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PODCAST · 3191 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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SALVEM AS MULHERES
28 Jul 20154:30EP 287

SALVEM AS MULHERES

<strong>&nbsp;SALVEM AS MULHERES</strong><br /> \n<br /> \nSei que muitos est&atilde;o questionando a prop&oacute;sito do titulo de pense nisso de hoje.Afinal, o dia da mulher j&aacute; passou.Passou pra quem pensa que a mulher &eacute; s&oacute; objeto, ou santa, que deve ser adorada em um dia especifico.Por isso, quero que voc&ecirc; homem, menos atencioso com a sua mulher, preste muita aten&ccedil;&atilde;o nas seis dicas que vou lhe passar sobre elas:<br /> \n<br /> \n1. Habitat<br /> \nMulher n&atilde;o pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugir&aacute; ou morrer&aacute; por dentro. N&atilde;o h&aacute; corrente que as prenda e as que se submetem &agrave; jaula perdem o seu DNA. Voc&ecirc; jamais ter&aacute; a posse de uma mulher, o que vai prend&ecirc;-la a voc&ecirc; &eacute; uma linha fr&aacute;gil que precisa ser refor&ccedil;ada diariamente.<br /> \n<br /> \n2. Alimenta&ccedil;&atilde;o correta<br /> \nNingu&eacute;m vive de vento. Mulher vive de carinho. D&ecirc;-lhe em abund&acirc;ncia. &Eacute; coisa de homem, sim, e se ela n&atilde;o receber de voc&ecirc; vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo&rsquo; no caf&eacute; da manh&atilde; as mant&eacute;m vi&ccedil;osas e perfumadas durante todo o dia. Um abra&ccedil;o di&aacute;rio &eacute; como a &aacute;gua para as samambaias. N&atilde;o a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por m&ecirc;s &eacute; necess&aacute;rio, sen&atilde;o obrigat&oacute;rio, servir um prato especial.<br /> \n<br /> \n3. Flores<br /> \nTamb&eacute;m fazem parte de seu card&aacute;pio &ndash; mulher que n&atilde;o recebe flores murcha rapidamente e adquire tra&ccedil;os masculinos como rispidez e brutalidade.<br /> \n<br /> \n4. Respeite a natureza<br /> \nVoc&ecirc; n&atilde;o suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do pr&oacute;prio dia, discutir a rela&ccedil;&atilde;o? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.<br /> \n<br /> \n5. N&atilde;o tolha a sua vaidade<br /> \n&Eacute; da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no sal&atilde;o de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.<br /> \n<br /> \n6. C&eacute;rebro feminino n&atilde;o &eacute; um mito<br /> \nPor inseguran&ccedil;a, a maioria dos homens prefere n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia do c&eacute;rebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem n&atilde;o possu&iacute;-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Ent&atilde;o, aguente mais essa: mulher sem c&eacute;rebro n&atilde;o &eacute; mulher, mas um mero objeto de decora&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; se cansou de colecionar bibel&ocirc;s, tente se relacionar com uma mulher. Algumas v&atilde;o lhe mostrar que t&ecirc;m mais massa cinzenta do que voc&ecirc;. N&atilde;o fuja dessas, aprenda com elas e cres&ccedil;a. E n&atilde;o se preocupe, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os homens, a intelig&ecirc;ncia n&atilde;o funciona como repelente para as mulheres.<br /> \n<br /> \nN&atilde;o fa&ccedil;a sombra sobre ela<br /> \nSe voc&ecirc; quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atr&aacute;s. Assim, quando ela brilhar, voc&ecirc; vai pegar um bronzeado. Por&eacute;m, se ela estiver atr&aacute;s, voc&ecirc; vai levar um p&eacute;-no- traseiro.<br /> \n<br /> \nAceite: mulheres tamb&eacute;m t&ecirc;m luz pr&oacute;pria e n&atilde;o dependem de n&oacute;s para brilhar. O homem s&aacute;bio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os pr&oacute;prios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estar&aacute; salvando a si mesmo.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Com base no texto Luis Fernando Ver&iacute;ssimo<br /> \nEm 16.3.2014.</em></div>

