
A ARTE E O SEU VALOR

PODCAST · 3392 EPISÓDIOS
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.


<span style=''font-size: small;''>AÇÕES CRUÉIS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pródigo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e lã.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das árvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as carícias com fidelidade extremada, até o sacrifício da própria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram à venda várias aves, especialmente periquitos e papagaios, recém retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para não alçarem vôo.<br /> Se a necessidade ou a ignorância de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a negócios ou a passeio, que pára e adquire o espécime?<br /> Para quê? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho está relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando não por doenças que contrai pela alimentação inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e cágados.<br /> Também retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da criançada... Por algum tempo.<br /> Até crescerem tanto que deixam de ser engraçadinhos. Alimentados de forma incorreta, têm os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o são, a zoológicos da cidade.<br /> Para que tirá-los da condição de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que é fruto do seu egoísmo e do pouco valor que dá à vida.<br /> Já se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos à mostra, carregando fardos pesadíssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e suínos confinados em espaços mínimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito à vida, à natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcançaremos a felicidade, quando não venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em síntese, toda agressão à natureza redunda em prejuízo para quem a pratica.<br /> * * *<br /> Carl Sagan, astrônomo americano, disse que se fôssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que não há vida inteligente na Terra.<br /> É que o hipotético viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra estão destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de ozônio, as florestas tropicais, o solo fértil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Redação do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />


