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PODCAST · 3187 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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O QUANTO VALE A PENA VIVER?
19 Mar 20185:32EP 907

O QUANTO VALE A PENA VIVER?

O QUANTO VALE A PENA VIVER?<br /> \n<br /> \nHoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> \nStephen William Hawking; f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> \n<br /> \nEra o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> \nEm plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> \nCriado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> \nAos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> \nAinda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> \nAt&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> \nO jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> \nEm sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> \nCasou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> \nGanhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> \nNo in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> \nChegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> \nHoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> \nEle foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> \nEnquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> \n<br /> \nHawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \nStephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida, h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele, isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> \nPensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> \nQuantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> \nContudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> \nQue o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> \nPensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> \nPensemos Nisso.<br /> \n<br /> \n<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> \nde Stephen Hawking, <br /> \nEm 7.8.2014.</em></div>

APRENDI
17 Mar 20182:44EP 906

APRENDI

<span style=''font-size: small;''>APRENDI<br /> \n<br /> \nWilliam Shakespeare, poeta e dramaturgo ingl&ecirc;s , que viveu entre os s&eacute;culos 16 e 17<br /> \nTido como o mais influente dramaturgo de todos os tempos, escreveu uma bela cr&ocirc;nica que vamos reproduzir para os ouvintes do Pense Nisso. <br /> \n<br /> \nDiz mais ou menos o seguinte:<br /> \nAprendi que n&atilde;o posso exigir o amor de ningu&eacute;m; posso apenas dar boas raz&otilde;es para que gostem de mim e ter paci&ecirc;ncia, para que a vida fa&ccedil;a o resto.<br /> \nAprendi que n&atilde;o importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. Tem gente que n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima e eu jamais conseguirei convenc&ecirc;-las.<br /> \nAprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destru&iacute;-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.<br /> \nEu aprendi... que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um p&atilde;o em fatias, esse p&atilde;o continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.<br /> \nAprendi... que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paci&ecirc;ncia.<br /> \nMas aprendi, tamb&eacute;m, que posso ir al&eacute;m dos limites que eu pr&oacute;prio coloquei.<br /> \nAprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.<br /> \nAprendi que perdoar exige muita pr&aacute;tica; que h&aacute; muita gente que gosta de mim, mas n&atilde;o consegue expressar isso.<br /> \nAprendi... que nos momentos mais dif&iacute;ceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.<br /> \nAprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas n&atilde;o tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma crian&ccedil;a que seus sonhos s&atilde;o imposs&iacute;veis, pois seria uma trag&eacute;dia para o mundo se eu conseguisse convenc&ecirc;-la disso.<br /> \nEu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que n&atilde;o &eacute; o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.<br /> \nAprendi que, n&atilde;o importa o quanto meu cora&ccedil;&atilde;o esteja sofrendo, o mundo n&atilde;o vai parar por causa disso.<br /> \nEu aprendi... que as circunst&acirc;ncias de minha inf&acirc;ncia s&atilde;o respons&aacute;veis pelo que eu sou, mas n&atilde;o pelas escolhas que eu fa&ccedil;o quando adulto.<br /> \nAprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando n&atilde;o quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, n&atilde;o significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas n&atilde;o discutem n&atilde;o significa que elas se amem.<br /> \nAprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles v&atilde;o se machucar e eu tamb&eacute;m. Isso faz parte da vida.<br /> \nAprendi que a minha exist&ecirc;ncia pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.<br /> \nAprendi tamb&eacute;m que diplomas na parede n&atilde;o me fazem mais respeit&aacute;vel ou mais s&aacute;bio.<br /> \nAprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem crit&eacute;rio.<br /> \nE que amigos n&atilde;o s&atilde;o apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que s&atilde;o amigos.<br /> \nAprendi que certas pessoas v&atilde;o embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos ret&ecirc;-las para sempre.<br /> \nAprendi, afinal, que &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar uma linha entre ser gentil, n&atilde;o ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.<br /> \n* * *<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem atribu&iacute;da a William Shakespeare.<br /> \nEm 09.06.20012<br /> \n</span><br />

TECNOLOGIA DA DISTÂNCIA
16 Mar 20182:41EP 905

TECNOLOGIA DA DISTÂNCIA

<span style=''font-size: small;''>TECNOLOGIA DA DIST&Acirc;NCIA<br /> \n<br /> \nEstava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> \nContrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> \nRealmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> \nEnquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> \nVejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> \nPodemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> \nEnviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> \nNo entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> \nEstamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> \nEstamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> \n&emsp;<br /> \nAssim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> \nDi&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> \n* * *<br /> \nSe voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> \nPare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> \nVeja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> \nEsque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> \nUm dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> \nS&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> \nPense nisso, mas pense agora.<br /> \n</span><br />

A EDUCAÇÃO E A MÚSICA
15 Mar 20184:04EP 904

A EDUCAÇÃO E A MÚSICA

A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> \n<span style=''font-size: small;''><br /> \nA m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> \nAs pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> \nA Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> \nDesde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> \nDurante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> \nAs crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> \nEntre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> \nEntre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> \nEsse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> \nBeethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> \nMuitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> \nOs espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> \nComumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> \nA plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> \nNo entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> \nAssim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> \nAo ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> \nEducar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> \n&Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nEm 12.12.2015.<br /> \n</span><br />

