

O desafio começa no Deserto do Atacama, onde a umidade vem quase exclusivamente da neblina do Pacífico, chamada Camanchaca. Um ambiente extremo que imprime caráter único às uvas.

O Tara Pinot Noir tem ainda outra particularidade no seu envelhecimento:
60% do vinho amadurece por 24 meses em foudres, grandes barris de cerca de 1.500 litros, e 40% em tanques de concreto de 1.000 litros. Os foudres, essa técnica antiga preservada em regiões como o Piemonte, no norte da Itália, permitem uma menor interferência da madeira, respeitando ao máximo a expressão do vinho.

Nos aromas, encontramos notas de framboesa, cereja e cogumelos. Em boca, é surpreendentemente intenso para um Pinot Noir: um vinho presente, profundo, com um delicado toque de salinidade vindo da influência do Oceano Pacífico.

Na harmonização, ele vai muito bem com carnes como pato, javali e, por que não, um pernil, que cai perfeitamente com o Tara Pinot Noir.

E lembre-se sempre: vinho é para inspirar, com moderação e responsabilidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber, saber viver.
Com a melhor música Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Eu quero muito te inspirar a degustar vinhos diferentes. Eu sou Kezia Giugni, sommelier, e hoje quero te convidar a descobrir um vinho fora do comum: o Tara Pinot Noir.

Tara, em espanhol, significa imperfeito, e essa é justamente a filosofia desse vinho da Viña Ventisquero. O Tara Pinot Noir não é clarificado nem filtrado, e isso já aparece na garrafa: um vinho naturalmente turvo, que assume sua imperfeição como parte da identidade.

O desafio começa no Deserto do Atacama, onde a umidade vem quase exclusivamente da neblina do Pacífico, chamada Camanchaca. Um ambiente extremo que imprime caráter único às uvas.

O Tara Pinot Noir tem ainda outra particularidade no seu envelhecimento:
60% do vinho amadurece por 24 meses em foudres, grandes barris de cerca de 1.500 litros, e 40% em tanques de concreto de 1.000 litros. Os foudres, essa técnica antiga preservada em regiões como o Piemonte, no norte da Itália, permitem uma menor interferência da madeira, respeitando ao máximo a expressão do vinho.

Nos aromas, encontramos notas de framboesa, cereja e cogumelos. Em boca, é surpreendentemente intenso para um Pinot Noir: um vinho presente, profundo, com um delicado toque de salinidade vindo da influência do Oceano Pacífico.

Na harmonização, ele vai muito bem com carnes como pato, javali e, por que não, um pernil, que cai perfeitamente com o Tara Pinot Noir.

E lembre-se sempre: vinho é para inspirar, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber, saber viver.
Com a melhor música Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Eu quero muito te inspirar a degustar vinhos diferentes. Eu sou Kezia Giugni, sommelier, e hoje quero te convidar a descobrir um vinho fora do comum: o Tara Pinot Noir.

Tara, em espanhol, significa imperfeito, e essa é justamente a filosofia desse vinho da Viña Ventisquero. O Tara Pinot Noir não é clarificado nem filtrado, e isso já aparece na garrafa: um vinho naturalmente turvo, que assume sua imperfeição como parte da identidade.

O desafio começa no Deserto do Atacama, onde a umidade vem quase exclusivamente da neblina do Pacífico, chamada Camanchaca. Um ambiente extremo que imprime caráter único às uvas.

O Tara Pinot Noir tem ainda outra particularidade no seu envelhecimento:
60% do vinho amadurece por 24 meses em foudres, grandes barris de cerca de 1.500 litros, e 40% em tanques de concreto de 1.000 litros. Os foudres, essa técnica antiga preservada em regiões como o Piemonte, no norte da Itália, permitem uma menor interferência da madeira, respeitando ao máximo a expressão do vinho.

Nos aromas, encontramos notas de framboesa, cereja e cogumelos. Em boca, é surpreendentemente intenso para um Pinot Noir: um vinho presente, profundo, com um delicado toque de salinidade vindo da influência do Oceano Pacífico.

Na harmonização, ele vai muito bem com carnes como pato, javali e, por que não, um pernil, que cai perfeitamente com o Tara Pinot Noir.

E lembre-se sempre: vinho é para inspirar, com moderação e responsabilidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber, saber viver.
Com a melhor música Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Eu quero muito te inspirar a degustar vinhos diferentes. Eu sou Kezia Giugni, sommelier, e hoje quero te convidar a descobrir um vinho fora do comum: o Tara Pinot Noir.

Tara, em espanhol, significa imperfeito, e essa é justamente a filosofia desse vinho da Viña Ventisquero. O Tara Pinot Noir não é clarificado nem filtrado, e isso já aparece na garrafa: um vinho naturalmente turvo, que assume sua imperfeição como parte da identidade.

O desafio começa no Deserto do Atacama, onde a umidade vem quase exclusivamente da neblina do Pacífico, chamada Camanchaca. Um ambiente extremo que imprime caráter único às uvas.

O Tara Pinot Noir tem ainda outra particularidade no seu envelhecimento:
60% do vinho amadurece por 24 meses em foudres, grandes barris de cerca de 1.500 litros, e 40% em tanques de concreto de 1.000 litros. Os foudres, essa técnica antiga preservada em regiões como o Piemonte, no norte da Itália, permitem uma menor interferência da madeira, respeitando ao máximo a expressão do vinho.

Nos aromas, encontramos notas de framboesa, cereja e cogumelos. Em boca, é surpreendentemente intenso para um Pinot Noir: um vinho presente, profundo, com um delicado toque de salinidade vindo da influência do Oceano Pacífico.

Na harmonização, ele vai muito bem com carnes como pato, javali e, por que não, um pernil, que cai perfeitamente com o Tara Pinot Noir.

E lembre-se sempre: vinho é para inspirar, com moderação e responsabilidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TARA PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PENAS, PATO E PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO ROSE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir, até uns 10 anos.

O Mattiarello e Monteputiano d'Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você: você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto? Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir, até uns 10 anos.

O Mattiarello e Monteputiano d'Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você: você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto? Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir, até uns 10 anos.

O Mattiarello e Monteputiano d'Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você: você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto? Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir, até uns 10 anos.

O Mattiarello e Monteputiano d'Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você: você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto? Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHEDOS EM ABRUZZO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[SO2 COMO ELEMENTO DE FABRICAÇÃO DO VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 29 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. Hoje vamos à arte da tanoaria.

“Tanoa” significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril. A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a que apresenta melhor porosidade, possibilitando a micro-oxigenação, superimportante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho tem impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, resistência — podendo durar até 100 anos, e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes superimportantes, que vai aparecer no seu vinho, é a tosta do barril. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. A tosta pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator é a qualidade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante. O padrão é de 225 litros e, quanto menor o barril, maior a influência no estilo do vinho.

O uso do barril de carvalho influencia, inclusive, a regulamentação da classificação de vinhos na região de Rioja, na Espanha. A classificação é feita com base no envelhecimento em madeira. Já falamos sobre esse assunto, mas só para lembrar: os vinhos mais jovens podem não ter estágio em madeira ou ter um período inferior; os Crianza passam 12 meses na madeira e mais tempo em garrafa; os Reserva ficam 12 meses em madeira e mais quatro anos em garrafa; e os Gran Reserva passam 24 meses em madeira e seis anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos tintos, além da estrutura, da textura, da evolução dos aromas e também do sabor do vinho.

Por trás de cada barrica há uma história. Uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. Hoje vamos à arte da tanoaria.

“Tanoa” significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril. A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a que apresenta melhor porosidade, possibilitando a micro-oxigenação, superimportante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho tem impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, resistência — podendo durar até 100 anos, e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes superimportantes, que vai aparecer no seu vinho, é a tosta do barril. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. A tosta pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator é a qualidade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante. O padrão é de 225 litros e, quanto menor o barril, maior a influência no estilo do vinho.

O uso do barril de carvalho influencia, inclusive, a regulamentação da classificação de vinhos na região de Rioja, na Espanha. A classificação é feita com base no envelhecimento em madeira. Já falamos sobre esse assunto, mas só para lembrar: os vinhos mais jovens podem não ter estágio em madeira ou ter um período inferior; os Crianza passam 12 meses na madeira e mais tempo em garrafa; os Reserva ficam 12 meses em madeira e mais quatro anos em garrafa; e os Gran Reserva passam 24 meses em madeira e seis anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos tintos, além da estrutura, da textura, da evolução dos aromas e também do sabor do vinho.

Por trás de cada barrica há uma história. Uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. Hoje vamos à arte da tanoaria.

“Tanoa” significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril. A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a que apresenta melhor porosidade, possibilitando a micro-oxigenação, superimportante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho tem impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, resistência — podendo durar até 100 anos, e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes superimportantes, que vai aparecer no seu vinho, é a tosta do barril. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. A tosta pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator é a qualidade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante. O padrão é de 225 litros e, quanto menor o barril, maior a influência no estilo do vinho.

O uso do barril de carvalho influencia, inclusive, a regulamentação da classificação de vinhos na região de Rioja, na Espanha. A classificação é feita com base no envelhecimento em madeira. Já falamos sobre esse assunto, mas só para lembrar: os vinhos mais jovens podem não ter estágio em madeira ou ter um período inferior; os Crianza passam 12 meses na madeira e mais tempo em garrafa; os Reserva ficam 12 meses em madeira e mais quatro anos em garrafa; e os Gran Reserva passam 24 meses em madeira e seis anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos tintos, além da estrutura, da textura, da evolução dos aromas e também do sabor do vinho.

Por trás de cada barrica há uma história. Uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. Hoje vamos à arte da tanoaria.

“Tanoa” significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril. A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a que apresenta melhor porosidade, possibilitando a micro-oxigenação, superimportante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho tem impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, resistência — podendo durar até 100 anos, e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes superimportantes, que vai aparecer no seu vinho, é a tosta do barril. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. A tosta pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator é a qualidade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante. O padrão é de 225 litros e, quanto menor o barril, maior a influência no estilo do vinho.

O uso do barril de carvalho influencia, inclusive, a regulamentação da classificação de vinhos na região de Rioja, na Espanha. A classificação é feita com base no envelhecimento em madeira. Já falamos sobre esse assunto, mas só para lembrar: os vinhos mais jovens podem não ter estágio em madeira ou ter um período inferior; os Crianza passam 12 meses na madeira e mais tempo em garrafa; os Reserva ficam 12 meses em madeira e mais quatro anos em garrafa; e os Gran Reserva passam 24 meses em madeira e seis anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos tintos, além da estrutura, da textura, da evolução dos aromas e também do sabor do vinho.

Por trás de cada barrica há uma história. Uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ARTE DA TANOARIA ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O VINHO E SEUS DEUSES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tem uma vinícola brasileira que está ousando e provocando o mercado. A Pisato, do Vale dos Vinhedos, que já comentei sobre o Fausto Merlot e o espumante Brut Natur, que segue a tendência de zero açúcar. Bom pra nós, porque açúcar só tira nossa energia.

A Pisato está plantando e elaborando vinhos com uvas bem diferentes, como o Alicante Boucher, desde 2004, e a uva Egeodola, uma das poucas versões dessa uva no Brasil, mas ainda não degustei.

Está apostando também na Merlot, que há muito tempo o Brasil está tentando colocar como uva-bandeira, e outras versões ainda em assemblage.

Ganhei e degustei o Pisato Consentos. Consentos, em latim, é harmonia, consenso. E o vinho é o perfeito consenso entre Merlot, Cabernet Sauvignon e Taná, um assemblage.

O Consentos traz notas mais fechadas, como o bosque molhado, café com leite, ameixas, especiarias doces, como cravo, e chocolate. São 11 dias macerando, extraindo aromas e sabores das três uvas.

70% do vinho é Merlot, apesar de estar realmente se empenhando na uva Merlot. 70% do vinho é Merlot e, apesar de realmente estar se empenhando para que a Merlot seja a nossa uva-bandeira, o restante é 15% de Taná e 15% de Cabernet Sauvignon.

É bem encorpadinho para a maioria dos vinhos brasileiros. Tem uma persistência média longa, e a sugestão de harmonização são as caças, churrascos e molhos com vinho tinto.

Harmonizei com empadas de calabresa e molho fungue. Deu certo. E você? Também inventa harmonizações com vinhos em casa?

Aproveite e compartilhe comigo usando a hashtag música e vinho.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tem uma vinícola brasileira que está ousando e provocando o mercado. A Pisato, do Vale dos Vinhedos, que já comentei sobre o Fausto Merlot e o espumante Brut Natur, que segue a tendência de zero açúcar. Bom pra nós, porque açúcar só tira nossa energia.

A Pisato está plantando e elaborando vinhos com uvas bem diferentes, como o Alicante Boucher, desde 2004, e a uva Egeodola, uma das poucas versões dessa uva no Brasil, mas ainda não degustei.

Está apostando também na Merlot, que há muito tempo o Brasil está tentando colocar como uva-bandeira, e outras versões ainda em assemblage.

Ganhei e degustei o Pisato Consentos. Consentos, em latim, é harmonia, consenso. E o vinho é o perfeito consenso entre Merlot, Cabernet Sauvignon e Taná, um assemblage.

O Consentos traz notas mais fechadas, como o bosque molhado, café com leite, ameixas, especiarias doces, como cravo, e chocolate. São 11 dias macerando, extraindo aromas e sabores das três uvas.

70% do vinho é Merlot, apesar de estar realmente se empenhando na uva Merlot. 70% do vinho é Merlot e, apesar de realmente estar se empenhando para que a Merlot seja a nossa uva-bandeira, o restante é 15% de Taná e 15% de Cabernet Sauvignon.

É bem encorpadinho para a maioria dos vinhos brasileiros. Tem uma persistência média longa, e a sugestão de harmonização são as caças, churrascos e molhos com vinho tinto.

Harmonizei com empadas de calabresa e molho fungue. Deu certo. E você? Também inventa harmonizações com vinhos em casa?

Aproveite e compartilhe comigo usando a hashtag música e vinho.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tem uma vinícola brasileira que está ousando e provocando o mercado. A Pisato, do Vale dos Vinhedos, que já comentei sobre o Fausto Merlot e o espumante Brut Natur, que segue a tendência de zero açúcar. Bom pra nós, porque açúcar só tira nossa energia.

A Pisato está plantando e elaborando vinhos com uvas bem diferentes, como o Alicante Boucher, desde 2004, e a uva Egeodola, uma das poucas versões dessa uva no Brasil, mas ainda não degustei.

Está apostando também na Merlot, que há muito tempo o Brasil está tentando colocar como uva-bandeira, e outras versões ainda em assemblage.

Ganhei e degustei o Pisato Consentos. Consentos, em latim, é harmonia, consenso. E o vinho é o perfeito consenso entre Merlot, Cabernet Sauvignon e Taná, um assemblage.

O Consentos traz notas mais fechadas, como o bosque molhado, café com leite, ameixas, especiarias doces, como cravo, e chocolate. São 11 dias macerando, extraindo aromas e sabores das três uvas.

70% do vinho é Merlot, apesar de estar realmente se empenhando na uva Merlot. 70% do vinho é Merlot e, apesar de realmente estar se empenhando para que a Merlot seja a nossa uva-bandeira, o restante é 15% de Taná e 15% de Cabernet Sauvignon.

É bem encorpadinho para a maioria dos vinhos brasileiros. Tem uma persistência média longa, e a sugestão de harmonização são as caças, churrascos e molhos com vinho tinto.

Harmonizei com empadas de calabresa e molho fungue. Deu certo. E você? Também inventa harmonizações com vinhos em casa?

Aproveite e compartilhe comigo usando a hashtag música e vinho.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tem uma vinícola brasileira que está ousando e provocando o mercado. A Pisato, do Vale dos Vinhedos, que já comentei sobre o Fausto Merlot e o espumante Brut Natur, que segue a tendência de zero açúcar. Bom pra nós, porque açúcar só tira nossa energia.

A Pisato está plantando e elaborando vinhos com uvas bem diferentes, como o Alicante Boucher, desde 2004, e a uva Egeodola, uma das poucas versões dessa uva no Brasil, mas ainda não degustei.

Está apostando também na Merlot, que há muito tempo o Brasil está tentando colocar como uva-bandeira, e outras versões ainda em assemblage.

Ganhei e degustei o Pisato Consentos. Consentos, em latim, é harmonia, consenso. E o vinho é o perfeito consenso entre Merlot, Cabernet Sauvignon e Taná, um assemblage.

O Consentos traz notas mais fechadas, como o bosque molhado, café com leite, ameixas, especiarias doces, como cravo, e chocolate. São 11 dias macerando, extraindo aromas e sabores das três uvas.

70% do vinho é Merlot, apesar de estar realmente se empenhando na uva Merlot. 70% do vinho é Merlot e, apesar de realmente estar se empenhando para que a Merlot seja a nossa uva-bandeira, o restante é 15% de Taná e 15% de Cabernet Sauvignon.

É bem encorpadinho para a maioria dos vinhos brasileiros. Tem uma persistência média longa, e a sugestão de harmonização são as caças, churrascos e molhos com vinho tinto.

Harmonizei com empadas de calabresa e molho fungue. Deu certo. E você? Também inventa harmonizações com vinhos em casa?

Aproveite e compartilhe comigo usando a hashtag música e vinho.
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      <title><![CDATA[PIZZATO DO VALE DOS VINHEDOS ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística o período da colheita, chamado de “andare a funghi”, quando todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. O cogumelo Paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o Paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; e o champignon, que eu amo fresco. E todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística o período da colheita, chamado de “andare a funghi”, quando todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. O cogumelo Paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o Paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; e o champignon, que eu amo fresco. E todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística o período da colheita, chamado de “andare a funghi”, quando todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. O cogumelo Paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o Paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; e o champignon, que eu amo fresco. E todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística o período da colheita, chamado de “andare a funghi”, quando todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. O cogumelo Paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o Paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; e o champignon, que eu amo fresco. E todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PÁTRIA DOS COGUMELOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[VINHO MAIS AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Adoro as lendas e mitologias em torno do mundo do vinho. Imagine a deusa da luz, da lua e do sol espalhando brilho e luminosidade. Essa é Theia, a deusa que dá nome ao espumante brasileiro da vinícola Hélios, produzido em Bento Gonçalves.

Um super espumante no método champenoise, elaborado com 93% da uva branca Chardonnay e 7% da tinta Pinot Noir. Apenas 900 garrafas foram produzidas em um único lote.

Amadurece sobre as borras, o que traz complexos aromas de pão, lembrando brioche, muito floral, fresco, com perlage fino e abundante. Notas cítricas e acidez bem presente.

Poucos espumantes me ganham de cara, porque normalmente trazem muita doçura. O Theia tem a cor esverdeada, que eu acho linda, notas acentuadas de pão, sabor bem seco, mas harmonioso com a acidez e o frescor.

O espumante Theia abrilhantou o meu dia, brindou a amizade e a qualidade dos vinhos brasileiros.

Degustei como aperitivo, mas cabe muito bem com uma paella, um bacalhau e até um risoto de camarão.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Adoro as lendas e mitologias em torno do mundo do vinho. Imagine a deusa da luz, da lua e do sol espalhando brilho e luminosidade. Essa é Theia, a deusa que dá nome ao espumante brasileiro da vinícola Hélios, produzido em Bento Gonçalves.

Um super espumante no método champenoise, elaborado com 93% da uva branca Chardonnay e 7% da tinta Pinot Noir. Apenas 900 garrafas foram produzidas em um único lote.

Amadurece sobre as borras, o que traz complexos aromas de pão, lembrando brioche, muito floral, fresco, com perlage fino e abundante. Notas cítricas e acidez bem presente.

Poucos espumantes me ganham de cara, porque normalmente trazem muita doçura. O Theia tem a cor esverdeada, que eu acho linda, notas acentuadas de pão, sabor bem seco, mas harmonioso com a acidez e o frescor.

O espumante Theia abrilhantou o meu dia, brindou a amizade e a qualidade dos vinhos brasileiros.

Degustei como aperitivo, mas cabe muito bem com uma paella, um bacalhau e até um risoto de camarão.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Adoro as lendas e mitologias em torno do mundo do vinho. Imagine a deusa da luz, da lua e do sol espalhando brilho e luminosidade. Essa é Theia, a deusa que dá nome ao espumante brasileiro da vinícola Hélios, produzido em Bento Gonçalves.

Um super espumante no método champenoise, elaborado com 93% da uva branca Chardonnay e 7% da tinta Pinot Noir. Apenas 900 garrafas foram produzidas em um único lote.

Amadurece sobre as borras, o que traz complexos aromas de pão, lembrando brioche, muito floral, fresco, com perlage fino e abundante. Notas cítricas e acidez bem presente.

Poucos espumantes me ganham de cara, porque normalmente trazem muita doçura. O Theia tem a cor esverdeada, que eu acho linda, notas acentuadas de pão, sabor bem seco, mas harmonioso com a acidez e o frescor.

O espumante Theia abrilhantou o meu dia, brindou a amizade e a qualidade dos vinhos brasileiros.

Degustei como aperitivo, mas cabe muito bem com uma paella, um bacalhau e até um risoto de camarão.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Adoro as lendas e mitologias em torno do mundo do vinho. Imagine a deusa da luz, da lua e do sol espalhando brilho e luminosidade. Essa é Theia, a deusa que dá nome ao espumante brasileiro da vinícola Hélios, produzido em Bento Gonçalves.

Um super espumante no método champenoise, elaborado com 93% da uva branca Chardonnay e 7% da tinta Pinot Noir. Apenas 900 garrafas foram produzidas em um único lote.

Amadurece sobre as borras, o que traz complexos aromas de pão, lembrando brioche, muito floral, fresco, com perlage fino e abundante. Notas cítricas e acidez bem presente.

Poucos espumantes me ganham de cara, porque normalmente trazem muita doçura. O Theia tem a cor esverdeada, que eu acho linda, notas acentuadas de pão, sabor bem seco, mas harmonioso com a acidez e o frescor.

O espumante Theia abrilhantou o meu dia, brindou a amizade e a qualidade dos vinhos brasileiros.

Degustei como aperitivo, mas cabe muito bem com uma paella, um bacalhau e até um risoto de camarão.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LENDAS E MITOS DO MUNDO DO VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO PINOT NOIR E SAUVIGNON BLANC]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No Música e Vinho, você fica sabendo de tudo que acontece no mundo do vinho, por aqui, no Brasil e pelo mundo. Uma das entidades mais respeitadas e também a mais antiga de vinhos do Brasil é a ESBAVE, Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho, fundada há 38 anos, em 1980, em São Paulo. A entidade tem a missão de reunir, congregar e integrar apreciadores, estudiosos, enófilos, enólogos e todos que tenham interesse em degustar e estudar vinhos.

A ESBAVE tem como objetivo também difundir a cultura social do vinho, debatendo e promovendo com as instituições públicas ou particulares ligadas à enologia e à vitivinicultura. Em 2018, a ESBAVE realizou ações como viagens à região vinícula de Santa Catarina, no Brasil, e muitas degustações, como conceitos básicos de vinho, vinhos franceses, alemães, espanhóis e brasileiros, além de eventos de confraternização entre os sócios.

Você também pode se associar e fazer parte desta super confraria e ter benefícios em descontos de algumas importadoras pelo Brasil. No biênio 2019 a 2021, assume a presidência o sommelier Manuel Luz, a quem deseja o sucesso na nova gestão. Mais notícias sobre o mundo do vinho você fica sabendo aqui, no Música e Vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No Música e Vinho, você fica sabendo de tudo que acontece no mundo do vinho, por aqui, no Brasil e pelo mundo. Uma das entidades mais respeitadas e também a mais antiga de vinhos do Brasil é a ESBAVE, Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho, fundada há 38 anos, em 1980, em São Paulo. A entidade tem a missão de reunir, congregar e integrar apreciadores, estudiosos, enófilos, enólogos e todos que tenham interesse em degustar e estudar vinhos.

A ESBAVE tem como objetivo também difundir a cultura social do vinho, debatendo e promovendo com as instituições públicas ou particulares ligadas à enologia e à vitivinicultura. Em 2018, a ESBAVE realizou ações como viagens à região vinícula de Santa Catarina, no Brasil, e muitas degustações, como conceitos básicos de vinho, vinhos franceses, alemães, espanhóis e brasileiros, além de eventos de confraternização entre os sócios.

Você também pode se associar e fazer parte desta super confraria e ter benefícios em descontos de algumas importadoras pelo Brasil. No biênio 2019 a 2021, assume a presidência o sommelier Manuel Luz, a quem deseja o sucesso na nova gestão. Mais notícias sobre o mundo do vinho você fica sabendo aqui, no Música e Vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No Música e Vinho, você fica sabendo de tudo que acontece no mundo do vinho, por aqui, no Brasil e pelo mundo. Uma das entidades mais respeitadas e também a mais antiga de vinhos do Brasil é a ESBAVE, Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho, fundada há 38 anos, em 1980, em São Paulo. A entidade tem a missão de reunir, congregar e integrar apreciadores, estudiosos, enófilos, enólogos e todos que tenham interesse em degustar e estudar vinhos.

A ESBAVE tem como objetivo também difundir a cultura social do vinho, debatendo e promovendo com as instituições públicas ou particulares ligadas à enologia e à vitivinicultura. Em 2018, a ESBAVE realizou ações como viagens à região vinícula de Santa Catarina, no Brasil, e muitas degustações, como conceitos básicos de vinho, vinhos franceses, alemães, espanhóis e brasileiros, além de eventos de confraternização entre os sócios.

Você também pode se associar e fazer parte desta super confraria e ter benefícios em descontos de algumas importadoras pelo Brasil. No biênio 2019 a 2021, assume a presidência o sommelier Manuel Luz, a quem deseja o sucesso na nova gestão. Mais notícias sobre o mundo do vinho você fica sabendo aqui, no Música e Vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No Música e Vinho, você fica sabendo de tudo que acontece no mundo do vinho, por aqui, no Brasil e pelo mundo. Uma das entidades mais respeitadas e também a mais antiga de vinhos do Brasil é a ESBAVE, Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho, fundada há 38 anos, em 1980, em São Paulo. A entidade tem a missão de reunir, congregar e integrar apreciadores, estudiosos, enófilos, enólogos e todos que tenham interesse em degustar e estudar vinhos.

A ESBAVE tem como objetivo também difundir a cultura social do vinho, debatendo e promovendo com as instituições públicas ou particulares ligadas à enologia e à vitivinicultura. Em 2018, a ESBAVE realizou ações como viagens à região vinícula de Santa Catarina, no Brasil, e muitas degustações, como conceitos básicos de vinho, vinhos franceses, alemães, espanhóis e brasileiros, além de eventos de confraternização entre os sócios.

Você também pode se associar e fazer parte desta super confraria e ter benefícios em descontos de algumas importadoras pelo Brasil. No biênio 2019 a 2021, assume a presidência o sommelier Manuel Luz, a quem deseja o sucesso na nova gestão. Mais notícias sobre o mundo do vinho você fica sabendo aqui, no Música e Vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOCIEDADE BRASILEIRA DOS AMIGOS DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[MESTRE DO VINHO - JOGO DE TABULEIRO ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvintes da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nosso compromisso diário com uma taça de conhecimento sobre o infinito mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre um fato histórico que mudou o mundo do vinho para sempre.

Em 1976, foi realizada uma degustação às cegas em Paris, com o intuito de promover os vinhos do Novo Mundo e celebrar os 200 anos da independência dos Estados Unidos. A estratégia foi colocar alguns vinhos produzidos nos Estados Unidos entre emblemáticos franceses de Bordeaux e da Borgonha.

Sem saber quais vinhos estavam degustando, os jurados atribuíram suas notas. No final, o que parecia impossível aconteceu.

Um Chardonnay da Califórnia, chamado Chateau Montelena, da safra de 1973, foi classificado em primeiro lugar.

Na classificação dos vinhos tintos, a Califórnia ficou em primeiro lugar também, com o vinho Stag's Leap, da safra de 1973, um tinto encorpado, 100% Cabernet Sauvignon.

Enquanto o evento acontecia, foi solicitada pelos avaliadores uma contraprova e, finalmente, foi constatada a qualidade dos vinhos americanos naquele momento.

Rapidamente, a notícia se espalhou, e os vinhos vencedores se esgotaram em alguns dias nas adegas dos Estados Unidos.

Depois dessa degustação, o mundo mudou o olhar perante os vinhos do Novo Mundo.

A França tem sua alta qualidade no mundo dos vinhos, isso é inquestionável, devido ao seu conhecimento de produção e à alta qualidade do terroir. Porém, não é sensato fechar os olhos para as diversas propostas de vinho pelo mundo afora.

Um brinde à extraordinária safra de 1973, lá na Califórnia, e ao Novo e ao Velho Mundo do vinho.

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí: @Jonas.Somelier.

Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvintes da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nosso compromisso diário com uma taça de conhecimento sobre o infinito mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre um fato histórico que mudou o mundo do vinho para sempre.

Em 1976, foi realizada uma degustação às cegas em Paris, com o intuito de promover os vinhos do Novo Mundo e celebrar os 200 anos da independência dos Estados Unidos. A estratégia foi colocar alguns vinhos produzidos nos Estados Unidos entre emblemáticos franceses de Bordeaux e da Borgonha.

Sem saber quais vinhos estavam degustando, os jurados atribuíram suas notas. No final, o que parecia impossível aconteceu.

Um Chardonnay da Califórnia, chamado Chateau Montelena, da safra de 1973, foi classificado em primeiro lugar.

