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PODCAST · 3188 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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O SAL DA VIDA
17 Fev 20173:42EP 652

O SAL DA VIDA

<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> \n<br /> \nConta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> \nCerta vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> \nMestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> \nPois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> \nForam os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> \nEm seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> \nO rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> \nTendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> \nO aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> \nQual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> \nRuim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> \nPois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> \nE mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> \nO mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> \nQuero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> \nO jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> \nAgora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> \nO rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> \nE agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> \nN&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> \nAs dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> \nSe voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> \nPor outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> \nRestar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> \n* * *<br /> \nMuitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> \nSe vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> \nPor outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> \nAntes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> \nPensemos nisso... E pensemos agora!<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> \ncom base em conto de autoria desconhecida.<br /> \nEm 17.3.2014.<br /> \n<br /> \n</span><br />

SALÁRIO IDEAL
16 Fev 20173:02EP 651

SALÁRIO IDEAL

<span style=''font-size: small;''>SAL&Aacute;RIO IDEAL<br /> \n<br /> \nVoc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> \nProvavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> \nOuve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> \nO estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> \nN&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> \nContrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> \nUm pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> \nEntrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> \n<br /> \nBalconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> \n<br /> \n<br /> \nEm todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> \n<br /> \n&Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> \nN&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> \nO que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> \nQuer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> \nPortanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> \nPreocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> \n* * *<br /> \nSejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> \nO trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> \nPense Nisso, mas pense agora!</span><br />

FANATISMO E TOLERÂNCIA
15 Fev 20174:01EP 650

FANATISMO E TOLERÂNCIA

FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> \n<br /> \n<br /> \n&Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> \n&Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> \nAssim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> \nComo temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> \nDessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> \nPortanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> \nTodas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> \nQuando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> \nO pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> \nQuando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> \nSeremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> \nDisso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> \n* * *<br /> \nSe convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> \nQuando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> \nNuma sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> \nMesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> \nPermitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nEm 18.03.2015.<br /> \n<br />

VOCÊ APRENDE
14 Fev 20172:03EP 649

VOCÊ APRENDE

<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; APRENDE&nbsp;<br /> \n<br /> \nDepois de algum tempo voc&ecirc; aprende a diferen&ccedil;a, a sutil diferen&ccedil;a, entre dar a m&atilde;o e acorrentar uma alma. E voc&ecirc; aprende que amar n&atilde;o significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguran&ccedil;a. E come&ccedil;a a aprender que beijos n&atilde;o s&atilde;o contratos e presentes, n&atilde;o s&atilde;o promessas. E comeca a aceitar suas derrotas com a cabe&ccedil;a erguida e olhos adiante, com a gra&ccedil;a de um adulto e n&atilde;o com a tristeza de uma crian&ccedil;a.<br /> \n<br /> \nE aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanh&atilde; &eacute; incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao v&atilde;o.<br /> \n<br /> \nDepois de um tempo voc&ecirc; aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que n&atilde;o importa o quanto voc&ecirc; se importe, algumas pessoas simplesmente n&atilde;o se importam... E aceita que n&atilde;o importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e voc&ecirc; precisa perdo&aacute;-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.<br /> \n<br /> \nDescobre que leva-se anos para construir confian&ccedil;a e apenas segundos para destru&iacute;-la, e que voc&ecirc; pode fazer coisas em um instante, das quais se arrepender&aacute; pelo resto da vida.<br /> \n<br /> \nAprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas dist&acirc;ncias. E o que importa n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; tem na vida, mas quem voc&ecirc; tem da vida. E que bons amigos s&atilde;o a fam&iacute;lia que nos permitiram escolher.<br /> \n<br /> \nAprende que n&atilde;o temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e voc&ecirc; podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem voc&ecirc; mais se importa na vida s&atilde;o tomadas de voc&ecirc; muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.<br /> \n<br /> \nAprende que as circunst&acirc;ncias e os ambientes tem influ&ecirc;ncia sobre n&oacute;s, mas n&oacute;s somos respons&aacute;veis por n&oacute;s mesmos. Come&ccedil;a a aprender que n&atilde;o se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo &eacute; curto.<br /> \n<br /> \nAprende que n&atilde;o importa onde j&aacute; chegou, mas onde est&aacute; indo, mas se voc&ecirc; n&atilde;o sabe para onde est&aacute; indo, qualquer lugar serve.<br /> \n<br /> \nAprende que, ou voc&ecirc; controla seus atos ou eles o controlar&atilde;o, e que ser flex&iacute;vel n&atilde;o significa ser fraco ou n&atilde;o ter personalidade, pois n&atilde;o importa qu&atilde;o delicada e fr&aacute;gil seja uma situa&ccedil;&atilde;o, sempre existem dois lados.<br /> \n<br /> \nAprende que her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fizeram o que era necess&aacute;rio fazer, enfrentando as conseq&uuml;&ecirc;ncias.<br /> \n<br /> \nAprende que paci&ecirc;ncia requer muita pr&aacute;tica. Descobre que algumas vezes, a pessoa que voc&ecirc; espera que o chute quando voc&ecirc; cai, &eacute; uma das poucas que o ajudam a levantar-se.<br /> \n<br /> \nAprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experi&ecirc;ncia que se teve e o que voc&ecirc; aprendeu com elas, do que com quantos anivers&aacute;rios voc&ecirc; celebrou.<br /> \n<br /> \nAprende que h&aacute; mais dos seus pais em voc&ecirc; do que voc&ecirc; supunha. <br /> \n<br /> \nAprende que nunca se deve dizer a uma crian&ccedil;a que sonhos s&atilde;o bobagens, poucas coisas s&atilde;o t&atilde;o humilhantes e seria uma trag&eacute;dia se ela acreditasse nisso.<br /> \n<br /> \nAprende que quando est&aacute; com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso n&atilde;o te d&aacute; o direito de ser cruel. Descobre que s&oacute; porque algu&eacute;m n&atilde;o o ama do jeito que voc&ecirc; quer que ame, n&atilde;o significa que esse algu&eacute;m n&atilde;o o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente n&atilde;o sabem como demonstrar ou viver isso.<br /> \n<br /> \nAprende que nem sempre &eacute; suficiente ser perdoado por algu&eacute;m, algumas vezes voc&ecirc; tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. <br /> \nAprende que com a mesma severidade com que julga, voc&ecirc; ser&aacute; em algum momento condenado.<br /> \n<br /> \nAprende que n&atilde;o importa em quantos peda&ccedil;os seu cora&ccedil;&atilde;o foi partido, o mundo n&atilde;o p&aacute;ra para que voc&ecirc; o conserte.<br /> \n<br /> \nAprende que o tempo n&atilde;o &eacute; algo que possa voltar para tr&aacute;s. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao inv&eacute;s de esperar que algu&eacute;m lhe traga flores.<br /> \n<br /> \nE voc&ecirc; aprende que realmente pode suportar... que realmente &eacute; forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que n&atilde;o se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que voc&ecirc; tem valor diante da vida!&quot; </span><br />

