Capa de PENSE NISSO

PODCAST · 1895 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

Compartilhar

Episódios

Ordenar por:Mais recentes
NOSSA HERANÇA
22 Dez 20254:33EP 1655

NOSSA HERANÇA

NOSSA HERANÇA Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem vestidos? Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade? Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance, brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública. Então pensamos: há o dinheiro, sempre o dinheiro. Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem sucedidos? Pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem. Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo que querem e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza. Mas aí abrimos o jornal e as manchetes nos deixam confusos. Estudante de medicina invade cinema e mata cinco. Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido. Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos. Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai. Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregou a tanto que é o desespero, a necessidade extrema que induz as pessoas ao crime? O fato é que, às vezes, valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola. Acontece que caráter não se compra, nem se aprente no colégio. A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo, mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto. Outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta. Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho, mas nem isso impediu que ele se tornasse o maior homem de todos os tempos. Pense nisso, mas pense agora.

SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA
20 Dez 20253:27EP 1654

SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA

Solidão versus autoestima. Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo é a solidão. A sensação de estarmos completamente sós pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos às companhias mais maçantes para termos, ao menos, a garantia de haver alguém por perto. Há dias em que nos sentimos não apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade. Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir, alguém com quem conversar, rir, talvez amar, menos nós. Todos parecem ter um destino, somente nós não encontramos nosso espaço no mundo. Temos a impressão de que estamos sobrando, de que não somos importantes para ninguém. E é então que o espectro da solidão nos encurrala e apavora. O fato é que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, não estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos então qualquer companhia que não a nossa, pois parece a medrontar-nos ficar soz em nossa própria presença. No entanto, para que alguém deseje aproximar-se de nós, é preciso que antes nós mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. É preciso que reconheçamos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. É preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas, para não precisarmos tão desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja. Faz bem ao ser humano, mas o que há de tão desagradável em ficarmos, eventualmente, a sós? Será que não podemos passar um mísero dia sem ceder a essa necessidade neurótica de ter sempre alguém ao lado? Se somos tão desagradáveis a ponto de não conseguirmos tolerar nossa própria companhia, como então esperarmos que os outros desejem ficar perto de nós? Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que então mostremos uma disposição enérgica e alegre? Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo não servirá senão para afastar as pessoas ainda mais. O mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem, exceto mendigar a atenção, são condenados à indiferença, sem nenhuma compaixão. Na verdade, não precisamos pedir ou mendigar nada a ninguém, tão pouco termina da solidão. O fundamental é nos convencermos de nosso valor e importância. É descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes. Conquistar a atenção dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia não é mais do que mera consequência dessa descoberta. Pense nisso.

O PODER DO AMOR SILENCIOSO
18 Dez 20254:08EP 1652

O PODER DO AMOR SILENCIOSO

Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera a pouco, e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vender a nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa, a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em um fusão, em um búlia especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta receberá prêmios como vendedora distrital e nacional e realizar o seu sonho de ser enfermeira. De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens porque a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou, Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores, nunca os dispensava, comprava seus produtos, também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém com um pouco de estímulo poderia alcançar metas inimagináveis. Depois repassava outros os produtos, nem todos como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos. Quando Roberta chegou ao Congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se então das palavras da senhora Withers e começou dizendo, costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor. Silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia eles irão florescer quando seu aroma se desprender. E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.

O ZELADOR DA FONTE
17 Dez 20254:30EP 1651

O ZELADOR DA FONTE

O ZELADOR DA FONTE Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade. O cavaleiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca. Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entúrios. Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina. Rodas d'água de várias empresas da região começaram a agir, dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas. A paisagem trista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária. Os anos foram passando. Certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente. Um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte. Dei imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos pela cidade. E para que? O que é que ele fazia afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal sem utilidade alguma. Seu discurso a todos convenceu. O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato. Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas, no outono, as árvores começaram a perder as folhas. Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes. Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura. Mais uma semana, e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens. O mau cheiro começou a exalar. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam. Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado. O conselho municipal tornou a se reunir em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido. Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte. Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear, as rodas d'água voltaram a funcionar, voltaram os cisnes, e a vida foi retomando o seu curso. Assim como o conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores, aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, para que o mercado tenha as prateleiras abarrotadas, os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos. Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa. Servidores anônimos, quase sempre passamos por eles sem vê-los, mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável. O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável. Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá. Dependemos uns dos outros, para viver, para trabalhar, para ser felizes. Pense nisso, mas pense agora. O mundo é uma gigantesca empresa.

