
Episódios
Ordenar por:Mais recentes


PRECIOSIDADES
Preciosidades Como sempre, hoje o nosso Pense nisso trará um tema muito profundo. O que é precioso para nós? Quais as preciosidades da vida que devemos guardar com todas as nossas forças? O que nos dá sentido, propósito, valor? O que nos faz acordar todos os dias com vontade de viver, de aprender, de crescer, de querer ser melhor que fomos ontem? Certo dia, caminhando pelo centro da cidade, vi um casal de idosos. Seus corpos, já arquejados pela idade, seus passos pequenos e seus cabelos brancos, exalavam anos e mais anos vividos. Com as mãos dadas fortemente, como se tivessem medo de se perder. Em um do outro, paravam em frente às lojas e comentavam sobre como o lugar havia mudado e como tinha gente demais em um local que outra hora era tranquilo e isolado. Observei com curiosidade as lembranças deles, e a nostalgia de uma época nunca vivida me trouxe um misto de admiração e melancolia pela história que eles construíram juntos, enfrentando as mudanças do tempo e do espaço, melancolia pela consciência de que tudo é passageiro e que nada permanece igual, e também admiração pela paciência de compartilhar suas vidas. Eu me perguntei: o que é precioso para guardar? Talvez seja o amor, que é a força mais poderosa do universo, a energia mais pura da vida, a essência mais profunda da alma. É o que nos faz sentir bem, que nos faz querer cuidar, compartilhar, valorizar. E respeitar. Ou talvez seja a sabedoria, que é fruto do conhecimento e do avanço da idade, a conquista mais elevada da mente, a virtude mais admirável do caráter. A sabedoria é o que nos faz entender a realidade, interpretar os fatos, solucionar os problemas, que nos faz aprender com as experiências, refletir sobre as ideias, questionar as verdades. A sabedoria é o que nos faz ser sábios para vivermos melhor. Eu sei que essa não é uma pergunta fácil de responder. Cada um de nós tem uma história diferente, uma personalidade diferente, uma essência diferente. E por isso nós temos uma resposta diferente, uma visão diferente, uma experiência diferente. Cada um de nós tem uma forma de ver o mundo, de se relacionar com os outros. Se expressar. Mas eu acredito que existem algumas coisas que são preciosas para todos nós. Coisas que são universais, que são comuns, que são humanas. Coisas que nos conectam, que nos unem, que nos tornam iguais. Coisas que nos fazem sentir parte de algo maior, algo melhor, algo mais bonito e precioso. E essa preciosidade são as lembranças vividas ao lado das pessoas que amamos e que nos faz tão bem. São momentos que ficarão para sempre guardados nas nossas memórias e que, quando relembrarmos delas, mesmo que tenham sido forjadas no meio das dificuldades e de muitas lutas, nos fazem bem. Fazem-nos sentir felizes e sentir que valeu a pena passar por tudo aquilo. Aquele casal me fez questionar se eu estou vivendo da melhor forma possível, se estou aproveitando cada momento. Me fez lembrar da minha infância, dos meus pais, dos velhos amigos que há tanto tempo a vida separou, da minha família e dos meus filhos. E me perguntei: será que estou adquirindo preciosidades da vida? E você, já se questionou quais preciosidades quer guardar na sua vida? Pense nisso, mas pense agora.

ESPINHOS
Espinhos Conta-se que, durante a Era Glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, em defesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e, todos juntos, bem unidos, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida. E feridos e magoados afastaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doiam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, compreensão. De tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era gracial. Essa história dos porcos espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum, já outras espinhos se fazem presença. E, por vezes, tentamos fazer igual aos porcos espinhos, já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longe uns dos outros, passíveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam que, mesmo incomodando, ainda assim se fazia necessário estar perto. Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim, vão nos gerar incômodo. Porém, também serão necessários para sobrevivermos, avançarmos e aprendermos e evoluirmos. Existe um lado positivo. Às vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto. E esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos, ou esquecendo de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona. Que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para enxergarmos no próximo, nas situações e na vida, mais calor e menos espinhos. Pense nisso, mas pense agora.

