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PODCAST · 3189 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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EDUCAÇÃO
11 Mai 20162:22EP 469

EDUCAÇÃO

<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> \nMinha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> \nFicamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> \nOra, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> \nAdemais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> \nA educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> \nAssim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> \nUm amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> \nImediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> \nEnt&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> \nEle ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> \nDessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> \nImaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam como Modelo e Guia.<br /> \nPortanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> \nAssim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> \nPense Nisso, Mas pense agora<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> \n<br /> \nEm 10.05.2012.<br /> \n</span> <br />

DIA AMARGO
10 Mai 20162:17EP 468

DIA AMARGO

<strong>&nbsp;DIA AMARGO<br /> \n</strong><br /> \n<span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> \nEsses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por <br /> \nAlguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> \nOutros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> \nE a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> \nE o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> \nAssim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> \nSe ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> \nSe estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> \nLembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> \nLembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> \n* * *<br /> \nN&atilde;o estrague o seu dia.<br /> \nA sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> \nAs suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> \nOs seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> \nO seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> \nA sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> \nA sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> \nO seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> \nAs suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> \nAs suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> \nN&atilde;o estrague o seu dia.<br /> \n<br /> \nPENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />

O VALOR DA PACIÊNCIA
9 Mai 20164:16EP 467

O VALOR DA PACIÊNCIA

<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> \n<br /> \nA<span style=''font-size: small;''>lgu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> \n<br /> \nNada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> \n<br /> \nAlgumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> \n<br /> \nOutras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> \n<br /> \nMas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> \n<br /> \nQuantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> \n<br /> \nN&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> \n<br /> \nMuita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> \n<br /> \nQuando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> \n<br /> \nAbsolutamente, n&atilde;o.<br /> \n<br /> \nCrescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> \n<br /> \nPara isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> \n<br /> \nQuando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> \n<br /> \nAbsolutamente, n&atilde;o.<br /> \n<br /> \nJuntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> \n<br /> \nTamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> \n<br /> \nO desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> \n<br /> \nMas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> \n<br /> \nEmbora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> \n<br /> \n<br /> \nQuem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> \n<br /> \nE que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> \nPense Nisso, mas pense agora.<br /> \n******<br /> \n<br /> \nAcesse o novo site da centro America fm.<br /> \nL&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> \nAcesse: centroamericafm.com.br<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nCom base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> \nEm 11.4.2014.</span><br />

AJUDAR-SE A SI MESMO
7 Mai 20163:35EP 466

AJUDAR-SE A SI MESMO

&nbsp;<strong>AJUDAR-SE A SI MESMO</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> \n<br /> \nTodos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> \n<br /> \nDepois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> \n<br /> \nH&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> \n<br /> \nPara justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> \n<br /> \nOra, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> \n<br /> \n&Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> \n<br /> \nA verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> \n<br /> \nPessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> \nSeja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> \nPense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> \nEm 08.4.2014</span><br />

DINHEIRO E VALORES
6 Mai 20162:23EP 465

DINHEIRO E VALORES

<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> \nPodemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> \nPodemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> \nAdquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> \nCompramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> \nCom o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> \nPodemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> \nCom o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> \nO dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> \nPodemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> \nEnfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> \nComo podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> \nQual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> \nPensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> \nVale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> \nEsses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> \nA leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> \nA aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> \nA conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> \nUma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.</span><br />

