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PODCAST · 3188 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO
17 Jan 20173:26EP 628

OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO

<span style=''font-size: small;''>OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> \n<br /> \naluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com o quinto filho, aos 50 anos.<br /> \neis que, surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai. agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo;<br /> \nassim, aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e digitou os seis mandamentos para o seu novo filho:<br /> \n<br /> \nprimeiro: &ldquo;voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. a certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui e deve viver a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> \n<br /> \nsegundo: &ldquo;quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> \n<br /> \nterceiro: &ldquo;felicidade &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . <br /> \namor &eacute; a maior for&ccedil;a que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. e paz voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<br /> \n<br /> \nquarto: &ldquo;use sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. questione as coisas. estude.duvide.n&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> \n<br /> \nquinto: voc&ecirc; &eacute; bom. fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> \n<br /> \nsexto: contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &eacute; um lugar de oportunidades. h&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. seja um cidad&atilde;o do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> \n<br /> \n<br /> \ntodo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> \n<br /> \npense nisso, mas pense agora.<br /> \n<br /> \n<br /> \nreda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> \nem 07.03.2014.<br /> \n</span><br />

SENTIR NA PRÓPRIA PELE
16 Jan 20174:19EP 627

SENTIR NA PRÓPRIA PELE

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> \n<br /> \nUma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> \nEm alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> \nNada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> \nEnt&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> \nAo final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> \nA campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> \nO resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> \n* * *<br /> \nA interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> \nColocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> \nDeus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> \nAssim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> \nEm pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> \nEssas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> \nCostumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> \nPor&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> \nSeremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> \nA empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> \nPensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nEm 28.10.2013.<br /> \n<br /> \n</span><br />

A BENÉFICA INFLUÊNCIA DA MUSICA
14 Jan 20172:03EP 626

A BENÉFICA INFLUÊNCIA DA MUSICA

A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> \n<br /> \nNo m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> \nSessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> \nO primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> \nO terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> \nAp&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> \nA pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> \nTeppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> \nA not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> \nQue cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> \n* * *<br /> \nUtilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> \nN&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> \nH&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> \nBusquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> \n<br />

O PODER DA EDUCAÇÃO
11 Jan 20173:11EP 625

O PODER DA EDUCAÇÃO

<span style=''font-size: small;''>O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O<br /> \n<br /> \nConta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> \nO fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> \nTranscorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> \nPostou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> \nA um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> \nLogo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> \nA cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> \nNingu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> \nMesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> \nO povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> \nNo primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> \nLogo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> \nPara surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> \nEnt&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> \nA diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> \nE prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> \n&quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> \nEduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> \nVoc&ecirc; sabia? <br /> \nQue Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> \nE que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> \nPercebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br /> \n</span><br />