A IMPORTÂNCIA DO ÓCIO
Com o passar do tempo, nós perdemos a nossa essência, o nosso lado lúdico. Perdemos a nossa singularidade, isto é, deixamos de ser criativos por não usarmos a nossa imaginação. Albert Einstein disse que, enquanto a ciência é limitada, a imaginação abrange o mundo inteiro. A imaginação é a mãe de toda criação, pode ter certeza disso. Em certo momento, nos perguntamos: quem éramos quando criáseis? Com o passar do tempo, a vida nos carrega feito um rio, e nos esquecemos da nossa essência mais pura. A nossa curiosidade sobre as coisas vão diminuindo, e passamos a dar preferência por fórmulas e situações mágicas, seguras, que não exigem de nós uma busca dos porquês da vida. Passamos a não ter mais tempo para as coisas simples e buscamos somente o acúmulo de dinheiro, poder e status. Entramos no que chamamos de zona de conforto, que no bem da verdade deveria se chamar de a zona da morte, da morte do nosso criativo, a morte dos sonhos, a morte da nossa imaginação. Os primeiros sintomas, quando você está entrando nessa zona da morte, é a ansiedade e melancolia, e a sua criatividade vai aos poucos murchando, e com ela a sua luz vai se apagando. Quem éramos quando criança? Éramos ávidos por coisas novas, enlouquecidos para desvendar mistérios, éramos cheios de ósseos. Sim, o ócio, tão mal compreendido, pode ser o grande motivador de novas ideias e soluções para muitos problemas que estamos enfrentando. Existem estudos que comprovam que o ócio te leva a fazer muito mais. Foram em momentos do mais puro ócio que grandes obras musicais foram compostas. Foi no momento de ócio que Albert Einstein começou a desenvolver a teoria da relatividade, que iria transformar a humanidade. Quando éramos crianças, as nossas tardes duravam para sempre. E hoje, elas duram uma fração de segundo. Por isso, pare o tempo para voltar a ser você mesmo. Pare um pouco de focar somente nas metas, no objetivo, no resultado, na meta final. Isso é um grande erro que estamos cometendo contra nós mesmos. Porque o processo é que é fundamental. É no ato da busca que se encontram os melhores resultados. Por isso, a importância do ócio. O sociólogo italiano Domenico Di Masi, que revolucionou o conceito de trabalho, dizendo que as pessoas devem incluir no seu dia a dia um momento que tenham atividades para descansar, momentos de lazer, e conciliar isso com o trabalho e a aprendizagem. Levar a vida em loop pode parecer glamouroso, mas traz muitos perigos. Para a psicanálise, os momentos de relaxamento são fundamentais, pois é nessas horas que o cérebro começa a devanear. Essa devagação não é tempo jogado fora, pelo contrário. Devagar é caminhar pelo inconsciente e, porventura, encontrar, ter insights interessantes e preparar os circuitos para ter novas ideias. Você deve lembrar que, quando éramos crianças, nós tínhamos soluções para todos os problemas. Porque tínhamos o ócio, tínhamos tempo para a imaginação. Então, pare um pouco. Deixe espaço para a sua imaginação. Você vai ver que, como por encanto, muitas soluções para os seus problemas surgirão. Pense nisso e não se sinta culpado pelo seu próprio ócio.