MULHER E DEDICAÇÃO
27 Jul 20152:32EP 286

MULHER E DEDICAÇÃO

<strong>&nbsp;Mulher e dedica&ccedil;&atilde;o<br /> \n</strong><br /> \nEm uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> \nLennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> \nNo Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> \nEm todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> \nEsfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> \nEm alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> \nEm outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> \nBasta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> \nVilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> \nMesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> \nSem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> \nPor toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> \nPor mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> \nQuer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> \nQuem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> \nE os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> \nTodos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> \nM&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> \nTanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> \nE fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> \nMas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> \n* * *<br /> \nSe nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> \nA miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br />

O ESPORTE E A GUERRA
25 Jul 20154:50EP 285

O ESPORTE E A GUERRA

<strong>&nbsp;O esporte e a guerra</strong><br /> \n<br /> \nCerca de cinquenta homens de cada lado. Homens preparados para lutar, para matar. Vindos de lugares diferentes. O que eles t&ecirc;m em comum &eacute; que s&atilde;o loucos por futebol.<br /> \nO clima deveria ser natalino, mas as circunst&acirc;ncias os colocaram em campos opostos. O lugar onde se encontram &eacute; terra de ningu&eacute;m.<br /> \nO apito soa em algum lugar. O que eles fazem?<br /> \nEles se divertem com a bola improvisada. Chutam e brincam de marcar gols, de dar passes e de driblar. Eles s&atilde;o soldados alem&atilde;es, de um lado, e soldados ingleses, do outro.<br /> \nNingu&eacute;m perde, todos ganham. Depois de meia hora de brincadeira s&atilde;o convocados a voltar para as trincheiras.<br /> \nEra 25 de dezembro de 1915 e a Primeira Guerra Mundial mataria a maioria deles. Mas, naquela improv&aacute;vel confraterniza&ccedil;&atilde;o de Natal, eles foram felizes.<br /> \nQuem deu a ordem para a brincadeira acabar foi o major brit&acirc;nico, que ordenou o retorno da tropa para a trincheira lembrando, aos gritos, que estavam l&aacute; para matar os alem&atilde;es, n&atilde;o para fazer amizade com eles.<br /> \nN&atilde;o h&aacute; registros oficiais dessa partida, mas houve alguns relatos dos participantes. A &ldquo;Tr&eacute;gua de 1915&rdquo; est&aacute; nos livros de Hist&oacute;ria, n&atilde;o &eacute; um conto de Natal.<br /> \nUm dos soldados acabou conhecido por ter vivido muito. Viveu para contar e fez um relato singelo daquele Natal.<br /> \nAfirmou que, na noite de 24 de dezembro, ele e seus colegas ouviram can&ccedil;&otilde;es de Natal, vindas do lado alem&atilde;o e responderam cantando.<br /> \nNaquele Natal de 1915, houve diversas tr&eacute;guas improvisadas e informais, ao longo das frentes de batalha. Por&eacute;m, aquela breve partida de futebol, um futebol alegre, sem resqu&iacute;cios de batalha, foi inesquec&iacute;vel.<br /> \n* * *<br /> \nNestes tempos em que as arenas de futebol parecem verdadeiros campos de batalha, campos de &oacute;dio e viol&ecirc;ncia, vale a pena refletir sobre algumas quest&otilde;es:<br /> \nSer&aacute; que estamos entendendo a verdadeira fun&ccedil;&atilde;o dos esportes em nossa sociedade?<br /> \nSer&aacute; que perdemos o esp&iacute;rito esportivo, quando transformamos essas atividades em simples neg&oacute;cios, onde n&atilde;o h&aacute; mais espa&ccedil;o para divers&atilde;o e confraterniza&ccedil;&atilde;o?<br /> \nSer&aacute; que estamos voltando &agrave;s arenas para assistir massacres? Depois de tanto tempo? Ser&aacute; que ainda temos na alma esse prazer doentio?<br /> \nNo que nos tornamos quando vestimos a camisa desse ou daquele time? Ser&aacute; que uniformes t&ecirc;m o poder de nos transformar em primitivos novamente?<br /> \nN&atilde;o podemos permitir isso. N&atilde;o mais. Fomos t&atilde;o cru&eacute;is durante tanto tempo e agora, que temos a chance de viver a Nova Era, a era de amor, de amizade, insistimos nesses v&iacute;cios destruidores?<br /> \nEsporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de do corpo e da alma. Esporte &eacute; supera&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima. Esporte n&atilde;o &eacute; destrui&ccedil;&atilde;o ou um simples instrumento para colocarmos para fora nossos animais internos.<br /> \nO prazer de reunir um grande grupo para torcer por essa ou aquela equipe, nessa ou naquela modalidade, deve estar na confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> \nO esporte perde seu sentido quando abandona a divers&atilde;o, o l&uacute;dico. E mais, quando abandona a paz.<br /> \nEle deve ser instrumento da paz, e n&atilde;o da guerra.<br /> \nReflitamos sobre isso tudo. Eduquemos nossas crian&ccedil;as. Alteremos os costumes b&aacute;rbaros ainda t&atilde;o presentes nos esportes da Terra.<br /> \nEsporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de, confraterniza&ccedil;&atilde;o e ve&iacute;culo da paz.<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> \nde Marleth Silva, do jornal Gazeta do Povo,<br /> \nde 15.12.2013.<br /> \nEm 16.3.2014.</em></div>

