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PODCAST · 3392 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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EPITÁFIO
11 Abr 20183:08EP 920

EPITÁFIO

<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />

O VALOR DAS COISAS
10 Abr 20182:51EP 919

O VALOR DAS COISAS

<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> * * *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> * * *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />

A BENÇÃO DA AMIZADE
9 Abr 20184:01EP 918

A BENÇÃO DA AMIZADE

<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> * * *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />

AS ESTAÇÕES DA VIDA
6 Abr 20184:45EP 917

AS ESTAÇÕES DA VIDA

<strong>&nbsp;As Esta&ccedil;&otilde;es da Vida</strong><br /> <br /> Quando chega o outono, as folhas das &aacute;rvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigual&aacute;vel.<br /> Se a primavera &eacute; uma explos&atilde;o de flores e perfumes, a esta&ccedil;&atilde;o outonal &eacute; a dos coloridos mais exuberantes.<br /> A impress&atilde;o que se tem &eacute; de que algumas &aacute;rvores disputam entre si qual se vestir&aacute; com a cor mais ex&oacute;tica. Olhamos para suas folhas e dif&iacute;cil nos &eacute; dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.<br /> Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase &ecirc;xtase ao contempl&aacute;-las.<br /> E ficar&atilde;o assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.<br /> Outras simplesmente v&atilde;o, paulatinamente, se jogando ao ch&atilde;o, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as e ruas.<br /> Em nossas vidas, as esta&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se apresentam. E no outono da idade alguns de n&oacute;s optamos por desistir de viver.<br /> Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.<br /> Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.<br /> Por vezes, um tanto dram&aacute;ticos, at&eacute; acrescentamos: Agora, &eacute; s&oacute; esperar a morte.<br /> E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da mem&oacute;ria, as dificuldades de guardar informa&ccedil;&otilde;es.<br /> Um verdadeiro decl&iacute;nio. No entanto, dever&iacute;amos aprender com a natureza.<br /> A primavera &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o das flores, dos dias amenos, da profus&atilde;o de frutos se esparramando pelos pomares.<br /> No ver&atilde;o, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.<br /> Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.<br /> E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos g&eacute;lidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.<br /> Parece adormecer. &Eacute; uma esp&eacute;cie de reclus&atilde;o para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.<br /> E a quadra do outono &eacute; exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e pregui&ccedil;oso, das folhas que caem.<br /> Poder&iacute;amos viver assim. Considerando a inf&acirc;ncia a primavera. &Eacute;poca de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupa&ccedil;&atilde;o e abastan&ccedil;a de horas.<br /> Depois, na maturidade do ver&atilde;o, mostrarmos as nossas produ&ccedil;&otilde;es, assinalando nossa passagem pelo mundo.<br /> E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras esta&ccedil;&otilde;es.<br /> Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualifica&ccedil;&atilde;o; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.<br /> Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debru&ccedil;a nas horas para contemplar os dias de luz.<br /> Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, &agrave;s vezes, com algumas limita&ccedil;&otilde;es, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.<br /> Utilizemos de forma s&aacute;bia o tempo que tenhamos, convivendo com a fam&iacute;lia mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.2.1994</em></div>

CAUSA E EFEITO
4 Abr 20183:57EP 916

CAUSA E EFEITO

<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.<br /> </span><br />

AÇÕES CRUÉIS
3 Abr 20184:10EP 915

AÇÕES CRUÉIS

<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> * * *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />

O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO
2 Abr 20186:10EP 914

O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO

&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />

O SAL DA VIDA
31 Mar 20183:45EP 913

O SAL DA VIDA

<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> * * *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />

Nada tocando
PENSE NISSO
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