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PODCAST · 1736 EPISÓDIOS

Pense Nisso

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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A OFERTA DA CERTEZA
22 Nov 20252:36EP 1512

A OFERTA DA CERTEZA

A oferta da certeza. A oferta da segurança completa. A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões. É uma oferta de algo que não vale a pena ter. Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente, de não ter entendido o suficiente, de não poder saber o suficiente; estar sempre atuando à margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros. Eu não aceitaria que fosse de outra forma. Há pessoas que dizem que você está morto até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta. Que coisa terrível de dizer isso para as crianças! Não pense nisso como uma dádiva. Pense nisso como um cálice de venêmulo. Afaste-se. De você. Por mais tentador que seja, corra ao risco de pensar por si mesmo, e muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você. O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo ante a carnícola insistente. A humildade, por sua vez, permanece e felicita. Seja aquele cuja importância ninguém nota, mas que, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida. Cumpre assim o teu dever. E não te preocupes com a presunção dos que estão enganados, daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da Terra, que detêm todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas, mas que se afogam em um oceano de dúvidas. Esquecem ou ignoram que é a dúvida a grande propulsora da busca do conhecimento e das descobertas. Continua a agir no bem, a servir sempre. Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida. Mantenha acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações. Deixe que brilhem as tuas aspirações nobres. Se não pode ser o pão que repleta as mesas, seja o grão de trigo, e confie no futuro. Pense nisso, mas pense agora.

O QUE VOCE É FALA MAIS ALTO
21 Nov 20253:49EP 1511

O QUE VOCE É FALA MAIS ALTO

O que você fala é mais alto. Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bob Lewis aproveitou para levar os seus dois filhos para jogar mini-golf. Acompanhado pelos meninos, dirigiu-se à bilheteria e perguntou quanto custa a entrada. O bilheteiro respondeu prontamente: são 3 dólares para o senhor e para qualquer criança maior de 6 anos. A entrada é grátis se eles tiverem 6 anos ou menos. “Quantos anos eles têm?” Bob informou que o menor tinha 3 anos e o maior 7. O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza: “O senhor acabou de ganhar na loteria ou algo assim? Se tivesse me dito que o mais velho tinha 6 anos, eu não saberia reconhecer a diferença. O senhor poderia ter economizado 3 dólares.” O pai, sem se perturbar, disse: “Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.” Sem a consciência que Bob tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos. Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo. Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora por muito pouco. Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos. Às vezes, não só mentimos ou falamos meias verdades, como também pedimos a eles que confirmem, diante de terceiros, as nossas inverdades. Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje. Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda. Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam. Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e, ao mesmo tempo, tão necessária na construção de uma sociedade mais justa e digna. E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação. A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder. Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação. Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco. Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: “Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.” Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive. Pense nisso, mas pense agora.

O SONHO DE MARTIN
20 Nov 20253:57EP 1510

O SONHO DE MARTIN

O sonho de Martin. Martin era uma criança observadora que amava a liberdade. Ele podia suportar broncas, mas as reações de desprezo causavam-lhe grande impacto emocional. Infelizmente, elas foram muito constantes nos principais capítulos de sua vida. A sua pele era negra, e ele não entendia como isso poderia justificar a discriminação que sofria pelas pessoas que tinham a pele branca. Para ele, brancos e negros tinham os mesmos sentimentos, a mesma capacidade de pensar, a mesma necessidade de ter amigos e de amar. Quando repousava sua cabeça no travesseiro, o jovem Martin viajava no mundo de suas ideias e se questionava: por que os negros não podem frequentar as mesmas escolas? Os mesmos clubes, os mesmos bancos das igrejas, o mesmo transporte público que os brancos? Por que não posso ter amigos brancos? Não somos todos seres humanos? Ele conheceu de perto a dor indecifrável da humilhação. Sofria pela discriminação de que era vítima todo o seu povo. Resolveu fazer teologia, a fim de navegar pelo mundo espiritual e encontrar respostas para um injusto mundo social onde estava inserido. Penetrou no sonho de que não houvesse discriminação de pessoas. Nunca distinguiu nobres de miseráveis, reis de súditos, lúcidos de loucos. Foi contagiado pelo sonho dos direitos humanos e do respeito pela vida. Mais tarde, resolveu fazer uma incursão pela filosofia e aprendeu a não calar a sua voz. Uma carreira promissora. Poderia ter seguido seu próprio caminho e seus próprios interesses. No entanto, preferiu dar seu tempo e sua inteligência para alterar a história dos outros. Queria contribuir para o bem da humanidade. Tinha pouco mais de 25 anos, mas era arrojado, culto e determinado. Sonhava em mostrar aos desprezados que eles não deveriam se envergonhar de si mesmos, que nada é mais digno do que um ser humano. Posteriormente, participou ativamente do movimento em prol dos direitos civis. O clima era tenso e ele sabia que poderia perder a vida a qualquer momento, mas não conseguia silenciar seus sonhos. Tornou-se um grande líder. Sua casa sofreu atentados à bomba, mas isso não o silenciou. Sofreu um atentado na noite de autógrafos de seu livro A Caminho da Liberdade. Sobreviveu, recuperou-se e continuou o seu trabalho. Foi preso diversas vezes, mas nada parecia abalar aquele sonhador. Sua voz contagiava corações e, por isso, recebeu o Prêmio Nobel da Paz. E, em 4 de setembro de 1968, em Memphis, foi morto por um atirador. Martin Luther King morreu pelos seus sonhos, os quais não morreram com ele. Vivem ainda e viverão para sempre no coração daqueles que se deixam tocar pela sua história e mensagem de vida. Pense nisso, mas pense agora.