<span style=''font-size: small;''>ADOLESCENTES ANTES DA HORA<br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo está programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos já estão assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre há quem aplauda e ache bonito que as crianças cresçam rápido. Afinal, estamos no terceiro milênio, a era da informática e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crianças. É que elas começam a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual até já se deu um nome: síndrome da adolescência precoce.<br /> É síndrome porque não é uma adolescência de fato. Até em torno dos 11 anos de idade, os pequenos não têm a devida estrutura psíquica para processar emoções que surgem em situações complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alcoólica ricocheteia no corpo e não encontra lugar para se encaixar. Não dá prazer. Só fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que estão sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depressão e a agressividade.<br /> Tentando ser o que não podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. É por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos é a fase em que a criançada tem tudo para ser tranqüila, não rebelde.<br /> É a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. É a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas são a sombra das mães.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa é assumir o lugar de importância máxima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. Só pode ser referência para uma criança, quem cuida dela. E só quem coloca limites realmente cuida.<br /> É assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posição, sem esta ajuda, as crianças ficam à mercê de comportamentos ilusórios e com a falsa impressão de que só serão bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pareçam ser grandes.<br /> Vão se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poderão ficar ousados ou poderão ficar com aquela impressão amarga de que estão perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes está escorrendo através dos dedos, enquanto os outros estão, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educação começa no berço, e não mais tarde. A criança e o adolescente, embora possam parecer ingênuos, puros, quase nunca o são.<br /> Podem trazer experiências nem sempre positivas de existências anteriores. Em razão disso, é indispensável a educação no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo são indispensáveis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, serão gravadas nestas almas, que estão reescrevendo a própria história, as lições que as deverão acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso com base no(Livro Adolescência e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>RAZÃO DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manhã acreditando não existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experiência insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, à mercê do que lhes aconteça no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem direção, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> Não veem significado em família, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d’alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunstâncias, sem quaisquer resistências morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, não é o melhor modo de se viver.<br /> É urgente que nos possamos sentir como peças importantes nas engrenagens da vida.<br /> É necessário que tomemos gradual consciência quanto ao nosso exato papel frente às leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa – principalmente as que não veem sentido para a própria vida – resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, é que eu vivo?<br /> Para quem é que eu vivo?<br /> Dificilmente não achará respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbuída da vontade de conferir um sentido para sua existência.<br /> Cada um de nós, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de alguém ou de alguma coisa, dando valor às suas horas.<br /> É importante dar sentido à vida.<br /> É importante viver por algo ou por alguém.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem vários.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pareça significativa para o bem geral, e passe a viver em cooperação com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentará o seu íntimo.<br /> Assim seus passos na Terra não serão a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram razões para viver, passa-se a respeitar e a honrar as bênçãos da existência terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra não precisa ser um campo de concentração a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se você quiser, ela será um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, após a sementeira responsável e cuidadosa que você fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferença.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magnífico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos nós somos alvos da dedicação de Deus.<br /> * * *<br /> O tempo é uma dádiva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utilizá-lo de forma responsável e útil é dever que nos cabe a todos.<br /> Dê sentido às suas horas, aos seus dias, e assim, por consequência, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com propósitos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base no cap. 25, do livro Para uso<br /> diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de nós, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina é “a ordem que convém ao funcionamento regular de uma organização”, observação de preceitos ou normas”.<br /> Nosso lar é a primeira organização da qual fazemos parte, e é aí, portanto, que deve começar a disciplina.<br /> Sem dúvida, alguns de nós damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez não o façamos com essa intenção, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que convêm ao bom funcionamento dessa organização chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e às vezes exageramos na dose, prejudicando a sua formação moral.<br /> Alguns de nós criamos nossos filhos como se fossem príncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que só têm direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a idéia de que nós, pais, só temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refeição, e o pequeno solicita nossa atenção, imediatamente largamos o prato e vamos atendêlo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar atenção ao outro lado da linha para ouvílo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refeições tranqüilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Alguém fará tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organização a que chamamos sociedade, e aí começam os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que só tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da infância e adolescência.<br /> Quando saem no trânsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> Não se importam se irão obstruir os cruzamentos, nos semáforos, impedindo a passagem dos outros, ou se irão atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a preferência.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos órgãos competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos vêm sempre em antes.<br /> É importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> É importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a infância, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da família, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo é a melhor forma de educação.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina não é necessária, observemos um veículo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um trânsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obrigações, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>FANATISMO E TOLERÂNCIA<br /> <br /> É natural que nas nossas escolhas, nas nossas andanças, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pareça adequada.<br /> É compreensível que a escolha religiosa de cada um de nós tenha um caráter próprio e pessoal, que mais concorde com nossa visão de mundo e de um Deus...ou mesmo que não se acredite em um criador.<br /> Assim também escolhemos o partido político, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pareça o melhor, e que tenha mais significado para nós.<br /> Como temos histórias de vida diferentes, percepções de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de nós faz suas escolhas externas em coerência com aquilo que já conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que não concordemos com a opção de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situação jamais possa ser nossa escolha, para alguém isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que não serão todos que aceitarão a nossa religião como a melhor, que verão nossa profissão como a mais acertada escolha ou que conseguirão entender nossas opções, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos forçar alguém a pensar como nós, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as opções distintas das nossas, quando não vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O próximo passo, seguido à intolerância, será certamente o do fanatismo.<br /> Quando não conseguimos aceitar as opções alheias, não conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a única verdade e a única opção lícita e saudável.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religião, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se convençam da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela é nossa e de mais ninguém.<br /> Disso concluímos que não nos cabe impor a ninguém nossa crença, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> * * *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretensão ou arrogância, como se o nosso caminho fosse o único que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos não só a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas crenças.<br /> Numa sociedade tão diversificada como a nossa, pratiquemos a tolerância e a compreensão para com o próximo.<br /> Mesmo as opções errôneas que o outro, porventura, tenha feito, serão lições preciosas para seu aprendizado, que talvez não ocorressem se não fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as opções que nos levem à felicidade, à paz e à consciência tranquila.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''> ALGUÉM MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experiência de vida que transformou você em alguém melhor?<br /> Não responda essa pergunta agora.Espere até o final desta edição do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece alguém que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas direções.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o além tumulo de um ente amado.<br /> Às vezes, é uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> É a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no ônibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa é olhar para essas experiências e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, são pequenas graças plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Então, quando olhamos para trás e enxergamos o caminho percorrido, só nos resta agradecer, do fundo do coração, à vida, que nos faz uma versão melhor de nós mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as forças da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevitável. Progresso da alma, que vai se tornando mais sensível, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso também da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decisões com mais segurança.<br /> Aproveite esses momentos de reflexão, onde você estiver, para lembrar que experiências fizeram de você alguém melhor, e se você soube ou está sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por nós, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Espírito aprendiz.<br /> Bem, agora você pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experiência de vida que transformou você em alguém melhor?<br /> Tenha um dia de luz e não desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja abençoada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, não importa onde você esteja, seja uma noite de reflexões e que você possa dizer: “ O dia foi bom, mesmo não sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento”.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso com base em matéria da revista<br /> Sorria nº 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> Jéssica Martineli, Karina Sérgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Valéria Mendonça.<br /> Adaptação de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />