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PODCAST · 3191 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO
31 Mar 20156:59EP 214

O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO

&nbsp;<br /> \nO DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO<br /> \n<br /> \nQuando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> \nOu&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> \n<br /> \nDurante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> \nMeus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> \n<br /> \nAcontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> \n<br /> \nQuando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> \n<br /> \nQuando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> \n<br /> \nQuando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> \n<br /> \nQuando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> \n<br /> \nQuando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> \nMinha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> \n<br /> \nQuem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> \n<br /> \nSempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> \n<br /> \nEu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> \nAnda logo, vamos chegar atrasados.<br /> \n<br /> \nEu terminava minhas frases com elas. <br /> \nVamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> \n<br /> \nEu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> \nAnda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> \nAnda logo e vai se vestir.<br /> \nEu terminava meu dia com elas.<br /> \n<br /> \nAnda logo e vai escovar os dentes.<br /> \nAnda logo e vai dormir.<br /> \nE apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> \n<br /> \nA verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> \n<br /> \nAt&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> \n<br /> \nEu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> \n<br /> \nMeus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> \n<br /> \nMinha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> \n<br /> \n<br /> \n&ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> \n<br /> \nFoi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> \n<br /> \nQuando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> \n<br /> \n<br /> \nFazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> \nPense Nisso, mas pense...com calma.<br /> \n<br /> \nEste, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> \nAcesse: centroamericafm.com.br<br /> \n<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nCom base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> \nEm 05.2.2015<br />

O HOMEM E OS ANIMAIS
30 Mar 20154:11EP 213

O HOMEM E OS ANIMAIS

<strong>O homem e os animais.</strong><br /> \n<br /> \n<br /> \nQuando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> \nC&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> \nE assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> \nA crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> \nN&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> \nBrincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> \nA crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> \nO animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> \nPulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> \nCresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> \nEle solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> \nPorque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> \nPorque rasgou a bola, com os dentes.<br /> \nE, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> \n<br /> \nA crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> \nMas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> \nAo menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> \nSuas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> \nQuando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> \nFinalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> \nA viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> \nEle corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> \nMas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> \nEle corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> \nIndesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> \nA partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> \nCachorro sem dono.<br /> \nN&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> \nN&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> \nCachorro de ningu&eacute;m.<br /> \nSeus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> \n* * *<br /> \nPensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> \nS&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> \nOs animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> \nAssim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> \nN&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> \n<br /> \nPENSE NISSO.<br /> \n&nbsp;

A CULPA É DA CARNE
27 Mar 20153:58EP 212

A CULPA É DA CARNE

<strong>A Culpa &eacute; da Carne</strong><br /> \n<br /> \nQuando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> \n<br /> \nA culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> \n<br /> \nHahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> \n<br /> \nO corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> \n<br /> \nUma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> \n<br /> \nCulpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> \n<br /> \nQuando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> \n<br /> \n&Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> \n<br /> \nSe uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> \n<br /> \nAssim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> \nComo podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> \n<br /> \nQuando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> \n<br /> \nOutras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> \n<br /> \nQuanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> \n<br /> \nSe assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> \n<br /> \nToda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> \n<br /> \nAssim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \n<br /> \nTodos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> \n<br /> \nFazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> \n<br /> \nPense Nisso, mas pense Agora!<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> \nmedicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> \nEm 18.06.2012.<br /> \n</em></div>

A BENÇÃO DO TRABALHO
25 Mar 20153:22EP 211

A BENÇÃO DO TRABALHO

&nbsp;<strong>A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho.</strong><br /> \n<br /> \nEm todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> \n<br /> \nA maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> \n<br /> \nOs que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> \n<br /> \nOs comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> \n<br /> \nOs trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> \n<br /> \nQuem obedece almeja mandar.<br /> \n<br /> \nOs convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> \n<br /> \nO problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> \n<br /> \nDe modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> \n<br /> \nO anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> \n<br /> \nO desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> \n<br /> \nTodo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> \n<br /> \nEle &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> \n<br /> \nPor certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> \n<br /> \n&Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> \n<br /> \nContudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> \n<br /> \nNo contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> \n<br /> \nEstas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> \n<br /> \nAs posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> \n<br /> \nJ&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> \n<br /> \nN&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> \n<br /> \nO importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> \n<br /> \nTrabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> \n<br /> \nAssim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;, &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> \n<br /> \nA Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> \n<br /> \nMas o universo , a quanto tempo esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> \n<br /> \nPense nisso.<br />