O SEMEADOR
O Semeador Todos os dias, um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava, em busca de insumos para o seu trabalho. Por onde passava, desejava bom dia para todos. Ajudava quem precisava e, sempre que possível, tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso. Era tão querido pela vizinhança que os próprios moradores deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar. Certo dia, esse coletor, já avançado na idade e cansado com os fartos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família. Seu ganha pão era semanal e, se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar. Melancólico, não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia. E o que isso lhe trouxe? Perguntava consigo mesmo. Não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e, muito menos, conseguir cuidar da minha família. Enquanto estava perdido em seus lamentos, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas, com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora. Quem foram os moradores? Não, esse foi eu, respondeu o homem mais rico da cidade, que estava sentado no canto da sala. Sabe, há mais ou menos 20 anos atrás, eu estava sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de falir no meu empreendimento e estava pensando no pior, quando o Senhor passou por mim e me deu um bom dia, com um grande sorriso no rosto. Sem que houvesse resposta da minha parte, o Senhor voltou, sentou do meu lado e disse: a vida é muito dura, meu jovem, mas é terrível para aqueles que só veem o lado ruim dela. Colocando uma semente em minha mão, o Senhor continuou: seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoreto. O Senhor continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e eu nunca esqueci o que me disse. Vi o Senhor plantar a sua semente por toda a sua vida. E aqui está o seu arvoredo. Separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família. Na vida, todos somos semeadores. Semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia também, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos. E cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos às pessoas. Cada semente que plantar, mesmo que não perceba, pode mudar a vida de uma pessoa. Às vezes pode ser difícil. E a sua forma de ser pode incomodar muitos, que irão tentar te machucar. Mas cada atitude que você faz é uma semente. De sua é uma semente plantada, por mais que possa demorar. Ela irá crescer e render-lhe frutos, sejam eles bons ou ruins. Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos à sua volta e igualmente será tratado. Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique colocar-se nos lugares dos outros para que possas entender o que eles estão passando. Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade, a Bíblia, algumas sementes irão cair entre espinhos, outras entre pedregais e não produzirão. Mas as que caírem em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida e a vida de alguém. Pense nisso, mas pense agora.

ATITUDES
É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática a atitude. A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito e uma intenção. Às vezes é difícil. Há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tantos nossos olhos no futuro e comparamos com o passado, que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro. São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino, e somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente, porque o amanhã não saberemos se vai existir. E, caso ele exista, não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje. Perdoar hoje. Abraçar seu filho. Tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje. Porque o amanhã a Deus proverá. Não sejamos daquelas pessoas que não tomam iniciativas para progredir e ficam sentadas esperando que algo bom aconteça em sua vida para, enfim, progredir. E, caso não aconteça, reclama que a vida é injusta. O mundo não se importa com seus problemas. Todos estão imersos nos seus próprios infortúnios. Então, não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes. Levante, corra atrás, saia da sua comodidade. Se a razão aponta uma necessidade, avalie os anseios e não se engane a modificar velhas atitudes e antigas opiniões. Porque apenas os sábios amadurecem com a vida. Todas nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizermos para alcançar os nossos propósitos. E todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente, em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro. Mantenha o coração aberto e alimenta-o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor para uma reconstrução pessoal melhor. E assim, a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter. A felicidade é uma escolha, o perdão é uma escolha, a simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude. Pense nisso, mas pense agora.

PAZ
Paz. Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma: um lago espelhado, perfeito, onde se refletia um place das montanhas, montanhas que o rodeavam. E a outra: um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões, e as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora, e ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha, e ali, no meio da violenta queda d'água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações, devido a guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados, só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, família, vizinhos. E os impactos emocionais que essas guerras trazem é negativo para nossa existência. Nos traz dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda a circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma a tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver em uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas. Pense agora.

INDAGAÇÕES
INDAGAÇÕES Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso? Admite você a sua capacidade de errar, a fim de aprender, ou, acaso, se julga infalível? Se estamos positivamente ao lado do bem, o que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros? Nas horas de crise, você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade? E se a criatura, enganada pela sombra, fosse um de nós? Se você diz que não perdoa quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém? Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas? Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você? Quem mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso da animação? Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila? É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente? No entanto, será que temos vivido até agora sem incomodar a ninguém? Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz? É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida, realmente. É necessário pensar diariamente sobre o universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós. Olhamos ao nosso redor. Tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado? Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada. Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento. Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes. Indaguemos-nos. Autoconheçamos-nos. Não aceitemos verdades sem antes de uma análise minuciosa. As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos, para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente, para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele. Pense nisso, mas pense agora.