Na classificação dos vinhos tintos, a Califórnia ficou em primeiro lugar também, com o vinho Stag's Leap, da safra de 1973, um tinto encorpado, 100% Cabernet Sauvignon.

Enquanto o evento acontecia, foi solicitada pelos avaliadores uma contraprova e, finalmente, foi constatada a qualidade dos vinhos americanos naquele momento.

Rapidamente, a notícia se espalhou, e os vinhos vencedores se esgotaram em alguns dias nas adegas dos Estados Unidos.

Depois dessa degustação, o mundo mudou o olhar perante os vinhos do Novo Mundo.

A França tem sua alta qualidade no mundo dos vinhos, isso é inquestionável, devido ao seu conhecimento de produção e à alta qualidade do terroir. Porém, não é sensato fechar os olhos para as diversas propostas de vinho pelo mundo afora.

Um brinde à extraordinária safra de 1973, lá na Califórnia, e ao Novo e ao Velho Mundo do vinho.

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí: @Jonas.Somelier.

Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvintes da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nosso compromisso diário com uma taça de conhecimento sobre o infinito mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre um fato histórico que mudou o mundo do vinho para sempre.

Em 1976, foi realizada uma degustação às cegas em Paris, com o intuito de promover os vinhos do Novo Mundo e celebrar os 200 anos da independência dos Estados Unidos. A estratégia foi colocar alguns vinhos produzidos nos Estados Unidos entre emblemáticos franceses de Bordeaux e da Borgonha.

Sem saber quais vinhos estavam degustando, os jurados atribuíram suas notas. No final, o que parecia impossível aconteceu.

Um Chardonnay da Califórnia, chamado Chateau Montelena, da safra de 1973, foi classificado em primeiro lugar.

Na classificação dos vinhos tintos, a Califórnia ficou em primeiro lugar também, com o vinho Stag's Leap, da safra de 1973, um tinto encorpado, 100% Cabernet Sauvignon.

Enquanto o evento acontecia, foi solicitada pelos avaliadores uma contraprova e, finalmente, foi constatada a qualidade dos vinhos americanos naquele momento.

Rapidamente, a notícia se espalhou, e os vinhos vencedores se esgotaram em alguns dias nas adegas dos Estados Unidos.

Depois dessa degustação, o mundo mudou o olhar perante os vinhos do Novo Mundo.

A França tem sua alta qualidade no mundo dos vinhos, isso é inquestionável, devido ao seu conhecimento de produção e à alta qualidade do terroir. Porém, não é sensato fechar os olhos para as diversas propostas de vinho pelo mundo afora.

Um brinde à extraordinária safra de 1973, lá na Califórnia, e ao Novo e ao Velho Mundo do vinho.

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí: @Jonas.Somelier.

Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvintes da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nosso compromisso diário com uma taça de conhecimento sobre o infinito mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre um fato histórico que mudou o mundo do vinho para sempre.

Em 1976, foi realizada uma degustação às cegas em Paris, com o intuito de promover os vinhos do Novo Mundo e celebrar os 200 anos da independência dos Estados Unidos. A estratégia foi colocar alguns vinhos produzidos nos Estados Unidos entre emblemáticos franceses de Bordeaux e da Borgonha.

Sem saber quais vinhos estavam degustando, os jurados atribuíram suas notas. No final, o que parecia impossível aconteceu.

Um Chardonnay da Califórnia, chamado Chateau Montelena, da safra de 1973, foi classificado em primeiro lugar.

Na classificação dos vinhos tintos, a Califórnia ficou em primeiro lugar também, com o vinho Stag's Leap, da safra de 1973, um tinto encorpado, 100% Cabernet Sauvignon.

Enquanto o evento acontecia, foi solicitada pelos avaliadores uma contraprova e, finalmente, foi constatada a qualidade dos vinhos americanos naquele momento.

Rapidamente, a notícia se espalhou, e os vinhos vencedores se esgotaram em alguns dias nas adegas dos Estados Unidos.

Depois dessa degustação, o mundo mudou o olhar perante os vinhos do Novo Mundo.

A França tem sua alta qualidade no mundo dos vinhos, isso é inquestionável, devido ao seu conhecimento de produção e à alta qualidade do terroir. Porém, não é sensato fechar os olhos para as diversas propostas de vinho pelo mundo afora.

Um brinde à extraordinária safra de 1973, lá na Califórnia, e ao Novo e ao Velho Mundo do vinho.

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí: @Jonas.Somelier.

Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A REVOLUÇÃO SILENCIOSA DO VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.

Com a melhor música no ar.

Música & Vinho, com a sommelier Kezia giugni.

O sul da Itália não para de nos surpreender, desta vez, com a uva Aglianico, do grego Eleanico, que significa “o que vem da Grécia”.

Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século VII antes de Cristo, em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e Basilicata.

As características da uva Aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento.

Degustei o Colepetrito Aglianico, com dez dias de maceração e remontagem diária, para extrair ainda mais potencial do vinho,  mais extratos.

Tem notas de chocolate, especiarias e café, e uma boa persistência.
Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média.

É um vinho ideal para queijos temperados, carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como cordeiro, bem estruturado, envolvente e persistente.

Alguns vinhos da uva Aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes, que são comparados aos vinhos Barolos, produzidos ao norte da Itália.
Por isso, os Aglianicos ganham também o apelido de “Barolos do Sul”.

Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.

Com a melhor música no ar.

Música & Vinho, com a sommelier Kezia giugni.

O sul da Itália não para de nos surpreender, desta vez, com a uva Aglianico, do grego Eleanico, que significa “o que vem da Grécia”.

Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século VII antes de Cristo, em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e Basilicata.

As características da uva Aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento.

Degustei o Colepetrito Aglianico, com dez dias de maceração e remontagem diária, para extrair ainda mais potencial do vinho,  mais extratos.

Tem notas de chocolate, especiarias e café, e uma boa persistência.
Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média.

É um vinho ideal para queijos temperados, carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como cordeiro, bem estruturado, envolvente e persistente.

Alguns vinhos da uva Aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes, que são comparados aos vinhos Barolos, produzidos ao norte da Itália.
Por isso, os Aglianicos ganham também o apelido de “Barolos do Sul”.

Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.

Com a melhor música no ar.

Música & Vinho, com a sommelier Kezia giugni.

O sul da Itália não para de nos surpreender, desta vez, com a uva Aglianico, do grego Eleanico, que significa “o que vem da Grécia”.

Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século VII antes de Cristo, em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e Basilicata.

As características da uva Aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento.

Degustei o Colepetrito Aglianico, com dez dias de maceração e remontagem diária, para extrair ainda mais potencial do vinho,  mais extratos.

Tem notas de chocolate, especiarias e café, e uma boa persistência.
Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média.

É um vinho ideal para queijos temperados, carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como cordeiro, bem estruturado, envolvente e persistente.

Alguns vinhos da uva Aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes, que são comparados aos vinhos Barolos, produzidos ao norte da Itália.
Por isso, os Aglianicos ganham também o apelido de “Barolos do Sul”.

Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.

Com a melhor música no ar.

Música & Vinho, com a sommelier Kezia giugni.

O sul da Itália não para de nos surpreender, desta vez, com a uva Aglianico, do grego Eleanico, que significa “o que vem da Grécia”.

Uma uva tinta que se destaca na região sul da Itália desde o século VII antes de Cristo, em solos vulcânicos do Monte Vultur, no triângulo entre a Puglia, Campania e Basilicata.

As características da uva Aglianico são intensidade e concentração de cor, alto nível de acidez e de taninos, o que permite envelhecimento e amadurecimento.

Degustei o Colepetrito Aglianico, com dez dias de maceração e remontagem diária, para extrair ainda mais potencial do vinho,  mais extratos.

Tem notas de chocolate, especiarias e café, e uma boa persistência.
Os aromas vêm do terroir vulcânico e do envelhecimento em barris de tosta média.

É um vinho ideal para queijos temperados, carnes vermelhas, massas e pratos suculentos, como cordeiro, bem estruturado, envolvente e persistente.

Alguns vinhos da uva Aglianico são tão encorpados, austeros e persistentes, que são comparados aos vinhos Barolos, produzidos ao norte da Itália.
Por isso, os Aglianicos ganham também o apelido de “Barolos do Sul”.

Mais uma sugestão de vinhos para você descobrir, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA  AGLIANICO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E parece que a feira internacional Wine South America fez o mercado de vinhos nacionais balançar. Os vinhos já estavam ali na prateleira, me olhando, te seguindo, tentando nos seduzir, mas eu passava, olhava e não via. Mais uma vez, o preconceito com os vinhos brasileiros me afastou de conhecer maravilhosos rótulos, como o Dom Cândido, da vinícola do mesmo nome.

A vinícola é pequena, na região de Vale dos Vinhedos, e até 2015 era comandada pelo próprio senhor Cândido. Produz vinhos e sucos de uva. Degustei o Dom Cândido Autêntico Petit Verdot. Essa linha Autêntico tem três varietais: um Cabernet Sauvignon, um Merlot e o Petit Verdot. E é claro que eu preferi começar pelo diferente, a uva Petit Verdot.

A “pequena verdinha” tem origem em Bordeaux, é muito usada em cortes; inclusive, entra no assemblage de Château Margaux e Latour, os ícones de Bordeaux. Chama-se “pequena verdinha” porque é difícil de amadurecer no clima de Bordeaux, mas, em países mais quentes, tem surpreendido os especialistas — e me surpreendeu mesmo.

O Dom Cândido Petit Verdot tem uma coloração intensa e é simplesmente perfeito em nariz e boca. Quase não consegui entender o que eu degustava, porque foi muito superior à minha expectativa. A Petit Verdot ganhou o merecido destaque em um vinho 100% Petit Verdot e mostrou toda sua força, potência e elegância.

Superestruturado e bem sutil no carvalho, foram só cinco meses, o suficiente para não mascarar a identidade real da uva, apresenta notas de frutas negras mescladas às vermelhas. Que persistência gostosa, bom preço, e o nosso vinho brasileiro Dom Cândido Petit Verdot.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar novos vinhos com o Dom Cândido.


]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E parece que a feira internacional Wine South America fez o mercado de vinhos nacionais balançar. Os vinhos já estavam ali na prateleira, me olhando, te seguindo, tentando nos seduzir, mas eu passava, olhava e não via. Mais uma vez, o preconceito com os vinhos brasileiros me afastou de conhecer maravilhosos rótulos, como o Dom Cândido, da vinícola do mesmo nome.

A vinícola é pequena, na região de Vale dos Vinhedos, e até 2015 era comandada pelo próprio senhor Cândido. Produz vinhos e sucos de uva. Degustei o Dom Cândido Autêntico Petit Verdot. Essa linha Autêntico tem três varietais: um Cabernet Sauvignon, um Merlot e o Petit Verdot. E é claro que eu preferi começar pelo diferente, a uva Petit Verdot.

A “pequena verdinha” tem origem em Bordeaux, é muito usada em cortes; inclusive, entra no assemblage de Château Margaux e Latour, os ícones de Bordeaux. Chama-se “pequena verdinha” porque é difícil de amadurecer no clima de Bordeaux, mas, em países mais quentes, tem surpreendido os especialistas — e me surpreendeu mesmo.

O Dom Cândido Petit Verdot tem uma coloração intensa e é simplesmente perfeito em nariz e boca. Quase não consegui entender o que eu degustava, porque foi muito superior à minha expectativa. A Petit Verdot ganhou o merecido destaque em um vinho 100% Petit Verdot e mostrou toda sua força, potência e elegância.

Superestruturado e bem sutil no carvalho, foram só cinco meses, o suficiente para não mascarar a identidade real da uva, apresenta notas de frutas negras mescladas às vermelhas. Que persistência gostosa, bom preço, e o nosso vinho brasileiro Dom Cândido Petit Verdot.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar novos vinhos com o Dom Cândido.


]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E parece que a feira internacional Wine South America fez o mercado de vinhos nacionais balançar. Os vinhos já estavam ali na prateleira, me olhando, te seguindo, tentando nos seduzir, mas eu passava, olhava e não via. Mais uma vez, o preconceito com os vinhos brasileiros me afastou de conhecer maravilhosos rótulos, como o Dom Cândido, da vinícola do mesmo nome.

A vinícola é pequena, na região de Vale dos Vinhedos, e até 2015 era comandada pelo próprio senhor Cândido. Produz vinhos e sucos de uva. Degustei o Dom Cândido Autêntico Petit Verdot. Essa linha Autêntico tem três varietais: um Cabernet Sauvignon, um Merlot e o Petit Verdot. E é claro que eu preferi começar pelo diferente, a uva Petit Verdot.

A “pequena verdinha” tem origem em Bordeaux, é muito usada em cortes; inclusive, entra no assemblage de Château Margaux e Latour, os ícones de Bordeaux. Chama-se “pequena verdinha” porque é difícil de amadurecer no clima de Bordeaux, mas, em países mais quentes, tem surpreendido os especialistas — e me surpreendeu mesmo.

O Dom Cândido Petit Verdot tem uma coloração intensa e é simplesmente perfeito em nariz e boca. Quase não consegui entender o que eu degustava, porque foi muito superior à minha expectativa. A Petit Verdot ganhou o merecido destaque em um vinho 100% Petit Verdot e mostrou toda sua força, potência e elegância.

Superestruturado e bem sutil no carvalho, foram só cinco meses, o suficiente para não mascarar a identidade real da uva, apresenta notas de frutas negras mescladas às vermelhas. Que persistência gostosa, bom preço, e o nosso vinho brasileiro Dom Cândido Petit Verdot.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar novos vinhos com o Dom Cândido.


]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E parece que a feira internacional Wine South America fez o mercado de vinhos nacionais balançar. Os vinhos já estavam ali na prateleira, me olhando, te seguindo, tentando nos seduzir, mas eu passava, olhava e não via. Mais uma vez, o preconceito com os vinhos brasileiros me afastou de conhecer maravilhosos rótulos, como o Dom Cândido, da vinícola do mesmo nome.

A vinícola é pequena, na região de Vale dos Vinhedos, e até 2015 era comandada pelo próprio senhor Cândido. Produz vinhos e sucos de uva. Degustei o Dom Cândido Autêntico Petit Verdot. Essa linha Autêntico tem três varietais: um Cabernet Sauvignon, um Merlot e o Petit Verdot. E é claro que eu preferi começar pelo diferente, a uva Petit Verdot.

A “pequena verdinha” tem origem em Bordeaux, é muito usada em cortes; inclusive, entra no assemblage de Château Margaux e Latour, os ícones de Bordeaux. Chama-se “pequena verdinha” porque é difícil de amadurecer no clima de Bordeaux, mas, em países mais quentes, tem surpreendido os especialistas — e me surpreendeu mesmo.

O Dom Cândido Petit Verdot tem uma coloração intensa e é simplesmente perfeito em nariz e boca. Quase não consegui entender o que eu degustava, porque foi muito superior à minha expectativa. A Petit Verdot ganhou o merecido destaque em um vinho 100% Petit Verdot e mostrou toda sua força, potência e elegância.

Superestruturado e bem sutil no carvalho, foram só cinco meses, o suficiente para não mascarar a identidade real da uva, apresenta notas de frutas negras mescladas às vermelhas. Que persistência gostosa, bom preço, e o nosso vinho brasileiro Dom Cândido Petit Verdot.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar novos vinhos com o Dom Cândido.


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      <title><![CDATA[FEIRA WINE SOUTH AMERICA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu? Eu já sei que muita gente ama a uva primitivo, mas eu não. Mas, lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva primitivo que você amou e me dizer o porquê. Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos, o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar. Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada. E olha que tem uvas que eu torcio, nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva nerodávola, por exemplo, que eu achava totalmente legal. Totalmente dura. Já encontrei alguns bons exemplares, com as notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca. Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim, quero compartilhar com vocês aqui no Música e Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu? Eu já sei que muita gente ama a uva primitivo, mas eu não. Mas, lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva primitivo que você amou e me dizer o porquê. Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos, o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar. Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada. E olha que tem uvas que eu torcio, nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva nerodávola, por exemplo, que eu achava totalmente legal. Totalmente dura. Já encontrei alguns bons exemplares, com as notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca. Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim, quero compartilhar com vocês aqui no Música e Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu? Eu já sei que muita gente ama a uva primitivo, mas eu não. Mas, lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva primitivo que você amou e me dizer o porquê. Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos, o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar. Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada. E olha que tem uvas que eu torcio, nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva nerodávola, por exemplo, que eu achava totalmente legal. Totalmente dura. Já encontrei alguns bons exemplares, com as notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca. Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim, quero compartilhar com vocês aqui no Música e Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu? Eu já sei que muita gente ama a uva primitivo, mas eu não. Mas, lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva primitivo que você amou e me dizer o porquê. Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos, o açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar. Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada. E olha que tem uvas que eu torcio, nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva nerodávola, por exemplo, que eu achava totalmente legal. Totalmente dura. Já encontrei alguns bons exemplares, com as notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca. Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim, quero compartilhar com vocês aqui no Música e Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA PRIMITIVO ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você.

Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina.

A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas, e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia.

Seu nome deriva de passero, palavra italiana para pardal, o pássaro. O fato curioso é que o pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos é, geralmente, pequeno. Por isso, batizaram a variedade com o nome Passerina.

A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Piceno, em Marche. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no auge de sua maturação.

Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marche, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva Passerina em sua composição.

O vinho Tenuta Ulissi Passerina, Terra di Chieti IGP, traz o resgate da uva Passerina. O vinho apresenta aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão-siciliano. Em boca, parece brincar com a alta acidez e a sensação de doçura, tornando-se agradável a cada gole.

É um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Curta nossa página. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você.

Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina.

A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas, e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia.

Seu nome deriva de passero, palavra italiana para pardal, o pássaro. O fato curioso é que o pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos é, geralmente, pequeno. Por isso, batizaram a variedade com o nome Passerina.

A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Piceno, em Marche. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no auge de sua maturação.

Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marche, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva Passerina em sua composição.

O vinho Tenuta Ulissi Passerina, Terra di Chieti IGP, traz o resgate da uva Passerina. O vinho apresenta aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão-siciliano. Em boca, parece brincar com a alta acidez e a sensação de doçura, tornando-se agradável a cada gole.

É um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Curta nossa página. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você.

Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina.

A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas, e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia.

Seu nome deriva de passero, palavra italiana para pardal, o pássaro. O fato curioso é que o pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos é, geralmente, pequeno. Por isso, batizaram a variedade com o nome Passerina.

A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Piceno, em Marche. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no auge de sua maturação.

Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marche, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva Passerina em sua composição.

O vinho Tenuta Ulissi Passerina, Terra di Chieti IGP, traz o resgate da uva Passerina. O vinho apresenta aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão-siciliano. Em boca, parece brincar com a alta acidez e a sensação de doçura, tornando-se agradável a cada gole.

É um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Curta nossa página. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você.

Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina.

A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas, e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia.

Seu nome deriva de passero, palavra italiana para pardal, o pássaro. O fato curioso é que o pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos é, geralmente, pequeno. Por isso, batizaram a variedade com o nome Passerina.

A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Piceno, em Marche. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no auge de sua maturação.

Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marche, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva Passerina em sua composição.

O vinho Tenuta Ulissi Passerina, Terra di Chieti IGP, traz o resgate da uva Passerina. O vinho apresenta aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão-siciliano. Em boca, parece brincar com a alta acidez e a sensação de doçura, tornando-se agradável a cada gole.

É um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Curta nossa página. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA PASSERINA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO PRESENTE NA BIBLIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SIGLAS GSM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ROSE COM PEIXE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO BOM E BARATO!]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho e mais uma degustação horizontal.

Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenes. Todos chilenos. E só assim é possível comparar e entender o quão diferente podem ser os vinhos de uma mesma variedade. Por Isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenes se só provou um vinho desta uva. Pode ter Carmeneres com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e mais fáceis de beber para o seu dia a dia. E outros Carmeneres mais complexos, como acerações prolongadas e envelhecimento e amadurecimento.

Só para lembrar algumas características desta uva: ela tem notas vegetais um pouquinho mais persistentes que a uva Merlot, além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro. E uma cor profunda, inconfundível. São raros os carmeneres franceses, então não resta dúvida em qual país procurar os vinhos da uva carmenere: é no chile mesmo. Para carnes vermelhas grelhadas, assados, cordeiros, filés com pimentas ou especiarias, o carmenere é uma boa escolha.

O vinho la roya gran reserva é 100% da uva carmenere, e o aquitânia reserva, com 85% da uva carmenere e 15% de cabernet Sauvignon. Ambos os vinhos, com mais ou menos 10 meses de madeira, me encantaram nesta degustação só dos vinhos da uva carmenere, mas isso porque eu gosto de vinhos com mais persistência de boca, com mais presença, com mais intensidade. Para quem prefere os vinhos mais leves, o caliterra aventura carmenere é um vinho bem correto e de excelente custo-benefício. E você também pode fazer essa degustação em casa com os amigos, escolhendo uma única uva, experimentando para fazer as comparações e entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente. E você vai escolher o que melhor lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho e mais uma degustação horizontal.

Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenes. Todos chilenos. E só assim é possível comparar e entender o quão diferente podem ser os vinhos de uma mesma variedade. Por Isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenes se só provou um vinho desta uva. Pode ter Carmeneres com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e mais fáceis de beber para o seu dia a dia. E outros Carmeneres mais complexos, como acerações prolongadas e envelhecimento e amadurecimento.

Só para lembrar algumas características desta uva: ela tem notas vegetais um pouquinho mais persistentes que a uva Merlot, além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro. E uma cor profunda, inconfundível. São raros os carmeneres franceses, então não resta dúvida em qual país procurar os vinhos da uva carmenere: é no chile mesmo. Para carnes vermelhas grelhadas, assados, cordeiros, filés com pimentas ou especiarias, o carmenere é uma boa escolha.

O vinho la roya gran reserva é 100% da uva carmenere, e o aquitânia reserva, com 85% da uva carmenere e 15% de cabernet Sauvignon. Ambos os vinhos, com mais ou menos 10 meses de madeira, me encantaram nesta degustação só dos vinhos da uva carmenere, mas isso porque eu gosto de vinhos com mais persistência de boca, com mais presença, com mais intensidade. Para quem prefere os vinhos mais leves, o caliterra aventura carmenere é um vinho bem correto e de excelente custo-benefício. E você também pode fazer essa degustação em casa com os amigos, escolhendo uma única uva, experimentando para fazer as comparações e entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente. E você vai escolher o que melhor lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho e mais uma degustação horizontal.

Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenes. Todos chilenos. E só assim é possível comparar e entender o quão diferente podem ser os vinhos de uma mesma variedade. Por Isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenes se só provou um vinho desta uva. Pode ter Carmeneres com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e mais fáceis de beber para o seu dia a dia. E outros Carmeneres mais complexos, como acerações prolongadas e envelhecimento e amadurecimento.

Só para lembrar algumas características desta uva: ela tem notas vegetais um pouquinho mais persistentes que a uva Merlot, além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro. E uma cor profunda, inconfundível. São raros os carmeneres franceses, então não resta dúvida em qual país procurar os vinhos da uva carmenere: é no chile mesmo. Para carnes vermelhas grelhadas, assados, cordeiros, filés com pimentas ou especiarias, o carmenere é uma boa escolha.

O vinho la roya gran reserva é 100% da uva carmenere, e o aquitânia reserva, com 85% da uva carmenere e 15% de cabernet Sauvignon. Ambos os vinhos, com mais ou menos 10 meses de madeira, me encantaram nesta degustação só dos vinhos da uva carmenere, mas isso porque eu gosto de vinhos com mais persistência de boca, com mais presença, com mais intensidade. Para quem prefere os vinhos mais leves, o caliterra aventura carmenere é um vinho bem correto e de excelente custo-benefício. E você também pode fazer essa degustação em casa com os amigos, escolhendo uma única uva, experimentando para fazer as comparações e entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente. E você vai escolher o que melhor lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho e mais uma degustação horizontal.

Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenes. Todos chilenos. E só assim é possível comparar e entender o quão diferente podem ser os vinhos de uma mesma variedade. Por Isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenes se só provou um vinho desta uva. Pode ter Carmeneres com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e mais fáceis de beber para o seu dia a dia. E outros Carmeneres mais complexos, como acerações prolongadas e envelhecimento e amadurecimento.

Só para lembrar algumas características desta uva: ela tem notas vegetais um pouquinho mais persistentes que a uva Merlot, além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro. E uma cor profunda, inconfundível. São raros os carmeneres franceses, então não resta dúvida em qual país procurar os vinhos da uva carmenere: é no chile mesmo. Para carnes vermelhas grelhadas, assados, cordeiros, filés com pimentas ou especiarias, o carmenere é uma boa escolha.

O vinho la roya gran reserva é 100% da uva carmenere, e o aquitânia reserva, com 85% da uva carmenere e 15% de cabernet Sauvignon. Ambos os vinhos, com mais ou menos 10 meses de madeira, me encantaram nesta degustação só dos vinhos da uva carmenere, mas isso porque eu gosto de vinhos com mais persistência de boca, com mais presença, com mais intensidade. Para quem prefere os vinhos mais leves, o caliterra aventura carmenere é um vinho bem correto e de excelente custo-benefício. E você também pode fazer essa degustação em casa com os amigos, escolhendo uma única uva, experimentando para fazer as comparações e entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente. E você vai escolher o que melhor lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.

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      <title><![CDATA[VINHOS DA UVA CARMÉNÈRE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHOS DOCINHOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO ALENTEJANO BORRADOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje falaremos sobre um vinho chileno produzido com a união de conhecimentos de dois enólogos franceses, que, inclusive, são casados: Lorena e Damien Laurent, proprietários da vinícola Laurent. Um de seus vinhos é chamado Laurent Generoso Syrah e é produzido 100% com a variedade syrah, oriunda do terroir do Vale do Maipo. É um vinho de autor e busca, em uma pequena produção, se traduzir em uma coloração rubi profunda, aromas que remetem a frutas vermelhas, tais como morangos, framboesas e amoras bem maduras, além de um toque sutilmente herbáceo e de especiarias. Em boca, é aveludado e natural, apresentando equilíbrio entre taninos e acidez e teor alcoólico de 14%. Os sabores remetem à noz-moscada e às frutas vermelhas maduras. O vinho representa, de forma ímpar, o microterroir do Vale do Curicó dentro do Vale do Maipo. Sensacional!

O mais interessante é que o casal Laurent tem experiência de mais de 10 anos na renomada vinícola bordalesa Chateau-Elscartes, que é mundialmente conhecida pelos vinhos biodinâmicos. Toda essa experiência se traduz em vinhos espetaculares, que são produzidos de forma natural. Sensacional!

Um brinde a Lorena e Damien e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Aproveite e curta a página. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje falaremos sobre um vinho chileno produzido com a união de conhecimentos de dois enólogos franceses, que, inclusive, são casados: Lorena e Damien Laurent, proprietários da vinícola Laurent. Um de seus vinhos é chamado Laurent Generoso Syrah e é produzido 100% com a variedade syrah, oriunda do terroir do Vale do Maipo. É um vinho de autor e busca, em uma pequena produção, se traduzir em uma coloração rubi profunda, aromas que remetem a frutas vermelhas, tais como morangos, framboesas e amoras bem maduras, além de um toque sutilmente herbáceo e de especiarias. Em boca, é aveludado e natural, apresentando equilíbrio entre taninos e acidez e teor alcoólico de 14%. Os sabores remetem à noz-moscada e às frutas vermelhas maduras. O vinho representa, de forma ímpar, o microterroir do Vale do Curicó dentro do Vale do Maipo. Sensacional!

O mais interessante é que o casal Laurent tem experiência de mais de 10 anos na renomada vinícola bordalesa Chateau-Elscartes, que é mundialmente conhecida pelos vinhos biodinâmicos. Toda essa experiência se traduz em vinhos espetaculares, que são produzidos de forma natural. Sensacional!

Um brinde a Lorena e Damien e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Aproveite e curta a página. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje falaremos sobre um vinho chileno produzido com a união de conhecimentos de dois enólogos franceses, que, inclusive, são casados: Lorena e Damien Laurent, proprietários da vinícola Laurent. Um de seus vinhos é chamado Laurent Generoso Syrah e é produzido 100% com a variedade syrah, oriunda do terroir do Vale do Maipo. É um vinho de autor e busca, em uma pequena produção, se traduzir em uma coloração rubi profunda, aromas que remetem a frutas vermelhas, tais como morangos, framboesas e amoras bem maduras, além de um toque sutilmente herbáceo e de especiarias. Em boca, é aveludado e natural, apresentando equilíbrio entre taninos e acidez e teor alcoólico de 14%. Os sabores remetem à noz-moscada e às frutas vermelhas maduras. O vinho representa, de forma ímpar, o microterroir do Vale do Curicó dentro do Vale do Maipo. Sensacional!

O mais interessante é que o casal Laurent tem experiência de mais de 10 anos na renomada vinícola bordalesa Chateau-Elscartes, que é mundialmente conhecida pelos vinhos biodinâmicos. Toda essa experiência se traduz em vinhos espetaculares, que são produzidos de forma natural. Sensacional!