RELIGIÕES
10 Jan 20172:45EP 624

RELIGIÕES

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELIGI&Otilde;ES<br /> \n<br /> \n&ldquo;PARA MIM, AS DIFERENTES RELIGI&Otilde;ES S&Atilde;O LINDAS FLORES, PROVENIENTES DO MESMO JARDIM. OU S&Atilde;O RAMOS DA MESMA &Aacute;RVORE MAJESTOSA. PORTANTO, S&Atilde;O TODAS VERDADEIRAS&rdquo;.<br /> \nA FRASE QUE VOC&Ecirc; ACABOU DE OUVIR FOI DITA POR UMA DAS MAIS IMPORTANTES PERSONALIDADES DO S&Eacute;CULO VINTE: O MAHATMA GANDHI.<br /> \nQUANTA SABEDORIA NAS PALAVRAS DO HOMEM QUE LIDEROU A INDEPEND&Ecirc;NCIA DA &Iacute;NDIA SEM JAMAIS RECORRER &Agrave; VIOL&Ecirc;NCIA!<br /> \nNOS TEMPOS ATUAIS, S&Atilde;O RAROS OS QUE REALMENTE T&Ecirc;M UMA POSI&Ccedil;&Atilde;O COMO A DE GANDHI, QUE MANIFESTAVA UM PROFUNDO RESPEITO PELA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA DOS OUTROS.<br /> \nMUITAS PESSOAS ACREDITAM QUE SUA RELIGI&Atilde;O &Eacute; SUPERIOR &Agrave;S DEMAIS. ACREDITAM FIRMEMENTE QUE SOMENTE ELAS EST&Atilde;O SALVAS, ENQUANTO TODOS OS DEMAIS EST&Atilde;O CONDENADOS.<br /> \nPOUQU&Iacute;SSIMAS PENSAM NA ESS&Ecirc;NCIA DA MENSAGEM QUE ABRA&Ccedil;AM, J&Aacute; QUE EST&Atilde;O MUITO PREOCUPADAS EM CONVERTER ALMAS QUE CONSIDERAM PERDIDAS.<br /> \nE, NO ENTANTO, TODOS N&Oacute;S TEMOS A FELICIDADE DE TRAZER, EM NOSSA CONSCI&Ecirc;NCIA, O SOL DA LEI DIVINA. NINGU&Eacute;M EST&Aacute; DESAMPARADO.<br /> \nDE ONDE VEM, ENT&Atilde;O, ESSA ATITUDE PRECONCEITUOSA, EXCLUSIVISTA, QUE NOS AFASTA DE NOSSOS IRM&Atilde;OS?<br /> \nVEM DE NOSSO PENSAMENTO LIMITADO E AINDA EGO&Iacute;STA. QUASE SEMPRE O HOMEM ACREDITA QUE TEM RAZ&Atilde;O.<br /> \nIMAGINA QUE SUAS OPINI&Otilde;ES, CREN&Ccedil;AS E OP&Ccedil;&Otilde;ES S&Atilde;O AS MELHORES. VOC&Ecirc; J&Aacute; NOTOU QUE A MAIOR PARTE DAS PESSOAS ACHA QUE TEM MUITO A ENSINAR AOS OUTROS?<br /> \n&Eacute; QUE, EM GERAL, AS PESSOAS QUASE N&Atilde;O SE DISP&Otilde;EM A OUVIR O OUTRO: FALAM SEM PARAR, D&Atilde;O OPINI&Otilde;ES SOBRE TUDO, IMP&Otilde;EM SUA OPINI&Atilde;O.<br /> \nMAS S&Atilde;O RARAS AS VEZES EM QUE PARAM PARA ESCUTAR O QUE O OUTRO TEM A DIZER.<br /> \nS&Atilde;O COMO CRIAN&Ccedil;AS UM TANTO EGO&Iacute;STAS, PARA QUEM O MUNDO EST&Aacute; CENTRADO EM SI OU NA SATISFA&Ccedil;&Atilde;O DE SEUS INTERESSES.<br /> \n&Eacute; UMA ATITUDE MUITO SEMELHANTE A QUE TEMOS QUANDO ACREDITAMOS QUE O OUTRO EST&Aacute; ERRADO, SIMPLESMENTE POR SER DE UMA RELIGI&Atilde;O DIFERENTE. &Eacute; QUE N&Atilde;O CONSEGUIMOS PARAR DE PENSAR EM NOSSAS PR&Oacute;PRIAS ESCOLHAS.<br /> \nN&Atilde;O ESTUDAMOS A RELIGI&Atilde;O ALHEIA, N&Atilde;O NOS INFORMAMOS SOBRE O QUE AQUELA RELIGI&Atilde;O ENSINA, QUE BENEF&Iacute;CIOS TRAZ, QUANTA CONSOLA&Ccedil;&Atilde;O ESPALHA.<br /> \nSE ESTIV&Eacute;SSEMOS ENVOLVIDOS PELO SENTIMENTO DE AMOR INCONDICIONAL PELO PR&Oacute;XIMO, SER&Iacute;AMOS MAIS COMPLACENTES E MAIS ATENTOS &Agrave;S NECESSIDADES DO OUTRO.<br /> \nE ENT&Atilde;O VER&Iacute;AMOS QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, AS PESSOAS EST&Atilde;O MUITO FELIZES COM SUA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA.<br /> \nA NOSSA RELIGI&Atilde;O &Eacute; A MELHOR? SIM, &Eacute; A MELHOR. MAS &Eacute; A MELHOR PARA N&Oacute;S.<br /> \n&Eacute; &Oacute;BVIO QUE GOSTAMOS DE COMPARTILHAR O QUE NOS FAZ BEM. OFERTAR AOS OUTROS A NOSSA EXPERI&Ecirc;NCIA POSITIVA &Eacute; UMA ATITUDE LOUV&Aacute;VEL E NATURAL.<br /> \nMAS ESSE GESTO DE GENEROSIDADE PODE SE TORNAR INCONVENIENTE QUANDO EXAGERAMOS.<br /> \nUMA COISA &Eacute; OFERTAR ALGO COM ESP&Iacute;RITO FRATERNAL, VISANDO O BEM. MAS DIFERENTE QUANDO DESEJAMOS IMPOR AOS DEMAIS A NOSSA CONVIC&Ccedil;&Atilde;O PARTICULAR.<br /> \nSE O OUTRO PENSA DIFERENTE, RESPEITE-O! ELE TEM TODO O DIREITO DE FAZER ESCOLHAS. QUEM DE N&Oacute;S LHE CONHECE A ALMA? OU A BAGAGEM ESPIRITUAL, MORAL E INTELECTUAL QUE CARREGA?<br /> \nENQUANTO N&Atilde;O SOUBERMOS AMAR PROFUNDAMENTE O PR&Oacute;XIMO, RESPEITANDO-LHE AS ESCOLHAS, N&Atilde;O TEREMOS A ATITUDE DE AMOR ENSINADA POR TODAS AS RELIGI&Otilde;ES E PELOS GRANDES MESTRES DA HUMANIDADE.<br /> \nPENSEMOS NISSO.</span><br />

