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PODCAST · 1736 EPISÓDIOS

Pense Nisso

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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UM HEROI 669 VIDAS
25 Mai 20265:38EP 1663

UM HEROI 669 VIDAS

Um herói, 669 vidas. Quando alguém nos pergunta o que imaginamos ao ouvir a palavra herói, é praticamente unanimidade que nos vem à cabeça aquela figura masculina, com uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura. Aposto que foi exatamente isso que você imaginou. Quando, na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo. Poucos imaginaram um bombeiro, médico, policial, enfim, uma pessoa comum. O jovem britânico Nicholas Winton não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos inconsciente, mas ele foi um grande herói, um herói de verdade, de carne e osso. Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido. Eram milhares de refugiados desesperados, que tinham que deixar o país rapidamente. De imediato, ele percebeu que deveria fazer algo por eles, e fez. Teve a ideia de retirá-los daquela terra já sob o poder da Alemanha nazista. Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha. De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados. Também obteve os recursos necessários para o transporte e, quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para recepção. Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos. Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem como gratidão pelas suas próprias vidas. Infelizmente, lamentou Nicholas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque, no dia 1º de setembro de 1939, eclodiu a guerra. Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair foram enviados aos campos de concentração. Dizem que quem salva uma vida, salva a humanidade. O que se pode dizer de alguém que salvou 669? Mas um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário na Cruz Vermelha, na França, durante a guerra. Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário. Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo. Não se considerava um herói, porque dizia que fez o que todos consideravam impossível. Simplesmente porque o seu lema é: “Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer”. Discreto, nem a esposa, com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera. Foi somente em 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Greti encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. Desde então, passou a receber homenagens do governo tcheco, da rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima. Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidos na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou, Vera Gissin, que o conheceu nos seus 80 anos de idade. Nicolas Winton teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, no estado da Inglaterra, aos 106 anos, no dia 1º de julho de 2015. Nicholas Winton sempre será um símbolo de coragem, de profunda humanidade e incrível humildade. Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem. Pense nisso, mas pense agora.

COMBATENDO O PRECONCEITO
23 Mai 20263:29EP 1662

COMBATENDO O PRECONCEITO

O Preconceito de Castas Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas. Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem. Na base da pirâmide social, há uma categoria desprezada: os párias. Sem casta, os párias são considerados impuros, e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso, são chamados intocáveis. Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre seus filhos. Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social. E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava Harijans, palavra que significa “filhos de Deus”. Estava certo Gandhi. Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater. À medida que a humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço. A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e, aos poucos, vamos expurgando práticas vergonhosas. Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização. Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar. Sim, pois, quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais. Nunca é demais lembrar que, mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil, houve quem triunfasse. É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos, Machado de Assis. Filho de uma ex-escrava que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião. Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja. Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente. É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social. É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva. Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados. Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes? Será que ainda é preciso ter uma data para se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância? Pense nisso, mas pense agora.

PRETEXTO
22 Mai 20263:37EP 1661

PRETEXTO

Pretexto Às vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser. Não é que tentemos e fracassemos; é pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplicável covardia, nos impede até mesmo de fazer a tentativa. Mas como explicar esse estranho comportamento? O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo, seus defeitos e qualidades, em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é terrível, tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz. Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço de outro bairro. São todos vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes. Quem se compara com os outros esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém. Todos nós temos aptidões diferentes. Uns somos melhores em cálculos. Outros temos talentos para idiomas. Assim por diante. É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos para merecermos um lugar ao sol. Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito de lutar pela realização dos nossos sonhos? E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garantam felicidade a alguém? Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta? Quantas mocinhas que, na juventude, arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor? E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos? E quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se muito felizes de família? A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa. E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos, ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da física e artistas sem braços pintam obras-primas com os pés. Pense nisso e prossiga na luta com resignação.