Um brinde a Lorena e Damien e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Aproveite e curta a página. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje falaremos sobre um vinho chileno produzido com a união de conhecimentos de dois enólogos franceses, que, inclusive, são casados: Lorena e Damien Laurent, proprietários da vinícola Laurent. Um de seus vinhos é chamado Laurent Generoso Syrah e é produzido 100% com a variedade syrah, oriunda do terroir do Vale do Maipo. É um vinho de autor e busca, em uma pequena produção, se traduzir em uma coloração rubi profunda, aromas que remetem a frutas vermelhas, tais como morangos, framboesas e amoras bem maduras, além de um toque sutilmente herbáceo e de especiarias. Em boca, é aveludado e natural, apresentando equilíbrio entre taninos e acidez e teor alcoólico de 14%. Os sabores remetem à noz-moscada e às frutas vermelhas maduras. O vinho representa, de forma ímpar, o microterroir do Vale do Curicó dentro do Vale do Maipo. Sensacional!

O mais interessante é que o casal Laurent tem experiência de mais de 10 anos na renomada vinícola bordalesa Chateau-Elscartes, que é mundialmente conhecida pelos vinhos biodinâmicos. Toda essa experiência se traduz em vinhos espetaculares, que são produzidos de forma natural. Sensacional!

Um brinde a Lorena e Damien e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Aproveite e curta a página. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LAURENT GENEROSO SYRAH ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho, e hoje vamos à arte da tanoaria. Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho.

A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração. Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas, hoje, os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível colar o barril. A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a madeira que apresenta a melhor porosidade, que possibilita a micro oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho tem também uma impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as varricas de carvalho, além de resistência, podendo durar até 100 anos, e é precisa para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes, que vai aparecer no seu vinho, é a tosta do barril de carvalho. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. A tosta pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante: o padrão é 225 litros, e, quanto menor o barril, maior ele influencia no estilo do seu vinho.

O uso do barril de carvalho influencia a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita baseada no envelhecimento da madeira. Já falamos sobre esse assunto, mas, só para lembrar, os vinhos mais jovens podem ter.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos, na estrutura e na textura dos vinhos. Pode variar nessa evolução de aromas e também no sabor do seu vinho.

Por trás de cada barrica, há a história, uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho. Esta é a arte da tanoaria.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho, e hoje vamos à arte da tanoaria. Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho.

A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração. Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas, hoje, os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível colar o barril. A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a madeira que apresenta a melhor porosidade, que possibilita a micro oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho tem também uma impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as varricas de carvalho, além de resistência, podendo durar até 100 anos, e é precisa para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes, que vai aparecer no seu vinho, é a tosta do barril de carvalho. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. A tosta pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante: o padrão é 225 litros, e, quanto menor o barril, maior ele influencia no estilo do seu vinho.

O uso do barril de carvalho influencia a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita baseada no envelhecimento da madeira. Já falamos sobre esse assunto, mas, só para lembrar, os vinhos mais jovens podem ter.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos, na estrutura e na textura dos vinhos. Pode variar nessa evolução de aromas e também no sabor do seu vinho.

Por trás de cada barrica, há a história, uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho. Esta é a arte da tanoaria.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho, e hoje vamos à arte da tanoaria. Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho.

A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração. Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas, hoje, os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível colar o barril. A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a madeira que apresenta a melhor porosidade, que possibilita a micro oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho tem também uma impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as varricas de carvalho, além de resistência, podendo durar até 100 anos, e é precisa para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes, que vai aparecer no seu vinho, é a tosta do barril de carvalho. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. A tosta pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante: o padrão é 225 litros, e, quanto menor o barril, maior ele influencia no estilo do seu vinho.

O uso do barril de carvalho influencia a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita baseada no envelhecimento da madeira. Já falamos sobre esse assunto, mas, só para lembrar, os vinhos mais jovens podem ter.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos, na estrutura e na textura dos vinhos. Pode variar nessa evolução de aromas e também no sabor do seu vinho.

Por trás de cada barrica, há a história, uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho. Esta é a arte da tanoaria.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho, e hoje vamos à arte da tanoaria. Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho.

A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração. Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas, hoje, os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível colar o barril. A madeira mais utilizada é o carvalho em todo o mundo, porque é a madeira que apresenta a melhor porosidade, que possibilita a micro oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho. Além disso, o carvalho tem também uma impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as varricas de carvalho, além de resistência, podendo durar até 100 anos, e é precisa para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes, que vai aparecer no seu vinho, é a tosta do barril de carvalho. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. A tosta pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante: o padrão é 225 litros, e, quanto menor o barril, maior ele influencia no estilo do seu vinho.

O uso do barril de carvalho influencia a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita baseada no envelhecimento da madeira. Já falamos sobre esse assunto, mas, só para lembrar, os vinhos mais jovens podem ter.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos, na estrutura e na textura dos vinhos. Pode variar nessa evolução de aromas e também no sabor do seu vinho.

Por trás de cada barrica, há a história, uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho. Esta é a arte da tanoaria.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ARTE DA TANOARIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BRANCO DA ITÁLIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SEGUNDO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DE MESA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Os vinhos verdes não são mais tão verdes assim, não são tão jovens assim, não tão ácidos. A vinícola Montez Champalimoy, proprietária da Quinta do Coto, no Douro, é também proprietária do Passo de Teixeiró, no Minho, e elabora o Passo de Teixeiró branco.

O que se espera de um vinho verde branco são vinhos leves, jovens, até com data de validade, leve gasificação e alta acidez. Pois o Passo de Teixeiró é o avesso, literalmente elaborado com a uva avesso, que tem baixa acidez e pode ser longevo, o avesso da característica das uvas da região.

O Passo de Teixeiró branco é elaborado com 80% da uva avesso e 20% de loureiro, com vinhas de mais ou menos 40 anos, são vinhas velhas. A maturação é sobre lias, sobre as borras, por três meses em tanques de aço inoxidável, e isso traz muita personalidade ao vinho.

Tem a coloração dourada, aromas intensos de flor de camomila e cascas cítricas. Em boca, é longo, gastronômico, fino, vibrante, muito firme. Harmonizei com sardinha na brasa, bolinho de bacalhau, queijo Serra da Estrela bastante intenso, alheiras e polvo com páprica.

Não espere um vinho ligeiro como os demais vinhos verdes, espere um super vinho verde: Passo de Teixeiró branco, é um Montez Champalimoy.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Os vinhos verdes não são mais tão verdes assim, não são tão jovens assim, não tão ácidos. A vinícola Montez Champalimoy, proprietária da Quinta do Coto, no Douro, é também proprietária do Passo de Teixeiró, no Minho, e elabora o Passo de Teixeiró branco.

O que se espera de um vinho verde branco são vinhos leves, jovens, até com data de validade, leve gasificação e alta acidez. Pois o Passo de Teixeiró é o avesso, literalmente elaborado com a uva avesso, que tem baixa acidez e pode ser longevo, o avesso da característica das uvas da região.

O Passo de Teixeiró branco é elaborado com 80% da uva avesso e 20% de loureiro, com vinhas de mais ou menos 40 anos, são vinhas velhas. A maturação é sobre lias, sobre as borras, por três meses em tanques de aço inoxidável, e isso traz muita personalidade ao vinho.

Tem a coloração dourada, aromas intensos de flor de camomila e cascas cítricas. Em boca, é longo, gastronômico, fino, vibrante, muito firme. Harmonizei com sardinha na brasa, bolinho de bacalhau, queijo Serra da Estrela bastante intenso, alheiras e polvo com páprica.

Não espere um vinho ligeiro como os demais vinhos verdes, espere um super vinho verde: Passo de Teixeiró branco, é um Montez Champalimoy.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Os vinhos verdes não são mais tão verdes assim, não são tão jovens assim, não tão ácidos. A vinícola Montez Champalimoy, proprietária da Quinta do Coto, no Douro, é também proprietária do Passo de Teixeiró, no Minho, e elabora o Passo de Teixeiró branco.

O que se espera de um vinho verde branco são vinhos leves, jovens, até com data de validade, leve gasificação e alta acidez. Pois o Passo de Teixeiró é o avesso, literalmente elaborado com a uva avesso, que tem baixa acidez e pode ser longevo, o avesso da característica das uvas da região.

O Passo de Teixeiró branco é elaborado com 80% da uva avesso e 20% de loureiro, com vinhas de mais ou menos 40 anos, são vinhas velhas. A maturação é sobre lias, sobre as borras, por três meses em tanques de aço inoxidável, e isso traz muita personalidade ao vinho.

Tem a coloração dourada, aromas intensos de flor de camomila e cascas cítricas. Em boca, é longo, gastronômico, fino, vibrante, muito firme. Harmonizei com sardinha na brasa, bolinho de bacalhau, queijo Serra da Estrela bastante intenso, alheiras e polvo com páprica.

Não espere um vinho ligeiro como os demais vinhos verdes, espere um super vinho verde: Passo de Teixeiró branco, é um Montez Champalimoy.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Os vinhos verdes não são mais tão verdes assim, não são tão jovens assim, não tão ácidos. A vinícola Montez Champalimoy, proprietária da Quinta do Coto, no Douro, é também proprietária do Passo de Teixeiró, no Minho, e elabora o Passo de Teixeiró branco.

O que se espera de um vinho verde branco são vinhos leves, jovens, até com data de validade, leve gasificação e alta acidez. Pois o Passo de Teixeiró é o avesso, literalmente elaborado com a uva avesso, que tem baixa acidez e pode ser longevo, o avesso da característica das uvas da região.

O Passo de Teixeiró branco é elaborado com 80% da uva avesso e 20% de loureiro, com vinhas de mais ou menos 40 anos, são vinhas velhas. A maturação é sobre lias, sobre as borras, por três meses em tanques de aço inoxidável, e isso traz muita personalidade ao vinho.

Tem a coloração dourada, aromas intensos de flor de camomila e cascas cítricas. Em boca, é longo, gastronômico, fino, vibrante, muito firme. Harmonizei com sardinha na brasa, bolinho de bacalhau, queijo Serra da Estrela bastante intenso, alheiras e polvo com páprica.

Não espere um vinho ligeiro como os demais vinhos verdes, espere um super vinho verde: Passo de Teixeiró branco, é um Montez Champalimoy.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS VERDES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DIFERENÇAS ENTRE DEGUSTAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CARBENET SAUVIGNON]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu.

Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provance e elaborado com as uvas Sinso, Grenache Noire. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca, de elaboração.

Tem sempre um rosé pra te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira.

E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho, através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu.

Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provance e elaborado com as uvas Sinso, Grenache Noire. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca, de elaboração.

Tem sempre um rosé pra te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira.

E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho, através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu.

Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provance e elaborado com as uvas Sinso, Grenache Noire. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca, de elaboração.

Tem sempre um rosé pra te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira.

E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho, através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu.

Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provance e elaborado com as uvas Sinso, Grenache Noire. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história: em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca, de elaboração.

Tem sempre um rosé pra te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira.

E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho, através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS ROSÉ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística de colheita, chamada de Andaria funghi, em que todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado Cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer.

O cogumelo Paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores. Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, o Paris, que é bastante fresco, o portobello, que vai bem com carnes, o champignon, que eu amo fresco, e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística de colheita, chamada de Andaria funghi, em que todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado Cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer.

O cogumelo Paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores. Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, o Paris, que é bastante fresco, o portobello, que vai bem com carnes, o champignon, que eu amo fresco, e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística de colheita, chamada de Andaria funghi, em que todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado Cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer.

O cogumelo Paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores. Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, o Paris, que é bastante fresco, o portobello, que vai bem com carnes, o champignon, que eu amo fresco, e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística de colheita, chamada de Andaria funghi, em que todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi porcini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado Cantarella tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer.

O cogumelo Paris é bem suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores. Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebbiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, o Paris, que é bastante fresco, o portobello, que vai bem com carnes, o champignon, que eu amo fresco, e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos.

Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS E COGUMELOS]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/fmmorena-campogrande/podcast-296755404/episodes/792959-MUSICA%20E%20VINHO%20(%20SEM%20MUSICA%20)%2030.04.26.mp3" type="audio/mpeg" length="4779362"/>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MÉTODO ASTI ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni. 
Você está sentindo a acidez gostosa desse vinho? 
Então vem comigo, eu sou Kezia Giugni. Vou começar mais um Música e Vinho para te contar todas as melhores experiências de degustações.

Algumas casas de champanhe são ícones no mundo do vinho, e eu quero muito te contar a experiência de degustar uma Krug Grand Cuvée. Degustei a versão de número 169, uma composição de 146 vinhos de 11 diferentes safras, 46% da uva tinta Pinot Noir, 35% da uva branca Chardonnay e 22% da uva tinta Pinot Monnier, e sete anos de estágio nas adegas da casa Krug.

É chocante a vivacidade do primeiro ataque em boca, uma força e uma pungência intensa. A coloração dourada não brilha, reluz. O perlagem vem de mansinho e envolve toda a boca com cremosidade ampla. A mousse vai se abrindo e trazendo as notas de flores brancas, de frutas cítricas, a doçura das amêndoas, o toque de especiarias como um pão de gengibre.

E começa o balanço da cruz, o movimento da acidez que vai e volta, ora oscilando delicada, ora com mais força. O carrossel de aromas que percorre do limão ao limonchelo, das amêndoas torradas, defumadas e amargas ao marzipan, vale muito ter uma experiência dessa.

Para completar com música e vinho, faço a abertura dedilhando a garrafa e vou soltando aos poucos o suspiro de uma bela cruz de gran cuvé. Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni. 
Você está sentindo a acidez gostosa desse vinho? 
Então vem comigo, eu sou Kezia Giugni. Vou começar mais um Música e Vinho para te contar todas as melhores experiências de degustações.

Algumas casas de champanhe são ícones no mundo do vinho, e eu quero muito te contar a experiência de degustar uma Krug Grand Cuvée. Degustei a versão de número 169, uma composição de 146 vinhos de 11 diferentes safras, 46% da uva tinta Pinot Noir, 35% da uva branca Chardonnay e 22% da uva tinta Pinot Monnier, e sete anos de estágio nas adegas da casa Krug.

É chocante a vivacidade do primeiro ataque em boca, uma força e uma pungência intensa. A coloração dourada não brilha, reluz. O perlagem vem de mansinho e envolve toda a boca com cremosidade ampla. A mousse vai se abrindo e trazendo as notas de flores brancas, de frutas cítricas, a doçura das amêndoas, o toque de especiarias como um pão de gengibre.

E começa o balanço da cruz, o movimento da acidez que vai e volta, ora oscilando delicada, ora com mais força. O carrossel de aromas que percorre do limão ao limonchelo, das amêndoas torradas, defumadas e amargas ao marzipan, vale muito ter uma experiência dessa.

Para completar com música e vinho, faço a abertura dedilhando a garrafa e vou soltando aos poucos o suspiro de uma bela cruz de gran cuvé. Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni. 
Você está sentindo a acidez gostosa desse vinho? 
Então vem comigo, eu sou Kezia Giugni. Vou começar mais um Música e Vinho para te contar todas as melhores experiências de degustações.

Algumas casas de champanhe são ícones no mundo do vinho, e eu quero muito te contar a experiência de degustar uma Krug Grand Cuvée. Degustei a versão de número 169, uma composição de 146 vinhos de 11 diferentes safras, 46% da uva tinta Pinot Noir, 35% da uva branca Chardonnay e 22% da uva tinta Pinot Monnier, e sete anos de estágio nas adegas da casa Krug.

É chocante a vivacidade do primeiro ataque em boca, uma força e uma pungência intensa. A coloração dourada não brilha, reluz. O perlagem vem de mansinho e envolve toda a boca com cremosidade ampla. A mousse vai se abrindo e trazendo as notas de flores brancas, de frutas cítricas, a doçura das amêndoas, o toque de especiarias como um pão de gengibre.

E começa o balanço da cruz, o movimento da acidez que vai e volta, ora oscilando delicada, ora com mais força. O carrossel de aromas que percorre do limão ao limonchelo, das amêndoas torradas, defumadas e amargas ao marzipan, vale muito ter uma experiência dessa.

Para completar com música e vinho, faço a abertura dedilhando a garrafa e vou soltando aos poucos o suspiro de uma bela cruz de gran cuvé. Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni. 
Você está sentindo a acidez gostosa desse vinho? 
Então vem comigo, eu sou Kezia Giugni. Vou começar mais um Música e Vinho para te contar todas as melhores experiências de degustações.

Algumas casas de champanhe são ícones no mundo do vinho, e eu quero muito te contar a experiência de degustar uma Krug Grand Cuvée. Degustei a versão de número 169, uma composição de 146 vinhos de 11 diferentes safras, 46% da uva tinta Pinot Noir, 35% da uva branca Chardonnay e 22% da uva tinta Pinot Monnier, e sete anos de estágio nas adegas da casa Krug.

É chocante a vivacidade do primeiro ataque em boca, uma força e uma pungência intensa. A coloração dourada não brilha, reluz. O perlagem vem de mansinho e envolve toda a boca com cremosidade ampla. A mousse vai se abrindo e trazendo as notas de flores brancas, de frutas cítricas, a doçura das amêndoas, o toque de especiarias como um pão de gengibre.

E começa o balanço da cruz, o movimento da acidez que vai e volta, ora oscilando delicada, ora com mais força. O carrossel de aromas que percorre do limão ao limonchelo, das amêndoas torradas, defumadas e amargas ao marzipan, vale muito ter uma experiência dessa.

Para completar com música e vinho, faço a abertura dedilhando a garrafa e vou soltando aos poucos o suspiro de uma bela cruz de gran cuvé. Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHAMPAGNE KRUG GRAND CUVÉE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO COMO GRANDE ELO DO ROMANCE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir, ir até uns 10 anos.

O Mattiarello e Monteputiano da Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano: pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você: você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara,ou melhor, o gosto, de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir, ir até uns 10 anos.

O Mattiarello e Monteputiano da Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano: pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você: você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara,ou melhor, o gosto, de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir, ir até uns 10 anos.

O Mattiarello e Monteputiano da Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano: pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você: você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara,ou melhor, o gosto, de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e Vinho com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces. Deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir, ir até uns 10 anos.

O Mattiarello e Monteputiano da Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano: pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo.

Agora é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você: você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara,ou melhor, o gosto, de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ MASCIARELLI MONTEPULCIANO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[  UVA MOSCATO DE ALEXANDRIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[MERCADO DE EXPORTAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Do famoso produtor Família Zuccardi, você encontra a linha Santa Júlia, com vários vinhos varietais, aqueles vinhos de uma uva só: 100% Cabernet Sauvignon, 100% Malbec ou 100% Tempranillo.

São vinhos argentinos de Mendoza, simples, gostosos e baratos.
Degustei o Santa Júlia Tempranillo.

A uva Tempranillo, aliás, foi trazida pra Argentina pelos colonizadores espanhóis.
Os vinhos dessa uva, quando jovens e frescos como o Santa Júlia Tempranillo, mostram muitas frutas vermelhas, como framboesas e amoras.

Na Espanha, é muito usada nos vinhos da Rioja, onde produz vinhos mais sérios, amadurecidos e evoluídos em carvalho.
Já na Argentina, o estilo é mais simples, por isso, não espere grandes aromas ou complexidade nos Tempranillos argentinos.

Apenas abra em qualquer dia, para curtir com os amigos e uns embutidos, queijinhos, filés, uma massa simples, e deixe fluir.

E não se esqueça da água para acompanhar a sua degustação.
A água hidrata, limpa o paladar entre um vinho e outro e deixa a sua experiência fluir.

Lembrando sempre: mantenha a moderação para aproveitar novos e diferentes vinhos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Do famoso produtor Família Zuccardi, você encontra a linha Santa Júlia, com vários vinhos varietais, aqueles vinhos de uma uva só: 100% Cabernet Sauvignon, 100% Malbec ou 100% Tempranillo.

São vinhos argentinos de Mendoza, simples, gostosos e baratos.
Degustei o Santa Júlia Tempranillo.

A uva Tempranillo, aliás, foi trazida pra Argentina pelos colonizadores espanhóis.
Os vinhos dessa uva, quando jovens e frescos como o Santa Júlia Tempranillo, mostram muitas frutas vermelhas, como framboesas e amoras.

Na Espanha, é muito usada nos vinhos da Rioja, onde produz vinhos mais sérios, amadurecidos e evoluídos em carvalho.
Já na Argentina, o estilo é mais simples, por isso, não espere grandes aromas ou complexidade nos Tempranillos argentinos.

Apenas abra em qualquer dia, para curtir com os amigos e uns embutidos, queijinhos, filés, uma massa simples, e deixe fluir.

E não se esqueça da água para acompanhar a sua degustação.
A água hidrata, limpa o paladar entre um vinho e outro e deixa a sua experiência fluir.

Lembrando sempre: mantenha a moderação para aproveitar novos e diferentes vinhos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Do famoso produtor Família Zuccardi, você encontra a linha Santa Júlia, com vários vinhos varietais, aqueles vinhos de uma uva só: 100% Cabernet Sauvignon, 100% Malbec ou 100% Tempranillo.

São vinhos argentinos de Mendoza, simples, gostosos e baratos.
Degustei o Santa Júlia Tempranillo.

A uva Tempranillo, aliás, foi trazida pra Argentina pelos colonizadores espanhóis.
Os vinhos dessa uva, quando jovens e frescos como o Santa Júlia Tempranillo, mostram muitas frutas vermelhas, como framboesas e amoras.

Na Espanha, é muito usada nos vinhos da Rioja, onde produz vinhos mais sérios, amadurecidos e evoluídos em carvalho.
Já na Argentina, o estilo é mais simples, por isso, não espere grandes aromas ou complexidade nos Tempranillos argentinos.

Apenas abra em qualquer dia, para curtir com os amigos e uns embutidos, queijinhos, filés, uma massa simples, e deixe fluir.

E não se esqueça da água para acompanhar a sua degustação.
A água hidrata, limpa o paladar entre um vinho e outro e deixa a sua experiência fluir.

Lembrando sempre: mantenha a moderação para aproveitar novos e diferentes vinhos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Do famoso produtor Família Zuccardi, você encontra a linha Santa Júlia, com vários vinhos varietais, aqueles vinhos de uma uva só: 100% Cabernet Sauvignon, 100% Malbec ou 100% Tempranillo.

São vinhos argentinos de Mendoza, simples, gostosos e baratos.
Degustei o Santa Júlia Tempranillo.

A uva Tempranillo, aliás, foi trazida pra Argentina pelos colonizadores espanhóis.
Os vinhos dessa uva, quando jovens e frescos como o Santa Júlia Tempranillo, mostram muitas frutas vermelhas, como framboesas e amoras.

Na Espanha, é muito usada nos vinhos da Rioja, onde produz vinhos mais sérios, amadurecidos e evoluídos em carvalho.
Já na Argentina, o estilo é mais simples, por isso, não espere grandes aromas ou complexidade nos Tempranillos argentinos.

Apenas abra em qualquer dia, para curtir com os amigos e uns embutidos, queijinhos, filés, uma massa simples, e deixe fluir.

E não se esqueça da água para acompanhar a sua degustação.
A água hidrata, limpa o paladar entre um vinho e outro e deixa a sua experiência fluir.

Lembrando sempre: mantenha a moderação para aproveitar novos e diferentes vinhos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MENDOZA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 27 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho. E se o vinho te inspira a explorar, assim como eu, somos amigos do vinho. Quanto mais eu exploro, mais descubro e mais me apaixono por cada nome, cada apelação, mesmo as pouco conhecidas, como Arrastou, que só foi reconhecida em 2010. Arrastou é uma apelação de vinhos fortificados e também de vinhos não fortificados, dentro da famosa região do Rhone, ao sul da França. Ser reconhecida como uma apelação de origem controlada foi uma independência dos Côtes du Rhone, nome que aparecia antigamente nos rótulos destes vinhos. Os vinhos no estilo Rostaud utilizam as uvas mais como Grenache Noir, Grenache Gris e Grenache Blanc. Os tintos. Os vinhos são produzidos 100% com Grenache Noir, e os fortificados chegam até 15% de graduação alcoólica, por isso são chamados de fortificados. Ainda temos poucas opções no Brasil, mas não demora a surgir opções como o Rastô da Maison Chapoutier, feito 100% com a uva Grenache e 14,5% de álcool. O vinho passa 15 a 20 dias em vinificação, com duas remoagens diárias. Amadurece parte em barrica e parte em cubas de aço, durante 12 a 16 meses. Um supervinho saboroso e profundo, daqueles vinhos negros e condimentados. Lembram aromas de tâmaras e amêndoas. Vinhos extremamente diferentes, mas uma opção para você explorar, descobrir e se inspirar no mundo do vinho. Vinhos no estilo Rastô do sul da França.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho. E se o vinho te inspira a explorar, assim como eu, somos amigos do vinho. Quanto mais eu exploro, mais descubro e mais me apaixono por cada nome, cada apelação, mesmo as pouco conhecidas, como Arrastou, que só foi reconhecida em 2010. Arrastou é uma apelação de vinhos fortificados e também de vinhos não fortificados, dentro da famosa região do Rhone, ao sul da França. Ser reconhecida como uma apelação de origem controlada foi uma independência dos Côtes du Rhone, nome que aparecia antigamente nos rótulos destes vinhos. Os vinhos no estilo Rostaud utilizam as uvas mais como Grenache Noir, Grenache Gris e Grenache Blanc. Os tintos. Os vinhos são produzidos 100% com Grenache Noir, e os fortificados chegam até 15% de graduação alcoólica, por isso são chamados de fortificados. Ainda temos poucas opções no Brasil, mas não demora a surgir opções como o Rastô da Maison Chapoutier, feito 100% com a uva Grenache e 14,5% de álcool. O vinho passa 15 a 20 dias em vinificação, com duas remoagens diárias. Amadurece parte em barrica e parte em cubas de aço, durante 12 a 16 meses. Um supervinho saboroso e profundo, daqueles vinhos negros e condimentados. Lembram aromas de tâmaras e amêndoas. Vinhos extremamente diferentes, mas uma opção para você explorar, descobrir e se inspirar no mundo do vinho. Vinhos no estilo Rastô do sul da França.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho. E se o vinho te inspira a explorar, assim como eu, somos amigos do vinho. Quanto mais eu exploro, mais descubro e mais me apaixono por cada nome, cada apelação, mesmo as pouco conhecidas, como Arrastou, que só foi reconhecida em 2010. Arrastou é uma apelação de vinhos fortificados e também de vinhos não fortificados, dentro da famosa região do Rhone, ao sul da França. Ser reconhecida como uma apelação de origem controlada foi uma independência dos Côtes du Rhone, nome que aparecia antigamente nos rótulos destes vinhos. Os vinhos no estilo Rostaud utilizam as uvas mais como Grenache Noir, Grenache Gris e Grenache Blanc. Os tintos. Os vinhos são produzidos 100% com Grenache Noir, e os fortificados chegam até 15% de graduação alcoólica, por isso são chamados de fortificados. Ainda temos poucas opções no Brasil, mas não demora a surgir opções como o Rastô da Maison Chapoutier, feito 100% com a uva Grenache e 14,5% de álcool. O vinho passa 15 a 20 dias em vinificação, com duas remoagens diárias. Amadurece parte em barrica e parte em cubas de aço, durante 12 a 16 meses. Um supervinho saboroso e profundo, daqueles vinhos negros e condimentados. Lembram aromas de tâmaras e amêndoas. Vinhos extremamente diferentes, mas uma opção para você explorar, descobrir e se inspirar no mundo do vinho. Vinhos no estilo Rastô do sul da França.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho. E se o vinho te inspira a explorar, assim como eu, somos amigos do vinho. Quanto mais eu exploro, mais descubro e mais me apaixono por cada nome, cada apelação, mesmo as pouco conhecidas, como Arrastou, que só foi reconhecida em 2010. Arrastou é uma apelação de vinhos fortificados e também de vinhos não fortificados, dentro da famosa região do Rhone, ao sul da França. Ser reconhecida como uma apelação de origem controlada foi uma independência dos Côtes du Rhone, nome que aparecia antigamente nos rótulos destes vinhos. Os vinhos no estilo Rostaud utilizam as uvas mais como Grenache Noir, Grenache Gris e Grenache Blanc. Os tintos. Os vinhos são produzidos 100% com Grenache Noir, e os fortificados chegam até 15% de graduação alcoólica, por isso são chamados de fortificados. Ainda temos poucas opções no Brasil, mas não demora a surgir opções como o Rastô da Maison Chapoutier, feito 100% com a uva Grenache e 14,5% de álcool. O vinho passa 15 a 20 dias em vinificação, com duas remoagens diárias. Amadurece parte em barrica e parte em cubas de aço, durante 12 a 16 meses. Um supervinho saboroso e profundo, daqueles vinhos negros e condimentados. Lembram aromas de tâmaras e amêndoas. Vinhos extremamente diferentes, mas uma opção para você explorar, descobrir e se inspirar no mundo do vinho. Vinhos no estilo Rastô do sul da França.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RASTÔ MAISON CHAPOUTIER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Weisswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinho e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a separação natural dos cristais de água, deixando o sumo mais denso e doce.

Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas, com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar cinco meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Weisswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinho e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a separação natural dos cristais de água, deixando o sumo mais denso e doce.

Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas, com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar cinco meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Weisswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinho e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a separação natural dos cristais de água, deixando o sumo mais denso e doce.

Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas, com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar cinco meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Weisswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinho e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a separação natural dos cristais de água, deixando o sumo mais denso e doce.

Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas, com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar cinco meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[WEISSWEIN: O VINHO DO GELO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[NOVO MUNDO E VELHO MUNDO NO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CRIANZA RESERVA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venham de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima, premiada como Patrimônio Mundial da Unesco.

Sobre vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e ainda para você criar drinks com algum ingrediente que quebre a doçura. É nessa região do Piemonte que se produzem os famosos Asti. Asti é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes.