O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA
9 Jan 20172:33EP 623

O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

<span style=''font-size: small;''>O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> \n<br /> \nEm cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.<br /> \nSempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.<br /> \nMorava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.<br /> \nPara test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.<br /> \nTrataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.<br /> \nA gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.<br /> \nMas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.<br /> \nEle esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.<br /> \nAp&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.<br /> \nNaquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.<br /> \nEducadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O que o senhor deseja?<br /> \nAo que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.<br /> \nNovamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!<br /> \nEle olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...<br /> \nTodos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total. <br /> \nMas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! <br /> \nOs amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.<br /> \n* * *<br /> \nBom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.<br /> \nAo protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.<br /> \nMuitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.<br /> \nIsso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.<br /> \nPor isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.<br /> \n* * *<br /> \nA pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> \nEm 02.09.2012.<br /> \n</span> <br />

PARAISO
6 Jan 20173:59EP 622

PARAISO

<span style=''font-size: small;''>PARAISO<br /> \n<br /> \nTodas as escolas religiosas trazem, em seus ensinos, rela&ccedil;&otilde;es profundas com o entendimento da vida ap&oacute;s a vida.<br /> \n&Eacute; natural que assim seja pois s&atilde;o as religi&otilde;es, nos seus mais variados matizes, a b&uacute;ssola e o amparo para as coisas que transcendem as explica&ccedil;&otilde;es da ci&ecirc;ncia e da raz&atilde;o.<br /> \nAssim, naturalmente, desejamos a conquista da felicidade ap&oacute;s a conclus&atilde;o desta vida, segundo esse ou aquele preceito.<br /> \nSe o Para&iacute;so ou Nirvana, ou qual seja a denomina&ccedil;&atilde;o que lhe damos, &eacute; o destino daqueles que bem se conduzirem aqui, buscamos refer&ecirc;ncias de como agir e proceder para que a felicidade seja o destino final.<br /> \nNesse af&atilde; e na preocupa&ccedil;&atilde;o com a felicidade futura, imaginamos que a constru&ccedil;&atilde;o dela se far&aacute; pelas a&ccedil;&otilde;es externas, pela ritual&iacute;stica ou pela apar&ecirc;ncia.<br /> \nEsquecemos que nada que se fa&ccedil;a exteriormente ter&aacute; sentido se n&atilde;o tiver sua origem na nossa intimidade.<br /> \nO significado e o valor das a&ccedil;&otilde;es externas est&atilde;o diretamente ligados ao sentimento com que as impregnamos.<br /> \nAssim, de nada valem ora&ccedil;&otilde;es, ritos, promessas e pactos, se n&atilde;o nascem na intimidade de nossa alma.<br /> \nDessa forma, pode-se entender que o reino dos c&eacute;us, que o para&iacute;so e a felicidade futura s&atilde;o constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima de cada criatura e que, inevitavelmente, se exteriorizar&aacute; na vida ap&oacute;s a morte.<br /> \nSe temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de sermos felizes mais al&eacute;m, que comecemos hoje a implementar essa felicidade, nas matrizes de nossa alma.<br /> \nPara tanto, a conquista da consci&ecirc;ncia tranquila, resultado do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto, &eacute;, certamente, a melhor refer&ecirc;ncia.<br /> \nBuscando a retid&atilde;o interna, pautada em valores nobres que todos trazemos latentes na alma, vamos construindo o para&iacute;so que anelamos.<br /> \nDessa forma, quebramos a ilus&atilde;o de que o reino dos c&eacute;us, poeticamente ilustrado e exemplificado por Jesus, seja um lugar f&iacute;sico ou um destino a se chegar.<br /> \nDe maneira alguma chegaremos externamente &agrave; felicidade, por se tratar de constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima.<br /> \nAssim, n&atilde;o planejemos chegar ao Reino dos C&eacute;us, ao Para&iacute;so ou ao Nirvana.<br /> \nIniciemos hoje a constru&ccedil;&atilde;o dessa t&atilde;o desejada felicidade.<br /> \nE, quando a tivermos em nossa intimidade, onde quer que nos encontremos, ali ser&aacute; o nosso c&eacute;u bendito, conquista da alma em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s coisas de Deus.<br /> \n* * *<br /> \nO Esp&iacute;rito est&aacute; fadado &agrave; felicidade.<br /> \nTodos est&atilde;o na Terra para adquirir felicidade, jornadeando no rumo da plenitude que &eacute; a meta futura.<br /> \nUma vida rica de beleza interior &eacute; um poema de alegria.<br /> \nEm sil&ecirc;ncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embri&atilde;o, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas proporcionando alegria.<br /> \nNo sil&ecirc;ncio da alma desenvolvamos qualidades superiores e desabrochemos para a felicidade.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> \ndos caps. 2 e 15, do livro Ilumina&ccedil;&atilde;o interior, pelo Esp&iacute;rito<br /> \nJoanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> \nLeal.<br /> \nEm 09.8.2012.<br /> \n</span><br />

