
SAUDAÇÃO A ALVORADA

PODCAST · 3191 EPISÓDIOS
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.


<br /> \nO DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO<br /> \n<br /> \nQuando você leva uma vida distraída, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que você está sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o próximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e atenção de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atrás do prejuízo, não é mesmo caro ouvinte?<br /> \nOuça a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se “reitchel”) Macy. Conta ela:<br /> \n<br /> \nDurante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> \nMeus pensamentos e minhas ações eram controlados por alertas eletrônicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu não conseguia.<br /> \n<br /> \nAcontece que seis anos atrás, eu fui abençoada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> \n<br /> \nQuando eu precisava já estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> \n<br /> \nQuando precisava estar em algum lugar cinco minutos atrás, ela insistia em colocar seu bichinho de pelúcia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de segurança.<br /> \n<br /> \nQuando eu precisava pegar um almoço rápido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua avó.<br /> \n<br /> \nQuando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> \n<br /> \nQuando eu tinha um dia cheio que começava às seis da manhã, ela pedia para quebrar os ovos e mexê-los bem devagarinho.<br /> \nMinha filha calma e despreocupada foi uma dádiva para minha natureza workaholic e frenética, mas eu não enxergava isso. Não, nem de perto.<br /> \n<br /> \nQuem leva a vida distraída está sempre usando viseiras, sempre de olho no próximo item da agenda. E tudo que não pode ser riscado da lista é pura perda de tempo.<br /> \n<br /> \nSempre que minha filha me forçava a desviar do meu cronograma, eu pensava “Não temos tempo para isso”. Por consequência, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: “Anda logo”.<br /> \n<br /> \nEu começava minhas frases com elas.<br /> \nAnda logo, vamos chegar atrasados.<br /> \n<br /> \nEu terminava minhas frases com elas. <br /> \nVamos perder tudo se você não andar logo.<br /> \n<br /> \nEu começava meu dia com elas.<br /> \nAnda logo e come esse café da manhã de uma vez.<br /> \nAnda logo e vai se vestir.<br /> \nEu terminava meu dia com elas.<br /> \n<br /> \nAnda logo e vai escovar os dentes.<br /> \nAnda logo e vai dormir.<br /> \nE apesar das palavras “anda logo” não fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez até mais do que aquelas outras palavrinhas, “eu te amo”.<br /> \n<br /> \nA verdade dói, mas a verdade cura... e me deixa mais próxima da mãe que quero ser.<br /> \n<br /> \nAté que chegou o dia fatídico e tudo mudou. Havíamos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de infância e estávamos saindo do carro. Como a menor não estava saindo rápido o suficiente, a mais velha disse para a irmãzinha: “Você é tão lenta”. E então ela cruzou os braços e soltou um suspiro de frustração. Foi como me ver no espelho, e a sensação foi horrível.<br /> \n<br /> \nEu estava fazendo bullying com minha própria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> \n<br /> \nMeus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas existências apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> \n<br /> \nMinha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: “Desculpa por estar fazendo você se apressar tanto. Eu adoro que você faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com você”.<br /> \n<br /> \n<br /> \n“Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje”, eu disse, abraçando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da mãe.<br /> \n<br /> \nFoi fácil riscar a expressão “anda logo” do meu vocabulário. Mais difícil foi adquirir a paciência para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar nós duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando tínhamos que ir a algum lugar. Às vezes, ainda assim chegávamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que só teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> \n<br /> \nQuando saíamos para caminhar ou íamos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi expressões no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas mãos e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma “Percebedora”, e logo descobri que os “Percebedores” são dádivas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos céus para minha alma frenética.<br /> \n<br /> \n<br /> \nFazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano é o único jeito de viver de verdade.<br /> \nPense Nisso, mas pense...com calma.<br /> \n<br /> \nEste, e outros textos e áudios do Pense Nisso, você encontra em nosso site.<br /> \nAcesse: centroamericafm.com.br<br /> \n<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso.<br /> \nCom base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> \nEm 05.2.2015<br />

