
GESTO DE AMOR

PODCAST · 3186 EPISÓDIOS
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.



E eis que chega, outra vez. <br /> \n<br /> \nHoje, 12 de junho, haverá muitas flores, perfumes, presentes.<br /> \nJantares à luz de velas, abraços, expectativas.<br /> \n<br /> \nSim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> \n<br /> \nE basta se anunciar o Dia dos namorados para que o coração bata diferente.<br /> \n<br /> \n<br /> \nA origem do Dia dos namorados remonta ao século III da nossa era.<br /> \nConta-se que, durante o governo do Imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército.<br /> \nCláudio acreditava que se os jovens não tivessem família, se alistariam com maior facilidade.<br /> \nApesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerimônias eram realizadas em segredo.<br /> \nA prática foi descoberta, Valentim foi preso e condenado à morte.<br /> \nEnquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> \nEntre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Assíria, filha do carcereiro.<br /> \nCom a permissão do pai ela visitou Valentim na prisão. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> \nO bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, expressão que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> \nValentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> \nA partir de então, o dia de São Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em vários países.<br /> \nIndependentemente de datas, o mais importante é a manifestação do amor. É ter um dia, para aqueles de nós que andamos esquecidos de como é importante demonstrar que se ama.<br /> \nUm dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> \nUm dia especial para lembrar de como é bom amar. Como é bom ter alguém ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> \nE nesse dia, é bom recordar os tempos felizes de um início de namoro, de casamento.<br /> \nE, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abraço, um beijo, flores e ternura.<br /> \n<br /> \nPorque, afinal é maravilhoso ter alguém para amar.<br /> \n<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \nNo Brasil, a data do Dia dos namorados é comemorada a 12 de junho, por ser a véspera do dia 13, dia de Santo Antônio.<br /> \nÉ que Santo Antônio tem tradição de casamenteiro. Provavelmente, por suas pregações a respeito da importância da união familiar que, na época, era combatida pelos cátaros.<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em>Redação do Pense Nisso.<br /> \nEm 12.06.2012.</em></div> \n<br />


<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> \n<br /> \nSegundo os dicionários, justiça quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que é seu.<br /> \nTodavia, nós que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justiça, se analisarmos profundamente, não estamos verdadeiramente com sede de justiça, no real sentido do termo.<br /> \nNo convívio diário, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> \nO trato com as pessoas que nos rodeiam é diferenciado conforme a posição social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> \nSe nos dirigimos à serviçal que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e atenção distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, são mais importantes.<br /> \nSe a pessoa que nos procura está vestida com trajes elegantes, mesmo que não saibamos de quem se trate, a nossa deferência é imediata.<br /> \nMas, se está envolta de farrapos, bem diferente é a nossa atenção.<br /> \nOutro exemplo, é quando nosso veículo começa a demonstrar sinais de que em breve terá o motor fundido. Qual a primeira idéia que nos vem à mente?<br /> \nSe fôssemos pessoas justas, certamente faríamos uma boa revisão reparando os danos e, ao ofertá-lo a alguém, no caso de venda, falaríamos a verdade ao comprador.<br /> \nMas o que normalmente ocorre é a idéia de passá-lo adiante o mais rápido possível. E quem comprá-lo que fique com o prejuízo. E pensamos:” me dei bem, sou muito esperto.”<br /> \nMas nos achamos pessoas justas.<br /> \nSe o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como pôde alguém nos vender um veículo prestes a fundir o motor? Que injustiça!<br /> \nSe observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos públicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justiça.<br /> \nMas, quantos de nós compramos atestados falsos para ludibriar o patrão e receber o salário integral?<br /> \nNo transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do já confuso transito.<br /> \nUsamos, nos vários momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais são as nossas verdadeiras intenções.<br /> \nAssim, podemos nos perguntar: Será que temos mesmo sede de justiça? Ou será que nos pesos e medidas só temos pensado em nós mesmos?<br /> \nA justiça Divina é real e se cumprirá quando efetivamente tivermos sede de justiça, usando um único peso e uma única medida, com imparcialidade.<br /> \n* * *<br /> \nOs Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos dúvidas quanto ao procedimento que devamos adotar com alguém, que nos coloquemos no lugar desse alguém e façamos exatamente o que desejaríamos que nos fosse feito.<br /> \nDessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para nós mesmos.<br /> \nPensemos nisso!<br /> \n<br /> \n<em><br /> \n</em> \n<div style=''text-align: right;''><em>Redação do Pense Nisso.<br /> \nEm 18.06.2012</em></div> \n</span><em><span style=''font-size: small;''> </span></em><br />