O PORQUÈ DA DOR
4 Jan 20171:05EP 621

O PORQUÈ DA DOR

<span style=''font-size: small;''>O PORQU&Ecirc; DA DOR<br /> \n<br /> \nPor que sofremos &eacute; uma indaga&ccedil;&atilde;o que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?<br /> \n<br /> \nEm alguns momentos, ela &eacute; o alerta, dando-nos ci&ecirc;ncia dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria org&acirc;nica, solicitando-nos pondera&ccedil;&atilde;o.<br /> \n<br /> \nConstitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o m&eacute;dico, a correta medica&ccedil;&atilde;o, seguir a prescri&ccedil;&atilde;o devida, repouso ou exerc&iacute;cios.<br /> \n<br /> \nEm outros momentos, ela funciona como elemento que convida &agrave; reflex&atilde;o, a passar em revista atos e lembran&ccedil;as de nossa vida.<br /> \n<br /> \nAssim &eacute;, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, ina&ccedil;&atilde;o e sofrimento.<br /> \n<br /> \n&Eacute; uma prova necess&aacute;ria para a alma que, por esse meio, adquire madureza, crit&eacute;rio e o correto ju&iacute;zo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invis&iacute;vel. Avalia, pondera, conclui.<br /> \n<br /> \nA dor tem, portanto, n&atilde;o somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do h&aacute;bil artista frente a um bloco de m&aacute;rmore.<br /> \n<br /> \nA est&aacute;tua, nas suas formas perfeitas, ideais, est&aacute; escondida no imenso bloco.<br /> \n<br /> \n&Eacute; a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou ent&atilde;o sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a est&aacute;tua viva em contornos maravilhosos.<br /> \n<br /> \nPara que a forma seja extra&iacute;da em linhas delicadas, para que o Esp&iacute;rito triunfe da mat&eacute;ria, precisamos do sofrimento, desde que n&atilde;o vivemos somente pelo amor e pelo bem.<br /> \n<br /> \nE que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, &eacute; sob o aguilh&atilde;o do luto e das l&aacute;grimas, da ingratid&atilde;o, da trai&ccedil;&atilde;o das amizades e do amor, das ang&uacute;stias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o m&uacute;sico encontra os mais sublimes acordes.<br /> \n<br /> \nCumpre-nos analisar a incid&ecirc;ncia da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.<br /> \n<br /> \nSob a a&ccedil;&atilde;o das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferen&ccedil;a desaparecem. Tamb&eacute;m a c&oacute;lera, a dureza e a arrog&acirc;ncia.<br /> \n<br /> \nEm todos n&oacute;s, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.<br /> \n<br /> \nEntendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acess&iacute;veis &agrave; felicidade espiritual.<br /> \n<br /> \nO sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa corre&ccedil;&atilde;o, exatamente como a m&atilde;e corrige o filho para educ&aacute;-&not;lo e melhor&aacute;-lo.<br /> \n<br /> \nFaz-nos sentir tamb&eacute;m que o mundo em que vivemos &eacute; um lugar de passagem e n&atilde;o o ponto de chegada, que deveremos alcan&ccedil;ar ap&oacute;s exaustiva jornada.<br /> \n* * *<br /> \nOs animais est&atilde;o sujeitos ao trabalho de evolu&ccedil;&atilde;o para o princ&iacute;pio inteligente que neles existe.<br /> \n<br /> \nAtrav&eacute;s de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consci&ecirc;ncia.<br /> \n<br /> \nA dor, num sentido amplo de entendimento, ser&aacute; necess&aacute;ria enquanto o homem n&atilde;o tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.<br /> \n<br /> \nDepois disso, ela deixar&aacute; de se fazer sentir pois logo se far&aacute; a harmonia.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 26<br /> \ndo livro O problema do ser,<br /> \ndo destino e da dor, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> \nEm 29.05.2013.</span><br />

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