CIUME DEVASTADOR
16 Dez 20254:13EP 1650

CIUME DEVASTADOR

A vida de Ana se tornara muito ruim desde o momento em que começaram a desconfiar que Arthur, seu marido, tinha outra mulher. Ana olhava para ele e se sentia traída. Toda vez que Arthur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que for o trânsito complicado ou uma reunião de última hora, ela pensava: demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou. A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar. Por vezes, ela surpreendia Arthur dispersivo, o pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: olhe só como está pensativo. Aposto que está pensando nela. Finalmente, um dia, no dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender. Esperou-o na saída do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou numa floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho. Mal caráter, pensou ela, gastando com a outra. Aquilo a deixou de tal forma desconcertada que começou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama. Chorou muito. Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo até o quarto do casal onde ela estava. Mal ouviu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho, e desabafou: eu vi tudo, você não pode negar. Comprou flores para ela, rosas vermelhas maravilhosas. Você me traiu, traiu nosso amor. Alterada, ela se levantou e avançou na direção dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas mãos o lindo ramalhete de rosas vermelhas. Chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou: Ana, hoje é o dia do nosso aniversário de casamento. Você não lembrou? O ciúme cria quadros exagerados, fomentando desconfiança. Atestado de insegurança, destrói o relacionamento pelo clima de tensão que cria a todo momento. Cultivador da infelicidade, o ciúme altera a correta visão dos fatos, aumentando a importância de pequenos atrasos, desejos não atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois. Criando a sedume, envenena a alma e desasossega o pensamento. Colocando óculos escuros na visão mental, tudo faz parecer sombrio, devastador. Uma distração é tida a conta de desinteresse. O atraso para um encontro é considerado desrespeito. Fora da realidade sempre, o ciúme provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situações onde uma leve indagação ou uma conversa dois, com toda certeza, resolveria. Nunca deixemos que o ciúme nos atormente. Ele é o responsável pela devastação de corações e de lares. Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a relação a dois com diálogos mais profundos, com saídas para um passeio ao luar ou um final de semana a sós. Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a relação esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos laços afetivos, guardando a certeza de que é nos pequenos gestos que a relação se fortalece. Pense nisso, mas pense agora.

CABOS E LUZES EM UMA CAIXA
13 Dez 20254:09EP 1648

CABOS E LUZES EM UMA CAIXA

<p data-end="155" data-start="123"><strong data-end="153" data-start="123">Cabos e Luzes em uma Caixa</strong></p> <p data-end="475" data-start="157">Há cerca de 50 anos, um discurso tornou-se célebre no ambiente do rádio e do telejornalismo americano. Tratava-se da fala do âncora Edward Murrow sobre rádio e televisão. Na época, as transmissões de TV ainda davam seus primeiros passos e suscitavam muitas discussões sobre programação e o objetivo dessa nova mídia.</p> <p data-end="814" data-start="477">Murrow falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor nos Estados Unidos. Afirmou que, se dentro de meio século historiadores analisassem vídeos das grandes redes americanas, encontrariam provas de decadência, escapismo e alienação das realidades do mundo em que vivemos. Cabos e luzes em uma caixa.</p> <p data-end="1191" data-start="816">O jornalista expressava seu receio de que o poder do rádio e da TV fosse usado de maneira danosa à sociedade e à cultura. Especialmente sobre a TV, foi ainda mais incisivo. Disse ele:&nbsp;<em data-end="1189" data-start="1000">este veículo pode ensinar, iluminar, inspirar, mas só o fará se os seres humanos estiverem determinados a usá-lo para esses fins. Caso contrário, não passa de cabos e luzes em uma caixa.</em></p> <p data-end="1382" data-start="1193">Murrow acrescentou que havia uma grande batalha, talvez decisiva, a ser travada contra a ignorância, a intolerância e a indiferença. Esta arma, a televisão,&nbsp; poderia ser útil nessa luta.</p> <p data-end="1828" data-start="1384">Meio século se passou. E como estamos em relação a isso? A televisão passou a fazer parte da vida diária de bilhões de pessoas. Mas será que está sendo utilizada para os fins nobres e idealistas apontados pelo jornalista? Será que colocamos as descobertas da ciência, as facilidades de comunicação e a rapidez no acesso à informação a serviço de nossa evolução moral? Ou, em grande parte, cedemos ao antigo desejo humano de ter cada vez mais?</p> <p data-end="2133" data-start="1830">É importante refletirmos. Deus permite que conquistemos melhorias materiais, nas ciências, na tecnologia, no conhecimento, com um único objetivo: nosso crescimento moral. Esses instrumentos deveriam facilitar nossa vida material para que nos preocupássemos mais com a conquista das virtudes da alma.</p> <p data-end="2396" data-start="2135">A verdade é que nos hipnotizamos pelo entretenimento. Caixa com cabos e luzes, de instrumento, transformou-se em veículo de alienação e escapismo. E assim tem sido com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda permanece vazia e perdida.</p> <p data-end="2723" data-start="2398">Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena perguntar-se se não estamos alimentando uma indústria de inutilidades. A mudança desse panorama depende de cada um de nós: primeiramente como receptores mais exigentes e, depois, como transmissores conscientes, para que todos esses meios de comunicação se tornem veículos do bem.</p> <p data-end="2865" data-start="2725">É tempo de despertar, mudar de canal ou desligar-se das tomadas do mundo, para nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos mais elevados.</p> <p data-end="2898" data-start="2867">Pense nisso. Mas pense agora.</p>

Nada tocando
PENSE NISSO
0:00
0:00