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PODCAST · 3390 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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O Homem que Não Se Irritava
3 Jul 20205:20EP 1438

O Homem que Não Se Irritava

O Homem que não se irritava Conta-se uma parábola que, numa cidade do interior, havia um homem que não se irritava e não discutia. Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas. Morava numa modesta pensão, onde era admirado e querido. Para testá-lo, um dia, seus companheiros combinaram de levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o convidariam a um jantar. Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender à mesa. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, da qual o homem gostava muito. A garçonete chegou próximo a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa de servir. Mas ela serviu todos os demais, e quando chegou a vez dele, foi para outra mesa. Ele esperou calmamente, e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o. Após servir todos os demais, passou rente a ele, com a sopeira exalando saboroso aroma como quem havia concluído a tarefa ,e retornou à cozinha. Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos o observavam discretamente, para ver sua reação. Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: - O que o senhor deseja? Ao que ele respondeu, naturalmente: - A senhora não me serviu a sopa. Ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: - Servi, sim senhor! Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos… Todos pensaram que ele iria brigar… Suspense e silêncio total. Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: - A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura. O protagonista desta história nos deixa uma lição: a maneira como reagimos às situações é que determinará os seus efeitos nas nossas vidas. Um único deslize daquele homem poderia manchar algo que ele já tinha construído há muito tempo; Ele era um homem reconhecido e admirado por sua postura. Tinha uma reputação invejável. Talvez você pense: “Mas é injusto o que fizeram com ele”... Sim! Até seria direito dele cobrar um melhor atendimento... ou ele poderia simplesmente ter levantado do seu lugar, decidido sair sem experimentar a sopa; Uma outra pessoa talvez pensasse numa maneira de punir aquela garçonete; mas aquele homem, embora injustiçado, decidiu abrir mão da razão. Na vida, muitas vezes, esta é a melhor escolha. Numa discussão com o cônjuge, os insultos desenfreados não trarão nenhum tipo de benefício, pelo contrário, poderão provocar feridas, desgastes nas emoções e distanciamento. No trânsito, qualquer comportamento errado pode resultar numa grande confusão; discutir não é uma regra. Sempre foi opcional. E como diz um ditado antigo: quando um não quer, dois não brigam. A verdade é que reagir com irritação, em qualquer momento da vida, poderá atrair consequências graves. No trabalho, ou entre amigos, faça também o possível para evitar discussão; se ainda assim o clima pesar por qualquer motivo, experimente um exercício: respire fundo, beba um pouco d’água, peça a Deus sabedoria, releve, perdoe, peça perdão, recomece. Não deixe a ira invadir o seu coração. Não perca a razão, mas seja o primeiro a abrir mão dela. Seja um pacificador. O que as pessoas costumam observar em você? Você é lembrado por aquilo que você faz de bom ou pelas consequências dos seus atos impensados? Pense nisso, mas... pense agora!

O Poço
2 Jul 20204:46EP 1437

O Poço

O Poço Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo. O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto. Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço. Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo. O que tem aí? – Perguntou o de cima. Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu. O sapo da terra suspirou. Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo. O sapo do poço não gostou daquela observação. Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo. Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme. O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade. Haveria um mundo maior lá em cima? O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo. Por que nunca me disse? – Perguntou o sapinho, desapontado. Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair. Eu posso! Eu consigo sair! – Falou o sapinho. E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando. Não adianta, filho. – Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz. Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – Chorava o filhote. E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho. * * * Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai. Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações. Pai, estamos em um poço? – Perguntava. Depende do ponto de vista. – Respondia o pai. Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída. Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe. Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo. Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família. Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos. Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe. Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo. Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos. Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung. Li Cunxin saiu do poço. * * * Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças. O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso! Texto elaborado com base no cap. 3, do livro Adeus, China – O último bailarino de Mao, de Li Cunxin, ed. Fundamento.