O QUE FAZEMOS NÓS?
24 Jul 20154:34EP 284

O QUE FAZEMOS NÓS?

&nbsp;<strong>O que fazemos n&oacute;s?</strong><br /> \n<br /> \nMuito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> \nMuito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> \nAssim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> \nO mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> \nNa multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> \nAssim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> \nN&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> \nAlguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> \nVale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> \nAssim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> \nA viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> \nInevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> \nNada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> \nSe tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> \nSe muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> \nA sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> \nSe desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> \nNossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> \nTudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> \nDessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> \nA reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> \nDia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> \nEnquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> \nAnte a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> \nPensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nEm 25.4.2014.</em></div> \n<br />

ANJO BRANCO
23 Jul 20153:30EP 283

ANJO BRANCO

<strong>&nbsp;Anjo Branco<br /> \n</strong><br /> \nPancho, &eacute; um simp&aacute;tico e inteligente vira lata branco de olhar que inspira ternura e vivacidade.<br /> \nSempre ao lado de Dona Francisca Solano, uma senhora de 70 anos, que o adotou ainda filhote.<br /> \nPancho a acompanhava a todos os lados, e muitas vezes ajudava Francisca a recolher lenha para o fog&atilde;o. Afinal, as noites eram muito frias naquela regi&atilde;o dos Andes,<br /> \nAo chegar a noite, o esperto c&atilde;ozinho branco, avisava que j&aacute; era hora de repousarem. Ent&atilde;o, os dois dormiam juntos, na mesma cama.<br /> \nPor&eacute;m, numa manh&atilde;, Dona Francisca n&atilde;o acordou como era de costume. Pancho, tentou desperta-l&aacute; com lambidas e cutuc&otilde;es com as suas patas. Mas, a velha senhora continuava im&oacute;vel.Mais tarde, vizinhos do povoados fora verificar o que tinha acontecido &ndash; era muito estranho, que dona Francisca ainda n&atilde;o aparecera para os afazeres e tomar um mate com as pessoas que tanto a amavam.<br /> \nAo entrarem na humilde resid&ecirc;ncia, encontram Pancho, o fiel c&atilde;o de Dona Francisca, aconchegado ao redor do pesco&ccedil;o da senhora. Ela sofreu um derrame enquanto dormia, mas ainda estava viva.Por&eacute;m, entrou em coma profundo.<br /> \nLevada para um distante hospital, os m&eacute;dicos chegaram a conclus&atilde;o que dificilmente dona francisca voltaria do coma.E assim, a mandaram de volta pra casa.<br /> \nPancho, continuava ali, ao redor do pesco&ccedil;o da sua amada amiga.<br /> \nE permanecia por horas e horas, com a sua pata ao redor do pesco&ccedil;o de dona francisca.<br /> \nAp&oacute;s um m&ecirc;s, aconteceu o inimagin&aacute;vel, a Sra. Francisca acordou do coma em que estava para surpresa e felicidade de sua fam&iacute;lia. <br /> \nO mais impressionante foi que a primeira coisa que a senhora fez quando estava acordando foi perguntar: <br /> \n- Onde est&aacute; o Anjo Branco que todos os dias dizia no meu ouvido que tudo ficaria bem?.<br /> \nTudo em a natureza se encadeia por elos que ainda n&atilde;o podemos compreender. Os animais t&ecirc;m suas formas de comunica&ccedil;&atilde;o entre si e conosco, seres humanos.<br /> \nQuanto ainda temos a aprender em termos de natureza, a respeito da grande inter-rela&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre todas as coisas, desse grande encadeamento entre todos os seres, obra do mesmo Pai.<br /> \nPensemos nisso.<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> \ncom base em uma historia ver&iacute;dica publicada na internet.<br /> \nEm 28.2.2014</em></div>

