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PODCAST · 3187 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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O VALOR DA PACIÊNCIA
22 Ago 20174:17EP 779

O VALOR DA PACIÊNCIA

<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> \n<br /> \nAlgu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> \n<br /> \nNada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> \n<br /> \nAlgumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> \n<br /> \nOutras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> \n<br /> \nMas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> \n<br /> \nQuantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> \n<br /> \nN&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> \n<br /> \nMuita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> \n<br /> \nQuando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> \n<br /> \nAbsolutamente, n&atilde;o.<br /> \n<br /> \nCrescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> \n<br /> \nPara isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> \n<br /> \nQuando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> \n<br /> \nAbsolutamente, n&atilde;o.<br /> \n<br /> \nJuntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> \n<br /> \nTamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> \n<br /> \nO desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> \n<br /> \nMas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> \n<br /> \nEmbora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> \n<br /> \n<br /> \nQuem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> \n<br /> \nE que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> \nPense Nisso, mas pense agora.<br /> \n<br /> \n******<br /> \n<br /> \nAcesse o novo site da centro America fm.<br /> \nL&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> \nAcesse: centroamericafm.com.br<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nCom base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> \nEm 11.4.2014.</em></div>

TUDO É TRANSITÓRIO
16 Ago 20174:18EP 775

TUDO É TRANSITÓRIO

<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> \n<br /> \nUm redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> \nEscreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> \nNa Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> \nO povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> \nEra a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> \nEle devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> \nE, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> \nEntretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> \nComo, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> \n&Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> \nDe tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> \nCom certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> \n<br /> \nLembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> \nN&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> \nIsso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> \nNada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> \nO que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> \nAssim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> \nHoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> \nAssim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> \nPensemos nisso.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> \nartigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> \n2012.<br /> \nEm 15.1.2014.<br /> \n<br /> \n<br />

CABOS E LUZES EM UMA CAIXA
15 Ago 20174:09EP 774

CABOS E LUZES EM UMA CAIXA

<strong>CABOS E LUZES EM UMA CAIXA</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> \nTratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> \nAs transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> \nNa ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> \nAfirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> \nNo discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> \nEspecialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> \nDisse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> \nDe outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> \nO &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> \n* * *<br /> \nMeio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> \nA televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> \nPor&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> \nSer&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> \nOu tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> \n&Eacute; importante que reflitamos.<br /> \nDeus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> \nS&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> \nA verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> \nE assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> \nVale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> \nA mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> \nDepois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> \n&Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nEm 10.12.2014.</span><br />

INDAGAÇÕES
14 Ago 20173:23EP 773

INDAGAÇÕES

<strong>INDAGA&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> \nAdmite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> \nSe estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> \nNas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> \nE se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> \nSe voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> \nVoc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> \nIrrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> \nQue mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> \nQue importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> \n&Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> \nVoc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> \n* * *<br /> \n<br /> \n&Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> \n&Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> \nOlhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> \nN&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> \nAssim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> \nPensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> \nIndaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> \nAs respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> \ndo livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> \nde Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> \nEm 01.4.2015.<br /> \n<br /> \n</span><br />

INCAPAZ
11 Ago 20174:02EP 772

INCAPAZ

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