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NUVENS NEGRAS
Nuvens Negras. <br /> \n<br /> \nHá dias que nos sentimos tão cansados, inseguros e com a nossa bússola quebrada.<br /> \nE como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> \nA nossa vida, nesses momentos, não nos tem muita importância.<br /> \nE é aí que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores ao Pai Celestial.<br /> \n***<br /> \n<br /> \nMe guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> \nEstou exausto e agora quero dormir<br /> \nEntão feche meus olhos e me absorva<br /> \nMe lançarei na noite como o vento<br /> \nEu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> \nEntão me guarde Deus Pai<br /> \n<br /> \nMe guarde esta noite, meu coração está fraco<br /> \nMuito para dar e para pedir<br /> \nIrei mergulhar num mar sonífero<br /> \nEste mar de sonhos, tão vermelho e profundo<br /> \nEu deixo meu espírito, deixo minhas palavras<br /> \nEntão me guarde Mãe Terra<br /> \n<br /> \nMe guarde esta noite, estou me entregando<br /> \nDeixe as lições de vida começarem<br /> \nSuas lições de graça<br /> \nSenhor da Crianção! Me entrego em sua própria paz.<br /> \nMe abençoe Deus Pai , me conforte Mãe Terra.<br /> \n<br /> \n****<br /> \nQuando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças, e a barca de teu coração agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> \nQuando as obrigações diárias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agradáveis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> \nLembra-te... Acorda a mensagem da esperança adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso.<br />

AS FRUSTRAÇÕES
As Frustrações <br /> \n<br /> \nGrande parte das pessoas, na sociedade atual, é infeliz, é frustrada. Você já se perguntou por que isso acontece?<br /> \nMuitos são os estudos feitos para se descobrir as possíveis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um único e grande causador de tudo isso: o próprio homem.<br /> \nO ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente três motivações que o levarão a uma satisfação pessoal, se as conseguir manter ao longo da existência.<br /> \nUma delas é ter um relacionamento pessoal satisfatório.<br /> \nOutra, é poder ser útil na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indivíduo, alcançando sua auto-realização.<br /> \nSe todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> \nNo entanto, há outros apelos muito fortes que vêm do exterior, que a sociedade impõe como sendo indispensáveis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> \nE é quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma aparência física atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> \nE por que isso ocorre?<br /> \nPorque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspirações íntimas e passam a lutar com todas as suas forças para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> \nE, para "subir na vida", tantas vezes não se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motivações íntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> \nDeixa de ouvir a voz da consciência que o chama à utilidade, junto à comunidade, e passa a lutar por uma profissão que lhe dê status e fama.<br /> \nSe aspirar, por exemplo, a ser um médico útil à sociedade, passa a ver na profissão um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que só atende se for bem pago.<br /> \nE para poder se manter fisicamente atraente, muitos indivíduos vivem à custa de drogas e regimes cruéis, e passam a depender disso para manter as aparências.<br /> \nE quando o corpo físico cobra seus tributos, em função da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse possível enganar as leis que regem a matéria.<br /> \nO que o indivíduo não se dá conta, é que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> \nOs que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa aparência, passam a empregar seu tempo e sua saúde para mantê-los.<br /> \nE os que não logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> \nAssim, quando o ser humano entender que o dinheiro é meio e não fim para ser conquistado a qualquer custo, colocará esse bendito recurso a serviço do progresso próprio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> \nVocê vale pelo que é, e não pelo que tem ou pela sua aparência física.<br /> \nAs virtudes são os tesouros mais preciosos que você pode conquistar.<br /> \nLembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir mão da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> \n<br /> \n<br /> \nTexto da Redação do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Negócio.<br />

TER SEMPRE RAZÃO
Ter sempre razão<br /> \n<br /> \nQuanto custa ter sempre razão?<br /> \nEm algum momento, paramos para analisar esta questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos?<br /> \nÉ claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável.<br /> \nTrocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas.<br /> \nPorém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago?<br /> \nQuantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de querermos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar?<br /> \nQuem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> \nOu ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias?<br /> \nDefendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> \nQuatro pessoas, cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> \nSe não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial.<br /> \nNão estarão erradas, apenas cada uma terá somente parte da razão.<br /> \nMuitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise.<br /> \nNão quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos.<br /> \nPorém não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> \nEnfrentar-se nessas situações, será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação.<br /> \nInúmeras vezes, em nome de desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder.<br /> \nTer sempre razão às vezes custa o preço de uma amizade.<br /> \nBuscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da relação.<br /> \nQuerer estar sempre certo, no campo das ideias e reflexões, pode causar fissuras nas relações familiares.<br /> \nAssim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia.<br /> \nAntes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito.<br /> \nA verdade, mais dia, menos dia, se fará presente, duradoura, perene.<br /> \nAssim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> \nTalvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação para buscar compreender o próximo.<br /> \nAo assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações.<br /> \nDessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecessários ao nosso coração.<br /> \nPensemos nisso.<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso.<br />

