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PODCAST · 3392 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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AÇÕES CRUÉIS
18 Mar 20174:13EP 671

AÇÕES CRUÉIS

<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> * * *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />

ADOLESCENTES ANTES DA HORA
15 Mar 20174:07EP 669

ADOLESCENTES ANTES DA HORA

<span style=''font-size: small;''>ADOLESCENTES ANTES DA HORA<br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br /> </span><br />

RAZÃO DE VIVER
14 Mar 20174:23EP 668

RAZÃO DE VIVER

<span style=''font-size: small;''>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> * * *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span><br />

DISCIPLINA
11 Mar 20172:59EP 667

DISCIPLINA

<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />

FANATISMO E TOLERÂNCIA
10 Mar 20174:01EP 666

FANATISMO E TOLERÂNCIA

<span style=''font-size: small;''>FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> * * *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> </span><br />

ALGUÉM MELHOR
9 Mar 20172:57EP 665

ALGUÉM MELHOR

<span style=''font-size: small;''>&nbsp;ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />

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