RÓTULOS
21 Jul 20153:03EP 282

RÓTULOS

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O FIM DO MUNDO
18 Jul 20153:12EP 281

O FIM DO MUNDO

<strong>&nbsp;O fim do mundo</strong><br /> \n<br /> \nN&atilde;o &eacute; novidade a previs&atilde;o de que o mundo vai acabar. As culturas milenares ou doutrinas recentes, pregadores de hoje ou profetas do ontem se fizeram arautos do fim do mundo.<br /> \nAlguns previram explos&otilde;es e convuls&otilde;es intensas avassalando imensas regi&otilde;es.<br /> \nOutros, imaginaram grandes aster&oacute;ides se chocando com a Terra, convulsionando de tal forma a harmonia do planeta, que a vida humana se tornaria imposs&iacute;vel, sendo destru&iacute;da em sua totalidade.<br /> \nAlguns fan&aacute;ticos promoveram suic&iacute;dios coletivos, antecipando a cat&aacute;strofe que, imaginavam eles, se daria brevemente.<br /> \nN&atilde;o foram poucos aqueles que marcaram data, ano, na exatid&atilde;o do calend&aacute;rio que se escoava e que teimava em n&atilde;o cumprir a previs&atilde;o catastr&oacute;fica.<br /> \nPoucos, por&eacute;m, se deram conta de que o mundo h&aacute; muito tempo vem acabando.<br /> \nOnde est&aacute; o mundo onde as mulheres n&atilde;o tinham direitos sociais, eram proibidas de votar, n&atilde;o podiam frequentar a escola?<br /> \nEsse mundo acabou, resistindo apenas em alguns rinc&otilde;es de ignor&acirc;ncia e mis&eacute;ria moral.<br /> \nComo falar, ent&atilde;o, do mundo onde as cartas levavam meses para encontrar seu destino, onde as not&iacute;cias eram poucas e raras, onde sabia-se de pouco e pouco se difundia?<br /> \nEsse mundo tamb&eacute;m acabou, substitu&iacute;do por um mundo melhor, onde a tecnologia nos aproxima, nos beneficia, coloca luzes nos mais distantes lugares do mundo, minimizando as dores e dificuldades.<br /> \nAnalisando assim, &eacute; verdade que o mundo est&aacute; acabando. N&atilde;o da maneira violenta e definitiva como imaginavam tantos, nem tampouco de forma irrevers&iacute;vel e avassaladora como pregaram outros.<br /> \n&Eacute; natural da evolu&ccedil;&atilde;o humana que o mundo v&aacute; se acabando, para que outro mundo se construa, na marcha inevit&aacute;vel do progresso e da melhora.<br /> \nMesmo a guerra, as grandes cat&aacute;strofes naturais, os desastres s&atilde;o previstos nas leis de Deus para que o progresso ganhe marcha e a melhora se instale para todos.<br /> \nNesses dias de transi&ccedil;&atilde;o que ora passamos, &eacute; urgente que o mundo tamb&eacute;m se acabe.<br /> \nMas esse mundo que deve ser extinto &eacute; o mundo da viol&ecirc;ncia que palpita dentro de n&oacute;s.<br /> \nTemos que ajudar a dar fim ao mundo de injusti&ccedil;a que, muitas vezes, permitimos que se d&ecirc; sob os nossos olhos.<br /> \nDevemos colaborar para o fim de um mundo de iniquidades, de desigualdades, de fome e mis&eacute;ria que ainda se estende por tanta parte e para tantos.<br /> \n&Eacute; verdadeiramente urgente que esse mundo todo se acabe. E que um novo mundo se inicie em nossa intimidade e, aos poucos, possamos colaborar para que nosso planeta ganhe outras paisagens e outros valores.<br /> \nS&oacute; assim dia vir&aacute; em que olharemos para esses dias que ora se passam e teremos a certeza de que o mundo acabou. E que no lugar dele, um mundo de paz, harmonia e justi&ccedil;a se instaurou, para nunca mais acabar.<br /> \n<br /> \nPense nisso, mas pense agora.<br />