PENSANDO NA MORTE
Pensando na morte<br /> \n<br /> \nNós, seres humanos, somos de raças e cores diferentes. Temos múltiplas formas de nos expressar, através da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> \nEm matéria de crença religiosa, filiamo-nos àquela que melhor nos fale ao coração.<br /> \nSomos de graus variados em intelecto, posição social e sentimentos.<br /> \nMas, se há um verdadeiro ponto comum para todos nós, esse se chama morte.<br /> \nTodos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, é com o que menos nos preocupamos.<br /> \nPlanificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desavenças com pessoas e nações, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficará aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> \nAcumulamos bens e trabalhamos muito além da conta, para encher cofres e contas bancárias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> \nEnfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcançar.<br /> \nPara quase todos, aliás, falar em morte equivale a algo lúgubre, tenebroso.<br /> \nUm conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade Média, com suas superstições e fanatismo, envolveu a morte em terríveis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> \nAs carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerimônias macabras, tudo dava a impressão de horror e desalento em referência à morte.<br /> \nÉ hora de retornar às fontes primitivas. Com a certeza da continuação da vida, a morte passará a ser recebida com serenidade.<br /> \nMorrer deixará de ser tragédia. Será, sim, o mecanismo que facilitará o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> \n<br /> \n<br /> \nSigamos, pois, na sua direção, com tranquilidade e sem temor.<br /> \nRedação do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> \nlivro Desperte e seja feliz, pelo Espírito Joanna de<br /> \nÂngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br />

SUPERSTIÇÕES
Superstições<br /> \n<br /> \nO que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> \nVocê acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?<br /> \nÉ interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.<br /> \nÉ comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.<br /> \nNa era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> \nOs supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.<br /> \nAo invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.<br /> \nPara o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?<br /> \nOs que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.<br /> \nTambém se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> \n<br /> \nNão se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.<br /> \nAs superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> \nOs que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.<br /> \nNinguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.<br /> \nNão se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.<br /> \nConhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> \nVamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> \nBertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”. <br /> \nPense nisso e libertar-se.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<br /> \nPensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.<br /> \nPensa e viverás consoante a onda mental que emitires.<br /> \n<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> \ndo filosofo inglês Bertrand Russel.<br />

GENEROSIDADE
GENEROSIDADE<br /> \n<br /> \n<br /> \nQuando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D’água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> \nCerto dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> \nQuando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.<br /> \nNão era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.<br /> \nGosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> \n* * *<br /> \nEstamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> \nMas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.<br /> \nAlguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> \nDanielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> \nTodos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.<br /> \n* * *<br /> \nProponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> \nNão o resultado do reconhecimento – pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco – mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> \nDoe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!<br /> \n<br /> \nRedação do Momento Espírita com base em artigo da revista<br /> \nSorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> \nEspíritos, de Allan Kardec, <br /> \ned .Feb.<br />

IDEIAS INATAS
IDEIAS INATAS<br /> \n<br /> \nIvan Márcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma doméstica.<br /> \nAos cinco anos começou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos começou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de óleo de cozinha, pois não tinha condições financeiras para comprar material.<br /> \nFoi engraxate, vendedor de algodão doce e picolé, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> \nAos vinte anos começou a fazer robôs com sucatas eletrônicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de rádio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> \nSua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola técnica em mecânica industrial. Assim o fez, começou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> \nFoi primeiro colocado numa Feira de Ciências em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> \nEm 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 colégios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premiação.<br /> \nAtualmente, é membro do Espaço Ciência, em Pernambuco e já fez 15 robôs de sucata.<br /> \nEntre eles, um robô antibomba e anti-incêndio, com manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> \nSeu dom atraiu o Fantástico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> \nPor ter sido premiado várias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tendências de criança, Ivan quer estudar Mecatrônica e Robótica.<br /> \n<br /> \nEssa facilidade de Ivan para criar robôs, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, até eletronicamente, são indícios que nos fazem pensar.<br /> \nDe onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> \nNão os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> \nQual a origem das faculdades extraordinárias dos indivíduos que, sem estudo prévio, parecem ter a intuição de certos conhecimentos, o das línguas, do cálculo e das artes?<br /> \nLembrança do passado? Progresso anterior da alma?<br /> \nSem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Espírito, porém, não muda, embora troque de roupagem.<br /> \nPodemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das existências para o Espírito é imprescindível à Lei de progresso.<br /> \nOs conhecimentos adquiridos em cada existência não se perdem.<br /> \nO Espírito até pode esquecê-los, de forma momentânea, em uma vida. Mas a intuição que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> \nPensemos nisso. E nunca deixemos de investir em nós mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perderá.<br /> \nTudo constitui crescimento, progresso, ascensão.<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> \nWashington Fernandes, publicado na Revista Internacional de <br /> \nEspiritismo, de março de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> \nde O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br />
