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PODCAST · 3392 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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SER FELIZ
29 Ago 20154:57EP 312

SER FELIZ

<strong>&nbsp;Ser feliz</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 4.8.2014.</em></div> <br />

QUESTÃO DE ESCOLHA
28 Ago 20154:48EP 311

QUESTÃO DE ESCOLHA

<strong>&nbsp;Quest&atilde;o de escolha<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente. <br /> Pense nisso <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. </em></div>

A BAGAGEM
26 Ago 20154:16EP 309

A BAGAGEM

<strong>&nbsp;A Bagagem</strong><br /> <br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> * * *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.<br />

NOTÍCIAS DO BEM
25 Ago 20154:38EP 308

NOTÍCIAS DO BEM

<strong>&nbsp;Not&iacute;cias do Bem</strong><br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014</em></div>

SAUDAÇÃO À ALVORADA
24 Ago 20152:57EP 307

SAUDAÇÃO À ALVORADA

&nbsp;<strong>SAUDA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; ALVORADA.</strong><br /> <br /> Cuida deste dia!<br /> Ele &eacute; a vida, a pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia da vida.<br /> Em seu breve curso<br /> Est&atilde;o todas as verdades e realidades da tua exist&ecirc;ncia:<br /> A b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do crescimento... A gl&oacute;ria da a&ccedil;&atilde;o... O esplendor da realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois o dia de ontem n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o um sonho.<br /> E o amanh&atilde; somente uma vis&atilde;o.<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> * * *<br /> O poema do indiano Kalidasa nos fala da import&acirc;ncia do hoje, do agora.<br /> Muitos homens t&ecirc;m rejeitado tais palavras, dizendo: Mas eu preciso pensar no dia de amanh&atilde;! Preciso fazer um seguro para proteger minha fam&iacute;lia. Preciso reservar algum dinheiro para a velhice!<br /> Est&aacute; certo! Naturalmente que precisa, por&eacute;m faz-se necess&aacute;rio diferenciar pensar de inquietar-se.<br /> A palavra chave a&iacute; &eacute; inquieta&ccedil;&atilde;o, que sempre indica inseguran&ccedil;a, temor, incerteza - todos sentimentos que fazem mal ao Esp&iacute;rito, quando cultivados por muito tempo.<br /> &Eacute; dessa inquieta&ccedil;&atilde;o que nasce a t&atilde;o comentada ansiedade - transtorno mental que tem trazido tantos preju&iacute;zos ao ser humano nos tempos atuais.<br /> Parte de n&oacute;s est&aacute; no lamento do ontem, outra parte na expectativa de um amanh&atilde; poss&iacute;vel.<br /> Parte vive num passado que era muito melhor do que hoje; parte vive na simples espera, c&ocirc;moda, de um futuro melhor.<br /> Parte vive de lembran&ccedil;as traum&aacute;ticas, tristes, outra parte vive no temor do que o futuro nos reserva.<br /> Que sobra de n&oacute;s para o presente? Que energia, que foco, que vida?<br /> Assim, recordemos da sauda&ccedil;&atilde;o &agrave; alvorada:<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> Pense nisso! Mas...pense hoje.<br />