O método Asti forma a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, como é feito no método Charmat. Pelo método Asti, o vinho atinge entre 6 e 10 graus de álcool e a fermentação é interrompida. Assim, sobra açúcar e o gás é mantido, sem deixar escapar na atmosfera.

Os aromas frutados são bem presentes e o álcool é bem levinho. Da mesma região, descobri um vinho feito não com as uvas moscatos, mas com uma uva diferente: a Brachetto, uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte.

A Brachetto é usada normalmente para a elaboração de espumantes tintos, pouco usuais para nós, mas eles são deliciosos, especialmente os docinhos, como o Acqui Brachetto. Aromas de flores, morango, framboesa, amora e cravo.

Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de manter a moderação.

Uma ótima manhã para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venham de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima, premiada como Patrimônio Mundial da Unesco.

Sobre vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e ainda para você criar drinks com algum ingrediente que quebre a doçura. É nessa região do Piemonte que se produzem os famosos Asti. Asti é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes.

O método Asti forma a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, como é feito no método Charmat. Pelo método Asti, o vinho atinge entre 6 e 10 graus de álcool e a fermentação é interrompida. Assim, sobra açúcar e o gás é mantido, sem deixar escapar na atmosfera.

Os aromas frutados são bem presentes e o álcool é bem levinho. Da mesma região, descobri um vinho feito não com as uvas moscatos, mas com uma uva diferente: a Brachetto, uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte.

A Brachetto é usada normalmente para a elaboração de espumantes tintos, pouco usuais para nós, mas eles são deliciosos, especialmente os docinhos, como o Acqui Brachetto. Aromas de flores, morango, framboesa, amora e cravo.

Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de manter a moderação.

Uma ótima manhã para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venham de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima, premiada como Patrimônio Mundial da Unesco.

Sobre vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e ainda para você criar drinks com algum ingrediente que quebre a doçura. É nessa região do Piemonte que se produzem os famosos Asti. Asti é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes.

O método Asti forma a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, como é feito no método Charmat. Pelo método Asti, o vinho atinge entre 6 e 10 graus de álcool e a fermentação é interrompida. Assim, sobra açúcar e o gás é mantido, sem deixar escapar na atmosfera.

Os aromas frutados são bem presentes e o álcool é bem levinho. Da mesma região, descobri um vinho feito não com as uvas moscatos, mas com uma uva diferente: a Brachetto, uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte.

A Brachetto é usada normalmente para a elaboração de espumantes tintos, pouco usuais para nós, mas eles são deliciosos, especialmente os docinhos, como o Acqui Brachetto. Aromas de flores, morango, framboesa, amora e cravo.

Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de manter a moderação.

Uma ótima manhã para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venham de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima, premiada como Patrimônio Mundial da Unesco.

Sobre vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e ainda para você criar drinks com algum ingrediente que quebre a doçura. É nessa região do Piemonte que se produzem os famosos Asti. Asti é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes.

O método Asti forma a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, como é feito no método Charmat. Pelo método Asti, o vinho atinge entre 6 e 10 graus de álcool e a fermentação é interrompida. Assim, sobra açúcar e o gás é mantido, sem deixar escapar na atmosfera.

Os aromas frutados são bem presentes e o álcool é bem levinho. Da mesma região, descobri um vinho feito não com as uvas moscatos, mas com uma uva diferente: a Brachetto, uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte.

A Brachetto é usada normalmente para a elaboração de espumantes tintos, pouco usuais para nós, mas eles são deliciosos, especialmente os docinhos, como o Acqui Brachetto. Aromas de flores, morango, framboesa, amora e cravo.

Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de manter a moderação.

Uma ótima manhã para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DOCES]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/fmmorena-campogrande/podcast-296755404/episodes/801472-MUSICA%20E%20VINHO%20(%20SEM%20MUSICA%20)%2016.03.26.mp3" type="audio/mpeg" length="4034350"/>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venham de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima da Itália, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO.

Falando em vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e até para criar drinks, especialmente quando combinados com algum ingrediente que ajude a equilibrar a doçura.

É nessa região do Piemonte que se produzem os famosos Asti. Asti é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes.

O Método Asti realiza a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, de forma semelhante ao Método Charmat. Por esse processo, o vinho atinge entre 6% e 10% de teor alcoólico e a fermentação é interrompida antes de todo o açúcar ser consumido. Assim, parte da doçura natural é preservada e o gás carbônico permanece dissolvido no vinho.

Os aromas frutados são muito presentes e o álcool é bastante leve.

Da mesma região, descobri um vinho elaborado não com uvas Moscato, mas com uma variedade diferente: a Brachetto, uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte.

A Brachetto é normalmente utilizada na elaboração de espumantes tintos, algo pouco usual para nós, mas extremamente delicioso, especialmente em suas versões mais doces. Seus aromas remetem a flores, morango, framboesa, amora e cravo.

Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de apreciar com moderação.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venham de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima da Itália, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO.

Falando em vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e até para criar drinks, especialmente quando combinados com algum ingrediente que ajude a equilibrar a doçura.

É nessa região do Piemonte que se produzem os famosos Asti. Asti é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes.

O Método Asti realiza a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, de forma semelhante ao Método Charmat. Por esse processo, o vinho atinge entre 6% e 10% de teor alcoólico e a fermentação é interrompida antes de todo o açúcar ser consumido. Assim, parte da doçura natural é preservada e o gás carbônico permanece dissolvido no vinho.

Os aromas frutados são muito presentes e o álcool é bastante leve.

Da mesma região, descobri um vinho elaborado não com uvas Moscato, mas com uma variedade diferente: a Brachetto, uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte.

A Brachetto é normalmente utilizada na elaboração de espumantes tintos, algo pouco usual para nós, mas extremamente delicioso, especialmente em suas versões mais doces. Seus aromas remetem a flores, morango, framboesa, amora e cravo.

Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de apreciar com moderação.
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      <itunes:summary><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venham de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima da Itália, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO.

Falando em vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e até para criar drinks, especialmente quando combinados com algum ingrediente que ajude a equilibrar a doçura.

É nessa região do Piemonte que se produzem os famosos Asti. Asti é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes.

O Método Asti realiza a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, de forma semelhante ao Método Charmat. Por esse processo, o vinho atinge entre 6% e 10% de teor alcoólico e a fermentação é interrompida antes de todo o açúcar ser consumido. Assim, parte da doçura natural é preservada e o gás carbônico permanece dissolvido no vinho.

Os aromas frutados são muito presentes e o álcool é bastante leve.

Da mesma região, descobri um vinho elaborado não com uvas Moscato, mas com uma variedade diferente: a Brachetto, uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte.

A Brachetto é normalmente utilizada na elaboração de espumantes tintos, algo pouco usual para nós, mas extremamente delicioso, especialmente em suas versões mais doces. Seus aromas remetem a flores, morango, framboesa, amora e cravo.

Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de apreciar com moderação.
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      <content:encoded><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venham de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima da Itália, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO.

Falando em vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e até para criar drinks, especialmente quando combinados com algum ingrediente que ajude a equilibrar a doçura.

É nessa região do Piemonte que se produzem os famosos Asti. Asti é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes.

O Método Asti realiza a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, de forma semelhante ao Método Charmat. Por esse processo, o vinho atinge entre 6% e 10% de teor alcoólico e a fermentação é interrompida antes de todo o açúcar ser consumido. Assim, parte da doçura natural é preservada e o gás carbônico permanece dissolvido no vinho.

Os aromas frutados são muito presentes e o álcool é bastante leve.

Da mesma região, descobri um vinho elaborado não com uvas Moscato, mas com uma variedade diferente: a Brachetto, uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte.

A Brachetto é normalmente utilizada na elaboração de espumantes tintos, algo pouco usual para nós, mas extremamente delicioso, especialmente em suas versões mais doces. Seus aromas remetem a flores, morango, framboesa, amora e cravo.

Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de apreciar com moderação.
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      <title><![CDATA[VINHOS DOCES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO COM COGUMELOS ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MASCIARELLI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc.

São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né? A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância: Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noirs mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc.

São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né? A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância: Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noirs mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc.

São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né? A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância: Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noirs mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinot Noir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas, são 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc.

São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né? A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância: Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noirs mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e um leve mineral para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO KAFFIR SAUVIGNON]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO UNINDO PESSOAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO VERDICCHIO TITULOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E hoje eu quero te inspirar a descobrir novos vinhos. Eu sou Kezia Giugni e está começando o Música e Vinho.

Já tem bons cirras em todo o mundo: Espanha, Portugal, Chile e Estados Unidos. E, na origem, no Vale do Rio Rhone, ao sul da França, região onde o destaque é para o caráter elegante, floral e picante da uva. Nesta região, importa muito selecionar bons produtores, já que há muita diferença na qualidade.

A Maison de la Frérrée é um dos destaques. A vinícola é de 1996 e se estabeleceu em uma propriedade que produz desde 1835 e foi recuperada usando as técnicas, conhecimento e tecnologia moderna.

Para quem quer começar, o Delas Frérrée é um super herói. Exemplar, de médio corpo, tanino e sedoso, com as notas de grosélia, muita fruta, pimenta negra e especiarias.

Vamos harmonizar esse vinho? Com um filé ao molho de pimenta verde, o famoso steak au poivre, ou ainda um hambúrguer de cordeiro. E imagine o seu Delas Frejressi Rá harmonizado com torta de chocolate amargo com amêndoas. Super combina!

Lembre-se sempre de beber com moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E hoje eu quero te inspirar a descobrir novos vinhos. Eu sou Kezia Giugni e está começando o Música e Vinho.

Já tem bons cirras em todo o mundo: Espanha, Portugal, Chile e Estados Unidos. E, na origem, no Vale do Rio Rhone, ao sul da França, região onde o destaque é para o caráter elegante, floral e picante da uva. Nesta região, importa muito selecionar bons produtores, já que há muita diferença na qualidade.

A Maison de la Frérrée é um dos destaques. A vinícola é de 1996 e se estabeleceu em uma propriedade que produz desde 1835 e foi recuperada usando as técnicas, conhecimento e tecnologia moderna.

Para quem quer começar, o Delas Frérrée é um super herói. Exemplar, de médio corpo, tanino e sedoso, com as notas de grosélia, muita fruta, pimenta negra e especiarias.

Vamos harmonizar esse vinho? Com um filé ao molho de pimenta verde, o famoso steak au poivre, ou ainda um hambúrguer de cordeiro. E imagine o seu Delas Frejressi Rá harmonizado com torta de chocolate amargo com amêndoas. Super combina!

Lembre-se sempre de beber com moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E hoje eu quero te inspirar a descobrir novos vinhos. Eu sou Kezia Giugni e está começando o Música e Vinho.

Já tem bons cirras em todo o mundo: Espanha, Portugal, Chile e Estados Unidos. E, na origem, no Vale do Rio Rhone, ao sul da França, região onde o destaque é para o caráter elegante, floral e picante da uva. Nesta região, importa muito selecionar bons produtores, já que há muita diferença na qualidade.

A Maison de la Frérrée é um dos destaques. A vinícola é de 1996 e se estabeleceu em uma propriedade que produz desde 1835 e foi recuperada usando as técnicas, conhecimento e tecnologia moderna.

Para quem quer começar, o Delas Frérrée é um super herói. Exemplar, de médio corpo, tanino e sedoso, com as notas de grosélia, muita fruta, pimenta negra e especiarias.

Vamos harmonizar esse vinho? Com um filé ao molho de pimenta verde, o famoso steak au poivre, ou ainda um hambúrguer de cordeiro. E imagine o seu Delas Frejressi Rá harmonizado com torta de chocolate amargo com amêndoas. Super combina!

Lembre-se sempre de beber com moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E hoje eu quero te inspirar a descobrir novos vinhos. Eu sou Kezia Giugni e está começando o Música e Vinho.

Já tem bons cirras em todo o mundo: Espanha, Portugal, Chile e Estados Unidos. E, na origem, no Vale do Rio Rhone, ao sul da França, região onde o destaque é para o caráter elegante, floral e picante da uva. Nesta região, importa muito selecionar bons produtores, já que há muita diferença na qualidade.

A Maison de la Frérrée é um dos destaques. A vinícola é de 1996 e se estabeleceu em uma propriedade que produz desde 1835 e foi recuperada usando as técnicas, conhecimento e tecnologia moderna.

Para quem quer começar, o Delas Frérrée é um super herói. Exemplar, de médio corpo, tanino e sedoso, com as notas de grosélia, muita fruta, pimenta negra e especiarias.

Vamos harmonizar esse vinho? Com um filé ao molho de pimenta verde, o famoso steak au poivre, ou ainda um hambúrguer de cordeiro. E imagine o seu Delas Frejressi Rá harmonizado com torta de chocolate amargo com amêndoas. Super combina!

Lembre-se sempre de beber com moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MAISON DE LA FERME]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. A nossa taça de conhecimento da vez é sobre a uva branca Kevrus Traminer, uma uva de pele rosada, e seus vinhos são extremamente aromáticos. Tem grande destaque na Alemanha e na região francesa da Ausácia, onde acredita-se ser a sua terra de origem. O nome Kevrus Traminer se traduz na palavra "temperado", pelo fato de os vinhos desta uva serem ricos em aromas de tempero, em especial, especiarias, além do toque frutado. Como esta variedade amadurece rapidamente, existe uma preferência para produzi-la em locais com clima ameno, pois, em locais mais conscientes, seus vinhos perdem a esperada qualidade. Para amonizar este vinho, recomendo um camarão ao molho curry ou outros pratos com uma leve picância. Este vinho irá acentuar os sabores e mostrar por que tem os vinhos mais aromáticos do mundo. E que tal deixar a sua sugestão de tema para o Música e Vinho? Pode registrar lá no meu Instagram. Anote aí: @aJonas.Sommelie]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. A nossa taça de conhecimento da vez é sobre a uva branca Kevrus Traminer, uma uva de pele rosada, e seus vinhos são extremamente aromáticos. Tem grande destaque na Alemanha e na região francesa da Ausácia, onde acredita-se ser a sua terra de origem. O nome Kevrus Traminer se traduz na palavra "temperado", pelo fato de os vinhos desta uva serem ricos em aromas de tempero, em especial, especiarias, além do toque frutado. Como esta variedade amadurece rapidamente, existe uma preferência para produzi-la em locais com clima ameno, pois, em locais mais conscientes, seus vinhos perdem a esperada qualidade. Para amonizar este vinho, recomendo um camarão ao molho curry ou outros pratos com uma leve picância. Este vinho irá acentuar os sabores e mostrar por que tem os vinhos mais aromáticos do mundo. E que tal deixar a sua sugestão de tema para o Música e Vinho? Pode registrar lá no meu Instagram. Anote aí: @aJonas.Sommelie]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. A nossa taça de conhecimento da vez é sobre a uva branca Kevrus Traminer, uma uva de pele rosada, e seus vinhos são extremamente aromáticos. Tem grande destaque na Alemanha e na região francesa da Ausácia, onde acredita-se ser a sua terra de origem. O nome Kevrus Traminer se traduz na palavra "temperado", pelo fato de os vinhos desta uva serem ricos em aromas de tempero, em especial, especiarias, além do toque frutado. Como esta variedade amadurece rapidamente, existe uma preferência para produzi-la em locais com clima ameno, pois, em locais mais conscientes, seus vinhos perdem a esperada qualidade. Para amonizar este vinho, recomendo um camarão ao molho curry ou outros pratos com uma leve picância. Este vinho irá acentuar os sabores e mostrar por que tem os vinhos mais aromáticos do mundo. E que tal deixar a sua sugestão de tema para o Música e Vinho? Pode registrar lá no meu Instagram. Anote aí: @aJonas.Sommelie]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. A nossa taça de conhecimento da vez é sobre a uva branca Kevrus Traminer, uma uva de pele rosada, e seus vinhos são extremamente aromáticos. Tem grande destaque na Alemanha e na região francesa da Ausácia, onde acredita-se ser a sua terra de origem. O nome Kevrus Traminer se traduz na palavra "temperado", pelo fato de os vinhos desta uva serem ricos em aromas de tempero, em especial, especiarias, além do toque frutado. Como esta variedade amadurece rapidamente, existe uma preferência para produzi-la em locais com clima ameno, pois, em locais mais conscientes, seus vinhos perdem a esperada qualidade. Para amonizar este vinho, recomendo um camarão ao molho curry ou outros pratos com uma leve picância. Este vinho irá acentuar os sabores e mostrar por que tem os vinhos mais aromáticos do mundo. E que tal deixar a sua sugestão de tema para o Música e Vinho? Pode registrar lá no meu Instagram. Anote aí: @aJonas.Sommelie]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA GEWÜRZTRAMINER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RIOS QUE INSPIRAM VINHOS ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACESSÓRIOS DOS VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO NERO DI CASANOVA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MONTEPULCIANO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Melhores músicas e melhores vinhos, você encontra aqui! ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Melhores músicas e melhores vinhos, você encontra aqui! ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Melhores músicas e melhores vinhos, você encontra aqui! ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Melhores músicas e melhores vinhos, você encontra aqui! ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO BRAMARE MALBEC ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

Da mais tradicional região vitivinícola da Espanha, a Rioja, vem o Vinho Luis Cañas. A terra das Tempranillos, mas que usa também no corte as uvas Garnacha e Graciano, e que ainda não admite a entrada de Cabernet Sauvignon, Merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja.

Aliás, uma coisa mudou: antes, o DOC Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo “Rioja”. Agora, já destaca as sub-regiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alavesa, que têm diferenças de terroir e altitude. Já começam também a ser aceitos destaques no rótulo mencionando as comunidades, os vilarejos — ou villages, onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degustei o Luis Cañas Crianza: tem 95% de Tempranillo e 5% de Garnacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz, que busca nutrientes a fundo e expressa, no vinho, intensidade e vigor, desde a coloração até o paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na Espanha para ser um Rioja Crianza.

Na boca, tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um leve toque aceto balsâmico. De taninos redondos e bom retrogosto, é um vinho super gastronômico.

O Luis Cañas Crianza pode ser harmonizado com um churrasco com batatas assadas, pode ser com mandioca frita também, ou um cozido de carnes com legumes.

Lembrando sempre, é claro: saber beber é saber viver, com moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

Da mais tradicional região vitivinícola da Espanha, a Rioja, vem o Vinho Luis Cañas. A terra das Tempranillos, mas que usa também no corte as uvas Garnacha e Graciano, e que ainda não admite a entrada de Cabernet Sauvignon, Merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja.

Aliás, uma coisa mudou: antes, o DOC Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo “Rioja”. Agora, já destaca as sub-regiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alavesa, que têm diferenças de terroir e altitude. Já começam também a ser aceitos destaques no rótulo mencionando as comunidades, os vilarejos — ou villages, onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degustei o Luis Cañas Crianza: tem 95% de Tempranillo e 5% de Garnacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz, que busca nutrientes a fundo e expressa, no vinho, intensidade e vigor, desde a coloração até o paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na Espanha para ser um Rioja Crianza.

Na boca, tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um leve toque aceto balsâmico. De taninos redondos e bom retrogosto, é um vinho super gastronômico.

O Luis Cañas Crianza pode ser harmonizado com um churrasco com batatas assadas, pode ser com mandioca frita também, ou um cozido de carnes com legumes.

Lembrando sempre, é claro: saber beber é saber viver, com moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

Da mais tradicional região vitivinícola da Espanha, a Rioja, vem o Vinho Luis Cañas. A terra das Tempranillos, mas que usa também no corte as uvas Garnacha e Graciano, e que ainda não admite a entrada de Cabernet Sauvignon, Merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja.

Aliás, uma coisa mudou: antes, o DOC Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo “Rioja”. Agora, já destaca as sub-regiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alavesa, que têm diferenças de terroir e altitude. Já começam também a ser aceitos destaques no rótulo mencionando as comunidades, os vilarejos — ou villages, onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degustei o Luis Cañas Crianza: tem 95% de Tempranillo e 5% de Garnacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz, que busca nutrientes a fundo e expressa, no vinho, intensidade e vigor, desde a coloração até o paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na Espanha para ser um Rioja Crianza.

Na boca, tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um leve toque aceto balsâmico. De taninos redondos e bom retrogosto, é um vinho super gastronômico.

O Luis Cañas Crianza pode ser harmonizado com um churrasco com batatas assadas, pode ser com mandioca frita também, ou um cozido de carnes com legumes.

Lembrando sempre, é claro: saber beber é saber viver, com moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni

Da mais tradicional região vitivinícola da Espanha, a Rioja, vem o Vinho Luis Cañas. A terra das Tempranillos, mas que usa também no corte as uvas Garnacha e Graciano, e que ainda não admite a entrada de Cabernet Sauvignon, Merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja.

Aliás, uma coisa mudou: antes, o DOC Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo “Rioja”. Agora, já destaca as sub-regiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alavesa, que têm diferenças de terroir e altitude. Já começam também a ser aceitos destaques no rótulo mencionando as comunidades, os vilarejos — ou villages, onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degustei o Luis Cañas Crianza: tem 95% de Tempranillo e 5% de Garnacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz, que busca nutrientes a fundo e expressa, no vinho, intensidade e vigor, desde a coloração até o paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na Espanha para ser um Rioja Crianza.

Na boca, tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um leve toque aceto balsâmico. De taninos redondos e bom retrogosto, é um vinho super gastronômico.

O Luis Cañas Crianza pode ser harmonizado com um churrasco com batatas assadas, pode ser com mandioca frita também, ou um cozido de carnes com legumes.

Lembrando sempre, é claro: saber beber é saber viver, com moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LUIS CAÑAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[HEROI DE DOIS MUNDOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO POUILLY FUISSE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MUNDO DO VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho e mais uma degustação horizontal. Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenes. Todos chilenos. E só assim é possível comparar e entender o quão diferente podem ser os vinhos de uma mesma variedade. Por Isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenes se só provou um vinho desta uva. Pode ter Carmenes com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e mais fáceis de beber para o seu dia a dia.

E outros Carmenes mais complexos, como acerações prolongadas e envelhecimento e amadurecimento. Só para lembrar algumas características desta uva. Ela tem notas vegetais um pouquinho mais persistentes que a uva Merlot. Além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro. E uma cor profunda inconfundível. São raros os carmeneres franceses, então não resta dúvida em qual país procurar os vinhos da uva carmenere.

É no Chile mesmo. Para carnes vermelhas, grelhadas, assados, cordeiros, filés com pimentas ou especiarias, o carmenere é uma boa escolha. O vinho Larroia Gran Reserva é 100% da uva carmenere.

E o Aquitânia Reserva, com 85% da uva carmenere e 15% de Cabernet Sauvignon. Ambos os vinhos, com mais ou menos 10 meses de madeira, me encantaram nesta degustação só dos vinhos da uva carmenere. Mas isso porque eu gosto de vinhos com mais persistência de boca, com mais presença, com mais intensidade. Para quem prefere os vinhos mais leves, o Caliterra Aventura Carmenere é um vinho bem correto e de excelente custo-benefício.

E você também pode fazer essa degustação em casa com os amigos, escolhendo uma única uva, experimentando para fazer as comparações e entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente. Você vai escolher o que melhor lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho e mais uma degustação horizontal. Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenes. Todos chilenos. E só assim é possível comparar e entender o quão diferente podem ser os vinhos de uma mesma variedade. Por Isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenes se só provou um vinho desta uva. Pode ter Carmenes com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e mais fáceis de beber para o seu dia a dia.

E outros Carmenes mais complexos, como acerações prolongadas e envelhecimento e amadurecimento. Só para lembrar algumas características desta uva. Ela tem notas vegetais um pouquinho mais persistentes que a uva Merlot. Além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro. E uma cor profunda inconfundível. São raros os carmeneres franceses, então não resta dúvida em qual país procurar os vinhos da uva carmenere.

É no Chile mesmo. Para carnes vermelhas, grelhadas, assados, cordeiros, filés com pimentas ou especiarias, o carmenere é uma boa escolha. O vinho Larroia Gran Reserva é 100% da uva carmenere.

E o Aquitânia Reserva, com 85% da uva carmenere e 15% de Cabernet Sauvignon. Ambos os vinhos, com mais ou menos 10 meses de madeira, me encantaram nesta degustação só dos vinhos da uva carmenere. Mas isso porque eu gosto de vinhos com mais persistência de boca, com mais presença, com mais intensidade. Para quem prefere os vinhos mais leves, o Caliterra Aventura Carmenere é um vinho bem correto e de excelente custo-benefício.

E você também pode fazer essa degustação em casa com os amigos, escolhendo uma única uva, experimentando para fazer as comparações e entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente. Você vai escolher o que melhor lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho e mais uma degustação horizontal. Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenes. Todos chilenos. E só assim é possível comparar e entender o quão diferente podem ser os vinhos de uma mesma variedade. Por Isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenes se só provou um vinho desta uva. Pode ter Carmenes com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e mais fáceis de beber para o seu dia a dia.

E outros Carmenes mais complexos, como acerações prolongadas e envelhecimento e amadurecimento. Só para lembrar algumas características desta uva. Ela tem notas vegetais um pouquinho mais persistentes que a uva Merlot. Além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro. E uma cor profunda inconfundível. São raros os carmeneres franceses, então não resta dúvida em qual país procurar os vinhos da uva carmenere.

É no Chile mesmo. Para carnes vermelhas, grelhadas, assados, cordeiros, filés com pimentas ou especiarias, o carmenere é uma boa escolha. O vinho Larroia Gran Reserva é 100% da uva carmenere.

E o Aquitânia Reserva, com 85% da uva carmenere e 15% de Cabernet Sauvignon. Ambos os vinhos, com mais ou menos 10 meses de madeira, me encantaram nesta degustação só dos vinhos da uva carmenere. Mas isso porque eu gosto de vinhos com mais persistência de boca, com mais presença, com mais intensidade. Para quem prefere os vinhos mais leves, o Caliterra Aventura Carmenere é um vinho bem correto e de excelente custo-benefício.

E você também pode fazer essa degustação em casa com os amigos, escolhendo uma única uva, experimentando para fazer as comparações e entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente. Você vai escolher o que melhor lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho e mais uma degustação horizontal. Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenes. Todos chilenos. E só assim é possível comparar e entender o quão diferente podem ser os vinhos de uma mesma variedade. Por Isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenes se só provou um vinho desta uva. Pode ter Carmenes com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e mais fáceis de beber para o seu dia a dia.

E outros Carmenes mais complexos, como acerações prolongadas e envelhecimento e amadurecimento. Só para lembrar algumas características desta uva. Ela tem notas vegetais um pouquinho mais persistentes que a uva Merlot. Além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro. E uma cor profunda inconfundível. São raros os carmeneres franceses, então não resta dúvida em qual país procurar os vinhos da uva carmenere.

É no Chile mesmo. Para carnes vermelhas, grelhadas, assados, cordeiros, filés com pimentas ou especiarias, o carmenere é uma boa escolha. O vinho Larroia Gran Reserva é 100% da uva carmenere.

E o Aquitânia Reserva, com 85% da uva carmenere e 15% de Cabernet Sauvignon. Ambos os vinhos, com mais ou menos 10 meses de madeira, me encantaram nesta degustação só dos vinhos da uva carmenere. Mas isso porque eu gosto de vinhos com mais persistência de boca, com mais presença, com mais intensidade. Para quem prefere os vinhos mais leves, o Caliterra Aventura Carmenere é um vinho bem correto e de excelente custo-benefício.

E você também pode fazer essa degustação em casa com os amigos, escolhendo uma única uva, experimentando para fazer as comparações e entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente. Você vai escolher o que melhor lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA CARMÉNÈRE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Regra de harmonização normalmente não contempla vinho para coxinha de galinha. Mas, até hoje, eu digo que a melhor entrada que comi no restaurante mais estrelado do Brasil foi uma coxinha de galinha.

E eu preciso descrever para vocês: uma coxinha muito bem temperada. Na base da coxinha, um purê de mandioca bem cremoso com catupiry. Então, o catupiry veio por fora. O serviço foi feito em pratos fundos, para regar com o melhor caldo de galinha da vida. Realmente, uma coxinha inesquecível.

Você acha que não combina? Ainda tem preconceitos e acha que vinho é só para alta gastronomia? Ou não gosta de coxinha? Eu te provo tecnicamente a harmonização.

As comidas gordurosas têm que contrapor com vinhos mais frescos. A gordura seca o paladar. A crocância da fritura combina com o creque-creque das bolhas do gás do espumante, traduzindo os perlages. Frango é uma carne branca e combina com vinhos brancos, como os espumantes brancos.

A coxinha é cheia de temperos e ervas, e os espumantes têm aromas herbáceos maravilhosos. Para encher a boca e salivar de vez, o purê de mandioca com catupiry é super cremoso, assim como a textura da espumatização que se forma na boca a cada gole de vinhos espumantes.

Prato quente com vinho gelado sela uma harmonização de contraponto, que é a cara da nova era do mundo do vinho.

Bem-vindos à descontração, à liberdade que os antigos deuses já pregavam desde a antiguidade, à alegria dos jovens consumidores de vinhos e à paixão pela bebida que é secular e que se renova a cada dia, a cada música e vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Regra de harmonização normalmente não contempla vinho para coxinha de galinha. Mas, até hoje, eu digo que a melhor entrada que comi no restaurante mais estrelado do Brasil foi uma coxinha de galinha.

E eu preciso descrever para vocês: uma coxinha muito bem temperada. Na base da coxinha, um purê de mandioca bem cremoso com catupiry. Então, o catupiry veio por fora. O serviço foi feito em pratos fundos, para regar com o melhor caldo de galinha da vida. Realmente, uma coxinha inesquecível.