Bata Nela
1 Jul 20204:21EP 1436

Bata Nela

BATA NELA! Em tempos em que abunda a violência contra a mulher, é de nos questionarmos o que será das novas gerações? Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo notícias de assassinatos, de violências de toda sorte contra a mulher, o que farão, no futuro? O que pensam a respeito? Alguém teve a ideia de questioná-los e, na cidade de Nápoles, na Itália, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos. O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, ações e reações às questões e ordens formuladas. O entrevistador, para deixar bem à vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo. A razão da escolha da profissão mereceu respostas rápidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. Até a mais simples: Porque gosto de pizza. Então, uma terceira personagem entra em cena. Uma simpática garota, de longos cabelos loiros. Ela não fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informação: Esta é Marina. Os garotos olham, sorriem. O que você gosta nela? – Indaga o entrevistador. Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das mãos. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada. Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem não se sentir muito à vontade: Faça uma careta para ela. E o: Faça um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de mão, muito rápido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez. Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador dá o comando: Bata nela! Com força! Os meninos olham para a câmera, espantados. Há quem, incrédulo, indague: O quê? A ordem é repetida: Bata nela, vamos! Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as mãos dos bolsos ou as leva na direção da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta é: Não! Por que você não bate nela? – Insiste quem se encontra por detrás da câmera. E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, está caminhando para dias melhores: Ela é uma menina! Porque sou contra a violência! Porque vou machucá-la! Porque isso é maldade! Porque em mulher não se bate nem com flor, nem com um buquê de flores! Mas, o vídeo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milhão de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem! Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a construção de um mundo melhor. Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado. Que mundo maravilhoso estão construindo as novas gerações. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era. Redação do Pense Nisso, com base no vídeo Bata nela, do http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.

Honestidade em Qualquer Idade
30 Jun 20204:09EP 1435

Honestidade em Qualquer Idade

Honestidade em qualquer idade O que você faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida? Numa das capitais do país, um menino de doze anos não teve dúvida: devolveu! E o pré-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora. O menino tímido encarou a situação com simplicidade surpreendente. Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos médicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade. Lucas tinha razão. Evanir havia saído na manhã de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do mês. Viúva há sete anos e aposentada há mais de duas décadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada. Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da direção da escola onde estuda, a fim de localizar o número do telefone e comunicar-se com a idosa. Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas mãos. O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na região. Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doações. Lucas, de família humilde, tinha um sonho: ter um videogame. Ao saber da história, uma doadora anônima decidiu presentear Lucas e seus irmãos com o Playstation dos seus filhos. A história do menino não parou por aí. Ganhou repercussão internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos. Uma brasileira, que lá reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doações ao menino. Um empresário emocionado foi além: conversou com Lucas sobre a importância de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu à dona Evanir: mil e quinhentos reais. A idosa, que recebeu a devolução, afirmou: Tão pequeno e com toda essa honestidade. É muito bonito. Às vezes, pessoas da nossa própria família não devolvem o dinheiro. * * * Até quando a honestidade será exceção em nosso mundo? Até quando precisaremos comemorar gestos como esse, que já deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas? A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Espírito. Fiz porque era o certo. Quando temos esse contato íntimo com nossa consciência, passamos a ter menos dúvidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situações. Não se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no chão, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade – tudo isso passa a ser natural. O bem precisa se tornar hábito e ir substituindo o mal aos poucos. É assim que nos transformamos e transformamos a sociedade. Se queremos que o tal jeitinho desapareça, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este espírito de fiz porque era o certo, independente se o certo é o melhor para nós ou não. É o certo e pronto. Consultemos a consciência. As respostas estão sempre lá, onde estão inscritas todas as leis . Pensemos nisso. Façamos o certo. Redação do Pense Nisso, com base em reportagem publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de agosto de 2013.

Conversando com Deus
27 Jun 20204:09EP 1433

Conversando com Deus

CONVERSANDO COM DEUS Ninguém pode duvidar da eletricidade, mas para que a lâmpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a força, desde a aparelhagem da usina distante até o recesso de nossa casa. A fotografia é hoje fenômeno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execução do retrato, é preciso que a emulsão gelatinosa sensibilize a placa que a recebe. A voz humana, através da radiofonia, é transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia não prescinde do remoinho eletrônico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondulações. Entretanto, como exprimir a fé? Indaga-se muitas vezes. A fé não encontra definição no vocabulário vulgar. É força que nasce com a própria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que é a sabedoria da própria vida. Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas. Mostra-se no cristal fraturado que se recompõe humilde, e revela-se na árvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se às leis de renovação que abarcam a natureza. A prece é filha da fé. Quando cultivamos a fé em nosso íntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior. Temos na oração o mais eficiente sistema de intercâmbio entre o céu e a Terra. Ela nos liga a Deus e dá-nos a certeza de, no recolhimento e na solidão, estarmos com Ele. Renunciar à prece é recusar a assistência Divina. Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por nós e sempre que precisarmos, nos enviará o socorro. Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confiança em Deus. Também deve ser sincera, humilde, vir do coração e não somente dos lábios. Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto silêncio, mas o que realmente vale é a intenção com a qual oramos. Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de súplicas faremos. Deus sempre nos concederá coragem, paciência e resignação. Se fizermos nossas orações com fé e sinceridade, as respostas sempre chegarão. Mas convém mantermos a mente e o coração abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus não nos enviará exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostaríamos. Teremos o que for necessário para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar à real felicidade. Conversando com Deus, pedi força e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte. Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver. Pedi prosperidade, Deus me deu energia e cérebro para trabalhar. Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar. Pedi favores, Deus me deu oportunidades. Não recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava. Minhas preces foram atendidas. ...................... Texto elaborado com base no cap. 6, do livro "Pensamento e vida", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb e "Frases finais de Prece", de autoria desconhecida.