MADRE TEREZA DE CALCUTÁ: UM ANJO REAL
23 Mar 20153:17EP 209

MADRE TEREZA DE CALCUTÁ: UM ANJO REAL

&nbsp;Madre Tereza de C&agrave;lcuta: Um anjo Real.<br /> \n<br /> \nMadre Tereza de C&aacute;lcuta, s&iacute;mbolo da abnega&ccedil;&atilde;o, do altru&iacute;smo, da benevol&ecirc;ncia e amor aos deserdados da sociedade.Os chamados P&aacute;rias, os que foram colocados a margem da sociedade. Madre Tereza de C&aacute;lcuta, o Espirito de luz, o anjo que foi colocado por Deus, para nos ensinar,que o amor de verdade se encontra na caridade, sem segundas inten&ccedil;&otilde;es.Esse anjo nos deixou muitas li&ccedil;&otilde;es de amor. Uma delas vamos compartilhar com voc&ecirc; ouvinte do Pense Nisso. Madre Tereza escreveu:<br /> \n<br /> \nO dia mais belo: hoje<br /> \nA coisa mais f&aacute;cil: errar<br /> \nO maior obst&aacute;culo: o medo<br /> \nO maior erro: o abandono<br /> \nA raiz de todos os males: o ego&iacute;smo<br /> \nA distra&ccedil;&atilde;o mais bela: o trabalho<br /> \nA pior derrota: o des&acirc;nimo<br /> \nOs melhores professores: as crian&ccedil;as<br /> \nA primeira necessidade: comunicar-se<br /> \nO que traz felicidade: ser &uacute;til aos demais<br /> \nO pior defeito: o mau humor<br /> \nA pessoa mais perigosa: a mentirosa<br /> \nO pior sentimento: o rancor<br /> \nO presente mais belo: o perd&atilde;o<br /> \nO mais imprescind&iacute;vel: o lar<br /> \nA rota mais r&aacute;pida: o caminho certo<br /> \nA sensa&ccedil;&atilde;o mais agrad&aacute;vel: a paz interior<br /> \nA maior prote&ccedil;&atilde;o efetiva: o sorriso<br /> \nO maior rem&eacute;dio: o otimismo<br /> \nA maior satisfa&ccedil;&atilde;o: o dever cumprido<br /> \nA for&ccedil;a mais potente do mundo: a f&eacute;<br /> \nAs pessoas mais necess&aacute;rias: os pais<br /> \nA mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!<br /> \n<br /> \nPensemos Nisso, e fa&ccedil;amos a terapia do amor.<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso &ndash; inspirado na obra de Madre Tereza de C&aacute;lcuta.<br /> \nSugest&atilde;o da ouvinte Leorena Savignano .<br /> \n10.07.2012</em></div>

A ILUSÃO
20 Mar 20153:44EP 208

A ILUSÃO

<strong>&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> \n</strong><br /> \nA ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> \n<br /> \nA busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> \n<br /> \nSem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> \n<br /> \nA medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> \n<br /> \nTodavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> \n<br /> \nAproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> \n<br /> \nS&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> \n<br /> \nSuti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> \n<br /> \nCal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> \n<br /> \nS&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> \n<br /> \nA psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> \n<br /> \nEla diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> \n<br /> \nN&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> \n<br /> \nVivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> \n<br /> \nCom isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> \n<br /> \nTorna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> \n<br /> \nVale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> \n<br /> \nBuscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> \n<br /> \nRetirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> \n<br /> \nNa dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> \n<br /> \nPensemos nisso!<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consci&ecirc;ncia de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.<br /> \nEm 28.08.2012<br /> \n</em></div>

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