CAUSA E EFEITO
11 Fev 20173:56EP 648

CAUSA E EFEITO

<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> \n<br /> \nNas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> \nAnalisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> \nImaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> \nSe um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> \nSe um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> \nSe essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> \nNos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> \nCada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> \nOutros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> \nPodemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> \nSe o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> \nSe a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> \nSe a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> \nDessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> \nNingu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> \n* * *<br /> \nTodo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> \nQuando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> \nPensemos nisso.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> \nIlumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> \nPereira Franco, ed. Leal.<br /> \nEm 10.8.2012.<br /> \n</span><br />

O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA
10 Fev 20173:04EP 647

O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA

<span style=''font-size: small;''>O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA&nbsp;<br /> \n<br /> \nDia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> \n<br /> \nCom todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> \n<br /> \nUm primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> \n<br /> \nA mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o, que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> \n<br /> \nN&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> \nE o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a, que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> \nE quando colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> \n<br /> \n<br /> \nE nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> \n<br /> \nComparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> \n<br /> \nE n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> \n<br /> \nNem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> \n<br /> \nEnquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> \n<br /> \nEnquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> \n<br /> \nEnquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> \n<br /> \nPensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> \n<br /> \nQuem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> \n<br /> \nTodos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> \n<br /> \nLembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> \nPensemos nisso.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nEm 25.05.2012</span><br />

SER COMO SE JA NÃO FÔSSEMOS
9 Fev 20173:37EP 646

SER COMO SE JA NÃO FÔSSEMOS

<span style=''font-size: small;''>SER COMO SE JA N&Atilde;O F&Ocirc;SSEMOS<br /> \n<br /> \n&Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> \nnem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> \nnem o sorriso para os infelizes,<br /> \nnem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> \n&Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> \nO que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> \nO que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> \nO que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> \n* * *<br /> \nCec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> \nSeria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> \nSeria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> \nH&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> \nH&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> \nViver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> \nDependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> \nPor&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> \nQuando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> \nQuando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> \nQuando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> \nSeveros conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> \nN&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> \nE o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> \nPertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> \n* * *<br /> \nL&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> \nO desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> \n.<br /> \nAinda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> \n<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> \nesquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> \nFronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> \nEm 8.10.2012.<br /> \n</span><br />

CIÚME DESTRUIDOR
8 Fev 20174:13EP 645

CIÚME DESTRUIDOR

<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> \n<br /> \nA vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> \nAna olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> \nA paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> \nPor vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> \nFinalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> \nEsperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> \nMau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> \nAquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> \nChorou muito.<br /> \nPouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> \nMal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> \nEu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> \nAlterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> \nUm pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> \nAna, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> \n* * *<br /> \nO ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> \nCultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> \nCriando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> \nColocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> \nUma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> \nFora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> \n* * *<br /> \nNunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> \nSe nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> \nSe o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> \ndo livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> \nMaria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> \nEm 24.10.2014.<br /> \n<br /> \n</span><br />

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