Você acha que não combina? Ainda tem preconceitos e acha que vinho é só para alta gastronomia? Ou não gosta de coxinha? Eu te provo tecnicamente a harmonização.

As comidas gordurosas têm que contrapor com vinhos mais frescos. A gordura seca o paladar. A crocância da fritura combina com o creque-creque das bolhas do gás do espumante, traduzindo os perlages. Frango é uma carne branca e combina com vinhos brancos, como os espumantes brancos.

A coxinha é cheia de temperos e ervas, e os espumantes têm aromas herbáceos maravilhosos. Para encher a boca e salivar de vez, o purê de mandioca com catupiry é super cremoso, assim como a textura da espumatização que se forma na boca a cada gole de vinhos espumantes.

Prato quente com vinho gelado sela uma harmonização de contraponto, que é a cara da nova era do mundo do vinho.

Bem-vindos à descontração, à liberdade que os antigos deuses já pregavam desde a antiguidade, à alegria dos jovens consumidores de vinhos e à paixão pela bebida que é secular e que se renova a cada dia, a cada música e vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Regra de harmonização normalmente não contempla vinho para coxinha de galinha. Mas, até hoje, eu digo que a melhor entrada que comi no restaurante mais estrelado do Brasil foi uma coxinha de galinha.

E eu preciso descrever para vocês: uma coxinha muito bem temperada. Na base da coxinha, um purê de mandioca bem cremoso com catupiry. Então, o catupiry veio por fora. O serviço foi feito em pratos fundos, para regar com o melhor caldo de galinha da vida. Realmente, uma coxinha inesquecível.

Você acha que não combina? Ainda tem preconceitos e acha que vinho é só para alta gastronomia? Ou não gosta de coxinha? Eu te provo tecnicamente a harmonização.

As comidas gordurosas têm que contrapor com vinhos mais frescos. A gordura seca o paladar. A crocância da fritura combina com o creque-creque das bolhas do gás do espumante, traduzindo os perlages. Frango é uma carne branca e combina com vinhos brancos, como os espumantes brancos.

A coxinha é cheia de temperos e ervas, e os espumantes têm aromas herbáceos maravilhosos. Para encher a boca e salivar de vez, o purê de mandioca com catupiry é super cremoso, assim como a textura da espumatização que se forma na boca a cada gole de vinhos espumantes.

Prato quente com vinho gelado sela uma harmonização de contraponto, que é a cara da nova era do mundo do vinho.

Bem-vindos à descontração, à liberdade que os antigos deuses já pregavam desde a antiguidade, à alegria dos jovens consumidores de vinhos e à paixão pela bebida que é secular e que se renova a cada dia, a cada música e vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Regra de harmonização normalmente não contempla vinho para coxinha de galinha. Mas, até hoje, eu digo que a melhor entrada que comi no restaurante mais estrelado do Brasil foi uma coxinha de galinha.

E eu preciso descrever para vocês: uma coxinha muito bem temperada. Na base da coxinha, um purê de mandioca bem cremoso com catupiry. Então, o catupiry veio por fora. O serviço foi feito em pratos fundos, para regar com o melhor caldo de galinha da vida. Realmente, uma coxinha inesquecível.

Você acha que não combina? Ainda tem preconceitos e acha que vinho é só para alta gastronomia? Ou não gosta de coxinha? Eu te provo tecnicamente a harmonização.

As comidas gordurosas têm que contrapor com vinhos mais frescos. A gordura seca o paladar. A crocância da fritura combina com o creque-creque das bolhas do gás do espumante, traduzindo os perlages. Frango é uma carne branca e combina com vinhos brancos, como os espumantes brancos.

A coxinha é cheia de temperos e ervas, e os espumantes têm aromas herbáceos maravilhosos. Para encher a boca e salivar de vez, o purê de mandioca com catupiry é super cremoso, assim como a textura da espumatização que se forma na boca a cada gole de vinhos espumantes.

Prato quente com vinho gelado sela uma harmonização de contraponto, que é a cara da nova era do mundo do vinho.

Bem-vindos à descontração, à liberdade que os antigos deuses já pregavam desde a antiguidade, à alegria dos jovens consumidores de vinhos e à paixão pela bebida que é secular e que se renova a cada dia, a cada música e vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO DE VINHO E COXINHA DE FRANGO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[NOVO MUNDO E VELHO MUNDO NO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[A UVA QUE FAZ VINHOS AMARELOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Em 2015, Portugal ganhou a capa da revista Wine Spectator com o mais belo cenário de Portugal, o Rio Douro, e começou a mostrar seu caminho de volta ao cenário internacional, ganhando inúmeras premiações.

Em apenas dois meses de 2015, Portugal conquistou 279 medalhas em países como Alemanha, França e China. Em 2016, ganhou 92 medalhas na Alemanha, 79 medalhas na França e mais 108 medalhas no concurso China Wine and Spirits Awards.

Essa multiplicação tão grande de medalhas ainda vem crescendo, e eu percebi as pessoas comentando, comprando e postando mais rótulos portugueses.

Em maio de 2016, acompanhei um evento, e os produtores portugueses presentes eram os filhos e os netos. Percebi o entusiasmo e a dedicação deles em permanecer na tradição, mas também em dar a sua pitada de modernidade e conquistar o mundo.

Veja como os vinhos portugueses são, em sua grande maioria, assemblages, misturas de uvas. É isso que dá equilíbrio aos vinhos. Tem aparecido algumas pontinhas de Cihá, um merlozinho no meio das trincadeiras, e Aragonês, as uvas autóctones portuguesas.

Na minha análise, os vinhos estão melhorando a cada dia. E você, o que acha? Por que os vinhos portugueses estão melhorando?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Em 2015, Portugal ganhou a capa da revista Wine Spectator com o mais belo cenário de Portugal, o Rio Douro, e começou a mostrar seu caminho de volta ao cenário internacional, ganhando inúmeras premiações.

Em apenas dois meses de 2015, Portugal conquistou 279 medalhas em países como Alemanha, França e China. Em 2016, ganhou 92 medalhas na Alemanha, 79 medalhas na França e mais 108 medalhas no concurso China Wine and Spirits Awards.

Essa multiplicação tão grande de medalhas ainda vem crescendo, e eu percebi as pessoas comentando, comprando e postando mais rótulos portugueses.

Em maio de 2016, acompanhei um evento, e os produtores portugueses presentes eram os filhos e os netos. Percebi o entusiasmo e a dedicação deles em permanecer na tradição, mas também em dar a sua pitada de modernidade e conquistar o mundo.

Veja como os vinhos portugueses são, em sua grande maioria, assemblages, misturas de uvas. É isso que dá equilíbrio aos vinhos. Tem aparecido algumas pontinhas de Cihá, um merlozinho no meio das trincadeiras, e Aragonês, as uvas autóctones portuguesas.

Na minha análise, os vinhos estão melhorando a cada dia. E você, o que acha? Por que os vinhos portugueses estão melhorando?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Em 2015, Portugal ganhou a capa da revista Wine Spectator com o mais belo cenário de Portugal, o Rio Douro, e começou a mostrar seu caminho de volta ao cenário internacional, ganhando inúmeras premiações.

Em apenas dois meses de 2015, Portugal conquistou 279 medalhas em países como Alemanha, França e China. Em 2016, ganhou 92 medalhas na Alemanha, 79 medalhas na França e mais 108 medalhas no concurso China Wine and Spirits Awards.

Essa multiplicação tão grande de medalhas ainda vem crescendo, e eu percebi as pessoas comentando, comprando e postando mais rótulos portugueses.

Em maio de 2016, acompanhei um evento, e os produtores portugueses presentes eram os filhos e os netos. Percebi o entusiasmo e a dedicação deles em permanecer na tradição, mas também em dar a sua pitada de modernidade e conquistar o mundo.

Veja como os vinhos portugueses são, em sua grande maioria, assemblages, misturas de uvas. É isso que dá equilíbrio aos vinhos. Tem aparecido algumas pontinhas de Cihá, um merlozinho no meio das trincadeiras, e Aragonês, as uvas autóctones portuguesas.

Na minha análise, os vinhos estão melhorando a cada dia. E você, o que acha? Por que os vinhos portugueses estão melhorando?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Em 2015, Portugal ganhou a capa da revista Wine Spectator com o mais belo cenário de Portugal, o Rio Douro, e começou a mostrar seu caminho de volta ao cenário internacional, ganhando inúmeras premiações.

Em apenas dois meses de 2015, Portugal conquistou 279 medalhas em países como Alemanha, França e China. Em 2016, ganhou 92 medalhas na Alemanha, 79 medalhas na França e mais 108 medalhas no concurso China Wine and Spirits Awards.

Essa multiplicação tão grande de medalhas ainda vem crescendo, e eu percebi as pessoas comentando, comprando e postando mais rótulos portugueses.

Em maio de 2016, acompanhei um evento, e os produtores portugueses presentes eram os filhos e os netos. Percebi o entusiasmo e a dedicação deles em permanecer na tradição, mas também em dar a sua pitada de modernidade e conquistar o mundo.

Veja como os vinhos portugueses são, em sua grande maioria, assemblages, misturas de uvas. É isso que dá equilíbrio aos vinhos. Tem aparecido algumas pontinhas de Cihá, um merlozinho no meio das trincadeiras, e Aragonês, as uvas autóctones portuguesas.

Na minha análise, os vinhos estão melhorando a cada dia. E você, o que acha? Por que os vinhos portugueses estão melhorando?

Lembre-se de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[WINE SPECTATOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTE VALDUGA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

O vinho e seus deuses.

Degustei o Telo e Cirrà do Lázio. A propriedade fica a uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil: Telo.

O rótulo me chamou a atenção, descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant’Angelo é um cenário magnífico. Foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte, um monumento rico, coroado por uma estátua de anjo no topo do edifício.

Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco, um super Cirrà, de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Cirrà é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu.

Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos... incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma ótima sugestão de harmonização.

Lembrando sempre: mantenha a moderação  e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

O vinho e seus deuses.

Degustei o Telo e Cirrà do Lázio. A propriedade fica a uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil: Telo.

O rótulo me chamou a atenção, descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant’Angelo é um cenário magnífico. Foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte, um monumento rico, coroado por uma estátua de anjo no topo do edifício.

Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco, um super Cirrà, de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Cirrà é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu.

Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos... incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma ótima sugestão de harmonização.

Lembrando sempre: mantenha a moderação  e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

O vinho e seus deuses.

Degustei o Telo e Cirrà do Lázio. A propriedade fica a uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil: Telo.

O rótulo me chamou a atenção, descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant’Angelo é um cenário magnífico. Foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte, um monumento rico, coroado por uma estátua de anjo no topo do edifício.

Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco, um super Cirrà, de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Cirrà é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu.

Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos... incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma ótima sugestão de harmonização.

Lembrando sempre: mantenha a moderação  e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música, no ar: Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

O vinho e seus deuses.

Degustei o Telo e Cirrà do Lázio. A propriedade fica a uns 50 quilômetros de Roma, e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil: Telo.

O rótulo me chamou a atenção, descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

O Castelo de Sant’Angelo é um cenário magnífico. Foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte, um monumento rico, coroado por uma estátua de anjo no topo do edifício.

Telo e Cirrà é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas, e o vinho é do produtor Falesco, um super Cirrà, de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirrà, com um toque de baunilha pelos seus cinco meses de carvalho.

O Telo e Cirrà é um vinho sedoso, com taninos macios, rico e persistente. Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu.

Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos... incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma ótima sugestão de harmonização.

Lembrando sempre: mantenha a moderação  e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VINHO E SEUS DEUSES ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VIDEIRAS COM BOAS UVAS ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS VALPOLICELLA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO EXPRESSION RESERVE SYRAH ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DO SUL OU VINHO DO NORTE?]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO SALTON TALENTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Juni.

Desde 1925, a bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá pra cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina. A vinícola está presente com três vinhedos: o Guatala Haria, a 1200 metros; a Altamira, a 1100 metros; e o vinhedo chamado Laconsulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon. Vinhão. A cor chega a vibrar na taça, super intenso, um roxo profundo. A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico. A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a Malbec suaviza os taninos em uma combinação única. Única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta. A meixa, a baunilha e muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultra prêmios. A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo. Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como Routine e Cabernet Mariano Malbec, argentino.

Uma excelente manhã para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Juni.

Desde 1925, a bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá pra cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina. A vinícola está presente com três vinhedos: o Guatala Haria, a 1200 metros; a Altamira, a 1100 metros; e o vinhedo chamado Laconsulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon. Vinhão. A cor chega a vibrar na taça, super intenso, um roxo profundo. A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico. A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a Malbec suaviza os taninos em uma combinação única. Única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta. A meixa, a baunilha e muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultra prêmios. A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo. Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como Routine e Cabernet Mariano Malbec, argentino.

Uma excelente manhã para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Juni.

Desde 1925, a bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá pra cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina. A vinícola está presente com três vinhedos: o Guatala Haria, a 1200 metros; a Altamira, a 1100 metros; e o vinhedo chamado Laconsulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon. Vinhão. A cor chega a vibrar na taça, super intenso, um roxo profundo. A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico. A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a Malbec suaviza os taninos em uma combinação única. Única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta. A meixa, a baunilha e muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultra prêmios. A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo. Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como Routine e Cabernet Mariano Malbec, argentino.

Uma excelente manhã para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia Juni.

Desde 1925, a bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá pra cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina. A vinícola está presente com três vinhedos: o Guatala Haria, a 1200 metros; a Altamira, a 1100 metros; e o vinhedo chamado Laconsulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon. Vinhão. A cor chega a vibrar na taça, super intenso, um roxo profundo. A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico. A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a Malbec suaviza os taninos em uma combinação única. Única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta. A meixa, a baunilha e muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultra prêmios. A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo. Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como Routine e Cabernet Mariano Malbec, argentino.

Uma excelente manhã para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MALBEC]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a sommelier Kezia Giugni. Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva tempranilo e 30% de Cabernet Sauvignon. Um vinho super leve com maceração curta de apenas 5 dias. A temperatura bem baixa para preservar o frescor, apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo, uma paeja com todas as suas nuances perfeitas. Sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto e harmonização. Foi perfeita. Escolha você também um bom rosé, se empolgue na cozinha pra fazer a sua paeja. Dá-lhe rosés. Essa é a nova moda Rosé Revolution.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a sommelier Kezia Giugni. Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva tempranilo e 30% de Cabernet Sauvignon. Um vinho super leve com maceração curta de apenas 5 dias. A temperatura bem baixa para preservar o frescor, apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo, uma paeja com todas as suas nuances perfeitas. Sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto e harmonização. Foi perfeita. Escolha você também um bom rosé, se empolgue na cozinha pra fazer a sua paeja. Dá-lhe rosés. Essa é a nova moda Rosé Revolution.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a sommelier Kezia Giugni. Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva tempranilo e 30% de Cabernet Sauvignon. Um vinho super leve com maceração curta de apenas 5 dias. A temperatura bem baixa para preservar o frescor, apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo, uma paeja com todas as suas nuances perfeitas. Sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto e harmonização. Foi perfeita. Escolha você também um bom rosé, se empolgue na cozinha pra fazer a sua paeja. Dá-lhe rosés. Essa é a nova moda Rosé Revolution.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música e vinho com a sommelier Kezia Giugni. Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva tempranilo e 30% de Cabernet Sauvignon. Um vinho super leve com maceração curta de apenas 5 dias. A temperatura bem baixa para preservar o frescor, apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo, uma paeja com todas as suas nuances perfeitas. Sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto e harmonização. Foi perfeita. Escolha você também um bom rosé, se empolgue na cozinha pra fazer a sua paeja. Dá-lhe rosés. Essa é a nova moda Rosé Revolution.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ ROSÉ REVOLUTION]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS QUERIDINHOS ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[SIGLA A NA GARRAFA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional, produzido pela vinícola Casa Pedruti, no interior da Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

O espumante apresenta coloração rosada, de boa intensidade e muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Os aromas remetem a morango, amora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e traz ao paladar as mesmas notas percebidas nos aromas: frutas vermelhas.

A produção do Casa Pedruti Brut Rosé é realizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, pelo método Charmat, em que a segunda fermentação — responsável pela formação do gás carbônico — acontece em tanques pressurizados de aço inoxidável.

As uvas escolhidas para a produção deste espumante são as tintas Merlot e Pinot Noir.

A rotulagem do vinho é bastante criativa, trazendo diversas palavras que remetem a ocasiões em que o espumante pode estar presente em nossas vidas, como formaturas, praia, casamento, entre outras.

Um brinde aos espumantes do Brasil, que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios.

E um brinde especial a você, ouvinte do Musica e Vinho, que pode sugerir um tema para nossa Taça de Conhecimento por meio do meu Instagram, @jonas.sommelier]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional, produzido pela vinícola Casa Pedruti, no interior da Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

O espumante apresenta coloração rosada, de boa intensidade e muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Os aromas remetem a morango, amora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e traz ao paladar as mesmas notas percebidas nos aromas: frutas vermelhas.

A produção do Casa Pedruti Brut Rosé é realizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, pelo método Charmat, em que a segunda fermentação — responsável pela formação do gás carbônico — acontece em tanques pressurizados de aço inoxidável.

As uvas escolhidas para a produção deste espumante são as tintas Merlot e Pinot Noir.

A rotulagem do vinho é bastante criativa, trazendo diversas palavras que remetem a ocasiões em que o espumante pode estar presente em nossas vidas, como formaturas, praia, casamento, entre outras.

Um brinde aos espumantes do Brasil, que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios.

E um brinde especial a você, ouvinte do Musica e Vinho, que pode sugerir um tema para nossa Taça de Conhecimento por meio do meu Instagram, @jonas.sommelier]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional, produzido pela vinícola Casa Pedruti, no interior da Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

O espumante apresenta coloração rosada, de boa intensidade e muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Os aromas remetem a morango, amora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e traz ao paladar as mesmas notas percebidas nos aromas: frutas vermelhas.

A produção do Casa Pedruti Brut Rosé é realizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, pelo método Charmat, em que a segunda fermentação — responsável pela formação do gás carbônico — acontece em tanques pressurizados de aço inoxidável.

As uvas escolhidas para a produção deste espumante são as tintas Merlot e Pinot Noir.

A rotulagem do vinho é bastante criativa, trazendo diversas palavras que remetem a ocasiões em que o espumante pode estar presente em nossas vidas, como formaturas, praia, casamento, entre outras.

Um brinde aos espumantes do Brasil, que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios.

E um brinde especial a você, ouvinte do Musica e Vinho, que pode sugerir um tema para nossa Taça de Conhecimento por meio do meu Instagram, @jonas.sommelier]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional, produzido pela vinícola Casa Pedruti, no interior da Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

O espumante apresenta coloração rosada, de boa intensidade e muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Os aromas remetem a morango, amora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e traz ao paladar as mesmas notas percebidas nos aromas: frutas vermelhas.

A produção do Casa Pedruti Brut Rosé é realizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, pelo método Charmat, em que a segunda fermentação — responsável pela formação do gás carbônico — acontece em tanques pressurizados de aço inoxidável.

As uvas escolhidas para a produção deste espumante são as tintas Merlot e Pinot Noir.

A rotulagem do vinho é bastante criativa, trazendo diversas palavras que remetem a ocasiões em que o espumante pode estar presente em nossas vidas, como formaturas, praia, casamento, entre outras.

Um brinde aos espumantes do Brasil, que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios.

E um brinde especial a você, ouvinte do Musica e Vinho, que pode sugerir um tema para nossa Taça de Conhecimento por meio do meu Instagram, @jonas.sommelier]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CASA PEDRUCCI BRUT ROSÉ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHO CLOS APALTA 2005]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia.

A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas. São 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país. E elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são fineza e elegância: Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir, mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e com um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o que? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia.

A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas. São 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país. E elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são fineza e elegância: Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir, mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e com um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o que? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia.

A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas. São 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país. E elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são fineza e elegância: Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir, mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e com um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o que? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia.

A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas. São 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país. E elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste.

As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são fineza e elegância: Sauvignon Blanc e Pinot Noir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir, mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e com um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar.

E você, está degustando o que? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVAS DESTAQUE ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que bom ter a sua companhia em mais uma manhã para falar de música e vinho!

Hoje, vamos falar sobre os vinhos sem safra.

Na hora de escolher um vinho, você já decidiu o estilo, o país, a uva, o preço... e ainda tem a safra! Mas olha só como tudo na vida envolve escolhas: se você for comprar um simples presunto, tem que escolher se é de peru ou de porco, a espessura, a quantidade, o defumado... entendeu?

Então, não é só o vinho, o vinho também exige escolhas.

Os vinhos têm no rótulo o ano em que a uva foi colhida. O ciclo da videira é de um ano, e o desenvolvimento da uva pode mudar de acordo com as condições climáticas. Por isso vem o ano: a safra é bem importante.

Os vinhos não safrados são apenas os vinhos do Porto, Champanhe e Jerez, que podem,  podem fazer mesclas de safras, e só destacam uma única safra quando acontece um ano excepcional. Aí, ele recebe o nome de vintage.

Nos demais casos, precisa ter a safra, sim.

Vinhos brancos e rosés, por exemplo, precisam ser bem jovens, entre dois e três anos, no máximo. Para os vinhos em geral, tem exceções, mas são poucas.

E os vinhos tintos, na maioria, entre quatro e cinco anos no máximo também. Mas precisa ser o vinho certo,  se for de cinco ou seis anos, ainda há exceções, mas são poucas.

Se achar um vinho barato, sem madeira e sem safra... desconfie.

E foi o que aconteceu: chegou às minhas mãos um Pinot Noir. Na descrição dizia que o vinho era bem jovem, mas não tinha safra. O vinho já estava oxidado.

Desconfie dos vinhos sem safra.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que bom ter a sua companhia em mais uma manhã para falar de música e vinho!

Hoje, vamos falar sobre os vinhos sem safra.

Na hora de escolher um vinho, você já decidiu o estilo, o país, a uva, o preço... e ainda tem a safra! Mas olha só como tudo na vida envolve escolhas: se você for comprar um simples presunto, tem que escolher se é de peru ou de porco, a espessura, a quantidade, o defumado... entendeu?

Então, não é só o vinho, o vinho também exige escolhas.

Os vinhos têm no rótulo o ano em que a uva foi colhida. O ciclo da videira é de um ano, e o desenvolvimento da uva pode mudar de acordo com as condições climáticas. Por isso vem o ano: a safra é bem importante.

Os vinhos não safrados são apenas os vinhos do Porto, Champanhe e Jerez, que podem,  podem fazer mesclas de safras, e só destacam uma única safra quando acontece um ano excepcional. Aí, ele recebe o nome de vintage.

Nos demais casos, precisa ter a safra, sim.

Vinhos brancos e rosés, por exemplo, precisam ser bem jovens, entre dois e três anos, no máximo. Para os vinhos em geral, tem exceções, mas são poucas.

E os vinhos tintos, na maioria, entre quatro e cinco anos no máximo também. Mas precisa ser o vinho certo,  se for de cinco ou seis anos, ainda há exceções, mas são poucas.

Se achar um vinho barato, sem madeira e sem safra... desconfie.

E foi o que aconteceu: chegou às minhas mãos um Pinot Noir. Na descrição dizia que o vinho era bem jovem, mas não tinha safra. O vinho já estava oxidado.

Desconfie dos vinhos sem safra.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que bom ter a sua companhia em mais uma manhã para falar de música e vinho!

Hoje, vamos falar sobre os vinhos sem safra.

Na hora de escolher um vinho, você já decidiu o estilo, o país, a uva, o preço... e ainda tem a safra! Mas olha só como tudo na vida envolve escolhas: se você for comprar um simples presunto, tem que escolher se é de peru ou de porco, a espessura, a quantidade, o defumado... entendeu?

Então, não é só o vinho, o vinho também exige escolhas.

Os vinhos têm no rótulo o ano em que a uva foi colhida. O ciclo da videira é de um ano, e o desenvolvimento da uva pode mudar de acordo com as condições climáticas. Por isso vem o ano: a safra é bem importante.

Os vinhos não safrados são apenas os vinhos do Porto, Champanhe e Jerez, que podem,  podem fazer mesclas de safras, e só destacam uma única safra quando acontece um ano excepcional. Aí, ele recebe o nome de vintage.

Nos demais casos, precisa ter a safra, sim.

Vinhos brancos e rosés, por exemplo, precisam ser bem jovens, entre dois e três anos, no máximo. Para os vinhos em geral, tem exceções, mas são poucas.

E os vinhos tintos, na maioria, entre quatro e cinco anos no máximo também. Mas precisa ser o vinho certo,  se for de cinco ou seis anos, ainda há exceções, mas são poucas.

Se achar um vinho barato, sem madeira e sem safra... desconfie.

E foi o que aconteceu: chegou às minhas mãos um Pinot Noir. Na descrição dizia que o vinho era bem jovem, mas não tinha safra. O vinho já estava oxidado.

Desconfie dos vinhos sem safra.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E que bom ter a sua companhia em mais uma manhã para falar de música e vinho!

Hoje, vamos falar sobre os vinhos sem safra.

Na hora de escolher um vinho, você já decidiu o estilo, o país, a uva, o preço... e ainda tem a safra! Mas olha só como tudo na vida envolve escolhas: se você for comprar um simples presunto, tem que escolher se é de peru ou de porco, a espessura, a quantidade, o defumado... entendeu?

Então, não é só o vinho, o vinho também exige escolhas.

Os vinhos têm no rótulo o ano em que a uva foi colhida. O ciclo da videira é de um ano, e o desenvolvimento da uva pode mudar de acordo com as condições climáticas. Por isso vem o ano: a safra é bem importante.

Os vinhos não safrados são apenas os vinhos do Porto, Champanhe e Jerez, que podem,  podem fazer mesclas de safras, e só destacam uma única safra quando acontece um ano excepcional. Aí, ele recebe o nome de vintage.

Nos demais casos, precisa ter a safra, sim.

Vinhos brancos e rosés, por exemplo, precisam ser bem jovens, entre dois e três anos, no máximo. Para os vinhos em geral, tem exceções, mas são poucas.

E os vinhos tintos, na maioria, entre quatro e cinco anos no máximo também. Mas precisa ser o vinho certo,  se for de cinco ou seis anos, ainda há exceções, mas são poucas.

Se achar um vinho barato, sem madeira e sem safra... desconfie.

E foi o que aconteceu: chegou às minhas mãos um Pinot Noir. Na descrição dizia que o vinho era bem jovem, mas não tinha safra. O vinho já estava oxidado.

Desconfie dos vinhos sem safra.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO SEM SAFRA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 30 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SAUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <pubDate>Tue, 11 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho, e hoje temos mais uma degustação horizontal. Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenere, todos chilenos, e só assim é possível comparar e entender o quão diferentes podem ser os vinhos de uma mesma variedade.

Por isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenere se só provou um vinho desta uva. Existem Carmenere com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e fáceis de beber no dia a dia, e outros mais complexos, com maceração prolongada e envelhecimento em madeira.

Para lembrar algumas características desta uva: ela apresenta notas vegetais um pouco mais persistentes que a Merlot, além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro, e uma cor profunda e inconfundível. São raros os Carmenere franceses, então não resta dúvida de onde procurar os vinhos desta uva: no Chile mesmo.

Para harmonizar, o Carmenere é uma excelente escolha para carnes vermelhas grelhadas, assados, cordeiros ou filés com pimentas e especiarias.

Na degustação de hoje, destaque para o Larroia Gran Reserva, 100% Carmenere, e o Aquitania Reserva, com 85% Carmenere e 15% Cabernet Sauvignon. Ambos, com cerca de 10 meses de madeira, me encantaram, especialmente porque gosto de vinhos com mais persistência de boca, presença e intensidade.

Para quem prefere vinhos mais leves, o Caliterra Aventura Carmenere é uma escolha bem correta e de excelente custo-benefício.

E você também pode fazer essa degustação em casa, com os amigos, escolhendo uma única uva e experimentando diferentes vinhos para entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente, e você vai escolher o que mais lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar plenamente o seu próximo vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho, e hoje temos mais uma degustação horizontal. Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenere, todos chilenos, e só assim é possível comparar e entender o quão diferentes podem ser os vinhos de uma mesma variedade.

Por isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenere se só provou um vinho desta uva. Existem Carmenere com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e fáceis de beber no dia a dia, e outros mais complexos, com maceração prolongada e envelhecimento em madeira.

Para lembrar algumas características desta uva: ela apresenta notas vegetais um pouco mais persistentes que a Merlot, além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro, e uma cor profunda e inconfundível. São raros os Carmenere franceses, então não resta dúvida de onde procurar os vinhos desta uva: no Chile mesmo.

Para harmonizar, o Carmenere é uma excelente escolha para carnes vermelhas grelhadas, assados, cordeiros ou filés com pimentas e especiarias.

Na degustação de hoje, destaque para o Larroia Gran Reserva, 100% Carmenere, e o Aquitania Reserva, com 85% Carmenere e 15% Cabernet Sauvignon. Ambos, com cerca de 10 meses de madeira, me encantaram, especialmente porque gosto de vinhos com mais persistência de boca, presença e intensidade.

Para quem prefere vinhos mais leves, o Caliterra Aventura Carmenere é uma escolha bem correta e de excelente custo-benefício.