<strong> EDUCAÇÃO</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um veículo, a seguinte advertência:<br /> \nMinha educação depende da tua.<br /> \nFicamos a imaginar qual seria o conceito de educação para quem pensa dessa forma.<br /> \nOra, se nossa educação dependesse dos outros, certamente seria tão instável quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> \nAdemais, se assim fosse, não formaríamos jamais o nosso caráter. Seríamos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> \nA educação, é a arte de formar caracteres e, por conseguinte, é o conjunto de hábitos adquiridos.<br /> \nAssim sendo, como fica a nossa educação se refletir tão somente o comportamento dos outros, como uma reação apenas?<br /> \nUm amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> \nImediatamente ele se posicionou em contrário: É claro que não!<br /> \nEntão questionamos outra vez: Se não os admira, por que você os imita?<br /> \nEle ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: É, de fato deveríamos imitar somente o que achamos bonito.<br /> \nDessa forma, a nossa educação não deve jamais depender da educação dos outros, menos ainda da falta de educação dos outros.<br /> \nImaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se alguém te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou então: Faz aos outros tudo aquilo que não desejas que te façam. Os Cristãos certamente não o aceitariam como Modelo e Guia.<br /> \nPortanto,não nos espelhemos nos que não são modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso caráter com os exemplos nobres.<br /> \nAssim, nós também podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> \nPense Nisso, Mas pense agora<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> \n<br /> \nEm 10.05.2012.<br /> \n</span> <br />

QUESTÃO DE ESCOLHA<br /> \n<br /> \nVocê já se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclamações? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcionário, da mercadoria, do restaurante, do serviço público, da crise, da concorrência, do governo. <br /> \nNaturalmente, a época é de conscientização e as pessoas estão sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidadão, do ser humano. <br /> \nCobrar direitos está correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> \nContudo, em síntese, todas as reclamações devem ser feitas primeiro a nós mesmos. Sim, porque fomos nós que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> \nCom relação aos que nos governam consideremos que, se eles não estão agindo como esperávamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> \nAo utilizarmos o nosso direito de cidadão, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emoção do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> \nSerá que se tivéssemos mais atenção, examinado a vida do candidato como cidadão, profissional e político, teríamos votado nele? <br /> \nE que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esforço, com criatividade. Os grandes descobridores não se deixaram abater pela crise econômica, pela ironia dos seus pares, pela descrença das suas épocas ou pelas perseguições da ignorância. <br /> \nAcreditaram em si, nas suas idéias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> \nConcorrência? Que bom que existe. Deve nos servir de estímulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atendê-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> \nEquipe irresponsável? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos nós. Nós contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> \nEles são nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organização, se tornam relapsos. <br /> \nQuando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas mãos. <br /> \nSe estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida só tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente. <br /> \nPense nisso <br /> \n“O amor que você quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de você.” <br /> \nO diálogo, base de toda a convivência, também depende de você. <br /> \nO caminho para a renovação depende de você. A realização que você julga especial depende de você. <br /> \nA organização que tanto apregoa depende de você. <br /> \nPonderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo é uma questão de escolha. <br /> \nE essa escolha depende unicamente de você.” <br /> \n<br /> \nEquipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro: “A Revolução dos Campeões”, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida é conseqüência do que você é. <br /> \n<br />

<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> \n<br /> \n<br /> \nNinguém é tão ingênuo a ponto de achar que o mundo seja um paraíso.<br /> \n<br /> \nNinguém é tão tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> \n<br /> \nÀs vezes, porém, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a tragédia esteja à espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> \n<br /> \nQuando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente alguém mais esperto chegará primeiro e ocupará o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: “Que desgraça estará por me acontecer, para que a vida esteja já me consolando por antecipação?...”<br /> \n<br /> \nPara alguém assim, negativo, todas as pessoas são falsas e traiçoeiras; todas as manifestações de bondade são disfarces para intenções secretas e perversas; toda a felicidade, prenúncio de uma desgraça inevitável.<br /> \n<br /> \nE o pior é que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperança, também as previsões sombrias tendem a atrair os meios necessários à sua materialização.<br /> \n<br /> \nNão foi pensando em desgraças que o homem inventou o avião, tampouco mentalizando tragédias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> \n<br /> \nQuem se permite visualizar o que é positivo e ocupar a mente com o que é bom acaba atraindo condições de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prevê sempre o pior e só consegue enxergar o que existe de ruim – esse está, estúpida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua própria infelicidade...<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso.<br /> \nEm 23.08.2013.<br /> \n</span><br />