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PODCAST · 3392 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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OUTRAS VIOLÊNCIAS
30 Set 20163:01EP 560

OUTRAS VIOLÊNCIAS

<span style=''font-size: small;''>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS<br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es, sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se, sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />

IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ
29 Set 20163:19EP 559

IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ

<span style=''font-size: small;''>IGNOR&Acirc;NCIA E ESTUPIDEZ<br /> <br /> O reverendo Martin Luther King Junior, mission&aacute;rio do bem na Terra, certa feita afirmou:<br /> Nada no mundo &eacute; mais perigoso que a ignor&acirc;ncia sincera e a estupidez conscienciosa.<br /> Reflitamos sobre estas palavras fortes.<br /> A acomoda&ccedil;&atilde;o na pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia, ou mesmo a op&ccedil;&atilde;o por ela, &eacute; terr&iacute;vel mal para o Esp&iacute;rito em evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer permanecer na ignor&acirc;ncia &eacute; afastar-se do caminho da felicidade.<br /> A ignor&acirc;ncia n&atilde;o pode ser objetivo de ningu&eacute;m na Terra.<br /> Aparentemente, esta pode trazer algumas vantagens, conforme afirmam alguns desavisados, mas n&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; benef&iacute;cio algum em permanecer nela.<br /> Da mesma forma, a estupidez conscienciosa &eacute; chaga doentia para o homem e para a mulher que desejam crescer moralmente.<br /> Errar conscientemente &eacute; construir sua pr&oacute;pria pris&atilde;o moral de dor permanente.<br /> Optar pelos caminhos da crueldade, do ego&iacute;smo e do orgulho, tendo a consci&ecirc;ncia de que s&atilde;o trilhas prejudiciais a todos, &eacute; condenar-se &agrave; dor voluntariamente.<br /> Cada vez que proferimos palavras grosseiras, cada vez que espezinhamos a vida alheia gratuitamente, com coment&aacute;rios infelizes, estamos agindo no mal conscientemente.<br /> Quantos de n&oacute;s, que seguimos uma religi&atilde;o, n&atilde;o somos capazes de tolerar nem pequenos deslizes?<br /> Quantos de n&oacute;s, tendo capacidade de praticar o bem, escolhemos o caminho da acomoda&ccedil;&atilde;o, da indiferen&ccedil;a. Sim, a estupidez conscienciosa &eacute; perigo constante. <br /> Muitos de n&oacute;s que aqui estamos, somos reincidentes no mal, e recebemos a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de nova oportunidade para que, desta vez, aproveitemos para crescer no amor.<br /> A grande transforma&ccedil;&atilde;o da Humanidade j&aacute; se opera dia ap&oacute;s dia, sem cessar.<br /> J&aacute; vemos um grande numero de empresas investindo altas somas, para treinar os seus executivos, para que esses tenham um modelo mental pautado nas emo&ccedil;&otilde;es positivas e em cren&ccedil;as possibilitadoras.<br /> Assim ouvintes, n&atilde;o seremos os de alma adormecida, vamos nos engajar na nova era de amor e entendimento.<br /> * * *<br /> A Humanidade tem realizado, at&eacute; ao presente, incontest&aacute;veis progressos.<br /> Os homens, com a sua intelig&ecirc;ncia, chegaram a resultados que jamais haviam alcan&ccedil;ado, sob o ponto de vista das ci&ecirc;ncias, das artes e do bem-estar material.<br /> Resta-lhes ainda um imenso progresso a realizar: o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.<br /> J&aacute; n&atilde;o &eacute; somente de desenvolver a intelig&ecirc;ncia o de que os homens necessitam, mas de elevar o sentimento e, para isso, faz-se preciso destruir tudo o que superexcite neles o ego&iacute;smo e o orgulho.Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamento final do cap. XVIII,<br /> item 5 do livro A g&ecirc;nese, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 02.06.2012.<br /> </span><br />

CÂNCER MORAL
24 Set 20163:29EP 558

CÂNCER MORAL

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.<br /> </span><br />

EMPATIA
22 Set 20163:44EP 556

EMPATIA

<span style=''font-size: small;''>EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> * * *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> * * *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</span><br />

RELACIONAMENTO FAMILIAR
21 Set 20163:59EP 555

RELACIONAMENTO FAMILIAR

<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO FAMILIAR<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> * * *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br /> </span><br />

LIÇÃO BEM APRENDIDA
20 Set 20164:12EP 554

LIÇÃO BEM APRENDIDA

<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.<br /> </span><br />

ATITUDE
19 Set 20163:21EP 553

ATITUDE

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.<br /> </span><br />

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