<strong>O homem e os animais.</strong><br /> \n<br /> \n<br /> \nQuando nascem, despertam a atenção e o carinho dos humanos. São engraçadinhos, frágeis, tão pequenos.<br /> \nCãezinhos requisitados pelas crianças que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> \nE assim, eles são levados para casa. Enquanto pequenos, tudo é levado à conta de peraltices próprias de quem está descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> \nA criança o leva para todo lugar, e o cãozinho a segue, sempre fiel.<br /> \nNão é raro que durmam juntos e, à mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa à boca.<br /> \nBrincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> \nA criança nem sempre é suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do cão, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> \nO animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agressão, mesmo involuntária.<br /> \nPulam, saltam, correm um atrás do outro, enquanto as horas vão somando os dias...<br /> \nCresce o animal. Agora, já não é tão engraçadinho assim.<br /> \nEle solta pêlo por todo lugar e, porque ninguém lhe ensinou o que ele podia e o que não podia fazer, é castigado porque arranhou o sofá da sala.<br /> \nPorque mordeu o chinelo recém comprado.<br /> \nPorque rasgou a bola, com os dentes.<br /> \nE, até mesmo, porque as suas necessidades fisiológicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> \n<br /> \nA criança também cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.<br /> \nMas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele é preso a uma coleira e uma corda.<br /> \nAo menos fosse em lugar confortável. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, à chuva, ao vento. Preso.<br /> \nSuas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crianças vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no chão, na mão, no muro...<br /> \nQuando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que alguém se lembre dele, outra vez.<br /> \nFinalmente, chega um dia em que ele é colocado no carro da família. Vai alegre.<br /> \nA viagem é longa, por estradas que não acabam nunca. Então, o veículo estaciona.<br /> \nEle corre para fora, esperando que alguém o chame, que corra atrás dele.<br /> \nMas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> \nEle corre, tenta alcançar. Por que eles não param? Por que o esqueceram?<br /> \nIndesejável, foi abandonado.<br /> \nA partir daí, sua vida será um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, à cata de comida, água, um lugar para morar.<br /> \nCachorro sem dono.<br /> \nNão chegue perto. Ele pode morder.<br /> \nNão toque nele. Deve estar doente. Veja como está magro.<br /> \nCachorro de ninguém.<br /> \nSeus dias acabarão logo mais, sob as rodas de um automóvel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> \n* * *<br /> \nPensemos, olhando nossos animais de estimação, como os estamos tratando.<br /> \nSão seres vivos: têm fome, sede. Sentem cansaço, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de atenção.<br /> \nOs animais estão sob a guarda e proteção dos homens.<br /> \nAssim dispôs a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> \nNão percamos de vista este dever para com nossos irmãos inferiores, os animais.<br /> \n<br /> \nPENSE NISSO.<br /> \n

<strong>A Culpa é da Carne</strong><br /> \n<br /> \nQuando alguém procura uma desculpa para justificar os seus erros, é comum ouvirmos a afirmativa de que a carne é fraca.<br /> \n<br /> \nA culpa, portanto, é da carne, ou seja, do corpo físico.<br /> \n<br /> \nHahnemann, criador da Medicina Homeopática, fez a seguinte afirmativa:<br /> \n<br /> \nO corpo não dá cólera àquele que não a tem, do mesmo modo que não dá os outros vícios. Todas as virtudes e todos os vícios são inerentes ao Espírito. Caso Contrario, onde estariam o mérito e a responsabilidade?<br /> \n<br /> \nUma inteligente constatação, pois contém grandes verdades.<br /> \n<br /> \nCulpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de cólera.<br /> \n<br /> \nQuando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, não é a comida que excita o órgão do paladar, pois sequer está em contato com ele.<br /> \n<br /> \nÉ o Espírito, cuja sensibilidade é despertada, que atua sobre aquele órgão através do pensamento.<br /> \n<br /> \nSe uma pessoa sensível facilmente verte lágrimas, não é a abundância das lágrimas que dá a sensibilidade ao Espírito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secreção abundante das lágrimas. <br /> \n<br /> \nAssim, um homem é músico não porque seu corpo seja propenso à musicalidade, mas porque seu Espírito é musicista.<br /> \nComo podemos perceber, a ação do Espírito sobre o corpo físico é tão evidente que uma violenta comoção moral pode provocar desordens orgânicas.<br /> \n<br /> \nQuando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> \n<br /> \nOutras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabeça, e até mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> \n<br /> \nQuanto às disposições para a preguiça, a violência, a corrupção, igualmente não podem ser lançadas à conta da carne, pois são tendências radicadas no Espírito imortal.<br /> \n<br /> \nSe assim não fosse, seria fácil, pois não teríamos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equívocos cometidos.<br /> \n<br /> \nToda responsabilidade moral dos atos da vida física competem ao Espírito. <br /> \n<br /> \nAssim, quanto mais esclarecido for o Espírito, menos desculpável se tornam as suas faltas, uma vez que, com a inteligência e o senso moral, nascem as noções do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \n<br /> \nTodos nós, sem exceção, possuímos na intimidade a centelha divina, a força capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emoções nobres que o Criador depositou em nós.<br /> \n<br /> \nFazendo pequenos esforços conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Espírito sobre o corpo. E só então entenderemos porque o Mestre afirmou: Vós sois deuses, podereis fazer o que Eu faço, e muito mais.<br /> \n<br /> \nPense Nisso, mas pense Agora!<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Redação com base no cap. VII do livro O céu e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o apóstolo da <br /> \nmedicina espiritual, de Hermínio C. Miranda, ed. Celd.<br /> \nEm 18.06.2012.<br /> \n</em></div>