Valeu a Pena
26 Jun 20202:59EP 1432

Valeu a Pena

Valeu a pena? Você, que é um homem ou uma mulher de negócios, e se diz bem sucedido, está feliz com a vida que leva? Se você sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a família, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, então você é alguém muito bem sucedido. Todavia, se é daqueles que não trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegará um dia em que você perguntará a si mesmo: Valeu a pena? E chegará à conclusão de que não valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e não usufruir. Vai ver que o tempo passou e o cansaço tomou conta do seu corpo. Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, você se sente só. Um dia, você vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abraçar o travesseiro, porque não sobrou ninguém para abraçar. Vai ver que o carro já está se tornando um problema, e não um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda... Perceberá que o seu patrimônio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possuído ao invés de possuir. E, por mais que tente se livrar de tudo isso, é um escravo, embora invejado por muitos. Vai ver que não tem mais ilusões e a esperança anda com vontade de dormir... Um dia você vai ver que passou pela vida e não viveu. Pensou que foi, mas ficou. Teve tudo e não sentiu nada. Um dia, você verá que o tempo escoa tão rápido como areia fina por entre seus dedos. E, quando chegar esse momento, você vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente. Vai querer sorrir, amar, estar com a família, misturar-se com as crianças e estender a mão ao próximo. Vai desejar o abraço da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano. Vai querer sentir a mão do seu filho acariciando-lhe os cabelos... Por essa razão, se você se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, não deixe para depois tudo o que você pode fazer agora. Tire férias, faça um check-up, cuide da saúde, invista um pouco em você. * * * Obserse o crepúsculo ou contemple uma aurora... Dedique-se mais aos familiares... Não morra antes do tempo. Pense nisso, mas pense agora! ................ Texto elaborado com base em redação da página: geocities.com/heartland/village/1660.

Uma Grande Covardia
25 Jun 20203:28EP 1431

Uma Grande Covardia

Uma grande covardia O hábito da maledicência é bastante arraigado em nossa sociedade. Chega a constituir exceção uma criatura que jamais tece comentários maldosos sobre seus semelhantes. Mesmo amigos, não raro, se permitem criticar os ausentes. Quase todos os homens possuem fissuras morais. Seria sinal de pouca inteligência não perceber essa realidade. Não é possível ver o bem onde ele não existe. Também não é conveniente ser incapaz de perceber vícios e mazelas que realmente existam. Mas há uma considerável distância entre identificar um problema e divulgá-lo. Encontrar prazer em denegrir o próximo constitui indício de grande mesquinharia. Esse gênero de comentário é ainda mais condenável por ser feito de forma traiçoeira. Freqüentemente quem critica o vizinho não tem coragem de fazê-lo frente-a-frente. É uma grande covardia sorrir e demonstrar apreço por alguém e criticá-lo pelas costas. Antes de tecer um comentário, é preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade. Sendo verdadeiro um fato, torna-se necessário verificar se há alguma utilidade em divulgá-lo. A única justificativa para apontar as mazelas alheias é a prevenção de um mal relevante. Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o silêncio é a única atitude digna. Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputação de alguém, certifique-se da veracidade dos fatos. Sendo verídica a ocorrência, analise qual o seu móvel. Reflita se seu agir visa evitar um mal considerável, ou é apenas prazer de maldizer. Na segunda hipótese, é melhor calar-se. É relevante também indagar se você tem coragem de comentar a ocorrência na frente da pessoa criticada. Se o fizer, dará oportunidade para defesa. Certamente a pessoa, objeto do comentário, possui a própria versão dos fatos. Por todas essas razões, e outras tantas, jamais seja covarde. A covardia é uma característica muito baixa e lamentável. O fraco sempre escolhe vítimas que não podem oferecer defesa. Agride de preferência as pessoas frágeis. Quando não tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterfúgios. Enlameia a honra alheia, faz calúnias, espalha insinuações maldosas aos quatro ventos. Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, às vezes você não age de forma maldosa e covarde. Pense nos prejuízos que suas palavras podem causar na vida dos outros. Imagine se fosse você a vítima do comentário ferino. É preciso eliminar o hábito da maledicência. Trata-se de um comportamento eivado de covardia. E sem dúvida o seu ideal de vida não é ser um covarde. Pense nisso! Texto elaborado com base em um artigo da Federação Espírita do Paraná.

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