O CICLO DA VIOLÊNCIA
5 Mai 20164:30EP 464

O CICLO DA VIOLÊNCIA

&nbsp;<strong>O CICLO DA VIOL&Ecirc;NCIA</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>Uma das queixas maiores de toda a popula&ccedil;&atilde;o &eacute; do &iacute;ndice crescente de viol&ecirc;ncia. N&atilde;o existe mais seguran&ccedil;a, comentam as pessoas, alarmadas.<br /> \nEscolas, empresas, os governos estabelecem campanhas contra a viol&ecirc;ncia, utilizando-se de palestras, semin&aacute;rios e da m&iacute;dia em geral. Cartazes s&atilde;o afixados em pontos estrat&eacute;gicos, pessoas colocam botons no pr&oacute;prio peito, afixam adesivos nos carros, criam-se campanhas institucionais em r&aacute;dio e TV.. Contudo, a viol&ecirc;ncia parece n&atilde;o diminuir.<br /> \nTalvez n&atilde;o estejamos nos dando conta do ciclo que percorre a viol&ecirc;ncia.<br /> \nConta-se que certo general passou a noite inteira sem conseguir pregar o olho. Pela manh&atilde;, estava muito irritado e chegando ao quartel, mal viu o coronel, dirigiu-lhe palavras rudes de admoesta&ccedil;&atilde;o, por coisa nenhuma.<br /> \nO coronel engoliu em seco a pr&oacute;pria raiva, pois n&atilde;o podia externar o que lhe ia na intimidade ao seu superior. Saiu da sala e, encontrando o tenente no corredor, gritou com ele, falando da sua incompet&ecirc;ncia em resolver quest&otilde;es de somenos import&acirc;ncia no quartel.<br /> \nO tenente ficou vermelho. Sentiu o sangue quase explodir no c&eacute;rebro, mas mordeu a l&iacute;ngua para n&atilde;o se alterar com o seu comandante. Bateu contin&ecirc;ncia e foi para o p&aacute;tio, onde encontrou o sargento, que se preparava para os exerc&iacute;cios com seus subordinados.<br /> \nAsperamente se dirigiu a ele, deixando-o com muita raiva. O sargento esperou que o tenente se afastasse, rodou sobre os calcanhares e se encaminhou at&eacute; o cabo, que lhe recebeu toda a agressividade guardada.<br /> \nO cabo n&atilde;o gostou de ser xingado por algo que n&atilde;o fizera. E acabou despejando a sua ira no primeiro soldado que encontrou, a caminho do seu alojamento. Reclamou de tudo, deixando o pobre homem arrasado.<br /> \nComo o soldado estava em final de expediente, saiu do quartel e se dirigiu ao terminal de &ocirc;nibus. Quando subiu no coletivo, perdeu a calma com o cobrador que disse n&atilde;o ter troco para a nota que ele apresentou.<br /> \nO motorista do &ocirc;nibus assistiu tudo, tomou as dores do cobrador mas, com medo de reagir porque a pessoa em quest&atilde;o era um militar, se calou.<br /> \nContudo, quando chegou em casa, trazia dentro de si toda a raiva que segurara durante as &uacute;ltimas horas de trabalho e, porque a esposa demorasse em colocar a comida &agrave; mesa, ele lhe dirigiu palavras inadequadas, grosseiras e ofensivas.<br /> \nO motorista era um homem grande e ela mi&uacute;da, por isso ela achou mais prudente ficar quieta. Entretanto, ao passar pelo seu quarto, viu a filha de oito anos mexendo no seu estojo de maquiagem. Era algo que ela fazia sempre.<br /> \nMas, naquele dia, a mulher se encolerizou, brigou com a garota, e a mandou para o quintal. A menina n&atilde;o entendeu a rea&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e e foi despejar toda a sua raiva num c&atilde;o que estava amarrado, nos fundos da sua casa.<br /> \nO pobre animal sentiu o pontap&eacute; e recebeu a carga negativa que a crian&ccedil;a despejou.<br /> \nComo n&atilde;o tinha nada mais a fazer, externou a sua vontade de morder, de reagir, uivando a noite inteira.<br /> \nAdivinhem quem morava na casa ao lado? Isso mesmo! O general do come&ccedil;o da hist&oacute;ria.<br /> \n* * *<br /> \nPensemos nisso! Deter o ciclo da viol&ecirc;ncia deve ser nosso maior desafio. No todo &eacute; muito pr&aacute;tico: basta agir em vez de reagir.<br /> \nPensar antes de falar. Contar at&eacute; dez, antes de responder mal a quem quer que seja. N&atilde;o revidar ofensa, desaforo ou m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o.<br /> \nPensemos nisso! A estat&iacute;stica da viol&ecirc;ncia &eacute; marcada por cada um de n&oacute;s.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no estudo Respeito,<br /> \ndesenvolvido por Alberto Almeida, em mar&ccedil;o de 2002, na cidade<br /> \nde Matinhos/PR.<br /> \nEm 12.2.2016. </span><br />

