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PODCAST · 3191 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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AJUDAR A SI MESMO
20 Abr 20153:58EP 223

AJUDAR A SI MESMO

&nbsp;AJUDAR-SE A SI MESMO<br /> \n<br /> \nO mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> \n<br /> \nTodos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> \n<br /> \nDepois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> \n<br /> \nH&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> \n<br /> \nPara justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> \n<br /> \nOra, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> \n<br /> \n&Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> \n<br /> \nA verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> \n<br /> \nPessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> \nSeja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> \nPense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> \nEm 08.4.2014</em></div>

O SAL DA VIDA
18 Abr 20154:08EP 222

O SAL DA VIDA

<strong>&nbsp;O sal da vida</strong><br /> \n<br /> \nConta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> \nCerta vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> \nMestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> \nPois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> \nForam os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> \nEm seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> \nO rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> \nTendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> \nO aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> \nQual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> \nRuim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> \nPois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> \nE mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> \nO mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> \nQuero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> \nO jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> \nAgora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> \nO rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> \nE agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> \nN&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> \nAs dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> \nSe voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> \nPor outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> \nRestar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \nMuitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> \nSe vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> \nPor outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> \nAntes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> \nPensemos nisso... E pensemos agora!<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> \ncom base em conto de autoria desconhecida.<br /> \nEm 17.3.2014.</em></div> \n<br />

IMPORTANTE LIÇÃO
15 Abr 20154:35EP 221

IMPORTANTE LIÇÃO

<strong>&nbsp;Importante li&ccedil;&atilde;o</strong><br /> \n<br /> \nNuma &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> \nUma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> \nQuanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> \nCincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> \nO menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> \nBem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> \nA essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> \nO menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> \nDepressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> \nQuando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \nSer grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> \nQuem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> \nAfinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> \nJ&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> \nO que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> \nComo poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> \nDe que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> \nEm todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> \nClientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> \nPor isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \nO com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> \nSempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> \nPor vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> \nAcostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> \nAntes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> \nignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> \npsicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> \nEm 14.08.2012.</em></div>

INDAGAÇÕES
14 Abr 20153:46EP 220

INDAGAÇÕES

<strong>&nbsp;Indaga&ccedil;&otilde;es</strong><br /> \n<br /> \nVoc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> \nAdmite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> \nSe estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> \nNas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> \nE se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> \nSe voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> \nVoc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> \nIrrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> \nQue mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> \nQue importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> \n&Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> \nVoc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \n<br /> \n&Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> \n&Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> \nOlhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> \nN&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> \nAssim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> \nPensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> \nIndaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> \nAs respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> \ndo livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> \nde Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> \nEm 01.4.2015.<br /> \n</em></div>

MÃOS
11 Abr 20152:31EP 219

MÃOS

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RAZÃO DE VIVER
10 Abr 20154:41EP 218

RAZÃO DE VIVER

<strong>&nbsp;Raz&atilde;o de viver</strong><br /> \n<br /> \nMuitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> \nDormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> \nVagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> \nLevam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> \nDeixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> \nN&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> \nQuando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> \nCom certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> \n&Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> \n&Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> \nSeria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> \nPara que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> \nPara quem &eacute; que eu vivo?<br /> \nDificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> \nCada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> \n&Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> \n&Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> \nDedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> \nDedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> \nDedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> \nApoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> \nAssim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> \nQuando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> \nCada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> \nA vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> \nSe voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> \nDedique-se a isso.<br /> \nEmpreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> \nLiberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> \nSinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> \nIsso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> \n* * *<br /> \nO tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> \nUtiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> \nD&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 25, do livro Para uso<br /> \ndi&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> \nEm 14.8.2013.</em></div>

CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE
9 Abr 20154:35EP 217

CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

<strong>&nbsp;Contempla&ccedil;&atilde;o do excelente<br /> \n</strong><br /> \nAtravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> \nDesconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> \nIgnoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> \nEspalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> \nN&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> \nO gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> \nOs desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> \nTemos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> \nEncontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \n<br /> \nDiante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> \nO bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> \nCabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> \nAs crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> \nAs grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> \nAli&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> \nNa verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> \nPodemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> \n&Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> \nO que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> \nQuero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> \nEstou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> \nCultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> \ndo livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> \npsicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> \nEm 31.3.2015</em></div>

FIXAÇÃO MENTAL
8 Abr 20153:57EP 216

FIXAÇÃO MENTAL

<strong>&nbsp;Fixa&ccedil;&atilde;o mental</strong><br /> \n<br /> \nVoc&ecirc; j&aacute; teve a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o fechou a porta, n&atilde;o desligou o ferro el&eacute;trico, n&atilde;o travou o carro, n&atilde;o apagou a luz?<br /> \nEssas situa&ccedil;&otilde;es surgem, pondo em d&uacute;vida o que, h&aacute; poucos minutos, t&iacute;nhamos como uma certeza.<br /> \nSe n&oacute;s nos deixamos atormentar por tais id&eacute;ias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos preju&iacute;zos. &Eacute; a chamada id&eacute;ia fixa, fixa&ccedil;&atilde;o mental ou monoid&eacute;ia.<br /> \nNessa mesma linha de racioc&iacute;nio, os sentimentos de ci&uacute;me, de inveja, o fanatismo pol&iacute;tico, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos &agrave; nossa economia espiritual.<br /> \nCausados por essas id&eacute;ias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguran&ccedil;as, as m&aacute;goas guardadas, entre outros males.<br /> \nQuando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em id&eacute;ia fixa ou monoid&eacute;ia, poderemos gerar desequil&iacute;brios e perturba&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o.<br /> \nSe percebermos as insinua&ccedil;&otilde;es dessas id&eacute;ias negativas tentando instala&ccedil;&atilde;o em nossas mentes, envidemos esfor&ccedil;os para expuls&aacute;-las imediatamente.<br /> \nEmpreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseveran&ccedil;a nos bons prop&oacute;sitos, a f&eacute; e a paci&ecirc;ncia, como verdadeiros ant&iacute;dotos para expulsar essas id&eacute;ias perniciosas.<br /> \nA transforma&ccedil;&atilde;o moral, a a&ccedil;&atilde;o no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, s&atilde;o medidas eficientes na preven&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias indesej&aacute;veis.<br /> \nSe, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunst&acirc;ncias perturbadoras, fa&ccedil;amos uma an&aacute;lise dos pensamentos que alimentamos, pois neles est&atilde;o a causa desses desequil&iacute;brios.<br /> \nPortanto, manter a mente e as m&atilde;os ocupadas no trabalho nobre s&atilde;o medidas profil&aacute;ticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o definitiva dessas verdadeiras pris&otilde;es mentais.<br /> \nBusquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.<br /> \nQue a esperan&ccedil;a seja o nosso grande tesouro e que nosso cora&ccedil;&atilde;o possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das pris&otilde;es mentais que tanto nos infelicitam.<br /> \n* * *<br /> \nNos momentos em que nos permitimos fixa&ccedil;&otilde;es mentais desajustadas, Esp&iacute;ritos infelizes podem sugerir-nos id&eacute;ias mal&eacute;ficas, aumentando nosso desequil&iacute;brio.<br /> \nNessas situa&ccedil;&otilde;es, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingan&ccedil;a, o ci&uacute;me, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!<br /> \nA vigil&acirc;ncia sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos control&aacute;-los, n&atilde;o nos permitindo cair em sugest&otilde;es infelizes.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Fixa&ccedil;&atilde;o mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.<br /> \nEm 18.03.2015.</em></div>

Nada tocando
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