A SABEDORIA DO SAMURAI
22 Ago 20152:47EP 306

A SABEDORIA DO SAMURAI

<strong>&nbsp;A Sabedoria do Samurai.<br /> </strong><br /> Conta-se que, perto de T&oacute;quio, capital do Jap&atilde;o, vivia um grande samurai.<br /> J&aacute; muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer advers&aacute;rio.<br /> Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escr&uacute;pulos. Era famoso por usar a t&eacute;cnica da provoca&ccedil;&atilde;o.<br /> Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu advers&aacute;rio fizesse o primeiro movimento e, dotado de intelig&ecirc;ncia e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.<br /> O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.<br /> Assim que soube da reputa&ccedil;&atilde;o do velho samurai, prop&ocirc;s-se a n&atilde;o sair dali sem antes derrot&aacute;-lo e aumentar sua fama.<br /> Todos os disc&iacute;pulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.<br /> Foram todos para a pra&ccedil;a da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro come&ccedil;ou a insultar o velho mestre.<br /> Chutou algumas pedras em sua dire&ccedil;&atilde;o, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.<br /> Durante horas fez tudo para provoc&aacute;-lo, mas o velho permaneceu sereno e impass&iacute;vel.<br /> No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.<br /> Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provoca&ccedil;&otilde;es, os alunos perguntaram:<br /> Como o senhor p&ocirc;de suportar tanta indignidade?<br /> Por que n&atilde;o usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao inv&eacute;s de mostrar-se covarde diante de todos n&oacute;s?<br /> O s&aacute;bio anci&atilde;o olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:<br /> Se algu&eacute;m chega at&eacute; voc&ecirc; com um presente e lhe oferece mas voc&ecirc; n&atilde;o o aceita, com quem fica o presente?<br /> Com quem tentou entreg&aacute;-lo, respondeu o disc&iacute;pulo.<br /> Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provoca&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.<br /> Quando n&atilde;o s&atilde;o aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.<br /> Por essa raz&atilde;o, a sua paz interior depende exclusivamente de voc&ecirc;. As pessoas n&atilde;o podem lhe tirar a calma, se voc&ecirc; n&atilde;o o permitir.<br /> * * *<br /> Sempre que algu&eacute;m tentar tirar voc&ecirc; do s&eacute;rio, lembre-se da s&aacute;bia li&ccedil;&atilde;o do velho samurai.<br /> Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. S&oacute; voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel pelo que pensa, sente ou faz.<br /> S&oacute; voc&ecirc;, e mais ningu&eacute;m, pode permitir que algu&eacute;m lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.<br /> Foi por essa raz&atilde;o que Jesus afirmou que s&oacute; lobos caem em armadilhas para lobos.<br /> Assim, aceitar provoca&ccedil;&otilde;es ou deixar que fiquem com quem nos oferece, &eacute; uma decis&atilde;o que cabe exclusivamente a cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso!<br />

CONIVÊNCIA
21 Ago 20152:31EP 305

CONIVÊNCIA

<strong>Coniv&ecirc;ncia</strong><br /> <br /> &nbsp;Com certeza a maioria de n&oacute;s nos consideramos pessoas de bem.<br /> Ficamos cheios de indigna&ccedil;&atilde;o com a corrup&ccedil;&atilde;o que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que n&oacute;s pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situa&ccedil;&atilde;o?. <br /> Constitui equ&iacute;voco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percep&ccedil;&atilde;o. <br /> Certamente &eacute; conden&aacute;vel divulgar os defeitos do pr&oacute;ximo por malevol&ecirc;ncia, com a inten&ccedil;&atilde;o de denegri-lo. <br /> Mas tamb&eacute;m &eacute; censur&aacute;vel prestigiar a comodidade de um &uacute;nico ser, em detrimento de in&uacute;meros outros. <br /> A corrup&ccedil;&atilde;o que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. <br /> O dinheiro p&uacute;blico surrupiado por alguns faz falta na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais e escolas. <br /> O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua fal&ecirc;ncia. <br /> A compaix&atilde;o n&atilde;o justifica a in&eacute;rcia perante esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. <br /> Nada h&aacute; de louv&aacute;vel em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. <br /> Na verdade, a timidez e a acomoda&ccedil;&atilde;o dos homens &iacute;ntegros favorece a preponder&acirc;ncia dos desonestos. <br /> Quando o v&iacute;cio for combatido, sem &oacute;dio, mas firmemente, ele encontrar&aacute; pouco espa&ccedil;o para proliferar. <br /> &Eacute; preciso ter compaix&atilde;o pelo delinq&uuml;ente, mas jamais compactuar com seus atos. <br /> Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que voc&ecirc; vive. <br /> A t&iacute;tulo de ostentar virtude, n&atilde;o simule ignor&acirc;ncia e nem seja conivente. <br /> Pense nisso! MAS PENSE AGORA.<br />

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