E você também pode fazer essa degustação em casa, com os amigos, escolhendo uma única uva e experimentando diferentes vinhos para entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente, e você vai escolher o que mais lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar plenamente o seu próximo vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho, e hoje temos mais uma degustação horizontal. Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenere, todos chilenos, e só assim é possível comparar e entender o quão diferentes podem ser os vinhos de uma mesma variedade.

Por isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenere se só provou um vinho desta uva. Existem Carmenere com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e fáceis de beber no dia a dia, e outros mais complexos, com maceração prolongada e envelhecimento em madeira.

Para lembrar algumas características desta uva: ela apresenta notas vegetais um pouco mais persistentes que a Merlot, além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro, e uma cor profunda e inconfundível. São raros os Carmenere franceses, então não resta dúvida de onde procurar os vinhos desta uva: no Chile mesmo.

Para harmonizar, o Carmenere é uma excelente escolha para carnes vermelhas grelhadas, assados, cordeiros ou filés com pimentas e especiarias.

Na degustação de hoje, destaque para o Larroia Gran Reserva, 100% Carmenere, e o Aquitania Reserva, com 85% Carmenere e 15% Cabernet Sauvignon. Ambos, com cerca de 10 meses de madeira, me encantaram, especialmente porque gosto de vinhos com mais persistência de boca, presença e intensidade.

Para quem prefere vinhos mais leves, o Caliterra Aventura Carmenere é uma escolha bem correta e de excelente custo-benefício.

E você também pode fazer essa degustação em casa, com os amigos, escolhendo uma única uva e experimentando diferentes vinhos para entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente, e você vai escolher o que mais lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar plenamente o seu próximo vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho, e hoje temos mais uma degustação horizontal. Desta vez, quatro vinhos da uva Carmenere, todos chilenos, e só assim é possível comparar e entender o quão diferentes podem ser os vinhos de uma mesma variedade.

Por isso, não dá para falar que você não gosta de Carmenere se só provou um vinho desta uva. Existem Carmenere com prensagem mais leve das uvas, que dão vinhos mais leves e fáceis de beber no dia a dia, e outros mais complexos, com maceração prolongada e envelhecimento em madeira.

Para lembrar algumas características desta uva: ela apresenta notas vegetais um pouco mais persistentes que a Merlot, além de pimenta negra, fruta negra, tabaco, baunilha e couro, e uma cor profunda e inconfundível. São raros os Carmenere franceses, então não resta dúvida de onde procurar os vinhos desta uva: no Chile mesmo.

Para harmonizar, o Carmenere é uma excelente escolha para carnes vermelhas grelhadas, assados, cordeiros ou filés com pimentas e especiarias.

Na degustação de hoje, destaque para o Larroia Gran Reserva, 100% Carmenere, e o Aquitania Reserva, com 85% Carmenere e 15% Cabernet Sauvignon. Ambos, com cerca de 10 meses de madeira, me encantaram, especialmente porque gosto de vinhos com mais persistência de boca, presença e intensidade.

Para quem prefere vinhos mais leves, o Caliterra Aventura Carmenere é uma escolha bem correta e de excelente custo-benefício.

E você também pode fazer essa degustação em casa, com os amigos, escolhendo uma única uva e experimentando diferentes vinhos para entender melhor as características de cada um. Cada gosto é diferente, e você vai escolher o que mais lhe agrada, lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar plenamente o seu próximo vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS CHILENOS ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Já reparou naquelas pessoas que pegam o vinho e vão logo cheirando? Eu sei que, para muita gente, isso parece frescura, mas eu explico. Faz parte da degustação do vinho: as etapas são visual, aromática e agustativa. Se você fizer as duas que antecedem a degustação, o vinho pode ser ainda mais agradável. Nem adianta torcer o nariz, porque é uma questão de tempo: todo mundo vai beber vinho um dia.

A etapa aromática é super prazerosa. Procure na internet uma coisa chamada roda de aromas de vinhos, e você vai encontrar todas as famílias aromáticas possíveis nos vinhos. São muitos, mas bem distintos. E, para mim, é uma viagem sensorial que só engrandece o vinho.

Sirva apenas um terço da taça para o vinho ter espaço para liberar o álcool e você fazer o giro que vai liberar os aromas. Cada família aromática pode ter relação tanto com vinhos brancos como com vinhos tintos, e um só vinho pode apresentar várias famílias aromáticas.

Um exemplo: champanhe branco pode ter aromas tanto de flores como de frutas brancas, além de pão e manteiga. Um vinho Pinot Noir tinto pode ter aromas de frutas vermelhas, como morango. Um Malbec pode ter aromas de frutas vermelhas maduras e frutas em compota. Um Sauvignon Blanc pode ter aromas de maracujá e de ervas frescas. Um vinho tinto envelhecido da Sicília, por exemplo, pode ter aromas de defumado, charuto e de frutas negras.

Já pensou você sentir e conseguir descrever esses aromas no vinho sem nem mesmo tê-lo colocado em boca? Essa é a experiência sensorial na etapa aromática de degustação dos vinhos. Se você também teve alguma experiência interessante na etapa aromática, compartilhe conosco usando #musica&vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Já reparou naquelas pessoas que pegam o vinho e vão logo cheirando? Eu sei que, para muita gente, isso parece frescura, mas eu explico. Faz parte da degustação do vinho: as etapas são visual, aromática e agustativa. Se você fizer as duas que antecedem a degustação, o vinho pode ser ainda mais agradável. Nem adianta torcer o nariz, porque é uma questão de tempo: todo mundo vai beber vinho um dia.

A etapa aromática é super prazerosa. Procure na internet uma coisa chamada roda de aromas de vinhos, e você vai encontrar todas as famílias aromáticas possíveis nos vinhos. São muitos, mas bem distintos. E, para mim, é uma viagem sensorial que só engrandece o vinho.

Sirva apenas um terço da taça para o vinho ter espaço para liberar o álcool e você fazer o giro que vai liberar os aromas. Cada família aromática pode ter relação tanto com vinhos brancos como com vinhos tintos, e um só vinho pode apresentar várias famílias aromáticas.

Um exemplo: champanhe branco pode ter aromas tanto de flores como de frutas brancas, além de pão e manteiga. Um vinho Pinot Noir tinto pode ter aromas de frutas vermelhas, como morango. Um Malbec pode ter aromas de frutas vermelhas maduras e frutas em compota. Um Sauvignon Blanc pode ter aromas de maracujá e de ervas frescas. Um vinho tinto envelhecido da Sicília, por exemplo, pode ter aromas de defumado, charuto e de frutas negras.

Já pensou você sentir e conseguir descrever esses aromas no vinho sem nem mesmo tê-lo colocado em boca? Essa é a experiência sensorial na etapa aromática de degustação dos vinhos. Se você também teve alguma experiência interessante na etapa aromática, compartilhe conosco usando #musica&vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Já reparou naquelas pessoas que pegam o vinho e vão logo cheirando? Eu sei que, para muita gente, isso parece frescura, mas eu explico. Faz parte da degustação do vinho: as etapas são visual, aromática e agustativa. Se você fizer as duas que antecedem a degustação, o vinho pode ser ainda mais agradável. Nem adianta torcer o nariz, porque é uma questão de tempo: todo mundo vai beber vinho um dia.

A etapa aromática é super prazerosa. Procure na internet uma coisa chamada roda de aromas de vinhos, e você vai encontrar todas as famílias aromáticas possíveis nos vinhos. São muitos, mas bem distintos. E, para mim, é uma viagem sensorial que só engrandece o vinho.

Sirva apenas um terço da taça para o vinho ter espaço para liberar o álcool e você fazer o giro que vai liberar os aromas. Cada família aromática pode ter relação tanto com vinhos brancos como com vinhos tintos, e um só vinho pode apresentar várias famílias aromáticas.

Um exemplo: champanhe branco pode ter aromas tanto de flores como de frutas brancas, além de pão e manteiga. Um vinho Pinot Noir tinto pode ter aromas de frutas vermelhas, como morango. Um Malbec pode ter aromas de frutas vermelhas maduras e frutas em compota. Um Sauvignon Blanc pode ter aromas de maracujá e de ervas frescas. Um vinho tinto envelhecido da Sicília, por exemplo, pode ter aromas de defumado, charuto e de frutas negras.

Já pensou você sentir e conseguir descrever esses aromas no vinho sem nem mesmo tê-lo colocado em boca? Essa é a experiência sensorial na etapa aromática de degustação dos vinhos. Se você também teve alguma experiência interessante na etapa aromática, compartilhe conosco usando #musica&vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Já reparou naquelas pessoas que pegam o vinho e vão logo cheirando? Eu sei que, para muita gente, isso parece frescura, mas eu explico. Faz parte da degustação do vinho: as etapas são visual, aromática e agustativa. Se você fizer as duas que antecedem a degustação, o vinho pode ser ainda mais agradável. Nem adianta torcer o nariz, porque é uma questão de tempo: todo mundo vai beber vinho um dia.

A etapa aromática é super prazerosa. Procure na internet uma coisa chamada roda de aromas de vinhos, e você vai encontrar todas as famílias aromáticas possíveis nos vinhos. São muitos, mas bem distintos. E, para mim, é uma viagem sensorial que só engrandece o vinho.

Sirva apenas um terço da taça para o vinho ter espaço para liberar o álcool e você fazer o giro que vai liberar os aromas. Cada família aromática pode ter relação tanto com vinhos brancos como com vinhos tintos, e um só vinho pode apresentar várias famílias aromáticas.

Um exemplo: champanhe branco pode ter aromas tanto de flores como de frutas brancas, além de pão e manteiga. Um vinho Pinot Noir tinto pode ter aromas de frutas vermelhas, como morango. Um Malbec pode ter aromas de frutas vermelhas maduras e frutas em compota. Um Sauvignon Blanc pode ter aromas de maracujá e de ervas frescas. Um vinho tinto envelhecido da Sicília, por exemplo, pode ter aromas de defumado, charuto e de frutas negras.

Já pensou você sentir e conseguir descrever esses aromas no vinho sem nem mesmo tê-lo colocado em boca? Essa é a experiência sensorial na etapa aromática de degustação dos vinhos. Se você também teve alguma experiência interessante na etapa aromática, compartilhe conosco usando #musica&vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TEMPO DE ABERTURA DOS VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO BARDOLINO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CARBENET SAUVIGNON DA CALIFÓRNIA ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo explica como a altitude influencia o cultivo das uvas e o estilo dos vinhos. Descubra por que as condições climáticas em regiões elevadas resultam em rótulos mais intensos, equilibrados e cheios de personalidade, além de conhecer curiosidades sobre alguns dos vinhedos mais altos do mundo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo explica como a altitude influencia o cultivo das uvas e o estilo dos vinhos. Descubra por que as condições climáticas em regiões elevadas resultam em rótulos mais intensos, equilibrados e cheios de personalidade, além de conhecer curiosidades sobre alguns dos vinhedos mais altos do mundo.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS DE ALTITUDE: O QUE TORNA ESSES RÓTULOS TÃO ESPECIAIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CACIQUE MARAVILHA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia June.

Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos, tem um verdict o te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda.

Deguste o Titulus Verdicchio com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim salvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal. Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso.

É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone.

E harmonizei também com carpaccio. De polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas.

Tem vinho que assim já te conquista pelos aromas intensos. Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio Títulos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia June.

Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos, tem um verdict o te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda.

Deguste o Titulus Verdicchio com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim salvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal. Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso.

É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone.

E harmonizei também com carpaccio. De polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas.

Tem vinho que assim já te conquista pelos aromas intensos. Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio Títulos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia June.

Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos, tem um verdict o te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda.

Deguste o Titulus Verdicchio com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim salvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal. Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso.

É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone.

E harmonizei também com carpaccio. De polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas.

Tem vinho que assim já te conquista pelos aromas intensos. Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio Títulos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em Vinho com a sommelier Kezia June.

Se você já degustou o Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Guia Vustraminer, quer descobrir novos vinhos brancos, tem um verdict o te esperando.

Em formato de ânforas, as garrafas dos vinhos dessa uva da região central da Itália, o Marche, é bem linda.

Deguste o Titulus Verdicchio com coloração bem esverdeada, notas muito herbáceas, lembrando um alecrim salvia, cítricos de limão e final de boca bem vegetal. Não é um branco tão óbvio, daqueles levinhos, nada disso.

É um vinho de acidez elevada, muito aromático e final longo, porém fresco, médio corpo e bem seco. Ficou perfeito com gaspacho de tomate e creme de mascarpone.

E harmonizei também com carpaccio. De polvo e uma massa com frutos do mar.

Esqueci de destacar as notas de limão siciliano, amêndoas, tostadas e maçã verde. É tão intenso nesse vinho os aromas que dá vontade de ficar no olfativo por horas.

Tem vinho que assim já te conquista pelos aromas intensos. Vale muito se aventurar e conhecer o Verdicchio Títulos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VERDICCHIO TÍTULOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS COMPLEXOS E VINHOS SIMPLES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Apr 2025 10:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[PRINCIPAIS MERCADOS PARA OS PRODUTORES DE VINHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS PARA O DIA A DIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CURADORIA DE VINHOS ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.
 Obrigada pela sua companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho. E hoje eu vou falar sobre dois vinhos portugueses que têm tudo a ver com música. O primeiro se chama Polifonia e vem da região do Alentejo, e o segundo se chama Chorinho, da região do Douro.

Polifonia é a multiplicidade de sons, o conjunto harmonioso de sons, e esse é o nome dado ao vinho do Monte dos Perdigões. A quinta Monte dos Perdigões foi a casa do ilustre maestro português Luiz de Freitas Branco, que compôs ali suas mais marcantes obras. O vinho Polifonia é uma composição em que o enólogo escolhe os lotes de vinhos que têm maior aptidão organoléptica e de envelhecimento. Aptidão organoléptica é onde vai mais aparecer todos os aromas e sabores do vinho.

A formação é feita das uvas Cihali, Cante Boucher e Petit Verdot. De uma coloração profunda, granada forte e com aromas de frutas maduras em compota, é um vinho bastante cheio, carnudo, de taninos suaves e cremoso. O Polifonia é feito de vinhas velhas, e a harmonização fica para as caças e assados. Passa 18 meses no carvalho francês de tosta média e mais um ano de garrafa. Tem um final bem longo e encorpado. Este é o Polifonia da região do Alentejo.

E o outro vinho, em homenagem ao ritmo musical brasileiro, se chama Chorinho e é da região do Douro. A vinícola é a Lavradores de Feitoria. O vinho Chorinho nasceu da ideia da cantora Roberta Sá, que é uma apaixonada por vinhos portugueses. Ela pediu um vinho com a lágrima de um choro boêmio e melodicamente brasileiro. Por isso, o Chorinho é um vinho com a delicadeza e a sutileza do estilo choro.

No rótulo você vai encontrar os azulejos portugueses, destacando a silhueta de um violão, pais instrumentos do nosso Chorinho. O nome é mesmo uma homenagem ao ritmo brasileiro e, no rótulo, você vai encontrar os mapas do Brasil e de Portugal para reforçar os laços luso-brasileiros, unindo a cultura e a música. O Chorinho é um vinho tinto com aromas de cereja e amora, de uma acidez refrescante para lembrar o nosso Brasil. E as uvas são toriga franca, tinta roris, tinta barroca e toriga nacional.

Duas sugestões de vinhos com nomes bastante convidativos, portugueses: Polifonia e Chorinho, para você ouvir e beber com moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.
 Obrigada pela sua companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho. E hoje eu vou falar sobre dois vinhos portugueses que têm tudo a ver com música. O primeiro se chama Polifonia e vem da região do Alentejo, e o segundo se chama Chorinho, da região do Douro.

Polifonia é a multiplicidade de sons, o conjunto harmonioso de sons, e esse é o nome dado ao vinho do Monte dos Perdigões. A quinta Monte dos Perdigões foi a casa do ilustre maestro português Luiz de Freitas Branco, que compôs ali suas mais marcantes obras. O vinho Polifonia é uma composição em que o enólogo escolhe os lotes de vinhos que têm maior aptidão organoléptica e de envelhecimento. Aptidão organoléptica é onde vai mais aparecer todos os aromas e sabores do vinho.

A formação é feita das uvas Cihali, Cante Boucher e Petit Verdot. De uma coloração profunda, granada forte e com aromas de frutas maduras em compota, é um vinho bastante cheio, carnudo, de taninos suaves e cremoso. O Polifonia é feito de vinhas velhas, e a harmonização fica para as caças e assados. Passa 18 meses no carvalho francês de tosta média e mais um ano de garrafa. Tem um final bem longo e encorpado. Este é o Polifonia da região do Alentejo.

E o outro vinho, em homenagem ao ritmo musical brasileiro, se chama Chorinho e é da região do Douro. A vinícola é a Lavradores de Feitoria. O vinho Chorinho nasceu da ideia da cantora Roberta Sá, que é uma apaixonada por vinhos portugueses. Ela pediu um vinho com a lágrima de um choro boêmio e melodicamente brasileiro. Por isso, o Chorinho é um vinho com a delicadeza e a sutileza do estilo choro.

No rótulo você vai encontrar os azulejos portugueses, destacando a silhueta de um violão, pais instrumentos do nosso Chorinho. O nome é mesmo uma homenagem ao ritmo brasileiro e, no rótulo, você vai encontrar os mapas do Brasil e de Portugal para reforçar os laços luso-brasileiros, unindo a cultura e a música. O Chorinho é um vinho tinto com aromas de cereja e amora, de uma acidez refrescante para lembrar o nosso Brasil. E as uvas são toriga franca, tinta roris, tinta barroca e toriga nacional.

Duas sugestões de vinhos com nomes bastante convidativos, portugueses: Polifonia e Chorinho, para você ouvir e beber com moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.
 Obrigada pela sua companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho. E hoje eu vou falar sobre dois vinhos portugueses que têm tudo a ver com música. O primeiro se chama Polifonia e vem da região do Alentejo, e o segundo se chama Chorinho, da região do Douro.

Polifonia é a multiplicidade de sons, o conjunto harmonioso de sons, e esse é o nome dado ao vinho do Monte dos Perdigões. A quinta Monte dos Perdigões foi a casa do ilustre maestro português Luiz de Freitas Branco, que compôs ali suas mais marcantes obras. O vinho Polifonia é uma composição em que o enólogo escolhe os lotes de vinhos que têm maior aptidão organoléptica e de envelhecimento. Aptidão organoléptica é onde vai mais aparecer todos os aromas e sabores do vinho.

A formação é feita das uvas Cihali, Cante Boucher e Petit Verdot. De uma coloração profunda, granada forte e com aromas de frutas maduras em compota, é um vinho bastante cheio, carnudo, de taninos suaves e cremoso. O Polifonia é feito de vinhas velhas, e a harmonização fica para as caças e assados. Passa 18 meses no carvalho francês de tosta média e mais um ano de garrafa. Tem um final bem longo e encorpado. Este é o Polifonia da região do Alentejo.

E o outro vinho, em homenagem ao ritmo musical brasileiro, se chama Chorinho e é da região do Douro. A vinícola é a Lavradores de Feitoria. O vinho Chorinho nasceu da ideia da cantora Roberta Sá, que é uma apaixonada por vinhos portugueses. Ela pediu um vinho com a lágrima de um choro boêmio e melodicamente brasileiro. Por isso, o Chorinho é um vinho com a delicadeza e a sutileza do estilo choro.

No rótulo você vai encontrar os azulejos portugueses, destacando a silhueta de um violão, pais instrumentos do nosso Chorinho. O nome é mesmo uma homenagem ao ritmo brasileiro e, no rótulo, você vai encontrar os mapas do Brasil e de Portugal para reforçar os laços luso-brasileiros, unindo a cultura e a música. O Chorinho é um vinho tinto com aromas de cereja e amora, de uma acidez refrescante para lembrar o nosso Brasil. E as uvas são toriga franca, tinta roris, tinta barroca e toriga nacional.

Duas sugestões de vinhos com nomes bastante convidativos, portugueses: Polifonia e Chorinho, para você ouvir e beber com moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.
 Obrigada pela sua companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho. E hoje eu vou falar sobre dois vinhos portugueses que têm tudo a ver com música. O primeiro se chama Polifonia e vem da região do Alentejo, e o segundo se chama Chorinho, da região do Douro.

Polifonia é a multiplicidade de sons, o conjunto harmonioso de sons, e esse é o nome dado ao vinho do Monte dos Perdigões. A quinta Monte dos Perdigões foi a casa do ilustre maestro português Luiz de Freitas Branco, que compôs ali suas mais marcantes obras. O vinho Polifonia é uma composição em que o enólogo escolhe os lotes de vinhos que têm maior aptidão organoléptica e de envelhecimento. Aptidão organoléptica é onde vai mais aparecer todos os aromas e sabores do vinho.

A formação é feita das uvas Cihali, Cante Boucher e Petit Verdot. De uma coloração profunda, granada forte e com aromas de frutas maduras em compota, é um vinho bastante cheio, carnudo, de taninos suaves e cremoso. O Polifonia é feito de vinhas velhas, e a harmonização fica para as caças e assados. Passa 18 meses no carvalho francês de tosta média e mais um ano de garrafa. Tem um final bem longo e encorpado. Este é o Polifonia da região do Alentejo.

E o outro vinho, em homenagem ao ritmo musical brasileiro, se chama Chorinho e é da região do Douro. A vinícola é a Lavradores de Feitoria. O vinho Chorinho nasceu da ideia da cantora Roberta Sá, que é uma apaixonada por vinhos portugueses. Ela pediu um vinho com a lágrima de um choro boêmio e melodicamente brasileiro. Por isso, o Chorinho é um vinho com a delicadeza e a sutileza do estilo choro.

No rótulo você vai encontrar os azulejos portugueses, destacando a silhueta de um violão, pais instrumentos do nosso Chorinho. O nome é mesmo uma homenagem ao ritmo brasileiro e, no rótulo, você vai encontrar os mapas do Brasil e de Portugal para reforçar os laços luso-brasileiros, unindo a cultura e a música. O Chorinho é um vinho tinto com aromas de cereja e amora, de uma acidez refrescante para lembrar o nosso Brasil. E as uvas são toriga franca, tinta roris, tinta barroca e toriga nacional.

Duas sugestões de vinhos com nomes bastante convidativos, portugueses: Polifonia e Chorinho, para você ouvir e beber com moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS PORTUGUESES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BRANCO CHABLIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia June.

Em outros contextos, já falamos sobre a dupla que eu amo, pão e vinho. No Música e Vinho de hoje, vamos harmonizar alguns tipos de pães, já que a cada dia surgem variedades de receitas e as antigas estão sendo resgatadas. Pão não é só pão e acabou. Muda a textura, o tipo de ingredientes, a fermentação, o recheio ou a cobertura, o formato, com ou sem casca, com ou sem leite, e por aí vai.

Começamos pelo espumante. Combina com brioches. Espumante, inclusive, tem aroma de pão, lembrando os brioches. Você já deve ter visto, nas descrições de alguns champanhas, notas aromáticas de brioche. Experimente para ver como fica bom, porque o brioche é bem macio e tem um sabor docicado, macio, como a textura cremosa da espumatização dos vinhos espumantes. Pode ser uma entradinha, que tal brioche com queijos e espumante?

Os pães doces com frutas secas, chocolates e castanha se harmonizam com os vinhos do Porto. Pode ser a sua sobremesa: pão doce com sorvete e vinho do Porto.

Os pães de azeitona combinam com os vinhos da uva Nerodávola, a uva italiana defumada da Sicília. O sabor defumado combina com o amargor das azeitonas. Se você combinar com uma berinjela ou uma caponata de berinjela, pode colocar no pão e já vira um prato bem gostoso.

E as famosas focacias combinam com vinhos rosés mais secos. Um super pão que eu adoro, bem leve e fresco, com sabor acentuado do sal e alecrim. O frescor do pão com o frescor do rosé.

Agora vamos para os pães recheados. Recheado com linguiça, com queijos e outros sabores mais fortes, combina com vinhos tintos como o Malbec e Sihá. Neste caso, você pode ficar só no pão ou servi-lo com massas com bastante molho de carnes ou queijo.

Pão e vinho. Nem só de pão e vinho vive o homem. Se tiver música, também fica muito bom.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia June.

Em outros contextos, já falamos sobre a dupla que eu amo, pão e vinho. No Música e Vinho de hoje, vamos harmonizar alguns tipos de pães, já que a cada dia surgem variedades de receitas e as antigas estão sendo resgatadas. Pão não é só pão e acabou. Muda a textura, o tipo de ingredientes, a fermentação, o recheio ou a cobertura, o formato, com ou sem casca, com ou sem leite, e por aí vai.

Começamos pelo espumante. Combina com brioches. Espumante, inclusive, tem aroma de pão, lembrando os brioches. Você já deve ter visto, nas descrições de alguns champanhas, notas aromáticas de brioche. Experimente para ver como fica bom, porque o brioche é bem macio e tem um sabor docicado, macio, como a textura cremosa da espumatização dos vinhos espumantes. Pode ser uma entradinha, que tal brioche com queijos e espumante?

Os pães doces com frutas secas, chocolates e castanha se harmonizam com os vinhos do Porto. Pode ser a sua sobremesa: pão doce com sorvete e vinho do Porto.

Os pães de azeitona combinam com os vinhos da uva Nerodávola, a uva italiana defumada da Sicília. O sabor defumado combina com o amargor das azeitonas. Se você combinar com uma berinjela ou uma caponata de berinjela, pode colocar no pão e já vira um prato bem gostoso.

E as famosas focacias combinam com vinhos rosés mais secos. Um super pão que eu adoro, bem leve e fresco, com sabor acentuado do sal e alecrim. O frescor do pão com o frescor do rosé.

Agora vamos para os pães recheados. Recheado com linguiça, com queijos e outros sabores mais fortes, combina com vinhos tintos como o Malbec e Sihá. Neste caso, você pode ficar só no pão ou servi-lo com massas com bastante molho de carnes ou queijo.

Pão e vinho. Nem só de pão e vinho vive o homem. Se tiver música, também fica muito bom.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia June.

Em outros contextos, já falamos sobre a dupla que eu amo, pão e vinho. No Música e Vinho de hoje, vamos harmonizar alguns tipos de pães, já que a cada dia surgem variedades de receitas e as antigas estão sendo resgatadas. Pão não é só pão e acabou. Muda a textura, o tipo de ingredientes, a fermentação, o recheio ou a cobertura, o formato, com ou sem casca, com ou sem leite, e por aí vai.

Começamos pelo espumante. Combina com brioches. Espumante, inclusive, tem aroma de pão, lembrando os brioches. Você já deve ter visto, nas descrições de alguns champanhas, notas aromáticas de brioche. Experimente para ver como fica bom, porque o brioche é bem macio e tem um sabor docicado, macio, como a textura cremosa da espumatização dos vinhos espumantes. Pode ser uma entradinha, que tal brioche com queijos e espumante?

Os pães doces com frutas secas, chocolates e castanha se harmonizam com os vinhos do Porto. Pode ser a sua sobremesa: pão doce com sorvete e vinho do Porto.

Os pães de azeitona combinam com os vinhos da uva Nerodávola, a uva italiana defumada da Sicília. O sabor defumado combina com o amargor das azeitonas. Se você combinar com uma berinjela ou uma caponata de berinjela, pode colocar no pão e já vira um prato bem gostoso.

E as famosas focacias combinam com vinhos rosés mais secos. Um super pão que eu adoro, bem leve e fresco, com sabor acentuado do sal e alecrim. O frescor do pão com o frescor do rosé.

Agora vamos para os pães recheados. Recheado com linguiça, com queijos e outros sabores mais fortes, combina com vinhos tintos como o Malbec e Sihá. Neste caso, você pode ficar só no pão ou servi-lo com massas com bastante molho de carnes ou queijo.

Pão e vinho. Nem só de pão e vinho vive o homem. Se tiver música, também fica muito bom.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música e Vinho com a sommelier Kezia June.

Em outros contextos, já falamos sobre a dupla que eu amo, pão e vinho. No Música e Vinho de hoje, vamos harmonizar alguns tipos de pães, já que a cada dia surgem variedades de receitas e as antigas estão sendo resgatadas. Pão não é só pão e acabou. Muda a textura, o tipo de ingredientes, a fermentação, o recheio ou a cobertura, o formato, com ou sem casca, com ou sem leite, e por aí vai.

Começamos pelo espumante. Combina com brioches. Espumante, inclusive, tem aroma de pão, lembrando os brioches. Você já deve ter visto, nas descrições de alguns champanhas, notas aromáticas de brioche. Experimente para ver como fica bom, porque o brioche é bem macio e tem um sabor docicado, macio, como a textura cremosa da espumatização dos vinhos espumantes. Pode ser uma entradinha, que tal brioche com queijos e espumante?

Os pães doces com frutas secas, chocolates e castanha se harmonizam com os vinhos do Porto. Pode ser a sua sobremesa: pão doce com sorvete e vinho do Porto.

Os pães de azeitona combinam com os vinhos da uva Nerodávola, a uva italiana defumada da Sicília. O sabor defumado combina com o amargor das azeitonas. Se você combinar com uma berinjela ou uma caponata de berinjela, pode colocar no pão e já vira um prato bem gostoso.

E as famosas focacias combinam com vinhos rosés mais secos. Um super pão que eu adoro, bem leve e fresco, com sabor acentuado do sal e alecrim. O frescor do pão com o frescor do rosé.

Agora vamos para os pães recheados. Recheado com linguiça, com queijos e outros sabores mais fortes, combina com vinhos tintos como o Malbec e Sihá. Neste caso, você pode ficar só no pão ou servi-lo com massas com bastante molho de carnes ou queijo.

