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PODCAST · 3391 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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DIA DOS NAMORADOS
12 Jun 20193:25EP 1134

DIA DOS NAMORADOS

&nbsp;E eis que chega, outra vez. <br /> <br /> Hoje, 12 de junho, haver&aacute; muitas flores, perfumes, presentes.<br /> Jantares &agrave; luz de velas, abra&ccedil;os, expectativas.<br /> <br /> Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> <br /> E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o cora&ccedil;&atilde;o bata diferente.<br /> <br /> <br /> A origem do Dia dos namorados remonta ao s&eacute;culo III da nossa era.<br /> Conta-se que, durante o governo do Imperador Cl&aacute;udio II, este proibiu a realiza&ccedil;&atilde;o de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso ex&eacute;rcito.<br /> Cl&aacute;udio acreditava que se os jovens n&atilde;o tivessem fam&iacute;lia, se alistariam com maior facilidade.<br /> Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibi&ccedil;&atilde;o do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerim&ocirc;nias eram realizadas em segredo.<br /> A pr&aacute;tica foi descoberta, Valentim foi preso e condenado &agrave; morte.<br /> Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Ass&iacute;ria, filha do carcereiro.<br /> Com a permiss&atilde;o do pai ela visitou Valentim na pris&atilde;o. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, express&atilde;o que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> A partir de ent&atilde;o, o dia de S&atilde;o Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em v&aacute;rios pa&iacute;ses.<br /> Independentemente de datas, o mais importante &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do amor. &Eacute; ter um dia, para aqueles de n&oacute;s que andamos esquecidos de como &eacute; importante demonstrar que se ama.<br /> Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> Um dia especial para lembrar de como &eacute; bom amar. Como &eacute; bom ter algu&eacute;m ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> E nesse dia, &eacute; bom recordar os tempos felizes de um in&iacute;cio de namoro, de casamento.<br /> E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abra&ccedil;o, um beijo, flores e ternura.<br /> <br /> Porque, afinal &eacute; maravilhoso ter algu&eacute;m para amar.<br /> <br /> <br /> * * *<br /> No Brasil, a data do Dia dos namorados &eacute; comemorada a 12 de junho, por ser a v&eacute;spera do dia 13, dia de Santo Ant&ocirc;nio.<br /> &Eacute; que Santo Ant&ocirc;nio tem tradi&ccedil;&atilde;o de casamenteiro. Provavelmente, por suas prega&ccedil;&otilde;es a respeito da import&acirc;ncia da uni&atilde;o familiar que, na &eacute;poca, era combatida pelos c&aacute;taros.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.06.2012.</em></div> <br />

PESOS E MEDIDAS
8 Jun 20194:06EP 1132

PESOS E MEDIDAS

<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> * * *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <em><br /> </em> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</em></div> </span><em><span style=''font-size: small;''> </span></em><br />

EDUCAÇÃO
6 Jun 20192:45EP 1131

EDUCAÇÃO

<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />

QUESTÃO DE ESCOLHA
5 Jun 20194:24EP 1130

QUESTÃO DE ESCOLHA

QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente. <br /> Pense nisso <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. <br /> <br />

PROFECIAS
4 Jun 20192:58EP 1129

PROFECIAS

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />

CHANTAGEM EMOCIONAL
3 Jun 20193:49EP 1128

CHANTAGEM EMOCIONAL

<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />

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