O TROTE
17 Jul 20153:36EP 280

O TROTE

<strong>O Trote</strong><br /> \n<br /> \nAcontece a cada in&iacute;cio de per&iacute;odo letivo. Mais caracterizado nas Universidades, embora em algumas escolas de n&iacute;vel m&eacute;dio ocorra igualmente.<br /> \n&Eacute; o trote a que s&atilde;o submetidos os calouros. Dos banhos de lama, cortes de cabelo e pinturas exageradas pelo corpo, tem, a cada ano, mais evidenciado o desrespeito e a inconsequ&ecirc;ncia.<br /> \nDa humilha&ccedil;&atilde;o de sair &agrave; rua mendigando moedas, ao desfile p&uacute;blico portando sacos de estopa &agrave; guisa de vestimenta, passou-se a engendrar maiores maldades e atos vexat&oacute;rios.<br /> \nMais de uma vez o excesso, do que deveria ser uma saud&aacute;vel brincadeira, coloca em risco a vida do calouro.<br /> \nS&atilde;o queimaduras por produtos qu&iacute;micos at&eacute; o coma alco&oacute;lico, pela indu&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas variadas.<br /> \nO momento de alegria, de comemora&ccedil;&atilde;o do sucesso se transforma em pesadelo ao calouro e aos seus familiares.<br /> \nOs meses exaustivos de estudo, a tens&atilde;o pelas provas, a disputa por uma vaga, o investimento emocional e financeiro se encerra, por vezes, para o candidato, de forma frustrante.<br /> \nSer&aacute; isso que a Universidade tem a oferecer? Certo que o que os bancos acad&ecirc;micos oferecem &eacute; a instru&ccedil;&atilde;o.<br /> \nMas o conhecimento ampliado, a possibilidade do avan&ccedil;ar no intelecto estar&aacute; acaso criando monstros? Seres humanos insens&iacute;veis, ou pior, maus ao ponto de agredir colegas novatos?<br /> \nCom certeza, isso &eacute; o reflexo do relaxamento da educa&ccedil;&atilde;o, a arte de formar caracteres.<br /> \nReflexo de lares onde tudo se est&aacute; permitindo &agrave; crian&ccedil;a, que cresce com o conceito de que tudo pode.<br /> \nMesmo porque, desde os bancos escolares primeiros, em muitos casos, os professores s&atilde;o ref&eacute;ns em sala de aula.<br /> \nRef&eacute;ns de pais que d&atilde;o raz&atilde;o irrestrita aos filhos, com o argumento de que pagam a mensalidade.<br /> \nRef&eacute;ns de alunos que sabem que n&atilde;o importa o que fa&ccedil;am, nada lhes acontecer&aacute;.<br /> \nEnt&atilde;o, nos perguntamos: Para onde vamos, afinal? O que ser&aacute; do mundo, se os profissionais em forma&ccedil;&atilde;o agem com total desrespeito ao ser humano, &agrave;s leis, &agrave; ordem?<br /> \nQue esperaremos de um profissional m&eacute;dico amanh&atilde;, se hoje, adentrando a Universidade, ele massacra seu colega?<br /> \nQue aguardaremos de um advogado amanh&atilde;, se agora ele se permite o desrespeito ao companheiro de classe, em total desconsidera&ccedil;&atilde;o com a &eacute;tica?<br /> \nQue nos reserva o futuro?<br /> \n* * *<br /> \nPais e professores cabe-nos retomar as r&eacute;deas e estabelecer diretrizes.<br /> \n&Eacute;tica no lar, respeito na escola, normativas de comportamento.<br /> \nParceria lar-escola. Parceria nos prop&oacute;sitos, nos ideais. Sentirmo-nos como part&iacute;cipes de um mesmo e grandioso prop&oacute;sito de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> \nAssim, quando as crian&ccedil;as se transformarem em adolescentes, em jovens, estaremos de bra&ccedil;os dados, nas comemora&ccedil;&otilde;es dos seus sucessos.<br /> \nE quando chegar o momento do trote, teremos eventos produtivos acontecendo.<br /> \nGincanas entre grupos de uma e outra faculdade, disputando quem arrecada maior quantidade de alimentos para o lar de idosos; quem consegue maior n&uacute;mero de latas de leite em p&oacute; para as creches.<br /> \nTeremos mutir&otilde;es de jovens, dispostos a colaborar com o pr&oacute;prio complexo estrutural universit&aacute;rio, pintando, consertando, melhorando a cal&ccedil;ada, embelezando o jardim.<br /> \nPensemos nisso e invistamos logo, para um amanh&atilde; de paz com que todos sonhamos<br />

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