RENOVAÇÃO
20 Mai 20263:38EP 1659

RENOVAÇÃO

RENOVAÇÃO Você já observou que, de repente, as folhas das árvores começam a nascer, as flores aparecem e tudo passa a ter tons de roxo, amarelo, rosa, branco, uma infinidade de cores, de vida, que começa a substituir o marrom do inverno e, sem perceber, mais uma estação acabou e um novo ciclo começou? A primavera chegou com suas cores e o perfume inigualável das flores no ar e, observando o seu colorido e aproveitando os dias, esquecemos que, algum tempo atrás, tudo estava sem cor e sem vida. O curioso é que nossas vidas são como as passagens das estações. Em algumas delas, estamos felizes e realizados e, em outras, estamos tristes e com dor no coração. Porque uma estação acabou, e as estações da vida de alguém que amamos acabaram. E esses invernos são tristes, sem cor, sem vida, desolados. Sentimos frio e, aparentemente, nada aquecerá nossos corações. Mas tudo é efêmero. Assim como as estações, a vida tem ciclos. E, no transcorrer dos anos, muitas mudanças ocorrem. As estações nos dão a oportunidade de redescobrirmos o significado da vida, de renovarmos o nosso sentido, a nossa cor, e passamos a viver e não apenas existir. Quando os ciclos mudarem e novas estações chegarem, viva o momento. Abrace o inverno; não há mal algum em sofrer. Sorria na primavera, colhe os frutos do outono e aprecie o calor do verão. A vida é uma dádiva divina que nos permite experimentar todas as nuanças. Cada uma delas tem sua beleza, sua lição, seu propósito. Cada uma delas nos prepara para a próxima estação, nos fortalece, nos amadurece, nos enriquece. A cada amanhecer, é uma chance para que um novo ciclo comece. Mas tenha sempre em mente que a renovação é um processo contínuo e pessoal. Cada um tem o seu ritmo e seu estilo de se renovar. O importante é não deixar que ninguém estrague o dom divino de se reinventar. Não tenha medo das mudanças; elas são inevitáveis e necessárias. Não se apegue ao que se foi, mas agradeça o que foi vivido. Não se entristeça pelo que não pode mais ter, nem por aquele que não se pode mais abraçar. Mas alegre-se pelos momentos e memórias que aquecem a alma. Cultive as estações! Aproxime-se das pessoas que te amam e te apoiam. Demonstre o seu amor e o seu apoio a elas, pois o amor é o alimento da vida. Compartilhe momentos bons e ruins. Seja gentil, compreensivo, generoso, seja inteiro. Viva todas as estações e não apenas exista nelas. Renove-se a cada ciclo, porque as almas mais lindas do mundo são moldadas pelas sabedorias dos anos. Pense nisso, mas pense ago

O POÇO
19 Mai 20264:46EP 1658

O POÇO

O Poço Narra uma lenda chinesa que, no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo. O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto. Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço. — Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui — convidou o sapo lá embaixo. — O que tem aí? — perguntou o de cima. — Tudo. Água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu. O sapo da terra suspirou. — Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo. O sapo do poço não gostou daquela observação. — Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo que existe no mundo. — Aí é que você se engana — falou o outro. — Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme. O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade. — Haveria um mundo maior lá em cima? O pai confirmou. Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali de baixo. — Por que nunca me disse? — perguntou o sapinho, desapontado. — Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair. — Eu posso! Eu consigo sair! — falou o sapinho. E pulou, e saltou, e se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais, e ele foi se cansando. — Não adianta, filho — tornou o pai a dizer. — Eu tentei a vida toda, seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima, contente-se com o que tem, ou vai viver sempre infeliz. — Mas eu quero sair! Eu quero ver o mundo lá fora! — chorava o filhote. E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho. Um pobre camponês, de apenas oito anos de idade, não se cansava de ouvir essa lenda dos lábios de seu pai. Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Zedong, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações. — Pai! Estamos em um poço? — perguntava. — Depende do ponto de vista — respondia o pai. Mais de uma vez, o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída. Mas ele enviava mensagens aos espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe. Pedia pela saúde de seu pai. Mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo. Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família. Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos. Ele pedia e sonhava. E deixava sua imaginação o levar para bem longe. Um dia, a possibilidade mais remota mudou, de modo total, o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo. Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos. Seria uma estrela. O último bailarino de Mao Zedong. Li Cunxin saiu do poço. Nunca deixe de sonhar. Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido seu coração e viva as suas esperanças. O amanhã é sempre um dia a ser conquistado. Pense nisso. Mas pense agora.

 COMEÇANDO O DIA
18 Mai 20264:21EP 1657

COMEÇANDO O DIA

Começando o dia, o homem acordou pela manhã e recordou-se de algo que lera em um livreto: “Comece o dia na luz da oração. O amor de Deus nunca falha.” Então, decidiu orar: “Senhor, hoje, até o momento, me comportei bem. Não fofoquei, não me zanguei, não fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou egoísta. Estou realmente satisfeito com isso. Mas, em poucos minutos, Senhor, eu vou me levantar. E, daí em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.” Assim mesmo é a oração. É algo franco com Deus, onde o ser expõe a própria alma. Não há necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. É o que a alma sente e deixa transbordar. Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas deficiências morais. Um exame de consciência e um pedido de socorro. A resposta é exatamente a fortaleza para vencer, pouco a pouco, as dificuldades íntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz. Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios, e muito menos a comentá-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional. Não se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquietação, os problemas vão sendo solucionados um a um, na mesma hora, à medida em que surjam. Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega às lutas do cotidiano, sereno e confiante. Não se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no trânsito, um defeito mecânico no carro, um funcionário que não atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre. Sem precipitação, ouve o seu semelhante até o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja. Deixando de lado o egoísmo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa. Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura. Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intrínsecos do ser, que têm a ver com a vida e os seus objetivos. Portanto, compartilhemos a nossa certeza da existência de Deus, da imortalidade da alma, com aqueles que se debatem no mundo sem fé, sem rumo, sem objetivos. E guardemos a certeza de que, se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estará conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas diárias, que somente redundarão em felicidade para nós mesmos. Cada dia é um presente especial que Deus concede aos homens. Cada dia é de tal forma único que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manhã radiante, sempre com um novo colorido. As flores de ontem não estão exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abundância não são aquelas que rolaram em dias anteriores. Novo a cada dia. Essa é a grande mensagem de Deus para os homens: a renovação da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz. Pense nisso. Mas pense agora.

Nada tocando
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