Pão e vinho. Nem só de pão e vinho vive o homem. Se tiver música, também fica muito bom.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO ENTRE PÃES E VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO RUTINI MALBEC]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NOVAS DESCOBERTAS DE VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PACK MENCIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TENDÊNCIA DO MUNDO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO VEGANO ? É POSSÍVEL? ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUAL A DIFERENÇA ENTRE A UVA PINOT NOIR E CABERNET?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TINTO SECO COM RABADA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália.

Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de Anjo da Guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência, tanto para os críticos quanto para os consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Montepulciano, da safra de 2016.
Uma das características da uva símbolo da região, a uva Montepulciano é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces.
Deliciosos quando jovens, mas poderosos ao evoluir até uns 10 anos.

O Macciarelli Montepulciano d’Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano.
Pede comida. Saliva na boca.

Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes.
Uma mesa bem farta bem italiana mesmo.

Agora, é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você:

Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro?
Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país?
Ou você procura vinhos que goste, e pronto?

Lembre-se: mantenha a moderação e, se beber, não dirija!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália.

Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de Anjo da Guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência, tanto para os críticos quanto para os consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Montepulciano, da safra de 2016.
Uma das características da uva símbolo da região, a uva Montepulciano é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces.
Deliciosos quando jovens, mas poderosos ao evoluir até uns 10 anos.

O Macciarelli Montepulciano d’Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano.
Pede comida. Saliva na boca.

Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes.
Uma mesa bem farta bem italiana mesmo.

Agora, é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você:

Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro?
Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país?
Ou você procura vinhos que goste, e pronto?

Lembre-se: mantenha a moderação e, se beber, não dirija!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália.

Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de Anjo da Guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência, tanto para os críticos quanto para os consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Montepulciano, da safra de 2016.
Uma das características da uva símbolo da região, a uva Montepulciano é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces.
Deliciosos quando jovens, mas poderosos ao evoluir até uns 10 anos.

O Macciarelli Montepulciano d’Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano.
Pede comida. Saliva na boca.

Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes.
Uma mesa bem farta bem italiana mesmo.

Agora, é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você:

Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro?
Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país?
Ou você procura vinhos que goste, e pronto?

Lembre-se: mantenha a moderação e, se beber, não dirija!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver.
Com a melhor música no ar, Música & Vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Na década de 70, o produtor italiano Gianni Macciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzzo, que fica ao centro da Itália.

Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de Anjo da Guarda do Abruzzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência, tanto para os críticos quanto para os consumidores de todo o mundo.

Degustei o Macciarelli de Montepulciano, da safra de 2016.
Uma das características da uva símbolo da região, a uva Montepulciano é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces.
Deliciosos quando jovens, mas poderosos ao evoluir até uns 10 anos.

O Macciarelli Montepulciano d’Abruzzo melhorou o estilo de Abruzzo, mas sem perder a tipicidade italiana. Ao beber, você sabe que é um vinho italiano.
Pede comida. Saliva na boca.

Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes.
Uma mesa bem farta bem italiana mesmo.

Agora, é um momento de reflexão e pergunta. Eu quero saber de você:

Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro?
Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país?
Ou você procura vinhos que goste, e pronto?

Lembre-se: mantenha a moderação e, se beber, não dirija!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MACCIARELI DE MONTEPULCIANO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu adoro falar sobre essa sigla que aparece em muitos vinhos e acaba nos confundindo, achando, talvez, que seja o nome da uva ou da região.

GSM são as iniciais das uvas Grenache, Mourvèdre e Syrah, geralmente encontradas no sul da França, na região do Rhône, e também na Austrália.
São três uvas tintas que formam esse estilo de vinho que eu considero muito fácil de beber, embora não sejam vinhos leves, e sim até mais encorpados, com uma boa textura em boca, macios e com notas aromáticas que lembram frutas vermelhas e negras e especiarias, como pimenta, típica da uva Syrah.

São vinhos bem gastronômicos, perfeitos para carnes ensopadas, carnes grelhadas, um bom hambúrguer de carneiro ou uma massa com filé.
Há vários produtores com esse corte GSM, vale muito experimentar. E o melhor: são vinhos que você pode beber ainda jovem, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu adoro falar sobre essa sigla que aparece em muitos vinhos e acaba nos confundindo, achando, talvez, que seja o nome da uva ou da região.

GSM são as iniciais das uvas Grenache, Mourvèdre e Syrah, geralmente encontradas no sul da França, na região do Rhône, e também na Austrália.
São três uvas tintas que formam esse estilo de vinho que eu considero muito fácil de beber, embora não sejam vinhos leves, e sim até mais encorpados, com uma boa textura em boca, macios e com notas aromáticas que lembram frutas vermelhas e negras e especiarias, como pimenta, típica da uva Syrah.

São vinhos bem gastronômicos, perfeitos para carnes ensopadas, carnes grelhadas, um bom hambúrguer de carneiro ou uma massa com filé.
Há vários produtores com esse corte GSM, vale muito experimentar. E o melhor: são vinhos que você pode beber ainda jovem, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu adoro falar sobre essa sigla que aparece em muitos vinhos e acaba nos confundindo, achando, talvez, que seja o nome da uva ou da região.

GSM são as iniciais das uvas Grenache, Mourvèdre e Syrah, geralmente encontradas no sul da França, na região do Rhône, e também na Austrália.
São três uvas tintas que formam esse estilo de vinho que eu considero muito fácil de beber, embora não sejam vinhos leves, e sim até mais encorpados, com uma boa textura em boca, macios e com notas aromáticas que lembram frutas vermelhas e negras e especiarias, como pimenta, típica da uva Syrah.

São vinhos bem gastronômicos, perfeitos para carnes ensopadas, carnes grelhadas, um bom hambúrguer de carneiro ou uma massa com filé.
Há vários produtores com esse corte GSM, vale muito experimentar. E o melhor: são vinhos que você pode beber ainda jovem, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu adoro falar sobre essa sigla que aparece em muitos vinhos e acaba nos confundindo, achando, talvez, que seja o nome da uva ou da região.

GSM são as iniciais das uvas Grenache, Mourvèdre e Syrah, geralmente encontradas no sul da França, na região do Rhône, e também na Austrália.
São três uvas tintas que formam esse estilo de vinho que eu considero muito fácil de beber, embora não sejam vinhos leves, e sim até mais encorpados, com uma boa textura em boca, macios e com notas aromáticas que lembram frutas vermelhas e negras e especiarias, como pimenta, típica da uva Syrah.

São vinhos bem gastronômicos, perfeitos para carnes ensopadas, carnes grelhadas, um bom hambúrguer de carneiro ou uma massa com filé.
Há vários produtores com esse corte GSM, vale muito experimentar. E o melhor: são vinhos que você pode beber ainda jovem, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVAS GRENACHE, MOVEDRE E SYRAH ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA TINTA GRENACHE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você, que me faz companhia aqui no Música e Vinho. A letra A, o asinho da garrafa, é para identificar a uva aglianico.

Não sei se você se lembra, mas a aglianico é uma uva tinta da região da Campania, ao sul da Itália. E é a variedade de uva nativa mais antiga da Itália, responsável pelos vinhos Taurasi, de terroir vulcânico. A aglianico tem potencial comparado à Sangiovese, na Toscana, e à Nebbiolo, no Piemonte.

A popularidade da aglianico é coisa mais recente, dos anos 90 para cá. Para ser Taurasi, tem que ter no mínimo 3 anos, sendo 1 ano de estágio em madeira. Já os atuais vinhos da uva aglianico não precisam, obrigatoriamente, passar por madeira.

Degustei o Janari, que já estava aberto há uns dois dias. Dias totalmente esquecido, o vinho. Eu acho que é mais um que não agradou a maioria. Realmente, se você só tem o hábito de Cabernet Sauvignon e Malbec, fica mais complicado entender essas uvas diferentes.

Enófilo tem que se aventurar. Chame os amigos de cobaia, devido ao custo do vinho. Se der certo, todo mundo vai amar. Se não der, considere só as risadas.

Os vinhos de aglianico são tânicos, firmes, com bastante acidez e, por isso, são chamados de os Barolos do Sul. Ficam bons com carnes de temperos picantes, como pimenta e páprica. Você pode colocar também a harmonização com salames e queijos fortes.

Os aromas lembram frutas vermelhas, como figo, e frutas vermelhas mais fechadas. Já perceberam que os vinhos, quanto mais fechados, são os mais intensos? Porque, na taça, quando se abrem, são encantadores.

Aventure-se por mais uma uva aglianico, e eu quero saber o que você achou da sua degustação. É só compartilhar conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você, que me faz companhia aqui no Música e Vinho. A letra A, o asinho da garrafa, é para identificar a uva aglianico.

Não sei se você se lembra, mas a aglianico é uma uva tinta da região da Campania, ao sul da Itália. E é a variedade de uva nativa mais antiga da Itália, responsável pelos vinhos Taurasi, de terroir vulcânico. A aglianico tem potencial comparado à Sangiovese, na Toscana, e à Nebbiolo, no Piemonte.

A popularidade da aglianico é coisa mais recente, dos anos 90 para cá. Para ser Taurasi, tem que ter no mínimo 3 anos, sendo 1 ano de estágio em madeira. Já os atuais vinhos da uva aglianico não precisam, obrigatoriamente, passar por madeira.

Degustei o Janari, que já estava aberto há uns dois dias. Dias totalmente esquecido, o vinho. Eu acho que é mais um que não agradou a maioria. Realmente, se você só tem o hábito de Cabernet Sauvignon e Malbec, fica mais complicado entender essas uvas diferentes.

Enófilo tem que se aventurar. Chame os amigos de cobaia, devido ao custo do vinho. Se der certo, todo mundo vai amar. Se não der, considere só as risadas.

Os vinhos de aglianico são tânicos, firmes, com bastante acidez e, por isso, são chamados de os Barolos do Sul. Ficam bons com carnes de temperos picantes, como pimenta e páprica. Você pode colocar também a harmonização com salames e queijos fortes.

Os aromas lembram frutas vermelhas, como figo, e frutas vermelhas mais fechadas. Já perceberam que os vinhos, quanto mais fechados, são os mais intensos? Porque, na taça, quando se abrem, são encantadores.

Aventure-se por mais uma uva aglianico, e eu quero saber o que você achou da sua degustação. É só compartilhar conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você, que me faz companhia aqui no Música e Vinho. A letra A, o asinho da garrafa, é para identificar a uva aglianico.

Não sei se você se lembra, mas a aglianico é uma uva tinta da região da Campania, ao sul da Itália. E é a variedade de uva nativa mais antiga da Itália, responsável pelos vinhos Taurasi, de terroir vulcânico. A aglianico tem potencial comparado à Sangiovese, na Toscana, e à Nebbiolo, no Piemonte.

A popularidade da aglianico é coisa mais recente, dos anos 90 para cá. Para ser Taurasi, tem que ter no mínimo 3 anos, sendo 1 ano de estágio em madeira. Já os atuais vinhos da uva aglianico não precisam, obrigatoriamente, passar por madeira.

Degustei o Janari, que já estava aberto há uns dois dias. Dias totalmente esquecido, o vinho. Eu acho que é mais um que não agradou a maioria. Realmente, se você só tem o hábito de Cabernet Sauvignon e Malbec, fica mais complicado entender essas uvas diferentes.

Enófilo tem que se aventurar. Chame os amigos de cobaia, devido ao custo do vinho. Se der certo, todo mundo vai amar. Se não der, considere só as risadas.

Os vinhos de aglianico são tânicos, firmes, com bastante acidez e, por isso, são chamados de os Barolos do Sul. Ficam bons com carnes de temperos picantes, como pimenta e páprica. Você pode colocar também a harmonização com salames e queijos fortes.

Os aromas lembram frutas vermelhas, como figo, e frutas vermelhas mais fechadas. Já perceberam que os vinhos, quanto mais fechados, são os mais intensos? Porque, na taça, quando se abrem, são encantadores.

Aventure-se por mais uma uva aglianico, e eu quero saber o que você achou da sua degustação. É só compartilhar conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você, que me faz companhia aqui no Música e Vinho. A letra A, o asinho da garrafa, é para identificar a uva aglianico.

Não sei se você se lembra, mas a aglianico é uma uva tinta da região da Campania, ao sul da Itália. E é a variedade de uva nativa mais antiga da Itália, responsável pelos vinhos Taurasi, de terroir vulcânico. A aglianico tem potencial comparado à Sangiovese, na Toscana, e à Nebbiolo, no Piemonte.

A popularidade da aglianico é coisa mais recente, dos anos 90 para cá. Para ser Taurasi, tem que ter no mínimo 3 anos, sendo 1 ano de estágio em madeira. Já os atuais vinhos da uva aglianico não precisam, obrigatoriamente, passar por madeira.

Degustei o Janari, que já estava aberto há uns dois dias. Dias totalmente esquecido, o vinho. Eu acho que é mais um que não agradou a maioria. Realmente, se você só tem o hábito de Cabernet Sauvignon e Malbec, fica mais complicado entender essas uvas diferentes.

Enófilo tem que se aventurar. Chame os amigos de cobaia, devido ao custo do vinho. Se der certo, todo mundo vai amar. Se não der, considere só as risadas.

Os vinhos de aglianico são tânicos, firmes, com bastante acidez e, por isso, são chamados de os Barolos do Sul. Ficam bons com carnes de temperos picantes, como pimenta e páprica. Você pode colocar também a harmonização com salames e queijos fortes.

Os aromas lembram frutas vermelhas, como figo, e frutas vermelhas mais fechadas. Já perceberam que os vinhos, quanto mais fechados, são os mais intensos? Porque, na taça, quando se abrem, são encantadores.

Aventure-se por mais uma uva aglianico, e eu quero saber o que você achou da sua degustação. É só compartilhar conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ UVA AGLIANICO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO FINCA LUZON]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Já ouviu falar em Tiacolí? Nem eu até que, outro dia, degustei o Atlantis Tiacolí de Álava, um vinho espanhol da região do País Vasco, que fica bem ao norte da Espanha, quase na divisa com a França.

Esse estilo de vinho já foi quase esquecido. Era um vinho mais caseiro até a década de 80 e só em 1989 recebeu a primeira denominação de origem, melhorando, assim, a sua qualidade e a disseminação do nome Tiacolí pelo mundo.

Os vinhos Tiacolí são cultivados nas regiões atlânticas do País Vasco, região de muita chuva e temperaturas bem frias. São três as denominações de Tiacolí: Tiacolí de Getária, nome da cidade que faz vinhos de um amarelo pálido, esverdeado, e foi a primeira certificação de Tiacolí; em seguida, os tiacolís de Biscaia, que receberam a denominação de origem em 1994; e a última, os tiacolís de Álava, em 2001, com vinhos de cor amarelo intenso, muita acidez, um toque metálico na boca e que podem ser levemente espumantes.

A principal uva é a Rondarabsúria ou Rondaribsúria.

O Atlantis de Álava é um vinho de aroma e sabor bem diferentes, com características únicas e marcantes. A proximidade do mar traz um aroma de sal, de peixes marinhos não o cheiro de decomposição do peixe, que é extremamente desagradável, mas o cheiro suave de peixes frescos.

Você também descobriu algum vinho diferente? Talvez, degustando com mariscos, anchovas e sardinhas, fique bom; mas, sozinho, não é um dos meus preferidos. Bom, só para saber que existe o tal Tiacolí e, se não agrada ao meu estilo, já sei que não vou errar na compra.

É assim que você deve entender os estilos de vinhos diferentes que encontra nas suas degustações: lembrando qual estilo te agrada mais e qual estilo não te agrada.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Já ouviu falar em Tiacolí? Nem eu até que, outro dia, degustei o Atlantis Tiacolí de Álava, um vinho espanhol da região do País Vasco, que fica bem ao norte da Espanha, quase na divisa com a França.

Esse estilo de vinho já foi quase esquecido. Era um vinho mais caseiro até a década de 80 e só em 1989 recebeu a primeira denominação de origem, melhorando, assim, a sua qualidade e a disseminação do nome Tiacolí pelo mundo.

Os vinhos Tiacolí são cultivados nas regiões atlânticas do País Vasco, região de muita chuva e temperaturas bem frias. São três as denominações de Tiacolí: Tiacolí de Getária, nome da cidade que faz vinhos de um amarelo pálido, esverdeado, e foi a primeira certificação de Tiacolí; em seguida, os tiacolís de Biscaia, que receberam a denominação de origem em 1994; e a última, os tiacolís de Álava, em 2001, com vinhos de cor amarelo intenso, muita acidez, um toque metálico na boca e que podem ser levemente espumantes.

A principal uva é a Rondarabsúria ou Rondaribsúria.

O Atlantis de Álava é um vinho de aroma e sabor bem diferentes, com características únicas e marcantes. A proximidade do mar traz um aroma de sal, de peixes marinhos não o cheiro de decomposição do peixe, que é extremamente desagradável, mas o cheiro suave de peixes frescos.

Você também descobriu algum vinho diferente? Talvez, degustando com mariscos, anchovas e sardinhas, fique bom; mas, sozinho, não é um dos meus preferidos. Bom, só para saber que existe o tal Tiacolí e, se não agrada ao meu estilo, já sei que não vou errar na compra.

É assim que você deve entender os estilos de vinhos diferentes que encontra nas suas degustações: lembrando qual estilo te agrada mais e qual estilo não te agrada.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Já ouviu falar em Tiacolí? Nem eu até que, outro dia, degustei o Atlantis Tiacolí de Álava, um vinho espanhol da região do País Vasco, que fica bem ao norte da Espanha, quase na divisa com a França.

Esse estilo de vinho já foi quase esquecido. Era um vinho mais caseiro até a década de 80 e só em 1989 recebeu a primeira denominação de origem, melhorando, assim, a sua qualidade e a disseminação do nome Tiacolí pelo mundo.

Os vinhos Tiacolí são cultivados nas regiões atlânticas do País Vasco, região de muita chuva e temperaturas bem frias. São três as denominações de Tiacolí: Tiacolí de Getária, nome da cidade que faz vinhos de um amarelo pálido, esverdeado, e foi a primeira certificação de Tiacolí; em seguida, os tiacolís de Biscaia, que receberam a denominação de origem em 1994; e a última, os tiacolís de Álava, em 2001, com vinhos de cor amarelo intenso, muita acidez, um toque metálico na boca e que podem ser levemente espumantes.

A principal uva é a Rondarabsúria ou Rondaribsúria.

O Atlantis de Álava é um vinho de aroma e sabor bem diferentes, com características únicas e marcantes. A proximidade do mar traz um aroma de sal, de peixes marinhos não o cheiro de decomposição do peixe, que é extremamente desagradável, mas o cheiro suave de peixes frescos.

Você também descobriu algum vinho diferente? Talvez, degustando com mariscos, anchovas e sardinhas, fique bom; mas, sozinho, não é um dos meus preferidos. Bom, só para saber que existe o tal Tiacolí e, se não agrada ao meu estilo, já sei que não vou errar na compra.

É assim que você deve entender os estilos de vinhos diferentes que encontra nas suas degustações: lembrando qual estilo te agrada mais e qual estilo não te agrada.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Já ouviu falar em Tiacolí? Nem eu até que, outro dia, degustei o Atlantis Tiacolí de Álava, um vinho espanhol da região do País Vasco, que fica bem ao norte da Espanha, quase na divisa com a França.

Esse estilo de vinho já foi quase esquecido. Era um vinho mais caseiro até a década de 80 e só em 1989 recebeu a primeira denominação de origem, melhorando, assim, a sua qualidade e a disseminação do nome Tiacolí pelo mundo.

Os vinhos Tiacolí são cultivados nas regiões atlânticas do País Vasco, região de muita chuva e temperaturas bem frias. São três as denominações de Tiacolí: Tiacolí de Getária, nome da cidade que faz vinhos de um amarelo pálido, esverdeado, e foi a primeira certificação de Tiacolí; em seguida, os tiacolís de Biscaia, que receberam a denominação de origem em 1994; e a última, os tiacolís de Álava, em 2001, com vinhos de cor amarelo intenso, muita acidez, um toque metálico na boca e que podem ser levemente espumantes.

A principal uva é a Rondarabsúria ou Rondaribsúria.

O Atlantis de Álava é um vinho de aroma e sabor bem diferentes, com características únicas e marcantes. A proximidade do mar traz um aroma de sal, de peixes marinhos não o cheiro de decomposição do peixe, que é extremamente desagradável, mas o cheiro suave de peixes frescos.

Você também descobriu algum vinho diferente? Talvez, degustando com mariscos, anchovas e sardinhas, fique bom; mas, sozinho, não é um dos meus preferidos. Bom, só para saber que existe o tal Tiacolí e, se não agrada ao meu estilo, já sei que não vou errar na compra.

É assim que você deve entender os estilos de vinhos diferentes que encontra nas suas degustações: lembrando qual estilo te agrada mais e qual estilo não te agrada.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATLANTIS TIACOLÍ DE ALAVA ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Mas lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você me mostrou e me dizer o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos. O açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada.

E olha que tem uvas que eu torci o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva Nero d’Avola, por exemplo, que eu achava tudo legal. Totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares com notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Mas lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você me mostrou e me dizer o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos. O açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada.

E olha que tem uvas que eu torci o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva Nero d’Avola, por exemplo, que eu achava tudo legal. Totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares com notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
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      <itunes:summary><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Mas lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você me mostrou e me dizer o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos. O açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada.

E olha que tem uvas que eu torci o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva Nero d’Avola, por exemplo, que eu achava tudo legal. Totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares com notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
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      <content:encoded><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Mas lancei o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você me mostrou e me dizer o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países. Tanto faz se Itália ou Estados Unidos. O açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada.

E olha que tem uvas que eu torci o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra eu tentava de novo e foi aí que passei a gostar da uva Nero d’Avola, por exemplo, que eu achava tudo legal. Totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares com notas defumadas, taninos presentes sem ser tão duros e o final mais macio, embora tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
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      <title><![CDATA[UVA PRIMITIVO ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO JEMA CORVINA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[abe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos. Desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provância, elaborado com as uvas cinso, grenache no ar, sirra. E Roll. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história. Em 1970, o pianista e compositor de jazz, Jacques Luzier, comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa-salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca. O processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[abe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos. Desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provância, elaborado com as uvas cinso, grenache no ar, sirra. E Roll. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história. Em 1970, o pianista e compositor de jazz, Jacques Luzier, comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa-salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca. O processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[abe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos. Desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provância, elaborado com as uvas cinso, grenache no ar, sirra. E Roll. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história. Em 1970, o pianista e compositor de jazz, Jacques Luzier, comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa-salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca. O processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[abe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos. Desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais.

Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. É sucesso absoluto na Provância, elaborado com as uvas cinso, grenache no ar, sirra. E Roll. 5% do vinho passa em carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e, em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho.

Olha que fantástica essa história. Em 1970, o pianista e compositor de jazz, Jacques Luzier, comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas.

Da música para os filmes, me inspirei nos 50 Tons de Rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. Vai do rosa-salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca. O processo de elaboração.

Tem sempre um rosé para te encantar. É só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS ROSÉ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã pra você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho.

Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português e de cartucha famosos, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro.

Encontraram um pastor que lhe informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei e plantaram vinhas e elaboraram vinhos.

Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat ou Priorato, que significa comunidade religiosa.

Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada da Priorato, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo garnacha-tinta e carinhenha. Elabora vinhos clássicos de aromas de cereja em cauda.

Os vinhos do Priorato costumam estagear pelo menos 12 meses em Carvalho. O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola.

A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviumétrico.

São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados. Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios.

Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranilo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã pra você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho.

Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português e de cartucha famosos, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro.

Encontraram um pastor que lhe informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei e plantaram vinhas e elaboraram vinhos.

Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat ou Priorato, que significa comunidade religiosa.

Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada da Priorato, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo garnacha-tinta e carinhenha. Elabora vinhos clássicos de aromas de cereja em cauda.

Os vinhos do Priorato costumam estagear pelo menos 12 meses em Carvalho. O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola.

A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviumétrico.

São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados. Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios.

Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranilo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã pra você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho.

Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português e de cartucha famosos, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro.

Encontraram um pastor que lhe informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei e plantaram vinhas e elaboraram vinhos.

Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat ou Priorato, que significa comunidade religiosa.

Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada da Priorato, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo garnacha-tinta e carinhenha. Elabora vinhos clássicos de aromas de cereja em cauda.

Os vinhos do Priorato costumam estagear pelo menos 12 meses em Carvalho. O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola.

A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviumétrico.

São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados. Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios.

Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranilo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã pra você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho.

Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português e de cartucha famosos, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro.

Encontraram um pastor que lhe informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei e plantaram vinhas e elaboraram vinhos.

Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo Scaladei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat ou Priorato, que significa comunidade religiosa.

Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada da Priorato, que faz parte da Catalunha. Essa é uma região que cultiva uvas no estilo garnacha-tinta e carinhenha. Elabora vinhos clássicos de aromas de cereja em cauda.

Os vinhos do Priorato costumam estagear pelo menos 12 meses em Carvalho. O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola.

A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviumétrico.

São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados. Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios.

Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranilo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LENDAS DO MUNDO DO VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você gosta de vinhos, música e vinho pra você. A África do Sul é o nosso tema de hoje. E, normalmente, nós lembramos da uva tinta Pinotage, mas o país é especialista em duas uvas brancas também: a Chenamblã e a Sauvignon Blanc.

As encostas montanhosas da região da Cidade do Cabo têm clima do Mediterrâneo europeu, ideal para o cultivo das videiras. O país é hoje o nono maior produtor de vinhos, com 340 vinícolas e 450 milhões de litros de vinhos exportados.

40% da produção total é da uva branca Chenamblã, mas a Sauvignon Blanc se destaca, com uma acidez e frescor comuns da uva, mas aromas não tão tropicais como o Sauvignon Blanc da América do Sul: um pouco mais cítrico, vegetal, mineral, fechado, porém elegante.

Poucas uvas do mundo conseguem ser tão versáteis e mudar de expressão em cada diferente terroir onde é plantada como a Sauvignon Blanc. Na África do Sul, a Sauvignon Blanc recebe também os nomes de savanã, musquê e fumé blanc.

E a minha uva bossa nova combina com pratos como peixe com limão, frutos do mar, risoto de camarão, tapas, empanadas ou tortas de legumes. Degustei com bastante ervas: herbáceo com herbáceo deu super certo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir maravilhas como a Sauvignon Blanc da África.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você gosta de vinhos, música e vinho pra você. A África do Sul é o nosso tema de hoje. E, normalmente, nós lembramos da uva tinta Pinotage, mas o país é especialista em duas uvas brancas também: a Chenamblã e a Sauvignon Blanc.

As encostas montanhosas da região da Cidade do Cabo têm clima do Mediterrâneo europeu, ideal para o cultivo das videiras. O país é hoje o nono maior produtor de vinhos, com 340 vinícolas e 450 milhões de litros de vinhos exportados.

40% da produção total é da uva branca Chenamblã, mas a Sauvignon Blanc se destaca, com uma acidez e frescor comuns da uva, mas aromas não tão tropicais como o Sauvignon Blanc da América do Sul: um pouco mais cítrico, vegetal, mineral, fechado, porém elegante.

Poucas uvas do mundo conseguem ser tão versáteis e mudar de expressão em cada diferente terroir onde é plantada como a Sauvignon Blanc. Na África do Sul, a Sauvignon Blanc recebe também os nomes de savanã, musquê e fumé blanc.

E a minha uva bossa nova combina com pratos como peixe com limão, frutos do mar, risoto de camarão, tapas, empanadas ou tortas de legumes. Degustei com bastante ervas: herbáceo com herbáceo deu super certo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir maravilhas como a Sauvignon Blanc da África.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se você gosta de vinhos, música e vinho pra você. A África do Sul é o nosso tema de hoje. E, normalmente, nós lembramos da uva tinta Pinotage, mas o país é especialista em duas uvas brancas também: a Chenamblã e a Sauvignon Blanc.

As encostas montanhosas da região da Cidade do Cabo têm clima do Mediterrâneo europeu, ideal para o cultivo das videiras. O país é hoje o nono maior produtor de vinhos, com 340 vinícolas e 450 milhões de litros de vinhos exportados.

40% da produção total é da uva branca Chenamblã, mas a Sauvignon Blanc se destaca, com uma acidez e frescor comuns da uva, mas aromas não tão tropicais como o Sauvignon Blanc da América do Sul: um pouco mais cítrico, vegetal, mineral, fechado, porém elegante.

Poucas uvas do mundo conseguem ser tão versáteis e mudar de expressão em cada diferente terroir onde é plantada como a Sauvignon Blanc. Na África do Sul, a Sauvignon Blanc recebe também os nomes de savanã, musquê e fumé blanc.

E a minha uva bossa nova combina com pratos como peixe com limão, frutos do mar, risoto de camarão, tapas, empanadas ou tortas de legumes. Degustei com bastante ervas: herbáceo com herbáceo deu super certo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir maravilhas como a Sauvignon Blanc da África.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se você gosta de vinhos, música e vinho pra você. A África do Sul é o nosso tema de hoje. E, normalmente, nós lembramos da uva tinta Pinotage, mas o país é especialista em duas uvas brancas também: a Chenamblã e a Sauvignon Blanc.

As encostas montanhosas da região da Cidade do Cabo têm clima do Mediterrâneo europeu, ideal para o cultivo das videiras. O país é hoje o nono maior produtor de vinhos, com 340 vinícolas e 450 milhões de litros de vinhos exportados.