<strong>A benção do trabalho.</strong><br /> \n<br /> \nEm todos os quadrantes das atividades humanas, é possível observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> \n<br /> \nA maioria revolta-se contra o gênero de seu trabalho.<br /> \n<br /> \nOs que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> \n<br /> \nOs comerciantes desejam a condição de industriais.<br /> \n<br /> \nOs trabalhadores do campo preferem a existência na cidade.<br /> \n<br /> \nQuem obedece almeja mandar.<br /> \n<br /> \nOs convocados aos altos postos falam do peso de suas atribuições.<br /> \n<br /> \nO problema, contudo, não é de gênero de tarefa, mas de compreensão da oportunidade recebida.<br /> \n<br /> \nDe modo geral, as queixas, nesse sentido, são filhas da preguiça inconsciente.<br /> \n<br /> \nO anseio pelas altas posições sinaliza uma visível vaidade.<br /> \n<br /> \nO desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia ganância e preguiça.<br /> \n<br /> \nTodo homem é herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptidões.<br /> \n<br /> \nEle é sabiamente colocado pela vida nas posições mais adequadas ao próprio burilamento.<br /> \n<br /> \nPor certo o esforço individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> \n<br /> \nÉ sempre louvável o homem que vence as injunções de sua vida e supera todos os obstáculos.<br /> \n<br /> \nContudo, enquanto atua em determinada área, deve honrá-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> \n<br /> \nNo contexto de uma única vida material, nem todos podem mandar ou deter as posições de fortuna.<br /> \n<br /> \nEstas se alteram conforme as necessidades de experiência das criaturas.<br /> \n<br /> \nAs posições modestas costumam ser das mais úteis no aprendizado da obediência, da humildade e da frugalidade.<br /> \n<br /> \nJá as altas colocações são convites à doação ao semelhante.<br /> \n<br /> \nNão se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> \n<br /> \nO importante é valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> \n<br /> \nTrabalhar é uma bênção e um dever incontornável.<br /> \n<br /> \nAssim, quando sentir cansaço ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e você, é o herdeiro das estrelas.<br /> \n<br /> \nA Humanidade começou ontem seu humilde labor.<br /> \n<br /> \nMas o universo , a quanto tempo esta no trabalho para a nossa existência?<br /> \n<br /> \nPense nisso.<br />


Madre Tereza de Càlcuta: Um anjo Real.<br /> \n<br /> \nMadre Tereza de Cálcuta, símbolo da abnegação, do altruísmo, da benevolência e amor aos deserdados da sociedade.Os chamados Párias, os que foram colocados a margem da sociedade. Madre Tereza de Cálcuta, o Espirito de luz, o anjo que foi colocado por Deus, para nos ensinar,que o amor de verdade se encontra na caridade, sem segundas intenções.Esse anjo nos deixou muitas lições de amor. Uma delas vamos compartilhar com você ouvinte do Pense Nisso. Madre Tereza escreveu:<br /> \n<br /> \nO dia mais belo: hoje<br /> \nA coisa mais fácil: errar<br /> \nO maior obstáculo: o medo<br /> \nO maior erro: o abandono<br /> \nA raiz de todos os males: o egoísmo<br /> \nA distração mais bela: o trabalho<br /> \nA pior derrota: o desânimo<br /> \nOs melhores professores: as crianças<br /> \nA primeira necessidade: comunicar-se<br /> \nO que traz felicidade: ser útil aos demais<br /> \nO pior defeito: o mau humor<br /> \nA pessoa mais perigosa: a mentirosa<br /> \nO pior sentimento: o rancor<br /> \nO presente mais belo: o perdão<br /> \nO mais imprescindível: o lar<br /> \nA rota mais rápida: o caminho certo<br /> \nA sensação mais agradável: a paz interior<br /> \nA maior proteção efetiva: o sorriso<br /> \nO maior remédio: o otimismo<br /> \nA maior satisfação: o dever cumprido<br /> \nA força mais potente do mundo: a fé<br /> \nAs pessoas mais necessárias: os pais<br /> \nA mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!<br /> \n<br /> \nPensemos Nisso, e façamos a terapia do amor.<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Redação do Pense Nisso – inspirado na obra de Madre Tereza de Cálcuta.<br /> \nSugestão da ouvinte Leorena Savignano .<br /> \n10.07.2012</em></div>

<strong> A Ilusão <br /> \n</strong><br /> \nA ilusão da eterna beleza física é quase generalizada.<br /> \n<br /> \nA busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora.<br /> \n<br /> \nSem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> \n<br /> \nA medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico.<br /> \n<br /> \nTodavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão.<br /> \n<br /> \nAproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> \n<br /> \nSão cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada...<br /> \n<br /> \nSutiãs que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> \n<br /> \nCalças e meias com bumbuns postiços, e muito mais...<br /> \n<br /> \nSão iludidos... São ilusões...<br /> \n<br /> \nA psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo.<br /> \n<br /> \nEla diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas.<br /> \n<br /> \nNão podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física.<br /> \n<br /> \nVivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão.<br /> \n<br /> \nCom isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> \n<br /> \nTorna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana.<br /> \n<br /> \nVale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão.<br /> \n<br /> \nBuscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos.<br /> \n<br /> \nRetirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> \n<br /> \nNa direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer.<br /> \n<br /> \nPensemos nisso!<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.<br /> \nEm 28.08.2012<br /> \n</em></div>