BATA NELA
14 Mar 20184:21EP 903

BATA NELA

<strong>BATA NELA!</strong><br /> \n<br /> \nEm tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> \nEsses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> \nAlgu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> \nO experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> \nO entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> \nA raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> \nEnt&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> \nOs garotos olham, sorriem.<br /> \nO que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> \nUm respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> \nAo comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> \nE o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> \nEnfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> \nOs meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> \nA ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> \nOlhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> \nPor que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> \nE esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> \nEla &eacute; uma menina!<br /> \nPorque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> \nPorque vou machuc&aacute;-la!<br /> \nPorque isso &eacute; maldade!<br /> \nPorque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> \nMas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> \n<br /> \nHomem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> \nHomem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> \nQue mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> \nhttp://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> \nEm 23.2.2015.<br />

ABORRECIMENTOS
12 Mar 20182:59EP 902

ABORRECIMENTOS

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ABORRECIMENTOS<br /> \n<br /> \nNada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> \nComo um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> \nMais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> \nCompreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> \nEm virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> \nContudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> \nVoc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> \nVoc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> \nDesse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> \nAssim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> \nResista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> \nPerante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> \nDiante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> \nNotando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> \nCada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> \n* * *<br /> \nQuando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> \nE, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> \nPense nisso, mas pense agora.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> \nEm 13.05.2012.<br /> \n</span><br />

CÂNCER MORAL
10 Mar 20183:30EP 901

CÂNCER MORAL

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> \n<br /> \nCaro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> \nTalvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> \nMas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> \nO mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> \nDesconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> \nTodos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> \nTodas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> \nO azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> \nAti&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> \nMuitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> \nO mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> \n* * *<br /> \nRevista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> \nEles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> \nVigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> \nConquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> \n* * *<br /> \nQuando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> \nRespire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> \nQuando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> \nLembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> \nEntre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> \nO segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> \nQuem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> \nQuem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> \nJ&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> \nEm 23.07.2012.<br /> \n</span><br />

PRETEXTO
9 Mar 20183:37EP 900

PRETEXTO

&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PRETEXTO<br /> \n<br /> \n&Agrave;s vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.<br /> \n<br /> \nN&atilde;o &eacute; que tentemos e fracassemos &mdash; &eacute; pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplic&aacute;vel covardia nos impede at&eacute; mesmo de fazer a tentativa.<br /> \n<br /> \nComo explicar esse estranho comportamento?<br /> \n<br /> \nO curioso deste mundo &eacute; que aquilo que alguns t&ecirc;m em excesso faz uma falta terr&iacute;vel para outros. A autocr&iacute;tica, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o que algu&eacute;m faz de si mesmo &mdash; seus defeitos e qualidades &mdash; em alguns &eacute; otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se at&eacute; mesmo rid&iacute;cula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocr&iacute;tica &eacute; t&atilde;o pessimista e t&atilde;o severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.<br /> \n<br /> \nUm dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes &eacute; vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. H&aacute; a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. H&aacute; o menino que inveja a intelig&ecirc;ncia do colega de classe. H&aacute; o mo&ccedil;o pobre que lamenta n&atilde;o ser rico como o mo&ccedil;o do outro bairro. S&atilde;o, todos, v&iacute;timas do complexo de pequenez. Baixam a cabe&ccedil;a quando o menino inteligente, a menina bonita ou o mo&ccedil;o rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.<br /> \n<br /> \nQuem se compara com os outros, esquece de algo importante: ningu&eacute;m &eacute; igual a ningu&eacute;m.Todos n&oacute;s temos aptid&otilde;es diferentes; uns somos melhores em c&aacute;lculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.<br /> \n<br /> \n&Eacute; estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor &agrave; for&ccedil;a. N&atilde;o temos obriga&ccedil;&atilde;o nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instru&iacute;dos, para merecermos um lugar ao sol.<br /> \n<br /> \nQuem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realiza&ccedil;&atilde;o dos nossos sonhos?<br /> \n<br /> \nE quem disse que intelig&ecirc;ncia, beleza, riqueza ou instru&ccedil;&atilde;o garantem felicidade a algu&eacute;m?<br /> \n<br /> \nQuantos meninos que eram considerados pequenos g&ecirc;nios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!<br /> \n<br /> \nQuantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!<br /> \n<br /> \nE, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes m&atilde;es de fam&iacute;lia!<br /> \n<br /> \nA verdade &eacute; que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.<br /> \n<br /> \nE, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por n&atilde;o termos dinheiro ou instru&ccedil;&atilde;o, homens cegos se tornam astros da m&uacute;sica, parapl&eacute;gicos se tornam g&ecirc;nios da F&iacute;sica, e artistas sem bra&ccedil;os pintam obras-primas com os p&eacute;s...<br /> \nPense Nisso, e prossiga na luta com resigna&ccedil;&atilde;o<br /> \n<br /> \n<br /> \n<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nEm 18.4.2014</span><br />

Nada tocando
PENSE NISSO
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