40% da produção total é da uva branca Chenamblã, mas a Sauvignon Blanc se destaca, com uma acidez e frescor comuns da uva, mas aromas não tão tropicais como o Sauvignon Blanc da América do Sul: um pouco mais cítrico, vegetal, mineral, fechado, porém elegante.

Poucas uvas do mundo conseguem ser tão versáteis e mudar de expressão em cada diferente terroir onde é plantada como a Sauvignon Blanc. Na África do Sul, a Sauvignon Blanc recebe também os nomes de savanã, musquê e fumé blanc.

E a minha uva bossa nova combina com pratos como peixe com limão, frutos do mar, risoto de camarão, tapas, empanadas ou tortas de legumes. Degustei com bastante ervas: herbáceo com herbáceo deu super certo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir maravilhas como a Sauvignon Blanc da África.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVAS BRANCAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO ROSE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
Tem vinho que é sucesso, sem dúvida. O Lapostolle Apalta é um queridinho do mais francês produtor chileno Lapostol.

O vinho é cheio, intenso, elegante, redondo, macio e suculente. O produtor está localizado no Chile, no Vale de A Pauta, e o Lapostolle Apalta, que foi lançado em 2015, tem a Cabernet Sauvignon como base e o corte de Merlot, Carmenet, Cabernet Franc e Syrah.

O A Pauta tem 14,5% de álcool, mas não pesa, porque tem excelente estrutura das uvas para aguentar. São 28 dias de maceração. Maceração você já sabe, né? É o tempo que a casca fica em contato com o suco, para ter o máximo de extração da polpa, da cor, taninos e de todas as substâncias que estão na casca.

70% do Lapostolle Apalta 12 meses em carvalho francês de segundo e terceiro uso, e 30% só em aço inoxidável, para manter o frutado.

Agora pode começar a preparar a brasa e seus melhores cortes para um bom churrasco. De verdade, se eu fosse você, já iria procurar agora um Lapostolle Apalta. Bom Lapostole para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
Tem vinho que é sucesso, sem dúvida. O Lapostolle Apalta é um queridinho do mais francês produtor chileno Lapostol.

O vinho é cheio, intenso, elegante, redondo, macio e suculente. O produtor está localizado no Chile, no Vale de A Pauta, e o Lapostolle Apalta, que foi lançado em 2015, tem a Cabernet Sauvignon como base e o corte de Merlot, Carmenet, Cabernet Franc e Syrah.

O A Pauta tem 14,5% de álcool, mas não pesa, porque tem excelente estrutura das uvas para aguentar. São 28 dias de maceração. Maceração você já sabe, né? É o tempo que a casca fica em contato com o suco, para ter o máximo de extração da polpa, da cor, taninos e de todas as substâncias que estão na casca.

70% do Lapostolle Apalta 12 meses em carvalho francês de segundo e terceiro uso, e 30% só em aço inoxidável, para manter o frutado.

Agora pode começar a preparar a brasa e seus melhores cortes para um bom churrasco. De verdade, se eu fosse você, já iria procurar agora um Lapostolle Apalta. Bom Lapostole para você!]]></itunes:subtitle>
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Tem vinho que é sucesso, sem dúvida. O Lapostolle Apalta é um queridinho do mais francês produtor chileno Lapostol.

O vinho é cheio, intenso, elegante, redondo, macio e suculente. O produtor está localizado no Chile, no Vale de A Pauta, e o Lapostolle Apalta, que foi lançado em 2015, tem a Cabernet Sauvignon como base e o corte de Merlot, Carmenet, Cabernet Franc e Syrah.

O A Pauta tem 14,5% de álcool, mas não pesa, porque tem excelente estrutura das uvas para aguentar. São 28 dias de maceração. Maceração você já sabe, né? É o tempo que a casca fica em contato com o suco, para ter o máximo de extração da polpa, da cor, taninos e de todas as substâncias que estão na casca.

70% do Lapostolle Apalta 12 meses em carvalho francês de segundo e terceiro uso, e 30% só em aço inoxidável, para manter o frutado.

Agora pode começar a preparar a brasa e seus melhores cortes para um bom churrasco. De verdade, se eu fosse você, já iria procurar agora um Lapostolle Apalta. Bom Lapostole para você!]]></itunes:summary>
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Tem vinho que é sucesso, sem dúvida. O Lapostolle Apalta é um queridinho do mais francês produtor chileno Lapostol.

O vinho é cheio, intenso, elegante, redondo, macio e suculente. O produtor está localizado no Chile, no Vale de A Pauta, e o Lapostolle Apalta, que foi lançado em 2015, tem a Cabernet Sauvignon como base e o corte de Merlot, Carmenet, Cabernet Franc e Syrah.

O A Pauta tem 14,5% de álcool, mas não pesa, porque tem excelente estrutura das uvas para aguentar. São 28 dias de maceração. Maceração você já sabe, né? É o tempo que a casca fica em contato com o suco, para ter o máximo de extração da polpa, da cor, taninos e de todas as substâncias que estão na casca.

70% do Lapostolle Apalta 12 meses em carvalho francês de segundo e terceiro uso, e 30% só em aço inoxidável, para manter o frutado.

Agora pode começar a preparar a brasa e seus melhores cortes para um bom churrasco. De verdade, se eu fosse você, já iria procurar agora um Lapostolle Apalta. Bom Lapostole para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LAPOSTOLLE APALTA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã!

Vamos falar agora de música e vinho. E não é segredo para ninguém que eu amo a uva Sauvignon Blanc. A Casa Perini lançou um vinho 100% dessa uva tão delicada.

A Sauvignon Blanc é uma das uvas clássicas e faz sucesso em vinhos elaborados tanto no Velho Mundo quanto no Novo Mundo. Ela se mostra mais elegante em climas frios e mais frutada e alegre em climas tropicais.

Sua origem está em Bordeaux, na França, onde aparece quase sempre em cortes, os chamados assemblages, com as uvas brancas Semillon e Chenin Blanc. Segundo relatos históricos, a Sauvignon Blanc, cruzada com a Cabernet Franc, resultou na Cabernet Sauvignon.

No Vale do Loire, ela dá origem aos famosos vinhos Sancerre e Pouilly-Fumé. No Velho Mundo, a Sauvignon Blanc mostra sua mineralidade, notas defumadas e até florais. Já no Novo Mundo, é superfrutada, cítrica e apresenta um leve toque herbáceo.

E foi assim que a Casa Perini lançou o Casa Perini Sauvignon Blanc, com coloração amarelo-palha e tons esverdeados, aromas de flor de maracujá e erva-cidreira, bom corpo, ótima acidez e um final bem refrescante.

E, se você acha que queijo só combina com vinhos tintos, experimente um risoto de queijos frescos e outros, como Brie, para acompanhar o seu Perini Sauvignon Blanc. A sua experiência vai ser incrível.

Depois é só compartilhar comigo. Eu quero saber o que você está degustando. É só usar a hashtag #MusicVinho através das redes sociais. A sua degustação, a sua experiência, pode virar tema para o Musica&Vinho.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã!

Vamos falar agora de música e vinho. E não é segredo para ninguém que eu amo a uva Sauvignon Blanc. A Casa Perini lançou um vinho 100% dessa uva tão delicada.

A Sauvignon Blanc é uma das uvas clássicas e faz sucesso em vinhos elaborados tanto no Velho Mundo quanto no Novo Mundo. Ela se mostra mais elegante em climas frios e mais frutada e alegre em climas tropicais.

Sua origem está em Bordeaux, na França, onde aparece quase sempre em cortes, os chamados assemblages, com as uvas brancas Semillon e Chenin Blanc. Segundo relatos históricos, a Sauvignon Blanc, cruzada com a Cabernet Franc, resultou na Cabernet Sauvignon.

No Vale do Loire, ela dá origem aos famosos vinhos Sancerre e Pouilly-Fumé. No Velho Mundo, a Sauvignon Blanc mostra sua mineralidade, notas defumadas e até florais. Já no Novo Mundo, é superfrutada, cítrica e apresenta um leve toque herbáceo.

E foi assim que a Casa Perini lançou o Casa Perini Sauvignon Blanc, com coloração amarelo-palha e tons esverdeados, aromas de flor de maracujá e erva-cidreira, bom corpo, ótima acidez e um final bem refrescante.

E, se você acha que queijo só combina com vinhos tintos, experimente um risoto de queijos frescos e outros, como Brie, para acompanhar o seu Perini Sauvignon Blanc. A sua experiência vai ser incrível.

Depois é só compartilhar comigo. Eu quero saber o que você está degustando. É só usar a hashtag #MusicVinho através das redes sociais. A sua degustação, a sua experiência, pode virar tema para o Musica&Vinho.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã!

Vamos falar agora de música e vinho. E não é segredo para ninguém que eu amo a uva Sauvignon Blanc. A Casa Perini lançou um vinho 100% dessa uva tão delicada.

A Sauvignon Blanc é uma das uvas clássicas e faz sucesso em vinhos elaborados tanto no Velho Mundo quanto no Novo Mundo. Ela se mostra mais elegante em climas frios e mais frutada e alegre em climas tropicais.

Sua origem está em Bordeaux, na França, onde aparece quase sempre em cortes, os chamados assemblages, com as uvas brancas Semillon e Chenin Blanc. Segundo relatos históricos, a Sauvignon Blanc, cruzada com a Cabernet Franc, resultou na Cabernet Sauvignon.

No Vale do Loire, ela dá origem aos famosos vinhos Sancerre e Pouilly-Fumé. No Velho Mundo, a Sauvignon Blanc mostra sua mineralidade, notas defumadas e até florais. Já no Novo Mundo, é superfrutada, cítrica e apresenta um leve toque herbáceo.

E foi assim que a Casa Perini lançou o Casa Perini Sauvignon Blanc, com coloração amarelo-palha e tons esverdeados, aromas de flor de maracujá e erva-cidreira, bom corpo, ótima acidez e um final bem refrescante.

E, se você acha que queijo só combina com vinhos tintos, experimente um risoto de queijos frescos e outros, como Brie, para acompanhar o seu Perini Sauvignon Blanc. A sua experiência vai ser incrível.

Depois é só compartilhar comigo. Eu quero saber o que você está degustando. É só usar a hashtag #MusicVinho através das redes sociais. A sua degustação, a sua experiência, pode virar tema para o Musica&Vinho.
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      <content:encoded><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã!

Vamos falar agora de música e vinho. E não é segredo para ninguém que eu amo a uva Sauvignon Blanc. A Casa Perini lançou um vinho 100% dessa uva tão delicada.

A Sauvignon Blanc é uma das uvas clássicas e faz sucesso em vinhos elaborados tanto no Velho Mundo quanto no Novo Mundo. Ela se mostra mais elegante em climas frios e mais frutada e alegre em climas tropicais.

Sua origem está em Bordeaux, na França, onde aparece quase sempre em cortes, os chamados assemblages, com as uvas brancas Semillon e Chenin Blanc. Segundo relatos históricos, a Sauvignon Blanc, cruzada com a Cabernet Franc, resultou na Cabernet Sauvignon.

No Vale do Loire, ela dá origem aos famosos vinhos Sancerre e Pouilly-Fumé. No Velho Mundo, a Sauvignon Blanc mostra sua mineralidade, notas defumadas e até florais. Já no Novo Mundo, é superfrutada, cítrica e apresenta um leve toque herbáceo.

E foi assim que a Casa Perini lançou o Casa Perini Sauvignon Blanc, com coloração amarelo-palha e tons esverdeados, aromas de flor de maracujá e erva-cidreira, bom corpo, ótima acidez e um final bem refrescante.

E, se você acha que queijo só combina com vinhos tintos, experimente um risoto de queijos frescos e outros, como Brie, para acompanhar o seu Perini Sauvignon Blanc. A sua experiência vai ser incrível.

Depois é só compartilhar comigo. Eu quero saber o que você está degustando. É só usar a hashtag #MusicVinho através das redes sociais. A sua degustação, a sua experiência, pode virar tema para o Musica&Vinho.
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      <title><![CDATA[PERINI SAUVIGNON BLANC]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BOSSA BRUT]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS EM CRESCIMENTO - ROSES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[CULTURA VISUAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nossa Taça de Conhecimento de hoje será sobre a mulher mais influente em toda a história do vinho mais famoso de Portugal: o Vinho do Porto.

Antônia Adelaide Ferreira, conhecida na região do Douro como Ferreirinha, tem seu nome em uma das marcas mais famosas de vinho do mundo. Nascida em 1811, em Peso da Régua, no Alto Douro, cresceu em meio aos vinhedos da família.

Casou-se cedo com um primo, que não tinha grande interesse nos negócios, e, aos 33 anos, ficou viúva, com um casal de filhos. Ferreirinha assumiu os negócios da Casa Ferreirinha.

Quando chegou a pandemia dos vinhedos, em 1870, devido a uma praga chamada oídio, grande parte dos vinhedos do Douro foi dizimada. Ferreirinha tinha um bom estoque de vinhos em seus armazéns, e isso fez com que ela multiplicasse a sua fortuna.

Em outro momento, surgiu a filoxera, uma praga que quase dizimou os vinhedos do mundo novamente. Ferreirinha foi à Inglaterra para entender as melhores soluções para salvar as vinhas e continuar a produzir vinho. Voltou de lá implantando o processo de enxertia nas videiras. Sensacional!

Nos dias de hoje, existe um prêmio que homenageia as mulheres mais influentes em Portugal todos os anos: o Prêmio Dona Antônia Adelaide Ferreira.

Ela partiu aos 84 anos, na mesma cidade onde nasceu, Peso da Régua, e deixou um império que continua crescendo e mantendo o legado do seu nome e de sua família.

Um brinde a esta grande mulher, Ferreirinha! Um brinde a você, ouvinte, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.com. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nossa Taça de Conhecimento de hoje será sobre a mulher mais influente em toda a história do vinho mais famoso de Portugal: o Vinho do Porto.

Antônia Adelaide Ferreira, conhecida na região do Douro como Ferreirinha, tem seu nome em uma das marcas mais famosas de vinho do mundo. Nascida em 1811, em Peso da Régua, no Alto Douro, cresceu em meio aos vinhedos da família.

Casou-se cedo com um primo, que não tinha grande interesse nos negócios, e, aos 33 anos, ficou viúva, com um casal de filhos. Ferreirinha assumiu os negócios da Casa Ferreirinha.

Quando chegou a pandemia dos vinhedos, em 1870, devido a uma praga chamada oídio, grande parte dos vinhedos do Douro foi dizimada. Ferreirinha tinha um bom estoque de vinhos em seus armazéns, e isso fez com que ela multiplicasse a sua fortuna.

Em outro momento, surgiu a filoxera, uma praga que quase dizimou os vinhedos do mundo novamente. Ferreirinha foi à Inglaterra para entender as melhores soluções para salvar as vinhas e continuar a produzir vinho. Voltou de lá implantando o processo de enxertia nas videiras. Sensacional!

Nos dias de hoje, existe um prêmio que homenageia as mulheres mais influentes em Portugal todos os anos: o Prêmio Dona Antônia Adelaide Ferreira.

Ela partiu aos 84 anos, na mesma cidade onde nasceu, Peso da Régua, e deixou um império que continua crescendo e mantendo o legado do seu nome e de sua família.

Um brinde a esta grande mulher, Ferreirinha! Um brinde a você, ouvinte, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.com. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nossa Taça de Conhecimento de hoje será sobre a mulher mais influente em toda a história do vinho mais famoso de Portugal: o Vinho do Porto.

Antônia Adelaide Ferreira, conhecida na região do Douro como Ferreirinha, tem seu nome em uma das marcas mais famosas de vinho do mundo. Nascida em 1811, em Peso da Régua, no Alto Douro, cresceu em meio aos vinhedos da família.

Casou-se cedo com um primo, que não tinha grande interesse nos negócios, e, aos 33 anos, ficou viúva, com um casal de filhos. Ferreirinha assumiu os negócios da Casa Ferreirinha.

Quando chegou a pandemia dos vinhedos, em 1870, devido a uma praga chamada oídio, grande parte dos vinhedos do Douro foi dizimada. Ferreirinha tinha um bom estoque de vinhos em seus armazéns, e isso fez com que ela multiplicasse a sua fortuna.

Em outro momento, surgiu a filoxera, uma praga que quase dizimou os vinhedos do mundo novamente. Ferreirinha foi à Inglaterra para entender as melhores soluções para salvar as vinhas e continuar a produzir vinho. Voltou de lá implantando o processo de enxertia nas videiras. Sensacional!

Nos dias de hoje, existe um prêmio que homenageia as mulheres mais influentes em Portugal todos os anos: o Prêmio Dona Antônia Adelaide Ferreira.

Ela partiu aos 84 anos, na mesma cidade onde nasceu, Peso da Régua, e deixou um império que continua crescendo e mantendo o legado do seu nome e de sua família.

Um brinde a esta grande mulher, Ferreirinha! Um brinde a você, ouvinte, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.com. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nossa Taça de Conhecimento de hoje será sobre a mulher mais influente em toda a história do vinho mais famoso de Portugal: o Vinho do Porto.

Antônia Adelaide Ferreira, conhecida na região do Douro como Ferreirinha, tem seu nome em uma das marcas mais famosas de vinho do mundo. Nascida em 1811, em Peso da Régua, no Alto Douro, cresceu em meio aos vinhedos da família.

Casou-se cedo com um primo, que não tinha grande interesse nos negócios, e, aos 33 anos, ficou viúva, com um casal de filhos. Ferreirinha assumiu os negócios da Casa Ferreirinha.

Quando chegou a pandemia dos vinhedos, em 1870, devido a uma praga chamada oídio, grande parte dos vinhedos do Douro foi dizimada. Ferreirinha tinha um bom estoque de vinhos em seus armazéns, e isso fez com que ela multiplicasse a sua fortuna.

Em outro momento, surgiu a filoxera, uma praga que quase dizimou os vinhedos do mundo novamente. Ferreirinha foi à Inglaterra para entender as melhores soluções para salvar as vinhas e continuar a produzir vinho. Voltou de lá implantando o processo de enxertia nas videiras. Sensacional!

Nos dias de hoje, existe um prêmio que homenageia as mulheres mais influentes em Portugal todos os anos: o Prêmio Dona Antônia Adelaide Ferreira.

Ela partiu aos 84 anos, na mesma cidade onde nasceu, Peso da Régua, e deixou um império que continua crescendo e mantendo o legado do seu nome e de sua família.

Um brinde a esta grande mulher, Ferreirinha! Um brinde a você, ouvinte, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.com. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO DO PORTO ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música em Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Que bom ter a sua companhia nesta manhã para descobrir mais novidades sobre o mundo do vinho.

Essa eu não sabia. Cihá é a décima uva mais plantada em Portugal. Fica atrás apenas das uvas nativas, as autóctones. Ela se adapta muito bem ao terroir do alentejo e suporta o calor intenso, solo pobre, e mostra nos vinhos muita fruta, pimenta e especiarias.

A Cihá vem se destacando também no Douro, a terra de produção das uvas para o vinho do Porto. Os Cihás portugueses têm grande potencial aromático. São vinhos complexos, com notas animais e fruta muito madura, além de taninos ricos, bom para a produção de vinhos de guarda.

A Cihá surgiu há pouco mais de 20 anos em Portugal, mas já ocupa 4 mil hectares de área plantada.

Degustei o Quinta do Crasto Superior Syrah, com vinhas de 11 anos, um vinho de 2014, engarrafado em 2016. 97% do vinho é feito com a uva syrah e 3% da uva branca Vionier, só para dar um equilíbrio. As uvas são do Douro Superior, que é a melhor localização para a qualidade das uvas. Passou 5 dias macerando em temperaturas baixas para manter a elegância do vinho. Além dos 16 meses de carvalho francês, o vinho é bem escuro, com frutas silvestres, notas de chocolate, um vinho fresco, persistente, de taninos firmes, sensação de boca mentolada, encorpado e suave ao mesmo tempo.

O Quinta do Crasto Superior Syrah harmoniza muito bem com a gastronomia local do Douro: carneiro assado, javali, perdiz e cozidos à portuguesa.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho com os novos syrahs portugueses.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música em Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Que bom ter a sua companhia nesta manhã para descobrir mais novidades sobre o mundo do vinho.

Essa eu não sabia. Cihá é a décima uva mais plantada em Portugal. Fica atrás apenas das uvas nativas, as autóctones. Ela se adapta muito bem ao terroir do alentejo e suporta o calor intenso, solo pobre, e mostra nos vinhos muita fruta, pimenta e especiarias.

A Cihá vem se destacando também no Douro, a terra de produção das uvas para o vinho do Porto. Os Cihás portugueses têm grande potencial aromático. São vinhos complexos, com notas animais e fruta muito madura, além de taninos ricos, bom para a produção de vinhos de guarda.

A Cihá surgiu há pouco mais de 20 anos em Portugal, mas já ocupa 4 mil hectares de área plantada.

Degustei o Quinta do Crasto Superior Syrah, com vinhas de 11 anos, um vinho de 2014, engarrafado em 2016. 97% do vinho é feito com a uva syrah e 3% da uva branca Vionier, só para dar um equilíbrio. As uvas são do Douro Superior, que é a melhor localização para a qualidade das uvas. Passou 5 dias macerando em temperaturas baixas para manter a elegância do vinho. Além dos 16 meses de carvalho francês, o vinho é bem escuro, com frutas silvestres, notas de chocolate, um vinho fresco, persistente, de taninos firmes, sensação de boca mentolada, encorpado e suave ao mesmo tempo.

O Quinta do Crasto Superior Syrah harmoniza muito bem com a gastronomia local do Douro: carneiro assado, javali, perdiz e cozidos à portuguesa.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho com os novos syrahs portugueses.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música em Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Que bom ter a sua companhia nesta manhã para descobrir mais novidades sobre o mundo do vinho.

Essa eu não sabia. Cihá é a décima uva mais plantada em Portugal. Fica atrás apenas das uvas nativas, as autóctones. Ela se adapta muito bem ao terroir do alentejo e suporta o calor intenso, solo pobre, e mostra nos vinhos muita fruta, pimenta e especiarias.

A Cihá vem se destacando também no Douro, a terra de produção das uvas para o vinho do Porto. Os Cihás portugueses têm grande potencial aromático. São vinhos complexos, com notas animais e fruta muito madura, além de taninos ricos, bom para a produção de vinhos de guarda.

A Cihá surgiu há pouco mais de 20 anos em Portugal, mas já ocupa 4 mil hectares de área plantada.

Degustei o Quinta do Crasto Superior Syrah, com vinhas de 11 anos, um vinho de 2014, engarrafado em 2016. 97% do vinho é feito com a uva syrah e 3% da uva branca Vionier, só para dar um equilíbrio. As uvas são do Douro Superior, que é a melhor localização para a qualidade das uvas. Passou 5 dias macerando em temperaturas baixas para manter a elegância do vinho. Além dos 16 meses de carvalho francês, o vinho é bem escuro, com frutas silvestres, notas de chocolate, um vinho fresco, persistente, de taninos firmes, sensação de boca mentolada, encorpado e suave ao mesmo tempo.

O Quinta do Crasto Superior Syrah harmoniza muito bem com a gastronomia local do Douro: carneiro assado, javali, perdiz e cozidos à portuguesa.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho com os novos syrahs portugueses.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música. No ar, Música em Vinho, com a sommelier Kezia Giugni. Que bom ter a sua companhia nesta manhã para descobrir mais novidades sobre o mundo do vinho.

Essa eu não sabia. Cihá é a décima uva mais plantada em Portugal. Fica atrás apenas das uvas nativas, as autóctones. Ela se adapta muito bem ao terroir do alentejo e suporta o calor intenso, solo pobre, e mostra nos vinhos muita fruta, pimenta e especiarias.

A Cihá vem se destacando também no Douro, a terra de produção das uvas para o vinho do Porto. Os Cihás portugueses têm grande potencial aromático. São vinhos complexos, com notas animais e fruta muito madura, além de taninos ricos, bom para a produção de vinhos de guarda.

A Cihá surgiu há pouco mais de 20 anos em Portugal, mas já ocupa 4 mil hectares de área plantada.

Degustei o Quinta do Crasto Superior Syrah, com vinhas de 11 anos, um vinho de 2014, engarrafado em 2016. 97% do vinho é feito com a uva syrah e 3% da uva branca Vionier, só para dar um equilíbrio. As uvas são do Douro Superior, que é a melhor localização para a qualidade das uvas. Passou 5 dias macerando em temperaturas baixas para manter a elegância do vinho. Além dos 16 meses de carvalho francês, o vinho é bem escuro, com frutas silvestres, notas de chocolate, um vinho fresco, persistente, de taninos firmes, sensação de boca mentolada, encorpado e suave ao mesmo tempo.

O Quinta do Crasto Superior Syrah harmoniza muito bem com a gastronomia local do Douro: carneiro assado, javali, perdiz e cozidos à portuguesa.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho com os novos syrahs portugueses.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO QUINTA DO CRASTO SUPERIOR SYRAH]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Sofênia é a união dos nomes das filhas do fundador da Finca Sofênia, Sofia e Eugênia. Finca Sofênia é uma das mais reconhecidas vinícolas da Argentina, com vinhos de alta complexidade, elegância e riquezas aromáticas. A linha Sofênia Estate passa por 12 meses de carvalho francês. São cinco variedades disponíveis: os tintos Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, e o vinho branco da uva Chardonnay.

Degusteie o Sofênia Estate Malbec, de vinhedos de 1.200 metros de altitude. Masseração de 15 dias para extrair mais estrutura e complexidade ao vinho. É um vinho super intenso, com a coloração violeta daquelas de manchar a língua e a taça. Fruta madura no nariz, frutas secas. Mentolado, têninos doces e volumosos como um grande Malbec.

O Soufiane, a 2016, já chegou ao auge de 96 pontos pela revista inglesa The Canter. E a última safra disponível, a 2018, está em 92 pontos pelos críticos Tim Atkin e Jamie Suckling. Um super Malbec para você degustar. Tá certo que a Argentina não é só de Malbecs, mas produz os melhores. Uma ótima sugestão para você. Lembre-se sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Sofênia é a união dos nomes das filhas do fundador da Finca Sofênia, Sofia e Eugênia. Finca Sofênia é uma das mais reconhecidas vinícolas da Argentina, com vinhos de alta complexidade, elegância e riquezas aromáticas. A linha Sofênia Estate passa por 12 meses de carvalho francês. São cinco variedades disponíveis: os tintos Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, e o vinho branco da uva Chardonnay.

Degusteie o Sofênia Estate Malbec, de vinhedos de 1.200 metros de altitude. Masseração de 15 dias para extrair mais estrutura e complexidade ao vinho. É um vinho super intenso, com a coloração violeta daquelas de manchar a língua e a taça. Fruta madura no nariz, frutas secas. Mentolado, têninos doces e volumosos como um grande Malbec.

O Soufiane, a 2016, já chegou ao auge de 96 pontos pela revista inglesa The Canter. E a última safra disponível, a 2018, está em 92 pontos pelos críticos Tim Atkin e Jamie Suckling. Um super Malbec para você degustar. Tá certo que a Argentina não é só de Malbecs, mas produz os melhores. Uma ótima sugestão para você. Lembre-se sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Sofênia é a união dos nomes das filhas do fundador da Finca Sofênia, Sofia e Eugênia. Finca Sofênia é uma das mais reconhecidas vinícolas da Argentina, com vinhos de alta complexidade, elegância e riquezas aromáticas. A linha Sofênia Estate passa por 12 meses de carvalho francês. São cinco variedades disponíveis: os tintos Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, e o vinho branco da uva Chardonnay.

Degusteie o Sofênia Estate Malbec, de vinhedos de 1.200 metros de altitude. Masseração de 15 dias para extrair mais estrutura e complexidade ao vinho. É um vinho super intenso, com a coloração violeta daquelas de manchar a língua e a taça. Fruta madura no nariz, frutas secas. Mentolado, têninos doces e volumosos como um grande Malbec.

O Soufiane, a 2016, já chegou ao auge de 96 pontos pela revista inglesa The Canter. E a última safra disponível, a 2018, está em 92 pontos pelos críticos Tim Atkin e Jamie Suckling. Um super Malbec para você degustar. Tá certo que a Argentina não é só de Malbecs, mas produz os melhores. Uma ótima sugestão para você. Lembre-se sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Saber beber. Saber viver. Com a melhor música no ar. Música em vinho, com a sommelier Kezia Giugni.

Sofênia é a união dos nomes das filhas do fundador da Finca Sofênia, Sofia e Eugênia. Finca Sofênia é uma das mais reconhecidas vinícolas da Argentina, com vinhos de alta complexidade, elegância e riquezas aromáticas. A linha Sofênia Estate passa por 12 meses de carvalho francês. São cinco variedades disponíveis: os tintos Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, e o vinho branco da uva Chardonnay.

Degusteie o Sofênia Estate Malbec, de vinhedos de 1.200 metros de altitude. Masseração de 15 dias para extrair mais estrutura e complexidade ao vinho. É um vinho super intenso, com a coloração violeta daquelas de manchar a língua e a taça. Fruta madura no nariz, frutas secas. Mentolado, têninos doces e volumosos como um grande Malbec.

O Soufiane, a 2016, já chegou ao auge de 96 pontos pela revista inglesa The Canter. E a última safra disponível, a 2018, está em 92 pontos pelos críticos Tim Atkin e Jamie Suckling. Um super Malbec para você degustar. Tá certo que a Argentina não é só de Malbecs, mas produz os melhores. Uma ótima sugestão para você. Lembre-se sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FINCA SOPHENIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DECANTER DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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