NO REINO DAS BORBOLETAS
3 Mai 20164:26EP 463

NO REINO DAS BORBOLETAS

<strong>NO REINO DAS BORBOLETAS</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>&Agrave; beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crep&uacute;sculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequenas lagartas, confusas:<br /> \nN&atilde;o temam! Sou sua irm&atilde; de ra&ccedil;a!<br /> \nVenho para lhes trazer esperan&ccedil;a. Nem sempre permanecer&atilde;o coladas &agrave;s ervas do p&acirc;ntano! Tenham calma, fortaleza e paci&ecirc;ncia.<br /> \nEsforcem-se para n&atilde;o sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem.<br /> \nEsperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordar&atilde;o com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar...<br /> \nEnt&atilde;o, n&atilde;o mais se arrastar&atilde;o, presas ao solo &uacute;mido e triste. Adquirir&atilde;o preciosa vis&atilde;o da vida, pois poder&atilde;o subir muito alto e seu alimento ser&aacute; o n&eacute;ctar das flores...<br /> \nViajar&atilde;o deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma!<br /> \nObservar&atilde;o o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destr&oacute;i, e ver&atilde;o a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem.<br /> \nEnquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclama&ccedil;&otilde;es admiradas:<br /> \nAh, n&atilde;o posso crer no que vejo!<br /> \nQue misteriosa criatura!<br /> \nSer&aacute; uma fada milagrosa?<br /> \nNada possui de comum conosco...<br /> \nIrradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou:<br /> \nN&atilde;o se iludam! N&atilde;o sou uma fada celeste! Minhas asas s&atilde;o parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva.<br /> \nOntem, eu vivia com voc&ecirc;s; amanh&atilde; viver&atilde;o comigo! Flutuar&atilde;o no imenso espa&ccedil;o, em voos sublimes em plena luz. Libertas do loda&ccedil;al, se elevar&atilde;o felizes.<br /> \nConhecer&atilde;o a beleza das copas floridas e o saboroso n&eacute;ctar das p&eacute;talas perfumadas. Contemplar&atilde;o a altura e a amplitude do firmamento...<br /> \nLogo ap&oacute;s, lan&ccedil;ando carinhoso olhar &agrave; fam&iacute;lia alvoro&ccedil;ada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul.<br /> \nNisso, chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os coment&aacute;rios empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada:<br /> \nCalem-se e escutem! Tudo isso &eacute; insensatez, mentiras, divaga&ccedil;&otilde;es...<br /> \nN&atilde;o nos iludamos! Nunca teremos asas! Ningu&eacute;m deve filosofar...<br /> \nSomos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos pr&aacute;ticas, no imediatismo da pr&oacute;pria vida. Esque&ccedil;am-se de pretensos seres alados que n&atilde;o existem.<br /> \nPrecisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais...<br /> \nAs lagartas calaram-se, desencantadas.<br /> \nCaiu a noite e, em meio &agrave; sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente im&oacute;vel.<br /> \nAs irm&atilde;s, preocupadas, observavam curiosas o fen&ocirc;meno...<br /> \nDepois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar...<br /> \n* * *<br /> \n&Agrave; semelhan&ccedil;a da formosa borboleta que desceu &agrave;s faixas escuras onde rastejavam suas irm&atilde;s lagartas, um dia a Humanidade tamb&eacute;m recebeu a visita de sublime anjo, que veio trazer consolo e esperan&ccedil;a.<br /> \nFalou da vida estuante, al&eacute;m do casulo f&iacute;sico.<br /> \nE para provar que o que dizia &eacute; realidade, Ele pr&oacute;prio, ap&oacute;s desvencilhar-se do corpo f&iacute;sico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes.<br /> \nSubiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensid&atilde;o azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galil&eacute;ia...<br /> \nE, mais de dois mil&ecirc;nios depois, ainda existem aqueles que preferem acreditar que o que precisamos fazer &eacute; comer, comer, dormir e esperar o nada... Nada mais...<br /> \nNascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal &eacute; a lei.<br /> \nPense Nisso. <br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 29 do livro<br /> \nContos e ap&oacute;logos, pelo Esp&iacute;rito Irm&atilde;o X, psicografia de <br /> \nFrancisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> \nEm 26.06.2012.</span><br />

QUINZE MINUTOS
2 Mai 20162:24EP 462

QUINZE MINUTOS

<strong>QUINZE MINUTOS</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> \nRecorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> \ndas palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> \nde auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> \nda conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> \nde estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> \ndo encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> \nQuinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> \nProponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> \nSe j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> \nQuinze minutos por dia.<br /> \nEscolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> \nNossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> \nS&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> \nN&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> \nde que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> \nlivro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> \nC&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> \nEm 19.09.2012.</span><br />

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