PRETEXTO
18 Nov 20253:37EP 1508

PRETEXTO

Pretexto. Às vezes falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser. Não é que tentemos e fracacemos, é pior do que isso: uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa. Mas como explicar esse estranho comportamento? O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo, seus defeitos e qualidades, em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é terrível, tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz. Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga; há o menino que inveja a inteligência do colega de classe; há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço de outro bairro. São, todos, vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes. Quem se compara com os outros esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém. Todos nós temos aptidões diferentes. Uns somos melhores em cálculos, outros temos talentos para idiomas, assim por diante. É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos para merecermos um lugar ao som. Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realização dos nossos sonhos? E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garanta em felicidade alguém? Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta? Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor? E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos? E quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes muito? De família. A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa. E, enquanto nos apeguinamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da física e Artistas sem braços pintam obras-primas com os pés. Pense nisso e prossiga na luta com resignação.

ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO
17 Nov 20254:25EP 1507

ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO

Onde vive nosso eu verdadeiro? Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam com teu nome. Se essa casa for escura ou vazia, não poderás iluminá-la com as lâmpadas de teu vizinho, nem enchê-la com os seus bens. E, se estiver no deserto, não a poderás transferir para um jardim plantado por outros. E, se estiver no pico de uma montanha, não poderás baixá-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros pés. Nossas vidas interiores, meu irmão, são rodeadas pelo isolamento e a solidão. Sem eles, tu não serias tu e eu não seria eu. Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz e, quando olhasses no espelho, não saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim. As palavras de Calil Gibran calam fundo na alma. Não somos a imagem que vemos no espelho. Não somos as aparências. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Espírito. E cada um deve iluminar a sua casa com suas próprias conquistas. As lâmpadas dos vizinhos nos seduzem, até nos inspiram, mas nossa iluminação precisa vir de dentro. Não adianta casar com alguém bom para viver a bondade. Não adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. Não adianta estarmos próximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade. Os bens do outro são do outro. Podemos até usufruir deles pela bondade divina, mas apenas como forma de motivação, para que tenhamos forças e exemplo para lograr os nossos próprios ao nosso tempo. Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caberá a nós, apenas a nós, transformar a aridez em jardim florido. E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos próprios pés. Somos individualidades. Não há um ser igual ao outro neste universo. E, dentro de cada individualidade, há uma espécie de solidão, um lugar onde todos estamos sós. Solidão que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude, uma unidade saudável da criatura com o Criador, seja lá como você define ou imagina esse Criador. É reservado um plano especial no universo para cada um de nós. Não há insignificância alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar. Acreditar-se pequeno ou insignificante é, ainda, típico de quem não se encontrou em profundidade, de quem não conhece sua própria casa no universo. Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados à perfeição individual. Quando a sombra de um desânimo qualquer desejar bater à porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes. Não permitamos que as distrações ou as vicissitudes da vida enfraqueçam nossas forças. Elas são parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra. Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam com teu nome. Pense nisso, mas pense agora.

CORRER RISCOS
15 Nov 20254:20EP 1506

CORRER RISCOS

Correr riscos. Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o Império de Calígula, depois Cláudio e, finalmente, Nero. Seu talento como advogado lhe valeu a inimidade do imperador Calígula. Sob o Império de Cláudio, foi exilado durante oito anos. Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador. Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar. Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais e teve a oportunidade de escrever. Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais. Rir é correr o risco de parecer tolo. Extender a mão é correr o risco de se envolver. Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu. Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas. Amar é correr o risco de não ser correspondido. Viver é correr o risco de morrer. Confiar é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de fracassar. Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada. Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem. Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre. A decisão de correr riscos ou não é nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que o homem não chora ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as lágrimas, demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos. Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos, ou nos calarmos diante da injustiça. Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa, que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro, ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo vá acontecendo sem nos preocuparmos. Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer. Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando as nossas paixões e vencendo a nossa acomodação, ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, não excetando nenhum enforso para agrangiar outras virtudes ou valores de nobreza humana. A decisão é sempre individual e intransferível. A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar é de cada um. Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura. Mas quem deseja alcançar antes a felicidade idealize mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorrirem e as chances se fazem abundantes. Pense nisso, mas pense agora.

NÃO FUJA DE VOCÊ
14 Nov 20253:11EP 1505

NÃO FUJA DE VOCÊ

Muitas vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias, e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessa. E então fugimos de nós mesmos. Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheios de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga, mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos. Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer. Viver bons momentos é fácil. Tudo se torna agradável. Nos sentimos confiantes. Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade. Lembremos-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir. Apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo, tudo passa. E assim vamos evoluindo um pouco a cada dia. E, no final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência. Pense nisso, mas pense agora.

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